Posts Tagged ‘Biopolímero’

Thyssenkrupp desenvolve processo próprio de produção do bioplástico PLA e constrói primeira planta na China

09/01/2017

thyssenkrupp

Para reduzir a dependência de plásticos derivados de petróleo, a Thyssenkrupp desenvolveu o seu próprio processo de fabricação para o bioplástico PLA – Ácido Polilático. Agora, a empresa está construindo em Changchun, na China, a primeira planta comercial baseada em sua tecnologia patenteada de nome PLAneo®. O cliente é a COFCO Corporation, um fornecedor líder de produtos agrícolas que oferece uma ampla gama de produtos alimentícios e serviços. Uma vez concluída, a nova fábrica produzirá cerca de 10.000 toneladas de PLA por ano. O comissionamento está previsto para o primeiro trimestre de 2018.

O Ácido Polilático (PLA) é um plástico 100% derivado de fontes biológicas e também compostável, sendo adequado, entre outras fins, para a produção de materiais de embalagem, filmes e plásticos de engenharia, podendo, portanto, substituir polímeros derivados de petróleo em muitas áreas. A matéria-prima para a produção do PLA é o ácido lático, que é produzido a partir de recursos renováveis, como açúcar, amido ou celulose. O ácido polilático é, portanto, tanto bio-baseado como bio-degradável.

Ao desenvolver a tecnologia PLAneo®, a Uhde Inventa-Fischer, uma subsidiária da Thyssenkrupp Industrial Solutions, aproveitou a experiência adquirida com a construção de mais de 400 fábricas de polimerização e uma vasta experiência no scale-up de novas tecnologias. Segundo a Thyssenkrupp, a tecnologia PLAneo® converte o ácido láctico em PLA de uma forma particularmente eficiente e amigável aos recursos. Outra vantagem é a possibilidade de sua transferência para plantas de grande porte com capacidade de até 300 toneladas por dia (100.000 t/ano). Graças à sua grande flexibilidade, o processo permite a produção de tipos de PLA sob medida com diferentes graus de cristalinidade e viscosidade para uma variedade de aplicações, afirma a Thyssenkrupp.

Sami Pelkonen, CEO da Unidade de Negócio de Eletrólise & Tecnologia de Polímeros da Thyssenkrupp Soluções Industriais afirmou: “Com a nossa tecnologia, queremos ajudar a consolidar os bioplásticos no mercado. Eles reduzem o uso de matérias-primas fósseis e diminui significativamente as emissões de CO2. Com isso, nós habilitamos nossos clientes a produzir bioplásticos de alta qualidade com propriedades sob medida – e a um preço cada vez mais competitivo em relação aos plásticos petroquímicos convencionais”. A Thyssenkrupp está fornecendo engenharia básica e de detalhamento, componentes-chave da planta e supervisão de montagem e comissionamento para a nova planta de PLA.

A área de negócios de Soluções Industriais da Thyssenkrupp atua no segmento de engenharia, construção e manutenção de instalações e sistemas industriais. Com base em mais de 200 anos de experiência, a empresa fornece plantas turnkey sob medida para clientes industriais, químicos, fertilizantes, cimentos, mineração e siderurgia. É parceiro de sistemas para os setores automotivo, aeroespacial e naval e conta com cerca de 19.000 funcionários em mais de 70 sites ao redor do mundo.

A Uhde Inventa-Fischer, subsidiária da Thyssenkrupp Industrial Solutions, é uma empresa de engenharia localizada em Berlim, Alemanha, e Domat/ Ems, na Suíça. Seu escopo de serviços inclui o desenvolvimento, engenharia e construção de plantas industriais para a produção de poliésteres, poliamidas e ácido polilático.

Fonte – Thyssenkrupp

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LANXESS irá produzir no Brasil a primeira borracha de EPDM bio-derivada do mundo.

