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Com ações para impulsionar a competitividade do setor de plásticos, Abiplast apoia a Interplast 2016

18/03/2016

Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico acontecerá de 16 a 19 de agosto, em Joinville (SC)

Interplast_2012O segundo principal mercado consumidor brasileiro do setor de plásticos está na região Sul do país, que também ocupa a segunda posição em concentração de empresas transformadoras de material plástico. O Sul merece destaque ainda pela presença de um importante polo petroquímico e consequente proximidade a fornecedoras de matérias-primas. É o que enfatiza José Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), apoiadora da 9ª Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico -, de 16 a 19 de agosto, em Joinville (SC).

O apoio vai ao encontro do objetivo estratégico da associação de promover o aumento de competitividade da indústria brasileira de transformados plásticos.

“Eventos como a Interplast, que difundem conhecimento e tecnologia, auxiliam o aprimoramento da produtividade de nossa indústria, o que impacta positivamente na melhoria da competitividade das indústrias brasileiras de transformados plásticos”, destaca Coelho.

Recentemente a entidade divulgou os dados do setor, afirmando que a produção da indústria brasileira de transformados plásticos caiu 8,7% em 2015, com uma produção de 6,1 milhões de toneladas de artefatos plásticos. Essa foi a pior queda já enfrentada pelo segmento desde a crise iniciada em setembro de 2008, que apresentou sérios reflexos no mercado mundial e brasileiro durante o ano de 2009, período em que a produção do setor recuou 13,3%.

Segundo Coelho, o setor de transformados plásticos é um dos quatro maiores empregadores industriais, e dentre os grandes empregadores é o que paga melhores salários e emprega pessoal mais qualificado. Para 2016, ele acredita que haverá um recuo de 3,5% na produção do setor de transformados e de 1,3% no emprego. As exportações, por outro lado, devem seguir com um desempenho positivo de 12%.

A Interplast é uma realização do Simpesc (Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina) e organização da Messe Brasil. A feira é realizada nos anos pares e em 2014 teve 30 mil visitantes de 22 estados brasileiros e 19 países. Estimam os organizadores da feira que o evento tenha gerado cerca de R$ 500 milhões em negócios durante sua realização e nos seis meses seguintes.

“Um evento do porte da Interplast oferece às empresas o acesso a novidades e o intercâmbio de conhecimento e tecnologia para aumento de produtividade”, afirma Coelho, que complementa: “Os números da edição anterior da feira mostram a importância dessa troca de informações: foram 550 expositores de 12 diferentes países, abrangendo soluções e tecnologias nos segmentos de máquinas e equipamentos, transformadores, ferramentarias, embalagens, matéria-prima, periféricos, design e serviços”.

Pela terceira vez a Euromold Brasil – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos será realizada paralelamente à Interplast. Simultaneamente também acontece o Cintec 2016 Plásticos – Congresso de Inovação Tecnológica -, organizado pela UniSociesc, e a Rodada de Negócios, uma organização da Bolsa de Negócios e Subcontratação de Santa Catarina BNS/SC.

Para credenciamento online de visitantes e mais informações, acesse www.interplast.com.br.

Serviço:
Interplast 2016 – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico – http://www.interplast.com.br
EUROMOLD BRASIL – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos – http://www.euromoldbrasil.com.br
Data: 16 a 19 de agosto de 2016
Horário: 14 às 21 horas
Local: Expoville – Joinville-SC – Brasil
Organização: Messe Brasil

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Produção de transformados plásticos caiu 8,7% em 2015

25/02/2016

A produção industrial de transformados plásticos no Brasil caiu 8,7% em 2015 em relação a 2014. O total de artefatos plásticos fabricados ficou na casa dos 6,1 milhões de toneladas de artefatos,  segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast).

De acordo com a Abiplast, a retração no setor foi a pior enfrentada desde a crise internacional de 2008, ocasião em que a produção despencou13,3%.

A redução na produção foi causada por quedas expressivas de importantes segmentos industriais que consomem plásticos, tais como o setor automotivo (-25%), alimentos (-2,4%), bebidas (-5,4%), eletroeletrônicos (-30%) e higiene e perfumaria (-3,8%), explicou a Abiplast.

Por um lado, o dólar mais alto está ajudando os setores a aumentarem a sua competitividade no mercado externo. A Abiplast reportou crescimento de 8,8% nas exportações do segmento em 2015. Por outro lado, porém, a valorização do dólar tem um impacto nos custos da indústria e nos preços de matéria-prima.

“Infelizmente, ainda não vemos alteração desse cenário e em 2016 estimamos um recuo de 3,5% na produção do setor de transformados e de 1,3% no emprego”, afirmou na nota o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, ressaltando que o setor já fechou quase 30 mil postos de trabalho. “Somente as exportações devem seguir com um desempenho positivo, de 12%”, concluiu ele.

Fonte: Abiplast / DCI

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PICPlast já beneficia mais de 900 empresas brasileiras transformadoras de plásticos

18/02/2016

O plano promoveu, em dois anos, uma série de capacitações empresariais, treinamentos e workshops, contemplando mais de 1.200 profissionais que atuam no setor

Em dois anos desde o seu lançamento, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Braskem em conjunto com a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), alcançou números expressivos. Mais de 900 empresas brasileiras da transformação de plásticos foram beneficiadas por ações desenvolvidas pelo plano para contribuir com o desenvolvimento da indústria brasileira, contemplando mais de 1.200 profissionais que atuam no setor.

As ações do plano estão estruturadas em três eixos: estímulo a exportações de transformados plásticos, ampliação da competitividade e inovação do setor de transformação e promoção das vantagens do plástico.

No pilar de estímulo à exportação de transformados plásticos, o volume acumulado de resinas incentivadas chegou a cerca de 70 mil toneladas em dezembro de 2015, representando um valor de mais de R$ 80 milhões investidos ao longo dos últimos dois anos.

O PICPlast vem atuando fortemente também no desenvolvimento empresarial. Nesse período, foram promovidas diversas iniciativas para o setor de transformação, entre feiras, seminários e capacitações. Os programas foram realizados em parceria com instituições como a Fundação Dom Cabral, Think Plastic Brazil, Aduaneiras, Advisia, Inventta, Towsend Solutions, Cambridge – Institute for Family Enterprise.

Em 2015 o PICPlast também firmou parceria com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e, a partir de 2016, será oferecido ao setor um programa educacional e consultorias sobre desenvolvimento gerencial para estimular o crescimento das micro e pequenas empresas que atuam na cadeia produtiva do plástico.

Além das capacitações, o PICPlast esteve presente em feiras do setor plástico, como Feiplastic, Nordesteplast e Plastech, e em feiras voltadas ao agronegócio e construção, com a participação na Agrishow e Concreteshow.

De acordo com o vice-presidente de Poliolefinas, Vinílicos e Químicos Renováveis da Braskem, Luciano Guidolin, as ações promovidas pelo PICPlast são essenciais para a constante diferenciação do setor plástico brasileiro. “O PICPlast tem proporcionado aos empresários boas oportunidades para se manterem competitivos no mercado global, especialmente em um momento delicado da economia. Nossa missão em 2016 é ampliar a atuação pelo Brasil e fortalecer ainda mais a cadeia produtiva do plástico”, afirma o executivo.

Para o presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, a atuação do PICPlast este ano motivou os empresários a trabalharem ainda mais em 2016. “O plano tem cumprido seu propósito, que é contribuir para o desenvolvimento de um novo ciclo para a indústria do plástico, baseado no planejamento e na capacitação empresarial de todos os agentes que compõem esta importante indústria”, afirma Roriz Coelho.

Fundo Setorial

O Fundo Setorial, um dos braços de atuação do PICPlast criado para captar recursos financeiros com o objetivo de promover ações que valorizem as vantagens do plástico, completou um ano em dezembro e acumula resultados significativos desde o seu lançamento. Até dezembro, o plano já recebeu a adesão de mais de 300 empresas do setor plástico em todas as regiões do Brasil.

