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Bom começo da Evonik em 2017 reflete-se no seu balanço do 1o. trimestre

31/05/2017

  • Vendas tiveram aumento considerável de 19% e atingiram 3,68 bilhões de euros
  • EBITDA ajustado aumentou 8% e chegou a 612 milhões de euros
  • Divisão de aditivos especiais da Air Products em pleno processo de integração
  • Confirmada perspectiva para todo o ano

A Evonik aumentou suas vendas em 19% e atingiu 3,68 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2017. Os principais motores desse considerável crescimento foram o aumento da demanda, que incrementou os volumes de venda, e a inclusão – pela primeira vez – do negócio de aditivos especiais da Air Products.

“O ótimo começo do ano mostra que estamos no rumo certo com a nossa estratégia de crescimento”, afirmou Klaus Engel, Presidente da Diretoria Executiva. “A combinação de crescimento orgânico e aquisições estratégicas fortaleceu a empresa. A Evonik está a caminho de se tornar menos vulnerável aos ciclos econômicos e de ter um portfólio mais equilibrado. A demanda pelas nossas especialidades químicas como a sílica, os aditivos de revestimento e os ingredientes farmacêuticos incrementou as receitas do trimestre”.

O EBITDA ajustado cresceu 8% e chegou a 612 milhões de euros no primeiro trimestre, impulsionado por resultados mais favoráveis nos segmentos Resource Efficiency e Performance Materials. As receitas do segmento Nutrition & Care ficaram bem abaixo do período do ano anterior, sobretudo em decorrência da redução dos preços dos produtos para nutrição animal.

O lucro líquido ajustado da empresa, no valor de 260 milhões de euros, foi mantido praticamente no mesmo nível do primeiro trimestre do ano anterior, com rendimento ajustado de 0,56 euro por ação. O lucro líquido, de 160 milhões de euros, ficou cerca de 80 milhões de euros abaixo do valor registrado no ano passado. A queda se deveu principalmente a efeitos pontuais vinculados à aquisição da divisão de aditivos especiais da Air Products.

Essa divisão de aditivos especiais, cuja negociação foi concretizada no início do ano, está sendo integrada de modo bem-sucedido. A empresa também está no caminho para alcançar as planejadas sinergias de cerca de 70 milhões de euros até 2020. O processo de aquisição do segmento de sílica da empresa americana J. M. Huber vem fazendo bons progressos e o negócio deve ser concluído no segundo semestre do ano.

A dívida financeira líquida da empresa somou 2,3 bilhões de euros no final do primeiro trimestre depois do pagamento do negócio adquirido da Air Products. “A Evonik continua apresentando uma situação financeira robusta após a maior aquisição da história da empresa”, afirmou Ute Wolf, Diretora Financeira (CFO) da empresa. “Continuamos no âmbito de uma sólida classificação de grau de investimento”.

Previsões confirmadas

A Evonik está confiante na realização de suas expectativas de crescimento de vendas e resultados operacionais em 2017, e espera que o EBITDA ajustado aumente para um valor entre 2,2 bilhões e 2,4 bilhões de euros (ano anterior: 2,165 bilhões de euros). Os segmentos de crescimento Nutrition & Care e Resource Efficiency irão se beneficiar da integração dos aditivos especiais da Air Products.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: As vendas cresceram 24% para 1,39 bilhão de euros e o EBITDA ajustado aumentou 21% para 310 milhões de euros. A forte demanda da indústria de pneus por sílicas – polímeros de alta performance usados, por exemplo, na impressão 3D e em aditivos de revestimento no setor automotivo – ampliou os volumes de venda.

