Posts Tagged ‘Balanço 3o. Trim 2018’

Lucro da Braskem chega a R$ 1,34 bilhões no terceiro trimestre de 2018

15/11/2018

Após greve dos caminhoneiros, as vendas se recuperam no Brasil e crescem nos Estados Unidos e no México

A recuperação das vendas no Brasil depois da greve dos caminhoneiros e o crescimento nos Estados Unidos e no México levaram a Braskem a registrar um Ebitda de R$ 3,6 bilhões (US$ 909 milhões) no terceiro trimestre de 2018, 30% maior do que igual período do ano passado. O lucro líquido cresceu 68% na mesma comparação, chegando a R$ 1,34 bilhão. A geração livre de caixa alcançou R$ 1,5 bilhão.

“As vendas maiores no exterior e a recuperação brasileira pós-greve dos caminhoneiros compensaram os menores níveis de spreads de resinas no Brasil, de polipropileno na Europa e de polietileno na América do Norte”, disse o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Continuamos a registrar resultados vigorosos em geral, apesar da volatilidade do mercado e de alguns desafios operacionais, mais uma prova da resiliência da Companhia e um grande indicativo de que estamos trilhando um caminho seguro de crescimento.”

A normalização da produção no período pós-greve no Brasil fez com que a taxa média de utilização das centrais petroquímicas chegasse a 95%, 5 p.p. superior ao registrado no segundo trimestre. Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, a taxa média de utilização foi 3 p.p. superior, período que foi negativamente impactado pela parada programada da central do Rio de Janeiro.

A demanda de resinas no mercado brasileiro (PE, PP e PVC) foi de 1,4 milhão de toneladas no trimestre, 9% superior ao trimestre anterior, que foi impactado pelas restrições logísticas decorrentes da greve e também influenciada pela sazonalidade. Em relação ao 3T17, a demanda de resinas foi 3% superior. No acumulado do ano, a demanda de resinas apresentou expansão de 3%, devido ao maior nível de atividade, principalmente, nos setores de embalagens, agricultura e consumo.

As vendas de resinas da Braskem totalizaram 917 mil toneladas, um aumento de 12% em relação 2T18 e superior ao desempenho do mercado. Em relação ao 3T17, as vendas ficaram em linha. No acumulado do ano, as vendas de resinas no Brasil apresentaram expansão de 1%, totalizando 2.624 mil toneladas.

A taxa de utilização nos EUA e na Europa foi de 87% no trimestre, 3 p.p. superior ao segundo trimestre, com vendas de 477 mil toneladas de PP. No México, a taxa de utilização das plantas de polietileno foi de 78%, 6 p.p. superior ao segundo trimestre do ano, o qual havia sido negativamente impactado pela parada programada em maio. As vendas de PE totalizaram 136 mil toneladas no mercado mexicano, alta de 1% sobre o trimestre anterior. As exportações a partir do México se mantiveram estáveis devido a estratégia de priorizar o atendimento do mercado mexicano.

Unidade de PP nos EUA

Ao término do terceiro trimestre, a Braskem já investiu US$ 341 milhões de um total de US$ 675 milhões previstos para a construção da nova planta de produção de polipropileno (PP) nos EUA. A planta com capacidade de produção de 450 mil toneladas por ano, localizada em La Porte, no Texas, será a sexta fábrica de PP nos EUA. Até o fim do trimestre, o projeto atingiu 32,8% de progresso físico, incluindo 96,5% do detalhamento de engenharia, 86,5% da aquisição de equipamentos e materiais e 24,3% da construção civil. A previsão é que a planta comece a operar em 2020.

Fonte: Braskem

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Vendas da Evonik crescem 7% no terceiro trimestre de 2018

12/11/2018

  • Ebitda ajustado subiu 8% para 692 milhões de euros
  • Perspectivas para o ano 2018 se confirmam

A Evonik aumentou o Ebitda ajustado do terceiro trimestre de 2018 para 692 milhões de euros (ano anterior: 640 milhões de euros). Os dois segmentos de crescimento – Nutrition & Care e Resource Efficiency – contribuíram de modo considerável para o incremento das receitas e da rentabilidade. A margem Ebitda ajustada aumentou para 18,2% quando comparada aos 18% no mesmo trimestre do ano anterior.

