Archive for the ‘Reciclagem’ Category

DSM irá introduzir grades alternativos de origem biológica ou reciclada para todo o seu portfólio de plásticos de engenharia

18/11/2019

A Royal DSM, multinacional do setor químico, de nutrição e produtos de saúde com sede na Holanda, anunciou durante a Feira K em Düsseldorf, em Outubro passado, que seu negócio de plásticos de engenharia oferecerá até 2030 uma gama completa de materiais de base biológica ou reciclada como alternativa para o seu portfólio de plásticos de engenharia atualmente existente. Dessa forma, a DSM Engineering Plastics está dando o próximo passo em sua jornada de sustentabilidade, alinhada com a sua estratégia orientada por desempenho e objetivos, viabilizando uma economia circular e baseada em biomateriais.

Para atender à crescente demanda legislativa e dos consumidores por práticas de vida sustentáveis e produtos mais circulares, os fabricantes estão cada vez mais integrando biomateriais e materiais reciclados em seus projetos. Ao oferecer um portfólio completo de alternativas que contêm pelo menos 25% em peso de conteúdo reciclado e / ou de base biológica no produto final até 2030, a DSM Engineering Plastics está permitindo que seus clientes atendam a essas demandas e façam escolhas mais sustentáveis.

Em particular, o portfólio de alternativas sustentáveis ​​alavancará uma caixa de ferramentas de diferentes tecnologias e abordagens, tais como fermentação, reciclagem mecânica e mensuração por balanço de massa * de matérias-primas de base biológica e / ou recicladas quimicamente.

Como uma etapa imediata, a DSM Engineering Plastics está lançando grades de base biológica de seu portfólio de produtos Arnitel® e Stanyl®, fabricados por meio de uma abordagem de balanço de massa de matéria-prima de base biológica. Os grades de base biológica Stanyl® já estão disponíveis com a certificação de sustentabilidade ISCC Plus, reconhecida mundialmente. Joost d´Hooghe (foto, à esquerda), vice-presidente de poliamidas da DSM Engineering Plastics, disse: “Nossas alternativas de base biológica Arnitel® e Stanyl® oferecerão o mesmo desempenho funcional do nosso portfólio convencional. Isso permitirá que nossos clientes mudem facilmente para uma solução mais sustentável sem precisar requalificar os materiais. ”

Shruti Singhal (foto, à direita), presidente da DSM Engineering Plastics acrescentou: “Temos um longo histórico de fornecer provas tangíveis de nosso compromisso com a sustentabilidade. Estou muito orgulhoso de que a DSM esteja liderando nossa indústria, ao dar o próximo passo ambicioso de introduzir mais e mais alternativas baseadas em origem biológica e reciclada em nosso portfólio existente. Juntamente com nossos clientes, fornecedores e parceiros, estamos prontos para impulsionar nosso setor, aproveitar as oportunidades sustentáveis ​​à frente e cumprir nosso objetivo de criar uma vida melhor para todos! ”

* A mensuração por balanço de massa é uma abordagem bem conhecida que foi projetada para rastrear o fluxo de materiais através de uma cadeia de valor complexa. A abordagem do balanço de massa fornece um conjunto de regras sobre como alocar o conteúdo de base biológica e / ou reciclado para diferentes produtos para permitir a reivindicação do conteúdo como ‘biobaseado’ ou ‘reciclado’. Fonte: Fundação Ellen MacArthur (White Paper de Balanço de Massa) https://www.ellenmacarthurfoundation.org/assets/downloads/Mass-Balance-White-Paper.pdf

A DSM e suas empresas associadas geram vendas líquidas anuais de cerca de € 10 bilhões, com aproximadamente 23.000 funcionários. A empresa foi fundada em 1902

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Eastman colabora com a NB Coatings para oferecer plástico automotivo sustentável

18/11/2019

A fornecedora global de materiais plásticos Eastman anunciou o estabelecimento de colaboração com a NB Coatings, líder em tintas para plásticos para fabricantes de equipamentos automotivos. A colaboração visa criar uma nova solução para superfícies interiores pintadas de classe A com o bioplástico de engenharia Trēva (polímero da familia dos CAPs – propionatos acetato de celulose). Segundo a Eastman, o material oferece uma opção viável para empresas interessadas em criar produtos sustentáveis ​​e econômicos.

A Eastman produz Trēva  com conteúdo misto de base biológica e reciclado. Quando pintada com sistemas de pintura NB Coatings, o material pode atender aos exigentes requisitos de superfície Classe A, conforme especificado pelos OEMs.

“O Trēva fornece uma alternativa sustentável de base biológica ao policarbonato, ao ABS e ao PC-ABS para aplicações em interiores automotivos, em uma posição de custo neutro”, disse Chris Scarazzo, líder do segmento de mercado automotivo da Eastman. “As inovações de material da Eastman correspondem ao que os OEMs precisam para desenvolver peças duradouras com materiais sustentáveis ​​e os ajuda a atingir suas metas de conteúdo sustentável e substituição de plástico à base de petróleo”.

Oriundo de florestas gerenciadas de maneira sustentável, o Trēva possui de 42 a 46% de conteúdo de base biológica certificado pelo programa BioPreferred® do USDA, afirma a Eastman.

Para continuar reduzindo o desperdício e maximizando recursos, o bioplástico também se beneficia da tecnologia de renovação do carbono da Eastman, processo de reciclagem proprietária da empresa, que recicla resíduos de plástico tipicamente enviados para aterros sanitários ou encontrados como lixo nos cursos de água. Segundo a Eastman, a sua tecnologia de reciclagem química aproveita os resíduos de plásticos que seriam enviados para aterros e os converte em componentes moleculares simples, que são reintroduzidos na produção de uma variedade de produtos Eastman, incluindo o Trēva, sem comprometer o desempenho.

A Eastman afirma que o Trēva à base de celulose apresenta alto desempenho e impacto ambiental reduzido em aplicações automotivas. De acordo com a empresa, o Trēva exibe propriedades óticas e de birrefringência, fornece alta transparência e resistência superior e é adequado para aplicações como lentes HMI (interface homem-máquina). A fabricante afirma que o material também suporta os desafios dos interiores automotivos, incluindo altas temperaturas, umidade, UV, arranhões/estragos e requisitos gerais de durabilidade, além de possuir baixas emissões de COV (VOC, em inglês), o que é crítico para peças internas. Sua facilidade de processamento e suas características fluxo permitem boa estabilidade dimensional e design com paredes finas para menor uso de material e menor peso, garante o fornecedor do material.

“Como fornecedora de revestimentos ambientalmente consciente, a NB Coatings está animada em anunciar essa novidade em pintura, em colaboração com a Eastman”, disse Jesse Fritcher, vice-presidente técnico da NB Coatings. “Nossos testes com o Trēva consideraram a adesão de nossas tecnologias de revestimento comparável, se não mais fácil, ao dos tipos tradicionais de PC-ABS atualmente em uso, o que fornece novas opções sustentáveis ​​para os engenheiros de design automotivo”.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados que produz uma ampla gama de produtos para atrativos mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia alcançou, em 2018, aproximadamente, 10 bilhões de dólares em receitas e está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

A NB Coatings, Inc. (NBCi), antiga Bee Chemical, foi fundada em 1945 e adquirida pela Nippon Paint (USA) Inc. em 2006 da Rohm & Haas. A NBCi é líder em revestimentos automotivos para plásticos na América do Norte. A Nippon Paint é o quarto maior fabricante de tintas e revestimentos do mundo, com receita global superior a US$ 8 bilhões.

Fonte: Eastman

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O Boticário desenvolve processo de reciclagem para tampas de perfumaria feitas com ionômero da Dow

09/11/2019

Com o processo, as tampas produzidas com Surlyn pós consumo, que antes não completavam o ciclo de reciclagem, transformam-se em novas tampas, voltando ao consumidor

O Boticário desenvolveu um processo inédito na América Latina para a reciclagem de tampas de perfumaria produzidas com Surlyn, ionômero fabricado pela Dow. Por ter uma grande complexidade, essa matéria-prima, apesar de ser reciclável em outras categorias, não vinha sendo viável no setor de cosméticos. Agora, as tampas podem ser recolhidas depois do consumo, separadas por cooperativas de reciclagem e, por fim, retornadas ao consumidor em novos produtos — dentro do processo de Logística Reversa.

O Surlyn é a resina utilizada em tampas de perfumaria. Segundo a Dow, sua maior propriedade comercial é a transparência, que confere aspecto premium às embalagens, além da versatilidade de design e alta resistência química. Segundo dados da Euromonitor International, o mercado de beleza e cuidados pessoais teve uma alta de 1,53%. Na categoria de perfumaria, a Abihpec destaca o pulo de 8,1% nas vendas dos fabricantes em 2018 e estima que, para 2019, o crescimento em vendas seja de 4,1%, a R$ 50,43 bilhões.

Por isso, o Grupo Boticário e todas as marcas que abrange – O Boticário; Eudora; quem disse, berenice?; The Beauty Box; Multi B e Vult, que têm o meio ambiente como um dos seus principais pilares, entendeu a importância de olhar para esse novo mercado e criar essa solução. Além de permitir o retorno sustentável das embalagens que vêm dos consumidores (PCR – pós consumo), o novo processo de reciclagem também reaproveita os rejeitos de Surlyn que são descartados em processos industriais (PIR – pós industrial).

“O desenvolvimento dessa tecnologia, que por meio da reciclagem inovadora proposta pelo Grupo Boticário causa pouco impacto na coloração das novas tampas, faz com que esses materiais (pós consumo e industriais) tornem-se novas peças para as perfumarias comercializadas pelo Grupo”, afirma Eduardo Fonseca, Diretor de Assuntos Institucionais do Grupo Boticário.

Segundo a empresa, o Boti Recicla é o maior programa de logística reversa do país, permitindo que consumidores retornem suas embalagens nos mais de 4 mil pontos de venda espalhados pelo Brasil e é a primeira etapa para a consolidação desse novo processo.

“A partir daí, inicia-se a participação das cooperativas, que separam as tampas recolhidas dos consumidores e ganham também um novo mercado, já que esses itens passam agora a ter um valor comercial e criam novas demandas. O terceiro passo é encaminhar todo esse material para a empresa de reciclagem Wise. É nessa etapa que o material descartado entra no processo de recuperação, através da lavagem, moagem e extrusão, dando origem aos pellets do Surlyn reciclado”, explica Alexandre Bouza, Head do Boticário.

Por fim, o material é encaminhado para a Aptar, empresa produtora das bombas e tampas dos produtos do Grupo Boticário, que passa a utilizar a resina reciclada em sua produção que será posteriormente direcionada para os consumidores.

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos, unidade de negócios do Grupo Boticário. Inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), a marca tem a maior rede franqueada de cosméticos do país com mais de 3.700 pontos de venda, em 1.750 cidades brasileiras, e mais de 900 franqueados. Presente em 15 países, há mais de 40 anos desenvolve novos produtos e conta com um portfólio com mais de 850 itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais. O programa de logística reversa da marca, o Boti Recicla, é um dos maiores do país em pontos de coleta – em todas as lojas os consumidores podem devolver as embalagens vazias, que são encaminhadas para a reciclagem correta. A sua fábrica de cosméticos de Camaçari (BA) é a primeira do segmento a receber o certificado LEED de construção sustentável no Brasil.

A Dow está presente no Brasil desde 1956. A companhia reúne atualmente cerca de 2.700 funcionários em suas 11 instalações, incluindo 9 unidades de produção em Aratu (BA), Breu Branco (PA), Campinas (SP), Guarujá (SP), Jacareí (SP), Jundiaí (SP), Palmyra (PA), Santa Vitória (MG) e Santos Dumont (MG), atendendo a clientes nos mercados de embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor.  A Dow opera 18 complexos de manufatura em 4 países da América Latina e entregou vendas líquidas pro forma de US $ 4,9 bilhões em 2018. Ao redor do mundo, a Companhia opera 113 fábricas em 31 países e emprega aproximadamente 37.000 funcionários. A Dow teve vendas pro forma de aproximadamente US$ 50 bilhões em 2018.

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Stadler inaugura nova sede global na Alemanha

09/11/2019

A Stadler, líder de mercado no projeto e montagem de plantas de triagem para o setor de reciclagem e eliminação de resíduos, abriu uma nova sede global na Alemanha no dia 18 de outubro, em uma cerimônia de entrega de chaves. Em um evento de inauguração com a presença de VIP’s e executivos seniores da empresa, o Sr. Willi Stadler, CEO do Grupo Stadler, abriu as portas para um edifício moderno de cinco andares, com espaço para acomodar o crescimento recente e futuro da empresa.

O novo edifício mantém a Stadler na cidade de Altshausen, no estado alemão de Baden-Württemberg, onde a empresa está localizada há 228 anos. A sede foi construída em três fases, a partir de novembro de 2013, com um custo total de € 30 milhões. Com uma área útil de 680 metros quadrados, as instalações contêm 3.400 metros quadrados de escritórios, com espaços de trabalho para 100 pessoas (e previsões para mais), seis salas de reuniões e um auditório.

Por atuar no ramo da eliminação de resíduos e da economia circular emergente, a Stadler valoriza a preservação do meio ambiente, e o novo edifício reflete isso. Para aquecimento, resfriamento e iluminação, existe um sistema fotovoltaico com eficiência energética e recuperação de calor da planta de pintura a pó da empresa. A luz do dia e o calor naturais fluem para o edifício através do uso de vidro e de um átrio central, sendo a temperatura ambiente mantida o ano todo com sistemas de teto com aquecimento e resfriamento com eficiência energética.

Os discursos foram feitos na cerimônia de abertura pelo Sr. Stadler; pelo Sr. Patrick Bauser, prefeito de Altshausen; e pelo Sr. Franz-Josef, Gerente de Construção da Georg Reisch GmbH & Co KG, e responsável pela construção da sede. Os 100 participantes do evento incluíram políticos e empresários regionais e locais, parceiros de negócios da Stadler e chefes de departamento da empresa..

O Sr. Stadler comentou: “Estamos muito orgulhosos da nossa nova sede de última geração. Nosso investimento considerável neste edifício ajudará nosso negócio a crescer e a operar ainda mais eficientemente e ajudará a garantir que a Stadler seja um local agradável para trabalhar. Este é um dia importante em nossa história – um dia para refletir até onde chegamos como empresa e até onde ainda podemos ir, à medida que a necessidade de reciclagem de nosso planeta e uma economia circular se tornam cada vez mais urgentes”.

