Archive for the ‘Petroquímica’ Category

Braskem inicia produção comercial de polipropileno em sua nova linha de produção em La Porte, Texas (EUA)

15/09/2020

Nova linha de produção reforça posição da petroquímica como importante produtora de polipropileno na América do Norte

A Braskem anunciou a partida bem-sucedida de sua mais nova linha de produção de polipropileno (PP), localizada em La Porte, Texas, EUA. A nova linha da companhia tem uma capacidade de produção anual superior a 450 mil toneladas (kt) e pode produzir todo o portfólio de polipropileno, o que inclui uma ampla variedade de produtos, entre eles, homopolímero, copolímero de impacto e copolímeros randômicos. A construção teve início em outubro de 2017 e foi concluída em junho de 2020. O lançamento da produção comercial ocorre após a conclusão com sucesso do processo de comissionamento e o atingimento dos protocolos de garantia de qualidade dos produtos da Braskem.

Para o vice-presidente de Olefinas & Poliolefinas da Braskem na América do Norte, Mark Nikolich, “o lançamento da produção comercial na nova linha de produção de polipropileno reforça, nitidamente, a posição da Braskem como líder no mercado de polipropileno na América do Norte. Nosso investimento de US$ 750 milhões, na maior linha de produção de polipropileno das Américas, e na primeira nova planta de polipropileno da América do Norte desde 2008, reflete o nosso compromisso permanente em atender às necessidades dos nossos clientes no presente e longo prazo. Com o lançamento do nosso novo centro global de exportação em Charleston, na Carolina do Sul, iremos ampliar consideravelmente nossa capacidade de atender aos clientes de toda a América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. Também quero agradecer aos nossos parceiros de projeto e construção, por concretizarem esse projeto tão importante em meio ao desafiador ambiente imposto pela covid-19. Damos sempre máxima prioridade à segurança de nossos colaboradores, e seu desempenho excepcional ao longo de todo o projeto é uma prova clara do compromisso deles com a excelência profissional”.

A construção da unidade gerou efeitos positivos na economia da região da costa do golfo do Texas e empregou aproximadamente 1.300 trabalhadores das áreas de construção e desenvolvimento. Além disso, foram criados na Braskem outros 50 cargos para auxiliar na produção comercial de longo prazo. Segundo a Braskem, o projeto da planta foi desenvolvido de modo condizente com o compromisso da empresa com a sustentabilidade e a atenção a ecoindicadores como emissões, eficiência energética, eficiência hídrica, reciclagem e redução de resíduos. Para obter mais informações sobre a nova linha de produção da Braskem, acesse http://www.braskem.com/usa/delta .

“Nossa nova linha de produção começa a operar quando a indústria de polipropileno da América do Norte mais precisa. O mercado tem se adaptado à pandemia e a demanda na América do Norte já recuperou os níveis anteriores à crise sanitária. Temos a satisfação de oferecer essa nova capacidade de produção a clientes de diversas regiões do mundo”, comentou Alexandre Elias, responsável por polipropileno na Braskem na América do Norte.

Em junho de 2020, a companhia anunciou o desenvolvimento de seu novo centro global de exportação em Charleston, na Carolina do Sul, para atender melhor aos clientes internacionais a partir do mercado dos Estados Unidos. O novo centro global de exportação fornecerá serviços de embalagem, armazenagem e remessa de exportações para apoiar as unidades de produção de polipropileno da Braskem no país. Com projeto e desenvolvimento já em fase avançada, o novo centro global de exportação está previsto para ser concluído no terceiro trimestre deste ano. A instalação terá capacidade para suportar remessas de exportação de até 204 mil toneladas (450 milhões de libras) de polipropileno e polímeros especializados para os clientes da Braskem em todo o mundo.

Curta nossa página no

Evonik adquire a Porocel e acelera o crescimento do negócio de catalisadores

08/09/2020

  • Com a aquisição, a Evonik ganha acesso à tecnologia de regeneração de catalisadores e a capacidades de produção disponíveis
  • Regeneração de catalisadores reduz as emissões de CO2 e promove a economia circular
  • A aquisição enriquece o portfólio com foco em especialidades químicas estáveis e com altas margens

A Evonik adquire o grupo Porocel por US$ 210 milhões e acelera o crescimento do negócio de catalisadores. Baseada em Houston, Texas (EUA), a Porocel dispõe de uma tecnologia para a regeneração altamente eficiente de catalisadores de dessulfurização, produto em crescente demanda na produção de combustíveis com baixo teor de enxofre. A regeneração reduz as emissões de dióxido de carbono em mais de 50% na comparação com a produção de novos catalisadores para dessulfurização. Além disso, a Porocel dispõe de capacidade de produção disponível, permitindo que a Evonik agilize a expansão de seu negócio existente de catalisadores de leito fixo.

“Essa aquisição é o próximo passo lógico no contínuo desenvolvimento estratégico do nosso portfólio. Nosso foco se volta a especialidades químicas estáveis e com altas margens”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva da Evonik. “Estamos ampliando de maneira sistemática a participação das especialidades em nossas atividades – e isso a uma valorização atraente”.

O preço de compra (enterprise value) é 9,1 vezes maior que o EBITDA ajustado de 2019, o que representa uma valorização atraente para um ativo de alta qualidade no setor de catalisadores. A operação deve ser concluída até o final de 2020 e está sujeita à aprovação das autoridades pertinentes.

A Porocel gerou vendas de cerca de US$ 100 milhões e um EBITDA de cerca de US$ 23 milhões em 2019. A margem EBITDA de cerca de 23% está acima da meta média de 18-20% da Evonik. A Porocel aumentou de maneira significativa seu EBITDA nos últimos três anos, impulsionada pelo desenvolvimento de novos produtos decorrentes da expansão de suas capacidades de pesquisa e desenvolvimento. A empresa emprega mais de 300 pessoas no mundo inteiro e possui unidades produtivas nos EUA, no Canadá, em Luxemburgo e em Singapura.

O posicionamento global da Porocel reforçará a presença mundial das atividades com catalisadores da Evonik. A boa complementaridade do portfólio de produtos e especialmente o aproveitamento das capacidades produtivas disponíveis da Porocel oferecem um potencial de crescimento considerável à Evonik. A empresa espera aumentar as vendas do negócio combinado de catalisadores para bem mais que 500 milhões de euros até o final de 2025, sem a necessidade de investir em novas capacidades.

Os catalisadores são essenciais para a produção de uma variedade de produtos químicos e de combustíveis limpos. O mercado se caracteriza por um amplo leque de aplicações e crescimento robusto de cerca de 4% com baixa ciclicidade.

Tecnologia da Porocel estimula a sustentabilidade

“A sustentabilidade e especialmente a economia circular desempenham papel decisivo para nós quando se trata de aquisições e da orientação do nosso portfólio”, diz Claus Rettig, responsável pela divisão Smart Materiais da Evonik. “Com a aquisição da Porocel, estamos em sintonia com a crescente tendência por combustíveis sem enxofre, pela redução das emissões de CO2 e a preservação de recursos. O processo de regeneração de catalisadores da Porocel resulta em significativamente menos emissões de CO2 que a fabricação de catalisadores novos, enquanto oferece eficiência comparável e um custo bem mais baixo”.

Com a aquisição, a Evonik ganha acesso a clientes importantes nos setores de petroquímico e de refino. As principais competências da Porocel consistem em eficientes tecnologias nos setores de adsorventes purificadores, catalisadores para recuperação de enxofre e, sobretudo, serviços de hidrotratamento destacados pela regeneração de catalisadores de dessulfurização usados.

“Nosso poder de inovação alavancado pelo talentoso time da Porocel combina muito bem com a cultura da Evonik. Estamos ansiosos por continuar o crescimento do negócio juntos”, disse Terence McHugh, presidente e diretor operacional da Porocel.

A operação será financiada pela posição de caixa da Evonik.

Curta nossa página no

Evonik divulga balanço do 2o. trimestre

16/08/2020

  • Perspectivas para 2020 confirmadas: Ebitda ajustado entre 1,7 e 2,1 bilhões de euros
  • 2° trimestre: as vendas caíram 14% em virtude da redução na demanda e o Ebitda ajustado recuou 19%
  • Margem Ebitda robusta de 20% nos segmentos de crescimento Nutrition & Care e Resource Efficiency

As vendas e as receitas do segundo trimestre da Evonik caíram na comparação com o ano passado como consequência de uma demanda significativamente mais fraca em alguns mercados. As vendas da empresa recuaram 14%, para 2,83 bilhões de euros, enquanto o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado encolheu 19%, para 456 milhões de euros.

“A Evonik está resistindo à crise”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva da empresa. “No segundo trimestre, sentimos os efeitos da pandemia. No entanto, as mudanças estratégicas do portfólio e a implementação dos nossos programas de eficiência contribuíram para que atravessássemos a primeira metade do ano em melhor situação do que inicialmente esperado. Isso é especialmente verdade para os nossos fortes segmentos de crescimento”.

Os dois segmentos de crescimento Resource Efficiency e Nutrition & Care apresentaram um desempenho robusto no segundo trimestre e registraram fortes margens Ebitda de 20% cada um. O segmento Performance Materials, por outro lado, foi atingido com maior severidade pela grande queda da demanda e pelo baixo preço do petróleo.

A receita líquida ajustada do segundo trimestre recuou 30%, para 160 milhões de euros, na comparação ano a ano. O lucro ajustado por ação baixou de 0,49 euro para 0,34 euro. O fluxo de caixa livre foi de 96 milhões de euros. O pagamento de bônus menores e os reembolsos fiscais compensaram os efeitos de lucros operacionais mais baixos e um aumento no capital de giro.

“Na crise, mostramos uma alta geração de caixa e disciplina de custos”, disse Uta Wolf, CFO. “Estamos começando a ver os primeiros sinais de recuperação em alguns mercados. No entanto, ainda não se vislumbra uma recuperação econômica geral. A crise do coronavírus ainda não ficou para trás”.

Para o exercício de 2020, a Evonik confirma sua previsão de 7 de maio último. A empresa espera vendas entre 11,5 e 13 bilhões de euros e um Ebitda ajustado entre 1,7 e 2,1 bilhões de euros.

Desenvolvimento nos segmentos

Resource Efficiency: No segmento Resource Efficiency, alguns negócios foram afetados de modo significativo pela retração da demanda, enquanto outros se mantiveram estáveis. A linha de crosslinkers registrou uma demanda maior no mercado de energia eólica. As vendas dos produtos com oxigênio ativo também aumentaram em virtude da inclusão inicial da PeroxyChem, fabricante de peróxido de hidrogênio e ácido peracético dos Estados Unidos, adquirida no início de fevereiro, além de um bom desenvolvimento em especialidades, como os desinfetantes. Por outro lado, a retração econômica global e cortes de produção pelos clientes, especialmente na área automotiva, ocasionaram uma queda nos volumes de venda dos plásticos de alta performance e das sílicas e silanos para a indústria de pneus. A demanda por aditivos de óleo também caiu. As vendas no segmento Resource Efficiency recuaram 14%, para 1,24 bilhão no segundo trimestre e o Ebitda ajustado caiu 22%, para 255 milhões de euros.

Nutrition & Care: O segmento Nutrition & Care se manteve robusto. As vendas no segundo trimestre caíram somente 4%, para 1,09 bilhão de euros. O Ebitda ajustado até subiu 14%, para 217 milhões de euros. Os aminoácidos essenciais para nutrição animal se beneficiaram do aumento nos preços de venda e do incremento da demanda. A linha de Health Care mais uma vez registrou um bom desenvolvimento em produtos farmacêuticos e ingredientes alimentícios, além de polímeros farmacêuticos. Os aditivos para espumas de poliuretano, no entanto, registraram um declínio na demanda.

