Archive for the ‘Polietileno’ Category

Bayer, Braskem e Pacifil Brasil anunciam parceria no segmento do agronegócio

14/11/2016

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Solução para armazenagem de grãos, silo bolsa agora é oferecido como benefício ao produtor rural dentro de programa de fidelidade da Bayer

A partir de agora o agronegócio brasileiro passa a contar com mais uma alternativa para a solução do problema de armazenagem de grãos. A parceria firmada entre a Braskem e a Bayer passa a viabilizar o fornecimento do silo bolsa fabricado pela Pacifil para os produtores, através do Programa de Pontos da Bayer.

Com o alto rendimento no campo, o agronegócio brasileiro sofre com carência de infraestrutura para estocar grãos, já que os silos convencionais – de metal e alvenaria – têm alto custo de instalação e demandam importantes investimentos. Daí a ideia de incluir o silo bolsa – tubo flexível de plástico – no programa de relacionamento da Bayer. “Nesse cenário, esta ferramenta aparece como uma solução viável tanto do ponto de vista técnico quanto do econômico, já que é de fácil instalação e reduz o custo operacional, agilizando a logística da colheita e melhorando a capacidade de armazenamento. Além disso, permite a separação dos grãos de acordo com suas características e qualidade, o que facilita a comercialização”, afirma Gustavo Borrat Bazzano, diretor comercial da Pacifil.

De acordo com Ivan Moreno, diretor de Acesso ao Mercado da Bayer, a parceria enfatiza, principalmente, a importância da integração dos elos do agronegócio, e a ideia de uni-los à rede para a construção de um setor mais forte. “Como uma das grandes dificuldades do agricultor é a logística da armazenagem do grão, este tipo de serviço proporciona um mecanismo para fugir da volatilidade do mercado, pois o produtor pode guardar a produção e comercializar quando o setor estiver mais rentável.” O executivo acrescenta ainda que os silos bolsas reduzem o custo da armazenagem terceirizada e ajudam o produtor a manejar melhor o negócio da safra.

Em 2016 o Programa de Pontos da Bayer completou um ano de atividades e atingiu a marca de mais de um bilhão de pontos resgatados por mais de 70 mil produtores brasileiros inscritos. Seu funcionamento é simples: agricultores que compram insumos agrícolas com distribuidores somam um ponto a cada R$ 1 investido em produtos, podendo trocá-los por serviços e produtos agronômicos.

Há sete anos, a Pacifil e a Braskem trabalham no desenvolvimento de soluções para o agronegócio, um dos principais negócios para a petroquímica. “Ao garantir a estocagem dos grãos, o silo bolsa permite ao agricultor escolher o melhor momento de vender a produção e maximizar seu resultado financeiro. O Programa de Fidelidade é mais um canal que facilita o acesso do produtor a esta excelente solução de armazenagem”, comenta Ana Paiva, da área de Desenvolvimento de Mercado para o Agronegócio da Braskem.

O silo bolsa é um túnel flexível de polietileno, com 2,75 metros de diâmetro e até 100 metros de comprimento, que cria uma atmosfera livre de oxigênio, impedindo o desenvolvimento de pragas e insetos e mantendo a qualidade do produto estocado. Cada bolsa armazena até 200 toneladas e pode ser instalada na própria lavoura. A solução já é usada há décadas em países como Estados Unidos, Uruguai e Argentina, sendo neste último responsável pela armazenagem de 45 a 50% da produção de grãos no país.

Fonte: Braskem

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Armacell adquire 100% das ações da PoliPex, fabricante brasileira de espumas em polietileno para isolamento térmico

20/10/2016

polipex-isolante A Armacell (www.armacell.com) , empresa com sede em Luxemburgo e líder global em espumas flexíveis para o mercado de isolamento de equipamentos, além de fornecedora de espumas de engenharia, adquiriu 100% das ações da PoliPex (www.polipex.com.br), uma importante fabricante brasileira de espumas de PE extrudado para isolamento, em um acordo de participação por uma quantia não revelada. Esta transação reforça significativamente o portfólio de produtos da Armacell na América Latina e aumenta os níveis de serviço para clientes brasileiros, bem como, o apoio para os OEMs regionais. Com a adição da planta da PoliPex em Florianópolis (SC), a Armacell fica bem posicionada para continuar a desenvolver a sua presença de fabricação na América Latina.

“A PoliPex tem décadas de know-how na produção de PE extrudado, bem como uma forte equipe nacional. Estamos ansiosos para servir aos nossos clientes em toda a América Latina com um portfólio de produtos mais amplo e maiores níveis de serviço ao cliente”, explica Patrick Mathieu, Presidente e CEO da Armacell Internacional S.A.” Historicamente, a PoliPex exibiu taxas de crescimento sólidas e margens operacionais saudáveis. A recuperação prevista para a economia brasileira e o mercado de construção tornam a PoliPex um investimento atraente para nós. ”

A PoliPex atua no mercado de espumas extrudadas de Polietileno para isolamento e tem cerca de 80 funcionários. A empresa foi fundada por John Johannes van Mullem em 1991 e mantém sede em Santa Catarina, bem como, centros de distribuição no Sul e no Nordeste do país. No ano de 2015, a Polipex teve um faturamento de aproximadamente R$ 43 milhões.

Fonte: Armacell / foto: site Polipex

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Embalixo lança nova embalagem “Fecha Fácil” com plástico derivado de cana-de-açúcar

17/09/2016

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Produto sustentável facilita o descarte de lixo

Empenhada em facilitar a vida do consumidor, a Embalixo, empresa brasileira líder na produção de sacos para lixos, lança o “Fecha Fácil”, modelo que possui abas para facilitar o fechamento da embalagem. O produto já está disponível para o consumidor e possui quatro versões: de 15, 30, 50 e 100 litros.

A nova embalagem utiliza como matéria-prima o Polietileno Verde, resina desenvolvida pela Braskem. O PE Verde, produzido a partir de cana-de-açúcar, possui características idênticas às do polietileno de origem fóssil, não requer mudanças nos processos de transformação e pode ser reciclado nas correntes já existentes.

Desde 2011, a Embalixo adota o Plástico Verde em seus sacos para lixos. “Estamos muito satisfeitos em lançar uma embalagem que visa facilitar a vida do consumidor já com o selo I’m greenT, o que reforça nosso compromisso com o descarte simples e correto de resíduos”, explica Rafael Costa, diretor comercial da Embalixo.

Fonte: Braskem

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Cartaplast apresenta embalagens de Plástico Verde da Braskem

07/09/2016

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Bastante utilizado do mercado alimentício, o Plástico Verde tem uma nova aplicação em embalagens. A Cartaplast do Brasil, que comemora 25 anos de atuação, agora utiliza a resina de origem renovável na fabricação de bobinas picotadas, solução para acondicionamento de alimentos como carnes e aves. Com o lançamento, a empresa reduz os impactos no meio ambiente por meio da adoção de uma inovação tecnológica brasileira, desenvolvida pela Braskem.

O Polietileno Verde tem vantagens no que diz respeito à sustentabilidade. Além de ser obtido a partir de fonte renovável (cana-de-açúcar), ou seja, não consumir recursos fósseis limitados, captura CO2 durante seu ciclo de fabricação. As embalagens da Cartaplast do Brasil terão o selo I’m greenT, que garante a origem do produto.

Fundada em 1991, a Cartaplast do Brasil iniciou suas atividades produzindo e comercializando bobinas picotadas para atender à exigência do setor varejista e o segmento de distribuição de embalagens. Nos anos que seguiram, registrou uma série de aquisições em extrusoras e sacoleiras de última geração com a perspectiva de consolidação na indústria do plástico no Brasil, firmado – se como um importante player nacional no mercado de bobinas picotadas e sacolas plásticas. A estratégia de crescimento, apoiada na inovação e na expansão de capacidades para suprir a demanda do mercado proporcionou à empresa novo estágio de desenvolvimento em volume, qualidade e oportunidade de negócios.

Fonte Braskem

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Braskem amplia portfólio de resinas para segmento de sopro

07/09/2016

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Segundo a empresa, material oferece maior produtividade, resistência e qualidade no acabamento final do produto

A Braskem lançou uma nova resina para suprir as necessidades do mercado de embalagens sopradas. O produto HD7000C é polietileno de alta densidade homopolímero que chega para atender às demandas da indústria de transformação por extrusão sopro (EBM) e injeção sopro (IBM) possibilitando redução de peso no produto moldado e melhor performance na aplicação, afirma a empresa.

Segundo a Braskem, a novidade excede as expectativas do segmento de sopro por apresentar propriedades eficientes no que diz respeito à resistência, facilidade de processamento e produtividade, características que garantem embalagens de melhor qualidade, acabamento e maior resistência. “A expansão de oferta de soluções para o segmento de sopro demonstra a consciência do trabalho de nossa equipe com os clientes, com objetivo de desenvolver uma resina de alta performance e que possa atender o segmento de forma abrangente”, destaca Augusto Esteves, especialista em processo de sopro da Braskem.

