Archive for the ‘Petroquímica’ Category

Evonik confirma expectativas para o ano de 2019, apesar do contínuo enfraquecimento da economia global

04/12/2019

  • 2019: Ebitda ajustado deve continuar, no mínimo, estável
  • Expectativas de fluxo de caixa livre para o ano inteiro confirmadas e especificadas: cerca de 700 milhões de euros
  • Q3: Vendas e receitas operacionais abaixo das registradas no mesmo período do último ano
  • Disciplina de custos mais austera respalda as receitas

A Evonik confirmou as expectativas para o ano completo de 2019, apesar do contínuo enfraquecimento da economia global. A empresa prevê que o Ebitda ajustado se mantenha, no mínimo, estável na comparação com o último ano. As vendas devem ficar ligeiramente mais baixas que as do ano passado em virtude da queda na demanda. A expectativa era que as vendas permanecessem estáveis. Em 2018, a Evonik gerou vendas de 13,3 bilhões de euros e um Ebitda ajustado de 2,15 bilhões de euros – não incluindo o desinvestimento do negócio de Metacrilatos.

“Nós nos preparamos em tempo adotando uma disciplina de custos mais austera e outras medidas contingenciais frente a uma economia global desaquecida”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva da Evonik. “Estamos sendo bastante proativos para assegurar o cumprimento das nossas expectativas para o ano”.

O programa de eficiência iniciado em 2018 com o objetivo de reduzir em 200 milhões ao ano as despesas administrativas e de vendas, foi acelerado. Até o final deste ano, a Evonik economizará 120 milhões de euros, 20 milhões de euros a mais que o originalmente planejado. Outros 20 milhões de euros serão economizados com a adoção de medidas contingenciais adicionais, como o adiamento de novas contratações e a redução de gastos com serviços externos.

A Evonik está especificando suas expectativas de fluxo de caixa livre para o ano inteiro e, agora, espera um valor em torno dos 700 milhões de euros, um fluxo de caixa livre significativamente mais alto que o do ano passado. Isso se deve sobretudo à redução de gastos de capital, à menor formação de capital de giro líquido e ao reembolso parcial de pagamentos de aposentadorias decorrente do “Contractual Trust Arrangement” (CTA). As previsões mais precisas não incluem impostos resultantes do carve-out da venda do negócio de Metacrilatos.

O desaquecimento da economia global continuou impactando o desempenho da Evonik no terceiro trimestre. Nos meses de julho a setembro, as vendas caíram 3% para 3,23 bilhões de euros devido à redução nos volumes e nos preços de venda. O Ebitda ajustado caiu 6% para 543 milhões de euros em relação ao mesmo período do ano anterior.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: As vendas do segmento caíram 1% para 1,4 bilhão de euros no terceiro trimestre. Os negócios de tintas assim como de adesivos e resinas foram afetados pelo arrefecimento da economia global, especialmente nas indústrias automotiva e de tintas. Os volumes de vendas da sílica para aplicações industriais baixaram. Os polímeros de alta performance, no entanto, foram beneficiados pela sólida demanda por membranas e pela indústria de impressão 3-D. Os “Crosslinkers” tiveram uma procura elevada da indústria eólica. O Ebitda ajustado do segmento baixou 4% para 322 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas declinaram 2% para 1,14 bilhão de euros no terceiro trimestre. A demanda por aminoácidos essenciais para nutrição animal se manteve alta, enquanto os preços de venda caíram ainda mais. Nos negócios de Health Care as vendas aumentaram, especialmente em resultado de boa demanda por ingredientes farmacêuticos e alimentícios. As vendas de aditivos para espumas de poliuretano subiram de maneira significativa, sobretudo devido à alta demanda por bens de consumo duráveis e materiais de isolamento. O Ebitda ajustado do segmento recuou 11% para 188 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas no terceiro trimestre caíram 20% para 475 milhões de euros na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. O avanço dos negócios de Performance Intermediates foi prejudicado pela redução do preço do petróleo e da nafta e, também, em decorrência de preços de venda ligeiramente mais baixos. Restrições continuadas no fornecimento de matérias-primas e problemas técnicos nas plantas de C4 em Marl e Antuérpia afetaram as receitas. Nos negócios de Functional Solutions o setor de alcóxidos apresentou bom avanço. O Ebitda ajustado do segmento declinou 25% para 47 milhões de euros.

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. Com mais de 32.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2018, a empresa gerou vendas de 13,3 bilhões de euros e um lucro operacional (Ebitda ajustado) de 2,15 bilhões de euros.

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Lanxess se compromete a atingir neutralidade em impacto para o clima até 2040

03/12/2019

  • Primeiros grandes projetos para reduzir o CO2e estão em andamento na Bélgica e na Índia
  • Pegada de carbono se torna critério para futuro crescimento
  • Pesquisa com foco em processos de impacto neutro e inovações tecnológicas

A Lanxess, empresa de especialidades químicas alemã, estabeleceu uma meta ambiciosa de proteção climática. Até 2040, o Grupo pretende se tornar neutro e eliminar suas emissões de gases de efeito estufa em cerca de 3,2 milhões de toneladas de CO2e. Em 2030, a Lanxess pretende reduzir suas emissões em 50%, em comparação com o nível atual, para cerca de 1,6 milhão de toneladas de CO2e.

“Com o acordo de Paris, a comunidade mundial decidiu limitar o aquecimento global a menos de dois graus. Isso requer grandes esforços por parte de todos os envolvidos. Com o objetivo de alcançar a neutralidade até 2040, estamos cumprindo nossa responsabilidade como empresa global de especialidades químicas. Ao mesmo tempo, seremos um parceiro ainda mais sustentável para nossos clientes no futuro”, diz Matthias Zachert, Presidente do Conselho de Administração da Lanxess AG. Zachert também destacou a economia de longo prazo associada a um uso mais eficiente dos recursos, dizendo que “a proteção ao clima é um assunto de negócios”.

Estratégia clara para reduzir as emissões

A Lanxess está adotando uma estratégia baseada em 3 pilares para se tornar neutra em carbono até 2040.

1) Lançamento de grandes projetos de impacto para a proteção do clima: Nos próximos anos, a Lanxess colocará em ação projetos especiais para reduzir significativamente as emissões os gases de efeito estufa. O grupo está, por exemplo, construindo uma instalação para a decomposição de óxido nitroso em sua unidade em Antuérpia. A nova instalação começará a operar em 2020 e reduzirá as emissões anuais de gases de efeito estufa em cerca de 150.000 toneladas de CO2e. Após uma segunda expansão, em 2023, as emissões de CO2e deverão cair mais 300.000 toneladas.

Além disso, a Lanxess está mudando todo o fornecimento de energia em suas instalações na Índia para fontes de energia renováveis. Lá, o Grupo está expandindo o abastecimento por biomassa e energia solar e deixará de usar carvão ou gás no futuro, o que reduzirá as emissões de CO2e em mais 150.000 toneladas a partir de 2024. Com esses projetos e outras medidas, a Lanxess reduzirá suas emissões de CO2e em um total de 800.000 toneladas até 2025, investindo até 100 milhões de euros no processo.

2) Dissociar emissões e crescimento: A Lanxess está em processo de expansão. Apesar do aumento da produção, as emissões de gases de efeito estufa em cada uma das unidades de negócios devem diminuir. Para isso, além da eficiência tecnológica, as mudanças nos instrumentos de gestão também desempenham um papel importante com o impacto na pegada de carbono da empresa, já que ganha relevância como critério de investimentos para crescimento orgânico e aquisições. A medida ainda gera valor às unidades de negócios ao obterem reduções acima da média nas emissões de gases de efeito estufa. Além disso, a redução de CO2e será introduzida como critério de avaliação no sistema de bônus para os gerentes.

3) Fortalecer as inovações tecnológicas e de processo: A Lanxess está revisando muitos de seus processos de produção existentes para se tornar neutra até 2040. O Grupo continuará a investir no aprimoramento das estruturas da Verbund, por exemplo, quando se trata de troca térmica entre plantas e purificação do ar. Outros procedimentos serão desenvolvidos em escala industrial. Para isso, o Grupo está concentrando sua pesquisa no processo de neutralidade e na inovação tecnológica.

Apoio político para a meta de neutralidade

A Lanxess está comprometida com o acordo de Paris, em particular com a demanda por redução das emissões de gases de efeito estufa. Para Zachert, a indústria e o governo compartilham uma responsabilidade coletiva. “Com nossa iniciativa ambiental, estamos apresentando uma proposta às lideranças políticas. No entanto, só podemos fazer isso se forem adotadas políticas que criem as condições certas”, acredita. Observando o atual processo legislativo para aprovar o pacote climático do governo alemão, Zachert afirmou “um compromisso com a proteção ambiental não deve prejudicar nossa competitividade. O governo deve ter isso em mente ao projetar as especificidades do acordo climático”.

Zachert defendeu a importância de evitar um duplo ônus para a indústria diante do atual regime europeu de comércio de licenças de emissão. Esse ainda é o caso de uma lei em vigor na Alemanha sobre um sistema nacional de comércio de licenças de emissão decorrentes de uso de combustíveis. “No curto prazo, precisamos voltar a preços competitivos da energia. A longo prazo, poderemos fornecer soluções substanciais para o clima, se houver energia renovável suficiente a preços competitivos no setor”.

Os procedimentos de aprovação também precisam ser simplificados e acelerados, e as estruturas financeiras e fiscais para investimentos futuros devem ser aprimoradas. “Estamos envolvidos em diálogo com essas lideranças e estamos felizes em fornecer nossa experiência para apoiar o processo de tomada de decisões sobre políticas”, disse Zachert.

Redução de 50% nos gases de efeito estufa desde que a Lanxess foi fundada

Desde que foi fundada, a Lanxess fez um progresso substancial no seu objetivo de se tornar ambientalmente mais amigável. Entre 2004 e 2018, o Grupo reduziu pela metade suas emissões de gases de efeito estufa em cerca de 6,5 milhões de toneladas de CO2e para cerca de 3,2 milhões de toneladas. Entre outras iniciativas, uma contribuição substancial veio de uma planta de óxido nitroso, em Krefeld-Uerdingen, Alemanha, licenciada em 2009. O projeto recebeu vários prêmios, inclusive o concurso “365 Landmarks in the Land of Ideas” e o “VCI Responsible Care Award North Rhine-Westphalia”. A Lanxess também realizou vários outros projetos para reduzir as emissões em suas instalações no mundo todo e apoia iniciativas locais para combater as mudanças climáticas. A Lanxess já alcançou suas metas anteriores de melhorar a eficiência energética em conjunto com a redução de emissões específicas de CO2 e de compostos orgânicos voláteis em 25% cada uma, em relação a 2015.

Para realizar o inventário de emissões de gases de efeito estufa, a Lanxess analisa as emissões definidas no Protocolo de Kyoto e as calcula em comparação ao dióxido de carbono (CO2e) produzido. A empresa de especialidades químicas inclui emissões de sua própria produção (Escopo 1) e de fontes externas de energia (Escopo 2) no cálculo.

A Lanxess é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de EUR 7,2 bilhões em 2018. Atualmente, a empresa tem cerca de 15,500 funcionários em 33 países e está representada em 60 plantas produtivas em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários e especialidades químicas, aditivos e plásticos. A Lanxess está listada nos principais índices de sustentabilidade do Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI World e Europa) e FTSE4Good.

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Braskem aumenta vendas e gera Ebitda de R$ 1,5 bilhão no 3T, mas sofre impactos da depreciação cambial

03/12/2019

A Braskem registrou no seu balanço do terceiro trimestre um maior volume de vendas de resinas tanto no mercado brasileiro quanto no externo, registrando Ebitda 2% superior ao do trimestre anterior . O Ebitda recorrente da Companhia foi de R$ 1,55 bilhão (US$ 389 milhões, em linha com o 2T19) e a receita de vendas foi de R$ 13,3 bilhões nos três meses até setembro, mesmo patamar do trimestre anterior.

Em função do menor desempenho da economia global, a Companhia vem enfrentando o ciclo de baixa que atinge o setor petroquímico global. “Estamos concentrados em fazer a nossa parte para atravessar esse momento do ciclo. Melhoramos a eficiência na gestão de estoques no trimestre, reduzimos a taxa de frequência de acidentes, que está 63% abaixo da média do setor, e arquivamos os Formulários 20-F referentes aos exercícios de 2017 e 2018 na U.S. Securities Exchange Comission (SEC, órgão regulador do mercado de capitais americano)”, disse o presidente da Braskem, Fernando Musa.

A geração livre de caixa no 3T19 foi de R$ 401 milhões, 82% inferior ao 2T19, o que é explicado pelo efeito do menor consumo de matéria-prima no capital de giro, mas compensado pela eficiência na gestão de estoques. No acumulado do ano, a geração livre de caixa da Companhia atingiu R$ 2,8 bilhões.

O impacto negativo da depreciação do real frente ao dólar sobre a exposição líquida da Companhia não designada para hedge accounting resultou num prejuízo de R$ 888 milhões. A alavancagem corporativa, medida pela relação dívida líquida/Ebitda em dólares foi de 2,78x.

Em outubro, a Companhia emitiu US$ 2,25 bilhões em títulos de dívida no mercado internacional, sendo US$ 1,5 bilhão com prazo de dez anos e US$ 750 milhões com prazo de 30 anos, a maior emissão na história da Braskem. Em novembro, a Companhia emitiu R$ 550 milhões em notas promissórias com prazo de até cinco anos. Os recursos captados estão sendo utilizados principalmente para o pagamento de outras dívidas de prazos mais curtos e custos mais elevados.

No mesmo mês, foram arquivados os Formulários 20-F referentes aos exercícios de 2017 e 2018 na U.S. Securities Exchange Comission (SEC). Como consequência, as negociações das American Depositary Shares (ADSs) da Braskem foram retomadas na Bolsa de Valores de Nova York (New York Stock Exchange – NYSE).

A Braskem apresentou à Agência Nacional de Mineração (ANM) medidas para o encerramento definitivo da extração de sal e fechamento de seus poços em Maceió . Entre as ações previstas está a criação de uma área de resguardo em torno de alguns poços, que implicará realocação de pessoas e desocupação de imóveis. A Braskem disponibilizará os recursos necessários para esta situação e o planejamento e a execução ocorrerão em conjunto com Defesa Civil e demais autoridades.

Segurança, comunicação e sustentabilidade

A taxa de frequência de acidentes com e sem afastamento (taxa CAF+SAF) por milhão de horas trabalhadas, considerando integrantes e terceiros, foi de 1,17 no 3T19, 34% inferior ao 2T19 e 63% abaixo da média do setor.

Na busca por tornar mais transparente a gestão de capitais e estratégia de geração de valor da Companhia para todas as suas partes interessadas, permitindo aos investidores uma alocação de capital mais eficiente e produtiva, a Braskem dá mais um passo no aprimoramento de sua comunicação com o mercado e divulgou seu primeiro relatório elaborado com base na Estrutura Internacional do Relato Integrado desenvolvida pelo International Integrated Reporting Council (IIRC) .

No tocante à sustentabilidade, a Empresa recebeu pelo nono ano consecutivo a classificação Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol por ter realizado o seu inventário de emissões de Gases do Efeito Estuda (GEE) ano base 2018 abrangendo todas as categorias dos Escopos 1, 2 e 3 e com verificação externa independente.

A Braskem reforçou seu compromisso com o desenvolvimento sustentável ao aderir ao CEO Water Mandate , uma iniciativa especial da Organização das Nações Unidas e do Pacto Global da ONU em prol do uso sustentável da água no mundo.

