Archive for the ‘Policarbonato’ Category

SABIC doa US$ 1,5 milhão para apoiar esforços em resposta à COVID-19 nas Américas

07/05/2020

A SABIC anunciou no final de abril que doará US$ 1,5 milhão em produtos e em espécie em vários países das Américas para ajudar as pessoas mais afetadas pela pandemia da Covid-19. Isso inclui fornecer produtos plásticos produzidos pela SABIC que serão usados para doação e na fabricação de equipamentos médicos vitais.

A SABIC, cuja sede das Américas está localizada em Houston, doará aproximadamente US$ 1 milhão para bancos de alimentos e agências comunitárias, como a United Way, nas comunidades em que operam para ajudar aqueles que estão enfrentando a pandemia. A SABIC também está doando aproximadamente US$ 500.000 em produtos, elaborados em suas instalações nos EUA, Canadá, México, Argentina e Brasil, para fabricação e envio de equipamentos de proteção individual para profissionais de saúde e equipamentos médicos essenciais, como ventiladores, dispositivos de monitoramento de pacientes, máquinas de terapia respiratória e equipamentos de diagnóstico.

Ao anunciar sua doação para as Américas, Greg Adams, vice-presidente da SABIC na região, disse: “a SABIC, como todo o mundo, encontra-se em um período sem precedentes. Como empresa, estamos honrados por nossos materiais estarem sendo usados em dispositivos que ajudam na fabricação de equipamentos médicos essenciais para tratar pacientes e, ao mesmo tempo, em oferecer materiais que são usados na proteção daqueles na linha de frente, incluindo profissionais de saúde, enquanto eles desempenham suas funções. Nossos colegas continuam envolvidos para fazer o que podem para ajudar nossas comunidades durante essa crise.”

Exemplos de doação de produtos incluem:

  • Fabricação de aproximadamente 70.000 protetores faciais feitos de película de Policarbonato Lexan que serão distribuídos para profissionais de saúde e socorristas em toda a região das Américas
  • Fabricação e doação pelo Centro de desenvolvimento e processamento de Polímeros (Polymer Processing Development Center, PPDC) da SABIC, em Pittsfield, Massachusetts, de protetores faciais de uso médico. O PPDC usou folhas e filmes de policarbonato Lexan produzidos pela SABIC para fabricar os protetores faciais
  • Colaboração entre a fábrica da SABIC de Cobourg (Canadá) e um hospital local, juntamente com uma organização sem fins lucrativos da região, para criar protetores faciais usando folhas de policarbonato – filme Lexan produzido pela SABIC
  • Colaboração entre a fábrica da SABIC em Campinas, Brasil, com uma universidade e outras entidades para criar ventiladores para hospitais locais usando o copolímero LNP PC HPH4504H produzido pela SABIC

Atualmente, a SABIC opera 60 fábricas de produção e composição em mais de 50 países em todo o mundo. Nos Estados Unidos, as instalações da SABIC estão localizadas em Bay St. Louis, Miss.; Burkville, Ala.; Mt. Vernon, Ind.; Pittsfield, Mass.; Selkirk, N.Y. e Wixom, Mich. Outros locais da SABIC incluem Cobourg, Canadá; Tampico, México; Tortuguitas, Argentina e Campinas, Brasil.

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Covestro divulga balanço do 1o. trimestre de 2020

29/04/2020

  • Volumes principais caem 4,1%
  • Vendas totais de aproximadamente 2,8 bi de euros (-12,3%)
  • Ebitda de 254 mi de euros (-42,5%)
  • Receita líquida de 20 mi de euros (-88,8%)
  • Fluxo de caixa operacional livre (FOCF) de -249 mi de euros
  • Assembleia Geral Anual de 2020 reagendada para 30 de julho

A Covestro informa ter atingido sua previsão de Ebitda para o primeiro trimestre de 2020 em um ambiente de negócios fortemente afetado pelo coronavírus. Os volumes principais caíram 4,1% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Isso é resultado, principalmente, de uma redução substancial da demanda na China em fevereiro e março de 2020, devido às interrupções na produção de clientes locais em decorrência do coronavírus.

Aliado a um declínio mundial nos preços de venda, motivado principalmente pela maior pressão concorrencial nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos, as vendas totais caíram para cerca de 2,8 bilhões de euros (-12,3%). O Ebitda manteve-se em 254 milhões de euros (-42,5%) – dentro da faixa esperada para o primeiro trimestre, afirma a empresa. A receita líquida caiu para 20 milhões de euros (-88,8%). O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) de -249 milhões de euros ficou no âmbito negativo.

“A pandemia do coronavírus é uma situação excepcional e reforçou ainda mais as incertezas globais existentes”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Proteger a saúde dos nossos colaboradores e de suas famílias, assim como dos nossos parceiros comerciais, é a nossa maior prioridade. Além disso, a Covestro está fazendo tudo que pode para continuar sendo um parceiro confiável para os seus clientes durante a crise. Temos confiança de que venceremos bem esse desafio com nosso foco absoluto nos clientes, atenção rigorosa aos custos e um forte espírito de equipe.”

Guidance do ano ajustado ao impacto do coronavírus

A Covestro já havia ajustado o guidance anual anteriormente, em meados de abril, como consequência dos previsíveis efeitos negativos da pandemia de coronavírus sobre o desenvolvimento econômico global, e por isso, também sobre o desempenho futuro da empresa. “Foi preciso atualizar nossas previsões diante do sério impacto da pandemia de coronavírus sobre os mercados globais”, explicou Thomas Toepfer, CFO da Covestro. “A Covestro tem uma posição sólida e ainda mantém um balanço forte e alta liquidez. Continuamos acreditando na nossa eficiência operacional, nos programas de cortes de custos e na revisão contínua dos nossos investimentos para garantir uma base financeira estável durante estes tempos desafiadores.”

Para o ano fiscal de 2020, a Covestro prevê um crescimento de volume inferior ao ano anterior. Espera-se que o FOCF totalize entre -200 milhões e -300 milhões de euros, com retorno sobre o capital empregado (ROCE) entre -1% e -4%. A projeção para o Ebitda é de 700 milhões a 1,2 bilhão de euros. Além do atual programa de eficiência e eficácia lançado em outubro de 2018, a Covestro elevou a meta para a redução de custos adicionais a curto prazo em mais 100 milhões de euros, totalizando 300 milhões de euros para o atual ano fiscal. Os investimentos atuais estão sendo reduzidos em cerca de 200 milhões de euros, levando os investimentos totais a cerca de 700 milhões de euros.

A Assembleia Geral Anual, originalmente marcada para 17 de abril de 2020, foi cancelada devido à pandemia de coronavírus. De acordo com as novas definições legais ela deverá ser realizada virtualmente no dia 30 de julho.

Liquidez assegurada, foco em sustentabilidade e inovação mantido

Em março de 2020, a Covestro substituiu sua linha de crédito atual de 1,5 bilhão de euros por um novo empréstimo rotativo e sindicalizado, ainda não desembolsado, no valor de 2,5 bilhões de euros, para manter a flexibilidade financeira da empresa e garantir a liquidez. O componente de interesse está ligado ao rating de ESG (desempenho socioambiental e governança), que fornece à Covestro os incentivos financeiros para o desenvolvimento sustentável dos negócios. Além disso, a Covestro contratou empréstimos de capital de giro de curto prazo no valor de 500 milhões de euros, que foram totalmente desembolsados nesse meio tempo.

A Covestro também obteve um empréstimo de 225 milhões de euros do Banco Europeu de Investimento (BEI). O crédito está sendo utilizado para expandir as atividades de pesquisa e desenvolvimento da Covestro com foco especial em sustentabilidade e economia circular dentro da União Europeia. Detalhes sobre o programa estratégico para economia circular deverão ser apresentados no segundo trimestre de 2020.

A fim de ampliar a capacidade de inovação da empresa, a Covestro expandiu suas parcerias estratégicas com startups no início do ano. A empresa adotou a abordagem Covestro Venture Capital (COVeC) de investir em jovens empresas com foco em cinco áreas tecnológicas. O exemplo mais recente foi o investimento da Covestro em participações societárias na startup de tecnologia francesa Crime Science Technology (C.S.T.). Como acionista, a Covestro impulsiona o desenvolvimento de inovações sustentáveis como um catalisador de crescimento a longo prazo para suas atividades principais.

Resultados por segmentos impactados pela pandemia de coronavírus

No primeiro trimestre de 2020, os negócios da Covestro em todos os segmentos foram afetados pelo impacto significativo da pandemia de coronavírus, especialmente na China.

O segmento de Poliuretanos sofreu uma queda de 3,6% nos volumes principais nesse período, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Isso pode ser atribuído principalmente à baixa nos volumes nos setores eletroeletrônico e de aparelhos domésticos, além da indústria automotiva. Como resultado do aumento da concorrência no mundo todo e da mudança nos volumes totais vendidos, as vendas caíram para cerca de 1,3 bilhão de euros (-13,7%). O Ebitda baixou para 50 milhões de euros (-68,2%) devido ao declínio das margens.

Os volumes principais em Policarbonatos caíram 4,9% em relação ao trimestre do ano anterior, em decorrência da queda nos volumes vendidos nas indústrias eletroeletrônica e automotiva. O baixo patamar dos preços de venda e a queda nos volumes reduziram as vendas no segmento de policarbonatos para 733 milhões de euros (-14,8%). Com margens mais baixas o Ebitda caiu para 109 milhões de euros (-29,7%).

Os volumes principais no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades caíram 5,2% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Isso se deu devido à queda na demanda por precursores de revestimentos em todos os principais setores consumidores, especialmente na indústria automotiva. As vendas caíram 8,8% para 572 milhões de euros devido à baixa nos volumes totais vendidos e nos preços médios de venda. O Ebitda caiu para 130 milhões de euros (-11,0%) devido aos efeitos negativos sobre os volumes e às margens mais fracas. Os custos mais baixos viabilizaram uma alta da margem de Ebitda no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades para 22,7%, apesar dos efeitos do coronavírus.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral) no fim de 2019.

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Covestro divulga resultados do ano fiscal de 2019

27/02/2020

  • Volumes principais crescem 2,0%
  • Vendas totais de cerca de 12,4 bi de euros (-15,1%)
  • EBITDA, conforme previsto, de 1,6 bi de euros (-49,9%)
  • Lançado programa para promover economia circular
  • Dividendos propostos de 2,40 euros por ação
  • Perspectiva para 2020: mais um ano desafiador

A Covestro divulgou comunicado informando ter atingido suas metas no ano fiscal de 2019, em um ambiente de mercado desafiador. Os volumes principais subiram 2,0% em relação aos números do ano anterior. As vendas do Grupo caíram 15,1% para aproximadamente 12,4 bilhões de euros, uma vez que os preços de venda permaneceram baixos devido ao aumento da competitividade em todos os segmentos. Consequentemente, segundo a empresa, o EBITDA caiu 49,9% para 1,6 bilhão de euros, em linha com a previsão. A receita líquida foi de 552 milhões de euros (-69,7%), enquanto o fluxo de caixa operacional livre ficou em 473 milhões de euros (-71,7%). Com base nisso, a Covestro planeja distribuir dividendos de 2,40 euros por ação, no mesmo nível do ano anterior.

“2019 foi marcado por muitas incertezas geopolíticas e macroeconômicas. Ainda assim, a demanda por nossos materiais mantém-se intacta, o que confirma a nossa visão de que os plásticos serão mais valiosos do que nunca no futuro”, afirma o CEO Markus Steilemann. “2020 também será desafiador para nós. Porém ainda vemos demanda por plásticos de alta tecnologia a longo prazo a fim de viabilizar um desenvolvimento mais sustentável em uma vasta gama de diferentes tecnologia-chave. É por isso que estamos conduzindo nossos negócios sistematicamente para a economia circular.”

No ano de 2019, a Covestro lançou um programa estratégico global para incorporar a economia circular em todas as divisões. Em particular, a empresa pretende utilizar matérias-primas alternativas, desenvolver iniciativas de reciclagem inovadoras e estabelecer amplas formas de cooperação e novos modelos de negócios.

“A Covestro tem bases financeiras sólidas, ainda que, como esperado, o resultado operacional para o ano fiscal de 2019 tenha ficado abaixo dos níveis recordes dos anos anteriores, devido à pressão contínua sobre os preços. Mesmo neste ambiente atingimos nossas metas”, diz o CFO Thomas Toepfer. “Só teremos sucesso no atual mercado se nos posicionarmos de forma ainda mais eficiente, priorizando projetos e questionando investimentos, a fim de preservar a flexibilidade financeira necessária”, complementa Toepfer.

Considerando que as perspectivas para 2020 seguem desafiadoras, a Covestro acelerou a implementação do programa plurianual de eficiência e eficácia lançado em 2018. Ele já permitiu o corte de 150 milhões de euros no último ano. Para 2020, a empresa pretende alcançar economias de 250 milhões de euros a serem reconhecidas nos lucros ou perdas, enquanto a expectativa de economias acumuladas até o fim de 2021 é de cerca de 350 milhões de euros anualmente. Além disso, foram tomadas várias medidas de curto prazo, como uma gestão de custos mais eficiente e uma nova revisão de todos os investimentos existentes e planejados. Isso deve resultar em uma economia adicional de 200 milhões de euros no atual ano fiscal. Além do foco contínuo na influência comercial da empresa, o foco de 2020 continuará sendo a eficiência.

Explorando o potencial econômico das inovações

Durante a feira de plásticos K 2019, realizada no ano passado em Düsseldorf, na Alemanha, a Covestro apresentou inúmeras inovações de produtos que respondem a atuais desafios globais como urbanização, mobilidade do futuro e mudança climática. Nos próximos anos, o foco será em alavancar ao máximo esse potencial do ponto de vista comercial. Sucheta Govil, novo membro da diretoria e CCO da Covestro desde meados de 2019, irá trabalhar para fortalecer o pulso comercial da Covestro. O objetivo é intensificar o foco no cliente, a digitalização e otimizar as estratégias de marketing, além de identificar as oportunidades de mercado mais cedo.

Revisão contínua dos projetos de investimentos: foco no longo prazo

A Covestro investiu um total de 910 milhões de euros em 2019 (ano anterior: 707 milhões de euros), a maior soma da sua história. Os projetos de investimentos são controlados com foco rigoroso na eficiência e o melhor uso possível do capital. Diante do cenário desafiador, a Covestro anunciou, em janeiro de 2020, uma pausa de 18 a 24 meses em seu projeto de investimento de MDI em Baytown, nos Estados Unidos.