O lançamento reforça o portfólio de resinas para o segmento de sopro e permite flexibilizar as aplicações também em fármacos, brinquedos e alimentos. Com foco em aplicações relacionadas a gêneros alimentícios, possibilita preservar as características de sabor e odor dos alimentos lácteos e similares.

“A nova resina vem nos proporcionando excelente estabilidade de processo e confere resistência à compressão elevada. Isso faz com que seja um material com várias possibilidades de aplicação, quando se deseja ganhos de peso sem grande perda da resistência mecânica. A nossa parceria com a Braskem garante ainda mais confiabilidade pois, a cada novidade, participamos ativamente dos desenvolvimentos, testando novas resinas e sugerindo oportunidades de melhoria e aplicações”, relata José Euzébio da Silveira Júnior, gerente industrial da Globalpack Indústria.

Fonte: Braskem

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Plástico verde da Braskem chega às embalagens de cosméticos naturais e veganos

03/08/2016

Braskem-Biovegan2O Plástico Verde da Braskem agora é usado em embalagens de cosméticos naturais e veganos da Aroma e Magia. As resinas de polietileno de cana-de-açúcar serão usadas na nova marca Bio Vegan.

A Bio Vegan foi criada para atender à demanda do consumidor por produtos fabricados de forma ambientalmente responsável. Por isso, os cosméticos são desenvolvidos de forma a gerar menos impacto na natureza e trazer um ritual de harmonia e bem-estar para quem os utiliza. Entre os lançamentos estão o esfoliante corporal, sabonete Líquido, óleo para banho e loção hidratante corporal.

“Desenvolver os cosméticos Bio Vegan foi um verdadeiro desafio, pois procuramos criar cosméticos o mais verde possível e que contribuíam para um momento de conforto e bem-estar. O resultado de tanta pesquisa foi surpreendente e encantador”, explica Maria de Lourdes Vertuan, farmacêutica-bioquímica e diretora da Bio Vegan.

Com o objetivo de ajudar o consumidor a reconhecer o produto que usam a matéria-prima 100% renovável, a Braskem criou o selo “I’m greenT“. O Plástico Verde adotado pela Bio Vegan captura e fixa gás carbônico da atmosfera, colaborando para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa. O produto apresenta as mesmas características do polietileno tradicional e pode ser reciclado na cadeia já existente.

“A cada ano conquistamos clientes focados em contribuir com o meio ambiente e que também possuem o objetivo de melhorar a vida das pessoas. Apostar na utilização do Plástico Verde reafirma o compromisso das duas companhias com a inovação e a sustentabilidade em seus negócios”, afirma Gustavo Sergi, diretor de Renováveis da Braskem.

Os cosméticos estão disponíveis em farmácias, lojas de decoração e lojas de cosméticos naturais.

Fonte: Braskem

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Braskem Idesa inaugura Complexo Petroquímico do México

10/07/2016

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Companhia brasileira fortalece estratégia de internacionalização e reforça sua posição entre as cinco maiores fabricantes globais de resinas termoplásticas

A Braskem inaugurou no dia 22 de junho o Complexo Petroquímico do México, em parceria com a empresa mexicana Idesa. Com capacidade de produção integrada de 1,05 milhão de toneladas de eteno e polietileno por ano, o Complexo Petroquímico da Braskem Idesa representa um passo fundamental de crescimento nas Américas e de diversificação de matéria-prima, reforçando a estratégia de internacionalização da Braskem.

“A produção no México coloca a Braskem em um novo patamar. Com 40 fábricas, localizadas no Brasil, Estados Unidos, Alemanha e agora no México, ampliamos o alcance de nossas operações, criando sinergias e complementariedades, desenvolvendo produtos e mercados para melhor servir aos nossos clientes”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem.

A produção do Complexo Petroquímico terá como prioridade atender tanto aos clientes do México, dando suporte técnico e desenvolvendo aplicações localmente, como também será dirigida aos mercados dos Estados Unidos, Europa, Ásia e América Central e do Sul.

Com a produção adicional do México, a Braskem passa a ter capacidade de produzir 8,7 milhões de toneladas de resinas termoplásticas, entre polietileno, polipropileno e PVC. Com esse volume, a Braskem reforça sua liderança global entre as cinco maiores produtoras de resinas termoplásticas.

Fruto de um investimento de US$ 5,2 bilhões, o Complexo Petroquímico do México é considerado o maior investimento industrial greenfield já realizado por uma empresa brasileira no exterior. O Complexo reúne um cracker de produção de eteno de base gás e três plantas de polietileno – duas de polietileno de alta densidade linear e a terceira de polietileno de baixa densidade linear.

Com faturamento anual de R$ 54 bilhões, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México.

Fonte: Braskem

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Polietileno Verde da Braskem é utilizado pela Asahi Soft Drinks no Japão

12/06/2016

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Fabricante de refrigerantes adota tecnologia brasileira que utiliza cana-de-açúcar para produzir resina

A empresa Asahi Soft Drinks, umas das principais fabricantes de refrigerantes do Japão, começou a utilizar o Polietileno Verde da Braskem. A resina produzida pela empresa brasileira a partir de cana-de-açúcar será utilizada nas tampas das garrafas de 1,5 litro de Mitsuya Cider. A nova adoção é resultado da parceria com a Toyota Tsusho Corp, que desempenha um importante papel na distribuição e expansão do Plástico Verde na Ásia e Oceania.

Com a decisão de adotar o Plástico Verde I’m greenT nas embalagens de seus produtos e outras soluções renováveis, a Asahi reforça seu compromisso de reduzir um impacto ambiental de suas atividades e as emissões de gás carbônico (CO2) em aproximadamente 23% na comparação com as garrafas usadas atualmente.

Com as mesmas caraterísticas do polietileno de origem fóssil, o Polietileno Verde tem como principal diferencial a captura de gases causadores do efeito estufa em sua produção.

Controlada pela Organização Odebrecht, a Braskem tem um faturamento anual de R$ 54 bilhões e uma de produção anual de 16 milhões de toneladas, incluindo a produção de outros produtos petroquímicos básicos. A Braskem atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

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K-2016: Potencial para reciclagem de plásticos continua enorme

03/06/2016

k2016Tecnologicamente, a reciclagem de plásticos não é mais um problema hoje em dia. A reciclagem do refugo gerado dentro das fábricas já se tornou uma prática estabelecida em toda a indústria. Para os transformadores de plásticos que trabalham com matérias-primas “puras”, a fábrica “sem resíduos” tem se tornado lugar comum. E para os resíduos pós-consumo, há cada vez mais estratégias maduras de reutilização, permitindo que o regranulado produzido com eles substitua o material virgem, sem problema.

De acordo com a associação de produtores de plásticos “PlasticsEurope”, o consumo de plásticos na indústria européia como um todo chegou a 47,8 milhões de toneladas, com cerca da metade, 25,8 milhões de toneladas, sendo coletadas após o uso. A PlasticsEurope investigou as taxas de coleta nos 28 estados da União Européia mais a Noruega e a Suíça e constatou que ainda há uma forte variação entre eles.

Cerca de 125.000 toneladas de resíduos de PVC, incluindo perfis de janelas, são reciclados anualmente na Europa. O material regenerado pode ser usado sem dificuldade para a produção de artigos para o setor da construção, tais como perfis e tubos

Cerca de 125.000 toneladas de resíduos de PVC, incluindo perfis de janelas, são reciclados anualmente na Europa. O material regenerado pode ser usado sem dificuldade para a produção de artigos para o setor da construção, tais como perfis e tubos

Embora a proibição da deposição de resíduos plásticos em aterros esteja sendo anunciada em nove países, a proporção que vai para aterro em outros países é ainda muito elevada – até 70 por cento. No geral, do total de resíduos coletados na Europa, cerca de dois terços estão sendo agora reutilizados, enquanto que 30,8 por cento são depositados em aterro. Dos resíduos plásticos que são reutilizados, cerca de metade – 7,7 milhões de toneladas – é reciclada e o restante é incinerado para gerar energia.

As principais frações são as poliolefinas

Com cerca de 9,5 milhões de toneladas de PP, 8 milhões de toneladas de PEBD e PELBD e 6 milhões de toneladas de PEAD e PEMD, as poliolefinas são os plásticos mais usados na Europa, em termos quantitativos, e correspondem conjuntamente a cerca de metade do consumo total. Se estes resíduos são puros (constituídos por um único tipo de plástico), eles podem ser processados eficientemente, de modo que existem inúmeras empresas de reciclagem dedicadas à reciclagem de poliolefinas.

A situação é mais complicada quando PE e PP são misturados, uma vez que eles são muito difíceis de separar por causa da sua densidade semelhante e os processos de triagem de NIR (infravermelho próximo) são hoje estado-da-arte. No entanto, PE e PP também podem ser utilizados em conjunto para conversão em produtos de alto valor.

