Archive for the ‘Reciclagem’ Category

Enzima que “come” PET é produzida acidentalmente por cientistas britânicos e americanos

17/04/2018

Segundo matéria publicada pela Deutsche Welle, reproduzida a seguir, pesquisadores produziram, por acidente, uma enzima capaz de degradar plásticos PET e que pode ajudar a diminuir a poluição causada pelo material, principalmente garrafas plásticas.

Enzima descoberta acidentalmente poderá facilitar reciclagem de plástico

Pesquisadores nos Estados Unidos e no Reino Unido produziram por acidente uma enzima que consome plásticos, revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira (16/04). A descoberta poderá ajudar a reduzir o grave problema da poluição causada pelo produto derivado do petróleo.

Cientistas da Universidade de Portsmouth e do Laboratório de Energias Renováveis do Departamento de Energia dos EUA decidiram concentrar seus esforços numa bactéria de ocorrência natural descoberta no Japão há alguns anos.

Pesquisadores japoneses acreditam que a bactéria Ideonella sakaiensis se desenvolveu nas últimas décadas num centro de reciclagem, uma vez que até os anos 1940 o plástico ainda não tinha sido inventado. O organismo parece se alimentar exclusivamente de um tipo de plástico conhecido como Politereftalato de etileno (PET), amplamente utilizado na fabricação de garrafas.

Os cientistas buscavam compreender o funcionamento de uma das enzimas dessa bactéria, denominada PETase, analisando sua estrutura. “Eles acabaram avançando um passo à frente e acidentalmente desenvolveram uma enzima que consegue desmembrar ainda melhor os plásticos PET”, afirma o relatório divulgado na publicação científica americana Procedimentos da Academia Nacional de Ciências (PNAS).

Utilizando um raio-X de brilho dez bilhões de vezes mais forte do que o Sol, eles conseguiram elaborar um modelo tridimensional de alta resolução da enzima.

Cientistas da Universidade de Campinas (Unicamp) e da Universidade do Sul da Flórida desenvolveram através de computadores um modelo que demonstrava que a PETase era bastante semelhante a outra enzima, a cutinase, encontrada em fungos e bactérias.

Uma área da PETase, porém, apresentava algumas diferenças, levando os cientistas a deduzir que esta seria a parte que permitiria a degradação do plástico. Ao modificar essa enzima, tornando-a mais semelhante à cutinase, os pesquisadores descobriram acidentalmente que a enzima mutante conseguia degradar o plástico com eficácia ainda maior do que a PETase.

Os cientistas trabalham agora em melhorias nessa enzima, para que possa, no futuro, ser desenvolvida em grande escala e utilizada no setor industrial. O objetivo ao quebrar o plástico em partes menores seria permitir que ele seja reutilizado de maneira mais eficiente.

“O acaso muitas vezes tem um papel significativo na pesquisa científica fundamental, e nossa descoberta não é exceção”, afirmou o autor do estudo, o professor John McGeehan, da Faculdade de Ciências Biológicas de Portsmouth.

“Ainda que modesta, a descoberta inesperada sugere que há espaço para desenvolver ainda mais essas enzimas, nos aproximando de uma solução para reciclar as montanhas de dejetos de plástico que não param de crescer”, observou.

Mais de oito milhões de toneladas de plástico são despejadas anualmente nos oceanos, enquanto aumenta a preocupação com os problemas causados à saúde humana e ao meio ambiente. Apesar dos esforços globais para reciclar essa matéria-prima, a maior parte dos produtos plásticos sobrevive durante centenas de anos.”

Link para a matéria no site da Deutsche Welle a seguir: http://www.dw.com/pt-br/cientistas-desenvolvem-enzima-que-come-pl%C3%A1stico/a-43417084

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Tomra na Feira IFAT 2018: diversas tecnologias para “Uma Solução de Reciclagem”

17/04/2018

Serão quatro estações de consultoria para ilustrar as tecnologias de triagem da Tomra, além de oportunidades para concorrer ao Prêmio de inovação e visitar o Centro de Testes da empresa

A Tomra Sorting Recycling destacará suas tecnologias de triagem baseada em sensores na feira IFAT 2018, a principal feira mundial de tecnologias ambientais, em Munique, na Alemanha, de 14 a 18 de maio. O tema principal do estande da Tomra (Stand B6. 339/438) será “Um planeta, uma solução de reciclagem”.

Para que os participantes aproveitem ao máximo a presença da Tomra na IFAT 2018, a fornecedora de soluções para reciclagem convida os visitantes, previamente ao evento, a acessar à página online pré-evento da empresa. Nela há oportunidades para ampliar a experiência do visitante com a Tomra na IFAT através de várias opções:

  • agendamento de reunião com um Especialista da Tomra, que pode fornecer o tipo de informação solicitado pelo visitante
  • reserva de vaga em uma das quatro apresentações da Tomra Leads olhando para o futuro que a Tomra realizará em seu estande;
  • envio de idéia inovadora para o Prêmio InPulse da empresa, que premiará a melhor ideia apresentada, seja sobre tecnologia, serviço, gerenciamento de projetos, um novo aplicativo ou qualquer outra coisa;
  • reserva de vaga na visita ao Centro de Testes da Tomra, perto de Koblenz, na sexta-feira, 18 de maio, quando será possível ver diversas máquinas de triagem Tomra em operação, durante o dia de Demonstração da Tomra Leads. (Os visitantes do Centro de teste deverão fazer seus próprios planos de viagem).

Uma solução universal de reciclagem

O estande da Tomra na IFAT 2018 contará com quatro estações de consultoria, cada uma com um foco distinto: reciclagem de metais, resíduos, a economia circular e o futuro. Essas estações ilustram a integridade das soluções da Tomra para os dias atuais e o compromisso da empresa com inovações para o futuro.

A estação ‘Reciclagem de Metais’ do estande da Tomra fará a pergunta “Você tem cabeça de ferro?” Lá a Tomra explicará por que as pessoas não deve temer a nova e dura política ‘National Sword’ da China – proibindo a importação de 24 tipos de resíduos sólidos, incluindo vários plásticos e papéis mistos não triados. Informações serão discutidas sobre as aplicações da Tomra para Zorba, Zurik, alumínio, veículos em fim de vida, lixo eletrônico e cabos. Os monitores mostrarão vídeos de quatro máquinas em ação: Finder, X-Tract, Combisense e o novo sistema LOD (Laser Object Detection), que é capaz de atender aos requisitos de pureza de produtos da ‘National Sword’.

Depois de perguntar aos visitantes “Você gosta de lixo?”, A estação de “Resíduos” do estande da Tomra irá aconselhar como maximizar a reciclagem de resíduos sólidos urbanos. A Tomra fornece máquinas para diversas aplicações como papel, madeira picada, embalagens, Flakes, garrafas PET, plásticos pretos, resíduos de construção e demolição e resíduos comerciais e industriais. Monitores mostrarão vídeos das máquinas Autosort, Autosort Flake, Autosort Laser (foto), LOD e X-Tract da Tomra.

A estação do estande da Tomra intitulada “Economia circular” perguntará “Você está pronto para ser reutilizado?”. Aqui, o foco estará em como as tecnologias da Tomra de hoje podem ajudar a transformar o mundo em um lugar melhor amanhã. Um vídeo instigante irá resumir a extensão preocupante dos danos ambientais causados pelos resíduos, particularmente os plásticos, ao nosso planeta e seus oceanos. Como uma reação ativa a esse problema, no ano passado a Tomra juntou-se à New Plastics Economy – uma iniciativa que reúne empresas, governos, cientistas e cidadãos para acelerar a transição para um sistema global de plásticos guiado pelos princípios da economia circular.

A quarta e última estação da exibição da Tomra tem como tema “O Futuro” e levanta a questão “Você quer olhar para dentro?” Aqui a Tomra dará uma visão da pesquisa e desenvolvimento e das novas máquinas e tecnologias. O mais significativo de todos os avanços é provavelmente a crescente sofisticação da inteligência artificial, que já está integrada às máquinas da Tomra de forma mais presente do que as demais máquinas do mercado. Nesta parte do estande, os visitantes poderão, ao vivo, interagir com dados usando o Tomra Insight, a ferramenta de telemática que oferece aos clientes insights em tempo real sobre o gerenciamento e o desempenho de suas máquinas de reciclagem.

Cada uma das quatro estações do estande da Tomra terá a presença de um especialista para responder a perguntas e fornecer mais informações, além de ajudar a organizar visitas ao Centro de Testes da empresa.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas já foram instalados em 80 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho de alta capacidade (NIR) do mundo para aplicações de triagem de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua a ser líder na indústria dedicada à recuperação de frações de alta pureza de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972, que tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Novo sistema de detecção de objeto por laser da Tomra identifica objetos pretos e vidro para aumentar pureza de papel reciclado

19/03/2018

A Tomra Sorting apresenta o seu novo sistema de Detecção de Objeto por Laser (LOD), o qual, quando usado em combinação com o Autosort ou com o Finder, aumenta a capacidade de seleção dos processos, permitindo que as operações de reciclagem de resíduos urbanos, resíduos eletroeletrônicos e sucata metálica atinjam níveis únicos de pureza do produto final no mercado, afirma a empresa. Com a tecnologia Tomra laser, que seleciona com base nas características espectrais e espaciais do material processado, o novo LOD detecta materiais que a tecnologia do infravermelho próximo (NIR) é incapaz de identificar.

“A tecnologia NIR não pode detectar itens como plástico preto e borracha, vidro e outros itens de resíduos”, explica Carlos Manchado Atienza, diretor regional das Américas para a Tomra Sorting, Inc. “Ao combinar nossa nova tecnologia LOD, que pode detectar esses itens, com nossos poderosos sistemas Autosort e Finder, a Tomra mais uma vez lidera a indústria no desenvolvimento e adaptação de tecnologia para atender às constantes especificações em evolução no mercado”.

O LOD oferece às instalações de reciclagem uma solução de baixo consumo e baixo investimento para atender aos requisitos de pureza do cliente. Segundo a empresa, o novo sistema de classificação Tomra aumenta a pureza do produto final em até 4%, sem sacrificar a produtividade do circuito. Seu design modular permite que o sistema LOD flexível seja adicionado na mesma plataforma que o equipamento de classificação Tomra de última geração já existente. Alternativamente, pode ser adicionado ao circuito como sua etapa de seleção própria.

Desenvolvido para instalação e programação simples e rápidas em plantas existentes, o novo LOD é montado mecanicamente em uma plataforma. Ao contrário de outros sistemas, este arranjo permite que materiais de entrada grandes e pequenos passem sob o laser sem bloqueio.

“A LOD é o complemento perfeito para o equipamento Tomra existente dentro de uma linha de processamento para promover aos níveis de pureza que atendam aos requisitos do produto final cada vez exigentes, como o caso da China National Sword”, comenta Ralph Uepping, diretor técnico de reciclagem na Tomra Sorting. “O aumento dos níveis de pureza do produto expande o potencial do mercado e aumenta o potencial de lucro para os clientes”.

Separando vidro de papel

Ao contrário de métodos alternativos que apresentam alto consumo de energia, o novo sistema LOD da Tomra, de forma econômica, separa o vidro, material plástico e plástico preto do papel, aumentando significativamente a qualidade do produto, afirma a empresa. A tecnologia de detecção de fundo independente garante que o laser identifique os materiais não visíveis pelo NIR (infravermelho) presentes na esteira, reduzindo o ruído de fundo e dando às operações a flexibilidade para usar qualquer tipo de alimentação a linha, garante a Tomra.

De acordo com a empresa, quando combinado com a sua tecnologia de infravermelho do Autosort – seja adicionado a um sistema existente ou adicional à linha – o LOD oferece aos clientes uma solução eficiente para melhorar a qualidade do produto sem sistemas de ar que provoquem suspensão de partículas de poeira, levem a perda de papel ou aumentem tempo de indisponibilidade da linha para limpeza. Um design aberto permite que uma variedade de materiais, desde pequenos pedaços de papel até caixas grandes passem pelo laser sem medo de obstrução ou recalibração do classificador.