Ainda assim, a Covestro está confiante de que as projeções de crescimento do MDI a longo prazo são altamente promissoras. A nova planta de MDI na unidade de Brunsbüttel, na Alemanha, entrou em operação no primeiro trimestre de 2020 conforme planejado. Isso dobrará sua capacidade de produção para 400.000 toneladas métricas por ano e tornará Brunsbüttel uma das três maiores unidades produtivas de MDI na Europa, garantindo a posição de liderança da Covestro nesse segmento de mercado.

Previsão para o ano fiscal de 2020: mercado segue desafiador

Para 2020 como um todo, a Covestro antecipa um crescimento de dígito único nos volumes principais. O Grupo espera que o FOCF fique entre 0 e 400 milhões de euros e o ROCE, entre 2% e 7%. A Covestro projeta que o EBITDA do ano todo ficará entre 1,0 e 1,5 bilhão de euros. No primeiro trimestre, a expectativa é que o EBITDA fique entre 200 e 280 milhões de euros.

Ainda não é possível prever os impactos financeiros do coronavírus no ano fiscal de 2020, afirma a empresa.

Resultados dos segmentos de Poliuretanos, Policarbonatos e Coatings/Adesivos/Especialidades

Os volumes principais no segmento de Poliuretanos subiram 2,3% ao ano. Uma tendência positiva de demanda nas indústrias de móveis e construção e nas indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos mais que compensou a demanda mais fraca, principalmente da indústria automotiva. As vendas caíram 21,5% para 5.779 milhões de euros, principalmente devido à tendência negativa nos preços médios de venda pela concorrência intensificada. O baixo patamar de preços afetou fortemente as margens, apesar da queda nos preços das matérias-primas. Consequentemente, o EBITDA caiu 63,2% para 648 milhões de euros.

No ano fiscal de 2019, os volumes principais no segmento de Policarbonatos subiram 2,7% ao ano, principalmente devido à demanda mais forte nas indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos, além do setor de construção. As vendas baixaram 14,3% para 3.473 milhões de euros e o EBITDA caiu 48,3% para 536 milhões de euros. Esses declínios também podem ser atribuídos à queda ano a ano dos níveis dos preços de venda, resultante da maior pressão competitiva. Além disso, a venda do negócio de chapas nos Estados Unidos no terceiro trimestre de 2018 também impactou as vendas no ano fiscal de 2019, com efeito negativo de 2,2%.

Os volumes principais de Coatings, Adesivos e Especialidades em 2019 sofreram queda de 1,0% em relação ao ano anterior. A principal razão foi a demanda mais fraca por precursores de revestimentos na indústria automotiva. Com 2.369 milhões de euros, as vendas do segmento mantiveram-se estáveis ano a ano (ano anterior: 2.361 milhões de euros). O EBITDA cresceu 1,1% para 469 milhões de euros. As margens menores, decorrentes da redução dos preços de venda, e os volumes mais baixos tiveram impacto negativo nos lucros, enquanto os efeitos cambiais e o efeito sobre o portfólio da aquisição de ações da DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão, elevaram os lucros.

Quarto trimestre de 2019 marcado por concorrência acirrada

Os volumes principais no quarto trimestre de 2019 subiram 3,8%. As vendas totais caíram 12,5% em relação ao trimestre do ano anterior, principalmente devido aos preços de venda mais baixos como resultado da maior pressão concorrencial em todos os segmentos. Em vista disso, o EBITDA foi de 278 milhões de euros (-5,1%) e a receita líquida foi de 37 milhões de euros (-53,2%) no quarto trimestre. O FOCF caiu 9,1% no ano para 330 milhões de euros.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção no mundo todo e, ao final de 2019, empregava cerca de 17,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

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Shell Chemicals e CNOOC irão produzir policarbonato na China

16/01/2020

A Shell anunciou no dia 13 de janeiro que assinou um Memorando de Entendimento com a empresa chinese CNOOC para planejar a implantação de sua primeira unidade de produção de policarbonato em escala comercial, a qual ficaria localizada no complexo químico da Joint Venture entre as duas empresas, localizada de Huizhou, China.

A plataforma para a entrada deste novo produto é a tecnologia de processo de difenil carbonato (DPC) patenteada pela Shell, que foi desenvolvida nos últimos anos. A empresa diz que o processo obtém vantagens significativas em termos de custos, segurança, eficiência e pegada de CO2. A Shell agora combinará sua tecnologia DPC com a tecnologia de Policarbonato em fase fundida licenciada pela EPC Engineering & Technology GmbH na Alemanha.

Para mais informações (em inglês), clique aqui.

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Tecnologias da Covestro recebem selo “Solar Impulse” de Soluções Eficientes

16/01/2020

Secadoras solares para secar alimentos.

A Covestro acaba de receber o Selo “Solar Impulse” de “Soluções Eficientes” para dois projetos cujas soluções se provaram economicamente rentáveis e ambientalmente amigáveis: estufas movidas a energia solar para secagem e preservação de alimentos e uma tecnologia base água para revestimentos têxteis sustentáveis.

Este selo da Fundação Solar Impulse serve como um símbolo confiável e uma garantia de qualidade para quem busca a implementação de soluções limpas.

“Com este selo queremos reconhecer e divulgar desenvolvimentos como estas tecnologias da Covestro – desenvolvimentos que podem promover o crescimento econômico, além de presentar o meio-ambiente”, explica Bertrand Piccard, pioneiro suíço e fundador da Fundação Solar Impulse. “Ao selecionarmos mil soluções eficientes, queremos apoiar e acelerar a implementação de soluções limpas e rentáveis na indústria”.

Christian Haessler, Chefe de Sustentabilidade da Covestro, comemora o novo selo: “Este é um excelente reconhecimento – por especialistas independentes – de que a nossa empresa está comprometida com soluções realmente sustentáveis, que são benéficas para a sociedade, criam valor e reduzem o impacto ambiental. Acima de tudo, isso inclui o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”.

Ideias que dão frutos

Segundo a Covestro, a estufa movida a energia solar é uma solução eficiente, descentralizada, sustentável e com bom custo-benefício para a redução de perdas pós-colheita em produtos agrícolas. A alta eficiência da secadora é possível graças ao uso do policarbonato para a construção de uma estufa em formato de parábola. O material é transparente à luz visível e, em particular, à luz infravermelha e mostra boas propriedades de isolamento térmico, permitindo um rápido aquecimento da secadora.

A instalação das secadoras solares para preservação de alimentos é parte da estratégia de “negócios inclusivos” da Covestro, com a qual a empresa quer fortalecer desenvolvimentos econômicos locais, reduzir a pobreza e apoiar o progresso social integrando comunidades de baixa renda na cadeia de valor.

Até o momento, a Covestro forneceu materiais para a instalação de mais de 1500 secadoras de tamanhos diferentes na Índia e outros países asiáticos, impactando de forma significativa a renda dos agricultores regionais.

A Covestro também recebeu o selo Selo Solar Impulse de “Soluções Eficientes” por sua tecnologia INSQIN para revestimentos têxteis sustentáveis.

Produção sustentável de revestimentos têxteis

A Covestro afirma que a sua tecnologia INSQIN® aumenta de forma significante a sustentabilidade dos revestimentos têxteis. A tecnologia se baseia em revestimentos poliuretânicos de base água, tornando a produção ambientalmente amigável e fácil de ser realizada, diz a empresa. Ela também garante uma redução de 95% no uso de água e 50% de energia no processo produtivo, garante o fabricante de sistemas poliuretânicos.

Para a implementação da tecnologia, a Covestro vem trabalhando diretamente com marcas próprias nas indústrias de roupas e calçados, assim como com fabricantes têxteis. Recentemente a empresa apresentou a tecnologia à indústria automotiva, abrindo novas possibilidades para revestimentos mais sustentáveis, flexíveis e duráveis para o interior dos automóveis – com aparência e toque extraordinários.

A World Alliance for Efficient Solutions, fundada com o patrocínio da Fundação Solar Impulse, colabora com start-ups, empresas, instituições, ONGs e investidores a fim de criar sinergias, compartilhar conhecimento e construir relações para acelerar a implementação de soluções limpas e rentáveis.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais poliméricos e no desenvolvimento de soluções para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

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Covestro vende negócio de chapas de policarbonatos na Europa para o Grupo Serafin

09/01/2020

A Covestro obteve êxito na venda do seu negócio de chapas de policarbonatos na Europa para o Grupo Serafin, situado em Munique (Alemanha), em 2 de janeiro de 2020. A venda inclui funções-chave administrativas e de vendas por toda a Europa, bem como os sites de produção na Bélgica e Itália. O segmento gerou vendas de 130 milhões de euros em 2018. O Grupo Serafin manterá as operações com 250 funcionários em todas as localidades. Além disso, a Covestro continuará sendo a principal fornecedora de matérias-primas no futuro próximo.

Com a venda deste negócio, a Covestro segue o seu plano de otimização de portfolio. O desinvestimento dá seguimento às transações concluídas na América do Norte e Índia, assim como a conversão do site de Guangzhou (China) para a produção de filmes especiais. Desta forma, a Covestro encerra suas atividades no mercado de chapas de policarbonatos.

Nova empresa chamada Exolon Group

A partir de agora, o antigo negócio da Covestro irá operar sob o nome Exolon Group (www.exolongroup.com). Dentro do Grupo Serafin, o Grupo Exolon será estabelecido como uma empresa independente de médio porte, que continuará a trabalhar na produção e distribuição de chapas de alta ualidade utilizadas em diversas indústrias e aplicações, como nas indústrias de construção civil e iluminação, além de engenharia mecânica e mobilidade.

A Covestro e o Grupo Serafin concordaram em não divulgar os detalhes financeiros da transação.

O Grupo Serafin é um grupo industrial diversificado cuja filosofia se baseia em mais de 150 anos de tradição empreendedora de sua família acionista. Com a aquisição do Grupo Exolon, as empresas do Grupo Serafin irão gerar receitas de mais de 900 milhões de euros com 5 mil funcionários.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

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SABIC lança policarbonato parcialmente baseado em matéria-prima renovável

05/12/2019

  • Solução tem potencial para reduzir as emissões de CO2 e o uso de matéria-prima fóssil durante a produção
  • Os clientes podem usar esta resina de policarbonato em seus equipamentos existentes, sob condições de processo idênticas

A SABIC, uma das empresas líderes globais na indústria química, anunciou o lançamento de seu policarbonato (PC) baseado em matéria-prima renovável certificada. A SABIC diz que é a pioneira nesse tipo de rota para a obtenção de policarbonato, disponibilizando para a empresa e seus clientes diretos e finais uma solução com potencial para reduzir as emissões de CO2 e o uso de matéria-prima fóssil durante a produção.

“A liderança de mercado da SABIC na arena de policarbonato com base em matéria-prima renovável certificada – parte de nossa iniciativa “Trucircle” de soluções circulares – está ligada aos compromissos de nossos clientes, que cada vez mais requerem soluções sustentáveis ​​em resposta tanto às demandas reguladoras como às dos consumidores”, disse Abdulrahman Al-Fageeh, vice-presidente executivo de petroquímicos da SABIC. “Esse importante marco no caminho estratégico de sustentabilidade da SABIC agora amplia nossa oferta para além das poliolefinas, onde já possuímos nossos portfólios certificados circulares e renováveis”, acrescentou.

A SABIC diz que seu estudo de ACV “cradle-to-gate” (do berço ao portão) para o PC (*) revela reduções potencialmente significativas na pegada de carbono (até 50%) e impactos de depleção fóssil (até 35%) para a produção de resina de policarbonato com base na incorporação de matéria-prima renovável, em comparação com a produção de policarbonato fóssil.

Os clientes podem usar as resinas de policarbonato baseadas em matérias-primas renováveis ​​e certificadas em seus equipamentos existentes, sob condições de processo idênticas. Assim, contribuindo potencialmente para a redução da pegada de carbono de seus produtos.

“Na SABIC, nós engajamos a nossa cadeia de valor e a nossa posição única na Europa para produzir policarbonato usando matérias-primas renováveis ​​de segunda geração que não estão em concorrência com a cadeia alimentar, para fabricar uma resina com desempenho igual ao produzido a partir da nafta fóssil”, disse Lennard Markestein , Diretor ETP BU Petroquímicos, SABIC.

A SABIC trabalhou em estreita colaboração com a International Sustainability and Carbon Certification (ISCC) para fornecer prova da incorporação de matéria-prima renovável em sua produção de PCs e as reivindicações de sustentabilidade resultantes, verificadas por auditores independentes.

Além disso, a CEPSA – empresa multinacional espanhola de petróleo e gás – é um parceiro estratégico da cadeia de valor nesse projeto, apoiando a SABIC por meio da produção de intermediários renováveis.

O processo utiliza uma mistura de matérias-primas de origem fóssil e renovável (**) para alimentar o Steam Cracker da SABIC, onde benzeno é obtido. Através de uma reação adicional em uma planta química de terceiros, o fenol é produzido a partir de benzeno e posteriormente convertido em BPA na planta de monômeros da SABIC. O próximo passo na cadeia de produção é uma reação de polimerização por condensação para gerar policarbonato (resina Lexan), onde o BPA é um dos reagentes. Após sua produção, a resina de policarbonato pode ser enviada para uma planta de compostagem para fabricar compostos de policarbonato que serão utilizados pelos clientes da SABIC na conversão em produtos acabados.

O policarbonato da SABIC baseado em matéria-prima certificada ISCC PLUS será produzido inicialmente em suas instalações de fabricação em Bergen op Zoom, na Holanda, com disponibilidade global no futuro. A resina PC certificada pode ser usada para aplicações em todos os segmentos de mercado, como Automotivo, Consumidor, Eletrônico e Elétrico, Construção e Construção e Saúde, atualmente atendidos pelo portfólio de PCs existente.

* A SABIC concluiu um estudo detalhado da ACV (análise de ciclo de vida) que atualmente está em processo de revisão crítica por terceiros. No entanto, o estudo passou na revisão interna da SABIC, que se baseia nos protocolos da SABIC para o controle de qualidade da ACV. Como normalmente ocorre com o uso de matéria-prima de base biológica, os resultados do estudo da ACV mostram perdas e ganhos ambientais com relação à eutrofização e consumo de água. Esses impactos ambientais podem ser mitigados por meio de práticas de gerenciamento sustentável na cadeia de valor a montante.

