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Fabricante alemão de filmes Infiana vende sua unidade de produção na Bahia para o Packing Group

09/02/2016

Infiana

Em 1º de fevereiro, o Grupo Infiana vendeu sua unidade de produção de filmes na Bahia (foto) para o fabricante brasileiro Packing Group. A Infiana está agora operando a partir de três locais no mundo: de sua sede localizada em Forchheim (Alemanha), e de sites de produção em Malvern (EUA) e Samutsakorn (Tailândia). O grupo, especialista em filmes, emprega 800 funcionários em todo o mundo.

O motivo para a venda é a estratégia da Infiana. “Nós continuamos a nos concentrar no desenvolvimento e produção de soluções de especialidades em filmes”, explica Peter K. Wahsner, CEO do Grupo Infiana. Em geral, há potencial no Brasil, mas, “o cenário económico difícil impede – mesmo a médio prazo -. a substituição de produtos commodity por produtos premium, que são o nosso foco. Nós encontramos no Packing Group um comprador que irá, de forma bem sucedida, integrar a unidade da Bahia ao seu grupo empresarial e será capaz de explorar as sinergias esperadas em seu negócio atual “.

O Packing Group produz cerca de 110 mil toneladas por ano e está entre os maiores fabricantes de embalagens flexíveis na América do Sul. Com a aquisição da unidade da Infiana na Bahia, o Packing Group vai aumentar a produção em 14,4 mil toneladas por ano. Antes da aquisição, o Packing Group tinha seis fábricas no Brasil e centros de distribuição na Alemanha, Espanha e Estados Unidos.

A venda ocorre um ano após o Grupo Infiana, anteriormente denominado Huhtamaki Films, tornar-se independente. Com isso, o grupo continuará a implementar a sua estratégia de marca premium. Wahsner diz: “Vender o nosso site no Brasil não terá impacto sobre o nosso negócio global, uma vez que a carteira de produtos produzidos no Brasil não apresenta sinergias com os outros sites. Na verdade, com a venda do site brasileiro, damos mais um passo no sentido de nos posicionarmos como especialistas nos setores de filmes de engenharia, filmes de processos e filmes especiais. Para este mercado, nós esperamos um considerável potencial de crescimento em todo o mundo nos próximos anos. “

Fonte: Infiana Group

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Governo da Bahia assina acordo na Feiplastic para incentivar empresas de plásticos no Estado

11/05/2015

Rui Costa, governador da Bahia visitou a Feiplastic no dia 5 de maio, terça-feira, e assinou com a Braskem compromisso setorial para incentivar transformados plásticos

Feiplastic_Bahia

Em visita organizada pela Braskem, o governador da Bahia, Rui Costa, esteve na Feiplastic 2015, onde assinou acordo setorial com a empresa anfitriã, iniciativa que deve beneficiar a cadeia do plástico em seu estado.

“Para a Bahia, a indústria plástica é um setor estruturante, que cria empregos diretos e indiretos. Confesso que é a primeira vez que visito um evento deste porte, mesmo tendo trabalhado no chão de fábrica da indústria de resinas. A Feiplastic surpreende, tanto no segmento de transformados como em novos produtos”. Durante a assinatura do acordo, Costa frisou que provoca as empresas privadas para que invistam em fundos de pesquisa das universidades públicas do estado baiano. “A cada um real investido pela iniciativa privada, o governo da Bahia vai investir outro”.

A assinatura do acordo prevê uma aliança público-privada para incentivar atividades industriais do setor de resinas plásticas. A agenda deverá ter metas, prazos, responsáveis e fontes de financiamento. O setor representa, junto com o segmento de borrachas, 4,9% do PIB da indústria de transformação baiana e emprega cerca de 11 mil pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic; Foto: Reed Exhibitions Alcantara Machado

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Braskem investe R$50 milhões na Bahia para ampliação da produção de polietilenos especiais

21/10/2013

 Companhia vai modernizar e expandir fábrica para suportar crescimento de seus clientes e garantir abastecimento de resina base metaloceno à indústria plástica

A Braskem está investindo aproximadamente R$ 50 milhões para ampliar sua capacidade de produção de polietileno de baixa densidade linear (PEBDL) em 120 mil toneladas anuais – deste total, 100 mil toneladas farão parte da família Braskem Flexus®, a marca do polietileno base metaloceno da Braskem. A empresa vai converter uma de suas linhas industriais de produção de polietileno a fim de oferecer uma resina com tecnologia mais moderna para a indústria de transformação de filmes plásticos.