Para muitos produtos, tais como sacos de lixo, já se tornou comum hoje em dia usar material reciclado, o que faz sentido tanto do ponto de vista econômico como ecológico.

Para muitos produtos, tais como sacos de lixo, já se tornou comum hoje em dia usar material reciclado, o que faz sentido tanto do ponto de vista econômico como ecológico. (Foto: Polifilm / Messe Düsseldorf)

Reciclagem de PET já estabelecida, mas com espaço para expansão

A resina PET, cuja maior parte é usada para a produção de garrafas, é responsável por cerca de 7 por cento do consumo anual total de plásticos na Europa – cerca de 3,1 milhões de toneladas. No geral, os 30 países da Europa alcançam uma taxa média de coleta de 57 por cento. Em 2014, por exemplo, foram coletados 1,75 milhões de toneladas de resíduos de PET pós-consumo. No entanto, até o momento são coletadas quase que exclusivamente garrafas, geralmente em sistemas de coleta dedicados. Embora o objetivo original tenha sido devolver para a produção de garrafas os flocos de garrafa coletados, a indústria tem procurado e encontrado clientes em outras áreas. Para os fabricantes de filme / chapa, os flocos de garrafa pós consumo vem se tornando cada vez mais interessantes e em 2014 eles usaram a maior fatia – 34 por cento – dos resíduos recolhidos em seu ramo industrial. Quase 30 por cento dos flocos foram usados em aplicações de sopro, 26 por cento na indústria das fibras e o resto em fitas para embalagem e outros produtos.

“A produção do regranulado necessário para aplicações de moldagem por injeção destinadas à produção de novas garrafas para aplicações em contato ou sem contato com alimentos é baixo por causa da queda acentuada no preço do material virgem”, explica Elfriede Hell, Chefe de Tecnologia de Reciclagem na fabricante austríaca Starlinger. Ao contrário das garrafas usadas, as bandejas e filmes pós-consumo geralmente acabam sendo incinerados para a geração de energia ou até mesmo vão parar em aterros. “Mas as coisas recentemente vem mudando. Temos um bom número de clientes interessados especificamente em projetos para reciclagem de bandejas e filmes “, salienta Hell

A reciclagem de PVC atinge altas taxas de utilização

A reciclagem de PVC se desenvolveu de forma encorajadora nos últimos anos. O PVC é um material cujas notáveis propriedades mecânicas o tornaram indispensável – em especial no setor da construção, onde ele detém uma fatia de 70 por cento, mas também nos segmentos de embalagens, móveis e tecnologia médica.  O PVC reciclado é utilizado particularmente em aplicações de construção, por exemplo, em novos perfis e tubos, bem como na horticultura e agricultura.

Materiais compostos são frequentemente inadequados para a reciclagem

Enquanto os produtos pós-consumo feitos de polímeros puros prestam-se bem ao reprocessamento, a situação para os produtos compostos constituídos por duas ou mais matérias-primas é inteiramente diferente. Por isso, o Dr Michael Scriba, Diretor Gerente da mtm-plastics e membro da Plastics Recyclers Europe (PRE) , propõe que, a partir de agora, as embalagens sejam fabricadas de forma a facilitar a sua reciclagem, já que são responsáveis pela maior parte dos resíduos pós-consumo. Neste aspecto, é particularmente importante que se dispense o uso de cargas como carbonato de cálcio nas embalagens de PE e PP tanto quanto possível, que se evitem compostos de plástico-papel, que se utilize a pigmentação de forma moderada e se tenha certeza de que a densidade de todos os produtos seja bem diferente de 1 g / cm, para que a separação com base na densidade seja possível.

Ao mesmo tempo, estão sendo realizados esforços na indústria para desenvolver estratégias de reutilização de resíduos mistos. A empresa Trenntechnik Ulm GmbH está implementando uma abordagem muito interessante ao desenvolver um processo de separação química para filmes compósitos PE / PA, construindo também uma planta de produção com capacidade de 10 toneladas por dia.

A Trenntechnik Ulm GmbH instalou uma linha especificamente para a separação química de filmes compostos PA / PE em Memmingen, Alemanha. Utilizando este método e um solvente adequado, será possível também recuperar outras matérias-primas

A Trenntechnik Ulm GmbH instalou uma linha especificamente para a separação química de filmes compostos PA / PE em Memmingen, Alemanha. Utilizando este método e um solvente adequado, será possível também recuperar outras matérias-primas (Foto: Trentechnik Ulm / Messe Düsseldorf)

Resumo

Embora a reciclagem seja um tema muito discutido atualmente e também esteja bastante presente em inúmeros projetos na indústria de plásticos, os especialistas continuam afirmando que muito pouco material proveniente de resíduos plásticos é usado no lugar de material virgem, embora tanto os sistemas de coleta como a viabilidade técnica da reciclagem tenham se desenvolvido enormemente . Qualquer pessoa que queira saber mais a respeito dessas novas soluções técnicas podem fazê-lo na feira K 2016, a principal feira mundial para a indústria de plásticos e borracha, que ocorrerá de19-26 de Outubro, em Düsseldorf, na Alemanha.

 Para a garrafa de detergente fabricada com polietileno através do processo de extrusão-sopro, a Ecover Bélgica N.V., fabricante de produtos de limpeza ecológicos, utiliza resíduos de plástico recolhidos no mar por pescadores


Para a garrafa de detergente fabricada com polietileno através do processo de extrusão-sopro, a Ecover Bélgica N.V., fabricante de produtos de limpeza ecológicos, utiliza resíduos de plástico recolhidos no mar por pescadores (Foto:  Ecover / Messe Düsseldorf)

Pode-se supor, portanto, que as taxas de reciclagem irão continuar a aumentar nos próximos anos, já que há uma forte demanda por reciclados, tanto por razões ambientais como económicas. A poluição dos mares com resíduos tem colocado em evidência, internacionalmente, o tratamento irresponsável dedicado à destinação final dos resíduos, oferecendo maior força às demandas de outros consumidores para um tratamento sustentável dos recursos.

Fonte: Serviço de Imprensa – k 2016/Messe Düsseldorf

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Tecnologia para embalagens da Dow ajudará na mitigação da pegada de carbono dos Jogos Olímpicos Rio 2016

18/04/2016

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Por meio de novo método que aumenta a produção de embalagem com a mesma quantidade de matérias-primas, o Microfoaming possibilita reduções nas emissões de gases de efeito estufa

Como Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos e Parceira Oficial de Carbono dos Jogos Olímpicos Rio 2016, a Dow desenvolve ao longo do mês o lançamento da tecnologia Microfoaming para a indústria de embalagens da América Latina. O projeto é parte importante do abrangente programa da Dow voltado a mitigar a pegada de carbono direta dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

O Microfoaming é uma tecnologia licenciada que foi desenvolvida para atender às demandas do mercado por soluções que reduzam o peso e adicionem características mais sustentáveis aos filmes e às embalagens. Segundo a Dow, a sua tecnologia permite a redução de densidade em filmes coextrudados por meio da espumação física. O resultado é o aumento da quantidade de embalagens produzidas com a mesma quantidade de resina.

De acordo com a Dow, alguns dos principais benefícios oferecidos pela tecnologia Microfoaming, combinadas a uma vasta gama de resinas de polietileno, incluem:

  • Embalagens com desempenho aprimorado, como maior integridade de selagem e maior resistência ao desgaste provocado pelo transporte e manuseio.
  • Embalagens com propriedades óticas diferenciadas que proporcionam características de embalagens premium.
  • Perfil ambiental superior ao de embalagens tradicionais.

Leves e versáteis, as embalagens microespumadas são especialmente indicadas para a indústria alimentícia, afirma a Dow. A tecnologia também pode ser utilizada no desenvolvimento de embalagens flexíveis para os setores de cosméticos, higiene, limpeza e embalagens termoencolhíveis (shrink). Entre as aplicações, destacam-se os stand-up pouches, os filmes laminados PE, PE PET, PE e BOPP, além de filmes com carga de pigmentos reduzida, embalagens FFS (Form, Fill and Seal), sacaria industrial de alta resistência, embalagens para produtos maleáveis e embalagens de detergentes, complementa a empresa.

Fabricantes no Brasil (Valfilm), Argentina (Petropack), México (Folmex), Colômbia e Guatemala (Plastilene) investiram na tecnologia Microafoaming. O projeto também conta com uma parceria com a MuCell Extrusão LLC, fabricante de equipamentos para soluções de extrusão e colaborador exclusivo Dow na tecnologia de filmes espumados.