Aumento do valor agregado da Zorba e Zurik

Segundo a Tomra, o LOD oferece integração fácil e rápida em instalações de processamento de sucata metálica associando-se ao seu sistema Finder, que possui o Reconhecimento Inteligente de Objeto (IOR) para seleção de metais não ferrosos, como alumínio e aço inox. O LOD separa a borracha preta, o vidro e o material plástico dos produtos Zorba e Zurik, permitindo que as operações transformem essas commodities em produtos mais valiosos. A pureza do material oferecida pelo LOD pode permitir redução no controle de qualidade necessário no final do processo, reduzindo custos operacionais.

Para operações em espaços pequenos, o novo LOD pode ser instalado na plataforma Finder existente para aumentar a qualidade do produto final em 3-4% e assim atender aos novos regulamentos de importação de sucata da China em 2018. O separador baseado no sensor laser é flexível pode se adaptar a sistemas com larguras de 1.200 mm, 1.800 mm ou 2.400 mm, afirma a empresa.

Fonte: Assessoria de Imprensa Tomra

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Planta de recuperação de plásticos da Montello SpA, na Itália, utiliza 40 máquinas Tomra para separação de resíduos

20/02/2018

Quarenta máquinas da Tomra com inovadora tecnologia de sensores permitem que o centro da Montello SpA, localizado perto de Bérgamo, Itália, dê uma segunda vida às toneladas de plástico pós-consumo que chegam de toda região de Lombardia.

Montello SpA, Bérgamo é uma história de sucesso e um exemplo de reconversão industrial visando a economia verde. O redirecionamento da empresa remonta a 1996, quando, no período de crise da indústria siderúrgica, a administração decidiu suspender a produção de barras de ferro para construção civil e se transformar em um dos mais avançados centros de tratamento de resíduos da Europa, o único na Itália que realiza o ciclo completo.

Foi uma decisão acertada. Atualmente, Montello S.p.A. ocupa uma área industrial de 350.000 m2, sendo 120.000 m2 cobertos. A empresa emprega cerca de 500 funcionários. A tecnologia permeia toda a empresa, que conta com máquinas de seleção ótica da Tomra Sorting Recycling capazes de identificar os diferentes tipos de plástico. Apenas uma percentagem pequena ocorre manualmente.

Cerca de 150 mil toneladas de embalagens de plástico pós-consumo são recuperadas e recicladas. Isso representa, para o meio ambiente, cerca de 200 mil toneladas de emissões de CO2 por ano. Além disso, a empresa faz triagem e tratamento de cerca de 300 mil toneladas de resíduos orgânicos coletados separadamente, da qual a empresa extrai o biogás (para a produção de energia que alimenta suas instalações) e fertilizantes de qualidade.

A colaboração com a Tomra Sorting Recycling se deu desde o início. Em 1999, foi construída a primeira planta de seleção automática na Itália para selecionar garrafas plásticas de acordo com os requisitos do consórcio italiano para reciclagem e recuperação de plásticos, COREPLA (PET transparente, PET azulado, PET colorido e PEAD). Segundo a Tomra, esta escolha foi tão eficaz que o fluxograma do processo definido nesta primeira instalação ainda é considerado como referência em todas plantas de triagem COREPLA equipadas com sistemas de seleção baseada em sensores.

Hoje, a planta Montello possui 40 máquinas de seleção Autosort, que são usadas principalmente para selecionar e reciclar embalagens plásticas pós-consumo.

As máquinas Autosort da Tomra combinam sensores de espectroscopia NIR (infravermelho próximo) e VIS (espectro visível) em um sistema de seleção modular que rápida e precisamente reconhece e separa grande quantidade de material de acordo com o seu tipo e composição, obtendo assim frações de cada material com grande pureza. A tecnologia NIR é utilizada para a detecção dos polímeros e a tecnologia VIS para as cores.

Além das embalagens plásticas de Milão e Bergamo, 60% do plástico proveniente da Lombardia também chega na planta de Montello. No caso de Milão (através da empresa de coleta de resíduos AMSA), junto com os plásticos são levadas as latas de alumínio, que também são selecionadas.

O trabalho de triagem é realizado através de peneiras, balísticos e aspiradores, mas, acima de tudo, pelos separadores Autosort da Tomra de alta resolução NIR (infravermelhos), distribuídos em 6 linhas diferentes; a separação é realizada por tipo de polímero e, no caso das garrafas de PET, também por cor, a uma velocidade de 3 m/s. A matéria-prima secundária obtida é subdividida em: flakes de PET (politereftalato de etileno), grãos de resina de PEAD (polietileno de alta densidade) de frascos como detergentes, grãos de resina de LDPE (polietileno de baixa densidade) e poliolefinas misturadas, provenientes de sacos de compras e embalagens de filme plástico.

A matéria-prima secundária é revendida para produção de novas embalagens, objetos, recipientes, material de construção, vasos e outros itens plásticos. Além disso, tem um produto acabado que é produzido em Montello: a geomembrana estruturada, que é usada como isolante na construção.

Nestas instalações, 80% de plástico é transformado em matéria-prima secundária e outros 20% em combustível derivado de resíduos (usado como substituto do carvão de coque em cimenteiras e alto fornos). Nada é enviado para o aterro sanitário.

“Entre as tecnologias aplicadas ao nosso sistema de produção, as soluções fornecidas pela Tomra garantem ótimo desempenho e estamos muito satisfeitos com isso”, disse Angelo Giavazzi, o diretor técnico de Produção da Montello S.p.A.

Esta planta ocupa o primeiro lugar na Itália entre as instalações da COREPLA devido à quantidade de material que processa por ano e à eficiência da separação. Isso também é possível graças a tecnologia da Tomra Sorting Recycling.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Coalizão de Embalagens encerra primeira fase do Acordo Setorial com redução de 21% no volume de embalagens destinadas aos aterros

15/02/2018

A primeira fase da implantação do Acordo Setorial foi concluída em dezembro. Segundo o relatório entregue pela Coalizão Embalagens ao Ministério do Meio Ambiente, os resultados superaram as expectativas. Foi ultrapassada a meta de reduzir em 13,3% a quantidade de embalagens pós-consumo destinadas a aterros sanitários até o fim do ano; o valor final atingiu 21,3%.

Já o Sistema de Logística Reversa de Embalagens, implantado pela Coalizão, alcançou 63% da população, com ações nos 732 municípios prioritários do acordo. De acordo com o relatório, 802 cooperativas foram apoiadas, com cerca de 4 mil ações de estruturação na capacidade produtiva nos últimos cinco anos. Nesse período, foram instalados 2.082 pontos de entrega voluntária (PEV), com os investimentos do setor atingindo R$ 2,8 bilhões.

As metas para a próxima etapa do Acordo Setorial ainda não foram definidas, mas o Governo já publicou um decreto em que obriga as empresas e entidades envolvidas no consumo de embalagens a aderirem à Coalizão.

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, comemorou os resultados e disse que o ministério é parceiro da causa. “Entendemos a complexidade que é (sic) um setor de logística reversa tão grande e diverso. Eu espero que o resultado desse acordo seja capaz de mensurar a diminuição da destinação inadequada de resíduos, principalmente na cadeia que a coalizão representa”, disse

Coalizão Embalagens – Formada por 23 associações empresariais signatárias do Acordo Setorial de Embalagens em Geral, sendo a ABIPLAST uma delas, foi assinado em 25 de novembro de 2015 com o objetivo de ampliar a reciclagem no país. Conta com a participação de produtores, importadores, usuários e comerciantes de embalagens, do Cempre, da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Movimento ‘SEPARE. NÃO PARE’

A Coalizão lançou em 2017 o Movimento ‘SEPARE. NÃO PARE’, com o objetivo de informar, inspirar e mobilizar a população brasileira a separar e descartar corretamente seus resíduos domésticos. A campanha também ressaltou a importância da ação dos catadores na cadeia da reciclagem, responsáveis por mais de 50% do material recolhido e encaminhado às cooperativas em São Paulo.

A divulgação foi feita por uma campanha digital, com a participação de influenciadores e o portal informativo: http://www.separenaopare.com.br. Nele, a população pode encontrar conteúdos tais como: o passo a passo da separação e o descarte correto de diferentes tipos de embalagens; onde encontrar pontos de entrega; iniciativas já existentes; detalhes sobre quais materiais são recicláveis, etc.

A ação foi lançada inicialmente na cidade de São Paulo e contou com a distribuição de panfletos informativos para a população e colaboradores das empresas participantes da Coalizão, além de parceria com o SECOVI-SP (Sindicato da Habitação), para comunicação direta com os condomínios.

Coalizão Embalagens em números:

Metas do Acordo Setorial :  

  • Recuperação de 19,8% na fração seca.
  • Redução de 13,3% de embalagens dispostas em aterro.
  • Aumento na quantidade de resíduos recuperados de 3.060 toneladas por dia.

Resultados da 1ª fase:

  • Recuperação de 31,9% na fração seca.
  • Redução de 21,3% de embalagens dispostas em aterro.
  • Aumento da auantidade de resíduos recuperados: 1.553 t/dia. A crise econômica e menor geração de resíduos não permitiram atingir a meta.

Fonte: Abiplast

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Inovações em EPS voltadas para o Agronegócio foram destaque na 35º Festa da Uva e VI Expo Vinhos, em Jundiaí (SP)

07/02/2018

Ampliar o tempo de prateleira da fruta, proporcionar menor perda de peso pela desidratação e manter o teor vitamínico por mais tempo. Segundo a Termotécnica, esses são alguns dos diferenciais das conservadoras DaColheita, embalagens para frutas, legumes e verduras (FLV), produzidas em EPS pela Termotécnica.

Toda a linha DaColheita esteve em destaque na 35ª Festa da Uva e a VI Expo Vinhos, ocorrida entre os dias 18 de janeiro a 4 de fevereiro, em Jundiaí (SP).

Segundo a Termotécnica, a linha DaColheita compreende embalagens que protegem e proporcionam o aumento da vida de prateleira de frutas, verduras e legumes (FLV) em até 45 dias na cadeia do frio. Afirma a empresa, que o seu uso também aumenta em cerca de 20% o tempo de exposição nas gôndolas dos estabelecimentos comerciais, quando comparado com outros tipos de embalagens.

Desde 2010, as conservadoras DaColheita são utilizadas no Vale do São Francisco, onde mais de 2/3 dos produtores são clientes desta solução. Com a expertise adquirida nessa parceria, a Termotécnica vem ampliando a cada ano a linha de produtos para atender a outras regiões e culturas de FLV; em São Paulo, os agricultores tem aderido também à tecnologia.

Evolução das embalagens FLV no Brasil

DaColheita acondiciona frutas em exposição e no concurso

Entre as atrações da 35ª Festa da Uva e VI Expo Vinhos, evento patrocinado pela marca DaColheita, destacam-se os tradicionais concursos. Os produtores participantes escolhem seus melhores exemplares que, acondicionados nas conservadoras DaColheita, são avaliados pelos jurados e premiados, ação que proporciona visibilidade às conservadoras junto ao público alvo.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios,Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Fundada há 56 anos, tem matriz em Joinville (SC), com unidades de produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Solvay e Fundação Ellen MacArthur assinam parceria trienal para acelerar a transição para uma economia circular

07/02/2018

Jean-Pierre Clamadieu (à esquerda, na foto) assina acordo da Solvay com a Fundação Ellen MacArthur

Grupo Solvay torna-se o parceiro global da Fundação para o setor químico

A Solvay e a Fundação Ellen MacArthur assinaram um acordo de parceria global por três anos, aumentando a oportunidade do Grupo de contribuir significativamente para acelerar a transição para uma economia circular no setor de produtos químicos. A parceria explorará soluções alinhadas com os princípios da Economia Circular, em contraste com o atual modelo econômico linear de produção.

“A economia circular é cada vez mais importante para nossos negócios e clientes, que nos pedem soluções que atendam às suas necessidades de sustentabilidade. Juntar-se à Fundação Ellen MacArthur e estabelecer parcerias com players globais de renome significa, para empresas como a nossa, fazer a diferença no aprimoramento da qualidade do nosso conhecimento e pesquisas para avançar mais rapidamente para a circularidade “, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

“Estamos satisfeitos por receber a Solvay como um parceiro global da Fundação Ellen MacArthur. A indústria de produtos químicos está no cerne da economia global, por isso tem um grande potencial para estimular a mudança em direção a uma economia circular restauradora e regenerativa “, disse Ellen MacArthur.