Reforçando também o compromisso com a economia circular , a Braskem se juntou à Tramontina , uma das maiores empresas brasileiras de utensílios e equipamentos domésticos, numa parceria para lançar em setembro uma linha de cadeiras produzidas a partir de resina pós-consumo (PCR), que passou a integrar o portfólio I’m greenTM, marca que identifica as resinas da Braskem com melhor impacto.

A Companhia anunciou ainda parceria com a marca norte-americana GreenGear Supply Company , para a aplicação do Plástico Verde em capas de chuva leves, duráveis e reutilizáveis da linha EcoRain, utilizada principalmente por fãs de esportes.

Fonte: Braskem

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Roberto Simões é indicado como novo Diretor Presidente da Braskem em substituição a Fernando Musa

22/11/2019

Em comunicado ao mercado divulgado hoje, a Braskem anunciou  a indicação do seu atual presidente do Conselho de Administração, Roberto Simões, como o novo Diretor Presidente da Companhia a partir de 1º de janeiro de 2020. Fernando Musa permanecerá como Diretor Presidente, apoiando a transição, até 31 de dezembro de 2019.

A empresa cita no comunicado que  “durante a liderança do atual Diretor Presidente,Fernando Musa, a Braskem consolidou a sua posição de sexta maior produtora de resinas plásticas do mundo, alcançou EBITDA recorde de R$ 12,3 bilhões em 2017, além de ter reforçado as práticas de governança e conformidade da Companhia, em linha com as melhores referências mundiais e deu início ao processo de transformação digital da Companhia.”

Roberto Simões foi Diretor Presidente da Ocyan Participações S.A. de 2014 a setembro de 2019, da Odebrecht Defesa e Tecnologia de 2010 a 2012 e da Santo Antonio Energia S.A de 2008 a 2010. Na Braskem, foi Vice-Presidente Executivo de 2004 a 2008. No iG-Internet Group, foi COO e Diretor Presidente de 2000 a 2004.

Roberto Simões é graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal da Bahia e possui o certificado do Cemant-Curso de Engenharia de Manutenção e Projetos Petroquímicos (convênio Petrobras/UFBA). Entre as prioridades do novo Diretor Presidente estão a manutenção da competitividade de todas as operações da Companhia e a continuidade da estratégia de diversificação de matéria-prima e geográfica da Braskem. A nomeação de Roberto Simões será submetida à aprovação do Conselho de Administração da Companhia. Adicionalmente, será convocada Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas para nomeação do novo Presidente do Conselho de Administração.

Foto: LinkedIn

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Covestro divulga resultados do terceiro trimestre de 2019

10/11/2019

  • Volumes principais crescem 5,3%
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-14,6%)
  • Previsão de Ebitda atingida com 425 mi de euros (-50,5%)
  • Receita líquida cai para 147 mi de euros (-70,4%)
  • Fluxo de caixa operacional livre de 243 mi de euros (-58,0%)
  • Perspectiva para 2019 atualizada na previsão existente

No terceiro trimestre de 2019, a Covestro conseguiu atingir crescimento do volume principal de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um ambiente econômico continuamente desafiador. Ao mesmo tempo, as vendas totais recuaram 14,6% para 3,2 bilhões de euros, devido aos preços de venda continuamente mais baixos. Com 425 milhões de euros, a previsão de Ebitda foi cumprida para o trimestre, mas caiu 50,5% em relação ao trimestre do ano anterior, como resultado dos efeitos negativos dos preços. A receita líquida caiu para 147 milhões de euros (-70,4%), enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) ficou em 243 milhões de euros (-58,0%). Isso se deu, principalmente, devido à redução dos fluxos de caixa das atividades operacionais e a investimentos planejados.

“Após gerar sólido crescimento de volume no segundo trimestre, a demanda voltou a crescer no terceiro trimestre”, diz o CEO Markus Steilemann. “O ambiente econômico segue desafiador, principalmente no setor automotivo. No entanto, nosso crescimento de volume indica que nossos negócios são bem diversificados em várias indústrias”, afirma. O crescimento pode ser atribuído, sobretudo, às indústrias de construção, móveis, elétrica e eletrônica.

Projeção para o ano confirmada

Com base nos resultados do terceiro trimestre, o CFO Thomas Toepfer confirmou a previsão para o ano como um todo. “Continuamos confiantes de que atingiremos as metas que estabelecemos para o ano fiscal”, enfatiza Toepfer. “As margens do mesmo trimestre do ano anterior foram atipicamente altas, razão pela qual a queda ano a ano nas vendas e nos lucros está alinhada às nossas expectativas.”

Após o terceiro trimestre, o grupo refinou a previsão para o ano fiscal de 2019 dentro das margens publicadas: a Covestro antecipa um crescimento de um dígito do volume principal para 2019. Espera-se que o FOCF do grupo fique entre 300 e 500 milhões de euros, com ROCE de 8% a 10%. A projeção para o Ebitda do ano fiscal é que fique entre 1.570 e 1.650 milhões de euros.

Lançado novo programa de Economia Circular

Para manter o sucesso a longo prazo com suas soluções sustentáveis e inovadoras, a Covestro pretende reforçar seu foco na economia circular para o futuro e lançou um novo programa estratégico com essa finalidade. Nos seus processos produtivos, em particular, o grupo tem como objetivo utilizar, o máximo possível, matérias-primas de fontes sustentáveis, como matéria vegetal, resíduos e CO2. Isso deve eliminar o uso de recursos fósseis como petróleo bruto tanto quanto possível. Acima de tudo, os plásticos usados devem ser reciclados sistematicamente e o máximo possível.

Sustentabilidade e inovação também foram as palavras-chave na K2019, a maior feira comercial de plásticos do mundo realizada em Düsseldorf, Alemanha. Na feira, a Covestro apresentou muitos produtos e tecnologias diferentes que oferecem soluções para desafios globais urgentes. Por exemplo, expôs materiais de alta tecnologia que utilizam carbono em tecidos mais ecológicos, elevam o desempenho de turbinas eólicas e aceleram a expansão da tecnologia 5G.

Crescimento de volume no terceiro trimestre nos segmentos de Poliuretanos e Policarbonatos

Os volumes principais no segmento de Poliuretanos subiram 5,1%. O aumento da demanda nas indústrias de móveis, elétrica e eletrônica, especialmente em aparelhos domésticos e no setor de construção, mais que compensaram a demanda mais fraca na indústria automotiva. Contudo, as vendas nesse segmento caíram 20,1% para 1.478 milhões de euros devido à queda dos preços de venda, ocasionada pela maior pressão competitiva. Esse fenômeno também se refletiu no Ebitda, que caiu para 196 milhões de euros (-54,6%).

Os volumes principais em Policarbonatos subiram 9,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A indústria elétrica e eletrônica e o setor de construção foram os que mais contribuíram para esse crescimento. As vendas nesse segmento caíram 13,2% para 901 milhões de euros no terceiro trimestre de 2019. O Ebitda caiu 58,1% para 132 milhões de euros, devido, principalmente, à mudança negativa nos preços de venda.

O segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades registrou queda de 4,0% nos volumes principais como resultado da demanda mais fraca por matérias-primas para revestimento por parte de todas as principais indústrias, especialmente do setor automotivo. Como resultado, as vendas caíram 3,0% para 588 milhões de euros. No terceiro trimestre de 2019, o Ebitda caiu 11,9% para 111 milhões de euros, movido por volumes menores e margens mais baixas.

Maior concorrência e novo patamar de preços marcam os primeiros nove meses

Conforme esperado, os primeiros nove meses foram marcados por concorrência crescente e mudança nos preços. O crescimento do volume principal atingiu 1,5%. As vendas totais caíram 15,8% para 9.548 milhões de euros, principalmente como resultado da baixa nos preços de venda. O Ebitda caiu 54,4% para 1.326 milhões de euros. A receita líquida atingiu 515 milhões de euros (-70,5%). O fluxo de caixa operacional livre decresceu para 143 milhões de euros (-89,1%).

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (calculadas equivalendo à jornada integral) no fim de 2018.

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SABIC destaca soluções em primeira campanha global da marca

03/10/2019

A escala e o alcance global da campanha representam um marco importante para a SABIC, com a publicidade sendo veiculada globalmente na TV, mídia impressa e digital, além de estar presente em espaços específicos, como aeroportos. A campanha também tem destaque na mídia local em dez países-chave, abrangendo o Oriente Médio, Europa, Américas e Ásia.

A campanha se concentrará nas soluções SABIC em temas como a urbanização, alimentos e água, sustentabilidade e eficiência energética, refletindo as atitudes da empresa em relação à inovação e ao crescimento sustentável.

Sami Al-Osaimi, vice-presidente de assuntos corporativos, disse que existem numerosos exemplos de como o lema da empresa “Chemistry that Matters” está produzindo uma diferença positiva em relação às megatendências da atualidade.

“Estamos imensamente orgulhosos da marca SABIC. Ela inspira nossos esforços coletivos para fazermos a diferença no mundo e apoia nosso objetivo de nos tornarmos líderes mundiais na preferência pelos produtos químicos. Isso é Chemistry that Matters™”.

O lema “Chemistry that Matters™” tem um duplo significado – a química por trás das soluções de materiais oferecidas pela SABIC e a química entre suas pessoas e as partes interessadas. Um dos temas principais da campanha é como a SABIC colabora com parceiros, fabricantes e outros quando se trata de resolver problemas relevantes do mundo atual.

“A SABIC passou por uma rápida transformação nos últimos anos e, mais do que nunca, a sustentabilidade está no centro de nossos negócios”, continuou Al-Osaimi. “Nossos compromissos sociais orientam as decisões estratégicas corporativas e ajudam a garantir que o crescimento de curto prazo acompanhe os benefícios de longo prazo para o meio ambiente, a economia e a sociedade como um todo”.

Richard Crookes, diretor da Global Brand & Marketing Communications, disse que a campanha é a primeira do gênero realizada pela SABIC, o início de uma ambiciosa estratégia de marketing de cinco anos para a empresa e o resultado de um extenso planejamento e desenvolvimento.

“Após uma extensa incorporação interna da nossa marca, sentimos que agora estamos prontos para compartilhar nossas histórias marcantes com o mundo. Acreditamos firmemente que, quanto mais forte for o alinhamento entre as histórias que contamos em nossas campanhas e as experiências que criamos para nossos clientes e partes interessadas, mais sustentável será o aumento do valor de nossa marca”, acrescentou o Sr. Crookes.

A edição de 2019 do relatório Brand Finance Chemicals 10 colocou a SABIC entre as três principais empresas químicas globais e estimou o valor da marca em US$ 3,964 bilhões.

A SABIC é uma empresa líder no segmento de produtos químicos e está sediada em Riyadh, na Arábia Saudita. A companhia fabrica em escala global nas Américas, Europa, Oriente Médio e Ásia-Pacífico, produzindo diferentes tipos de produtos: químicos, plásticos commodities e especialidades, agronutrientes e metais. A empresa fornece para mercados-alvo como construção, dispositivos médicos, embalagens, agronutrientes, elétrica e eletrônica, transporte e energia limpa. A SABIC registrou um lucro líquido de US$ 5,7 bilhões em 2018. As receitas de vendas em 2018 totalizaram US$ 45 bilhões, enquanto o total de ativos ficou em US$ 85 bilhões. A produção em 2018 foi de 75,3 milhões de toneladas.

A empresa possui mais de 33.000 funcionários em todo o mundo e opera em cerca de 50 países. Possuem 11.738 registros de patentes globais e recursos de pesquisa significativos com centros de inovação nos EUA, Europa, Oriente Médio, Sul da Ásia e Norte da Ásia. O governo da Arábia Saudita possui 70% das ações da SABIC e os 30% restantes são negociados publicamente na bolsa de valores da Arábia Saudita.

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Braskem é reconhecida como Empresa Líder em Desenvolvimento Sustentável pelo Pacto Global da ONU

24/09/2019

O reconhecimento da Braskem como Empresa Líder em Desenvolvimento Sustentável pelo Global Compact LEAD, pelo sexto ano consecutivo, foi anunciado nesta segunda-feira (23) na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos.

O Global Compact LEAD é um seleto grupo de empresas que tiveram reconhecidos seus compromissos com o Pacto Global da ONU e que assumem um papel de liderança dentro do Global Compact, considerada a maior iniciativa corporativa de sustentabilidade do mundo. Mais de 10 mil empresas do mundo inteiro participam do Pacto Global e, deste total, somente 36 empresas receberam o reconhecimento da ONU, sendo a Braskem a única empresa brasileira presente entre as reconhecidas.

“Nós temos a preocupação de reforçar constantemente o nosso engajamento e as nossas contribuições para as agendas socioambientais. Nosso propósito é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis a partir da química e do plástico e ficamos muito orgulhosos por sermos mais uma vez reconhecidos como Empresa Líder em Desenvolvimento Sustentável por uma organização tão importante. Isso mostra que estamos no caminho certo”, afirma Fernando Musa, presidente da Braskem, que esteve presente em eventos da Semana do Clima da ONU em Nova York. Jorge Soto (foto), diretor de Desenvolvimento Sustentável recebeu o reconhecimento em nome da Braskem.

Musa representou a Braskem em dois eventos que fazem parte da programação da Semana do Clima: Transformative Business Leadership for 1.5oC future e UN Private Sector Forum, dois encontros de líderes de governos, executivos de grandes empresas e representantes da sociedade civil e da própria ONU para tratar da importância de ampliar a ambição para evitar maiores impactos decorrentes das mudanças climáticas.

Para Lise Kingo, CEO e diretora Executiva do Pacto Global da ONU, “as empresas LEAD representam o mais alto nível de engajamento com o Pacto Global da ONU. Mais do que nunca, o mundo precisa de empresas de todos os tamanhos – como as anunciadas hoje como LEAD – que trabalham continuamente para melhorar seu desempenho em sustentabilidade e tomam medidas para construir um mundo melhor”.

Para receber o reconhecimento, as companhias devem participar ativamente de pelo menos duas Plataformas de Ação do Pacto Global, demonstrando envolvimento e compromisso na definição e promoção de práticas de liderança alinhadas com os Dez Princípios Universais do Pacto, que são valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção, e com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que tratam-se de uma agenda com ações mundiais construída em comum acordo com várias nações, incluindo o Brasil, e com metas a serem atingidas até 2030.

Desenvolvimento Sustentável na Braskem

Segundo a Braskem, o Desenvolvimento Sustentável é considerado por ela em todos os negócios, projetos e processos. Nos temas Clima e Água, por exemplo, a companhia segue buscando engajar parceiros, clientes e fornecedores. Em 2019, se manteve na “Lista A” do ranking do CDP Supply Chain, da organização sem fins lucrativos CDP que avalia quais as empresas que melhor influenciam suas cadeias de suprimentos na adoção de novas abordagens para mudanças climáticas e gestão da água. A Braskem é a única brasileira com classificação máxima nos rankings de Clima, por três vezes consecutivas, e Água, pela segunda vez, afirma a empresa.

Em julho deste ano, a Braskem passou a integrar o CEO Water Mandate do Pacto Global, uma comunidade global formada por mais de 150 empresas comprometidas com o avanço na gestão da água. E a companhia segue investindo no desenvolvimento de produtos e soluções que possam minimizar ao máximo impactos ambientais e sociais, alinhada a uma estratégia de negócio que considera dez macro-objetivos com metas definidas para 2020, atreladas aos ODS da ONU.

