Archive for the ‘PET’ Category

Enzima que “come” PET é produzida acidentalmente por cientistas britânicos e americanos

17/04/2018

Segundo matéria publicada pela Deutsche Welle, reproduzida a seguir, pesquisadores produziram, por acidente, uma enzima capaz de degradar plásticos PET e que pode ajudar a diminuir a poluição causada pelo material, principalmente garrafas plásticas.

Enzima descoberta acidentalmente poderá facilitar reciclagem de plástico

Pesquisadores nos Estados Unidos e no Reino Unido produziram por acidente uma enzima que consome plásticos, revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira (16/04). A descoberta poderá ajudar a reduzir o grave problema da poluição causada pelo produto derivado do petróleo.

Cientistas da Universidade de Portsmouth e do Laboratório de Energias Renováveis do Departamento de Energia dos EUA decidiram concentrar seus esforços numa bactéria de ocorrência natural descoberta no Japão há alguns anos.

Pesquisadores japoneses acreditam que a bactéria Ideonella sakaiensis se desenvolveu nas últimas décadas num centro de reciclagem, uma vez que até os anos 1940 o plástico ainda não tinha sido inventado. O organismo parece se alimentar exclusivamente de um tipo de plástico conhecido como Politereftalato de etileno (PET), amplamente utilizado na fabricação de garrafas.

Os cientistas buscavam compreender o funcionamento de uma das enzimas dessa bactéria, denominada PETase, analisando sua estrutura. “Eles acabaram avançando um passo à frente e acidentalmente desenvolveram uma enzima que consegue desmembrar ainda melhor os plásticos PET”, afirma o relatório divulgado na publicação científica americana Procedimentos da Academia Nacional de Ciências (PNAS).

Utilizando um raio-X de brilho dez bilhões de vezes mais forte do que o Sol, eles conseguiram elaborar um modelo tridimensional de alta resolução da enzima.

Cientistas da Universidade de Campinas (Unicamp) e da Universidade do Sul da Flórida desenvolveram através de computadores um modelo que demonstrava que a PETase era bastante semelhante a outra enzima, a cutinase, encontrada em fungos e bactérias.

Uma área da PETase, porém, apresentava algumas diferenças, levando os cientistas a deduzir que esta seria a parte que permitiria a degradação do plástico. Ao modificar essa enzima, tornando-a mais semelhante à cutinase, os pesquisadores descobriram acidentalmente que a enzima mutante conseguia degradar o plástico com eficácia ainda maior do que a PETase.

Os cientistas trabalham agora em melhorias nessa enzima, para que possa, no futuro, ser desenvolvida em grande escala e utilizada no setor industrial. O objetivo ao quebrar o plástico em partes menores seria permitir que ele seja reutilizado de maneira mais eficiente.

“O acaso muitas vezes tem um papel significativo na pesquisa científica fundamental, e nossa descoberta não é exceção”, afirmou o autor do estudo, o professor John McGeehan, da Faculdade de Ciências Biológicas de Portsmouth.

“Ainda que modesta, a descoberta inesperada sugere que há espaço para desenvolver ainda mais essas enzimas, nos aproximando de uma solução para reciclar as montanhas de dejetos de plástico que não param de crescer”, observou.

Mais de oito milhões de toneladas de plástico são despejadas anualmente nos oceanos, enquanto aumenta a preocupação com os problemas causados à saúde humana e ao meio ambiente. Apesar dos esforços globais para reciclar essa matéria-prima, a maior parte dos produtos plásticos sobrevive durante centenas de anos.”

Link para a matéria no site da Deutsche Welle a seguir: http://www.dw.com/pt-br/cientistas-desenvolvem-enzima-que-come-pl%C3%A1stico/a-43417084

Curta nossa página no

Anúncios

Husky é vendida para Fundo de Investimentos Platinum Equity

09/01/2018

O fundo Platinum Equity anunciou em 18 de dezembro ter assinado um acordo definitivo para adquirir a Husky IMS International Ltd. (“Husky”), com sede em Bolton, Ontário (Canadá). A transação deverá ser fechada durante o segundo trimestre de 2018. Os membros da equipe de gerenciamento da Husky permanecerão como investidores significativos no negócio através da continuação da sua participação acionária.

