Posts Tagged ‘Borracha sintética’

Evonik seleciona Carolina do Sul (EUA) para nova planta de sílicas precipitadas

13/02/2017

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  • Tendência para pneus eficientes em termos energéticos gera demanda por sílica precipitada na América do Norte.
  •  O investimento é de cerca de US$ 120 milhões

A Evonik Industries está construindo uma fábrica de sílica precipitada no estado da Carolina do Sul (EUA) para abastecer a indústria de pneus. Tal indústria necessita de sílica precipitada de alta qualidade para produzir pneus com eficiente consumo de combustível e boas propriedades de aderência em pistas molhadas. Esses pneus podem economizar até 8% de combustível em comparação aos pneus convencionais para automóveis. Na América do Norte, a demanda por pneus com baixa resistência ao rolamento e maior eficiência energética está crescendo a taxas acima da média. A nova fábrica da Evonik está em construção em local próximo a Charleston, Carolina do Sul, perto das unidades de produção de grandes fabricantes de pneus. A instalação em escala mundial, com volume de investimento próximo de US$ 120 milhões, deve ser concluída em 2018. Com esse investimento, a Evonik executa um novo projeto no âmbito do seu orçamento global de investimento pré-definido.

Klaus Engel, Presidente da Diretoria Executiva da Evonik Industries AG, disse: “O investimento é parte importante da nossa estratégia para expandir nossa posição como um parceiro global para a indústria de fornecedores automotivos. Com a construção da planta no sudeste dos Estados Unidos e a planejada aquisição da divisão de sílica da Huber, estamos fortalecendo o nosso segmento Resource Efficiency e expandindo a nossa posição de liderança como fornecedor de sílica”. Há alguns dias, a Evonik anunciou a aquisição das atividades de sílica da Huber por US$ 630 milhões.

“A proximidade aos principais clientes da indústria de pneus foi algo decisivo para a escolha da Carolina do Sul. Nós queremos garantir aos fabricantes globais de pneus a segurança de fornecimento e a flexibilidade que eles esperam de nós na produção local. É por isso que investimos em locais que estão próximos aos nossos clientes”, disse Johannes Ohmer, membro da Diretoria Executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH. A nova fábrica estará localizada na área industrial de Bushy Park, perto de Charleston.

O uso de sílica em combinação com silanos permite a fabricação de pneus com resistência ao rolamento significativamente reduzida que economizam combustível (em comparação com os pneus convencionais para automóveis). Desse modo, os “pneus verdes” contribuem para a proteção climática. A Evonik afirma ser a única empresa que fabrica ambos os componentes, tornando-se parceira dos clientes das indústrias de pneus e borracha quando se trata de formulações de alto desempenho.

Evonik é uma das fabricantes de sílica líderes do mundo. Além da sílica precipitada ULTRASIL® e SIPERNAT®, o grupo também fabrica a sílica pirogênica AEROSIL® e agentes fosqueantes à base de sílica sob a marca ACEMATT®. A Evonik dispõe de uma capacidade de produção anual global para sílica precipitada e pirogênica, bem como agentes fosqueantes, de cerca de 600.000 toneladas métricas.

A Evonik é um dos principais líderes mundiais em especialidades químicas e atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2015, mais de 33.500 colaboradores geraram vendas em torno de 13,5 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 2,47 bilhões de Euros. No Brasil, a empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Arlanxeo inaugura novo Laboratório de Controle de Qualidade de fabricação de EPDM na Holanda

13/02/2017

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O laboratório de Controle de Qualidade de Fabricação será vinculado diretamente à planta de Keltan EPDM

A Arlanxeo, empresa atuante no segmento de elastômeros sintéticos, inaugurou um laboratório de controle de qualidade de fabricação no site Chemelot em Geleen, Holanda (foto). A nova unidade de 250 m² está localizada ao lado da planta de Keltan EPDM da Arlanxeo. Ela está diretamente conectada à sala de controle, o que torna possível implementar mudanças direcionadas pelos resultados dos testes imediatamente nas operações da planta.

A equipe do laboratório realizará uma gama completa de testes sobre o produto Keltan EPDM, incluindo todos os padrões da indústria, tais como Mooney e testes em gel. Até o momento, estes testes de qualidade de produção foram realizados com recursos externos. O Laboratório de Qualidade da Arlanxeo operará continuamente 24 horas por dia, 7 dias por semana, para garantir um nível elevado de qualidade da produção da fábrica.

Ao realizar testes internos no novo Laboratório de Qualidade, a Arlanxeo fortalece a posição competitiva de seus negócios globais de EPDM no atual ambiente desafiador do mercado, ao mesmo tempo em que otimiza sua presença global. A inauguração do novo Laboratório de Qualidade acontece quando a Arlanxeo marca o 50º aniversário da introdução da marca Keltan EPDM. A Keltan tem uma presença global com fábricas em todas as regiões estratégicas, com a capacidade de atender clientes com produtos premium localmente.

Na inauguração do novo Laboratório de Qualidade, Christian Widdershoven, Head de Elastômeros Keltan® e Diretor Administrativo da Arlanxeo nos Países Baixos, afirmou ser esse um importante passo para consolidar a qualidade da marca.  “Este ano, a Keltan EPDM completa seu 50º aniversário. Estamos orgulhosos do inigualável histórico de produtos e padrões de alta qualidade globalmente reconhecidos, estabelecidos aqui em Geleen. Como os nossos clientes confiam na qualidade e consistência de nossos produtos, os testes de controle de qualidade de fabricação sempre fizeram parte do processo primário. A abertura desta nova instalação destaca a importância que atribuímos à qualidade contínua e demonstra o nosso compromisso com este site de produtos. Além disso, destaca nossa confiança no futuro da Keltan, à medida que levamos o controle de qualidade para o próximo nível.” Ressalta Christian Widdershoven.

Sustentabilidade é outro ponto de destaque que essa inovação traz à marca. “A marca Keltan está se preparando para o futuro, desenvolvendo uma tecnologia de produção de EPDM mais sustentável. Os principais exemplos incluem o uso da tecnologia de catalisadores Keltan ACE™ e a recente introdução das grades de Keltan® Eco EPDM, primeira borracha de EPDM do mundo com base em bio-etileno. Afirma Christian Widdershoven.

De acordo com a Arlanxeo, os elastômeros Keltan® EPDM são caracterizados por uma resistência superior à água, ao ozônio, aos raios UV e às intempéries; boas propriedades dinâmicas em uma ampla faixa de temperatura, bem como um alto nível de resistência ao calor; um elevado nível de flexibilidade e durabilidade; e excelentes propriedades elétricas. A Keltan® EPDM tem boas propriedades de processamento e manuseio, e está em conformidade com as regulamentações globais de segurança, saúde e meio ambiente, afirma a empresa.

Essas propriedades, segundo a Arlanxeo, tornam a Keltan® EPDM adequada para muitas aplicações em segmentos como o de automóveis, construções, modificações de plásticos, bens de consumo, cabos, fios e tubulações.

A Arlanxeo é uma empresa líder mundial em borracha sintética, com vendas de cerca de 2,8 bilhões de Euros em 2015 e cerca de 3.800 funcionários, estando presente em 20 locais de produção, em nove diferentes países. A principal atividade da empresa é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de borrachas sintéticas de alto desempenho para uso nas indústrias automotivas e de pneus, indústria de construção e as indústrias de petróleo e gás. A Arlanxeo foi fundada em abril de 2016, como uma joint venture da Lanxess e Saudi Aramco.

Fonte: Arlanxeo

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Grupo Solvay lança borracha sintética para peças que suportam grandes variações de temperatura

10/07/2016

Solvay_TecnoflonUtilizadas na produção de peças que demandam resistência a temperaturas extremas e excelente resistência química, as borrachas sintéticas à base de fluorcarbono da linha Tecnoflon®FKM foram destaques da unidade global de negócios Specialty Polymers, do Grupo Solvay, na Expobor 2016 –12ª Feira Internacional de Tecnologia em Borrachas, Termoplásticos e Máquinas, de 28 a 30 de junho, no Expocenter Norte, em São Paulo.

