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PICPlast promove programa de capacitação para transformadoras de plástico na região de Três Rios (RJ)

06/07/2017

Cerimônia de entrega do Certificado PICPlast, em Três Rios

Com ares de cidade pacata, a região Centro-Sul do Rio de Janeiro vem acompanhando a rápida expansão do polo industrial localizado em Três Rios. O município tem nadado contra a maré da recessão econômica do país e do Estado. Desde 2008, já elevou em 59% o número de empresas ali presentes e viu sua arrecadação de ICMS saltar de R$ 76 milhões para R$ 329 milhões nos últimos sete anos. Entre as indústrias que se instalaram na região, destaca-se a de transformação de plásticos.

Ao visualizar o potencial da região e para incentivar e consolidar o mercado local, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) – iniciativa da Abiplast e da Braskem – desenvolveu, em parceria com o Sebrae do Rio de Janeiro, um programa de capacitação que possibilitou o crescimento no faturamento das micro, pequenas e médias empresas deste setor que participaram do programa. No caso específico da empresa Zigmo, foi detectado um aumento de 35% no faturamento após a participação no programa.

De acordo com Andréia Lopes, coordenadora do projeto de Encadeamento Produtivo do Sebrae, empresas de pelo menos 10 municípios da região foram acompanhadas por um ano. Após um diagnóstico individual, foi elaborado um plano de trabalho baseado em quatro pilares: estratégias empresariais, gestão financeira, gestão comercial e gestão de qualidade. Além disso, durante o período foram ministradas instrutorias (aulas teóricas em grupo) e consultorias (atendimento in loco).

“O programa visa capacitar as pequenas e médias empresas, já que toda a cadeia deve estar fortalecida para que o setor concorra com mercados de outros países. Hoje em dia a concorrência é global”, defende Andréia.

Uma das empresas que participaram do projeto foi a Hirundoplast, que desenvolve peças plásticas injetadas. Ao final do programa, a empresa registrou um aumento de 21,6% no faturamento por funcionário e redução de 20,1% no grau de dependência nos resultados de 2016 em comparação a 2015.

Após colocar a casa em ordem, Eduardo Schanuel, proprietário e presidente do Conselho Administrativo, quer diversificar os produtos. “Para a Hirundoplast, essa iniciativa de promover capacitações é muito boa, especialmente porque as consultorias nos ajudaram muito a desenvolver um plano de ações para a melhoria da área comercial e dos controles de qualidade. Já a estruturação de várias áreas do setor administrativo nos deu a capacidade de conquistar ótimos resultados em termos de organização. Nossa expectativa agora é de crescimento da empresa, com investimentos em novos produtos”. Para este ano, com o apoio do Sebrae, a Hirundoplast desenvolverá um estudo de viabilidade mirando a expansão física da empresa.

Já a Nova A3, que produz luvas descartáveis, e a Ultrax Pack, fabricante de fitas adesivas e fios stretch, aumentaram a lucratividade do negócio e eficiência comercial, respectivamente. Rogério Lima, gerente da cadeia de suprimentos da Nova A3, conta que a consultoria possibilitou traçar um caminho para atingir os resultados que eles almejavam. “Esse curso é muito produtivo no sentido de nos auxiliar e orientar sobre o percurso, além de nos dar a oportunidade de conhecer outras empresas dentro da nossa cadeia de atuação. O programa está servindo também para abrirmos caminho para inovações, trabalhando com o mesmo maquinário e conhecimento humano para desenvolver outros produtos e segmentos”, afirma.

Na Ultrax Pack, a experiência possibilitou reduzir os custos e o desenvolvimento de novos produtos. “Implementamos melhores controles de indicadores de resultados e despesas, além de controle de qualidade diferenciado e de toda nossa organização interna. A partir da instrutoria, conseguimos enxergar a importância de tratar a gestão de custos com mais afinco e severidade. Já a consultoria nos deu a oportunidade de desenvolver um novo produto que é nossa aposta de sucesso para o futuro”, conta Gustavo Marques, diretor financeiro.

O programa ainda fortaleceu o networking das empresas, que muitas vezes estão fora do circuito da grande indústria e não têm acesso a informações de eventos e oportunidades de negócios.

Sobre o PICPlast: O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast, Associação Brasileira da Indústria do Plástico. O PICPlast prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Sobre a Braskem: A Braskem tem um volume anual de produção superior a 20 milhões de toneladas, incluindo a produção de outros produtos químicos e petroquímicos básicos, e com faturamento anual de R$ 54 bilhões. A empresa atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Sobre a Abiplast: A Associação Brasileira da Indústria do Plástico — Abiplast representa o setor de transformados plásticos desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria de transformação plástica, cujo faturamento esperado para 2017 gira em torno de 56,3 bilhões de reais. Para atingir tal objetivo, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A Abiplast representa atualmente 11.559 empresas que empregam um total de 326.000 mil pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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Durante a Feiplar Composites & Feipur 2016, 12.800 visitantes conheceram e negociaram novas soluções tecnológicas para suas empresas

23/11/2016

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De 8 e 10 de novembro de 2016, aconteceu a nona edição da Feiplar Composites & Feipur – Feira e Congresso Internacionais de Composites, Poliuretano e Plásticos de Engenharia, no Expo Center Norte, em São Paulo, SP, Brasil. Esta edição recebeu 12.800 visitantes, um número 16 % inferior ao evento de 2014 (15.250 profissionais), mas registrou um aumento de 8% no número de empresas que visitaram o evento. “Para os expositores, o público visitante foi extremamente qualificado e diversificado, permitindo o fechamento de negócios na própria feira e a criação de várias oportunidades reais de novas transações comerciais ”, informou Simone Martins Souza, diretora do Grupo ArtSim, responsável pela organização do evento.

A exposição contou com mais de 300 empresas que expuseram seus produtos e tecnologias, sendo 28% de outros países (total de 87 empresas), liderados por China, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Japão e Inglaterra (68 empresas), além de 19 empresas vindas da Suíça, França, Austrália, Argentina, Uruguai, Turquia, Taiwan, Peru, Índia, Emirados Árabes, Coreia, Colômbia, Chile e Bielorrússia. As empresas expositoras mostraram matérias-primas e equipamentos para a fabricação de peças em composites, poliuretano e plásticos de engenharia (a relação completa está em http://www.feiplar.com.br), tendo grande destaque a participação de fabricantes de peças acabadas como Acque, Acrinil, Aeroalcool, Airbus, Amecon, Aunde, Belart Fibras, Bigarello, Bike Design, Blitz, Boeing, Brana, Caio, Caoni, Carbox Racing, CBI Madeiras, Cnooc do Brasil, Composites VCI, Concept Blindagens, Conteccomposites, Coplatex, Correias Mercúrio, Dimitry Design, Embraer, Estaleiro Shape Clube, Estilglass, Fastplast Automotive, Fibra Aço, Fibromix, Henrimar, Holos Brasil, Hurner, IBI Brasil, Inbrasp, Indumaplast, Ipiranga, JE Fiber, Joplas, NOV, Nova Poliuretanos, Petrofisa, Petros Seals, Polispuma, Protecta, Protective, PU Ideia, Pultrusão do Brasil, Safe, Stringal, Travi Plásticos, Unifibra e Vetro.

Paralelamente, as 100 palestras técnicas ministradas no Congresso SAMPE Brasil e Congressos Internacionais reuniram um público de 2.515 profissionais. A quarta edição do Congresso SAMPE Brasil (Sociedade para o Avanço de Materiais e Engenharia de Processos) contou com apresentações de importantes nomes da indústria e especialistas de materiais como Antonini Puppin Macedo e Catherine Parrish (Boeing), Ricardo Abelheira (Embraer), Jorge Nasseh (Barracuda), Scott Beckwiht (SAMPE EUA), Maikson Tonatto (UFRGS), Alexander Roth (Evonik), Toshiyuki Takayanagi (Mitsubishi Heavy Industries), Dante De´Grandis (Florida Institute of Technology) e Décio Ferreira (LNA – Laboratório Nacional de Astrofísica / NTC – Núcleo de Tecnologia em Compósitos). Empresas como a Mastin, SAIP, Purcom, Universidade Mogi das Cruzes, EDB Polióis, Cannon, Evonik, Novapol/Orbis, Texiglass, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás, Polystell, ASRocha, Meyer, Abifor, Heraeus, Sabic, Universidade Federal de São Carlos, Aditive e Radici Perfomance Plastics mostraram suas novas tecnologias e soluções no Congresso Internacional de Poliuretano, Congresso Internacional de Composites, e Congresso Internacional de Plásticos de Engenharia & Compostos Termoplásticos.

Para complementar o conteúdo técnico, foram realizados os Painéis Setoriais (seminários), que abordaram diversos mercados como Náutico, Isolamento Térmico, Saneamento Básico, Automotivo, Construção Civil, Mineração, Energia Eólica, Petróleo & Gás, Aeroespacial e Espumas Flexíveis, com a participação de empresas e instituições nacionais e internacionais: Barracuda, Owens Corning, NovaScott/Scott Bader, Brana, Alan Harper, ITW, Abrava, Honeywell, Evonik, Solvay, M.Cassab, Chemours, Dow, PNUD-Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Ministério do Meio Ambiente, Abratufi, Engcom, Ibcom, Saertex, Petrofisa, Heraeus, A.Schulmann, BASF, Comissão Setorial de Poliuretanos da Abiquim, Dow, Texiglass, Novapol/Orbis, Covestro, Albemarle, FCC/Nukote, UBE, Correias Mercúrio, Kaneka, Teijin, Airbus, Abeeolica, Oklahoma State University, Protective, Arkema, Chemtura, Univar, Huntsman e Purcom.

Outros eventos simultâneos, as demonstrações técnicas (fabricação e reparo de peças ao vivo) e treinamentos práticos mostraram diversas tecnologias como correta aplicação para agentes desmoldantes (Chem-Trend), aquecimento por radiação infravermelha e correta especificação dos emissores de infravermelho (Heraeus), o melhor processo para PU injetado (RMPA), como fabricar uma prancha de surfe com MDI (PU Ideia e Estaleiro Shape Clube), tecidos técnicos para reforços plásticos (Texiglass), materiais de núcleo – com ênfase em espuma PET (Diprofiber), modelação, sistemas de desmoldagem, tipos e aplicação de gelcoat, tipos de resina e laminação, e como calcular um laminado (WR Consultoria e Treinamento, e VI Fiberglass) e soluções para reciclagem de PU, borracha e outros materiais (Chemtura).

Durante a Feiplar Composites & Feipur 2016 também foi realizada a terceira edição do Desafio Acadêmico em Composites SAMPE, que teve o objetivo de introduzir o tema “perfil em material composites” no meio acadêmico e contou com a participação de 16 projetos universitários. O vencedor geral do III Desafio Acadêmico SAMPE Brasil foi o Centro Universitário da FEI. A UFRGS-Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o Instituto Mauá de Tecnologia, a USF-Universidade São Francisco e a Unicamp – Universidade Estadual de Campinas venceram também em suas respectivas categorias.