A Solvay se juntará aos atuais oito parceiros globais da Fundação (Danone, Google, H & M, Intesa Sanpaolo, NIKE Inc, Philips, Renault e Unilever), como o único parceiro global do setor químico, no período de 2018 a 2020.

Desde que a velejadora britânica Ellen MacArthur estabeleceu a Fundação em 2010, a instituição emergiu como líder global em colocar as agendas dos tomadores de decisão nos negócios, governo e academia no sentido de uma transição mais rápida para uma economia circular.

A Solvay é uma empresa química de multi-especialidades, com produtos e soluções utilizados em aviões, carros, dispositivos inteligentes e médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre muitas outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 27.000 pessoas em 58 países. As vendas líquidas pro forma foram de € 10,9 bilhões em 2016. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Tomra Sorting Recycling garante grande contrato com empresa recicladora na Austrália para fornecer tecnologia de separação automática

15/01/2018

Líder em tecnologia de seleção baseada em sensores, a Tomra Sorting Recycling potencializa a indústria de reciclagem para reduzir drasticamente os resíduos destinados ao aterro sanitário

A Tomra Sorting Recycling anunciou a sua nova parceria com a SKM Recycling (SKM), com sede em Laverton North, em Victoria, na Austrália. Como líder da indústria no processamento de recicláveis de resíduos domésticos e comerciais, a SKM selecionou a Tomra para fornecer 40 unidades Autosort com recursos modernos e a nova tecnologia laser 3D para três novas plantas de classificação.

Para atender às demandas em constante mudança no mercado, a SKM está construindo três novas fábricas para processar mais de 350 mil toneladas de material coletado pela Coleta Seletiva por ano. O foco principal das plantas de reciclagem da SKM é processar o resíduo separando-o em frações de papel, plásticos, metais e vidro, classificando-os e separando-os produtos de alta qualidade. A primeira planta deverá entrar em funcionamento no início de 2018.

A fábrica da SKM em Laverton pretende se tornar a planta de processamento de materiais recicláveis tecnicamente mais avançada e automatizada na Oceania, integrando várias etapas da tecnologia de triagem Tomra na separação de papel e outros materiais recicláveis. A solução tecnológica avançada da Tomra proporcionará à SKM uma vantagem competitiva única e forte e posicionará a SKM para atender demandas cada vez mais rigorosas de qualidade dos produtos finais.

Esta tecnologia de triagem também resultará em maior índice de recuperação do produto reciclável extraído do fluxo de resíduo residencial, reduzindo os materiais descartados em aterro, promovendo uma melhor qualidade nos produtos recicláveis e oferecer maiores benefícios ambientais.

Reconhecida em todo o mundo pela sua tecnologia líder de classificação baseada em sensores, a Tomra Sorting Recycling também foi reconhecida na Austrália por seus conhecimentos especializados e consultoria. Robert Italiano, gerente de negócios da SKM, comentou sobre a nova parceria: “Estamos convencidos pela tecnologia robusta e confiável da Tomra. Entretanto, foi a sua capacidade de suporte na criação de conceitos otimizados de planta que nos fez escolher a associação com a Tomra. Nossa confiança em seu conhecimento e suporte técnico é inabalável e é respaldada pela garantia da Tomra em executar. Estamos orgulhosos de implantar as instalações de recuperação de materiais mais avançadas da Austrália “.

Tom Jansen, gerente comercial da Tomra Sorting Recycling, acrescenta: “Ganhar um contrato tão grande significa que a SKM colocou muita confiança na Tomra e na nossa mais nova tecnologia. Estou ansioso para ver as plantas ultramodernas em operação “.

A SKM Recycling (www.skmrecycling.com), criada em 1999, fornece serviços de coleta de resíduos para municípios, indústrias, hospitais e empresas locais. À medida que a indústria de reciclagem continua a se expandir, a empresa evoluiu para se tornar líder na triagem de resíduos coletados de residências, clientes privados e serviços de beneficiamento de vidro. A empresa totalmente australiana possui escritórios em Victoria, Austrália do Sul, Tasmânia e Nova Gales do Sul. A SKM presta serviços a muitos Municipios e Consórcios Regionais para o Gerenciamento de Resíduos em todo o Sudeste da Austrália. O material reciclável recebido é classificado e vendido aos fabricantes para reprocessamento em novos produtos diversos.

A Tomra Sorting Recycling (https://www.tomra.com/pt/sorting/recycling)projeta e fabrica tecnologias de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 4.900 sistemas foram instalados em 50 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho de alta capacidade (NIR) do mundo para aplicações de triagem de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua se dedicando à recuperação de frações de alta pureza de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972, com um volume de negócios de cerca de € 750m , atualmente empregando mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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Parceria entre Braskem, Martiplast e Leroy Merlin oferece ao mercado caixas organizadoras com plástico 100% reciclado

15/01/2018

Por meio da Plataforma Wecycle, 60 toneladas de material reciclado por ano poderão ser destinadas para venda exclusiva da Leroy Merlin

A Braskem se une às empresas Martiplast, do segmento de utilidades domésticas, e Leroy Merlin, uma das maiores redes de lojas para o mercado de material de construção, para oferecer aos consumidores caixas organizadoras feitas de plástico 100% reciclado. A parceria é mais uma iniciativa no âmbito da plataforma Wecycle, criada pela Braskem em 2015, que busca fomentar negócios que valorizem os resíduos plásticos ao longo de toda a cadeia produtiva, contribuindo com ações a favor da reciclagem, do pós-consumo e do meio ambiente.

Reunindo as pontas do setor, a Braskem fornecerá polipropileno reciclado à marca <Ou>, da Martiplast, que, aliando design e versatilidade, produzirá uma linha exclusiva de caixas organizadoras para venda nas 41 lojas e no e-commerce da Leroy Merlin no Brasil.

O PP reciclado da Braskem tem origem nos big bags anteriormente utilizados pela companhia para transporte e movimentação de suas resinas. A estimativa inicial é de uso de cerca de 60 toneladas de PP reciclado por ano para produção de caixas organizadoras de três diferentes tamanhos. Nas lojas, o produto poderá ser identificado pelo selo da Plataforma Wecycle e da Martiplast, informando sua origem a partir de plástico reciclado. Além das caixas, há a possibilidade de ampliar a parceria entre as marcas para a criação de outros produtos que ajudem na organização e decoração da casa.

“Acreditamos que o crescimento da reciclagem contribuirá ainda mais para o desenvolvimento e o crescimento da indústria do plástico. A parceria entre Braskem, Martiplast e Leroy Merlin é mais uma ação importante capaz de impactar outros players do mercado e conscientizar os consumidores”, afirma Fabiana Quiroga, diretora da área de Reciclagem & Plataforma Wecycle da Braskem.

O Grupo Martiplast, por meio da marca <Ou>, sempre teve como propósito levar inovação e praticidade às pessoas por meio de seus produtos. Por isso, o projeto da Plataforma Wecycle é tão importante para a empresa. “Nosso Grupo tem consciência que por meio dessa parceria podemos, sim, contribuir para um futuro ainda melhor, despertando a conscientização ambiental de quem compra, preservando a natureza, ajudando cooperativas de reciclagem e fazendo da inovação a ponte para um mundo mais desenvolvido e sustentável”, comenta Juarez Martini, diretor do Grupo Martiplast.

“A Leroy Merlin é uma empresa que tem em seu DNA a sustentabilidade e acredita nas ações que favorecem esta prática. Com isto, fazer uma parceria em que materiais reciclados se tornam peças úteis para o dia a dia do Cliente acaba se encaixando na filosofia que difundimos internamente. A Leroy Merlin incentiva e apoia iniciativas como esta, partindo da indústria”, comenta Adriano Galoro, diretor da Central de Compras da Leroy Merlin Brasil. A rede francesa Leroy Merlin chegou ao Brasil em 1998 e possui hoje 41 lojas distribuídas em dez estados brasileiros, mais o Distrito Federal, e uma Loja Virtual que atende a todos os estados do país.

Fonte: Braskem

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Planta de tratamento de resíduos sólidos da ilha de Maiorca, na Espanha, implanta novos equipamentos de recuperação de plásticos da Tomra

12/12/2017

Tirme reestrutura a sua planta de triagem de coleta seletiva, através de Stadler, e incorpora quatro Autosorts da Tomra Sorting Recycling

Tirme, o Parque de Tecnologias Ambientais de Maiorca, na Espanha, responsável pelo tratamento de resíduos sólidos urbanos na ilha, voltou a confiar na Tomra. A empresa implantou uma das primeiras plantas de triagem automáticas da Espanha e já possui equipamentos da marca desde 2002. Agora, ela atualizou a sua planta de reciclagem de embalagens, incorporando quatro unidades Autosort da Tomra Sorting Recycling, que se somam às existentes. Este sistema de classificação multifuncional é capaz de recuperar uma ampla gama de materiais recicláveis.

O projeto foi realizado pela Stadler, uma das empresas com maior experiência no segmento de instalações de triagem e tratamento de resíduos sólidos. “Os quatro novos Autosorts vieram para substituir equipamentos obsoletos, também da Tomra, após 14 anos de operação. Com a sua implementação ao processo, foi possível melhorar o desempenho e a qualidade do material selecionado, aumentar a eficiência e obter maior rentabilidade para a planta”, diz Luis Sánchez Vela, diretor da Stadler Espanha.

O primeiro dos Autosorts, com uma largura de 1000 mm, está configurado para polietileno de alta densidade (PEAD); os outros três, 600 mm de largura, para Tetrapak, plástico misto e recirculação, respectivamente. Esta recirculação no final do processo, destaca-se como a principal novidade desta reforma. Através do último Autosort, os materiais recicláveis são reprocessados, aumentando assim o índice de recuperação final.

Mas, além de incorporar novos equipamentos, eles também conseguiram aproveitar os recursos existentes, deslocando as unidades em diferentes pontos da planta. “O antigo Monosort foi deixado na fábrica para períodos de picos temporários e algumas unidades foram para recuperação de PET”, explica Luis Sánchez.

Do mesmo modo, um antigo Polisort de largura 2000 mm (originalmente utilizado para a fração plástico misto e tetrapak) foi reconfigurado para a seleção de PET, uma vez que é um dos materiais mais abundantes por ser usado na maioria das garrafas de bebidas.

Planta mais eficiente

“Desde 2002, a composição da coleta seletiva, tanto nos seus materiais como em densidade, variaram muito. Precisávamos, portanto, de uma melhoria do processo. Stadler nos deu a solução com o novo Autosort da Tomra Sorting Recycling. Com esta aquisição, fizemos uma nova distribuição de fluxos de materiais muito mais produtiva”, diz Simón Gili (foto abaixo), da Área de Engenharia e Desenvolvimento da Tirme.

“Com o Autosort melhoramos muito a recuperação de materiais valiosos e com isso a rentabilidade da planta melhorou bastante. Estamos muito satisfeitos. Os quatro novos sistemas foram instalados na parte final da seleção e estão funcionando muito bem”, acrescenta.

“Nós conhecemos essa tecnologia desde 2002, porque antes da reforma tivemos as quatro unidades Monosort e uma Polisort, mas, obviamente, a tecnologia avançou muito desde então. Com a modificação na planta, obtivemos claramente uma melhor eficiência. Na verdade, esperamos uma capacidade anual de 20.600 toneladas por ano de resíduos de coleta seletiva com essa taxa de trabalho e com a estrutura atual”, diz Simón Gili.

Máquina versátil e flexível

O Autosort baseia-se nos sensores de infravermelho próximo (NIR) e Espectrometria Visível (VIS). O primeiro reconhece os materiais pelas propriedades espectrais específicas; o segundo, todas as cores do espectro visível. A combinação desses sensores permite formar um sistema modular capaz de realizar desde as classificações básicas até as mais complexas, permitindo a separação por material e por cor, simultaneamente.

Graças a esses atributos, a Tirme conseguiu atualizar sua planta de triagem de resíduos de coleta seletiva, incorporando sistemas com tecnologia avançada. Além disso, segundo a Tomra, os sistemas são robustos e apresentam facilidade de manutenção.

