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Evonik divulga resultados do 3o. trimestre de 2020

19/11/2020

  • Evonik confirma resultados preliminares para o terceiro trimestre: Ebitda ajustado de 519 milhões de euros, vendas de 2,9 bilhões de euros
  • Perspectivas para 2020: Ebitda ajustado estimado entre 1,8 – 2,0 bilhões de euros
  • Perspectiva de fluxo de caixa livre para 2020 é elevada

No terceiro trimestre de 2020, a Evonik registrou um Ebitda ajustado de 519 milhões de euros, 4% abaixo do valor do mesmo trimestre do ano passado. As vendas somaram 2,92 bilhões de euros, comparadas aos 3,23 bilhões de euros do mesmo trimestre do exercício anterior. A Evonik confirma, portanto, os resultados preliminares já anunciados em 15 de outubro.

“Estamos satisfeitos por poder confirmar os resultados já publicados em caráter preliminar, que ficaram claramente acima das expectativas do mercado”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva. “Graças às medidas estratégicas que implementamos neste ano e em anos anteriores, estamos em excelente posição para atravessar a crise”.

A Evonik também confirmou e especificou as perspectivas para o ano completo de 2020. A empresa agora projeta um Ebitda ajustado de 1,8 a 2,0 bilhões de euros (2019: 2,15 bilhões de euros). Anteriormente, era esperado um Ebitda ajustado entre 1,7 e 2,1 bilhões de euros. As perspectivas de vendas se mantêm entre 11,5 e 13,0 bilhões de euros (2019: 13,1 bilhões de euros).

A expectativa em relação ao fluxo de caixa livre também foi elevada: para 2020, a Evonik espera contabilizar cerca de 700 milhões de euros (2019: 717 milhões de euros antes do pagamento dos impostos do carve-out do negócio de metacrilatos). O fluxo de caixa livre em relação ao Ebitda ajustado, a chamada taxa de conversão de caixa, deve ficar acima de 35%. Anteriormente, a Evonik havia previsto um valor semelhante ao do ano anterior, de 33,3%.

“A crise do coronavírus está longe de ter passado e a visibilidade continua muito baixa. Ainda assim, estamos cumprindo o que prometemos”, disse a Ute Wolf, CFO da Evonik.

No terceiro trimestre, a empresa conseguiu gerar um fluxo de caixa livre de 312 milhões de euros, um nível similar ao do mesmo trimestre do ano anterior (2019: 321 milhões de euros antes do pagamento dos impostos do carve-out de metacrilatos).

Evolução nas divisões

Specialty Additives: A divisão se destaca por sua resiliência, preços estáveis e um nível de margem alta sustentável de 27,5%. O desenvolvimento dos negócios nos mercados finais como o da construção e de energias renováveis, por exemplo, se manteve robusto, beneficiando-se também de programas de incentivos governamentais. A demanda, em particular nos setores automotivo e de revestimentos, melhorou em relação ao trimestre anterior, mas ainda ficou abaixo da aferida no mesmo trimestre do ano passado. As vendas em Specialty Additives caíram 10% para 777 milhões de euros no terceiro trimestre, e o Ebitda ajustado recuou 8% para 214 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas na divisão Nutrition & Care encolheram 2% para 715 milhões de euros no terceiro trimestre. A evolução foi caracterizada por uma maior demanda no setor de saúde e cuidados. As vendas de aminoácidos essenciais registraram ligeira queda, sobretudo devido ao câmbio, enquanto os preços de venda subiram nitidamente na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. O Ebitda ajustado aumentou 18% para 140 milhões de euros.

Smart Materials: No terceiro trimestre, a divisão Smart Materials apresentou um desempenho comercial mais animador que no segundo trimestre, mas as vendas e receitas ficaram abaixo dos valores registrados no mesmo período do ano passado. O desaquecimento da economia global, particularmente no segmento de carros novos da indústria automotiva, mas também em outras indústrias, ocasionou um declínio nos volumes, especialmente na linha de polímeros de alta performance e de sílicas para a indústria da borracha. Em contrapartida, a inclusão, pela primeira vez, da PeroxyChem surtiu um efeito claramente positivo. As vendas no terceiro trimestre caíram 5% para 790 milhões de euros. O Ebitda ajustado encolheu 13% para 137 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas dos produtos do C4-Verbund recuaram em consequência da retração da demanda, especialmente nas indústrias automotiva e de combustíveis. A queda maciça do preço do petróleo também pesou sobre o desempenho da atividade. As vendas encolheram 27% para 444 milhões de euros e o Ebitda ajustado baixou 43% para 28 milhões de euros no terceiro trimestre.

Setor de Embalagens Plásticas Flexíveis supera desempenho geral da Indústria no 3o. trimestre de 2020

18/11/2020

Estudo feito pela W4Chem para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) indica que a indústria de embalagens flexíveis apresentou desempenho superior ao da indústria como um todo no terceiro trimestre do ano. O resultado se deve ao uso das embalagens flexíveis em itens de primeira necessidade, como alimentos, bebidas, varejo, entre outros. “Especialmente o setor de alimentos manteve o bom desempenho verificado nos últimos meses, ou seja, praticamente inalterado mesmo com a pandemia do COVID-19. Inclusive, houve momentos em que itens de indulgência, como doces e snacks, foram largamente consumidos, favorecendo as embalagens flexíveis”, relata o empresário Rogério Mani, Presidente da ABIEF.