Outros destaques foram o curso Critérios de falha a longo prazo e inovações tecnológicas para compósitos industriais do Ibcom-Instituto Brasileiro de Composites (Antonio Marmo, Francisco Carvalho e Antonio Carvalho), e as Sessões Especiais Blindagem, Industrial, Automotivo, Construção Civil, Saneamento Básico, Moveleiro e Calçadista (com a exposição de mais de 150 produtos acabados).

Já marcando tradição no evento, pela segunda vez, Scott Beckwith, diretor técnico da SAMPE EUA, ministrou cursos no Brasil: Moldes p/ a fabricação de composites e Métodos de testes p/ composites, e a VI Fiberglass, com o objetivo de oferecer um encontro especial com seus clientes e visitantes, organizou um encontro com o Professor Gretz com o objetivo de propiciar uma nova forma motivadora de trabalho e realização de negócios (um dos mais premiados palestrantes nesta área).

Muito repercutida no mercado, a Cerimônia do Prêmio Excelência, que neste ano reuniu os setores de composites, poliuretano e plásticos de engenharia num único evento, no dia 8 de novembro, com um público superior a 150 pessoas, mostrou os grandes nomes do mercado de plásticos de performance diferenciada, seja no desenvolvimento de peças, no fornecimento de matérias-primas e equipamentos, ou na atuação individual dos profissionais. As empresas vencedoras na categoria Produtos Acabados foram a Fibra Aço, Petros Seals, Vedapar, Universidade Federal de Minas Gerais, PU Ideia, Engepoli, Holos Brasil, Inbrasp, A.Schulman e Real Poliformas. Na categoria Destaque de Fornecedor, a Chem-Trend, Covesto e Evonik foram premiadas como Fabricantes do Ano, e Abcol, M.Cassab e Petropol, como Distribuidores do Ano. As Personalidades do Ano foram Luis Fernando Barbi (Texiglass), Rodrigo Santiago (Univar) e Fernando Tadiotto (Petropol). A homenagem aos profissionais que se dedicam de forma contínua e destacada no mercado (categoria Conjunto da Obra) consagrou Américo Potenza (VI Fiberglass), Giuseppe Santanché (Purcom) e Jane Campos (Radici). O Hall da Fama recebeu novos e importantíssimos nomes: Giorgio Solinas (Texiglass), Antonio Koury (CBP) e Antonio Dimitry (Dimitry Design).

A Feiplar Composites & Feipur 2016 foi patrocinada pelas empresas MCassab, Huntsman, Texiglass, Transtécnica, VI Fiberglass, Chem-Trend, Abcol, MVP, Covestro, Purcom, Novapol, NovaScott, Scott Bader, Orbis, UBE, Teijin, Owens Corning e Saertex, e contou com o apoio técnico da Sampe Brasil, Comissão de Poliuretanos da Abiquim e Ibcom. Mais informações sobre as tecnologias disponibilizadas por estas empresas ou por qualquer uma das empresas expositoras pode ser encontrada no site http://www.feiplar.com.br (veja também o catálogo de visitação). A próxima edição da Feiplar Composites & Feipur acontecerá em 2018.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplar& Feipur

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EPS com tecnologia antimicrobiana chega ao mercado brasileiro

23/06/2016

Termotecnica-safe-packTermotécnica lança produto que usa nanotecnologia para reduzir a ação de microorganismos nas embalagens de EPS (isopor®)

Buscando atender uma demanda cada vez maior por qualidade e higiene nos produtos e processos, a Termotécnica, maior indústria transformadora de EPS da América Latina , lança o Safe Pack – EPS com tecnologia antimicrobiana.

Com o Safe Pack, a Termotécnica inova rumo à biossegurança com um produto desenvolvido a partir do uso da nanotecnologia, que atua contra microorganismos conferindo uma maior proteção antimicrobiana aos produtos.

Segundo a empresa, o grande diferencial do Safe Pack é a redução em 99% da ação e da presença de micro-organismos, tornando as superfícies de contato e produtos livres das ameaças invisíveis do cotidiano.

Com essa propriedade asséptica, as embalagens podem ser aplicadas para conservação em diversos segmentos, como alimentício, farmacêutico, entre outros. A Termotécnica afirma que o Safe Pack ainda se destaca por proteger contra as variações extremas de temperatura e umidade, mantendo as características naturais dos produtos que armazenar.

De acordo com a Termotécnica, a eficiência do Safe Pack é comprovada pela Norma Internacionalmente reconhecida para avaliar a atividade JIS Z 2801, por ensaios realizados em micro-organismos gram+ e gram-.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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COIM destaca adesivo na FISPAL Tecnologia

12/06/2016

Produto pode ser utilizado por selagem a frio para embalagens re-lacráveis (reclosable)

Embalagem que contém o Cold Seal

Embalagem que contém o
Cold Seal

A COIM Brasil – Chimica Organica Industriale Milanese, empresa de origem italiana especialista na fabricação de poliuretano e poliéster para diversas aplicações, localizada em Vinhedo, SP, participa da 32ª edição da FISPAL Tecnologia. A feira é conhecida como a maior e mais completa do setor de Processos, Embalagens e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas da América Latina e acontece de 14 a 17 de junho no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo-SP.

Durante o evento, a empresa traz como destaque principal o Cold Seal HL 5812, um produto livre de látex natural que foi incluído na lista da RDC 26/2015 como sendo alergênico. Segundo o gerente de desenvolvimento da COIM, Carlos Gandolphi, o HL 5812 pode ser utilizado por selagem a frio para embalagens re-lacráveis (reclosable).  “Este produto possui boa aderência e se fixa a diferentes tipos de papéis e filmes. Isso garante aos embalados, principalmente alimentos, proteção contra possíveis contaminações”, afirma.

Gandolphi ainda acrescenta que quando o assunto é segurança alimentar, a indústria de embalagens deve estar sempre atenta às adequações e às regulamentações vigentes e, portanto, a COIM está preparada para lançar inovações tecnológicas sempre que necessário no caso de novas resoluções.

A empresa também aproveitará o momento para reforçar a parceria com a marca americana NDC Technologies, responsável por desenvolver o leitor de gramatura – equipamento que verifica a medida real on-line do adesivo aplicado (g/m2) no ato da laminação, podendo ser corrigido durante o processo, de modo a evitar perdas e prejuízos. “Essa parceria e a demonstração dentro do estande irão auxiliar nossos clientes a obterem produtos de excelência, gerando a eles um grande potencial competitivo”, declara Gabriela Nobre, gerente de Marketing.

Além disso, a empresa também destaca dois adesivos. O NC 65/CA 38 G, com base solvente,  traz economia ao convertedor, afirma a COIM. Como é aplicado com 55% de sólidos, diminui a quantidade necessária de solvente, reduzindo o custo seco aplicado.

Já o adesivo solventless SF 5419/CA 5516 tem a vantagem de ser fácil de espalhar e não formar névoa durante a aplicação, segundo a empresa. Também possui alta resistência ao rasgo, rápida cura possibilitando o corte de 6 a 12h após a laminação. “Esse adesivo pode ser aplicado a baixas temperaturas e não apresenta sangramento de tinta, otimizando custos, prazo e qualidade”, explica Gandolphi.

Alternativa para driblar a crise

Sobre o cenário econômico desfavorável do Brasil, a Gerente de Marketing da COIM, Gabriela Nobre, afirma que a solução foi fortalecer a exportação. “Atualmente temos 45% do mercado da América do Sul. No Brasil, temos mais de 50 % de participação. Assim, a COIM mantém sua visão de ser uma empresa de classe mundial, líder e inovadora do mercado de adesivos de embalagens flexíveis”, diz.

Os produtos destacados durante a FISPAL Tecnologia estão disponíveis no portfólio da COIM para o mercado latino americano. Para atender estes mercados, a empresa possui representantes e distribuidores espalhados por diversos países como Colômbia, Chile, Peru, Equador, Argentina e Paraguai.

Fonte: Assessoria de Imprensa – COIM

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Faturamento da Solvay em 2015 alcançou 10,6 bilhões de Euros

25/02/2016

Grupo Solvay divulga resultados de 2015

Solvay-BruxelasO Grupo Solvay alcançou um faturamento de 10,6 bilhões de euros em 2015, registrando um crescimento de 4% em relação ao ano anterior, segundo anúncio feito hoje (25/2), na sede do grupo, em Bruxelas, Bélgica.

O Rebitda (lucro recorrente antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 1,955 bilhão de euros, com uma elevação de 9,6% sobre 2014. O lucro líquido ajustado foi de 477 milhões de euros, contra um lucro ajustado de 156 milhões que foi registrado em 2014. Em 2015, o grupo obteve uma geração de caixa de 387 milhões de euros. Os resultados não incluem os dados financeiros da Cytec, cuja transação de compra pelo Grupo Solvay foi fechada em dezembro de 2015.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do grupo Solvay, a empresa obteve um excelente crescimento dos resultados, embora a sazonalidade habitual no quarto trimestre tenha sido mais intensificada em 2015, por conta principalmente dos ajustes enfrentados pelo setor de petróleo e gás.

“Os programas de excelência operacional do grupo continuaram a contribuir de forma importante para os resultados e, combinados com a questão do câmbio, mais do que compensaram os volumes mais baixos. Os investimentos para apoiar o crescimento do grupo atingiram o seu mais alto nível em 2015. E a transformação do nosso portfólio foi acelerada com a aquisição da Cytec para impulsionar nosso crescimento. A alta qualidade do portfólio junto com os nossos sólidos fundamentos nos dão a confiança para o futuro”, acrescentou Clamadieu.

Em 2016, a Solvay prosseguirá com sua estratégia de transformação organizacional, através da atualização de seu portfólio e de reforço dos programas de excelência operacional, incluindo a inovação. A integração da Cytec está sendo executada antes do previsto e uma prioridade é garantir o sucesso total desse projeto. Em paralelo, a Solvay vai intensificar seu foco na obtenção de fluxo de caixa sustentável.

Apesar do aumento da volatilidade nos mercados de commodities, que está sendo registrado desde o final de 2015, e outros ajustes de mercados, o Grupo Solvay espera um crescimento do REBITDA para 2016 na casa de um “dígito alto”.

Resultados no Brasil

No Brasil, onde também atua com a marca Rhodia, o Grupo Solvay obteve um faturamento em 2015 da ordem de 3 (três) bilhões de reais, com evolução positiva, apesar do fraco desempenho enfrentado pela indústria nacional.

Os investimentos do Grupo Solvay no País mantiveram seu patamar histórico, alcançando 185 milhões de reais, que foram empregados em aumento de capacidade de produção, melhoria de processos produtivos, além de implantação de tecnologias e desenvolvimento de novos produtos.

