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Braskem registra prejuízo líquido de R$ 3,65 bilhões e receita líquida de vendas de R$ 12,6 bilhões no primeiro trimestre de 2020

04/06/2020

Braskem está dando atenção especial à proteção do caixa”, diz CEO

A Braskem registrou Ebitda de R$ 1,3 bilhão (US$ 294 milhões) no primeiro trimestre de 2020, um crescimento de 32% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. A operação no Brasil teve Ebitda de R$ 1,05 bilhão, registrando crescimento de 214% em relação ao último trimestre de 2019. Já a receita líquida da companhia se manteve estável em relação ao último trimestre do ano passado, atingindo R$ 12,6 bilhões. O resultado se deu, sobretudo, pelo maior volume na comercialização de resinas no mercado brasileiro, de polipropileno (PP) nos EUA e na Europa e de polietileno (PE) no México, além de menores despesas com vendas, gerais e administrativas.

“A Braskem segue focada na disciplina de alocação de capital como forma de manter a sua posição robusta de caixa para que possamos enfrentar esse momento de crise global. Estamos fazendo isso sem deixar de lado a segurança e a saúde das nossas equipes, um valor inegociável para a companhia”, disse Roberto Simões, presidente da Braskem.

A taxa de frequência global de acidentes com e sem afastamento (CAF + SAF) foi de 0,81 (eventos/milhão de horas trabalhadas), 74% abaixo da média do setor.

No trimestre, a companhia registrou prejuízo líquido de R$ 3,65 bilhões. Segundo a empresa, o resultado deve-se principalmente ao impacto da variação cambial no resultado financeiro, dada a depreciação do real e do peso mexicano frente ao dólar ao longo do trimestre.

Em maio, o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ) e a SEC, órgão regulador do mercado de capitais americano, confirmaram o término da monitoria independente na Braskem prevista nos acordos firmados em 2016. A decisão do DoJ e da SEC baseou-se no relatório final dos monitores independentes que atestaram a implementação, pela companhia, de todas as recomendações relativas à estruturação e funcionamento do seu programa de conformidade, concluindo o atendimento aos padrões estabelecidos nos referidos acordos. Com o fim da monitoria independente e certificação pelo Ministério Público Federal do Brasil, DoJ e SEC, a Braskem cumpriu com suas obrigações estabelecidas nos acordos.

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Evonik divulga resultado financeiro do primeiro trimestre de 2020

04/06/2020

  • 1º trimestre: as vendas caíram 1%; o EBITDA ajustado recuou 5%
  • Perspectivas para 2020 adaptadas: EBITDA ajustado deverá ficar entre 1,7 e 2,1 bilhões de euros

As vendas da empresa recuaram 1% para 3,24 bilhões de euros no primeiro trimestre, na comparação com o ano anterior. As receitas ajustadas antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) caíram 5% para 513 milhões de euros.

“Implementamos medidas a tempo e de maneira consistente a fim de proteger da melhor forma possível a saúde dos nossos colaboradores e, ao mesmo tempo, manter as operações”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva. “Estamos fazendo tudo o que está ao nosso alcance para assegurar um fornecimento confiável aos nossos clientes”.

Embora a Evonik esteja enfrentando dificuldades de logística e produção, as cadeias de fornecimento estão intactas e praticamente não há restrições de produção no mundo inteiro, exceto por algumas paralisações determinadas pelo governo em parques industriais menores.

Em todos os locais são adotados rígidos padrões de higiene, afirma a empresa. Sempre que possível no caso de funções administrativas, a Evonik diz ter criado condições para permitir que os colaboradores trabalhassem de casa, aplicando os modelos existentes de horário de trabalho flexível. Um comitê diretivo interno tem monitorado atentamente essa situação dinâmica para permitir que a empresa reaja com rapidez no caso de novos desdobramentos. Mas, a Evonik também dispõe de liquidez e linhas de crédito compromissadas não usadas, assegura a empresa.

“Nossos esforços dos últimos anos de cortar custos e aumentar a eficiência na empresa agora estão surtindo efeito”, disse Ute Wolf, CFO. “Temos um balanço patrimonial robusto e boa folga de liquidez”.

A redução dos volumes e dos preços de venda foram responsáveis pela queda do EBITDA ajustado no primeiro trimestre. O segmento Performance Materials foi afetado ainda pela baixa demanda e a desvalorização dos estoques em decorrência da forte redução do preço do petróleo. Em consequência, a margem EBITDA ajustada baixou de 16,4% para 15,8%.