Os dez macro-objetivos da Braskem para contribuição ao Desenvolvimento Sustentável são: Segurança, Resultados Econômicos-Financeiros, Pós-consumo, Desenvolvimento local, Eficiência Hídrica, Mudança Climática, Desenvolvimento de Soluções, Fortalecimento das Práticas, Eficiência Energética e Recursos Renováveis. Todas as ações podem ser conferidas no Relatório Anual de Sustentabilidade – o detalhamento do progresso das iniciativas de cada empresa também é uma condição para ser reconhecida como Empresa Líder nesta área pelo Global Compact LEAD.

Uma das ações da Braskem na área de Recursos Renováveis, por exemplo, é o desenvolvimento do polietileno de fonte 100% renovável. Segundo a empresa, o material é produzido a partir da cana-de-açúcar e apresenta uma captura líquida de CO2, um dos gases causadores do efeito estufa, ao longo de todo o seu processo de obtenção, compreendendo o cultivo agrícola e o processamento industrial. A Braskem passou a produzir em 2018, também a partir da cana-de-açúcar, o EVA Verde, solução destinada a aplicações em setores como calçadista, automotivo e transporte, entre outros.

Ainda em 2018, a Braskem se posicionou publicamente a favor da Economia Circular, aderindo a compromissos voluntários e definindo uma série de iniciativas globais para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. As iniciativas contemplam ainda o avanço de investimentos em novas resinas de origem renováveis e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais, além de ações educacionais que promovam o engajamento de consumidores a programas de reciclagem e consumo consciente.

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Braskem aprimora portfólio de resinas hidrocarbônicas com baixo odor para mercado de adesivos

15/09/2019

Novo grade atende à demanda do mercado de tintas e adesivos e será lançado durante a Feica, maior evento europeu do setor de Adesivos e Selantes

A Braskem divulgará durante a Feica , maior feira do mercado europeu de adesivos e selantes, a evolução do portfólio de resinas hidrocarbônicas Unilene, que passa a contar com uma linha ‘LN’ – resinas C9 com baixo odor. A feira será realizada de 11 a 13 de setembro, na Croácia.

Com capacidade de produção de 5 mil toneladas anuais, a linha Unilene LN alcança um teor de naftaleno menor do que 100 partículas por milhão, afirma a Braskem. Este desenvolvimento atende à demanda dos mercados de tintas e adesivos, além de garantir a redução de odor tanto na fabricação quanto no produto final, assegura a empresa.

Amplamente aplicada no mercado de adesivos em tecnologias de hotmelt, PSA e base solvente, as resinas hidrocarbônicas Unilene, disponíveis em diferentes pontos de amolecimento, tem alta fixação e aderência, melhora o tempo de aplicação, além de ser compatível com diversos polímeros, como borracha natural, SBR e policloropreno, garante a Braskem.

A fabricante afirma que o novo grade conta também alta velocidade de secagem e adesão da tinta à diferentes substratos, além de aumentar o brilho e o teor de sólidos, sendo também considerada como um agente repelente de água. Sua estabilidade química, facilita o manuseio e a compatibilidade com diversos polímeros e a elevada pureza conferem às resinas elevado desempenho para a aplicação industrial, afirma a empresa.

Annik Varela, responsável Comercial pelo Negócio de Especialidades Químicas da Braskem, explica que a Unilene já é uma linha consolidada em seu mercado de atuação, mas que a evolução do portfólio amplia suas possibilidades. “Como líderes na produção de resinas hidrocarbônicas na América Latina, buscamos ouvir as necessidades de nossos clientes para, juntos, encontrarmos as melhores soluções. Estamos muito satisfeitos com essa evolução em nosso portfólio, garantindo especialidades químicas que melhorem a produtividade e aumentem a competitividade do setor”, afirma.

Desenvolvida pela equipe de especialidades e engenheiros químicos da planta da Braskem localizada no Polo Petroquímico do ABC, a solução Unilene LN já está disponível para venda no Brasil, América Latina, Estados Unidos, Ásia e Europa.

Fonte: Braskem

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DSM registra alta nas vendas globais do primeiro semestre de 2019

11/09/2019

A DSM, empresa global de origem holandesa com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais, anunciou ao mercado os resultados referentes ao primeiro semestre de 2019 (1S19), quando as vendas globais atingiram € 4,568 bilhões (crescimento de 3% em comparação com o mesmo período no ano passado) e lucro líquido de € 401 milhões. No período, o Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos e depreciação/amortização) registrou alta de 12%, tendo alcançado € 862 milhões, incluindo o impacto de 3% do IFRS 16 (International Financial Reporting Standards, ou Normas Internacionais de Informação Financeira, adotado a partir de 1º de janeiro de 2019), com margem Ebitda de 18,9%. O retorno sobre o capital empregado (ROCE) no período foi de 13,1% (incluindo o IFRS 16).

Para atender aos mercados onde atua, a DSM tem duas divisões de negócios principais: Nutrição e Materiais. Considerando o primeiro semestre, a divisão de Nutrição registrou vendas globais de € 3,029 bilhões (alta de 7%) e Ebitda ajustado de € 639 milhões (alta de 13%); a divisão de Materiais contabilizou vendas globais de € 1,427 bilhão (queda de 4%) e Ebitda ajustado de € 262 milhões (estável: 0%).

Os resultados do primeiro semestre do ano permitiram à DSM manter suas perspectivas com relação aos prognósticos para 2019, com a expectativa de crescimento do Ebitda ajustado de um dígito em comparação com o Ebitda ajustado subjacente. Com relação ao impacto ambiental de suas operações, a DSM registrou melhoria estrutural subjacente na redução absoluta de gases de efeito estufa no primeiro semestre de 2019 de aproximadamente 10% em comparação com a linha de base de 2016. Ela foi a primeira empresa do setor a definir novas metas de redução para emissões de gases de efeito estufa, revisadas e aprovadas pela iniciativa Science Based Targets e alinhadas com o acordo climático de Paris.

A companhia apresentou progresso em projetos inovadores. Os destaques foram o projeto Clean Cow, com o pedido de autorização na União Europeia para o aditivo para dieta de bovinos que, segundo a empresa, reduz em cerca de 30% a emissão de gás metano, e o projeto Veramaris, que iniciou a produção comercial de ácidos graxos DHA e EPA do ômega-3 a partir de algas. Além disso, o Balancius, lançado ano passado nas Américas, foi introduzido na Europa. De acordo com a DSM, ele é um aditivo alimentar para frangos de corte que melhora a digestão e absorção de nutrientes, ajudando os produtores a obterem melhor resultado da ração e a reduzir o gás de efeito de estufa.

Ao comentar os resultados do primeiro semestre, o CEO e presidente do Conselho de Administração da DSM, Feike Sijbesma, conta que está satisfeito com o bom desempenho, obtido em um ambiente macroeconômico desafiador, em que a área de Nutrição entregou alta performance e a área de Materiais experimentou condições de mercado mais brandas em alguns destinos finais, especialmente China, com destaque para a resiliência com ganhos estáveis. “A DSM continua bem posicionada para cumprir as suas metas ambiciosas da Estratégia 2021, impulsionada pelo propósito de ser uma empresa de orientação científica voltada ao alto desempenho, em Nutrição, Saúde e Vida Sustentável”, ressalta o executivo.

Desempenho na América Latina

Os resultados da DSM na América Latina no primeiro semestre também foram significativos. Na região, onde a empresa está presente em 13 países e conta com 2,23 mil colaboradores (no mundo, são 21,59 mil funcionários), a DSM teve vendas de € 536 milhões, valor que representa 12% das suas vendas globais e que indica um crescimento de 1,9% em comparação com o primeiro semestre de 2018. A área de Nutrição e Saúde Humana teve seu melhor desempenho em vendas na região da América Latina.

A DSM fornece soluções inovadoras de negócios para nutrição humana, nutrição animal, cuidados pessoais e aroma, dispositivos médicos, produtos e aplicações verdes e novas formas de mobilidade e conectividade. A DSM e suas empresas associadas têm receita líquida anual de cerca de € 10 bilhões com aproximadamente 23.000 funcionários. A empresa foi fundada em 1902

Ineos completa aquisição do negócio de compósitos da Ashland

11/09/2019

A Ineos Entreprises anunciou no dia 03/09 a conclusão da compra de todo o negócio de compósitos da Ashland Global Holdings Inc. A aquisição também incluiu uma fábrica de butanodiol (BDO) na Alemanha.

Os negócios que fazem parte da transação combinam vendas de mais de US$ 1,1 bilhão por ano e empregam 1.250 pessoas em 19 unidades distribuídas pela Europa, Américas do Norte e Sul, Ásia e Oriente Médio.

“Estamos muito satisfeitos por termos concluído o acordo para adquirir o negócio de compósitos da Ashland. Temos um histórico de excelência em fabricação, administrando negócios com segurança e confiabilidade e trabalhando em estreita colaboração com os clientes para atender às suas aspirações de crescimento. A Ineos Composites, como será conhecida, apresenta novas oportunidades para a Ineos entrar no mercado de compósitos através do apoio de excelentes pessoas e ativos. Estou ansioso para dar as boas-vindas a esse novo negócio”, afirmou Ashley Reed, CEO da Ineos Enterprises.

A partir de agora, o negócio de compósitos da Ashland passa a se chamar Ineos Composites, operação construída com base nas fundações de uma líder global em resinas de poliéster insaturado e éster-vinílicas, além de gelcoats. A fábrica de BDO, por sua vez, produz intermediários essenciais para poliésteres e poliuretanos e será gerida pela Ineos Solvents.

“A Ashland completou uma etapa importante, cumprindo sua visão de se tornar a primeira empresa de especialidades químicas, com a conclusão da venda dos negócios de compósitos e intermediários. Ambos são excelentes negócios, com ótimas pessoas, tecnologia e ativos. Desejamos sucesso às equipes de compósitos e BDO agora que se tornaram parte da Ineos Enterprises”, afirmou Bill Wulfsohn, presidente e diretor executivo da Ashland.

A Ineos é uma das maiores empresas químicas do mundo e a 50ª maior companhia global, empregando cerca de 20.000 pessoas em 171 unidades em 24 países. É uma empresa privada com vendas em 2018 de US$ 60 bilhões e EBITDA de US$ 7 bilhões. Além de seu crescimento em produtos petroquímicos, adquiriu campos de petróleo e gás no Reino Unido, Dinamarca e Noruega.

A Ineos Enterprises compreende um portfólio de empresas que fabricam produtos químicos no norte da Europa, EUA e Canadá, com vendas de € 2 bilhões em todo o mundo. O negócio está focado nas necessidades de seus clientes e no rápido crescimento, por meio do investimento em novos produtos e instalações ou por aquisições. Emprega cerca de 2 mil pessoas em sites no Canadá e nos EUA. A Ineos Enterprises não faz parte do grupo de bancos Ineos Group Holdings.

A Ashland Global Holdings Inc. é uma importante empresa global de especialidades químicas que atende clientes em uma ampla gama de mercados (industriais e de consumo), incluindo adesivos, revestimentos arquitetônicos, automotivo, construção, energia, alimentos e bebidas, nutracêuticos, cuidados pessoais e farmacêutico. A Ashland emprega cerca de 6 mil funcionários, com clientes em mais de cem países.

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Evonik apresenta resultado de estudo sobre o futuro das especialidades químicas

19/08/2019

  • Estudo apresenta cinco cenários para o futuro das especialidades químicas
  • Conclusões vão expandir o raio de ação para inovações estratégicas
  • Crescimento do poder de inovação: mais de 250 milhões de euros em vendas em 2018 em áreas de crescimento voltadas a inovações

Os cientistas da Evonik adotaram um método de cenários para desenvolver visões do futuro das especialidades químicas com o objetivo de iniciar inovações sem demora e de uma maneira dirigida. Os cenários também podem ser usados para ajustar e atualizar as estratégias de longo prazo. Segundo a empresa, o estudo é considerado o maior do gênero já realizado no mundo.

O início do projeto de cenários sobre “Futuros da Indústria de Especialidades Químicas” girou em torno de uma questão fundamental: que forças importantes poderiam ter impacto no longo prazo sobre as empresas de especialidades químicas?

As respostas fornecidas pelos cinco cenários resultantes são baseadas em coleta e análise abrangentes de dados. Os cenários descrevem possíveis desenvolvimentos internacionais entre o presente e 2040 que são plausíveis, mas em alguns casos também contraditórios. Digital Champions (campeões digitais), Chinese Dream (o sonho chinês), Deceptive Calm (calma enganosa), Turbulent Times (tempos turbulentos) e Sustainability Paradigm (paradigma de sustentabilidade): os títulos já indicam as tendências que descrevem.

Segundo Harald Schwager, VP da Evonik Industries e integrante da Diretoria Executiva responsável por inovações, “dispomos agora de uma profusão de informações que podem nos ajudar a compreender e analisar de maneira ainda mais precisa as tendências importantes no mundo. Nossos cenários podem se tornar realidade ou não, mas certamente constituem uma ficção científica muito bem fundamentada”. Para Schwager, a conexão entre capacidade de inovação e proximidade do cliente é um fator de sucesso determinante e um agente do crescimento rentável. “Os resultados do projeto de cenários disponibilizam um instrumento estratégico fascinante para nós. Um instrumento que vai nos ajudar a avaliar as ideias sobre inovação de hoje contra os desenvolvimentos potenciais de amanhã”, disse Schwager. Além do desenvolvimento de produtos, ele também se referia a novos modelos de negócios e estratégias de eficiência.

A equipe de ‘presciência corporativa’ (Corporate Foresight Team) da Evonik passou doze meses desenvolvendo alicerces para os seus cenários: mais de 100 entrevistas com especialistas internos e externos nos campos da química, política e economia, além de outras fontes como estudos internacionais de futurologia e mais de 15 workshops. Em um processo meticuloso, os especialistas identificaram e analisaram fatores e influências cruciais decorrentes dessas informações, extrapolando desenvolvimentos potenciais e combinando-os com cenários plausíveis e coerentes.

O que emergiu foram cinco cenários futuros que podem ser importantes para a empresa nos prazos médio e longo. No cenário ‘Digital Champions’, as maiores empresas de Internet com seus conhecimentos e mentalidade únicos, beneficiam-se cada vez mais da cadeia de valor das indústrias tradicionais.

‘Sustainability Paradigm’ descreve um case no qual a sustentabilidade se torna o princípio econômico determinante. Em ‘Chinese Dream’, a China se torna uma potência mundial tecnológica, econômica e política. No cenário ‘Turbulent Times’, fatores como nacionalismo, fake news e forças populistas acabam ensejando um amplo processo de desglobalização. ‘Deceptive Calm’ faz uma análise do futuro a partir de uma perspectiva diferente: em um sistema dedicado à manutenção do status quo, os problemas se acumulam – até ao ponto em que o sistema pode entrar em colapso.

Ulrich Künsthard, Chief Innovation Officer da Evonik, vislumbra uma oportunidade importante na natureza variada e multifacetada dos cenários futuros: “Estamos começando a usar os resultados do projeto de cenários para os nossos processos e estratégias de inovação.

Planejamos realizar workshops nos quais os participantes vão analisar o impacto dos cenários sobre questões como ambiente de inovação, modelos de negócios e expectativas dos clientes, além de condições de trabalho e fluxo de materiais. Além disso, as áreas de negócios e mesmo organizações regionais inteiras da Evonik usarão os cenários para testar a robustez das estratégias existentes, desenvolvê-las adicionalmente se necessário e planejar novas estratégias”. Küsthardt explica os fundamentos: “Estamos abrindo opções de ações adicionais para ensejar ainda mais inovações”.

