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Covestro eleva previsões financeiras após um segundo trimestre de resultados positivos

02/08/2018

 

  • Vendas totais sobem 10,4% para 3,9 bi €
  • Volumes principais crescem 4,4%
  • EBITDA aumenta 16,2% para 985 mi €
  • Receita líquida sobe 24,8% para 604 mi €
  • Fluxo de caixa operacional livre cresce 14,1% para 364 mi €
  • Elevação das projeções para EBITDA, FOCF e ROCE
  • Planos de aumentar investimentos para continuar crescendo

A Covestro manteve, no segundo trimestre de 2018, o ótimo desempenho que tem tido ao longo do ano. As vendas totais foram de 3,9 bilhões de euros, um aumento de 10,4% em comparação com o trimestre do ano anterior, graças à alta na demanda e nos preços de venda. Os volumes principais aumentaram 4,4%, com contribuição de todos os três segmentos da empresa, que apresentaram taxas de crescimento positivas. O EBITDA cresceu 16,2% para 985 milhões de euros. Atingindo 604 milhões de euros, a receita líquida subiu 24,8% em relação ao período do ano anterior. O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) teve elevação de 14,1% para 364 milhões de euros.

“Há demanda sustentada por nossos produtos no mundo todo, provando que nossa estratégia continuará rendendo frutos, já que nossos produtos atendem a importantes tendências globais”, afirma o CEO Dr. Markus Steilemann. “Melhoramos todos os nossos principais números no segundo trimestre. Graças a esse forte desempenho, estamos elevando nossas previsões para o ano todo.” Isso vale para o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA), para o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) e o retorno sobre o capital empregado (ROCE).

“Para manter o crescimento no longo prazo, também seguiremos elevando os investimentos”, explica Steilemann. O programa de investimentos inclui a expansão da produção em todos os três segmentos, em diversas localidades e em todas as regiões. Por exemplo, foi anunciada uma expansão significativa da produção global de filmes, com investimentos da ordem de 100 milhões de euros para atender à demanda em alta acentuada. Na unidade de Tarragona (Espanha), estão sendo investidos cerca de 200 milhões de euros para montar uma produção própria de cloro e expandir as instalações atuais para fabricação do precursor de espuma rígida MDI. Além disso, estão sendo expandidas as capacidades de MDI em Brunsbüttel (Alemanha) e a produção de policarbonatos em Caojing (China).

Previsões de crescimento sustentado confirmadas

“Vemos crescimento sólido nas nossas principais indústrias consumidoras e estamos elevando os investimentos para 650 a 700 milhões de euros este ano”, afirma o CFO Dr. Thomas Toepfer. Nos próximos três anos, continuaremos aumentando essas despesas de capital anuais (CAPEX) para até 1,2 bilhão de euros. Isso viabilizará uma expansão focada das capacidades produtivas, além da construção de novas unidades.

Atualmente há sinais de que os preços de mercado estão se normalizando em algumas áreas de produtos, especialmente para o precursor de espuma flexível TDI. “Por isso, nossa meta é reduzir ainda mais a ciclicidade do nosso portfólio de produtos e continuar nos desenvolvendo com sucesso”, acrescenta Toepfer. Esse objetivo poderá ser cumprido principalmente com aplicações adicionais altamente diferenciadas, para os setores automotivo, eletrônico e de saúde, por exemplo.

Com a expectativa de alta demanda sustentada a médio prazo nas principais indústrias consumidoras, a projeção é de elevação do volume principal de cerca de 4% ao ano. Por essa razão, a empresa planeja continuar crescendo mais rápido que o produto interno bruto global (GDP Global). Ao mesmo tempo, a Covestro está monitorando as atuais incertezas geopolíticas.

O programa de recompra de ações da Covestro fez novos progressos, com a segunda etapa lançada no segundo trimestre. Até o momento, foram recompradas ações no valor total de mais de 800 milhões de euros (cerca de 5% do capital social).

No geral, até meados de 2019, a Covestro pretende recomprar ações próprias no total de até 1,5 bilhão de euros ou 10% do seu capital social. Os lucros por ação subiram 28,5% para 3,07 euros, em parte devido ao atual programa de recompra de ações.

Elevação das projeções para EBITDA, FOCF e ROCE

Em vista dos fortes resultados do primeiro semestre, a Covestro está elevando suas previsões para EBITDA, FOCF e ROCE em 2018. A nova expectativa da empresa é que o EBITDA do ano fiscal supere o nível do ano anterior e que o FOCF ultrapasse 2 bilhões de euros. Agora espera-se que o ROCE se mantenha próximo ao de 2017. A Covestro antecipa ainda um crescimento de até 5% do volume principal em 2018. Como sempre, essa previsão baseia-se em uma conjuntura normal de produto interno bruto. Para o terceiro trimestre de 2018, a expectativa é de EBITDA próximo ao nível do ano anterior.

Segundo trimestre de 2018: crescimento em todos os três segmentos

As vendas no segmento de poliuretanos subiram 8,1% para 1.966 milhões de euros no segundo trimestre deste ano. As vendas tiveram evolução positiva em todas as regiões e os volumes principais cresceram 3,9% no segmento, principalmente devido à elevação no grupo de produtos MDI. O EBITDA do segmento subiu 6,2% para 583 milhões de euros.

O segmento de policarbonatos registrou crescimento especialmente forte nas vendas no segundo trimestre, de 15,9% para 1.056 milhão de euros – uma tendência positiva ocasionada principalmente pela alta nos preços de venda. Os volumes principais subiram 5,3%. A região Ásia-Pacífico contribuiu especialmente para a alta. O EBITDA de policarbonatos cresceu 44,7% para 285 milhões de euros.