“A embalagem é um item essencial para a sociedade moderna e fundamental na luta contra o desperdício de alimentos. Desta forma, a promoção da tecnologia Microfoaming dentro do programa de mitigação de carbono dos Jogos Rio 2016 é uma maneira eficaz de estimular o uso racional das embalagens e demonstrar como podem ajudar a reduzir emissões no mundo”, destaca Paloma Alonso, vice-presidente comercial para o negócio de Plásticos de Performance da Dow na América Latina.

A Dow trabalhará com parceiros externos na quantificação das reduções estimadas em emissões por meio desse novo processo produtivo. Os resultados do uso da tecnologia Microfoaming serão posteriormente verificados por auditores independentes para que possam ser agregados aos benefícios climáticos gerados por outros projetos implementados pela Dow para a mitigação da pegada de carbono direta do Rio 2016.

Mais informação sobre o Microfoaming está disponível no vídeo abaixo:

Mitigando a pegada de carbono dos Jogos Rio 2016

A Dow afirma que, além de garantir desempenho diferenciado no setor de embalagens, a tecnologia Microfoaming proporciona reduções nas emissões de gases de efeito estufa por meio de novos métodos de produção que garantem maior produtividade e melhorias no processo de extrusão dos filmes.

Graças ao seu potencial em agregar atributos de sustentabilidade à produção de embalagens, essa nova tecnologia foi incorporada ao programa de mitigação de carbono elaborado pela Dow para o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A empresa desenvolveu um programa personalizado para abordar as necessidades tecnológicas de produtores da América Latina, que poderão contribuir diretamente com o compromisso de mitigar 500 mil toneladas de CO2 equivalentes (CO2eq) provenientes da organização e entrega dos Jogos Olímpicos.

“Como Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos e Parceira Oficial de Carbono do Rio 2016, a Dow engajou diversos membros da cadeia de valor para ajudar o Comitê a cumprir as suas metas de mitigação de carbono. O projeto da tecnologia Microfoaming é um exemplo claro de como a Dow utiliza o poder dos Jogos Olímpicos para influenciar a indústria de embalagens na adoção de soluções de baixo carbono”, afirma Tania Braga, líder de Sustentabilidade, Legado e Acessibilidade do Comitê Organizador Rio 2016.

Além de mitigar as emissões de carbono provenientes da organização e entrega dos Jogos Olímpicos – 500 mil toneladas de CO2 equivalentes (CO2eq) – Dow e o Rio 2016 ainda trabalham para gerar benefícios climáticos adicionais de 1,5 milhão de CO2eq até 2026, destinados a outras emissões ligadas aos Jogos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Polietileno verde da Braskem chega ao Japão em tampas de garrafas PET

18/04/2016

Suntory, empresa japonesa de bebidas, vai usar polietileno de origem renovável em 26 milhões de garrafas por ano

Braskem-SuntoryA Suntory, fabricante de bebidas líder no Japão e de atuação global, acaba de anunciar a adoção do Polietileno derivado de cana-de-acúcar nas tampas de suas garrafas de água mineral de 550 ml. A resina de origem renovável será fornecida pela Braskem.

A partir deste mês, o Polietileno Verde representa 30% do plástico usado nas tampas da água “Suntory Aso Tennensui”, cuja produção anual é estimada em 26 milhões de unidades. Com a decisão, a empresa japonesa reforça seu compromisso com a sustentabilidade e se torna a primeira do mundo a adotar a resina em tampas de garrafas PET. A parceria amplia a presença do “Polietileno Verde” no mercado asiático.

Segundo a Braskem,  “há uma preocupação cada vez maior de empresas de todo o planeta na adoção de soluções inovadoras e de menor impacto ambiental. O Polietileno Verde já é utilizado nos mais diversos segmentos e ainda pode ter outras tantas aplicações, como demonstra a iniciativa da Suntory”.

O Polietileno Verde da Braskem é produzido a partir do etanol da cana-de-açúcar, uma matéria-prima 100% renovável e tem como principal diferencial a captura 2,15 quilos de CO2 a cada quilo de material produzido. Outro aspecto positivo para o mercado é que as propriedades mecânicas e de processabilidade da resina são idênticas àquelas apresentadas pelo petroquímico convencional.

A Toyota Tsusho Corporation, parceira comercial da Braskem na Ásia e na Oceania, tem desempenhado um importante papel na distribuição e expansão do Polietileno Verde na região. O Plástico Verde tem sido amplamente utilizado em uma variedade de aplicações e será expandido em meio à crescente consciência ambiental na Ásia.

Fonte: Braskem

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Soluções em plástico aumentam a economia de água no setor construtivo

14/04/2016

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Produtos garantem melhor aproveitamento de recursos hídricos

Responsável por um expressivo consumo de água potável no país, de acordo com a Agência Nacional das Águas (ANA), a construção civil já tem o segmento de plásticos como um grande aliado para a utilização cada vez mais consciente de recursos hídricos. A Braskem fornece matérias-primas para a empresas que fabricam produtos que podem ajudar a reduzir perdas ao longo de todo o processo construtivo e para o setor de abastecimento.

Uma das aplicações visíveis das resinas plásticas está nas caixas d’água em polietileno, que cada vez mais têm sido destinadas ao armazenamento de água da chuva ou para reúso. Há ainda outros produtos para este fim, como os reservatórios em formato compacto, que podem aproveitar até a água pós-lavagem de roupas para nova utilização. Com baixo custo, ocupam pouco espaço e não necessitam de escavação, além de não requisitarem bombeamento, o que economiza energia.

O plástico também está presente em soluções menos aparentes, mas fundamentais para qualquer tipo de construção, como projetos de saneamento básico. É o caso dos tubos de polietileno de alta densidade (PEAD), que oferecem elevada durabilidade, resistência ao impacto e corrosão, além de serem mais leves se comparados a outras alternativas. Outra importante aplicação de polietileno está presente nas fossas sépticas, indicadas para a utilização residencial em regiões isoladas, litorâneas ou próximas a cursos d’água. As fossas podem ser responsáveis pela remoção de até 85% da matéria orgânica no efluente, evitando a contaminação de reservatórios naturais, lagoas, cursos d’água e lençóis freáticos.

Tubulações de esgoto também ganham em durabilidade e eficiência com o plástico, em especial com o polietileno de alta densidade, ideal para aplicações que precisem de resistência e facilidade de aplicação. Os materiais podem ser desenvolvidos tanto em polietileno de alta densidade (PEAD) como em PVC.

O plástico pode ser empregado ainda na captação de águas pluviais por meio de calhas em PVC, que proporcionam design diferenciado, mais qualidade e alta resistência aos raios ultravioleta. Outras soluções em PVC que podem aumentar a segurança no armazenamento de água, evitando perdas e contaminação, são os revestimentos de vinil e as geomembranas. Os produtos têm como objetivo evitar perdas por vazamentos em estruturas de alvenaria, no caso dos revestimentos, com a redução de resíduos na obra, e oferecer proteção de solos e aterros sanitários, entre outros, no caso das geomembranas de PVC.

Grandes obras de infraestrutura também contam com a modernidade das aplicações de plástico para o aumento de eficiência e otimização de recursos. São produtos destinados aos mais diversos fins, como drenagem, contenção, arrimo e outras funções que aumentam a eficiência dos processos construtivos e que também otimizam a utilização de água nas obras.

Fonte: Braskem

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Braskem Idesa produz primeiro lote de polietileno no México

07/04/2016

Braskem-Mexico

A Braskem Idesa, joint venture da Braskem com o grupo mexicano Idesa, atingiu hoje, 07 de abril, um importante marco com a produção do primeiro lote de polietileno no Complexo Petroquímico do México.

Esse marco faz parte do processo gradual de partida iniciado em dezembro com a entrada em operação da área de utilidades, seguida do cracker, em março. Após a partida da primeira planta de polietileno de alta densidade, ocorrida hoje, a expectativa é de que as outras duas plantas de polietileno comecem a operar ainda neste mês. Ao longo dos próximos meses, o objetivo é atingir a capacidade de produção de 1,05 milhão de toneladas de polietileno em bases anuais.

“Com o início da operação do Complexo Petroquímico no México, a Braskem demonstra a sua capacidade de realização de um projeto greenfield de grande porte, com o desafio adicional de executá-lo no exterior”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem. O Complexo Petroquímico está alinhado à estratégia da Braskem de internacionalização de suas operações nas Américas e de maior acesso a matéria-prima competitiva base gás.

Localizado no estado de Veracruz, o Complexo contempla um cracker de etano, integrado a três plantas de polietileno, além das plantas de utilidades (energia, água e vapor). O fornecimento de etano está assegurado por um contrato de 20 anos com a Pemex (estatal mexicana de petróleo e gás), a um preço competitivo, com referência no gás norte americano.

A Braskem Idesa já tem uma carteira de clientes estruturada, formada por mais de 350 empresas no México e também diversas parcerias com distribuidores para ampliar o acesso ao mercado.