Performance Materials: As vendas do Segmento Performance Materials registraram queda de 42%, para 319 milhões de euros no segundo trimestre. A retração da demanda, especialmente nas indústrias automotiva e do petróleo, afetou de maneira significativa a linha de Performance Intermediates. Além disso, a enorme queda do preço do petróleo pesou sobre o negócio. As vendas da linha Functional Solutions também recuaram em razão da fraca demanda. O Ebitda ajustado do segmento encolheu 85%, para 11 milhões de euros.

A Evonik é uma das líderes mundiais em especialidades químicas. Contando com um quadro de mais de 32 mil colaboradores, a empresa atua em mais de 100 países em todo o mundo e gerou vendas de 13,1 bilhões de euros e um lucro operacional (Ebitda ajustado) de 2,15 bilhões de euros em 2019.

Curta nossa página no

Braskem expande rede de centros de exportação e anuncia nova unidade de logística e distribuição nos Estados Unidos

08/07/2020

Presença da petroquímica brasileira no Porto de Charleston, na Carolina do Sul visa aumentar sua capacidade de atuação global

A Braskem anunciou a expansão da sua rede de centros de exportação com uma nova unidade na cidade portuária de Charleston, na Carolina do Sul, costa leste dos Estados Unidos – o que aumenta significativamente sua capacidade de atuação global, afirma a empresa. Com previsão para ser concluído no terceiro trimestre deste ano, o novo centro de exportação terá capacidade para remessas de até 204 mil toneladas anuais e fornecerá serviços de embalagem e armazenagem para apoiar unidades de produção de polipropileno (PP) da Braskem nos EUA, especialmente a Delta, unidade que está em fase de construção em La Porte, no Texas.

Segundo Mark Nikolich, vice-presidente da Braskem na América do Norte, a empresa está voltada para reinvestir em seus negócios e em sua posição de liderança para apoiar clientes em todo o mundo. “A construção de nosso novo centro global de exportação na Carolina do Sul nos permite aproveitar nossa matéria-prima e ativos de produção de polímeros no Golfo do México, na Pensilvânia e Virgínia Ocidental para atender melhor às necessidades de nossos clientes ao redor do mundo. Com excelente acesso às redes ferroviárias e rodoviárias nacionais, esta nova e importante unidade de logística e distribuição aumenta significativamente a capacidade de exportação internacional da Braskem na América do Norte”, diz Nikolich.

Atualmente a Braskem conta com centros de distribuição dos seus produtos em 10 países nas Américas e na Europa, que permitem à petroquímica brasileira escoar, anualmente, mais de 16 milhões de toneladas anuais de resinas termoplásticas e outros produtos químicos para mais de 100 países.

Curta nossa página no

Braskem fecha acordo de 20 anos para compra de energia solar

05/07/2020

Parceria com a Canadian Solar viabiliza construção de usina em Minas Gerais e geração de 22 mil MWh por mês, com potencial de evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera em 20 anos de contrato.

A Braskem anunciou mais um contrato de longo prazo para compra de energia renovável, desta vez com a Canadian Solar Inc., uma das maiores empresas do ramo solar do mundo. O acordo viabiliza a construção de uma usina no Norte de Minas Gerais e garante o fornecimento por 20 anos, de acordo com a estratégia de energia sustentável da companhia e em linha com seus esforços para ampliar o uso de matrizes energéticas limpas e sustentáveis em sua operação.

A usina terá capacidade instalada de 152 MWp, o suficiente para abastecer uma cidade de 430 mil habitantes, afirma a Braskem. As obras para construção estão previstas para começar em 2021 e a energia gerada será utilizada nas unidades industriais da Braskem no Brasil. Por meio do contrato, a companhia estima evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera ao longo de duas décadas.

De acordo com Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem, “a estratégia de energia sustentável da companhia considera a busca constante por oportunidades de agregar valor com a melhoria da eficiência energética e uso das fontes renováveis disponíveis para suprimento das nossas unidades industriais. A possibilidade de contribuir com a construção de um novo parque solar é fator decisivo para garantir competitividad

e ao negócio”. O contrato com a Canadian Solar, assim como os outros recentemente firmados pela companhia para compra e uso de energia renovável, permite contribuir com o avanço deste mercado no Brasil, estimulando outras empresas a seguirem o mesmo caminho.

A parceria da Braskem com a Canadian Solar prevê a utilização de módulos BiHiKu bifaciais, de alta eficiência. “A Canadian Solar estabeleceu uma posição de liderança no mercado solar no Brasil e continua inovando, definindo uma nova tendência. Nós temos a satisfação de nos associar à Braskem para oferecer soluções em energia integrada, desde módulos solares até o desenvolvimento e gerenciamento de projetos e serviços. Temos um compromisso de longo prazo com a energia solar no Brasil, que permanecerá sendo um dos nossos mercados mais importantes”, comenta Shawn Qu, presidente da Canadian Solar.

Compromisso com a energia renovável

Em março deste ano a Braskem anunciou parceria com a multinacional francesa Voltalia para compra de energia solar pelos próximos 20 anos, que viabilizará a construção do complexo solar Serra do Mel, no Rio Grande do Norte, com capacidade de gerar 270 MW. No final de 2018, a companhia assinou contrato com a EDF Renewable para compra de energia eólica, também por um período de duas décadas. Por meio destes dois acordos, com Voltalia e EDF Renewable, a Braskem estima evitar a emissão de cerca de 455 mil toneladas de CO2.

“A indústria mundial está em plena transformação, do ponto de vista tecnológico e do ponto de vista ambiental. A Braskem sempre esteve na vanguarda destas questões e carregamos em nosso DNA o compromisso com o desenvolvimento sustentável do negócio e das regiões onde estamos presente. Temos como meta seguir avançando na ampliação do nosso portfólio de energia renovável, reforçando nosso papel como referência nacional no tema”, conclui Checcucci.

Curta nossa página no

Braskem conclui construção e inicia comissionamento da nova unidade de produção de polipropileno em La Porte, Texas

03/07/2020

A fábrica reforçará o fornecimento ao mercado norte-americano e também às exportação para clientes em todo o mundo.

A Braskem anunciou a conclusão da construção e início do comissionamento da unidade de produção de polipropileno Delta, localizada em La Porte, no estado norte-americano do Texas. A nova linha de produção é a primeira construída pela companhia nos EUA e reforça a capacidade global da petroquímica brasileira, tanto no atendimento ao mercado interno americano, como na exportação para todo o mundo.

“É com orgulho que anunciamos a conclusão da construção de nossa unidade de produção de polipropileno, a mais nova dos Estados Unidos. Essa planta reforça a estratégia global de negócios da Braskem, reafirmando também nosso compromisso com os clientes em todo o mundo, especialmente no mercado americano”, afirma Mark Nikolich, vice-presidente Braskem na América do Norte.

Segundo a empresa, a construção de Delta teve como base as premissas de desenvolvimento sustentável da Braskem, observando ecoindicadores relevantes, como emissões de carbono, eficiência hídrica e energética, reciclagem e redução do volume de resíduos.

A nova unidade tem capacidade de produção estimada em mais de 450 mil toneladas (kt) por ano, podendo produzir todo o portfólio de polipropileno (PP), incluindo uma ampla variedade de produtos, como homopolímeros, copolímeros de impacto e copolímeros aleatórios. A companhia conta com outras cinco fábricas de PP nos EUA, sendo três no Texas, uma na Pensilvânia e uma em West Virginia. Juntas, as seis unidades têm capacidade de produção anual de quase 2 milhões kta.

De acordo com Nikolich, o início da operação comercial de Delta deve ocorrer ainda em 2020 e sua produção reforçará o atendimento da demanda interna americana, que atualmente importa polipropileno para suprir o déficit no mercado doméstico. A unidade também auxiliará diretamente na capacidade de exportação global da Braskem para seus clientes na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia.

O processo de comissionamento está em andamento e a Braskem afirma estar empenhada em concluir todas as etapas necessárias para garantir um início seguro e bem-sucedido, o que inclui a implementação de diretrizes aprimoradas de saúde e segurança referentes à Covid-19, para proteger os integrantes e demais envolvidos na operação da companhia. Durante essa fase, a empresa concluirá avaliações funcionais e de processos para verificar o desempenho dos controles e sistemas de segurança integrados. A execução inicial dos testes de produção deve começar em julho, com a primeira atividade de produção em escala comercial prevista para o terceiro trimestre de 2020.

Mercado norte-americano de polipropileno

A pandemia do novo coronavírus impactou a indústria norte-americana de polipropileno, em especial durante os meses de abril e maio, afetando principalmente os segmentos de bens duráveis, como o automotivo. No entanto, esse efeito foi parcialmente mitigado por fortes vendas em aplicações de não-tecido e embalagem. Segundo a Braskem, a recuperação começou a ser projetada em junho, a partir do crescimento da demanda, o que oferece perspectiva positiva para o desempenho de PP no terceiro trimestre, uma vez que os clientes da empresa estão ampliando suas operações e o consumo aparenta ter se reestabelecido.

“Estamos bem posicionados para iniciar a nova linha de produção de PP no mercado, em especial pela expectativa de que nossa cadeia de valor global aproveite a posição competitiva do propileno e do polipropileno na América do Norte para exportações. Além disso, a combinação de maior demanda e oportunidades de exportação permitirão ampliar a produção das novas instalações”, explica Alexandre Elias, responsável por polipropileno na Braskem na América do Norte.

Curta nossa página no

BASF conclui etapa de integração de equipes após aquisição do negócio de poliamidas da Solvay

17/06/2020

  • Processo de aquisição do negócio de poliamida da Solvay tem mais uma etapa concluída
  • Engenheiro químico, Fernando Barbosa, comanda o negócio da BASF

A BASF está finalizando a fase de integração da equipe de poliamidas, em mais uma etapa importante no processo de aquisição do negócio de poliamidas da Solvay, que passou a fazer parte da área de Materiais de Performance da companhia no início deste ano. Com a ampliação da atividade no setor, o negócio de Materiais de Performance ganha o comando de um vice-presidente para América do Sul, Fernando Barbosa, que já atuava como diretor de Dispersões, Resinas e Aditivos na empresa.

“Temos um enorme potencial no mercado de plásticos de engenharia e a certeza de que seremos os melhores parceiros no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis. Nossa estratégia de foco no cliente se fortalece com a ampliação de portfólio e vemos com otimismo as perspectivas de crescimento do negócio na região”, considera Barbosa. “A fase de integração de equipes está sendo muito valiosa. A BASF valoriza a experiência e competência dos colaboradores e procura potencializar os diversos talentos”, afirma o executivo.

Com a aquisição, a capacidade de oferecer produtos inovadores numa ampla variedade de plásticos de engenharia foi fortalecida na região, inclusive com a possibilidade de um tempo mais curto entre produção e entrega, laboratórios locais, suporte técnico e total apoio no pós-venda.

A companhia também passa a estar presente em toda a cadeia de valor da poliamida 6.6, por meio da integração reversa com a principal matéria-prima, a adiponitrila (ADN), garantindo confiabilidade em termos de fornecimento.

Nova liderança

Fernando Barbosa assumiu no início de junho o posto de vice-presidente para Materiais de Performance da BASF para a América do Sul. Engenheiro químico formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), com MBA em finanças pela Fundação Getúlio Vargas, Barbosa já completa mais de 20 anos de trabalho na BASF. Começou sua carreira na companhia no desenvolvimento e serviço técnico de sistemas de poliuretano, ascendendo profissionalmente até a posição de gerente sênior de sistemas e elastômeros de poliuretano para a América do Sul em 2009. Depois de quase três anos, tornou-se diretor de Químicos para Papel, seguindo para o negócio de Dispersões, Resinas e Aditivos, onde chegou a head para a América do Sul.

