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Dow figura com dois projetos brasileiros em ranking do Prêmio LatinoAmérica Verde

21/04/2021

  • Prêmios LatinoAmérica Verde contemplam iniciativas de sustentabilidade mais relevantes em toda a região.
  • Contrato de Compra de Energia solar da Dow com a Atlas Renewable Energy para a unidade de Aratu, na Bahia e Resina PCR HDPE 96032, desenvolvida em parceria com a Boomera LAR, estão entre os 500 melhores projetos sociais e ambientais desenvolvidos na América Latina entre mais de 2,1 mil inscritos.

A Dow foi incluída na seleção entre os melhores projetos do Prêmios LatinoAmérica Verde, considerado um dos mais importantes da região, que reconhece e premia governos, organizações, empresas, microempresas, comunidades e indivíduos que tenham projetos com dados mensuráveis. A Dow foi selecionada com dois projetos brasileiros: o da Resina PCR HDPE 96032 e o contrato de Compra de Energia da Dow com a Atlas Renewable Energy para o consumo de energia solar em Aratu (Bahia).

O Prêmios LatinoAmérica Verde é organizado pela fundação que leva o mesmo nome e foi criado para dar visibilidade às iniciativas sustentáveis regionais. A cada ano, do total de inscritos, 500 projetos são selecionados pela relevância social e ambiental, distribuídos em oito categorias de premiação alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODs) das Organizações das Nações Unidades (ONU). Esse é o segundo ano consecutivo em que a Dow figura no ranking. Em 2020, o projeto “Reciclagem que Transforma” – parceria da Dow com a Boomera e a Fundación Avina – também foi escolhido pelo prêmio.

Os dois projetos da Dow Brasil foram selecionados entre mais de 2,1 mil inscritos na edição 2021 e se destacaram nas categorias: resíduos/reciclagem e energia/energia limpa. “Esse reconhecimento se consolida como mais um importante passo em nossa jornada para a construção de um mundo mais sustentável e reforça a nossa intenção em prosperar, por meio da colaboração com a cadeia de valor, na busca por soluções inovadoras para proteger o clima e impulsionar a economia circular”, afirma Matias Campodonico, Diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade para a América Latina da Dow.

O projeto brasileiro selecionado entre os classificados na categoria resíduos / reciclagem foi o lançamento e a produção industrial da nova resina PCR da Dow. Em parceria com a Boomera LAR, a Dow iniciou a produção industrial da resina PCR HDPE 96032 no final do ano passado. Feita totalmente a partir de plástico pós-consumo, o produto será, inicialmente, comercializado no Brasil. Mas, em breve, novas resinas semelhantes serão lançadas na Colômbia, México e Argentina, onde já foram anunciadas alianças com parceiros locais. Com a nova resina PCR, a Dow traz para o mercado um produto com qualidade de produção para ser incorporado em diferentes aplicações em embalagens, atendendo às metas de incorporação de conteúdo reciclado dos donos de marca (uma média de 25% até 2025, de acordo com a Fundação Ellen MacArthur).

Para suprir essa produção, a Dow desenvolveu um programa de reciclagem que garante uma fonte de resíduos plásticos consistentes e confiáveis. O piloto desse programa foi desenvolvido em São Paulo, em parceria com a Boomera e a Fundación Avina, e reuniu cinco cooperativas de catadores. Chamado de “Reciclagem que Transforma”, o projeto beneficiou mais de 200 catadores e cerca de 450 famílias, afirma a Dow. No comparativo com o mesmo período do ano de 2018, a ação ampliou a quantidade de resíduos enviados para a reciclagem em 37%, assim como a renda per capita dos catadores em 35%. Com metodologia escalável para implementar projetos semelhantes em outras cooperativas, a Dow tem dado andamento ao programa na América Latina, assim como apoio a outros projetos de reciclagem inclusiva com impacto social e econômico.

O contrato de Compra de Energia (PPA) da Dow com a Atlas Renewable Energy para o consumo de energia solar para a unidade de Aratu, na Bahia, é o projeto brasileiro da Dow classificado na categoria energia/energia limpa. Com duração inicial de 15 anos, o contrato representará um aumento de energia renovável consumida pela fábrica de Aratu, que, segundo a Dow, já utiliza 75% de sua demanda vinda de fontes renováveis (hidrelétrica, biomassa e gás natural). Esse contrato contribui para a meta global da Dow em atender 750 MW de sua demanda de energia por meio de fontes renováveis, até 2025, e a meta global de neutralidade em carbono até 2050.