O Complexo Petroquímico ajudará a reduzir parte do déficit do setor químico no México, que chega  a US$ 20 bilhões, segundo a Associação Nacional da Indústria Química do México, podendo gerar um impacto positivo na balança comercial mexicana entre US$ 1,5 bilhão e US$ 2 bilhões por ano.

Fonte: Braskem

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Braskem recebe certificações para produção de Polietileno Verde

08/02/2016

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Unidades de Triunfo alcançaram o melhor indicador de performance desde o início das operações

A Braskem recebeu por mais um ano as certificações internacionais ISCC PLUS e Bonsucro para suas unidades PE5 (polietileno) e UNIB2 (petroquímicos básicos), ambas do Polo Petroquímico de Triunfo (RS). Os selos asseguram a adoção de critérios de sustentabilidade no processo produtivo de plástico verde.

Com as certificações, a petroquímica atende à demanda dos clientes de Polietileno Verde, produzido a partir de etanol de cana-de-açúcar, em alinhamento com as orientações da European Bioplastics e demais práticas e requisitos sustentáveis. O reconhecimento reafirma ainda o compromisso com sustentabilidade e respeito ao meio ambiente adotados pela empresa em seus processos.

Lançado há cinco anos, o Plástico Verde I’m greenT tem como principal diferencial a captura de 2,15 quilos de CO2 a cada quilo de material produzido, segundo a Braskem.

Paralelamente, as unidades de petroquímicos básicos UNIB 1 (BA) e UNIB 2 (RS) mantiveram a Certificação do Padrão Bonsucro. Este parâmetro atende à Diretiva RED (Renewable Energy Directives), que fixa a meta para a União Europeia de que, em 2020, 20% de toda a energia consumida pela comunidade deve provir de fonte renovável, já considerada nos protocolos da companhia.

Controlada pela Organização Odebrecht, a Braskem produz um volume anual de 16 milhões de toneladas de resinas e outros produtos petroquímicos básicos. Com faturamento de R$ 53 bilhões, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com cerca de 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México.

Fonte: Braskem

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Filme de plástico oferece economia e eficiência ao cultivo do abacaxi

22/12/2015

Braskem-Mulching

Uso de mulching favorece a colheita de frutos maiores e em menor tempo, além de reduzir custos na produção

Setor de grande importância para a economia brasileira, o agronegócio tem investido em soluções para ampliar a competitividade e qualidade de seus produtos no mercado global. Um desses recursos é o mulching, filme de plástico cada vez mais utilizado na cobertura do solo no cultivo de hortifrúti e culturas perenes. Após consolidar suas vantagens de aplicação em plantações de citros e café, o artigo ganha espaço, agora, no cultivo de abacaxi.

Com o mulching é possível diminuir o ciclo do fruto e antecipar a colheita em até seis meses. O produto também garante ganhos de, em média, 25% no volume de produção, e abacaxis até 30% maiores do que em plantios sem o filme de polietileno.

Além disso, a solução garante permite a diminuição do consumo de energia elétrica e água, uma vez que retém umidade por mais tempo, demandando irrigação com menos frequência; e menor utilização de herbicidas, ao não permitir a passagem de luz, evitando assim a proliferação de ervas daninhas.

“O abacaxi ainda é visto como uma cultura de baixa tecnologia e nosso objetivo é mudar esse conceito. Vamos mostrar aos produtores que investir no mulching é uma ótima solução para tornar o plantio mais eficiente e agregar valor ao produto final. Estamos com grandes expectativas para a expansão do seu uso no Brasil, que possui 60 mil hectares dedicados ao cultivo da fruta”, afirma Edson Damaglio, gerente técnico-comercial da Electro Plastic, responsável pela produção do mulching em plástico.

Fornecedora de matéria-prima para o filme e parceira em sua elaboração, a Braskem investe em pesquisas e resinas de alta performance para levar ao agronegócio soluções em plástico que promovam ganhos de qualidade, aumento de produtividade, reduzindo as perdas e diminuindo custos.

“Levaremos a tecnologia inovadora e comprovada em outras culturas para a cadeia produtiva do abacaxi. Isso provocará o desenvolvimento regional principalmente em comunidades de pequenos produtores rurais que terão sua rentabilidade aumentada”, afirma Ana Paiva, especialista em desenvolvimento de mercado da Braskem.

Fonte: Braskem

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Tecnologia de grama sintética da Dow é testada por times de hóquei que se reuniram no Rio em evento-teste das Olimpíadas

21/12/2015

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Seleções de oito países estiveram presentes no evento-teste de hóquei do Rio 2016 realizado no Parque Olímpico de Deodoro em 24 de novembro. O evento marcou o lançamento do campo de hóquei, pintado com cores que remetem ao Brasil

O palco para a competição de hóquei está pronto. Quatro seleções masculinas e quatro seleções femininas reuniram-se no Parque Olímpico de Deodoro, no Rio de Janeiro, entre 24 e 28 de novembro, para o evento-teste “Aquece Rio” – que compreende o ensaio técnico mais importante para os Jogos Olímpicos Rio 2016. A Dow está contribuindo com suas resinas para garantir uma superfície de padrão mundial e alto desempenho para o torneio olímpico de hóquei no Rio. A Dow é Parceira Olímpica Mundial e a Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos.

O evento também marcou o lançamento de um componente importante do “Look of the Games”, identidade visual das Olimpíadas Rio 2016: as cores utilizadas no gramado do campo de hóquei, característica muito esperada desde o sucesso de Riverbank Arena dos Jogos Olímpicos de Londres 2012  e seu atrativo jogo de cores que combinava azul e rosa. Para as Olimpíadas do Rio, o Comitê Organizador do Rio 2016 e a Federação Internacional de Hóquei (FIH) optaram por um gramado azul com linhas verdes – padrão de cores que combina com a identidade visual dos Jogos Rio 2016 e reflete o espírito de celebração dos primeiros Jogos Olímpicos realizados no Brasil.
 
Condições de jogo de padrão mundial

As partidas de hóquei dos Jogos Olímpicos Rio 2016 serão disputadas em campos que contam com um sistema de grama sintética inovador, cujos fios foram desenvolvidos com as Resinas de Polietileno de baixa densidade linear Dowlex™ da Dow, além das tecnologias de poliuretanos da Companhia.

Segundo a Dow, o sistema é projetado para oferecer durabilidade superior por todo o tempo de vida útil do campo, além de uniformidade em todos os jogos que fazem parte da agitadíssima programação da competição. A colorabilidade é uma característica importante do componente dos fios, possibilitando características estéticas e design personalizados para a superfície de jogo.

O desempenho dos jogadores e a qualidade do campo foram as principais preocupações durante o desenvolvimento do sistema de grama sintética de hóquei para as Olimpíadas do Rio 2016. Amostras de grama sintética foram inspecionadas pelas equipes de Gerenciamento das Instalações e de Look of the Games do Rio 2016, além de membros da Federação Internacional de Hóquei e do Serviço de Transmissão dos Jogos Olímpicos (OBS) a fim de garantir que as cores escolhidas atendessem aos requisitos específicos para jogadores, árbitros, espectadores e equipes responsáveis pelas transmissões.

“Estamos muito entusiasmados com o fato das soluções e experiência da Dow na oferta de materiais para superfícies de jogo de padrão internacional servirem de palco para uma das competições mais esperadas das Olimpíadas do Rio”, destacou Nathan Wiker, Diretor Global de Marketing para Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow. “O hóquei é um jogo extremamente rápido. As cores do gramado permitirão que os espectadores do estádio e os que assistirão aos jogos pela TV acompanhem todas as jogadas mais facilmente graças ao alto nível de contraste entre a bola e o campo”.

Os jogos de hóquei serão realizados no Centro Olímpico de Hóquei, no Parque Olímpico de Deodoro, entre 6 e 19 de agosto de 2016. A competição reunirá as 12 melhores seleções masculinas e femininas do mundo. O complexo incluirá dois campos e uma área de aquecimento.

O portfólio da Dow nas áreas de Especialidades Químicas, Materiais Avançados, Ciências Agrícolas e Plásticos oferece uma ampla variedade de soluções e produtos baseados em tecnologia para aproximadamente 180 países e em setores de grande crescimento, como embalagens, eletrônicos, água, revestimentos e agricultura. Em 2014, a Dow teve vendas anuais de mais de US$ 58 bilhões e empregou aproximadamente 53.000 funcionários em todo o mundo. Os mais de 6.000 produtos da Companhia são produzidos em 201 unidades fabris em 35 países ao redor do mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow / Foto: Miriam Jeske/Brasil 2016 / Autoridade Pública Olímpica

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Pernod Ricard Brasil adota tampas produzidas com Plástico Verde da Braskem

21/12/2015

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  • Multinacional francesa é a primeira empresa de destilados do mundo a ter o selo I’m greenT
  • Plástico Verde será usadao em tampas dos produtos da Pernod Ricard Brasil

A Pernod Ricard Brasil, afiliada da multinacional francesa de destilados, vinhos e champanhes, anunciou a adoção, nas tampas dos produtos de seu portfólio local, do Plástico Verde I’m greenT, da Braskem. O investimento em PE Verde é o primeiro do mundo de uma empresa de destilados.