As vendas subiram para 3,8 bilhões de euros no terceiro trimestre (ano anterior: 3,6 bilhões de euros), basicamente devido ao aumento nos preços de venda. A receita líquida ajustada cresceu 35% para 370 milhões de euros, o que corresponde a um lucro ajustado de 0,79 euro por ação.

“Estamos implementando a nossa estratégia de maneira consistente”, diz Christian Kullmann, Presidente da Diretoria Executiva. “Vamos continuar adaptando o nosso portfólio de forma ativa, trazendo inovações para o mercado e promovendo a mudança cultural na empresa”.

Previsões confirmadas

A Evonik confirma que mantém a sua previsão para o ano fiscal de 2018, que a empresa havia aumentado após o primeiro semestre do ano, e continua contando com um Ebitda ajustado entre 2,60 e 2,65 bilhões de euros e um ligeiro aumento nas vendas (ano anterior: 14,4 bilhão de euros). A Evonik mantém a sua perspectiva de um fluxo de caixa notavelmente mais alto para 2018 em comparação com o ano anterior (511 milhões de euros).

A robusta demanda na maioria dos mercados finais relevantes deve se manter no quarto trimestre, especialmente nos segmentos de crescimento Nutrition & Care e Resource Efficiency.

Desenvolvimentos nos segmentos

Resource Efficiency: As vendas no segmento aumentaram 5% para 1,4 bilhão de euros no terceiro trimestre, enquanto o Ebitda ajustado, com 338 milhões de euros, ficou 9% acima daquele do mesmo trimestre do ano anterior. A margem Ebitda ajustada no segmento cresceu de 22,9% para 23,7%. A grande demanda por polímeros de alta performance usados no design leve e em tintas e revestimentos base água ambientalmente amigáveis impulsionou as vendas do trimestre.

Nutrition & Care: As vendas do segmento subiram 5% para 1,2 bilhão de euros. O Ebitda ajustado subiu 13% para 212 milhões de euros. O segmento conseguiu elevar significativamente a sua margem Ebitda ajustada para 18,2% (exercício anterior: 16,9%). A demanda se manteve alta na linha de aminoácidos para nutrição animal. As linhas de negócio Personal Care e Health Care continuaram se desenvolvendo bem.

Performance Materials: As vendas do segmento alcançaram um bilhão de euros no terceiro trimestre, um incremento de 13% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Os preços de venda foram mais altos, sobretudo em resultado da transferência do aumento nos custos das matérias-primas. Os baixos níveis de água no rio Reno reduziram os volumes de transporte, o que exerceu impacto negativo sobre o fluxo de matérias-primas e mercadorias. A linha de metacrilatos se beneficiou de uma boa demanda continuada, especialmente nas indústrias automobilística e de tintas. O Ebitda ajustado do segmento, de 172 milhões de euros, ficou no nível daquele do mesmo período do ano anterior, enquanto a margem Ebitda ajustada caiu de 18,8% para 16,6%.

Fonte: Evonik

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Entrada de Pedidos das Indústrias Romi no 3o. Trimestre de 2018 cresce 40,5% em relação ao mesmo período de 2017

12/11/2018

As Indústrias Romi S.A., empresa líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou entrada de pedidos de R$ 216,6 milhões no 3o. Trimestre de 2018, montante 40,5% superior ao obtido no mesmo período do ano anterior, resultado do lançamento de novos produtos e da recuperação gradual da economia em 2018.

A receita operacional líquida da Unidade de Negócio Máquinas Romi atingiu R$ 97,5 milhões no 3o. Trimestre de 2018, apresentando um aumento de 35,3% quando comparado com o mesmo período de 2017, refletindo o crescimento na entrada de novos pedidos ocorrida desde o 2o. Trimestre de 2018. Esse incremento no volume de pedidos e, consequentemente, da receita operacional líquida, demonstram que está havendo uma recuperação econômica e industrial de maneira sólida e gradual, além da continuidade na consolidação da marca Romi no mercado externo. As margens bruta e operacional dessa unidade de negócio, no mesmo período de comparação também demonstraram evolução de 9,6 % e 9,8 %, respectivamente.