** Apenas uma parte da matéria-prima usada na produção de policarbonato é proveniente de matéria-prima renovável. O estudo da ACV avaliou o desempenho ambiental da rota renovável em comparação com a rota baseada em origem fóssil nos níveis de escopo “Cradle to Gate“, bem como os níveis de escopo “Cradle to Gate + End of Life” e se baseia na metodologia PAS 2050 para contabilidade de carbono biogênico .

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Covestro divulga resultados do terceiro trimestre de 2019

10/11/2019

  • Volumes principais crescem 5,3%
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-14,6%)
  • Previsão de Ebitda atingida com 425 mi de euros (-50,5%)
  • Receita líquida cai para 147 mi de euros (-70,4%)
  • Fluxo de caixa operacional livre de 243 mi de euros (-58,0%)
  • Perspectiva para 2019 atualizada na previsão existente

No terceiro trimestre de 2019, a Covestro conseguiu atingir crescimento do volume principal de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um ambiente econômico continuamente desafiador. Ao mesmo tempo, as vendas totais recuaram 14,6% para 3,2 bilhões de euros, devido aos preços de venda continuamente mais baixos. Com 425 milhões de euros, a previsão de Ebitda foi cumprida para o trimestre, mas caiu 50,5% em relação ao trimestre do ano anterior, como resultado dos efeitos negativos dos preços. A receita líquida caiu para 147 milhões de euros (-70,4%), enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) ficou em 243 milhões de euros (-58,0%). Isso se deu, principalmente, devido à redução dos fluxos de caixa das atividades operacionais e a investimentos planejados.

“Após gerar sólido crescimento de volume no segundo trimestre, a demanda voltou a crescer no terceiro trimestre”, diz o CEO Markus Steilemann. “O ambiente econômico segue desafiador, principalmente no setor automotivo. No entanto, nosso crescimento de volume indica que nossos negócios são bem diversificados em várias indústrias”, afirma. O crescimento pode ser atribuído, sobretudo, às indústrias de construção, móveis, elétrica e eletrônica.

Projeção para o ano confirmada

Com base nos resultados do terceiro trimestre, o CFO Thomas Toepfer confirmou a previsão para o ano como um todo. “Continuamos confiantes de que atingiremos as metas que estabelecemos para o ano fiscal”, enfatiza Toepfer. “As margens do mesmo trimestre do ano anterior foram atipicamente altas, razão pela qual a queda ano a ano nas vendas e nos lucros está alinhada às nossas expectativas.”

Após o terceiro trimestre, o grupo refinou a previsão para o ano fiscal de 2019 dentro das margens publicadas: a Covestro antecipa um crescimento de um dígito do volume principal para 2019. Espera-se que o FOCF do grupo fique entre 300 e 500 milhões de euros, com ROCE de 8% a 10%. A projeção para o Ebitda do ano fiscal é que fique entre 1.570 e 1.650 milhões de euros.

Lançado novo programa de Economia Circular

Para manter o sucesso a longo prazo com suas soluções sustentáveis e inovadoras, a Covestro pretende reforçar seu foco na economia circular para o futuro e lançou um novo programa estratégico com essa finalidade. Nos seus processos produtivos, em particular, o grupo tem como objetivo utilizar, o máximo possível, matérias-primas de fontes sustentáveis, como matéria vegetal, resíduos e CO2. Isso deve eliminar o uso de recursos fósseis como petróleo bruto tanto quanto possível. Acima de tudo, os plásticos usados devem ser reciclados sistematicamente e o máximo possível.

Sustentabilidade e inovação também foram as palavras-chave na K2019, a maior feira comercial de plásticos do mundo realizada em Düsseldorf, Alemanha. Na feira, a Covestro apresentou muitos produtos e tecnologias diferentes que oferecem soluções para desafios globais urgentes. Por exemplo, expôs materiais de alta tecnologia que utilizam carbono em tecidos mais ecológicos, elevam o desempenho de turbinas eólicas e aceleram a expansão da tecnologia 5G.

Crescimento de volume no terceiro trimestre nos segmentos de Poliuretanos e Policarbonatos

Os volumes principais no segmento de Poliuretanos subiram 5,1%. O aumento da demanda nas indústrias de móveis, elétrica e eletrônica, especialmente em aparelhos domésticos e no setor de construção, mais que compensaram a demanda mais fraca na indústria automotiva. Contudo, as vendas nesse segmento caíram 20,1% para 1.478 milhões de euros devido à queda dos preços de venda, ocasionada pela maior pressão competitiva. Esse fenômeno também se refletiu no Ebitda, que caiu para 196 milhões de euros (-54,6%).

Os volumes principais em Policarbonatos subiram 9,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A indústria elétrica e eletrônica e o setor de construção foram os que mais contribuíram para esse crescimento. As vendas nesse segmento caíram 13,2% para 901 milhões de euros no terceiro trimestre de 2019. O Ebitda caiu 58,1% para 132 milhões de euros, devido, principalmente, à mudança negativa nos preços de venda.

O segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades registrou queda de 4,0% nos volumes principais como resultado da demanda mais fraca por matérias-primas para revestimento por parte de todas as principais indústrias, especialmente do setor automotivo. Como resultado, as vendas caíram 3,0% para 588 milhões de euros. No terceiro trimestre de 2019, o Ebitda caiu 11,9% para 111 milhões de euros, movido por volumes menores e margens mais baixas.

Maior concorrência e novo patamar de preços marcam os primeiros nove meses

Conforme esperado, os primeiros nove meses foram marcados por concorrência crescente e mudança nos preços. O crescimento do volume principal atingiu 1,5%. As vendas totais caíram 15,8% para 9.548 milhões de euros, principalmente como resultado da baixa nos preços de venda. O Ebitda caiu 54,4% para 1.326 milhões de euros. A receita líquida atingiu 515 milhões de euros (-70,5%). O fluxo de caixa operacional livre decresceu para 143 milhões de euros (-89,1%).

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (calculadas equivalendo à jornada integral) no fim de 2018.

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Covestro divulga balanço do segundo trimestre de 2019

24/07/2019

  • Leve crescimento nos volumes principais (+1,1%)
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-16,9%)
  • EBITDA de 459 milhões de euros (-53,4%)
  • Receita líquida cai para 189 milhões de euros (-68,7%)
  • Fluxo de caixa operacional livre 55 milhões de euros negativo
  • Previsão de EBITDA de cerca de 410 milhões de euros no 3º tri

A atual pressão da concorrência intensa e as incertezas em grandes mercados de vendas persistiram ao longo do segundo trimestre. Enquanto os volumes principais cresceram 1,1%, as vendas totais caíram para 3,2 bilhões de euros (-16,9%), devido à baixa nos preços de venda. Em 459 milhões, o EBITDA estabilizou-se no nível do primeiro trimestre de 2019 (442 milhões de euros), mas ficou abaixo dos excepcionais resultados registrados no mesmo trimestre do ano anterior (-53,4%). O declínio dos lucros decorreu, principalmente, das margens mais baixas nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos. A receita líquida decresceu para 189 milhões de euros, enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) atingiu -55 milhões de euros, em decorrência dos fluxos de caixa mais baixos de atividades operacionais e investimentos mais altos.

“A situação econômica segue desafiadora, já que as incertezas globais econômicas e políticas persistem”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Ainda assim, atingimos nossas metas de lucros e conseguimos aumentar novamente o nosso volume principal no segundo trimestre. Isso reforça a tendência de soluções mais sustentáveis, que oferecemos a muitas indústrias.”

Covestro confirma previsões para 2019

Os resultados dos primeiros seis meses ficaram bem abaixo do nível do ano anterior. Segundo a Covestro, isso se deve ao fato de 2018 ter sido marcado por margens excepcionalmente altas em alguns grupos de produtos. Por isso, afirma a empresa, os resultados do primeiro semestre de 2019 atingiram as expectativas no ambiente econômico atual.

“Com base nos resultados dos primeiros seis meses, confirmamos as nossas previsões para o ano fiscal. Ao mesmo tempo, também precisamos acompanhar de perto os próximos desenvolvimentos econômicos nos nossos principais mercados de vendas”, explica o CFO Thomas Toepfer. “O desenvolvimento da indústria automobilística foi bem mais fraco que o esperado; por outro lado, o desempenho no setor de construção e na indústria de móveis e madeira foi melhor.”

Para o ano fiscal de 2019, a Covestro mantém a projeção de crescimento do volume principal de até 5%. Espera-se que o FOCF fique entre 300 e 700 milhões de euros, com ROCE de 8% a 13%. A previsão é que o EBITDA do ano fiscal atinja de 1,5 a 2 bilhões de euros, com expectativa de que o EBITDA do terceiro trimestre atinja aproximadamente 410 milhões de euros.

Progressos em investimentos e na otimização do portfólio

No segundo trimestre, a Covestro otimizou ainda mais seu portfólio. O negócio europeu de casas de sistemas está sendo vendido para a H.I.G. Capital por um valor da ordem de dois dígitos de milhões de euros.

Paralelamente, o Grupo continua mantendo o foco em investimentos para geração de valor: em maio, a Covestro avançou na expansão da produção de filmes de policarbonato em Dormagen, Alemanha. O investimento faz parte de um programa que totaliza 100 milhões de euros, com o qual a Covestro pretende reforçar a área de filmes especializados, dotada de altas margens.

Uma vez obtidas as licenças oficiais necessárias, será iniciada a construção de uma unidade dedicada para fornecimento de cloro para a já existente produção de MDI em Tarragona, Espanha, no fim do ano. O primeiro marco interno foi atingido em Baytown, Texas (EUA), onde está prevista uma nova planta de grande escala para produção do precursor de espuma rígida MDI. Agora começará o planejamento técnico detalhado por uma equipe de projeto com 100 integrantes.

Crescimento nos volumes principais de poliuretanos e policarbonatos

No segmento de poliuretanos, os volumes principais cresceram 0,7%. As vendas caíram 24,3% para 1.489 milhões de euros, movidas pela queda nos preços de venda decorrente do aumento da concorrência. A baixa nos preços de venda também se refletiu no EBITDA, que caiu para 172 milhões de euros (-70,5%).

Os volumes principais em policarbonatos subiram 4,4% em relação ao trimestre do ano anterior. Apesar da indústria eletroeletrônica e o setor de construção terem contribuído para esse crescimento, os volumes caíram na indústria automobilística. As vendas apresentaram queda de 15,0% para 898 milhões de euros no segundo trimestre de 2019. O EBITDA no segmento de policarbonatos foi 46,0% mais baixo, somando 154 milhões de euros, principalmente devido à queda nos preços de venda.

O segmento de revestimentos, adesivos e especialidades apresentou um declínio de 4,7% nos volumes principais. Como resultado, as vendas caíram 1,3% para 621 milhões de euros. Contudo, os movimentos da taxa de câmbio e a aquisição gradual das participações na DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão, tiveram efeito positivo. O aumento da participação na joint venture japonesa também gerou um efeito positivo não recorrente sobre o EBITDA, que subiu 7,9% para 150 milhões de euros no segundo trimestre de 2019.

Concorrência intensa: um marco do 1º semestre de 2019

No geral, os primeiros seis meses de 2019 foram marcados pelo aumento da concorrência. Os volumes vendidos mantiveram-se predominantemente estáveis (-0,4%), enquanto as vendas totais caíram 16,4% para 6.386 milhões de euros, devido aos preços mais baixos de venda. Especialmente nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos, os preços de venda ficaram bem abaixo daqueles do mesmo período do ano anterior. Como resultado, o EBITDA caiu 56,0% para 901 milhões de euros. A receita líquida atingiu 368 milhões de euros (-70,5%). O fluxo de caixa operacional livre caiu para 100 milhões de euros negativos.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros voltados principalmente para os segmentos automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (equivalendo à jornada integral) no fim de 2018.

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Prévia da K 2019 – Covestro destaca sua visão de um mundo sustentável e digital

17/07/2019

  • Busca por ciclo de material em toda a cadeia de valor
  • Pioneira no caminho para um futuro sem matérias-primas fósseis
  • Programa abrangente para digitalização
  • Soluções inovadoras para indústrias-chave

Durante a conferência de imprensa Prévia da K2019, realizada no Centro de Convenções da Messe Duesseldorf em 2 de julho passado, a fabricante de materiais Covestro apresentou em primeira mão as novidades a serem exibidas na Feira K 2019 em Outubro. Apresentado pelo CEO da Covestro, Dr. Markus Steilemann, e por Jochen Hardt, vice-presidente e especialista em marketing da Covestro, a empresa divulgou suas várias inovações e projetos que visam ampliar as fronteiras de um mundo sustentável e digital.

Na feira de plásticos K 2019, em Düsseldorf, a Covestro apresentará soluções inovadoras em materiais que, segundo a empresa, fornecem respostas aos desafios atuais do mundo. Os visitantes da principal feira do mundo para a indústria de plásticos e borracha encontrarão exemplos disso apresentados pela Covestro no estande A75, no Hall 6. De 16 a 23 de outubro de 2019, produtos e tecnologias para as indústrias automotiva, de construção e eletrônica estarão em exibição , além de aplicações inovadoras e funcionais nos setores da saúde, móveis, esportes e lazer.

“Além do avanço da digitalização, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas serão uma força motriz na sociedade e na economia para os próximos anos”, disse o CEO Markus Steilemann aos jornalistas. “O atingimento desses objetivos não é apenas imperativo para um mundo melhor, mais limpo e mais saudável, mas também possui um grande potencial econômico a longo prazo”, explicou o CEO. “A Covestro está determinada a implementar as metas de sustentabilidade da ONU em muitos níveis.”

Steilemann apontou o desenvolvimento de uma economia circular funcional e uma melhor gestão de recursos fósseis limitados, principalmente o petróleo bruto, como pontos centrais para o aumento da sustentabilidade. “Essas são metas que impactarão a sociedade como um todo e a Covestro quer contribuir para isso. Dentro de nossa empresa, queremos estabelecer ciclos de materiais ao longo de toda a cadeia de valor, desde os fornecedores, passando pela produção e logística, até o uso de nossos produtos e sua reutilização ”, explica Steilemann.

