Archive for the ‘Plásticos’ Category

Feira Plástico Brasil 2019 amplia a participação de expositores internacionais

14/02/2019

69 empresas de 13 países participarão da feira. Número representa um aumento de 122% sobre a edição de 2017

Neste ano, 69 empresas de 13 países estarão expondo na segunda edição da Plástico Brasil –Feira Internacional do Plástico e da Borracha, que acontecerá de 25 a 29 de março, no São Paulo Expo, em São Paulo.

Este número de expositores internacionais – vindos da Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Suíça, Taiwan e Turquia – representa um incremento de 122% sobre a edição inaugural da Plástico Brasil, em 2017. Para acomodá-los, a área de exposição destinada aos estrangeiros quase dobrou, reforçando o caráter internacional da feira.

Os visitantes profissionais da Plástico Brasil poderão estreitar relacionamento e conhecer as novas soluções e tecnologias destes fabricantes em estandes individuais dispostos ao longo da feira e também nos quatro pavilhões internacionais: Alemanha (7 expositores), Áustria (9), Itália (15) e China (8).
Confira os expositores dos pavilhões internacionais:

ITÁLIA: AMAPLAST/MACPLAS/PLAST 2021, BANDERA, COLINES, ELECTRONIC SYSTEMS, HELIOS QUARTZ, ICMA SAN GIORGIO, IPM, ITIB MACHINERY, MARIS, OMIPA, PLASTIBLOW, PROMIXON,TECNOVA

ÁUSTRIA: EREMA, NGR, AWO, HIRSCH, STARLINGER, SENOPLAST, HTW, BLUE AIR, SML

ALEMANHA (mais detalhes aqui): HANS WEBER, ASCONA, HERBOLD, LEONHARD BREITENBACH, KAUTEX MASCHINENBAU, NETZSCH, BEILOMATIK LEUZE

CHINA: CMEC, DESIGNER PRECISE MACHINERY, JINGYE MACHINERY, JWELL PIPE EQUIPMENT, LESUN SCREW, PLASTIC MACHINERY MANUFACTURE, QUEENSENSE MACHINE, XUANHAN TECHNOLOGY

A AMAPLAST, associação italiana dos fabricantes de máquinas e moldes para plástico e borracha, considera o Brasil um importante e tradicional mercado para suas exportações. Prova disso é que 20 fabricantes de máquinas italianas abriram operação no País para produção no local e passaram a oferecer ao mercado nacional uma ampla gama de equipamentos, desde máquinas básicas até auxiliares. Parte destes fabricantes vai compor o pavilhão da Itália na Plástico Brasil.

No pavilhão oficial da Áustria, patrocinado pela Câmara Econômica Federal Austríaca em parceria com o escritório do Advantage Austria em São Paulo, nove empresas vão apresentar seus serviços e produtos.

A feira PLÁSTICO BRASIL

Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions, a feira vai reunir mais de 600 marcas nacionais e internacionais, que representam os setores de máquinas, equipamentos e acessórios, matérias-primas e resinas, moldes e porta moldes, automação industrial e robótica, periféricos, entre outros produtos, serviços e soluções.

Os organizadores esperam mais de 45 mil visitantes, entre transformadores de plástico, compradores e demais profissionais das indústrias da borracha, construção civil, alimentos e bebidas, embalagens, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza, farmacêuticos, entre outros.

A feira vai oferecer uma programação técnica com cerca de 80 horas de seminários, palestras e workshops, a maioria deles gratuita, como o Parque de Ideias, VDI Road Show, 1º ABINFER Business Center – ABC 2019, PETtalk 2019 e a demonstração de um inovador sistema de SMED (Single Minute Exchange of Die) sem interação humana e inédito na América Latina.

Ao lado dos negócios, conhecimento e relacionamento, a Sustentabilidade é um dos pilares da Plástico Brasil 2019. A feira vai destacar uma série de ações que vão não só colaborar com a preservação do meio ambiente, mas também inspirar os fornecedores, transformadores e demais visitantes profissionais a replicarem tecnologias ambientalmente corretas em seus negócios.

O credenciamento é gratuito e já ser feito no site da feira: https://www.plasticobrasil.com.br/pt/credenciamento.html.

Fonte: Plástico Brasil 2019

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Construção do novo complexo de poliamida 12 da Evonik na Alemanha segue dentro do cronograma

11/02/2019

A Evonik concluiu a fase de engenharia conceitual e básica para a construção de seu novo complexo industrial de poliamida 12 (PA12) dentro do prazo, no final de dezembro, e já iniciou a fase de execução do projeto. O complexo deve iniciar as operações no primeiro semestre de 2021.

O projeto de cerca de 400 milhões de euros, maior investimento da Evonik na Alemanha, deve aumentar em mais de 50% a capacidade produtiva total de PA 12 do Grupo. Outras instalações para a produção do polímero e seus precursores serão construídas no parque químico de Marl, na Renânia do Norte-Westfália, complementando a produção de PA12 já existente no local.

“Este projeto representa um desafio especial”, explica Dr. Ralf Düssel, responsável pela linha de negócios High Performance Polymers na Evonik, que, entre outros produtos, fabrica os grânulos e pós de PA 12, Vestamid® e Vestosint®. “No setor de engenharia da Evonik há cerca de 80 engenheiros trabalhando no projeto. Também contratamos um mundialmente renomado provedor externo de serviços técnicos para executar a engenharia detalhada dos subprojetos individuais. O local da construção é próximo a unidades de produção já existentes, onde se aplicam normas de segurança especiais, e serão necessárias, além do local para a construção em si, áreas para contêineres de construção, armazenamento de materiais e pré-montagem. O parque químico de Marl nos oferece condições excelentes para atingir esse desafio. Depois que a nova unidade tiver iniciado suas atividades, as estruturas existentes no local há mais de 50 anos serão usadas para a distribuição do produto.”

A poliamida 12 está em demanda em atraentes mercados em crescimento como a indústria automobilística, o setor de petróleo e gás e a impressão 3D. “Este investimento respalda a concentração consistente da Evonik em especialidades químicas. Como polímero de alto desempenho para aplicações especiais, a poliamida 12 representa um componente importante do nosso motor de crescimento Smart Materials“, acrescenta Dr. Claus Rettig, responsável pelo segmento Resource Efficiency. “Além disso, os produtos fabricados com a PA12 costumam ter boa eficiência energética: eles são duráveis e exigem menos manutenção que os componentes de aço, por exemplo em tubulações de gás, e contribuem para a redução de peso, por exemplo no setor automotivo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Solvay expande oferta de polímeros especiais para impressão 3D

06/02/2019

A Solvay anunciou que está adicionando polieteretercetona KetaSpire® (PEEK) com 10% de fibra de carbono e polifenilsulfona pura (PPSU) Radel® à mais recente versão do software de engenharia e-Xstream (2019.0) da Digimat®-Additive Manufacturing (AM). Os produtos complementam o filamento puro KetaSpire® PEEK AM já disponível para simulação na plataforma Digimat®-AM.

“Nossa crescente linha de filamentos AM ressalta a determinação da Solvay em se estabelecer como líder do setor nesse mercado de impressão 3D, que está em rápida evolução”, afirma Christophe Schramm, Gerente de Negócios de Manufatura Aditiva da unidade global de negócios Specialty Polymers. “O Digimat®-AM permite que os clientes simulem o processo de impressão e prevejam com sucesso o comportamento termomecânico de desenhos impressos em 3D para imprimir corretamente já na primeira vez”, disse Schramm.

Os novos materiais serão aplicados através da plataforma Digimat®-AM Advanced Solver com o software de engenharia e-Xstream. O software oferece dados de modelagem preditiva altamente precisos para os filamentos AM da Solvay em uma ampla gama de características críticas, incluindo empenamentos detalhados e tensão residual, para ajudar os projetistas e engenheiros a otimizar o processo e minimizar a deformação da peça antes da impressão 3D. Para aplicações altamente exigentes, o Digimat® permite ainda a validação do projeto, prevendo o desempenho da peça impressa (rigidez, resistência etc.) como uma função do material e dos parâmetros do processo de impressão.

“Com o acréscimo das novas classes de polímeros AM da Solvay, agora temos um portfólio mais amplo de graus de impressão 3D na Digimat® para fornecer novos materiais de ponta e ampliar os limites de design e aplicação nesse dinâmico mercado”, acrescenta Roger Assaker, CEO da e-Xstream engineering e Chief Material Strategist da MSC Software. “Como resultado de nossa parceria, reduzimos a lacuna na engenharia de simulação entre polímeros de alto desempenho e processos de impressão exigentes, como a fabricação de filamentos fundidos.”

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Grupo Piovan estará na Plástico Brasil com nova identidade corporativa, mostrando sua rede desenvolvida em três áreas de negócios

01/02/2019

Como na edição anterior, a Piovan do Brasil, que é parte do Grupo Piovan, participará da Plástico Brasil, Feira Internacional do Plástico e da Borracha, em São Paulo, de 25 a 29 de março. O evento será uma excelente oportunidade para o Grupo mostrar seus mais recentes desenvolvimentos e reforçar o comprometimento com os clientes locais. O Grupo Piovan estará no stand G106, expondo equipamentos e soluções de suas marcas Piovan, Aquatech e Energys.

Seguindo os rumos das “smart factories” da Indústria 4.0, os visitantes poderão assistir a uma demonstração do Winfactory 4.0, o software de supervisão digital, desenvolvido para aumentar a eficiência e a produtividade, através do gerenciamento e integração de todos os processos produtivos; e o Winenergy, que é um sistema de monitoramento de energia de toda a fábrica.

A Piovan também apresentará o QuantumE, o novo controlador gravimétrico, especialmente desenvolvido para filmes flexíveis para embalagem. Ainda na área de controle gravimétrico, destaca-se o Ryng, que é um medidor de consumo de matéria prima instantâneo, para as máquinas transformadoras,  item relevante para o controle de processos em sistemas da Indústria 4.0.

Outros destaques são o Easy³+, a nova solução para gerenciamento de sistemas centralizados, com tela touch screen de 7”, e o novo desumidificador por ar comprimido da linha DPA 100-200, com capacidade de desumidificação que varia de 5 a 40kg/h, composto pde 3 modelos.