A BASF conta com mais de 117.000 colaboradores em quase todos os países do mundo. O portfólio da empresa é organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados Pessoais e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de 59 bilhões de euros em 2019.

A divisão de Materiais de Performance da BASF engloba sob o mesmo teto o know-how de materiais da empresa em relação a plásticos inovadores e personalizados. Mundialmente ativa em quatro grandes setores da indústria – transporte, construção, aplicações industriais e bens de consumo – a divisão tem um amplo portfólio de produtos e serviços combinados.

Foto: BASF/divulgação

Curta nossa página no

Braskem assina contratos com a Petrobras para fornecimento de nafta para unidades industriais na Bahia e Rio Grande do Sul

12/06/2020

A Braskem informou ter assinado dois novos contratos com a Petrobrás para fornecimento de nafta petroquímica, um com foco no abastecimento das unidades industriais na Bahia e outro para atender às fábricas no Rio Grande do Sul. Os documentos garantem o fornecimento de volume mínimo anual de 650 mil toneladas, considerando o adicional máximo de até 2,8 milhões de toneladas por ano, com preço de 100% da referência internacional ARA (Amsterdã, Roterdã e Antuérpia – o custo médio da nafta nesses três grandes mercados). Com prazo de cinco anos, os acordos entram em vigor em dezembro de 2020, quando se encerra o contrato atual.

Segundo a empresa, os acordos garantem competitividade à cadeia de valor e viabilizam investimentos e novos negócios ao setor petroquímico

De acordo com informações do Valor Econômico, os acordos para suprimento de nafta para o complexo de São Paulo e de etano e propano para o polo do Rio de Janeiro, em Duque de Caxias, ainda estão sendo discutidos.

Curta nossa página no

Evonik divulga nova estrutura e metas financeiras atualizadas

11/06/2020

  • Nova estrutura por divisões a partir de 1° de julho reflete a transformação estratégica
  • Sustentabilidade para impulsionar o crescimento e desempenhar papel importante nas decisões gerenciais estratégicas
  • Metas financeiras atualizadas com foco em crescimento, retornos e geração de caixa

A Evonik está reorganizando a sua estrutura em divisões. Esse passo reflete a futura transformação estratégica do portfólio da empresa.

Em 1º de julho, os atuais segmentos operacionais serão transferidos para quatro divisões mais equilibradas em tamanho e tipo de negócio. As divisões serão mais fáceis de administrar por conta de suas funções estratégicas claras – três delas orientadas ao crescimento e uma orientada à eficiência – e serão estruturadas com apoio em plataformas tecnológicas separadas.

“A transformação da Evonik está se tornando cada vez mais visível”, disse Christian Kullmann, Presidente da Diretoria Executiva da empresa. “Conseguimos aumentar a participação dos negócios de especialidades em nosso portfólio e vamos continuar firmes nessa direção”.

As especialidades hoje respondem por 80% do portfólio da Evonik. Em 2010 eram apenas 40%. Esses negócios apresentaram um crescimento orgânico anual das receitas – sem levar em conta as aquisições – de 6% na comparação com os últimos cinco anos.

As quatro novas divisões – Specialty Additives, Nutrition & Care, Smart Materials e Performance Materials – terão uma administração simplificada. A nova configuração envolve a redução de 150 cargos e uma economia anual de 25 milhões de euros até o final de 2021, sobretudo em funções administrativas nos segmentos operacionais.

A nova estruturação em divisões aumentará a transparência financeira, afirma a empresa. A Evonik passará a publicar resultados para quatro em vez de três divisões, facilitando a compreensão do desenvolvimento dos diferentes negócios. Além disso, a empresa divulgará as vendas separadas por subdivisões.

A Evonik também conduziu, pela primeira vez, uma análise de sustentabilidade de todo o seu portfólio, tendo como finalidade sobretudo a melhora da integração do tema em decisões futuras relativas ao portfólio em si e às decisões gerenciais estratégicas da empresa. Os resultados mostram que 90% dos produtos da Evonik incluem um benefício de sustentabilidade positivo que está no nível ou acima do nível de referência do mercado. Segundo a Evonik, mais do que 30% do portfólio da empresa entregam benefícios de sustentabilidade claramente superiores. Essas “Soluções de Próxima Geração (NGS)” contemplam o desejo dos clientes por produtos sustentáveis e oferecem potencial de crescimento acima da média para a Evonik, afirma a empresa.

“Nossas Soluções de Próxima Geração (NGS) estão criando oportunidades de crescimento atraentes”, disse Kullmann. “Estamos vendo uma alta demanda e esperamos continuar aumentando a participação nas vendas desses campeões em sustentabilidade”, acrescentou.

A fim de refletir a sua transformação estratégica e suas expectativas de crescimento, a Evonik atualizou suas metas financeiras de médio prazo. Nas três divisões de crescimento é esperado um aumento nos volumes de venda de mais de 3% ao ano, em média. A empresa pretende criar valor mediante a geração de um retorno de 11% sobre o capital investido – bem acima de seu custo de capital. E, por fim, o objetivo da Evonik é gerar um robusto fluxo de caixa livre em relação ao lucro, tendo como meta uma taxa de conversão de caixa (definido como fluxo de caixa livre em relação ao EBITDA ajustado) superior a 40%.

“Essas novas metas ilustram o nosso esforço na criação de valor para os acionistas mediante um aumento do foco em crescimento, retorno e geração de caixa”, disse Ute Wolf, CFO da empresa.

As novas metas são complementares às já existentes, que continuam válidas. A Evonik ainda planeja gerar uma margem EBITDA de 18-20%, distribuir dividendos confiáveis e reter uma sólida classificação de grau de investimento.

A Evonik é uma das líderes mundiais em especialidades químicas. A empresa atua em mais de 100 países em todo o mundo e gerou vendas de 13,1 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,15 bilhões de euros em 2019, contando com mais de 32.000 colaboradores.

Curta nossa página no

Braskem registra prejuízo líquido de R$ 3,65 bilhões e receita líquida de vendas de R$ 12,6 bilhões no primeiro trimestre de 2020

04/06/2020

Braskem está dando atenção especial à proteção do caixa”, diz CEO

A Braskem registrou Ebitda de R$ 1,3 bilhão (US$ 294 milhões) no primeiro trimestre de 2020, um crescimento de 32% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. A operação no Brasil teve Ebitda de R$ 1,05 bilhão, registrando crescimento de 214% em relação ao último trimestre de 2019. Já a receita líquida da companhia se manteve estável em relação ao último trimestre do ano passado, atingindo R$ 12,6 bilhões. O resultado se deu, sobretudo, pelo maior volume na comercialização de resinas no mercado brasileiro, de polipropileno (PP) nos EUA e na Europa e de polietileno (PE) no México, além de menores despesas com vendas, gerais e administrativas.

“A Braskem segue focada na disciplina de alocação de capital como forma de manter a sua posição robusta de caixa para que possamos enfrentar esse momento de crise global. Estamos fazendo isso sem deixar de lado a segurança e a saúde das nossas equipes, um valor inegociável para a companhia”, disse Roberto Simões, presidente da Braskem.

A taxa de frequência global de acidentes com e sem afastamento (CAF + SAF) foi de 0,81 (eventos/milhão de horas trabalhadas), 74% abaixo da média do setor.

No trimestre, a companhia registrou prejuízo líquido de R$ 3,65 bilhões. Segundo a empresa, o resultado deve-se principalmente ao impacto da variação cambial no resultado financeiro, dada a depreciação do real e do peso mexicano frente ao dólar ao longo do trimestre.

Em maio, o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ) e a SEC, órgão regulador do mercado de capitais americano, confirmaram o término da monitoria independente na Braskem prevista nos acordos firmados em 2016. A decisão do DoJ e da SEC baseou-se no relatório final dos monitores independentes que atestaram a implementação, pela companhia, de todas as recomendações relativas à estruturação e funcionamento do seu programa de conformidade, concluindo o atendimento aos padrões estabelecidos nos referidos acordos. Com o fim da monitoria independente e certificação pelo Ministério Público Federal do Brasil, DoJ e SEC, a Braskem cumpriu com suas obrigações estabelecidas nos acordos.

Curta nossa página no

Evonik divulga resultado financeiro do primeiro trimestre de 2020

04/06/2020

  • 1º trimestre: as vendas caíram 1%; o EBITDA ajustado recuou 5%
  • Perspectivas para 2020 adaptadas: EBITDA ajustado deverá ficar entre 1,7 e 2,1 bilhões de euros

As vendas da empresa recuaram 1% para 3,24 bilhões de euros no primeiro trimestre, na comparação com o ano anterior. As receitas ajustadas antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) caíram 5% para 513 milhões de euros.

“Implementamos medidas a tempo e de maneira consistente a fim de proteger da melhor forma possível a saúde dos nossos colaboradores e, ao mesmo tempo, manter as operações”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva. “Estamos fazendo tudo o que está ao nosso alcance para assegurar um fornecimento confiável aos nossos clientes”.

Embora a Evonik esteja enfrentando dificuldades de logística e produção, as cadeias de fornecimento estão intactas e praticamente não há restrições de produção no mundo inteiro, exceto por algumas paralisações determinadas pelo governo em parques industriais menores.

Em todos os locais são adotados rígidos padrões de higiene, afirma a empresa. Sempre que possível no caso de funções administrativas, a Evonik diz ter criado condições para permitir que os colaboradores trabalhassem de casa, aplicando os modelos existentes de horário de trabalho flexível. Um comitê diretivo interno tem monitorado atentamente essa situação dinâmica para permitir que a empresa reaja com rapidez no caso de novos desdobramentos. Mas, a Evonik também dispõe de liquidez e linhas de crédito compromissadas não usadas, assegura a empresa.

“Nossos esforços dos últimos anos de cortar custos e aumentar a eficiência na empresa agora estão surtindo efeito”, disse Ute Wolf, CFO. “Temos um balanço patrimonial robusto e boa folga de liquidez”.

A redução dos volumes e dos preços de venda foram responsáveis pela queda do EBITDA ajustado no primeiro trimestre. O segmento Performance Materials foi afetado ainda pela baixa demanda e a desvalorização dos estoques em decorrência da forte redução do preço do petróleo. Em consequência, a margem EBITDA ajustada baixou de 16,4% para 15,8%.

A receita líquida ajustada recuou 27% para 181 milhões de euros, com queda do lucro ajustado por ação de 0,53 para 0,39 euro. A empresa gerou um fluxo de caixa livre positivo de 113 milhões de euros no primeiro trimestre. Na comparação com o mesmo trimestre ao ano passado, houve uma redução de 46 milhões de euros, basicamente em virtude de maiores encargos fiscais.

Os efeitos da pandemia do coronavírus sobre as vendas e as receitas da Evonik no primeiro trimestre foram moderados. Hoje a empresa vê com maior clareza qual será a extensão dos danos da pandemia sobre a economia global. No início do ano, ainda não era possível ter essa perspectiva.

Diante desse cenário, a Evonik está ajustando a sua previsão para o exercício de 2020. A empresa agora espera vendas entre 11,5 e 13,0 bilhões de euros e um EBITDA ajustado entre 1,7 e 2,1 bilhões de euros. Anteriormente, a Evonik havia projetado vendas estáveis de cerca de 13,1 bilhões de euros e um EBITDA ajustado entre 2,1 a 2,3 bilhões de euros.

