Posts Tagged ‘Abiquim’

Com muitos negócios e tecnologia, Plástico Brasil 2019 registrou clima de otimismo e expectativa de investimentos para modernização do parque fabril da cadeia do plástico

03/04/2019

Corredores cheios, muitos negócios, tecnologia e conhecimento marcaram a segunda edição da Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, encerrada na sexta-feira, 29 de março, no São Paulo Expo.

Uma iniciativa da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions, o evento se consolidou com a entrada de mais de 100 novas empresas, área de exposição 20% maior que a edição de 2017 e, segundo os organizadores, uma visitação de 45 mil compradores e profissionais do setor, confirmando as suas expectativas.

A Plástico Brasil 2019 reuniu mais de 800 marcas nacionais e de outros 13 países: Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Suíça, Taiwan e Turquia.

Para José Velloso, presidente-executivo da Abimaq, conquistar esta posição num espaço tão curto de tempo tem uma explicação simples: tecnologia. “Quando idealizamos a Plástico Brasil anos atrás, nós queríamos transformar as feiras para indústria do plástico e fazer não só um evento de negócios, mas de tecnologia”, lembra.

Na avaliação do dirigente, a situação econômica dos últimos anos represou os investimentos; no cenário atual, a expectativa de retomada do crescimento econômico fez com que os transformadores viessem à feira “com apetite”. “A Plástico Brasil apresentou o que há de mais moderno em tecnologia para máquinas para a indústria do plástico. O visitante pôde entrar em contato com essa tecnologia, se atualizar e aprender como melhorar seus índices de produtividade”, acrescentou.

No quarto dia da feira (28), Velloso acompanhou o secretário-executivo da Secretaria de Governo da Presidência da República, Mauro Biancamano Guimarães, numa visita aos estandes da Plástico Brasil 2019, para demonstrar o alto grau de desenvolvimento tecnológico da indústria brasileira de máquinas para plástico.

Presidente da Abiquim, Fernando Figueiredo reforça que a feira acontece num momento de otimismo e confiança na retomada do crescimento econômico, quando os empresários estão projetando seus investimentos futuros. “Quando as fábricas se modernizam com máquinas de última geração e ganham produtividade, a indústria de resinas termoplásticas se beneficia pelo aumento da demanda por matéria-prima.

Para Figueiredo, a participação da entidade como correalizadora da Plástico Brasil vai ao encontro da tendência mundial pela busca de soluções colaborativas e promove a integração da cadeia do plástico, da qual a indústria de resinas termoplásticas é parte fundamental.

Gino Paulucci Jr., presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da Abimaq e da Comissão Organizadora da Plástico Brasil 2019, conta que o retorno que recebeu dos expositores é que todos ficaram muito satisfeitos. Mais que isso, ele ouviu elogios dos visitantes, que destacaram ambiente favorável à realização de negócios, tanto em termos de estrutura dos estandes e do pavilhão, quanto da tecnologia à disposição. “Os clientes vieram à feira dispostos a romper o represamento dos investimentos. Eles sabem que parque industrial brasileiro precisa ser renovado com urgência se quiser ganhar competividade no mercado mundial”, lembra Paulucci. “E a Plástico Brasil ofereceu isso totalmente”.

Quanto à sua empresa, a Polimáquinas, o executivo garante que a participação na Plástico Brasil superou todas as expectativas. “Notamos mais indústrias em busca de modernização de suas plantas do que de expansão. O interessante é que algumas empresas estão fazendo programação bianual, o que demonstra a confiança na economia e amplia o horizonte de negócios de nós, expositores”, explica Paulucci.

Conteúdo

A oferta de conteúdo técnico ocupou papel de destaque na Plástico Brasil 2019. Foram mais de 80 horas de seminários, palestras e workshops, como o Parque de Ideias, VDI Road Show, 1º Abinfer Business Center – ABC 2019, PETtalk 2019, SEBRAE Móvel, Escola Móvel de Indústria 4.0 do SENAI – SP e o SMED (Single Minute Exchange of Die), demonstração de troca rápida de moldes automatizada.

Com foco na produtividade e redução do tempo de setup, o SMED demonstrou uma injetora ROMI EM 170 equipada com moderno sistema de troca rápida de molde, composto por robô, placas magnéticas e sistemas de acoplamentos rápidos. O sistema é adequado às trocas frequentes de moldes em injetoras de todos os tamanhos. A troca rápida em demonstração na Plástico Brasil levou, em média, 1’55”.

Responsável pelo 1º Abinfer Business Center – ABC 2019, Christian Dihlmann, presidente da Abinfer – Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais destacou o sucesso da parceria entre a Plástico Brasil e a entidade. “Foi acima do esperado, tanto para nós da Abinfer como para as ferramentarias participantes”. Ainda segundo Dihlmann, alguns expositores do espaço tiveram o retorno de todo o investimento já no primeiro dia.

“Nosso balanço é extremamente positivo”, elogiou Dihlmann, comentando que a iniciativa se destacou ainda por colocar no mesmo espaço empresas de portes diferentes: “O visitante pôde negociar com empresas grandes ou menores, dentro daquilo que ele procurava”.