27/09/2011

A LANXESS está reforçando o seu compromisso em produzir borrachas sintéticas “premium” a partir de matérias-primas derivadas de fontes biológicas. A empresa alemã de especialidades químicas pretende produzir comercialmente EPDM (monômero de etileno-propileno-dieno) a partir de eteno bio-derivado até o final do ano. Será a primeira forma de borracha de EPDM bio-derivada no mundo.

O EPDM é convencionalmente produzido usando-se as matérias primas eteno e propeno, ambas derivadas do petróleo. A rota alternativa planejada pela LANXESS usará eteno derivado unicamente de cana-de-acúcar, que é um recurso renovável. Esta forma de eteno bio-derivada é produzida a partir da desidratação do etanol, obtido da cana-de-acúcar brasileira. A Braskem S.A irá fornecer o eteno bio-derivado, através de tubulações, para a planta de EPDM da LANXESS já existente em Triunfo, no Brasil.

“A procura de alternativas para os combustíveis fósseis atualmente empreendida pela LANXESS demonstra o seu compromisso em reduzir emissões de CO2 através de produção sustentável”, afirma Guenther Weymans, líder da unidade de negócios de Produtos de Borrachas Técnicas da LANXESS. “Nós estamos muito entusiasmados pelo fato de que nossa planta no Brasil será a pioneira na produção de EPDM bio-derivado.”

 “A LANXESS irá contribuir para ampliar o nosso portfólio de clientes de produtos químicos renováveis . Este acordo levará os benefícios de eteno verde para outros mercados e aplicações importantes. A LANXESS tem uma extensa experiência no setor automotivo e uma excelente reputação nesse mercado, o que a torna um parceiro ideal”, afirma Marcelo Nunes, Diretor de Produtos Químicos Renováveis da Braskem.

 A planta de Triunfo atualmente produz 40.000 toneladas métricas por ano de borracha de EPDM convencional e espera-se que as primeiras bateladas do produto Keltan Eco correspondam a várias centenas de toneladas métricas. As outras unidades de produção de EPDM da LANXESS situam-se em Geleen (Holanda), Marl (Alemanha) e Orange, Texas (EUA). Todos os grades de EPDM serão vendidos, no futuro, sob o nome de marca Keltan.

 A borracha de EPDM é usada principalmente na indústria automotiva, mas também nas indústrias de fios e cabos, construção, modificações de plásticos e aditivos de óleos. As suas propriedades incluem uma densidade muito baixa, boa resistência ao calor, à oxidação, a produtos químicos e ao meio ambiente, assim como boas propriedades de isolamento elétrico. A LANXESS apresentou o Keltan Eco pela primeira vez durante o Dia da Borracha na Alemanha, no dia 21 de setembro, em Duesseldorf.

Além disto, a LANXESS já está pesquisando fontes alternativas para produzir a borracha sintética premium butílica, a qual é usada predominantemente na indústria de pneus. Juntamente com a firma Gevo Inc., do Colorado, a LANXESS está desenvolvendo isobuteno a partir de recursos renováveis, começando com o milho. O isobuteno é uma material-prima chave necessária na manufatura de borracha butílica.

No ano passado, a LANXESS deu partida em uma nova planta de geração de energia na sua unidade brasileira de Porto Feliz, a qual produz pigmentos de óxido de ferro. Esta planta de cogeração para a produção de eletricidade e vapor, inovadora e altamente eficiente, é alimentada com bagaço de cana, um componente fibroso da cana-de-acúcar que é sub-produto da obtenção de açúcar. Graças ao uso desta material-prima renovável e amigável ao meio ambiente, pode-se produzir energia para a planta em uma base neutra em termos de CO2.

A LANXESS é uma empresa líder em especialidades químicas, tendo registrado vendas de 7.1 bilhões de Euros em 2010 e possuindo atualmente 15.800 funcionários em 30 países e 46 unidades de produção ao redor do mundo. O negócio-núcleo da LANXESS é o desenvolvimento, produção e marketing de plásticos, borracha, produtos intermediários e especialidades químicas.

Fonte: LANXESS

Empresas ligadas à Adirplast devem distribuir biolpolímeros.