Ao reciclar plásticos usados, será importante poder esgotar todas as possibilidades técnicas. “O método relativamente novo de reciclagem química também é uma opção, que requer suporte adicional”, disse o CEO.

Um aspecto fundamental para o desenvolvimento de uma economia circular na indústria de plásticos e indústria química é fechar o ciclo de carbono com recursos reciclados. Aqui, vale a pena considerar o uso de resíduos de plantas e, cada vez mais, a utilização de gás carbônico como alternativas para os recursos fósseis. A Covestro já alcançou vários resultados nessas áreas. “Queremos nos tornar pioneiros no caminho para um futuro sem recursos baseados em materiais fósseis e enfatizar nossa reivindicação de liderança no setor”, enfatizou Steilemann.

Digitalização cria valor agregado

Outra força motriz é o avanço da digitalização. A Covestro quer aproveitar as oportunidades nessa área e iniciou um programa abrangente, com foco no cliente. Para isso, a empresa está incorporando tecnologias e processos digitais na produção, na cadeia de suprimentos, na pesquisa e desenvolvimento, em todos os pontos de contato com os clientes e no desenvolvimento de novos modelos de negócios. Vários tópicos e exposições na K 2019 destacam a importância da digitalização para a empresa, que espera estabelecer referências nesse campo na indústria de plásticos e de produtos químicos.

Os exemplos abaixo dão uma ideia dos desenvolvimentos que a Covestro apresentará na K 2019.

Sociedade completamente conectada

Um requisito importante para a mobilidade do futuro e a digitalização de todas as áreas da vida e dos negócios é a nova tecnologia de transmissão 5G. Para construir a infra-estrutura para isso, a Covestro está trabalhando em conjunto com a Deutsche Telekom e o Umeå Institute of Design para desenvolver soluções inovadoras em materiais para estações base, antenas e outros componentes do sistema. A Covestro também está trabalhando em uma solução em filme de múltiplas camadas em conjunto com um novo processo de fabricação para as partes de trás da estrutura de smartphones. Ao contrário dos elementos convencionais de metal, estes filmes de policarbonato são permeáveis ​​à radiação de alta frequência.

Interiores de automóveis do futuro

O destaque da exposição na K 2019 é um conceito de interior automotivo abrangente para a mobilidade futura. Em linha com a última tendência, a mostra pretende transformar interiores de automóveis em espaços multifuncionais e móveis para a vida e o trabalho. “Desenvolvemos o conceito em conjunto com parceiros-chave industriais e acadêmicos”, explicou Jochen Hardt, especialista em marketing da Covestro e líder do projeto. “Isso envolve funcionalidade, conforto e design em igual medida, além de eficiência.” O carro do futuro é totalmente conectado em rede e é perfeitamente integrado à vida cotidiana. Os principais recursos de design são superfícies com aparência e toque decorativos, iluminação ambiente integrada, os últimos sistemas de entretenimento digitais e conceitos em assentos de última geração.

Produtos têxteis derivados de gás carbônico

Juntamente com parceiros como a RWTH Aachen University e vários fabricantes de têxteis, a Covestro conseguiu produzir fibras têxteis elásticas a partir de poliuretano termoplástico derivado parcialmente de CO2 e, como resultado, substituiu em parte o petróleo bruto como matéria-prima. O ponto de partida é um produto intermediário chamado cardyon®, que já é usado para para produzir a espuma macia encontrada em colchões e nas camadas de base dos campos esportivos. Os parceiros estão atualmente trabalhando no desenvolvimento da produção de têxteis em escala industrial e querem introduzir um ciclo de material que seja baseado em recursos sustentáveis ​​para a indústria têxtil e de vestuário.

Energias renováveis ​​em ascensão

Além de promover uma economia circular eficiente, a Covestro também está comprometida em expandir ainda mais o uso dos plásticos em energias renováveis, como a energia eólica. A cooperação com parceiros levou ao desenvolvimento de uma resina de poliuretano, bem como de uma tecnologia de processo, que torna possível a fabricação de pás de rotores de turbinas eólicas de forma eficiente e econômica, afirma a empresa. A Covestro recentemente processou seu primeiro pedido comercial nessa área proveniente da China.

Com 2018 vendas de 14,6 bilhões de euros, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados ​​em muitas áreas da vida diária. Os principais segmentos atendidos são os setores automotivo, de construção civil, processamento de madeira e móveis, e elétricos e eletrônicos. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.800 pessoas (calculadas como equivalentes em tempo integral) no final de 2018.

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Covestro apresenta soluções para áreas de saúde, eletroeletrônica e automotiva na Feiplastic 2019

22/04/2019

  • A participação da fabricante de polímeros na Feiplastic 2019 destaca a versatilidade do policarbonato, inventado há mais de 70 anos.
  • A Covestro destaca suas mais recentes inovações divididas entre os segmentos de saúde, eletroeletrônico e automotivo.
  • A sustentabilidade também se destaca como tema central e a empresa apresenta seus compromissos para o ano de 2025, em acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, além de iniciativas específicas assinadas pela companhia na cadeia do plástico.

As principais novidades que estão sendo apresentadas no evento abrangem as seguintes áreas:

Saúde

Na indústria de saúde é crescente a necessidade de miniaturização dos componentes. Dispositivos cada vez menores pedem materiais com propriedades específicas que aumentem o conforto do paciente. Entre os destaques para a Feiplastic estão cateteres intravenosos com dispositivos de segurança, dispositivos para fixação óssea, sensores para cirurgias de reconstituição de joelhos, dispositivos de acessos venosos e ampolas de injeção sem agulha.

Eletroeletrônico

No segmento eletroeletrônico, o destaque vai para sistemas de iluminação LED que, segundo a Covestro, promovem eficiência em energia, tais como a luminária CircLED, que conta com um corpo integrado a partir do Makrolon® TC, além de uma solução para moldagem com sobreinjeção de LED e circuito impresso. De acordo com a fabricante de polímeros, estas soluções promovem ganhos em liberdade de design e redução de custos.

Automotivo

Novas tecnologias alternativas, novas formas de conectividade e o advento dos veículos autônomos induzem a indústria a pensar em novos conceitos de automóveis. Um dos principais focos do trabalho da Covestro hoje é o uso do policarbonato em veículos elétricos. Na Feiplastic, os visitantes poderão conferir um conjunto de baterias de alta densidade de energia, dissipadores de calor integrado, diversas opções de iluminação estética e uma grade com inserto iluminado.

Além disso, os participantes do evento poderão embarcar em uma experiência de realidade virtual a fim de conhecer o futuro da mobilidade – óculos de realidade virtual levarão os passageiros em uma jornada dentro de dois veículos autonômos até o ano de 2030.

Digitalização está em tudo

Não é só na experiência de realidade virtual que a Covestro mostra sua assinatura digital. O stand da Covestro na Feiplastic também trará aos visitantes a possibilidade de conhecer os materiais e suas aplicações por meio do aplicativo Sample Lab e os clientes poderão ter acesso aos novos canais digitais da empresa, com apoio da equipe local.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais poliméricos avançados e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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Aeronáutica utiliza impressora 3D da Stratasys na fabricação de modelos de laboratório de motores aeronáuticos hipersônicos

10/12/2018

Modelo de laboratório do motor scramjet instalado na seção de teste do túnel de vento hipersônico do IEAv (condição operacional testada: Número de Mach 7 na estratosfera terrestre)

Instituto de Estudos Avançados (IEAv) substituiu usinagem tradicional por manufatura aditiva (impressão 3D) para fabricar subsistemas de um motor scramjet

A Divisão de Aerotermodinâmica de Hipersônica (EAH) do Instituto de Estudos Avançados (IEAv), organização militar científico-tecnológica ligada ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) do Comando da Aeronáutica, começou a utilizar uma impressora 3D Fortus 900mc, da Stratasys, para fabricar modelos de laboratório de motores aeronáuticos hipersônicos, conhecidos como scramjet (abreviação de supersonic combustion ramjet). A impressão 3D dos modelos do motor já trouxe uma economia de RS$ 250 mil ao ano nos custos de fabricação.

“O IEAv decidiu apostar numa manufatura “híbrida” para desenvolver o motor, por meio da combinação de processos de usinagem convencional e de fabricação aditiva”, explica Israel Rêgo, Chefe da Subdivisão de Ensaios em Solo da Divisão de Aerotermodinâmica e Hipersônica do IEAv. O objetivo, afirma, é otimizar o ciclo de pesquisa e desenvolvimento, e também acelerar eventuais atualizações e adaptações, bem como reduzir os custos de manufatura.

“Em um primeiro momento, o motor scramjet poderá ser utilizado como estágio de propulsão aspirado de foguetes rumo ao espaço. Em um período de tempo maior, ele terá aplicações na propulsão de aeronaves civis ou militares hipervelozes”, diz Israel.

Atualmente, o Instituto utiliza a impressora 3D para produzir três subsistemas do motor scramjet para ensaios em túnel de vento hipersônico: i. O estágio de compressão que captura o ar atmosférico para o combustor; ii. O próprio combustor, dentro do qual ocorre a combustão supersônica, que estão sendo impressos em 3D, com o uso da resina Ulten 9085, de elevada resistência e durabilidade mecânica e térmica; e iii. A tubeira de aceleração dos produtos da reação de combustão, que está sendo impressa em 3D com a utilização do material PC-ABS, de resistência e durabilidade moderada.

Visão explodida do modelo de laboratório do motor scramjet, manufaturado via impressão 3D e usinagem convencional (processo “híbrido” de manufatura)

Já em 2019, o IEAv utilizará a manufatura aditiva para fabricar um modelo de engenharia do motor scramjet, funcional e em escala real. “É um antecessor do modelo utilizado para a qualificação de voo, o chamado protoflight. Sua impressão em 3D vai nos possibilitar rever planos de fabricação e montagem dos subsistemas do motor e validar a funcionalidade de suas partes móveis (bypass), de modo ágil e econômico”, diz Israel.

A impressora 3D Fortus 900mc foi importada pelo IEAv em dezembro de 2015, com o apoio da FINEP, e seu emprego na fabricação aditiva dos subsistemas do motor scramjet começou em fevereiro de 2016. “Ela foi escolhida porque, além das vantagens associadas à economia de tempo e redução de custos, possui o maior envelope de impressão disponível no mercado, o que satisfaz nossos requisitos de fabricação rápida de subsistemas do motor scramjet em escala real”, detalha Israel.

Ele conta que a ideia de utilizar a tecnologia de manufatura aditiva no IEAv surgiu em 2013, durante a Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura (FEIMAFE). “Ali, logo identificamos a grande vantagem competitiva da tecnologia de prototipagem 3D para nossa atividade de pesquisa e desenvolvimento aqui na EAH”, explica Israel. Dois anos depois, o Instituto, com apoio da FINEP, importou o equipamento a um custo de cerca de US$ 400 mil. “Desde então, economizamos os custos da usinagem convencional realizada por terceiros, serviço que foi substituído por nossa impressora 3D”.

O sucesso do trabalho com a impressora 3D Fortus 900mc levou o IEAv a apresentar o artigo “Preliminary Studies on Hypersonic Flows Over 3D Printed Models” durante o Fórum de Aeronáutica e Espaço, realizado pelo American Institute of Aeronautics and Astronautics (AIAA) em Orlando, Estados Unidos, em setembro deste ano. O objetivo da apresentação foi mostrar como o Laboratório de Aerotermodinâmica e Hipersônica do IEAv tem utilizado a tecnologia FDM para acelerar a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias hipersônicas. A equipe do IEAv apresentou processos de fabricação de sistemas hipersônicos com o uso da impressora 3D Fortus 900mc.

“A manufatura aditiva está revolucionando as indústrias aeronáutica e de defesa, e essa revolução já está no Brasil. Ficamos satisfeitos por nossa solução impulsionar e facilitar a pesquisa e o desenvolvimento de projetos avançados como este em território nacional, afirma Anderson Soares, Territory Manager da Stratasys no Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Stratasys

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Covestro inaugura sua nova sede para a América Latina

17/04/2018

A fabricante de materiais Covestro está de casa nova. Inaugurado no último dia 16 de abril, o novo prédio está localizado no bairro do Socorro, em São Paulo, e abriga a sede administrativa da empresa no Brasil – servindo de hub para América Latina –, além de dois laboratórios técnicos e de aplicação de produtos das áreas de Poliuretanos e Revestimentos, Adesivos e Especialidades.

A inauguração reforça o compromisso da empresa com o mercado brasileiro e também da América Latina nas indústrias-chave em que a Covestro atua, como a automotiva, construção, móveis e colchões.

“A nova sede da Covestro reflete os valores da companhia não só em sua estética, mas também no uso proposto para os espaços”, destaca Fernando d´Andrea, CEO Covestro Latam. “Com este novo espaço estamos mais que preparados para manter o padrão de excelência no atendimento e na oferta de produtos oferecidos a nossos clientes”.

O prédio é também um importante showroom das soluções desenvolvidas com os principais parceiros da empresa na região – no espaço foram utilizadas diversas tecnologias feitas a partir de materiais da Covestro. Por exemplo, 100% dos interruptores e tomadas instalados no prédio utilizam Makrolon®, policarbonato fabricado pela Covestro, e as pinturas de áreas horizontais de alto tráfego foram feitas com poliuretanos de base água da Covestro.

Com 14,1 bilhões de euros em vendas em 2017, a Covestro é um dos maiores produtores de polímeros do mundo. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para diversos segmentos tais como o automotivo, construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2017, empregava aproximadamente 16,2 mil pessoas.

Fonte: Covestro

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Covestro vende negócio de chapas de policarbonato na América do Norte para Plaskolite

24/03/2018

  • Outras unidades de negócio regionais da Covestro sob revisão para otimização do portfólio
  • Clientes norte-americanos poderão recorrer a uma única fonte para um portfólio abrangente de produtos de chapas plásticas transparentes

A Covestro, fabricante líder global de materiais, continua o processo de otimização do seu portfólio. Como parte dessa estratégia, a empresa pretende vender seu negócio global de chapas de policarbonato (PCS). As chapas de policarbonato tem alta durabilidade e são moldáveis livremente, sendo usadas em transporte público, sistemas de cobertura ou aplicações de sinalização.