A diretoria executiva mantém o seu propósito de pagar dividendos de 1,15 euro por ação para o ano financeiro de 2019. O valor de 0,57 euro por ação será pago em 2 de junho de 2020 a título de adiantamento sobre o lucro líquido. Em 3 de setembro de 2020, será pago o restante de 0,58 euro por ação, dependendo de resolução correspondente a ser tomada na reunião anual dos acionistas em 31 de agosto de 2020.

Desenvolvimento nos Segmentos

Resource Efficiency: Com vendas de 1,44 bilhão de euros no primeiro trimestre de 2020, o segmento alcançou o nível do ano anterior. O segmento se beneficiou da primeira consolidação da PeroxyChem, fabricante de peróxido de hidrogênio e ácido peracético dos EUA, adquirida no início de fevereiro. Os produtos com oxigênio ativo avançaram bem, de modo geral, tanto para aplicações clássicas quanto para especialidades, como, por exemplo, desinfetantes. A linha de crosslinkers também apresentou um bom avanço. O desaquecimento da economia na Ásia e a redução da demanda dos setores automotivo e de revestimentos em razão da pandemia afetou o desenvolvimento dos negócios individuais. Em especial, aditivos para revestimento, sílica para a indústria de pneus e polímeros de alta performance registraram vendas ligeiramente mais baixas. O EBITDA ajustado no segmento Resource Efficiency cresceu 4% para 344 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas caíram 1% para 1,13 bilhão de euros no primeiro trimestre. A linha de aminoácidos essenciais para nutrição animal registrou uma demanda significativamente mais alta e conseguiu aumentar suas vendas e manter os preços praticamente estáveis. O negócio de Health Care também se desenvolveu bem em produtos farmacêuticos e ingredientes alimentícios. As vendas do negócio Baby Care, por outro lado, ficaram significativamente mais baixas, afetadas pelo acirramento da concorrência no setor de superabsorventes. O EBITDA ajustado caiu 3% para 174 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas do segmento Performance Materials recuaram 9% para 472 milhões de euros no primeiro trimestre. As vendas da linha de negócios Performance Intermediates caíram em função da fraca demanda, especialmente nas indústrias automotiva e do petróleo. O negócio também foi impactado pela queda maciça do preço do petróleo. O EBITDA ajustado do segmento recuou 57% para 23 milhões de euros em decorrência da forte redução do preço do petróleo.

 

Curta nossa página no

Dow interrrompe operações em unidade de Midland (Michigan, EUA) devido a enchentes; inundação gera receios de contaminação química

20/05/2020

Segundo o periódico The Detroit News, a Dow ativou hoje (20/05/2020) o centro de operações de emergência em suas instalações em Midland, depois que as águas da enchente do Rio Tittabawassee, resultante de fortes chuvas, atingiram níveis históricos e se misturaram às lagoas de contenção de plantas químicas da unidade da Dow, aumentando o receio de um sério problema ambiental. Outro preocupação com as cheias é que o alto fluxo da água da enchente revolva dioxinas altamente tóxicas de sedimentos contaminados no fundo do rio, a jusante do local classificado como “Superfund” (que são áreas poluídas, definidas a nível Federal nos Estados Unidos, requerendo medidas de longo prazo para limpeza da contaminação por materiais perigosos).

A Dow interrompeu temporariamente suas operações no Parque industrial de Midland. O rompimento e transbordamento de barragens no rio Tittabawassee obrigou milhares de moradores da região a evacuarem a área. As unidades operacionais da empresa foram paradas, com exceção das instalações necessárias para gerenciar a contenção de produtos químicos, afirmou a empresa em comunicado no final da manhã de hoje.

A Dow informou também que, até o momento, não há relatos de liberação de produtos químicos das suas instalações de fabricação.

As operações da Dow em Michigan empregam cerca de 3.000 pessoas e compreendem 26 unidades industriais, que incluem a produção de plásticos e produtos químicos especiais. Outras empresas também tem operações no complexo da Dow, incluindo DuPont, Corteva Agriscience e Trinseo. As instalações também abrigam um campus de pesquisa e desenvolvimento.

Midland, localizada na região central do Estado de Michigan (EUA), é uma cidade de 42.000 habitantes. A Dow, uma das maiores fabricantes de plásticos e produtos químicos do mundo, opera em Michigan desde 1897.

Mais informações no site do The Detroit News (em inglês)

Foto: City of Midland

 

Dow desativa produção em plantas de polietileno nas Américas, incluindo em Bahia Blanca (Argentina)

08/05/2020

Jim Fitterling, CEO da Dow, disse, durante uma teleconferência em 30 de abril sobre o balanço do primeiro trimestre de 2020, que a empresa irá paralisar a operação de três unidades de polietileno e duas unidades de elastômeros nas Américas, equivalente a 10% de sua capacidade global. Segundo Fitterling, o objetivo é evitar excesso de oferta e acúmulo de estoques.

“Estamos adotando ações para desativar as unidades ou reduzir as taxas operacionais, de acordo com as tendências da demanda nos EUA, Europa e América Latina”, afirmou.

A Dow planeja paralisar as plantas por pelo menos um mês. A capacidade total das plantas é de cerca de 907.000 toneladas / ano.

As unidades que serão paralisadas um planta de PE em Freeport, Texas (EUA), e duas unidades de PE em fase gasosa – uma em Seadrift, no Texas (EUA), e a outra em Bahia Blanca, na Argentina (foto). Duas unidades de elastômeros Na Louisiana também serão desativadas.

As vendas do primeiro trimestre de 2020 na unidade de embalagens e plásticos especiais da Dow – incluindo PE – caíram 10% para US $ 4,6 bilhões. O volume de vendas foi estável – o crescimento nas vendas de materiais para embalagens de produtos essenciais foi compensado pelas menores vendas de eteno.

No geral, a Dow cortará despesas em US $ 350 milhões e reduzirá sua meta de investimentos para 2020 de US $ 2 bilhões para US $ 1,25 bilhão.

Fitterling enfatizou que a Dow está em uma situação financeira muito boa: “As ações que estamos anunciando hoje se baseiam em nosso foco para fornecer agilidade adicional, impulsionar a geração de caixa e ajustar nossos gastos às realidades atuais”.

Fitterling disse que a Dow tomou essas medidas para equilibrar as reduções na demanda que a empresa viu surgir com a pandemia do COVID-19. “Veremos algum impacto no segundo trimestre nos volumes de venda direcionados para o setor industrial e é por isso que restringimos parte da oferta de materiais”, ele disse. “Isso ocorrerá principalmente como reflexo do desempenho de aplicações industriais, aplicações automotivas e remessas industriais”, acrescentou.

No entanto, Fitterling disse ter esperanças de uma “virada na economia no setor industrial” entre maio e junho, quando as fábricas de automóveis reabrirem nos EUA e Europa. Ele também manifestou otimismo na recuperação geral da crise do coronavírus.

“Estamos começando a receber sinais de alguns estados americanos para uma reabertura em maio e também de algumas partes da Europa como Alemanha, Áustria e Suíça. Acho que, à medida que a confiança aumenta e a testagem avança, as pessoas poderão ter mais segurança para retornar às fábricas e os consumidores também para voltar ao mercado ”, disse Fitterling.

“E, nesse ponto, será fácil reativar essas unidades de PE e atender a essa demanda”, acrescentou.

Curta nossa página no

Covestro divulga balanço do 1o. trimestre de 2020

29/04/2020

  • Volumes principais caem 4,1%
  • Vendas totais de aproximadamente 2,8 bi de euros (-12,3%)
  • Ebitda de 254 mi de euros (-42,5%)
  • Receita líquida de 20 mi de euros (-88,8%)
  • Fluxo de caixa operacional livre (FOCF) de -249 mi de euros
  • Assembleia Geral Anual de 2020 reagendada para 30 de julho

A Covestro informa ter atingido sua previsão de Ebitda para o primeiro trimestre de 2020 em um ambiente de negócios fortemente afetado pelo coronavírus. Os volumes principais caíram 4,1% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Isso é resultado, principalmente, de uma redução substancial da demanda na China em fevereiro e março de 2020, devido às interrupções na produção de clientes locais em decorrência do coronavírus.

Aliado a um declínio mundial nos preços de venda, motivado principalmente pela maior pressão concorrencial nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos, as vendas totais caíram para cerca de 2,8 bilhões de euros (-12,3%). O Ebitda manteve-se em 254 milhões de euros (-42,5%) – dentro da faixa esperada para o primeiro trimestre, afirma a empresa. A receita líquida caiu para 20 milhões de euros (-88,8%). O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) de -249 milhões de euros ficou no âmbito negativo.

“A pandemia do coronavírus é uma situação excepcional e reforçou ainda mais as incertezas globais existentes”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Proteger a saúde dos nossos colaboradores e de suas famílias, assim como dos nossos parceiros comerciais, é a nossa maior prioridade. Além disso, a Covestro está fazendo tudo que pode para continuar sendo um parceiro confiável para os seus clientes durante a crise. Temos confiança de que venceremos bem esse desafio com nosso foco absoluto nos clientes, atenção rigorosa aos custos e um forte espírito de equipe.”

Guidance do ano ajustado ao impacto do coronavírus

A Covestro já havia ajustado o guidance anual anteriormente, em meados de abril, como consequência dos previsíveis efeitos negativos da pandemia de coronavírus sobre o desenvolvimento econômico global, e por isso, também sobre o desempenho futuro da empresa. “Foi preciso atualizar nossas previsões diante do sério impacto da pandemia de coronavírus sobre os mercados globais”, explicou Thomas Toepfer, CFO da Covestro. “A Covestro tem uma posição sólida e ainda mantém um balanço forte e alta liquidez. Continuamos acreditando na nossa eficiência operacional, nos programas de cortes de custos e na revisão contínua dos nossos investimentos para garantir uma base financeira estável durante estes tempos desafiadores.”

Para o ano fiscal de 2020, a Covestro prevê um crescimento de volume inferior ao ano anterior. Espera-se que o FOCF totalize entre -200 milhões e -300 milhões de euros, com retorno sobre o capital empregado (ROCE) entre -1% e -4%. A projeção para o Ebitda é de 700 milhões a 1,2 bilhão de euros. Além do atual programa de eficiência e eficácia lançado em outubro de 2018, a Covestro elevou a meta para a redução de custos adicionais a curto prazo em mais 100 milhões de euros, totalizando 300 milhões de euros para o atual ano fiscal. Os investimentos atuais estão sendo reduzidos em cerca de 200 milhões de euros, levando os investimentos totais a cerca de 700 milhões de euros.

A Assembleia Geral Anual, originalmente marcada para 17 de abril de 2020, foi cancelada devido à pandemia de coronavírus. De acordo com as novas definições legais ela deverá ser realizada virtualmente no dia 30 de julho.

Liquidez assegurada, foco em sustentabilidade e inovação mantido

Em março de 2020, a Covestro substituiu sua linha de crédito atual de 1,5 bilhão de euros por um novo empréstimo rotativo e sindicalizado, ainda não desembolsado, no valor de 2,5 bilhões de euros, para manter a flexibilidade financeira da empresa e garantir a liquidez. O componente de interesse está ligado ao rating de ESG (desempenho socioambiental e governança), que fornece à Covestro os incentivos financeiros para o desenvolvimento sustentável dos negócios. Além disso, a Covestro contratou empréstimos de capital de giro de curto prazo no valor de 500 milhões de euros, que foram totalmente desembolsados nesse meio tempo.

A Covestro também obteve um empréstimo de 225 milhões de euros do Banco Europeu de Investimento (BEI). O crédito está sendo utilizado para expandir as atividades de pesquisa e desenvolvimento da Covestro com foco especial em sustentabilidade e economia circular dentro da União Europeia. Detalhes sobre o programa estratégico para economia circular deverão ser apresentados no segundo trimestre de 2020.