O valor arrecadado em 2015 deve chegou a cerca de R$ 2,7 milhões, que serão direcionados ao longo dos próximos meses para ações de comunicação, educação, reciclagem e estudos técnicos.

Alguns projetos já começam a ser viabilizados com os recursos arrecadados pelo Fundo Setorial. É o caso do “Movimento Plástico Transforma”, campanha voltada aos colaboradores da própria indústria de transformação, com o objetivo de disseminar informações qualificadas sobre o plástico. Posteriormente, o movimento alcançará outros públicos, ampliando o conhecimento da sociedade como um todo sobre a importância do plástico na vida das pessoas.

Outra iniciativa é o mapeamento que está sendo desenvolvido pela Fundação Instituto de Administração (FIA) sobre a indústria de reciclagem no Brasil e que vai embasar uma série de ações a serem implementadas a partir de 2016.

Também no campo da reciclagem, o PICPlast está desenvolvendo um planejamento de coleta e triagem de resíduos recicláveis, inicialmente, para a região do ABC paulista. O trabalho, que está sendo desenvolvido em parceria com a consultoria Mãos Verdes e deverá durar um ano, tem a finalidade de estimular a ampliação da reciclagem de plásticos no país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PIC Plast

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Setor plástico assina Acordo Setorial para Sistema de Logística Reversa de Embalagens

25/11/2015

Nesta quarta feira, 25 de novembro, a Abiplast participa, juntamente com outras entidades de classe de âmbito nacional que representam os Produtores de Embalagens, Usuários de Embalagens, Distribuidores e Comerciantes de Produtos, de reunião no Ministério do Meio Ambiente, em Brasília (DF), para a assinatura do Acordo Setorial para a Implementação do Sistema Para Logística Reversa de Embalagens Contidas na Fração Seca dos Resíduos Sólidos Urbanos ou Equiparáveis.

Desde a criação da coalizão empresarial, a Abiplast é personagem ativa nas discussões e elaboração da proposta do Acordo Setorial, que foi entregue ao Ministério do Meio Ambiente em dezembro de 2012. Desde então, com o suporte de seus especialistas em Meio Ambiente e Sustentabilidade, a Abiplast vem apresentando sua proposta de acordo e de adesão aos diversos sindicatos a ela filiadas, e também, conduzindo diversas negociações com os entes governamentais. Esses esforços culminam agora, na aprovação da proposta.

O Acordo Setorial para a Implementação do Sistema Para Logística Reversa de Embalagens Contidas na Fração Seca dos Resíduos Sólidos Urbanos ou Equiparáveis deve ser entendido como um instrumento útil para que as empresas fabricantes de embalagens plásticas possam atender à Lei 12.305/2010, regulamentada pelo Decreto nr. 7404/2010.

Para participar do Acordo Setorial, a empresa deve ser associada ao Sindicato patronal de sua localidade. Este encaminhará o “Termo de Adesão” para a Abiplast que, por sua vez, providenciará a inclusão da empresa no Acordo, cumprindo-se desta forma todas as exigências legais.

Em 2016, a Abiplast retomará suas apresentações aos sindicatos, conforme estes solicitarem, e também estará aberta as novas adesões.

Fonte: Abiplast

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Abiplast anuncia parceria com Feiplastic 2017

24/11/2015

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), entidade do setor plástico que reúne toda a cadeia dos transformadores do segmento, dará apoio e participará da próxima edição da Feiplastic (Feira Internacional do Plástico), a maior feira da indústria do plástico na América Latina. O evento é realizado pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e já tem data confirmada: 22 a 26 de maio de 2017, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

“Nossa presença na Feiplastic 2017 reforça o reconhecimento da indústria de plásticos em relação ao evento, que é a plataforma oficial de negócios para todos os expositores e compradores do setor na América Latina”, comenta o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz.

Na última edição da Feiplastic, além do encontro com expositores pelos corredores do Anhembi, a Reed Exhibitions Alcantara Machado promoveu rodadas de negócio entre visitantes convidados e expositores. O Premium Club Plus reuniu 40 compradores em 72 reuniões. Durante a Feiplastic, as reuniões do programa Think Plastic Brazil receberam 62 empresas nacionais com compradores estrangeiros. Somadas, ambas iniciativas movimentaram mais de R$ 40 milhões em negócios.

“Nossa parceria com a Abiplast para organizar a Feiplastic está fechada até 2030. Essa aliança reforça que realmente organizamos o evento mais relevante no setor de plásticos”, ressalta Juan Pablo De Vera, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado no Brasil.

Serviço:
Feiplastic – Feira Internacional do Plástico
Data: 22 a 26 de maio de 2017
Local: Parque de Exposições do Anhembi, São Paulo, Brasil
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP – Brasil
Site: http://www.feiplastic.com.br/

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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PICPlast promove debate sobre sucessão familiar voltado para a indústria da transformação plástica

21/09/2015

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) promoverá um treinamento sobre sucessão familiar para empresas brasileiras que atuam na indústria da transformação plástica. A iniciativa, denominada como “Programa de Sucessão Familiar”, tem o objetivo de disseminar estratégias de sucesso para as empresas enfrentarem os desafios comuns impostos às famílias empresárias. O treinamento será ministrado pela Cambridge Institute for Family Enterprise, entidade parceira do PICPlast, e será realizado nos dias 22, 23 e 24 de setembro, em São Paulo.

O evento será conduzido por especialistas brasileiros e internacionais por meio de palestras, estudos de caso, discussões em grupo e relatos de experiências vividas pelos integrantes das famílias. Ao final de cada dia de atividades, a família se reunirá com um consultor, denominado “Facilitador”, que intermediará as discussões sobre os problemas particulares enfrentados por cada grupo.

De acordo com o professor John A. Davis, fundador do Cambridge Institute, os desafios enfrentados pelas empresas familiares hoje são profundos e amplamente sólidos. “Os negócios estão mudando com extrema rapidez, assim como as famílias. O programa educacional desenvolvido pelo PICPlast, em parceria com a Cambridge, possibilita a estas famílias entenderem melhor suas forças e fraquezas, além de aplicar seus métodos para construir e manter famílias e empresas de sucesso ao longo de gerações”, afirma o professor.

O primeiro dia de atividades será dedicado à introdução e aos princípios básicos da sucessão familiar. Na oportunidade, os participantes terão uma extensa agenda com dinâmicas e tendências de empresas de controle familiar, ciclos de vida de sistemas de empresas familiares e geração de riquezas para suportar uma família em crescimento.

No segundo dia de evento, o tema discutido será governança corporativa. Ao longo do dia, famílias assistirão palestras sobre o desenvolvimento de uma governança eficaz na família, nos negócios (conselho de administração) e entre acionistas, transição bem-sucedida de responsabilidade e autoridade para a próxima geração e o desenvolvimento da união familiar em torno de missão e valores compartilhados.

No terceiro e último dia de treinamento, os temas que nortearão o treinamento serão a sucessão e as próximas gerações. Os participantes falarão sobre os conflitos familiares que podem desestabilizar a família e os negócios, a construção da disciplina familiar e o entusiasmo para tocar o negócio, e as formar para preparar a próxima geração para liderar e herdar os negócios com responsabilidade. No final das atividades, os participantes terão de entregar um Plano de Ação para lidar com os desafios encontrados ao longo das dinâmicas.

A iniciativa faz parte de uma série de atividades previstas pelo PICPlast para desenvolver ações de estímulo à inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável da indústria brasileira de transformação plástica baseada em três focos de atuação:  auxiliar as empresas em estratégias para aumentar as exportações de transformados, aumentar a sua competitividade e Inovação no mercado global, e desenvolver ações para promover as vantagens do plástico e sua importância na vida moderna.