A unidade, localizada no polo petroquímico de Camaçari, na Bahia, terá uma linha totalmente dedicada à produção desta resina. Para a conversão da planta, a Braskem já concluiu os estudos de engenharia. A previsão é que a linha de produção comece a operar no primeiro semestre de 2015. “Estamos ampliando nossa oferta de produtos da família Braskem Flexus® a fim de garantir suporte ao crescimento dos nossos clientes em segmentos de mercado que requerem resinas de alta tecnologia”, diz o vice-presidente de Poliolefinas da Braskem, Luciano Guidolin.

“Com esse investimento, conseguiremos atender ao crescimento demandado pelo mercado brasileiro nos próximos anos além de atender à necessidade dos nossos clientes por filmes com melhor desempenho”, diz o diretor de Negócio Polietilenos da Braskem, Edison Terra. O Braskem Flexus® é utilizado em embalagens que exigem características como maior resistência, brilho, transparência e selagem. É voltado à indústria de transformação em aplicações de filmes especiais, bobinas técnicas e filmes industriais.

Desde 2004, a Braskem lidera o mercado da América Latina na oferta de polietileno base metaloceno, com capacidade superior a 350 mil toneladas por ano. Além disso, a empresa oferece uma estrutura de engenharia de aplicação para os clientes desenvolverem as formulações para seus filmes.

Fonte: Braskem

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BASF lança construção de Complexo Acrílico de escala global no Brasil

24/11/2011
  • Maior investimento da história da BASF na América do Sul: 500 milhões de Euros
  • Início das atividades produtivas planejado para 2014
  • Braskem S.A. será o parceiro estratégico no fornecimento de matérias-primas e utilidades

A BASF lança hoje a pedra fundamental de seu Complexo Produtivo de escala global para a produção de ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP) em Camaçari, Bahia, Brasil. Será a primeira fábrica de ácido acrílico e superabsorventes da América do Sul. Com um investimento superior a 500 milhões de Euros, este será o maior aporte da BASF ao longo de sua história de 100 anos na América do Sul.

Além disso, a BASF passará a produzir acrilato de 2-etil-hexila, uma importante matéria-prima para as indústrias de adesivos e tintas especiais, no atual Complexo Químico de Guaratinguetá, São Paulo. Esta também será a primeira fábrica do produto na América do Sul.

A BASF é líder global e regional na cadeia acrílica e, com o novo Complexo Acrílico, vai assegurar o fornecimento de matéria-prima para importantes produtos, como: fraldas, químicos para construção civil, resinas acrílicas para tintas, tecidos e adesivos.

“Este momento é muito importante. Estamos evoluindo para a construção de nosso Complexo Acrílico no Brasil”, afirma Alfred Hackenberger, Presidente da BASF para a América do Sul.

O Polo de Camaçari foi escolhido em função da disponibilidade de matéria-prima (propeno) e utilidades, fornecidas pela Braskem S.A., a maior indústria química do Brasil e parceira estratégica da BASF neste projeto.

A construção do novo Complexo Acrílico começará em 2011, gerando cerca de 1.000 empregos durante a construção. O início das atividades produtivas está previsto para o quarto trimestre de 2014, gerando 230 empregos diretos e 600 indiretos. A produção de acrilato de 2-etil-hexila em Guaratinguetá está planejada para iniciar em 2015, com base no ácido acrílico produzido em Camaçari, BA.

“Esperamos que o investimento traga um impacto muito positivo para a balança comercial do País de cerca de US$ 300 milhões ao ano, sendo US$ 200 milhões por meio da redução de importações e US$ 100 milhões em função do aumento das exportações”, diz Hackenberger.

O ácido acrílico é um importante produto na cadeia de valor dos superabsorventes, componentes ativos de fraldas de bebês e outros produtos de higiene. Éster acrílico, o mais importante derivado do ácido acrílico, é utilizado para produzir matérias-primas para adesivos, químicos para construção e tintas decorativas, como as da Suvinil, marca de tintas decorativas da BASF e líder no segmento Premium no Brasil.