Iniciado há um ano, o projeto de substituição da tampa plástica tradicional pela de polietileno de origem renovável, produzido a partir de etanol de cana-de-açúcar, foi desenvolvido pela Braskem em colaboração com as empresas Guala e Plastamp, fornecedores locais da Pernod Ricard Brasil, e reforça o compromisso das companhias em reduzir o impacto de suas atividades no meio ambiente.

“A Plastamp sempre priorizou a inovação, sustentabilidade e tecnologia na matriz de desenvolvimento de seus produtos.” afirma Norberto Coelho, diretor comercial da Plastamp. “Em conjunto com as empresas Pernod Ricard e Braskem, a Plastamp festeja o sucesso do lançamento de uma alternativa de tampa conta-gotas, que utiliza o Plástico Verde, tornando-a competitiva, elegante e funcional para ancorar o fechamento de uma grande marca de bebidas da Pernod Ricard Brasil”.

Na visão do gerente comercial da Guala, Silvio Marcellini, “o projeto com a utilização de Plástico Verde na produção de tampas de segurança (core business da empresa) é visto pela Guala Closures Group como outro passo significativo e estratégico em seu compromisso com a sustentabilidade e de trabalho em parceria com seus fornecedores e clientes”.

Para a Braskem, a parceria demonstra o empenho da empresa em estar ao lado de indústrias de diferentes segmentos para oferecer soluções sustentáveis. Lançado há cinco anos, o Plástico Verde I’m greenT é resultado de um longo trabalho de pesquisa. Segundo a empresa, por ser produzido a partir de um material de fonte renovável, ajuda a capturar e fixar o CO2 da atmosfera,  representando, aproximadamente, 2,15 toneladas de gás carbônico para cada tonelada de eteno produzida.

Fonte: Braskem

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Cobertura de solo com filme plástico reduz custos em cafezais

09/11/2015
Mulching de Polietileno

Mulching de Polietileno

Pesquisa demonstra que uso de mulching nas lavouras de café geram benefícios no controle de ervas daninhas e no consumo de água

O filme plástico para cobertura de solo (mulching) é uma solução bastante consolidada na agricultura, principalmente no plantio de hortifrútis, por trazer benefícios no controle de plantas daninhas, na otimização do uso de água e na melhoria da produtividade. Por essas vantagens, a tecnologia tem, aos poucos,  ganho espaço em culturas perenes. Para comprovar os impactos positivos desta tecnologia no café arábica, a Braskem promoveu uma pesquisa de campo em parceria com Electro Plastic e a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – Campus Monte Carmelo.

Apesar de o Brasil ser o maior produtor e exportador do café, a cultura ainda enfrenta desafios, principalmente em relação aos altos custos de produção, sendo a prevenção da matocompetição um dos fatores mais onerosos. Nesse contexto, o mulching dupla-face (branco e preto) pode ser adotado como uma opção para tornar a lavoura mais eficiente, de acordo com estatísticas preliminares.

Os testes com a cobertura de solo no cafezal tiveram início em janeiro de 2014 na Fazenda Juliana, em Monte Carmelo, uma das principais regiões exportadoras de café. Após um ano e meio de plantio, a pesquisa concluiu que as lavouras com cobertura de solo tiveram resultados superiores àquelas com amostras de controle, por impedir o desenvolvimento de plantas daninhas, o que reduz os custos com capina e aplicação de herbicidas pré-emergentes. “A face do mulching que fica em contato com o solo é preta, impedindo a passagem de luz e o crescimento de ervas daninhas”, afirma Ana Paiva, especialista de Desenvolvimento de Mercado da Braskem.

No estudo também foi avaliado o uso do filme em diferentes regimes hídricos (manejos de irrigação). Como a solução reduz a evaporação de água, fazendo com que a área permaneça com a umidade mais constante, a necessidade de aplicação de água foi menor em relação à parcela de lavoura sem o plástico. A pesquisa concluiu, portanto, que o mulching favorece a redução de recursos. “A partir do segundo ano, a plantação com mulching teve um custo menor em R$ 2.850 por hectare”, afirma Gleice Aparecida de Assis, professora da UFU e tutora do Grupo PET Agronomia Monte Carmelo.

Na avaliação de Cristiano Rolla, gerente de Contas da Braskem, a redução de custos tem significativo impacto na gestão do cafezal. “A redução nos custos de controle de ervas daninhas e água foi de 38% e 28%, respectivamente.

Além disso, a cobertura de solo também favorece o desenvolvimento das plantas, já que não precisam mais disputar água e nutrientes. Apesar de o café arábica apresentar sua primeira produção significativa aos dois anos e meio após o plantio, há a expectativa de aumento de produtividade.

Fonte: Braskem

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Evonik investe em empresa fabricante de tubulações de compósitos termoplásticos para produção de petróleo e gás offshore

03/11/2015

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  • Investimento direto em empresa holandesa por intermédio do braço de venture capital da Evonik
  • Tubulações não corrosivas feitas de compósitos termoplásticos para o setor de petróleo & gás offshore
  • Ampliação da expertise da Evonik para a indústria de petróleo & gás

Por meio de seu braço de venture capital, a Evonik investiu na empresa Airborne Oil & Gas, sediada em Ijmuiden, Holanda. O grupo de especialidades químicas detém participação minoritária na empresa holandesa. O investimento foi realizado em conjunto com as empresas HPE Growth Capital (HPE) e a Shell Technology Ventures. As partes concordaram em não revelar o valor da transação. A Airborne Oil & Gas (AOG) domina uma tecnologia única para a produção de dutos fabricados com compósitos termoplásticos para uma variedade de aplicações no setor de petróleo e gás offshore.

A atual infraestrutura de petróleo & gás offshore consiste em dutos rígidos de aço ou nos chamados flexíveis, compostos por camadas múltiplas de aço e polímeros. Os dutos compósitos termoplásticos da AOG dispensam totalmente o aço, o que os torna imunes à corrosão. Segundo a Evonik, eles apresentam estabilidade mecânica extremamente alta, mas também são flexíveis. Como vantagem adicional, são leves e podem ser fabricados em comprimentos de até 10 km, o que significa que os dutos da AOG podem ser instalados de modo relativamente simples e econômico em custos, assegura a fabricante de polímeros. As linhas de aço rígido são soldadas umas às outras em segmentos de 10-20 metros de comprimento, usando navios de lançamento altamente especializados e são financeiramente dispendiosos.

De acordo com a Evonik, os dutos de compósito termoplástico da AOG são adequados e vantajosos em ampla variedade de aplicações offshore. Diversos operadores qualificaram os dutos da AOG para linhas de transporte offshore de petróleo & gás, nas quais os benefícios de uma instalação de baixo custo e a ausência de corrosão oferecem melhorias sem precedentes. Uma extensão considerável dos 150.000 a 200.000 km das linhas de transporte instaladas ao redor do mundo tem mais de 20 anos de idade e precisa ser substituída, o que representa um atraente ponto de entrada para a AOG.

Para a Evonik, a indústria de petróleo & gás é um atraente mercado em crescimento e um importante campo para inovações. Além disso, a empresa é líder de mercado na poliamida 12, comercializada como  VESTAMID®, marca consolidada em dutos para a produção e o transporte de petróleo e gás. “A Airborne Oil & Gas é uma excelente combinação estratégica para a Evonik”, diz   Bernhard Mohr, diretor de Venture Capital na Evonik. “A tecnologia de tubos ímpar da empresa e o portfólio de polímeros de alto desempenho da Evonik nos permitem desenvolver novas soluções para a indústria”.

“Na Evonik nós encontramos um investidor estratégico com conhecimentos abrangentes sobre plásticos para aplicação no setor de petróleo & gás”, diz Eric van der Meer, CEO da AOG. “Nós esperamos que isso nos traga um ímpeto adicional para desenvolver ainda mais o nosso negócio ”.

Excelentes propriedades mecânicas graças a fitas unidirecionais

As tubulações da AOG consistem em três camadas: Um duto polimérico interno é recoberto por um composto de fitas unidirecionais que, por sua vez, são envoltas por outro termoplástico. Polímeros como o polietileno, o polipropileno, a poliamida 12 e o PEEK podem ser usados para isso. Fitas unidirecionais são finas tiras poliméricas dotadas de fibras de reforço contínuo em alinhamento paralelo. Quando várias dessas tiras são empilhadas verticalmente em ângulos definidos e depois fundidas, o resultado é um compósito extremamente estável.

A expertise especial da AOG reside no design do material compósito e do tubo acabado, para uma variedade de aplicações: Todas as camadas são fundidas umas nas outras de modo inseparável, o que explica as extraordinárias propriedades mecânicas das tubulações, explica a Evonik. Por esse motivo, a AOG é vista como líder em inovação em tubulações de compósitos termoplásticos para aplicação no setor de petróleo & gás.