“Nossa estratégia de inovação já está ancorada com firmeza em nossa estratégia corporativa e foi orientada de modo consistente a segmentos de crescimento importantes para nós como saúde, nutrição e eficiência de recursos”, diz o CIO. A Evonik enfatiza seis áreas de crescimento em inovação: Sustainable Nutrition, Healthcare Solutions, Advanced Food Ingredients, Membranes, Cosmetic Solutions e Additive Manufacturing. A empresa prevê que inovações nessas áreas respondam por vendas adicionais no valor de um bilhão de euros até 2025.

Os primeiros resultados positivos já são visíveis: em 2018, a Evonik registrou vendas de mais 250 milhões de euros nessas áreas de crescimento. O total gasto em pesquisa e desenvolvimento (P&D) ficou nos níveis do ano anterior, totalizando 459 milhões de euros. Como Schwager deixa claro, “estamos indo na direção certa, mas queremos nos tornar ainda mais focados e mais eficientes. Nossas ideias precisam chegar aos nossos clientes com rapidez e na forma de produtos perfeitamente customizados. Ao mesmo tempo, não podemos perder de vista o nosso futuro no longo prazo”.

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Braskem registra Ebitda de R$ 1,6 bilhão no segundo trimestre de 2019

15/08/2019

Companhia reafirma compromisso com disciplina financeira para enfrentar tempos desafiadores

A Braskem registrou Ebitda recorrente de R$ 1,6 bilhão (US$ 375 milhões) no segundo trimestre de 2019, 12% superior ao trimestre anterior , porém quase 60% menor do que o mesmo período do ano passado. Considerando os efeitos não recorrentes, o Ebitda foi de US$ 412 milhões. A Companhia também registrou uma geração livre de caixa de R$ 2,3 bilhões, superior ao registrado no primeiro trimestre de 2019 em R$ 2,1 bilhões. Em relação ao segundo trimestre de 2018, a geração livre de caixa foi 31% inferior.

“Enfrentamos um cenário petroquímico desafiador, principalmente para Polietileno, por causa do crescimento econômico ainda lento e por uma guerra comercial entre os Estados Unidos e a China com efeitos ainda incertos. Em momentos assim, temos de ser ainda mais diligentes e focados na nossa gestão de custos e seguir criando valor para a companhia. Nosso compromisso com a disciplina e a higidez financeira segue inalterado”, afirma o presidente da Braskem, Fernando Musa.

A variação positiva do Ebitda em relação ao primeiro trimestre do ano se deve principalmente pelo melhor desempenho operacional das plantas de Polipropileno (PP) nos Estados Unidos, pelo maior volume de vendas de químicos no mercado brasileiro e pelos maiores spreads internacionais de químicos e os spreads de PP nos Estados Unidos mantidos em patamares elevados. No segundo trimestre, o lucro líquido da Braskem foi de R$ 129 milhões, 91% e 76% inferior ao 1T19 e ao 2T18, respectivamente. A alavancagem corporativa, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda em dólares, foi de 2,16x.

Resultado por região

A demanda de resinas no mercado brasileiro (PE, PP e PVC) foi de 1,3 milhão de toneladas, uma retração de 7% em relação ao trimestre anterior, que foi impactado pelo movimento de recomposição de estoques da cadeia de transformação. Em relação ao mesmo período do ano anterior, a demanda de resinas foi 1% superior, período que foi impactado pelas restrições logísticas decorrentes da greve dos caminhoneiros.

A taxa de utilização das centrais petroquímicas no Brasil foi de 89%, 1 p.p. superior ao primeiro trimestre de 2019, explicada pela maior disponibilidade de matéria-prima para a central do Rio de Janeiro, que compensou a redução de carga de central da Bahia. Ante ao segundo trimestre de 2018, a taxa de utilização foi 1 p.p. inferior.

No segundo trimestre de 2019, a companhia exportou 356 mil toneladas de resinas, em linha com o primeiro trimestre de 2019. Em relação ao segundo trimestre de 2018, período que foi impactado pela menor disponibilidade de produto para exportação em função da greve dos caminhoneiros, as exportações de resinas foram 11% superiores. As exportações dos principais químicos totalizaram 146 mil toneladas, 25% inferior ao 1T19, devido, principalmente, a priorização do fornecimento no mercado brasileiro. Ante ao segundo trimestre de 2018, as exportações foram 62% superiores, positivamente impactadas também pela maior disponibilidade de eteno. No trimestre, as unidades do Brasil e exportações apresentaram Ebitda de US$ 154 milhões (R$ 604 milhões), representando 44% do consolidado de segmentos da Companhia.

Nos Estados Unidos, a demanda de PP foi superior em relação ao primeiro trimestre de 2019 e ao segundo trimestre de 2018, impulsionada pelos preços mais baixos de resinas. Na Europa, a demanda em queda é explicada, principalmente, pela desaceleração da economia e pelo verão europeu, quando a demanda é sazonalmente mais fraca.

A taxa de utilização das plantas foi de 92%, 2 p.p. e 8 p.p. superior ao 1T19 e ao 2T18, devido principalmente ao bom desempenho das unidades nos EUA. Na Europa, como consequência de problemas operacionais do fornecedor de propeno e consequente indisponibilidade de matéria-prima para a unidade de Schkopau, a parada de manutenção programada para esta planta foi antecipada para o 2T19, provocando queda das taxas de utilização das plantas da Europa no trimestre. No trimestre, as unidades dos Estados Unidos e Europa apresentaram Ebitda de US$ 107 milhões (R$ 414 milhões), representando 30% do consolidado de segmentos da Braskem.

No México, a demanda de PE foi de 510 mil toneladas, 1% superior ao 1T19. Na comparação com o 2T18, a demanda apresentou uma retração de 19%, explicada pelo fraco crescimento da economia mexicana, que sofre com o enfraquecimento da confiança dos investidores, com a ameaça da imposição de tarifas de importação por parte dos EUA, com juros altos e com a diminuição da produção industrial. A taxa de utilização das plantas de PE foi de 72%, 7% inferior em relação ao 1T19, devido ao baixo fornecimento de etano, e em linha com o 2T18. No trimestre, a unidade do México apresentou EBITDA de US$ 88 milhões (R$ 343 milhões), representando 25% do consolidado de segmentos da Companhia.

A Braskem segue em ritmo acelerado na construção da sua sexta fábrica de Polipropileno (PP) nos EUA. Ao fim do segundo trimestre, o progresso físico da obra atingiu 65,5%, com investimento total já realizado de US$ 485 milhões. A previsão é que a unidade de PP, a primeira a ser erguida no mercado americano desde 2005, entre em operação no primeiro semestre de 2020.

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Rhodia abre 60 vagas para estágios em 2020

05/08/2019

As inscrições para a seleção de estagiários de cursos de nível superior devem ser feitas até o dia 28 de agosto pela Internet no site da Rhodia (www.rhodia.com.br) ou pelo link www.atsglobe.com/hotsite/estagiorhodia2020 da Cia de Talentos

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, abriu as inscrições para o processo seletivo do seu programa de estágios em 2020.

A empresa prevê oferecer 60 vagas para estudantes universitários. nas áreas de Administração, Ciências Contábeis, Comércio Exterior, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharia (todas), Estatística, Marketing, Psicologia, Química e Tecnologia de Informação, entre outros.

As vagas são destinadas à unidade industrial de Paulínia e ao escritório central da empresa, em São Paulo. Os candidatos para estágio de nível superior devem ter conhecimentos de Inglês em nível intermediário e bons conhecimentos de informática.

O estágio será no máximo de 30 horas semanais. Além disso, a Rhodia oferece vale refeição ou restaurante, seguro de vida, assistência médica, assistência odontológica, auxílio-transporte ou fretado, estacionamento e bolsa-auxílio compatível com o mercado.

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, está completando 100 anos de atividades no Brasil em 2019. A empresa iniciou sua trajetória em Santo André – SP, com a instalação de uma unidade industrial de produtos químicos. Desde setembro de 2011, a Rhodia faz parte do Grupo Solvay, uma empresa de materiais e especialidades químicas, com produtos e soluções utilizados em aviões, automóveis, dispositivos inteligentes e instrumentos médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo e outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 24.500 pessoas de 106 nacionalidades em 62 países. As vendas líquidas pro forma foram de € 10,3 bilhões em 2018.

Fonte: Assessoria de Imprensa  – Solvay

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Chevron Phillips em negociação para comprar a canadense Nova Chemicals – Reuters

23/06/2019

A Chevron Phillips Chemical Corp está considerando fazer uma oferta de U$ 15 bilhões pela Nova Chemicals, empresa com sede em Calgary (Canada). A oferta inclui a dívida da Nova.

A joint venture entre a Phillips 66 e a Chevron Corp, sediada em Woodlands (Texas, EUA), que já é uma grande empresa petroquímica global, pode se expandir mais ainda com a aquisição da Nova Chemicals.

Fontes não identificadas disseram à Reuters na quinta-feira (20/06) que a Chevron Phillips já fez a proposta, mas há a possibilidade de outro comprador ainda surgir. O dono da Nova Chemical, o fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala Investment Co., vem tentando vender a petroquímica desde o início do ano, mas não há nenhuma certeza de que irá aceitar a proposta da Chevron Philiphs Chemical. A Mubadala também pode decidir manter uma participação na Nova Chemicals, acrescentou uma das fontes.

Tanto a Chevron Phillips Chemical Co. como a Nova Chemicals não confirmaram as informações.

Fundada em 1954, a Nova Chemicals relatou um Ebitda de U$ 271 milhões no primeiro trimestre de 2019, abaixo dos U$ 418 milhões registrados no mesmo período de 2018, de acordo com dados do site da empresa.

A Nova Chemicals tem 2.900 funcionários globalmente e fabrica polietileno e etileno. Produz também poliestireno expandido usado na construção, em embalagens, copos e recipientes, manuseio de materiais, segurança e outras aplicações.

Se o negócio se concretizar, pode fazer da Chevron Phillips a terceira maior produtora de polietileno da América do Norte, logo após a Exxon Mobil Chemical Company e a Dow Chemical Company, disse Ashish Chitalia, analista da área química da firma de pesquisa Wood Mackenzie. A aquisição também significará que a Chevron Phillips se tornará a maior produtora de polietileno de alta densidade na América do Norte, seguida pela LyondellBasell, acrescentou Chitalia.

Uma das variáveis a serem levadas em conta na transação é o fato de que há expectativas de que haja excesso de oferta de polietileno nos próximos três anos. Além disso, a indústria petroquímica está lutando com os impactos da guerra comercial EUA-China, que pode reduzir os preços e prejudicar o crescimento nos EUA.

O governo de Abu Dhabi adquiriu a Nova Chemicals em 2009 por U$ 500 milhões, evitando que a empresa se submetesse a uma reestruturação financeira, em virtude da sua alta dívida na época. Desde então, os negócios da Nova cresceram rapidamente, como resultado da expansão vertiginosa das atividades de shale gas na América do Norte.

No ano passado, a Dow venceu uma ação judicial de US $ 1 bilhão contra a Nova em uma disputa relacionada a um cracker de etileno em Alberta.

No início deste ano, a joint venture da Nova com a Borealis AG, sediada em Viena, chamada Novealis, iniciou a construção de uma unidade de 625.000 toneladas métricas de Polietileno, em Pasadena, Texas, em parceria com a petrolífera francesa Total SA. A unidade pertence a uma joint venture Total-Novealis denominada Bayport Polymers LCC e deve iniciar operações em 2021.

Outros grandes projetos incluem um cracker e uma expansão de polietileno em Sarnia, Ontário, com previsão de partida para o quarto trimestre de 2021 e um recente projeto de flexibilização de matérias-primas em Sarnia.

Fundada no ano 2000, a Chevron Philips Chemical tem instalações fabris nos Estados Unidos, Cingapura, Arábia Saudita, Catar e Bélgica. O faturamento total da empresa foi U$ 12 bi no ano passado, de acordo com seu site.

Fonte: Reuters, Calgary Herald, Chron

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LyondellBasell e Odebrecht S.A. encerram tratativas sobre a venda da Braskem

04/06/2019

Em nota divulgada hoje, a LyondellBasell, uma das maiores empresas de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, anunciou o encerramento de discussões com a Odebrecht S.A. sobre a potencial aquisição da Braskem.

“A combinação da LyondellBasell com a Braskem é muito atrativa por conta dos fortes complementaridades, portfólios de produtos e pegadas operacionais das duas empresas. No entanto, após uma análise cuidadosa, decidimos conjuntamente não prosseguir com a transação. Queremos agradecer às equipes da Odebrecht e da Braskem cooperação durante todo o processo “, disse o CEO da LyondellBasell, Bob Patel.

Em comunicado divulgado hoje sob a forma de “Fato Relevante”, a Braskem também informou o encerramento das negociações.

“A Braskem S.A., em prosseguimento ao Fato Relevante divulgado em 15 de junho de 2018, vem comunicar aos seus acionistas e ao mercado que foi informada pela Odebrecht S.A., sua acionista controladora, da decisão em conjunto com a LyondellBasell de encerrar as tratativas a respeito da potencial transação envolvendo a transferência à LyondellBasell da totalidade da participação da Odebrecht no capital social da Braskem. A administração da Companhia seguirá em busca de oportunidades que tenham o potencial de agregar valor à Braskem e, consequentemente, a todos os seus acionistas”, informa a nota informativa da empresa.

A Braskem é controlada pela Odebrecht S.A., que possui 50,1% do capital votante da empresa. A Petrobrás detém 47 % do total das ações com direito a voto.

Se a transação entre a LyondellBasell e a Odebrecht tivesse sido fechada, a nova empresa resultante da operação se tornaria uma das maiores produtoras mundiais de resinas plásticas, com receitas líquidas de cerca de U$ 50 bilhões por ano.

De acordo com o Brazil Journal, publicação que divulgou a notícia em primeira mão ontem à noite (03/06), o fator decisivo para a LyondellBasell desistir da compra foi o pedido de recuperação judicial da Atvos, empresa que comercializa etanol, feita pela Odebrecht na semana passada. Estimada em R$ 12 bilhões, a dívida da Atvos tem ações da Braskem como garantia. Além disso, existe a possibilidade de um dos credores invocar uma cláusula de “cross default”, como chamam o processo de aceleração das dívidas das outras empresas do Grupo Odebrecht.

Como a Odebrecht Engenharia e Construção (OEC) e a ODB SA controlam as ações da Braskem indiretamente, o portal explica que o cross default fará com que a recuperação judicial da Atvos torne as dívidas vencidas e, por consequência, coloque as ações da Braskem nas mãos dos credores dos dois veículos.

“Deixou de haver o que os advogados de M&A chamam de ‘rep fundamental’ num contrato de compra e venda: a representação [feita pelo vendedor] de que as ações estão livre e desembaraçadas”, explicou uma das fontes.

A Braskem também sofreu impacto financeiro de desdobramentos recentes da Operação Lava Jato, como o acordo de leniência fechado no último dia 31 de maio com a Controladoria Geral da União e a Advocacia Geral da União, no valor de 2,87 bilhões, relacionado ao pagamento de danos e multas ligados a contratos irregulares envolvendo recursos públicos.

A venda da Braskem também já vinha enfrentando outras incertezas, tais como uma ação do Ministério Público de Alagoas devido a rachaduras e fissuras em alguns logradouros de Maceió, um problema que aparentemente pode estar relacionado à sua extração de sal gema na região e que pode resultar em exigências de indenizações à empresa, ainda de valor indeterminado.