O grupo, que atua na região da América Latina em diversas atividades do setor químico, com 11 unidades industriais (incluindo joint ventures e associações), registrou exportações de US$ 197 milhões, a partir de suas unidades brasileiras.

Fonte: Solvay

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KraussMaffei é vendida para grupo chinês ChemChina

12/01/2016
Ting Cai, Chairman e CEO da China National Chemical Equipment Co. Ltd. (CNCE), Frank Stieler, CEO da KraussMaffei Group e Chen Junwei, CEO da ChemChina Finance Co. Ltd

Ting Cai, Chairman e CEO da China National Chemical Equipment Co. Ltd. (CNCE), Frank Stieler, CEO da KraussMaffei Group e Chen Junwei, CEO da ChemChina Finance Co. Ltd

  • Grupo chinês ChemChina adquiriu a empresa alemã fabricante de máquinas para processamento de plásticos KraussMaffei por 925 milhões de euros (aproximadamente 1 bilhão de dólares)
  • A transação deverá acelerar o crescimento do Grupo KraussMaffei
  • Sede e demais instalações da KraussMaffei Grupo permanecerão nos mesmos locais
  • Número de empregos deverá aumentar

A maior aquisição de todos os tempos de uma empresa alemã por um grupo chinês foi anunciado na segunda-feira, 11/01. Um consórcio liderado pela estatal China National Chemical Corp (ChemChina) comprou a fabricante de máquinas industriais KraussMaffei por cerca de US $ 1 bilhão.

O acordo é o mais recente exemplo, nos últimos anos, de empresas chinesas capitalizadas que buscam adquirir a experiência tecnológica, as redes de distribuição e marcas de empresas ocidentais, muitas vezes construídas ao longo de várias décadas.

A transação também ocorre em um momento no qual o enfraquecimento da moeda chinesa está incentivando as empresas do país a transferir investimentos para o exterior, de modo que são esperadas mais negócios similares ainda neste ano.

O consórcio liderado pela ChemChina, que inclui também a Guoxin International Investment Corp e a empresa de private equity Agic Capital, concordou em comprar a KraussMaffei do grupo canadense Onex Corp por 925 milhões de euros, segundo a Agic e a Onex.

A ChemChina ficará com dois terços da KraussMaffei, que começou suas atividades como um fabricante de locomotivas em Munique na década de 1830, antes de se expandir para o segmento deconstrução de tanques na década de 1930, fabricando agora máquinas para processamento de plásticos e borracha.

ChemChina é um investidor estratégico e orientado a longo prazo

“Com a ChemChina, nós encontramos um investidor estratégico e orientado a longo prazo que vinha se interessando por nossa empresa há muitos anos”, disse Frank Stieler, CEO do Grupo KraussMaffei. O Grupo KraussMaffei continuará a operar com a sua atual estrutura corporativa.

“Estamos reforçando a nossa empresa com um dos principais grupos de engenharia mundiais, abrangendo uma história corporativa 178 anos. Ao fazê-lo, esperamos que o Grupo KraussMaffei mantenha a sua identidade e independência “, disse Jianxin Ren, Chairman da ChemChina. “Estamos investindo na forte equipe de gestão da KraussMaffei e na sua competência tecnológica e acreditamos que isso irá beneficiar nossas subsidiárias chinesas e posicionar o negócio de máquinas para o setor químico e de plásticos da ChemChina, que irá construir e vender equipamentos para a indústria de borracha e plásticos, para tornar-se um pioneiro no atingimento do “Made in China 2025”, programa que visa reforçar a indústria chinesa. O potencial de crescimento do Grupo KraussMaffei é enorme, especialmente através da melhoria do acesso ao mercado chinês, o que nós podemos tornar possível. Nós esperamos que as tendências na indústria automotiva na direção da fabricação avançada e de componentes leves irão proporcionar uma enorme oportunidade de desenvolvimento para a indústria de injeção de plásticos de ponta. Juntos, a ChemChina e o Grupo KraussMaffei estarão bem posicionados para o crescimento futuro “, acrescentou Ren Jianxin.

Crescimento deverá se acelerar consideravelmente

“Após a aquisição pela Onex no final de 2012, o Grupo KraussMaffei alcançou um forte crescimento e teve um ano de muito sucesso em 2015. Como parte da ChemChina, nós esperamos acelerar consideravelmente a nossa estratégia de crescimento, especialmente na China e na Ásia, e reforçar ainda mais a empresa na Alemanha e na Europa “, enfatizou Stieler. Na China, a KraussMaffei deverá se beneficiar, em especial, das tendências no sentido de maior qualidade e sustentabilidade. As máquinas e os sistemas das três marcas – KraussMaffei, KraussMaffei Berstorff e Netstal – são especialmente adequadas para atender às necessidades mais exigentes dos clientes. Como resultado da transação, o Grupo KraussMaffei será capaz de acelerar sua expansão planejada na China.

Locais de atuação permanecem – aumento de postos de trabalho planejado para a Alemanha em 2016

“O crescimento acelerado terá um impacto sustentado positivo para a Companhia a nível global. Nossa empresa tem uma base forte e vamos continuar a construir sobre os nossos pontos fortes e criar novos postos de trabalho em todo o mundo “, disse Stieler. Nossas marcas KraussMaffei, KraussMaffei Berstorff e Netstal sempre serão sinônimos de alta qualidade e sustentabilidade. A sede do Grupo KraussMaffei permanecerá em Munique e a responsabilidade operacional e corporativa pela Companhia vão ficar na Europa. Isso se aplica, em especial, à produção, tecnologia, patentes, bem como pesquisa e desenvolvimento. O Grupo KraussMaffei continuará a operar como uma empresa alemã com um Conselho de Administração baseado na co-determinação. Todos os acordos coletivos existentes e compromissos locais da empresa ao redor do mundo permanecerão inalterados. Atualmente, a empresa tem cerca de 4.500 funcionários no mundo, dos quais 2.800 são baseados na Alemanha. A Companhia pretende aumentar sua força de trabalho em 2016, inclusive na Alemanha.

Conselho de trabalhadores e do IG Metall dão boas-vindas à mudança de propriedade

Os representantes dos trabalhadores e a IG Metall dão boas-vindas à mudança planejada na propriedade. “Nós consideramos a transação como uma oportunidade significativa para o Grupo KraussMaffei e seus funcionários. Estamos confiantes de que, através de um maior crescimento, os postos de trabalho existentes na Alemanha e na Europa serão garantidos e ampliados “, comentou Peter Krahl, presidente do conselho de trabalho do Grupo KraussMaffei. A IG Metall também é favorável à mudança de propriedade. “Esta mudança vem no momento certo para a empresa e oferece uma boa perspectiva para o crescimento futuro”, disse Horst Lischka,  Representante da IG Metall para a empresa, responsável por Munique e membro da Comissão Presidencial do Conselho de Administração do Grupo KraussMaffei. “Estou contento com o fato de que o princípio alemão de co-determinação também está desfrutando de maior valorização no exterior como uma base para o sucesso empresarial sustentável”, acrescentou.

ChemChina focaliza-se na sua expertise em gestão, bem como na qualidade e valor das empresas adquiridas

A ChemChina é o maior grupo do setor de produtos químicos da China, tendo gerado receitas em torno de € 37 bilhões em 2015, com aproximadamente 140.000 funcionários, dos quais 45.000 estão localizados fora da China. O grupo opera internacionalmente e tem uma estratégia de expansão global, tendo adquirido ou investido em empresas na Itália, França, Noruega, Reino Unido e Cingapura nos últimos anos, sendo que a sua mais recente aquisição foi o fabricante de pneus Pirelli. Quando se trata de investimentos de capital, a ChemChina focaliza-se na sua experiência de gestão, bem como a qualidade e valor das empresas adquiridas.

Após a aquisição pela Onex em 2012, o Grupo KraussMaffei demonstrou melhoria sustentada em seu desempenho financeiro e operacional. Em 2014, a empresa gerou receitas de aproximadamente € 1,1 bilhão e espera alcançar um crescimento anual de receita de aproximadamente 10 por cento para 2015. “Agradecemos à Onex por construtivamente apoiar nossa empresa ao longo dos últimos três anos, o que nos permitiu alcançar um desempenho recorde em 2015 e posicionar a empresa para o futuro “, comentou Stieler.

“Ao longo dos últimos anos, nós temos trabalhado em estreita colaboração com a equipe de gestão do Grupo KraussMaffei para melhorar o desempenho da empresa, fortalecendo ainda mais sua posição de liderança na indústria global de processamento de plásticos e borracha”, disse David Mansell, diretor-geral da Onex. “Gostaríamos de agradecer a todos os colaboradores e administradores do Grupo KraussMaffei por sua dedicação e trabalho duro”, acrescentou Mansell.

Fonte: KraussMaffei / Reuters

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Redelease abre filial em Sorocaba para distribuição de produtos para segmento de compósitos

19/10/2015

Unidade dispõe de cerca de 1.000 produtos voltados para os segmentos de compósitos, termoplásticos e fundição

A Redelease, uma das principais distribuidoras de especialidades químicas do país, conta agora com uma filial em Sorocaba, no interior de São Paulo. A unidade dispõe de um portfólio formado por cerca de 1.000 produtos, com destaque para matérias-primas e acessórios voltados aos segmentos de compósitos, termoplástico e fundição.

“A região de Sorocaba concentra um grande número de empresas que processam os itens que distribuímos, a exemplo das resinas, fibras de vidro e desmoldantes usados na fabricação de telhas, caixas d´água e peças técnicas”, afirma Rui Figueira, gerente.

Outra motivação para investir na infraestrutura em Sorocaba, a despeito da crise econômica que o país atravessa, foi a conveniência logística. “Está cada vez mais complicado transportar produtos químicos, seja por causa das novas legislações ou pelo aumento do custo do frete. Daí porque vale a pena ter uma base a poucos quilômetros de distância de centenas de potenciais clientes”, observa o gerente da Redelease.

Além das duas unidades na cidade de São Paulo, a Redelease mantém filiais em Barueri (depósito central), Campinas e São José do Rio Preto.

Fundada em 1990, a Redelease é distribuidora oficial de diversas multinacionais, como Ashland (resinas poliéster e éster-vinílicas), Owens Corning (fibras de vidro), AkzoNobel (peróxidos orgânicos), Chem-Trend (desmoldantes e auxiliares para termoplástico), SI Group-Crios (pó de moldagem e resinas acrílicas, fenólicas e de ureia-formol), LORD (adesivos estruturais) e Lechler (tintas de alta performance).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Redelease

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Estaleiros impulsionam venda de gelcoat da Dilutec

19/10/2015

A Dilutec, uma das maiores fabricantes brasileiras de gelcoat, tem aumentado a sua presença nos estaleiros, a despeito da crise econômica que o país atravessa. Essa boa fase deve-se ao Colorgel® Marine, gelcoat baseado numa consagrada tecnologia internacional que a empresa passou a fabricar, há cerca de três anos, na unidade localizada em Senador Canedo (GO). Gelcoat é um material utilizado para proporcionar um acabamento de alta qualidade sobre a superfície visível de um material compósito reforçado com fibras .