28/06/2011

Para Associação Brasileira de Distribuidores de Resinas Plásticas, as campanhas contra o uso do plástico estão baseadas em argumentos, muitas vezes, infundados. Por isso, as empresas ligadas à entidade já estudam a melhor forma de distribuir  os polímeros de fontes renováveis, como o etanol ou amido de milho

A partir de 1º de janeiro de 2012, a população de São Paulo terá de enfrentar um grande desafio: não vai mais dispor das tradicionais sacolas plásticas descartáveis para levar suas compras para casa. A medida, anunciada recentemente pelo Governo do Estado, deve tirar de circulação cerca de 2,2 bilhões de sacolinhas por ano, só em São Paulo, segundo Associação Paulista de Supermercados (Apas).

As tradicionais sacolinhas, feitas com polímero sintético, devem ser substituídas por sacolas de plástico biodegradáveis, que serão vendidas aos consumidores por R$ 0,19 cada. Essas sacolas de bioplástico, feitas com resinas de fontes naturais, são, segundo Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas -, uma alternativa bastante prática para a cadeia produtiva, já que não devem demandar grandes mudanças no setor transformador. Isso porque as máquinas instaladas para produzir embalagens com polímero sintético podem proces sar também o biopolímero. “O problema, no entanto, diz respeito à escala. Ainda não existem fabricantes capazes de produzir polímeros naturais suficientes para atender a demanda do setor de plástico”, explica Gonçalves.

Apesar disso, os distribuidores associados à ADIRPLAST já estudam a melhor maneira para facilitar o fornecimento das “resinas verdes” para a cadeia de transformação, que conta com 11.465 empresas. “Assim como acontece com os polímeros sintéticos, facilitaremos para os transformadores a compra também dessas resinas derivadas de fontes renováveis. Com o tempo, elas poderão ser entregues aos nossos clientes, em qualquer região do País, num prazo máximo de 24 horas”, afirma Laércio.

Para Laércio Gonçalves, a medida adotada pelo governo paulista não resolve os problemas ambientais gerados pelo desperdício das embalagens nem mesmo ajuda a reduzir a emissão em demasia de CO2 na atmosfera: “Novos produtos irão substituir as sacolas e a produção de todos eles em maior escala impacta diretamente no meio ambiente. Estaremos apenas trocando seis por meia dúzia, ao invés de educar as pessoas a consumirem conscientemente, seja o plástico, o papel ou qualquer outra matéria-prima”.

Ainda segundo o presidente da ADIRPLAST, a incapacidade dos órgãos públicos de fazer a coleta seletiva do lixo é outro problema que não será resolvido pela simples proibição do uso das sacolas plásticas. “Em uma cidade como São Paulo, é inaceitável que só ocorra a coleta seletiva com apenas 2% do lixo gerado pela população. O plástico é uma matéria-prima 100% reciclável e poderia ser usado por mais vezes. No caso das sacolinhas, por exe mplo, pelo menos mais três vezes”. 

A proibição das sacolinhas plásticas ainda é um tema que deve gerar muita discussão. Em Americana, por exemplo, o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) a lei municipal que suspendia a distribuição das sacolas foi suspensa por tempo indeterminado. A decisão atende a um pedido de liminar feito pelo Sindiplast (Sindicato da Indústria de Material Plástico de São Paulo).

A ADIRPLAST, que foi fundada há quatro anos, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação com petroquímicas. Além disso, a entidade trabalha para promover a imagem sustentável do plástico.

Fonte: Abiplast

Conferência Brasilplast 2011 traça um panorama da Indústria do Plástico

14/03/2011

Nos dias 10 e 11 de maio,  consultores, empresários e acadêmicos debaterão os desafios e oportunidades para o setor

A Conferência BRASILPLAST 2011, que acontece simultaneamente à 13ª Feira Internacional da Indústria do Plástico, nos dias 10 e 11 de maio, reunirá consultores, empresários e acadêmicos, para debater temas relevantes e atuais do setor. O ciclo de palestras, organizado e promovido pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, no Holiday Inn Park Anhembi, está dividido em três temáticas: Mercado e Negócios, Sustentabilidade na Cadeia do Plástico e Inovações e Tecnologia.