Fontes: LyondellBasell, Braskem, Brazil Journal

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BASF construirá plantas de plásticos de engenharia e poliuretanos termoplásticos em novo Complexo Integrado em Zhanjiang, na China

30/05/2019

  • As primeiras plantas do Complexo Integrado contribuirão para aumentar a capacidade global de produção de plásticos de engenharia e TPU
  • O projeto de investimento de US $ 10 bilhões da BASF em Zhanjiang está avançando rapidamente

A BASF planeja construir uma planta de compostagem de plásticos de engenharia e uma planta de poliuretano termoplástico (TPU) no Complexo Integrado de Zhanjiang, na China. Estas serão as primeiras plantas de produção a entrar em operação no local.

Até 2022, a nova planta de compostagem de plásticos de engenharia fornecerá uma capacidade adicional de 60.000 toneladas métricas por ano de compostos de plásticos de engenharia da BASF na China. Isso levará a capacidade total da BASF desses produtos na região da Ásia-Pacífico para 290.000 toneladas métricas por ano. Como parte do plano da empresa de implementar um conceito abrangente de fabricação inteligente no Complexo Integrado, com base em tecnologias de ponta, as novas fábricas utilizarão processos de embalagem automatizada, sistemas de controle de alta tecnologia e veículos guiados automaticamente.

“Menos de um ano depois de assinarmos o primeiro Memorando de Entendimento, temos o prazer de anunciar as primeiras fábricas a serem instaladas em nosso Complexo Integrado em Zhanjiang,” disse o Dr. Stephan Kothrade, Presidente da Functions Asia Pacific, Presidente e Chairman da BASF-Grande China. “O projeto está avançando rapidamente e os clientes no sul da China em breve se beneficiarão desses produtos inovadores para atender às suas necessidades imediatas”.

As instalações gerais para o Complexo Integral de Zhanjiang também serão construídas juntamente com as duas novas plantas. A BASF Integrated Site (Guangdong) Co. Ltd (BIG), a nova subsidiária integral da BASF, foi oficialmente fundada. Esta entidade supervisionará as operações do novo Complexo Integrado, focalizando o mercado do sul da China.

“Queremos melhorar nosso suporte aos clientes no mercado do sul da China e em todo o mundo. Faremos isso estabelecendo as novas fábricas perto das indústrias de clientes em crescimento e através de melhorias na eficiência alcançadas através de nossa abordagem de fabricação inteligente. Isso aumentará nossa velocidade de inovação e a eficiência de nossos serviços ”, disse Raimar Jahn, presidente da divisão de materiais de desempenho da BASF. “Em particular, empresas do segmento eletro-eletrônico e fabricantes de automóveis estão recorrendo à BASF para ajudá-los a lidar com tendências como a eletrificação de carros e a miniaturização de dispositivos eletrônicos.”

O crescimento do mercado de TPU, em particular para aplicações de alto padrão, é impulsionado por vários fatores, incluindo o aumento de requisitos regulatórios e as crescentes expectativas dos clientes para melhorar o desempenho de sustentabilidade em áreas como e-mobilidade, peso leve e automação. Segundo a BASF, as suas soluções dão suporte a este crescimento com fios e cabos com segurança aprimorada para uso em automação e no mercado automotivo, bem como materiais leves para bens de consumo. Com as necessidades dos clientes evoluindo rapidamente em todo o mundo, a BASF afirma estar aumentando seu investimento em mercados emergentes para atender às necessidades locais, enquanto continua investindo em economias desenvolvidas.

A BASF assinou o primeiro Memorando de Entendimento sobre o Complexo Integrado com o Governo Provincial de Guangdong, em Berlim, em julho de 2018, e em janeiro de 2019, a empresa assinou um Acordo Estrutural com detalhes adicionais do plano. O Complexo Integrado em Guangdong será o maior investimento da BASF, estimado em até US $ 10 bilhões após a conclusão, e será operado sob a responsabilidade exclusiva da empresa. A cadeia de valor integrada conectará as plantas a montante e a jusante – desde produtos químicos básicos até produtos e soluções mais orientados para o consumidor, atendendo a setores em crescimento tais como bens de consumo ou transporte. No final, o Complexo Integrado de Zhanjiang será o terceiro maior site da BASF em todo o mundo, seguindo Ludwigshafen, na Alemanha, e Antuérpia, na Bélgica.

Fonte: BASF

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ExxonMobil dobra capacidade de fabricação de especialidades de elastômeros no País de Gales

30/05/2019

A ExxonMobil anunciou ter concluído a expansão de sua fábrica de especialidades de elastômeros em Newport, no País de Gales, a qual dobrou a capacidade de produção da fábrica e aumentou a capacidade de fabricação global de elastômeros termoplásticos Santoprene ™ em 25%.

“Os plásticos de alto desempenho da ExxonMobil ajudam a tornar os produtos automotivos e de consumo mais leves, resultando em melhor eficiência no uso de combustível e maior desempenho, em comparação com os produtos feitos com materiais tradicionais”, disse Karen McKee, presidente da ExxonMobil Chemical Company. “Esse investimento em Newport dobra a capacidade de fabricação de produtos de maior valor na unidade.”

Segundo a ExxonMobil, os elastômeros termoplásticos Santoprene são projetados para funcionar como a borracha vulcanizada e podem ser reutilizados e reprojetados, levando a reduções no peso de transporte, melhores capacidades de reciclagem e fabricação mais sustentável.

O projeto criou aproximadamente 35 empregos de produção em tempo integral, além de 130 empregos durante a construção. A ExxonMobil também fabrica Santoprene em Pensacola, Flórida.

Fonte: ExxonMobil

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Grupo BASF aumenta vendas no 1o. trimestre; resultados menores na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior

23/05/2019

Primeiro trimestre de 2019:

  • Vendas de € 16,2 bilhões (alta de 3%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de € 1,7 bilhão (queda de 24%)
  • Resultados caem principalmente devido às baixas contribuições dos segmentos de Materiais e Químicos
  • Bom desempenho dos resultados no segmento de Soluções para Agricultura

Panorama para 2019 confirmado:

  • Ligeiro aumento nas vendas
  • Ligeiro aumento do EBIT antes dos itens extraordinários no período

“No primeiro trimestre de 2019 as vendas do Grupo BASF cresceram 3%, atingindo € 16,2 bilhões”, disse Dr. Martin Brudermüller, Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, na Reunião Anual de Acionistas da empresa, realizada no Centro de Convenções Rosengarten em Mannheim, Alemanha. Em comparação com o primeiro trimestre de 2018, os resultados advindos das atividades operacionais (EBIT) antes dos itens extraordinários apresentaram decréscimo de € 549 milhões, correspondendo a € 1,7 bilhão. “Como esperado, isso se deve principalmente às contribuições consideravelmente menores dos segmentos de Materiais e Químicos. Nesses segmentos, tivemos margens excepcionalmente altas de isocianatos e sólidas margens do cracker no primeiro trimestre do ano anterior”, disse Brudermüller. O EBIT antes dos itens extraordinários também apresentou queda em “Outros” e no segmento de “Nutrição & Cuidados”, enquanto no segmento de Tecnologias para Superfície os resultados ficaram no mesmo nível do trimestre anterior. Por outro lado, os segmentos de Soluções para Agricultura e Soluções Industriais registram grande melhoria nos resultados.

O crescimento econômico global no primeiro trimestre de 2019 foi influenciado pelos avanços geopolíticos e conflitos comerciais, principalmente entre os Estados Unidos e a China. Consequentemente, o Grupo BASF observou uma demanda mais fraca das principais indústrias clientes, especialmente do setor automotivo.

Os preços caíram em 2% em comparação ao primeiro trimestre do ano anterior, fato atribuído principalmente aos negócios com produtos de isocianatos e cracker. Os preços mais elevados nos segmentos de Tecnologias para Superfície, Soluções para a Agricultura e Soluções Industriais só compensaram parcialmente o declínio esperado de preço nos segmentos de Materiais e Químicos. Devido ao comportamento cauteloso de compra dos clientes, os volumes de vendas no Grupo BASF apresentaram queda de 4%. O crescimento nas vendas foi devido principalmente aos efeitos de portfólio no segmento de Soluções para Agricultura, resultantes da aquisição de importantes negócios e ativos da Bayer em agosto de 2018. Os efeitos cambiais também tiveram um impacto positivo nas vendas em todos os segmentos.

Em € 26 milhões, no geral, os itens extraordinários no EBIT foram positivos no primeiro trimestre de 2019, em comparação ao decréscimo de € 18 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. O resultado especial proveniente dos desinvestimentos nos segmentos de Soluções para a Agricultura e Soluções Industriais excedeu os custos de integração, taxas especiais de medidas de reestruturação e outras taxas.

O EBIT teve uma queda de € 505 milhões em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 1,8 bilhão. O resultado antes do imposto de renda caiu em € 520 milhões, passando a € 1,6 bilhão. A alíquota do imposto aumentou de 24,1% para 25,4%.

O resultado após impostos das operações contínuas apresentou queda de € 415 milhões para € 1,2 bilhão. O resultado depois de impostos das operações descontinuadas, que abrange as atividades de petróleo e gás da BASF, aumentou em € 97 milhões, atingindo o patamar de € 274 milhões. Este fato é, em grande parte, devido ao significativo aumento dos volumes, principalmente na Rússia, assim como à suspensão da depreciação e amortização desde o reconhecimento do grupo para alienação no terceiro trimestre de 2018.

O resultado líquido apresentou queda de € 273 milhões, para € 1,4 bilhão. O lucro por ação foi de € 1,53 no primeiro trimestre de 2019 – primeiro trimestre de 2018: € 1,83. O lucro por ação ajustado pelos itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis totalizou € 1,65 (primeiro trimestre de 2018: € 1,93).

No primeiro trimestre de 2019, o fluxo de caixa das atividades operacionais totalizou € 373 milhões, € 858 milhões abaixo dos números para o mesmo trimestre no ano anterior. O fluxo de caixa livre apresentou uma queda de € 604 milhões no mesmo trimestre no ano anterior para menos € 368 milhões, principalmente como resultado dos melhores fluxos de caixa das atividades operacionais.

Fusão da Wintershall e DEA

Depois da aprovação por todas as autoridades relevantes, em 1º de maio de 2019, a BASF e a LetterOne concluíram a fusão da Wintershall e DEA. “Com a Wintershall Dea criamos a empresa europeia independente líder em exploração e produção, com operações internacionais nas principais regiões. Ao combinar as duas entidades com sede na Alemanha, a BASF e a LetterOne assentam as bases para um forte e próspero crescimento da Wintershall Dea”, disse Dr. Hans-Ulrich Engel, Vice-Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, em uma teleconferência sobre os resultados do primeiro trimestre de 2019.

Dividendo proposto de € 3,20 por ação

A Junta de Diretores Executivos e o Conselho Fiscal propuseram à Reunião Anual de Acionistas que o dividendo tenha um aumento de € 0,10, passando a € 3,20 por ação. “Assim, a ação da BASF oferece um rendimento de dividendos atraente, de 5,3%, com base no preço da ação no final do ano de 2018, de € 60,40”, disse Brudermüller. Depois da adoção da resolução relevante pela Reunião Anual de Acionistas, um total de € 2,9 bilhões será pago aos acionistas da BASF SE em 8 de maio.

Panorama para 2019 confirmado

As expectativas da BASF para o ambiente econômico global em 2019 continuam inalteradas:

  • Crescimento do produto interno bruto: 2,8%
  • Crescimento da produção industrial: 2,7%
  • Crescimento da produção de químicos: 2,7%
  • Taxa de câmbio média euro/dólar de US$ 1,15 por euro
  • Preço médio do petróleo de US$ 70 dólares por barril de petróleo Brent

A BASF confirma a previsão de vendas e receitas para o Grupo BASF feita no Relatório BASF de 2018 e espera um ligeiro crescimento das vendas, assim como ligeiro aumento do EBIT antes dos itens extraordinários, que deve ficar no nível inferior da faixa de 1% a 10%. O retorno sobre capital empregado (ROCE) deve ser um pouco mais alto do que o percentual do custo de capital, com o ROCE um pouco mais baixo do que em 2018.

Desempenho do negócio nos segmentos no primeiro trimestre de 2019

As vendas no segmento de Químicos, que abrange Petroquímicos e Intermediários, sofreram queda de 13% em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 2,5 bilhões. A divisão de Petroquímicos, em particular, observou brusca queda nas vendas, enquanto a divisão de Intermediários registrou um ligeiro declínio. O desempenho das vendas foi influenciado pelos menores volumes e preços nas duas divisões.

Em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários apresentou queda de € 169 milhões, para € 306 milhões. As duas divisões registraram resultados mais baixos, principalmente a de Petroquímicos. O desempenho do EBIT antes dos itens extraordinários se deve, em grande parte, às menores margens na divisão de Petroquímicos, principalmente para produtos de steam cracker, além dos menores volumes nas duas divisões. Além disso, os custos fixos das duas divisões apresentaram um discreto aumento. Na divisão de Petroquímicos, o aumento foi devido principalmente às altas despesas de manutenção, enquanto na divisão de Intermediários o desempenho dos custos fixos foi influenciado negativamente especialmente pelos efeitos cambiais.

No segmento de Materiais, que abrange Materiais de Performance e Monômeros, as vendas de € 2,9 bilhões apresentaram uma queda de 15% em comparação ao primeiro trimestre de 2018. As duas divisões, de Monômeros e de Materiais de Performance, apresentaram queda nas vendas, principalmente devido aos menores preços dos isocianatos na divisão de Monômeros.

O EBIT antes dos itens excepcionais teve uma queda nas duas divisões, atingindo € 323 bilhões, em comparação aos € 816 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. Esta queda resulta principalmente das menores margens de isocianatos na divisão de Monômeros. Na divisão de Materiais de Performance, as maiores margens não conseguiram compensar os menores volumes, principalmente no setor automotivo. Além disso, os custos fixos das duas divisões foram um pouco mais elevados do que no mesmo trimestre do ano anterior, principalmente por causa dos efeitos cambiais.

No segmento de Soluções Industriais, que abrange Dispersões e Pigmentos e Químicos de Performance, as vendas de € 2,2 bilhões foram 2% mais baixas do que as vendas no mesmo trimestre do ano anterior. As vendas na divisão de Dispersões e Pigmentos se mantiveram no mesmo nível do primeiro trimestre de 2018, enquanto as vendas na divisão de Químicos de Performance apresentaram uma ligeira queda. O declínio no período se deveu principalmente à transferência do negócio de químicos para papel e água da BASF, que antes foi reportado em Químicos de Performance, para o grupo Solenis.

O segmento de Soluções Industriais aumentou o EBIT antes dos itens extraordinários em 15%, em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 264 milhões. Isso se deveu principalmente ao EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente mais alto na divisão de Químicos de Performance, resultante dos preços mais elevados, aumento do volume e efeitos cambiais positivos. A divisão de Dispersões e Pigmentos também apresentou ligeiro aumento no EBIT antes dos itens extraordinários, principalmente por causa dos preços mais elevados e dos efeitos cambiais positivos. O EBIT do segmento incluiu receitas especiais na divisão de Químicos de Performance advindas da transferência do negócio de químicos para papel e água da BASF para o grupo Solenis.

Em comparação ao primeiro trimestre de 2018, as vendas no segmento de Tecnologias para Superfície, que abrange Catalisadores, Tintas e Químicos para Construção, aumentaram em 13%, para € 3,6 bilhões. O crescimento das vendas na divisão de Catalisadores foi particularmente acentuado. As vendas também apresentaram um aumento considerável na divisão de Químicos para Construção. Na divisão de Tintas, as vendas ficaram no mesmo nível que no mesmo trimestre no ano anterior. O aumento nas vendas pode ser atribuído aos preços mais elevados em todas as divisões, assim como aos efeitos cambiais positivos e maiores volumes nas divisões de Catalisadores e Químicos para Construção.