“O produto já responde por 12% das nossas vendas, e a tendência é de continuar crescendo, uma vez que estamos participando de diversas homologações”, afirma Marcos Brambilla, gerente técnico da Dilutec.

De acordo com Brambilla, produtos com a mesma base do Colorgel® Marine são consumidos pelos maiores fabricantes de embarcações dos EUA e Europa. “Os grandes estaleiros que abriram filiais no Brasil querem manter aqui o padrão de qualidade das matérias-primas que processam lá fora, e o gelcoat certamente é uma delas”.

Segundo a Dilutec, a resina usada na formulação do Colorgel® Marine foi desenvolvida especialmente para aplicações críticas, como as náuticas. Destaque igualmente para a sua característica “LE” (Low Emission), isto é, de baixa emissão de voláteis na atmosfera durante e após a aplicação, entregando muito mais material no molde e reduzindo o desperdício, afirma a empresa.

“O Colorgel® Marine também chama a atenção devido ao seu  poder de cobertura,  fluidez e elevado índice tixotrópico, que evita o escorrimento durante a aplicação em superfícies verticais”, detalha Marcos Brambilla.

O carro-chefe das vendas do gelcoat da Dilutec é o Colorgel® Marine Branco WG-LEI-5555, mas a empresa conta com tecnologia e equipamentos para formular a cor que o estaleiro desejar. “Todos os pigmentos são isentos de metais pesados e caracterizados pela excelente resistência aos raios UV e ao intemperismo”, complementa Brambilla.

Fundada em 1995, a Dilutec também fabrica thinner em Piracicaba (SP) e atua como distribuidora em todo o Brasil de matérias-primas e equipamentos para o setor de compósitos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dilutec

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Clariant promove soluções de alta tecnologia para o segmento de plásticos durante a Feiplastic 2015

11/05/2015

Feiplastic_ClariantA Clariant participou da Feiplastic 2015 (Feira Internacional do Plástico) e apresentou seu portfólio de produtos e serviços para o setor. Durante a feira, a empresa promoveu suas linhas de pigmentos, masterbatches e aditivos, bem como serviços como o book de tendência de cores ColorForward.

Foram destaques da Clariant durante a Feiplastic 2015:

• ColorForward: guia de previsão de cores da Clariant completa 10 anos no mercado em 2015. O estudo reúne quatro tendências sociais mundiais que podem influenciar o comportamento dos consumidores, com o objetivo é oferecer informações fundamentadas para profissionais de marketing e designers na escolha das cores para seus artigos plásticos, tanto para o setor de embalagens e bens de consumo (ColorForward), quanto fibras (ColorForward Interiors) e automotivo (ColorForward Automotive).

• Hiformer: sistema de masterbatches líquidos da Clariant, que integra produtos, tecnologia e  serviços. Trata-se de um sistema de concentrados líquidos de aditivos e cores, equipamentos de aplicação e conhecimento técnico para permitir que designers, brand owners e convertedores  trabalhem juntos e desenvolvam novos produtos plásticos de alto desempenho.

• CESA-laser (laser marking): aditivo que produz efeito térmico e fotoquímico na frequência de radiação emitida por um  laser de alta definição, permitindo a marcação individualizada e permanente de todos os polímeros. Os materbatches CESA-laser permitem a realização de gravações a cores, além dos tradicionais tons de cinza.

• AddWorks: traz aos clientes soluções inovadoras do mundo dos Polymer Additives, desenvolvidas com o objetivo de atender demandas específicas para aplicações em diversos segmentos da indústria de plásticos.

• Soluções para plásticos de engenharia: ceras montânicas poliolefínicas Licowax, ceras poliolefínicas metalocênicas Licocene e retardantes de chama não halogenados e livres de metas pesados Exolit, que oferem performance superior nas suas diversas aplicações, segundo a Clariant.

• PV Sólido Alaranjado HGR: pigmento laranja avermelhado que possibilita soluções econômicas para as cores e ainda oferece excelente resistência à temperatura; mesmo em baixas concentrações, o PV Sólido Alaranjado HGR é indicado principalmente para aplicações low warping, afirma a empresa.

• PV Sólido Amarelo H9G: PV Sólido Amarelo H9G é um pigmento com tonalidade extremanente esverdeada e tem como principal característica uma excelente resistência alcalina, segundo a Clariant.  O PV Sólido Amarelo H9G é apropriado para aplicações em fibras, camadas finas e filmes.

• Telalux OB: de acordo com o fabricante, o branqueador óptico Telalux OB absorve radiação ultravioleta (UV), com uma absorção máxima em 375nm e reemite essa energia na faixa visível como luz azul em torno de 435nm. E, assim, produz um efeito de clareamento forte em polímeros naturais; em tons de branco, cria um efeito de limpeza, brilhante e mais azul; em tons de preto, melhora a profundidade da cor.

• Telalux OB-01: o branqueador óptico Telalux OB-1 absorve radiação ultravioleta (UV) entre 340-390nm e reemite essa energia na faixa visível como luz azul entre 420-460nm, produzindo, assim, um efeito de clareamento em polímeros naturais e, em tons de branco, cria um efeito de limpeza, brilhante e mais azul. Telalux OB- 1 tem um tom neutro para azulado, afirma a Clariant.

A Clariant é uma das líderes globais em especialidades químicas, com sede em Muttenz, próximo a Basel/Suíça. Em 31 de dezembro de 2014, a companhia empregava 17.003 colaboradores. No ano fiscal de 2014, a Clariant registrou vendas de CHF 6,116 bilhões com seus negócios em operação.

Fonte: Clariant; Foto: Reed Exhibitions Alcântara Machado

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Centro de P&D da Dupont em Paulínia oferece laboratórios e testes em protótipos para clientes

08/05/2015

dupontA DuPont quer aumentar em 20% os negócios iniciados dentro da Feiplastic este ano, em relação a 2013. E para isso, um do seus principais atrativos para clientes é o Global Collaboratory, centro de pesquisas e desenvolvimento localizado em Paulínia (SP), e que oferece laboratórios, equipes de design e testes em protótipos da empresa. “Queremos intensificar o uso desse espaço, por isso, é importante e interessante que nossos parceiros o conheçam”, explica Paulo Colucci, diretor da empresa.

Quem vier à feira encontrará entre os destaques expostos no estande a primeira bisnaga para produtos cosméticos feita com Surlyn no Brasil, um tipo de plástico que confere excelentes propriedades como alta transparência, brilho, além de total liberdade de moldagem no design. A DuPont mostra também um novo componente para o setor agrícola feito do polímero de fontes renováveis.

Além disso, um dia após o lançamento da nova chapa Cyrel Easy nos Estados Unidos, a DuPont escolheu a Feiplastic 2015 para anunciar no Brasil o novo produto destinado à impressão flexográfica de embalagens.

A plataforma simplifica o processo de pré-impressão através de pontos digitais diretamente na placa, resultando em maior produtividade e consistência. O objetivo da empresa é impulsionar o progresso na indústria de impressão flexográfica, melhorando a qualidade, sustentabilidade e produtividade. A previsão é que as vendas se iniciem no segundo semestre.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic; Foto: Reed Exhibitions Alcântara Machado

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Braskem e Pacifil promovem Silo Bolsa em Polietileno no Rally da Safra 2015

09/03/2015

Solução agrícola também será apresentada com versão em Plástico Verde

RallydaSafraA Braskem e a Pacifil Brasil apresentam no Rally da Safra 2015 as vantagens e os diferenciais dos silos de plásticos para o agronegócio. O Rally da Safra é uma expedição que percorre os principais pólos produtores de soja e milho do país. Considerado uma solução ao problema de estocagem de grãos no país, o produto será exposto ao longo das expedições em duas versões: em polietileno convencional e em polietileno renovável, proveniente do etanol de cana-de-açúcar.

Os silos são grandes bolsas que podem armazenar cerca de 200 toneladas de grãos por reservatório, não precisam de nenhum tipo de estrutura física e são facilmente manuseados na hora do carregamento. Além disso, reduzem as perdas na armazenagem com um sistema de baixo custo operacional, uma vez que a ensilagem é feita por uma operação mecânica, utilizando apenas um trator e uma embutidora. Neste tipo de silo, os grãos podem ser estocados por até dois anos, já que no interior da bolsa é criada uma atmosfera sem oxigênio que impede o desenvolvimento de pragas e insetos.

“A participação no Rally da Safra reforça o Silo Bolsa como recurso para a agroindústria ao possibilitar o melhor atendimento das regiões de cultivo e ampliar o conhecimento sobre as condições de armazenagem local. Ao disponibilizar a opção verde, apostamos no produto não apenas por sua eficiência, mas também por ser uma alternativa sustentável” afirma Gustavo Bazzano, diretor comercial da Pacifil Brasil.

Em 2014, as vendas do silo de polietileno da Pacifil Brasil registraram índices maiores em relação a 2013 e a expectativa é que a novidade elaborada com matéria-prima renovável ingresse nesse mercado gradativamente. Primeiro silo bolsa em PE Verde produzido no mundo, o produto é resultado da combinação de inovação, tecnologia e sustentabilidade, pois captura e fixa gás carbônico da atmosfera, colaborando para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa.

Para a Braskem, a nova versão reforça o envolvimento da companhia no constante desenvolvimento de soluções para os segmentos de geossintéticos e agro. “Contamos com um portfolio robusto, cujo objetivo é oferecer aos clientes melhorias e vantagens nos processos produtivos, além de atender a todas as exigências das aplicações agrícolas”, afirma Cristiano Rolla, gerente de contas da Braskem.

Bayer anuncia descontinuação da fabricação de isocianatos e poliol em sua unidade de Belfort Roxo (RJ)

09/03/2015

O grupo Bayer anunciou que  decidiu descontinuar a produção da Bayer MaterialScience (isocianatos, poliól e matérias-primas para revestimentos), localizada em Belford Roxo, no Estado do Rio de Janeiro. O encerramento da produção local está planejado para Julho de 2015 e o processo de fechamento deverá ser concluído em 2017. A Bayer mantém seu compromisso com Belford Roxo e continuará a operar as linhas de produção da Bayer CropScience e Bayer HealthCare, além de manter os serviços destinados às outras companhias localizadas no
Parque Industrial.

A decisão foi tomada com base em análise frequente da Bayer MaterialScience de suas operações e abastecimento ao mercado, e segue uma estratégia global de concentrar suas unidades de produção e otimizá-las de uma forma mais competitiva. No futuro, os investimentos de produção do Grupo Bayer no Brasil serão focados nas divisões CropScience e HealthCare. A Bayer assume responsabilidade pelos 320 colaboradores afetados. A companhia está em busca da antecipação de aposentadorias e trabalha em oportunidades de transferência para o maior número possível de colaboradores da MaterialScience em outras divisões da Bayer, como CropScience e HealthCare, ambas localizadas em Belford Roxo. Para os demais colaboradores da MaterialScience, a Bayer está trabalhando em conjunto com o sindicato e comissão dos trabalhadores em busca de uma solução justa.