Como primeiro passo, a unidade norte-americana de chapas de PCS da Covestro,  que gerou vendas de cerca de US $ 170 milhões em 2017, foi vendida para a Plaskolite LLC, maior fabricante de chapas de acrílico da América do Norte. O acordo será conduzido como um acordo de ativos, o que significa que, assim como a transferência de propriedade intelectual e ativos fixos dedicados, os funcionários da Covestro serão incorporados à Plaskolite. Como parte da transação, a Plaskolite está adquirindo a sede do negócio de chapas, plantas de produção e instalações de armazenamento da Covestro localizada em Sheffield, Massachussets (EUA) e manterá a instalação terceirizada de depósito para distribuição existente em Hebron, Ohio. As operações continuarão na instalação fabril atual. Com esta aquisição, a Plaskolite empregará 950 pessoas. As empresas concordaram com um preço de venda de várias dezenas de milhões de dólares. A conclusão do fechamento do negócio está prevista para 01 de agosto de 2018.

“Nós avaliamos e otimizamos continuamente nosso portfólio para garantir crescimento futuro e criação de valor. Durante esse processo, ficou claro que o nosso negócio de chapas não se encaixaria estrategicamente, no longo prazo, no nosso negócio de policarbonatos ”, disse o CEO da Covestro, Patrick Thomas. “Por isso, decidimos que a unidade de chapas pode se desenvolver e crescer melhor sob um novo proprietário e estamos felizes por ter encontrado na Plaskolite um excelente comprador para nossas operações nos EUA.”

Em relação às suas unidades de chapas de policarbonato na Europa, a Covestro abrirá em breve um processo de venda em separado e, no devido tempo, anunciará detalhes sobre suas unidades remanescentes na região Ásia-Pacífico.

A aquisição transformará a indústria de chapas plásticas norte-americana, através da combinação do líder em fabricação em acrílico com o líder na fabricação em policarbonato.

“Esta aquisição é transformadora para a Plaskolite e fortalece nossa posição de liderança no setor”, disse Mitchell Grindley, Presidente e CEO da Plaskolite. “Isso amplia nossa oferta e fortalece ainda mais nossas parcerias. A Plaskolite será o único fabricante a oferecer um portfólio completo de produtos de chapas transparentes, incluindo acrílico, policarbonato, PETG e ABS, o que é benéfíco para os nossos clientes, que agora podem usar uma única fonte para todas as suas necessidades de chapas. ”

Este será o segundo negócio que a Plaskolite adquire da Covestro. Em 2012, a Plaskolite comprou a linha norte-americana Vivak® de chapas de PETG da empresa.

O comunicado de hoje sucede o anúncio feito pela Plaskolite em 12 de fevereiro passado sobre a aquisição do Negócio de Chapas Acrílicas Fundidas Contínuas da Lucite International, Inc., que ampliou sua oferta de chapas de acrílico e viabilizou a entrada no negócio de chapas de spa e banho.

Fundada em 1950 em Columbus, Ohio, por Donald G. Dunn e sua família, a Plaskolite, LLC é a maior fabricante norte-americana de chapas termoplásticas transparentes. Os produtos personalizados da Plaskolite são utilizados em uma ampla variedade de aplicações, incluindo janelas, portas, iluminação, placas, displays de ponto de venda e produtos de banho. A Plaskolite atende a uma base diversificada de clientes, incluindo distribuidores, OEMs e varejistas. Em 2015, o Charlesbank Capital Partners tornou-se o primeiro investidor externo de equity capital na Plaskolite.

Com vendas de 14,1 bilhões de euros em 2017, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades de negócio estão focalizadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras. Os principais segmentos atendidos são os setores automotivo, de construção civil, processamento e móveis de madeira e os setores elétrico e eletrônico. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.200 pessoas. A sede corporativa da empresa fica em Leverkusen, na Alemanha.

Fontes: Covestro e Plaskolite

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Covestro mantém trajetória de crescimento rentável com ano recorde

20/02/2018

  • Vendas totais sobem 18,8% para 14,1 bilhões de euros
  • EBITDA cresce 70,6% para 3,4 bilhões de euros
  • Receita líquida mais que dobra para 2 bilhões de euros
  • Fluxo de caixa operacional livre recorde – 5 bilhões de euros até 2019
  • Dividendos propostos: 2,20 euros por ação
  • Previsão positiva para 2018

A fabricante de materiais Covestro teve um ano fiscal excepcional em 2017. Impulsionada pela alta demanda de plásticos de alto desempenho e por margens significativamente mais altas, a Covestro elevou as vendas totais em 18,8% para 14,1 bilhões de euros durante o último ano fiscal. A alta veio acompanhada de uma elevação no EBITDA do Grupo no ano todo de 70,6% para 3,4 bilhões de euros em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita líquida mais que dobrou, de 795 milhões para 2 bilhões de euros. Como fruto desses excelentes resultados, a Covestro pretende pagar dividendos aos seus acionistas no valor de 2,20 de euros por ação (contra 1,35 de euros no ano anterior).

“Alcançamos resultados impressionantes em 2017, superando significativamente nossas metas gerais”, afirma o CEO Patrick Thomas. “Em comparação com nosso primeiro ano como empresa independente, melhoramos visivelmente mais uma vez e demonstramos que nosso sucesso é sustentável. Há uma razão simples para isso: conseguimos desvendar ainda mais o potencial da Covestro. Agora estamos em posição fortalecida para acelerar ainda mais a geração de valor.”

No ano fiscal de 2017, a Covestro obteve resultados muito fortes: os volumes totais do Grupo subiram 3,4% sobre o período do ano anterior, em meio à utilização contínua de alta capacidade. O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) da Covestro atingiu novo recorde ao subir para 1,8 bilhão de euros, o equivalente a 34,8% de alta em comparação a 2016. O retorno sobre o capital empregado (ROCE) foi de 33,4%, muito mais alto, portanto, que no ano anterior (14,2%).

Com a forte evolução, a Covestro espera atingir um fluxo de caixa operacional livre acumulado de 5 bilhões de euros dentro de três anos. A estimativa anunciada em 2017 era de cinco anos. Devido à alta entrada de caixa, o Conselho de Administração da Covestro decidiu, em outubro de 2017, recomprar ações próprias no valor de até 1,5 bilhão de euros ou até 10% do capital social. A recompra de ações começou em novembro de 2017, conforme planejado. Além disso, a dívida financeira líquida caiu 1,216 milhões de euros para 283 milhões em 2017 (ano anterior: 1,499 milhões de euros).

Sustentabilidade como motor de crescimento

Para 2018, a Covestro tem expectativa de crescimento sólido nas principais indústrias consumidoras, incluindo a indústria automotiva, de móveis e de construção e ainda a elétrica e eletrônica. Nessas indústrias, a Covestro considera, em especial, a tendência social de maior sustentabilidade como motor de crescimento. “Em cada vez mais indústrias, cresce progressivamente a procura dos clientes por soluções sustentáveis – e é exatamente isso que oferecemos. Estamos extremamente bem posicionados para aproveitar o potencial de crescimento excepcional nesses segmentos, com foco no futuro”, destaca Patrick Thomas. Ele ainda menciona áreas de crescimento como e-mobility, construção eficiente em energia e lâmpadas LED de baixo consumo energético.

Nos próximos anos, a Covestro pretende aumentar significativamente seus investimentos para continuar aproveitando as vantagens deste crescimento esperado nas principais indústrias consumidoras. Esses investimentos incluem todos os segmentos e regiões e devem superar o nível de depreciação. Além disso, a Covestro continua preparada para aproveitar oportunidades de aquisições que fortaleçam seu portfólio e gerem valor.

Digitalização e sustentabilidade como elementos-chaves da estratégia

A Covestro sempre teve a sustentabilidade como elemento essencial da sua estratégia. Reforçando esse compromisso, a Covestro incorporou os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas (ONU) à sua estratégia. “A sustentabilidade é e continuará sendo um elemento-chave para a inovação”, explica o Dr. Markus Steilemann, Chief Commercial Officer e futuro CEO da Covestro. “Até 2025, pretendemos destinar 80% dos nossos investimentos em pesquisa e desenvolvimento a áreas que contribuam para os ODS.”

Steilemann vê a digitalização como outro motor da inovação: “Com nosso amplo programa, estamos aproveitando as oportunidades que a digitalização oferece, transformando-a em um foco central da nossa empresa. Como parte disso, estabeleceremos novos padrões de colaboração com nossos clientes.” Um exemplo disso é uma plataforma comercial digital que será lançada em breve e simplificará o acesso a produtos básicos, conectando os clientes com a Covestro e outros fornecedores. Até o final de 2019, a expectativa é que novos modelos de negócios digitais, como a plataforma comercial digital, gerem vendas acumuladas de até um bilhão de euros.

Tendência positiva deve se manter em 2018

Com base no crescimento estável previsto nas principais indústrias consumidoras e nos prognósticos econômicos atuais, a expectativa da Covestro é que sua evolução positiva se mantenha ao longo de 2018. A companhia prevê um crescimento de até meio dígito no volume total. A Covestro antecipa um fluxo de caixa operacional livre significativamente acima da média dos últimos três anos. Em 2018, a previsão é que o retorno sobre o capital empregado (ROCE) fique próximo do nível do ano anterior. Estima-se que o EBITDA se mantenha em patamar semelhante ao de 2017. Para o 1º trimestre de 2018, a Covestro prevê um EBITDA significativamente acima do nível do 1º trimestre de 2017.

Poliuretanos e Policarbonatos elevam rentabilidade

No segmento de Poliuretanos, a Covestro registrou volumes principais acima do ano anterior em todas as três regiões, com alta geral de 3,4%. Enquanto isso, o EBITDA cresceu 151,1% para 2,212 milhões de euros. Esse crescimento deveu-se, principalmente, às melhorias significativas nas margens nos grupos de produtos MDI e TDI. Além disso, o aumento no volume de vendas e os proventos da venda de uma casa de sistemas na América do Norte (39 mi €) e de um ressarcimento de seguro (35 mi €) também exerceram influência positiva. A decisão de continuar a produção em Tarragona, na Espanha, ainda ocasionou uma reversão de provisões (72 mi €).

Os volumes principais no segmento de Policarbonatos subiram 5%, também com contribuição das três regiões. O EBITDA do segmento cresceu 21,2% para 853 milhões de euros. A alta nos volumes principais e nos preços de venda teve efeito positivo sobre o lucro, enquanto as vendas foram impulsionadas principalmente pela demanda crescente nas indústrias automotiva, elétrica e eletrônica.

Em 2017 como um todo, os volumes principais no segmento Coatings, Adesivos e Especialidades praticamente não sofreram alterações (-0,3%), em meio a um ambiente competitivo desafiador. O EBITDA caiu 9,4% em relação ao número do ano anterior, para 453 milhões de euros. Em média, a elevação dos preços de venda não conseguiu compensar totalmente o aumento de custo das mercadorias vendidas.

Enquanto isso, foi iniciada a expansão da produção de dispersões de poliuretano em Dormagen (Alemanha) e Barcelona (Espanha) para atender à crescente demanda da indústria de revestimentos e adesivos. A Covestro também iniciou as operações de uma nova unidade de produção em Dormagen para filmes multicamadas de alta qualidade usados em cartões de segurança ou interiores automotivos.

4º trimestre de 2017 com novos resultados recordes

O 4º trimestre de 2017 foi o mais bem-sucedido na história da Covestro, que manteve o desempenho excepcional atingido ao longo do ano fiscal. As vendas totais do Grupo subiram 16,7% para 3,5 bilhões de euros no trimestre final, em comparação com o 4º trimestre de 2016, impulsionadas pela elevação nos preços e nos volumes de vendas. O EBITDA teve alta ainda mais acentuada de 390 milhões para 879 milhões de euros, atingindo mais do que o dobro do ano anterior. Com 566 milhões de euros, a receita líquida foi multiplicada várias vezes em relação ao 4º trimestre de 2016 (124 mi €). O fluxo de caixa operacional livre subiu 45,9% para 890 milhões de euros.

Com 14,1 bilhões de euros em vendas em 2017, a Covestro é um dos maiores produtores de polímeros do mundo. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2017, empregava aproximadamente 16,2 mil pessoas.

Fonte: Covestro

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Covestro registra trimestre recorde e anuncia recompra de ações

25/10/2017

  • Vendas totais sobem 16,9% para 3,5 bi de euros
  • Alta de 2,6% nos volumes totais sobre o trimestre do ano anterior
  • EBITDA cresce 50,2% para 862 mi de euros
  • Receita líquida aumenta 89,6% para 491 mi de euros
  • Fluxo de caixa operacional livre sobe 1,9% para 658 mi de euros
  • Anunciado 1 bi de euros em vendas via plataforma on-line
  • Recompra de ações em até 1,5 bi de euros de capital social

No terceiro trimestre de 2017, a fabricante de materiais Covestro apresentou o trimestre mais forte da história da empresa, mantendo a tendência positiva dos primeiros seis meses. Atingindo 491 milhões de euros, a receita líquida subiu 89,6% sobre o trimestre do ano anterior. Ao mesmo tempo, o EBITDA foi 50,2% mais alto e as vendas cresceram 16,9% sobre o mesmo período do último ano. Os volumes totais subiram 2,6%. O impulso nas vendas deu-se, principalmente, à elevação dos preços de venda, sobretudo no segmento de poliuretanos, com efeito positivo de 18,4%. O FOCF (fluxo de caixa operacional livre) atingiu 658 milhões de euros, com alta de 1,9% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Com base nesses resultados sólidos, a Covestro decidiu revisar seu objetivo anunciado de atingir um FOCF (fluxo de caixa operacional livre) acumulado de 5 bilhões de euros até o final de 2021. No entanto, a nível de grupo, a empresa reitera suas previsões para o ano todo de 2017.

O excelente desempenho pode ser atribuído à robusta demanda atual nos principais setores clientes da empresa e ao desempenho positivo nas margens, também principalmente no segmento de poliuretanos.

“Atualmente, estamos desfrutando de um tremendo impulso de crescimento e apresentando recordes de receita, rentabilidade e geração de caixa. Essa extraordinária geração de caixa nos oferece a oportunidade de retornar quantias significativas de dinheiro aos nossos acionistas antes do esperado, ao mesmo tempo que preservamos a capacidade de considerar as oportunidades de aquisição”, diz o CEO Patrick Thomas. “Por isso, decidimos iniciar imediatamente uma recompra de ações para até 1,5 bilhões de euros ou até 10% do capital social em circulação”.