O PICPLAST é uma iniciativa da Braskem e da Abiplast.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com capacidade anual de produção de mais de 16 milhões de toneladas de resinas e outros produtos petroquímicos básicos. Com faturamento de R$ 53 bilhões,  a Braskem atua em mais de 70 países, conta com cerca de 8 mil integrantes e opera 36 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA e Alemanha. Lidera ainda a construção de um complexo industrial petroquímico no México, em parceria com a mexicana Idesa, cujo investimento é avaliado em cerca de US$ 5,2 bilhões.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico – ABIPLAST representa o setor de transformados plásticos desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A ABIPLAST representa atualmente 11.670 empresas que empregam um total de 358.000 mil pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPLAST

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José Ricardo Roriz Coelho é reeleito presidente da Abiplast e do Sindiplast-SP

06/08/2015

Mandato das novas diretorias estende-se até agosto de 2019

roriz_1A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e o Sindicato da Indústria de Material Plástico, Transformação e Reciclagem de Material Plástico do Estado de São Paulo (SINDIPLAST) reelegeram José Ricardo Roriz Coelho (foto) para a presidência de ambas entidades na sexta-feira, 31 de julho de 2015.

A eleição foi feita por aclamação na Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e com maioria plena dos votos do Sindicato da Indústria de Material Plástico, Transformação e Reciclagem de Material Plástico do Estado de São Paulo (SINDIPLAST).

As novas diretorias tomarão posse em 1o de setembro de 2015 para os mandatos que expiram em agosto de 2019.

Na ABIPLAST, o presidente José Ricardo Roriz Coelho contará com os empresários Alberto Geromini e Otto von Sothew nas 1a e 2a vice-presidências, respectivamente.

No SINDIPLAST, o 1º vice-presidente será Aurelio de Paula e o 2º vice-presidente, Rogerio José Mani.

Desafios serão enfrentados

“Vamos continuar firmes na defesa dos diversos segmentos que compõem a indústria de transformação do plástico”, afirma Roriz. “Nosso setor tem sofrido as consequências da estagnação econômica, da inflação crescente e da desinformação. Lidamos com normas e leis arbitrárias, as quais prejudicam não apenas nosso desempenho, mas afetam toda a sociedade. Estamos preparados para enfrentar os antigos e os novos desafios. Afinal, prezamos o futuro das nossas empresas. E, acima de tudo, somos brasileiros e sabemos que somente um país com uma indústria forte tem chances reais de superar a crise e inaugurar um ciclo virtuoso de crescimento”, conclui José Ricardo Roriz Coelho.

Fonte: Abiplast

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Perfis de PVC amadeirado e portas e janelas automatizadas são os destaques da Amplex na Construsul

04/08/2015

Empresa gaúcha é parceira da multinacional alemã Kommerling, um dos players mundiais do setor de perfis de PVC para esquadrias

KommerlingEm parceria com a Amplex Aberturas em PVC, da cidade gaúcha de Carlos Barbosa, a Kommerling apresenta na Construsul portas e janelas com persianas automatizadas e perfis de PVC com acabamento amadeirado. A feira acontece de 5 a 8 de agosto, em Novo Hamburgo.

Os destaques ficam por conta das janelas basculantes e das portas de correr automatizadas. Outra atração é o PVC com acabamento amadeirado. Por meio de lâminas coladas nos perfis, é indicado para qualquer tipo de abertura. Está disponível com 5 tonalidades standard e 12  especiais, com cores que vão do azul ao vermelho e metálico O produto é destinado a um público que deseja um acabamento rústico da madeira sem os problemas de manutenção, como verniz e fungo, cupins, apodrecimento. Soma-se a estes benefício, o isolamento termoacústico estável.

Segundo Priscila Oliveira Andrade, gerente de vendas da Kommerling, a disponibilidade de perfis de PVC no padrão madeira é uma opção que avança em novas obras no Brasil, tendo em conta que a mão de obra de manutenção de esquadrias de madeira está cada vez mais escassa e cara.

Parceira da Kommerling desde 2010, a Amplex atua na  Serra Gaúcha, região metroplitana de Porto Alegre e nos Vales do Taquari e do CAI. “Somando a expertise em extrusão da Kommerling com o nosso conhecimento em engenharia, atendemos a um público que  busca conforto térmico/acústico  e economia de energia”, ressalta Andre Demari, diretor da Amplex.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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PICPlast promove capacitações em exportação e custos para empresas da indústria da transformação plástica, em Alagoas

30/06/2015

As capacitações foram realizadas em Maceió, e contaram com o apoio do Sindicato das Indústrias de Plástico e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast)

Picplast_alagoas

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) promoveu capacitação profissional em exportação e custos para mais de 30 empresas da indústria da transformação plástica, em Alagoas. A ação teve como objetivos aumentar a atuação dessas empresas no mercado internacional, com foco em aspectos técnicos e mercadológicos da exportação, e auxiliar as empresas a estruturarem modelos internos para otimizar relatórios, simular preços de produtos, administrar o fluxo de caixa, levantar os custos de cada produto, entre outros processos vitais para o gerenciamento de uma companhia. A capacitação contou com o apoio do Sindicato das Indústrias de Plástico e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast), e foi realizada no próximo dia 1 de julho, em Maceió.

Para o presidente do Sinplast, Gilvan leite, as ações do PICPlast ocorrem em um momento importante. De acordo com o executivo, a aproximação entre a Braskem, a ABIPLAST e os sindicatos estaduais demonstra o amadurecimento e união de toda a cadeia produtiva do plástico, especialmente nesse momento difícil vivido pela economia. “Iniciativas como essa asseguram o empresário de que algo está sendo feito para ele se desenvolver e construir um setor cada vez mais forte”, afirma Leite.

Hoje o Sinplast conta com cerca de 40 empresas associadas em todo o estado de Alagoas com ações para promover o desenvolvimento sustentável e a competitividade da indústria. “Por meio do PICPlast plantamos uma semente, que já brotou e está dando frutos. Quem ganha com isso é a economia brasileira”, finaliza o presidente do Sinplast.

Os temas desenvolvidos na capacitação de “exportação” foram ministrados pelo Programa de Incentivo à Exportação do Plástico Brasileiro (Think Plastic Brazil), e a Aduaneiras, empresa que oferece consultorias, cursos, sistemas e informações voltadas para o comércio exterior. O primeiro tema abordou os processos de competitividade e globalização, planejamento estratégico de exportação e marketing internacional. O outro tema abordado foi voltado para os tipos de exportadores no Brasil, a dinâmica da operação de exportação e os incentivos fiscais destinados a esta operação.

Já a capacitação em custos e rentabilidade foi realizada pela consultoria financeira e de investimentos Advisia. Os participantes assistiram a demonstrações por meio de projeções sobre o funcionamento do modelo de operação: como a empresa pode fazer a alocação dos custos classificados por produto, como extrair os resultados por meio de relatórios pré-definidos e simular o preço necessário para atingir uma margem de lucro desejada. O modelo também ajudará os empresários a controlarem o fluxo de caixa, além de apresentar de forma detalhada os gastos por categoria de produto.

O PICPlast é uma iniciativa da Braskem, em conjunto com a Associação Brasileira do Plástico (ABIPLAST), entidade que representa a indústria de transformação plástica no Brasil. O plano foi lançado em 2013 com o objetivo de desenvolver programas estruturais que contribuam com a competitividade e crescimento da transformação plástica de forma conjunta entre a 2ª e 3ª gerações da cadeia produtiva do plástico.

PICPlast em números (Setembro/2013 a Maio 2015)

598 transformadores plásticos participantes;
R$ 53 milhões investidos no programa de venda incentivada para exportação (até março 2015);
93 empresas participaram de eventos para promover seus produtos em diferentes segmentos de mercado;
276 empresas participantes do Fundo Setorial.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPLAST

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Empresários da indústria do plástico serão capacitados para aprimorar a gestão de suas companhias

19/05/2015

Os treinamentos terão como foco promover a competitividade empresarial

PicplastO Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) dará início a um extenso programa de capacitação empresarial destinado a empresários da indústria da transformação plástica brasileira. Os treinamentos, compostos por seis módulos, terão o propósito de aprimorar os empresários em temas como estratégia e competitividade empresarial, gestão de processos, logística e cadeia de suprimentos, governança e sucessão, custos e finanças, e inovação e gestão. Os próximos módulos (3º e 4º) contarão com a participação de 35 empresas, e serão realizados nos próximos dias 20 e 21 de maio, na Fundação Dom Cabral, em São Paulo (SP).