A fim de ampliar a capacidade de inovação da empresa, a Covestro expandiu suas parcerias estratégicas com startups no início do ano. A empresa adotou a abordagem Covestro Venture Capital (COVeC) de investir em jovens empresas com foco em cinco áreas tecnológicas. O exemplo mais recente foi o investimento da Covestro em participações societárias na startup de tecnologia francesa Crime Science Technology (C.S.T.). Como acionista, a Covestro impulsiona o desenvolvimento de inovações sustentáveis como um catalisador de crescimento a longo prazo para suas atividades principais.

Resultados por segmentos impactados pela pandemia de coronavírus

No primeiro trimestre de 2020, os negócios da Covestro em todos os segmentos foram afetados pelo impacto significativo da pandemia de coronavírus, especialmente na China.

O segmento de Poliuretanos sofreu uma queda de 3,6% nos volumes principais nesse período, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Isso pode ser atribuído principalmente à baixa nos volumes nos setores eletroeletrônico e de aparelhos domésticos, além da indústria automotiva. Como resultado do aumento da concorrência no mundo todo e da mudança nos volumes totais vendidos, as vendas caíram para cerca de 1,3 bilhão de euros (-13,7%). O Ebitda baixou para 50 milhões de euros (-68,2%) devido ao declínio das margens.

Os volumes principais em Policarbonatos caíram 4,9% em relação ao trimestre do ano anterior, em decorrência da queda nos volumes vendidos nas indústrias eletroeletrônica e automotiva. O baixo patamar dos preços de venda e a queda nos volumes reduziram as vendas no segmento de policarbonatos para 733 milhões de euros (-14,8%). Com margens mais baixas o Ebitda caiu para 109 milhões de euros (-29,7%).

Os volumes principais no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades caíram 5,2% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Isso se deu devido à queda na demanda por precursores de revestimentos em todos os principais setores consumidores, especialmente na indústria automotiva. As vendas caíram 8,8% para 572 milhões de euros devido à baixa nos volumes totais vendidos e nos preços médios de venda. O Ebitda caiu para 130 milhões de euros (-11,0%) devido aos efeitos negativos sobre os volumes e às margens mais fracas. Os custos mais baixos viabilizaram uma alta da margem de Ebitda no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades para 22,7%, apesar dos efeitos do coronavírus.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral) no fim de 2019.

Curta nossa página no

Braskem registrou prejuízo líquido de R$ 2,79 bilhões no ano fiscal 2019

22/04/2020

Ebitda foi R$ 5,9 bilhões e geração líquida de caixa de R$ 3 bilhões no ano passado

A Braskem mostrou resiliência diante do ciclo de baixa no cenário petroquímico global e fechou o ano de 2019 com Ebitda recorrente de R$ 5,9 bilhões e geração líquida de caixa de R$ 3 bilhões. Na comparação com o ano anterior, foram resultados 46% e 56% inferiores respectivamente, impactados sobretudo pelos menores spreads no mercado internacional e pelo menor crescimento global. A companhia registrou prejuízo líquido de R$ 2,79 bilhões. Dois fatores contribuíram para isso: o impacto negativo da depreciação do real frente ao dólar sobre a exposição líquida da empresa não designada para hedge accounting; e, acima disso, a provisão contábil de R$ 3,38 bilhões referente à implementação dos programas de compensação financeira, apoio à realocação e promoção de atividades educacionais e ao fechamento de poços de sal em Maceió (AL). Esses programas foram fruto de acordos com autoridades de Alagoas.

“Os resultados da companhia foram significativos, diante do cenário petroquímico mundial tão desafiador. Quanto a Alagoas, estamos trabalhando para garantir a segurança das pessoas, ao mesmo tempo em que estamos dando encaminhamento ao cumprimento do acordo assinado com autoridades locais e continuamos engajados nos estudos técnicos para retomada da produção de cloro-soda na nossa planta”, diz Roberto Simões, presidente da Braskem.

No quarto trimestre, a Braskem registrou Ebitda recorrente de R$ 993 milhões e geração livre de caixa de R$ 292 milhões, respectivamente menos 32% e 33% em relação ao mesmo período de 2018. A receita líquida de vendas foi de R$ 12,6 bilhões nos últimos três meses do ano.

Em 2019 como um todo, a Braskem realizou investimentos operacionais (US$ 470 milhões) e em projetos estratégicos (US$ 229 milhões) que totalizaram US$ 700 milhões, 21% inferior ao valor estimado no início do ano e ultrapassando a meta de redução de US$ 100 milhões estabelecida ao término do primeiro semestre, como resultado de seu compromisso com a higidez financeira.

A alavancagem corporativa, medida pela relação dívida líquida/EBITDA em dólares, foi de 4,71x.

No Brasil, a taxa de utilização das centrais petroquímicas foi de 85%, 6 p.p. inferior à 2018. Nos EUA, a taxa de utilização das plantas de PP foi de 89%, 2 p.p superior a 2018. No México, a taxa de utilização das plantas de PE foi de 76%, 1 p.p inferior a 2018, em função do menor fornecimento de etano.

Segurança, pessoas, meio ambiente e responsabilidade social

A taxa de frequência de acidentes com e sem afastamento (taxa CAF+SAF) por milhão de horas trabalhadas, considerando integrantes e terceiros, foi de 1,31 no ano, 58% abaixo da média do setor. A segurança é um valor inegociável da companhia, que tem como meta trabalhar para melhorar esse indicador.

Como parte do reconhecimento do esforço da Braskem em iniciativas ambientais, a companhia foi reconhecida como “Lista Triplo A” nos índices CDP (Carbon Disclousure Program) Água e Clima, referente ao exercício de 2018, consolidando-se como referência na gestão de riscos climáticos e de recursos hídricos. Além disso, foi reconhecida pelo sexto ano consecutivo como empresa líder em Desenvolvimento Sustentável pelo Pacto Global da ONU, sendo a única brasileira entre as 10 mil associadas.

Pelo pilar da economia circular, houve a ampliação da marca I’m greenT, que resultou na venda de 1.651 toneladas de resina reciclada (PCR) no ano, além de 699 toneladas de hexano reciclado vendido.

A Braskem e a Made in Space, empresa norte-americana contratada pela NASA para desenvolver novas tecnologias para operação em gravidade zero, criaram uma recicladora de plástico, que foi lançada ao espaço em novembro, durante a 12ª missão comercial de reabastecimento da empresa Northrop Grumman (NG12) à Estação Espacial Internacional, com o objetivo de transformar os resíduos plásticos em novas matérias-primas para a impressora 3D da estação.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Shell Chemicals e CNOOC irão produzir policarbonato na China

16/01/2020

A Shell anunciou no dia 13 de janeiro que assinou um Memorando de Entendimento com a empresa chinese CNOOC para planejar a implantação de sua primeira unidade de produção de policarbonato em escala comercial, a qual ficaria localizada no complexo químico da Joint Venture entre as duas empresas, localizada de Huizhou, China.

A plataforma para a entrada deste novo produto é a tecnologia de processo de difenil carbonato (DPC) patenteada pela Shell, que foi desenvolvida nos últimos anos. A empresa diz que o processo obtém vantagens significativas em termos de custos, segurança, eficiência e pegada de CO2. A Shell agora combinará sua tecnologia DPC com a tecnologia de Policarbonato em fase fundida licenciada pela EPC Engineering & Technology GmbH na Alemanha.

Para mais informações (em inglês), clique aqui.

Curta nossa página no

Evonik e Dow desenvolvem síntese direta em escala industrial de Propileno Glicol a partir de propeno e peróxido de hidrogênio

25/12/2019

Fluidos descongelantes para aviões com base em Propileno Glicol desempenham função importante na segurança, continuidade e pontualidade das viagens aéreas em condições climáticas severas

  • Parceria estratégica para desenvolver uma tecnologia disruptiva até à maturidade de mercado
  • Planta piloto será alocada para o site da Evonik em Hanau
  • Propileno Glicol é usada na produção de resinas de poliéster e como agente descongelante
  • Novo processo preserva recursos e reduz custos de investimento

As empresas Dow e Evonik firmaram parceria tecnológica exclusiva com a finalidade de desenvolver um método exclusivo para a síntese direta de Propileno Glicol (PG) a partir de propeno e peróxido de hidrogênio até à sua maturidade de mercado.

A base do método denominado Hyprosyn foi criada nos últimos anos por um time de mais de 100 colaboradores da Evonik. O elemento crucial é um sistema catalítico desenvolvido pelos pesquisadores da Evonik que permite a síntese direta do PG diretamente a partir de propeno e peróxido de hidrogênio, em um processo que se destaca por um alto rendimento e um consumo de energia comparativamente baixo, afirma a empresa.

Cerca de 1,9 milhão de toneladas de Propileno Glicol foram consumidas no mundo em 2018. A substância é empregada na produção de resinas de poliéster ou como agente descongelante. É também um importante aditivo alimentar e serve como umectante e cossurfactante em muitos produtos no mercado de cuidados pessoais e do lar.

“Estamos muito satisfeitos com a cooperação com a Dow a fim de levar o Hyprosyn ao estágio de maturidade de mercado. A Dow é de longe a maior produtora de PG do mundo e é líder no campo da ciência de materiais. A experiência técnica e de mercado da Dow será inestimável no desenvolvimento dessa tecnologia”, afirma Michael Träxler, responsável pela linha de negócios Active Oxygens da Evonik.

Até o final de 2020, uma planta piloto será erguida no site de Hanau da Evonik, seguida de implementação em larga escala nos próximos anos.

“Acreditamos que a nova tecnologia de síntese direta Hyprosyn possibilitará uma alternativa mais competitiva para a produção de PG com um melhor perfil ambiental e nos permitirá mais flexibilidade no atendimento das necessidades dos nossos clientes”, disse Andrew Jones, diretor global de negócios para óxido de propeno, Propileno Glicol, cloro-álcali e vinil na Dow. A Dow é o único produtor global de PG com cinco unidades de produção localizadas em quatro continentes.

No processo tradicional, o óxido de propileno (PO) é convertido em PG mediante o uso de água. Segundo a Evonik, a tecnologia Hyprosyn oferece diversas vantagens em relação a esse processo:

  • O novo processo consome significativamente menos energia ao mesmo tempo em que oferece um rendimento nitidamente mais alto;
  • O processo Hyprosyn combina todas as etapas de reação em um único reator, eliminando a necessidade de investir em uma unidade de PO.
  • As plantas de PG existentes podem ser adaptadas com facilidade;
  • Somente peróxido de hidrogênio e propeno são processados como insumo, o que aumenta a flexibilidade e reduz os custos totais do investimento.

“Além das potenciais receitas provenientes de licenças, essa parceria também demonstra como criamos novas áreas de aplicação para o peróxido de hidrogênio, além de nos posicionar como fornecedor preferencial”, acrescentou Träxler. Em anos recentes, o H2O2 se estabeleceu como importante agente oxidante na síntese química – especialmente em resultado do processo HPPO para a produção de óxido de propileno.

“Estamos animados por colaborar com a Evonik para colocar essa nova tecnologia inovadora e sustentável no mercado. Acreditamos que seja um desenvolvimento importante em apoio à crescente demanda dos nossos clientes de PG no mundo inteiro”, diz Jones.

A Evonik é uma das maiores fabricantes mundiais de peróxido de hidrogênio, uma das duas matérias-primas usadas no processo Hyprosyn. As 13 unidades de produção da empresa, localizadas em diversas partes do mundo e com uma capacidade anual de 950.000 toneladas, asseguram um abastecimento ideal de peróxido de hidrogênio (H2O2).