Em 1958, a Bayer foi a primeira multinacional a construir uma grande fábrica em Belford Roxo, no hoje Parque Industrial de Belford Roxo. Presente no Brasil há 119 anos, o Brasil representa para o Grupo Bayer um dos cinco maiores mercados da companhia, com vendas locais totalizando R$ 8,3 bilhões em 2014, considerando todas as divisões de negócios.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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Braskem assina aditivo válido por 6 meses para fornecimento de nafta pela Petrobrás

09/03/2015

A Braskem celebrou com a Petrobras um novo aditivo ao contrato de nafta petroquímica com vigência de seis meses, até 31 agosto de 2015, sendo que o preço será ajustado retroativamente a 1º de março de 2015, na assinatura de um novo contrato.

Com esse aditivo, evitou-se a interrupção da produção dos polos petroquímicos, o que provocaria graves prejuízos ao setor e à indústria brasileira.

A Braskem afirma que permanece empenhada para, em conjunto com a Petrobras e o governo, encontrar uma solução estrutural que permita a assinatura de um contrato de fornecimento de nafta de longo prazo que assegure a competitividade da indústria química e petroquímica brasileira.

Fonte: Braskem

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Motan-colortronic do Brasil abre suas portas – e estabelece um marco em sua presença na América do Sul

02/03/2015

MotanEm 27 de novembro de 2014, foi comemorada a abertura da motan-colortronic do Brasil Ltda. na cidade de Piracicaba no estado de São Paulo. Na presença de diversos representantes, clientes e associações, bem como, diversas personalidades politicas e área administrativa, foi inaugurada a nova filial da motan-colortronic. A nova localização marca um novo passo na consolidação sustentável da empresa no mercado sul-americano.

Uma grande festa com vários convidados

Estiveram presentes na festa representantes da Abimaq, da VDMA Brasil, do grupo Schaeffler, da Toyota, da TE Connectivity, da Krauss Maffei, da Engel, da Pallmann e diversos outros clientes. O discurso de abertura foi feito por Pedro Kawai, um dos membros da câmara de vereadores da cidade de Piracicaba. Tomás Martins, diretor comercial da Gerresheimer do Brasil, também discursou destacando a confiabilidade e fidelidade às receitas em tecnologia médica, garantidas pelos produtos da motan-colortronic. Ele ressaltou ainda a importância de agora ter esta consultoria e assistência disponíveis no local. Sandra Füllsack e Ulrich Eberhardt, diretores comerciais da motan holding, na Alemanha, concordaram com ele.

Agir de maneira descentralizada, permanecer próximo aos clientes

“Nossos clientes do mundo todo podem confiar na qualidade ‘made by motan. Com a motan-colortronic do Brasil, lançamos as bases para a expansão e o desenvolvimento sustentável no mercado sul-americano” explica Sandra Füllsack a estratégia descentralizada da empresa. “Com assistência no local”, complementa Ulrich Eberhardt “podemos oferecer consultoria ainda melhor aos nossos clientes.” É exatamente isto que a equipe de Frank Medgysey, diretor da região de vendas Sul, bem como ambos os diretores comerciais da nova filial brasileira, Jefferson Macedo e Beat Amrein, desejam permanecer próximos aos clientes.

Assumir responsabilidade social

Sandra Füllsack também ressaltou que, com a presença no local, a responsabilidade aumenta. Na ocasião da comemoração, ela entregou um cheque no valor de 5.000 euros ao orfanato Casa do Bom Menino. A casa abriga 106 crianças e jovens que encontraram um novo lar. Depois da cerimônia oficial de inauguração, foi celebrada uma festa para os funcionários e familiares com música ao vivo e várias especialidades da cozinha local.

motan – think materials management

O grupo motan, com sede na cidade alemã de Constança às margens do Lago de Constança, foi fundado em 1947. A empresa atua como fornecedor líder na comercialização de soluções para as áreas de moldagem por injeção, moldagem por sopro, extrusão e processos de composição. O espectro de produtos voltado para as utilizações inclui soluções inovadores em sistemas modulares para o armazenamento, a secagem e cristalização, o transporte, a dosagem e mistura de matérias-primas para a indústria de fabricação e processamento de plásticos. A fabricação é efetuada em diversas plantas de produção na Alemanha, na Índia e na China. A motan-colortronic distribui seus produtos e soluções em sistemas em seus seis centros regionais. Atualmente com mais de 450 funcionários, a empresa possui faturamento  anual de 110 milhões de euros. A motan está presente em mais de 120 países com vendas e assistência técnica.

Fonte: Assessoria de Imprensa – motan

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Workshop internacional destaca sistema de construção em EPS da Termotécnica

02/03/2015

Com foco voltado para a sustentabilidade, evento dará ênfase às inovações, tecnologias e aplicações do EPS (isopor®) na construção civil.

Visão em 3D do Sistema Construtivo Monoforte

Visão em 3D do Sistema Construtivo Monoforte

O Sistema Construtivo Monoforte da Termotécnica será apresentado no 1º Workshop Internacional sobre Tendências do EPS como Solução Construtiva. O evento, que acontecerá no próximo dia 9 de março, em São Paulo (SP), na sede da ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química) destacará as tendências do EPS na Construção Sustentável, as tecnologias disponíveis, seus avanços e oportunidades.

Adriano Dessimoni, Diretor Comercial da Termotécnica, ministrará a palestra sobre o Monoforte. Ele apresentará um sistema construtivo inovador, seguro e ecoeficiente, que vem ampliando significativamente seu espaço no mercado brasileiro. “Construir a partir do EPS oferece uma série de benefícios. O Monoforte pode gerar até 30% de economia no consumo de energia e cerca de 40% o tempo de execução e a mão-de-obra necessária. Além disso, o valor do m² construído – em relação à alvenaria convencional – fica de 15 a 20% mais barato”, afirma Dessimoni.

Sistema Monoforte

Constituído de painéis monolíticos de EPS integrados a malhas de aço galvanizado, o Monoforte substitui a alvenaria estrutural ou alvenaria de vedação em todos os tipos de edificações, como residências, escritórios e indústrias. É produzido e comercializado pela Termotécnica, que oferece treinamento às equipes de obra e assistências necessárias no decorrer do processo construtivo.

Mais informações e inscrições para o 1º Workshop Internacional sobre Tendências do EPS como Solução Construtiva em: http://www.epsbrasil.eco.br

A Termotécnica é considerada uma das maiores indústrias mundiais de transformação de EPS (isopor®) e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Marcas de Processamento de Polímeros da Nordson fazem a primeira exposição combinada na NPE, com muitas inovações e uma essência global

02/03/2015

A Nordson está criando uma rede de serviços e fabricação global para fornecer aos clientes suporte local para todos os produtos das marcas BKG, EDI, Kreyenborg e Xaloy.

John Keane, Vice-Presidente da Nordson Corp.

John Keane, Vice-Presidente da Nordson Corp.

A NPE2015 será a ocasião em que a Nordson Corporation apresentará ao mercado das Américas uma estratégia global unificada abrangendo todas as tecnologias em sua gama de processamento de polímeros, que inclui quatro respeitadas e bem-estabelecidas marcas de componentes da linha de produção para fundir, homogeneizar, filtrar, medir e dar forma a plásticos e materiais de revestimento fluido.

Na exposição da Nordson (Estande 6263), todas as quatro marcas serão representadas por novas tecnologias, incluindo um inovador mecanismo de matriz plana para extrusão de chapas da Nordson EDI, novos designs de equipamentos da Nordson BKG que aumentam a produção na granulação submersa em água, unidades de plastificação da Nordson Xaloy que resolvem problemas especiais na moldagem por injeção e extrusão e os sistemas de filtragem de material fundido da Nordson Kreyenborg que reduzem o tempo de parada na extrusão, composição e reciclagem.

A Nordson Corporation, multinacional de capital aberto com faturamento anual de aproximadamente US$ 1,7 bilhão, começou a aquisição dessas marcas após a última NPE e agora elas estão integradas à gama de produtos de processamento de polímeros da Nordson, combinando mais de 200 anos de experiência com a tecnologia de processamento de polímeros.

“A Nordson colocou em prática uma sólida liderança regional, capacidade de produção local, infraestrutura de apoio e equipes de vendas e técnicas para fornecer aos clientes nas Américas, na Ásia e na Europa soluções abrangentes para todas as suas necessidades”, afirmou John J. Keane, vice-presidente sênior da Nordson. “Todos os nossos componentes de processamento de material fundido estarão disponíveis por meio dos escritórios da Nordson em todo o mundo e podem até mesmo ser adquiridos juntos como parte de um sistema de pacote”.

A Nordson Corporation opera diretamente instalações em aproximadamente 40 países da Europa, Ásia e das Américas. Treze instalações dedicadas ao design e fabricação de produtos de processamento de polímeros estão localizadas nos Estados Unidos, Alemanha, Bélgica, Japão, China e Tailândia. Há ainda amplos centros de treinamento, tecnologia e laboratório de processamento de polímeros em quatro instalações nos Estados Unidos e na Alemanha.

“A Nordson é especializada em componentes para sistemas de processamento de material fundido e trabalha em parceria com empresas de processamento e com OEMs de equipamentos de extrusão e moldagem”, afirmou Keane. “Essa especialização nos envolve em fases críticas do processamento de material fundido e inclui as roscas e cilindros que geram o material fundido, as matrizes que dão forma ao filme, chapa, revestimentos ou pellets e outros componentes essenciais, como sistemas de filtragem, bombas e válvulas. Assim, a Nordson está bem posicionada para ajudar os clientes a otimizar seus processos, aumentar a produtividade, reduzir custo e melhorar a qualidade do produto. Damos igual importância às vendas e à manutenção”.

Reforçar essa ênfase na manutenção é um compromisso substancial da Nordson Corporation com o investimento em infraestrutura local, observou Keane. “A forma da Nordson de fazer negócios é operar em cada região do mundo como uma empresa local apoiada por uma organização central sólida, mas que conversa com os clientes em sua própria língua, cultura e fuso horário”, disse ele. “Nosso objetivo é fabricar produtos globalmente para melhorar o atendimento e diminuir o tempo de entrega, e já temos a liderança e infraestrutura em prática no mundo inteiro que nos permite fazer isso”.

Existem organizações regionais de processamento de polímeros da Nordson nas Américas, Ásia e Europa, África e Oriente Médio (EAME). Em todas as regiões, a Nordson empregou uma estratégia de focar mais de perto os processos em que os clientes efetivamente utilizam produtos de processamento de polímeros da Nordson. Cada uma das equipes de vendas em uma determinada região é especializada em uma família específica de aplicações: extrusão, moldagem por injeção e polimerização / compostagem.