O PICPlast é uma iniciativa da Braskem, em conjunto com a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), entidade que representa a indústria da transformação plástica no Brasil. O plano foi lançado em 2013 com o objetivo de desenvolver programas estruturais que contribuam com a competitividade e crescimento da transformação plástica de forma conjunta entre a 2ª e 3ª gerações da cadeia.

No terceiro módulo (20/05), os participantes receberão orientação sobre logística e cadeia de suprimentos. O objetivo do tema é explorar as possibilidades de ganhos por meio de movimentos colaborativos entre fornecedores e clientes, da redução dos custos operacionais na logística e na produção, sempre em linha com a estratégia de valor para o cliente. Os participantes terão a oportunidade de trabalhar temas como gestão de produção, gestão estratégica de capacidade, ferramentas para o aumento da capacidade industrial, os desafios e gargalos na indústria da transformação plástica, entre outros temas. Quem falará sobre o tema é o professor convidado da Fundação Dom Cabral, Aureo Villagra, MBA em Gestão Empresarial pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Já no quarto módulo (21/05), o tema tratado será governança e sucessão. Neste tema, os empresários serão capacitados sobre a necessidade da construção da agenda de governança corporativa, e do alinhamento das expectativas pessoais com as diretrizes familiares e do negócio. Também serão discutidos temas como gestão de conflitos, as relações interpessoais em uma empresa familiar, reestruturação societária, bem como a importância da preparação da futura geração e seus desafios. O responsável por conduzir o tema será o doutor em administração pela universidade de São Paulo (USP) e especialista em administração de empresas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), Jairo Laser Procianoy.

Os dois últimos módulos já estão com os temas definidos: “Custos e Finanças” e “Inovação e Gestão”.

PICPlast em números (Setembro/2013 a Maio 2015)

–  598 transformadores plásticos participantes;
–  R$ 53 milhões investidos no programa de venda incentivada para exportação (até março 2015);
–  93 empresas participaram de eventos para promover seus produtos em diferentes segmentos de mercado;
–  251 empresas participantes do Fundo Setorial.

Para mais informações sobre o PICPlast, acesse: http://www.picplast.com.br.

Fonte: M.Free

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PICPlast apoia 598 empresas em pouco mais de um ano de atuação

07/05/2015

Braskem e ABIPLAST apresentam resultados da iniciativa na Feiplastic 2015

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Braskem em conjunto com a ABIPLAST – Associação Brasileira da Indústria do Plástico -, lançado em 2013 para desenvolver programas estruturais que contribuam com o aumento da competitividade e crescimento da indústria brasileira de transformação plástica, conquista resultados importantes em pouco mais de um ano e meio de atuação. Desde o seu lançamento, o Plano vem promovendo ações estratégicas em diversas regiões do país para estimular o desenvolvimento da indústria de transformação plástica no Brasil, o que já beneficiou 598 empresas do setor.

Estes e outros resultados estão sendo apresentados durante a realização da Feira Internacional do Plástico 2015 (Feiplastic), a maior feira da cadeia produtiva do plástico na América Latina, e uma das maiores do mundo. O evento está ocorrendo desde o dia 04 e continuará até o dia 08/05 no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

De acordo com o vice-presidente da Braskem, Luciano Guidolin, a iniciativa cumpriu o seu papel nesse primeiro ano atuação. “O PICPlast tem trabalhado com foco em incentivar as empresas a torná-las competitivas no mercado nacional e internacional. Vamos ampliar ainda mais nossa atuação em 2015, impulsionando a competitividade do setor de transformação plástica”, afirma o executivo.

Para o presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, a consolidação do PICPlast em 2015 será fundamental para o desenvolvimento da indústria brasileira do plástico. “O PICPlast visa apoiar o desenvolvimento de um novo ciclo para a indústria do plástico. Certamente, o Plano se tornará uma referência setorial que poderá servir como inspiração para outros setores industriais brasileiros”, afirma Roriz Coelho.
Apoio ao desenvolvimento empresarial.

O PICPlast tem promovido capacitações sobre temas variados, como o mercado internacional e os aspectos técnicos da exportação, competitividade, inovação, gestão, custos e desenvolvimento de mercado. Os programas foram realizados em parceria com uma série de instituições.

A Fundação Dom Cabral, por exemplo, promove aulas para empresários com foco em gestão. Já a Inventta, consultoria especializada em inovação, desenvolve projetos de inovação que serão implantados pelas empresas participantes a partir de 2015. Outra iniciativa, liderada pela assessoria de finanças, Advisia, realiza programas de capacitação em custos e rentabilidade, oferecendo uma ferramenta financeira aos participantes. A Think Plastic Brazil e a Aduaneiras foram as parceiras identificadas para desenvolver as capacitações para acesso ao mercado internacional, considerando aspectos técnicos e mercadológicos para exportações.

Estímulo às exportações de transformados

Ao todo 45 empresas de todas as regiões do Brasil já aderiram ao programa de venda incentivada para exportação. Até março deste ano, o volume acumulado de resinas incentivadas chegou a quase 42 mil toneladas, com R$ 53 milhões investidos ao longo do período.

Fundo Setorial

Como parte das iniciativas foi lançado o Fundo Setorial. Cada empresa que adere ao Fundo contribui diretamente com ações que visam à valorização do plástico, programas de educação e suporte para ampliação da reciclagem de plásticos no Brasil.  Para as empresas que aderirem ao Fundo Setorial, será incluída na nota fiscal a contribuição de R$ 1,00 líquido por tonelada de resina adquirida de fornecedores de resinas participantes. Os fornecedores de resinas contribuirão com R$ 2,00 líquidos por tonelada vendida na mesma transação.

Desafios para 2015

Em 2015, o PICPlast estará presente em diversos eventos como a Feiplastic, Agrishow, Nordesteplast, Plastech e Concreteshow. Também haverá a continuidade dos programas lançados em 2014, e o início das capacitações com foco em qualidade, produtividade e sucessão familiar. Também estão planejadas ações para valorização do plástico com o montante arrecadado no Fundo Setorial.

  • PICPlast em números (Setembro/2013 a Abril 2015)
  • 598 transformadores plásticos participantes;
  • R$ 53 milhões investidos no programa de venda incentivada para exportação (Valor consolidado até março/15)
  • 93 empresas participaram de eventos para promover seus produtos em diferentes segmentos de mercado;
  • Mais de 160 empresas participantes do Fundo Setorial.
  • Para mais informações sobre o PICPlast, visite o Espaço PICPlast na Feiplastic 2015.

Sobre a Braskem: Com 36 plantas industriais distribuídas pelo Brasil, Estados Unidos e Alemanha, a Braskem produz anualmente mais de 16 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos. Maior produtora de biopolímeros do mundo, a Braskem tem capacidade para fabricar anualmente 200 mil toneladas de polietileno derivado de etanol de cana-de-açúcar.

Sobre a ABIPLAST: A Associação Brasileira da Indústria do Plástico – ABIPLAST representa o setor de transformados plásticos desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A ABIPLAST representa atualmente 11.670 empresas que empregam um total de 358.000 mil pessoas.