“Estamos atualizando nossa estratégia para continuar aproveitando da oportunidade geracional que nosso atual impulso oferece. A digitalização será uma parte integral da nossa estratégia corporativa. Queremos oferecer aos clientes uma maneira mais simples e eficiente de comprar nossos produtos básicos. Atualmente estamos desenvolvendo a nova plataforma on-line, que, segundo nossas projeções, gerará cerca de um bilhão de euros em vendas já no fim de 2019”, explica o Dr. Markus Steilemann, membro do Conselho responsável por marketing, vendas e inovação.

Neste contexto, a Covestro identificou três dimensões da digitalização: processos digitais, experiência digital do cliente e novos modelos digitais de negócios.

Poliuretanos e policarbonatos altamente rentáveis

No terceiro trimestre, os volumes totais no segmento de poliuretanos cresceram 4,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O grupo de produtos TDI foi o que mais contribuiu para essa evolução. O EBITDA do segmento mais que dobrou a partir do mesmo trimestre do ano anterior, para 556 milhões de euros – um desenvolvimento que se deve, em grande parte, à elevação das margens como resultado de fornecimento e situação de demanda positivos em termos gerais. No processo de dobrar a capacidade de MDI na unidade de Brunsbüttel, no norte da Alemanha, para cerca de 400 mil toneladas métricas por ano até o fim de 2018, a empresa já realizou uma cerimônia para comemorar a conclusão da construção da estrutura básica na planta.

O segmento de policarbonatos registrou crescimento de 1,5% nos volumes totais em comparação ao trimestre do ano anterior. Como esperado, esse crescimento ficou no nível do segundo trimestre de 2017. O EBITDA do segmento apresentou melhora de 8,8% para 211 milhões de euros. A elevação das margens e o crescimento dos volumes vendidos tiveram efeito positivo. Nas indústrias-chave de clientes deste segmento, a Covestro trabalha de perto com designers para desenvolver os produtos do futuro. Para esse propósito, a companhia lançou em setembro uma plataforma on-line para design industrial, entre outros projetos.

Os volumes totais no segmento de Coatings, Adesivos e Especialidades caíram 5,0% em relação ao trimestre do ano anterior devido ao ambiente competitivo desafiador. Com 119 milhões de euros no segundo trimestre, o EBITDA ficou 12,5% abaixo do valor do ano anterior. O grupo vem desafiando limites para atualizar continuamente seu portfolio de produtos: recentemente, um carro movido a energia solar projetado por estudantes da Universidade RWTH de Aachen, Alemanha, participou do desafio World Solar Challenge, que percorre quase 3 mil quilômetros no deserto australiano, protegido por revestimentos da Covestro.

Primeiros nove meses de 2017 muito positivos

A Covestro demonstrou um desempenho excelente nos primeiros três trimestres de 2017. Os volumes totais cresceram 3,2% em relação ao período do ano anterior graças a uma demanda continuada e favorável. As vendas saltaram 19,5% para 10,6 bilhões de euros, e o EBITDA cresceu 57,4% para 2,6 bilhões de euros. O FOCF também teve aumento significativo de 23,8% para 1,2 bilhão de euros. Graças ao acordo de término de controle firmado com a Bayer AG em setembro, a Covestro deu mais um passo rumo à independência total.

Com vendas de 11,9 bilhões de euros em 2016, a Covestro (antiga Bayer MaterialScience) está entre os maiores fabricantes mundiais de polímeros. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e também as indústrias de esportes e lazer. A Covestro possui 30 sites de produção em todo o mundo e, no final de 2016, empregava cerca de 15.600 pessoas.

Fonte: Covestro

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Covestro divulga balanço anual recorde

20/02/2017
Conselho de Administração da Covestro

Conselho de Administração da Covestro

•Volumes totais cresceram 7,5% em relação ao ano anterior
• EBITDA ajustado subiu 22,7% para 2,0 bilhões de euros
• Forte crescimento no Fluxo de Caixa Operacional Livre
• Lucro líquido mais que dobrou
• Dividendo proposto de 1,35 euro por ação
• Cenário confiante para 2017

2016 foi um ano recorde para a fabricante de polímeros Covestro. Impulsionados pela demanda por materiais inovadores, os volumes totais do Grupo cresceram 7,5%. Com maior capacidade de utilização em suas plantas ao redor do mundo, o EBITDA ajustado subiu 22,7% para 2,0 bilhões de euros, um crescimento frente 2015. O lucro líquido mais que dobrou, de 343 milhões de euros para 795 milhões de euros. Com base nisso, a Covestro espera pagar a seus acionistas um dividendo de 1,35 euro por ação.

“Nossa estratégia está dando resultado. Estes excelentes números destacam a força fundamental da Covestro”, explica o CEO Patrick Thomas. “A crescente demanda por nossos produtos inovadores e sustentáveis mostra que estamos conseguindo substituir os materiais tradicionais por plásticos de qualidade superior”.

O Fluxo de Caixa Operacional Livre cresceu 41,8%, atingindo 1,4 bilhão de euros. A Covestro também melhorou sua rentabilidade: o retorno sobre capital empregado (ROCE) atingiu 14,2%, excedendo significativamente o ano anterior. Em contraste, as vendas do Grupo Covestro caíram 1,5%, alcançando 11,9 bilhões de euros como resultado de menores preços de vendas e efeitos financeiros.

Capacidade de produção otimizada e crescente demanda

Em 2016, o crescimento dos volumes totais superou o PIB global de forma significativa, enfatizando, portanto, o forte posicionamento estratégico da Covestro com relação a importantes tendências nas principais indústrias de clientes atendidos. A companhia foi capaz de aumentar consistentemente os volumes de vendas e otimizar ainda mais a utilização de suas capacidades de produção já existentes.

A Covestro também deu início à expansão de sua capacidade em regiões de grande crescimento a fim de atender à crescente demanda. Isso acontece particularmente no mercado da Ásia, onde a empresa deu início a uma operação para a produção de matérias-primas para revestimentos (HDI) e duplicou sua capacidade para policarbonatos.

Na Europa, a plataforma de produção está sendo também otimizada. A expansão da capacidade de produção do MDI, o precursor da espuma rígida, no site de Brunsbüttel (Alemanha) foi iniciada em junho. A capacidade será duplicada para 400 mil toneladas métricas por ano até 2018. Além disso, a Covestro provou, em 2016, que o CO2 pode ser usado como uma matéria-prima para produtos disponíveis no mercado: no ano passado, em Dormagen (Alemanha), a empresa colocou em funcionamento a primeira planta industrial do mundo a usar o CO2 como matéria-prima para componentes de espuma flexível.

Maior flexibilidade financeira

A Covestro pagou todos os empréstimos pendentes da Bayer no ano fiscal passado. Em março, a companhia fez a primeira emissão no valor total de 1,5 bilhão de euros como parte de um programa de emissão de títulos, facilitando os fundos para a quitação total dos empréstimos. Ao final de 2016, a dívida financeira líquida era de 1,5 bilhão de euros, cerca de 700 milhões de euros abaixo do nível do ano anterior.

“O programa de emissão nos dá maior flexibilidade financeira”, pontua o CFO Frank H. Lutz. “Junto com nosso fluxo de caixa positivo, agora temos fundos suficientes para financiarmos investimentos de forma independente”.

Forte demanda para Poliuretanos e Policarbonatos

Em 2016, o segmento de Poliuretanos da Covestro atingiu um crescimento de volume total de 7,7%, na comparação com o ano anterior, motivado por um forte crescimento em todos os grupos de produtos, particularmente no MDI, assim como o aumento de 41,2% no EDITDA ajustado, alcançando 881 milhões de euros. A demanda foi impulsionada por indústrias-chave como os setores automotivo e de construção. Em outubro, devido a uma parada de produção não planejada em um fornecedor, a Covestro se viu forçada a operar os sites europeus de MDI e TDI em capacidade reduzida e, portanto, declarou força maior. A situação foi revertida no final do ano.

O crescimento de volume total em Policarbonatos foi de 10,3%, na comparação com 2016. Mais uma vez os volumes de vendas cresceram de forma acentuada, particularmente nas regiões APAC e NAFTA. O EBITDA ajustado subiu 25,7%, atingindo 704 milhões de euros no segmento. A demanda da indústria eletroeletrônica foi um dos principais fatores de crescimento.

No segmento de Coatings, Adesivos e Especialidades (CAS), os volumes totais permaneceram estáveis, apesar da já prevista rescisão contratual de operações comerciais. O EBITDA ajustado subiu 1,8% para 500 milhões de euros. A redução no preço das matérias-primas teve um efeito positivo no resultado. Além disso, a tendência por produtos de maior qualidade também aumentou a demanda por produtos do CAS.

Maior rentabilidade no Q4 de 2016

O bem sucedido desempenho da Covestro continuou no quarto trimestre de 2016. De outubro a dezembro, os volumes totais subiram 4,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Graças ao aumento nos preços de vendas, as vendas do Grupo subiram 7,8%, alcançando 3 bilhões de euros. O EBITDA ajustado cresceu 52,3% para 390 milhões de euros. O lucro líquido de 124 milhões de euros também ficou bem acima do quarto trimestre de 2015 (-84 milhões de euros). O Fluxo de Caixa Operacional Livre subiu 3,6%, atingindo 407 milhões de euros.

Crescimento rentável previsto

Em 2017, a Covestro continuará trabalhando para desenvolver materiais inovadores, em linha com a visão da companhia: ‘Fazer do mundo um lugar melhor’. “Com nosso claro foco em um crescimento sustentável em linha com as macrotendências globais, nós estabelecemos uma forte posição para lucrar com a evolução do mercado no longo prazo. Encaramos 2017 com muita confiança”, declara Patrick Thomas.

Como uma empresa global com operações em estreita proximidade com seus clientes regionais, a Covestro também se considera bem posicionada em um mercado marcado por incertezas geopolíticas e volatilidade econômica. Baseada nas atuais previsões econômicas globais e nas perspectivas das indústrias que atende, a Covestro espera um desempenho sólido em relação aos indicadores-chave em 2017. A companhia antecipa um aumento percentual de um dígito (baixo a médio) no crescimento do volume total do Grupo. A Covestro projeta Fluxo de Caixa Operacional Livre levemente acima da média dos últimos três anos e um ROCE um pouco maior que o nível de 2016.

Com vendas de 11,9 bilhões de euros em 2016, a Covestro está entre os maiores fabricantes mundiais de polímeros. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e também as indústrias de esportes e lazer. A Covestro possui 30 sites de produção em todo o mundo e, no final de 2016, empregava cerca de 15.600 pessoas.

Fonte: Covestro

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Covestro mantém fortes resultados no terceiro trimestre

27/10/2016
  • Volumes totais aumentaram 9,1% com relação ao ano anterior
  • EBITDA ajustado subiu para 21,9% atingindo 574 milhões de euros 
  • Lucro líquido cresceu 61,9% para 259 milhões de euros
  • Fluxo de caixa operacional livre mais do que dobrou
  • Previsão para o ano de 2016 é novamente elevada

covestroA fabricante de materiais Covestro manteve sua bem-sucedida tendência de crescimento no terceiro trimestre de 2016 com um alto fluxo de caixa operacional livre e fortes ganhos. O EBITDA ajustado aumentou significativamente para 21, 9% face ao ano anterior atingindo 574 milhões de euros, motivado principalmente por volumes maiores combinados com margens maiores. Os volumes totais do Grupo (em quilotoneladas) cresceram 9.1% com relação ao mesmoperíodo do ano anterior.

“Nós mantivemos a tendência positiva da primeira metade do ano neste terceiro trimestre e nos beneficiamos da forte demanda por nossos produtos”, afirmou Patrick Thomas, CEO da Covestro. “O crescimento no EBITDA e o fluxo de caixa operacional livre foram particularmente saudáveis e, portanto, estamos elevando novamente nosso forecast para o ano de 2016.”

A empresa continua a esperar um aumento percentual de médio a elevado de um dígito no crescimento do volume total. Agora, a Covestro prevê um fluxo de caixa operacional livre acima do nível do ano anterior (anteriormente: no nível do ano anterior). A empresa também prevê um ROCE significativamente acima dos números do ano anterior (anteriormente: acima do último ano).

Vendas estáveis e mais que o dobro de fluxo de caixa operacional livre

As vendas do grupo chegaram a 3,0 bilhões de euros no terceiro trimestre, semelhante ao trimestre do ano anterior. Após uma queda nos dois primeiros trimestres, as vendas subiram principalmente como resultado dos elevados volumes totais de vendas que aumentaram 6,3%. Os Poliuretanos e Policarbonatos, particularmente, representaram volumes significativamente mais elevados. Ao mesmo tempo, os dois segmentos novamente viram os preços de vendas diminuírem à custa dos menores preços das matérias-primas, o que empurrou as vendas para baixo. Os efeitos da moeda também tiveram um impacto levemente negativo.

Em 259 milhões de euros, o lucro líquido no terceiro trimestre confirmou a tendência do H1 e registrou um aumento significativo de 61,9% na comparação com o período do ano anterior. O fluxo de caixa operacional livre desenvolveu-se particularmente de maneira positiva, crescendo 157,4% e atingindo 646 milhões de euros. O aumento se dá principalmente devido a um fluxo de caixa melhorado nas atividades operacionais, bem como uma redução das saídas de caixa para adições em propriedade, planta, equipamentos e ativos intangíveis.

Crescimento em todos os segmentos – EBITDA significativamente maior em Poliuretanos

Os volumes totais do segmento de Poliuretanos subiram novamente 9,0% – na comparação com o ano anterior – no terceiro trimestre. Todos os grupos de produtos contribuíram para este aumento, principalmente o diisocianato difenilmetano (MDI). Volumes de vendas maiores e margens melhoradas aumentaram o EBITDA ajustado em 50,3% para 263 milhões de euros.

O segmento de Policarbonatos novamente registrou forte crescimento de 11,6% nos volumes totais em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. A região APAC, em particular, registrou volumes de vendas muito maiores. O EBITDA ajustado do segmento subiu 13,5% para 194 milhões de euros, sustentado por volumes de vendas mais elevados.