Fonte: BASF

BASF investe em Complexo de Ácido Acrílico de escala global no Brasil

22/08/2011
  • Maior investimento da história da BASF na América do Sul
  • Início das atividades produtivas planejado para 2014
  • Braskem S.A. será o parceiro estratégico no fornecimento de matérias-primas e utilidades
  • Início da produção de acrilato de 2-etil-hexila em Guaratinguetá, São Paulo, Brasil

A BASF investirá em um Complexo Produtivo de escala global para a produção de ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP) em Camaçari, Bahia, Brasil. Será a primeira fábrica de ácido acrílico e superabsorventes da América do Sul. Com um investimento superior a 500 milhões de Euros, este será o maior aporte da BASF ao longo de sua história de 100 anos na América do Sul.

Além disso, a BASF passará a produzir acrilato de 2-etil-hexila, uma importante matéria-prima para as indústrias de adesivos e tintas especiais, no atual Complexo Químico de Guaratinguetá, São Paulo. Esta também será a primeira fábrica do produto na América do Sul.

Com o novo Complexo de Ácido Acrílico, a BASF assegurará o fornecimento de matéria-prima para importantes produtos, como: fraldas, químicos para construção, resinas acrílicas para tintas, tecidos e adesivos.

“A BASF é atualmente líder global e regional na cadeia de valor dos acrílicos. Em função do forte crescimento do Brasil, chegou a hora para realizarmos este importante investimento, que irá fortalecer nossa posição de liderança e ratificar nossa confiança no desenvolvimento do mercado sul-americano”, diz Dr. Stefan Marcinowski, membro da Junta Diretiva da BASF SE.

“O projeto reforça a importância da região para a BASF, assegurando o fornecimento de nossos produtos para nossos clientes na América do Sul e contribuindo para o desenvolvimento do País”, afirma Dr. Alfred Hackenberger, Presidente da BASF para a América do Sul.

O Polo de Camaçari foi escolhido em função da disponibilidade de matéria-prima (propeno) e utilidades, fornecidas pela Braskem S.A., a maior indústria química do Brasil e parceira estratégica da BASF neste projeto.

“O acordo com a BASF permitirá potencializar os benefícios para toda a cadeia produtiva do ácido acrílico, não apenas em razão da capacidade de produção do projeto e do porte do investimento como também pelas tecnologias disponíveis. Além disso, estimulará o surgimento de um novo ciclo de investimentos no Polo de Camaçari, atraindo novas empresas de manufatura para a Bahia”, diz Carlos Fadigas, Presidente da Braskem.

A construção do novo Complexo de Ácido Acrílico começará em 2011, gerando cerca de 1.000 empregos durante a construção. O início das atividades produtivas está previsto para o quarto trimestre de 2014, gerando 230 empregos diretos e 600 indiretos. A produção de acrilato de 2-etil-hexila em Guaratinguetá está planejada para iniciar em 2015, com base no ácido acrílico produzido em Camaçari, BA.

“Esperamos que o investimento traga um impacto muito positivo para a balança comercial do País de cerca de US$ 300 milhões ao ano, sendo US$ 200 milhões por meio da redução de importações e US$ 100 milhões em função do aumento das exportações”, diz Hackenberger.

O ácido acrílico é um importante produto na cadeia de valor dos superabsorventes, componentes ativos de fraldas de bebês e outros produtos de higiene. Éster acrílico, o mais importante derivado do ácido acrílico, é utilizado para produzir matérias-primas para adesivos, químicos para construção e tintas decorativas, como as da Suvinil, marca de tintas decorativas da BASF e líder no segmento Premium no Brasil.

Fonte: BASF

 

Braskem e Basf anunciam acordo que viabiliza a criação de um polo acrílico no Brasil

22/08/2011
Braskem fornecerá propeno e outros insumos ao projeto na Bahia, onde serão investidos mais de US$ 750 milhões
A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder global na produção de biopolímeros, firmou acordo com a Basf, empresa química líder mundial e presente no Brasil há mais de 100 anos, para o fornecimento de propeno e soda para o projeto em escala mundial de ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP) no Brasil. A Basf irá investir mais de US$ 750 milhões na construção de fábricas no Polo de Camaçari, na Bahia, que serão as primeiras a produzir ácido acrílico e SAP no Brasil e na América do Sul. O investimento da Braskem será na ordem de US$ 30 milhões.O propeno a ser fornecido pela Braskem, no valor aproximado de US$ 200 milhões por ano, será a principal matéria-prima para a produção de ácido acrílico, utilizado em tintas, indústria têxtil e no setor de mineração, entre outros, bem como acrilato de butila, insumo para a indústria têxtil e construção civil, e polímeros superabsorventes, que são usados para produzir fraldas, para tratamento de água e extração de petróleo, entre outras aplicações.