Serviço
Feira Internacional do Plástico (Feiplastic)
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo/SP
Horário: De 4 a 8 de maio, das 11h às 20h
Informações: http://www.feiplastic.com.br/

 

Abiplast lança o Perfil 2014 da Indústria Brasileira de Transformados Plásticos durante a FEIPLASTIC

01/05/2015

Logo AbiplastA indústria brasileira de transformados plásticos faturou R$ 59,2 bilhões em 2014. O maior evento do setor começa no próximo dia 4 e estende-se até 8 de maio, reunindo as principais empresas do segmento. Durante a feira, a Abiplast lançará o PERFIL 2014, um relatório anual produzido desde 1994 e distribuído gratuitamente. De acordo com o departamento econômico da ABIPLAST, “o PERFIL da Indústria Brasileira de Transformados Plásticos trará informações sobre a estrutura da cadeia produtiva do plástico no Brasil e foca na estrutura, tamanho e importância do setor de transformados plásticos no Brasil.”. A nova edição oferece breve resumo do setor plástico no mundo e aprofunda a visão estrutural do setor de transformados plásticos no Brasil, tanto da transformação quanto da reciclagem de plásticos. Além dessa visão estrutural do setor de transformados plásticos brasileiros, a análise focaliza o desempenho dessa indústria nos últimos anos, traçando um panorama, desde 2007, da evolução dos indicadores de produção, consumo, faturamento, emprego, importações e exportações.

Outras ações na feira incluem também:

  • Ilha do Conhecimento: nesta área, serão realizadas quatro palestras da ABIPLAST, com os temas FINEP (com foco em inovação e tecnologia), embalagens, plásticos de engenharia e resíduos sólidos.
  • Espaço do Transformador: Área em que os Transformadores e Recicladores de Materiais Plásticos irão divulgar ao mercado novidades sobre o segmento.
  • Divulgação do SELO NACIONAL DE PLÁSTICOS RECICLADOS – Selo de Certificação das Indústrias de Reciclagem que cumprem as exigências legais relacionadas aos aspectos socioambientais e econômicos do segmento.

O estande da ABIPLAST estará localizado na RUA J – 298.

Fonte: ABIPLAST

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Braskem e ABIPLAST levam empresas da indústria da transformação plástica para a Agrishow 2015

01/05/2015

Ação, que faz parte do PICPlast, contribui para que essas empresas apresentem ao mercado suas soluções em plástico destinadas ao setor agrícola

PicplastO Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Braskem em conjunto com a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), levou 18 empresas para participarem da Agrishow 2015, uma das maiores feiras de tecnologia agrícola do mundo. O objetivo desta ação foi apoiá-las no desenvolvimento de novos mercados, promovendo as soluções em plástico para o segmento agrícola. O evento foi realizado de 27 de abril a 1º de maio, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Na ocasião, as empresas tiveram a oportunidade de apresentar seus produtos, bem como reforçar a importância do plástico em 36 aplicações destinadas ao agronegócio: big bag para fertilizantes, embalagens para sementes, sacarias, silo bolsa, soluções de transporte para garantir a qualidade do fruto da lavoura à mesa do consumidor e plástico para produção de estufas. Atentos à crise hídrica que acomete todas as regiões do Brasil, as empresas também levaram ao evento sistemas que contribuem para a economia de água em todo processo de cultivo, como sistemas de irrigação com controle de pressão, e cisternas de plástico para armazenamento de água.

De acordo o vice-presidente da Braskem, Luciano Guidolin, a participação destas empresas em eventos como a Agrishow é fundamental para o desenvolvimento da cadeia produtiva do plástico. “Nesses eventos, além de as empresas apresentarem seus produtos e fazerem negócio, contribuem de forma decisiva para demonstrar a força da nossa indústria, em praticamente todos os segmentos, especialmente o agronegócio”, afirma o executivo.

Para o presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, o PICPlast tem um papel fundamental no desenvolvimento das empresas que fazem parte do setor. “Por meio de iniciativas como esta, as empresas abrem o seu leque de atuação, passando a atuar em mercados que antes não faziam parte de suas estratégias. Quem ganha com isso são as empresas e a população em geral, que são beneficiadas com produtos diversificados e com qualidade”, afirma Roriz Coelho.

A iniciativa faz parte de uma série de atividades previstas pelo PICPlast para desenvolver ações de estímulo à inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável da indústria brasileira de transformação plástica baseada em três focos de atuação:  auxiliar as empresas em estratégias para aumentar as exportações de transformados, aumentar a sua competitividade e Inovação no mercado global, e desenvolver ações para promover as vantagens do plástico e sua importância na vida moderna.

PICPlast em números (Setembro/2013 a Abril/2015)

  • 598 transformadores plásticos participantes;
  • R$ 53 milhões investidos no programa de venda incentivada para exportação*;
  • 93 empresas participaram de eventos para promover seus produtos em diferentes segmentos de mercado;
  • Mais de 160 empresas participantes do Fundo Setorial.

* O valor de investimento citado acima corresponde ao período que vai até março/15.

Para mais informações sobre o PICPlast, acesse: http://www.picplast.com.br.

Sobre a Braskem: Com 36 plantas industriais distribuídas pelo Brasil, Estados Unidos e Alemanha, a Braskem produz anualmente mais de 16 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos. A Braskem tem capacidade para fabricar anualmente 200 mil toneladas de polietileno derivado de etanol de cana-de-açúcar.

Sobre a Abiplast: A Associação Brasileira da Indústria do Plástico – ABIPLAST representa o setor de transformados plásticos desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A ABIPLAST representa atualmente 11.670 empresas que empregam um total de 358.000 mil pessoas.

Fonte: MFree Comunicação

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Setor do plástico tem queda de 5,1% no primeiro bimestre de 2015

14/04/2015

A fabricação de transformados plásticos caiu de 11,1 milhões de toneladas no primeiro bimestre de 2014 para 10,5 milhões de toneladas em igual período deste ano o que representa uma queda de 5,1% no volume de produção do setor.

“Não tivemos uma redução tão significativa nem em 2009, em meio à crise financeira. Os últimos três anos foram de queda, mas nenhuma havia chegado a 5%”, afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Plásticos (ABIPLAST).

Este foi o pior primeiro bimestre da indústria de transformados plásticos desde a fundação da Abiplast, em 1947.

O prognóstico é de que a situação fique mais crítica ainda nos próximos meses, pois o período analisado não sofreu os efeitos da alta do câmbio. “Algumas matérias primas ficaram até 25% mais caras por causa do dólar”, afirma Roriz. “As empresas terão de repassar custos, o que é difícil em um momento em que o consumidor não está propenso a fazer gastos.”, complementa.

Em janeiro e fevereiro deste ano, a indústria de plásticos contratou 3.322 funcionários, uma queda de 39% em comparação com o mesmo bimestre de 2013. O setor emprega 355,6 mil trabalhadores no país.

O consumo aparente (produção nacional que fica no país mais as exportações) de transformados plásticos atingiu a cifra 1,15 milhões de toneladas no primeiro bimestre de 2015, o que significou uma contração de 4,96% sobre o mesmo período do ano passado.

O faturamento real (descontada a inflação) do setor também caiu de 10,54 bilhões de reais no primeiro bimestre de 2014 para R$ 9,44 bi no mesmo período de 2015. “O plástico está presente em quase todos os setores da indústria. O país está vivendo uma queda generalizada”, completa Roriz.

Fonte: Abiplast / Folha de São Paulo

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FEIPLASTIC aposta na modernização do parque industrial brasileiro

01/04/2015

Segundo a Abimaq, entidade apoiadora da feira, a média de idade de maquinário brasileiro é de 17 anos. Equipamento com essa idade é de 30% a 40% menos eficiente

Feiplastic_LogoA preocupação com eficiência energética tornou-se uma das mais importantes discussões do setor industrial no Brasil. Com o crescente problema de racionamento de água no Estado de São Paulo, e questões de gerenciamento de energia elétrica em todo país, é necessária uma indústria moderna e com uso inteligente de recursos naturais.

Para tanto, empresários e entidades como a Abimaq – Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos –  esperam movimento positivo de negócios este ano por conta da realização da próxima Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, organizada pela Reed Exhibtions Alcantara Machado. A feiras acontece de 4 a 8 de maio próximo. O evento têm o apoio da Abimaq.