“A Husky é uma empresa extraordinária com uma reputação bem merecida para o desenvolvimento de tecnologias inovadoras na indústria”, disse Louis Samson, o sócio da Platinum Equity que liderou a transação. “John Galt e sua equipe construíram uma das companhias mais bem sucedidas do Canadá e uma empresa industrial de classe mundial. Estamos empolgados em estabelecer esta parceria com uma equipe de liderança tão excepcional e buscaremos ajudá-los a atingir novos objetivos “.

A Husky é um fornecedor líder de tecnologia para o setor de processamento de plásticos. Ao longo dos últimos anos, a Husky trabalhou com seus investidores para desenvolver, com êxito, equipamentos de fabricação de última geração comercializados para a sua ampla gama de clientes em vários mercados em todo o mundo. A Platinum Equity comprará a Husky da firma de private equity Berkshire Partners LLC, de Boston, associada à OMERS Private Equity Inc., o braço de private equity da OMERS, o plano de previdência dos funcionários municipais de Ontário. A Berkshire Partners LLC e a OMERS adquiriram a Husky em junho de 2011.

A demanda pelos produtos e serviços da Husky é impulsionada principalmente por crescimento no segmento de embalagens de bebidas, assim como em produtos plásticos de consumo. A Husky é uma empresa global, com aproximadamente 75% de suas vendas geradas fora da América do Norte. Além de soluções completas de moldagem por injeção, a Husky fornece serviços pós venda e peças de reposição para uma grande e crescente base de sistemas instalados globalmente. A equipe de gerenciamento da Husky continuará a liderar a empresa.

“Na Platinum, a Husky encontrou um parceiro que traz uma grande experiência, uma equipe altamente capaz e um entusiasmo compartilhado pela construção de grandes empresas. Estou confiante de que, ao trabalhar em conjunto, encontraremos novas e excitantes formas de servir a nossos clientes “, disse John Galt, presidente e CEO da Husky.

Baird, Goldman Sachs e CIBC Capital Markets atuaram como consultores financeiros da empresa; Weil, Gotshal & Manges e Torys atuaram como advogados.

Sobre a Husky IMS International Ltd.: A Husky é um dos principais fornecedores mundiais de equipamentos e serviços de moldagem por injeção para a indústria de plásticos. A empresa possui mais de 40 escritórios de serviços e vendas, apoiando clientes em mais de 100 países. As instalações de fabricação da Husky estão localizadas no Canadá, nos Estados Unidos, no Luxemburgo, na Áustria, na Suíça, na China, na Índia e na República Tcheca.

Sobre o Fundo Platinum Equity: Fundada em 1995, a Platinum Equity é uma empresa de investimento global com US $ 13 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de mais de 30 empresas em operação que atendem clientes em todo o mundo. Atualmente, a empresa está investindo a partir da Platinum Equity Capital Partners IV, um fundo de compra global de US $ 6,5 bilhões. A Platinum Equity é especializada em fusões, aquisições e operações, adquirindo e operando empresas em uma ampla gama de mercados de negócios, incluindo fabricação, distribuição, transporte e logística, aluguel de equipamentos, metais, mídia e entretenimento, tecnologia , telecomunicações e outras indústrias. Ao longo dos últimos 22 anos, a Platinum Equity completou mais de 200 aquisições.

Fonte: Husky

Curta nossa página no

Braskem assina parceria com Haldor Topsoe para desenvolvimento de processo de obtenção do Monoetilenoglicol a partir de açúcar

23/11/2017

  • As empresas investem na construção de uma planta de demonstração na Dinamarca
  • O Monoetilenoglicol (MEG) é um componente da produção de PET

A Braskem e a dinamarquesa Haldor Topsoe, líder mundial em catalisadores e ciência de superfícies, assinaram um acordo de cooperação tecnológica para desenvolver uma rota pioneira de produção de monoetilenoglicol (MEG) a partir de açúcar. A parceria inclui a construção de uma unidade de demonstração na Dinamarca, com início de operações previsto para 2019.

O MEG é um componente fundamental para a produção de PET, resina importante para os setores têxtil e de embalagens e amplamente utilizada para a fabricação de garrafas. O projeto tem como foco a conversão de açúcar em MEG em uma única unidade industrial, o que reduz o investimento inicial na produção e impulsiona a competitividade do processo. Trata-se de um processo de duas etapas desenvolvido nos laboratórios da Topsoe com seus próprios catalisadores.