A receita líquida ajustada recuou 27% para 181 milhões de euros, com queda do lucro ajustado por ação de 0,53 para 0,39 euro. A empresa gerou um fluxo de caixa livre positivo de 113 milhões de euros no primeiro trimestre. Na comparação com o mesmo trimestre ao ano passado, houve uma redução de 46 milhões de euros, basicamente em virtude de maiores encargos fiscais.

Os efeitos da pandemia do coronavírus sobre as vendas e as receitas da Evonik no primeiro trimestre foram moderados. Hoje a empresa vê com maior clareza qual será a extensão dos danos da pandemia sobre a economia global. No início do ano, ainda não era possível ter essa perspectiva.

Diante desse cenário, a Evonik está ajustando a sua previsão para o exercício de 2020. A empresa agora espera vendas entre 11,5 e 13,0 bilhões de euros e um EBITDA ajustado entre 1,7 e 2,1 bilhões de euros. Anteriormente, a Evonik havia projetado vendas estáveis de cerca de 13,1 bilhões de euros e um EBITDA ajustado entre 2,1 a 2,3 bilhões de euros.

A diretoria executiva mantém o seu propósito de pagar dividendos de 1,15 euro por ação para o ano financeiro de 2019. O valor de 0,57 euro por ação será pago em 2 de junho de 2020 a título de adiantamento sobre o lucro líquido. Em 3 de setembro de 2020, será pago o restante de 0,58 euro por ação, dependendo de resolução correspondente a ser tomada na reunião anual dos acionistas em 31 de agosto de 2020.

Desenvolvimento nos Segmentos

Resource Efficiency: Com vendas de 1,44 bilhão de euros no primeiro trimestre de 2020, o segmento alcançou o nível do ano anterior. O segmento se beneficiou da primeira consolidação da PeroxyChem, fabricante de peróxido de hidrogênio e ácido peracético dos EUA, adquirida no início de fevereiro. Os produtos com oxigênio ativo avançaram bem, de modo geral, tanto para aplicações clássicas quanto para especialidades, como, por exemplo, desinfetantes. A linha de crosslinkers também apresentou um bom avanço. O desaquecimento da economia na Ásia e a redução da demanda dos setores automotivo e de revestimentos em razão da pandemia afetou o desenvolvimento dos negócios individuais. Em especial, aditivos para revestimento, sílica para a indústria de pneus e polímeros de alta performance registraram vendas ligeiramente mais baixas. O EBITDA ajustado no segmento Resource Efficiency cresceu 4% para 344 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas caíram 1% para 1,13 bilhão de euros no primeiro trimestre. A linha de aminoácidos essenciais para nutrição animal registrou uma demanda significativamente mais alta e conseguiu aumentar suas vendas e manter os preços praticamente estáveis. O negócio de Health Care também se desenvolveu bem em produtos farmacêuticos e ingredientes alimentícios. As vendas do negócio Baby Care, por outro lado, ficaram significativamente mais baixas, afetadas pelo acirramento da concorrência no setor de superabsorventes. O EBITDA ajustado caiu 3% para 174 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas do segmento Performance Materials recuaram 9% para 472 milhões de euros no primeiro trimestre. As vendas da linha de negócios Performance Intermediates caíram em função da fraca demanda, especialmente nas indústrias automotiva e do petróleo. O negócio também foi impactado pela queda maciça do preço do petróleo. O EBITDA ajustado do segmento recuou 57% para 23 milhões de euros em decorrência da forte redução do preço do petróleo.

 

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Indústria brasileira de embalagens plásticas auxilia no combate à pandemia e tem desempenho positivo no primeiro trimestre do ano

29/04/2020

Apesar da produção de automóveis, eletro eletrônicos, artigos de construção e papel e celulose ter registrado queda nos primeiros três meses do ano, setores como os de alimentos, produtos de higiene (doméstica e pessoal) e embalagens tiveram um desempenho mais favorável. Segundo estudo realizado pela Maxiquim, com exclusividade para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), as embalagens plásticas flexíveis se destacaram dentro do setor mais amplo das embalagens, já que são utilizadas diretamente em itens da cesta básica e artigos de higiene e limpeza.

Alimentos como arroz, feijão, macarrão e molhos registraram alta de consumo puxada pelo aumento do número de refeições preparadas em casa. Itens de higiene pessoal, como sabonetes, também apresentaram um crescimento nas vendas no período analisado. “Isto justifica o desempenho das embalagens plásticas flexíveis no período, visto que estes são importantes mercados para o setor”, explica Rogério Mani, Presidente da ABIEF.

