Posts Tagged ‘Balanço 2o.Trim 2017’

Com segundo trimestre forte, Lanxess espera ganhos recordes para 2017

22/08/2017

  • Vendas subiram 30% chegando a 2.5 bilhões de Euros
  • Ebitda pré-excepcional cresceu 25,3% chegando em 367 milhões de Euros
  • Margem Ebitda pré-excepcional de 14.6%
  • Aquisição da Chemtura garantiu uma contribuição significativa aos resultados
  • Nova estrutura de negócios reportada
  • Lucro líquido pré-excepcional cresceu 75% alcançando 141 milhões de Euros
  • Previsão para o ano de 2017 confirmada: Ebitda pré-excepcional entre 1.225 bilhão e 1,3 mil milhões de Euros

Após um excelente segundo trimestre, a Lanxess, empresa de especialidades químicas, continua acreditando que terá os melhores resultados de sua história nesse ano.

As vendas globais da empresa aumentaram quase 30% alcançando US$ 2,5 bilhões, ante US$ 1,9 bilhão do ano anterior. O Ebitda pré-excepcional melhorou em cerca de 25%, chegando a 367 milhões de Euros, contra 293 milhões de Euros do trimestre anterior. Esse crescimento deve-se principalmente a contribuição dos negócios da Chemtura, empresa recentemente adquirida, bem como em função de maiores volumes e preços de venda. A margem Ebitda do segundo trimestre de 2017 situou-se em 14,6%, um pouco abaixo do alto valor de 15,1% reportado no período anterior.

“Nossa estratégia de crescimento está em evolução. Nosso forte desempenho operacional e as aquisições lucrativas são a base para esses sólidos resultados do segundo trimestre. Os recém-adquiridos negócios da Chemtura já estão garantindo uma contribuição significativa aos lucros, além de outras áreas do nosso portfólio de produtos também estarem se desenvolvendo positivamente”, explica Matthias Zachert, CEO da Lanxess.

Devido a um encargo excepcional, o lucro líquido foi de 3 milhões de Euros, após 75 milhões de Euros computados no trimestre anterior. A aquisição da Chemtura e o fechamento planejado da produção de produtos químicos de cromo no site de Zárate, na Argentina, que ocorrerá no quarto trimestre de 2017, ajudaram no incremento do lucro líquido pré-excepcional em torno de 75% para 141 milhões de euros, contra 80 milhões no segundo trimestre de 2016.

“Estamos no caminho certo e continuamos a esperar ganhos recordes durante todo o ano. No entanto, em comparação com o forte ano anterior, estamos antecipando um pequeno enfraquecimento dos resultados no segundo semestre de 2017”, complementa Zachert.

A Lanxess continua a prever o Ebitda pré-excepcional para todo o ano 2017 entre EUR 1.225 bilhão e EUR 1.3 bilhões. Esse seria o melhor resultado da empresa desde 2012, quando registrou um valor de cerca de 1,2 bilhões de Euros.

Nova estrutura

No final de abril, a Lanxess completou a aquisição da empresa química americana, Chemtura, e posteriormente ajustou a estrutura de negócios do Grupo. Como efeito imediato, a empresa reporta cinco segmentos que compreendem um total de doze unidades de negócio.

O segmento Advanced Intermediates abrange os negócios intermediários e agroquímicos. O novo segmento Specialty Additives agrupa todas as atividades de aditivos. O segmento Performance Chemicals é composto pelas unidades de negócios responsáveis por pigmentos de cor, produtos químicos de couro, produtos de proteção de materiais e tecnologias de tratamento de água. O segmento Engineering Materials abrange os negócios de plásticos de alta performance e uretanos. A Arlanxeo engloba o negócio de borrachas sintéticas. No relatório do segmento, os valores do ano anterior foram atualizados conforme a necessidade.

Vendas substancialmente maiores em todos os segmentos

No segundo trimestre de 2017, as vendas do segmento Advanced Intermediates foram de 505 milhões de Euros, 14% superior ao ano anterior que registrou 443 milhões de Euros. O Ebitda pré-excepcional cresceu 10,2% para 97 milhões de Euros, em comparação aos 88 milhões de Euros computados no ano anterior. Os resultados positivos se deram especialmente pelo aumento dos preços de venda dos produtos e pela contribuição da nova unidade de negócios Organometallics. A margem Ebitda pré-excepcional foi de 19,2%, contra 19,9 registrado no trimestre anterior.