Nutrition & Care: As vendas aumentaram 7% para 1,12 bilhão de euros. Os resultados foram beneficiados pela inclusão do negócio adquirido da Air Products e por um aumento considerável nos volumes de vendas. Os preços de venda, no entanto, ficaram significativamente abaixo dos registrados no ano anterior. O EBITDA ajustado do segmento caiu 35% para 189 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas cresceram 26% para 972 milhões de euros e o EBITDA ajustado mais que dobrou, ficando em 159 milhões de euros. A forte demanda de indústrias como a automotiva e da construção, além da difícil situação de fornecimento no mercado, especialmente de butadieno e MMA (metacrilato de metila), fizeram subir os preços e os volumes.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Braskem registra Ebitda recorde de R$ 3,6 bilhões no 1º trimestre

23/05/2017

Taxa média operacional ficou acima de 95% em todas as regiões

A Braskem registrou um novo recorde de Ebitda da ordem de R$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2017. O desempenho significou um avanço de 16% sobre igual período do ano passado, segundo prévia não auditada dos resultados. Em dólar, o Ebitda da Companhia alcançou US$ 1,1 bilhão no período, o que representou expansão de 45% na comparação com o primeiro trimestre de 2016.

Como destaque, a taxa de ocupação das plantas industriais ficou, em média, acima de 95% em todas as regiões onde a Companhia atua. O Complexo Petroquímico do México, que começou a operar no início do ano passado, trouxe importante contribuição para o resultado, conforme o previsto, com taxa de operação das plantas de polietileno de 97% no trimestre. Nos Estados Unidos e na Europa, a taxa média de ocupação das plantas de polipropileno continua forte e atingiu 101%.

As margens globais petroquímicas e de resinas se mantiverem num patamar muito saudável e contribuíram para o desempenho do primeiro trimestre. “Toda a indústria petroquímica mundial vive em um momento especial, e a Braskem, em razão do seu desempenho operacional e comercial, soube colher os resultados de sua estratégia”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem. “Atribuímos esses resultados a todas às nossas equipes competentes e dedicadas em obter os melhores retornos.”

Crescimento de vendas

Todos os segmentos de mercado tiveram crescimento no volume de vendas nos números do primeiro trimestre. Sinais de recuperação da demanda brasileira por resinas termoplásticas também foram identificados A Braskem vendeu 844 mil toneladas de resinas no período, uma expansão de 8% em relação a igual trimestre de 2016 e de 2% na comparação com o último trimestre de 2016. Mesmo diante do aumento das vendas no mercado brasileiro, as exportações de resinas continuaram crescendo, totalizando 429 mil toneladas, uma alta de 3%. A produção de petroquímicos básicos se expandiu 5%, com 2,2 milhões de toneladas comercializadas. As exportações de insumos básicos subiram 31% e somaram 343 mil toneladas.

No México, as vendas de polietileno totalizaram 264 mil toneladas, com cerca de 50% vendidas no mercado local. Nos EUA e na Europa, as vendas a partir da produção local atingiram 541 mil toneladas, 8% superior em relação ao primeiro trimestre de 2016 e recorde histórico no trimestre.

No primeiro trimestre de 2017, a receita líquida da Braskem chegou a R$ 12,6 bilhões, crescimento de 4% sobre o mesmo período do ano passado. Com a estratégia de diversificação geográfica, a participação do mercado brasileiro no total da receita da companhia foi de 51%. Do restante, 49% da receita vieram com as exportações saídas do Brasil (23%) e das unidades internacionais (26%), que incluem EUA, Europa e México. A Companhia voltou ao lucro no trimestre, apresentando um ganho líquido consolidado de R$ 1,9 bilhão. O lucro líquido da controladora foi de R$ 1,8 bilhão.

Fonte: Braskem

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Lanxess espera os melhores resultados da história em 2017

23/05/2017

  • Vendas do 1o tri de 2017 aumentam em 25%, para 2,4 bilhões de Euros
  • Aumentos pré-Ebitda de 25%, para 328 milhões de Euros
  • Margens Ebitda pré-excepcionais a 13,7%
  • Receita líquida cresceu 47%, para 78 milhões de Euros
  • Desenvolvimento positivo de volumes ao longo de todos os segmentos
  • Nova orientação para o ano completo de 2017: Ebitda pré-excepcionais entre 1,225 bilhões de Euros e 1,3 bilhões de Euros

A empresa de especialidades químicas Lanxess projeta os mais altos resultados da história da empresa, seguindo-se a um primeiro trimestre de 2017 muito forte e ao fechamento da aquisição da empresa Chemtura, com sede nos EUA.