“Estes novos equipamentos são muito mais versáteis do que o antigo Monosort, o qual só pode classificar um único tipo de material predefinido de fábrica. Dependendo das necessidades do momento ou do material que entra na planta, os novos modelos oferecem mais opções de configuração, podendo mudar a tarefa de classificação a qualquer momento “, diz Simón Gili.

Ser capaz de mudar a configuração dos sistemas é estratégico para uma planta que, como Tirme, está em um destino de férias como Maiorca. “Nós já reconfiguramos duas frações Autosort de PEAD para plástico misto, trocando o produto a ser selecionado. O resíduo varia de acordo com o fluxo turístico de Maiorca e a estação do ano. Sem dúvida, a flexibilidade da tecnologia da Tomra é um importante valor agregado”.

Uma colaboração produtiva

Em relação à execução do trabalho realizado, Simón Gili  aprecia positivamente o trabalho da Stadler, confirmando que a empresa “fez um importante esforço de coordenação para efetuar as alterações da instalação em apenas um mês, aproveitando uma paralisação de manutenção programada da planta”.

Na verdade, a planta prevê a próxima instalação de uma Unidade de Controle Central (CCU) da Tomra Sorting Recycling para monitorar remotamente todas as unidades Autosorts da planta e obter dados em tempo real sobre a seleção de materiais em cada um dos equipamentos operacionais da Tomra.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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INDAC lança programa para auxiliar transformador no descarte correto de resíduos de acrílico

30/11/2017

Material pode ser 100% reciclado se retornado aos produtores de chapas. Transformadores são responsáveis pelo descarte correto, que pode ajudar na produção de chapas recicladas de melhor qualidade e mais baratas

Para ajudar o transformador no descarte correto de sucata de acrílico, o INDAC – Instituto Nacional para Desenvolvimento do Acrílico – criou o Programa de Recuperação de Acrílico. Por meio dele, vai orientar os transformadores sobre os procedimentos mais adequados de armazenamento e de repasse do material descartado aos produtores de chapas.

A iniciativa pretende eliminar do circuito as práticas inadequadas de coletores sem informação ou desavisados, que não armazenam corretamente o acrílico, além de misturá-lo com outros plásticos. Tais práticas fazem com que os custos de produção das chapas recicladas sejam mais dispendiosos por causa da separação de impurezas.

Além de contribuir para o aumento da qualidade da chapa reciclada e seu barateamento, o estímulo do retorno do material excedente às empresas produtoras ainda faz com que a cadeia se ajuste à Lei de Logística Reversa, que torna todos os elos do mercado responsáveis pelo descarte ecologicamente correto de resíduos sólidos.

Longe de ser um plástico comum, o acrílico, além de resistente, de ter boa aparência e ser bastante durável, é 100% reciclável. Quando descartado corretamente, pode ser novamente transformado em chapas que serão utilizadas para uma infinidade de aplicações, como objetos decorativos, displays comerciais e acessórios femininos, entre tantas outros itens. “Todo esse processo é possível porque o acrílico é um termoplástico que não sofre alterações significativas na sua estrutura química durante o reaproveitamento, permitindo que ele seja fundido no processo de recuperação do monômero de metacrilato de metila”, explica Carlos Marcelo Thieme, presidente Indac.

Tal flexibilidade ainda torna o acrílico um material valioso no mercado de reciclagem, quando comparado a outros plásticos. Isso faz com que seu índice de reaproveitamento seja bastante alto. De acordo com estimativas do setor, são recicladas no País aproximadamente 2 mil toneladas por ano de chapas e resinas acrílicas. E esse número só não é maior porque o material é muito durável e, por isso, utilizado na produção de bens com prazo de vida mais longo. Assim, um item em acrílico geralmente só é descartado quando quebra ou chega ao final de sua vida útil.

Descarte

Tanto quanto as empresas produtoras da matéria-prima, os transformadores têm responsabilidade sobre os impactos negativos de um produto no meio ambiente. Por isso, descartar corretamente os resíduos é fundamental, inclusive para que esse material volte às mãos de quem o produz. “Quando se tratar do descarte de acrílico, recomendamos que as pessoas procurem seus fornecedores de chapas. Em caso de dúvidas ou se tiver qualquer dificuldade de contato com o produtor, orientamos que procurem o INDAC. O Instituto vai informá-lo quanto à forma mais correta de descarte e armazenamento do material”, explica Thieme.

Para saber mais sobre o Prograa de Recuperação de Acrílico INDAC, o transformador pode ligar diretamente para o Instituto: (11) 3171-0423.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico (www.indac.com.br) é uma organização criada há 17 anos, por empresários da livre iniciativa do setor com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados. A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – INDAC

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Termotécnica recicla mais de 35 mil toneladas de isopor® em 10 anos

30/11/2017

Ponto de coleta de EPS em Joinville (SC)

Esclarecer que o isopor® pode ser 100% reciclado é um dos maiores desafios do Programa, que se iniciou em 2007

O Programa Reciclar EPS já deu um destino correto a mais de 35 mil toneladas de pós-consumo de EPS – material popularmente conhecido como isopor®. Representativo, o número equivale a 1/3 de todo o isopor® que foi reciclado no Brasil desde 2007, quando o programa foi iniciado. O Reciclar EPS gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de reciclagem parceiras, o que impacta diretamente mais de 5 mil famílias.

Isopor é 100% Reciclável

Compreendendo 98% de ar, o  isopor® (ou EPS) possui o material plástico Poliestireno na sua composição e pode ser 100% reciclável.

O Programa Reciclar EPS nasceu em 2007, de forma pioneira, antecipando-se à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos). A Termotécnica investiu no desenvolvimento de uma ampla cadeia de logística reversa, o que foi um desafio substancial, pelo fato de ser um material extremamente leve (98% de seu volume é composto por ar).

Com investimentos na ordem de R$15 milhões a empresa instalou unidades próprias de reciclagem nas cidades onde possui filiais: Manaus (AM), Rio Claro (SP), São José dos Pinhais (PR), Joinville (SC) e Petrolina (PE).

Após reciclado, o isopor® pode ser utilizado para a fabricação de itens como: régua escolar, corpo de caneta, solas de sapato, rodapés, molduras, entre outros.

Atendimento a estudantes

O Programa Reciclar EPS também pretende conscientizar as próximas gerações por meio de palestras para crianças sobre a reciclagem do isopor®. Com frequência, grupos escolares visitam a unidade de reciclagem da Termotécnica para aprender.

Portal online indica o ponto de entrega mais próximo

Com o objetivo de fortalecer a divulgação do Programa, a Termotécnica disponibiliza o Portal Reciclar EPS: www.reciclareps.com.br.  Para verificar onde está o ponto de entrega mais próximo, é só acessar o portal. Ao clicar no link “Onde reciclar”, o site identifica e direciona o ponto mais próximo de recolhimento de EPS para reciclagem.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Agronegócios, Conservação e Movimentação de Cargas. Aos 56 anos, tem matriz em Joinville (SC) e possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Termotécnica

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Tomra Sorting Recycling marca presença na Waste Expo

20/11/2017

A Tomra Sorting Recycling vai marcar presença na Waste Expo 2017 (Stand A5A), que ocorre entre os dias 21,22 e 23 de Novembro em São Paulo. Trata-se de um evento totalmente focalizado na Gestão de Resíduos Sólidos

No Brasil, cerca de 80 milhões de toneladas de resíduos são gerados por ano e apenas 3% desse total é reciclado. Outro dado preocupante, segundo estudo anual da ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), corresponde ao fato de que 59,8% das cidades brasileiras fazem uso de destinos considerados inadequados para o descarte de lixo. Além disso, cerca de 500 municípios não possuem sequer coleta domiciliar.

Ciente dos desafios apresentados por tal quadro, a Tomra Sorting Recycling acredita ter um papel importante na mudança do panorama do setor.

A Tomra Sorting Solutions desenvolve e oferece soluções de triagem baseada em sensores. A empresa acredita que o impulso para o tratamento adequado dos resíduos passa pela recuperação dos materiais valorizáveis que atualmente estão sendo descartados, de forma a aumentar o ciclo de vida desses produtos, colocando-os de volta na atividade econômica através da reciclagem.

De acordo com Carina Arita (foto), Diretora Comercial da Tomra Brasil, “os benefícios da reciclagem abrangem a saúde publica – pelo tratamento dos resíduos sólidos-, a geração de empregos diretos e indiretos, a movimentação da economia da indústria da reciclagem e a proteção do meio ambiente pela substituição do uso de recursos naturais, além de outros benefícios intrínsecos como o próprio atendimento da Politica Nacional de Resíduos Sólidos”.

Considerando o potencial desse mercado e o alinhamento da sua tecnologia com os benefícios que pode proporcionar para a sociedade e o meio ambiente, a Tomra Sorting Recycling tem acreditado e investido na sua subsidiária no Brasil desde 2011, visando impulsionar a reciclagem através da separação baseada em sensores óticos. A empresa vai estar presente na segunda edição da Waste Expo Brasil para apresentar ao mercado suas soluções já existentes e consolidadas em todo o mundo, assim como os últimos lançamentos no segmento de Resíduos Sólidos, tais como a separação de vidro através do Autosort Laser.

Segundo Carina Arita, “a Tomra Sorting Solutions está à disposição para conhecer a realidade dos resíduos em cada cidade do Brasil e da América do Sul, a fim de discutir e buscar soluções com suas tecnologias de última geração, as quais vão aos poucos conquistando terreno no mercado brasileiro ao atender às diferentes demandas”.

Waste Expo

De forma a dar respostas a desafios das atuais políticas do país, a Waste Expo Brasil (www.wasteexpo.com.br) vai reunir especialistas do setor para explorar alternativas para a gestão de resíduos sólidos e identificar possíveis caminhos para uma mudança de mentalidade. O painel de oradores contará com a presença do Ministro de Estado do Meio Ambiente, José Sarney Filho. Também ocorrerá o lançamento de um estudo inédito do Programa da Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA: o Atlas da Gestão de Resíduos na América Latina.

Apresentação do Autosort Laser

Lançando no último mês de Outubro, o Autosort Laser permite a seleção de vidro, cerâmica, pedras, metais e plásticos de resíduos domiciliares e comerciais. As suas capacidades permitem que as Plantas de Triagem de Resíduos possam recuperar ainda mais materiais e reduzir o volume de resíduos que seguirá para os aterros, reduzindo também os custos de descarte. Além disso, o Autosort Laser ajuda a criar receitas adicionais através da recuperação de mais um produto com valor comercial.

Para Carina Arita, que estará apresentando o novo sistema ótico durante a feira (stand A5A) e esclarecendo dúvidas e questionamentos, o Autosort Laser “tem uma tecnologia de separação a laser com base no bem-sucedido sistema de infravermelhos (NIR) e na flexível série Autosort da Tomra, que é um separador com mais de 4.000 unidades instaladas em todo o mundo”.

O Autosort Laser da Tomra oferece uma combinação de sensores capaz de detectar simultaneamente ainda mais propriedades do material no mesmo ponto, selecionando, portanto, as frações de material de forma mais eficiente. Ao contrário de tecnologia existentes, o Autosort Laser se destaca em separar o vidro fino, grosso ou opaco de resíduos sólidos urbanos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Braskem cria área de Reciclagem e Plataforma Wecycle

30/10/2017

Objetivo é fomentar iniciativas junto à cadeia de plástico para promover a economia circular do plástico

Para reforçar seu compromisso com o desenvolvimento de soluções sustentáveis na cadeia do plástico, a Braskem anuncia a criação da área de Reciclagem & Plataforma Wecycle, dentro da estrutura da Unidade de Poliolefinas da América do Sul e Europa.

A nova área tem como objetivo reforçar o posicionamento estratégico da Braskem e alavancar o incentivo de iniciativas, negócios e soluções sustentáveis relacionadas à economia circular do plástico, em especial à reciclagem, assim como o de gerir os aspectos institucionais e regulatórios sobre o tema.