Segundo a empresa, os produtos Tecnoflon® FKM são indicados para uso em temperaturas extremamente baixas (Série VPL), com TR10 variando de -30°C a -45°C e excelente resistência química. Suas características asseguram maior versatilidade de uso em regiões onde há variações extremas de temperatura. Aplicações típicas desse produto incluem anéis de borracha (o-rings) para injetor de combustível e componentes de vedação para as indústrias aeroespacial e de petróleo e gás, afirma a Solvay.

O portfólio Tecnoflon® da Solvay está dividido em duas famílias: os fluorelastômeros Tecnoflon®FKM e os perfluorelastômeros Tecnoflon®FFKM. De acordo com a Solvay, ambas são compatíveis com inúmeros fluidos e produtos químicos, incluindo óleos lubrificantes automotivos, combustíveis e líquidos de arrefecimento, proporcionando uma vida útil mais longa mesmo em condições extremas.

A Solvay Specialty Polymers fabrica mais de 1500 produtos agrupados em 35 marcas de polímeros de alto desempenho – fluoropolimeros, fluoroelastômeros, fluidos fluorados, poliamidas parcialmente aromáticas, polímeros sulfonados, polímeros aromáticos de ultra-alto desempenho, polímeros de alta barreira e compostos de alto desempenho reticulados – para uso nas indústrias Aeroespacial e Aeronáutica, de Energia Alternativa, Automotiva, de Saúde, de Membranas, de Petróleo e Gás, de Embalagens, de Tubos e Conexões, de Semicondutores, de Fios e Cabos, entre outras.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Lanxess e Saudi Aramco lançam a Arlanxeo, joint venture na área de borracha sintética

11/02/2016

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A empresa de especialidades químicas Lanxess e a Saudi Aramco anunciaram a Arlanxeo, nome da sua nova joint venture na área de borracha sintética. O novo nome e logo combinam elementos dos nomes e logotipos de ambos os parceiros. O logotipo é complementado pelo descritor “Elastômeros de Desempenho” para destacar a gama de produtos da nova empresa. Todas as mais importantes autoridades antitruste autorizaram a transação. Desta maneira, a joint venture será lançada como Arlanxeo em 10 de Abril de 2016.

“A Arlanxeo será uma empresa forte formada por dois parceiros fortes” “Isto está refletido também no novo nome da empresa”, disse Matthias Zachert, Presidente do Conselho de Administração da Lanxess AG e futuro Presidente do Comitê de Acionistas da Arlanxeo. “Nós estabeleceremos a Arlanxeo como um player novo e independente no mercado mundial de borracha sintética. E estamos convencidos de que, no mundo de borracha, a Arlanxeo vai se tornar uma marca forte.”

“Sob seu novo nome, a Arlanxeo terá como base o foco no cliente, o reconhecimento e a reputação, tanto da Saudi Aramco como da Lanxess, o que torna ambos os parceiros muito orgulhosos”, disse Abdulrahman Al-Wuhaib, Senior Vice-Presidente de Empresas Derivadas, da Saudi Aramco.

Em 22 de setembro de 2015, a Lanxess e a Saudi Aramco assinaram um acordo para criar uma joint-venture, com composição igualitária de 50% para cada parceiro, para o desenvolvimento, produção, comercialização, venda e distribuição de borracha sintética usada na indústria mundial de pneus, fabricação de autopeças e uma ampla gama de outras aplicações.

A Arlanxeo terá sua sede na Holanda. Os parceiros em breve nomearão a equipe de gestão que irá comandar a joint venture. Cada parceiro terá representação igualitária nos conselhos que supervisionarão a empresa. O CEO será nomeado pela Lanxess e CFO pela Saudi Aramco.

“Com este empreendimento, o maior produtor mundial de borracha sintética e a maior companhia integrada de energia do mundo, lançamos as bases para o desenvolvimento sustentável e positivo da Arlanxeo”, disse Zachert. “Esta é uma vitória para nossos clientes, bem como para os funcionários da Arlanxeo. Estamos ansiosos para o lançamento desta nova e promissora parceria”.

A Lanxess é uma empresa líder de especialidades químicas com vendas de 8 bilhões de euros em 2014 e aproximadamente 16.300 funcionários em 29 países. Atualmente a empresa está representada em 52 locais de produção, em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de plásticos, borracha, intermediários e especialidades químicas.

Fonte: Lanxess

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Lanxess e Saudi Aramco lançam Joint Venture para borracha sintética

29/10/2015
  • O maior produtor mundial de borracha sintética e o maior produtor mundial de petróleo e energia anunciam aliança estratégica
  • Lanxess e Saudi Aramco terão cada uma a participação de 50 por cento no empreendimento conjunto
  • Joint venture no valor de EUR 2,75 bilhões
  • A Lanxess planeja aproveitar o negócio para crescimento, redução de alavancagem e resgate de ações
Abdulrahman F. Al-Wuhaib, Senior Vice Presidente Downstream da Saudi Aramco (esquerda) e Matthias Zachert, CEO da Lanxess (direita)

Abdulrahman F. Al-Wuhaib, Senior Vice Presidente Downstream da Saudi Aramco (esquerda) e Matthias Zachert, CEO da Lanxess (direita)

A empresa de especialidades químicas Lanxess e a Saudi Aramco da Arábia Saudita planejam estabelecer uma Joint Venture para borracha sintética, cujos detalhes encontram-se em um acordo assinado em 23 de setembro passado. A Lanxess e a subsidiária da Saudi Aramco, a Aramco Overseas Company, terão cada uma a participação de 50 por cento na joint venture, com vendas anuais de aproximadamente três bilhões de Euro em 2014. A Saudi Aramco deve pagar aproximadamente EUR 1,2 bilhões em dinheiro por sua participação de 50% após dedução de débitos e outros passivos financeiros. O valor total da joint venture é de EUR 2,75 bilhões.

A transação ainda requer a aprovação das autoridades antitruste relevantes e deve ser concluída na primeira metade de 2016.

A Lanxess contribuirá com seu negócio de borracha sintética para o novo empreendimento conjunto. Isso incluirá as unidades de negócios Tire & Specialty Rubbers (TSR) e High Performance Elastomers (HPE), suas 20 instalações de produção em nove países e mais de 3.700 funcionários e pessoal de apoio adicional. As borrachas de alto desempenho fabricadas pela Lanxess são usadas principalmente na produção de pneus e aplicações técnicas, como mangueiras, correias e vedações. Os principais clientes incluem as indústrias automotiva e de pneus, mas os produtos também são usados na indústria de construção e por empresas de óleo e gás.

A Saudi Aramco fornecerá à joint venture o acesso confiável e competitivo a matérias primas estratégicas a médio prazo.

A joint venture une o maior produtor mundial de borracha sintética e o maior produtor mundial de petróleo e energia para formar uma parceria estratégica de longo alcance. “Esta aliança nos permitirá dar ao negócio de borrachas uma posição competitiva muito sólida e as melhores perspectivas futuras”, disse o CEO da Lanxess, Matthias Zachert. “Juntos no futuro podemos produzir borracha sintética em uma cadeia de valor integrada que vai desde o campo de petróleo até o produto final, estabelecendo assim um dos melhores fornecedores no mercado mundial. Desse modo, estaremos aptos a fornecer aos nossos clientes uma confiabilidade ainda melhor do que antes”.

Abdulrahman Al-Wuhaib, vice-presidente sênior de Downstream da Saudi Aramco disse: “Por meio do acordo de joint venture, estamos investindo em uma capacidade de produtos de elastômeros e borracha sintética de classe mundial que já abastece muitos dos maiores clientes globais em fabricação de peças de automóveis e pneus. Além de criar uma nova fonte de receita para a Saudi Aramco, o acordo incentivará o crescimento econômico e as oportunidades de diversificação para o Reino da Arábia Saudita e região do Oriente Médio em setores de alto volume, como manufatura de autopeças e pneus, que dependem de produtos químicos com valor agregado e margens mais altas”.