Sob a marca Aquatech, empresa do Grupo dedicada à soluções em refrigeração industrial, estará em exibição o Digitemp+, o novo termochiller com duplo circuito, que, segundo a empresa, garante maior rendimento do processo produtivo e menores ciclos; o MiniChillerEvo da linha de chillers portáteis,  que é um equipamento versátil, o chiller Slim, compacto de alta capacidade, e o Aryacool, solução sustentável para resfriamento nas versões seco e adiabático, que oferece vantagens para o resfriamento de água industrial em circuito fechado.

Para a Piovan, a Plástico Brasil será também uma importante ocasião para apresentar ao mercado sul-americano sua nova identidade corporativa, com o lançamento da nova imagem do Grupo completamente renovada, introduzida mundialmente ao mercado em janeiro de 2019. O novo logotipo do Grupo Piovan marca o nascimento de uma nova identidade corporativa para o fornecedor de equipamentos auxiliares, soluções de engenharia e serviços para a indústria do plástico, que tem por objetivo expressar de forma mais direta os valores e a união da rede, que abrange 70 países e emprega ao redor de 1.060 pessoas em todo o mundo.

O novo logotipo foi projetado para ser utilizado em conjunto com um novo símbolo, um pictograma de três círculos, que representam os valores, as áreas de negócios e os pontos fortes.

Valores: clientes, pessoas e inovação

Os pilares que guiam a estratégia da empresa são os seus clientes,  as pessoas que fazem parte de toda a rede da empresa, e a inovação, que visa a melhoria e o desenvolvimento contínuo, contando atualmente, com 173 funcionários trabalhando diariamente em pesquisa e desenvolvimento.

Os setores de negócios: plásticos, alimentos e refrigeração

A Piovan é uma empresa que atual a nível mundial desde 1964 no segmento da indústria do plástico, especializando-se na produção de equipamentos auxiliares. Atualmente, graças à evolução de sua estrutura organizacional e às aquisições, o Grupo Piovan entrou em novos mercados estratégicos, incluindo refrigeração de processos industriais, com sistemas de última geração,  e o mercado de alimentos com o desenvolvimento de projetos e sistemas de transporte de alimentos em formato de pó.

A empresa conta hoje com 7 fábricas, 27 filiais de vendas e serviços, sendo 190 funcionários na área de serviços, garantindo uma cobertura mundial.

A nova identidade corporativa apresenta características simples, que envolvem todas as empresas do grupo, com o objetivo estratégico de integrar todas as marcas em uma única imagem. Piovan, Una-Dyn, Fdm, Penta, Aquatech, Energys e Progema manterão seus nomes individuais, mas a partir de agora usarão o novo pay-off “Piovan Group” para enfatizar tanto o Grupo ao qual pertencem, como a sua independência e realçar a identidade do Grupo.

Além do novo logo do Grupo e o re-design de suas marcas, foi também criado um novo site corporativo, www.piovangroup.com,  com uma revisão completa de todos os materiais de comunicação.

Fonte: Piovan

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Vinte e oito empresas globais estabelecem aliança mundial para ajudar a eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente e alocam mais de US $ 1 bilhão para a iniciativa

28/01/2019

Membros da Aliança que participaram do evento de fundação da AEPW em 16 de Janeiro, em Londres: da esquerda para a direita (em pé): Laurent Auguste, Vice Presidente executivo senior da Veolia; Peter Bakker, Presidente e CEO of World Business Council for Sustainable Development; Priyanka Bakaya, CEO e Fundador do Renew Oceans; Jim Fitterling, CEO da DOW; Martin Brudermüller, CEO da BASF SE; Bob Patel, CEO da Lyondell Basell; Da esquerda para a direita (sentados): Rob Kaplan, CEO e Fundador da Circulate Capital; host Hannah Vaughn Jones; David Taylor, Chairman do Conselho e Presidente e CEO da Procter & Gamble; Jean-Marc Boursier, Vice President executivo senior da Suez

Uma aliança de empresas globais da cadeia de valor dos plásticos e do segmento de bens de consumo lançaram no dia 16 de janeiro uma nova organização para promover soluções para eliminar o desperdício de plástico no meio ambiente, especialmente no oceano.

A organização intitulada Alliance to End Plastic Waste (AEPW), atualmente composta por quase trinta empresas associadas, alocaram mais de US $ 1 bilhão, com o objetivo de investir US $ 1,5 bilhão nos próximos cinco anos para ajudar a acabar com os resíduos plásticos no meio ambiente. A Aliança desenvolverá e buscará soluções em escala que minimizem e gerenciem os resíduos plásticos e promovam soluções para plásticos usados, ajudando a viabilizar uma economia circular. Os membros da aliança são empresas globais localizadas na América do Norte e do Sul, Europa, Ásia, Sudeste Asiático, África e Oriente Médio.

“Todos concordam que os resíduos de plástico não pertencem aos nossos oceanos ou a qualquer lugar do meio ambiente. Esse é um desafio global complexo e sério que exige uma ação rápida e uma liderança forte. Essa nova aliança é o esforço mais abrangente até hoje para acabar com os resíduos de plástico no meio ambiente “, disse David Taylor, Presidente do Conselho, Presidente e CEO da Procter & Gamble e presidente da AEPW. “Peço a todas as empresas, grandes e pequenas e de todas as regiões e setores, que se unam a nós”, acrescentou.

“A história nos mostra que ações coletivas e parcerias entre a indústria, governos e ONGs podem fornecer soluções inovadoras para um desafio global como este”, disse Bob Patel, CEO da LyondellBasell, e vice-presidente da AEPW. “A questão do lixo plástico é vista e sentida em todo o mundo. Ele deve ser enfrentada e acreditamos que o momento para a ação é agora.”

A Aliança é uma organização sem fins lucrativos que inclui empresas que produzem, usam, vendem, processam, coletam e reciclam plásticos. Inclui fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, transformadores e empresas de gerenciamento de resíduos, também conhecida como cadeia de valor de plásticos. A Aliança tem trabalhado com o World Business Council for Sustainable Development como um parceiro fundador estratégico. A Aliança também anunciou um conjunto inicial de projetos e colaborações que refletem uma gama de soluções para ajudar a acabar com o lixo plástico:

Estabelecimento de parcerias com cidades para projetar sistemas integrados de gestão de resíduos em grandes áreas urbanas onde a infraestrutura é escassa, especialmente aquelas ao longo de rios que transportam grandes quantidades de resíduos plásticos não gerenciados da terra para o oceano. Esse trabalho incluirá o engajamento de governos locais e partes interessadas e gerará modelos replicáveis e economicamente sustentáveis que possam ser aplicados em várias cidades e regiões. A Aliança buscará parcerias com cidades localizadas em áreas de alto descarte de plástico. A Aliança também procurará colaborar com outros programas que trabalham com cidades, tais como o Projeto STOP, que está operando na Indonésia.

  • Financiamento – A Rede de Incubadoras da Circulate Capital irá desenvolver e promover tecnologias, modelos de negócios e empreendedores que previnam resíduos plásticos oceânicos e melhorem o gerenciamento de resíduos e reciclagem, com a intenção de criar um pipeline de projetos para investimento, com foco inicial no Sudeste Asiático.
  • Desenvolvimento de um projeto de informação global, de fonte aberta e com base científica, para apoiar globalmente projetos de gerenciamento de resíduos com coleta de dados, métricas, padrões e metodologias confiáveis, com o intuito de ajudar governos, empresas e investidores a se focalizarem e acelerarem ações para impedir que os resíduos plásticos se percam no meio ambiente. A Aliança irá explorar oportunidades de parcerias com instituições acadêmicas líderes e outras organizações já envolvidas em tipos semelhantes de coleta de dados.
  • Criar uma colaboração para construir capacidades junto a organizações intergovernamentais, como as Nações Unidas, para realizar workshops e treinamentos conjuntos para funcionários do governo e líderes comunitários, a fim de ajudá-los a identificar e buscar as soluções mais eficazes e relevantes localmente nas áreas prioritárias.
  • Apoiar o Renew Oceans para ajudar em investimento e no engajamento localizados. O programa é projetado para capturar o lixo plástico antes que ele chegue ao oceano a partir dos dez principais rios que foram mapeados por transportar a grande maioria dos resíduos terrestres para o oceano. O trabalho inicial apoiará o projeto Renew Ganga, que também recebeu apoio da National Geographic Society.

Nos próximos meses, a Aliança fará investimentos adicionais e impulsionará o progresso em quatro áreas principais:

  • Desenvolvimento de infraestrutura para coletar e gerenciar resíduos e aumentar a reciclagem;
  • Inovação para impulsionar e ampliar a escala de novas tecnologias que tornem a reciclagem e a recuperação de plásticos mais fáceis e que criem valor a partir de todos os plásticos pós-uso;
  • Educação e engajamento de governos, empresas e comunidades para mobilizar ações; e,
  • Limpeza de áreas concentradas de resíduos plásticos já no meio ambiente, principalmente nos principais condutos de resíduos, como rios, que transportam resíduos plásticos terrestres para o mar.

“O sucesso exigirá colaboração e esforços coordenados em diversos setores – alguns que geram progresso a curto prazo e outros que exigem grandes investimentos com cronogramas mais longos. Lidar com resíduos plásticos no meio ambiente e desenvolver uma economia circular de plásticos requer a participação de todos ao longo de toda a cadeia de valor e o compromisso de longo prazo das empresas, governos e comunidades. Nenhum país, empresa ou comunidade pode resolver isso sozinho”, disse o CEO da Veolia, Antoine Frérot, vice-presidente da AEPW.

Uma pesquisa da Ocean Conservancy mostra que quase 80% dos resíduos plásticos no oceano começam como lixo em terra, a grande maioria dos quais viaja para o oceano através de rios. De fato, um estudo estima que mais de 90% do plástico transportado pelos rios para o oceano vem de dez grandes rios ao redor do mundo – oito na Ásia e dois na África. Sessenta por cento dos resíduos plásticos no oceano podem ser identificados como provenientes de cinco países no sudeste da Ásia.

“Embora o nosso esforço seja global, a Aliança pode ter o maior impacto no problema ao se concentrar nas partes do mundo onde o desafio é maior; e compartilhando soluções e melhores práticas de modo que esses esforços possam ser amplificados e ter sua escala ampliada em todo o mundo “, disse Peter Bakker, presidente e CEO do World Business Council for Sustainable Development.

