Archive for the ‘Vacuum forming’ Category

Wittmann Battenfeld, Netstal e OMV usarão rótulos IML (in-mould labels) da Verstraete para injeção e termoformagem durante a Plast 2012 em Milão.

05/05/2012

Durante a Plast 2012, de 08 a 12 de maio próximos, a empresa belga Verstraete estará fornecendo rótulos IML (in-mould labels) em três stands. A Wittmann Battenfeld e a Netstal irão mostrar copinhos e potes moldados por injeção e a OMV irá distribuir tampas termoformadas. Estes produtos irão demonstrar como a tecnologia IML pode conferir às embalagens uma toque especial.

A Netstal irá produzir um recipiente retangular com rótulo do tipo “casca de laranja” (orange peel) em um tempo de ciclo de 3,6 segundos. A célula de moldagem inclui um molde da SCS com automação IML da Campetella. A Netstal estará exibindo no Hall 24, stands A17/B14.

A Wittmann Battenfeld irá mostrar um copinho de 300ml com aplicação de IML. Este copinho é decorado com um rótulo do tipo “casca de laranja” (orange peel) e mostrará também as possibilidades de IML metálica no Hall 22, stands B45/C46.

Além disso, a Verstraete Printing Company desenvolveu um filme – em estreita colaboração com o fornecedor do material – que atende aos requisitos específicos do processo de termoformagem. A tecnologia IML-T pode ser usada em recipientes retangulares, redondos e ovais, bem como em tampas. Durante a PLAST 2012, a OMV irá distribuir tampas termoformadas no Hall 13, stands C49/D46.

Fonte: Verstraete

Anúncios

Embalagens de plástico a vácuo permitem estocar ovos por longos períodos, indica estudo

05/08/2010

Zootecnista atesta eficácia de armazenagem que não depende de refrigeração

Ovos embalados a vácuo: qualidade e baixo custo

A zootecnista Aline Mary Scatolini Silva defenderá em agosto tese que atesta a qualidade de uma forma de conservação de ovos que não depende de refrigeração. A embalagem é uma criação dos pesquisadores do Laboratório de Tecnologia dos Produtos de Origem Animal, da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV), do câmpus de Jaboticabal. A equipe é chefiada pela professora Hirasilva Borba Alves de Souza, especialista em Ciência Avícola.

A alternativa analisada é uma embalagem plástica fechada a vácuo que contém material que absorve o oxigênio. Em seu doutorado, a pesquisadora avaliou as características dos ovos armazenados nessas condições quanto à qualidade, aparência e desenvolvimento de microrganismos.

“Embora pesquisas anteriores apontem a refrigeração como eficaz para a preservação dos ovos, o alto custo faz com que 92% do que é comercializado no país seja transportado in natura”, explica a pós-graduanda. Em geral, os supermercados não empregam nenhuma forma de refrigeração nas gôndolas onde os ovos ficam expostos. Assim, o produto desenvolvido seria uma alternativa com preço estimado entre R$ 0,50 e R$ 0,70, e os pesquisadores ainda trabalham para que esse valor seja menor. Com os resultados positivos do estudo de Aline, o invento deve ser patenteado.

Melhor embalagem

A doutoranda realizou pesquisas  para a escolha do melhor tipo de embalagem.  Ela acompanhou e mediu os níveis de oxigênio, gás carbônico, umidade, bolores e leveduras durante o armazenamento e concluiu que a melhor opção é o embalamento a vácuo com absorvedor de oxigênio disperso dentro do plástico. Esse material é composto químico em pó a base de óxido de ferro e zeolite.

O oxigênio no interior de um pacote favorece a proliferação de microorganismos como bactérias e fungos que provocam a deterioração dos alimentos. “Por se tratar de um produto delicado, não é possível conseguir um embalamento a vácuo total ou muito efetivo dos ovos, o que torna a utilização dos sachês imprescindível”, explica a estudiosa.

Até o final da pesquisa a pós-graduanda deverá apresentar uma comparação formal entre os custos da refrigeração e os da embalagem. “Ampliar o prazo de validade do produto usando essa nova técnica poderá ser o próximo desafio da equipe”, diz ela.

Fonte: Assessoria de Imprensa da UNESP (Cínthia Leone)