Para isso, o novo parque de energia solar Jacarandá será construído em Juazeiro, na Bahia, e deverá ter capacidade instalada de 187 megawatts-pico (MWp). Além disso, o parque será equipado com mais de 450 mil módulos, com potência suficiente para atender a uma cidade de 750 mil habitantes. O empreendimento evitará a emissão de aproximadamente 35 mil toneladas de CO2 por ano, com base no GHG (Greenhouse Gases Protocol, metodologia desenvolvida pelo World Resources Institute), estando alinhado com o Inventário Global de Emissões da Dow. O contrato também proporcionará maior competitividade à fábrica da Dow em Aratu, reforçando o posicionamento da unidade fabril na produção de soluções para o negócio de Poliuretanos com matriz mais sustentável de energia renovável.

Além dos benefícios ambientais e de negócios, O PPA gerará empregos para moradores da região de Juazeiro, onde o parque solar será construído. Segundo a Dow, dos 1.200 trabalhadores estimados para essa iniciativa, 70% serão locais e espera-se que haja de três a quatro vezes mais mulheres contratadas do que normalmente ocorre em outros projetos solares do Brasil. O programa de contratação coordenado pela Atlas prevê que preenchimento de 50% dos cargos criados para mulheres sejam de mulheres negras e em diferentes cargos da construção civil, eletricidade e administração.

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Dow, em parceria com Boomera LAR, anuncia resina pós-consumo reciclada produzida no Brasil

28/10/2020

  • Nova resina feita com PCR ajuda convertedores, donos de marcas e varejistas a cumprirem seus objetivos de sustentabilidade e permite a entrega de embalagens circulares e de qualidade;
  • Desenvolvimento do produto e comercialização são conduzidos pela Dow, enquanto produção fica a cargo da Boomera LAR;

A Dow, em parceria com a Boomera LAR, anunciou o início da produção industrial da resina PCR HDPE 96032, feita totalmente a partir de polietileno de alta densidade pós-consumo reciclado (PCR).

Desenvolvida com tecnologia da Dow, a nova resina PCR pode ser incorporada em diferentes aplicações de embalagens, suportando as metas de incorporação de conteúdo reciclado de donos de marca e a transição para uma economia circular do plástico, enquanto mantém a processabilidade e o desempenho equivalentes às de embalagens produzidas com resina 100% virgem, afirma a Dow.

Além disso, segundo a empresa a nova resina PCR que será produzida pela Boomera LAR em sua fábrica em Atibaia (SP) apresenta mitigação do odor inerente à matéria-prima reciclada, e possui desempenho e qualidade comprovada por testes feitos no Pack Studios. O novo material se soma ao portfólio de resinas e compatibilizantes da Dow, que contribuem na incorporação do PCR em embalagens, visando a circularidade na cadeia.

“Estamos comprometidos em fornecer soluções de alta qualidade para os desafios da indústria e o lançamento desta resina PCR é um importante avanço na busca pela mudança da economia linear para uma economia circular, sem deixar de levar em consideração os requisitos do mercado de plásticos e embalagens, afirma Tamires Silvestre, Gerente de Sustentabilidade da Dow no Brasil.

“Acreditamos que é fundamental migrar de uma economia linear para uma economia circular e estamos trazendo isso ao mercado através da fabricação de um novo produto circular que chegará a diversas pontas de vários setores. Isto é válido para o plástico e outros materiais, pois, quando impulsionamos uma economia circular, avançamos e geramos impacto social, ambiental e econômico”, comenta Guilherme Brammer, Sócio Fundador da Boomera LAR.

A Dow, responsável pelo desenvolvimento e pela comercialização do produto no Brasil, pretende lançar, em breve, novos produtos desse portfólio, complementando a oferta de resinas PCR na Colômbia, México e Argentina, onde a companhia já anunciou alianças para desenvolver resinas pós-consumo recicladas com parceiros locais selecionados. Estas parcerias estão estrategicamente conectadas com os objetivos globais da Dow, que recentemente anunciou suas novas Metas de Sustentabilidade, que visam a proteção do clima, a eliminação de resíduos e o fechamento do ciclo do plástico.

A Dow oferece um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones para clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

A Boomera Lar é uma joint venture entre a Boomera e a Lar Plásticos criada em 2020 para atuar como uma indústria RSA 4.0. Localizada em Atibaia,SP, é uma plataforma de plásticos reciclados transformados, com um pátio industrial completo. A fábrica conta com equipamentos para fabricação de resinas e produtos feitos a partir de material reciclado.

A Boomera foi criada para valorizar e dar nova vida a resíduos que acabariam em aterros sanitários, especialmente materiais considerados difíceis de reciclar. Com a metodologia proprietária CircularPack, a Boomera afirma trabalhar a economia circular de ponta-a-ponta, contando com um laboratório de materiais e uma estrutura de logística reversa em parceria com mais de 8.000 cooperados. Fundada em 2011, a Boomera afirma ter sido uma das primeiras empresas de Economia Circular certificadas como Empresa B, membro da Fundação Ellen MacArthur.