Como uma fabricante altamente diversificada de sistemas de precisão, a Nordson investe pesado em P&D e possui milhares de patentes. Nos últimos três anos, a Nordson acelerou o desenvolvimento de um novo produto na gama de processamento de polímeros, conforme demonstrado pelas inovações exibidas na NPE2015. Nos meses após a feira, a empresa planeja anunciar mais produtos novos e melhorias em sistemas existentes para clientes de processamento de polímeros, de acordo com Keane.

A Nordson Corporation projeta, fabrica e comercializa produtos e sistemas diferenciados utilizados para distribuição precisa de adesivos, revestimentos, biomateriais, polímeros, plásticos e outros materiais, gerenciamento de fluidos, testes e inspeções, cura UV e tratamento de superfícies de plasma. Fundada em 1954 e com sede em Westlake, Ohio, EUA, a empresa tem operações e escritórios de suporte em mais de 30 países.

A Nordson Polymer Processing Systems fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogeneizar, filtrar, medir e dar forma a plásticos e materiais de revestimento fluido. A Nordson fornece uma ampla gama de produtos de precisão de fluxo fundido — desde roscas e cilindros para extrusão e molde para injeção a sistemas de filtragem, bombas e válvulas — para as matrizes de extrusão e sistemas de peletização a fim de atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros. A Nordson Corporation fornece aos clientes recursos para vendas técnicas, serviços e reforma locais por meio de organizações de venda e fábricas regionais em mais de 30 países. Para saber mais, visite o site: http://www.nordsonpolymerprocessing.com.

Fonte: Nordson / Martino Comm.

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Mercado de compósitos ganha destaque em evento da Plastech Brasil

02/03/2015

Perspectivas apresentadas por Waldomiro Moreira impressionaram executivos do setor

Waldemiro-Moreira_PlastechUm avião que se autorregenera de danos em pleno voo. E que pode ser transparente, inclusive. Um trem que se desloca levitando sobre os trilhos. Uma superfície que tem todas as características do granito, exceto o peso. Um poste de transmissão de energia que pode ser carregado nos braços por dois homens – ou arrastando flutuando sobre a água, no meio rural. Parece obra de ficção, mas é a realidade do mercado de compósitos apresentada em evento organizado pela Plastech Brasil na quinta-feira (26) à noite, em Caxias do Sul (RS). E cujo único limite, ao que tudo indica, depende do sucesso da união entre criatividade e pesquisa.

Conselheiro gestor da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco), professor do curso de pós-graduação da própria entidade, executivo da empresa Elekeiroz e engenheiro químico com pós-graduação em polímeros, Waldomiro Moreira revelou que o Brasil está prestes a tornar-se o líder mundial na fabricação de pás para geradores de energia eólica, ultrapassando a Dinamarca. A matéria-prima do produto são os compósitos de epóxi.

“Literalmente, é um mercado que vai de vento em popa no país. O Brasil tem um terreno excelente para a geração de energia eólica. As pessoas acham que o mais importante é a intensidade do vento, mas na verdade, o que interessa e que temos de diferencial é a constância. Só não há um impacto ainda maior na matriz energética do país porque faltam linhas de transmissão”.

Coincidência, ou não, outro problema que os compósitos já estão ajudando a resolver. Os postes de linhas secundárias normalmente são feitos de madeira de eucalipto, que demanda um caro e agressivo tratamento com defensivos químicos para garantir resistência, ou de concreto, que embora barato, é de difícil manejo.

“Os compósitos estão fazendo uma verdadeira revolução na área elétrica. Enquanto um poste de concreto de 12 metros de comprimento pesa quase meia tonelada, o mesmo poste, feito de compósito, tem 80 quilos. Pode ser carregado por dois homens. O primeiro impacto já está acontecendo na iluminação rural: o poste feito de compósito não contamina o solo, porque dispensa tratamento químico, e em áreas alagadas, ou de banhado, pode ser arrastado pela água, porque flutua. Sem falar que o compósito é material não-condutivo. Ou seja, não há fuga de corrente”, explicou Moreira.

As perspectivas do setor que já ostenta mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo e que a partir de 2015 passa a desfrutar de área específica na feira realizada pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) impressionaram o público de executivos da indústria, professores e pesquisadores reunidos na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul. Um dos slides por exemplo, mostrava a capacidade de regeneração de fibras danificadas em pleno voo. Em outro, a aeronave aparecia com seções inteiras feitas de material transparente. Boeing e Airbus, os dois maiores fabricantes mundiais de jatos comerciais já trabalham nos projetos.

“A indústria aeroespacial dos Estados Unidos lidera o avanço em tecnologia. A Boeing está prestes a lançar um avião com mais de 60% de compósitos em sua massa. É questão de tempo, talvez 10 anos, para termos a primeira aeronave 100% feita de compósitos. Na Europa, o automobilismo esportivo, principalmente a Fórmula 1, traz a vanguarda das aplicações que logo depois chegam ao mercado convencional. Mas isso é apenas o material de valor agregado. O Brasil pode tirar muito proveito do compósito produzido em larga escala, para a indústria náutica, ou de peças técnicas para ônibus, caminhões pesados, tratores e máquinas agrícolas”, referiu o palestrante.

“Não é substituição. É solução!” – Moreira entende que a indústria verde-amarela pode apostar em fibras ecológicas para mobiliário de áreas externas, como jardins, parques, piscinas ou balneários. Na construção civil, há os painéis de fachadas e a tecnologia conhecida como Solid Surface, que emula praticamente todas as características do granito – exceto a carga pesada. No segmento de infraestrutura, tubos, tanques, reservatórios e grades de piso (para plataformas petrolíferas, por exemplo) feitos de compósitos têm longevidade ampliada graças ao princípio da resistência por inércia química.

No processo de RTM (resin transfer molding), o Brasil é um dos mais avançados do mundo. Na pultrusão, o Rio Grande do Sul, onde se realiza a Plastech Brasil – Feira do Plástico, da Borracha, dos Compósitos e da Reciclagem, é líder nacional. Em outra frente, uma equipe universitária no interior de São Paulo já vem obtendo sucesso na pesquisa da confecção de fibra de carbono a partir do bagaço da cana-de-açúcar.

Segundo a consultoria MaxiQuim, contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco), o valor da produção na indústria brasileira de compósitos crescerá acima dos 2,5% em 2015, mesmo considerando-se o PIB de 0,5%. A estimativa é de que o setor atinja receita superior a R$ 3,3 bilhões, processe 207 mil toneladas de material e gere aproximadamente 75 mil empregos no país este ano.

Com 42 anos de experiência em compósitos (matérias-primas e processos), antes de integrar-se à Elekeiroz, empresa associada à europeia DSM, Waldomiro Moreira passou por Cray Valley (Grupo Total), Henkel Loctite, Reichhold e Mercedes-Benz, entre outras companhias. De acordo com o especialista, o Brasil está eliminando a defasagem em relação a outros centros mundiais no que tange a tecnologias e processos. Ainda herança de uma má-concepção inicial de mercado quando do surgimento do setor de compósitos no país, décadas atrás.

“Essa indústria começou errada aqui. Que bom que enxergamos isso agora e estamos recuperando o tempo que perdemos deixando de fazer engenharia de produto. O compósito não é material de substituição. O compósito é a solução!”, concluiu.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastech Brasil

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NPE2015 começa a se configurar como a maior e mais internacional feira nos 69 anos de história da NPE

26/02/2015

Um número recorde de expositores ocupará um espaço recorde; 43% dos expositores e 28% dos visitantes virão de fora dos EUA

NPE2015-LogoCom a venda de espaços de exibição e registros de visitantes ultrapassando em muito aqueles no mesmo período de 2012, agora é praticamente certo que a NPE2015 será a maior feira da história da NPE, aumentando a longa lista de motivos pelos quais esse é um evento obrigatório para qualquer profissional de negócios cujos produtos incluam plástico.

A NPE: The International Plastics Showcase é um evento que ocorre a cada três anos, fundado em 1946 pela SPI: The Plastics Industry Trade Association. Para a NPE2015, que ocorrerá daqui a quatro semanas nos dias 23 a 27 de março em Orlando, Flórida, a SPI espera que o número de expositores alcance e possivelmente exceda o recorde de 2.009 estabelecido na NPE2000, e a participação alcançará 60.000, muito acima do total da feira bem-sucedida de 2012. A quantidade de espaço de exposição adquirida até o momento já excede o recorde anterior estabelecido na NPE2000 e espera-se que totalize 98.480 m2.

Um crescimento ainda maior ocorreu com relação à participação internacional. Um recorde de 43% de todos os expositores virão à NPE2015 diretamente de fora dos EUA – um número que não inclui muitas empresas baseadas em outros países, mas que estão participando da exposição por meio de suas subsidiárias dos EUA. Os expositores internacionais da NPE2015 virão de 37 países, incluindo o maior contingente já existente da China e participações relevantes do Canadá, Itália, Taiwan, Alemanha, Índia, Turquia, Suíça, França e Coreia do Sul.

Com relação à participação, a SPI prevê que os visitantes internacionais responderão por 28% da participação total, incluindo um número recorde da América Latina – aproximadamente 6.500 participantes.

“A constituição internacional e de grande porte da NPE2015 reflete a importância e o valor dos plásticos e da fabricação de plásticos em nosso mundo”, afirmou Gene Sanders, vice-presidente sênior de feiras e conferências da SPI. “Haverá mais equipamentos durante o evento do que em qualquer outra NPE, mais maquinários efetivamente em produção, mais oportunidades para conversar com designers e fornecedores de materiais, um programa de conferência mais amplo e novos recursos de exposição atuais como o NPE3D, a Zero Waste Zone, o Design Center da IDSA e o Startup Garage. Simplificando, essa é uma feira que não se pode perder”.

Mais de 600 empresas expositoras terão maquinários em seus estandes, e mais de 400 terão equipamentos em operação. Dentre os muitos fornecedores de materiais que participarão da NPE2015, treze manterão grandes “centrais de atendimento ao cliente” ocupando um espaço total de 5.200 m2 próximo ao pavilhão de exposições. Essas centrais proporcionarão ambientes confortáveis para a realização de discussões, troca de informações e criação de relacionamentos com clientes e clientes em potencial.

A NPE: The International Plastics Showcase é uma exposição que ocorre a cada três anos, fundada e realizada pela SPI: The Plastics Industry Trade Association. A NPE2015 ocorrerá de segunda a sexta-feira, 23 a 27 de março de 2015, no Orange County Convention Center em Orlando, Flórida. Será o maior evento da indústria de plásticos em 2015, incluindo uma feira em escala mundial e vários programas educacionais. A feira incluirá 2.000 expositores em um espaço de mais de 90 mil metros quadrados. A NPE2015 contará com mais de 60 mil profissionais do setor, de mais de 120 países. Visitewww.npe.org.