O faturamento da subsidiária alemã B+W, em Reais, apresentou no 3o. Trimestre de 2018 volume 40,8% superior ao observado no 3o. Trimestre de 2017 (13,6% quando a comparação é feita em Euros). Por fim, a receita operacional líquida da unidade Fundidos e Usinados foi de R$49,6 milhões no 3o. Trimestre de 2018, o que representa uma redução de 8,4% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, decorrente, em sua maioria, da redução no volume de peças fundidas e usinadas de grande porte. Por outro lado, parte dessa redução está sendo compensada pela melhoria no volume da demanda gerada em 2018 pelos setores automotivo comercial e de máquinas para movimentação de terra.

A margem bruta de 29,4% obtida no 3o. Trimestre de 2018 apresentou incremento de 0,5 pontos percentuais em relação ao 3o. Trimestre de 2017. Já a margem operacional (EBIT) quando comparada ao 3o. Trimestre de 2017 apresentou queda de 1,1 ponto percentual.

“Em 2018 pode-se notar uma aceleração na quantidade de negócios gerados no mercado doméstico. Nosso time continua focado em deixar nossa estrutura ainda mais leve, ágil e flexível para responder rapidamente as essas oscilações da demanda, buscando assim capturar, com excelência, todas as novas oportunidades” menciona Luiz Cassiano Rosolen, diretor-presidente da Romi.

Fonte: Indústrias Romi

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Covestro tem resultados positivos no 3o.Trimestre em um ambiente de mercado cada vez mais desafiador

01/11/2018

  • Vendas totais sobem 4,8% para 3,7 bi €
  • Volumes principais se mantêm estáveis
  • EBITDA de 859 mi € no nível do ano anterior
  • Receita líquida total de 496 mi €, com alta de 1,0% sobre o ano anterior
  • Fluxo de caixa operacional livre cai 12,2% para 578 mi € devido à elevação dos investimentos
  • Meta de economia de custos de 350 mi € por ano

A Covestro mantém seu desempenho comercial positivo em 2018 com um sólido terceiro trimestre em um ambiente de mercado cada vez mais difícil. As vendas totais subiram 4,8% para 3,7 bilhões de euros em relação ao mesmo trimestre de 2017, devido à elevação dos preços de venda e dos volumes vendidos. Os volumes principais tiveram alta marginal de 0,2%, mantendo-se no nível do ano anterior apesar da disponibilidade limitada de produtos. Com 859 milhões de euros, o EBITDA do grupo também foi equivalente ao do período do ano anterior. No segmento de poliuretanos, a normalização esperada dos preços de TDI levou a um declínio nas margens, fenômeno compensado pelas margens mais altas no segmento de policarbonatos. A receita líquida sofreu leve alta de 1,0% para 496 milhões de euros. O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) caiu 12,2% para 578 milhões de euros devido à elevação dos investimentos.

Dr. Markus Steilemann, CEO da Covestro, afirma: “Continuamos no caminho certo. Os investimentos que decidimos fazer nos apontam nossa direção futura e firmam as bases para crescimento orgânico daqui para a frente. Expandiremos nossas capacidades em todos os segmentos e, assim, fortaleceremos nossa posição de liderança em áreas atraentes que crescem mais rápido que a economia global. Nosso programa de eficiência também melhorará as estruturas de custos no médio prazo.”

Com investimentos totais de cerca de 1,5 bilhão de euros, a Covestro anunciou recentemente a expansão das suas capacidades de MDI em Baytown, Texas (EUA). Lá espera-se que uma nova fábrica de escala mundial comece a produzir aproximadamente 500 quilotoneladas de MDI por ano até 2024. Ao mesmo tempo, há projetos de investimento em curso em Brunsbüttel (Alemanha), Tarragona (Espanha), Antuérpia (Bélgica) e Caojing (China) para elevar as capacidades de produção de MDI e seus precursores da Covestro, a fim de se beneficiar com o crescimento do mercado global. A projeção é de que o mercado de MDI cresça cerca de 5% por ano no longo prazo, superando o PIB global em cerca de 2%.

A Covestro também tem o compromisso de desenvolver produtos inovadores movidos principalmente pela sustentabilidade: desde meados do segundo semestre de 2018, a companhia comercializa o primeiro de uma nova série de poliuretanos termoplásticos fabricados com o auxílio de matérias-primas baseadas em CO2. Comparados aos materiais convencionais, esses novos poliuretanos têm menor impacto ambiental e, por isso, contribuem para suprir a demanda por soluções mais sustentáveis.