Marco Basso, presidente da Informa Exhibitions, lembra que, além de maior promotora de eventos do mundo, a empresa tem expertise em oferecer conteúdo que contribui de forma decisiva para o desenvolvimento profissional, técnico e econômico dos segmentos em que atua, como ficou contatado na recém-encerrada Plástico Brasil 2019. “A Plástico Brasil cumpriu seu papel ao oferecer não só muita tecnologia nos estandes das 800 marcas, mas também muito conhecimento na rica programação técnica com mais de 80 horas de atividades”, reforça o executivo.

Sustentabilidade

A área de exposição da feira refletiu a atenção com que a indústria do plástico trata a questão da Sustentabilidade e o investimento em pesquisa e desenvolvimento feito pelos fornecedores de máquinas voltadas para o processamento de resíduos plásticos. Além disso, uma programação técnica com palestras ministradas pela Plastivida, instituto socioambiental dos plásticos que atua na educação ambiental; TriCiclos, empresa de engenharia de economia circular aplicada; e Braskem, maior produtora de resinas das Américas, tiveram destaque na programação do Parque de Ideias.

Desde a montagem até a desmontagem da Plástico Brasil, os resíduos gerados pelos expositores e visitantes foram coletados por catadores da Cooperativa Prioridade Ambiental, que separaram o material em caçambas. Com o término da coleta, a cooperativa transportou os resíduos para seu galpão, onde receberam destino ambientalmente corretos e se converteram em renda para os cooperados.

Também numa parceria com a Plastivida e a empresa Plastimil – Fortymil, a Plástico Brasil realizou mais uma vez o projeto Tampinha Legal, que promoveu a educação ambiental por meio da coleta de tampas plásticas dos produtos consumidos na Praça de Alimentação da feira e produzidas por empresas expositoras nas demonstrações de seus equipamentos.

Marcas expositoras destacam a quantidade e qualificação dos visitantes e o alto volume de negócios realizados

A Plástico Brasil 2019 se confirmou como uma janela de oportunidades para os transformadores modernizarem suas plantas depois de anos de paralisação dos investimentos.

Expositores da feira destacaram o momento oportuno de sua realização, quando as indústrias retomam a confiança na retomada do crescimento econômico. Isso se refletiu, segundo eles, na grande quantidade e alta qualificação de visitantes nos estandes e no volume de negócios fechados ou prospectados já nos primeiros dias, o que para muitos foi uma agradável surpresa.

A Romi destacou a importância de ser patrocinadora da Plástico Brasil pela segunda vez. Segundo William dos Reis, vice-presidente da empresa, apoiar um evento de porte internacional coloca a Romi automaticamente em contato com seu cliente. “Para nós, participar das decisões do evento é extremamente viável, visto que conhecemos o gosto do cliente, podendo dessa forma contribuir com aquilo que o mercado precisa”, completa.

Como expositora, a empresa alcançou os resultados esperados já nos primeiros dias. Reis garante que percebeu o público mais otimista em relação à edição de 2017. “O empresariado brasileiro vem mudando seu comportamento desde outubro de 2018, e isso só tende a melhorar, o que, para nós, é maravilhoso, pois estamos aqui para fazer negócios e receber o cliente”. A Romi lançou na feira a sopradora elétrica ROMI C 15D para indústrias que buscam produtividade e precisão, com baixo consumo de energia.

A Stäubli encerrou sua participação na Plástico Brasil 2019 com chave de ouro. “Quebramos todos os recordes possíveis de oportunidades abertas e projetos. O terceiro dia (27 de março) foi o melhor dia de uma feira brasileira para a Stäubli em todos os tempos”, comemora Bruno Caumo, coordenador de Marketing da companhia.

Romi e Stäubli foram parceiras da Informa Exhibitions na demonstração de um inovador sistema de SMED – Troca rápida de moldes totalmente automatizado, e uma das atrações mais concorridas da Plástico Brasil 2019.

De acordo com William Carnevalli, responsável pelo Marketing da Carnevalli, o plano para a feira era fazer contatos, iniciar novos negócios, encontrar os clientes mais antigos e avançar para o pós-feira. “Missão cumprida”, sinaliza. Para ele, o mercado está “soltando o freio” aos poucos. “Pelo que percebemos, os clientes encontraram a hora certa para investir, o que já faz com que essa edição da Plástico Brasil se sobressaia em relação à anterior”. A empresa fabrica máquinas para extrusão, coextrusão, extrusão rígida, impressoras, Agro-Geo e recicladoras.

Em relação à visitação no estande da Simco, Vitor Ortega, da área Comercial, diz ter sido surpreendido pela quantidade e qualidade do público. “Há muito tempo não recebíamos uma quantidade tão grande de pedidos em um evento setorial. Os cinco dias da Plástico Brasil superaram os últimos quatro anos”, e complementa: “O público veio em busca de novas tecnologias, pois é isso que o mercado está exigindo”. A empresa tem se engajado para acompanhar essa tendência com lançamentos de novas máquina, a exemplo da injetora Log270-S9.

