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Produção de transformados plásticos cresce 6,74% em 2013

09/04/2014

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, o segmento de transformados plásticos registrou um crescimento nominal de 6,74% em 2013 em comparação com 2012, atingindo uma produção de R$ 64,7 bilhões no ano. A expansão do segmento ficou abaixo dos 7,82% registrados por toda a indústria de transformação do País, cuja produção foi de R$ 2,072 trilhões. Com esses resultados, o segmento do plástico teve uma participação de 3,12% no setor de transformação. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast).

Apesar do crescimento da produção, o índice de produtividade do setor teve uma queda de 1,76% em 2013.  O nível de emprego subiu 1,4%, com 358 mil trabalhadores empregados.

Por sia vez, a balança comercial registrou um déficit de R$ 5,3 bilhões, mesmo com o aumento das exportações de plástico, que tiveram uma alta de 3,36% sobre 2012. As importações cresceram 3,39% em 2013, abaixo da média anual de 7%. Mesmo assim, a fatia de produtos importados no mercado pulou de 10,8%, em 2012, para 11,7% em 2013.  O percentual de produtos exportados ficou em 4,6%, um pouco acima dos 4,3% registrados em 2012. O consumo aparente registrou alta de 9% em termos nominais.

Fonte: Estado de São Paulo / Abiplast

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Lanxess espera prejuízo global de 159 milhões de euros em 2013

05/03/2014

A empresa de especialidades químicas LANXESS foi submetida a testes de recuperabilidade (impairment tests), de acordo com a IAS 36, que resultam em encargos excepcionais de 257 milhões de euros no quarto trimestre de 2013.

Devido ao desenvolvimento esperado de excesso de capacidade, bem como os custos das matérias-primas e de energia, um ambiente competitivo é antecipado em que contribuições futuras de fluxo de caixa já não refletem os valores contábeis das unidades de negócio Keltan Elastomers e High Performance Elastomers (segmento Performance Polymers), bem como Rubber Chemicals (segmento Performance Chemicals).

As imparidades estão sendo incorridas financeiramente no quarto trimestre de 2013 e afetam o EBIT e o lucro líquido em 2013.

As imparidades acima mencionados, juntamente com as despesas excepcionais de cerca de 30 milhões de euros, apresentadas dentro do programa de eficiência “Advanced”, resultam em um lucro líquido negativo e no lucro por ação (EPS) no quarto trimestre de 2013, bem como em todo o ano de 2013.

Se espera que o prejuízo líquido para o ano de 2013 seja de 159 milhões de euros. O EPS para o ano deverá ser negativo em 1,91 euros. O EBITDA pré-excepcionais não está sujeito aos encargos de depreciação e é esperado para ser de 735 milhões de euros, dentro da faixa orientada de 710-760 milhões de euros. O faturamento deverá ser de 8,3 bilhões de euros. Os números finais serão fornecidos nas demonstrações financeiras consolidadas de 2013, que ainda não foram concluídas.

Sujeito à aprovação do Conselho de Supervisão, o Conselho de Administração irá propor um dividendo de EUR 0,50 por ação para o exercício de 2013, durante a Assembléia Geral Ordinária, em 22 de maio de 2014. A LANXESS pagou um dividendo de EUR 1 por ação para o ano fiscal de 2012.

Para o ano de 2014, a LANXESS espera um EBITDA pré-excepcionais ligeiramente melhor, devido exclusivamente à ausência de itens extraordinários, mesmo que os preços de venda permaneçam em níveis baixos.

Fonte: Lanxess

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Braskem tem lucro de R$ 507 milhões em 2013

19/02/2014

Vendas de resina da Companhia cresceram 6% em volume

Em um ano ainda desafiador, mas com sinais de recuperação da economia global, a evolução do PIB nacional deve ficar abaixo das expectativas em 2013, com um crescimento próximo aos 2%. No entanto, o consumo de resinas termoplásticas no mercado doméstico cresceu 8% em relação a 2012, refletindo o bom desempenho dos setores alimentício, automotivo, de infraestrutura e agronegócios, além da recomposição de estoques na cadeia.

Mesmo com um crescimento econômico interno abaixo das expectativas, o setor químico e petroquímico foi positivamente influenciado pela decisão do Governo de desonerar a alíquota de PIS e COFINS para a compra de matérias-primas da indústria petroquímica de primeira e segunda gerações, que atendem a diversos segmentos da economia.