As seguintes empresas são os membros fundadores da Aliança: BASF, Berry Global, Braskem, Chevron Phillips Chemical Company, Clariant, Covestro, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation, Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, SUEZ, Shell, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total, Veolia e Versalis (Eni).

Fonte: Alliance to End Plastics Waste; Foto: Pnuma

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SABIC e clientes lançam polímeros circulares oriundos de resíduo plástico misto durante evento em Davos

28/01/2019

Executivos da SABIC ao lado de representantes da Unilever, Vinventions, Walki Group e Plastics Energy Ltd. em Davos (Suíça)

A SABIC (www.sabic.com) anunciou em Davos (Suíça), no último dia 24, em conjunto com seus clientes Unilever (www.unilever.com), Vinventions (www.vinventions.com) e Walki Group (www.walki.com), o lançamento de polímeros circulares certificados a serem produzidos pela SABIC e usados ​​por seus clientes para desenvolver soluções de embalagem para uma variedade de produtos de consumo que serão introduzidos no mercado em 2019.

Os polímeros circulares certificados serão produzidos a partir de uma matéria-prima conhecida como Tacoil – um produto patenteado da empresa Plastic Energy Ltd (www.plasticenergy.com) sediada no Reino Unido – obtida da reciclagem de resíduos plásticos mistos de baixa qualidade destinados atualmente à incineração ou aterro. A SABIC processará esta matéria-prima em sua planta de produção em Geleen, na Holanda. Os polímeros circulares certificados finais serão então fornecidos a três clientes-chave para uso no desenvolvimento de embalagens pioneiras, seguras e de qualidade para consumidores dos mercados de alimentos, bebidas, produtos para cuidados pessoais e domésticos. Esse estágio de fundação do mercado é uma etapa importante de um projeto anunciado recentemente pela SABIC e pela Plastic Energy para construir as primeiras fábricas comerciais na Holanda para fabricar e processar a matéria-prima.

Como uma inovação disruptiva, a introdução dos polímeros circulares certificados em 2019 deverá criar uma nova cadeia de valor, onde a SABIC, juntamente com seu fornecedor da nova matéria prima e clientes-chave, trabalham lado a lado para retornar o resíduo de plástico misto ao seu polímero original, a fim de que possa ser usado novamente em aplicações de embalagem .

Como líderes de marcas globais ou líderes de mercado em suas respectivas áreas, a Unilever, Vinventions e Walki valorizam a sustentabilidade e seu papel na economia circular. Os clientes da SABIC cobrem um amplo espectro de necessidades dos consumidores das embalagens, desde as aplicações da Unilever para produtos alimentícios, pessoais e de cuidados domésticos até tampas sintéticas para vinhos da Vinagens e materiais de embalagem protetoras para produtos de consumo do Grupo Walki.

“A sustentabilidade e a reutilização fazem parte da missão da SABIC desde sua criação”, disse Yousef Al-Benyan, vice-presidente e CEO da SABIC. “Hoje, mais do que nunca, a sustentabilidade é um valor essencial que impulsiona nossa especialização científica e tecnológica. Juntamente com nossos clientes, estamos orgulhosos em lançar nossos polímeros circulares certificados, que é mais uma prova de nossa atuação no avanço da economia circular.”

Fonte: Assessoria de Imprensa – SABIC

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Olimpíadas de 2020: hóquei sobre a grama contará com gramado de polietileno derivado da cana-de-açúcar da Braskem

26/01/2019

Braskem e alemã Polytan serão as fornecedoras dos campos de hóquei, produzidos a partir do polietileno “verde” I’m greenT, para os Jogos Olímpicos de Tóquio, no ano que vem

Tóquio estabeleceu para si mesma o objetivo de organizar, em 2020, a primeira edição dos Jogos Olímpicos da história com neutralização de carbono, utilizando tecnologias verdes. A Polytan, fornecedora líder de campos de hóquei de primeira linha, e Parceira Global da FIH (Federação Internacional de Hóquei), está contribuindo de maneira importante com esta meta ao desenvolver o gramado sustentável Poligras Tokyo GT produzido com 60% de seus filamentos a partir da tecnologia do polietileno renovável I’m greenTM, da Braskem. A Polytan está utilizando o plástico verde para adicionar uma dimensão sustentável ao campo de fibras de monofilamento (grama sintética), feitas a partir do polietileno e já reconhecidas pelo mercado.

Uma camada feita de base elástica garante absorção ideal e constitui parte importante de todo o sistema do gramado de hóquei. A camada elástica da Polytan PolyBase GT confere ao gramado um equilíbrio ambiental ainda maior. Um aglutinante de alto desempenho, graças às suas baixas emissões de CO2, é utilizado para a amarração elástica permanente dos grânulos.

“A FIH está contente com o fato de que essa nova tecnologia de gramado apoiará o objetivo de Tóquio quanto à neutralização de carbono e contribuirá de forma positiva para os Jogos. Temos uma prioridade estratégica de melhorar a pegada ambiental do hóquei, por isso parcerias com empresas progressivas, como Polytan e Braskem, são cruciais. Estamos satisfeitos em constatar que este gramado sintético utiliza 66% menos água do que os campos de edições anteriores dos Jogos Olímpicos. A FIH acredita que o hóquei pode contribuir para um meio ambiente mais sustentável a partir da utilização de todas as possibilidades tecnológicas oferecidas pelo gramado moderno”, afirma o CEO da FIH, Thierry Weil.

“Com o desenvolvimento da Poligras Tokyo GT, conseguimos não apenas tornar o campo de hóquei mais sustentável, como também melhorar seu desempenho de maneira significativa. O gramado da modalidade nunca foi tão ecologicamente correto e nunca antes permitiu um jogo tão dinâmico e preciso”, diz Friedemann Söll, diretor de Gestão de Produtos da Polytan.

“Estamos muito orgulhosos pela escolha da Polytan e da FIH pelo polietileno I’m greenTM da Braskem para os campos de hóquei dos jogos de Tóquio em 2020. A cidade estabeleceu para si mesma o objetivo de organizar a primeira edição dos jogos com neutralização de carbono, e estamos felizes pelo fato de que a Braskem possa contribuir também”, acrescenta Marco Jansen, diretor comercial de Química Renovável da Braskem para Europa e América do Norte.

O polietileno verde I’m greenTM é um plástico obtido a partir do etanol da cana-de-açúcar. A Polytan optou por essa matéria-prima para a produção do seu gramado artificial pelo impacto positivo da pegada de carbono do polietileno verde I’m greenTM em relação ao polietileno de origem fóssil. Cada quilo do polietileno verde utilizado nos campos durante as olímpiadas evitará a emissão de quase 5kg de CO2, afirma a Braskem

Os pisos sintéticos da Polytan incluem desde superfícies de absorção de impacto leve até campos multifuncionais para todos os tipos de clima, além de superfícies de alta velocidade para eventos esportivos internacionais. Além do desenvolvimento, da fabricação e da instalação de suas próprias superfícies esportivas, a gama de serviços oferecidos pela Polytan também inclui marcação de linhas, reparo, limpeza e manutenção.

Fonte: Braskem

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Terphane assina acordo de distribuição de filmes para as Américas com a japonesa Toyobo

26/01/2019

José Bosco Silveira Jr., Presidente da Terphane e o Presidente da Toyobo no Brasil, Yukihiko Minamimura, no escritório da Terphane em São Paulo/Brasil

Foi anunciada no dia 23/01 que a Terphane (www.terphane.com), fabricante de filmes de poliéster biorientado BOPET, passou a ser representante dos filmes da japonesa Toyobo (www.toyobo-global.com) nas Américas. A empresa representará as linhas Ecosyar, Toughster e Olyester. “A proposta é trazer filmes com propriedades específicas e valor agregado que garantam aos brand owners embalagens diferenciadas e inovadoras”, explica José Bosco Silveira Jr., Presidente da Terphane.

E completa: “O acordo com a Toyobo marca uma nova fase para a Terphane. Entendemos que o mercado precisa de parceiros que participem de todas as etapas de desenvolvimento de novos produtos e garantam embalagens que acelerem a inovação. Isto é ainda mais importante no mercado de produtos premium. Hoje, um material de alta barreira para embalagem, com transparência, é uma demanda do consumidor final à qual as empresas de bens de consumo têm que atender. E o portfólio de filmes da Terphane/Toyobo permitirá desenvolver, com estes clientes, embalagens alinhadas aos anseios do consumidor e posicionadas em um patamar diferenciado.”

Segundo José Bosco, o consumidor atual busca uma relação transparente com marcas, empresas e produtos que passa, justamente, pelas embalagens. “Existe um gatilho emocional que é acionado na cabeça do consumidor no momento da compra e que diz: se você conseguir visualizar o conteúdo da embalagem é porque o produto é bom e a marca não tem nada a esconder.” A embalagem transparente também ajuda a construir o valor da marca e dá sustentação à sua proposta de valor. Ela tem uma relevância ainda maior em produtos/marcas premium já que uma “simples” janela pode chancelar toda a qualidade esperada pelo posicionamento do produto.

Em uma visão comercial mais abrangente, o portfólio da Toyobo também será oferecido para os clientes Terphane em todo o continente americano (América do Sul, Central e do Norte). A capilaridade do time comercial da Terphane na região foi um dos aspectos que pesou na decisão da Toyobo pela representante. “O suporte técnico, aliado ao expertise da equipe Terphane em aplicação e desenvolvimento, foi outro ponto extremamente positivo”, explica José Bosco. Isto porque nosso time está voltado para o desenvolvimento de negócios; os profissionais aliam conhecimento técnico com habilidade comercial e profundo conhecimento do mercado, com base nas tendências de consumo e inovações.

A Terphane focalizará inicialmente nos mercados de embalagens para alimentos (secos, úmidos, refeições pré-cozidas, para cozimento da embalagem, sopas, etc) e embalagens para não alimentos (medicamentos, produtos industriais, químicos, produtos de higiene pessoal e beleza, etc). A Terphane já está disponibilizando os novos materiais para teste em clientes. A linha da Toyobo completa a linha da Terphane, criando muitas possibilidades de estruturas de embalagem para variadas aplicações.