Em € 159 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários para o segmento se manteve no nível do mesmo trimestre no ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários na divisão de Químicos para Construção apresentou uma melhoria considerável, devido principalmente às margens mais elevadas. Na divisão de Catalisadores, os resultados tiverem um discreto aumento em consequência do crescimento das vendas. Por outro lado, a divisão de Tintas registrou um EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente menor, principalmente devido ao enfraquecimento do negócio automotivo.

As vendas de € 1,6 bilhão no segmento Nutrição & Cuidados, que abrange Care Chemicals e Nutrição e Saúde, se mantiveram no nível do mesmo trimestre no ano anterior. As vendas consideravelmente mais elevadas na divisão de Nutrição e Saúde foram compensadas pelas vendas um pouco mais baixas na divisão de Care Chemicals.

Em € 222 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários ficou 13% abaixo dos € 254 milhões registrados no primeiro trimestre de 2018. Isso pode ser atribuído principalmente aos maiores custos fixos da divisão de Nutrição e Saúde, em grande parte devido ao reembolso do seguro recebido no mesmo trimestre do ano anterior, em razão das quedas na produção em 2017. Além disso, as margens tiveram uma queda no negócio de nutrição animal, resultando em um significativo declínio na receita da divisão de Nutrição e Saúde em geral. Uma grande melhoria na receita da divisão de Care Chemicals, principalmente devido às margens mais elevadas, teve um efeito de compensação.

As vendas de € 2,6 bilhões no segmento de Soluções para Agricultura foram 53% mais altas do que no primeiro trimestre de 2018. Este fato pode ser atribuído principalmente aos efeitos de portfólio da aquisição de importantes negócios e ativos da Bayer, em agosto de 2018. A BASF também alcançou maior nível de preço no negócio legado, enquanto os volumes de vendas foram consideravelmente mais baixos no período, principalmente devido a fatores climáticos.

O EBIT antes dos itens extraordinários de € 740 milhões foi 75% mais alto do que no primeiro trimestre de 2018, em grande parte por causa da contribuição dos negócios adquiridos. O EBIT incluiu receitas especiais de desinvestimentos, segundo as condições impostas pelas autoridades antitruste no escopo da aquisição dos negócios da Bayer. No primeiro trimestre de 2019, o EBIT excedeu as taxas especiais para a integração dos negócios adquiridos.

As vendas em Outros apresentaram um aumento considerável em comparação ao mesmo trimestre no ano anterior. Isso se deve principalmente às atividades remanescentes do negócio de químicos para papel e água da BASF, que não foram incluídos na transferência para a Solenis e, desde então, são reportados em Outros. O EBIT antes dos itens extraordinários ficou bem abaixo dos números para o primeiro trimestre de 2018, principalmente devido aos resultados cambiais e efeitos de valorização de nosso programa de incentivo em longo prazo.

Fonte: BASF

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Evonik divulga resultados do primeiro trimestre de 2019

21/05/2019

  • Vendas cresceram 1% para 3,29 bilhões de euros
  • Ebitda ajustado recuou para 539 milhões de euros
  • Fluxo de caixa livre melhorou significativamente para 159 milhões de euros
  • Previsão para 2019 foi elevada: Ebitda ajustado ficará, no mínimo, estável

As vendas da Evonik foram de 3,29 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2019, o que significa um aumento de 1% em comparação ao mesmo período do exercício anterior. O Ebitda ajustado recuou 3% para 539 milhões de euros.

“A despeito do enfraquecimento da economia global, conseguimos manter a nossa posição no que diz respeito a volumes e resultados”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva. “Em termos de fluxo de caixa livre, conseguimos até registrar um ganho significativo. No geral, nosso portfólio agora é mais robusto do que antes em relação às tendências macroeconômicas. O desinvestimento do nosso negócio de metacrilatos contribuiu para isso”.

Custos iniciais não recorrentes para novas unidades de produção e um gargalo temporário no fornecimento de matérias-primas no segmento Performance Materials contribuíram para a queda do Ebitda ajustado. Em consequência, a margem Ebitda ajustada encolheu de 17,1% para 16,4%. A receita líquida ajustada recuou 5% para 249 milhões de euros, o que corresponde a um lucro ajustado por ação de 0,53 euro.

O fluxo de caixa livre melhorou em 109 milhões de euros em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando 159 milhões de euros. Isso se deveu sobretudo a uma formação menor de capital de giro líquido e a uma redução nos pagamentos de aposentadorias.

Perspectivas foram elevadas

Como resultado do acordo de venda do negócio de metacrilatos, as perspectivas para as operações continuadas foram revisadas. A Evonik agora prevê que os valores de Ebitda ajustado e vendas fiquem, no mínimo, no mesmo nível do ano passado. A receita da planejada aquisição da empresa americana PeroxyChem não está incluída na perspectiva ajustada. Em 2018, as operações contínuas registraram um Ebitda ajustado de 2,15 bilhões de euros e vendas de 13,3 bilhões de euros.

Os progressos significativos alcançados com o programa de economia de custos, aplicado na empresa toda, também contribuíram para as receitas. Mais da metade dos 1.000 empregos a serem reduzidos será concretizada até o fim deste ano.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: O desenvolvimento dos negócios desse segmento se manteve no primeiro trimestre de 2019. As vendas cresceram 3% para 1,4 bilhão de euros. O crescimento se deveu sobretudo ao aumento nos preços de venda; os volumes, por outro lado, ficaram ligeiramente abaixo daqueles registrados no mesmo período do ano anterior. A demanda por polímeros de alta performance (poliamida 12) e membranas continuou alta, de maneira que o aumento nos preços teve um impacto positivo que resultou num correspondente forte incremento nas vendas. Maiores volumes em vendas também foram registrados na linha de crosslinkers como resultado da alta demanda, especialmente por aplicações em compósitos no mercado de energia eólica; e pela sílica, que se beneficiou de uma tendência em aplicações de borracha e pneus. Apesar dos custos iniciais da nova planta de sílica nos EUA, o Ebitda ajustado avançou 2% para 324 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas aumentaram 3% para 1,15 bilhão de euros no primeiro trimestre de 2019. Isso se deveu, sobretudo, a uma elevação nos volumes de vendas, enquanto os preços de venda baixaram. As vendas de aminoácidos essenciais para nutrição animal registraram ligeira queda, em decorrência da redução nos preços de venda, embora os volumes entregues tenham aumentado de maneira significativa. O negócio de care solutions registrou um desenvolvimento, tendo se beneficiado do aumento da demanda por aplicações especiais, por exemplo, da indústria cosmética. O Ebitda ajustado foi de 180 milhões de euros, 14% abaixo do valor registrado no mesmo período do ano anterior, em parte devido a despesas relacionadas ao planejado início das atividades na nova planta de metionina em Singapura, previsto para meados deste ano.

Performance Materials: No primeiro trimestre de 2019, as vendas encolheram 7% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O total de 559 milhões de euros decorreu de menores volumes de venda, preços em queda e efeitos negativos do câmbio. O desenvolvimento da linha de performance intermediates (química do C4) foi prejudicado por uma restrição no fornecimento de matérias-primas causada por problemas técnicos em um fornecedor e também pelo preço mais baixo da nafta, ocasionando o recuo nas vendas. Já na linha de negócios Functional Solutions as vendas registraram aumento. Esse negócio se beneficiou principalmente de uma maior demanda por alcoolatos. O Ebitda ajustado do segmento recuou 9% para 59 milhões de euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Covestro confirma previsão para o ano após balanço do 1º trimestre

21/05/2019

  • Leve queda nos volumes principais (-1,8%)
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-16,0%)
  • Ebitda de 442 mi de euros alinhado às expectativas (-58,4%)
  • Receita líquida de 179 mi de euros menor que ano anterior (-72,2%)
  • Fluxo de caixa operacional livre 45 mi de euros negativo
  • Previsões para o ano fiscal de 2019 confirmadas

A alta pressão competitiva influenciou os resultados do primeiro trimestre de 2019 da Covestro. Apesar da demanda sólida no geral, os volumes principais tiveram leve queda de 1,8%, principalmente devido aos volumes mais baixos no segmento de policarbonatos. Uma expressiva queda nos preços de venda levou a uma redução de 16,0% nas vendas totais, para 3,2 bilhões de euros. O Ebitda do Grupo, de 442 milhões de euros (-58,4%), que contrasta com os resultados excepcionalmente positivos do ano anterior, mostrou-se alinhado às previsões. Como resultado, a receita líquida também caiu para 179 milhões de euros (-72,2%). Com 45 milhões de euros negativos, o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) ficou abaixo do ano anterior (364 milhões de euros), devido à redução nos fluxos de caixa de atividades operacionais e à elevação dos investimentos. Segundo a empresa, embora os resultados como um todo tenham ficado significativamente abaixo dos excepcionais resultados do trimestre do ano anterior, eles ficaram na faixa esperada.

“O primeiro trimestre manteve-se alinhado às nossas previsões e confirma nossas expectativas reduzidas para o ano completo”, explica o CEO Markus Steilemann. “Por isso, agora é ainda mais importante definir o rumo correto para o nosso crescimento futuro, com investimentos e esforços para elevar a eficiência. Afinal, a demanda por nossos materiais inovadores e sustentáveis continua intacta.”

Covestro confirma metas para o ano fiscal de 2019

Thomas Toepfer, CFO da Covestro, compara os resultados do primeiro trimestre ao mesmo período de 2018: “O trimestre do ano anterior foi influenciado por margens excepcionalmente altas em vários grupos de produtos. Por isso, em linha com nossas expectativas, nossos resultados ficaram abaixo dos do mesmo período do ano passado. Antecipando a continuidade do ambiente desafiador que influenciará os resultados ao longo do ano, estamos focando especialmente na eficiência da produção e dos processos e em investimentos direcionados.”

Seguindo esse foco, a Covestro elevou sua participação para 80% na joint venture DIC Covestro Polymer no Japão a partir de 1º de abril de 2019, expandindo seus promissores negócios globais de poliuretanos termoplásticos. A Covestro planeja investimentos totais de mais de 900 milhões de euros este ano para reformar e expandir suas plantas produtivas e ampliá-las para áreas em crescimento, tais como a de filmes especializados. A expectativa é de que os programas de eficiência proporcionem economias de custos de 350 milhões de euros por ano no médio prazo.

Para o ano fiscal de 2019, a Covestro mantém a projeção de crescimento do volume principal de até 5%. Espera-se que o FOCF fique entre 300 e 700 milhões de euros, com ROCE de 8% a 13%. A previsão é que o Ebitda do ano fiscal atinja de 1,5 a 2,0 bilhões de euros, com expectativa de que o Ebitda do segundo trimestre se mantenha próximo do nível do primeiro trimestre de 2019.

Iniciativas estratégicas mostram avanços

As iniciativas estratégicas para avançar na digitalização e na inovação trouxeram benefícios no primeiro trimestre. A nova plataforma comercial digital B2B Asellion foi lançada com sucesso no fim de março, permitindo que os clientes da Covestro façam pedidos de produtos on-line e comprem 24h por dia com apenas alguns cliques no link covestro.asellion.com.

A Covestro também uniu forças à empresa de biotecnologia sediada nos EUA Genomatica para pesquisar e desenvolver materiais de alto desempenho baseados em matérias-primas renováveis. O objetivo da cooperação é reduzir o uso de recursos de origem fóssil como petróleo bruto, usando matérias-primas sustentáveis no lugar.

Crescimento de vendas e lucro no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades

Os volumes principais no segmento de poliuretanos mantiveram-se amplamente estáveis (-0,2%) no primeiro trimestre de 2019. As vendas no segmento caíram 24,3% para 1,476 milhão de euros devido à queda nos preços de venda, com todas as três regiões registrando vendas mais baixas. O Ebitda caiu para 157 milhões de euros (-75,4%) devido às margens mais baixas.

Puxados pela queda na demanda da indústria automotiva, os volumes principais no segmento de policarbonatos caíram 6,3%. As vendas nesse segmento caíram 16,7% para 860 milhões de euros, também devido aos preços de venda mais baixos. Com margens em queda e preços estáveis das matérias-primas, o Ebitda caiu para 155 milhões de euros (-48,8%).

No segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades, os volumes principais praticamente não sofreram alterações em relação ao trimestre do ano anterior (-0,1%). As vendas no segmento subiram 5,9% para 627 milhões de euros, impulsionadas pela alta na média dos preços de venda, por volumes levemente mais altos e movimentos da taxa de câmbio. Alavancado pela alta das margens e dos volumes de vendas, o Ebitda subiu 7,4% para 146 milhões de euros.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em segmentos como o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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Braskem registra lucro líquido de 1 bilhão no primeiro trimestre de de 2019

15/05/2019

A Braskem registrou Ebitda de R$ 2,77 bilhões no primeiro trimestre de 2019, um crescimento de 45% em relação ao último trimestre de 2018 e de 5% sobre o mesmo período do ano passado. Em dólar, o Ebitda foi de US$ 729 milhões, uma queda de 11% na comparação com igual trimestre do ano passado.

Esses resultados foram impactos por efeitos não recorrentes como a receita com PIS/COFINS pagos a maior entre janeiro de 2012 a fevereiro de 2017 e a reversão de provisões relacionadas à Conta de Desenvolvimento Energético e ao Regime Especial da Indústria Química (Reiq). Sem esses efeitos, o Ebitda foi de US$ 336 milhões, queda de 16% e 60%, respectivamente, ao quarto trimestre e ao primeiro trimestre de 2018.

“O primeiro trimestre se mostrou desafiador em razão dos menores spreads petroquímicos no mercado internacional, dada a revisão de crescimento da economia global para o ano de 2019”, afirma o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Neste cenário, seguiremos focados com a nossa estratégia de atuação a fim de superar os desafios globais do ciclo petroquímico”, completa Musa, referindo-se à diversificação geográfica e de base de matéria-prima equilibrada entre nafta e gás.

A receita líquida de vendas da Braskem atingiu R$ 13 bilhões no primeiro trimestre de 2019, praticamente em linha ao registrado no mesmo período do ano passado. O lucro líquido da companhia foi de R$ 1,03 bilhão, revertendo o prejuízo de R$ 78 milhões observado no trimestre anterior e mantendo-se em linha ao primeiro trimestre do ano passado.

No lado operacional, a taxa de utilização das centrais petroquímicas no Brasil foi de 88% no primeiro trimestre, dois pontos percentuais inferiores ao mesmo trimestre do ano passado, impactada por problemas operacionais. A taxa de utilização das plantas nos EUA e na Europa foi de 90%, superior ao 4T18 devido à normalização do fluxo logístico na Europa, porém inferior ao mesmo período do ano passado em função de paradas não programadas. No México, a taxa de utilização das plantas de polietileno foi de 79%, seis pontos percentuais acima do quarto trimestre de 2018 devido ao maior fornecimento de etano no período.

Mercado brasileiro de resinas

A demanda de resinas no mercado brasileiro foi de 1,4 milhão de toneladas, 7,8% e 4,2% superior ao quarto trimestre e ao primeiro trimestre do ano passado, respectivamente, em função do movimento de reabastecimento ocorrido no período. As vendas de resinas da Braskem totalizaram 878 mil toneladas, resultado 10% superior ao último trimestre do ano passado e superior ao crescimento do mercado. A participação de mercado da Braskem ficou em 64% no período.