O novo empreendimento conjunto será administrado por uma holding com sede na Holanda. O CEO será indicado pela Lanxess e o CFO será indicado pela Aramco Overseas Company. Cada uma das empresas terá representação igualitária na diretoria da JV. A Lanxess consolidará as finanças da JV.

Com a criação desta joint venture, a Lanxess está implementando a terceira etapa do programa de realinhamento em três fases. “Estabelecemos um ponto de partida estratégico completamente novo para nossa empresa em pouco mais de apenas um ano”, disse Zachert. “Não apenas racionalizamos nossas funções administrativas e já tornamos mais eficientes muitas de nossas estruturas de produção e processos, como também, com essa joint venture em negócios de borracha, estamos cumprindo a fase mais importante de nosso realinhamento – com o melhor parceiro possível e num prazo bastante curto. Com a margem financeira resultante conseguiremos voltar a crescer muito antes do esperado”.

A Lanxess planeja usar cerca de EUR 400 milhões dos recursos obtidos com a transação para investir no crescimento de segmentos mais bem posicionados e menos cíclicos de Intermediários Avançados (Advanced Intermediates) e Produtos Químicos de Desempenho (Performance Chemicals). Outros EUR 400 milhões estão reservados para uma redução adicional de sua alavancagem financeira e cerca de EUR 200 milhões devem ser usados para um programa de recompra de ações.

A Lanxess teve vendas de EUR 8,0 bilhões em 2014 e possui cerca de 16.300 funcionários em 29 países. A empresa atualmente está representada em 52 plantas de produção em todo o mundo. O principal negócio da Lanxess é o desenvolvimento, a manufatura e o marketing de plásticos, borracha, intermediários e especialidades químicas.

Fonte: Lanxess

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Fábrica da LANXESS em Triunfo completa 25 anos de existência e comemora abrindo as portas aos colaboradores e seus familiares

20/12/2013

Lanxess_KEL_eventoA LANXESS comemorou os 25 anos do início de operação da planta de Triunfo KEL no dia 07/12, sábado, reunindo os colaboradores e seus familiares em uma “Integração Familiar”.

A unidade gaúcha, produtora de borracha sintética de EDPM possui cerca de  110 funcionários,  está em operação desde 1988 e tem uma área construída de 16.700 m2, em um total de 200.000 m2 para todo o site. A planta possui a certificação ISO 9001 e ISO 14001.

A programação especial de aniversário contou com um café da manhã de boas vindas  e,  logo após, todos participaram de um tour guiado por áreas como, Laboratório, Produção e Armazenagem e Sala de Controle.

Os familiares puderam ver e tocar a borracha sintética EPDM, produzida em Triunfo KEL, e conferiram amostras de produtos nos quais a borracha é utilizada, como peças automotivas, construção civil e isolamento de cabos elétricos. “A exposição de EPI’s fez muito sucesso entre as crianças, que ficaram curiosas e quiseram experimentar as roupas de segurança para tirar fotos. Foi um momento de integração e celebração”, conta Abigail Polesello, colaboradora do site.

“Este tipo de evento é muito importante, pois é uma oportunidade de repartir com nossas famílias o orgulho que sentimos em fazer parte da LANXESS. Pude ver o brilho no olhar das crianças, dos pais e dos cônjuges de nossos colaboradores, que estão conosco há meses, anos, décadas, ou até mesmo todos os 25 anos de nossa história”, comentou Egon Filter, gerente da fábrica.

Fonte: Lanxess

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Braskem e Genomatica fecham acordo para o desenvolvimento do butadieno verde

11/12/2013

Braskem reforça  compromisso com a pesquisa de rotas de matérias-primas químicas renováveis

A Braskem e a Genomatica, empresa norte-americana de biotecnologia, fecharam acordo para o desenvolvimento conjunto de uma nova tecnologia para a produção de butadieno de origem renovável. Com a parceria, a Braskem reafirma seu compromisso no investimento em pesquisas de matérias-primas químicas renováveis, fortalecendo seu papel de liderança neste segmento.

O objetivo da Braskem com o butadieno verde é atender principalmente ao mercado de borrachas sintéticas, suprido essencialmente pelo butadieno de base nafta, do qual a empresa já é a terceira maior produtora mundial. Com a expectativa de recuperação do crescimento econômico global nos próximos anos, a previsão é de uma demanda crescente pelo insumo, utilizado pela indústria de pneus, maior consumidor do produto.

A pesquisa entre a Braskem e a Genomatica busca não somente encontrar alternativas baseadas em matérias-primas renováveis, mas também desenvolver rotas competitivas em termos de custos de produção. A Braskem, em conjunto com a Genomatica, vai destacar um time de pesquisadores para o desenvolvimento do butadieno verde utilizando o açúcar como matéria-prima. Pelo acordo, se os resultados forem bem sucedidos, a Braskem e Genomatica vão construir uma planta-piloto e uma planta demonstração nos próximos anos. O acordo também garante certos direitos de exclusividade à Braskem no uso da tecnologia nas Américas.

“A Braskem tem uma estratégia clara de investir na pesquisa e no desenvolvimento de insumos renováveis como alternativas complementares às rotas de origem petroquímica. Assumimos a liderança da química verde quando anunciamos a produção do plástico feito a partir da cana de açúcar em 2010 e agora reforçamos essa visão”, afirma Alexandre Elias, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

Para Christophe Schilling, CEO da Genomatica, o acordo ajuda a fortalecer a posição da empresa como desenvolvedora e licenciadora de processos de tecnologias renováveis para a indústria química. “Nossa parceria aproxima a indústria de uma comercialização de butadieno mais sustentável e economicamente viável”, diz Schilling. A Genomatica, fundada em 1998 por pesquisadores da Universidade da Califórnia, San Diego (UCSD), possui 71 patentes registradas e 450 pedidos adicionais de patentes aplicando sua tecnologia no desenvolvimento de múltiplas abordagens para a produção comercial de bio-butadieno, utilizando várias matérias-primas renováveis.

Além de matéria-prima para a indústria de pneus, o butadieno é utilizado na produção de eletrodomésticos, calçados, plásticos, modificadores de asfalto, aditivos para óleos lubrificantes, tubos, componentes de construção e de látex. O butadieno produzido pela rota tradicional tem sofrido escassez estrutural de oferta nas Américas em decorrência da ascensão do shale gas, que ao contrário da nafta quase não gera co-produtos.

Plástico verde

Desde setembro de 2010, a Braskem produz em escala industrial a resina de polietileno oriunda do etanol de cana-de-açúcar, matéria-prima 100% renovável, para o qual investiu cerca de R$ 500 milhões na construção de uma fábrica com capacidade de 200 mil toneladas anuais no polo petroquímico de Triunfo, na região Sul do Brasil. Identificado pelo selo “I’m greenTM”, o polietileno verde brasileiro está presente em diversas embalagens de alimentos e bens de consumo.

Fonte: Braskem

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LANXESS abre inscrições para Programa de Estágio 2014

06/08/2013

Vagas são para nível superior e técnico e os candidatos podem se inscrever entre 1 de agosto e 23 de setembro

A LANXESS, empresa líder no segmento de especialidades químicas e a principal produtora de borracha sintética do mundo, acaba de abrir as inscrições para seu Programa de Estágio 2014. As vagas são para as cidades de São Paulo(SP), Porto Feliz (SP), Triunfo (RS), Duque de Caxias (RJ) e Cabo de Santo Agostinho (PE), e contemplam tanto cursos técnicos como de graduação.