O novo segmento Specialty Additives registrou vendas de 440 milhões de Euros, um crescimento de 106,6% quando comparado ao ano anterior, que registrou 213 milhões de Euros. O Ebitda pré-excepcional chegou a 75 milhões de Euros, registrando um crescimento de 67% quando comparado ao ano anterior, que contou com resultados de 45 milhões. Esse desenvolvimento positivo deu-se principalmente em função da aquisição dos negócios da Chemtura. Volumes de venda maiores também afetaram os resultados. A margem Ebitda pré-excepcional de 17% foi inferior ao alto nível de 21,1% relatado no trimestre anterior.

As vendas no segmento Performance Chemicals aumentaram em 11,2%, alcançando 367 milhões de euros, contra 330 milhões de euros do ano anterior. Preços de venda mais altos e a aquisição da companhia Clean and Disinfect, em 2016, resultou em um positivo efeito nos ganhos. A margem Ebitda pré-excepcional cresceu de 20,9% para 21,8%.

No novo segmento Engineering Materials, as vendas chegaram a 361 milhões de Euros, registrando um crescimento de 31,3% em comparação ao ano anterior, quando conquistou 275 milhões de Euros. O Ebitda pré-excepcional registrou um crescimento substancial de 60%, de 45 milhões para 72 milhões de Euros. O negócio de uretanos recém-adquirido da Chemtura contribuiu de forma especial para a melhora dos resultados. Volumes e preços de venda mais altos e uma melhor utilização da capacidade contribuíram para o desenvolvimento positivo dos ganhos. A margem Ebitda resultante pré-excepcional de 19,9 por cento, foi significativamente superior ao valor de 16,4% registrado no trimestre anterior.

Foram registradas ainda vendas de 835 milhões de Euros no segmento Arlanxeo, o que significou um crescimento de 24,6%, quando comparado aos 670 milhões do ano anterior. O Ebitda pré-excepcional chegou a 92 milhões de Euros, uma queda de 3% quando comparado aos 95 milhões computados no ano anterior. Custos energéticos mais elevados, em particular, contrastam com o maior valor de venda dos produtos em função da passagem do aumento dos custos das matérias-primas. A margem Ebitda pré-excepcional foi de 11%, contra 14,2% registrados no ano anterior.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lanxess

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Braskem tem lucro de R$ 1,1 bilhão no 2º trimestre de 2017

17/08/2017

Dados das demonstrações financeiras auditadas reforçam momento positivo vivido pelo setor petroquímico

No mês em que completa 15 anos, a Braskem divulgou um lucro líquido de R$ 1,142 bilhão no segundo trimestre de 2017, um expressivo aumento sobre o lucro de R$ 275 milhões na comparação com igual trimestre do ano passado. No ano, a Braskem acumula lucro líquido de R$ 3,057 bilhões.

O Ebitda consolidado alcançou R$ 3,029 bilhões, valor 1% maior ao do segundo trimestre de 2016. Em dólar, o Ebitda foi de US$ 945 milhões, alta de 10% na comparação com o segundo trimestre de 2016, conforme demonstrações financeiras auditadas pela KPMG.

O desempenho da Braskem no trimestre é atribuído à manutenção das saudáveis margens do setor petroquímico, além de ganho de capital com a venda da quantiQ e da maior produção do Complexo Petroquímico do México, que estava em processo de partida em meados do ano passado. “Seguimos na implantação da nossa estratégia de crescimento como empresa global, com foco na internacionalização geográfica e na diversificação de matérias-primas, gerando valor para todos os acionistas da Braskem”, afirma Fernando Musa, presidente da petroquímica.

No segundo trimestre de 2017, a Braskem apresentou receita líquida de R$ 11,9 bilhões, alta de 1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Como resultado do seu processo de internacionalização, o mercado externo representou, no segundo trimestre, 45% do total da receita líquida, divididos entre as exportações a partir do Brasil (19%) e a receita auferida pelas unidades internacionais (26%) dos Estados Unidos, Europa e México.

A Braskem manteve suas unidades industriais operando com altas taxas de ocupação de capacidade. Os crackers no Brasil operaram a 93%, uma pequena queda em razão da parada programada da central de São Paulo. Nos Estados Unidos e na Europa, a taxa média de operação das plantas industriais ficou em 95%, índice menor do que o registrado no trimestre anterior, dada a revisão da capacidade nominal de produção dessas unidades e da parada de manutenção da fábrica de Schkopau, na Alemanha.

No México, a taxa de operação média das plantas de polietileno foi de 83%, em função principalmente de ajustes operacionais e de ajustes pontuais no fornecimento de etano para o cracker no período. Do lado comercial, o volume de vendas de poliolefinas no Brasil foi 1% superior ao mesmo período do ano anterior ao passo que as vendas de petroquímicos básicos no mesmo mercado ficaram estáveis.