O segmento de Coatings, Adhesives and Specialties também registrou evolução significativa em relação ao trimestre do ano anterior, com vendas em alta de 4,1% para 629 milhões de euros. Os volumes principais de Coatings, Adhesives and Specialties cresceram 5,8%, a maior taxa de crescimento dos três segmentos. O EBITDA subiu 14,9% para 139 milhões de euros.

Desempenho positivo mantido no primeiro semestre de 2018

No geral, a Covestro teve desempenho muito forte nos primeiros seis meses de 2018. As vendas totais subiram 7,9% ao ano para 7,6 bilhões de euros, impulsionadas principalmente pela alta nos preços de venda em todos os três segmentos. No grupo como um todo, os volumes principais aumentaram 2,2% ao ano nos primeiros seis meses. O EBITDA cresceu 20,9% para cerca de 2 bilhões de euros, motivado principalmente pela elevação dos lucros nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos. A receita líquida foi de 1,2 bilhão de euros, com alta de 31,1%. O FOCF cresceu 37,4% para 728 milhões de euros.

Com 14,1 bilhões de euros em vendas em 2017, a Covestro é um dos maiores produtores mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia, atendendo aos segmentos automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2017, empregava aproximadamente 16,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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Resultados preliminares da Evonik no segundo trimestre excedem expectativas e perspectiva para o ano inteiro melhora

25/07/2018

  • Vendas cresceram 7% para 3,9 bilhões de euros.
  • EBITDA ajustado subiu 16% para 742 milhões de euros.
  • Perspectivas para o FY 2018 melhoram: EBITDA ajustado deve ficar entre 2,6 e 2,65 bilhões de euros

A Evonik aumentou o EBITDA ajustado do segundo trimestre de 2018 para 742 milhões de euros (exercício anterior: 640 milhões de euros). Todos os três segmentos químicos contribuíram para esse aumento com seus avanços no negócio operacional. Todos conseguiram aumentar o EBITDA ajustado e a margem EBITDA na comparação com o mesmo trimestre do exercício anterior.

As vendas aumentaram para 3,9 bilhões de euros no segundo trimestre (exercício anterior: 3,6 bilhões de euros), principalmente devido ao aumento nos volumes de venda e nos preços de venda. O lucro líquido ajustado ficou em 354 milhões de euros, o que corresponde a um lucro ajustado por ação de 0,76 euro. A margem EBITDA ajustada aumentou para 19,2%, ficando 1,5 ponto percentual acima do registrado no mesmo período do exercício anterior.

No primeiro semestre do ano, a Evonik gerou vendas de 7,5 bilhões de euros e um EBITDA ajustado de 1,4 bilhão de euros. Na comparação com o primeiro semestre de 2017, as vendas cresceram 4% e o EBITDA ajustado subiu 15%. A margem EBITDA ajustada aumentou de 17% para 18,8%.

Previsão aumentada

Com base em seu desempenho no primeiro semestre do ano, a Evonik elevou a estimativa para o ano fiscal de 2018 e agora espera um EBITDA ajustado de 2,60-2,65 bilhões de euros. A empresa havia projetado um EBITDA ajustado de 2,4- 2,6 bilhões de euros.

A perspectiva de fluxo de caixa livre também foi melhorada. Para 2018, a Evonik projeta um fluxo de caixa livre notavelmente mais alto na comparação com o exercício anterior. Até agora, a empresa previa um fluxo de caixa livre ligeiramente mais alto.

Desenvolvimentos nos segmentos

O segmento Resource Efficiency continuou o seu desenvolvimento estável e lucrativo no segundo trimestre. As vendas aumentaram 8% para 1,5 bilhão de euros (exercício anterior: 1,4 bilhão de euros), enquanto o lucro ajustado, com 366 milhões de euros, ficou 15% acima daquele do trimestre do exercício anterior.

A margem EBITDA ajustada no segmento subiu 1,4 ponto percentual para 24,7%. No geral, o segmento se beneficiou da alta utilização da capacidade e da demanda continuadamente alta por sílica; polímeros de alta performance, incluindo design leve; e tintas e revestimentos base água ambientalmente corretas da linha de negócios Coating Additives.

As vendas no segmento Nutrition & Care, no valor de 1,2 bilhão de euros, ficaram ligeiramente acima das do exercício anterior. O lucro ajustado cresceu 10% para 222 milhões de euros (exercício anterior: 201 milhões. O segmento conseguiu aumentar significativamente a sua margem EBITDA ajustada para 18,7% (mesmo trimestre do exercício anterior: 17,3%).

Esse aumento se deve ao foco consistente em produtos com margens mais altas, repasse de custos de matéria-prima e rígida redução de custos, especialmente nas linhas Animal Nutrition e Baby Care. Na linha de aminoácidos para nutrição animal, o ambiente de mercado se manteve sólido ao longo do trimestre referido. Os volumes de venda se desenvolveram de modo positivo e ficaram acima dos do mesmo trimestre do exercício anterior.

Os preços de venda mantiveram a tendência de estabilização que já havia ficado evidente no início do ano. Aumentos significativos de venda também foram registrados na linha Personal Care, que se beneficiou de volumes consideravelmente mais altos em um mix de produtos melhor. As linhas Health Care e Polyurethane Foam Additives continuaram seu desenvolvimento comercial positivo.

As vendas no segmento Performance Materials alcançaram 1,0 bilhão de euros no segundo trimestre, 13% acima do exercício anterior. A razão disso foram os preços de venda persistentemente altos no negócio de metacrilatos e um ambiente de mercado melhor na linha Performance Intermediates. O EBITDA ajustado subiu para 196 milhões de euros (exercício anterior: €168 milhões). O segmento Performance Materials aumentou sua margem EBITDA ajustada para 19,1% (exercício anterior: 18,5%).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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