A cerimônia formal de inauguração foi seguida no sábado, 19 de outubro, pelo Dia da Família na nova sede. Isso deu a mais de 600 convidados dos funcionários e colaboradores da Stadler a oportunidade de visitar as instalações e desfrutar de hospitalidade informal, música ao vivo e uma ampla gama de atividades para crianças.

Embora a sede da Stadler esteja na Alemanha, o negócio é de natureza global. A Stadler já montou mais de 350 plantas de triagem e instalou mais de 3.000 máquinas de triagem em todo o mundo,.

Fundada em 1791, a Stadler é uma empresa familiar que se dedica ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço personalizado, desde o projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras de transporte, tambores de triagem e removedores de rótulos. A empresa também é pode fornecer estruturas de aço e armários elétricos para as plantas que instala.

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O Mercado de Exportação de Resíduos Plásticos Globais pode ser retomado ?

31/10/2019

(Artigo de autoria da Tomra Sorting Recycling*)

Com a introdução de proibições de importação de plástico em todo o Sudeste Asiático, o mercado global de exportação desacelerou enormemente nos últimos 12 meses

Países como a China, Tailândia, Malásia e Índia restringiram a importação de plásticos e outros resíduos, deixando os países exportadores em uma situação bem difícil. Essas proibições não apenas levaram o mercado de exportações a diminuir significativamente, mas também causaram o acúmulo de resíduos plásticos em países que normalmente exportariam esses materiais, já que eles ainda não têm a infraestrutura necessária para lidar com os resíduos internamente.

No entanto, uma nova legislação que está sendo apresentada por governos e legisladores pode ajudar a retomar o mercado exportador por meio de leis de conteúdo reciclado.

A situação exportadora causada pela ‘China National Sword’

Sem a possibilidade de exportar resíduos plásticos, alguns países enfrentam uma crise de lixo doméstico, com lixo literalmente acumulando do lado de fora dos centros de tratamento e reciclagem – alguns especialistas acreditam que no ano passado, a ‘China National Sword’ causou uma “crise global de resíduos plásticos”. Embora a China ainda aceite algumas formas de sucata, os limites de pureza são tão altos que a maioria dos exportadores está vendo como uma proibição generalizada.

E são esses exportadores que estão sentindo a tensão para gerenciar plásticos e outros resíduos. Por exemplo, no Japão – um dos maiores exportadores para a China antes da restrição da National Sword – os resíduos plásticos estão se tornando um problema, já que a infraestrutura do país e as incineradoras não conseguem lidar com o grande volume de resíduos.

Nos EUA, mais e mais empresas estão se tornando dependentes do envio de resíduos para aterros devido às proibições de exportação. De acordo com os números mais recentes, 30% menos de sucata de plástico foi exportada nos primeiros seis meses de 2018, em comparação com o ano anterior, com a maioria dos plásticos de menor qualidade entrando no aterro. Os países da UE também exportaram menos, reduzindo de mais de 3 milhões de toneladas a cada 6 meses, para pouco mais de 2 milhões.

Essas proibições deveria forçar governos e legisladores dos países exportadores a melhorar e inovar a infraestrutura de reciclagem, no entanto, em algumas circunstâncias, deu um passo para trás.

Uma nova abordagem nas exportações

Juntamente com as proibições de exportação, governos globais tomaram medidas para controlar a exportação de resíduos para garantir que ainda haja espaço para o mercado existir. Na 14ª reunião da Conferência das Partes da Convenção da Basileia, em maio de 2019, 186 países concordaram em estabelecer novas restrições para o controle da exportação de resíduos plásticos. A Convenção de Basileia atua como o órgão regulador do comércio de resíduos perigosos e regula como é descartado.

Uma ideia originalmente proposta pelos representantes noruegueses em setembro de 2018, uma nova emenda às leis atuais classifica resíduos de plástico misturados incluídos na ‘lista de âmbar’ de materiais residuais, bem como adicionando o material à lista para ‘consideração especial’ como parte do Anexo II da Convenção.

Através desta emenda, os países exportadores terão que obter o consentimento e permissão das nações importadoras de resíduos para enviar resíduos para eles. Isso, por sua vez, obriga os exportadores a ter uma maior qualidade e pureza de resíduos plásticos, dando aos importadores um recurso de melhor qualidade e valor. Uma Parceria sobre Resíduos Plásticos também foi estabelecida para reunir uma série de partes interessadas para auxiliar na implementação dessas restrições.

Com efeito, a última emenda da Convenção da Basileia apoia o motivo pelo qual muitos países importadores proibiram e restringiram os resíduos para começar. Ao receber uma maior qualidade e pureza do plástico, ele pode ser eficientemente reciclado ou reutilizado, comparado a plásticos contaminados ou de baixa pureza – mas isso pressiona novamente as nações exportadoras a usarem plástico com um nível de material reciclado suficientemente alto para serem reutilizadas.

Retomar a exportação por meio de leis de conteúdo reciclado

Existe uma maneira pela qual os exportadores podem atender aos padrões estabelecidos pela Convenção da Basileia e pelos países importadores. Através da implementação de leis de conteúdo reciclado, em que o nível de resíduos plásticos seria de maior pureza, o mercado exportador pode atender às restrições estabelecidas pelos importadores.

O objetivo das leis de conteúdo reciclado é ter uma abordagem mais circular aos plásticos, garantindo que o material esteja em um padrão suficientemente bom para ser reutilizado, em vez de desperdiçado, mantendo assim o nível de conteúdo reciclado alto. Ao adotar este método obrigatório para os plásticos, ele permite o movimento contínuo do plástico através dos mercados e ajuda a revitalizar o mercado de exportação em declínio – não será mais um caso de transporte de resíduos de sucata, mas um material de qualidade que tenha valor.

Juntamente com as ambiciosas metas de reciclagem estabelecidas por governos e legisladores, o passo para adotar as leis de conteúdo reciclado é fundamental para uma economia circular sustentável – e que pode contar com o mercado exportador.

Esforços já estão sendo feitos em escala global para introduzir um maior nível de conteúdo reciclado com resíduos de plástico. Na Austrália, as leis compulsórias em torno da embalagem serão introduzidas até 2025, onde 100% do material tem que ser reutilizável, compostável ou reciclável – apesar desses esforços, o governo australiano está sendo criticado por não se mover rapidamente o suficiente sobre esta questão.

Diversos estados nos EUA já possuem leis de conteúdo reciclado em operação para a criação de novos produtos e embalagens. Na Califórnia, foi submetido um novo mandato de conteúdo reciclado que exigiria 75 por cento de plástico reciclado pós-consumo para ser usado em recipientes de bebidas após 2030. O projeto de lei proposto funcionaria em fases, começando com 25% de conteúdo reciclado até 2025, nada menos que 50% até 2030 e trabalhando até 75% após 2030.

A União Européia introduziu legislação onde haverá um mínimo de conteúdo reciclado para garrafas PET de 25% até 2025 e 30% até 2030. Uma coalizão de 34 empresas, instituições de caridade e associações comerciais também pediu que o órgão regulador da Europa avance mais quanto a introdução de leis mais rígidas de conteúdo reciclado. Em outros lugares da Europa, a Alemanha está estabelecida, enquanto a França também está comprometida com o design ecológico de embalagens, para torná-las reutilizáveis, recicláveis ou 100% compostáveis até 2025.

Quanto à Alemanha, a nova Lei de Embalagem da Alemanha (Germany Packaging Act – GPA) entrou em vigor em 1 de janeiro de 2019, substituindo a Portaria de Embalagem de 1998. De acordo com a nova lei, produtores e distribuidores agora têm que participar de um sistema de descarte e reciclagem em conformidade com os regulamentos de coleta e reciclagem de embalagens. Com o objetivo de reduzir o descarte e promover a reciclagem, a lei visa metas de reciclagem de até 90% em 2022.

As ambições dos órgãos governamentais de aderir à legislação de conteúdo reciclado são evidentes, no entanto, os esforços precisam ser focados na implementação para garantir que seja um sucesso. Através de leis internas eficientes de conteúdo reciclado, os países exportadores podem mais uma vez olhar para fora para a indústria global de resíduos, já que o plástico que eles não precisam mais terá qualidade e pureza suficientes para ser aceito pelos países importadores.

Um futuro sustentável

Para um futuro sustentável, uma nova abordagem deve ser dada ao manuseio e gerenciamento de resíduos. Para atender às restrições impostas por governos e legisladores sobre a exportação de resíduos, as leis de conteúdo reciclado permitirão uma maior qualidade de plástico para os países importadores e nos ajudarão a criar uma economia mais circular.

(*) Sobre a Tomra Sorting Recycling

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para classificar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

Tomra na K2019 – Visões sobre a Economia Circular, Pequenos Flakes e Big Data

03/10/2019

A Tomra Sorting Recycling estará na Feira K 2019 (Hall 11 / F17) apresentando sua posição pioneira na economia circular, incluindo equipamentos de triagem como o recém-lançado Innosort Flake e mostrando também uma visão sobre uma inovação quanto a Inteligência Artificial.

Nas últimas décadas, os recursos naturais foram explorados de forma pouco prudente para atender à demanda da civilização humana por matéria prima virgem, levando os recursos a se tornarem escassos e sofrerem uma pressão sem precedentes. Particularmente, o plástico encontra-se no momento sob o foco, com o seu uso sendo questionado. Segundo dados da Tomra, atualmente, cerca de 40% das embalagens plásticas são dispostas em aterros, 32% acabam poluindo a natureza e 8 milhões de toneladas de plástico são arrastadas para os oceanos, o que representa uma perda anual entre 80 e 120 bilhões de dólares em materiais. Rever a maneira como os recursos são obtidos, usados e reutilizados é a principal forma de se superar a barreira da disponibilidade limitada de recursos naturais.

Da sua posição no campo da reciclagem e separação, a Tomra propõe o afastamento dos modelos de economias lineares e o alinhamento a modelos de reaproveitamento que correspondem a economias circulares verdadeiras. Diferentemente da economia linear atualmente dominante, em que os produtos são fabricados e descartados após o consumo, a economia circular visa a recuperação de materiais, que são trazidos de volta à cadeia de suprimentos com eficiência, a fim de serem transformados em novos produtos. Uma vez consumidos, os produtos não são descartados, mas coletados por sistemas de depósito, coleta seletiva ou recuperados em plantas de triagem de Resíduos Domésticos – MRFs, que selecionam diversos materiais para o subsequente processo de reciclagem.

Seguindo esse conceito, os recursos são mantidos em ciclo, visando preservar a qualidade de virgens e extrair o máximo do valor do produto – assim, agregando valor ao resíduo.

Com a economia circular sendo um tópico de considerável debate no setor, abordagens sistemicas já estão sendo discutidas para estimular a mudança. A nova legislação exigindo o aumento nos índices de reciclagem, a atração pelo mercado e os consumidores demandando produtos mais sustentáveis são elementos favoráveis para permitir transformar a teoria em prática. Soluções adicionais são criadas para promover a coleta de plásticos, para interromper perdas, para implantar uma infraestrutura de sistemas de depósito, bem como de fabricação de produtos projetados para serem regenerativos e restauradores.

Essas são soluções e processos ideais que só podem ser alcançados com a participação de todos os atores envolvidos na campanha por um meio ambiente saudável e uma economia sustentável e próspera.

A Tomra, sendo uma das principais partes interessadas e uma impulsionadora ativa dessa campanha, promove a economia circular por meio de sistemas avançados de coleta e seleção que otimizam a recuperação de recursos e minimizam os resíduos. Suas soluções de triagem baseadas em sensores, como Autorsort, Autosort Flake e Innosort Flake, são soluções já estabelecidas que potencializam o processo de seleção e reprocessamento na cadeia de valor do plástico.

Volker Rehrmann, vice-presidente executivo da Tomra Reciclagem & Mineração e chefe da economia circular da Tomra, afirma claramente: “Continuar usando nossos recursos de maneira insustentável e ineficiente não pode mais ser uma opção. Na Tomra, levamos esse problema global a sério e desenvolvemos continuamente novas soluções de triagem. Na Feira K deste ano, daremos uma compreensão da economia circular e do papel que a Tomra e seus produtos desempenham”.

Selecionando os pequenos

A Tomra exibirá na Feira K o Innosort Flake, um exemplo de solução em purificação no processo de reciclagem. Desde o seu lançamento no PRS Europe, em Amsterdã, em abril de 2019, ele se mostrou uma solução para classificação dupla em instalações de reciclagem de PET, purificando Flakes de plástico de 2 a 12 mm por critério de cor e simultaneamente por tipos de polímeros. Assim, segundo a Tomra, grandes proporções de contaminantes podem ser removidas e a potencial perda de material de Flakes de PET é significativamente reduzida.

De acordo com a Tomra, o Innosort Flake é uma solução completa, com resolução ultra-alta e configuração especializada de sensores, oferecendo desempenho com resultados muito bons e flexibilidade escalável.

Selecionando de forma inteligente

Além de fornecer máquinas de triagem de ponta, a Tomra também desenvolve soluções inovadoras, para promover o avanço do processo de triagem.

Considerando as possibilidades atuais de coletar e gerenciar grande volume de dados, e com a inteligência artificial se aprimorando, a Tomra prossegue com o desenvolvimento de um software de deep learning para a seleção baseada em sensores.

Como um subconjunto de aprendizado de máquina e inteligência artificial, o software de deep learning está em posição de aprender individualmente a partir de uma quantidade considerável de dados coletados, igualando ou até superando os resultados de seleção alcançados por humanos e máquinas comuns, afirma a Tomra. Com a combinação de modelos de deep learning e as soluções de seleção da Tomra, os objetos que antes não podiam ser separados agora podem ser classificados com altos níveis de pureza, afirma a empresa. Nesse sentido, o deep learning é considerado uma abordagem promissora quando se trata de enfrentar os desafios crescentes na triagem de resíduos, como novos fluxos de resíduos, objetos sendo detectados, mas não ejetados ou cobertos com outros materiais.