Curta nossa página no

Evonik confirma expectativas para o ano de 2019, apesar do contínuo enfraquecimento da economia global

04/12/2019

  • 2019: Ebitda ajustado deve continuar, no mínimo, estável
  • Expectativas de fluxo de caixa livre para o ano inteiro confirmadas e especificadas: cerca de 700 milhões de euros
  • Q3: Vendas e receitas operacionais abaixo das registradas no mesmo período do último ano
  • Disciplina de custos mais austera respalda as receitas

A Evonik confirmou as expectativas para o ano completo de 2019, apesar do contínuo enfraquecimento da economia global. A empresa prevê que o Ebitda ajustado se mantenha, no mínimo, estável na comparação com o último ano. As vendas devem ficar ligeiramente mais baixas que as do ano passado em virtude da queda na demanda. A expectativa era que as vendas permanecessem estáveis. Em 2018, a Evonik gerou vendas de 13,3 bilhões de euros e um Ebitda ajustado de 2,15 bilhões de euros – não incluindo o desinvestimento do negócio de Metacrilatos.

“Nós nos preparamos em tempo adotando uma disciplina de custos mais austera e outras medidas contingenciais frente a uma economia global desaquecida”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva da Evonik. “Estamos sendo bastante proativos para assegurar o cumprimento das nossas expectativas para o ano”.

O programa de eficiência iniciado em 2018 com o objetivo de reduzir em 200 milhões ao ano as despesas administrativas e de vendas, foi acelerado. Até o final deste ano, a Evonik economizará 120 milhões de euros, 20 milhões de euros a mais que o originalmente planejado. Outros 20 milhões de euros serão economizados com a adoção de medidas contingenciais adicionais, como o adiamento de novas contratações e a redução de gastos com serviços externos.

A Evonik está especificando suas expectativas de fluxo de caixa livre para o ano inteiro e, agora, espera um valor em torno dos 700 milhões de euros, um fluxo de caixa livre significativamente mais alto que o do ano passado. Isso se deve sobretudo à redução de gastos de capital, à menor formação de capital de giro líquido e ao reembolso parcial de pagamentos de aposentadorias decorrente do “Contractual Trust Arrangement” (CTA). As previsões mais precisas não incluem impostos resultantes do carve-out da venda do negócio de Metacrilatos.

O desaquecimento da economia global continuou impactando o desempenho da Evonik no terceiro trimestre. Nos meses de julho a setembro, as vendas caíram 3% para 3,23 bilhões de euros devido à redução nos volumes e nos preços de venda. O Ebitda ajustado caiu 6% para 543 milhões de euros em relação ao mesmo período do ano anterior.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: As vendas do segmento caíram 1% para 1,4 bilhão de euros no terceiro trimestre. Os negócios de tintas assim como de adesivos e resinas foram afetados pelo arrefecimento da economia global, especialmente nas indústrias automotiva e de tintas. Os volumes de vendas da sílica para aplicações industriais baixaram. Os polímeros de alta performance, no entanto, foram beneficiados pela sólida demanda por membranas e pela indústria de impressão 3-D. Os “Crosslinkers” tiveram uma procura elevada da indústria eólica. O Ebitda ajustado do segmento baixou 4% para 322 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas declinaram 2% para 1,14 bilhão de euros no terceiro trimestre. A demanda por aminoácidos essenciais para nutrição animal se manteve alta, enquanto os preços de venda caíram ainda mais. Nos negócios de Health Care as vendas aumentaram, especialmente em resultado de boa demanda por ingredientes farmacêuticos e alimentícios. As vendas de aditivos para espumas de poliuretano subiram de maneira significativa, sobretudo devido à alta demanda por bens de consumo duráveis e materiais de isolamento. O Ebitda ajustado do segmento recuou 11% para 188 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas no terceiro trimestre caíram 20% para 475 milhões de euros na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. O avanço dos negócios de Performance Intermediates foi prejudicado pela redução do preço do petróleo e da nafta e, também, em decorrência de preços de venda ligeiramente mais baixos. Restrições continuadas no fornecimento de matérias-primas e problemas técnicos nas plantas de C4 em Marl e Antuérpia afetaram as receitas. Nos negócios de Functional Solutions o setor de alcóxidos apresentou bom avanço. O Ebitda ajustado do segmento declinou 25% para 47 milhões de euros.

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. Com mais de 32.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2018, a empresa gerou vendas de 13,3 bilhões de euros e um lucro operacional (Ebitda ajustado) de 2,15 bilhões de euros.

Curta nossa página no

Lanxess se compromete a atingir neutralidade em impacto para o clima até 2040

03/12/2019

  • Primeiros grandes projetos para reduzir o CO2e estão em andamento na Bélgica e na Índia
  • Pegada de carbono se torna critério para futuro crescimento
  • Pesquisa com foco em processos de impacto neutro e inovações tecnológicas

A Lanxess, empresa de especialidades químicas alemã, estabeleceu uma meta ambiciosa de proteção climática. Até 2040, o Grupo pretende se tornar neutro e eliminar suas emissões de gases de efeito estufa em cerca de 3,2 milhões de toneladas de CO2e. Em 2030, a Lanxess pretende reduzir suas emissões em 50%, em comparação com o nível atual, para cerca de 1,6 milhão de toneladas de CO2e.

“Com o acordo de Paris, a comunidade mundial decidiu limitar o aquecimento global a menos de dois graus. Isso requer grandes esforços por parte de todos os envolvidos. Com o objetivo de alcançar a neutralidade até 2040, estamos cumprindo nossa responsabilidade como empresa global de especialidades químicas. Ao mesmo tempo, seremos um parceiro ainda mais sustentável para nossos clientes no futuro”, diz Matthias Zachert, Presidente do Conselho de Administração da Lanxess AG. Zachert também destacou a economia de longo prazo associada a um uso mais eficiente dos recursos, dizendo que “a proteção ao clima é um assunto de negócios”.

Estratégia clara para reduzir as emissões

A Lanxess está adotando uma estratégia baseada em 3 pilares para se tornar neutra em carbono até 2040.

1) Lançamento de grandes projetos de impacto para a proteção do clima: Nos próximos anos, a Lanxess colocará em ação projetos especiais para reduzir significativamente as emissões os gases de efeito estufa. O grupo está, por exemplo, construindo uma instalação para a decomposição de óxido nitroso em sua unidade em Antuérpia. A nova instalação começará a operar em 2020 e reduzirá as emissões anuais de gases de efeito estufa em cerca de 150.000 toneladas de CO2e. Após uma segunda expansão, em 2023, as emissões de CO2e deverão cair mais 300.000 toneladas.

Além disso, a Lanxess está mudando todo o fornecimento de energia em suas instalações na Índia para fontes de energia renováveis. Lá, o Grupo está expandindo o abastecimento por biomassa e energia solar e deixará de usar carvão ou gás no futuro, o que reduzirá as emissões de CO2e em mais 150.000 toneladas a partir de 2024. Com esses projetos e outras medidas, a Lanxess reduzirá suas emissões de CO2e em um total de 800.000 toneladas até 2025, investindo até 100 milhões de euros no processo.

2) Dissociar emissões e crescimento: A Lanxess está em processo de expansão. Apesar do aumento da produção, as emissões de gases de efeito estufa em cada uma das unidades de negócios devem diminuir. Para isso, além da eficiência tecnológica, as mudanças nos instrumentos de gestão também desempenham um papel importante com o impacto na pegada de carbono da empresa, já que ganha relevância como critério de investimentos para crescimento orgânico e aquisições. A medida ainda gera valor às unidades de negócios ao obterem reduções acima da média nas emissões de gases de efeito estufa. Além disso, a redução de CO2e será introduzida como critério de avaliação no sistema de bônus para os gerentes.

3) Fortalecer as inovações tecnológicas e de processo: A Lanxess está revisando muitos de seus processos de produção existentes para se tornar neutra até 2040. O Grupo continuará a investir no aprimoramento das estruturas da Verbund, por exemplo, quando se trata de troca térmica entre plantas e purificação do ar. Outros procedimentos serão desenvolvidos em escala industrial. Para isso, o Grupo está concentrando sua pesquisa no processo de neutralidade e na inovação tecnológica.

Apoio político para a meta de neutralidade

A Lanxess está comprometida com o acordo de Paris, em particular com a demanda por redução das emissões de gases de efeito estufa. Para Zachert, a indústria e o governo compartilham uma responsabilidade coletiva. “Com nossa iniciativa ambiental, estamos apresentando uma proposta às lideranças políticas. No entanto, só podemos fazer isso se forem adotadas políticas que criem as condições certas”, acredita. Observando o atual processo legislativo para aprovar o pacote climático do governo alemão, Zachert afirmou “um compromisso com a proteção ambiental não deve prejudicar nossa competitividade. O governo deve ter isso em mente ao projetar as especificidades do acordo climático”.

Zachert defendeu a importância de evitar um duplo ônus para a indústria diante do atual regime europeu de comércio de licenças de emissão. Esse ainda é o caso de uma lei em vigor na Alemanha sobre um sistema nacional de comércio de licenças de emissão decorrentes de uso de combustíveis. “No curto prazo, precisamos voltar a preços competitivos da energia. A longo prazo, poderemos fornecer soluções substanciais para o clima, se houver energia renovável suficiente a preços competitivos no setor”.

Os procedimentos de aprovação também precisam ser simplificados e acelerados, e as estruturas financeiras e fiscais para investimentos futuros devem ser aprimoradas. “Estamos envolvidos em diálogo com essas lideranças e estamos felizes em fornecer nossa experiência para apoiar o processo de tomada de decisões sobre políticas”, disse Zachert.

Redução de 50% nos gases de efeito estufa desde que a Lanxess foi fundada

Desde que foi fundada, a Lanxess fez um progresso substancial no seu objetivo de se tornar ambientalmente mais amigável. Entre 2004 e 2018, o Grupo reduziu pela metade suas emissões de gases de efeito estufa em cerca de 6,5 milhões de toneladas de CO2e para cerca de 3,2 milhões de toneladas. Entre outras iniciativas, uma contribuição substancial veio de uma planta de óxido nitroso, em Krefeld-Uerdingen, Alemanha, licenciada em 2009. O projeto recebeu vários prêmios, inclusive o concurso “365 Landmarks in the Land of Ideas” e o “VCI Responsible Care Award North Rhine-Westphalia”. A Lanxess também realizou vários outros projetos para reduzir as emissões em suas instalações no mundo todo e apoia iniciativas locais para combater as mudanças climáticas. A Lanxess já alcançou suas metas anteriores de melhorar a eficiência energética em conjunto com a redução de emissões específicas de CO2 e de compostos orgânicos voláteis em 25% cada uma, em relação a 2015.

Para realizar o inventário de emissões de gases de efeito estufa, a Lanxess analisa as emissões definidas no Protocolo de Kyoto e as calcula em comparação ao dióxido de carbono (CO2e) produzido. A empresa de especialidades químicas inclui emissões de sua própria produção (Escopo 1) e de fontes externas de energia (Escopo 2) no cálculo.

A Lanxess é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de EUR 7,2 bilhões em 2018. Atualmente, a empresa tem cerca de 15,500 funcionários em 33 países e está representada em 60 plantas produtivas em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários e especialidades químicas, aditivos e plásticos. A Lanxess está listada nos principais índices de sustentabilidade do Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI World e Europa) e FTSE4Good.

Curta nossa página no

Braskem aumenta vendas e gera Ebitda de R$ 1,5 bilhão no 3T, mas sofre impactos da depreciação cambial

03/12/2019

A Braskem registrou no seu balanço do terceiro trimestre um maior volume de vendas de resinas tanto no mercado brasileiro quanto no externo, registrando Ebitda 2% superior ao do trimestre anterior . O Ebitda recorrente da Companhia foi de R$ 1,55 bilhão (US$ 389 milhões, em linha com o 2T19) e a receita de vendas foi de R$ 13,3 bilhões nos três meses até setembro, mesmo patamar do trimestre anterior.

