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Balanço da Evonik no primeiro trimestre de 2018 registra resultados positivos

19/05/2018

  • Ebitda ajustado aumentou 14% para 679 milhões de euros
  • Vendas cresceram 1% para 3,68 bilhões de euros
  • Previsão para o ano inteiro se confirmou

A Evonik começou bem o ano de 2018. O Ebitda ajustado cresceu para 679 milhões de euros no primeiro trimestre, um aumento significativo de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os três segmentos nos quais a empresa atua contribuíram para o incremento das receitas.

“Estamos implementando a nossa nova estratégia com firmeza”, disse Christian Kullmann, Presidente da Diretoria Executiva. “Com o foco em inovação e a cultura corporativa orientada ao desempenho, estamos trabalhando para garantir um crescimento rentável. Nossa meta é um portfólio equilibrado focado em especialidades químicas”.

As vendas aumentaram 1% para 3,68 bilhões de euros no primeiro trimestre, impulsionadas sobretudo por volumes de vendas ligeiramente mais altos, além de melhores preços de venda. O câmbio exerceu um efeito reverso, sobretudo por conta do dólar mais fraco.

A margem Ebitda ajustada cresceu para 18,5% (trimestre do ano anterior: 16,4%). A renda líquida ajustada aumentou para 333 milhões de euros e o lucro ajustado por ação subiu para 0,71 euro. O fluxo de caixa livre aumentou para 84 milhões de euros (trimestre do exercício anterior: 57 milhões de euros) em
decorrência da redução de gastos de capital.

Previsões confirmadas

Apesar do crescente efeito negativo do câmbio, a Evonik reitera a sua previsão para o ano e espera crescer tanto em vendas quanto em receitas operacionais. O Ebitda ajustado deve aumentar para um valor entre 2,4 e 2,6 bilhões de euros (2017: 2,36 bilhões). Graças às suas fortes posições de mercado e ao foco estratégico em seus quatro motores de crescimento – Specialty Additives, Animal Nutrition, Smart Materials e Health & Care – a Evonik acredita que a demanda continuará alta.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: As vendas aumentaram 3% para 1,4 bilhão de euros no primeiro trimestre. A consolidação do negócio da sílica adquirido da J. M. Huber em setembro do ano passado e o aumento nos preços de venda contribuíram para esse incremento. A linha de negócios Coating Additives apresentou forte demanda, especialmente na região Ásia-Pacífico, e o desempenho de linha de Crosslinkers na Europa foi igualmente satisfatório. O Ebitda ajustado do segmento Resource Efficiency cresceu 9% para 325 milhões de euros.

Nutrition & Care: Com 1,12 bilhão de euros, as vendas no primeiro trimestre de 2018 ficaram niveladas com as do mesmo período de 2017. As condições do mercado de nutrição animal para aminoácidos essenciais foram boas no período. Embora os volumes de venda fossem ligeiramente mais altos, os preços de venda em geral ficaram estáveis comparados ao mesmo período do ano passado. Um aumento substancial em vendas foi registrado nos produtos na linha Personal Care, que se beneficiou de um aumento considerável nos volumes de venda e de uma melhora nos preços. Os negócios nas linhas de Health Care e Polyurethane-Foam Additives continuam se desenvolvendo bem, com boa demanda. O Ebitda ajustado do segmento Nutrition & Care aumentou 12% para 209 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas cresceram 4% no primeiro trimestre, fechando em 995 milhões de euros. O incremento se deveu a preços de venda mais altos, embora o câmbio exercesse efeito negativo. A linha de negócios Methacrylates continuou apresentando desempenho positivo, registrando um aumento considerável nas vendas. A demanda se manteve satisfatória, especialmente nas indústrias automotiva e de revestimentos, embora a oferta continuasse escassa. O Ebitda ajustado do segmento Performance Materials melhorou 14% para 179 milhões de euros.