O estudo da Maxiquim aponta que a produção de embalagens plásticas flexíveis cresceu 1,6% no Brasil nos primeiros três meses de 2020, em comparação com o último trimestre de 2019, chegando a 487 mil toneladas. Já o consumo aparente de embalagens flexíveis registrou alta de 1,3% no período, atingindo 474 mil toneladas. A resina mais utilizada foi o PP (polipropileno), com um incremento de 3,7% no volume total produzido, seguida por PEAD (polietileno de alta densidade), com um aumento de 3,6% no volume. As exportações brasileiras de flexíveis também tiveram um desempenho positivo, com alta de 5%, gerando US$ 57 milhões de receitas.

“Estes números são importantes para expor o potencial do setor e, principalmente, demonstrar como o plástico – incluindo a embalagem plástica flexível – tem um papel fundamental no desenvolvimento social e econômico da sociedade moderna. Neste período de pandemia, o plástico deixou de ser o vilão e voltou a ser reconhecido como um material nobre e de valor imensurável no cotidiano das pessoas, com ênfase à proteção dos alimentos e garantia de acesso a medicamentos”, atesta Mani.

“Isso não significa que o grande desafio de nosso setor, a sustentabilidade, será deixada de lado. Com a maior consciência da sociedade sobre a importância do plástico, poderemos abrir discussões conjuntas e chegar a soluções inseridas no cenário da Economia Circular. Temos que pensar na sustentabilidade e na circularidade das embalagens desde o seu projeto. Assim, cada vez mais teremos embalagens com conteúdo reciclado, mono material e com processos simplificados. E estas mesmas embalagens continuarão garantindo segurança alimentar, proteção dos produtos, otimização logística e comunicação adequada com os consumidores. Mais do que nunca, o plástico provou que não é lixo, mas sim uma matéria-prima de grande valor”, finaliza o Presidente da ABIEF.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Covestro divulga balanço do 1o. trimestre de 2020

29/04/2020

  • Volumes principais caem 4,1%
  • Vendas totais de aproximadamente 2,8 bi de euros (-12,3%)
  • Ebitda de 254 mi de euros (-42,5%)
  • Receita líquida de 20 mi de euros (-88,8%)
  • Fluxo de caixa operacional livre (FOCF) de -249 mi de euros
  • Assembleia Geral Anual de 2020 reagendada para 30 de julho

A Covestro informa ter atingido sua previsão de Ebitda para o primeiro trimestre de 2020 em um ambiente de negócios fortemente afetado pelo coronavírus. Os volumes principais caíram 4,1% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Isso é resultado, principalmente, de uma redução substancial da demanda na China em fevereiro e março de 2020, devido às interrupções na produção de clientes locais em decorrência do coronavírus.

Aliado a um declínio mundial nos preços de venda, motivado principalmente pela maior pressão concorrencial nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos, as vendas totais caíram para cerca de 2,8 bilhões de euros (-12,3%). O Ebitda manteve-se em 254 milhões de euros (-42,5%) – dentro da faixa esperada para o primeiro trimestre, afirma a empresa. A receita líquida caiu para 20 milhões de euros (-88,8%). O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) de -249 milhões de euros ficou no âmbito negativo.

“A pandemia do coronavírus é uma situação excepcional e reforçou ainda mais as incertezas globais existentes”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Proteger a saúde dos nossos colaboradores e de suas famílias, assim como dos nossos parceiros comerciais, é a nossa maior prioridade. Além disso, a Covestro está fazendo tudo que pode para continuar sendo um parceiro confiável para os seus clientes durante a crise. Temos confiança de que venceremos bem esse desafio com nosso foco absoluto nos clientes, atenção rigorosa aos custos e um forte espírito de equipe.”

Guidance do ano ajustado ao impacto do coronavírus

A Covestro já havia ajustado o guidance anual anteriormente, em meados de abril, como consequência dos previsíveis efeitos negativos da pandemia de coronavírus sobre o desenvolvimento econômico global, e por isso, também sobre o desempenho futuro da empresa. “Foi preciso atualizar nossas previsões diante do sério impacto da pandemia de coronavírus sobre os mercados globais”, explicou Thomas Toepfer, CFO da Covestro. “A Covestro tem uma posição sólida e ainda mantém um balanço forte e alta liquidez. Continuamos acreditando na nossa eficiência operacional, nos programas de cortes de custos e na revisão contínua dos nossos investimentos para garantir uma base financeira estável durante estes tempos desafiadores.”