Nos EUA e Europa, o volume de vendas de polipropileno no segundo trimestre de 2017 apresentou aumento de 2% em relação a igual período de 2016, principalmente, devido ao aumento na capacidade das plantas dos Estados Unidos realizado no fim do ano passado. No México, o esforço comercial concentrou-se no atendimento ao mercado mexicano cujo volume de vendas foi superior em 4%. Consequentemente, as exportações apresentaram uma redução de 22%, com diminuição do volume exportado para a Ásia.

Investimentos

Em junho, o Conselho de Administração da Braskem aprovou o investimento de até US$ 675 milhões para a construção da sexta unidade de produção de polipropileno (PP) na cidade de La Porte, no estado norte-americano do Texas. A nova fábrica, que produzirá 450 mil toneladas por ano, permitirá à Braskem seguir na liderança no segmento de polipropileno para atender aos clientes no mercado norte-americano.

“A aprovação deste investimento reforça a confiança que os acionistas mantêm no crescimento do nosso negócio, na nossa capacidade de desenvolvimento de projetos e na busca dos melhores resultados”, declara Fernando Musa.

A Braskem celebrou 15 anos ontem, no dia 16 de agosto. Criada em 2002 com a integração de seis ativos, a empresa consolidou o setor petroquímico no Brasil, deu passos importantes em sua internacionalização e se transformou em uma das maiores produtoras mundiais de resinas termoplásticas.

Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, e faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

 

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Margens operacionais da Romi seguem evoluindo e Ebitda atinge 12,1% no 2o. Trimestre de 2017

14/08/2017

A Indústrias Romi S.A., empresa líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou no segundo trimestre de 2017 receita operacional líquida de R$163,8 milhões, montante 9,1% superior ao alcançado no 2o. Trimestre de 2016. Esse incremento foi devido principalmente ao faturamento da unidade de Fundidos e Usinados, que tem aumentado o seu volume de receita desde o início de 2016.

A margem bruta obtida no 2o. Trimestre de 2017 foi de 28,9%, resultado 5,5 p.p superior ao segundo trimestre de 2016. A geração operacional de caixa medida pelo Ebitda foi de R$ 19,9 milhões, representando uma margem Ebitda 12,1% no 2o. Trimestre de 2017.

A receita operacional líquida da Unidade Máquinas Romi atingiu R$ 65,1 milhões no 2o. Trimestre de 2017, montante praticamente estável em relação ao 2o. Trimestre de 2016, demonstrando que o cenário doméstico ainda apresenta baixo nível de investimentos. As receitas do mercado externo continuam demonstrando solidez, e apresentaram crescimento de cerca de 4,0% em dólares no 1o. Semestre de 2017, quando comparado com o mesmo período de 2016.

O faturamento da subsidiária alemã B+W apresentou no 2o. Trimestre de 2017, quando comparado com o 2o. Trimestre de 2016, aumento de 2,5% em Reais. Nesse mesmo período de comparação, porém, em Euro, esse incremento foi de 9,5%, demonstrando que o faturamento tem refletido a sólida carteira de pedidos para o exercício de 2017.

No 2o. Trimestre de 2017, a receita operacional líquida da unidade Fundidos e Usinados foi de R$ 64,3 milhões, o que representa aumento de 23,0% em relação ao 2o. Trimestre de 2016. Número é decorrente, principalmente, do aumento de pedidos de peças fundidas e usinadas para os segmentos automotivo comercial e agrícola. A margem bruta dessa Unidade de Negócio no 2o. Trimestre de 2017 foi de 27,5%, apresentando aumento de 10,8 pontos percentuais em relação ao 2o. Trimestre de 2016 devido ao maior volume de receita e de produção e aos ajustes operacionais voltados para a evolução da eficiência.

“Mesmo em um cenário de fraca atividade econômica, os esforços realizados pela Companhia nas diversas otimizações, principalmente das estruturas indiretas, puderam ser percebidos no resultado positivo do primeiro semestre de 2017, onde as margens operacionais continuam evoluindo e a dívida líquida sendo reduzida. De maneira geral, o mercado doméstico tem mostrado uma melhora muito tímida, sinalizando um segundo semestre ainda bastante desafiador, especialmente para a unidade de Máquinas Romi. Ações voltadas para geração de caixa e em medidas para permitir uma resposta rápida às volatilidades da demanda de mercado continuarão sendo o foco da Romi” menciona Luiz Cassiano Rosolen, diretor-presidente da Romi.

Fonte: Romi

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