A Gerente da Unidade de Negócios e Conferências da promotora, Márcia Coimbra, descreve o evento como um fórum de discussões diferenciado. “O objetivo é reunir os principais players da indústria do plástico para debater os desafios e rumos do setor, apresentar inovações e se configurar como um fórum de referência para o mercado. Os dois dias de evento estão sendo cuidadosamente estruturados a fim de atender os interesses do público participante, levando em conta as práticas mais modernas de transformação do plástico e assuntos que estão em pauta sobre os negócios do setor e a sustentabilidade”, afirma a executiva.

Uma ampla análise do cenário econômico nacional  com foco na competitividade para o mercado de plástico será apresentada durante a Conferência, com temas relacionados a importação de matérias primas, tendências de preços da nafta petroquímica e os investimentos e gestão de parques industriais de transformadores.

O evento  também vai debater a Sustentabilidade na Cadeia do Plástico, reunindo as Tendências e Soluções Sustentáveis para Plásticos (Reciclagem Energética e Mecânica); Biopolímeros; Polímeros Biodegradáveis; e  Polímeros de Fontes Renováveis.

Sob o tema Inovações e Tecnologia, profissionais renomados de todo o mercado apresentarão tendências e novas tecnologias para o segmento, como a Aplicação Estrutural de Materiais Compósitos; Avanços da Nanotecnologia e sua aplicação em polímeros; Desempenho e Eficiência em Injetoras; e Utilização e Aplicação de Injetores Híbridos e Elétricos.

Mais informações:
CONFERÊNCIA BRASILPLAST 2011
Data: 10 e 11 de maio de 2011
Horário: 8h30 às 17h30
Local: Holiday Inn Park Anhembi (anexo ao Pavilhão de Exposições do Anhembi) Programação: http://www.brasilplast.com.br/Conferencia/Programacao/

Fonte: Brasilplast / Reed Alcântara Machado

Braskem amplia parcerias e pesquisa na área de biotecnologia.

13/09/2010

A intenção é desenvolver tecnologias para a produção de polímeros a partir de matérias-primas renováveis com competitividade, economia e eficiência na absorção de CO2 da atmosfera

A Braskem assinou em 01/09 acordo de parceria com o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), em Campinas, no interior de São Paulo, para instalação de um laboratório a ser utilizado pela equipe de pesquisadores da empresa. Além de suas instalações, a Braskem terá complementarmente acesso aos equipamentos de ponta do LNBio.

O objetivo, segundo o diretor de Competitividade e Inovação da Divisão Polímeros da Braskem, Antonio Queiroz, é realizar pesquisas na área de biotecnologia, buscando o desenvolvimento de produtos que sejam ao mesmo tempo economicamente competitivos e sustentáveis, visando sempre ao uso de matérias-primas de fontes renováveis.

O diretor do LNBio, Kleber Franchini, ressalta a importância do apoio a iniciativas da indústria em que a pesquisa científica é necessária para promover inovação na cadeia produtiva.

Essa não é, porém, a primeira experiência com parcerias em tecnologia e inovação da Braskem nesta área. Em 2008, a companhia firmou convênio de cooperação com a UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) e a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), envolvendo cerca de 9 milhões de reais, para o desenvolvimento de pesquisas em biopolímeros. Por razões estratégicas, no projeto atual a empresa não revela o investimento destinado.

Prestes a inaugurar a primeira fábrica de eteno verde em escala industrial do mundo, que permitirá a produção de polietileno de fonte renovável, a Braskem caminha agora para o desenvolvimento de uma rota inovadora para produção do polipropileno verde. Em 2008 a companhia já produziu em seus laboratórios este produto e vem intensificando as pesquisas para melhorar a competitividade em escala industrial.