Como parte de suas atividades de venture capital, a Evonik planeja investir um total de €100 milhões em start-ups promissoras, detentoras de tecnologias inovadoras, e nos principais fundos de venture capital especializados. O foco regional se concentra na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia. Atualmente, a Evonik detém participação em diversas start-ups e em três fundos.

A Evonik, com sede na Alemanha, éum dos principais líderes mundiais em especialidades químicas. A Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2014, mais de 33.000 colaboradores geraram vendas em torno de 12,9 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 1,9 bilhão de Euros. No Brasil, a história da Evonik Industries, começou em 1953. A empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores no País e seus produtos são utilizados como matéria-prima em importantes setores industriais, como: automotivo, agroquímico, biodiesel, borracha, construção civil, cosmético, farmacêutico, nutrição animal, papel e celulose, plástico, química e tintas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Plástico Verde da Braskem completa cinco anos e amplia espaço no mercado mundial

29/10/2015

Polietileno de origem renovável já está presente em vários países, com um número cada vez maior de parcerias

Polietileno-verdePrimeiro polietileno de origem renovável a ser produzido em escala industrial no mundo, o Plástico Verde I’m greenT da Braskem completou em setembro cinco anos de mercado. Atualmente, a resina fabricada a partir de etanol de cana-de-açúcar é uma realidade presente no dia a dia de indústrias de diferentes segmentos e também dos consumidores de países das Américas do Sul e Norte, Europa, Ásia e Oceania.

As pesquisas de uma matéria-prima renovável, capaz de manter a qualidade da produção e atribuir vantagens ambientais, começaram em 2007. Três anos depois, a Braskem fez um aporte de US$ 290 milhões para inaugurar sua fábrica de PE Verde em Triunfo, no Rio Grande do Sul.

Ao longo desse período, diversas conquistas fizeram com que o Polietileno Verde ganhasse força e espaço no mercado mundial. Hoje, mais de 80 marcas, que vão de embalagens de alimentos a produtos de higiene pessoal, ferramentas de jardinagem e até de componentes de carros utilizam a resina. Entre os clientes, estão Johnson & Johnson, Faber-Castell, Kimberly-Clark, Shiseido e Tramontina.

Como exemplo das conquistas, a Tetra Pak® inovou em 2011 e foi o primeiro fornecedor de embalagens de alimentos líquidos a utilizar Plástico Verde em suas tampas. A partir de 2014, a empresa incorporou polietileno de origem renovável como componente das camadas de suas embalagens produzidas no Brasil.

Outro ponto importante na trajetória foi a parceria firmada com a Embalixo em 2011 para a produção de sacos de lixo.

Processo produtivo e sequestro de carbono

O processo de produção começa com a desidratação do etanol para transformá-lo em eteno, que segue para as unidades de polimerização, onde é transformado no polietileno. A resina plástica derivada da cana-de-açúcar é levada, então, para empresas de terceira geração, os transformadores, que irão transformá-lo em produtos plásticos acabados. Segundo a Braskem, por ser feito com uma matéria-prima uma fonte renovável, o PE Verde ajuda a capturar e fixar o CO2 da atmosfera, o principal causador do efeito estufa, representando, aproximadamente, 2,15 toneladas de gás carbônico para cada tonelada de Plástico Verde produzido.

Afirma também a Braskem que outro aspecto positivo para o mercado é que as propriedades mecânicas e de processabilidade do I’m greenT são idênticas àquelas apresentadas pelo petroquímico convencional. A Braskem produz o polietileno de origem renovável de alta densidade (PEAD) e baixa densidade linear (PEBDL) em escala industrial desde setembro de 2010, sendo que a partir de 2013 foi incorporado ao portfólio o Polietileno de origem renovável de baixa densidade (PEBD). Além disso, as várias alternativas de aplicação são possíveis devido à oferta de 30 grades nestas famílias de produtos.

Vanguarda

Segundo Antonio Morschbacker, diretor de Tecnologias Renováveis da Braskem, “o pioneirismo da Braskem na produção do Plástico Verde reflete investimentos feitos, desde o início da companhia, em pesquisas que visam o desenvolvimento de novas tecnologias que permitam a produção de produtos sustentáveis”.

A empresa conta com diversos produtos da química renovável ainda em fase de pesquisa e desenvolvimento. Uma das iniciativas foi anunciada em 2014, quando a empresa juntou-se à norte-americana Amyris e à francesa Michelin para o desenvolvimento de tecnologia voltada à produção de isopreno de fonte renovável, insumo químico utilizado pela indústria de pneus. As três empresas trabalharão unidas para acelerar os estudos bioquímicos que utilizam açúcares oriundos da cana-de-açúcar e de insumos de celulose. No final de 2013, a Braskem também firmou acordo com a Genomatica, startup norte-americana de biotecnologia, a fim de desenvolver nova tecnologia para a produção de butadieno de origem renovável, visando atender ao mercado de borrachas sintéticas.

Fonte: Braskem

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Dow apresenta nova família de resinas de PEBDL de alto desempenho para os mercados de embalagens

27/10/2015

Trata-se do lançamento mais relevante de uma nova família de resinas da Dow nos últimos dois anos

Primeiras aplicações da nova família de resinas de PELDB da Dow incluem embalagens flexíveis para alimentos (Foto: Dow)

Primeiras aplicações da nova família de resinas de PELDB da Dow incluem embalagens flexíveis para alimentos (Foto: Dow)

O negócio de Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow acaba de lançar as Resinas para Embalagens de Precisão INNATE™, uma nova família de resinas de Polietileno Linear de Baixa Densidade que oferece níveis de desempenho sem precedentes, capazes de ajudar os clientes a atenderem algumas das necessidades mais desafiadoras de embalagens da atualidade, afirma a empresa. As novas resinas foram desenvolvidas a partir de um catalisador molecular patenteado, aliado a uma tecnologia de processo avançada. Com a nova família de resinas INNATE, os transformadores poderão explorar novas oportunidades no setor de embalagens, através de um equilíbrio único entre rigidez e tenacidade, facilidade de processamento e sustentabilidade, segundo a Dow.

“As resinas INNATE foram desenvolvidas após inúmeras discussões com transformadores e proprietários de marca, além de uma análise detalhada das tendências de mercado”, apontou Diego Donoso, Presidente Global do negócio de Embalagens e Especialidades de Plásticos da Dow. “Estamos muito entusiasmados com as possibilidades que a família de resinas INNATE™ trará para o design das embalagens”.

David Parrillo, Diretor Global de Pesquisa e Desenvolvimento para Embalagens e Especialidade de Plásticos da Dow, acrescentou, “A química por trás das resinas INNATE permite que os clientes controlem propriedades de uma forma totalmente inédita para criarem um novo padrão de desempenho por meio da combinação de rigidez, tenacidade e processabilidade do filme, tudo isso com uma única resina”.

Segundo a Dow, as resinas INNATE ajudarão a criar novos nichos de mercado e categorias para aplicações diversas, que vão desde embalagens flexíveis para alimentos até sacaria industrial de alta resistência. A empresa afirma que as resinas INNATE oferecem:

  • Excelente perfil de sustentabilidade graças à possibilidade de redução de peso da embalagem
  • Oportunidade de desenvolvimento de embalagens com novas características em termos de eficiência por meio da substituição de materiais
  • Uma resistência ao abuso até duas vezes maior em filmes coextrudados comparado às resinas-padrão de polietileno disponíveis no mercado
  • Tenacidade sem afetar a rigidez e outras propriedades importantes do filme
  • Facilidade de processamento com excelente estabilidade de balão

“As Resinas para Embalagens de Precisão INNATE, desenvolvidas a partir de um revolucionário catalisador patenteado e de tecnologia de processo, atendem aos requisitos atuais de proprietários de marcas, varejistas e transformadores: a capacidade de criar combinações precisas que se traduzem em embalagens de alto desempenho para o segmento de alimentos, de consumo e de filmes industriais”, afirmou Nestor de Mattos, Diretor de Marketing para Embalagens e Especialidades de Plásticos. “As resinas INNATE™ são verdadeiras inovações no cenário da tecnologia de resinas para embalagens”.