No primeiro trimestre de 2019, a companhia exportou, a partir do Brasil, 356 mil toneladas de resinas, um crescimento de 16% em relação ao quarto trimestre de 2018. Foram exportadas 194 mil toneladas dos principais químicos produzidos no Brasil, uma queda de 10% sobre o trimestre anterior, influenciado pelo menor volume de gasolina.

Nos Estados Unidos, a demanda de polipropileno foi inferior devido ao alto nível de estoque na cadeia e ao fraco desempenho do segmento de fibras têxteis. Na Europa, a demanda se recuperou no trimestre e o mercado mostrou crescimento principalmente em função de uma antecipação à temporada de paradas programadas que irão acontecer no segundo trimestre deste ano. A demanda de polietileno no México foi de 504 mil toneladas, uma retração de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior, em função da queda no investimento público e privado e à desaceleração no crescimento econômico.

Investimento e competitividade

Os planos de expansão da Braskem seguem avançando. A empresa já concluiu 56,2% do investimento total previsto para construção da nova planta de Polipropileno nos Estados Unidos, a sexta unidade industrial desta resina no país. Já foram aportados US$ 426 milhões na nova unidade, que deve começar a operar em 2020.

Durante a Feiplastic, a maior feira do Plástico na América Latina, a Braskem anunciou uma nova solução para o mercado de embalagem conhecida como stand-up pouch monomaterial, um produto que facilita o processo de reciclagem dos materiais por conter apenas uma matéria-prima. Esse lançamento feito de polietileno é voltado ao segmento de cosméticos e alimentos e foi realizado em parceria com a Antilhas Flexíveis.

Além disso, a Braskem lançou uma nova solução que une a resina pós-consumo oriunda da logística reversa de sacarias da empresa ao Polietileno Verde (I’m greenT). A matéria prima traz o conceito de zero emissão de gás carbônico, uma vez que a emissão de CO2 durante o processo de reciclagem é compensada pela fixação do gás durante o processo produtivo do polietileno verde.

Fonte: Braskem

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ExxonMobil anuncia projeto de 2 bilhões de dólares para expansão de complexo químico no Texas (EUA)

10/05/2019

  • Expansão da planta de Baytown criará aproximadamente 2.000 empregos durante a construção
  • Projeto irá maximizar o valor da crescente produção da Bacia Permiana
  • Estudo da empresa afirma que a ExxonMobil contribuiu com mais de US $ 43 bilhões para o produto interno bruto dos EUA em 2017

A ExxonMobil disse hoje que vai investir U$ 2 bilhões para expandir sua planta química de Baytown, no Texas, a qual criará aproximadamente 2 mil empregos durante a construção e contribuirá para um retorno de aproximadamente 15% – valor que a empresa espera de seus investimentos químicos.

A expansão da planta de Baytown se soma à iniciativa “Growing the Gulf” da empresa, de 2017, que delineou planos para construir e expandir instalações de manufatura ao longo da Costa do Golfo dos EUA, criando mais de 45.000 empregos bem remunerados em toda a região, afirma a empresa.

“Nossos investimentos substanciais nos Estados Unidos dão suporte aos planos de crescimento de longo prazo da ExxonMobil e resultarão em milhares de empregos com altos salários”, disse Darren W. Woods, presidente e diretor executivo da ExxonMobil. “Através dos bilhões de dólares que estamos investindo na Bacia Permiana para aumentar a produção de petróleo e a expansão de nossas operações ao longo da Costa do Golfo, nossa empresa está fazendo contribuições significativas e duradouras para a economia dos EUA e as muitas comunidades onde operamos. “

A ExxonMobil contratou a Ernst & Young para examinar as contribuições que a empresa fez à economia dos EUA em 2017 – o ano em que a iniciativa “Growing the Gulf” foi lançada. Segundo a empresa, a pesquisa concluiu que, durante 2017, a ExxonMobil contribuiu com mais de US $ 43 bilhões para o PIB dos EUA e as suas atividades econômicas direta, indireta e induzida sustentaram quase 177.000 empregos em todo o país.

“Esta pesquisa, focalizada em um único ano, é um retrato poderoso de como nossos negócios nos Estados Unidos beneficiam diretamente a economia americana”, disse Woods. “Isso ressalta as muitas maneiras pelas quais a empresa e nossos funcionários estão contribuindo para a prosperidade em todo o país”.

A pesquisa da Ernst & Young também concluiu que, em 2017:

  • As operações da ExxonMobil nos EUA deram suporte a quase U$ 6,72 bilhões em renda de mão-de-obra direta – uma média de U$ 208.000 por trabalhador em termos de remuneração anual total, incluindo salários e benefícios.
  • O impacto das operações e investimentos da ExxonMobil incluem mais de US $ 7 bilhões em pagamentos de impostos e royalties.
  • A empresa fez investimentos de capital em 20 estados.

Woods disse que os recentes investimentos da empresa, tais como uma grande expansão da produção de petróleo e gás na Bacia do Permiano e a planejada expansão em Baytown, continuarão impulsionando a economia dos EUA.

“Nossa expansão química em Baytown nos colocará em uma posição sólida para maximizar o valor da crescente produção da Bacia Permiana e fornecerá produtos de maior valor e maior demanda produzidos em nossas instalações de refino e plantas químicas da Costa do Golfo”, disse Woods.

“Espera-se que a demanda global por produtos químicos seja maior do que o crescimento da demanda de energia e o crescimento do PIB nos próximos 20 anos”, disse Woods.

A expansão, prevista para se iniciar em 2022, inclui uma nova unidade de polímeros Vistamaxx ™, utilizados para gerar produtos que oferecem níveis mais altos de elasticidade, maciez e flexibilidade, afirma a empresa. A nova unidade produzirá cerca de 400.000 toneladas de polímeros Vistamaxx ™ por ano.

O projeto também permitirá que a ExxonMobil entre no mercado de alfa-olefinas lineares. As alfa olefinas lineares são usadas em inúmeras aplicações, incluindo óleos industriais e de motor de alto desempenho, ceras e blocos de construção para surfactantes, polietileno para embalagem e outras especialidades químicas. A nova unidade produzirá cerca de 350.000 toneladas de alfa-olefinas lineares por ano.

Segundo a empresa, a planta da ExxonMobil em Baytown é o maior complexo petroquímico integrado nos EUA. Fundado em 1919, o complexo está localizado em aproximadamente 3.400 acres ao longo do Houston Ship Channel, cerca de 40 km a leste de Houston. A instalação inclui uma refinaria, fábrica de produtos químicos, fábrica de olefinas, fábrica de plásticos e um centro de tecnologia global.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Exxon Mobil

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Evonik vende seu negócio de Metacrilatos à Advent International por 3 bilhões de euros

03/04/2019

  • Alinhamento com a estratégia de foco em especialidades químicas
  • Preço de venda atraente de 3 bilhões de euros corresponde a 8,5 vezes o EBITDA do negócio
  • Oportunidades de desenvolvimento para o negócio de metacrilatos

A Evonik assinou acordo para a venda de seu negócio de metacrilatos à Advent International por 3 bilhões de euros. O preço de venda (enterprise value) corresponde a 8,5 vezes o EBITDA do negócio. A operação está sujeita à aprovação das autoridades pertinentes em vários países, mas deve ser concluída no terceiro trimestre deste ano.

O negócio de metacrilatos abrange 18 unidades de produção e 3.900 colaboradores no mundo inteiro. De 2016 a 2018, gerou um EBITDA anual médio de cerca de 350 milhões de euros e vendas de aproximadamente 1,8 bilhão de euros ao ano. Para 2019, a Evonik prevê vendas e EBITDA de nível similar.

A operação engloba as linhas de negócio Methacrylates, Acrylic Products e CyPlus®, além de algumas das atividades com resinas metacrílicas. A Evonik colocou essas operações no mercado como parte de sua estratégia sistemática de concentrar o seu foco em especialidades químicas, produtos que são menos cíclicos. A empresa de private equity Advent International é um dos investidores financeiros mais experientes na indústria química no mundo inteiro, com mais de 30 investimentos em três décadas.

O preço de compra líquido (equity value) pode ser calculado após as deduções, compostas basicamente por obrigações previdenciárias (aposentadorias) de cerca de 500 milhões de euros. A Evonik usará o valor da venda para reforçar o seu balanço e, sobretudo, para projetos de crescimento específicos. Isso inclui o financiamento da compra da empresa americana PeroxyChem, que a Evonik pretende concluir este ano. Além disso, uma parte dos recursos será usada para reforçar o atual portfólio de especialidades químicas, por exemplo, pela construção de uma nova fábrica de poliamida 12 em Marl, Alemanha. Essas atividades geram uma margem atraente e um fluxo de caixa acima da média. Ainda em 2019 e mesmo sem a contribuição do negócio de metacrilatos, a Evonik conseguirá cobrir o pagamento de dividendos com o seu forte fluxo de caixa livre.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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BASF registra discreto aumento nas vendas de 2018 e queda nos lucros devido a menor contribuição de Químicos

12/03/2019

  • Vendas de €62,7 bilhões (acréscimo de 2%)
  • EBIT de €6,4 bilhões (decréscimo de 17%)
  • Fluxo de caixa de atividades operacionais de €7,9 bilhões (decréscimo de 10%). Fluxo de caixa livre de €4 bilhões
  • Dividendo proposto de €3,20 para o exercício de 2018 (2017: €3,10)

Panorama para 2019:

  • Expectativa de discreto crescimento das vendas, em decorrência principalmente de grandes volumes de vendas e efeitos de portfólio
  • EBIT ligeiramente acima do previsto em 2018

A BASF registrou vendas de €62,7 bilhões no ano passado, representando um aumento de 2% em comparação ao ano anterior. Os resultados das atividades operacionais antes de juros e tributos (EBIT) apresentaram queda em relação a 2017, de €7,6 bilhões para €6,4 bilhões, decorrente, principalmente, do segmento de Químicos, que respondeu por aproximadamente dois terços da queda total de lucros. As margens de lucro do isocianato sofreram uma brusca queda no segundo semestre do ano. Além das margens de cracker terem sido menores do que o esperado em 2018, em todas as regiões.

No geral, 2018 foi um ano marcado por difíceis cenários econômicos e geopolíticos globais e conflitos comerciais. No segundo semestre do ano, a BASF sentiu uma retração econômica nos principais mercados, especialmente na indústria automotiva, o maior setor de clientes da empresa. A demanda de clientes chineses, em especial, diminuiu significativamente em decorrência do conflito comercial entre os Estados Unidos e a China. As incertezas aumentaram globalmente e, portanto, muitos participantes do mercado agiram com bastante cautela.

“Estamos lidando com estes desafios. Com a nossa nova estratégia corporativa, usaremos 2019 como um ano de transição para emergirmos ainda mais fortes. Neste ano, estamos adaptando nossas estruturas e processos, focalizando nossa organização expressamente nas necessidades de nossos clientes”, disse o presidente da Junta Diretiva da BASF, Dr. Martin Brudermüller, que apresentou os dados financeiros do exercício de 2018 juntamente com o Chief Financial Officer Dr. Hans-Ulrich Engel.

A BASF implementou aumento de preços em todos os segmentos e divisões em 2018. Houve um discreto aumento de volumes quando comparados ao ano anterior. Os maiores volumes foram registrados nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, que foram parcialmente compensados pelos baixos volumes nos segmentos de Produtos de Performance e Químicos. A principal razão primordial para os menores volumes no segmento de Produtos de Performance foi a parada da fábrica de citral em Ludwigshafen, que reiniciou a produção no segundo trimestre. Os volumes de vendas no segmento de Químicos sofreram influência negativa devido ao baixo nível de água do rio Reno. No geral, os efeitos cambiais apresentaram um decréscimo de 4%, enquanto que os efeitos de portfólio registraram acréscimo de 1%.

Os menores lucros nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais, Soluções para Agricultura e Produtos de Performance também contribuíram para o declínio no EBIT. No segmento de Soluções para Agricultura, os efeitos cambiais negativos em todas as regiões diminuíram os lucros. Além disso, houve uma forte contribuição negativa das empresas adquiridas da Bayer, cujo controle foi assumido pela BASF somente em agosto. Tal período levou a uma desvantagem devido à sazonalidade do negócio de sementes, que gera lucros predominantemente no primeiro semestre do ano, adicionado ao fato de que incorreram custos para integrar as atividades adquiridas.

Além disso, o longo período com baixo nível de água do rio Reno foi um desafio para a BASF. Na unidade de Ludwigshafen, durante grande parte do terceiro e do quarto trimestre, o recebimento de matérias-primas por via fluvial foi praticamente impossível. Consequentemente, a BASF foi forçada a reduzir as taxas de utilização da capacidade da planta em Ludwigshafen, fato que restringiu os ganhos de 2018 em cerca de €250 milhões.

Os itens extraordinários totalizaram €320 milhões, em função, principalmente, das aquisições dos novos negócios no segmento de Soluções para Agricultura. O resultado, comparado com 2017, teve decréscimo de € 58 milhões. O EBIT diminuiu em 20%, indo para €6 bilhões. Com 9,5 bilhões, o EBITDA antes de itens especiais ficou 12% abaixo do resultado do ano anterior. O EBITDA totalizou €9,2 bilhões, comparado a €10,8 bilhões em 2017.

O lucro por ação caiu de €6,62 para €5,12 em 2018. Ajustado pelos juros, impostos, depreciação e amortização de ativos intangíveis, o lucro por ação totalizou €5,87, apresentando queda de €0,57 em relação ao ano anterior.

Evolução dos lucros do Grupo BASF no quarto trimestre de 2018

As vendas do Grupo BASF aumentaram em 2% no quarto trimestre de 2018, totalizando €15,6 bilhões. Os segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura deram suporte para um possível aumento de 2% nos preços. Os volumes caíram em 3%, resultado principalmente do longo período de baixo nível de água do rio Reno que limitou drasticamente a entrega de matérias-primas essenciais para a unidade de Ludwigshafen, forçando, assim, a redução de sua capacidade de utilização. Os efeitos de portfólio totalizaram um acréscimo de 3% devido à aquisição do negócio da Bayer no segmento de Soluções para Agricultura.

O EBIT no quarto trimestre foi de €630 milhões, representando uma queda de 59% em relação ao ano anterior, devidos aos lucros significativamente menores nos segmentos de Químicos e Soluções para Agricultura. No segmento de Químicos, a principal razão da queda teve relação com as margens menores no negócio de isocianato e cracker. A evolução dos lucros no quarto trimestre no segmento de Soluções para Agricultura foi prejudicada por despesas relacionadas à aquisição. A BASF conseguiu melhorar os ganhos nos segmentos de Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais. Os gargalos no fornecimento, resultantes do baixo nível de água do rio Reno, impactaram negativamente os lucros em aproximadamente €200 milhões no período em questão.

Fluxos de Caixa do Grupo BASF no ano de 2018

Os fluxos de caixa das atividades operacionais caíram de €8,8 bilhões para €7,9 bilhões, principalmente devido à redução do lucro líquido. Em 2018, a mudança no capital de giro líquido reduziu os fluxos de caixa em €530 milhões, comparado com €1,2 bilhão de 2017. O montante utilizado nas atividades de investimento aumentou de €4 bilhões para €11,8 bilhões. Em 2018, os pagamentos líquidos para aquisições e desinvestimentos totalizaram €7,3 bilhões, principalmente relacionados à aquisição de negócios e ativos da Bayer. Os pagamentos feitos para o ativo imobilizado e intangível diminuíram em €102 milhões, indo para €3,9 bilhões. Com €4 bilhões, o fluxo de caixa livre voltou a ter força, porém com €744 milhões a menos que em 2017, devido à diminuição dos fluxos de caixa advindos das atividades operacionais.