O polipropileno é uma das resinas que mais crescem no mundo em consumo e aplicações. Entre suas características estão o baixo custo, a alta resistência ao impacto e à fratura por flexão ou fadiga, e a facilidade de coloração e moldagem. É encontrado em produtos da linha branca, em partes internas e externas de carros, material de construção civil, brinquedos, copos descartáveis, canetas esferográficas, recipientes para alimentos e remédios, carpetes, além de outros usos.

A parceria com o LNBio prevê a utilização de uma área inicial de 50 m2 que será expandida para 200 m² já no início do próximo ano, e envolverá no curto prazo aproximadamente 40 pesquisadores da Braskem. Entre as vantagens da nova operação destaca-se o acesso dessa equipe à sólida infraestrutura laboratorial, que é ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia e dispõe de avançados equipamentos em biotecnologia e pesquisadores altamente qualificados. Essa integração traz benefícios importantes para ambas as partes, na medida em que propicia o ambiente ideal para o desenvolvimento do trabalho científico e a inovação aplicada, conclui Queiroz.

Fonte: Braskem

Braskem lança selo para produtos de fontes renováveis

15/06/2010
Desenvolvido para atender ao mercado mundial, o selo I`m green nasce para distinguir os produtos que levam em sua composição o plástico verde da Braskem

A Braskem está prestes a tornar-se líder mundial na produção de biopolímeros ao colocar em operação em meados do próximo semestre sua primeira planta industrial de eteno verde possibilitando a produção de 200 mil t/ano de polietileno a partir do etanol de cana de açúcar. Agora a companhia dá mais um passo no seu compromisso com a sustentabilidade ao lançar o selo I´m Green. O objetivo é criar valor e identificar todos os seus polímeros produzidos a partir de matérias-primas renováveis.

O selo foi construído para ser simples e direto na comunicação com os diversos públicos e concebido para proporcionar aos clientes mais valor ao seu produto. “Com a criação do selo estamos estendendo os benefícios da aplicação de uma resina de fonte renovável para o consumidor final, que enxerga e valoriza os produtos com componentes renováveis”, explica Rui Chammas, vice-presidente da Unidade de Polímeros.

Esta iniciativa reforça o compromisso da Braskem com a criação de valor por meio do desenvolvimento sustentável para a cadeia produtiva do setor, seus clientes e a sociedade, cada vez mais exigentes em adotar práticas que visem contribuir para a redução dos gases efeito estufa.

“Para cada tonelada de polietileno verde produzido são sequestradas até 2,5 toneladas de CO2”, destaca Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. “O plástico de fonte renovável é parte do compromisso da Braskem com a cadeia produtiva e toda a sociedade na busca por soluções sustentáveis”.

O desenvolvimento do selo, que é auto referenciável e não apresenta barreiras culturais, vem para realçar a identidade de produtos que têm em sua essência a relação com a natureza, além de transferir valor para a marca e para o consumidor que busca inserir, em seu dia a dia, a prática do consumo sustentável.

Além do polietileno verde o selo I´m Green identificará outras resinas que a Braskem venha a desenvolver a partir de fontes predominantemente renováveis. Até o início de operação da nova planta de eteno utilizando etanol como matéria-prima, a companhia definirá junto a seus clientes as condições para que eles também possam estampar o selo em seus produtos, especialmente o conteúdo mínimo de resina verde em sua composição.

Desde que foi lançado, em 2007, o polietileno da Braskem produzido a partir de etanol da cana de açúcar já atraiu a atenção de empresas no mundo todo interessadas em associar sua marca ao biopolímero. Como resultado, grande parte da produção já está contratada por clientes distribuídos no Brasil e no exterior. Uma vantagem adicional do polietileno verde é que, por apresentar o mesmo desempenho e propriedades da resina produzida a partir de matéria-prima não renovável, a indústria de manufaturados plásticos não precisará fazer investimentos em novos equipamentos.

Para tornar esse projeto uma realidade, a Braskem está investindo cerca de R$ 500 milhões somente na planta de eteno verde, que está em fase final de construção em Triunfo/RS demonstrando a confiança da companhia no desenvolvimento desse mercado baseado em produtos de origem renovável.

Fonte: Braskem