Executiva com vasta experiência na indústria petroquímica, Fabiana Quiroga  (foto) vai liderar a área. Com mais de 15 anos na Braskem, já atuou em atividades jurídicas e regulatórias, no apoio à busca de soluções empresariais para as áreas industriais, comerciais, de Inovação e Tecnologia e de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA), além da avaliação da cadeia de valor da Reciclagem e dos modelos existentes.

“Essa iniciativa demonstra o compromisso da Braskem de atuar no desenvolvimento de tecnologias, soluções e programas, que beneficiem a cadeia de produção do plástico e, consequentemente, toda a sociedade. E não há como fazer isto sem focalizar a reciclagem e a economia circular”, afirma Edison Terra, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas da América do Sul e Europa.

Sob a liderança de Fabiana Quiroga, a plataforma Wecycle prevê o desenvolvimento de produtos com conteúdo reciclado pós-consumo, qualificação de processos e confiabilidade técnica, com foco na valorização do resíduo pós-consumo e da cadeia de reciclagem, com menor impacto ambiental e com ações de responsabilidade social. A iniciativa envolve a parceria com diferentes públicos de relacionamento do setor, como brand owners, transformadores, recicladores e cooperativas de catadores.

Um dos resultados do Wecycle, até o momento, foi a produção pela Braskem de resinas de polipropileno e polietileno com qualidade, produzidas com conteúdo reciclado, oriundo de fonte confiável e com rastreabilidade de toda a cadeia de reciclagem. Empresas como Grupo GPA e Muzzicycles já são parceiras da plataforma.

Fonte: Braskem

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Tomra Sorting Recycling organiza Conferência Global sobre reciclagem e gerenciamento de resíduos

24/10/2017

Evento de dois dias reuniu especialistas da indústria, clientes e mídia para examinar ideias para o futuro e tecnologias inovadoras para hoje.

A Tomra Sorting Recycling realizou uma conferência global nos dias 10 e 11 de outubro para compartilhar informações dos principais especialistas em reciclagem e gerenciamento de resíduos e demonstrar os avanços da empresa em máquinas de separação baseadas em sensores. Sob o tema “Perspectivas Futuras na Reciclagem”, o evento de dois dias na Alemanha contou com uma série de apresentações e discussões em grupo no Centro de Congressos Rhein-Mosel, em Koblenz, e demonstrações técnicas no Centro de Testes da Tomra na sede europeia na mesma cidade. Entre os participantes, destaque para a presença internacional de líderes da indústria, representantes empresariais e membros da mídia especializada.

Tom Eng, vice-presidente sênior e líder da Tomra Sorting Solutions, Recycling, comentou: “Ao reunir alguns dos especialistas mundiais com mais conhecimento em reciclagem e gerenciamento de resíduos, esta conferência estimulou uma fantástica troca de ideias. Os participantes trocaram novos conhecimentos sobre toda a indústria, desde idéias ambientais até práticas técnicas. Estamos muito satisfeitos por ter recebido tanto feedback positivo, com muitos participantes nos dizendo que acharam o evento informativo e inspirador. É emocionante que todos nós estejamos no cerne de uma indústria em direção a um futuro inovador e ambientalmente importante”.

Um destaque popular do congresso foi a série de apresentações e sessões de perguntas e respostas centradas na economia circular – de particular interesse em um momento em que a responsabilidade ambiental das marcas de varejo está tendo uma influência crescente nas decisões de compra dos consumidores. George Kremlis, da Direção Geral de Meio Ambiente da Comissão Européia, fez uma apresentação sobre um plano de ação da União Européia para a economia circular; Helga Vanthournout, Especialista Sênior do McKinsey Center for Business and Environment, falou sobre os impactos da economia circular nos negócios; e Tom Eng compartilhou reflexões sobre a prontidão para a economia circular.

Os visitantes do Congresso também tiveram a oportunidade de ver duas inovações técnicas em ação no Centro de Testes da Tomra: o novo Autosort Laser, que possibilita a separação de vidro fino, grosso ou opaco de resíduos sólidos urbanos (MSW), para ajudar a reduzir os custos de aterro sanitário e criar receitas adicionais através da recuperação de produtos comercializáveis; os participantes também receberam uma prévia exclusiva do Autosort Black , a primeira máquina capaz de classificar materiais de embalagem de plástico preto, o que ajudará a atender as metas de triagem e reciclagem cada vez mais apertadas. O Autosort Black será trazido ao mercado no início de 2018.

As apresentações e discussões sobre as questões principais da economia circular contaram com a participação de todos os delegados da conferência. Além disso, os visitantes também se separaram em dois grupos – um com foco em resíduos sólidos urbanos e outro com foco em metais – para participar de demonstrações no que se refere aos desafios futuros que enfrentam seus segmentos particulares. (O nome de todos os palestrantes pode ser encontrados no final deste artigo.)

Novas soluções para separar vidro e embalagens de plásticos preto de Resíduos Sólidos Urbanos

Uma das duas inovações técnicas mais importantes demonstradas no Centro de Testes da Tomra foi o Autosort Laser, que é uma máquina de separação baseada em sensores, utilizando a tecnologia laser. Aos visitantes do congresso foi demonstrado como a tecnologia de separação por infravermelho (NIR) do Autosort Laser garante a estabilidade de classificação e permite separar vidro de polímeros transparentes, que são cada vez mais usados em itens como seringas, isqueiros e garrafas para bebês e cosméticos.

A outra inovação técnica significativa foi o uso combinado das máquinas Autosort e Autosort Black , que possibilita a recuperação de valiosos polímeros pretos dos materiais de embalagem. Enquanto a tecnologia de classificação baseada em sensor na detecção NIR é incapaz de detectar ou diferenciar entre plásticos pretos, o classificador de plástico preto pode separar polímeros diferentes, como PE, PP, PET e PS pretos. Para habilitar este processo, a máquina Autosort primeiro recupera os materiais plásticos pretos, que normalmente são parte dos fluxos de resíduos, para criar um fluxo único preto, sendo seguida do Autosort Black .

Uma outra máquina de reciclagem de plásticos, o Autosort Flake, também foi demonstrada no Centro de Testes. Ao combinar a detecção de cores e informações de material aprimoradas para classificar por cor e material ao mesmo tempo, novos padrões de classificação de alta precisão foram trazidos para um mercado que exige cada vez mais saídas de alta qualidade com plásticos rPET (tereftalato de polietileno reciclado). O Autosort Flake, como o Autosort Laser, contempla a tecnologia patenteada Flying Beam da Tomra, combinada com a tecnologia Fourline, que possui o NIR de maior resolução (perto de 1mm) disponível no mercado de classificação.

Aumentar a rentabilidade da classificação de metais

Olhando para a classificação de metais, as demonstrações das máquinas X-Tract e Combisense ilustram como a combinação das tecnologias baseadas em sensores tornam a triagem mais lucrativa, agregando valor na zorba (sucata não ferrosa triturada). Ao processar a zorba em um equipamento de transmissão de raios X, separando o alumínio dos metais pesados, o X-Tract funciona com uma precisão tão alta que pode atingir purezas de alumínio de 98-99%, afirma a Tomra Dos metais pesados remanescentes, a Combisense, em seguida, separa fragmentos valiosos de cobre, latão e metais cinzentos.

Em outra demonstração no Centro de Testes, a Tomra explicou sua tecnologia de separação LIBS (espectroscopia de degradação induzida por laser). Ao empregar um laser que pode monitorar toda a largura da esteira, tem-se a vantagem de eliminar a complexa e dispendiosa necessidade de separar os materiais em pistas simples. Isso permite a triagem e separação de diferentes ligas de alumínio com níveis de eficiência altos e sem precedentes, conseguindo precisões de classificação de 99% de pureza (ou maior) com alta capacidade de processamento, de três a sete toneladas por hora, assegura a Tomra

O serviço é igualmente importante

Para atingir os objetivos de sustentabilidade, a economia circular dependerá não só de máquinas de reciclagem ultra eficientes, mas também de empresas e pessoas que as produzam e as mantenham. Este foi o tema de uma apresentação de Peter Geisler, Diretor de Serviço Reciclagem, intitulado “Minimizar tempos de inatividade e maximizando o lucro – é tudo sobre serviço”. O reconhecimento da importância do suporte ao cliente é demonstrado através do Tomra Care, um pacote abrangente de serviços que cobre consultoria de processos, testes de sistema, financiamento, seguros, treinamento de pessoal e atualizações.

Painel de Palestrantes:

Nas sessões de discussões sobre resíduos:
• Antonio Furfari, Diretor Geral da Plastics Recyclers Europe, fez uma apresentação sobre Plásticos na Economia Circular
• Kjell Fredriksen, Consultor Senior da Mepex Consulting, refletiu sobre o Futuro da Triagem de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU)
• Jürgen Priesters, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Tomra Sorting, falou sobre a Importância da Qualidade da Separação dos Plásticos para Reciclagem, Tecnologia, Matéria-prima e Custos
• Laszlo Szekely, Engenheiro de Desenvolvimento de Negócios da Tomra Sorting, falou sobre Separação de Vidro proveniente de RSU

Sessão paralelas na discussão dos metais:
• Maarten Labberton, Diretor do Grupo de Embalagens no European Aluminium, observou os Desafios e Potenciais da Reciclagem de Embalagens de Alumínio
• Prof. Geoff Scamans, Chief Scientific Officer at Innoval Technology, explicou como a Reciclagem é o Futuro para o Alumínio em Carros
• Richard Barrett, Editor da Metal Bulletin Magazine, foi o moderador do painel de discussões sobre os Futuros Desafios para a Reciclagem de Metais
• Frank van de Winkel, Responsável da Tomra Sorting BD, fez palestra sobre a classificação automática da produção de alumínio com a tecnologia LIBS
• Tom Jansen, Responsável de Vendas da Tomra Sorting Sales Manager, falou sobre as últimas tendências no que diz respeito a tecnologias ELV
• Brian Gist, Diretor Global de Venda em Metais da Tomra Sorting, concluiu as sessões com o resumo dos principais temas abordados

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 4.900 sistemas foram instalados em 50 países em todo o mundo.  Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho de alta capacidade (NIR) do mundo para aplicações de triagem de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua se dedicando à recuperação de frações de alta pureza de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972, com  um volume de negócios de cerca de € 750m , atualmente empregando mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Novo equipamento da Tomra utiliza tecnologia a laser para separar vidros de polímeros em resíduos domiciliares e comerciais

25/09/2017

  • Tomra Sorting Recycling lança Autosort Laser
  • Tecnologia reduz resíduos a serem descartados em aterros

A Tomra Sorting Recycling anunciou o lançamento de uma máquina de separação por sensores baseada em tecnologia laser. Segundo a empresa, o seu Autosort Laser (www.Tomra-autosort-laser.com) permite a seleção de vidro, cerâmica, pedras, metais e plásticos de resíduos domiciliares e comerciais. As suas capacidades permitem que as plantas de recuperação de materiais possam reaver ainda mais resíduos e, portanto, reduzir o volume de material que seguirá para os aterros, reduzindo significativamente os custos de descarte, afirma a empresa. Além disso, o Autosort Laser ajuda a criar receitas adicionais através da recuperação de produtos com valor comercial.

A tecnologia de separação a laser é baseada no sistema de infravermelhos (NIR) e na série fléxível do Autosort da Tomra, um separador com mais de 4.000 unidades instaladas em todo o mundo. A Tomra afirma que o seu Autosort Laser oferece uma combinação de sensores capazes de detectar simultaneamente mais propriedades da corrente de resíduos no mesmo ponto, selecionando, portanto, as frações de material de forma mais eficiente. Ao contrário de tecnologias concorrentes, o Autosort Laser se diferencia por separar o vidro – fino, grosso ou opaco – de resíduos sólidos urbanos.

Uma das primeiras empresas a usar o Autosort Laser é a Remondis GmbH, na Alemanha. Harry Amann, gerente da planta, comentou sobre a instalação: “Estamos muito orgulhosos por ter o primeiro Autosort Laser instalado em nossa fábrica em Erftstadt, na Renânia. Uma grande redução de custos e uma excelente qualidade de produto na saída simplificaram o processo da nossa planta. Não preciso dizer que esperamos um retorno rápido neste projeto”.