A Dow possui um portfólio integrado áreas de Especialidades Químicas, Materiais Avançados, Ciências Agrícolas e Plásticos e oferece uma variedade de soluções e produtos baseados em tecnologia para aproximadamente 180 países e em setores como embalagens, eletrônicos, água, revestimentos e agricultura. Em 2014, a Dow teve vendas anuais de mais de US$ 58 bilhões e empregou aproximadamente 53.000 funcionários em todo o mundo. Os mais de 6.000 produtos da Companhia são produzidos em 201 unidades fabris em 35 países ao redor do mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Braskem leva inovações em plástico ao Aeroporto do Galeão no Rio

30/09/2015

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Produtos como Bubbledeck, telhas de PVC e tubos de polietileno estão entre os produtos utilizados nas obras de ampliação do aeroporto

O RIOgaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim, segue em ritmo acelerado para conclusão das obras de melhoria de infraestrutura para os Jogos Olímpicos de 2016, com investimento de R$ 2 bilhões. Com o objetivo de oferecer um espaço mais amplo, moderno e funcional, o Consórcio Construtor Galeão, liderado pela Odebrecht Infraestrutura, investiu em diversas soluções inovadoras, como produtos em plástico para as áreas de estacionamento, cobertura e drenagem.

A Braskem, em parceria com alguns clientes, foi a responsável pelo fornecimento dos materiais. No total, foram aplicados mais de 544 toneladas de plásticos em aplicações como Bubbledeck, telhas de PVC e tubos de polietileno. Os produtos estão em todas as etapas da construção, desde a fundação até os acabamentos.

“Estamos fazendo grandes trabalhos de laboratório com a Braskem. O resultado é um produto com tecnologia mais avançada, mais sustentável e econômico em termos de sistemas construtivos”, afirma Eder Campos, diretor-executivo da Precon Material de Construção, empresa responsável pela fabricação das telhas de PVC. Mais leves, resistentes e duráveis, as telhas foram aplicadas nos canteiros da obra no Galeão, numa área de 1.046 m². A escolha foi feita considerando a necessidade de um produto econômico e versátil, sem abrir mão das características estéticas.

Já a aplicação Bubbledeck, composta por esferas de polipropileno inseridas de forma uniforme entre duas telas de aço, foi utilizada nas lajes de 44.696 m² do Edifício Garagem do aeroporto, que ganha quatro novos pisos e mais de 2 mil vagas. Utilizada pela primeira vez em um projeto de infraestrutura aeroportuária no Brasil, a tecnologia reduz em 25% o uso de concreto na obra, segundo a Braskem, contribuindo para uma emissão de CO2, em média, 46 kg menor por m² de laje construída.

Por fim, os tubos de polietileno substituíram estruturas que antes eram de concreto. 6.888 metros de tubulações garantiram o novo sistema de drenagem, que agora possui maior resistência mecânica e estrutural, segundo a Braskem, além de alto desempenho hidráulico.

Para Walmir Soller, diretor de polipropileno da Braskem, o empenho em fomentar a inovação na cadeia petroquímica tem garantido o desenvolvimento de tecnologias cada vez mais eficientes. “Inovar é preciso. E, em parceria com clientes, temos conseguido transformar conhecimento em aplicações sustentáveis, alinhadas com as demandas da sociedade atual. O plástico é um material muito versátil e acessível, que deve ganhar cada vez mais espaço no setor de construção civil no país”, afirma.

A obra

Desde agosto de 2014, mais de 4 mil profissionais realizam obras para melhoria de infraestrutura do aeroporto. As novidades incluem a construção de um novo Píer de embarque, a reforma do Terminal de Passageiros 2 e ampliação do Edifício Garagem.

O projeto de grande porte vai adicionar ao aeroporto 26 novas pontes de embarque doméstico e internacional em uma área de 100 mil m². Além disso, terá mais 260 mil m² de pátio das aeronaves.  O Terminal 2 ganhará nova área comercial, além de novos balcões de check-in, migração e raio-x. O Edifício Garagem ganhará quatro novos pisos e mais de 2 mil novas vagas.

Fonte: Braskem

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Braskem conclui nova etapa de obras no México

17/08/2015

Complexo petroquímico inaugura primeira caldeira de geração de vapor

A Braskem Idesa, joint venture responsável pelo maior investimento da indústria petroquímica da América Latina nos últimos anos, anuncia mais uma etapa de conclusão do complexo petroquímico, localizado no estado de Vera Cruz, México. Em junho, foi inaugurada a primeira caldeira de geração de vapor, ferramenta essencial para o funcionamento de grandes turbinas em equipamentos como compressores e geradores de eletricidade.

A partir dos testes da caldeira foi efetuada a limpeza nos tubos de fornos do cracker, removendo qualquer partícula sólida que pudesse causar danos aos processos químicos, obstruir entradas de instrumentos ou atingir equipamentos que trabalham em alta velocidade. A atividade é de grande importância, considerando que o cracker é o coração do complexo para a produção de polietileno.

Com isso, o projeto atingiu a marca de 95% das obras concluídas e mantém a previsão para entrar em funcionamento ao final deste ano. Resultado de um investimento de US$ 5,2 bilhões, o complexo terá a capacidade de produção anual de 1,05 milhão de toneladas de resina de polietileno, bem como um volume equivalente da matéria-prima eteno. O aporte contribuirá para reduzir as importações do material e fortalecer a indústria petroquímica no México.

Fonte: Braskem

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Tramontina registra ganhos com nova resina da Braskem

06/08/2015

Tramontina_BraskemHá pouco mais de um ano disponível no mercado, a resina KM 6150HC, desenvolvida pela Braskem para uso em cadeiras plásticas, já apresentou expressivos resultados de eficiência para clientes, como a Tramontina, que foi parceiro na criação deste produto. Segundo a fabricante da resina, o grade, que faz parte da linha Braskem Maxio®, foi responsável por um aumento de 10% em produtividade, assim como por uma redução de 10% no consumo de energia, podendo reduzir 10% no peso em novos projetos da fabricante.

A Tramontina utiliza a resina KM 6150HC em cerca de 40% do seu portfolio, que contempla mais de 50 modelos diferentes de cadeiras. “Há anos estamos em busca de um material que nos ajude a diminuir custos de produção, mas que não deixasse os móveis frágeis. Com esta resina, podemos atender a todas as normas do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) e ainda garantir ao consumidor uma cadeira mais segura, resistente a qualquer impacto e confortável”, relata Luciano Amorim, engenheiro de produção da empresa.

Os ganhos obtidos com as resinas dessa linha estão alinhados aos pilares do selo Braskem Maxio® de redução de consumo energético, aumento da produtividade e diminuição de peso em peças finais.

“A Braskem está em constante alinhamento com os clientes para desenvolver produtos de qualidade, que permitam ganho em eficiência e supram as necessidades dos consumidores. Resultados como esse reforçam a nossa atuação e demonstram a importância de investir em tecnologia, inovação e processos sustentáveis”, afirma Jefferson Bravo, engenheiro de desenvolvimento e aplicações da Braskem.

Neste ano, a linha Braskem Maxio®, marca exclusiva da Braskem, ganhou um aplicativo para smartphones que calcula as vantagens de utilizar o portfólio com este selo em processos de injeção. Os benefícios são estimados de forma simples e rápida, bastando apenas que o usuário insira dados sobre a peça produzida em duas situações: utilizando uma resina comum e utilizando uma resina Maxio®. O aplicativo está disponível nas plataformas Android e iOS sob o título Braskem Maxio®.

Fonte: Braskem

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Revestimento de Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular é atração da Polistar na Plastech Brasil 2015

06/07/2015

Material reduz desperdício e aumenta vida útil de equipamentos para diversos mercados

Polistar_UHMWPERevestimentos de UHMWPE (Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular), consagrado mundialmente pela versatilidade, baixo coeficiente de fricção, alta resistência química e à abrasão, estabilidade dimensional e antiaderência serão a grande atração da Polistar Brasil na Plastech Brasil 2015. Segundo os fabricantes, o material é ideal para revestimentos de silos, chutes, moegas, calhas, tubos e caçambas, que garantem a vida útil do equipamento e aumentam a produtividade industrial gerando maior lucratividade, maior segurança e durabilidade. O sistema tem alta penetração nas indústrias alimentícia, de mineração,  agrícola, construção civil, e de geração de energia.

“Hoje somos os únicos a realizar o revestimento de tubos com UHMW nos diâmetros de 200mm a 500mm em tubos de até 6m de comprimento, garantindo um escoamento rápido e contínuo, aumentando a durabilidade dos tubos com um material que é quimicamente inerte”, afirma o diretor João Assunção de Lemos.

Assim como no revestimento de caçambas (foto), container ou pás carregadoras, o revestimento com UHMW traz a diminuição do tempo de descarga em até 40%, o que significa aumento da vida útil dos equipamentos e economia de combustível, afirma a empresa.

“Além de evitar acúmulo de material no fundo da caçamba, por exemplo”, completa Lemos.

Da mesma maneira, o revestimento de silos, moegas e chutes com UHMW evita o depósito e aglomeração dos materiais dentro dos silos permitindo um escoamento rápido e contínuo, proporcionando altos índices de produtividade. Assim, os silos revestidos com UHMWPE chegam a dobrar o tempo de vida útil, graças ao menor desgaste das paredes e à absorção de ruído gerado pelo impacto dos materiais com as paredes do equipamento.

Fonte: Plastech Brasil

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