Após 12 anos sem participar de eventos setoriais, a Oerlikon marcou presença na Plástico Brasil 2019. A empresa não deixou passar a oportunidade em virtude de estar ingressando no mercado de plástico e com um novo produto: revestimento Balinit com base em carbono (DLC). Rafael Martins, responsável pelo Marketing da empresa, ressalta que o movimento no estande da empresa surpreendeu todos os dias, inclusive no primeiro. “Para nós, isso é incrível, já que a expectativa é disseminar nossos serviços para toda a cadeia do plástico. E os visitantes da feira são extremamente qualificados, além dos próprios expositores, dentre os quais alguns são nossos clientes”.

A experiência da Wortex nesta edição da feira também é motivo de comemoração. “Nosso estande esteve movimentado logo no primeiro dia. Negociamos a venda de seis máquinas, das quais três para clientes novos”, ressalta o diretor geral Paolo De Filippis. Segundo ele, as soluções apresentadas no evento para reciclagem e separação de material, os equipamentos Challenger Recycler Geração II e Challenger Recycler Conical e os sistemas de lavagem devem gerar novos negócios nos próximos meses. “Também foi muito importante a visibilidade que a Amut, nosso parceiro da Itália, teve com as linhas completas de separação de resíduos sólidos urbanos (RSU) e resíduos de coleta seletiva”, conclui, Filippis.

A Wittmann Battenfeld fez grandes negócios na feira. “Embora ainda não seja possível mensurar, podemos dizer que foram negócios bem promissores”, menciona Lucineia Domingues, responsável pelo departamento Financeiro da companhia. Além dos negócios, a empresa ficou satisfeita também com o público: “No geral, só ouvimos bons comentários dos nossos visitantes, tanto acerca do mercado, quanto em relação ao próprio evento”, conclui. A Wittmann Battenfeld divulgou todo o seu catálogo de produtos para o mercado de plástico, que compreende injetoras, robôs, alimentadores, rotâmetros, termorreguladores, desumidificadores, dosadores e moinhos.

A Lakatos fez novos contatos, encaminhou projetos e sentiu a animação do mercado para 2019. “Trouxemos uma nova máquina de termoformagem e o interesse do visitante da feira foi incrível, atingindo todas as expectativas”, contou Paulo Lakatos, diretor geral da empresa, que era conhecida no mercado como Eletro-Forming.

“Podemos dizer, sem sombra de dúvida, que o evento é extremamente promissor. Seu movimento ultrapassou nossa expectativa. Além dos visitantes, encontrar os principais produtores da cadeia do plástico aqui foi essencial para os nossos negócios”, comemora Marina Bogas, gestora de Negócios da Technoplast. A satisfação da representante da empresa se deve ainda ao fato da Technoplast estar no mercado há menos de um ano. “Nos lançamos como marca em dezembro de 2018, por isso, não poderíamos ficar de fora da feira que é a maior da América Latina. Acertamos em cheio!”. A Technoplast aproveitou os cinco dias do evento para lançar uma máquina para soldagem pouch de embalagens em PET com PE.

A Rulli Standard também comparou a recém-encerrada edição da Plástico Brasil com a de 2017. “Sem desmerecer a anterior, essa edição da feira está um sucesso. Notamos o progresso do evento em todos os sentidos, de expositores a visitantes”, aponta Caroline Rulli, responsável pelo Comercial da empresa. Ela comenta que fechou negócios esperados e inesperados nos cinco dias em que esteve no São Paulo Expo. O portfólio da Rulli Standard compreende máquinas para extrusão e coextrusão.

A Plástico Brasil 2019 marcou o retorno da Três-S em feiras do setor. Segundo Karine de Lima, contato Comercial da empresa, “a Três-S está lançando uma puncionadeira e não encontrou lugar melhor do que a feira para fazer isso, devido ao seu alcance internacional”. A companhia não participava de eventos desde 2015.

De acordo com André Said, engenheiro e gerente de vendas da Mecalor, o melhor de participar da Plástico Brasil foi o encontro com o público da empresa, que veio em massa para evento. “O mercado tem se mostrado com ótimas expectativas, o que para a Mecalor é ótimo”, diz Said. O engenheiro ainda completou: “Fechamos bons negócios todos os dias”. A Mecalor é responsável pela produção de termorreguladores, sistemas duo para sopradoras ou injetoras plásticas, unidades de ar seco para injetoras e de ar frio para extrusoras, além de termochillers.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil 2019

Curta nossa página no

Anúncios

Câmara de Comércio Brasil-Alemanha realiza evento em São Paulo sobre o potencial de diversificação e inovação da indústria química

20/03/2018

Diversificação e inovação podem impulsionar exportações da indústria química brasileira

Nesta sexta, 23 de março, representantes da Associação Alemã de Tecnologia Química e Biotecnologia estarão em São Paulo para falar sobre diversificação e inovação e divulgar a maior feira do setor, que se realiza em Frankfurt em junho.