Na Feira K, a equipe Tomra estará disponível todos os dias para oferecer informações aos visitantes da industria de plásticos internacional e tomadores de decisão sobre o conceito de economia circular e a contribuição que suas máquinas podem dar no processo de reciclagem.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para classificar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

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Krones e Stadler impulsionam economia circular

03/10/2019

Christian Fisch (esq), Chefe de Plantas da Krones AG e Willi Stadler (dir),presidente da Stadler Anlagenbau GmbH

Garrafas PET usadas e outros resíduos plásticos podem ser um recurso valioso para o setor de embalagens e outras indústrias. No entanto, atualmente esse recurso permanece sem uso em muitas áreas. Para promover ações duradouras em sinergia, as empresas alemãs Krones AG e Stadler Anlagenbau GmbH uniram forças em uma aliança.

Seu objetivo comum é aproveitar as vantagens da reciclagem de plásticos para oferecê-las a clientes em todo o mundo. Por um lado, oferecendo suas soluções no campo da tecnologia de triagem e reciclagem, tais como plantas completas turnkey. Por outro lado, através do desenvolvimento conjunto de novas soluções, processos e tecnologias relacionadas à triagem e tratamento de resíduos.

Ao combinar a experiência e as tecnologias especializadas das duas empresas, Krones e Stadler esperam gerar um impulso significativo para a tecnologia de reciclagem e a economia circular associada. “Queremos fornecer aos nossos clientes a produção de material da mais alta qualidade do setor”, explica Willi Stadler, CEO da Stadler Anlagenbau GmbH. Christian Fisch, que como chefe de plantas da Krones AG é responsável pela aliança, acrescenta: “Essa colaboração nos permite reduzir e melhorar as interfaces. Isso não apenas impulsiona nossa tecnologia e processos, mas também nos torna muito mais rápidos na execução de projetos específicos de clientes”.

Os dois parceiros farão sua primeira aparição pública juntos na feira K 2019, que acontecerá em Düsseldorf de 16 a 23 de outubro. Representantes das duas empresas estarão disponíveis para responder a perguntas sobre esta aliança no pavilhão Krones no estande número 15.1.

A Stadler Anlagenbau GmbH está entre os líderes de mercado no campo de plantas de triagem. Sediada em Altshausen, a empresa emprega cerca de 450 pessoas e já vendeu mais de 350 plantas turnkey e 2.000 componentes individuais em todo o mundo. Suas tecnologias proprietárias podem ser usadas para classificar uma ampla gama de materiais – incluindo resíduos de plástico, papel e papelão, resíduos domésticos e resíduos comerciais.

A Krones AG é um nome bem estabelecido nas indústrias de alimentos e bebidas. Na matriz global do grupo, composta por mais de 100 subsidiárias e operações de filiais, mais de 16.500 funcionários fazem parte da empresa. O grupo fornece a seus clientes as necessidades de suas operações de produção: desde máquinas individuais e soluções de digitalização, até fábricas turnkey de bebidas e reciclagem.

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Semana do Plástico ES terá como temas a imagem e a reciclagem dos plásticos

03/10/2019

“Fortalecimento da imagem e reciclagem do plástico” é o tema central da 12ª Semana do Plástico, que será realizada de 28 de outubro a 3 de novembro, pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Espírito Santo (Sindiplast-ES), com o intuito de fortalecer o setor de Transformados Plásticos e aproximar as empresas associadas. O evento, que acontecerá na Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), contará com palestras, Interface Setorial, capacitação, premiações e ação de educação ambiental.

As ações, que têm como objetivo levar as pessoas a uma reflexão quanto ao uso responsável do plástico, vão abordar aspectos como o descarte, o reuso e o potencial mercadológico do plástico para a sustentabilidade e o meio ambiente.

“A intenção é apresentar soluções que evidenciem a importância do plástico para a sociedade, destacando o viés socioambiental, a logística reversa, a economia circular e a reciclagem. Esses assuntos devem ser prioritários, aliados ao fortalecimento de tecnologias relacionadas à reciclagem e à educação”, destaca o presidente do Sindiplast-ES, Jackley Maifredo.

A cerimônia de abertura ocorrerá no dia 28 de outubro, às 19h30, no Salão da Indústria. Na ocasião, serão divulgados os vencedores do Inova Plast, do melhor aluno da Escola do Plástico, do Empresário Destaque e da Gincana do Plástico – Tampinha Legal. Ao longo da Semana do Plástico haverá também capacitação para empresários, encontro de negócios, palestras e visitas técnicas. O encerramento do evento será com uma ação de conscientização para o uso correto do plástico.

Ações de qualificação e de relacionamento

A programação do principal evento do setor de Plásticos capixaba é voltada também à qualificação e ao relacionamento. No segundo dia, 29 de outubro, os empresários participarão da Interface Setorial, começando com palestra sobre microcrédito com o presidente da Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo (Aderes), Alberto Gavini. Mais tarde, o Gerente do Fórum Capixaba de Petróleo e Gás, Durval Vieira, irá falar sobre os investimentos e oportunidades no Espírito Santo.

Na quarta-feira, dia 30 de outubro, acontece o workshop “Ideia para inovação” para a capacitação de empresários, no Plenarinho da Findes, por meio do Programa PicPlast, com a participação do FindesLab e do Sebrae-ES. Durante toda a semana, entre os dias 28 de outubro e 1º de novembro, à noite, serão realizadas palestras técnicas e minicursos, na Escola Senai do Plástico, no Civit, na Serra.

No dia 1º de novembro, os ganhadores da Gincana Tampinha Legal participarão de visita a uma indústria e à Unidades Operacionais, no Civit, na Serra.

A 12ª Semana do Plástico será encerrada no dia 3 de novembro com uma ação de conscientização organizada pelo Instituto Guaiamum, no Shopping Boulevard, em Vila Velha. Com o tema “Educação para o uso correto do plástico”, será montado um espaço para dialogar com o público sobre o ciclo do plástico, o descarte do material e sua importância para a economia.

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Adirplast cria selo Distribuição Sustentável, com o qual pretende promover ações sustentáveis dentro da cadeia do plástico

28/09/2019

Com o intuito de fazer emergir e dar mais visibilidade a ações sobre o uso consciente do plástico e incentivar o seu correto descarte e reaproveitamento, a Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) acaba de lançar a campanha: Distribuição Sustentável. Por meio dela, apóia e ajuda a promover e diferentes projetos: “É nosso papel, como distribuidores oficiais e parte da cadeia do plástico, apresentar soluções para diminuir o uso irracional da matéria-prima, além de trabalhar para que o descarte adequado seja feito e os materiais recolhidos sejam reciclados. É preciso tirar as idéias do papel e colocá-las em prática”, explica Laercio Gonçalves, presidente da associação.

A campanha Distribuição Sustentável deve funcionar como conscientizador de empresas e fornecedores ligados à entidade. “Os associados Adirplast têm uma carteira com 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos e este é um excelente começo para começar a nossa campanha”, conta Gonçalves.

Toda a campanha foi pensada para dar visibilidade para os projetos que a Adirplast já vem apoiando e colocá-los sob um selo que irá mostrar ao mercado a preocupação de todos os associados da entidade com as iniciativas ambientais em todo o País. Já a partir deste mês, toda a comunicação visual dos associados Adirplast contará com logo criado especificamente para campanha.

Para Carlos Sousa, diretor da Agência ECCO, que desenvolveu a campanha, a ideia é promover a ligação entre as iniciativas sócio-ambientais que a indústria e os associados Adirplast já praticam: “A campanha mostra que, ao dar preferência para associados Adirplast em suas compras, o cliente contribui com essas iniciativas e com a cadeia de sustentabilidade. Até então, a visão da nossa empresa sobre a indústria do plástico era limitada. Ter este contato com a Adirplast nos permitiu ver esta questão a partir de um novo ponto de vista”.

Projetos apoiados pela Distribuição Sustentável

A Adirplast é signatária do Manual do Programa Pellet Zero. Além disso, apoia o Wecycle e o Tampinha Legal. Esses três projetos fazem parte da Campanha da Distribuição Sustentável e passaram a ser divulgados para todos os clientes dos associados.

O Programa Pellet Zero tem como objetivo combater a perda de pellets nas empresas associadas e transformadores. “É preciso mencionar que o combate ao lixo nos mares é de governança exclusiva da iniciativa privada e que os benefícios para o próprio setor são muitos como, por exemplo, o fim do desperdício de pellets. Com isso, podemos imaginar que nos próximos 20 anos 100% das empresas adotem as práticas do manual”, explica o professor e pesquisador, Alexander Turra, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IOUSP), um dos responsáveis pela elaboração do manual e do projeto.

Outro projeto, destacado pela entidade e que reforça o compromisso da cadeia com o desenvolvimento de soluções sustentáveis para o plástico, é o de Reciclagem & Plataforma Wecycle, da Braskem. Seu objetivo é alavancar o incentivo de iniciativas, negócios e soluções sustentáveis relacionadas à economia circular do plástico, em especial à reciclagem.

Já o programa Tampinha Legal visa incentivar as pessoas e entidades assistenciais a recolherem tampas plásticas de qualquer embalagem. O programa prevê a venda do material para empresas de reciclagem, que se certificam de que essa matéria-prima retorne à cadeia de produção. Os recursos obtidos com a venda das tampinhas são destinados diretamente para as instituições sociais sem que estas sejam oneradas.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e plásticos de engenharia. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2018. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país e contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Fabricante de sistemas para reciclagem Stadler recebe Prêmio na Alemanha

20/09/2019

A Stadler recebeu o reconhecimento por suas atividades sociais e sustentáveis pela Fundação Oskar-Patzelt. O prêmio, que conquistou a certificação de gestão da qualidade ISO 9001: 2015, foi fundado em 1994 com o objetivo de promover a responsabilidade corporativa das empresas e uma cultura de autonomia, popularizar o sucesso de representantes de empresas comprometidas e promover o networking entre empresas de médio porte. Desde a sua criação, municípios e associações em todo o país nomearam 18.000 empresas para o prêmio. Este ano, 1.157 empresas foram indicadas no estado de Baden-Württemberg, e a Stadler foi uma das seis finalistas.

A Stadler foi selecionado pelos júris regionais e finais do prêmio de acordo com 5 critérios: seu desenvolvimento geral, considerando fatores que variam de finanças e prêmios conquistados, até gerenciamento de riscos e qualidade; criação de empregos e estágios oferecidos; investimento em modernização e inovação; compromisso com a comunidade na região; atendimento e proximidade ao cliente e marketing. Elementos adicionais, como a filosofia e a história da empresa, também foram considerados.

Willi Stadler, CEO do Grupo Stadler recebeu o prêmio durante o jantar de gala para as empresas finalistas do estado de Baden-Württemberg, que foi realizado na cidade de Würzburg em 14 de setembro de 2019.

Durante a cerimônia, o Sr. Stadler declarou: “Paralelamente à satisfação de nossos clientes e à inovação contínua de nossos produtos, a valorização de cada colaborador e o compromisso com a região local são muito importantes para nós. Por esse motivo, estamos incrivelmente felizes que a filosofia de nossa empresa seja honrada pelo júri hoje e recebamos este importante e exclusivo prêmio alemão! Nossas plantas de triagem e reciclagem também dão uma contribuição valiosa à redução de emissão de CO2: tecnologia moderna para um ambiente mais limpo e melhor!”.

Hoje, a Stadler é especializada no design, fabricação e montagem de sistemas e componentes de triagem automatizados para a indústria de reciclagem. O desempenho de seus separadores balísticos, tambores de triagem, esteiras transportadoras e removedores de rótulos é um fator relevante na eficiência das plantas de triagem para as quais ela fornece. Em particular, a Stadler afirma ser a líder mundial em separação balística e continua como ser pioneira nessa tecnologia para atender às crescentes demandas de seus clientes e aos requisitos do processo.

Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras de transporte, tambores de triagem e removedores de rótulos. Fundada em 1791, a empresa possui escritórios de vendas e de representação em mais de 20 países e duas fábricas: Altshausen, na Alemanha e Krško, na Eslovênia.

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ExxonMobil apresenta novas soluções sustentáveis ​​e aplicações inovadoras na K 2019

16/09/2019

  • Destacando novas soluções de embalagens laminadas recicláveis totalmente em PE
  • Apresentando cordas de pesca descartadas que são transformadas em novas aplicações
  • Exibindo filmes resistentes a altas temperaturas
  • Introduzindo soluções de design original para peças de automóveis com um novo espectro de cores PP

A Exxon Mobil demonstrará em seu pavilhão na K 2019 (FG10.1) como, através de um trabalho conjunto com os clientes e utilizando conhecimentos combinados, podem ser criadas soluções sustentáveis ​​diferenciadas para uma variedade de aplicações nas indústrias de embalagem, automotiva, produtos de consumo, agricultura, construção civil, higiene e cuidados pessoais, lubrificantes e outras.

“A ExxonMobil continua a inovar através de nossos avanços tecnológicos, enquanto trabalha com os clientes para ajudá-los a criar soluções sustentáveis ​​para atender às necessidades da cadeia de valor”, disse David Hergenrether, vice-presidente da ExxonMobil Chemical, Polietileno. “Na Feira K, os visitantes podem discutir seus desafios e idéias de inovação conosco e descobrir os benefícios de trabalharem juntos para desenvolvermos soluções sustentáveis”.

Os principais destaques da presença da ExxonMobil na K 2019 incluem:

▪ Novas soluções completas de embalagens laminadas em PE, contendo os polímeros Exceed XP, Exceed e Enable PE, que, segundo a empresa, ajudam a superar os problemas de reciclagem normalmente associados às estruturas laminadas convencionais. De acordo com a ExxonMobil, essas novas soluções laminadas inteiramente com PE podem ser facilmente recicladas onde existem programas e instalações para coletar e reciclar filmes plásticos, ao mesmo tempo em que fornecem as propriedades de desempenho necessárias para embalagens de qualidade.

▪ Novos avanços tecnológicos usando polietileno reciclado (PE), em combinação com polímeros de desempenho para produzir uma variedade de aplicações sustentáveis ​​de filmes flexíveis.

▪Polímeros Vistamaxx. De acordo com a ExxonMobil, eles permitem a utilização de conteúdo reciclado de baixo custo ao mesmo tempo em que miram em aplicativos de alto valor.

▪ Tecnologia de filme que combina o Exceed XP com o ExxonMobil PP para fornecer filmes para sacos para aplicações pesadas ​​com alto desempenho e alta resistência ao calor.