Para os cursos técnicos, podem se inscrever estudantes acima de 18 anos das seguintes áreas: Química, Segurança do Trabalho, Mecânica, Eletromecânica, Elétrica, Eletricidade, Eletrônica, Eletrotécnico, Instrumentação e Mecatrônica.

Já os estudantes de graduação devem ter inglês avançado e estar cursando a partir do 4º semestre dos seguintes cursos: Ciências Contábeis, Administração,  Direito, Economia, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Engenharia de Materiais, Engenharia Química, Psicologia e Química.

A LANXESS oferece bolsa-auxílio, além de benefícios como auxílio-transporte, auxílio-refeição, assistência médica e seguro de vida.  Para mais informações e inscrições acesse o site – http://www.lanxess.com.br

Sobre a LANXESS: A LANXESS é líder em especialidades químicas, com volume de vendas de 9,1 bilhões de euros em 2012. Atualmente conta com cerca de 17.400 funcionários distribuídos em 31 países. A companhia possui 50 unidades de produção ao redor do mundo. O core business da LANXESS é o desenvolvimento, produção e venda de especialidades químicas, plásticos, borracha e intermediários.  No Brasil, a LANXESS está representada por meio de suas 14 unidades de negócio, possui mais de 1.100 funcionários, 5 unidades produtivas, laboratórios e escritórios, distribuídos pelas cidades de São Paulo e Porto Feliz (SP), São Leopoldo e Triunfo (RS), Duque de Caxias (RJ), Cabo de Santo Agostinho e Recife (PE).

Fonte: Lanxess

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LANXESS anuncia investimento de 80 milhões de Euros em fábrica no Rio Grande do Sul

05/03/2013

Lanxess_Pneu_VerdeApós  a realização de um estudo de viabilidade, a empresa alemã de especialidades químicas LANXESS decidiu converter a produção de borracha de estireno butadieno em emulsão (E-SBR), utilizada em pneus padrão, para borracha de estireno butadieno em solução (S-SBR), utilizada nos ‘pneus verdes’ de alto desempenho, em seu site em Triunfo (Rio Grande do Sul), no sul do Brasil. A LANXESS é a primeira empresa a realizar essa conversão.

A futura capacidade de S-SBR em Triunfo será de 110 mil toneladas métricas por ano, exatamente o mesmo que a atual capacidade de E-SBR. A troca na tecnologia de produção representa um investimento de € 80 milhões, que serão financiados com o fluxo de caixa da empresa. Até 500 trabalhadores temporários serão necessários durante a fase de conversão. A fábrica vai produzir as borrachas sintéticas de S-SBR no final de 2014. Um fornecimento regular de E-SBR para os clientes será mantido na planta da empresa em Duque de Caxias (Rio de Janeiro), no Brasil, com capacidade produtiva suficiente para atender a toda a demanda do mercado brasileiro por E-SBR. A borracha sintética de E-SBR é utilizada principalmente na fabricação e reforma de pneus de caminhão, o que significa que as carcaças de pneus podem ser reutilizadas várias vezes, economizando assim matéria-prima para a produção de pneus.

A LANXESS é a maior produtora do mundo de borrachas de alta performance, incluindo S-SBR e borracha de polibutadieno com catalisador de neodímio (Nd-PBR), vendida sob a marca Buna. O crescimento global para ambos os tipos de borracha é estimado em cerca de 10% ao ano até 2017, à medida que os consumidores mudam para os “pneus verdes”, com maior eficiência de combustível e ecologicamente corretos.

“Estamos satisfeitos em anunciar mais um grande investimento de borracha sintética no Brasil, o que reforça o nosso compromisso com nossas plantas e funcionários aqui”, disse o Membro do Conselho de Administração da LANXESS, Werner Breuers, em uma coletiva de imprensa, em São Paulo, hoje. “Queremos oferecer aos nossos clientes a melhor tecnologia que eles merecem, a fim de cumprir seus planos de expansão neste mercado importante”.

Novas capacidades para atender à forte demanda por “Pneus Verdes”

A demanda por “Pneus Verdes” está sendo motivada pela megatendência de mobilidade, sobretudo nas regiões da Ásia e América Latina, à medida que aumenta o poder aquisitivo da classe média. Além disso, a demanda vai acelerar, pois a rotulagem de pneus continua a ser introduzida em todo o mundo.

Em novembro de 2012, a rotulagem obrigatória dos pneus foi lançada na União Europeia (UE), similar às etiquetas de consumo encontradas em geladeiras e máquinas de lavar. Os pneus são classificados de A (melhor desempenho) a G, de acordo com sua eficiência de combustível, e de A a F de acordo com a sua aderência em piso molhado. O ruído de rolagem também é medido. Portanto, a nova legislação prevê uma maior transparência para os consumidores, destacando o valor agregado dos “Pneus Verdes”.

O Japão e a Coreia do Sul foram os primeiros países no mundo a introduzir um sistema de rotulagem. Depois de um rótulo voluntário de pneus ter sido introduzido no Japão, em janeiro de 2010, a Coreia do Sul lançou o seu programa voluntário de rotulagem em novembro de 2011 e introduziu um rótulo obrigatório em dezembro de 2012. O governo brasileiro pretende implementar a rotulagem de pneus, seguindo o modelo das normas da UE, a partir de Outubro de 2016, enquanto que na China o assunto está tomando forma, como parte do atual plano de cinco anos do país.

Estudos mostram que de 20% a 30% do consumo de combustível de um veículo e 24% das emissões de CO2 de um veículo, nas estradas, estão relacionados com os pneus. Os “Pneus Verdes” podem reduzir o consumo de combustível em 5% a 7% e têm um período de amortização mais curto do custo, em comparação com outras tecnologias de economia de combustível em carros, como sistemas automáticos de partida e parada e unidades híbridas.

“Isto significa que o consumidor pode economizar dinheiro em tempos de aumentos vertiginosos nos preços da gasolina”, disse Breuers.

Borracha sintética estimula os “Pneus Verdes”

Os “Pneus Verdes” podem alcançar seu máximo desempenho com formulações contendo S-SBR e Nd-PBR. S-SBR é utilizada principalmente na composição da banda de rodagem dos “Pneus Verdes”, e Nd-PBR é usada na banda de rodagem e laterais. Embora ambas as borrachas ajudem a aumentar a eficácia de combustível de um pneu, através da redução da resistência à rolagem, S-SBR ajuda a melhorar a aderência em pisos molhados, enquanto que a Nd-PBR é altamente resistente à abrasão, fazendo com que os pneus durem mais.

“Estamos passando agora da época da concepção dos pneus para a época dos materiais de pneus que farão a diferença no desempenho”, disse Joachim Grub, Chefe da unidade de negócios Performance Butadiene Rubbers (PBR) da LANXESS,. “E aqui a LANXESS está desempenhando um papel importante no desenvolvimento de materiais de alto desempenho para os pneus do futuro”.

No ano passado, a LANXESS apresentou um pneu conceito de “classificação AA”, que foi desenvolvido pela empresa na Alemanha e testado pela TÜV SÜD, uma das principais organizações independentes de serviços técnicos do mundo. O pneu conceito compreende a tecnologia de última geração de Nd-PBR e S-SBR, bem como aditivos de borracha, para atingir uma classificação “A”, tanto para resistência à rolagem quanto para aderência em piso molhado, de acordo com as novas regras de rotulagem de pneus da UE. Este é um dos primeiros pneus do mundo a alcançar uma classificação AA.

Base global de ativos para borracha de alta performance

Nos últimos dois anos, a LANXESS aumentou suas capacidades globais para borrachas de alta performance S-SBR e Nd-PBR em 70 mil toneladas métricas por ano. A empresa conseguiu isso através de medidas para acabar com o gargalo em suas plantas em Dormagen, na Alemanha, em Orange, nos EUA, e em Cabo de Santo Agostinho (Pernambuco), no Brasil. Além disso, a empresa produz S-SBR em sua unidade em PortJérôme, na França.