A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha realiza encontro para discutir o tema “A indústria química e seu potencial de diversificação e inovação” nesta sexta-feira, 23 de março, das 9h30 ao meio-dia, em sua sede (rua Verbo Divino 1488, 3º andar, Chácara Santo Antônio, São Paulo).

Representantes da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM) e da Associação Alemã de Tecnologia Química e Biotecnologia (DECHEMA) discutirão as tendências do setor e a importância de aprimoramento tecnológico, com foco na diversificação e inovação para exportação. A vinda de representantes da instituição alemã ao Brasil se justifica pelo fato da indústria química do Brasil ocupar, hoje, a oitava posição no mundo, com faturamento anual próximo a US$ 12 bilhões. A BASF também apresenta seu case de eficiência energética no encontro.

Por fim, será divulgada a feira ACHEMA, principal evento mundial voltado para tecnologias para a indústria química, que ocorre a cada três anos em Frankfurt, promovida pela Associação Alemã de Tecnologia Química e Biotecnologia. Neste ano, ela se realiza de 11 a 15 de junho e, no Brasil, é oficialmente representada pela Câmara Brasil-Alemanha no Rio Grande do Sul (51 3222-5766 – larissa.behling@ahkrs.com.br), que também organiza grupos para visitá-la.

Programação e inscrições pelo https://www.sympla.com.br/achema—a-industria-quimica-e-seu-potencial-de-diversificacao-e-inovacao__252921. A participação é gratuita.

Curta nossa página no

Abiquim: matéria-prima e energia com preços elevados reduzem a competitividade da indústria química

14/08/2017

Produtos químicos importados ocupam 37,8% do mercado brasileiro

Dados apurados pela Abiquim no primeiro semestre indicam enfraquecimento do ritmo de produção local dos produtos químicos de uso industrial. Em junho de 2017, o índice de produção teve recuo de 4,56% sobre o mês anterior, enquanto o de vendas internas exibiu ligeira elevação, de 0,49%, em razão da desova de estoques.

Com esses resultados, o fechamento do 2º trimestre do ano confirma a desaceleração da atividade em relação aos três primeiros meses do ano, bem como sobre o mesmo período do ano passado: a produção caiu 2,33% no acumulado de abril a junho de 2017, na comparação com iguais meses de 2016, enquanto as vendas internas tiveram retração de 3,10%. Para o 1º semestre do ano, os números mostram redução da atividade, com o índice de produção subindo apenas 0,85% e o de vendas internas em sentido contrário, com recuo de 1,06%.

Apesar de o consumo aparente nacional (CAN) ter crescido expressivos 8,4% no período, esse aumento não foi acompanhado pelo desempenho das vendas internas, sinalizando uma perda de participação do produtor local em relação ao atendimento da demanda doméstica. A prova disso é que as importações, em volume, dos produtos analisados no RAC tiveram aumento de 30,5%, batendo recorde histórico dos últimos 28 anos de análise, passando a ocupar 37,8% do CAN.

No que se refere à capacidade instalada, no acumulado do 1º semestre de 2017, a utilização ficou, na média, em 77%, dois pontos porcentuais menor do que a que havia sido a média de janeiro a junho de 2016.

A diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, cita o caso dos petroquímicos básicos. O produto que vem puxando a alta das importações é o metanol, que deixou de ser produzido no mercado nacional por falta de competitividade da principal matéria-prima (gás natural) e, atualmente, passou a ser integralmente importado. Esse caso exemplifica muito bem a questão das oportunidades perdidas pelo País, que já poderia ter uma planta de escala mundial de metanol.

Além disso, a diretora da Abiquim reclama da falta de um projeto de política industrial para o País para geração de empregos de qualidade e de riqueza. Ao invés disso, segundo ela, o governo decide ir pelo caminho mais fácil para arrecadar. “A alta da contribuição do PIS/Cofins sobre os combustíveis veio na contramão do que a população em geral poderia esperar. Não se fez uma avaliação e/ou adequação das despesas que poderiam ser diminuídas, ou até eliminadas, pelo próprio governo, nem tampouco conseguiu-se elevar a parcela das receitas extraordinárias que o governo havia previsto no início do ano. Ou seja, o já elevado custo Brasil foi aumentado. Mas será que essa dose será suficiente? Se a economia não voltar a crescer, gerando os empregos necessários para os quase 15 milhões de desempregados, qual será a próxima medida?”, questiona.

A Abiquim destaca que o Brasil precisa urgentemente de medidas de Estado, de longo prazo, que dëem um norte e previsibilidade e não apenas de medidas de governo, sem visão de planejamento estratégico e que tornam o ambiente inseguro. Dentre as medidas de Estado, questiona a instituição, por que não a implantação de políticas industriais que sejam capazes de estimular o desenvolvimento e o crescimento da economia, gerando empregos e divisas e contribuindo para elevação do PIB nacional ?