Desde a sua origem em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até os filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Terphane

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Setor de Plásticos elege nova gestão do Sindiplast-ES para o triênio 2019/2022

26/01/2019

Foi eleita na última segunda-feira, 21, em uma votação com chapa única, a nova diretoria do Sindicato da Indústria de Material Plástico do Espírito Santo (Sindiplast-ES).  O grupo será empossado no mês de abril, com os empresários Jackley Maifredo (Maifredo Embalagens), na presidência; Giuliano Castro (Fibrasa), na vice-presidência; Gilmar Régio (Fibravit), no cargo de 1º diretor Administrativo; e Neviton Gasparini (Plastin), como 1º diretor Financeiro.

As eleições contaram com a participação de 52,38% dos associados habilitados, com a chapa assegurando a maioria dos votos. Jackley Maifredo substituirá Gilmar Régio na presidência da entidade. O empresário integra o setor de Plásticos desde 2005 e é responsável pela expansão da Maifredo Embalagens, indústria e distribuidora de embalagens e produtos químicos para as indústrias de bebidas, alimentos, cosméticos, fármacos e fitoterápicos.

Eleita para o período 2019-2022, a nova diretoria do Sindiplast-ES chega com a proposta de realizar uma gestão inovadora. “Trabalharemos para fortalecer o setor de Plásticos e a marca Sindiplast-ES, propor ações sociais e novas parcerias que sejam estratégicas para o setor. Será uma gestão inovadora e, para mim, um grande desafio”, destaca o presidente eleito.

Jackley Maifredo ressalta que é importante dar continuidade ao trabalho que já vem sendo realizado do Sindiplast-ES, com uma atuação articulada e planejamento. “Temos muitas possibilidades de parcerias que podem ser positivas para o setor de forma geral, inclusive no fortalecimento de ações voltadas para a reciclagem, parcerias com bancos, fornecedores, faculdades. Iremos buscar esses acordos para gerar mais resultados e conhecimentos para o setor”, finaliza.

Diretoria eleita do Sindiplast-ES (Gestão 2019/2022):

Presidente: Jackley Maifredo (Maifredo Embalagens)
Vice-presidente: Giuliano Castro (Fibrasa)
1º Diretor administrativo: Gilmar Régio (Fibravit)
2º Diretor administrativo: Edielson de Santana (Flexibras Tubos Flexiveis)
1º Diretor Financeiro: Neviton Gasparini (Plastin)
2º Diretor Financeiro: Vanderlei Paes (PMI South América)
Suplentes de Diretoria: Marllon Maykow Torres (Nova Forma), Celito Rogério Lima (Fibral), Barbara Esteves (Toplastic), Percio Brito (Bigflex)
Conselho Fiscal – Efetivos: Juscelino de Oliveira (Agrofit), Juliana Prado (Grupo Serrana), Ronaldo Esteves (Toplastic). Suplentes: Neviton Gasparini (Plastin) e Gilmar Régio (Fibravit).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Sindiplast – ES

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Kommerling lança sistema de fechamento de janelas de PVC sem perfis visíveis

26/01/2019

A Kommerling está introduzindo no mercado brasileiro o inovador sistema .PremiFold 76. Sem perfis visíveis, quando as janelas estiverem completamente abertas,o sistema proporciona uma visão inalterada do seu espaço ao ar livre. Conta com um sistema de “deslizamento e dobra” para aumentar significativamente a eficiência do movimento e a facilidade de uso, afirma a Kommerling. “

“A tecnologia PremiFold é uma grande revolução para as esquadrias de PVC no Brasil, principalmente por manter o desempenho térmico, acústico e de segurança, quando ela estiver totalmente fechada. Com capacidade de envidraçamento de até 50 mm, ele é ideal para fechamento de fachadas de prédios”, ressalta Tonia Lima, diretora da empresa no Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Tomra Sorting Recycling cria posição gerencial para fortalecer foco na Nova Economia de Plásticos

25/01/2019

Nova nomeação reflete o compromisso da Tomra com a ambiciosa visão de uma economia circular

A Tomra Sorting Recycling promoveu o Engenheiro de Desenvolvimento de Negócios László Székely (foto) para o cargo recém-criado de Gerente de Nova Economia de Plásticos. Esta iniciativa reforça o compromisso da Tomra com os objetivos da Nova Economia de Plásticos (NPE) e orientará o progresso em direção a objetivos que são diferenciados das outras atividades de desenvolvimento de negócios da empresa.

A nova equipe de economia de plásticos da Tomra trabalhará para incentivar a triagem e a reciclagem de plásticos pós-consumo, como poliolefinas e estirênicos, para mudar a prática generalizada de queimar esses materiais ou enviá-los para aterros sanitários. A Tomra também está comprometida em trabalhar com fabricantes de embalagens para ajudar a tornar as embalagens mais amplamente recicláveis, reduzir a dependência da produção de embalagens de matérias-primas e contribuir para o impulso de modernização dos plásticos pós-consumo, de modo que haja maior uso de materiais reciclados do que virgens.

László Székely juntou-se à marca Titech da Tomra (sendo renomeada mais tarde de Tomra Sorting Recycling) em 2012, após concluir os estudos em gestão de resíduos e tratamento de áreas contaminadas na Technische Universität Dresden, na Alemanha. Atuando como Engenheiro de Desenvolvimento de Negócios, László atuou no desenvolvimento de separação de vidro de diferentes fluxos de resíduos, com responsabilidade conjunta pelo desenvolvimento de equipamento de seleção de vidro (Autosort Laser).

Ele também esteve envolvido no planejamento e construção das duas primeiras plantas automáticas de seleção de RSU (resíduos sólidos urbanos) na Hungria e ajudou duas grandes marcas na modernização de plásticos pós-consumo (Polipropileno). Desde 2017, a László está envolvido em projetos com foco em embalagens de poliolefinas pós-consumo, bandejas de PET e trabalho com empresas de embalagens e transformadores.

László Székely afirmou: “Estou muito contente pelo fato de que a minha dedicação e experiência tenham sido reconhecidas desta maneira, pois o progresso em direção à Nova Economia de Plásticos é muito importante”.

O trabalho da Nova Economia de Plásticos da Tomra também envolverá, em nível sênior, Jürgen Priesters, Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios em Reciclagem; e a Engenheira de Desenvolvimento de Negócios, Charlotte Glassneck.

A visão da Nova Economia de Plásticos, que aplica os princípios da economia circular, foi criada pela Fundação Ellen MacArthur com três ambições: criar uma economia pós-uso de plásticos eficaz, melhorando a economia e a reciclagem, a reutilização e a biodegradação controlada para aplicações direcionadas; reduzir drasticamente a fuga de plásticos no meio ambiente (especialmente o oceano) e outros impactos negativos; e dissociar plásticos de matérias-primas fósseis. Embora esses objetivos tenham sido lançados em 2016 como uma iniciativa de três anos, eles criaram um impulso que inspirará a ação por muitos anos.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972 e que possui hoje um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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RadiciGroup implementa “Operation Clean Sweep” para eliminar perdas de pós e grânulos de plásticos

25/01/2019

Operação visa eliminar perdas de pós e pellets plásticos em todas as plantas da área de negócios da Radici High Performance Polymers

Durante os últimos meses, todas as plantas produtivas da Área de Negócios do Radici Group High Performance Polymers assinaram um compromisso formal para se tornarem parceiros da Operation Clean Sweep (OCS), um programa internacional promovido por associações do setor de Plásticos que tem como objetivo evitar perdas de pellets e pós plásticos para o meio ambiente. O foco especial se dá no manuseio dos produtos e operações de transporte, desde a entrada na fábrica das matérias-primas até a saída de produtos semi-acabados destinados aos clientes.

“As perdas de plástico para o meio ambiente – sublinhou Danilo Micheletti, COO da RadiciGroup High Performance Polymers – são um problema que o nosso setor está enfrentando com ações e iniciativas de conscientização e medidas implementadas ao longo do tempo, que requerem compromissos concretos daa parte das empresas envolvidas dentro da cadeia de valor. O nosso Grupo também está engajado nesse desafio, que assumiu dimensões globais, aderindo a uma série de iniciativas das associações industriais, entre as quais a Operação Clean Sweep.

A Operação Clean Sweep é um programa industrial que envolve toda a cadeia de suprimentos, incluindo o transporte e a logística. A RadiciGroup High Performance Polymers decidiu aderir voluntariamente à iniciativa como parte da política de Sustentabilidade do Grupo.

A OCS é organizada em cinco fases principais – que não esgotam o programa, mas incentivam também as empresas associadas a “nunca baixar a guarda” e a buscar novas metas:

  • Compromisso: assinatura de um compromisso formal por parte da empresa.
  • Avaliação: realização de uma inspeção para avaliar a situação da empresa e analisar linhas de produção, armazéns, silos e áreas externas.
  • Melhorias: determinação das medidas necessárias para implementação com o objetivo de reduzir as perdas detectadas durante a avaliação.
  • Aumentar a conscientização: desenvolver a conscientização sobre o tema entre todos as pessoas ligadas ao trabalho – desde os funcionários até os fornecedores e transportadores.
  • Acompanhamento: realização de uma auditoria da empresa para verificar se as perdas foram efetivamente reduzidas.

“Em todas as nossas plantas ao redor do mundo – explicou Micheletti -, concluímos as fases de compromisso e avaliação e, embora tenhamos adotado várias precauções por algum tempo, notamos que ainda podemos melhorar. Já iniciamos a terceira e a quarta fases do OCS, seguindo as diretrizes do programa e colaborando com as associações industriais. Acreditamos que a fase de “aumento da conscientização” é fundamental para se atingirem objetivos cada vez mais ambiciosos e, por essa razão, estamos trabalhando em pensando em programas de treinamento especiais nos temas da OCS, levando em consideração as características peculiares de cada planta produtiva e as diferenças entre os países nos quais operamos”.

(*As associações de categoria que aderiram à OCS e são, portanto, referência para o RadiciGroup High Performance Polymers nos países em que está presente são: Plastics Europe, China Plastics Processing Industry Association, Abiplast, Plastics Industry Association (U.S), American Chemistry Council).