▪ Novos desenvolvimentos na coloração de poliolefinas Exxtral usadas no interior de veículos, além das cores escuras / pretas e neutras atualmente disponíveis. Um novo espectro de cores de PP está inspirando a criação de soluções de design originais para peças internas de automóveis, ao mesmo tempo que mantém os benefícios de desempenho, afirma a empresa

“Em um momento de crescente demanda em todo o mundo, são necessários ao mesmo tempo investimentos em novas capacidades e no desenvolvimento de soluções que usem menos recursos”, disse Bhaskar Venkatraman, vice-presidente da ExxonMobil, Polipropileno, Vistamaxx e Adhesion. “Enquanto a ExxonMobil espera aumentar a capacidade de fabricação de produtos químicos globalmente em cerca de 40%, também estamos introduzindo vários avanços tecnológicos na K que ajudarão os clientes a desenvolver novas soluções para reciclagem e produtos sustentáveis”.

Além disso, muitos dos avanços em aplicações e polímeros da ExxonMobil serão demonstrados por meio de colaborações com fabricantes de máquinas ou apresentados em uma série de palestras (TechTalks) no pavilhão. Nos estandes dos fabricantes de máquinas, os visitantes poderão ver filmes para embalagens, peças automotivas e bens de consumo produzidos com polímeros da ExxonMobil e também discutir essas aplicações com especialistas do setor.

Durante as palestras (TechTalks), os últimos avanços serão apresentados:

  • Criando soluções recicladas. Juntos
  • Embalagem flexível de alimentos – sustentabilidade facilitada
  • Repensar a reciclagem com polímeros Vistamaxx
  • Sacos para serviços pesados ​​de extremo desempenho – redefinindo o futuro
  • O caminho mais alto – filmes  para estabilidade de cargas
  • Filmes para agricultura – soluções de plasticultura para o amanhã
  • Dê cor ao seu carro – espectro de cores de polipropileno para designs de interiores modernos
  • Desafiando a realidade do “product appeal” com o Achieve Advanced PP
  • Modificadores Oppera – novas idéias, novas possibilidades
  • Moldando o futuro com os vulcanizados termoplásticos Santoprene (TPVs)

A ExxonMobil Chemical é uma das maiores empresas químicas do mundo. A empresa ocupa posições de liderança em alguns dos mercados de produtos químicos de commodities de gramde volume e maior crescimento. A ExxonMobil Chemical possui capacidade de fabricação em todas as principais regiões do mundo. Mais de 90% da capacidade química da empresa é integrada às refinarias da ExxonMobil ou plantas de processamento de gás natural.

Masterbatch de aditivos da Clariant torna embalagens plásticas de cor preta “visíveis” aos sistemas de separação para reciclagem

15/09/2019

  • Permite o uso da cor preta para diversos produtos tradicionais
  • Soluções disponíveis para diversos polímeros e aplicações

Os novos masterbatches de aditivos Cesa-IR da Clariant já estão disponíveis para tornar plásticos de coloração escura visíveis aos sensores de infravermelho próximo (NIR) usados nos sistemas de separação de polímeros. Embora muitas empresas usem embalagens pretas para comercializar seus produtos de categoria premium, os problemas que elas causam aos sistemas de reciclagem têm gerado recomendações para que o preto seja gradualmente retirado da paleta. Segundo a Clariant, os seus novos masterbatches ajudam a resolver essa questão e permitem elevar as taxas de reciclagem.

A nova linha de produtos faz parte do programa “Design for Recycling” da Clariant. Reconhecendo que a reciclagem é a base de uma economia circular, a Clariant Masterbatches e seu grupo Packaging Market estão mobilizando recursos para permitir que uma porcentagem cada vez maior de embalagens plásticas seja reciclada.

Na maioria dos sistemas de separação automática, a radiação infravermelha é irradiada sobre os materiais de embalagem e, como os diferentes polímeros refletem essa radiação de maneira diversa, os sensores NIR conseguem fazer a diferenciação entre polietileno de alta densidade (HDPE), polietileno de baixa densidade (LDPE), polipropileno, poliéster e diversos outros polímeros comumente usados nas embalagens atuais. Infelizmente, os pigmentos Negro de Fumo normalmente utilizados em plásticos pretos absorvem toda ou parte da radiação NIR que incide sobre eles. Com isso, os sensores de separação não conseguem “ver” a embalagem preta, tampouco diferenciar um polímero do outro.

“Como resultado desse fenômeno”, explica Alessandro Dulli, Diretor Global de Embalagens da Clariant Masterbatches, “grande parte dos materiais de cor escura que ingressam no fluxo de reciclagem não é recuperada. Por isso, muitas marcas têm sido pressionadas a evitar o preto, por razões ambientais. Em estreita colaboração com essas companhias, a Clariant desenvolveu uma maneira de se obter uma cor preta predominante nos plásticos sem comprometer a capacidade essencial de detecção durante os processos de reciclagem”.

Foram desenvolvidas formulações de Cesa-IR específicas para permitir a detecção via infravermelho do polietileno de alta e baixa densidade na cor preta em produtos moldados por injeção ou moldagem por extrusão e sopro; bem como do polipropileno preto (PP) em filmes e produtos moldados por injeção; além de PET e C-PET pretos em lâminas e filmes.

Em testes realizados pela Tomra Sorting Recycling, empresa norueguesa líder em instrumentação para soluções de reciclagem, o polipropileno (PP) contendo Negro de Fumo era essencialmente indistinguível, sob radiação NIR, da superfície de fundo como uma correia transportadora. Entretanto, o mesmo material feito com outro sistema de coloração, com os masterbatches de aditivos CESA-IR, foi prontamente detectado, com níveis de refletividade próximos aos de PP sem cor, garante a Clariant.

Fonte: Clariant

Braskem reforça posicionamento em Economia Circular na Feira K

15/09/2019

A Braskem reforçará durante a Feira K , maior evento mundial do setor plástico e de borrachas, seu posicionamento em prol da Economia Circular , conceito de consumo que busca formar um ciclo sustentável da produção ao descarte. De 16 a 23 de outubro, em Düsseldorf, na Alemanha, serão apresentadas novidades do portfólio da Braskem, assim como soluções de menor impacto ambiental e pós-consumo.

A companhia também oficializará no evento a parceria com a empresa Kautex Maschinenbau , para quem a petroquímica passará a fornecer o Plástico Verde , feito à base de cana-de-açúcar, e resina pós-consumo (PCR), para a produção inédita de garrafas à base de polietileno de alta densidade (PEAD) de três camadas, sendo uma de espuma. Segundo a Braskem, o resultado é a diminuição da pegada de CO2 do produto final quando comparado ao feito com base convencional.

As garrafas estarão disponíveis no estande da Braskem. Para demonstrar o fechamento do ciclo de consumo durante a feira, as garrafas fabricadas no evento nas máquinas da Kautex, ao invés de tradicionalmente entregues aos visitantes, serão recolhidas e destinadas à reciclagem por meio de uma parceria com a Erema, fabricante de máquinas para reciclagem de plásticos. A iniciativa reafirma o compromisso das três empresas com a Economia Circular.

“Buscamos formas de demonstrar a importância de pensar o ciclo completo dos produtos que levam nossa matéria-prima, desde a produção ao pós-consumo. Estamos muito satisfeitos em estar na Feira K com uma parceria que utiliza material renovável e pós-consumo, já considerando a reciclagem para o retorno do produto em um novo ciclo. Este é um exemplo claro do nosso comprometimento com a Economia Circular e de como é fundamental a cooperação entre empresas para o êxito do conceito”, explica Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular e Reciclagem da Braskem.

Em uma grande área do evento, foi construído o Erema Circonomic Centre, nome composto pelas palavras “circular” e “economia” em inglês, onde a reciclagem será demonstrada de várias formas, por meio do processamento de diferentes materiais plásticos. Durante a feira, serão recicladas mais de 30 toneladas de plástico, incluindo as demais garrafas utilizadas no evento e produzidas pela Kautex.

Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem, reforça a importância do portfólio de produtos renováveis da companhia para a Economia Circular. “Essa parceria com a Kautex e a Erema comprova mais uma vez que a indústria mundial está interessada em soluções inovadoras ainda mais sustentáveis e que agreguem valor ao produto final”, complementa.

“A Feira K é o maior evento mundial do plástico. Apresentarmos essas novidades e reforçarmos a importância da Economia Circular, principalmente aos nossos atuais e futuros clientes, é de grande importância para a Braskem e reafirma nossa posição global no setor”, comenta a Fabiana.

Com 80 anos de experiência, a Kautex Maschinenbau é uma empresa líder mundial na área da tecnologia de moldagem por sopro e extrusão. Entre os seus clientes encontram-se grandes fabricantes e fornecedores de automóveis, bem como empresas da indústria de embalagens. A empresa tem a sua sede em Bonn, um centro de atendimento ao cliente em Berlim e escritórios regionais nos EUA, Rússia, China, Itália, Índia, México e Malásia. Além disso, a Kautex Maschinenbau dispõe de uma extensa rede mundial de escritórios de serviços e distribuição.

As empresas Erema – com as duas unidades comerciais Powerfil e Keycycle-3S, Pure Loop, Umac e Plasmac, fazem parte do Grupo Erema. Além de subsidiárias nos EUA, China e Rússia, o grupo dispõe também de cinquenta agências que, em conjunto, formam uma rede mundial para a implementação de soluções para a reciclagem de plásticos. O grupo tem sede em Ansfelden, na Áustria, perto de Linz, e conta com cerca de 550 funcionários.

Fonte: Braskem

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Projeto Plástico do Bem já encaminha mais de 40 toneladas de plásticos para reciclagem

15/09/2019

Após capacitação de estudantes e professores, projeto Plástico do Bem funciona por tempo indeterminado

Escolas municipais de Caxias do Sul e Farroupilha já arrecadaram cerca de R$ 40 mil com iniciativa do Simplás. Em Flores da Cunha, processo de coleta começa nos próximos dias

Já passa de 40 toneladas o volume de material encaminhado para a reciclagem pelo projeto Plástico do Bem. Em contrapartida, as mais de 80 escolas municipais de educação fundamental participantes da iniciativa implementada pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) em Farroupilha e Caxias do Sul (RS) já arrecadaram cerca de R$ 40 mil. Cada instituição é livre para utilizar sua parcela dos recursos da maneira que considerar mais adequada. Nos próximos dias, começa o processo de coleta e pagamento às escolas municipais de Flores da Cunha (RS) pela empresa recicladora parceira Reciclados Em Cristo.

Desde o início da ação, em abril de 2018, em Farroupilha, até a última semana de agosto, quando se incluiu o quinto e último núcleo de escolas de Caxias do Sul, e o início de setembro, com a finalização do processo em Flores da Cunha, mais de 35 mil estudantes e 3,6 mil professores das redes públicas municipais foram capacitados para a separação, limpeza e destinação correta de materiais plásticos pós-consumo. A operação é realizada por meio de uma parceria pedagógica com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto do PVC.

“Evidentemente, a renda adicional obtida com a destinação do material para a reciclagem faz muita diferença para cada uma das escolas e é por isso que todas estão tão empenhadas em melhorar cada vez mais o seu desempenho de arrecadação. É um acréscimo importante no orçamento. Mas, para a sociedade como um todo, o principal é a formação e consolidação desta nova geração de cidadãos mais conscientes e responsáveis com aquilo que é produzido e consumido por todos. Este é o benefício coletivo que será percebido realmente no futuro”, assinala a gerente executiva do Simplás, Daniela Camargo.

Outro aspecto importante é que o Plástico do Bem funciona em regime contínuo. Ou seja, após a implementação pelo Simplás, a iniciativa segue em atividade pelo tempo que a escola desejar permanecer engajada – e com total autonomia de trabalho e gestão dos recursos.

Como funciona o projeto Plástico do Bem – em 7 passos

  • o Simplás, em parceria com o Instituto Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, oferece capacitação e material didático para professores e orientadores das escolas dos municípios participantes do projeto
  • os professores e orientadores capacitados pelo Simplás, em parceria com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, trabalham noções de reciclagem e sustentabilidade com suas turmas, ensinando formas de descarte correto, separação e limpeza dos materiais plásticos
  • em suas residências, os estudantes ou demais participantes do projeto coletam, separam e limpam o material plástico que poderá ser reaproveitado e o levam de volta às respectivas escolas
  • nas escolas, o material trazido pelos estudantes é armazenado em recipientes de grande porte (os big bags), também fornecidos pelo Simplás. Quando o big bag estiver cheio, a instituição aciona a empresa recicladora parceira Reciclados em Cristo para fazer a coleta do material
  • a empresa recicladora parceira Reciclados em Cristo vai até cada escola participante, mediante agendamento, recolhe o material, faz a pesagem e substitui os big bags cheios por outros vazios
  • o peso do material recolhido determina o valor pago a escola pela empresa recicladora. É importante que o material esteja separado e limpo corretamente, de acordo com as orientações transmitidas anteriormente, na fase de capacitação
  • cada escola participante do projeto Plástico do Bem poderá utilizar como quiser os recursos obtidos com a venda do material para reciclagem

Que tipos de plásticos limpos podem ser encaminhados ao projeto Plástico do Bem?

  • garrafas PET de qualquer tamanho
  • embalagens rígidas, como as de xampu, cosméticos, detergentes e produtos de limpeza
  • potes e tampas diversos, como os de produtos alimentícios

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“Plástico: vida e energia” é o tema da décima edição do Fórum Energiplast, em Porto Alegre

15/09/2019

Evento, com entrada gratuita, acontece no dia 25 de setembro, destacando a economia circular do plástico como alternativa à proibição do material.

No dia 25 de setembro, na FIERGS, acontece a 10ª edição do Energiplast – Fórum Brasileiro de Reciclagem Energética com Ênfase em Plásticos. Promovido pelo Sinplast – Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do RS, por meio do Comitê de Reciclagem, o evento tem como foco o panorama atual da indústria de reciclagem no Brasil, seus avanços e desafios, com debates sobre novas tecnologias e cases nacionais e internacionais de relevância para a economia circular do plástico.