Além disso, em setembro de 2012, a empresa iniciou a construção de uma nova planta de Nd-PBR em escala mundial em Cingapura, para atender, sobretudo, a indústria asiática de pneus em crescimento. A planta, que representa um investimento total de € 200 milhões, terá uma capacidade de 140 mil toneladas métricas por ano e iniciará suas operações no primeiro semestre de 2015.

S-SBR e Nd-PBR pertencem à unidade de negócios Performance Butadiene Rubbers (PBR) da LANXESS. Juntamente com os pneus, as borrachas de butadieno são usadas para a modificação de materiais plásticos na fabricação de poliestireno de alto impacto (HIPS) para aplicações de moldagem por injeção. Outras aplicações incluem bolas de golfe, tênis e correias transportadoras. PBR faz parte do segmento Performance Polymers da LANXESS, que obteve um faturamento total de € 4 bilhões nos primeiros nove meses de 2012.

Fonte: LANXESS

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Borracha sintética da Lanxess é usada em cozinhas de aeronaves

31/01/2013

Lanxess_LevaprenRevestimentos para piso usados em aviões de longo alcance devem atender a uma ampla gama de exigências rigorosas, inclusive por razões de segurança. Isto, naturalmente, aplica-se em particular aos produtos que precisam ser instalados nas cozinhas de aeronaves. Com seus novos revestimentos para piso Duroflex e Durofloor, os engenheiros da renomada especialista em borracha Metzeler Technical Rubber Systems GmbH, com sede em Edingen-Neckarhausen, na Alemanha, e uma subsidiária do fornecedor norte-americano de autopeças Cooper Standard, de Novi, nos Estados Unidos, desenvolveram alternativas inovadoras e duradouras para os revestimentos de silicone, muitas vezes utilizados até agora. Os novos produtos antiderrapantes e de fácil aderência caracterizam-se, por exemplo, pela resistência à abrasão e propriedades de proteção contra incêndios e baseiam-se, entre outros materiais, na matéria-prima de borracha Levapren, livre de halogêneo e com alta capacidade de preenchimento, da pioneira em borracha sintética LANXESS.

”Você pode imaginar que as cozinhas, onde refeições quentes e bebidas são preparadas para os passageiros de aviões de grande porte, sejam pequenas, mas eles não são”, diz Joachim Bormuth, responsável pela gestão da qualidade na Metzeler entre outras funções. “Em um Airbus A320, por exemplo, a cozinha ocupa uma área de cerca de 24 metros quadrados, e em aviões maiores, como o Boeing 747 ou o Airbus A380, ela pode até mesmo ser superior a 100 metros quadrados.” Portanto, fica evidente que estas instalações têm de ser protegidas principalmente com eficácia contra os riscos de incêndio, devido à presença de aparelhos elétricos, tais como micro-ondas e máquinas de café e o grande volume de cabos elétricos colocados em um espaço extremamente limitado. Além disso, há outras exigências, como baixa abrasão, baixa tendência de acúmulo de sujeira, como por exemplo, vinho tinto, e uma boa aderência ao substrato para ajudar a evitar os riscos de queda. A instalação fácil e tranquila também deve ser assegurada.

“As companhias aéreas, portanto, aplicam uma especificação funcional rígida que exige a aprovação em testes rigorosos de chama, por exemplo; isto muitas vezes está de acordo com os requisitos estipulados pelo FAR 25.853 da Administração Federal da Aviação (FAA) dos EUA que também contém especificações precisas com relação às características antiderrapantes”, continua Bormuth. Os fabricantes de equipamentos originais frequentemente acrescentam suas próprias especificações em relação a estabilidade dimensional, ondulações e abrasão. Testes de impacto, por exemplo, verificam o quanto os revestimentos para pisos sofrem quando os objetos caem sobre eles. Também é importante que a resistência à tração do material seja suficiente para impedir que ele se rasgue ao ser colocado. “Nós ainda ter a certeza de que os materiais utilizados não formam pequenas bolhas, quando a pressão da cabine é reduzida”, acrescenta Bormuth. “Como você vê, o campo da aviação tem suas próprias exigências muito especiais.”

Até o momento, as exigências mais importantes eram frequentemente cumpridas por revestimentos flexíveis ou laminados rígidos com uma camada superior de borracha de silicone. Entretanto, estes revestimentos frequentemente têm a desvantagem de uma dureza Shore baixo, o que pode resultar em desgaste comparativamente rápido e pode tornar o pavimento sensível à queda de objetos pontiagudos. E para muitos clientes preocupados com o custo, eles nem sempre eram a primeira escolha por razões financeiras. “Por isso, em 2002, nós começamos a procurar por materiais alternativos e fizemos um grande esforço de desenvolvimento no projeto”, diz Bormuth. O material que finalmente convenceu sua companhia era um grade especial da borracha sintética de EVM Levapren da LANXESS.

Uma boa escolha, de acordo com Michael Herrmann, especialista de produtos da unidade de negócios da LANXESS High Performance Elastomers: “De muitas maneiras o Levapren é um material ideal: a borracha não contém halogênios e, portanto, não liberta quaisquer gases acídicos corrosivos, em caso de incêndio; equipamentos de resgate mantêm-se intactos por mais tempo e a vida humana e os materiais são poupados. Em combustão, o Levapren tem uma densidade baixa de gás de fumaça, deixando as rotas de fuga livres por mais tempo, se o pior acontecer. Mas para que isto não aconteça, o Levapren pode ser complementado com grandes quantidades de preenchimento inorgânico retardante de chama, mas o seu processamento ainda continua fácil”.

Como os engenheiros da Metzeler decidiram escolher um grau relativamente polar do material, que está disponível em diferentes graus de polaridade, a contaminação da superfície, com óleos e outros produtos alimentares, pode ser geralmente removida com facilidade e mesmo os agentes de limpeza agressivos têm pouco impacto sobre o material. Apesar do elevado teor de preenchimento, ele é capaz de atender à demanda rigorosa por baixa densidade que é típica das aplicações de aviação. Além disso, o custo-benefício de matérias-primas de borracha é bem alto com suas propriedades de aderência boas, que não só permitem uma colocação segura e duradoura dos pisos flexíveis Duroflex da Metzeler, mas também permitem uma produção com custo-benefício dos laminados Durofloor mais rígidos, ao mesmo tempo em que mantêm um alto padrão de qualidade.

“Isso não é nenhuma surpresa, afinal o Levapren também é usado como uma matéria-prima adesiva”, diz o colega de Herrmann na unidade de negócios da LANXESS High Performance Elastomers, Frank Taschner. O material é processado na Metzeler numa calandra especial conhecida como um AUMA em que o material é vulcanizado em uma etapa. Neste processo incomum, que requer uma quantidade considerável de ajuste fino, a equipe da Metzeler demonstra a sua longa experiência no processamento de borrachas sintéticas.

O Levapren passou em seu primeiro batismo de fogo nos revestimentos para pisos Duroflex e Durofloor da Metzeler: estes pisos são utilizados em duas aeronaves pertencentes a uma companhia aérea importante há cerca de um ano e meio. “Estamos muito satisfeitos com os resultados do teste de voo”, diz Joachim Bormuth, “após este teste tão severo, o piso parece muito melhor do que muitos produtos de silicone.”

Fonte: Lanxess

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Pneus de alta performance reduzem consumo de combustível e emissão de CO2

18/11/2012
  • UE lançou rotulagem de pneus em 1º de novembro de 2012
  • Novo estudo comprova que pneus de alta performance são “investimento verde” para motoristas
  • Motoristas podem reduzir custos de combustível e as emissões de CO2 significativamente com os pneus de alta qualidade

Os pneus de alta performance – também chamados “pneus verdes” – são um dos métodos mais eficientes para os motoristas reduzirem o custo do uso de automóveis e proteger o meio ambiente, segundo estudo recente da Universidade Técnica de Munique, encomendado pela LANXESS,  um destacado fabricante mundial de borracha sintética.