Segundo a Tomra, o Autosort Laser possui um sistema de plano de fundo independente que garante a estabilidade de classificação e permite separar o vidro fino, grosso ou opaco em relação a polímeros transparentes, cada vez mais utilizados em itens como injeções, isqueiros, garrafas para bebês ou cosméticos. A série Autosort apresenta uma tecnologia patenteada Flying Beam e Fourline para alta velocidade e precisão, afirma a empresa. Com a interface de usuário padrão da Tomra, os operadores podem selecionar facilmente uma variedade de programas de seleção em sua tela sensível ao toque, enquanto o recurso de calibração contínua permite o monitoramento e otimização em tempo real, assegura a Tomra. O Autosort Laser pode ser facilmente integrado em função do design compacto.

O grupo Tomra tem a tecnologia laser em seu portfólio de sistemas de separação desde 1997. Como um método de identificação globalmente estabelecido, a tecnologia de seleção própria da Tomra foi especialmente adaptada e desenvolvida para as necessidades exclusivas da indústria de reciclagem.

Peter Mentenich, gerente sênior de produtos da Tomra Sorting Recycling comentou: “Estou muito satisfeito por ver as primeiras instalações bem-sucedidas e o lançamento do Autosort Laser em nosso portfólio de produtos. Ele garante uma maior rentabilidade para nossos clientes e ajuda a reduzir significativamente a quantidade de material que vai para aterros sanitários. Um bom exemplo novamente de que a sustentabilidade e os negócios não são mutuamente exclusivos – ambos podem ser alcançados com tecnologia inovadora de gerenciamento de resíduos e reciclagem”.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos, tendo sido responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos.  A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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Wortex lança nova máquina para reciclagem de filmes flexíveis

29/06/2017

Challenger Recycler Conical Geração II é projetada para reaproveitamento de aparas plásticas sem perder a qualidade do material

A Wortex Máquinas (www.wortex.com.br), fabricante de equipamentos para a indústria plástica, acaba de lançar no mercado a Challenger Recycler Conical 55mm – Geração II, máquina projetada para o reaproveitamento de aparas, refiles e bobinas de polietileno ou polipropileno com baixo índice de degradação do material, o que lhe permite ser utilizado como material virgem.

É uma máquina destinada às empresas que desejam gerenciar suas próprias aparas com um baixo investimento e rápido retorno. Esse investimento vai garantir a reciclagem do material ao pé da máquina, obtendo dessa forma a qualidade e a padronização dos grãos que permitem o seu retorno ao dosador, otimizando os ganhos no processo de extrusão, afirma a Wortex.

A Challenger Recycler Conical Geração II (em operação, no vídeo acima) tem capacidade de produção de cerca de 90kg/h (que pode variar até 15% desse valor, para mais ou para menos), dependendo da espessura do filme a ser reciclado, com baixo consumo de energia, entre 0,26 a 0,28 kw/h.

Segundo a Wortex, os principais diferenciais da Linha Challenger Recycler Conical Geração II são:

  •  Modo off mantém a temperatura do conjunto enquanto os motores estão desligados por até 3 horas. Ideal para troca de turno e durante os horários de pico de energia;
  •  Pode ser alimentado com aparas moídas ou através do puxador de bobinas, totalmente integrado às normas NR 12;
  •  Na operação da máquina é necessário apenas um homem, sendo ele o próprio extrusor;
  •  Possui painel com tela de touchscreen, com conexão no ponto de rede informatizada para acesso remoto, ou seja, consegue-se reprogramá-la online;
  •  Sistema de corte que não utilizada água gelada, apenas água da torre.

“Uma das principais vantagens da máquina é o layout compacto que ocupa uma pequena área, permitindo a sua instalação ao lado do processo de extrusão”, afirma o diretor geral da Wortex, Paolo De Filippis.

Fundada em 1976, na cidade de Campinas (SP), a Wortex é uma empresa 100% nacional, fabricando equipamentos para extrusão, reciclagem, acessórios, moinhos, roscas e cilindros. A Wortex é líder no mercado brasileiro, e possui uma imensa gama de projetos já desenvolvidos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Wortex

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Tomra Sorting Recycling nomeia Fabrizio Radice como diretor comercial e marketing global

28/06/2017

Como novo Diretor Global Comercial e Marketing, Fabrizio assumirá o papel principal de desenvolver e implementar a estratégia de vendas de curto e longo prazo do fluxo de negócios da Tomra Recycling. Ele se reportará a Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Sorting Recycling.

Fabrizio Radice é um executivo experiente que tem atuado durante 20 anos com desenvolvimento de negócios. Ele fez parte de equipes executivas globais e forneceu assistência especializada para fóruns, sobretudo em áreas como vendas, marketing, desenvolvimento e atendimento aos diversos desafios do gerenciamento de mudanças. Em suas experiências passadas, ele foi responsável por recrutar, construir, gerenciar e desenvolver equipes internacionais multinacionais bem-sucedidas com um breve relatório para supervisionar e entregar serviços corporativos em setores fundamentais.

Ao longo dos anos, Fabrizio Radice adquiriu uma experiência substancial em desenvolvimento de negócios internacionais em nível de alta gestão, especialmente na área B2B, com multinacionais de alto perfil como Philips, Yageo, Flir e, mais recentemente, Agilent. Ele se formou com um Dr. Ing. Licenciado em Engenharia Eletrônica pela Universidade Politécnica de Milão em 1996 e foi premiado com um MBA Executivo em Estudos de Negócios Internacionais pela mesma universidade em 2004.

Comentando este novo compromisso, Tom Eng disse: “Fabrizio é apaixonado e entusiasmado por abrir novos caminhos e aproveitar as oportunidades para construir novos negócios a partir do zero. Isso é muito importante porque, apesar de termos feito grandes avanços em diversos mercados e segmentos nas últimas duas décadas, ainda há muito potencial para recuperar diversos outros tipos de materiais recicláveis e ampliar sua contribuição produtiva, devolvendo-os de forma sustentável ao ciclo de recursos. Ele aumentará a nossa forte presença no mercado, proporcionará uma nova perspectiva e uma energia nova considerável para nossas parcerias de clientes e soluções globais de reciclagem”.

Fabrizio Radice disse: “Estou muito entusiasmado com este importante desafio internacional e estou orgulhoso de me juntar ao líder do mercado no negócio de reciclagem. É uma honra poder dirigir esta excelente equipe de vendas e marketing internacional.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Visando aproximar-se dos clientes, Tomra lança website em português para o mercado brasileiro

12/06/2017

A Tomra lançou em maio a versão em português do seu website (foto) voltado para o mercado brasileiro. É um passo adiante para estreitar o relacionamento com os clientes de um mercado exigente e cada vez mais presente na Internet. Com esta ferramenta, a empresa procura estar mais perto das necessidades dos seus clientes, através de um recurso dinâmico que lhes permita conhecer melhor o mundo da Tomra, não só no tema da reciclagem, mas também em outros segmentos.

O website da Tomra, https://www.Tomra.com/pt, oferece uma visão global das últimas notícias da empresa – não só no Brasil, mas também em nível mundial. Em concordância com as diretrizes globais da empresa, o site “reflete valores importantes para a Tomra tais como proximidade, inovação, flexibilidade, dinamismo e comprometimento com seus clientes”, explica Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Sorting Recycling Brasil.

Um dos pontos fortes desta ferramenta é o conteúdo, disposto de forma leve para a leitura, facilitando a busca do usuário pela informação. Desta forma, o site reúne, em sua página inicial, as principais informações relacionadas à empresa, segmentadas por tópicos de interesse. Dados sobre produtos, catálogos, imagens, vídeos, além de especificações técnicas e artigos relacionados com a Tomra estão a apenas um clique de distância.

“Este lançamento demonstra a importância do Brasil na estratégia comercial da empresa, dado o enorme potencial no mercado da reciclagem”, refere Carlos Manchado, Diretor Regional para as Américas. Com um número crescente de brasileiros conectados à Internet, ”vemos o atendimento e o relacionamento com os clientes por meio das plataformas digitais como uma ferramenta estratégica de gestão”, conclui o Diretor Regional.

Com esta plataforma de comunicação e de proximidade, a Tomra procura a curto prazo conseguir atrair clientes no mercado brasileiro. A tecnologia baseada em sensores óticos está aos poucos mudando o panorama do mercado de reciclagem e é importante sensibilizar o mercado para a importância de uma maior eficiência da triagem para a reciclagem nas plantas. A empresa acredita que o site em português é um passo importante na tentativa de ajudar esclarecer as dúvidas e informar de forma minuciosa todos os produtos do portifólio Tomra.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 50 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua sendo a precursora na indústria dedicada à recuperação de frações de elevada pureza a partir de fluxos de resíduos, uma estratégia de reciclagem que maximiza o rendimento. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte: Tomra

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GPA e Braskem vão produzir embalagens de plástico reciclado a partir de materiais coletados em supermercados

31/05/2017

Por meio da parceria entre as duas empresas, serão recicladas 60 toneladas de plástico por ano para produção das novas embalagens do tira-manchas Qualitá

A Braskem e o Grupo GPA, maior empresa varejista do Brasil, vão reciclar 60 toneladas de plástico por ano para produzir as novas embalagens do tira-manchas Qualitá, marca exclusiva comercializada nas redes Extra e Pão de Açúcar de todo o país. A parceria faz parte da plataforma Wecycle, criada pela petroquímica, para valorização de resíduos plásticos na cadeia produtiva e integra o programa de logística reversa do GPA, o Novo de Novo.

A iniciativa vai utilizar os materiais descartados nas Estações instaladas em hiper e supermercados do GPA (redes Extra e Pão de Açúcar), que são doados para cooperativas parceiras do Programa. Depois de separado, o plástico é enviado a uma recicladora que fabrica a resina composta de 70% de material reciclado e 30% de polietileno virgem. A resina é então vendida para o transformador de plástico, que irá produzir a embalagem do produto e realizar o envase.

Todo o volume de tira-manchas Qualitá vendido no Brasil – cerca de 10 mil potes por mês – terá embalagens fabricadas com a resina reciclada. “A parceria é a concretização de nosso objetivo de desenvolver, em parceria com a cadeia, soluções customizadas para reciclagem e novas aplicações do plástico pós-consumo”, diz Américo Bartilotti, diretor de Polietileno da Braskem.

Para assegurar o respeito às legislações vigentes e às exigências de sustentabilidade, cooperativas e recicladoras passaram por processos de auditoria do Wecycle. As cooperativas agora também fazem parte do ser+realizador, programa da Braskem que tem como objetivo aumentar a reciclagem de resíduos pós-consumo no Brasil de maneira colaborativa, bem como desenvolver o trabalho de catadores e a profissionalização das cooperativas, criando oportunidades para transformações na indústria a favor do meio ambiente.

A parceria também representa um novo passo do programa “Novo de Novo” do GPA, que consegue reinserir no ciclo produtivo papéis e embalagens longa vida coletados nas Estações de Reciclagem das lojas Extra e Pão de Açúcar. As cooperativas responsáveis pela separação desses materiais contam com uma parceria promovida pelo GPA de venda do material a uma fábrica responsável por fazer embalagens de produtos Qualitá e Taeq. De todo o material recolhido, 75% da composição é celulose, que é transformada novamente em papel na indústria. Atualmente, a companhia conta com 184 pontos de coleta, que recebem aproximadamente 2 milhões de quilos de materiais recicláveis por ano. A coleta é feita por mais de 40 cooperativas em todo o país.

“O GPA sempre foi pioneiro em iniciativas relacionadas à sustentabilidade no varejo. Com essa parceria com a Braskem, estamos dando um passo ainda maior nesse campo, unindo todas as pontas da cadeia de produção ao ciclo de vida do consumo. E, claro, engajando nossos consumidores a assumir essa responsabilidade conosco e também gerando oportunidade de renda e trabalho para a comunidade local”, explica Laura Pires, diretora de sustentabilidade do GPA.

Para Eugênio Júnior, Gerente de Desenvolvimento Técnico de Marcas Exclusivas do GPA, a parceria reforça o compromisso da área de Marcas Exclusivas da companhia de expandir suas iniciativas sustentáveis. “O Novo de Novo é um projeto de logística reversa pioneiro no grande varejo e temos excelentes resultados na cadeia de papel. A parceria com o Wecycle nos proporcionou expandir a iniciativa para o segmento de plásticos, garantindo sua reinserção na cadeia produtiva e promovendo mais uma destinação correta a este tipo de material”.