Este ano o fórum terá como tema #Plástico: vida e energia, propondo um diálogo aberto com a sociedade, com a academia, com formadores de opinião, com representantes de entidades públicas e governamentais e com a indústria sobre a importância do desenvolvimento desse setor no Brasil. “O Energiplast, há 10 anos, traz a Porto Alegre tecnologias e alternativas para o destino adequado dos resíduos sólidos, com ênfase na reutilização do plástico para geração de energia. O que vemos, em uma década, foi a evolução tecnológica, mas ainda muito pouco incentivo para se investir nessa área”, diz Luiz Henrique Hartmann, coordenador do Energiplast. Lembra Hartmann que a PNRS – Política Nacional Resíduos Sólidos, instituída em 2010, trouxe poucos avanços na prática, a exemplo do prazo não atendido – ano de 2014 – para a erradicação dos lixões e a destinação final de resíduos em aterros.

“Entendemos que proibir a utilização do plástico não resolve. É preciso conscientização, investimentos e incentivos para que a economia circular do material seja realmente eficaz”, comenta Hartmann. Entre os palestrantes dessa edição, estão o presidente da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, José Ricardo Roriz Coelho, que apresentará um panorama da indústria do plástico no Brasil, e a promotora de Justiça do Ministério Público Estadual do RS, Annelise Steigleder, que falará sobre a economia circular sob a ótica do Ministério Público, além do presidente da América Tampas Gustavo Alvarez, que abordará a criação e atuação da Rede de Cooperação para o Plástico no Brasil.

Entre os cases da edição, destaque para o projeto chileno Atando Cabos, que recicla resíduos plásticos da indústria pesqueira, como cordas, redes e boias e os transformam em produtos como latas de lixo, paletes ou caixas para frutas. O 10º Energiplast conta com o apoio da FIERGS e da Abiplast e patrocínio da Braskem e do Sindiatacadistas-RS. As inscrições são gratuitas. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.sinplast.org.br.

Programação do evento

  • Quando: 25 de setembro, na FIERGS, em Porto Alegre
  • Link para formulário de inscrições: https://lp.rlkpro.com/l/6cAKa2ABF1161
  • Horário: das 8h às 18h
  • 8h: Credenciamento
  • 9h: Abertura
  • 9h40: Panorama da indústria do plástico no Brasil (José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico)
  • 10h: A Economia Circular sob a ótica do Ministério Público (Annelise Steigleder – Promotora de Justiça do Ministério Público Estadual do RS)
  • 10h40: Intervalo
  • 11h: Tecnologias de Reciclagem Mecânica de Plásticos (Marcelo Carneiro – Presidente da Wefem Equipamentos para Reciclagem)
  • 11h40: Sistema de Aproveitamento de Energia Residual para Recuperação de Aterros (André Tchernobilsky, presidente da Zeg Enviromental e Zeg Technologies)
  • 12h20: Evolução/Solução no tratamento de resíduos orgânicos – de 100kg até 5000 kg/dia (Luciano Coimbra – Presidente da Nova Energia)
  • 13h: Almoço
  • 14h: Painel Reciclagem na Prática:
  1.  Case Atando Cabos: criando valor por meio da Economia Circular e Redes de Confiança, com Francisco Cruz, CEO e fundador da empresa Atando Cabos (Grupo Comberplast) do Chile
  2.  Case Wecycle, com Renato Di Thommazo, Gerente de Desenvolvimento de Negócios em Reciclagem e Economia Circular da Braskem
  3.  Case Eco-socioambiental de economia circular de filmes de PEBD, com Djalma Azevedo, diretor da Azeplast Indústria de Plástico, de Chapecó (SC)
  • 16h: Palestra Geração de energia distribuída oriunda do RSU-Fase Orgânica (Tiago Nascimento Silva, Gerente de Operações de Energia da CRVR – Companhia Riograndense de Valorização de Resíduos, Aterro de Minas do Leão (RS))
  • 16h40: Palestra Rede de Cooperação para o Plástico no Brasil (Gustavo Alvarez – Presidente da América Tampas)
  • 18h: Encerramento

Fonte: Abiplast

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Município de Indaial e Termotécnica fazem parceria para reciclagem de EPS

13/09/2019

As embalagens de isopor® que servem para proteção de eletrodomésticos ou eletrônicos novos – como refrigeradores e televisores – podem ser 100% recicladas e virar novas embalagens e produtos, evitando que a matéria-prima vá para um aterro. Mas como proceder para dar a destinação correta e contribuir com essa prática sustentável? Em Indaial (SC), o acordo entre a Prefeitura, por meio da Secretaria de Urbanização e Meio Ambiente, e a Termotécnica, maior recicladora brasileira de EPS, está viabilizando a coleta e destinação do produto, proporcionando assim a economia circular na prática e em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

O EPS – sigla para poliestireno expandido – é um material usado em embalagens e na construção civil, sendo a base das soluções desenvolvidas pela Termotécnica. Inodoro, o EPS não contém gás CFC ou qualquer um de seus substitutos, também não contamina o solo, a água ou o ar. No entanto, como qualquer resíduo plástico, quando descartado de forma incorreta, pode causar danos à natureza.

Na parceria com a Prefeitura de Indaial, a Termotécnica se encarrega de fazer a coleta do EPS sempre que o montante separado e classificado pela Associação Participativa Recicle Indaial (Apri), cooperativa de triagem do Município, atingir o volume aproximado de 60 m³. Dessa forma, é viabilizado o seu destino correto através da reciclagem e re-introdução o material na cadeia produtiva do plástico. Além de gerar renda para os cooperativados, essa parceria evita que o EPS pós-consumo seja destinado aos aterros onde ficaria indefinidamente.

A Prefeitura orienta aos pequenos geradores do Município que coloquem o isopor® normalmente no dia da coleta seletiva. “Se as embalagens verdes entregues mensalmente não forem suficientes, o morador pode colocar em outra sacola, pois o material será recolhido da mesma forma. Apenas é necessário dispor no dia correto da coleta seletiva”, explica o secretário Jonas Lima. Já para os grandes geradores, como lojas, a Secretaria solicita que o material seja levado de segunda a sexta na Associação Participativa Recicle Indaial, um ponto de entrega voluntária localizado na rua Anna Bauer, 280, Warnow. “O isopor está cada vez mais presente no dia a dia. É amplamente utilizado em embalagens de alimentos ou para proteção de aparelhos eletrônicos e itens frágeis. Conseguir essa parceria com a Termotécnica foi muito importante, pois além de o material ser reciclado devidamente ele deixa de ir para o terreno sanitário”, frisa o secretário.

Com fábricas e unidades de reciclagem em cinco estados brasileiros, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material. De acordo com a Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, no Brasil, apenas 34,5% do EPS pós-consumo é reciclado. Um terço de toda essa reciclagem é feita pela Termotécnica. Já são mais de 40 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre.

A companhia possui um portal (reciclareps.com.br/ondereciclar) para busca de recicladores no Brasil e exterior, parceiros que fazem a economia circular do EPS acontecer na prática. Albano Schmidt, presidente da companhia, destaca que o Reciclar EPS gera oportunidades para muitas famílias, como as dos catadores e recicladores de resíduos. Segundo a Termotécnica, desde sua criação, a iniciativa gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de reciclagem parceiras, o que impacta diretamente mais de cinco mil famílias, afirma a empresa. “Acompanhamos o ciclo de vida do produto e trabalhamos em busca de soluções inovadoras e positivas para todos”, argumenta Schmidt.

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Inovação e sustentabilidade são temas centrais do Grupo Piovan para a K 2019

31/08/2019

Em meados de outubro, a exposição internacional mais importante do mercado mundial do plástico – Feira K 2019 – abrirá suas portas entre os dias 16 e 23. Mais de 3.000 expositores de mais de 60 países irão se reunir nos pavilhões do centro de exposições de Düsseldorf para receber aproximadamente 200.000 visitantes de todo o mundo.

O Grupo Piovan estará expondo na K 2019 – no stand 9B60 – com suas marcas, Piovan, Aquatech, Fdm e Penta. Uma variedade de soluções turnkey de alta tecnologia, estarão em exposição: desde sistemas de secagem a controladores de temperatura; de rastreabilidade de matérias-primas a soluções completas para a indústria 4.0. No entanto, a feira não abordará apenas o desenvolvimento tecnológico de produtos, mas uma atenção especial também será dedicada a temas essenciais como Sustentabilidade, Indústria 4.0, Rastreabilidade e Integração de Sistemas.

Foco na Inovação

A Piovan sempre investiu recursos em inovação e hoje o Grupo emprega ao redor de 171 especialistas em P&D e engenheiros especializados, capazes de avaliar as necessidades do cliente, com base nos conhecimentos adquiridos ao longo dos anos.

Soluções integradas e eficientes para tratamento de PET e manuseio de materiais reciclados

Na K 2019, a Piovan fará o lançamento mundial da nova linha Genesys. Segundo a empresa, este sistema de desumidificação distingue-se pela sua tecnologia auto-adaptativa, que agora foi otimizada para o tratamento de PET reciclado. A Piovan afirma que o seu novo desumidificador pode gerenciar automaticamente o processo de secagem, atuando em todos os parâmetros críticos: desde a vazão do ar de processo até o valor do ponto de orvalho, o tempo de residência e a temperatura, mantendo o processo em condições ideais de operação, mesmo quando há variação da produção horária e das condições iniciais de temperatura e umidade do granulado plástico. A empresa informa que, além destes controles, foram introduzidas outras inovações de última geração, que incluem um controle mais intuitivo e melhor eficiência na auto-regulação.

Segundo a Piovan, outras melhorias significativas também foram introduzidas na função AIPC (Automatic Injection Pressure Control – Controle Automático da Pressão de Injeção) com o objetivo de garantir o menor custo de produção de cada preforma, não apenas considerando o consumo de energia, mas em termos de otimização de todo processo produtivo das preformas, com melhor qualidade do produto final e redução de descartes.

Ainda sobre às soluções para PET, os visitantes poderão apreciar a nova gama de equipamentos para análise da qualidade da preforma, com interface amigável. Estes equipamentos medem de maneira simples e intuitiva os parâmetros mais importantes, como o nível de acetaldeído das preformas.

Dosagem precisa

A Fdm, empresa do Grupo com sede em Troisdorf (Alemanha), especializada na produção de soluções para aplicações em extrusão, também apresentará novas tecnologias de dosagem na K 2019 como o GDS 5, o novo misturador gravimétrico da linha GDS, com PLC Siemens, que foi otimizado para permitir a montagem de até 5 estações de dosagem, mantendo as dimensões compactas do equipamento.

Transporte de materiais com Penta e Piovan

A Penta, empresa do Grupo que projeta e fabrica grandes sistemas para armazenamento, transporte e dosagem de materiais em pó ou grãos, apresentará as mais recentes inovações em manuseio de aditivos no setor de compostos para a produção de tubos e cabos. Na feira, os visitantes poderão ver o Vakupulse em operação. Segundo a Piovan, o Vakupulse é um sistema particularmente adequado para o transporte de matérias-primas delicadas em fase densa, a baixas velocidade e vazões, em curtas distâncias.

Estará em exposição na K2019, pela primeira vez, uma estação manual de acoplamento equipada com a tecnologia RFID (Radio Frequency Identification – Identificação por Radio Frequência). Segundo a Piovan, Este sistema permite verificar se a combinação entre fontes e destinos estão corretas. Se detectar um erro, o sistema de transporte não ativa o ciclo de carga, evitando assim qualquer risco de erro ou contaminação entre os diferentes tipos de materiais. A unidade permite conectar os tubos de maneira simples e fácil, com apenas uma das mãos, afirma a empresa. É também livre de juntas para evitar contaminação, garantindo que os grânulos plásticos tenham contato somente com o aço inoxidável. Um sistema de LEDs, que mudam de cor conforme as tubulações são acopladas, guiam o operador, permitindo que as conexões sejam verificadas instantaneamente, complementa a Piovan.

Aplicações na área médica

Na exposição, a Piovan também apresentará importantes inovações para o setor médico: segundo a empresa, ocorrerá durante a feira o lançamento de um microdosador capaz de alimentar as máquinas com um único grão de cada vez, mantendo a alta precisão para atender às demandas que vêm especialmente de setores altamente técnicos, como microdosagem médica e micromoldagem de precisão.

Para completar a gama para o setor médico, a linha conta com equipamentos adequados para uso em salas limpas, como o alimentador sem filtro Pureflo, que, segundo a Piovan, não requer ar comprimido ou manutenção e o desumidificador da Série DPA, livre de emissões.

Soluções em Refrigeração

A Aquatech, empresa do Grupo dedicada a tecnologias de resfriamento industrial e controle de temperatura, estará no centro das atenções com muitos produtos inovadores em exposição: desde unidades de controle de temperatura até os novos dry coolers adiabáticos.

A unidade de Controle de Temperatura para Moldes da linha Easytherm recebeu uma nova versão pressurizada, ampliando a gama de aplicações. Ainda na área dedicada à refrigeração industrial, outras inovações interessantes estarão em destaque, tais como o DigitempEvo, um termochiller refrigerado a água com baixos níveis de consumo de energia e alto desempenho, segundo informações da Piovan.

Destaque especial também para a linha de chillers Easycool+, uma linha de chillers compactos que foi concebida e projetada para atender a requisitos específicos de resfriamento de processos industriais.

Sustentabilidade e Economia Circular

A Piovan desenvolve tecnologias e soluções que contribuem para aumentar o uso de materiais reciclados, permitindo que uma gama de produtos seja produzida com a utilização de PET pós-consumo como matéria-prima, por exemplo. Desde 2006 a Piovan tem desenvolvido tecnologias que dão vida nova aos materiais reciclados, transformando-os novamente em garrafas. De uma maneira geral, a decisão de investir em soluções eficientes resultou na redução do consumo de energia e das emissões de CO2 relacionadas com o processamento de plásticos.

Indústria 4.0

A Piovan continua ampliando a gama de recursos oferecidos pelo Software de Supervisão Winfactory 4.0. Uma das novas funcionalidades deste software inclui um módulo de monitoramento da eficiência energética, e também com possibilidade de monitorar e analisar os sistemas de controle de temperatura com a tecnologia Aquatech.

Dados, contexto, Interação (DCI) e Interconexão Digital ao longo de todo o processo são as diretrizes da indústria 4.0 que nortearam o desenvolvimento do MTS, o novo sistema de rastreamento de material. Segundo a Piovan, o MTS consiste em um terminal de código de barras capaz de ler os códigos de barras para identificação dos usuários, materiais e lotes de produção. Este sistema orienta o operador no gerenciamento, otimização e armazenamento de materiais, identificando o fluxo dos diferentes lotes desde a fase inicial até o produto acabado.