Com cerca de 3.000 empregados, um faturamento de 1,147 bilhões de euros em 2017 e uma rede de fábricas e sedes comerciais localizadas entre a Europa, a América do Norte e do Sul e a Ásia, o RadiciGroup é um dos líderes mundiais na produção de uma vasta gama de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros, fibras sintéticas e não tecidos. Seus produtos encontram aplicação em múltiplos setores industriais entre os quais: automotivo, elétrico/eletrônico, bens de consumo, vestuário, mobiliário, construção civil, eletrodomésticos e setor esportivo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – RadiciGroup

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Salvador recebe instalação PlastCoLab no Shopping da Bahia

25/01/2019

Iniciativa gratuita destaca projetos locais que unem inovação e a versatilidade do plástico

Após receber cerca de 15 mil pessoas em São Paulo e Porto Alegre, o PlastCoLab desembarca em Salvador, escolhida como a primeira capital nordestina a ser palco da atração. A iniciativa, que reúne interatividade, inovação e tecnologia, mostra quanto o plástico, nas mãos dos makers e utilizado de forma criativa e responsável, é um material nobre para projetos que podem transformar o nosso futuro. A atração gratuita funciona desde ontem, 24 de janeiro, e ficará disponível para visitaras até 3 de fevereiro, das 9h às 22 horas, no Shopping da Bahia.

O PlastCoLab tem cores e instalações inspiradas no icônico cubo mágico, brinquedo famoso dos anos 80 e símbolo da cultura geek. Na estação azul funcionam atrações soteropolitanas, assinadas por makers locais como o o boneco Animatronics, um reprodutor do gestual da fala que mostrará as inúmeras possibilidades da robótica e o Antigravidade, que tem como proposta despertar a curiosidade por movimentos aparentemente impossíveis. Na mesma estação, o Robô Resolvedor de Cubo Mágico promete desvendar os segredos do símbolo geek em poucos segundos.

A Horta com Inteligência Programada é uma das estrelas da estação verde. O curioso equipamento, produzido com 100% de plástico reaproveitado, apresenta o conceito da hidroponia – técnica que cultiva plantas na água – de forma simples e didática, otimizando por completo o recurso hídrico. Além da horta, os visitantes também podem conhecer o captador de energia solar Girassol, que mostra como o plástico torna mais acessível o uso deste tipo de recurso.

Na estação vermelha é possível observar uma impressora 3D em funcionamento, produzindo os mais diferentes objetos com filamentos plásticos, além de assistir a um vídeo que tem como objetivo apresentar todos os detalhes da ação.

Já na estação laranja, o público tem acesso à mesa interativa, com a caneta de impressão 3D, que convida os visitantes a soltarem a imaginação e a criarem as mais diferentes formas. Na superfície também são encontrados diversos outros brinquedos inteligentes, disponíveis para serem manuseados. Este também é o espaço dos personagens do jogo EckoBlocks feitos por meio de impressão 3D. O jogo, disponível para plataformas mobile, tem como objetivo engajar crianças sobre a importância da reciclagem.

No PlastCoLab é possível ver e interagir com o que há de mais moderno no ambiente maker como, por exemplo, o Robô BEO, um robô inteiro confeccionado em plástico que dança e interage com as pessoas, respondendo perguntas e executando ações solicitadas por elas.

“A Bahia, com sua tradição cultural, receberá o PlastCoLab, que leva de modo interativo e moderno a alta tecnologia e contemporaneidade dos produtos que utilizam o plástico como matéria-prima, explorando a criatividade local e enfatizando as novidades do setor plástico,”diz José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST.

“É muito gratificante poder trazer a 3ª edição dessa iniciativa para a Bahia, estado onde a indústria do plástico é tão importante. Nosso propósito é reforçar nesta comunidade a cultura maker, mostrar como o plástico é fundamental como tendência para o desenvolvimento de projetos inovadores, sustentáveis e acessíveis”, diz Fabio Santos, Diretor executivo da Braskem.

Serviço:
PlastCoLab
Data: 24 de janeiro a 3 de fevereiro
Horário: das 9 às 22 horas
Local: 2º Piso do Shopping da Bahia, Av. Tancredo Neves, 148, Caminho das Árvores.
Quanto: Gratuito.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e pela ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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BASF é cofundadora da Alliance to End Plastic Waste

17/01/2019

  • Aproximadamente 30 empresas da cadeia de valor do plástico e bens de consumo alocaram mais de 1 bilhão de dólares para ajudar a acabar com o resíduo plástico no meio ambiente
  • BASF apoia a Alliance to End Plastic Waste para disponibilizar soluções que ajudem a resolver o problema mundial de resíduos plásticos

A BASF se tornou hoje cofundadora de uma aliança global de aproximadamente 30 empresas para promover soluções que reduzam e eliminem os resíduos plásticos descartados no meio ambiente, principalmente no oceano. A Alliance to End Plastic Waste (AEPW) comprometeu-se com mais de 1 bilhão de dólares e tem a meta de investir até 1,5 bilhão de dólares nos próximos cinco anos para ajudar a eliminar o resíduo plástico no meio ambiente. Novas soluções serão desenvolvidas e colocadas em escala para minimizar e manejar o resíduo plástico, incluindo a promoção de soluções para plásticos já utilizados, ativando a economia circular.

“Damos imenso apoio aos esforços para reduzir os resíduos plásticos no meio ambiente”, afirma o Dr. Martin Brudermüller, presidente do Conselho Diretivo e diretor de tecnologia da BASF SE, que forneceu suporte para a criação da aliança desde o início. “Somos cofundadores da Alliance to End Plastic Waste pois queremos desenvolver e promover soluções que ajudarão efetivamente a resolver o problema mundial de resíduos plásticos”, explica Brudermüller. “Os plásticos são materiais eficientes que podem economizar recursos e trazer benefícios em saúde, segurança e conveniência para a sociedade. Tais benefícios podem ser contraditórios caso os plásticos e seus resíduos não forem usados, descartados ou reciclados de maneira responsável”.

Entender de onde vem o resíduo plástico é fundamental. Pesquisas realizadas pela Ocean Conservancy mostram que os plásticos no oceano se originam predominantemente dos resíduos em terra. A maior parte do resíduo plástico é disseminada pelos rios, podendo ser rastreada a dez grandes rios ao redor do mundo, principalmente na Ásia e na África. Muitos desses rios percorrem áreas com alta densidade populacional, onde há falta de infraestrutura adequada para coleta e reciclagem de resíduos, levando a um significativo vazamento. A AEPW irá iniciar ações onde há maior necessidade, incluindo projetos que contribuam para soluções em quatro áreas principais:

  • Desenvolvimento de infraestrutura para realizar o manejo dos resíduos e aumentar a reciclagem;
  • Inovação para desenvolver e escalar novas tecnologias que reciclem e recuperem plásticos mais facilmente, criando valor por meio dos plásticos pós-uso;
  • Educação e engajamento de governos em todos os níveis, empresas e comunidades para mobilizar ações; e
  • Limpeza de áreas onde há concentração de resíduos plásticos no meio ambiente, especialmente nos principais disseminadores de resíduos, como os rios, que transportam resíduos terrestres para o oceano.

“Todos concordam que os resíduos plásticos não pertencem aos nossos oceanos ou qualquer lugar no ambiente. Este é um desafio global complexo e sério que exige uma ação rápida e uma liderança forte. Essa nova aliança é o esforço mais abrangente até o momento que visa eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente”, afirma David Taylor, CEO da Procter & Gamble, e presidente da AEPW.

A aliança é uma organização sem fins lucrativos que inclui empresas de toda a cadeia de valor global de plásticos e bens de consumo: fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, convertedores e empresas de manejo de resíduos. A aliança trabalhará com governos, organizações intergovernamentais, universidades, organizações não-governamentais e sociedade civil, para investir em projetos conjuntos para eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente.

O engajamento da BASF com a aliança reforça o comprometimento da empresa com um manejo responsável de plásticos. “Uma medida importante para acabar com a entrada descontrolada de plásticos no meio ambiente é criar círculos fechados onde o plástico possa ser usado como uma nova matéria-prima. A indústria química desempenha um papel importante na inovação e implementação de processos em grande escala para converter resíduos plásticos em novos produtos”, completa Brudermüller.

O recém-iniciado projeto ChemCycling é um exemplo de como a BASF está desenvolvendo tecnologias inovadoras que promovem a recuperação e reciclagem de plásticos. Juntamente com os seus clientes e parceiros, a BASF desenvolveu e fabricou os primeiros produtos baseados em resíduos plásticos quimicamente reciclados.

A BASF também está implementando ativamente o programa internacional Operation Clean Sweep® em todas as suas unidades de produção de pellets de plástico no mundo, visando prevenir a perda de pellets de plástico ao longo da cadeia de valor, por meio de medidas comportamentais, organizacionais e técnicas. Além disso, a BASF participa de várias colaborações e projetos de associações (por exemplo, World Plastics Council,Ellen MacArthur Foundation, CEFLEX) sobre manejo de resíduos e educação.

As seguintes empresas são membro-fundadoras da Alliance to End Plastic Waste: BASF, Berry Global, Braskem, Chevron Phillips Chemical Company LLC, Clariant, Covestro, CP Group, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation USA, Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, Shell, Suez, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total e Veolia.

Fonte: BASF / Alliance to End Plastic Waste

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Braskem adere a Aliança global para combater descarte de resíduo plástico no meio ambiente

16/01/2019

Organização sem fins lucrativos que inclui toda a cadeia de valor do plástico planeja investir até US$ 1,5 bilhão em cinco anos

A Braskem se juntou a um grupo de cerca de 30 grandes empresas em uma iniciativa para ajudar a acabar com os resíduos de plástico no meio ambiente. A Aliança para o Fim dos Resíduos Plásticos – em inglês, Alliance to End Plastic Waste (AEPW) -já inicia suas atividades dedicando US$ 1 bilhão (R$ 3,7 bilhões) a projetos e desenvolvimento de tecnologias para acabar com o descarte de plásticos no meio ambiente, especialmente nos oceanos. A Aliança (www.endplasticwaste.org) foi lançada hoje (16/01/19) e tem a meta de aumentar o investimento para até US$ 1,5 bilhão (R$ 5,5 bilhões) nos próximos cinco anos.

“Nenhum de nós deseja um meio ambiente repleto de resíduos plásticos. Este é um desafio global sério e complexo que exige ações rápidas e forte liderança. Esta nova Aliança é o esforço mais abrangente já feito para dar fim ao descarte de plásticos no meio ambiente”, disse Fernando Musa, presidente da Braskem. “O plástico é um material extremamente eficiente que ajuda a minimizar nosso impacto no meio ambiente em quase todos os aspectos da vida moderna. Mas precisamos trabalhar para minimizar o descarte, assim como para reciclar e recuperar o plástico depois de usado.”