A plataforma Wecycle foi criada com o objetivo de fomentar negócios e iniciativas para a valorização de resíduos plásticos, reforçando o compromisso da Braskem com a cadeia do plástico no Brasil. Entre os pilares de atuação estão o desenvolvimento de produtos com conteúdo reciclado pós-consumo, certificação ou qualificação de processos e produtos e ações de responsabilidade social voltadas à reciclagem.

Fonte: Braskem

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Tomra celebra o 45º aniversário depois de um ano de resultados recordes

30/05/2017

Desde a sua fundação em 1 de abril de 1972, a Tomra passou de pioneiro na tecnologia de reciclagem automatizada para uma empresa com diversas soluções baseadas em sensores que estão ajudando a liderar uma revolução inter-indústria para a sustentabilidade dos recursos.

Começando em uma pequena vila em Asker, na Noruega, os irmãos Petter e Tore Planke criaram uma solução para um problema: um comerciante local queria uma máquina automatizada que pudesse, rápida e facilmente, recuperar garrafas usadas e vazias para reciclagem: assim nascia a Tomra. Até o final de 1972, a Tomra tinha instalado 29 máquinas na Noruega e seus sucessos rapidamente começaram a gerar interesse no exterior.

Desde esse humilde começo, a Tomra diversificou sua oferta e expandiu seu alcance. Durante os primeiros 30 anos de sua história, a empresa concentrou o crescimento de seu negócio nos sistemas de venda reversa em mercados com o depósito para embalagens de bebidas. Em 2000, a empresa começou a desenvolver uma plataforma de negócios mais abrangente e, através de uma série de aquisições estratégicas durante as últimas duas décadas, a Tomra tornou-se um líder no fornecimento de tecnologia de separação ótica para ampla variedade de materiais.

Quase 45 anos depois, a Tomra registrou, em 2016, receitas recordes de aproximadamente €710m, com 90.000 sistemas instalados em mais de 80 mercados em todo o mundo.

As soluções baseadas em sensores da Tomra são usadas hoje em venda reversa, reciclagem, mineração e triagem de alimentos. As aplicações de reciclagem incluem diversos fluxos de resíduos e metais nos quais os separadores óticos suportam gerenciadores de resíduos com recuperação e triagem de recursos secundários valiosos, enquanto que as soluções de triagem e seleção de alimentos da Tomra são utilizadas para aumentar a capacidade de processamento, qualidade, segurança, rendimento e lucro.

Os equipamentos de mineração garantem uma recuperação mais eficiente de minerais e minérios. Segundo a Tomra, em 2015, seus equipamentos localizaram o Lucara Diamond, em Botswana, o segundo maior diamante de qualidade da história.

Stefan Ranstrand, Presidente e CEO da Tomra, disse: “Nosso crescimento e longevidade deve-se, em parte, à crescente compreensão de que o mundo precisa utilizar seus recursos naturais de maneira melhor, a fim de garantir a sustentabilidade. Estamos orgulhosos do sucesso que a nossa empresa alcançou até agora e estamos ansiosos para, próximos anos, continuar a construir e desenvolver soluções de ponta para ajudar nossos clientes a atender às suas necessidades de negócios e contribuir para um futuro melhor e mais sustentável”.

Tomra aos 45: Duas principais áreas de negócio

A Tomra está centrada em duas áreas de negócio: Soluções de Coleta (venda reversa e recuperação de materiais) e Soluções de Separação (reciclagem, mineração e alimentos). A empresa continua se focalizando em como transformar a maneira como o mundo obtém, usa e reutiliza seus recursos, analisando as próximas inovações importantes e como elas podem apoiar o meio ambiente e, com isso, os objetivos de negócios dos clientes.

Produtividade ideal dos recursos

“Os recursos globais estão sob mais pressão do que nunca”, continua Ranstrand. “Uma população crescente – e um consumo crescente – significam que recursos finitos estão sendo usados em um ritmo insustentável. O mundo está consumindo mais recursos e produzindo mais resíduos do que a natureza pode substituir ou absorver a cada ano. Agora, mais do que nunca, o mundo precisa de uma revolução de recursos”.

“A Tomra aspira a ser líder na revolução de recursos ao explorar e habilitar constantemente novos meios de otimizar a produtividade dos recursos. Desta forma, a tecnologia baseada em sensores da Tomra está desempenhando um papel fundamental no apoio à economia circular e também ajudando as organizações a aumentar a produtividade sem ter um impacto prejudicial sobre o meio ambiente”.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Tomra

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“Reciclar: a responsabilidade é minha e sua”

17/05/2017

Artigo de Albano Schmidt
Presidente da Termotécnica

Entidades, ONGs e institutos de pesquisa, tanto no Brasil quanto no exterior, elaboraram estudos e projetos constatando os inúmeros benefícios da reciclagem para a preservação do meio ambiente. Mas, para que tudo isso dê certo, é fundamental e imprescindível a participação efetiva de cada um de nós. Sabemos o que deve ser feito, mas será que levamos a sério? Em casa, no ambiente de trabalho, nas escolas e nas ruas: você separa o lixo corretamente?

É muito importante termos consciência de que os produtos recicláveis não vão sozinhos para o ponto de coleta. Parece absurdo eu escrever isso, afinal de contas é óbvio !  Mas, infelizmente, não é o que acontece. O plástico, por exemplo, não sabe onde fica o “lixo reciclável”! Ele precisa ser devidamente separado, acondicionado e tratado, minimamente limpo e encaminhado para o local adequado; aí, sim, a estrutura se consolida e as empresas de coleta e usinas de reciclagem entram em ação.

Na Termotécnica, somos realmente defensores do meio ambiente. Nossa equipe é treinada e apaixonada por esta causa. Somos responsáveis pelo nosso produto – o EPS, popularmente conhecido como isopor® –  desde a produção  até a comercialização, o recolhimento pós-uso, a reciclagem e o encaminhamento para tornar-se um novo produto. Nossa empresa é pioneira em logística reversa do EPS no país; tanto que, desde 2007, já reciclamos mais de 30 mil toneladas deste material.

Proibir e banir a utilização de sacolinhas plásticas e do isopor® não é a solução. Eles foram criados para melhorar a vida das pessoas, resolver problemas sanitários, de saúde pública e facilitar o transporte de mercadorias.

É hora de conclamarmos a população para a reciclagem. Incluo aqui toda a rede de distribuição, os grandes varejos, os supermercados e atacadistas. A participação destes grupos é fundamental. Os governantes, por sua vez, devem que ter ciência da sua responsabilidade, promover campanhas de conscientização, além de garantir a infraestrutura adequada para coleta seletiva e o encaminhamento para as usinas de reciclagem.

Vamos formar uma cadeia positiva. Vamos educar nossas crianças, que serão os chefes de família e os consumidores de amanhã. Se elas forem bem orientadas, podem transformar a realidade.

Definitivamente, a reciclagem é responsabilidade minha e sua. Façamos a nossa parte.

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Tomra aposta em crescimento da reciclagem de PET no Brasil com o Autosort Flake

17/05/2017

A crescente utilização de PET reciclado em aplicações exigentes vem aumentando a demanda no mundo todo por equipamentos de separação de material reciclado que forneçam alto grau de pureza e produtividade.

Após anos de bem-sucedida atuação no segmento de separação de correntes de resíduos plásticos pós-consumo, utilizando tecnologias de Infravermelho Próximo (NIR) e óticas, a Tomra Sorting Reciclying deu um passo à frente com o lançamento, no ano passado, da nova versão do Autosort Flake, equipamento utilizado na purificação de polímeros moídos em um processo de reciclagem que combina detecção do tipo de material e cores.

O Autosort Flake é usado, por exemplo, na obtenção de correntes de PET reciclado de alta pureza, como por exemplo as destinadas a aplicações “bottle-to-bottle” (garrafas plásticas fabricadas integralmente com material reciclado).

Segundo Carina Arita (foto), diretora comercial da Tomra Brasil, a nova tecnologia do Autosort Flake permitiu dobrar os níveis de produtividade do equipamento para até 3 toneladas por hora, o que faz com que os equipamentos se tornem altamente rentáveis para plantas de reciclagem de PET. O nível de perda também é muito baixo, atingindo níveis de apenas 0,3 a 0,5%, de acordo com o material de entrada. Levando em conta que o nível médio de perdas da indústria hoje está em torno de 1,5%,  o investimento no equipamento se paga em apenas 1 ano, afirma Carina.

A fim de alcançar a mais alta pureza de flakes de PET, todos os resíduos de substâncias orgânicas, metais, PVC e outros materiais diferentes do PET devem ser eliminados. No processo de purificação, inicialmente as garrafas recicladas passam por um processo de triagem, seguido por um processo de moagem e lavagem – incluindo tanques de separação densimétrica e aspiradores.

Porém, estas etapas ainda não são suficientes para fornecer a qualidade necessária para algumas aplicações. Uma mínima contaminação da corrente já impede a utilização do material reciclado em aplicações tais como “bottle-to-bottle” (garrafa-para-garrafa). Os flakes de PET destinados à produção de uma nova garrafa transparente devem oferecer um grau de pureza maior que 99,99% (o que equivale a menos de 100 ppm de contaminantes).

A Tomra assegura que o seu Autosort Flake permite atingir tal grau de pureza, além de permitir o isolamento e eliminação de materiais de cor preta e metais. Segundo a Tomra, o Autosort Flake é capaz de analisar e classificar flakes por tipos de material e de cor, ao mesmo tempo e de forma precisa. A combinação da configuração mecânica com sistemas de sensores duplos melhora a eficiência de seleção dos flakes de plásticos significativamente, afirma a empresa. A detecção de contaminantes de cores é realizada por uma câmera RGB de alta resolução. Além disso, um espectrômetro de infravermelho próximo (NIR) permite a detecção de materiais tais como PET, PEAD, PP, PVC, PS, PLA, PET e outros. Os sensores óticos e de infravermelho realizam uma leitura simultânea e enviam a informação para válvulas situadas a curta distância da corrente de material, que acionam jatos de ar com o intuito de expelir da corrente as impurezas eventualmente presentes no fluxo de material a ser purificado. O equipamento trabalha com uma granulometria dos flakes entre 2 a 12 mm.

Tal como acontece no equipamento Autosort, o novo Autosort Flake da Tomra conta com a patente tecnológica Flying Beam® combinada com o novo desenvolvimento do módulo ótico Fourline 2mm, que é atualmente a mais alta resolução NIR disponível no mercado de equipamentos por sensor. Este recurso oferece aos clientes calibração contínua para evitar erros que podem levar a períodos de inatividade, dando assim uma estabilidade não atingível pela concorrência, afirma a Tomra. Desta forma, contribui para uma baixa necessidade de manutenção e baixo consumo de energia.

Segundo a Tomra, as principais vantagens do Autosort Flake incluem a alta capacidade com um elevado rendimento, o design modular e de fácil integração e a capacidade de classificar por cor (por exemplo, flakes de PET coloridos) e por material (por exemplo, PET, PEAD, PP, etc.) – e qualquer de suas combinações, ao mesmo tempo. Além dos flakes de PET, é possível a purificação de flakes de qualquer material (por exemplo, PEAD do PP). O equipamento também está disponível em uma versão básica contendo apenas o espectrofotômetro de infravermelho (NIR) para uso exclusivo na triagem de materiais. O Autosort Flake fornece estatística online do material processado acessível remotamente.

Durante a Feiplastic 2017, realizada no início de abril no Expo Center Norte, em São Paulo, a Tomra Brasil esteve divulgando a tecnologia do Autosort Flake para clientes potenciais que visitaram seu stand em busca de informações sobre as inovações da empresa para o mercado de reciclagem de plásticos. De acordo com Carina Arita, o fluxo de visitantes foi ótimo e as perspectivas de expansão do mercado brasileiro apresentam-se bastante promissoras neste início de 2017, especialmente em se tratando de uma conjuntura econômica recessiva que afetou todos os setores nos últimos dois anos.