Os volumes totais no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades cresceram 3,5% em comparação com o período do ano anterior. O crescimento se deu apesar do encerramento contratual antecipado de atividades comerciais. Em 136 milhões de euros, o EBITDA ajustado ficou praticamente inalterado no terceiro trimestre. Os preços de vendas menores foram compensados por maiores volumes de vendas e a queda no preço das matérias-primas teve um efeito positivo.

Nove meses positivos – melhores volumes de vendas e maior rentabilidade

No geral, o Grupo apresentou um desempenho muito positivo nos nove primeiros meses de 2016. Seus volumes totais cresceram 8,4% com relação ao ano anterior. Isto se dá principalmente aos aumentos nos segmentos de Policarbonatos e Poliuretanos, que registraram fortes taxas de crescimento de 9,6% e 9,4%.

O EBITDA ajustado subiu 17,3% para 1,6 bilhão de euros. As vendas diminuíram 4,3% para 8,9 bilhões de euros nos primeiros noves meses, principalmente devido a uma diminuição de 8,1% nos preços gerais de vendas. Os preços médios de vendas diminuíram na comparação, principalmente no segmento de Poliuretanos. As movimentações da taxa de câmbio também tiveram um efeito levemente negativo.

Em 671 milhões de euros, o lucro líquido do Grupo Covestro subiu significativamente 57,1% com relação ao do ano anterior. O fluxo de caixa operacional livre também melhorou, subindo 68,1% para 960 milhões de euros com relação ao Grupo.

Com vendas de EUR 12,1 bilhões em 2015, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. Suas principais atividades incluem a produção de polímeros tecnológicos e o desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos empregados em diversas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção civil e a indústria de esporte e lazer. A Covestro, antiga Bayer MaterialScience, possui 30 unidades fabris em todo o mundo e, no final de 2015, empregava aproximadamente 15.800 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Covestro desenvolve grade de Policarbonato para iluminação energeticamente eficiente

18/03/2016

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  • Nova geração de elementos de resfriamento para LEDs
  • Benefícios do novo material vão da excelente condutividade térmica à versatilidade e liberdade em design, afirma Covestro

O LED é a iluminação do futuro e seu uso está cada vez mais amplo. Por esta razão, e também por conta de seu quase ilimitado potencial de aplicações, a Covestro está dando suporte a essa tecnologia energeticamente eficiente com uma série de soluções em material.

Os LEDs são muito mais eficientes do que as lâmpadas incandescentes. Mesmo assim, eles ainda emitem parte de sua energia na forma de calor. Este calor precisa ser dissipado por meio de elementos de resfriamento para garantir uma alto rendimento em iluminação e uma longa vida útil da lâmpada.

Para esta aplicação, a Covestro lançou um policarbonato especial, o Makrolon® TC8030 (TC significa “termicamente condutor”, em inglês), que possui uma alta condutividade térmica de 20 W/m*K. “Quando comparado ao alumínio normalmente usado, este plástico oferece tanto condutividade térmica como uma grande liberdade de design”, explica Axel Wetzchewald, responsável de marketing para aplicações de LED da Covestro.

Colaboração com parceiros finlandeses

Para explorar ainda mais as possibilidades técnicas do Makrolon® TC8030, a Covestro estabeleceu uma projeto de colaboração com a Universidade de Ciências Aplicadas Karelia (UAS) e e com a Vesuto Oy,  especialistas finlandeses em moldagem por injeção.

O objetivo inicial deste projeto era utilizar o novo grade de plástico para criar elementos de resfriamento para luminárias LED que possam ser fabricadas através de moldagem por injeção. Estes então foram comparados com elementos produzidos à base de outros polímeros. Os resultados mostram que o material de policarbonato dissipa de forma muito efetiva o calor gerado pelos LEDs nas placas de circuito feitas para o teste.

“O Makrolon® TC8030 tem uma condutividade térmica comparável ao alumínio”, explica o gerente do projeto, Dr. Kari Mönkkönen, da Universidade Karelia. “Entretanto, o plástico é mais leve e oferece maior liberdade de design, o que o torna perfeito para soluções de iluminação em LED”, acrescenta Nikolai Ylimys, membro do projeto e designer da universidade.

Veikko Viitanen, diretor da Vesuto Oy, está confiante de que o policarbonato termicamente condutor vai abrir as portas para uma nova geração de elementos de resfriamento, pois “apesar da sua alta viscosidade, o material é fácil de se processar com um alto nível de qualidade através da moldagem por injeção.”

Fonte: Covestro – Assessoria de Imprensa

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Covestro desenvolve lentes de policarbonato resistentes ao impacto para proteção ocular

08/02/2016

Covestro-lentesCom qualidade ótica e liberdade de design, as lentes podem ajudar a diminuir lesões oculares

A Covestro, uma das principais fabricantes mundiais de polímeros e conhecida anteriormente como-Bayer MaterialScience, desenvolveu lentes extremamente resistentes ao impacto feitas de policarbonato.

As lentes, que passaram com sucesso por testes com projéteis de 45 gramas de aço sólido – disparadas a uma velocidade de 45 até 120 metros por segundo -, tem como objetivo proteger a região ocular dos trabalhadores e, consequentemente, diminuir as possibilidades de acidentes em rotina de trabalhos como queda ou objetos voadores, faíscas, lascas de metal, pequenos pedaços de madeira, pregos ou contato com substâncias nocivas.

As lesões oculares no local de trabalho são um risco ocupacional grave e podem ter consequências significativas tanto para o trabalhador quanto para o empregador. Somente nos Estados Unidos, a cada dia, mais de 2 mil trabalhadores sofrem lesões oculares e necessitam de tratamento médico. Estima-se que o custo com este tipo de lesão (incluindo tempo de produção perdido, despesas médicas e compensação do trabalhador) atinja mais de US$ 300 milhões por ano.

As lentes feitas com Makrolon 3207 são leves e transparentes como vidro, satisfazendo assim às restritas exigências da MCR Safety, um fornecedor americano de equipamentos de proteção individual que já produz óculos de segurança e protetores faciais certificados de acordo com a norma americana ANSI Z871.1. A MCR Safety desenvolveu suas novas lentes de segurança primariamente para atender às exigentes normas de produtos de segurança asiáticas, onde as lentes são produzidas.

Outra vantagem do produto é a liberdade de design, facilmente adaptado a qualquer tipo de armação. Segundo Paul Lin, representante da área de Policarbonato da Covestro em Taiwan, “as lentes são mais finas, o que oferece mais conforto ao usuário final, e o que barateia os custos de produção”.

Com vendas de 11,8 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Suas atividades estão focadas na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em diversas áreas. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. A Covestro, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, possui 30 sites de produção ao redor do mundo e empregava cerca de 15.700 colaboradores até o final de setembro de 2015.

Fonte: Covestro

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Covestro mantém apoio ao projeto de volta ao mundo do avião movido à energia solar

27/11/2015
Richard Northcote (CSO da Covestro, meio), Bertrand Piccard, Iniciador, Chairman e Piloto do Solar Impulse (esquerda) e André Borschberg, Co-Fundador, CEO e Piloto do projeto (direita).

Richard Northcote (CSO da Covestro, meio), Bertrand Piccard, Iniciador, Chairman e Piloto do Solar Impulse (esquerda) e André Borschberg, Co-Fundador, CEO e Piloto do projeto (direita).

  • Acordo de patrocínio estendido até o final de 2018
  • Fabricante de polímeros também apoia a iniciativa “Future is Clean”

A Covestro, uma das principais fabricantes mundiais de polímeros, anunciou hoje a extensão do patrocínio ao projeto Solar Impulse; o avião deve completar a jornada ao redor do mundo em 2016.

A Covestro, antiga Bayer MaterialScience, tem sido parceira do Solar Impulse desde 2010 e também é parceira técnica oficial do projeto. A empresa foi responsável pelo projeto e construção do cockpit Si2 que utiliza avançados sistemas de poliuretano e policarbonato, reduzindo significativamente o peso do avião e garantindo proteção ao piloto.

“Para nossos colaboradores e clientes, o projeto Solar Impulse tornou-se um símbolo da inovação da Covestro assim como da nossa capacidade de fornecer uma série de soluções inovadoras”, afirma Patrick Thomas, CEO da Covestro. “Estamos felizes em manter o apoio a esta jornada inspiradora, pois ela simboliza nossos valores corporativos – Curiosidade, Coragem e Colorido”.

Compromisso com a sustentabilidade

“A sustentabilidade está no centro da nossa estratégica de negócios”, explica Richard Northcote, Chief Sustainability Officer da Covestro. “O compromisso com o Solar Impulse inclui o nosso papel como um dos principais patrocinadoras da jornada no trecho de voo que cruza a América, que será reiniciado em 2016. Conforme mais consumidores buscarem produtos eficientes do ponto de vista de energia e os governos começarem a implementar os objetivos do Pacto de Desenvolvimento Sustentável da ONU, este projeto terá um grande papel ao mostrar ao mundo como a tecnologia existente hoje pode contribuir para alcançar o que muitos consideravam impossível”.

As tecnologias desenvolvidas para o projeto já são utilizadas em vários produtos dos setores automotivo e de refrigeração. Além disso, os revestimentos usados no avião também estão sendo usados em muitos outros setores industriais.

Cooperação entre as equipes da Covestro e do Solar Impulse

Bertrand Piccard, criador, presidente e piloto do projeto Solar Impulse, comenta: “Graças ao adiamento em nossa aventura, a Covestro poderá voar conosco e demonstrar sua essencial contribuição ao Solar Impulse. Todos os parceiros do projeto compartilham a nossa visão de um futuro mais limpo e o envolvimento contínuo do Patrick Thomas e do time Covestro confirmam o compromisso da empresa a fim de alcançar este objetivo”.

Andre Borschberg, co-fundador, CEO e piloto do projeto, acrescentou: “Nós valorizamos a ajuda técnica, o compromisso e o espírito inovador da Covestro desde 2010 e queremos trabalhar ainda mais em parceria nos próximos três anos”. “Por experiência própria eu digo que o cockpit projetado pela Covestro para o Si2 fornece conforto para voarmos e trabalharmos. Queremos voltar para dentro do cockpit para o próximo trecho da viagem em 2016”, complementa.

A Covestro também apoia a iniciativa “Future is Clean”, parte do projeto Solar Impulse, que reúne apoio global para o uso da chamada energia limpa, seguindo a ratificação dos objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e antecipando a Conferência sobre Mudança Climática da ONU (COP21), agora em dezembro.

Com vendas de 11,8 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. A Covestro, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, possui 30 sites de produção ao redor do mundo e emprega cerca de 15.700 colaboradores (até o final de setembro de 2015).

Fonte e foto: Covestro

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Covestro confirma previsão de aumento da lucratividade para o ano de 2015

17/11/2015

 

covestro

  • Aumento substancial no EBITDA ajustado esperado em 2015
  • Fluxo de caixa operacional livre no rumo de um novo recorde
  • Terceiro trimestre forte: lucro líquido aproximadamente 62% maior que o ano anterior

Após um terceiro trimestre bem-sucedido, a fabricante de polímeros Covestro recebe a confirmação do que esperava para todo o exercício de 2015. A empresa, que recentemente abriu o capital na bolsa de valores, prevê um aumento substancial na lucratividade em 2015. O fluxo de caixa operacional livre ruma para um novo recorde e o lucro líquido do terceiro trimestre melhorou aproximadamente 62%.

“2015 deve ser um ano muito bom para a Covestro”, afirmou o CEO Patrick Thomas. “Estamos demonstrando, acima de tudo, nossa capacidade de gerar receitas e nossa força financeira. É uma satisfação que os três segmentos e, especialmente os policarbonatos, possam participar do desenvolvimento positivo”.

Previsão de aumento considerável dos rendimentos

A Covestro prevê um aumento considerável no EBITDA ajustado em 2015, de 1,16 bilhão de euros acima do ano anterior. Este aumento foi favorecido sobretudo por uma situação de oferta e procura mais vantajosa. A empresa está presumindo um aumento no EBITDA ajustado do quarto trimestre em relação ao ano passado.

Em 2015, a Covestro espera que as vendas aumentem levemente (como divulgado) em relação ao valor do ano anterior de 11,76 bilhões de euros. Está previsto um aumento percentual de um dígito no crescimento geral de volume.

A Covestro também espera obter um novo recorde de fluxo de caixa operacional livre no ano corrente. Esse indicador constitui a base para a política de dividendos sustentáveis planejada pela empresa e permaneceu em 302 de euros milhões em 2014.

A Covestro está planejando reduzir a dívida financeira líquida, incluindo as obrigações com verbas rescisórias, para até 4 bilhões de euros.

Maiores rendimentos de segmentos esperados

No segmento de poliuretanos, está previsto um leve crescimento no volume geral em 2015. Está previsto que o EBITDA ajustado ultrapassará o valor do ano passado de 592 milhões de euros. Os poliuretanos são espumas de alto desempenho utilizadas, por exemplo, em bancos de automóveis, móveis estofados e materiais isolantes de prédios e aparelhos refrigerados.

A Covestro prevê um aumento percentual médio de um dígito no crescimento geral do volume no segmento de policarbonatos em 2015. Espera-se que o EBITDA ajustado seja mais que o triplo do valor do ano passado de 160 milhões de euros. O policarbonato é um plástico de alto desempenho utilizado em áreas chaves como os setores automotivo e de eletrônica.

No segmento de coberturas, adesivos e produtos especiais, a empresa planeja aumentar o EBITDA ajustado em relação ao valor do ano passado de 437 milhões de euros. Este segmento desenvolve e manufatura matérias-primas para coberturas, adesivos e materiais de vedação, além de produtos especiais para uso com artigos têxteis, cosméticos, médicos e esportivos.

Terceiro trimestre lucrativo

A Covestro já publicou aumentos no EBITDA ajustado em todos os três segmentos no terceiro trimestre de 2015. Com o pano de fundo de uma situação de oferta e procura mais favorável, esse valor aumentou quase 45% de forma geral ante o ano anterior, chegando a 471 milhões de euros. O lucro líquido aumentou aproximadamente 62% para 160 milhões de euros.

Por outro lado, o declínio nos preços de venda causou uma redução nas vendas da Covestro de 1,4% no terceiro trimestre, chegando a 3,02 bilhões de euros. No entanto, o crescimento no volume geral permaneceu estável. O fluxo de caixa operacional livre aumentou quase 13% ante o ano anterior, chegando a 251 milhões de euros.