Segundo o estudo, o “retorno verde” nestes pneus com baixa resistência à rolagem e de alta qualidade é excelente. O investimento dos motoristas se paga muito mais rápido do que os sistemas de parada e partida automáticos e unidades híbridas, por exemplo. Isso se deve graças ao seu baixo consumo de combustível e seus baixos custos adicionais. Ao mudar para pneus verdes, os motoristas também conseguem reduções maiores de CO2 por cada euro adicional investido do que em outros “investimentos verdes”.

O estudo foi motivado pela rotulagem obrigatória de pneus novos, que passou a vigorar na União Européia desde 1º de novembro de 2012. A rotulagem classificará todos os pneus novos saindo da linha de produção em três categorias: de resistência à rolagem (consumo), aderência ao piso molhado (segurança), em uma escala de A (melhor) a G (pior) e, também, o volume de ruído emitido. Os pneus verdes obtêm as melhores avaliações na certificação, que os consumidores já conhecem em uma forma similar em refrigeradores e máquinas de lavar.

“O estudo da Universidade Técnica de Munique confirma que os pneus verdes oferecem inúmeros benefícios para um pequeno encargo financeiro”, diz Werner Breuers, membro do Conselho de Administração da LANXESS AG. “A partir de agora, os consumidores podem usar o novo rótulo para identificar no momento da compra se estão comprando pneus de alta performance. Nossas borrachas inovadoras desempenham um papel fundamental, possibilitando que estes pneus tenham baixa resistência à rolagem e economizem combustível”.

Pneus verdes se pagam  mais rápido

Um exemplo simples da Universidade Técnica de Munique mostra o quanto a resistência à rolagem otimizada reduz os custos de combustível de um veículo. Um carro que consome seis litros de combustível por 100 km e cobre uma distância de 12.500 km por ano, com um preço de combustível a €1,40 por litro pode poupar até € 100 por ano, graças aos pneus verdes.

Os sistemas de parada e partida automáticos reduzem o consumo quase no mesmo nível – cerca de 6%, mas a compra e instalação desta tecnologia é muito mais cara do que a troca por pneus verdes. Os custos adicionais para os pneus de qualidade também são recuperados mais rapidamente – pneus verdes pagam a si próprios, depois de apenas 20 mil km, em média, enquanto os sistemas de parada e partida automáticos não chegam a este ponto antes dos 60 mil km. Os pneus também têm um bom desempenho em termos de retorno verde – com economia de 4,7 kg de CO2 por cada euro investido, o valor da eficiência é 50% maior do que para os sistemas de parada e partida automáticos e até 150% maior do que para as unidades híbridas.

Aplicativo da LANXESS mostra o potencial de poupança individual

A calculadora de economia de combustível da LANXESS mostra quanto dinheiro todos os motoristas podem economizar e que reduções de emissões de CO2 eles podem alcançar, graças aos pneus verdes. Apenas alguns detalhes são necessários para executar o cálculo – a quilometragem anual, o consumo do carro e, claro, o preço do combustível. O programa foi desenvolvido em conjunto com a Universidade Técnica de Munique. A TÜV Rheinland testou e certificou a calculadora. Cerca de 60 mil usuários já acessaram o programa ou fizeram o seu download diretamente. O software está disponível desde setembro como um aplicativo gratuito na App Store e como uma versão móvel e para a web em http://www.app.green-mobility.com.

Fonte: LANXESS

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Braskem inaugura fábrica de butadieno no Rio Grande do Sul

13/09/2012

Governador Tarso Genro participa da inauguração da Fábrica de Butadieno na Braskem Pólo Petroquímico (foto: Caco Argemi/Palácio Piratini)

A Braskem inaugura hoje, 13 de setembro, sua nova fábrica de butadieno no Polo Petroquímico de Triunfo (RS), com a presença do governador Tarso Genro. A unidade, que demandou investimentos de R$ 300 milhões, confirma o compromisso da Braskem com o desenvolvimento industrial e da cadeia produtiva química do Rio Grande do Sul e do Brasil. O butadieno é a matéria-prima utilizada para a obtenção de borrachas sintéticas que são usadas na fabricação de pneus e de artefatos de borracha em geral.

Este é o segundo grande investimento inaugurado pela Braskem no Brasil em 2012. “A empresa está focalizada em projetos importantes para consolidar sua posição como uma das líderes da petroquímica mundial e para o fortalecimento da indústria brasileira”, afirma Carlos Fadigas, presidente da Braskem. Nos últimos quatro anos, os desafios do cenário econômico mundial não impediram a empresa de inaugurar quatro novas unidades industriais: uma fábrica de polipropileno na cidade de Paulínia (SP), em 2008; de eteno e polietileno verde em Triunfo (RS), em 2010; uma unidade de PVC em Alagoas, no último mês de agosto, além da nova planta de butadieno em Triunfo (RS).

Com capacidade de produção de 103 mil t/ano e geração de 60 novos empregos diretos, a planta de butadieno irá dobrar o volume dessa matéria-prima processada no polo de Triunfo e contribuirá com o avanço da cadeia de borrachas sintéticas no estado. A unidade já está operando a plena capacidade de produção, o que eleva a oferta máxima de butadieno em Triunfo para cerca de 210 mil t/ano. A empresa também produz 180 mil t/ano de butadieno em Camaçari (BA) e 80 mil t em Capuava (SP).

A unidade entrou em operação 50 dias antes do previsto. Essa antecipação foi possível graças a um modelo de gestão de projeto que minimiza riscos e otimiza os prazos definidos nas etapas de engenharia, suprimento e construção. Com duração de 14 meses, as obras envolveram a instalação de 930 toneladas de tubulações, 570 toneladas de estruturas metálicas e mais de 200 mil metros de cabos.

Liderada pela Construtora Norberto Odebrecht (CNO), a empreitada gerou no período 1,8 mil empregos diretos. A mão de obra foi contratada principalmente dos municípios de Montenegro e Triunfo. Parte dos trabalhadores participou do programa de capacitação denominado Acreditar, realizado em parceria com a Prefeitura de Montenegro e o Senai.

O investimento está alinhado com a estratégia da Braskem de buscar, ao mesmo tempo, a competitividade dada pelo gás como matéria-prima em seus novos complexos e trabalhar para maximizar sua posição no mercado de produtos derivados da nafta petroquímica, que têm se tornado mais escassos no mercado mundial.

Além de representar uma oportunidade de atender à demanda mundial, a decisão de investir na expansão de butadieno baseia-se no potencial da cadeia produtiva de borrachas sintéticas no Brasil. Um bom exemplo é o da indústria automotiva nacional, que vem crescendo cerca de 8% ao ano, o que tem motivado fabricantes de pneus a investirem em novas unidades no País. “Adicionalmente ao potencial de crescimento de empresas já instaladas no Brasil, estamos em contato com companhias da indústria global de borracha sintética interessadas em produzir no País. Desta forma o butadieno, inicialmente destinado ao mercado internacional, poderá ser gradativamente industrializado internamente”, afirma Rui Chammas, vice-presidente da Unidade de Petroquímicos Básicos da Braskem.

O investimento também reforça o compromisso da Braskem com o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. “A empresa investiu no estado mais de R$ 2 bilhões nos últimos quatro anos, em novas fábricas, aumento de capacidade de produção, paradas de manutenção e em saúde, segurança e meio ambiente”, ressalta Fadigas.

Fonte: Braskem

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LANXESS construirá na China a maior fábrica de EPDM do mundo

11/09/2012

  • Investimento de €235 milhões
  • Capacidade de 160 mil toneladas métricas por ano
  • Início de produção em 2015
  • Maior investimento da LANXESS na China até o momento
  • Até 200 novos empregos criados
  • Produção com base na tecnologia sustentável Keltan ACE
  • LANXESS realiza primeiro ” Mobility Day ” em Xangai

A LANXESS está construindo a maior planta do mundo para borracha sintética de EPDM na China. A empresa alemã de especialidades químicas está investindo €235 milhões na fábrica em Changzhou (província de Jiangsu). Este é o maior investimento que a empresa fez na China até o momento.