Três unidades do novo Autosort Flake já foram vendidas pela sucursal brasileira da Tomra, sendo que uma delas foi para um cliente brasileiro que possui planta nos EUA. A última venda se deu para uma empresa paraguaia.

Além do Autosort Flake, a Tomra esteve demonstrando também durante a Feiplastic o Autosort, seu tradicional equipamento de separação multifuncional que recupera uma grande variedade de materiais a partir de fluxos de resíduos diferentes, resíduos de coleta seletiva, embalagens, papel, resíduos domiciliares e outros tipos de tarefas de separação.

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Simplas mobiliza entidades nacionais e internacionais para sensibilizar Vaticano sobre equívoco de Encíclica Papal desfavorável ao uso dos plásticos

20/04/2017

  • Proposta para diálogo com o Vaticano conquista apoios da Aliplast e Braskem
  • Entidades industriais do Canadá e Estados Unidos serão contactadas
  • Plastivida oferece apoio para contato com ONGs

A iniciativa do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) de buscar uma convergência internacional do setor para dialogar com o Vaticano, a fim de obter uma nova orientação da Igreja Católica quanto ao uso e reciclagem dos plásticos, conta agora com os apoios oficiais da Associação Latino-americana da Indústria Plástica (Aliplast) e da petroquímica Braskem. O endosso foi confirmado em duas reuniões consecutivas durante a realização da Feiplastic, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e fabricantes de máquinas para plástico do Brasil e da Itália já manifestaram também seu apoio à iniciativa do Simplas.

A idéia é subsidiar o Vaticano com informações completas e atualizadas a respeito dos benefícios dos plásticos para a humanidade, em particular sobre seu ciclo de reaproveitamento. O canal de comunicação do Simplás com a chancelaria do Papa Francisco está aberto desde o ano passado. Os contatos se iniciaram ainda em 2015, quando a encíclica Laudato Si, de caráter social e ambiental, foi publicada com um trecho que propôe que se evite o consumo do plástico (entre outros materiais).

O Simplas prosseguirá as conversações, com o aval da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), a partir de uma resposta já obtida da chancelaria do Papa Francisco, após sucessivas tentativas por meio de cartas, intermediação bispal e até contato direto com cardeais na Basílica de São Pedro.

“Os religiosos ligados ao Papa e representantes da Secretaria de Estado do Vaticano foram muito receptivos e compreenderam a necessidade de existir este diálogo e colocaram-se à disposição. A partir deste momento, cabe às lideranças internacionais do setor de plástico unirem-se e elaborarem um projeto de diálogo com o Vaticano, com o objetivo de sensibilizar os cardeais da Secretaria de Estado e, posteriormente, dialogar com o Papa Francisco”, afirma Jaime Lorandi (foto), presidente do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplas).

A encíclica Laudato Si, divulgada em 18 de junho de 2015, tem caráter social e ambiental. Em determinado trecho, o documento sugere aos fiéis católicos – que correspondem a aproximadamente 1,3 bilhões de pessoas no mundo todo – “evitarem o uso de material plástico”. “Esta orientação do Papa pode influenciar as idéias e o comportamento de bilhões de pessoas nas próximas décadas”, adverte Lorandi.

Na condição de empresário do ramo de plásticos e, ao mesmo tempo, de estudioso diletante de Encíclicas Papais, a posição única de Jaime Lorandi lhe permitiu cedo identificar o equívoco da orientação da Encíclica sobre o uso dos plásticos, a qual, inclusive, é contraditória com a visão do Papa sobre o combate à pobreza e à fome.

“A maioria dos povos descartam os produtos pós-consumo de forma não ecológica, tratando-os como lixo e jogando-os no meio ambiente. Esta forma errônea de destinação criou uma mentalidade de que os plásticos poluem, gerando uma onda de desinformação contra o uso do material. Caso a humanidade evite ou exclua os plásticos de sua vida, haverá muito mais famintos, sedentos, despidos, doentes, desabrigados e com menos possibilidade de deslocamento geral. Inclusive, haverá maior dano ambiental, provocado pelo uso de outros materiais que exigem maiores recursos naturais e energéticos”, alerta o presidente do Simplas. “É dever das pessoas que possuem conhecimento aprofundado em plásticos, em humanidades e em uso de recursos naturais e energéticos, informar a todos sobre os benefícios deste material e alertar sobre os perigos consequentes de seu desuso e eliminação. Caso haja alteração na orientação da encíclica, este fato histórico trará uma grande repercussão positiva na cultura da reciclagem, principalmente nos países ocidentais”, afirma Lorandi.

Durante a Feiplastic 2017, o presidente do Simplás realizou várias reuniões e contatos visando mobilizar o setor para o desenvolvimento de um projeto coletivo internacional e unificado com o objetivo de conversar diretamente com o Vaticano a respeito da importância dos plásticos para a vida humana. Sobretudo, quando se cumpre o seu ciclo de descarte e reutilização.

“O avanço adicional do encontro com a Aliplast durante a Feiplastic foi a manifestação do México de levar a proposta à associação da América do Norte, que reúne as indústrias de Canadá e Estados Unidos. Para que também eles apóiem a formação de uma linguagem única de todo o setor, a nível mundial”, afirma o presidente do Simplás.

Aval da Braskem

Durante encontro com Jaime Lorandi, também no decorrer da Feiplastic, o presidente e o vice-presidente da Braskem, Fernando Musa e Edison Terra, respectivamente, afirmaram que desconheciam o tema relativo à encíclica Laudato Si e se propuseram a encaminhar o assunto ao Conselho Mundial do Plástico (WPC, na sigla em inglês). A Braskem ocupa uma cadeira no Comitê Executivo da organização, que trata de assuntos estratégicos à cadeia plástico-petroquímica em todo o planeta.

“Eles perceberam que o assunto deve ser abordado com muito zelo. E já confirmaram que a associação internacional dos fabricantes de plástico vai apoiar e fornecer todas as informações necessárias”, afirma Lorandi.

Plastivida busca sensibilizar Organizações Não Governamentais

Visando obter o apoio de instituições de ensino e organizações não-governamentais (ONGs) ligadas ao setor, a iniciativa do Simplas conta também com o suporte da Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos.

“A Plastivida já se sensibilizou e vai levar o assunto às demais ONGs ligadas ao plástico, para obter também o apoio e as informações delas para formatarmos o projeto de diálogo com o Vaticano”, comenta Lorandi. O envolvimento das ONGs visa também avançar com a sensibilização de organismos internacionais sobre o tema: “Agora queremos o apoio da ONU. Queremos obter o suporte de organizações mundiais, como a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) e a OMS (Organização Mundial da Saúde), para que elas também tenham conhecimento da importância do plástico para a alimentação e a saúde do planeta”, finaliza Lorandi.

Fonte: Simplas; foto: Júlio Soares / Objetiva (divulgação Simplas)

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Tomra Sorting Recycling marca presença na Feiplastic com mensagem positiva para o mercado brasileiro de reciclagem

23/03/2017

De 03 a 07 de Abril de 2017, a Tomra Sorting Recycling vai estar presente na Feiplastic, na Expo Center Norte, São Paulo. Localizado em frente à “Operação Reciclar”, o stand da Tomra (N29) vai, este ano, demonstrar o Autosort e falar sobre o Autosort Flake. No entanto, mais que marcar presença na feira, o objetivo principal da Tomra é passar uma mensagem positiva para o mercado brasileiro de reciclagem, em uma palestra a ser realizada na “Arena do conhecimento” na terça-feira, dia 04/04/2017, das 14h às 14h45h, no sentido de discutir como os sensores óticos podem trazer melhorias de processo em tempos de crise e fazer toda a diferença na hora de reciclar.

Realizada desde 1987 em parceria entre a Abiplast e a Reed Exhibitions como Brasilplast e, desde 2013 com o nome de Feiplastic, a feira integra os principais decisores da cadeia do plástico às tecnologias do futuro. Desta forma, a Tomra Sorting Recycling não quis deixar de marcar presença, e durante todo o evento quem visitar o stand poderá conhecer os equipamentos da Tomra, assim como manter contato com a Diretora Comercial Carina Arita, que vai responder a questões e dúvidas, mas também falar de projetos já existentes no sentido de consolidar conhecimentos sobre os processos.

O stand vai contar com a presença de um Autosort para demonstração, a Demo Unit. Para quem desconhece o processo de automatização da TORMA, esta é uma excelente oportunidade para ter um primeiro contato. A Demo Unit é um equipamento compacto, mas em funcionamento em escala real simulando a separação dos diversos plásticos por tipo de material e por cor.

Relativamente aos equipamentos, o Autosort Flake é um sistema de purificação de polímeros moídos (normalmente denominado como flakes ou escamas) no processo de reciclagem que combina detecção do tipo de material e cores com a maior informação relevante para maximizar a recuperação de produtos recicláveis de alta qualidade que os mercados exigentes demandam cada vez mais. A tecnologia inovadora dessa nova geração do Autosort Flake também detecta metais, e o seu processamento duplo oferece aos clientes um rendimento muito bom no processamento do material, juntamente com uma saída de alta vazão constante – tudo a partir de uma única máquina.

Tal como acontece no equipamento Autosort, o novo Autosort Flake da Tomra conta com a patente tecnológica Flying Beam® combinada com o novo desenvolvimento do módulo ótico Fourline 2mm, que é atualmente a mais alta resolução NIR disponível no mercado de equipamentos por sensor. Este recurso inovador oferece aos clientes calibração contínua para evitar erros que podem levar a períodos de inatividade, dando assim uma estabilidade não atingível pela concorrência, afirma a Tomra. Desta forma, contribui para uma baixa necessidade de manutenção e baixo consumo de energia

Papel da Tomra Sorting Recycling no mercado brasileiro

De acordo com o Diretor Regional para o continente Americano, Carlos Manchado, a presença da Tomra Sorting na Feiplastic “é uma grande oportunidade de se expor ao mercado de plásticos de forma ampla. Além da nossa experiência na Feiplastic 2015 ter sido muito positiva, considerando as vendas realizadas”. O Diretor Regional reforça ainda “que a tecnologia da Tomra é muito nova no mercado brasileiro e oferece muitos benefícios às empresas que a implementam devido ao ganho de produtividade, ganho de qualidade no material e estabilidade de processo”.

Para além da visibilidade que a Feiplastic possa vir a trazer, o objetivo da Tomra passa também por trazer uma mensagem positiva ao mercado brasileiro, que tem sofrido algumas alterações nos últimos anos, ganhando uma maior consciência para as questões de reciclagem. Para Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Sorting Brasil, “o mercado está sofrendo os reflexos da crise, assim como toda a economia do país”. No entanto, “a crise tem um lado positivo, no qual as empresas olham para dentro de seus processos e produtos e buscam redução de custo, aspecto que a reciclagem pode proporcionar quando as empresas começam a substituir a matéria prima virgem por matéria prima reciclada.

Nesse cenário de economia, a Tomra entra ação com o desenvolvimento de tecnologias de ponta, que permitem maximizar a recuperação dos materiais de alta qualidade. Através da identificação e seleção dos materiais valorizáveis, é possível a recuperação de recicláveis descartados no lixo e recuperar aqueles materiais com valor agregado, o que se torna bastante vantajoso para o mercado e para as plantas que otimizam os seus resultados e aumentam os lucros.

A Tomra Sorting Recycling conta hoje com 40 equipamentos vendidos na América Latina que estão instalados sobretudo em recicladores de PET, PEAD e PP, como por exemplo a ArqPlast, indústria de utilidades domésticas fabricadas em polipropileno que completa o ciclo do material desde a sucata até ao produto acabado. Há também o exemplo da planta Balsamo Reciclagem que produz resina reciclada de PEAD, ou ainda recicladores de PET como a Clodam, Resilider, CNP, Cabelma, CicloPET, entre outros.

Palestra na “Arena do Conhecimento”
Tema: Melhoria de processo em tempos de crise – Seleção automática de plástico
• Data: 04/04 – Terça-feira
• Horário: 14h00 às 14h45

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 50 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua sendo a precursora na indústria dedicada à recuperação de frações de elevada pureza a partir de fluxos de resíduos, uma estratégia de reciclagem que maximiza o rendimento. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte: Tomra

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