Essa iniciativa ocorre na sequência do anúncio do posicionamento realizado pela Braskem a favor da Economia Circular, que definiu iniciativas próprias para ampliar sua atuação em reciclagem e na produção de novas resinas renováveis. Além disso, a empresa anunciou o esforço em prol de novas tecnologias e modelos de negócios que privilegiem o reuso do plástico.

Agora a Braskem se une à Aliança, que é uma organização sem fins lucrativos e inclui toda a cadeia de valor dos plásticos: empresas que produzem, utilizam, vendem, processam, coletam e reciclam plásticos. Isso inclui fabricantes de químicos e plásticos, transformadores, companhias de bens de consumo, revendedores e empresas que trabalham com gestão de resíduos. A Aliança tem como parceiro estratégico o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável.

Entre os projetos iniciais anunciados pela aliança destacam-se as parcerias com prefeituras de diversas cidades para projetar sistemas integrados de gestão de resíduos em grandes áreas urbanas com baixa infraestrutura, especialmente aquelas onde há rios que transportam vastas quantias de resíduos plásticos do continente para o oceano.

Além disso, ela vai colaborar com organizações intergovernamentais, como as Nações Unidas, e custear a rede de incubadoras da Circulate Capital para desenvolver e promover tecnologias, modelos de negócios e empreendedores que trabalham pela prevenção de plásticos no oceano e pela gestão de resíduos e reciclagem, entre outras iniciativas.

As empresas a seguir são membros fundadores da Aliança: a brasileira Braskem, BASF, Berry Global, Chevron Phillips Chemical Company LLC, Clariant, Covestro, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation, U.S.A., Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, SUEZ, Shell, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total, Veolia, e Versalis (Eni).

Fonte: Braskem

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Termotécnica vence prêmio internacional de embalagem WorldStar 2019

16/01/2019

A Termotécnica é uma das vencedoras do WorldStar 2019, um dos mais importantes prêmios do mercado de embalagens. Concorrendo com outras 319 embalagens, de 35 países, a conservadora “DaColheita” para cumbucas de frutas reduz o desperdício de alimentos e venceu em duas categorias: Food e Save Food. Segundo a Termotécnica, a categoria SaveFood está alinhada com a iniciativa da ONU de mesmo nome que tem o objetivo de reduzir o desperdício de alimentos.

A conservadora “DaColheita” é uma embalagem desenvolvida em EPS e 100% reciclável. A Termotécnica afirma que a solução permite alto isolamento térmico e a ampliação em até 30% da vida de prateleira das frutas, mantendo suas propriedades nutricionais. Segundo a empresa, a eficácia da conservadora tem sido comprovada na prática por produtores de uva do Vale do São Francisco, tanto para o mercado interno quanto para exportação, que já utilizam a embalagem.

Certificados por testes em laboratórios europeus, o uso da embalagem resulta em redução de perdas e desperdício de alimentos, afirma a Termotécnica, o que torna a solução adequada para acondicionar as frutas da colheita até o consumidor, reduzindo a absorção de impactos no transporte e ainda podendo ser utilizada como embalagem expositora no ponto de venda.

Save Food

A iniciativa da ONU que faz parte dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da organização, propõe reduzir pela metade, até 2030, “o desperdício de alimentos per capita mundial, nos níveis de varejo e do consumidor, e reduzir as perdas de alimentos ao longo das cadeias de produção e abastecimento, incluindo as perdas pós-colheita”. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), um terço de toda a comida produzida no mundo é desperdiçada. Este volume seria suficiente para alimentar todas as pessoas que passam fome.

Foi pensando na cadeia produtiva e nas possibilidades de redução de perdas que a Termotécnica desenvolveu a embalagem “DaColheita”, vencedora do prêmio. Este tipo de iniciativa é pouco explorada no Brasil, o que faz da Termotécnica uma pioneira no desenvolvimento de soluções que levem em consideração a qualidade e manutenção do frescor das frutas.

O prêmio

Organizado pela World Packaging Organisation, entidade que reúne associações de embalagens de todo o mundo, o prêmio de reconhecimento dos vencedores será entregue no dia 15 de maio, em Praga, na República Tcheca.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Aos 57 anos, a empresa possui matriz em Joinville (SC) e unidades de produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Termotécnica

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BASF conquista prêmio da Ford para batentes de suspensão em poliuretano microcelular

09/01/2019

A BASF recebeu um novo prêmio Q1 da Ford, desta vez com as soluções para batentes de suspensão em Cellasto®, tecnologia em poliuretano microcelular da empresa.

“Este prêmio é uma grande honra para nós, representa um reconhecimento, não só pela qualidade da solução, mas também porque cumprimos um rígido e abrangente processo relacionado à produção, logística e um alto nível de excelência operacional”, comemora Jefferson Schiavon, gerente de Cellasto para a América do Sul.

“Gostaríamos de dividir esse reconhecimento com toda a equipe, por seu comprometimento e eficiência, que garantiu o estreitamento das relações com a Ford como parceira”, afirma Sérgio Gonçalves, responsável pela Qualidade de Materiais de Performance da BASF para a América do Sul.

Segundo a BASF, o Cellasto®, elastômero de poliuretano microcelular utilizado nos sistemas de suspensão veiculares, atua na redução do ruído e vibração do veículo, melhora da durabilidade da peça e aumento da segurança e do conforto ao dirigir o carro. A solução atende a uma das grandes tendências automotivas de melhorar a dirigibilidade e segurança nos veículos. Além dos batentes de suspensão, os componentes em Cellasto® são aplicados na indústria automotiva como solução de absorção de energia, por exemplo, em isoladores de mola. A divisão também vem introduzindo na região a tecnologia para top mounts.

Fonte: BASF

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Aplicações de poliamidas 12 na indústria de extração de petróleo offshore ajudam a aumentar a produção

06/01/2019

Por mais de 50 anos a Evonik tem produzido a poliamida Vestamid®, um polímero que reúne propriedades como alta estabilidade, flexibilidade, resistência à temperatura e baixo peso. As aplicações do produto vão desde o seu uso na indústria automotiva, até o mercado de esportes e a extração de petróleo.

As características desejadas nos materiais são obtidas por modificação química do polímero-base ou por modificação física – por incorporação de fibras de vidro, Teflon ou grafite, por exemplo – ou uma combinação de ambos. Desta forma, é possível oferecer uma ampla gama de poliamidas com propriedades personalizadas.

O resultado disto é que o insumo pode ser utilizado em muitas aplicações exigentes e tecnicamente sofisticadas. Entre elas, como substituto para o aço em projetos automotivos e de redução de peso, tubulações de petróleo e gás, no setor médico e também na impressão 3D.

Uma das soluções oferecidas pela Evonik é a poliamida 12 (PA12) Vestamid® NRG, que atende ao mercado de óleo e gás. Segundo a empresa, o produto ajuda a indústria petrolífera a aumentar a produção offshore e a reduzir seus custos, mantendo operações seguras e sustentáveis. É indicada para aplicação na camada de barreira e na capa externa de tubos flexíveis; em mangueiras multicamadas para umbilicais; em tubos de grande diâmetro, para a distribuição de gás; e como “liner” polimérico em tubos metálicos para proteção anticorrosão.

Fonte: Evonik

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Plano de regulamentação da União Européia proíbe o uso de dez produtos descartáveis feitos com plástico

21/12/2018

Espera-se que a medida, uma vez aprovada pelo Parlamento Europeu e os países-membros, entre em vigor em dois anos. Decisão deve impactar indústria que movimenta 340 bilhões de euros e mudar hábitos dos europeus.

Um plano de regulamentação da União Europeia (UE) para banir o uso de produtos plásticos descartáveis foi aprovada em Bruxelas nesta quarta-feira (19/12). Uma lista de 10 produtos plásticos de uso único que já tem alternativa no mercado foi elaborada por negociadores do Parlamento Europeu e representantes dos 28 Estados membros da União Européia.

Os produtos a serem banidos incluem pratos, talheres, canudos, cotonetes e embalagens de alimentos fabricadas com EPS (isopor).

Para outros produtos de plástico, tais como copos e tampas, a estratégia adotada será limitar o uso e, em alguns casos, vincular os fabricantes a obrigações de coleta e limpeza. Além disso, todas as garrafas plásticas deverão ter pelo menos 30 por cento de material reciclado até 2030 e os Estados-membros da União Européia terão que coletar 90 por cento das garrafas plásticas de uso único até 2025. Bruxelas propôs também medidas para reduzir o uso de itens como recipientes de plástico para levar comidas de estabelecimentos.

Uma vez que a medida seja aprovada pelo Parlamento Europeu e os países-membros, deverá entrar em vigor em dois anos, a partir de 2021.

A ministra de Turismo e Sustentabilidade da Áustria, Elisabeth Koestinger, conduziu as conversas em nome dos 28 membros e anunciou o acordo político provisório em seu Twitter e descreveu o momento como “um marco nos esforços para reduzir o lixo plástico”. A Áustria detém atualmente a presidência rotativa da União Europeia.

Com as medidas, a Comissão Europeia projeta reduzir as emissões de dióxido de carbono em 3,4 milhões de toneladas. Cálculos indicam que danos ambientais no valor de 22 bilhões de euros podem ser evitados até 2030.

Segundo dados oficiais de 2015, a indústria de plásticos movimenta 340 bilhões de euros e emprega 1,5 milhão de trabalhadores.

A ofensiva de Bruxelas contra a produção de lixo descartável deve atingir também a indústria tabagista, num futuro próximo. Os produtores de cigarros podem ser solicitados a participar do custeio da limpeza e coleta de guimbas de cigarro.

Fonte: Reuters ; Deutsche Welle

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BASF pela primeira vez fabrica produtos com plásticos quimicamente reciclados

21/12/2018

A BASF está inovando na reciclagem de resíduos plásticos através do seu projeto ChemCycling. A reciclagem química é uma maneira inovadora de reutilizar os resíduos plásticos que não são atualmente reciclados, tais como plásticos misturados ou sujos. Dependendo da região, este tipo de resíduo é geralmente enviado para o aterro sanitário ou incinerado com recuperação energética. Mas a reciclagem química oferece outra alternativa. Usando processos termoquímicos, esses plásticos podem ser utilizados para produzir gás de síntese ou óleo de pirólise. As matérias-primas recicladas resultantes podem ser usadas como insumos na produção da BASF, substituindo parcialmente recursos fósseis.