Gino Paulucci Jr., presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico, da Abimaq, defende que “um dos pontos mais críticos hoje, na indústria de transformação, é a média da idade das máquinas utilizadas no Brasil. Temos um levantamento na Abimaq que mostra que a média da idade das máquinas que compõe o parque industrial brasileiro é de 17 anos. Apenas para exemplo, máquinas para plástico com estas características de tempo de uso e idade da tecnologia empregadas nas mesmas, consomem de 30 a 40% a mais de energia que as máquinas produzidas com os atuais conceitos tecnológicos”.

No mundo e no Brasil não é diferente, busca-se sempre maior eficiência energética. Essa é a avaliação de Paulucci Jr.. “Nossas máquinas devem transformar ou produzir uma unidade de algum produto com cada vez menos consumo de energia, em menos tempo, com mais qualidade e mais rápido. Só existe uma maneira de atingirmos esses objetivos: com máquinas modernas e novas. As máquinas fabricadas no Brasil, possuem todos esses atributos e, portanto, estamos preparados e temos atendido a demanda advinda da modernização, sempre necessária”

A opinião é semelhante a de seu colega de entidade e presidente da Câmara Setorial de Máquinas Ferramentas e Sistemas Integrados de Manufatura da Abimaq, Henry Goffaux. Ele acredita que a questão hídrico-energética “tem que ser uma motivação, porque na verdade há muitos anos as máquinas-ferramenta são produzidas com motores de alta eficiência. Máquinas paradas entram em hibernação, por exemplo. Mas a única alternativa é a troca por máquinas mais modernas, mas aqui o estoque de máquinas usadas é antigo e muito grande”. Para o empresário, o aumento da tarifa de energia é um dos maiores problemas.

“Possuir melhores e mais modernas formas de produção também melhora a condição da empresa brasileira perante seus concorrentes internacionais. As melhorias trazem não somente economia, mas são muito importantes no atual contexto de aumento de custos e riscos de escassez e racionamento de insumos como água e energia”, concorda o presidente da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, José Ricardo Roriz Coelho. Ele ainda aponta vantagens do trabalho com o plástico. “Uma característica que define bem o produto plástico é sua versatilidade. Além de 100% reciclável, é utilizado nas mais diversas aplicações e praticamente todos os segmentos econômicos utilizam soluções em plástico. Podemos citar as embalagens para alimentos feitas em plástico, com propriedades de barreira, resistência, leveza, flexibilidade e potencial para inovação em design. Também os produtos automotivos plásticos, que garantem importante substituição de peso final do carro, ou não tecidos, utilizados no ramo hospitalar”. A Abiplast é uma das entidades parceiras da Feiplastic 2015.

Serviço:

Feiplastic – Feira Internacional da Indústria do Plástico
Data: 4 a 8 de maio de 2015
Horário: 11h às 20h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
http://www.feiplastic.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa da Feiplastic

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Soluções em plástico utilizadas pelo setor agrícola foram apresentadas na Agrishow 2014

06/05/2014

Agrishow2014Com objetivo de apresentar as soluções em plástico utilizadas pelo setor agrícola, a cadeia produtiva do plástico esteve presente na AGRISHOW 2014 – “21ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação”, a maior feira de agronegócios do país,  realizada entre os dias 28 de abril a 02 de maio, em Ribeirão Preto/SP.

A participação se deu com a parceria da ABIPLAST, como representante dos transformadores, e a Braskem, como produtor de matéria-prima da cadeia, que juntos divulgaram produtos plásticos que podem ser utilizados no agronegócio. Esta é a primeira ação deste tipo realizada em conjunto para ampliar a participação nas feiras setoriais em que podem ser apresentadas as vantagens do plástico para seus clientes. A Abiplast pretende assim estimular a criação de oportunidades de novos negócios aos transformadores de plástico.

E as possibilidades de aplicação do plástico no agronegócio são muito amplas! Algumas dessas foram expostas na AGRISHOW 2014, tais como: silo bolsa, carrocerias de caminhão em plástico para transporte de cana, membranas geossintéticas, box graneleiro, big bag para fertilizantes, embalagens para sementes, sacaria de rafia, dentre diversos outros produtos.

O plástico contribui para ampliar a produtividade do agricultor, melhorar as técnicas empregadas e reduzir os custos desta atividade. Por isso esta é uma importante janela de negócios para o transformador.

A AGRISHOW 2014 teve uma área de exposição de 440.000 m², com 790 expositores e previsão de mais de 153 mil visitantes. Na edição anterior foram negociados mais de R$ 2,6 bilhões.

Fonte: Abiplast

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Produção de transformados plásticos cresce 6,74% em 2013

09/04/2014

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, o segmento de transformados plásticos registrou um crescimento nominal de 6,74% em 2013 em comparação com 2012, atingindo uma produção de R$ 64,7 bilhões no ano. A expansão do segmento ficou abaixo dos 7,82% registrados por toda a indústria de transformação do País, cuja produção foi de R$ 2,072 trilhões. Com esses resultados, o segmento do plástico teve uma participação de 3,12% no setor de transformação. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast).

Apesar do crescimento da produção, o índice de produtividade do setor teve uma queda de 1,76% em 2013.  O nível de emprego subiu 1,4%, com 358 mil trabalhadores empregados.

Por sia vez, a balança comercial registrou um déficit de R$ 5,3 bilhões, mesmo com o aumento das exportações de plástico, que tiveram uma alta de 3,36% sobre 2012. As importações cresceram 3,39% em 2013, abaixo da média anual de 7%. Mesmo assim, a fatia de produtos importados no mercado pulou de 10,8%, em 2012, para 11,7% em 2013.  O percentual de produtos exportados ficou em 4,6%, um pouco acima dos 4,3% registrados em 2012. O consumo aparente registrou alta de 9% em termos nominais.

Fonte: Estado de São Paulo / Abiplast

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Abiplast cria Relatório Dinâmico de Preços de Matérias Primas

31/03/2014

A Abiplast (Associação Brasileira da Indústria de Plásticos) criou o “Relatório Dinâmico de Preços de Matérias-Primas”, que está disponível a desde o último dia 19 para empresas associadas através do site da entidade.

O objetivo é oferecer um mecanismo funcional, simples e seguro para consulta automática dos preços médios das principais matérias primas plásticas negociadas no mercado.

“O Relatório Dinâmico é uma ferramenta para auxiliar o dia a dia do associado, disponibilizando as informações em tempo real e facilitando a tomada de decisões. A equipe técnica da Abiplast está à disposição para os esclarecimentos necessários a respeito do uso do mecanismo”, afirma o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho.

Os dados informados pelos associados são confidenciais e o sistema não divulga informações por empresa, nem identifica os informantes, e será exclusivo para empresas associadas à ABIPLAST e aos Sindicatos Estaduais.

Fonte: Abiplast

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Abiplast divulga comunicado sobre acordo setorial para implementação do sistema de logística reversa de embalagens de produtos não perigosos

14/03/2014

A Abiplast divulgou ontem (13/03/14) sobre a implementação do sistema de logística reversa de embalagens, a qual é transcrita a seguir:

“Comunicamos que no dia 10 de março de 2014 foi entregue ao Ministério do Meio Ambiente – MMA, proposta do ACORDO SETORIAL adequada à negociação ocorrida em dezembro de 2013, que após análise pela equipe técnica do MMA será apresentada ao Comitê Orientador (CORI) e levada à Consulta Pública.

Esclarecemos que de acordo com a Lei nº 12305 de julho de 2010, regulamentada pelo Decreto nº 7404 de dezembro de 2010, é de responsabilidade dos fabricantes de embalagens, usuários de embalagens, importadores, distribuidores e comerciantes, a estruturação e implementação de sistemas de logística reversa para propiciar o retorno das embalagens após o uso pelo consumidor para reciclagem ou destinação ambientalmente adequada, de forma independente do serviço público.