A planta terá uma capacidade de 160 mil toneladas métricas por ano e o investimento vai criar até 200 novos empregos. A usina está prevista para entrar em operação em 2015. Todas as autorizações necessárias foram obtidas junto às autoridades locais.

A LANXESS é líder mundial no fornecimento de EPDM (monômero de etileno-propileno-dieno), após a aquisição e integração bem sucedida da DSM Elastômeros em 2011. A empresa comercializa seus produtos sob a marca Keltan. A demanda global por EPDM deverá aumentar em mais de 4% ao ano nos próximos anos, enquanto a demanda na China deverá crescer em cerca de 8%, impulsionada, sobretudo pelas indústrias de construção e automotiva. A China continuará a ser o maior importador líquido de EPDM nos próximos anos.

“Estamos fortalecendo nossa base global de ativos de EPDM com uma planta em escala mundial na China, para atender nossos clientes locais com ainda mais rapidez e produtos premium”, disse o CEO da LANXESS, Axel C. Heitmann na cerimônia de lançamento da pedra fundamental hoje.

“Esta planta também representa o terceiro maior investimento da nossa empresa em borracha na Ásia e fortalece nossas credenciais como o principal fornecedor do mundo em borracha sintética”, acrescentou Heitmann.

A LANXESS iniciará a produção na planta de borracha butílica em escala mundial, na Ilha de Jurong em Cingapura, no primeiro trimestre de 2013 e vai iniciar a construção de uma planta vizinha de borracha de butadieno baseada em neodímio em 11 de setembro deste ano.

A nova planta de EPDM estará localizada no reconhecido Changzhou Yangtze Riverside Industrial Park, com acesso a instalações excelentes de armazenamento e descarregamento de remessas. A LANXESS receberá as principais matérias-primas de etileno e propileno de uma planta de metanol para olefinas (MTO, em inglês), atualmente em construção no local. O processo de MTO é uma nova forma de produzir essas importantes matérias-primas, que são produzidas de forma convencional nas refinarias. Durante a fase de construção, cerca de 2.000 pessoas trabalharão no local.

A LANXESS já atua em Changzhou, com a construção de uma fábrica de produtos químicos de couro. A unidade de até 50 mil toneladas métricas de capacidade por ano representa um investimento de €30 milhões e deverá entrar em operação no primeiro semestre de 2013. Ela irá produzir, para o mercado local chinês, produtos químicos Premium para couro da LANXESS usados em várias aplicações, como curtimento, tingimento e acabamento de couro. Cerca de 100 empregos estão sendo criados.

Tecnologia sustentável Keltan ACE

A LANXESS usará a tecnologia Keltan ACE para possibilitar a produção sustentável em sua nova fábrica. Em comparação com a tecnologia convencional, a tecnologia catalisadora Keltan ACE reduz as exigências de energia para a produção e não requer a extração do catalisador, como resultado da elevada eficiência do catalisador. Além disso, o processo permite a fabricação de novos grades de borracha EPDM, como EPDM expandido com óleo e EPDM especial de elevado peso molecular. A nova fábrica vai produzir um total de 10 grades superiores de EPDM sob medida para as necessidades dos clientes chineses.

A LANXESS já opera unidades de produção de EPDM em Geleen, na Holanda, Marl, na Alemanha, Orange, nos EUA e Triunfo, no Brasil, com uma capacidade combinada de 320 mil toneladas métricas por ano. A LANXESS planeja converter 50% da sua capacidade total de produção na unidade de Geleen para a tecnologia Keltan ACE em 2013.

A borracha de EPDM é utilizada, sobretudo, na indústria automotiva como vedação de portas ou limpadores de para-brisas. De acordo com estimativas da LANXESS, cerca de sete quilos de EPDM são utilizados em todos os carros. O produto também é usado nas indústrias de modificação de plásticos, cabos e fios, construção, e aditivos de óleo. As suas propriedades incluem densidade muito baixa, boa resistência ao calor, oxidação, produtos químicos e intempéries, bem como boas propriedades de isolamento elétrico.

Desde o final do ano passado, a LANXESS produz comercialmente a borracha de EPDM de base biológica de etileno, sob a marca Keltan Eco. A LANXESS está usando etileno fornecido pela Braskem S.A. Em comparação com o etileno baseado no petróleo, o etileno da Braskem é produzido através da desidratação do etanol da cana de açúcar.

China estrategicamente importante para a LANXESS

A China é um dos pilares da estratégia de crescimento global da LANXESS. A empresa tem como objetivo atingir vendas de mais de um bilhão de euros na Grande China (China continental, Hong Kong, Taiwan e Macau) em 2012. Todas as 13 unidades de negócio da LANXESS estão representadas em 10 sites na Grande China, com cerca de 1.000 funcionários no total.

A LANXESS vai realizar seu primeiro ” Mobility Day ” em Xangai, no dia 6 de setembro. Sob o lema “Tecnologias sustentáveis para o futuro da China”, a empresa apresentará seus mais recentes produtos voltados para “Mobilidade Verde”.

Cerca de 400 participantes da indústria, comunidade acadêmica e associações vão trocar ideias e discutir temas como “pneus verdes”, plásticos leves, gestão sustentável de couro, borrachas técnicas e tecnologia de baterias.

A LANXESS alcançou vendas de cerca de €1,5 bilhão – cerca de 17% do total de vendas – com produtos e tecnologias para a “Mobilidade Verde” em 2011. E a empresa espera que este número aumente em 80%, para cerca de €2,7 bilhões em 2015.

Fonte: LANXESS

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LANXESS irá produzir no Brasil a primeira borracha de EPDM bio-derivada do mundo.

27/09/2011

A LANXESS está reforçando o seu compromisso em produzir borrachas sintéticas “premium” a partir de matérias-primas derivadas de fontes biológicas. A empresa alemã de especialidades químicas pretende produzir comercialmente EPDM (monômero de etileno-propileno-dieno) a partir de eteno bio-derivado até o final do ano. Será a primeira forma de borracha de EPDM bio-derivada no mundo.

O EPDM é convencionalmente produzido usando-se as matérias primas eteno e propeno, ambas derivadas do petróleo. A rota alternativa planejada pela LANXESS usará eteno derivado unicamente de cana-de-acúcar, que é um recurso renovável. Esta forma de eteno bio-derivada é produzida a partir da desidratação do etanol, obtido da cana-de-acúcar brasileira. A Braskem S.A irá fornecer o eteno bio-derivado, através de tubulações, para a planta de EPDM da LANXESS já existente em Triunfo, no Brasil.

“A procura de alternativas para os combustíveis fósseis atualmente empreendida pela LANXESS demonstra o seu compromisso em reduzir emissões de CO2 através de produção sustentável”, afirma Guenther Weymans, líder da unidade de negócios de Produtos de Borrachas Técnicas da LANXESS. “Nós estamos muito entusiasmados pelo fato de que nossa planta no Brasil será a pioneira na produção de EPDM bio-derivado.”

 “A LANXESS irá contribuir para ampliar o nosso portfólio de clientes de produtos químicos renováveis . Este acordo levará os benefícios de eteno verde para outros mercados e aplicações importantes. A LANXESS tem uma extensa experiência no setor automotivo e uma excelente reputação nesse mercado, o que a torna um parceiro ideal”, afirma Marcelo Nunes, Diretor de Produtos Químicos Renováveis da Braskem.

 A planta de Triunfo atualmente produz 40.000 toneladas métricas por ano de borracha de EPDM convencional e espera-se que as primeiras bateladas do produto Keltan Eco correspondam a várias centenas de toneladas métricas. As outras unidades de produção de EPDM da LANXESS situam-se em Geleen (Holanda), Marl (Alemanha) e Orange, Texas (EUA). Todos os grades de EPDM serão vendidos, no futuro, sob o nome de marca Keltan.