Outra importante iniciativa para o desenvolvimento do setor foi o lançamento do Plano de Incentivo à Competitividade da Cadeia do Plástico (PIC), estruturado pela Braskem em conjunto com a indústria de transformação. A iniciativa prevê o aporte de recursos pela Braskem de até R$ 80 milhões em 2014 na forma de apoio comercial e suporte a ações estruturantes para os transformadores, com iniciativas que envolvem o estímulo à exportação de manufaturados plásticos, o incentivo à inovação e o apoio à capacitação de profissionais.

Nesse contexto, e impulsionada por programas voltados à eficiência operacional, investimentos em tecnologia e inovação e avanços em seus planos de expansão, a Braskem apresentou evolução positiva em seu desempenho. A Companhia registrou recordes na produção de eteno, com 3,4 milhões de toneladas, e de polietileno, com 2,6 milhões de toneladas produzidas. O volume de vendas de resinas subiu 6% no mercado brasileiro, totalizando 3,7 milhões de toneladas.

“Iniciativas como a desoneração tributária são muito positivas, mas medidas complementares são importantes para melhorar a competitividade da indústria como um todo, visando compensar nossos altos custos de matéria-prima e energia, deficiências logísticas e defasagem cambial”, afirma Carlos Fadigas, presidente da Braskem.

A receita líquida da Braskem alcançou R$ 41 bilhões, crescimento de 13%. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 4,8 bi, um aumento de 22% em relação ao ano anterior. Quando expresso em dólar, o crescimento do EBITDA foi de 11%, para US$ 2.2 bilhões. Entre os fatores que influenciaram esse resultado destacam-se o crescimento no volume de vendas no mercado doméstico; recuperação dos spreads internacionais de resinas e petroquímicos; a desoneração das matérias-primas; e a depreciação do real.

O lucro líquido obtido no quarto trimestre foi de R$ 15 milhões e, em 2013, de R$ 507 milhões, refletindo o melhor desempenho operacional no período e a adoção pela Companhia, a partir de 1º de maio, da contabilidade de hedge, que traduz melhor os efeitos da variação cambial em sua dívida e no resultado. Com base no resultado atingido, a proposta de Administração é realizar uma distribuição de dividendos no valor de R$ 483 milhões.

Expansão – Em 2013, os investimentos da Braskem alcançaram R$ 2,7 bilhões, um aumento de 58% sobre o ano anterior. Os principais destinos desses investimentos foram a manutenção de ativos, que consumiu 50% dos recursos, e a construção do maior complexo petroquímico integrado do México, desenvolvido em joint venture com a Idesa, que recebeu outros 40%. O progresso físico do empreendimento atingiu 58%, e sua operação tem início previsto para 2015.

Destaca-se ainda em 2013 o acordo firmado em dezembro passado pela Braskem com a Solvay para aquisição do controle da Solvay Indupa, produtora de PVC. Quando  concretizada, a operação dará à Braskem um aumento de 42% da capacidade de produção dessa resina no Brasil. “Este passo fortalece a presença industrial internacional da Companhia, que se torna a quarta maior produtora de PVC nas Américas, fortalecendo sua posição no mercado de uma resina que é essencial para o setor de construção civil e infraestrutura”, diz Carlos Fadigas. Em soda, a capacidade da Braskem atingirá 890 mil toneladas/ano, um aumento de mais de 60%.

Atenta às oportunidades proporcionadas pela competitividade do gás de xisto (shale gas) e alinhada ao seu programa de crescimento, a Braskem, em conjunto com investidores, vem analisando a viabilidade de um projeto integrado para a produção de eteno no estado da West Virginia, nos EUA, país onde a empresa já é líder no mercado de polipropileno. Caso o projeto, denominado “Ascent” (Appalachian Shale Cracker Enterprise), tenha a sua viabilidade confirmada, o papel de cada participante e o modelo de negócio serão submetidos à apreciação dos respectivos conselhos de Administração. A Braskem deverá preservar sua capacidade financeira para implementar outros projetos estratégicos no Brasil, sendo o principal deles o COMPERJ.

Em linha com sua estratégia de reforçar as cadeias produtivas dos polos petroquímicos, a Companhia assinou um memorando de entendimento com a alemã Styrolution para a avaliação de uma joint venture no Brasil, na qual terá 30% do capital. A associação deverá produzir em Camaçari (BA) especialidades estirênicas e copolímeros de acrilonitrila butadieno estireno (ABS) e estirenoacrilonitrila (SAN), em substituição à importação desses produtos no mercado local. Essas especialidades têm clientes nos setores de eletrodomésticos e automotivo.

“A concretização desse e de outros investimentos em expansão no Brasil pressupõe que o setor contará com a garantia de fornecimento de matéria-prima em volume e com custos compatíveis com a dinâmica competitiva global, que está fortemente influenciada pelos baixos custos do shale gas norte-americano”, afirma Fadigas.

Fonte: Braskem

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