Um grupo em crescimento

O Grupo Piovan apresentou um crescimento significativo nos últimos anos, seguindo uma trajetória que começou há cerca de dez anos e que o levou a se tornar um grupo internacional em contínua expansão. O Grupo fechou o ano de 2018 com um faturamento de € 246 milhões (mais de 15% em relação ao ano anterior), e em outubro passou a integrar a listagem da Bolsa de Milão, fazendo do ano de 2018 um grande marco para o Grupo. Uma empresa listada na Bolsa, confere ao Grupo um alto perfil internacional, maior visibilidade junto aos principais clientes, atrai novos talentos para a empresa e permite que o Grupo mantenha sua estratégia de crescimento e governança futura.

O primeiro semestre de 2019 também foi muito intenso com a abertura de novas filiais, como a Piovan Marrocos, e a aquisição de novas empresas: Toba, uma empresa sul-coreana líder na automação de processos industriais para o setor de plásticos e particularmente na produção de sistemas de transporte e armazenamento de plástico no formato de pó; e a Fea Process & Technological Plants, uma empresa italiana com sede em Cuneo, na região de Piemonte, especializada em automação para a indústria alimentícia e sistemas de dosagem e transporte para líquidos e pastosos.

Uma nova identidade Corporativa para o Grupo

No início de 2019, foi lançada a nova identidade corporativa do Grupo para comunicar de forma ainda mais efetiva a idéia da Piovan como um grupo internacional, formado por várias empresas que compartilham um denominador comum: a atenção com clientes e pessoal, seguindo os três pilares que distinguem o grupo: Clientes, Pessoas e Inovação. O novo logo do Grupo Piovan é caracterizado por um pictograma com três círculos que expressam os valores do Grupo, as áreas de negócios e os pontos fortes:
– 3 valores: Clientes. Pessoas. Inovação
– 3 áreas de negócios: Plásticos. Alimentos. Refrigeração
– 3 forças: Presença Mundial. Serviços. Equipe

A nova identidade corporativa destaca uma reestilização da imagem gráfica. Uma imagem gráfica que visa reunir todas as empresas do grupo dentro de uma mesma visão. Piovan, Una-Dyn, Fdm, Aquatech, Penta, Progema e Energys: todas adotam o mesmo estilo gráfico e o novo pay-off “Piovan Group” para ressaltar que todas as empresas pertencem a um único grupo.

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Na K 2019, Milliken irá destacar soluções que aprimoram a sustentabilidade

06/08/2019

De olho no avanço da economia circular, os visitantes da feira em Düsseldorf, na Alemanha, querem saber como podem aumentar o uso de plástico reciclado, estimular a reutilização de produtos pós-consumo, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e contribuir para uma melhor reciclagem. Eles também querem diminuir o uso de energia e limitar os resíduos gerados durante a produção.

“A redução de resíduos e a reciclagem de plásticos são megatendências necessárias que afetam atualmente o setor de produtos de consumo”, observa Herrin Hood, gerente global de linha de produtos do negócio de Aditivos para Plásticos da Milliken. “Como todos, nós trabalhamos para limitar o uso excessivo de plásticos, fomentar a reciclagem de polipropileno e avançar para uma economia circular. A Milliken vem apoiando totalmente esses esforços com inovações tecnológicas ​​que impactam a cor, a transparênica, o desempenho e a sustentabilidade”.

Existem muitas abordagens possíveis para lidar com esses problemas; os visitantes do estande da Milliken (Hall 6/A27) na feira K 2019, de 16 a 23 de outubro, poderão constatar as várias maneiras pelas quais a empresa está atuando nesse sentido através de seus aditivos e corantes.

A Milliken fez uma parceria com a PureCycle Technologies, sediada em Chicago (EUA), para promover a reciclagem em circuito fechado de resina de polipropileno (PP). Utilizando tecnologia desenvolvida e licenciada pela Procter & Gamble, a PureCycle planeja abrir em Ohio, em 2021, sua primeira fábrica, alicerçada em um método de reciclagem patenteado que, segundo a empresa, restaura a qualidade virgem de resíduos de resina PP. Isso permitirá que o material reciclado se torne verdadeiramente circular e seja reutilizado em sua aplicação original, em vez de empregado em produtos de menor valor.

Uma série de tecnologias da Milliken está ajudando os convertedores a fabricar de forma mais sustentável, reduzindo o consumo de energia, permitindo o uso de mais soluções monomaterial em embalagens, e promovendo a reciclabilidade de resinas como o polipropileno ou o uso de uma porcentagem maior de PP reciclado em produtos transformados.

“A Milliken tem prioridades claras para ajudar a criar uma economia circular para os plásticos”, acrescenta Hood. “Melhorar a reciclabilidade dos plásticos, substituindo plásticos descartáveis ​​por plásticos duráveis ​​e reutilizáveis, ​​e aumentar o uso de biopolímeros a partir do desenvolvimento de produtos que elevem o desempenho e as propriedades estéticas ajudarão a criar uma indústria de plásticos mais sustentável à medida que trabalhamos para criar um impacto positivo no mundo.”

Sustentabilidade aliada à transparência

Segundo a Milliken, o seu clarificante Millad NX 8000, presente em quase 80% do PP clarificado do mundo, não apenas transforma o polipropileno em uma alternativa leve e cristalina ao vidro. Ele também aumenta a sustentabilidade do material ao permitir que os convertedores o processem a uma temperatura mais baixa, o que resulta em tempos de ciclo mais rápidos e economia de energia na moldagem por injeção, afirma a empresa. A Milliken fornece grades para vários processos, incluindo moldagem por injeção, termoformagem e moldagem por sopro.

A presença do LED no mercado de iluminação industrial global, quase nula uma década atrás, deverá superar 50% este ano. Vários fatores de desempenho estão impulsionando essa mudança, que traz implicações para o impacto visual das embalagens plásticas nas gôndolas das lojas. A Milliken está trabalhando com um fornecedor líder global em iluminação para entender melhor as tendências que afetam a aparência das embalagens e como é possível lidar com tais efeitos através de soluções eficazes.

Além disso, os proprietários de marcas (brand owners) que utilizam a resina de PP NX UltraClear podem exibir uma etiqueta de Validação de Reivindicação Ambiental (ECV) da UL (Underwriters Laboratories) em suas embalagens moldadas por injeção, atestando sua adequação à economia circular para o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, afirma a Milliken. Esses benefícios estão impulsionando a forte demanda pelo aditivo e por isso a Milliken está construindo uma planta de clarificantes de classe mundial, a maior do gênero em sua história, em Blacksburg, Carolina do Sul (EUA). A instalação aumentará a capacidade de produção do Millad NX 8000 em aproximadamente 50% a partir de sua inauguração, em 2020.

De acordo com a Milliken, ao permitir que PP clarificado com o Millad NX 8000 substitua materiais alternativos, os proprietários de marcas e transformadores melhoram suas opções para produzir mais produtos monomateriais ​​(uma garrafa ou um recipiente de PP com rótulo e tampa do mesmo material, por exemplo). O polipropileno também é mais leve, mostrou ter uma melhor pontuação de reciclagem do que o PET e o poliestireno, e ainda oferece a possibilidade de fechar o circuito de NX UltraClear PP para NX UltraClear PP por meio do processo de reciclagem inovador da PureCycle.

Otimizando o desempenho dos plásticos

Uma das principais funções dos aditivos é melhorar o desempenho dos polímeros que eles modificam. Segundo a Milliken, seu agentes de nucleação Hyperform HPN para PP e polietileno melhoram o desempenho do polipropileno reciclado (rPP) e permitem a produção de peças mais robustas e mais leves, aumentando a rigidez dos produtos, em comparação com o PP nucleado convencionalmente. Também auxilia na produtividade do processamento e oferece propriedades equilibradas e ajustáveis, garante a empresa.

Na K 2019, a Milliken apresentará seu mais recente grade, o Hyperform HPN 715, que oferecerá novas oportunidades para o PP substituir as resinas de engenharia mais caras em aplicações exigentes, afirma a Millken. O Hyperform HPN 715 oferece um equilíbrio otimizado de vários fatores-chave, ao mesmo tempo em que proporciona temperaturas mais altas de deflexão térmica em comparação com outros nucleantes avançados, garante a fabricante do aditivo. Isto permite que o PP seja utilizado em recipientes para micro-ondas, componentes sob o capô de automóveis e em produtos de uso doméstico.

Os modificadores de desempenho DeltaMax para PP, por sua vez, aumentam a resistência ao impacto e as propriedades de fluxo de resinas de rPP, blendas e copolímeros de polipropileno de impacto (ICPs), informa a Milliken. Na K 2019, a Milliken planeja apresentar novos componentes de sua família DeltaMax.

A empresa afirma que o seu modificador de performance DeltaMax pode elevar o índice de fluidez do PP em até cinco vezes, mantendo as propriedades de impacto e rigidez. A Milliken diz que isso permite que os convertedores aumentem a eficiência operacional e criem designs de peças mais inovadores mediante o fluxo mais favorável através dos moldes. Segundo a fabricante do aditivo, a tecnologia DeltaMax também é eficaz na modificação de resinas recicladas pós-consumo e pós-industriais, elevando a resistência ao impacto e o índice de fluidez a níveis iguais ou melhores que os da resina virgem. Isso permite que os componedores e convertedores incorporem até 100% de PP reciclado sem sacrificar o desempenho ou o processamento, garante a empresa.

Durante a feira, o portfólio ClearShield UV Absorber também será apresentado. Segundo a Milliken, ele oferece proteção contra luz ultravioleta prejudicial a produtos acondicionados em PET, como alimentos, bebidas e outros artigos de consumo. Essa tecnologia amplia a vida útil do conteúdo embalado, protegendo a imagem da marca e permitindo formulações mais sustentáveis ​​com corantes, aromas e essências naturais, afirma a Milliken.

Desempenho em cores para Plásticos

Os corantes KeyPlast da Milliken para plásticos podem ser usados ​​por produtores de masterbatches líquidos e sólidos, produtores de resinas e componedores e são adequados para uso com uma ampla gama de sistemas de polímeros e resinas. Estes incluem PET em aplicações transparentes de contato com alimentos, bem como outros polímeros transparentes amorfos, como poliestireno (PS), policarbonato (PC), acrílico (PMMA) e polissulfona (PSU). Os corantes KeyPlast que melhoram a aparência visual de polímeros virgens proporcionam cores estáveis ​​e com fidelidade de reprodução. Os corantes ClearTint da Milliken também estarão em exposição na K 2019.

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Planta de reciclagem da Oppimitti Energy na Itália produz 48 mil ton/ano de plásticos reciclados com equipamentos de separação da Tomra Sorting Recycling

30/07/2019

Em 2016, uma empresa fabricante de ladrilhos foi comprada e convertida para atuar na recuperação e valorização de plásticos pela Oppimitti Energy Srl.  A nova fábrica corresponde a um investimento de 10 milhões de euros, gerando 60 empregos em Bedônia – que fica nas montanhas, no coração dos Apeninos Emilianos, a cerca de 80 km de Parma. A empresa faz parte do grupo industrial Oppimitti, o qual, nos anos 90, com uma visão previdente e “verde”, expandiu suas atividades do setor de construção para atividades ecológicas e energia renovável.

Aproximadamente 35 kg de resíduos de embalagens plásticas são gerados anualmente por pessoa na Itália, resíduos esses que podem ser separados e reciclados – daí a visão da Oppimitti Energy Srl que inspirou as atividades nesse segmento.

Parte do plástico vem do centro de triagem de resíduos Borgo Val di Taro, também de propriedade da Oppimitti, onde os fardos de plástico são preparados e entregues à fábrica de Bedonia através de 4 caminhões por dia. A usina, que tem uma área total de 6.500 metros quadrados, dos quais 4.000 são de armazenagem e 2.500 de área útil, é uma das mais avançadas entre as 36 em operação na Itália. Na sua instalação, o centro de reciclagem optou por adquirir  sensores óticos da Tomra Sorting Recycling.

Stefano Oppimitti é o diretor técnico do centro de triagem e seleção de plásticos proveniente da coleta seletiva, integrado ao circuito COREPLA (Consórcio Nacional para a Coleta, Reciclo e Recuperação da Embalagem Plástica na Itália), no qual a seleção é feita por cor e tipo de polímero, de acordo com as especificações do Consórcio.

Stefano Oppimitti diz: “Nós instalamos 6 máquinas Autosort da Tomra, duas das quais funcionam com pistas duplas. Todas elas são equipadas com sensores NIR e VIS e são usadas na separação de PET – nas várias cores -, na separação de PEAD (polietileno de alta densidade), propileno e polietileno de baixa densidade”.

As máquinas foram compradas em 2017. Oppimitti explica: “Apesar de sermos relativamente novos na indústria, percebemos o quanto a tecnologia e a experiência da Tomra realmente fazem a diferença em termos de produtividade e em termos de qualidade e eficiência de separação”. O centro está agora avaliando a instalação de outras 4 máquinas na planta para o aprimoramento da recuperação de poliuretanos mistos e para o aprimoramento e recuperação da parte fina da linha, ou seja, o tamanho abaixo de 5 cm.

No momento, a linha de seleção tem capacidade de 8 toneladas por hora, trabalhando em três turnos para uma produção anual total de cerca de 48.000 toneladas.

As máquinas Autosort da Tomra com sensores espectrométricos combinam sensores NIR (comprimentos de onda de infravermelho próximo) e VIS (comprimentos de onda na faixa visível) em um sistema de seleção universal modular. Segundo a Tomra, o sistema permite reconhecer e separar os plásticos com precisão e com velocidade, usando um critério de classificação por tipo de material e cores e obtendo frações de alta pureza. Dentro da fábrica, a tecnologia NIR permite a seleção de polímeros e o VIS a seleção de cores.

“Estamos muito felizes com os serviços oferecidos pela Tomra para assistência, treinamento e atualização, pois percebemos que eles nos permitem ter as ferramentas para explorar o potencial das máquinas em qualquer situação de produção”, ressalta Stefano Oppimitti.