Fundada em 1937, a SPI: The Plastics Industry Trade Association promove o crescimento no setor de plástico dos EUA, avaliado em US$ 380 bilhões. Representando quase 900 mil trabalhadores americanos no terceiro maior setor de fabricação dos EUA, a SPI fornece aconselhamento jurídico, pesquisas de mercado, promoções da indústria e o estímulo a relações comerciais, além de estratégias de desperdício zero. Desde fornecedores de resina e fabricantes de equipamentos a processadores e proprietários de marcas, a SPI representa todas as facetas do setor de plásticos dos EUA. A SPI também é proprietária e produz a feira comercial internacional NPE. Todos os lucros da NPE são reinvestidos nos serviços da SPI à indústria.

Fonte: NPE 2015 / Martino Comm.

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Grupo Solvay divulga resultados de 2014

26/02/2015

Faturamento alcançou 10,2 bilhões de Euros, dos quais 11% foram obtidos na América Latina

O Grupo Solvay alcançou um faturamento de 10,21 bilhões de euros em 2014, registrando um crescimento de 5% em relação ao ano anterior, segundo anúncio feito hoje (26/2), na sede do grupo, em Bruxelas, Bélgica.

O Rebitda (lucro recorrente antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 1,783 bilhão de euros, com uma elevação de 11% sobre 2013, e o lucro líquido ajustado foi de 156 milhões de euros. Em 2014, o grupo obteve uma geração de caixa de 656 milhões de euros, 35% a mais do que no ano anterior, e reduziu sua dívida liquida em 363 milhões de euros.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do grupo Solvay,  o grupo apresentou resultados sólidos ao longo do ano, beneficiando-se da transformação que está realizando, de um portfólio atualizado de produtos e soluções e de seus programas de excelência operacional.

“Nós avançamos na reformução do nosso perfil de negócios para nos tornarmos um provedor de soluções high-end. A robusta demanda por nossos produtos e soluções inovadoras impulsionou as áreas que consideramos motores de crescimento. As ações de excelência realizadas em todas as  nossas áreas compensaram os custos de produção mais elevados e nos ajudaram a garantir nosso pricing power”, afirmou. No geral, o Grupo Solvay apresentou crescimento de lucro operacional de dois dígitos em 2014, expandiu as margens em todos os seus negócios e obteve uma forte geração de caixa, complementou Clamadieu.

Perspectivas – O Grupo Solvay está confiante em manter a atual dinâmica de atividades. Continua implantando seu projeto de transformação e está bem posicionado para alcançar suas metas estabelecidas para 2016.

Resultados na América Latina

Na região da América Latina, o grupo Solvay, controlador da Rhodia, obteve um faturamento em 2014 da ordem de 1,1 bilhão de euros, no mesmo nível do registrado em 2013. No Brasil, o total de vendas alcançou 1 bilhão de euros, mesmo diante de um cenário desafiador para quase todas as atividades industriais e em particular para o setor químico.

A confiança do Grupo Solvay no País, onde atua há 95 anos completados em dezembro passado, foi demonstrada com investimentos da ordem 300 milhões de reais em 2014, aplicados em aquisições, aumento de capacidade de produção, melhoria de processos produtivos, além de implantação de tecnologias e desenvolvimento de novos produtos.

O grupo, que atua na região em diversas atividades do setor químico, com dez fábricas no Brasil e uma na Venezuela, registrou exportações de US$ 262 milhões, a partir de suas unidades brasileiras.

Fonte: Solvay

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Sistema de Correia de Filtragem para peletizador subaquático da Nordson automatiza a remoção de resíduos

24/02/2015

Módulo opcional de filtragem agrega funções aos peletizadores BKG™ Master-Line™ que normalmente estão disponíveis com sistemas mais caros para compostos e reciclagem

Módulo de Correia de Filtragem

Módulo de Correia de Filtragem

A Nordson Corp. anunciou hoje um novo filtro de correia opcional para o sistema subaquático, com controle de temperatura dos peletizadores subaquáticos BKG™ Master-Line™, que reduz o tempo de inatividade e a intervenção do operador, fornecendo filtragem automatizada e contínua de partículas. O sistema será apresentado na NPE2015 (Stand W6263).

O novo sistema de filtragem de água também apresenta uma malha de filtro mais fina: 150 µm em comparação com a capacidade de 200 µm do sistema padrão disponível com os peletizadores Master-Line. Como um sistema modular que pode ser alternado com o sistema padrão, ele abre a possibilidade de fazer upgrade do sistema padrão em um equipamento Master-Line previamente instalado.

A limpeza da tela de filtro, constantemente giratória, é feita por bicos pulverizadores localizados em uma das extremidades e por um raspador na outra extremidade, permitindo que as partículas sejam coletadas em um reservatório embaixo da correia. No sistema padrão, as partículas são coletadas em uma grande tela de malha de aço que deve ser removida e limpa periodicamente, esse processo requer a interrupção da produção.

O peletizador Master-Line, é usado para composição e reciclagem de material, sendo um sistema básico compacto com capacidade de rendimento de até 2.000 kg/h. Assim como acontece com outros peletizadores subaquáticos, um tanque de água fornece um fluxo de água por meio da câmara de corte de grânulos. Depois de serem cortados, os pellets são separados desse fluxo de água no secador, e a água é filtrada para remoção de partículas antes de retornar ao tanque.

“O novo módulo de filtro de correia fornece aos usuários dos peletizadores Master-Line os mais avançados recursos de filtragem e limpeza automática disponíveis nos nossos peletizadores mais caros e mais elaborados: o Combi-Line™ e o Opti-Line™”, afirmou Adam Cowart, gerente de produtos global. “Até agora, a única alternativa para alcançar a filtragem de 150 micrômetros com o sistema Master-Line era instalar um filtro independente secundário.”

A Nordson Polymer Processing Systems (http://www.nordsonpolymerprocessing.com) fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogeneizar, filtrar, medir e dar forma a plásticos e materiais de revestimento fluido. A Nordson fornece uma ampla gama de produtos de precisão de fluxo fundido — desde roscas e cilindros para extrusão e molde para injeção a sistemas de filtragem, bombas e válvulas — para as matrizes de extrusão e sistemas de peletização a fim de atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros.

Fonte: Nordson / Martino Comm.

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Solvay constrói fábrica de PEEK nos Estados Unidos

24/02/2015

Solvay_logoA Solvay iniciou a construção de uma unidade de produção de polímeros especiais nos Estados Unidos. A nova unidade vai permitir à empresa aumentar significativamente a sua capacidade de produção de PEEK (poliéter-éter-cetona) e reforçar a sua posição de liderança através de uma presença única tanto nos EUA quanto na Ásia.

Localizado em Augusta, Georgia, nos Estados Unidos, a previsão é que o novo site entre em operação em meados de 2016. Combinada com já iniciada expansão da unidade de Panoli, na Índia, a capacidade total de produção de PEEK da Solvay  subirá para mais de 2 500 toneladas. A Solvay vai investir em torno de 85 milhões de dólares nas duas expansões de capacidade.

O investimento demonstra o compromisso da Solvay de acompanhar o crescimento de longo prazo da demanda por KetaSpire® PEEK e PAEK AvaSpire®. Estes dois ultra-polímeros desempenham um papel fundamental na resposta às questões relacionadas com leveza e redução do consumo de energia, além de melhorar a performance de aplicações avançadas nas áreas de saúde, eletrônica, petróleo e gás, aeroespacial e automotivo.

“A Solvay é o único produtor mundial a industrializar o PEEK  em dois locais diferentes e em duas regiões de alto crescimento”, comentou Augusto Di Donfrancesco, presidente da Solvay Specialty Polymers. “A nova fábrica nos Estados Unidos, associada à que temos na Índia, nos permitirá garantir o melhor nível possível de segurança de aprovisionamento dos produtos. Este é o compromisso de longo prazo com os nossos clientes em todo o mundo”.

A nova unidade será instalada ao lado da planta industrial de resinas e monômeros da Solvay Specialty Polymers, em Augusta, e se beneficiará da proximidade de seu Centro de Pesquisa e Inovação localizado em Alpharetta, também na Georgia. A nova unidade de produção de PEEK em Augusta vai usar os mesmos processos e tecnologias utilizadas em Panoli, na Índia. Juntas, essas duas plantas produzirão polímeros especiais, que formam a base para os produtos KetaSpire® e AvaSpire® da Solvay, com a consistência e a qualidade de uma indústria líder.

Estes projetos de expansão permitirão à Solvay reforçar a sua liderança em PEEK e PAEK.

Fonte: Solvay

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Faturamento do setor de compósitos permaneceu estável em 2014

24/02/2015

Consumo de matérias-primas, no entanto, recuou 2%

O setor brasileiro de materiais compósitos faturou R$ 3,246 bilhões em 2014, queda de 0,1% frente ao desempenho de 2013. Em termos de volume, a retração foi mais intensa: ano passado, as empresas que moldam compósitos consumiram 2% a menos de matérias-primas, totalizando 206 mil toneladas. Os números fazem parte do último levantamento da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

“Por um lado, vivenciamos interrupções e atrasos nos investimentos do governo federal em infraestrutura, que se somaram à queda drástica do segmento de transportes e à falta de criatividade e poder de inovação do próprio setor de compósitos. Em relação ao faturamento, alguns fatores sustentaram esse quase empate com 2013, entre eles, os aumentos generalizados dos custos e a elevação descontrolada dos preços cobrados por um dos fabricantes de fibras de vidro”, comenta Gilmar Lima, presidente da ALMACO.

Com uma fatia de 51%, a construção civil permaneceu em 2014 na liderança do ranking dos principais consumidores de compósitos de poliéster, à frente de transporte (15%), corrosão (12%) e saneamento (5%), entre outros – total de 151,2 mil toneladas. Já a geração de energia eólica respondeu por 90% da demanda por compósitos de epóxi. O mercado de petróleo apareceu em segundo lugar, com 5%. Ao todo, foram processadas 54,8 mil toneladas.

Para 2015, a Maxiquim estima um elevação de 2,4% na receita do setor representado pela ALMACO, totalizando R$ 3,324 bilhões – consumo de 207 mil toneladas de matérias-primas (+0,5%). “Mesmo com a expectativa de um ano ruim, alguns projetos que beneficiam os compósitos não poderão mais ser adiados, a exemplo dos que devem ser feitos para amenizar os problemas de abastecimento de água e energia”, observa Lima. No primeiro trimestre, o estudo ainda projeta um faturamento de R$ 883 milhões, 4,5% acima dos primeiros três meses de 2014.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fonte: Almaco / SLEA

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Plastech Brasil realiza palestra sobre Compósitos em Caxias do Sul

24/02/2015

Mercados de construção civil e energia eólica levam setor à projeção de crescimento de 2,5% em 2015

Plastech_AlmacoGigante em dois sentidos, nas aplicações (mais de 50 mil catalogadas) e no potencial de crescimento (construção civil, energia eólica, indústrias naval e aeroespacial), o mercado de compósitos ganha, além de uma área, atenção especial da Plastech Brasil em 2015. A equipe da feira realizada em Caxias do Sul (RS), de 25 a 28 de agosto, reúne-se em dois dias consecutivos com expoentes do setor que estima atingir receita superior a R$ 3,3 bilhões, processar 207 mil toneladas de material e gerar aproximadamente 75 mil empregos no Brasil em 2015. A consultoria MaxiQuim, contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco), projeta crescimento de produção em valor acima dos 2,5% em 2015..