O volume de propeno previsto no contrato atualmente é destinado pela Braskem à exportação. Com esse acordo, o produto passará a ser consumido no mercado interno com agregação de valor, gerando efeitos positivos para a balança comercial do Brasil pela substituição de importações de ácido acrílico, acrilatos e superabsorvente. Além disso, o projeto aportará alto conteúdo tecnológico proprietário da Basf, contribuindo para a competitividade de setores que fabricam no país fraldas, tintas, têxteis e produtos para a construção civil, entre outros.

“O acordo com a Basf permitirá potencializar os benefícios para toda a cadeia produtiva do ácido acrílico em razão da capacidade de produção do projeto e do porte do investimento. Além disso, estimulará o surgimento de um novo ciclo de investimentos no Polo de Camaçari, atraindo novas empresas de manufatura para a Bahia”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem.

“Com esse investimento no Brasil, nós reforçamos nossa liderança local e global na cadeia de valor de acrílicos, garantindo o fornecimento dos nossos produtos para os consumidores da região e contribuindo para o desenvolvimento do país”, diz Alfred Hackenberger, presidente da Basf América do Sul.

A localização da planta foi definida com base na competitividade oferecida pela Bahia, além da disponibilidade das matérias-primas, propeno e soda, e de utilidades em geral, que também serão supridas pela Braskem. O projeto, previsto para começar a ser implementado ainda em 2011, é um incentivo à criação de um Complexo Acrílico no Polo de Camaçari e deverá entrar em operação em 2014. Durante as obras, serão criados cerca de mil empregos diretos.

Fonte: Braskem
 

Braskem expandirá capacidade de produção de PVC em 40 %

27/08/2010

Volume de negócios projetado para os próximos anos leva Braskem a realizar novos investimentos na produção de PVC, com destaque para a construção de uma fábrica em Alagoas

A Braskem investirá R$ 920 milhões para expandir sua capacidade de produção de PVC em 40% até 2012. Esse montante, recentemente aprovado pela empresa, tornará possível a construção de uma nova fábrica, situada ao lado da Unidade de Marechal Deodoro, na região metropolitana de Maceió. Hoje, a Braskem produz 510 mil t/ano de PVC, das quais 260 mil em Marechal Deodoro e 250 mil em Camaçari (BA). A partir de maio de 2012, data prevista para a inauguração da nova planta fabril, serão mais 200 mil t/ano, reforço necessário para atender à demanda nacional.

“No atual ritmo de crescimento do Brasil, o mercado doméstico deverá absorver 980 mil t de PVC até o fim de 2010”, afirma Marcelo Cerqueira, Diretor do Negócio de Vinílicos. “Existe equilíbrio entre a oferta e a demanda no mercado brasileiro, mas, considerando o volume de negócios projetado para os próximos anos, exigem-se investimentos em novas capacidades.”

A construção civil responde por quase 60% da aplicação de PVC, em tubos, conexões, perfis e esquadrias. O desempenho do segmento melhora sempre que a economia do país vai bem, como agora, quando a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) varia de 5% a 7% até o fim do ano.

Além da construção civil, o setor de infraestrutura também gera bons negócios para a resina, em suas diferentes aplicações – de tubulações para levar água e saneamento básico à população até estações compactas de tratamento de esgoto e imóveis, que podem ser projetados em Concreto-PVC, um sistema construtivo utilizado há quase uma década no Brasil e que representa soluções para cidades como São Luís do Paraitinga (SP).

Cidade histórica do Vale do Paraíba, São Luís do Paraitinga foi duramente atingida por uma enchente no começo de 2010. Agora, 45 casas e 106 sobrados de Concreto-PVC estão sendo construídos. Os futuros moradores estão entre os que perderam tudo o que tinham por causa do transbordamento do Rio Paraitinga. Após dias de chuva forte, bem acima do normal mesmo para o período, o rio saiu de seu leito, destruindo igrejas e casarões de tijolo e barro, imóveis típicos do século 19 e começo do século 20.