Diante de todo esse cenário, o presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, faz um alerta: a ampliação das importações fez com que o Brasil, mais uma vez, perdesse a oportunidade de gerar riqueza e empregos para o povo. “Com elevado preço da nafta e do gás natural, bem como o alto custo da energia, o Brasil é presa fácil no mercado para os produtores internacionais ocuparem o mercado interno”.

Fonte: Abiquim

Curta nossa página no

Abertura da Plástico Brasil aponta sinais de retomada econômica

23/03/2017

Presidente da Abimaq, João Carlos Marchesan, fala durante abertura da feira Plástico Brasil

Presidentes de entidades, empresários e autoridades mostraram otimismo na abertura da Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, no dia 20 de março, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center. Evento está oferecendo 60 horas de conteúdo em programação

Primeira feira do setor no ano, a Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 20 a 24 de março trouxe, em parceria com a Apex, compradores internacionais da Argentina, Chile, Costa Rica, Egito, Estados Unidos, Índia, México e Rússia. De acordo com o presidente do Conselho da Administração da ABIMAQ, João Carlos Marchesan, a Plástico Brasil “compartilha nova experiência reunindo num local moderno grandes expositores da cadeia produtiva e os mais avançados processos para o aprimoramento técnico do mercado”.

O presidente da ABIQUIM, Fernando Figueiredo disse que nada melhor para a Plástico Brasil do que começar na Semana do Meio Ambiente: “O plástico tem contribuído para melhorar o dia a dia das pessoas”. Na mesma linha, o deputado federal Alex Manente, observou que o plástico é um dos segmentos que mais inovações vêm apresentando nos últimos tempos, “e a feira é uma oportunidade de levar o País adiante com uma indústria forte”.

O presidente da Informa Exhibitions, Marco Basso, lembrou que há um ano atrás, durante a realização da FEIMEC, o momento da economia era de pessimismo, reforçado pela ameaça de impedimento da presidente da República. “Agora a economia dá sinais de reação e a Plástico Brasil marca a virada do setor. Ela nasce com 40 mil m2, 400 marcas e apoio de 70 entidades, que revelam uma primeira edição robusta”, complementou.

Gino Paulucci, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da ABIMAQ

Mais tarde, em entrevista coletiva, o presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da ABIMAQ, Gino Paulucci, lembrou da necessidade da indústria de transformação renovar seu parque industrial depois de dois anos praticamente sem investimentos. “Grandes e pequenos fabricantes já estão iniciando suas compras neste ano, visando à economia de recursos, produtividade e competitividade”.

A Plástico Brasil representa diversos segmentos que compõem a cadeia produtiva do plástico e da borracha: instrumentação, controle e automação, máquinas, equipamentos e acessórios, moldes e ferramentas, produtos básicos e matérias primas, reciclagem, resinas sintéticas, serviços, projetos técnicos e outros. O evento aguarda a visita de 40 mil compradores, transformadores e profissionais da indústria do plástico, que atendem e atuam em segmentos como construção civil, automóveis e autopeças, agricultura, móveis, eletrônicos, instrumentos médicos, vestuário e calçados, eletrodomésticos, entre muitos outros.

A feira é uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e da ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química, com organização e promoção da Informa Exhibitions

Eventos Paralelos

A Plástico Brasil criou uma programação com 60 horas de conteúdo, ministrado por especialistas brasileiros e estrangeiros, autoridades e empresários, distribuídas nos seguintes eventos paralelos:

  • Seminário Internacional Plástico Brasil – Rumo à Indústria 4.0: Organizado pela ABIMAQ e VDMA (associação que representa os fabricantes de máquinas na Alemanha), reúne palestras apresentadas por especialistas nacionais e internacionais da VDMA. Dia 20, das 13h às 17h30.
  • Seminário “Eficiência Energética Como Diferencial Competitivo”: Organizado pela ABIMAQ, apresenta as soluções mais atuais para redução dos custos operacionais das indústrias e uso racional dos recursos naturais. Dia 23, das 13h30 às 17h10.
  • PETtalk – Conferência Internacional da Indústria do PET: Realizado pela ABIPET – Associação Brasileira da Indústria do PET, o encontro apresenta novas tecnologias, cenários e temas atuais da indústria do PET. Dia 21, das 8h às 17h, e dia 22, das 8h às 14h.
  • Workshop “Mobiliários Adaptados em PVC para Crianças com Disfunção Neuromotora”: Promovido pela Plastivida e Instituto Brasileiro do PVC como parte integrante do projeto Recicla Plástico Brasil, ensina profissionais da área de terapia ocupacional e voluntários a montar mobiliários feitos com PVC, adaptáveis a crianças com disfunção neuromotora. Dia 23, das 8h30 às 12h30.
  • Workshop de Sustentabilidade: Também integrante do projeto Recicla Plástico Brasil, com promoção da Plastivida e Instituto Brasileiro do PVC, o encontro é dedicado à troca de experiências sobre sustentabilidade, com presença de palestrantes renomados. Dia 23, das 14h às 18h.
  • SMED – Single Minute Exchange of Die – Troca Rápida de Moldes: Palestras rápidas e demonstração ao vivo da troca de moldes de uma máquina injetora em menos de 10 minutos. Realização: SENAI, Romi, Stäubli, Previsão e Berg-Steel. Todos os dias, às 11h, 13h, 15h e 17h.
  • Arena Técnica: palestras em formato dinâmico e duração média de 45 minutos, ministradas por especialistas e executivos das empresas expositoras. Dias 20 a 23, a partir das 10h.
  • Ilha de Inovação em Materiais Plásticos: Apresenta as novas tendências, tecnologias e inovações em resinas antes de sua chegada ao mercado. Participação das unidades de plástico e resinas da UNICAMP, CCDM – UFSCAR, FATECs Sorocaba, Zona Leste e Itaquera, e Instituto Mauá de Tecnologia.
  • Recicla Plástico Brasil: Ação criada com objetivo de disseminar a educação ambiental em torno da reciclagem do plástico e sua reutilização, bem como promover a sua imagem. Junto com os Workshops de Sustentabilidade e “Mobiliários Adaptados em PVC para Crianças com Disfunção Neuromotora”, é composto pelo Estande Recicla Plástico Brasil, Linha de Reciclagem e Transformação, Reciclagem de EPS, Projeto Tampinha Legal e Reciclagem de Credenciais. É uma iniciativa da Plastivida, Instituto Brasileiro do PVC, ABIMAQ, ABIQUIM e Informa Exhibitions, com apoio da Pavan Zanetti, Piovan, Romi e Wortex Máquinas.
    Ainda na área de reciclagem, uma das atrações é a Muzzicycles, fabricante de bicicletas com quadro feito de plástico. A empresa demonstra em seu estande o processo de montagem, os diferentes modelos de quadros e as bicicletas prontas. Uma delas fica exposta no estande do Recicla Plástico Brasil.

Incentivo às Exportações

Importadores de diversos países interessados na tecnologia e competitividade das máquinas e acessórios para a cadeia produtiva do plástico participam da 1ª Rodada Internacional de Negócios que acontece durante a Plástico Brasil, a convite do Programa Brazil Machinery Solutions. Trata-se de uma ação de promoção comercial, denominada Projeto Comprador, organizada pelo Programa BMS, fruto da parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ).

A partir de dados disponibilizados pelas empresas brasileiras, como mercados escolhidos e produtos ofertados, consultores especializados em matchmaking internacional fizeram o cruzamento de informações e identificaram compradores em diversos países que têm interesse nos produtos.

Participam das Rodadas 10 compradores de 8 países: Argentina, Colômbia, Costa Rica, Egito, Estados Unidos, Índia, México e Rússia. A ação tem como objetivo principal potencializar o contato e as negociações entre fabricantes brasileiros e compradores estrangeiros do setor. As reuniões acontecem em um espaço exclusivo para a ação, ao longo dos dias 21 e 22 de março.

Pavilhão

Inaugurado em maio de 2016, o São Paulo Expo é um moderno centro de exposições, com 90 mil m2 de área de exposição, pavilhões climatizados e mais de 5 mil vagas de estacionamento (4,5 mil cobertas), localizada a 850 metros do metrô Jabaquara, 10 minutos do aeroporto de Congonhas e fora do perímetro de restrição municipal (rodízio) de veículos de passeio e de carga. Os visitantes que usam transporte público contam com traslado gratuito de ida-e-volta para o evento a partir da estação Conceição do Metrô e do aeroporto de Congonhas.

Serviço:

PLÁSTICO BRASIL – Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 20 a 24 de março de 2017
Horário: Das 10h às 19h
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – São Paulo – SP)
Iniciativa: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.
Promoção e organização: Informa Exhibitions
http://www.plasticobrasil.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

Curta nossa página no

Indústria química brasileira perde duas posições no ranking mundial do setor

22/12/2016

enaiq

Abiquim divulgou dados do segmento no Encontro Anual da Indústria Química

A Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química divulgou “O Desempenho da Indústria Química Brasileira” durante a 21ª edição do ENAIQ – Encontro Anual da Indústria Química, realizado no WTC Events Center, em São Paulo, no dia 2 de dezembro.

Refletindo a grave situação do setor, a indústria química brasileira caiu da 6ª para a 8ª posição no ranking mundial entre 2014 e 2015. Em 2015, a indústria química brasileira faturou US$ 111,8 bilhões, em comparação com US$ 147 bilhões em 2014. Com isso,  o Brasil foi ultrapassado por Índia e França no ranking do setor. Os primeiros colocados permanecem: China, Estados Unidos, Japão, Alemanha e Coreia do Sul. O setor químico brasileiro, no entanto, subiu para a terceira posição no PIB industrial nacional, estimulado pela queda da indústria automobilística, representando 10,4% de toda a indústria de transformação.