O encontro na sede da Almaco, está marcado para quarta-feira, dia 25, em São Paulo (SP). A entidade é presidida por Gilmar Lima, também diretor-geral da MVC, empresa que tem por acionistas os grupos Artecola e Marcopolo.

“No dia seguinte, quinta-feira, (26/2), e inclusive já com informações bastante atualizadas do setor, nos reunimos com mais representantes da cadeia nacional de compósitos, em Caxias do Sul. Vamos conversar um pouco sobre cenários econômicos e oportunidades de geração de negócios”, esclarece o presidente da Plastech Brasil, Orlando Marin.

A reunião no restaurante do subsolo da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul está marcada para as 19h30 e é aberta a empresas da cidade, região, estado e país. Organizações interessadas em desvendar o panorama mais atualizado do setor em nível continental podem fazer suas reservas e obter mais informações pelo email fernanda@plastechbrasil.com.br.

O futuro dos compósitos será abordado na palestra de Waldomiro Moreira, executivo da fabricante de resinas Elekeiroz e conselheiro gestor da Almaco. Engenheiro químico com pós-graduação em polímeros e MBA em marketing e finanças, Moreira conta com 40 anos de experiência em compósitos (matérias-primas e processos). Antes da Elekeiroz, empresa associada à europeia DSM, ele passou por Cray Valley (Grupo Total), Henkel Loctite, Reichhold e Mercedes-Benz, entre outras companhias.

De vento em popa – Com uma fatia de 49%, a construção civil liderou em 2013 o ranking brasileiro dos principais consumidores de compósitos de poliéster, à frente de transporte (17%), corrosão (11%) e saneamento (6%), entre outros – num total de 154 mil toneladas. Já a geração de energia eólica respondeu por 89% das 56 mil toneladas de compósitos de epóxi. Com 6%, o mercado de petróleo apareceu em segundo lugar. As informações são da Almaco.

Os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de tanques, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões – casos, por exemplo, dos novos Airbus A350 XWB e Boeing 787 Dreamliner.

* O que: palestra O Futuro dos Compósitos, com o conselheiro gestor da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) e executivo da empresa Elekeiroz, Waldomiro Lima
* Quando: quinta-feira (26/2)
* Horário: às 19h30
* Onde: no restaurante do subsolo da CIC de Caxias do Sul (RS)
* Adesões e mais informações: pelo email fernanda@plastechbrasil.com.br

Sobre a Plastech Brasil: A Plastech Brasil – Feira do plástico, da borracha, dos compósitos e da reciclagem é uma das mais completas plataformas de negócio da cadeia de transformação. Realizada pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) em Caxias do Sul (RS), expõe as principais tendências e inovações nos segmentos automotivo, de transformados plásticos, matérias-primas e produtos básicos, máquinas, equipamentos e acessórios, moldes e ferramentas, instrumentos, controle e automação, instituições de ensino técnico e superior, serviços, publicações e projetos técnicos, entidades da sociedade civil e representações de governo. Em 2015, ocupará os Pavilhões da Festa Nacional da Uva de 25 a 28 de agosto.

Fonte: Plastech Brasil – Assessoria de Imprensa

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Wittmann Battenfeld lança controladores de temperatura para processo de injeção

24/02/2015

Witmann_BattenfeldChegaram ao mercado os novos modelos de controladores de temperatura da série TEMPRO DIRECT lançados pela Wittmann Battenfeld – um dos principais fabricantes mundiais de equipamentos utilizados no processo de fabricação das indústrias de plásticos.

Os periféricos utilizam o sistema de resfriamento direto e são indicados para a injeção de peças em que a temperatura do molde influencie nas propriedades e características do produto final, nos parâmetros de processo e no comportamento da resina durante a moldagem, entre outras ocorrências. A função de resfriamento direto é utilizada quando a diferença de temperatura entre o molde e a água de arrefecimento é baixa.

Segundo a empresa, o destaque da série é o modelo TEMPRO basic C120, que permite a composição de diferentes configurações de opcionais, de pressão e vazão da bomba, de capacidade de aquecimento e de  refrigeração. Uma das novidades da versão TEMPRO basic C120 Large (mais potente) é a capacidade de aquecimento de até 46 kW- o produto também está disponível nas versões 18 ou 24 kW. A vazão da bomba pode ser de 200 ou 280 l/min e suas dimensões de 340×776×700 mm. Com esse modelo é possível aquecer moldes de até 10 toneladas, em curto espaço de tempo.

Afirma a Wittmann Battenfeld que as dimensões mais compactas do TEMPRO basic C120 Medium – 230×690×630 mm – facilitam a instalação em locais de pouco espaço. O equipamento possui capacidade de aquecimento de 12 ou 18 kW e uma bomba com vazão de 200 l/min, com potências de 0,75 ou 1,5 kW.

Características adicionais e opcionais completam o TEMPRO basic C120, como interface serial com a injetora, sensor de temperatura externo, contato elétrico para alarme e sistema Bypass interno – que otimiza a carga da bomba e reduz ao mínimo seu desgaste – além da purga manual da água de processo. São itens que garantem um ótimo desempenho, sempre que são necessárias altas capacidades de refrigeração e de grandes vazões.

Mais precisão

De acordo com a Wittmann Battenfeld, outra novidade é o Ultrasound Dual Flow Control, opcional para os controladores de temperatura do modelo TEMPRO plus D 140, 160 e 180°C, que utiliza a tecnologia de ultrassom para a medição da vazão da água do processo e que pode operar com temperaturas de 20° a 180°C. Realiza medições em taxas de vazões que variam de 0,5 a 40 l/min, com precisão de ± 5% do valor real.

É crescente a necessidade do uso do controle da vazão da água que passa por meio dos canais de refrigeração dos moldes. Com isso, o opcional Ultrasound Dual Flow Control permite que sejam reguladas as vazões da água do controlador de temperatura TEMPRO plus D em duas vias individuais, assegurando um processo de injeção mais confiável, afirma a empresa.

Segundo Marcos Pedrassani, Gerente Comercial e Técnico da Wittmann Battenfeld do Brasil, os transformadores nacionais podem obter vários benefícios com estes lançamentos. “O controle constante da temperatura do molde evita a necessidade de reajustes dos parâmetros durante o processamento, caso haja alteração da temperatura ambiente. Propicia a melhor fluidez do material para a cavidade do molde, alivia as tensões nos produtos moldados, melhora as propriedades ópticas das peças e reduz o índice de refugo no início do processo”, explica.

Os periféricos da série TEMPRO contam com função de esvaziamento do molde, evitando a formação de óxidos e cristais que provocam entupimento dos canais. Outra função de grande utilidade é a “para vazamento”, que minimiza ou elimina o problema também com a simples inversão de rotação da bomba. Essa função permite administrar o melhor momento de parada da produção para solucionar possíveis vazamentos no circuito de refrigeração do molde, segundo a Wittmann Battenfeld.

Fonte: Wittmann Battenfeld

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Receita líquida da Braskem atinge R$ 46 bilhões em 2014

19/02/2015

EBITDA foi de R$ 5,6 bilhões por conta da recuperação das margens internacionais de produtos petroquímicos e pela desvalorização do real

A Braskem operou suas centrais petroquímicas a uma taxa de utilização média de 86% em 2014. Esse índice recuou quatro pontos percentuais em relação ao ano anterior, justificado pelas paradas programadas de manutenção dos crackers de Triunfo (RS) e Mauá (SP) e por restrição de fornecimento de gás no polo de Duque de Caxias (RJ), no primeiro semestre.

A demanda brasileira de resinas (PE, PP e PVC), utilizadas pela indústria de transformação de plástico, atingiu 5,3 milhões de toneladas, um recuo de 1% em relação a 2013. No quarto trimestre de 2014, a queda foi de 5% na comparação com o trimestre anterior, explicada pela sazonalidade normal do fim do ano.

As vendas da Braskem dessas resinas acompanharam a dinâmica do mercado, totalizando 850 mil toneladas no quarto trimestre e 3,6 milhões de toneladas no ano. O melhor desempenho dos setores ligados ao varejo e bens de consumo não compensou a retração dos segmentos relacionados a bens duráveis, como automotivo, linha branca, industrial, além de infraestrutura e construção civil.

No exterior, o desempenho da Braskem foi positivo. As vendas de PP registradas na unidade de negócio Estados Unidos e Europa atingiram 1,9 milhão de toneladas, alta de 4% em relação a 2013. A melhora é explicada pelo bom comportamento dos setores automotivo, industrial e bens de consumo, refletindo a recuperação da economia norte-americana e a discreta reação da economia europeia.

A Braskem alcançou receita líquida de R$ 46 bilhões em 2014, alta de 12%, por conta da depreciação do real, recuperação dos preços das resinas a nível global e pelo maior volume de vendas em sua unidade Estados Unidos e Europa. O EBITDA da Companhia foi de R$ 1,4 bilhão no quarto trimestre e de R$ 5,6 bilhões em 2014. A Braskem fechou o ano com um lucro líquido de R$ 726 milhões. No quarto trimestre, registrou prejuízo de R$ 24 milhões.

Química forte para um Brasil forte

A produção industrial brasileira registrou queda de 3,4% em 2014, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com dados da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), a taxa média de utilização da indústria química brasileira, que ainda ocupa a sexta posição entre as maiores indústrias químicas mundiais, ficou em 79% em 2014, o índice mais baixo dos últimos anos. Contribuiu para esse resultado o aumento no ingresso de químicos importados, que representaram 35,6% do consumo interno.

“Ao mesmo tempo em que são anunciadas importantes medidas de ajuste macroeconômico, é fundamental que simultaneamente o governo federal promova e implemente iniciativas estruturantes a fim de resgatar os fatores de competitividade da indústria brasileira”, diz o presidente da Braskem, Carlos Fadigas. “Essa agenda é primordial se quisermos reverter o processo de desindustrialização brasileiro e estimular o crescimento e a produtividade do setor industrial.”

No fim de fevereiro, vence o aditivo do contrato de fornecimento de nafta da Petrobras. A Braskem segue empenhada nas negociações dos novos termos e condições para a renovação em bases competitivas do seu contrato de fornecimento de longo prazo a fim de remover incertezas e viabilizar novos investimentos no setor químico e petroquímico.

Fonte: Braskem

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