Dividendo proposto de €3,20

“A BASF quer aumentar seu dividendo mesmo em tempos difíceis. Por isso, iremos propor à Assembleia Geral de Acionistas um dividendo de €3,20 por ação, €0,10 superior ao do ano anterior. A ação da BASF, portanto, oferece um rendimento de dividendos muito atraente, de 5,3%, com base no preço da ação no final de 2018”, comentou Brudermüller.

Implementação da estratégia da BASF

A BASF desenvolveu ainda mais sua estratégia, implementando-a sistematicamente por meio de inúmeras medidas. Como primeiro passo, desde 1º de janeiro, a BASF alterou a alocação organizacional de cerca de 14 mil colaboradores que anteriormente trabalhavam em unidades centrais. Esta transferência para as divisões de negócios foi muito suave.

“Todo o processo será concluído até o final do terceiro trimestre de 2019 e cerca de 20 mil colegas trabalharão mais próximos de nossos clientes, nos permitindo reconhecer melhor suas necessidades, desenvolver idéias e implementá-las mais rapidamente”, disse Brudermüller.

As alterações na organização afetam áreas como pesquisa e desenvolvimento, engenharia, cadeia de suprimentos, compras, recursos humanos, serviços de informação e meio ambiente, saúde e segurança. A BASF também modificou sua estrutura de relatório e agora conta com seis segmentos, ao invés de quatro: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados e Soluções para Agricultura. “A mudança tornará nossa comunicação mais transparente e mais fácil de ser comparada com as dos nossos concorrentes”, disse o presidente da Junta Diretiva.

A BASF empreendeu inúmeras medidas para desenvolver ainda mais seu portfólio. Por exemplo, concluiu a transferência de seus negócios envolvendo químicos para papel e água para a Solenis. O negócio em conjunto, no qual a BASF tem uma participação de 49%, opera sob o nome Solenis desde 1º de fevereiro de 2019. Em 2017, registrou vendas proforma de cerca de €2,4 bilhões e contava com aproximadamente 5,2 mil colaboradores. Hoje, o negócio conjunto oferece um portfólio de produtos expandido para os clientes nos setores de papel e tratamento de água.

Em 18 de janeiro de 2019, a Comissão Europeia concedeu à BASF uma autorização condicional para aquisição do negócio de poliamida da Solvay. Para resolver as preocupações de concorrência da Comissão Europeia, a BASF deve transferir parte do escopo da transação original para um terceiro comprador, nomeadamente os ativos de produção e as capacidades de inovação dos negócios de poliamida da Solvay na Europa. Brudermüller comentou: “Com esta aquisição, a BASF ainda pode atingir seus objetivos estratégicos e fortalecer consideravelmente os negócios com a poliamida 6.6.”

A BASF e a LetterOne esperam agora as aprovações regulatórias necessárias para a fusão de seus respectivos negócios de petróleo e gás em uma joint venture. As duas empresas assinaram um acordo de fusão no final de setembro de 2018. A conclusão da transação está prevista para o primeiro semestre de 2019. As medidas preparatórias para a integração estão sendo realizadas de acordo com o planejado. A BASF espera que a oferta pública inicial (IPO) ocorra no segundo semestre de 2020.

Como parte de sua gestão ativa de portfólio, a BASF analisa continuamente se os negócios podem atender de uma maneira ainda melhor seu potencial em uma esfera de negócio diferente, por exemplo, uma joint venture ou fora da BASF. Neste contexto, a BASF anunciou em outubro de 2018 que está avaliando opções estratégicas, como a fusão com um parceiro forte ou um desinvestimento para seu negócio de químicos para construção. O presidente da Junta Diretiva da BASF comentou: “Nosso objetivo é chegar a um acordo com relação a uma transação durante o ano de 2019. Estamos atualmente preparando um processo estruturado”.

Investimentos em crescimento orgânico na Ásia

A China já é o principal mercado da Ásia e do mundo – tanto para a BASF quanto para toda a indústria química. A BASF quer crescer mais rápido do que o mercado químico global. “Portanto, precisamos participar do crescimento na China, o maior mercado mundial de produtos químicos”, disse Brudermüller. O presidente da Junta Diretiva nomeou vários projetos de investimento com os quais a BASF quer fortalecer ainda mais sua posição na Ásia e acelerar o crescimento orgânico.

No final de outubro de 2018, por exemplo, a BASF assinou um acordo com a SINOPEC para expandir sua parceria na unidade Verbund em Nanjing, China. A joint venture BASF-YPC investirá em uma participação de 50% na construção de mais um steam cracker com capacidade de 1 milhão de toneladas de etileno por ano. A SINOPEC Yangtzi Petrochemical investirá os outros 50%. Além disso, a BASF e a SINOPEC explorarão conjuntamente novas oportunidades de negócios no crescente mercado chinês de materiais para baterias.

A Índia é outro mercado onde a BASF quer investir. A empresa assinou recentemente um memorando de entendimento com a Adani para estudar uma grande aplicação conjunta na cadeia de valor de acrílicos. A unidade designada estaria localizada no porto de Mundra, no estado indiano de Gujarat. Este seria o maior investimento da BASF na Índia até hoje e sua primeira unidade de produção neutra em CO2.

Panorama para o ano de 2019

Neste ano, a expectativa é de que a economia mundial cresça 2,8%, consideravelmente um ritmo mais lento do que em 2018 (3,2%). Na União Europeia, a empresa prevê crescimento mais fraco na demanda doméstica e, também, na demanda de exportação. Por outro lado, a BASF supõe que os Estados Unidos apresentarão um crescimento sólido, embora o efeito estimulador da reforma tributária deva ser menos expressivo do que em 2018. O crescimento na China provavelmente continuará desacelerando, mas permanecerá alto em comparação com as economias avançadas. Por outro lado, há a expectativa de que a recuperação econômica no Brasil deve perseverar.

O panorama é baseado nas seguintes hipóteses econômicas adicionais para o ano de 2019:

  • Crescimento de 2,7% na produção global de químicos em 2019 (2018: +2,7%)
  • Preço médio do petróleo de US$70 por barril de Brent bruto
  • Taxa média de câmbio de U$$1,15 por euro

“Também esperamos que o crescimento nas indústrias de nossos clientes continue. Para o setor automotivo, prevemos uma ligeira recuperação após a menor produção que ocorreu no ano anterior”, disse Brudermüller. A perspectiva da BASF também leva em consideração que os conflitos comerciais entre os Estados Unidos e seus parceiros comerciais irão amenizar ao longo do ano, e que o Brexit ocorrerá sem grandes repercussões econômicas.

“Embora o ambiente seja desafiador e marcado por um alto nível de incerteza, pretendemos crescer de forma lucrativa. Esperamos um discreto aumento nas vendas, principalmente devido aos efeitos de portfólio. Queremos aumentar ligeiramente o EBIT. Além disso, prevemos que o retorno sobre o capital empregado (ROCE) seja um pouco maior do que o custo do percentual de capital, mas diminuirá um pouco em comparação ao patamar de 2018”, disse o presidente da Junta Diretiva da BASF.

Brudermüller enfatizou que os dois primeiros trimestres de 2019 serão relativamente fracos: “Em primeiro lugar, no primeiro semestre de 2018 ainda nos beneficiamos de margens elevadas dos isocianatos, o que aumenta a base de comparação. Em segundo lugar, os custos associados à implementação da nossa estratégia terão um impacto nos lucros, assim como um número maior de paradas programadas nas fábricas em relação ao ano anterior. Os fatores decisivos para alcançar nossas metas para 2019 são um melhor desempenho dos negócios, uma sólida demanda dos clientes, bem como as primeiras contribuições de nosso programa de excelência estratégica no segundo semestre do ano. As mudanças estruturais que iniciamos na BASF também resultarão em itens extraordinários negativos notavelmente mais altos em 2019.”

Fonte: BASF

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Covestro eleva dividendos após divugação do desempenho dos negócios em 2018

12/03/2019

  • Demanda crescente em um ambiente de mercado cada vez mais desafiador
  • Crescimento do volume principal mantido em 1,6%
  • Vendas totais sobem para 14,6 bi de euros
  • EBITDA cai para 3,2 bi de euros
  • Dividendos propostos de 2,40 de euros por ação
  • Cerca de 1,7 bi de euros devolvido aos acionistas por meio de recompra de ações e dividendos
  • Previsões para 2019 influenciadas por maior crescimento dos volumes e margens menores

A Covestro obteve fortes resultados em 2018, mesmo com desafios crescentes ao longo do ano. Os volumes principais subiram 1,6% e as vendas totais cresceram 3,4% para 14,6 bilhões de euros. Após um quarto trimestre mais fraco, a Covestro não pôde atingir o patamar de lucro do ano anterior, marcado por um ambiente comercial excepcionalmente positivo. Apesar da baixa dos preços de venda, aliada a margens em declínio no segundo semestre, a Covestro gerou um EBITDA de 3,2 bilhões de euros, 6,8% abaixo do ano recorde de 2017. A receita líquida atingiu 1,8 bilhão de euros (-9,3%). Com base nesse desempenho, a Covestro planeja elevar os dividendos em cerca de 9% para 2,40 euro por ação (ano anterior: 2,20 euro).

“A demanda por nossos materiais de alta tecnologia se mantém intacta. Esse é um forte alicerce para o nosso crescimento rentável no longo prazo, especialmente em um ambiente de mercado cada vez mais desafiador”, explica o CEO Dr. Markus Steilemann. “Lançamos iniciativas estratégicas importantes em 2018 para promover ativamente essa trajetória de crescimento. Elas incluem investimentos em segmentos comerciais específicos com potencial de demanda acima da média e foco reforçado em eficiência.”

Maior demanda e margens menores, ao mesmo tempo

Em um ano instável, a Covestro atingiu resultados sólidos também em números importantes em 2018. O fluxo de caixa operacional livre (FCO) caiu para 1,7 bilhão de euros devido a investimentos em alta. Com 29,5%, o retorno sobre o capital empregado (ROCE) ficou bem acima da média plurianual. A dívida financeira líquida manteve o nível baixo de 348 milhões de euros no final do ano fiscal de 2018.

“2018 foi um ano de sucesso para a Covestro, mesmo que, após um início forte, não tenhamos chegado perto do nosso ano recorde de 2017 no geral”, afirma o Dr. Thomas Toepfer, CFO da Covestro. “Os últimos dois anos foram marcados por margens atipicamente altas. Para 2019, esperamos que a demanda continue a crescer; no entanto, as margens cairão significativamente devido à pressão competitiva.”

Previsões influenciadas pela cenário competitivo

A Covestro antecipa um crescimento de meio dígito único no volume principal para 2019 como um todo. A expectativa é que o FCO fique entre 300 e 700 milhões de euros, enquanto a projeção para o ROCE é de 8% a 13%. Devido à elevada pressão competitiva, a Covestro espera registrar entre 1,5 e 2,0 bilhões de euros de EBITDA. No primeiro trimestre de 2019, antecipa-se cerca de 440 milhões de EBITDA.

Investimentos garantem crescimento no longo prazo

Em 2018, a Covestro deu passos estratégicos importantes para reforçar ainda mais a posição do Grupo perante a concorrência. Um elemento-chave são os investimentos a serem feitos em segmentos de crescimento rentável. O Grupo pretende construir uma nova planta de escala mundial para produzir o precursor de espuma rígida MDI em Baytown, Texas (EUA). Outro exemplo é a expansão das atividades produtivas da área de filmes especializados, que oferece altas margens, em quatro unidades no mundo. Simultaneamente, o objetivo é diversificar o portfólio do Grupo para garantir independência ainda maior de flutuações cíclicas. Hoje a Covestro gera mais de 50% das vendas do Grupo com negócios resilientes.

Foco reforçado em eficiência e eficácia

Por meio de um programa lançado em 2018, a Covestro aumentará seu foco na eficácia e na eficiência no futuro. Até no máximo 2021, estima-se que a economia de custos será da ordem de 350 milhões de euros por ano, com a meta de limitar o aumento dos custos operacionais. Esse objetivo será atingido principalmente com a intensificação de parcerias entre divisões e do uso de soluções digitais. Medidas iniciais serão implementadas nos próximos meses: será montado um departamento centralizado de marketing para consolidar as funções globais de marketing e comunicação dos segmentos.

Transformação digital ganha forma

Desde 2017, a empresa vem consolidando todas as atividades digitais no programa estratégico Digital@Covestro, com o objetivo de avançar na transformação digital do Grupo. Sucessos iniciais já se evidenciaram nos últimos meses, como a expansão de canais de vendas e marketing e o desenvolvimento de novas plataformas on-line de vendas. Desde 2018, uma equipe global de pesquisa e desenvolvimento está trabalhando para o desenvolvimento mais rápido e eficiente de aplicações, com o auxílio de sistemas informatizados de alto desempenho. Novas soluções de software para manutenção e reparo de equipamentos foram desenvolvidas na produção.

Recompra de ações concluída

Em 2018, a Covestro deu continuidade ao programa de recompra de ações iniciado no ano anterior. A companhia adquiriu ações em três etapas, totalizando mais de 9,8% do capital social e quase 1,5 bilhão de euros. Assim, considerando também os dividendos pagos, a Covestro ofereceu aos acionistas um retorno total de cerca de 1,7 bilhão de euros no último ano fiscal. Para a próxima Reunião Geral Anual, a diretoria planeja propor uma nova autorização para adquirir ações em tesouraria no montante de até 10% do capital social.

Crescimento de volume em todos os segmentos

O segmento de poliuretanos registrou desempenho estável nos volumes principais vendidos em 2018 com modesto crescimento de 0,8%. Em comparação com 2017, o EBITDA caiu 19,1% para 1.763 milhões de euros. Apesar da alta nos volumes totais e nos preços médios de venda que elevou os lucros no ano completo, essas elevações não foram capazes de compensar os efeitos negativos da concorrência cada vez mais intensa, especialmente no quarto trimestre de 2018. Além disso, houve efeitos positivos não recorrentes no ano fiscal de 2017, razão pela qual havia expectativa de queda do EBITDA em 2018.

Os volumes principais em policarbonatos subiram 3,0%. O EBITDA cresceu 21,5% para 1.036 milhões de euros. Uma tendência geral de margens positivas e aumento dos volumes totais elevou os lucros, assim como os recursos provenientes da venda do setor de chapas nos EUA. Ao longo do quarto trimestre de 2018, os lucros sofreram o impacto de um ambiente competitivo cada vez mais desafiador.

Os volumes principais no segmento Revestimentos, Adesivos e Especialidades subiram 2,5%. A alta nos preços de matérias-primas e os efeitos negativos do câmbio exerceram pressão sobre o EBITDA, que caiu 4,5% para 464 milhões de euros.

Concorrência intensificada e despesas excepcionais no quarto trimestre

No quarto trimestre de 2018, a Covestro atingiu um crescimento de volume de 1,7%. Ao mesmo tempo, o ambiente de mercado tornou-se significativamente mais desafiador. As vendas totais cederam 7,1%. Além da competição intensificada, efeitos não recorrentes como a alta dos custos de logística causadas pela baixa no nível do rio Reno e despesas relacionadas ao programa de eficiência em curso geraram impacto negativo. Como resultado, o EBITDA caiu 66,7% para 293 milhões de euros. A receita líquida caiu 86,0% para 79 milhões de euros (4º tri de 2017: 566 milhões de euros). Com 363 milhões de euros, o FCO ficou 44,6% abaixo do número do trimestre do ano anterior (655 milhões de euros).

A Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros, com atividades comerciais na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em segmentos como o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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