A indústria química brasileira deverá encerrar 2016 com um faturamento líquido de US$ 113,5 bilhões, segundo estimativa da Abiquim e associações específicas dos segmentos ligados ao setor. Esse valor é 1,4% superior ao registrado em 2015. Entre os segmentos, o destaque é o de Produtos Químicos de Uso Industrial, que deverá encerrar 2016 com um faturamento de US$ 54,9 bilhões. Já o déficit da balança comercial de produtos químicos deverá fechar o ano em US$ 16,9 bilhões, pois o Brasil importou US$ 26,7 bilhões em produtos químicos e exportou US$ 9,8 bilhões.

O presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Marcos De Marchi, contou que o cenário econômico do País em 2016 afetou o desempenho do setor, mas que a perspectiva é de um cenário melhor no início do próximo ano. Ele explicou que a indústria opera com 80% de sua capacidade e antes de investir em novas plantas ou expansões os empresários trabalham para aumentar o índice de operação. “No entanto é necessário ter garantia de fornecimento de energia elétrica e matéria-prima a preços competitivos e por longo prazo para que possa haver mais investimentos”, concluiu.

Durante o evento foi realizada a cerimônia de entrega dos troféus aos vencedores do Prêmio Kurt Politzer de Tecnologia 2016, que prestigia a PD&I do País, reconhecendo projetos de inovação tecnológica na área química que demonstrem inventividade e criatividade.

Fonte: Abiquim

Curta nossa página no

Abimaq e Abiquim firmam parceria para realização da Feira Plástico Brasil

21/12/2015

PlasticoBrasil

A Abimaq e a Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química assinaram acordo de parceria entre as entidades para a realização da Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha. O apoio foi oficializado durante o evento de apresentação da Feira Plástico Brasil, na sede da Abiquim, em que estiveram representantes de empresas associadas, os presidentes da Abimaq, da Abiquim e da organizadora do evento, Informa Exhibitions.

A Plástico Brasil, que acontece de 20 a 24 de março de 2017, será palco de avanços tecnológicos e tendências globais dos diversos segmentos que compõem a cadeia produtiva do plástico.

Fernando Figueiredo, presidente-executivo da Abiquim, ressaltou que a entidade tem como tradição apoiar as principais feiras do setor e que a proposta da Plástico Brasil, em um ambiente inovador, vem ao encontro das necessidades do segmento.

Para Carlos Pastoriza, presidente do Conselho de Administração da Abimaq, ter a Abiquim como parceira na realização da feira é de extrema importância, vista a relevância deste segmento no evento. O presidente do Informa Group, Marco Basso, recordou que é tendência mundial que as entidades representativas sejam as realizadoras dos eventos dos seus segmentos.

Ao reunir toda a cadeia industrial do plástico, a Plástico Brasil nasce com a missão de alavancar o desenvolvimento da indústria de máquinas, equipamentos e acessórios, e estimular a realização de negócios com compradores do Brasil e do exterior que buscam novidades, tendências e inovações para as mais variadas aplicações.

A diretora da feira, Liliane Bortoluci, apresentou o status da organização e da divulgação do evento, que conta com o apoio das principais mídias e entidades do setor, inclusive da Euromap – organização europeia que reúne as associações da cadeia do plástico, que apóia exclusivamente o evento na América Latina.

A parceria entre as entidades fortalecerá o evento e contribuirá para o desenvolvimento de toda a cadeia da indústria do plástico. A Abiquim integra o Conselho Gestor da feira e as empresas associadas participarão do Comitê de Expositores, atuando junto à organizadora na realização da Plástico Brasil.

Fonte: Abimaq

Curta nossa página no

Sustentabilidade na Feiplastic 2013: Dow reafirma compromisso com meio ambiente; Abiquim reforça necessidade de materiais “verdes” como fonte de valor

04/04/2013

feiplastic

Para a Dow, empresa expositora da FEIPLASTIC 2013 – Feira Internacional do Plástico, desenvolver materiais com reduzido impacto ambiental representa o cumprimento de um compromisso corporativo firmado há oito anos, quando, em 2005, a companhia estabeleceu metas globais para 2015, na busca por soluções para desafios como proteção ambiental, garantia de saúde, eficiência energética, relacionamento com comunidades e segurança.

Entre os objetivos globais estabelecidos pela Dow estão o aumento em 10% do percentual de vendas de produtos beneficiados pela química sustentável e o investimento anual de US$ 1,8 bilhão em Pesquisa e Desenvolvimento, com foco nos desafios energéticos e nas questões relacionadas a alimentos, água, transporte e habitação. “O time de Plásticos da Dow está plenamente alinhado às metas corporativas da companhia, e comprometido em desenvolver e oferecer ao mercado brasileiro soluções inovadoras e sustentáveis para diversos desafios e problemáticas da cadeia de valor do plástico”, afirma Letícia Jensen, diretora de vendas de Plásticos de Performance para o Brasil.

