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Braskem promove uso de polipropileno em embalagens de tintas

03/11/2015
Baldes de polipropileno para tintas

Baldes de polipropileno para tintas

Plástico contribui para a diminuição do aquecimento global e toxicidade, de acordo com estudo de Avaliação de Ciclo de Vida, apresentado pela Braskem na feira Abrafati 2015

A Braskem apresentou na feira Abrafati 2015 as principais vantagens técnicas e ambientais das embalagens para tintas produzidas a partir de polipropileno em comparação às manufaturadas em folha de flandres (laminado composto por ferro e aço e revestido com estanho). As principais vantagens do plástico se dão em relação ao aquecimento global e toxicidade, afirma a empresa.

Na comparação a alternativas de mesmo volume feitas em folhas de flandres, as embalagens de polipropileno provaram ser menos danosas ao meio ambiente, segundo a Braskem. Os dados foram reunidos em estudo de Avaliação de Ciclo de Vida, uma metodologia que analisa os impactos ambientais potenciais ao longo da vida de um produto ou serviço. O estudo foi realizado pela consultoria ACV Brasil e submetido a um processo de revisão técnica pela KPMG.

De acordo com o levantamento, afirma a Braskem, se 1 milhão de litros de tinta fosse envasado em embalagens plásticas de 3,6 L em vez de embalagens de folha de flandres, seria evitada a emissão de 58 toneladas de CO2 – o que é equivalente a um carro percorrer o trajeto de 222 mil km -, além de um volume de chuva ácida suficiente para encher 1.262 piscinas olímpicas.

“A sociedade e o mercado, em particular, estão cada vez mais preocupados com a sustentabilidade de seus produtos, e essa preocupação deve, necessariamente, passar pelas embalagens. Por isso, escolhemos a Abrafati para apresentar o estudo, já que é o mais importante evento do setor de tintas, e para o qual é de extrema relevância apontar as características que fazem do plástico um material mais econômico e mais amigável ao meio ambiente”, afirma Marco Antonio Cione, diretor Comercial de Polipropileno da Braskem.

ACV – A Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) é uma técnica para avaliação dos aspectos ambientais e dos impactos potenciais associados a um produto, compreendendo as etapas que vão desde a retirada da natureza das matérias-primas que entram no sistema produtivo até o produto final. Esta análise permite que a Braskem compreenda cada vez mais o impacto ambiental de seus produtos ao longo do ciclo de vida. Desde 2005, a companhia utiliza a metodologia de ACV e, hoje, já possui 58 estudos.

Fonte: Braskem

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Covestro expõe na Abrafati 2015 com nova marca e reforços em seu portfólio sustentável

20/10/2015

A empresa, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, realizou o primeiro evento com o nome Covestro na América Latina e apresentou lançamentos do segmento de poliuretanos para o mercado de tintas e pinturas em plásticos

covestroA empresa de polímeros Covestro participou da Abrafati 2015, um dos mais importantes eventos da cadeia de tintas na América Latina e no mundo, que aconteceu de 13 a 15 de outubro no Transamérica Expo, em São Paulo (SP).

A Covestro, que desde 1º de Setembro atua mundialmente com nova identidade visual, apresentou ao mercado de tintas sua marca pela primeira vez, enfatizando a importância do evento. Sob o slogan “Inventing for You”, a Covestro reforçou seu portfolio com o lançamento de dois novos produtos da família Desmodur®: Desmodur® eco N 7300 e Desmodur® blulogiq 3190.

Desmodur® eco N 7300

Embora já existam soluções ecológicas para polióis, até o momento, o fator que limitava o desenvolvimento de sistemas poliuretânicos sustentáveis era a disponibilidade de poliisocianatos originários a partir de matérias-primas renováveis.

Segundo a Covestro, o seu novo poliisocianato alifático livre de solvente – Desmodur® eco N 7300 – soluciona este problema, sendo o primeiro agente reticulante no mercado de poliuretanos a partir de biomassa – 70% de conteúdo de carbono derivado de biomassa –  e com desempenho superior nas propriedades finais, sendo indicado para aplicações em revestimentos, adesivos, entre outros.

Desmodur® blulogiq 3190

De acordo com a Covestro, o seu novo endurecedor termolatente – Desmodur® blulogiq 3190 – oferece agilidade no processo final de secagem para vernizes poliuretânicos 2K de alto brilho, possibilitando que peças de plástico sejam curadas a 80°C, com dureza após forneio até 30% maior, com aspecto e nivelação de pintura original. As tecnologias termolatentes permitem o manuseio mais robusto de peças  plásticas recém curadas, minimizando o retrabalho e danos às peças durante a montagem, estocagem ou processo de empacotamento para transporte.

A médio prazo, a indústria automotiva se beneficiará com a possibilidade de pintar peças plásticas, compósitos e substratos metálicos em uma única linha, agilizando assim o processo de revestimento.

A Covestro também participou do Congresso Abrafati 2015 nos dias 13 e 14 de outubro com duas  palestras, entre as quais a que teve por tema “Endurecedores PU Inteligentes: funcionalidade, eficiência e sustentabilidade”, proferida por  Rolf Roschu, Técnico de Desenvolvimento e Aplicação para Europa e América Latina.

Com vendas de 11,7 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Suas atividades estão focadas na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em diversas áreas. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. O grupo Covestro possui 30 sites de produção ao redor do mundo e até o final de 2014 empregava cerca de 14.200 colaboradores. A Covestro, anteriormente chamada Bayer MaterialScience, é uma empresa do Grupo Bayer.

Fonte: Assessoria de Imprensa Covestro

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