Confirmadas previsões para o ano completo

Dr. Thomas Toepfer, CFO da Covestro, declara: “O terceiro trimestre atingiu nossas expectativas. Presenciamos condições comerciais globais cada vez mais desafiadoras e também passamos por limitações na disponibilidade de produtos na Europa e na Ásia no último trimestre. Ainda assim, conseguimos manter os volumes estáveis. Nesse contexto, hoje confirmamos nossas previsões para 2018 como um todo.”

A Covestro antecipa ainda um crescimento de até 5% do volume principal para o ano completo de 2018. A expectativa é de fluxo de caixa operacional acima de 2 bilhões de euros. A empresa espera que o ROCE se mantenha próximo do nível de 2017, enquanto conserva a projeção de EBITDA acima de 2017.

No último trimestre, a Covestro continuou seu programa de recompra de ações, lançando a terceira etapa em agosto. Desde o início do programa, foram recompradas ações no total de cerca de 1,2 bilhão de euros, ou quase 8% do capital social. No geral, até meados de 2019, a Covestro pretende recomprar ações próprias no total de até 1,5 bilhão de euros ou 10% do seu capital social.

Meta de economia de custos de 350 mi € por ano

Simultaneamente, a Covestro está fazendo ótimo progresso com outra iniciativa estratégica: a intensificação da colaboração entre as divisões da empresa e o aumento do uso de soluções digitais devem aumentar a eficácia e a eficiência. A partir de 2021, no mais tardar, estima-se que a economia de custos seja da ordem de 350 milhões de euros por ano, com a meta de limitar o aumento geral dos custos operacionais. O objetivo principal das medidas identificadas é reduzir permanentemente os custos não salariais, apesar da futura redução de aproximadamente 900 postos de jornada integral no mundo todo,  em áreas administrativas, por exemplo. As demissões serão feitas empregando soluções socialmente aceitáveis que já foram acordadas com o conselho de trabalhadores na Alemanha.

Forte crescimento em policarbonatos e Coatings, Adhesives, Specialties

No segmento de poliuretanos, as vendas tiveram queda marginal de 1,2% no terceiro trimestre de 2018 para 1.849 milhões de euros. O declínio nas vendas nas regiões EMLA e APAC foi equilibrado por um aumento na região NAFTA. Alterações nos preços, efeitos de câmbio e interrupções não planejadas na produção causaram impacto negativo. Os volumes principais no segmento de poliuretanos caíram 2,0%, e o EBITDA no segmento caiu 21,5% para 432 milhões de euros. O fenômeno pode ser atribuído principalmente à normalização da situação de fornecimento de TDI e ao aumento dos preços de compra de matérias-primas específicas do segmento.

O segmento de policarbonatos continuou registrando forte crescimento no terceiro trimestre, com alta de 11,3% nas vendas para 1.038 milhões de euros. O crescimento dos volumes principais (de 2,6%) e a elevação dos preços de venda influenciaram positivamente as vendas. As vendas nas regiões EMLA (Europa, Oriente Médio e África) e APAC (Ásia e Pacífico) cresceram substancialmente, compensando a baixa na região NAFTA (América do Norte). O EBITDA do segmento de policarbonatos beneficiou-se com a alta das margens e preços, crescendo 49,3% para 315 milhões de euros. Esse resultado também inclui a receita não recorrente de 36 milhões de euros com a venda do setor de chapas nos EUA.

No segmento de Coatings, Adhesives, Specialties, as vendas subiram 8,8% para 606 milhões de euros. Todas as regiões contribuíram para o crescimento nas vendas. No terceiro trimestre, os volumes principais do segmento também tiveram alta acentuada de 7,2%. O EBITDA atingiu 126 milhões de euros, mantendo-se em nível similar ao do ano anterior.

Desempenho comercial de sucesso nos primeiros nove meses de 2018

Nos primeiros nove meses, a Covestro já firmou bases gerais sólidas para o ano como um todo. Cumulativamente, os volumes principais subiram 1,5% em relação aos números do ano anterior. As vendas saltaram 6,9% para 11,3 bilhões de euros e o EBITDA cresceu 13,7% para 2,9 bilhões de euros. A empresa ainda elevou seu fluxo de caixa operacional livre em 9,9% para 1,3 bilhão de euros.

Com 14,1 bilhões de euros em vendas em 2017, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2017, empregava aproximadamente 16,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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