A Fábrica da LAR Plásticos está localizada em Atibaia (SP). A empresa é especialista em transformação de plásticos descartados e está preparada para atender às necessidades de coleta seletiva e urbana, contenção de lixo, produtos para acondicionamento e transporte, reutilizando materiais de forma inteligente.

Fonte: Dow / Foto: Boomera

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Dow e Boomera desenvolverão nova resina plástica feita com material reciclado

20/03/2019

  • Acordo é de cinco anos e investimento inicial será de R$ 400 mil
  • Especialistas das companhias trabalham para apresentar primeiro protótipo ainda este ano

A Dow e a Boomera, startup especializada em economia circular, estão colaborando para o desenvolvimento de uma nova resina plástica feita de material reciclado pós-consumo (PCR). As empresas esperam apresentar o primeiro protótipo da resina no final deste ano.

A Boomera atua em projetos de reciclagem com sua metodologia CircularPack®, através da qual usa sua expertise de tecnologia e design conectando parceiros para transformar materiais que iriam para o lixo em novos produtos. Dow e Boomera assinaram um memorando de entendimento de cinco anos e o investimento inicial é de R$ 400 mil.

“Reconhecemos que nenhum lixo, seja ele plástico ou não, deveria acabar na natureza. Inovações e o desenvolvimento de novos produtos e mercados para o material pós-consumo são essenciais para resolver a questão do desperdício plástico. Dow e Boomera estão dando um passo importante nessa direção”, ressalta Carolina Mantilla, diretora de Sustentabilidade do negócio de Plásticos da Dow para América Latina.

“A Boomera vem desenvolvendo soluções em PCR e logística reversa há mais de 7 anos no Brasil e sempre buscamos na tecnologia o apoio necessário para criar produtos que voltem para a sociedade com alta performance. A parceria com a Dow nos fortalece muito, com toda a experiência em aditivos dedicados à reciclagem e os especialistas dedicados a esta iniciativa”, destaca Guilherme Brammer, CEO da Boomera.

“Há uma forte demanda do mercado para as resinas plásticas recicladas pós-consumo e, com a solução que estamos criando com a Boomera, conseguiremos atender a indústria com uma tecnologia capaz de abordar os desafios de sustentabilidade das empresas”, reforça Carolina.

Os times de especialistas da Dow e da Boomera tem trabalhado em conjunto no Centro de Inovação da Dow, em Jundiaí (SP), usando fontes de plástico pós-consumo para o desenvolvimento desta nova resina.

Essa parceria é um exemplo das ações tomadas pela Dow para combater os resíduos plásticos no meio ambiente. Recentemente, a empresa também realizou:

  • Investimentos locais em infraestrutura de Pesquisa & Desenvolvimento: o mais recente investimento de P&D da Dow na região foi a aquisição de uma recicladora para o Centro de Inovação da empresa em Jundiaí (SP). O investimento total foi de mais de R$ 1 milhão e a máquina será parte integrante do desenvolvimento da resina pós-consumo, ajudando a melhorar os processos produtivos e a qualidade da resina.
  • Aliança para eliminar resíduos plásticos (Alliance to End Plastic Waste – AEPW): A Dow é uma das fundadoras da organização, comprometida a investir inicialmente US$1 bilhão – com o objetivo de aumentar este valor para US$1,5 bilhão em até 5 anos – para desenvolver e escalar soluções para ajudar a melhorar a gestão de resíduos plásticos e promover soluções pós-consumo. A Aliança possui atualmente 30 empresas e vai ajudar a promover uma transição para uma economia circular.
  • Investimento em pessoas e empresas que trabalham para soluções: em outubro, a Dow anunciou que se tornou investidora-fundadora do Circulate Capital, uma iniciativa de US$ 100 milhões para incubar e financiar empresas e infraestrutura que evitem o resíduos nos oceanos. A missão da Circulate Capital é viabilizar investimentos nos setores de gestão de resíduos e reciclagem para atrair o capital institucional adicional necessário para impulsionar iniciativas integradas em todo o sul e sudeste da Ásia.
  • Limpeza dos resíduos existentes: A recente iniciativa da Dow batizada de #PullingOurWeight teve início no primeiro semestre de 2018 e reuniu mais de 5.600 funcionários, famílias e parceiros da Dow que participaram de 55 ações de limpeza em todo o mundo, removendo cerca de 24 toneladas de lixo e resíduos de praias e hidrovias.
  • Inovação para reciclagem: O investimento em inovação é outra parte fundamental dos esforços da Dow para eliminar os resíduos plásticos no meio ambiente. A tecnologia RecycleReady da Dow permite o desenvolvimento de embalagens que podem ser recicladas. A empresa segue também focada nas tecnologias de materiais para embalagem multicamada.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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