A construção das novas casas e sobrados é de responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU). O terreno tinha sido destinado à construção de casas populares pela Prefeitura um mês antes da enchente. A situação de emergência exigiu uma solução diferenciada, que reunisse qualidade e rapidez na execução. “Essas casas vão atender famílias cadastradas, cuja situação se agravou no início do ano”, diz Ana Lúcia Bilard, Prefeita de São Luís do Paraitinga. “Numa segunda etapa, vamos construir moradias para retirar famílias instaladas em Áreas de Proteção Permanente (APPs).”

O contrato para construção dos 151 imóveis foi assinado entre a CDHU e a Royal do Brasil Technologies, cliente da Braskem. O Sistema Construtivo Concreto-PVC é uma técnica desenvolvida pela Royal, no Canadá, e que utiliza perfis leves de PVC encaixados por módulos, deixando um vão livre, oco, preenchido por concreto e aço estrutural. No Canadá, o sistema é conhecido como “Casa de PVC”. O nome Concreto-PVC deve-se a outro parceiro, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

A Royal tem uma equipe própria em São Luís do Paraitinga, composta de arquiteto, engenheiro e técnicos, além de 66 trabalhadores contratados e capacitados localmente (montadores, pedreiros, carpinteiros, eletricistas, marceneiros e ajudantes de obra). “Atuamos no Brasil desde 2002 e já construímos casas, escolas, clínicas e postos de gasolina, além de termos executado projetos de saneamento e em outros segmentos”, informa Carlos Eduardo Torres, Diretor Geral da empresa no país.

Entre as qualidades do Sistema Construtivo Concreto-PVC, Torres destaca a rapidez de execução, a durabilidade e praticidade do PVC (facilidade de limpeza e manutenção), e o menor consumo de água e energia na obra.

“Começamos o projeto de São Luís do Paraitinga em 17 de março e já temos 45 casas prontas ou em fase de conclusão.” Os imóveis têm, em média, 65 m2.

O Concreto-PVC também está sendo utilizado em outro grande empreendimento voltado para a construção de casas em municípios destruídos por enchentes, nesse caso provocadas pela chuvas de 2008, em Santa Catarina. O parceiro da Braskem é a Global Housing, fornecedor dos perfis e painéis de PVC. Os recursos financeiros para a construção das cerca de 300 casas foram doados pela Arábia Saudita.

Rumo à Copa e às Olimpíadas

O Brasil se prepara para receber a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. São eventos que mobilizarão bilhões de reais em investimentos. Para a Copa do Mundo, por exemplo, há estudos e estimativas de impactos econômicos potenciais de cerca de R$ 180 bilhões, dos quais 26% são diretos, inclusive com investimentos em infraestrutura, e 76% indiretos. Os mesmos estudos indicam a possibilidade de geração de 330 mil oportunidades de trabalho permanentes e 380 mil temporárias.

A definição de projetos e a seleção de fornecedores já começaram. A Odebrecht participou da licitação para entrega de três estádios a serem construídos de acordo com o novo conceito de estádio-arena ou estádio multi funcional. Eles terão capacidade para até 50 mil pessoas e, além de jogos de futebol, poderão receber shows, congressos e eventos diversos, movimentando recursos extras para a sua manutenção.

Das três licitações, a Odebrecht ganhou duas: a reconstrução do Estádio da Fonte Nova, em Salvador, e a construção de um novo estádio em Recife. “Estamos analisando propostas de parceiros para esses projetos. Entre eles a Braskem, como fornecedora de PVC e outras resinas termoplásticas para assentos, elementos de fachada, cobertura, sistema de captação de água de chuva para reúso e outros itens da construção”, explica Eduardo Martins, Coordenador do Projeto Copa Odebrecht.

Esse conjunto de oportunidades de negócios para o PVC orientou a decisão da Braskem de construir a nova fábrica em Marechal Deodoro. O projeto, a ser executado em regime de aliança com a Odebrecht, começará em julho. Criará cerca de 2 mil oportunidades de trabalho durante a fase de execução da obra, a serem aproveitadas por profissionais locais.

Fonte: Instituto do PVC / Odebrecht Informa (jul/ago 2010)
Por Thereza Martins
Fotos: Lalo de Almeida