As vendas globais da empresa de especialidades químicas aumentou em substanciais 25%, para 2,4 bilhões de Euros, no primeiro trimestre de 2017, em relação aos 1,9 bilhões do ano anterior. O Ebitda pré-excepcionais também aumentou em 25%, para 328 milhões de Euros, em comparação com os 262 milhões do primeiro trimestre de 2016. O desenvolvimento extremamente positivo do primeiro trimestre foi orientado principalmente por um aumento nos volumes em todos os segmentos.

A margem pré-Ebitda excepcionais veio a 13,7%, ligeiramente acima do número do ano anterior, 13,6%. A receita líquida aumentou significativamente em 47%, para 78 milhões de Euros, contra 53 milhões de Euros no trimestre do ano anterior.

Para o ano completo de 2017, a empresa espera Ebitda pré-excepcionais de entre 1,225 bilhões de Euros e 1,3 bilhões de Euros. Esta previsão inclui a contribuição das receitas das empresas Chemtura, recentemente adquirida. Portanto, 2017 pode ser o ano fiscal mais bem-sucedido da história da empresa. A Lanxess alcançou seu resultado operacional mais alto até a presente data em 2012, quando atingiu um número de cerca de 1,2 bilhões.

“A Lanxess deslanchou com um início muito forte neste novo ano fiscal. Registramos um aumento na demanda de todos os nossos segmentos empresariais e geramos mais vendas em todas as regiões. Isso mostra com clareza que temos o posicionamento correto,” disse Mathias Zachert, Presidente do Board da Lanxess AG. “Um bom fluxo de demanda e um ambiente de negócios dinâmico parecem continuar no segundo trimestre. Por isso, para o ano inteiro, estamos esperando receitas recorde. Esse é um indicador claro de nossa força operacional, a qual será acrescida com a aquisição da Chemtura. A nossa tarefa agora é garantir a integração rápida e tranquila das novas empresas.”

Naquilo que foi mais um grande passo para o seu programa de realinhamento, a Lanxess fechou a aquisição da empresa química americana, Chemtura cerca de três semanas atrás. Com a maior aquisição de sua história, a empresa sediada em Colônia (Alemanha) está expandindo significativamente seu portfólio de aditivos, em especial, e deverá se tornar um dos maiores atores globais nesse mercado crescente.

Desempenho muito forte nos segmentos

As vendas dos segmentos dos Advanced Intermediates no primeiro trimestre de 2017 foram de 518 milhões de Euros, 12% acima do número do ano anterior, que foi de 463 milhões de Euros.. Apesar de se ver contida por custos energéticos mais altos e um atraso no repasse de preços mais altos de materiais, o Ebitda pré-excepcionais avançou em 2%, para 91 milhões de Euros, em comparação com os 89 milhões de euros do ano anterior. Tiveram impacto positivo especial na receita a demanda mais alta e a expansão de volumes. A margem Ebitda pré-excepcionais foi de 17,6%, contra 19,2% no trimestre do ano anterior.

As vendas do segmento de Performance Chemicals aumentaram em 14% no primeiro trimestre de 2017, para 607 milhões de Euros, contra 533 milhões do ano anterior. O Ebitda pré-excepcionais avançou 5%, para 103 milhões de Euros, em comparação com o nível do ano anterior, de 98 milhões de Euros. O crescimento foi impulsionado por uma forte demanda por aditivos, biocidas e químicos para couro, bem como pela contribuição das empresas de Limpeza e Desinfecção adquiridas da Chemours, ao passo que custos energéticos mais altos e efeitos negativos da moeda nos custos seguraram as receitas. A margem Ebitda pré-excepcionais foi de 17,0%, contra 18,4% no trimestre do ano anterior.