O material de saída é reciclado como matéria-prima secundária (MPS), com características muito próximas às do polímero virgem, sendo usado em inúmeras indústrias. A fábrica emiliana, em particular, produz doze tipos de matérias-primas secundárias, prontas para a indústria de plásticos, puras e controladas. As matérias-primas secundárias com uma matriz poliolefínica (PEAD, PEBD e PP) são amplamente utilizadas em produtos para construção civil (tubos, interruptores, estradas, etc.), móveis (componentes para cadeiras e móveis), automotivo (vários componentes moldados) e agricultura (tubos de irrigação, embarcações). Em alguns casos voltam a ser embalagens (caixas e garrafas para detergentes domésticos, paletes).

A entrevista com Stefano Oppimitti está disponível no seguinte link: https://video.Tomra.com/oppimitti-srl-bedonia-italia.

Para mais informações sobre a Tomra Sorting Recycling: www.Tomra.com/recycling

Fonte: Tomra Sorting Recycling

Desafio da Braskem busca soluções para retirar odor de resinas recicladas

19/07/2019

O projeto recebeu mais de 150 inscrições dos cinco continentes com idéias para a produção de resina pós-consumo de qualidade e sem cheiro. Pesquisadores alemães apresentaram o melhor projeto e receberam 30 mil dólares.

A Braskem lançou no ano passado uma parceria com a Innocentive, uma plataforma global que incentiva desenvolvimento de pesquisas, com o objetivo de retirar cheiro de resina reciclada. Foram 154 inscritos de todo o mundo, com 25 selecionados para a segunda fase e oito finalistas escolhidos para testes. Dois pesquisadores alemães apresentaram a melhor opção e receberam 30 mil dólares por seu desenvolvimento tecnológico.

A proposta do desafio vai ao encontro com o compromisso com a Economia Circular da Braskem , divulgado em novembro de 2018, em que a empresa definiu oito iniciativas que contribuem com a cadeia do setor plástico para a indústria e sociedade, e que inclui no terceiro item: “Desenvolver ou apoiar o desenvolvimento de novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais, considerando o melhor equilíbrio dos impactos econômicos, sociais e ambientais”.

Dentro deste cenário, a petroquímica conduziu durante 2018 o desafio, visando desenvolver a cadeia de reciclagem do plástico. Foram realizados testes em laboratórios, tanto da Braskem como externos, em oito soluções apresentadas por pesquisadores inscritos no programa. A partir destas avalições, uma solução se destacou: trata-se de um processo que reduz o odor do resíduo sem diminuir as propriedades da poliolefina, ampliando o leque de possibilidades de aplicação do material.

“A parceria com a Innocentive foi um sucesso. Conseguimos atender a uma demanda interna e externa ao abrir para pesquisadores do mundo inteiro uma forma de colaborar com a reciclagem do plástico, permitindo identificar uma nova tecnologia que, desenvolvida em parceria com a Braskem, poderá impactar positivamente o mercado de reciclados. Estamos totalmente comprometidos em pesquisar e desenvolver soluções mais sustentáveis para a cadeia do plástico”, explica Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e da Plataforma Wecycle.

Fonte: Braskem

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Evonik apresenta aditivo de processo para a reciclagem de resíduos de borracha na K 2019

18/07/2019

O produto permite o processamento de resíduos de borracha em um material resistente usado em uma variedade de aplicações, como construção de estradas, setor esportivo ou playgrounds

Na feira K deste ano, em Düsseldorf, Alemanha, que acontece de 16 a 23 de outubro, a Evonik apresentará um aditivo de processo para a reciclagem de resíduos de borracha. Com o Vestenamer, a Evonik contribui para o fechamento do ciclo de materiais de borracha de uma maneira mais sustentável.

A cada ano, cerca de 19,3 milhões de toneladas de pneus são descartados no mundo inteiro – incluindo 3,6 milhões de toneladas só na Europa. Na Alemanha, por exemplo, há vinte anos, mais da metade dos pneus descartados era utilizada na recuperação energética, enquanto somente um em dez era destinado à reciclagem. Hoje, a reciclagem dos materiais está equiparada com a recuperação energética. Com o Vestenamer, a Evonik contribui para o fechamento do ciclo de materiais para a borracha de uma maneira mais sustentável.

Na reciclagem dos resíduos de borracha, a adição do Vestenamer é uma aplicação que, segundo a Evonik, já comprovou o seu valor na produção de artigos de borracha como pisos, colchões e bases para sistemas de sinalização de obras e barreiras nas estradas a partir de resíduos aproveitáveis.

“Como um aditivo de processo, o Vestenamer melhora a fluidez do composto de borracha, resultando em um material que pode ser processado com muito mais eficiência. A reatividade e a estrutura polimérica do Vestenamer também são fatores importantes: ambos dão origem uma boa densidade de ligações entre as partículas de borracha, o que, por sua vez, impacta positivamente as propriedades mecânicas do produto”, diz Dr. Peter Hannen, gerente de desenvolvimento de mercado do Vestenamer. “Em outras palavras, o aditivo de processo da Evonik melhora tanto a eficácia dos custos de processamento quanto a qualidade das peças de borracha quando se trata de borracha reciclada”.

Além do aspecto econômico de proporcionar uma matéria-prima eficiente em custos, a reciclagem do material dos pneus descartados também está ganhando mais destaque do ponto de vista ecológico. Por exemplo, o uso de pneus descartados em produtos novos contribui de modo significativo para a redução da emissão de carbono em até um terço em comparação com produtos que não usam um material reciclado. E a economia circular da borracha também atenua o problema global dos pneus descartados.

O Vestenamer da Evonik é usado como aditivo de processo na indústria da borracha já faz muitos anos. Fabricado no parque químico de Marl (Alemanha), o polioctenâmero resolve uma variedade de desafios no setor de compostos e processamento de borracha. O produto também é usado como auxiliar na reciclagem de resíduos de borracha.

Fonte: Evonik

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Prévia da K 2019 – Covestro destaca sua visão de um mundo sustentável e digital

17/07/2019

  • Busca por ciclo de material em toda a cadeia de valor
  • Pioneira no caminho para um futuro sem matérias-primas fósseis
  • Programa abrangente para digitalização
  • Soluções inovadoras para indústrias-chave

Durante a conferência de imprensa Prévia da K2019, realizada no Centro de Convenções da Messe Duesseldorf em 2 de julho passado, a fabricante de materiais Covestro apresentou em primeira mão as novidades a serem exibidas na Feira K 2019 em Outubro. Apresentado pelo CEO da Covestro, Dr. Markus Steilemann, e por Jochen Hardt, vice-presidente e especialista em marketing da Covestro, a empresa divulgou suas várias inovações e projetos que visam ampliar as fronteiras de um mundo sustentável e digital.

Na feira de plásticos K 2019, em Düsseldorf, a Covestro apresentará soluções inovadoras em materiais que, segundo a empresa, fornecem respostas aos desafios atuais do mundo. Os visitantes da principal feira do mundo para a indústria de plásticos e borracha encontrarão exemplos disso apresentados pela Covestro no estande A75, no Hall 6. De 16 a 23 de outubro de 2019, produtos e tecnologias para as indústrias automotiva, de construção e eletrônica estarão em exibição , além de aplicações inovadoras e funcionais nos setores da saúde, móveis, esportes e lazer.

“Além do avanço da digitalização, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas serão uma força motriz na sociedade e na economia para os próximos anos”, disse o CEO Markus Steilemann aos jornalistas. “O atingimento desses objetivos não é apenas imperativo para um mundo melhor, mais limpo e mais saudável, mas também possui um grande potencial econômico a longo prazo”, explicou o CEO. “A Covestro está determinada a implementar as metas de sustentabilidade da ONU em muitos níveis.”

Steilemann apontou o desenvolvimento de uma economia circular funcional e uma melhor gestão de recursos fósseis limitados, principalmente o petróleo bruto, como pontos centrais para o aumento da sustentabilidade. “Essas são metas que impactarão a sociedade como um todo e a Covestro quer contribuir para isso. Dentro de nossa empresa, queremos estabelecer ciclos de materiais ao longo de toda a cadeia de valor, desde os fornecedores, passando pela produção e logística, até o uso de nossos produtos e sua reutilização ”, explica Steilemann.

Ao reciclar plásticos usados, será importante poder esgotar todas as possibilidades técnicas. “O método relativamente novo de reciclagem química também é uma opção, que requer suporte adicional”, disse o CEO.

Um aspecto fundamental para o desenvolvimento de uma economia circular na indústria de plásticos e indústria química é fechar o ciclo de carbono com recursos reciclados. Aqui, vale a pena considerar o uso de resíduos de plantas e, cada vez mais, a utilização de gás carbônico como alternativas para os recursos fósseis. A Covestro já alcançou vários resultados nessas áreas. “Queremos nos tornar pioneiros no caminho para um futuro sem recursos baseados em materiais fósseis e enfatizar nossa reivindicação de liderança no setor”, enfatizou Steilemann.

Digitalização cria valor agregado

Outra força motriz é o avanço da digitalização. A Covestro quer aproveitar as oportunidades nessa área e iniciou um programa abrangente, com foco no cliente. Para isso, a empresa está incorporando tecnologias e processos digitais na produção, na cadeia de suprimentos, na pesquisa e desenvolvimento, em todos os pontos de contato com os clientes e no desenvolvimento de novos modelos de negócios. Vários tópicos e exposições na K 2019 destacam a importância da digitalização para a empresa, que espera estabelecer referências nesse campo na indústria de plásticos e de produtos químicos.

Os exemplos abaixo dão uma ideia dos desenvolvimentos que a Covestro apresentará na K 2019.

Sociedade completamente conectada

Um requisito importante para a mobilidade do futuro e a digitalização de todas as áreas da vida e dos negócios é a nova tecnologia de transmissão 5G. Para construir a infra-estrutura para isso, a Covestro está trabalhando em conjunto com a Deutsche Telekom e o Umeå Institute of Design para desenvolver soluções inovadoras em materiais para estações base, antenas e outros componentes do sistema. A Covestro também está trabalhando em uma solução em filme de múltiplas camadas em conjunto com um novo processo de fabricação para as partes de trás da estrutura de smartphones. Ao contrário dos elementos convencionais de metal, estes filmes de policarbonato são permeáveis ​​à radiação de alta frequência.

Interiores de automóveis do futuro

O destaque da exposição na K 2019 é um conceito de interior automotivo abrangente para a mobilidade futura. Em linha com a última tendência, a mostra pretende transformar interiores de automóveis em espaços multifuncionais e móveis para a vida e o trabalho. “Desenvolvemos o conceito em conjunto com parceiros-chave industriais e acadêmicos”, explicou Jochen Hardt, especialista em marketing da Covestro e líder do projeto. “Isso envolve funcionalidade, conforto e design em igual medida, além de eficiência.” O carro do futuro é totalmente conectado em rede e é perfeitamente integrado à vida cotidiana. Os principais recursos de design são superfícies com aparência e toque decorativos, iluminação ambiente integrada, os últimos sistemas de entretenimento digitais e conceitos em assentos de última geração.

Produtos têxteis derivados de gás carbônico

Juntamente com parceiros como a RWTH Aachen University e vários fabricantes de têxteis, a Covestro conseguiu produzir fibras têxteis elásticas a partir de poliuretano termoplástico derivado parcialmente de CO2 e, como resultado, substituiu em parte o petróleo bruto como matéria-prima. O ponto de partida é um produto intermediário chamado cardyon®, que já é usado para para produzir a espuma macia encontrada em colchões e nas camadas de base dos campos esportivos. Os parceiros estão atualmente trabalhando no desenvolvimento da produção de têxteis em escala industrial e querem introduzir um ciclo de material que seja baseado em recursos sustentáveis ​​para a indústria têxtil e de vestuário.

Energias renováveis ​​em ascensão

Além de promover uma economia circular eficiente, a Covestro também está comprometida em expandir ainda mais o uso dos plásticos em energias renováveis, como a energia eólica. A cooperação com parceiros levou ao desenvolvimento de uma resina de poliuretano, bem como de uma tecnologia de processo, que torna possível a fabricação de pás de rotores de turbinas eólicas de forma eficiente e econômica, afirma a empresa. A Covestro recentemente processou seu primeiro pedido comercial nessa área proveniente da China.

Com 2018 vendas de 14,6 bilhões de euros, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados ​​em muitas áreas da vida diária. Os principais segmentos atendidos são os setores automotivo, de construção civil, processamento de madeira e móveis, e elétricos e eletrônicos. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.800 pessoas (calculadas como equivalentes em tempo integral) no final de 2018.

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Durante Prévia da K 2019, clientes da BASF exibem protótipos fabricados com material plástico quimicamente reciclado

16/07/2019

  • Os parceiros da BASF no Projeto ChemCycling: Jaguar Land Rover, Storopack, Südpack e Schneider Electric.
  • Fase piloto promissora, mas continuam os desafios tecnológicos e econômicos, assim como a necessidade de avanços regulatórios.

Um número cada vez maior de empresas da indústria de plásticos está trabalhando para promover a reciclabilidade dos plásticos e, assim, ajudar, na criação de uma economia circular. Uma das maneiras pelas quais a BASF atua nessa área é através do projeto ChemCycling: no final de 2018, a empresa utilizou pela primeira vez volumes piloto de óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos como matéria-prima em sua própria produção.

Na Prévia da Feira K 2019, uma conferência de imprensa que ocorreu no Centro de Conveções da Messe Düsseldorf entre 1 a 3 de Julho, quatro parceiros apresentaram os primeiros protótipos que foram criados durante a fase piloto do projeto.

A Jaguar Land Rover (JLR), fabricante líder na indústria automotiva, desenvolveu um protótipo do suporte do radiador feito de plástico, usando poliamida 6 reciclada com 30% de fibra de vidro (Ultramid B3WG6 Ccycled Black 00564) para o seu primeiro SUV elétrico: o I-Pace. “Como parte do nosso compromisso de acelerar a fabricação em circuito fechado (Closed-loop manufacturing) em todas as nossas operações, estamos sempre em busca de avanços tecnológicos que ajudem a reduzir o desperdício”, disse Craig Woodburn, gerente global de Compliance Ambiental da JLR. “A capacidade de converter resíduos plásticos de consumo em peças seguras e de qualidade usadas em produtos premium, por meio do processo ChemCycling, é um passo importante no avanço da nossa aspiração de alcançar um futuro com resíduo-zero”.