Durante o ano de 2013 a Abiplast esteve em todos os Sindicatos Estaduais que solicitaram, apresentando o modelo de Acordo Setorial desenvolvido pela COALIZÃO EMPRESARIAL, da qual é participante, explicando os termos do Acordo e como a empresa produtora de embalagem plástica para produtos não perigosos, pode aderir e participar.

Neste momento, em que o Acordo Setorial caminha para a sua finalização, convocamos as empresas produtoras de embalagens plásticas para produtos não perigosos, que ainda não aderiram, que providenciem a sua ADESÃO ao Acordo por meio do Sindicato Estadual do qual são associadas.

Convocamos também as indústrias recicladoras de material plástico a contatarem o Sindicato ao qual estão filiadas/associadas a fim de conhecerem as ações do Sindicato e da Abiplast para a organização e valorização da indústria de reciclagem, pois com a implementação do Acordo Setorial acreditamos que esta indústria passará por grande modificação devido ao volume de material que será disponibilizado para a reciclagem.

Por fim, lembramos que a Adesão ao Acordo Setorial pelas empresas não é obrigatória, mas é obrigatório o cumprimento da Lei nº 12305/2010 e do Decreto nº 7404/2010 e o que os Sindicatos Estaduais e a Abiplast oferecem é uma forma de cumprir a legislação de forma mais simples, rápida, objetiva e com segurança jurídica.

José Ricardo Roriz Coelho
Presidente”

Fonte: Abiplast

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Aumentos de preço de resinas opõem Braskem e transformadores de plásticos

12/02/2014
Jose Ricardo_Abiplast

José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast

Segundo matéria publicada pelo Valor Econômico, o reajuste dos preços das resinas termoplásticas no mercado doméstico aumentou a tensão entre o setor de transformação plástica e a petroquímica Braskem. De um lado, os transformadores que adquirem resinas de polietileno, polipropileno e PVC da Braskem sustentam que ocorreram aumentos de preços nos meses de janeiro e fevereiro, com nova rodada já anunciada para o próximo mês. A Braskem, por sua vez, afirma que segue rigorosamente a política comercial de seguir a variação dos preços internacionais das resinas, havendo neste momento, inclusive, defasagem na comparação com os níveis de preços praticados no mercado externo.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), que congrega as empresas transformadoras de plásticos, a Braskem teria aplicado um reajuste médio de 6% em janeiro e outro de 8% no mês de fevereiro, tendo também anunciado novo reajuste para março, em média de 4%. A  petroquímica, por sua vez,  diz que haverá um aumento de 3% a 4% nos preços das resinas no mercado doméstico em fevereiro, na tentativa de diminuir a defasagem de 8%, acumulada em três meses, em relação os preços internacionais das resinas plásticas

De acordo com o vice-presidente da área de Poliolefinas e Renováveis da Braskem, Luciano Guidolin, as cotações do Polietileno, Polipropileno e PVC produzidos pela empresa variaram entre um decréscimo de 0,5% e um aumento de 3,1% nos últimos 90 dias, tomando como base os valores de outubro. Afirma Guidolin que a alta dos preços no mercado internacional, considerando-se a variação cambial, foi de até 10% no mesmo período. Sem levar em conta a variação cambial, essas cotações variaram de -0,5% a 2,3% no período.

Segundo Guidolin, ainda não há política de preços anunciada para março. “Vamos observar a flutuação dos preços no mercado internacional”, diz o vice-presidente. “Os valores colocados pela Abiplast não estão corretos e me surpreende não haver comentário sobre os meses de outubro e novembro, quando houve queda dos preços da Braskem”.

Do lado das empresas de transformação, as associadas à Abiplast têm realizado reuniões extraordinárias para avaliar o cenário de preços e o instante “dramático” do setor, de acordo com o presidente da entidade, José Ricardo Roriz Coelho. Nas circunstâncias atuais, afirma Roriz, a rentabilidade das empresas de transformação plástica é em média 30% menor que a da indústria de transformação brasileira em geral. “Não queremos importar matéria-prima. Queremos preço local competitivo”, afirma.

Segundo Roriz, hoje, os preços das resinas plásticas no mercado doméstico embutem um prêmio que varia de 30% a 40% em relação às cotações das mesmas no mercado internacional. Tal diferença, explica, é devida à “incorporação” de impostos e outros gastos que incidem sobre as resinas importadas ao preço da resina produzida no Brasil. Luciano Guidolin, todavia, argumenta que não é adequada a comparação entre preços de exportação de outros países e os preços internos praticados  no Brasil. “O certo é olhar preço interno. Os preços domésticos do Brasil são semelhantes aos preços internos na Europa”, afirma Guidolin.

Segundo avaliação de Roriz, as cotações internacionais das resinas nos últimos meses subiram mais por causa do câmbio do que por algum desequilíbrio entre oferta e demanda. E esse movimento foi prontamente acompanhado pela Braskem. “Mas, no Brasil, os aumentos são potencializados pelo câmbio, uma vez que a resina é dolarizada”, ressalta. Uma possível alternativa para os transformadores seria importar mais resina. A conta final, porém, pode resultar em valores semelhantes aos praticados pela Braskem quando incluídos todos os gastos para internação do insumo, além de imposto de importação e eventuais medidas antidumping, de acordo com Roriz.

Segundo avaliação da Braskem, a queixa do segmento de transformação não reflete a realidade da indústria, já que houve um crescimento de 8% na demanda por resinas da companhia na comparação com 2012. “A demanda foi 8% superior refletindo a melhora da indústria”, diz. A Braskem ressalta ainda que a expressiva importação de resinas plásticas demonstra que o mercado brasileiro é aberto. “Não há barreiras à importação”, diz Guidolin, referindo-se à crítica da Abiplast à adoção de medida antidumping provisória para as importações de Polipropileno  da África do Sul, Índia e Coreia do Sul.

Segundo a Abiplast, a medida corresponde a um acréscimo 6% no preço do Polipropileno oriundo desses três países. “Coreia, África do Sul e Índia são os únicos com capacidade produtiva de PP que permite exportação, além dos Estados Unidos, que já foram alvo de antidumping”, afirma Roriz. A Braskem, no entanto, diz que há outras fontes relevantes de resinas, como o Oriente Médio.

Em 2013, a produção física brasileira de transformados plásticos alcançou 6,66 milhões de toneladas, representando uma alta de 0,13% frente ao ano anterior – a previsão, no entanto, era de crescimento de 1,6%. O faturamento do setor, por outro lado, somou R$ 66,9 bilhões, o que corresponde a um aumento de 7%.

Fonte:  Valor Econômico / Abiplast

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ABIPLAST lança Selo Nacional de Plásticos Reciclados em Workshop

27/01/2014

Selo Nacional de Plásticos Reciclados – Senaplas certificará empresas que atendem aos critérios socioambientais e econômicos exigidos pela Lei, garantindo a qualidade do produto reciclado

???????????????????????????????A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) lançou nesta segunda-feira (20) o Selo Nacional de Plásticos Reciclados – Senaplas. A solução visa identificar, valorizar e certificar as empresas do segmento de reciclados plásticos que atuam de acordo com os critérios socioambientais e econômicos exigidos pela Lei.

“O selo vai incentivar e valorizar a formalização dos recicladores, demonstrando que há empresas e produtos adequados e de qualidade no segmento, fortalecendo a cadeia que reúne, atualmente, mais de 800 produtoras regularizadas”, explica o coordenador da Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos da Abiplast, Ricardo Hajaj.

O lançamento aconteceu durante o workshop técnico “Reciclar”, em São Paulo, que contou com a participação da gerente dos grupos de embalagens plásticas e do meio ambiente do CETEA/Ital (Centro de Tecnologia de Embalagem), Eloísa Garcia.

Segundo Hajaj, a certificação diferencia a empresa da competição desleal, destacando aquelas que atendem aos requisitos legais. Dessa forma, os compradores ganham segurança jurídica, respaldando-se em relação à responsabilidade compartilhada que integra a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), e comercial, garantindo a origem e a qualidade do produto.