Os valores transmitidos pela Dow em seus produtos estão alinhados com as inovações em produtos e soluções presentes na Feiplastic. A Dow fornece polímeros de alto desempenho desenvolvidos para atender demandas de diferentes mercados com redução do impacto ambiental. Jensen adianta. Um dos destaques na feira será a nova geração de embalagens flexíveis, ideal para o mercado de food service, e que permite consumo total do produto evitando desperdícios, além de apresentar menor volume para transporte e descarte quando comparadas às embalagens rígidas tradicionais. Outra tecnologia é o microespumado (microfoaming), que propicia a fabricação de filmes com menor espessura e menor peso, reduzindo assim, o impacto da embalagem. A Dow conta ainda com soluções que fomentam a cadeia de reciclagem, como o stand up pouch 100% PE (polietileno), uma embalagem patenteada pela Dow e uma alternativa a filmes multimaterial; e a nova solução para termoformagem flexível. “Nossos especialistas detalharão os benefícios dessas e de outras soluções durante o evento”, afirma Jensen. Outros destaques serão o filme Diamanto™, tecnologia que combina rigidez, brilho e transparência, e se configura como uma nova alternativa para substituir filmes de CPP e BOPP. Para o mercado de higiene e medicina destaca-se a resina de fibra ASPUN™, material a base de polietileno e alternativa para a produção de fibras para não tecidos ultrassuaves, aplicados em artigos higiênicos e médicos descartáveis.

As tendências apontadas pela Dow são confirmadas como caminho para o futuro dos plásticos industriais, de acordo com Luciano Guidolin, coordenador da comissão de Resinas Termoplásticas da Associação Brasileira da Indústria Química, Abiquim. Segundo ele, é crescente o interesse do mercado por “polímeros que aumentem o prazo de conservação do conteúdo armazenado em embalagens plásticas ou soluções que facilitem sua reciclagem”. Nessa busca por uma qualidade cada vez maior, a Sustentabilidade é apontada como fator-chave. “É o tema central na agenda da indústria petroquímica brasileira, que tem apresentado avanços significativos em todas as suas dimensões – comenta Guidolin – Não estamos falando somente da produção conforme as regulamentações e melhores práticas vigentes, mas também da fabricação de produtos com redução de impacto ambiental, e que possibilitem ganhos para a cadeia em sua utilização, como a redução do peso dos produtos finais ou do consumo de energia para transformação”.

Fonte: Assessoria de Imprensa Feiplastic

Curta nossa página no

Projeções da Abiplast apontam para queda nas vendas

30/05/2011

Fonte: VALOR / Abiplast

Henri Slezynger presidirá Conselho Diretor da Abiquim até 2013.

31/03/2011

As empresas associadas à Abiquim elegeram, em 31 de março, o novo Conselho Diretor da entidade para o biênio 2011/2013. O empresário Henri Armand Slezynger, engenheiro químico e administrador de empresas, será o presidente do Conselho Diretor. Slezynger é acionista da Unigel, grupo com 15 unidades industriais no Brasil e no México. Com atuação nos segmentos de especialidades químicas, fertilizantes, plásticos e embalagens, a Unigel emprega cerca de 2 mil pessoas.

Slezynger terá como vice-presidentes Carlos Fadigas de Souza Filho, presidente da Braskem, Pedro Emílio Suarez, presidente da Dow, Marcos De Marchi, presidente da Rhodia, Marcelo Lacerda Soares Neto, presidente da Lanxess, Paulo Francisco Schirch, presidente da Solvay, Alfred Hackenberger, presidente da Basf, e João Benjamin Parolin, diretor superintendente da Oxiteno.

Como conselheiros, foram eleitos Carlos Alberto Schmid (Huntsman), Ciro Mattos Marino (Millennium), Cristiano Melcher (Fosbrasil), Domingos Henrique Guimarães Bulus (White Martins), Eduardo Kunst (Artecola), Eduardo Leite Cordeiro (Petrom), Flávio Augusto Lucena Barbosa (Innova), Irundi Sampaio Edelweiss (Deten), Isaac Plachta (IQT), José Veiga Veiga (M&G Polímeros), Julio Muñoz Kampff (Henkel), Laércio Valentin Giampani (Syngenta), Luiz Antonio Veiga Mesquita (Vale Fertilizantes), Mario Antonio Carneiro Cilento (Carbocloro), Michael Pronin (Clariant), Nelson Pereira dos Reis (Quirios), Paulo Cezar Amaro Aquino (Petroquisa), Reinaldo Rubbi (Elekeiroz), Ricardo Vellutini (DuPont), Richard Ward (Petroquímica Suape), Rui Chammas (Quattor), Theodorus van der Loo (Bayer), Wanderlei Passarella (GPC Química), Weber Ferreira Porto (Evonik Degussa) e Wolfgang Heinz Guderle
(DyStar).

O Conselho Fiscal é composto por Ricardo Neves de Oliveira (ICL Brasil), Rodrigo Lopes Almeida (Monsanto) e Ronaldo Silva Duarte (Columbian), tendo como suplentes Haroldo Montenegro Ignacio de Almeida (QGN), José Lucas de Alvarenga Freire Filho (Bluestar Silicones) e Pedro Riveros (Air Products).

Fonte: Abiquim