Em função do menor desempenho da economia global, a Companhia vem enfrentando o ciclo de baixa que atinge o setor petroquímico global. “Estamos concentrados em fazer a nossa parte para atravessar esse momento do ciclo. Melhoramos a eficiência na gestão de estoques no trimestre, reduzimos a taxa de frequência de acidentes, que está 63% abaixo da média do setor, e arquivamos os Formulários 20-F referentes aos exercícios de 2017 e 2018 na U.S. Securities Exchange Comission (SEC, órgão regulador do mercado de capitais americano)”, disse o presidente da Braskem, Fernando Musa.

A geração livre de caixa no 3T19 foi de R$ 401 milhões, 82% inferior ao 2T19, o que é explicado pelo efeito do menor consumo de matéria-prima no capital de giro, mas compensado pela eficiência na gestão de estoques. No acumulado do ano, a geração livre de caixa da Companhia atingiu R$ 2,8 bilhões.

O impacto negativo da depreciação do real frente ao dólar sobre a exposição líquida da Companhia não designada para hedge accounting resultou num prejuízo de R$ 888 milhões. A alavancagem corporativa, medida pela relação dívida líquida/Ebitda em dólares foi de 2,78x.

Em outubro, a Companhia emitiu US$ 2,25 bilhões em títulos de dívida no mercado internacional, sendo US$ 1,5 bilhão com prazo de dez anos e US$ 750 milhões com prazo de 30 anos, a maior emissão na história da Braskem. Em novembro, a Companhia emitiu R$ 550 milhões em notas promissórias com prazo de até cinco anos. Os recursos captados estão sendo utilizados principalmente para o pagamento de outras dívidas de prazos mais curtos e custos mais elevados.

No mesmo mês, foram arquivados os Formulários 20-F referentes aos exercícios de 2017 e 2018 na U.S. Securities Exchange Comission (SEC). Como consequência, as negociações das American Depositary Shares (ADSs) da Braskem foram retomadas na Bolsa de Valores de Nova York (New York Stock Exchange – NYSE).

A Braskem apresentou à Agência Nacional de Mineração (ANM) medidas para o encerramento definitivo da extração de sal e fechamento de seus poços em Maceió . Entre as ações previstas está a criação de uma área de resguardo em torno de alguns poços, que implicará realocação de pessoas e desocupação de imóveis. A Braskem disponibilizará os recursos necessários para esta situação e o planejamento e a execução ocorrerão em conjunto com Defesa Civil e demais autoridades.

Segurança, comunicação e sustentabilidade

A taxa de frequência de acidentes com e sem afastamento (taxa CAF+SAF) por milhão de horas trabalhadas, considerando integrantes e terceiros, foi de 1,17 no 3T19, 34% inferior ao 2T19 e 63% abaixo da média do setor.

Na busca por tornar mais transparente a gestão de capitais e estratégia de geração de valor da Companhia para todas as suas partes interessadas, permitindo aos investidores uma alocação de capital mais eficiente e produtiva, a Braskem dá mais um passo no aprimoramento de sua comunicação com o mercado e divulgou seu primeiro relatório elaborado com base na Estrutura Internacional do Relato Integrado desenvolvida pelo International Integrated Reporting Council (IIRC) .

No tocante à sustentabilidade, a Empresa recebeu pelo nono ano consecutivo a classificação Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol por ter realizado o seu inventário de emissões de Gases do Efeito Estuda (GEE) ano base 2018 abrangendo todas as categorias dos Escopos 1, 2 e 3 e com verificação externa independente.

A Braskem reforçou seu compromisso com o desenvolvimento sustentável ao aderir ao CEO Water Mandate , uma iniciativa especial da Organização das Nações Unidas e do Pacto Global da ONU em prol do uso sustentável da água no mundo.

Reforçando também o compromisso com a economia circular , a Braskem se juntou à Tramontina , uma das maiores empresas brasileiras de utensílios e equipamentos domésticos, numa parceria para lançar em setembro uma linha de cadeiras produzidas a partir de resina pós-consumo (PCR), que passou a integrar o portfólio I’m greenTM, marca que identifica as resinas da Braskem com melhor impacto.

A Companhia anunciou ainda parceria com a marca norte-americana GreenGear Supply Company , para a aplicação do Plástico Verde em capas de chuva leves, duráveis e reutilizáveis da linha EcoRain, utilizada principalmente por fãs de esportes.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Roberto Simões é indicado como novo Diretor Presidente da Braskem em substituição a Fernando Musa

22/11/2019

Em comunicado ao mercado divulgado hoje, a Braskem anunciou  a indicação do seu atual presidente do Conselho de Administração, Roberto Simões, como o novo Diretor Presidente da Companhia a partir de 1º de janeiro de 2020. Fernando Musa permanecerá como Diretor Presidente, apoiando a transição, até 31 de dezembro de 2019.

A empresa cita no comunicado que  “durante a liderança do atual Diretor Presidente,Fernando Musa, a Braskem consolidou a sua posição de sexta maior produtora de resinas plásticas do mundo, alcançou EBITDA recorde de R$ 12,3 bilhões em 2017, além de ter reforçado as práticas de governança e conformidade da Companhia, em linha com as melhores referências mundiais e deu início ao processo de transformação digital da Companhia.”

Roberto Simões foi Diretor Presidente da Ocyan Participações S.A. de 2014 a setembro de 2019, da Odebrecht Defesa e Tecnologia de 2010 a 2012 e da Santo Antonio Energia S.A de 2008 a 2010. Na Braskem, foi Vice-Presidente Executivo de 2004 a 2008. No iG-Internet Group, foi COO e Diretor Presidente de 2000 a 2004.

Roberto Simões é graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal da Bahia e possui o certificado do Cemant-Curso de Engenharia de Manutenção e Projetos Petroquímicos (convênio Petrobras/UFBA). Entre as prioridades do novo Diretor Presidente estão a manutenção da competitividade de todas as operações da Companhia e a continuidade da estratégia de diversificação de matéria-prima e geográfica da Braskem. A nomeação de Roberto Simões será submetida à aprovação do Conselho de Administração da Companhia. Adicionalmente, será convocada Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas para nomeação do novo Presidente do Conselho de Administração.

Foto: LinkedIn

Curta nossa página no

Covestro divulga resultados do terceiro trimestre de 2019

10/11/2019

  • Volumes principais crescem 5,3%
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-14,6%)
  • Previsão de Ebitda atingida com 425 mi de euros (-50,5%)
  • Receita líquida cai para 147 mi de euros (-70,4%)
  • Fluxo de caixa operacional livre de 243 mi de euros (-58,0%)
  • Perspectiva para 2019 atualizada na previsão existente

No terceiro trimestre de 2019, a Covestro conseguiu atingir crescimento do volume principal de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um ambiente econômico continuamente desafiador. Ao mesmo tempo, as vendas totais recuaram 14,6% para 3,2 bilhões de euros, devido aos preços de venda continuamente mais baixos. Com 425 milhões de euros, a previsão de Ebitda foi cumprida para o trimestre, mas caiu 50,5% em relação ao trimestre do ano anterior, como resultado dos efeitos negativos dos preços. A receita líquida caiu para 147 milhões de euros (-70,4%), enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) ficou em 243 milhões de euros (-58,0%). Isso se deu, principalmente, devido à redução dos fluxos de caixa das atividades operacionais e a investimentos planejados.

“Após gerar sólido crescimento de volume no segundo trimestre, a demanda voltou a crescer no terceiro trimestre”, diz o CEO Markus Steilemann. “O ambiente econômico segue desafiador, principalmente no setor automotivo. No entanto, nosso crescimento de volume indica que nossos negócios são bem diversificados em várias indústrias”, afirma. O crescimento pode ser atribuído, sobretudo, às indústrias de construção, móveis, elétrica e eletrônica.

Projeção para o ano confirmada

Com base nos resultados do terceiro trimestre, o CFO Thomas Toepfer confirmou a previsão para o ano como um todo. “Continuamos confiantes de que atingiremos as metas que estabelecemos para o ano fiscal”, enfatiza Toepfer. “As margens do mesmo trimestre do ano anterior foram atipicamente altas, razão pela qual a queda ano a ano nas vendas e nos lucros está alinhada às nossas expectativas.”

Após o terceiro trimestre, o grupo refinou a previsão para o ano fiscal de 2019 dentro das margens publicadas: a Covestro antecipa um crescimento de um dígito do volume principal para 2019. Espera-se que o FOCF do grupo fique entre 300 e 500 milhões de euros, com ROCE de 8% a 10%. A projeção para o Ebitda do ano fiscal é que fique entre 1.570 e 1.650 milhões de euros.

Lançado novo programa de Economia Circular

Para manter o sucesso a longo prazo com suas soluções sustentáveis e inovadoras, a Covestro pretende reforçar seu foco na economia circular para o futuro e lançou um novo programa estratégico com essa finalidade. Nos seus processos produtivos, em particular, o grupo tem como objetivo utilizar, o máximo possível, matérias-primas de fontes sustentáveis, como matéria vegetal, resíduos e CO2. Isso deve eliminar o uso de recursos fósseis como petróleo bruto tanto quanto possível. Acima de tudo, os plásticos usados devem ser reciclados sistematicamente e o máximo possível.

Sustentabilidade e inovação também foram as palavras-chave na K2019, a maior feira comercial de plásticos do mundo realizada em Düsseldorf, Alemanha. Na feira, a Covestro apresentou muitos produtos e tecnologias diferentes que oferecem soluções para desafios globais urgentes. Por exemplo, expôs materiais de alta tecnologia que utilizam carbono em tecidos mais ecológicos, elevam o desempenho de turbinas eólicas e aceleram a expansão da tecnologia 5G.

Crescimento de volume no terceiro trimestre nos segmentos de Poliuretanos e Policarbonatos

Os volumes principais no segmento de Poliuretanos subiram 5,1%. O aumento da demanda nas indústrias de móveis, elétrica e eletrônica, especialmente em aparelhos domésticos e no setor de construção, mais que compensaram a demanda mais fraca na indústria automotiva. Contudo, as vendas nesse segmento caíram 20,1% para 1.478 milhões de euros devido à queda dos preços de venda, ocasionada pela maior pressão competitiva. Esse fenômeno também se refletiu no Ebitda, que caiu para 196 milhões de euros (-54,6%).

Os volumes principais em Policarbonatos subiram 9,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A indústria elétrica e eletrônica e o setor de construção foram os que mais contribuíram para esse crescimento. As vendas nesse segmento caíram 13,2% para 901 milhões de euros no terceiro trimestre de 2019. O Ebitda caiu 58,1% para 132 milhões de euros, devido, principalmente, à mudança negativa nos preços de venda.

O segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades registrou queda de 4,0% nos volumes principais como resultado da demanda mais fraca por matérias-primas para revestimento por parte de todas as principais indústrias, especialmente do setor automotivo. Como resultado, as vendas caíram 3,0% para 588 milhões de euros. No terceiro trimestre de 2019, o Ebitda caiu 11,9% para 111 milhões de euros, movido por volumes menores e margens mais baixas.

Maior concorrência e novo patamar de preços marcam os primeiros nove meses

Conforme esperado, os primeiros nove meses foram marcados por concorrência crescente e mudança nos preços. O crescimento do volume principal atingiu 1,5%. As vendas totais caíram 15,8% para 9.548 milhões de euros, principalmente como resultado da baixa nos preços de venda. O Ebitda caiu 54,4% para 1.326 milhões de euros. A receita líquida atingiu 515 milhões de euros (-70,5%). O fluxo de caixa operacional livre decresceu para 143 milhões de euros (-89,1%).