Com vendas de 11,8 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Suas atividades estão focadas na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em diversas áreas. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. A Covestro, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, possui 30 sites de produção ao redor do mundo e emprega cerca de 15.700 colaboradores (até o final de setembro de 2015).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Covestro melhora resultado operacional no terceiro trimestre de 2015

29/10/2015

covestro

  • EBITDA ajustado do trimestre aumenta 44,5%, para EUR 471 milhões
  • Lucro impulsionado pela situação de oferta e demanda
  • Vendas caem 1,4% para EUR 3 bilhões
  • Volumes estáveis com declínio dos preços de venda

O fabricante de materiais Covestro melhorou substancialmente seu resultado operacional no terceiro trimestre de 2015, informou a empresa. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o EBITDA ajustado aumentou 44,5%, para EUR 471 milhões. Uma das principais razões foi a queda significativa dos preços de matérias-primas, que no contexto de uma situação mais favorável de oferta e demanda, mais do que compensou a queda nos preços de venda. Efeitos cambiais de cerca de EUR 70 milhões também contribuíram de forma positiva para esse aumento nos ganhos.

“Nossos primeiros resultados como uma empresa independente mostram que nosso negócio permanece no caminho certo”, conta o CEO da Covestro, Patrick Thomas. “O terceiro trimestre salienta mais uma vez o nosso bom desempenho e, particularmente, nossa possibilidade de ganhos”.

O EBIT também aumentou significativamente para EUR 287 milhões, um aumento de 64% em relação ao terceiro trimestre do ano anterior. Refletidos aqui estão os itens especiais de menos EUR 18 milhões (T3 2014: menos EUR 2 milhões), compreendendo as despesas para a consolidação de unidades de produção, bem como as despesas e receitas da cisão parcial e da flutuação do mercado de ações da Covestro. O EBIT ajustado aumentou 72,3%, para EUR 305 milhões, no terceiro trimestre de 2015.

Volumes estáveis

As vendas da Covestro no terceiro trimestre de 2015 caíram 1,4%, em relação ao mesmo período de 2014, para EUR 3.020 milhões. Embora os volumes tenham sido globalmente estáveis em relação ao mesmo período do ano anterior, os preços de venda caíram em todos os três segmentos de operação, especialmente o de Poliuretanos, que desenvolve, fabrica e comercializa matérias-primas para espumas. No entanto, efeitos cambiais positivos em grande parte compensaram esses preços mais baixos.

As vendas do segmento de Poliuretanos recuaram 8,5% no terceiro trimestre de 2015, em relação ao mesmo período de 2014, para EUR 1.512 milhões. Isso resultou principalmente de preços de venda muito menores para os três grupos de produtos (tolueno di-isocianato (TDI), difenilmetileno di-isocianato (MDI) e polióis poliéteres), devido principalmente à queda dos preços globais das matérias-primas que foram em grande parte repassados aos clientes. No entanto, os preços de venda mais baixos foram compensados, em parte, pelos efeitos cambiais positivos.

Crescimento em Policarbonatos

O segmento de Policarbonatos aumentou as vendas em 13%, para EUR 819 milhões, no terceiro trimestre de 2015. Esse crescimento deveu-se a uma tendência positiva de aumento de volumes vendidos, embora os preços de vendas para plásticos de alto desempenho tenham caído um pouco. Os efeitos cambiais positivos também contribuíram para aumentar as vendas.

As vendas nos segmentos de Revestimentos, Adesivos e Especialidades cresceu 2,6%, para EUR 519 milhões. Os efeitos cambiais compensaram a ligeira queda dos volumes e preços de vendas em relação ao mesmo período do ano passado.

Crescimento das vendas nos primeiros nove meses

Nos primeiros nove meses de 2015, as vendas da Covestro cresceram 5.7%, para EUR 9.284 milhões. Os volumes cresceram em todos os segmentos. Os efeitos cambiais proporcionaram um impulso adicional, que, em geral, mais do que compensou a queda dos preços de venda, especialmente em Poliuretanos e Policarbonatos.

Em comparação com o ano anterior, o EBITDA ajustado para os três primeiros trimestre de 2015 melhorou substancialmente em 45,6%, para 1.385 bilhões de Euros. Os preços consideravelmente menores das matérias primas e volumes maiores mais do que compensaram o declínio nos preços de venda. Efeitos de variação cambial tiveram um impacto positivos de aproximadamente 200 milhões de euros. O EBIT aumentou EM 55,4% , em uma base de comparação anual, para 760 milhões de euros.

Despesas com pesquisa e desenvolvimento na Covestro aumentaram 18,2% nos primeiros nove meses do ano, para EUR 188 milhões (9M 2014: EUR 159 milhões), incluindo EUR 63 milhões no terceiro trimestre (T3 2014: EUR 48 milhões). A empresa também investiu EUR 62 milhões adicionais nos primeiros nove meses de 2015 (9M 2014: EUR 56 milhões) em projetos de desenvolvimento conjunto com clientes, incluindo EUR 21 milhões no terceiro trimestre de 2015 (T3 2014: EUR 19 milhões).

A Covestro publicará um relatório completo para o terceiro trimestre, incluindo uma previsão para o ano inteiro, em 12 de novembro de 2015.

Com 11,8 bilhões em vendas em 2014, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades comerciais se concentram na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos utilizados em muitas áreas da vida diária. Os principais setores atendidos são os setores automotivo, elétrico e eletrônico, construção e esporte e lazer.  A Covestro, antiga Bayer MaterialScience, possui 30 unidades de produção ao redor do mundo e, até o final de setembro de 2015, empregava aproximadamente 15.700 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Polymaker e Covestro desenvolvem conjuntamente uma nova linha materiais para impressão 3-D à base de policarbonato

21/09/2015

A Polymaker se associou à Covestro para fornecer materiais aperfeiçoados para impressão 3D destinados a engenheiros, designers e amantes da nova tecnologia.

Policarbonato para impressão 3D oferece melhor resistência térmica do que quase qualquer outro material atualmente disponível no mercado

Policarbonato para impressão 3D oferece melhor resistência térmica do que quase qualquer outro material atualmente disponível no mercado

A Polymaker, um produtor de filamentos de alta qualidade para impressoras desktop 3D lançou uma nova linha de materiais à base de policarbonato especificamente projetados para impressoras 3D baseadas em extrusão.

Os dois primeiros membros desta nova família de materiais são o Polymaker PC-Plus ™ e o PC-Max ™, que foram formulados e projetados para tornar o policarbonato disponível para impressoras desktop 3D padrão, baseadas em extrusão.  Segundo a Polymaker, eles conseguiram isso baixando as temperaturas de impressão da faixa de 300 a 320 ºC para um intervalo mais moderado (250-270 ºC)  e melhorando significativamente a resistência ao empenamento. O PC-Max ™ oferece adicionalmente propriedades mecânicas avançadas – tenacidade, em particular – tornando-o adequado para aplicações exigentes mecanicamente, afirma a Polymaker.

A introdução da linha de policarbonatos Polymaker PC é o resultado de uma parceria da Polymaker com a Covestro, anteriormente denominada Bayer MaterialScience. A Covestro, que forneceu as resinas-base de policarbonato para a linha Polymaker PC, tem uma ótima reputação como fornecedora mundial de materiais poliméricos de alta tecnologia, inovadores, sustentáveis e diversificados. Os cientistas de materiais da Polymaker trabalham em estreita colaboração com a equipe da Covestro (www.covestro.com) para melhorar a formulação do filamento de policarbonato 3D para dotá-lo de propriedades inéditas e funcionalidades para impressão 3D.

“A experiência, o portfólio de produtos e a liderança da Covestro serão de valor inestimável para a nossa missão de fornecer à indústria os melhores materiais com o desempenho, confiabilidade e segurança que irão inspirar os nossos clientes e expandir nosso portfólio de produtos”, disse o Dr. Xiaofan Luo, CEO de Polymaker.

Repercutindo esse entusiasmo,  Tim Efthimiady, vice-presidente sênior da Unidade de Negócios de Policarbonato de Covestro disse: “Nós vemos a integração dos nossos materiais poliméricos de alta tecnologia no campo da impressão 3D como um meio para orientar soluções de nova geração em design e produção. Estamos muito animados para trabalhar com a Polymaker à medida em que entramos nesta indústria florescente. ”

Segundo a Polymaker, algumas das vantagens-chave da sua nova linha de Policarbonatos, em comparação com materiais de impressão 3D já existentes, são:

  • Resistência ao Calor: Ao contrário de projetos feitos com materiais de PLA ou ABS, aqueles feitos com o Polymaker PC irão suportar temperaturas de mais de 100 ° C. Isso os torna ideais para a iluminação, engenharia e praticamente qualquer dispositivo ou produto que requeira boa estabilidade estrutural quando exposto ao calor.
  • Excelentes propriedades mecânicas: sendo um dos plásticos de engenharia mais usados no mundo, o policarbonato tem uma excelente reputação em termos de propriedades mecânicas. A linha Polymaker PC herda essas qualidades ao mesmo tempo em que é totalmente compatível com a impressão desktop 3D. Peças feitas com a linha Polymaker PC mostram uma resistência mecânica melhorada sob quase todos os diferentes modos de deformação, afirma a Polymaker. O PC-Max fornece ainda ótimas resistência ao impacto e tenacidade.
  • Capacidades pós-processamento: A linha Polymaker PC pode ser facilmente pós- processado por lixamento, revestimento ou outros métodos para atender às necessidades funcionais dos usuários.

Propriedades funcionais adicionais incluem retardância intrínseca à chama, claridade ótica e resistência a produtos químicos e solventes, afirma a Polymaker, que continuará a desenvolver novos materiais funcionais de impressão 3D baseados em Policarbonato.

“O Policarbonato tem propriedades que o tornam muito desejável para a comunidade de impressão 3D como um todo e a linha Polymaker PC torna-o ainda melhor para designers criativos e engenheiros em todas as fases do processo de produção”, acrescentou o Dr. Luo. “As suas excelentes propriedades funcionais e de engenharia abrem portas para novos projetos e aplicações que não eram possíveis anteriormente para aqueles que possuíam impressoras desktop 3D.”

“Estamos ansiosos para trabalhar com toda a comunidade de impressão 3D – fabricantes de impressoras,  desenvolvedores de software, designers e produtores – no desenvolvimento adicional da linha Polymaker PC”, comentou Aaron Jennings, gerente de marketing e comunicações da Polymaker. “Queremos ajudar os usuários de impressão 3D a atingirem seus objetivos e abrir novas possibilidades para a impressão 3D.”

O Polymaker PC-Plus ™ estará disponível em outubro no site da Polymaker (www.polymaker.com) e através da rede de distribuidores da empresa em todo o mundo. O Polymaker PC-Max ™ estará disponível antes do final deste ano.

Sobre a Polymaker:  Com sede em Xangai, a Polymaker fornece materiais para a indústria de impressão 3D. Atualmente,  também tem escritórios globais nos EUA, Holanda e Japão.

Sobre a Covestro (anteriormente Bayer Material Science): Com um faturamento de 11,7 bilhões de euros em 2014, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. Suas atividades de negócios estão focalizadas na fabricação de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos utilizados em muitas áreas da vida diária. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de lazer e esportes. No final de 2014, a Covestro tinha 30 sites de produção e empregava aproximadamente 14.200 pessoas em todo o mundo. a Covestro é uma empresa do Grupo Bayer.

Fonte: Polymaker

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Bayer MaterialScience muda de nome e passa a se chamar Covestro

03/09/2015
  • Fabricante de materiais tem nova identidade
  • Covestro inicia suas operações e agora é legalmente e economicamente independente
  • Entrada no mercado de capitais é esperada para meados de 2016

covestroUma das principais fabricantes de polímeros do mundo tem uma nova identidade. A partir de 1º de Setembro de 2015, a Bayer MaterialScience passa a operar sob o nome Covestro (pronuncia-se Covéstro). A companhia hoje é legalmente e economicamente independente, mas continuará sendo uma subsidiária 100% da Bayer AG. A Bayer pretende conduzir a entrada da Covestro no mercado de capitais até meados de 2016 a fim de concentrar-se exclusivamente em seus negócios de ciências da vida.

“A independência nos permitirá reunir nossas forças para enfrentar a competição global de forma mais rápida, efetiva e flexível”, afirma o CEO da Covestro, Patrick Thomas.

“Fazer do mundo um lugar melhor”

A Covestro possui uma nova e colorida logo. Sua visão também é nova: “Fazer do mundo um lugar melhor”. “Nós cumprimos essa visão inspirando a inovação e conduzindo o crescimento por meio de tecnologias e produtos rentáveis que beneficiam a sociedade e reduzem os impactos ambientais”, explica Thomas.

A Covestro fornece produtos para indústrias-chave em todo mundo, tais como os setores automotivo, de construção e eletrônico, bem como as indústrias de esportes, moveleira e têxtil. Com seus produtos e soluções em aplicações, a companhia ajuda a solucionar os maiores desafios do nosso tempo, da mudança climática à escassez de recursos, mobilidade e urbanização ao crescimento populacional e mudanças demográficas.

Produtos versáteis para indústrias-chave

Os produtos da Covestro incluem matérias-primas para a espuma premium de poliuretano que, em sua forma flexível, é usada em móveis, colchões e assentos automotivos; em sua forma rígida, ela é usada no isolamento de prédios e em equipamentos de refrigeração.

A companhia também produz policarbonatos de alta performance, que são materiais muito versáteis para componentes automotivos, estruturas para coberturas, dispositivos médicos e muito mais. O portfolio da Covestro ainda é composto por especialidades químicas, incluindo matérias-primas para revestimentos, adesivos e filmes.

A Covestro é administrada por um Conselho formado por quatro membros. Os membros do Conselho de Administração, presidido pelo CEO Patrick Thomas, também incluem Frank H. Lutz (Diretor Financeiro e de Relações Trabalhistas), Dr. Klaus Schaefer (Produção e Tecnologia) e o Dr. Markus Steilemann (Inovação).

Sobre a Covestro: Com vendas de 11,7 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Suas atividades estão focadas na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em diversas áreas. O grupo Covestro possui 30 sites de produção ao redor do mundo e até o final de 2014 empregava cerca de 14.200 colaboradores. A Covestro é uma empresa do Grupo Bayer.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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