A BASF afirma que fabricou pela primeira vez produtos baseados em resíduos plásticos quimicamente reciclados, sendo, portanto, uma pioneira global na indústria. “O uso responsável dos plásticos é essencial para resolver o problema mundial dos resíduos. Isto se aplica às empresas, assim como a instituições e aos consumidores. Com a reciclagem química, queremos fazer uma contribuição significativa na redução da quantidade de resíduos plásticos”, afirma Dr. Martin Brudermüller, presidente do Conselho Diretivo e CTO (Chief Technology Officer) da BASF SE. “Com o nosso projeto ChemCycling, estamos usando o resíduo plástico como matéria-prima. Desta forma, criamos valor para o meio ambiente, a sociedade e a economia. Nós juntamos forças com parceiros em toda a cadeia de valor para estabelecer um modelo operacional circular”, disse Brudermüller. A BASF está colaborando estreitamente com seus clientes e parceiros, que vão desde empresas de gestão de resíduos até fornecedores de tecnologia e fabricantes de embalagens, com o objetivo de estabelecer uma cadeia de valor circular.

De resíduos a embalagens de queijo e componentes de geladeira

BASF já está desenvolvendo produtos “piloto” que incluem embalagem de queijo muzzarela, componentes de geladeira e painéis de isolamento térmico com dez clientes de diversos setores. Os produtos ChemCycling fornecidos pela BASF possuem exatamente as mesmas propriedades dos produtos de origem fóssil e por isso atendem aos padrões de qualidade e de higiene necessários para embalagens de alimentos. Stefan Gräter (foto, à esquerda.), chefe do projeto ChemCycling da BASF, vê um grande potencial: “Esta nova forma de reciclagem oferece oportunidades para modelos de negócios inovadores para nós e para nossos clientes, que já valorizam produtos e embalagens feitos de materiais reciclados, mas que não podem ou não querem comprometer-se quando o assunto é qualidade”, afirma. Como próximo passo, a BASF planeja disponibilizar comercialmente os primeiros produtos do projeto ChemCycling.

Verbund da BASF oferece condições ideais para ChemCycling

No início da cadeia de produção, a BASF alimenta como matéria prima um óleo derivado de resíduos plásticos, obtido por meio de um processo de pirólise. A BASF obteve a matéria-prima para os produtos “piloto” do seu parceiro Recenso GmbH, da Alemanha. Como alternativa, o gás de síntese, obtido a partir de resíduos plásticos, também podem ser usado.

O primeiro lote deste óleo foi alimentado em outubro no steam cracker (coluna de craqueamento a vapor) da fábrica da BASF em Ludwigshafen (Alemanha). O steam cracker é o ponto de partida para a produção do complexo químico da Basf. Ele quebra ou “craqueia” essa matéria-prima sob temperaturas de aproximadamente 850 graus Celsius. Os principais produtos resultantes do processo são o eteno e o propeno. Estes produtos químicos básicos são usados no complexo de produção para fabricar vários produtos químicos. Fazendo um cálculo de balanço de massa, a parcela de matéria-prima reciclada pode ser alocada matematicamente ao produto final certificado. Cada cliente pode selecionar a porcentagem alocada de material reciclado.

Desafios tecnológicos e regulatórios

Tanto o mercado como a sociedade esperam que a indústria apresente soluções construtivas para lidar com o resíduo plástico. A reciclagem química é um complemento inovador a outros processos de reciclagem e gestão de resíduos. “Precisamos de uma ampla gama de opções de recuperação de resíduos plásticos, uma vez que nem todas as soluções são adequadas para certos tipos de resíduos ou possíveis para cada aplicação do produto. A primeira escolha deve ser sempre a solução com melhor desempenho em uma avaliação de ciclo de vida”, explica Andreas Kicherer (foto, à direita), especialista em sustentabilidade da BASF.

Entretanto, as condições tecnológicas e regulatórias devem ser atendidas antes que o projeto esteja pronto para o mercado. Por um lado, as tecnologias existentes para transformar resíduos plásticos em matérias-primas recicladas, tais como óleo de pirólise ou gás de síntese, devem ser desenvolvidas e adaptadas a fim de garantir uma alta qualidade de forma consistente. Além disso, as estruturas regulatórias regionais influenciarão substancialmente na extensão com que essa abordagem pode ser estabelecida em cada mercado. É essencial, por exemplo, que a reciclagem química e a abordagem de balanço de massa sejam reconhecidas como medidas que contribuam para o cumprimento de metas de reciclagem específicas para produtos e aplicações.

Manejo responsável dos resíduos plásticos é essencial

Os plásticos oferecem muitos benefícios em aplicações técnicas, na medicina e em aplicações cotidianas e  são frequentemente uma alternativa melhor do que outros materiais. O desafio está no manejo responsável do destino dos plásticos pós-consumo. Sistemas funcionais de gestão de resíduos e o comportamento responsável dos consumidores em relação aos plásticos são cruciais para solucionar problemas tais como a poluição causada pelo lixo plástico. Para este fim, a BASF está envolvida em vários projetos, a nível de associação e também internacionalmente. Por exemplo, a empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Além disso, a BASF implementou a Operation Clean Sweep, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos para evitar a perda de grânulos, flakes e pós de plásticos no meio ambiente. O novo projeto ChemCycling da BASF é outro marco no uso responsável de recursos.

Fonte: BASF

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Total Corbion dá partida em sua planta de PLA na Tailândia

21/12/2018

A Total Corbion PLA, uma joint venture 50/50 entre a Total e a Corbion, anunciou a entrada em operação de sua fábrica de bioplásticos PLA (Ácido Polilático) de 75.000 toneladas por ano em Rayong, Tailândia (foto). A planta já produziu com sucesso as resinas Luminy® PLA, plástico de base biológica e biodegradável.

A Total Corbion explica que as novas instalações irão produzir uma ampla gama de resinas Luminy® PLA a partir de cana-de-acúcar renovável, não geneticamente modificada, adquirida localmente na Tailândia. A gama de resinas compreenderá desde o PLA padrão até o PLA e PDLA de alta temperatura. Os produtos poderão atender às necessidades dos clientes em uma variedade de mercados, tais como embalagens, bens de consumo, impressão 3D, fibras e no mercado automotivo, e são otimizados para processos de extrusão, termoformagem, moldagem por injeção e fiação de fibra.

No final da sua vida útil, os produtos de PLA podem ser mecanicamente ou quimicamente reciclados ou, em alguns casos, compostados e devolvidos ao solo como fertilizante.

A Total Corbion PLA se beneficiará da integração com sua planta de Lactide, necessário para a produção de PLA, que foi simultaneamente expandida para 100.000 toneladas por ano de capacidade de produção. Além disso, a planta piloto de PLA de 1.000 toneladas por ano, que está em operação desde o final de 2017, está localizada no mesmo local e será usada para desenvolvimento de produtos.

A partida da planta é um marco importante para a joint venture e o mercado de bioplásticos. Com essa unidade adicional de 75.000 toneladas por ano, a produção global de bioplásticos de PLA aumentará em quase 50%, para 240.000 toneladas por ano. O PLA corresponde a um mercado de polímeros de crescimento rápido com uma taxa de crescimento anual estimada de 10% a 15%.

“A partida desta fábrica de última geração estabelece a Total Corbion PLA como uma produtora de bioplásticos de PLA de escala mundial, idealmente localizada para atender mercados expansão desde a região da Ásia-Pacífico até a Europa e as Américas”, diz Stephane Dion, CEO da empresa. “O aumento subsequente na capacidade global de PLA permitirá que fabricantes e proprietários de marcas se movam na direção da economia circular e produzam produtos de base biológica com pegadas de carbono mais baixas e opções de fim de vida múltiplas.”

“Estou muito satisfeito que a joint venture tenha dado partida na segunda maior fábrica de bioplásticos de PLA do mundo. Essa conquista está totalmente alinhada à nossa estratégia de expansão em petroquímicos e, ao mesmo tempo, de inovar em soluções de baixo carbono. Os bioplásticos são um ótimo complemento para os nossos produtos petroquímicos mais tradicionais, atendendo à crescente demanda por polímeros ao mesmo tempo em que contribuem para reduzir as preocupações com o fim da vida ”, afirma Bernard Pinatel, Presidente de Refinação e Produtos Químicos da Total.

A Corbion, que fornece o ácido láctico à planta, está feliz com a notícia: “O sucesso da partida desta planta de PLA de última geração é o resultado de um impressionante trabalho de uma equipe de muitos. Esta é uma boa notícia para os consumidores e produtores que querem fazer uma escolha consciente para melhorar sua pegada de carbono e fazer sua contribuição para uma economia circular. Um mundo de oportunidades de inovação e negócios se abriu”, afirma Tjerk de Ruiter, CEO da Corbion.

Fonte: Total Corbion

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Braskem expandirá Centro de Tecnologia e Inovação com novo prédio em Triunfo (RS)

20/12/2018

Prédio terá 2,8 mil metros quadrados, com investimento de R$ 50 milhões

A Braskem investirá R$ 50 milhões na expansão da sua estrutura de inovação no Brasil. A iniciativa engloba a construção de um novo prédio de 2,8 mil metros quadrados de área no Centro de Tecnologia e Inovação da Braskem no Polo Petroquímico de Triunfo (RS) para receber novos equipamentos e laboratórios em que serão desenvolvidas e testadas tecnologias para a fabricação de resinas termoplásticas em todo o mundo. Os novos equipamentos e técnicas a serem implementados com a expansão são complementares às competências existentes no local, que já conta com 6 plantas piloto.

O espaço ampliado receberá laboratórios de caracterização avançada de polímeros, o que inclui análises como cromatografia, fracionamento de polímeros, microscopia, além de laboratórios de catálise e de tecnologia de processos petroquímicos. Os laboratórios de controle de qualidade das plantas de segunda geração serão centralizados no mesmo prédio. O investimento foi deflagrado este mês, e a conclusão do prédio está prevista para até o final de 2019.