“Enquanto no segundo trimestre o desempenho da indústria de embalagens flexíveis foi impulsionado por produtos essenciais, como alimentos, higiene e limpeza, no terceiro trimestre a recuperação foi mais generalizada e os consumidores voltaram a comprar outros itens, impulsionados, por exemplo, pelo auxílio emergencial”, completa Rogério.

Neste cenário, o setor de flexíveis registrou uma produção de 562 mil toneladas, uma alta de 8,8% em comparação ao trimestre anterior. No acumulado de Janeiro a Setembro de 2020, a produção chegou a 1,588 milhão de toneladas; as importações totalizaram 50 mil t e as exportações 94 mil t.

A indústria de alimentos continuou sendo o principal cliente, absorvendo 203 mil toneladas. O setor de aplicações industriais vem a seguir, com um consumo de 98 mil t de embalagens flexíveis; o de descartáveis, 68 mil t e bebidas, 56 mil t.

As embalagens multicamadas são as mais representativas no universo das flexíveis, respondendo por 185 mil das 562 mil t produzidas no terceiro trimestre de 2020. A segunda maior aplicação se refere às embalagens monocamada, com 154 mil t, seguidas por filmes shrink (encolhíveis), com 75 mil t.

Foram produzidas 10% mais embalagens com PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) no terceiro trimeste, em comparação ao segundo trimestre, representando 416 mil t. Com PEAD (polietileno de alta densidade), a alta foi de 8,3% (65 mil t). O PP (polipropileno) apresentou um acréscimo de 3,7% (81 mil t). Matérias-primas recicladas tiveram uma participação de 5% (30 mil t) no volume total (562 mil t).

“O desempenho do setor só não foi superior porque vivenciamos, no período avaliado, uma redução drástica da oferta de matérias-primas, como resinas e outros insumos (aditivos e pigmentos) e embalagens de outros tipos (caixas de papelão). As indústrias do setor atuaram com estoques reduzidos o que comprometeu a produção”, pontua Rogério Mani.

Mesmo assim, a consultoria W4Chem estima que as vendas internas de poliolefinas (polietileno e polipropileno) tenham aumentado cerca de 23% no terceiro trimestre, em comparação ao segundo trimestre de 2020, e 1%, na comparação com o terceiro trimestre de 2019. “A indústria petroquímica nacional foi favorecida pelo desabastecimento mundial de resinas termoplásticas – por isso o recorde de vendas em agosto e setembro. Mas lembramos que a oferta restrita de resinas no mercado interno resultou em momentos difíceis para algumas empresas produtoras de embalagens, que necessitaram buscar matérias-primas alternativas”, finaliza o Presidente da ABIEF.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Romi registra crescimento na entrada de pedidos no terceiro trimestre de 2020

30/10/2020

A Indústrias Romi S.A., empresa líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou, no 3T20, entrada de pedidos de R$313,4 milhões, crescimento de 65,5% em relação ao 3T19.

Segundo a empresa, a Unidade de Fundidos e Usinados, no 3T20, alcançou um crescimento de 74,9% na receita operacional líquida em relação ao 3T19, impulsionado pelas entregas de peças de grande porte. A margem operacional apresentou crescimento de 10,1 p.p., reflexo do maior volume de produção, evolução na eficiência operacional e maior faturamento.

A Romi afirma que a receita operacional líquida no 3T20 da sua Unidade de Máquinas apresentou crescimento de 12,4% em relação ao 3T19, decorrente da retomada dos pedidos a partir de junho deste ano. A evolução da receita, aliada à redução das despesas operacionais, resultou em uma expansão da margem operacional, que, nesse mesmo período de comparação, cresceu 6,3 p.p..

A entrada de pedidos na Unidade de Máquinas Romi, no 3T20, apresentou um crescimento de 140,3%, quando comparada ao 3T19, reflexo do ambiente favorável aos investimentos e das novas alternativas de negócios, como, por exemplo, a locação de máquinas, afirma a empresa.

A entrada de pedidos na Unidade de Fundidos e Usinados, no 3T20, apresentou um crescimento de 40,9%, quando comparada ao 3T19, reflexo das peças de grande porte para o setor de energia e da retomada gradual de todos os demais segmentos industriais, acrescenta a fabricante .

A carteira de pedidos total da Companhia, ao final do terceiro trimestre de 2020, apresentou crescimento de 40,9% em relação a 30 de setembro de 2019, com destaque para as Unidades de Negócios Máquinas Romi e Fundidos e Usinados.

“Os resultados do terceiro trimestre de 2020 refletem o engajamento de todo o time Romi nos últimos meses, não só para enfrentar os desafios que a pandemia nos trouxe, mas também para identificar e aproveitar as oportunidades de negócios que surgiram no período. O ambiente industrial continuou em recuperação, refletindo positivamente na entrada de pedidos e nas carteiras de Máquinas Romi e de Fundidos e Usinados. Neste contexto, a rápida reação de nossa cadeia de supply chain e a melhoria constante nos processos internos, aliadas à um sólido e cuidadoso protocolo de prevenção ao Covid-19, nos permitiram trabalhar e continuar entregando nossas soluções com a qualidade e a excelência já reconhecidas por nossos clientes”, menciona Luiz Cassiano R. Rosolen, diretor-presidente da Romi.

Fonte: Romi

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