 A borracha de EPDM é usada principalmente na indústria automotiva, mas também nas indústrias de fios e cabos, construção, modificações de plásticos e aditivos de óleos. As suas propriedades incluem uma densidade muito baixa, boa resistência ao calor, à oxidação, a produtos químicos e ao meio ambiente, assim como boas propriedades de isolamento elétrico. A LANXESS apresentou o Keltan Eco pela primeira vez durante o Dia da Borracha na Alemanha, no dia 21 de setembro, em Duesseldorf.

Além disto, a LANXESS já está pesquisando fontes alternativas para produzir a borracha sintética premium butílica, a qual é usada predominantemente na indústria de pneus. Juntamente com a firma Gevo Inc., do Colorado, a LANXESS está desenvolvendo isobuteno a partir de recursos renováveis, começando com o milho. O isobuteno é uma material-prima chave necessária na manufatura de borracha butílica.

No ano passado, a LANXESS deu partida em uma nova planta de geração de energia na sua unidade brasileira de Porto Feliz, a qual produz pigmentos de óxido de ferro. Esta planta de cogeração para a produção de eletricidade e vapor, inovadora e altamente eficiente, é alimentada com bagaço de cana, um componente fibroso da cana-de-acúcar que é sub-produto da obtenção de açúcar. Graças ao uso desta material-prima renovável e amigável ao meio ambiente, pode-se produzir energia para a planta em uma base neutra em termos de CO2.

A LANXESS é uma empresa líder em especialidades químicas, tendo registrado vendas de 7.1 bilhões de Euros em 2010 e possuindo atualmente 15.800 funcionários em 30 países e 46 unidades de produção ao redor do mundo. O negócio-núcleo da LANXESS é o desenvolvimento, produção e marketing de plásticos, borracha, produtos intermediários e especialidades químicas.

Fonte: LANXESS

LANXESS fecha acordo para compra da DSM Elastômeros

15/12/2010

Negócio envolve a incorporação de uma fábrica em Triunfo (RS), com capacidade de 40 mil toneladas/ano

A LANXESS e a holandesa Royal DSM N.V. firmaram um acordo para a venda da DSM Elastômeros para a LANXESS por 310 milhões de euros, à vista e livre de dívidas. A aquisição será financiada pela LANXESS a partir da liquidez existente e deverá ser acretiva como EPS (lucro por ação) a partir de 2011.

O negócio envolve a incorporação de duas fábricas da DSM Elastômeros, sendo uma localizada em Triunfo (RS), com capacidade anual de 40 mil toneladas, e outra, em Sittard-Geleen (sede da empresa), na Holanda, com capacidade produtiva de 160 mil toneladas/ano.

A DSM Elastômeros produz borracha sintética de monômeros de etileno propileno dieno (EPDM), sob a marca Keltan. Possui aproximadamente 420 funcionários em todo o mundo e deverá obter um faturamento de cerca de 380 milhões de euros em 2010.

Os contratos serão finalizados após a conclusão do processo de consulta com os representantes dos trabalhadores da DSM na Holanda. A transação ainda está sujeita à aprovação pelas autoridades antitruste e deve ser concluída nos primeiros meses de 2011.

“Estamos ansiosos para dar as boas vindas aos profissionais da equipe de EPDM da DSM, bem como para receber seus ativos em nossas principais atividades de borracha sintética”, disse Axel C. Heitmann, presidente mundial da LANXESS. “A transação também será um passo importante rumo à nossa meta de atingir cerca de 1,4 bilhão de euros em EBITDA pré-excepcionais em 2015”.

Feike Sijbesma, CEO/Chairman do Conselho de Administração da DSM disse: “A venda da DSM Elastômeros completa a nossa estratégia Vision 2010, para nos tornarmos uma empresa focada em Life Sciences e Materials Sciences. Essa transformação foi alcançada de acordo com o nosso cronograma e em condições favoráveis para nossos acionistas e funcionários. A DSM entrou agora em uma nova era, focada no estímulo ao crescimento e no retorno com maior rendimento, qualidade e confiança para cumprir nossas metas em médio prazo.”

O negócio será integrado à unidade de negócios Technical Rubber Products (TRP) da LANXESS, chefiada por Guenther Weymans, que comercializa EPDM sob a marca Buna PE®, com produções em Marl, na Alemanha, e em Orange, nos Estados Unidos; uma capacidade anual combinada de 120 mil toneladas.

Segundo Marcelo Lacerda, Presidente da LANXESS no Brasil, a empresa deu mais um importante passo para impulsionar suas atividades no país, onde já opera com suas 13 unidades de negócios e quatro fábricas. “Esta aquisição reforça nossa presença e amplia nossa base de produção no mercado brasileiro, ao mesmo tempo em que ratifica o comprometimento da LANXESS em crescer nos países do BRIC”, disse o executivo.

Com cerca de mil funcionários em todo o mundo, a unidade de negócios TRP faz parte do segmento Performance Polymers da  LANXESS, que registrou um faturamento de 2,4 bilhões de euros em 2009. Outros produtos do portfólio da unidade TRP incluem a borracha de policloropreno (CR), borracha nitrílica hidrogenada (HNBR), borrachas de etileno vinil acetato (EVM) e borracha nitrílica (NBR).

Produção sustentável e aplicações variadas

Com a transação, a LANXESS pretende fortalecer a sua base tecnológica por meio do acesso à tecnologia ACE, que, em comparação aos processos convencionais, reduz os custos com energia e produção de EPDM, ao mesmo tempo em que amplia as possibilidades de aplicação da borracha. A DSM está em processo de implementação desta tecnologia em uma escala maior em seu site em Sittard-Geleen.

“Nossos clientes serão beneficiados com uma vasta gama de produtos Premium de EPDM”, ressaltou Werner Breuers, membro do Conselho da LANXESS. A LANXESS avaliará a implementação da tecnologia ACE em suas fábricas existentes.

A borracha sintética de EPDM é utilizada, sobretudo, na indústria automobilística, mas também nas indústrias de modificação de plásticos, cabos e fios, construção e óleos aditivos. Suas propriedades incluem densidade muito baixa, boa resistência ao calor, à oxidação, a produtos químicos e a intempéries, assim como boas propriedades de isolamento elétrico. O mercado global prevê um crescimento percentual de um dígito por ano, nos próximos dez anos, desse tipo de borracha, impulsionado pelo aumento das demandas no Brasil e na China.

A LANXESS é líder em especialidades químicas, com volume de vendas de 5.06 bilhões de euros em 2009. Atualmente conta com cerca de 14.500 funcionários distribuídos em 23 países. A companhia está presente em 42 unidades de produção ao redor do mundo. O core business da LANXESS é o desenvolvimento, produção e venda de especialidades químicas, plásticos, borracha e intermediários. No Brasil, a LANXESS está representada por meio de suas 13 unidades de negócio e possui unidades produtivas, laboratórios e escritórios nas cidades de São Paulo e Porto Feliz (SP), São Leopoldo e Triunfo (RS), Duque de Caxias (RJ), Cabo de Santo Agostinho e Recife (PE).

A Royal DSM N.V. cria soluções que fomentam, protegem e melhoram o desempenho. Seus mercados finais incluem nutrição e saúde humana e animal, cuidado pessoal, produtos farmacêuticos, automotivos, revestimentos e pintura, elétrica e eletrônica, proteção da vida e habitação. A DSM tem um faturamento anual líquido de cerca de € 8 bilhões e emprega aproximadamente 22.700 pessoas em todo o mundo. A empresa tem sede na Holanda, e possui unidades em cinco continentes. A DSM está listada na Euronext Amsterdam. Mais informações: www.dsm.co.

Fonte: Virta