No segmento de High Performance Materials, as vendas aumentaram em 15%, para 315 milhões de Euros, tendo saído de 273 milhões no ano anterior. O Ebitda pré-excepcionais aumentou em 26%, para 48 milhões de Euros, em comparação com os 38 milhões do ano anterior. O crescimento foi mais uma vez impulsionado por volumes expandidos em todos os grupos e em todas as regiões de produtos, utilização de capacidade muito alta e um foco em produtos de margens mais altas. Como resultado, as margens Ebitda pré-excepcionais foram de 15,2%, comparado com 13,9% do trimestre do ano anterior.

As vendas do segmento Arlanxeo subiram em 48%, para 948 milhões de Euros, em comparação com os 640 milhões de Euros do ano anterior. O Ebitda pré-excepcionais aumentou em 27%, para 144 milhões de Euros, vindas dos 113 milhões do primeiro trimestre de 2016. Este desenvolvimento foi impulsionado pela forte demanda na Ásia, por uma utilização eficiente da rede de produção global e pelos efeitos positivos da moeda. A margem Ebitda pré-excepcionais foi de 15,2%, contra 17,7% no trimestre do ano anterior.

A Lanxess atua no segmento de especialidades químicas, tendo apresentado vendas de 7,7 bilhões em 2016 e possuindo cerca de 19.200 funcionários em 25 países. A empresa tem representação, atualmente, em 75 locais de produção ao redor do mundo. O principal negócio da Lanxess é o desenvolvimento, a fabricação e a comercialização de intermediários químicos, aditivos, especialidades químicas e plásticos. Por meio da Arlanxeo, a joint venture com a Saudi Aramco, a Lanxess também é um fornecedor líder de borracha sintética.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lanxess

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Solvay divulga resultados do primeiro trimestre de 2017

03/05/2017

Ebitda ajustado do Grupo alcançou 616 milhões de euros no período

O Grupo Solvay obteve um faturamento de 2,97 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2017, com um crescimento de 9,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo anúncio feito hoje (03/05) pela companhia.

O Ebitda ajustado – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – subiu 12% no período, alcançando 616 milhões de euros, com crescimento impulsionado pelo aumento dos volumes de cada um dos segmentos operacionais da companhia. A margem geral de Ebitda foi de 21% no trimestre; e o lucro líquido ajustado no período alcançou 256 milhões de euros.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, os resultados obtidos pela empresa no trimestre “refletem um início de ano forte, com todos os segmentos operacionais registrando crescimento de volume no primeiro trimestre. Continuaremos no caminho de crescimento que definimos em nossos objetivos de médio prazo.”

Previsão para 2017 – Com base no forte início de 2017 e na melhoria das condições de mercado, o Grupo Solvay espera atingir ou superar a sua estimativa anterior de crescimento de Ebitda ajustado de um dígito médio e mais de 800 milhões de euros em geração de caixa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Romi apresenta evolução nas margens operacionais e Ebitda atinge R$10,8 milhões no 1o. trimestre de 2017

03/05/2017

Companhia registrou evolução nas margens operacionais de todas as suas Unidades de Negócio no 1T17

A Indústrias Romi S.A., líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou no primeiro trimestre de 2017 receita operacional líquida de R$146,5 milhões, montante 12,9% superior ao alcançado no 1T16. O aumento é resultado, principalmente do faturamento da subsidiária alemã B+W, que terminou o ano de 2016 com crescimento relevante em sua carteira de pedidos que estão sendo entregues ao longo de 2017 e da Unidade de Fundidos e Usinados, que tem aumentado o seu volume de receita desde o início de 2016.

A margem bruta obtida no 1T17 foi de 24,7%, resultado 4,5 p.p superior ao mesmo período do ano anterior. A geração operacional de caixa medida pelo EBITDA foi de R$ 10,8 milhões, representando uma margem EBITDA 7,4% no 1T17.