O Centro de Tecnologia e Inovação em Triunfo é o maior dos quatro centros de tecnologia da Braskem, e um dos principais centros de pesquisa em polímeros do América Latina. Das cerca de 300 pessoas que compõem o time de Inovação & Tecnologia da Braskem no mundo, 170 atuam em Triunfo. De acordo com o diretor Global de Inovação da Braskem, Gilfranque Leite, a expansão aproveita a expertise desenvolvida na região ao longo dos últimos 16 anos, desde que o CTI foi inaugurado:

“Foi no CTI de Triunfo que ocorreu o desenvolvimento de tecnologias como o polietileno verde, que continua a ser aprimorada dando origem a materiais como o EVA Verde, lançado neste ano”, comente Leite. Em junho, um novo conceito de resina plástica reciclada (3R), com melhor qualidade e resistência, desenvolvido no CTI, foi apresentado em um evento em Vancouver. Outro destaque em 2018 foi o lançamento da linha Braskem Evance, com resinas inovadoras de alto desempenho e avançada customização para aplicações na indústria calçadista, automotiva e de construção, por exemplo. “Outro ponto de destaque é o alto nível de ensino técnico da região, onde temos excelentes pessoas sendo formadas e capacitadas para atuarem nos laboratórios da Braskem, provenientes de instituições como SENAI, UFRGS e PUCRS”, ressalta Leite.

Desde 2017, o CTI tem trabalhado de forma integrada com as unidades de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, Estados Unidos, México e Alemanha. Soluções desenvolvidas neste centro, como resinas de alto desempenho para redução de peso de embalagens, resinas para filmes e embalagens desenvolvidas para o mercado internacional, materiais com resistência a altas temperaturas para a indústria automotiva e aditivação mais eficiente são usadas no mundo todo. Além disso, o CTI de Triunfo suporta pesquisas desenvolvidas em outras regiões, realizando testes de caracterização avançada em plantas piloto só disponíveis nesse centro. Trabalha ainda no aprimoramento de tecnologias para uso do plástico reciclado, novas resinas para impressoras 3D e embalagens inteligentes e outros. O local, além das atividades de P&D, atende mais de 400 clientes que buscam testar e aprimorar seus produtos.

A estrutura de inovação da Braskem conta com dois Centros de Tecnologia e Inovação, em Triunfo e em Pittsburgh (EUA), um Centro de Pesquisa em Tecnologias e Renováveis em Campinas e um Centro Técnico em Wesseling (Alemanha), totalizando 23 laboratórios e sete plantas piloto. Juntos, possuem 276 projetos no pipeline de inovação e tecnologia e mais de 900 documentos de patentes. A empresa investe na área cerca de R$ 300 milhões/ano.

Projeto Inovador

O novo prédio tem o desafio de incentivar a inovação antes mesmo de ser erguido. A equipe responsável pelo projeto identificou mais de 30 aplicações do plástico na construção, com soluções que levam em conta a economia, a durabilidade, resistência e a versatilidade dos materiais. A ideia é que o prédio todo funcione como uma espécie de showroom, com as estruturas em plástico aparentes e identificadas, onde a produção da Braskem e de seus parceiros vai da teoria à prática.

São muitas as possibilidades a serem empregadas: do piso às telhas, dos sistemas hidráulicos aos revestimentos usados para isolamento térmico e acústico ou elemento de design, o plástico apresenta entre suas qualidades a leveza, resistência à corrosão e facilidade para limpeza, dentre outros atributos que levam cada vez mais à sua incorporação na construção civil.

Fonte: Braskem

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Chem-Trend lança agente de purga para Policarbonatos e Acrílicos

20/12/2018

A Chem-Trend, empresa do Grupo Freudenberg, está apresentando ao mercado o Ultra Purge™ C6090, um composto de purga desenvolvido especialmente para termoplásticos. Utilizado no processo de fabricação de faróis e lentes traseiras de veículos automotivos, o produto oferece um único agente de limpeza que, segundo a empresa, aumenta a qualidade e cria um processo ainda mais consistente, simples e eficiente.

“Para os clientes que usam uma única máquina para fabricar ambos os componentes, o C6090 se oferece como uma solução completa, melhorando muito a qualidade dos produtos finais e contribuindo para a redução geral de resíduos. E, a utilização de um único composto de purga melhorará a eficiência do processo e o otimizará recursos”, comenta Patricia Ajeje, Diretora de Vendas.

Segundo a Chem-Trend, o lançamento é uma solução completa de compostos de purga para policarbonatos e acrílicos. Flexível, a composição se torna capaz de superar os problemas comuns do setor, associados à mudança de cores no policarbonato (PC) ou ao processamento do PC em altas temperaturas, além da troca para o polimetilmetacrilato (PMMA) em baixas temperaturas, garante o fabricante.

A empresa afirma que o produto permite uma transição suave entre a temperatura de processamento do PC – de 280 °C a 320 °C – e do PMMA – de 190 °C a 270 °C-, evitando problemas relacionados ao congelamento de PCs em temperaturas de processamento de PMMA ou à queima de PMMA em temperaturas de processamento de PCs, prevenindo a ocorrência de pontos pretos.

“A Chem-Trend investe continuamente em pesquisa e desenvolvimento para oferecer novas tecnologias que atendam às necessidades dos clientes. O Ultra Purge™ C6090 é mais um exemplo, focado em melhorar significativamente o desempenho e eficiência nas linhas de produção”, finaliza Patricia.

A Chem-Trend é uma empresa global com foco no desenvolvimento, produção e comercialização de agentes desmoldantes para uso nas indústrias de borracha, pneus, poliuretano, compósitos, termoplásticos e fundição sob alta pressão. No Brasil desde 1986, a Chem-Trend mantém em sua planta, em Valinhos (SP), a produção, venda, administração, atendimento e todo o suporte técnico aos seus clientes. A Chem-Trend do Brasil fornece agentes desmoldantes, lubrificantes e limpadores a todo mercado nacional, América do Sul e África do Sul.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Chem Trend

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Terphane apresenta filme transparente com propriedade de altíssima barreira

20/12/2018

Segundo a empresa, o seu CBR é um excelente substituto ao EVOH, com vantagens técnicas e ambientais.

Globalmente existe uma forte tendência de demanda por filmes que oferecem altíssima barreira para embalagens plásticas flexíveis, mantendo uma boa transparência. Isto porque o consumidor exige, cada vez mais, um produto com suas propriedades mantidas inalteradas e prefere enxergar o que está comprando. Para atender a esta crescente demanda e contribuir positivamente para um posicionamento mais transparente de produtos e marcas, a Terphane, empresa líder em filmes PET (poliéster), disponibiliza o Terphane CBR, um filme de poliéster que, segundo a empresa, proporciona excelente barreira e transparência a estruturas de embalagens flexíveis.

O Terphane CBR dispensa a coextrusão com EVOH, o uso de recobrimento ou de PVOH, garante a Terphane. Ele possui tratamento Corona na face oposta à camada barreira e foi desenvolvido para proporcionar ao convertedor de embalagens uma boa estabilidade nos processos de impressão e de laminação, além de oferecer ao usuário final uma embalagem que atenda às necessidades de barreira transparente estável a gases, afirma a empresa. “Sem dúvida, o CBR é um filme que confere ao produto uma excelente apresentação em termos de embalagem”, comenta Flávia Silveira, Desenvolvimento de Negócios da Terphane.

Outros importantes atributos do filme CBR mencionados pela Terphane:

· barreira a gases, aromas e gorduras;
· propriedades mecânicas e ópticas, uniformidade de espessura, estabilidade dimensional e térmica;
· alto desempenho nos processos de conversão;
· tratamento nas duas faces, o que permite ancoragem de tintas (processos de rotogravura e flexografia), adesivos e vernizes;
· disponibilidade na espessura de 12 micra.

O Terphane CBR é aprovado pelas normas brasileiras e internacionais para o contato direto com alimentos. “Mas realmente o grande apelo é a alta barreira em um filme de apenas 12 micra, o que o torna um material ambientalmente positivo”, lembra Flávia. Segundo a especialista, por suas características o CBR é indicado para embalagens de massas frescas, queijos, nozes e castanhas, ração animal, maionese e produtos com atmosfera modificada (ATM). Outro importante diferencial mencionado pela Terphane é que, por sua alta transparência, o filme permite a produção de embalagens com janelas que criam um atrativo no ponto de venda, permitindo que o consumidor final visualize o produto, constatando sua qualidade, e possa monitorar quando ele estiver acabando.

Quando laminado a uma camada selante de PE (polietileno) ou de PP (polipropileno), os resultados de permeabilidade se completam, pois, o filme atua como barreira a oxigênio e a camada selante, como barreira à umidade.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. Esta característica garante um desempenho único aos filmes Terphane e a coloca como líder de mercado na América Latina. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Terphane

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PICPlast encerra 2018 acumulando R$ 200 milhões de investimentos em prol da cadeia

20/12/2018

Desde 2013,  o Plano realizou mais de 30 iniciativas que contemplaram cerca de mil participantes.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast – chega ao final de 2018 completando cinco anos de atuação. Desde o seu lançamento, já foram investidos mais de R$ 17 milhões em ações voltadas para aumento da competitividade do setor, R$ 170 milhões no incentivo à exportação e cerca de R$ 10 milhões em ações de promoção das vantagens do plástico. O foco se mantém: aproximar os elos da cadeia e executar iniciativas para promover a competitividade e a produtividade na indústria de transformação de plástico.

“Completamos cinco anos com a certeza que estamos no caminho certo. Ao longo deste período, foram R$ 200 milhões de investimentos, distribuídos entre os pilares Competitividade e Inovação, Exportação de Transformados e Vantagens do Plástico. O retorno que temos da indústria reforça a contribuição de todas as iniciativas do PICPlast, construindo uma cadeia cada vez mais desenvolvida e competitiva, capaz de enfrentar os inúmeros desafios do nosso mercado”, diz Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem.

“O PICPlast vem sendo o parceiro estratégico de quem atua na indústria da transformação do plástico. Para os próximos anos, buscaremos ampliar ainda mais esta parceria, por meio da promoção de conhecimento e da viabilização de oportunidades de negócios para os nossos associados, para propiciar um mercado robusto, maduro e sustentável”, afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST.

O PICPlast é uma iniciativa pioneira, fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), e da Braskem. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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