São elegíveis ao Selo as produtoras de matéria-prima reciclada, que comercializam resinas recuperadas e produtos transformados pelos recicladores. As empresas precisam estar legalmente constituídas (CNPJ e contrato social) e com toda a documentação e licenças em ordem. O processo de verificação será realizado pelos sindicatos estaduais e a certificação oferecida pela Abiplast, com vigência de 24 meses.

Fonte: Abiplast

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Abiplast critica aplicação de antidumping à importação de resinas de polipropileno

21/01/2014

Segundo o Diário da Indústria, Comércio e Serviços (DCI), a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) criticou duramente a decisão do governo federal de estabelecer direito antidumping provisório às importações de resinas de Polipropileno (PP) provenientes da Índia, Coréia do Sul e África do Sul. Segundo nota divulgada pela Abiplast, a qual representa as empresas transformadores de plástico que usam o Polipropileno como matéria-prima nas suas indústrias, os preços da resina de polipropileno no Brasil já são aproximadamente 35 % maiores do que aqueles praticados internacionalmente.

Segundo a Abiplast, “O antidumping, instrumento legítimo de defesa comercial, tem sua função desviada e acaba sendo utilizado apenas para restringir a concorrência internacional da indústria fornecedora de matérias-primas e garantir que seus preços se mantenham acima do internacional”. Lembra a entidade que o processo de consolidação do setor petroquímico no Brasil resultou no surgimento de uma única fornecedora nacional, a Braskem.

A adoção de um novo direito antidumping à importação de resinas plásticas, segundo a Abiplast, é “mais um capítulo na história de proteção ao monopólio da petroquímica em detrimento à cadeia produtiva do setor plástico”. Durante o processo de consolidação do segmento petroquímico, lembra a Abiplast, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), destacou a necessidade da manutenção de condições de acesso ao mercado internacional de resinas plásticas.

Em 2013, os preços do polipropileno tiveram uma alta de 17%, contra um aumento de 5,04% nos valores praticados pela indústria de transformação e de 4,79% entre os produtos transformados plásticos.

Fonte:  Abiplast / DCI

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Abiplast promove workshop sobre reciclagem de plásticos

13/01/2014

Abiplast_Workshop-Reciclar-1

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Presidente da Abiplast enumera estatísticas de 2013 para o setor de plásticos e invoca ousadia para 2014

08/01/2014

Artigo de José Ricardo Roriz Coelho (*)

O balanço anual de 2013 do setor de transformação do plástico é um exemplo muito claro de que a indústria brasileira continua premida pela perda de competitividade.

Sua recuperação, considerando que paga salários altos, aporta e desenvolve tecnologia e exporta itens de alto valor agregado, é decisiva para que o PIB volte a crescer de modo mais substantivo.

O crescimento da produção física do setor poderia ter sido sensivelmente maior do que o índice de 1,6% em 2013, quando alcançou 6,67 milhões de toneladas, ante 6,66 milhões em 2012.

O segmento de laminados foi o que apresentou maior expansão, com 8,3%. Em seguida, aparece o de artefatos diversos, com alta de 1,2%, e o de embalagens, que registrou queda de 0,3%.

Os laminados foram puxados pelo setor automotivo, que expandiu devido à política de crédito e incentivos fiscais. Por outro lado, a importação de alimentos embalados aumentou, prejudicando as embalagens plásticas nacionais.

Em valores, a produção cresceu 8,6% na comparação 2012-2013, saindo de R$ 56,46 bilhões para R$ 61,33 bilhões. O consumo aparente registrou aumento de 9,1%: de R$ 60,8 bilhões, foi para R$ 66,3 bilhões. Aqui há um dado crucial para evidenciar a perda de competitividade da indústria brasileira: o consumo cresceu de modo expressivo, mas está sendo atendido em grande parte pelas importações, em detrimento da produção nacional.

Em consequência, repete-se o saldo negativo na balança comercial: o setor exportou 7% mais na comparação com o ano anterior, com 255 milhões de toneladas, e importou 6% acima do registrado em 2012, um total de 731 milhões de toneladas.

No comércio exterior setorial, o deficit já era negativo em US$ 2,05 bilhões no acumulado de janeiro a outubro, com um crescimento de 8,52% em relação a igual período de 2012. Mesmo nesse cenário, os investimentos tiveram crescimento de 4,8% na comparação com o ano anterior, totalizando R$ 1,97 bilhão. Quanto ao emprego, registramos alta de 2,2% (7.600 novos postos).

Todos esses números poderiam ser melhores se o Brasil conseguisse redespertar seu espírito empreendedor. Investir também significa correr riscos, mas os empresários mostram-se mais céticos ante incertezas e mudanças de cenários.

É premente reduzir a burocracia e o custo da produção, ampliar a segurança jurídica e estabilizar o câmbio e os juros em níveis adequados. É necessária uma estratégia definida e com métricas claras, não para cada semana, mas os próximos 15 ou 20 anos. Precisamos ser ambiciosos. No atual ritmo, levaremos 40 anos para ascender a um grau mais elevado de progresso. Com medidas práticas e estratégicas, o Brasil saltaria da posição de país de renda média para a de nação desenvolvida.

O país teve avanços importantes nos últimos anos, como a mitigação das desigualdades. Também é positiva a maneira como resistimos à crise mundial, com medidas anticíclicas que garantem uma das menores taxas de desemprego do mundo.

Porém, o modelo esgotou-se. Agora, é preciso ir além, com política fiscal mais transparente, resgate da competitividade industrial e sinalização de um cenário definido e claro para o estímulo do empreendedorismo e dos investimentos.

(*) José Ricardo Roriz Coelho, 55, é vice-presidente e diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico)

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ABIPLAST comenta aquisição da Solvay pela Braskem

30/12/2013

Em nota publicada no site da ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), a entidade afirma que espera que a aquisição da Solvay pela Braskem represente o fortalecimento do setor de resinas, mas se resguardando a defesa da concorrência e evitando prejuízos à cadeia produtiva.

Em “fato relevante”, publicado no dia 17/12 na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a Braskem anunciou a operação de aquisição da maioria do capital votante da Solvay Indupa, que ainda deverá ser analisada pelos órgãos de defesa da concorrência brasileira. Se concretizada, a empresa irá consolidar-se como única produtora brasileira da resina de PVC.

Desde 2010, a produção brasileira de polietilenos e polipropilenos já é ofertada apenas pela Braskem. Com a aquisição das plantas de PVC, uma única companhia responderá por 100% das principais matérias-primas demandadas pelo setor de transformados plásticos brasileiro e pela produção de PVC na Argentina.

A ABIPLAST, como representante da indústria brasileira de transformados plásticos, tem plena consciência da importância de se ter uma indústria petroquímica consolidada para que ela seja competitiva e que a operação ora anunciada tende a ampliar ainda mais as suas sinergias, tornando-a mais forte e competitiva em poliolefinas e vinílicos.

Porém, a entidade destaca seu estado de atenção quanto à necessidade de se manterem condições competitivas de acesso às matérias-primas, que, devido às novas características estruturais, não pode prescindir do mercado internacional como opção concorrencial e fator balizador de preços, considerando que internamente não há outros concorrentes. A ABIPLAST reforça, ainda, que essa mesma preocupação foi evidenciada pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) no ato de consolidação da produção de polietileno e polipropileno (com a aquisição da Quattor pela Braskem, em 2010).

Portanto, o objetivo da ABIPLAST é alertar sobre a questão e defender a livre concorrência no mercado de resinas termoplásticas, preconizando uma situação que não seja prejudicial aos elos posteriores da cadeia produtiva, assim como ao consumidor final de artigos plásticos.

Sobre o assunto, ler também a matéria do Blog intitulada “ABIPLAST teme concentração no segmento de PVC“.

Fonte: Abiplast

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