A receita operacional líquida da Unidade Máquinas Romi atingiu R$59,3 milhões no 1T17, o que representou redução de 12,2% em relação ao 1T16. Apesar do baixo nível de investimentos no cenário doméstico, as receitas do mercado externo continuam demonstrando solidez e apresentaram crescimento de cerca de 6%, em dólares, no 1T17, quando comparado com o 1T16.

O faturamento da subsidiária alemã B+W apresentou aumento de 37,5% no 1T17, quando comparado com o mesmo período do ano anterior, evidenciando a sólida carteira de pedidos dessa subsidiária e correspondendo a expectativa e cronograma de faturamento para 2017. Devido ao maior volume de operação e de receita, a Unidade de Negócio obteve margem bruta de 21,4% no 1T17, o que representa incremento de 20,0 pontos percentuais em relação ao 1T16.

Com bom volume de atividade, impulsionada por peças fundidas e usinadas de grande porte, a Unidade de Fundidos e Usinados obteve receita operacional líquida de R$57,3 milhões no 1T17, o que representa aumento de 41,6% em relação ao 1T16. No mesmo período, a margem bruta dessa unidade foi de 14,2%, apresentando aumento de 2,4 pontos percentuais em relação ao 1T16, devido, principalmente, ao seu maior volume de receita.

“Os impactos positivos de uma equipe focada em rentabilidade, com diversos projetos que consideram adequações operacionais, redução de custos e despesas e investimentos em automação e produtividade, já podem ser notados em nossos níveis de rentabilidade nesse primeiro trimestre de 2017”, afirma Luiz Cassiano R. Rosolen, Diretor-Presidente da Romi.

Fonte: Romi

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BASF tem aumento expressivo nas vendas e lucros globais em comparação com primeiro trimestre de 2016

02/05/2017

  •  Vendas de €16,9 bilhões (+19%)
  • Tendência positiva dos volumes permanece (+8%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de €2,5 bilhões (+ 29%);  €2,0 bilhões foram gerados pelo negócio de químicos
  • Perspectiva para 2017 confirmada

A BASF completou o primeiro trimestre de 2017 com um aumento considerável nas vendas e lucros, quando comparados ao mesmo trimestre do ano passado. “A BASF teve um bom começo de ano em 2017”, disse o Dr. Kurt Bock, Presidente do Junta Diretiva da BASF SE. “As tendências relativas à demanda que foram observadas ao longo de 2016 continuaram no primeiro trimestre deste ano.”

As vendas do Grupo BASF aumentaram 19% no primeiro trimestre de 2017, atingindo €16,9 bilhões. Em todos os segmentos manteve-se a tendência positiva de volumes observada nos trimestres anteriores, levando a um crescimento de 8% nos volumes de vendas. Além disso, a BASF conseguiu preços de vendas significativamente mais elevados (acréscimo de 8%), principalmente no segmento de Químicos. Os efeitos cambiais e as operações da Chemetall, negócio adquirido da Albemarle em dezembro de 2016, também contribuíram para o aumento das vendas.

O lucro das operações da BASF antes dos itens extraordinários (EBIT) foi 29% maior, atingindo 2,5 bilhões de euros. Deste montante, 2,0 bilhões foram gerados pelo negócio de químicos, que engloba os segmentos de Químicos, Produtos de Performance, bem como Materiais & Soluções Funcionais. Assim, houve um crescimento de 37% nos lucros da divisão de químicos.

A BASF recebeu um pagamento inicial do seguro, no valor de €100 milhões, relacionado ao acidente ocorrido na zona do Porto Norte em Ludwigshafen, em outubro passado. Cerca de três quartos deste valor foram investidos no segmento de Químicos.

O EBIT aumentou € 585 milhões, se comparado ao primeiro trimestre de 2016, totalizando €2,5 bilhões.

O lucro líquido aumentou €322 milhões, somando €1,7 bilhão. O lucro por ação foi de €1,86 no primeiro trimestre de 2017, contra €1,51 no mesmo trimestre de 2016. O lucro por ação, ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, foi de €1,97 (primeiro trimestre de 2016: €1,64).