A Storopack, fornecedora global de embalagens de proteção e peças técnicas moldadas, usou EPS quimicamente reciclado (Styropor P Ccycled) para fabricar embalagens de isolamento térmico para produtos farmacêuticos sensíveis à temperatura, bem como caixas para transporte de peixe fresco e embalagens protetoras para dispositivos eletrônicos. “Ficamos particularmente impressionados com o fato de que o Styropor® P Ccycled pode ser usado em embalagens de alimentos. Já existem várias opções de reciclagem para o Styropor e o projeto ChemCycling ajuda a aumentar ainda mais a o percentual reciclável”, comentou Hermann Reichenecker (foto), presidente do Conselho de Administração da Storopack.

A Südpack, uma das principais produtoras de embalagens em filmes na Europa, fabricou um filme de poliamida e um filme de polietileno que foram convertidos em embalagens com vedação especial para uso com queijo muzzarela. Até o momento, considerava-se que as embalagens multicamadas eram recicláveis até um certo limite. “Embalagens em filme desempenham funções importantes tais como: a proteção do produto, higiene e tempo de vida de prateleira, ao mesmo tempo em que precisa utilizar uma quantidade mínima de plásticos. Esta é a razão pela qual as embalagens em filme são compostas por vários materiais e camadas com diversas propriedades e barreiras. Por meio de inovações como o ChemCycling, chegamos mais próximos de resolver os problemas associados à reciclagem de embalagens flexíveis”, disse Johannes Remmele, sócio-gerente da Südpack.

A Schneider Electric, líder na transformação digital de gestão de energia e automação, fabricou um disjuntor a partir de poliamida (Ultramid) quimicamente reciclada. “Nós ativamente avaliamos a capacidade de matérias-primas secundárias, tais como plásticos reciclados, de atender aos nossos exigentes padrões de qualidade, normas e regulamentações rigorosas da indústria. Nós confiamos na expertise da BASF para demonstrar os benefícios de sustentabilidade de ponta-a-ponta e ao mesmo tempo oferecer um custo atraente. Esperamos que esta experimentação com a BASF abra espaço para mais inovações circulares em Gerenciamento e Distribuição de Energia”, disse Xavier Houot, vice-presidente sênior de meio ambiente, segurança e real state da Schneider Electric Group.

“Os projetos piloto com clientes de várias indústrias mostram que os produtos fabricados com matérias-primas quimicamente recicladas oferecem a mesma alta qualidade e desempenho que os produtos fabricados com materiais primários. O projeto ChemCycling, que usa uma abordagem de balanço de massa para atribuir matematicamente uma parcela do material reciclado ao produto final, pode ajudar nossos clientes a atingir suas metas de sustentabilidade”, disse Jürgen Becky, vice-presidente sênior de Materiais de Performance. Os produtos certificados são indicados com a terminação “Ccycled” em seu nome. Os protótipos apresentados na Prévia da K 2019, em Düsseldorf, fazem parte da fase piloto em andamento do projeto ChemCycling.

Potencial para aumento do percentual de material reciclável

“Com o projeto ChemCycling, a BASF tem como objetivo processar o óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos que atualmente não são recicláveis, tais como plásticos misturados ou contaminados. Se tivermos êxito em desenvolver o projeto até o ponto de disponibilidade no mercado, o ChemCycling será um complemento inovador aos processos existentes de reciclagem e recuperação, com o intuito de resolver o problema dos resíduos plásticos”, comentou Stefan Gräter, responsável pelo projeto ChemCycling na BASF.

O expressivo potencial da reciclagem química foi confirmado pela consultoria McKinsey em um estudo de dezembro de 2018: se os processos de reciclagem existentes forem combinados aos novos, como a reciclagem química, os especialistas acreditam que alcançaremos até 2030 uma taxa de 50% de reutilização e reciclagem de plásticos mundialmente (hoje, 16%). A parcela da reciclagem química poderia então subir do seu valor atual de 1% para aproximadamente 17%, o que equivale à reciclagem de cerca de 74 milhões de toneladas de resíduos plásticos.

Desafios tecnológicos, econômicos e regulatórios

Para passar da fase piloto à implantação no mercado, várias questões precisarão ser resolvidas. As tecnologias existentes para a transformação de resíduos plásticos em matérias-primas recicladas devem ser avançadas e adaptadas para o uso em escala industrial, a fim de garantir a alta qualidade do óleo de pirólise. A BASF está atualmente investigando várias opções para alimentar, a longo prazo, o seu complexo produtivo integrado com volumes comerciais de óleo de pirólise. Além das questões técnicas, os aspectos econômicos também desempenham um papel. Para a reciclagem química ter aceitação no mercado, os órgãos regulatórios também devem reconhecer oficialmente que o processo é uma modalidade de reciclagem. Dentro desse escopo, eles precisam definir como as abordagens de reciclagem química e balanço de massa podem ser incluídas no cálculo das taxas de reciclagem exigidas por lei.

Uso responsável de recursos

“Nosso projeto ChemCycling é um bom exemplo de como a BASF está trabalhando com nossos parceiros no desenvolvimento de soluções para os principais desafios do século 21”, disse Dr. Andreas Kicherer, especialista em sustentabilidade da BASF. Além do projeto ChemCycling, a BASF está envolvida em muitos outros projetos e iniciativas que fortalecem a ideia da economia circular e previnem o descarte dos plásticos no meio ambiente. Por exemplo, o portfólio de produtos da BASF inclui o ecovio®, um plástico compostável certificado, parcialmente fabricado com matérias-primas renováveis. A empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Em todas as suas fábricas no mundo, a BASF implementa a “Operação Clean Sweep”, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos destinada a evitar a perda de pellets de plástico no meio ambiente. Além disso, no início de 2019 a BASF uniu esforços com aproximadamente 30 outras empresas para fundar a Alliance to End Plastic Waste (AEPW). Nos próximos cinco anos, esta iniciativa pretende investir até $1,5 bilhão em vários projetos e parcerias, principalmente na Ásia e na África. Há quatro áreas-foco principais: desenvolvimento de infraestrutura para coleta de resíduos, promoção de métodos inovadores de reciclagem, educação e engajamento de vários grupos, além da limpeza de áreas com concentração de resíduos plásticos no meio ambiente.

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Novo e-book da Tomra Sorting Recycling identifica como a cadeia de valor do plástico pode reduzir seu desperdício

09/07/2019

A ameaça existencial para os oceanos e a vida marinha é uma razão justa e correta para reduzir o desperdício de plásticos; outra boa razão são as novas oportunidades de negócios rentáveis.

A Tomra Sorting Recycling publicou um novo eBook que compartilha ideias transformadoras para reduzir o desperdício de plástico em toda sua cadeia de valor. A publicação gratuita para download destaca como a adoção mais ampla de uma economia circular não é apenas vital para o meio ambiente, mas também pode trazer novas oportunidades de negócios.

O mais recente e-book da Tomra adota a visão realista de que o plástico se tornou insubstituível em nossa vida cotidiana por causa de suas inúmeras vantagens, mas é preciso que haja uma ação urgente para evitar uma exacerbação da ameaça que os resíduos plásticos já representam para nossos oceanos e a vida marinha. O cerne da questão, diz o e-book, é o que fazemos com o plástico após o uso e como os plásticos voltam a entrar na economia circular. Ao implementar medidas eficazes na cadeia de valor dos plásticos, podemos garantir a saúde a longo prazo de nossas economias, comunidades e meio ambiente.

O e-book da Tomra identifica muitas das ações que precisam ser tomadas para evitar uma catástrofe ambiental. Além disso, reforça as ações necessárias de todas as principais partes interessadas do setor na cadeia de valor dos plásticos: fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, consumidores, empresas de gestão de resíduos, instalações de reciclagem e legisladores.

Além dos benefícios ambientais da reciclagem de resíduos, o e-book observa como mudanças econômicas positivas também podem ser esperadas. As economias que usam modelos de descartes e descartáveis estão adotando novas oportunidades de negócios por meio de tecnologias avançadas de classificação que purificam e entregam reciclados de alta qualidade.

Para baixar sua cópia do eBook, visite: https://solutions.Tomra.com/plastic-value-chain-ebook

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Tomra

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Danone, Veolia, Nestlé e Tetra Park se unem para criar novo modelo comercial para incentivar recuperação e reciclagem de plásticos

22/06/2019

A Iniciativa 3R reúne ONGs, especialistas e grandes empresas como Danone, Nestlé, Tetra Pak e Veolia em modelos de negócios pioneiros de “economia circular”

A Iniciativa 3R é um esforço global planejado para reduzir a pegada de plástico e embalagens de empresas de bens de consumo, produtores, varejistas e outros, padronizando seus esforços e criando instrumentos negociáveis ​​que podem aumentar as reduções através de um esquema de crédito baseado no mercado.

A Iniciativa 3R trabalha usando um esquema de crédito para alavancar a economia circular – incentivando e encorajando empresas a assumir a liderança dentro e além de suas cadeias de valor para abordar a questão dos resíduos plásticos em escala.

A Iniciativa 3R foi fundada pela Danone, Veolia, Nestlé, Tetra Pak e é liderada pela Verra, criadora de padrões internacionais, e pela BVRio, desenvolvedora do mercado ambiental, ambas organizações sem fins lucrativos. A Conservation International e o South Pole contribuem como consultores.

Um padrão transparente para relatórios corporativos

A conscientização do público sobre a poluição plástica está crescendo, e cada vez mais empresas estão implementando atividades de redução de resíduos plásticos e assumindo compromissos globais. No entanto, muitos ainda acham difícil aprimorar suas ações e informar seus clientes sobre seu progresso em um formato universalmente aceito. A Iniciativa 3R oferece um modelo comercialmente sustentável, transparente, econômico e escalável. Um de seus componentes é o 3R Corporate Standard, em relação ao qual os esforços das corporações para reduzir seus resíduos plásticos podem ser avaliados de forma independente. É certificado por terceiros, para que as empresas possam usar o padrão para quantificar com credibilidade os impactos de seus próprios esforços e seus investimentos em recuperação de resíduos e reciclagem.

“Padrões confiáveis ​​e gerenciados independentemente serão fundamentais para o estabelecimento de mecanismos de mercado confiáveis ​​para lidar com resíduos plásticos em escala. A Iniciativa 3R fornecerá esses padrões por meio de um processo robusto, envolvendo várias partes interessadas, como empresas, ONGs e governos, e extensas consultas públicas “, declarou David Antonioli, CEO da Verra.

O mecanismo de crédito 3R para projetos de atividades

Outro componente importante é o 3R Crediting Mechanism, uma ferramenta inovadora que permite a negociação de créditos emitidos por atividades de recuperação e reciclagem de plásticos em todo o mundo. Ela permite que as empresas superem as ações internas e apoiem ​​projetos em “hotspots de vazamento de plástico” que geram benefícios ambientais e sociais verificáveis. As empresas podem comprar créditos para apoiar financeiramente e acelerar projetos que recuperam e reciclam plásticos e embalagens, contribuindo assim para a sua circularidade.

“É empolgante fazer parte da criação de um esquema muito necessário para aumentar a recuperação de plásticos e aumentar as taxas de reciclagem globalmente. Este inovador mecanismo 3R – Reduzir, Recuperar, Reciclar – é o resultado do trabalho de especialistas reunidos, arregaçando as mangas e assumindo o desafio de melhorar a coleta”, disse Mario Abreu, Vice-Presidente Global de Sustentabilidade da Tetra Pak. “O desenvolvimento e o financiamento de soluções para mitigar possíveis vazamentos para o meio ambiente é um dos principais objetivos e apóia o objetivo da Tetra Pak de enviar zero de caixas para aterros sanitários.

“A Conservation International está entusiasmada por fazer parte desta importante iniciativa, que dará às empresas as ferramentas necessárias para manter o plástico fora do ambiente e dos oceanos do mundo, ajudando os países a alcançar seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, disse Jennifer Morris, presidente da Conservation International.

Benefícios sociais e ambientais

Além de combater o lixo plástico, o mecanismo de crédito também traz benefícios sociais diretos. No Brasil, por exemplo, o mecanismo permitirá que os catadores desfavorecidos gerem renda adicional e melhorem suas condições de trabalho por meio da venda de créditos de recuperação de resíduos plásticos. No sudeste da Ásia, os créditos 3R vão desbloquear novos investimentos em infraestrutura de coleta e reciclagem de resíduos em falta para reduzir a poluição do plástico em sua origem.

Mais de uma dúzia de pilotos iniciais de potenciais projetos de emissão de créditos, visando diferentes tipos de plásticos e atividades de embalagem e recuperação, serão desenvolvidos nos próximos anos na América Latina, África e Sudeste Asiático.

“Até hoje, houve muito pouco investimento em esforços de recuperação e reciclagem de resíduos, especialmente no mundo em desenvolvimento, onde o apoio é mais necessário”, disse Moura Costa. “A Iniciativa 3R oferece às corporações a possibilidade de demonstrar ao público que estão dispostos e são capazes de combater a poluição plástica, com o objetivo de transformar modelos de negócios insustentáveis ​​em sistemas operacionais verdadeiramente circulares.”

A Iniciativa 3R (www.3RInitiative.org), nomeada segundo seus objetivos de reduzir o desperdício de plástico, recuperar plástico do meio ambiente e aumentar as taxas de reciclagem, visa: (1) catalisar o projeto responsável, o uso e a recuperação de materiais de embalagem; (2) apoiar as empresas na redução de suas pegadas de resíduos plásticos e na mitigação de possíveis vazamentos no meio ambiente; e (3) estimular o desenvolvimento de novos projetos de recuperação e reciclagem de plásticos em todo o mundo. A Iniciativa 3R começará com foco em embalagens plásticas e, com o tempo, cobrirá uma gama mais ampla de materiais recicláveis ​​para atender às necessidades ambientais e de mercado. O Padrão 3R para Contabilidade Corporativa permitirá que as empresas avaliem e relatem de forma robusta suas pegadas de resíduos de plástico e comuniquem ações de mitigação confiáveis. Isto será complementado pela Norma 3R para a Contabilidade do Projeto, que estabelecerá as regras e metodologias para quantificar e contabilizar a remoção e / ou reciclagem de resíduos, incorporar salvaguardas sociais para proteger os catadores e estabelecer um sistema de verificação usando terceiros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – 3R

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