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. Com mais de 36.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo. No ano fiscal de 2017, a empresa gerou vendas da ordem de 14,4 bilhões de Euros e um lucro operacional (Ebitda ajustado) de 2,36 bilhões de Euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Braskem registra resultados positivos no primeiro trimestre de 2018

15/05/2018

A Braskem continua apresentando resultados favoráveis, tendo atingindo nos três primeiros meses do ano um EBITDA de R$ 2,6 bilhões, um lucro líquido da controladora de R$ 1,1 bilhão e uma geração livre de caixa foi de R$ 1,8 bilhão.

A manutenção de bons resultados demonstra a resiliência da Braskem ante impactos como os provocados pela interrupção do fornecimento de energia elétrica para as plantas do Nordeste do Brasil em março, pelo inverno mais rigoroso que o esperado nos Estados Unidos, pela parada programada de manutenção de Triunfo (RS) e pela parada não-programada na planta de cloro-soda em Alagoas. Na produção, a taxa média de operação das plantas nos EUA e na Europa (7 plantas de PP) foi de 92%; no Brasil (4 centrais petroquímicas), de 90%; e, no México (3 plantas de PE), de 86%;

“A robustez desse conjunto de resultados mostra sem sombra de dúvidas que a Companhia está preparada para enfrentar desafios previsíveis e imprevisíveis”, afirma o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Isso ratifica o sucesso da nossa estratégia de diversificação geográfica, de maior equilíbrio no balanço de matérias-primas e de busca contínua por ganhos de eficiência operacional.”

Essa percepção pode ser medida também na melhoria da classificação dada pelas agências de rating. A Standard & Poor’s e a Moody’s alteraram a perspectiva do risco de crédito da Companhia de negativo para estável em março e abril, respectivamente. Neste cenário, a Braskem permanece grau de investimento pela Standard & Poor’s (BBB) e pela Fitch Ratings (BBB-) e acima do risco soberano pelas três maiores agências de classificação de risco (S&P, Fitch Ratings e Moody’s).

Para seguir na melhoria de resultados e transparência, a Braskem vem trabalhando para aprimorar a sua governança corporativa. Na Assembleia Geral de Acionistas, realizada em abril, foram definidas em Estatuto a criação em caráter permanente do Comitê de Conformidade e a obrigação da existência de pelo menos 20% de membros independentes no Conselho de Administração.

Lucro líquido e dividendos

No primeiro trimestre de 2018, o EBITDA ficou em R$ 2,6 bilhões e US$ 818 milhões quando medido em dólares. O lucro líquido da controladora foi de R$ 1,1 bilhão. Na Assembleia de Acionistas realizada no fim de abril, a Braskem aprovou a distribuição de dividendos adicionais no montante de R$ 1,5 bilhão, totalizando R$ 2,5 bilhões em dividendos, o que representou 61% do lucro líquido de R$ 4 bilhões relativos ao exercício de 2017 – em linha com o percentual histórico. A geração livre de caixa de R$ 1,8 bilhão no primeiro trimestre de 2018 foi R$ 1,34 bilhão superior ao resultado do quarto trimestre de 2017.

Investimentos

A Braskem aumentará em 25% seus investimentos neste ano de 2018 em relação ao ano passado. O CAPEX ultrapassará em 2018 o patamar de R$ 2,8 bilhões. Ao final do primeiro trimestre, a Braskem já havia investido US$ 212 milhões de um total de até US$ 675 milhões previstos para a sexta planta de produção de Polipropileno nos Estados Unidos, valor referente aos gastos com o detalhamento de engenharia, 90% completo, e com as compras de equipamentos. A construção da planta, que terá capacidade de produção de 450 mil toneladas, começou neste trimestre e já alcançou 16% do progresso físico total do projeto. Os primeiros grandes equipamentos, como os reatores, já foram entregues com sucesso no site situado em La Porte, no estado norte-americano do Texas.

Com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos. Sua receita líquida foi de R$ 50 bilhões em 2017. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

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