Perspectiva para o ano de 2017

As expectativas da BASF relativas ao cenário econômico global de 2017 permanecem inalteradas:

  • Crescimento do Produto Interno Bruto: 2,3%
  • Crescimento da Produção Industrial: 2,3%
  • Crescimento na produção de produtos químicos: 3,4%
  • Taxa média de câmbio entre o euro e dólar de US$ 1,05 por euro
  • Preço médio do petróleo (Brent) de US$ 55 por barril durante o ano

“Continuamos cautelosos quando se trata de nossa perspectiva para o ano inteiro. Ainda visualizamos riscos consideráveis em relação ao desenvolvimento macroeconômico e ao ambiente político”, disse Bock. “Confirmamos nossa previsão de 2017 para as vendas e lucros do Grupo BASF. Esperamos um crescimento considerável das vendas para o Grupo BASF em 2017. Conforme nossa definição, tal crescimento equivale a um aumento de pelo menos 6% nas vendas. Queremos atingir um EBIT antes dos itens extraordinários ligeiramente superior ao de 2016. Neste caso, “ligeiramente” significa uma mudança de 1-10%. Esperamos que o aumento seja mais próximo dos 10%.”

Desenvolvimento dos segmentos

No segmento de Químicos, as vendas aumentaram 36%, quando comparadas com o primeiro trimestre anterior, totalizando €4,1 bilhões, em grande parte como resultado do aumento dos preços nas divisões de Petroquímicos e Monômeros. As vendas ainda tiveram um apoio devido ao maior nível do volume de vendas em todas as divisões. Os efeitos cambiais alavancaram um pouco as vendas. Devido à maiores margens e volumes, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou €501 milhões em relação ao primeiro trimestre de 2016, somando €958 milhões. O impacto negativo sobre os lucros no primeiro trimestre de 2017, causado pelo acidente no Porto Norte em Ludwigshafen no quarto trimestre de 2016, foi compensado pelo pagamento inicial do seguro contra danos. Os custos fixos apresentaram um aumento homólogo devido principalmente ao comissionamento de novas fábricas.

As vendas no segmento de Produtos de Performance cresceram 9% se comparadas ao primeiro trimestre de 2016, totalizando €4,3 bilhões; resultado dos maiores volumes nas divisões de Dispersões e Pigmentos, Higiene Pessoal e Químicos de Performance. O segmento apresentou efeitos cambiais positivos em todas as divisões e teve um pequeno aumento em termos de preços de vendas no geral. Os efeitos gerados pelo portfólio prejudicaram o desenvolvimento das vendas. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu €40 milhões, se comparado ao nível estável do primeiro trimestre do ano anterior, devido a margens mais baixas e custos fixos mais elevados, atingindo €515 milhões.

No segmento de Materiais & Soluções Funcionais, as vendas cresceram 18% na comparação com o primeiro trimestre de 2016, somando €5,2 bilhões. Tal crescimento deu-se principalmente pelo aumento acentuado nos volumes de vendas, promovido principalmente pela maior demanda da indústria automotiva. O desenvolvimento das vendas também foi apoiado pela aquisição do negócio da Chemetall, adquirido da Albemarle em dezembro de 2016, juntamente com pequenos aumentos de preços e efeitos cambiais. Em comparação com o primeiro trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou €75 milhões, alcançando €531 milhões, em especial devido ao crescimento do volume e à aquisição da Chemetall.

O segmento de  Soluções para a Agricultura registrou um aumento de 4% em vendas, quando comparado ao mesmo período de 2016, alcançando €1,9 bilhões, mesmo com um mercado em que as condições permaneceram difíceis. Os principais determinantes foram volumes maiores e efeitos cambiais positivos, com preços estáveis. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu €58 milhões, indo para €533 milhões quando comparado com o forte primeiro trimestre de 2016. Tal resultado deu-se devido às margens médias mais baixas, fruto de um mix diferente de produtos. Os custos fixos aumentaram ligeiramente, em parte devido ao comissionamento de novas fábricas.