Para o ano fiscal de 2020, a Covestro prevê um crescimento de volume inferior ao ano anterior. Espera-se que o FOCF totalize entre -200 milhões e -300 milhões de euros, com retorno sobre o capital empregado (ROCE) entre -1% e -4%. A projeção para o Ebitda é de 700 milhões a 1,2 bilhão de euros. Além do atual programa de eficiência e eficácia lançado em outubro de 2018, a Covestro elevou a meta para a redução de custos adicionais a curto prazo em mais 100 milhões de euros, totalizando 300 milhões de euros para o atual ano fiscal. Os investimentos atuais estão sendo reduzidos em cerca de 200 milhões de euros, levando os investimentos totais a cerca de 700 milhões de euros.

A Assembleia Geral Anual, originalmente marcada para 17 de abril de 2020, foi cancelada devido à pandemia de coronavírus. De acordo com as novas definições legais ela deverá ser realizada virtualmente no dia 30 de julho.

Liquidez assegurada, foco em sustentabilidade e inovação mantido

Em março de 2020, a Covestro substituiu sua linha de crédito atual de 1,5 bilhão de euros por um novo empréstimo rotativo e sindicalizado, ainda não desembolsado, no valor de 2,5 bilhões de euros, para manter a flexibilidade financeira da empresa e garantir a liquidez. O componente de interesse está ligado ao rating de ESG (desempenho socioambiental e governança), que fornece à Covestro os incentivos financeiros para o desenvolvimento sustentável dos negócios. Além disso, a Covestro contratou empréstimos de capital de giro de curto prazo no valor de 500 milhões de euros, que foram totalmente desembolsados nesse meio tempo.

A Covestro também obteve um empréstimo de 225 milhões de euros do Banco Europeu de Investimento (BEI). O crédito está sendo utilizado para expandir as atividades de pesquisa e desenvolvimento da Covestro com foco especial em sustentabilidade e economia circular dentro da União Europeia. Detalhes sobre o programa estratégico para economia circular deverão ser apresentados no segundo trimestre de 2020.

A fim de ampliar a capacidade de inovação da empresa, a Covestro expandiu suas parcerias estratégicas com startups no início do ano. A empresa adotou a abordagem Covestro Venture Capital (COVeC) de investir em jovens empresas com foco em cinco áreas tecnológicas. O exemplo mais recente foi o investimento da Covestro em participações societárias na startup de tecnologia francesa Crime Science Technology (C.S.T.). Como acionista, a Covestro impulsiona o desenvolvimento de inovações sustentáveis como um catalisador de crescimento a longo prazo para suas atividades principais.

Resultados por segmentos impactados pela pandemia de coronavírus

No primeiro trimestre de 2020, os negócios da Covestro em todos os segmentos foram afetados pelo impacto significativo da pandemia de coronavírus, especialmente na China.

O segmento de Poliuretanos sofreu uma queda de 3,6% nos volumes principais nesse período, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Isso pode ser atribuído principalmente à baixa nos volumes nos setores eletroeletrônico e de aparelhos domésticos, além da indústria automotiva. Como resultado do aumento da concorrência no mundo todo e da mudança nos volumes totais vendidos, as vendas caíram para cerca de 1,3 bilhão de euros (-13,7%). O Ebitda baixou para 50 milhões de euros (-68,2%) devido ao declínio das margens.

Os volumes principais em Policarbonatos caíram 4,9% em relação ao trimestre do ano anterior, em decorrência da queda nos volumes vendidos nas indústrias eletroeletrônica e automotiva. O baixo patamar dos preços de venda e a queda nos volumes reduziram as vendas no segmento de policarbonatos para 733 milhões de euros (-14,8%). Com margens mais baixas o Ebitda caiu para 109 milhões de euros (-29,7%).

Os volumes principais no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades caíram 5,2% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Isso se deu devido à queda na demanda por precursores de revestimentos em todos os principais setores consumidores, especialmente na indústria automotiva. As vendas caíram 8,8% para 572 milhões de euros devido à baixa nos volumes totais vendidos e nos preços médios de venda. O Ebitda caiu para 130 milhões de euros (-11,0%) devido aos efeitos negativos sobre os volumes e às margens mais fracas. Os custos mais baixos viabilizaram uma alta da margem de Ebitda no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades para 22,7%, apesar dos efeitos do coronavírus.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral) no fim de 2019.

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