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (calculadas equivalendo à jornada integral) no fim de 2018.

Curta nossa página no

SABIC destaca soluções em primeira campanha global da marca

03/10/2019

A escala e o alcance global da campanha representam um marco importante para a SABIC, com a publicidade sendo veiculada globalmente na TV, mídia impressa e digital, além de estar presente em espaços específicos, como aeroportos. A campanha também tem destaque na mídia local em dez países-chave, abrangendo o Oriente Médio, Europa, Américas e Ásia.

A campanha se concentrará nas soluções SABIC em temas como a urbanização, alimentos e água, sustentabilidade e eficiência energética, refletindo as atitudes da empresa em relação à inovação e ao crescimento sustentável.

Sami Al-Osaimi, vice-presidente de assuntos corporativos, disse que existem numerosos exemplos de como o lema da empresa “Chemistry that Matters” está produzindo uma diferença positiva em relação às megatendências da atualidade.

“Estamos imensamente orgulhosos da marca SABIC. Ela inspira nossos esforços coletivos para fazermos a diferença no mundo e apoia nosso objetivo de nos tornarmos líderes mundiais na preferência pelos produtos químicos. Isso é Chemistry that Matters™”.

O lema “Chemistry that Matters™” tem um duplo significado – a química por trás das soluções de materiais oferecidas pela SABIC e a química entre suas pessoas e as partes interessadas. Um dos temas principais da campanha é como a SABIC colabora com parceiros, fabricantes e outros quando se trata de resolver problemas relevantes do mundo atual.

“A SABIC passou por uma rápida transformação nos últimos anos e, mais do que nunca, a sustentabilidade está no centro de nossos negócios”, continuou Al-Osaimi. “Nossos compromissos sociais orientam as decisões estratégicas corporativas e ajudam a garantir que o crescimento de curto prazo acompanhe os benefícios de longo prazo para o meio ambiente, a economia e a sociedade como um todo”.

Richard Crookes, diretor da Global Brand & Marketing Communications, disse que a campanha é a primeira do gênero realizada pela SABIC, o início de uma ambiciosa estratégia de marketing de cinco anos para a empresa e o resultado de um extenso planejamento e desenvolvimento.

“Após uma extensa incorporação interna da nossa marca, sentimos que agora estamos prontos para compartilhar nossas histórias marcantes com o mundo. Acreditamos firmemente que, quanto mais forte for o alinhamento entre as histórias que contamos em nossas campanhas e as experiências que criamos para nossos clientes e partes interessadas, mais sustentável será o aumento do valor de nossa marca”, acrescentou o Sr. Crookes.

A edição de 2019 do relatório Brand Finance Chemicals 10 colocou a SABIC entre as três principais empresas químicas globais e estimou o valor da marca em US$ 3,964 bilhões.

A SABIC é uma empresa líder no segmento de produtos químicos e está sediada em Riyadh, na Arábia Saudita. A companhia fabrica em escala global nas Américas, Europa, Oriente Médio e Ásia-Pacífico, produzindo diferentes tipos de produtos: químicos, plásticos commodities e especialidades, agronutrientes e metais. A empresa fornece para mercados-alvo como construção, dispositivos médicos, embalagens, agronutrientes, elétrica e eletrônica, transporte e energia limpa. A SABIC registrou um lucro líquido de US$ 5,7 bilhões em 2018. As receitas de vendas em 2018 totalizaram US$ 45 bilhões, enquanto o total de ativos ficou em US$ 85 bilhões. A produção em 2018 foi de 75,3 milhões de toneladas.

A empresa possui mais de 33.000 funcionários em todo o mundo e opera em cerca de 50 países. Possuem 11.738 registros de patentes globais e recursos de pesquisa significativos com centros de inovação nos EUA, Europa, Oriente Médio, Sul da Ásia e Norte da Ásia. O governo da Arábia Saudita possui 70% das ações da SABIC e os 30% restantes são negociados publicamente na bolsa de valores da Arábia Saudita.

Curta nossa página no

Braskem é reconhecida como Empresa Líder em Desenvolvimento Sustentável pelo Pacto Global da ONU

24/09/2019

O reconhecimento da Braskem como Empresa Líder em Desenvolvimento Sustentável pelo Global Compact LEAD, pelo sexto ano consecutivo, foi anunciado nesta segunda-feira (23) na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos.

O Global Compact LEAD é um seleto grupo de empresas que tiveram reconhecidos seus compromissos com o Pacto Global da ONU e que assumem um papel de liderança dentro do Global Compact, considerada a maior iniciativa corporativa de sustentabilidade do mundo. Mais de 10 mil empresas do mundo inteiro participam do Pacto Global e, deste total, somente 36 empresas receberam o reconhecimento da ONU, sendo a Braskem a única empresa brasileira presente entre as reconhecidas.

“Nós temos a preocupação de reforçar constantemente o nosso engajamento e as nossas contribuições para as agendas socioambientais. Nosso propósito é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis a partir da química e do plástico e ficamos muito orgulhosos por sermos mais uma vez reconhecidos como Empresa Líder em Desenvolvimento Sustentável por uma organização tão importante. Isso mostra que estamos no caminho certo”, afirma Fernando Musa, presidente da Braskem, que esteve presente em eventos da Semana do Clima da ONU em Nova York. Jorge Soto (foto), diretor de Desenvolvimento Sustentável recebeu o reconhecimento em nome da Braskem.

Musa representou a Braskem em dois eventos que fazem parte da programação da Semana do Clima: Transformative Business Leadership for 1.5oC future e UN Private Sector Forum, dois encontros de líderes de governos, executivos de grandes empresas e representantes da sociedade civil e da própria ONU para tratar da importância de ampliar a ambição para evitar maiores impactos decorrentes das mudanças climáticas.

Para Lise Kingo, CEO e diretora Executiva do Pacto Global da ONU, “as empresas LEAD representam o mais alto nível de engajamento com o Pacto Global da ONU. Mais do que nunca, o mundo precisa de empresas de todos os tamanhos – como as anunciadas hoje como LEAD – que trabalham continuamente para melhorar seu desempenho em sustentabilidade e tomam medidas para construir um mundo melhor”.

Para receber o reconhecimento, as companhias devem participar ativamente de pelo menos duas Plataformas de Ação do Pacto Global, demonstrando envolvimento e compromisso na definição e promoção de práticas de liderança alinhadas com os Dez Princípios Universais do Pacto, que são valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção, e com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que tratam-se de uma agenda com ações mundiais construída em comum acordo com várias nações, incluindo o Brasil, e com metas a serem atingidas até 2030.

Desenvolvimento Sustentável na Braskem

Segundo a Braskem, o Desenvolvimento Sustentável é considerado por ela em todos os negócios, projetos e processos. Nos temas Clima e Água, por exemplo, a companhia segue buscando engajar parceiros, clientes e fornecedores. Em 2019, se manteve na “Lista A” do ranking do CDP Supply Chain, da organização sem fins lucrativos CDP que avalia quais as empresas que melhor influenciam suas cadeias de suprimentos na adoção de novas abordagens para mudanças climáticas e gestão da água. A Braskem é a única brasileira com classificação máxima nos rankings de Clima, por três vezes consecutivas, e Água, pela segunda vez, afirma a empresa.

Em julho deste ano, a Braskem passou a integrar o CEO Water Mandate do Pacto Global, uma comunidade global formada por mais de 150 empresas comprometidas com o avanço na gestão da água. E a companhia segue investindo no desenvolvimento de produtos e soluções que possam minimizar ao máximo impactos ambientais e sociais, alinhada a uma estratégia de negócio que considera dez macro-objetivos com metas definidas para 2020, atreladas aos ODS da ONU.

Os dez macro-objetivos da Braskem para contribuição ao Desenvolvimento Sustentável são: Segurança, Resultados Econômicos-Financeiros, Pós-consumo, Desenvolvimento local, Eficiência Hídrica, Mudança Climática, Desenvolvimento de Soluções, Fortalecimento das Práticas, Eficiência Energética e Recursos Renováveis. Todas as ações podem ser conferidas no Relatório Anual de Sustentabilidade – o detalhamento do progresso das iniciativas de cada empresa também é uma condição para ser reconhecida como Empresa Líder nesta área pelo Global Compact LEAD.

Uma das ações da Braskem na área de Recursos Renováveis, por exemplo, é o desenvolvimento do polietileno de fonte 100% renovável. Segundo a empresa, o material é produzido a partir da cana-de-açúcar e apresenta uma captura líquida de CO2, um dos gases causadores do efeito estufa, ao longo de todo o seu processo de obtenção, compreendendo o cultivo agrícola e o processamento industrial. A Braskem passou a produzir em 2018, também a partir da cana-de-açúcar, o EVA Verde, solução destinada a aplicações em setores como calçadista, automotivo e transporte, entre outros.

Ainda em 2018, a Braskem se posicionou publicamente a favor da Economia Circular, aderindo a compromissos voluntários e definindo uma série de iniciativas globais para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. As iniciativas contemplam ainda o avanço de investimentos em novas resinas de origem renováveis e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais, além de ações educacionais que promovam o engajamento de consumidores a programas de reciclagem e consumo consciente.

Curta nossa página no

Braskem aprimora portfólio de resinas hidrocarbônicas com baixo odor para mercado de adesivos

15/09/2019

Novo grade atende à demanda do mercado de tintas e adesivos e será lançado durante a Feica, maior evento europeu do setor de Adesivos e Selantes

A Braskem divulgará durante a Feica , maior feira do mercado europeu de adesivos e selantes, a evolução do portfólio de resinas hidrocarbônicas Unilene, que passa a contar com uma linha ‘LN’ – resinas C9 com baixo odor. A feira será realizada de 11 a 13 de setembro, na Croácia.

Com capacidade de produção de 5 mil toneladas anuais, a linha Unilene LN alcança um teor de naftaleno menor do que 100 partículas por milhão, afirma a Braskem. Este desenvolvimento atende à demanda dos mercados de tintas e adesivos, além de garantir a redução de odor tanto na fabricação quanto no produto final, assegura a empresa.

Amplamente aplicada no mercado de adesivos em tecnologias de hotmelt, PSA e base solvente, as resinas hidrocarbônicas Unilene, disponíveis em diferentes pontos de amolecimento, tem alta fixação e aderência, melhora o tempo de aplicação, além de ser compatível com diversos polímeros, como borracha natural, SBR e policloropreno, garante a Braskem.

A fabricante afirma que o novo grade conta também alta velocidade de secagem e adesão da tinta à diferentes substratos, além de aumentar o brilho e o teor de sólidos, sendo também considerada como um agente repelente de água. Sua estabilidade química, facilita o manuseio e a compatibilidade com diversos polímeros e a elevada pureza conferem às resinas elevado desempenho para a aplicação industrial, afirma a empresa.

Annik Varela, responsável Comercial pelo Negócio de Especialidades Químicas da Braskem, explica que a Unilene já é uma linha consolidada em seu mercado de atuação, mas que a evolução do portfólio amplia suas possibilidades. “Como líderes na produção de resinas hidrocarbônicas na América Latina, buscamos ouvir as necessidades de nossos clientes para, juntos, encontrarmos as melhores soluções. Estamos muito satisfeitos com essa evolução em nosso portfólio, garantindo especialidades químicas que melhorem a produtividade e aumentem a competitividade do setor”, afirma.

Desenvolvida pela equipe de especialidades e engenheiros químicos da planta da Braskem localizada no Polo Petroquímico do ABC, a solução Unilene LN já está disponível para venda no Brasil, América Latina, Estados Unidos, Ásia e Europa.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no