As vendas de €829 milhões no segmento de Petróleo e Gás foram 36% maiores do que no primeiro trimestre do ano anterior, fruto principalmente de preços maiores. O preço do barril de petróleo bruto (Brent) foi de US$ 54, em média, no primeiro trimestre de 2017 (primeiro trimestre de 2016: US$ 34). Os preços do gás nos mercados europeus de pronta entrega também aumentaram acentuadamente em comparação com o primeiro trimestre anterior. Os volumes de produção foram iguais ao nível do primeiro trimestre anterior, enquanto os volumes de vendas, especialmente de gás, ultrapassaram o nível do primeiro trimestre de 2016.

O EBIT antes dos itens extraordinários também melhorou consideravelmente, aumentando €104 milhões em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo €170 milhões. Tal melhora deu-se sobretudo devido ao aumento dos preços. O lucro líquido foi significativamente maior.

O segmento “Outros”, quando comparado ao primeiro trimestre do ano anterior, apresentou um aumento nas vendas de €133 milhões, perfazendo €610 milhões, principalmente como resultado do aumento dos preços na comercialização de matérias-primas. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu €31 milhões, totalizando menos €250 milhões. Tal diminuição foi sobretudo uma consequência dos efeitos de valorização do programa de incentivo de longo prazo.

Sob uma perspectiva regional, a BASF conseguiu melhorar consideravelmente as vendas e os lucros, especialmente na região Ásia-Pacífico. Os volumes nessa região aumentaram consideravelmente em todos os segmentos, os preços de venda aumentaram, principalmente no segmento de Químicos. O negócio na China foi o principal determinante deste desenvolvimento.

Fonte: BASF

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Balanço da Covestro registra um primeiro trimestre forte

02/05/2017

  • Volumes totais cresceram 9,0% em relação ao ano anterior
  • EBITDA ajustado subiu 66,5% para 846 milhões de euros
  • Lucro líquido subiu 157,1% para 468 milhões de euros
  • Fluxo de Caixa Operacional Livre 174% maior na comparação anual
  • Projeção foi elevada

Após um ano fiscal bem sucedido em 2016, a fabricante de polímeros Covestro manteve os bons resultados no primeiro trimestre de 2017 e elevou suas projeções para o ano. Graças a uma demanda ainda forte por polímeros inovadores, os volumes totais do Grupo cresceram 9,0%. O aumento na capacidade de utilização de produção e as consequentes melhorias nas margens também permitiram um crescimento no EBITDA. Em 846 milhões de euros, o EBITDA subiu 66,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O lucro líquido registrou crescimento de 157,1%, atingindo 468 milhões de euros. No primeiro trimestre de 2016 o lucro líquido totalizou 182 milhões de euros.

“A alta demanda pelos nossos produtos indica que plásticos inovadores são importantes para lidar com os desafios impostos por megatendências globais, como urbanização, mudança climática ou a evolução da mobilidade. Prova disso é nosso forte crescimento em volumes e os ganhos resultantes em todos os segmentos”, afirma o CEO da Covestro, Patrick Thomas. “Nós mantemos nosso clima positivo e entregamos um EBITDA melhorado pelo nono trimestre consecutivo. Continuamos otimistas para o restante do ano e, portanto, elevamos nossa projeção”.

Baseada na performance positiva do primeiro trimestre, a companhia ajustou as projeções apresentadas no Relatório Anual 2016 para o ano de 2017. A Covestro ainda espera um crescimento no volume total de baixo a médio dígito. A empresa agora projeta um Fluxo de Caixa Operacional Livre significativamente acima da média dos últimos três anos (a previsão anterior era de crescimento levemente acima da média dos últimos três anos). Além disso, a Covestro agora espera um retorno sobre o capital investido (ROCE) significativamente maior que o nível de 2016 (a projeção inicial era de um ROCE um pouco maior que o nível de 2016).

Vendas e fluxo de caixa substancialmente maiores

O robusto crescimento no volume total e um aumento geral de 13,4% nos preços de venda – especialmente no segmento de Poliuretanos, onde os preços subiram até 25,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2016 – resultaram em um aumento de 24,7% nas vendas, atingindo 3,586 bilhões de euros. O Fluxo de Caixa Operacional Livre também teve uma trajetória positiva, representando 211 milhões de euros – 174% acima do mesmo período na comparação com o ano anterior graças à melhoria no fluxo de caixa operacional.

“Nosso otimismo para o ano fiscal de 2017 foi confirmado no primeiro trimestre”, afirma o CFO Frank H. Lutz. “Nossos números provam que estamos em posição de nos beneficiarmos do crescimento nas indústrias em que atuamos junto a nossos clientes e, também, melhorar nossa eficiência operacional. Além disso, nossa estratégia de criar uma forte presença global está valendo a pena. As vendas e rentabilidade em nossos três principais mercados – China, Alemanha e Estados Unidos – estão cada vez mais equilibradas”.

Aumento acentuado nos volumes totais em todos os segmentos

No primeiro trimestre, os volumes totais no segmento de Poliuretanos cresceram substancialmente – 6,8% na comparação anual. Todos os grupos de produtos, particularmente MDI e TDI, contribuíram para este aumento. O fator chave aqui foi uma maior demanda do setor de construção em todo o mundo, bem como das indústrias de móveis e colchões nas regiões NAFTA e APAC. Em 482 milhões de euros, o EBITDA mais que dobrou na comparação anual. Isso se deu principalmente devido a margens maiores.

Diante da positiva demanda de mercado neste segmento foi decidido manter a produção do MDI em Tarragona, na Espanha. Ao mesmo tempo, a Covestro está trabalhando para converter uma fábrica na cidade alemã de Brunsbüttel. A empresa espera dobrar a capacidade de produção de MDI nesta planta para cerca de 400 mil toneladas métricas no decorrer de 2018.

O segmento de Policarbonatos também registrou novamente forte crescimento – 14,7% nos volumes totais na comparação anual. Os volumes vendidos nas três regiões subiram, principalmente devido a uma maior demanda das indústrias automotiva e eletroeletrônica. O EBITDA do segmento subiu 31,1%, atingindo 232 milhões de euros. Para atender a crescente demanda, a Covestro duplicou sua capacidade de produção de policarbonato em Xangai, na China, para cerca de 400 mil toneladas métricas por ano em 2016. Com uma capacidade de produção total de cerca de 1,5 milhão de toneladas métricas por ano, a empresa é hoje a principal fabricante do plástico de alta performance.

Os volumes totais no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades subiram 8,1% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Os volumes mais significantes vieram particularmente das regiões APAC e EMLA. Em 146 milhões de euros no primeiro trimestre, o EBIDTA subiu 5,0% na comparação anual. No ano passado, a Covestro inaugurou uma fábrica de escala mundial para matérias-primas de revestimentos na China. Em contraste aos dois outros segmentos, os preços do segmento permaneceram, em média, no mesmo nível do ano anterior.

Início de ano positivo

No geral, a Covestro  teve um início de ano muito positivo em 2017. Neste sentido, a posição estratégica da empresa é forte, tanto com relação às principais tendências nas indústrias atendidas quanto em regiões-chave. Além disso, inovações e cooperações têm um papel cada vez mais importante. Um bom exemplo é a recém-anunciada colaboração entre Audi, BASF e Covestro que levaram ao desenvolvimento de um novo revestimento com endurecedor biodegradável para a indústria de automóveis. Pela primeira vez, um revestimento contendo um endurecedor biodegradável foi aplicado em corpos de prova do Audi Q2 na planta da montadora. O carro com o novo revestimento foi apresentado na European Coatings Show (ECS) 2017 em Nuremberg, na Alemanha.

Com vendas de 11,9 bilhões de euros em 2016, a Covestro está entre os maiores fabricantes mundiais de polímeros. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados na vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e também as indústrias de esportes e lazer. A Covestro possui 30 sites de produção em todo o mundo e, no final de 2016, empregava cerca de 15.600 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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