“Essa iniciativa inovadora combina uma tecnologia de ponta com profunda experiência em design de processos, aumento de escala e operação industrial, que vai nos permitir levar a química renovável a um outro nível. Depois do Polietileno Verde, este é outro passo relevante em nossa visão de utilizar biopolímeros como ferramentas de captura de carbono e para continuar contribuindo com um futuro mais sustentável”, afirma Mateus Lopes, gerente de Inovação em Tecnologias Renováveis da Braskem.

Com o acordo, a Braskem vai expandir seu portfólio de produtos renováveis, oferecendo soluções adicionais ao seu polietileno produzido a partir de cana-de-açúcar, comercializado com o selo I’m greenTM. “Com essa parceria, fortalecemos nossa posição de protagonistas no desenvolvimento de soluções inovadoras que irão alavancar a competitividade de diferentes biomassas e complementar as soluções tradicionais oferecidas pelo setor petroquímico”, ressalta Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

“A catálise irá desempenhar um papel de extrema importância no desenvolvimento de soluções sustentáveis para produção de químicos importantes a partir de fontes renováveis como açúcares. Estamos orgulhosos de entregar essa tecnologia pioneira para o projeto com a Braskem, e esperamos aplicar nossas competências, enquanto líderes mundiais dentro da catálise e da engenharia de processo, em uma comercialização futura dessa importante inovação”, afirma Kim Knudsen, vice-presidente executivo da Haldor Topsoe.

A planta de demonstração irá realizar testes para validar a tecnologia e confirmar sua viabilidade técnica e econômica, um passo fundamental antes do início da produção em escala industrial e operação comercial. A unidade terá flexibilidade para validar a tecnologia de diferentes matérias-primas, tais como sacarose, dextrose e açúcares de segunda geração.

Sobre a Braskem: Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, com faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. A companhia exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, Estados Unidos, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Sobre a Haldor Topsoe: A Haldor Topsoe é líder mundial em catalisadores e ciência de superfícies com sede na Dinamarca, contando com equipe para desenvolvimento de projetos, P&D,

engenharia e unidades produtivas, além de vendas e atendimento em todo o mundo. Em 2016, a empresa registrou faturamento aproximado de US$ 860 milhões, emprengando 2,6 mil pessoas

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Tomra aposta em crescimento da reciclagem de PET no Brasil com o Autosort Flake

17/05/2017

A crescente utilização de PET reciclado em aplicações exigentes vem aumentando a demanda no mundo todo por equipamentos de separação de material reciclado que forneçam alto grau de pureza e produtividade.

Após anos de bem-sucedida atuação no segmento de separação de correntes de resíduos plásticos pós-consumo, utilizando tecnologias de Infravermelho Próximo (NIR) e óticas, a Tomra Sorting Reciclying deu um passo à frente com o lançamento, no ano passado, da nova versão do Autosort Flake, equipamento utilizado na purificação de polímeros moídos em um processo de reciclagem que combina detecção do tipo de material e cores.

O Autosort Flake é usado, por exemplo, na obtenção de correntes de PET reciclado de alta pureza, como por exemplo as destinadas a aplicações “bottle-to-bottle” (garrafas plásticas fabricadas integralmente com material reciclado).

Segundo Carina Arita (foto), diretora comercial da Tomra Brasil, a nova tecnologia do Autosort Flake permitiu dobrar os níveis de produtividade do equipamento para até 3 toneladas por hora, o que faz com que os equipamentos se tornem altamente rentáveis para plantas de reciclagem de PET. O nível de perda também é muito baixo, atingindo níveis de apenas 0,3 a 0,5%, de acordo com o material de entrada. Levando em conta que o nível médio de perdas da indústria hoje está em torno de 1,5%,  o investimento no equipamento se paga em apenas 1 ano, afirma Carina.

A fim de alcançar a mais alta pureza de flakes de PET, todos os resíduos de substâncias orgânicas, metais, PVC e outros materiais diferentes do PET devem ser eliminados. No processo de purificação, inicialmente as garrafas recicladas passam por um processo de triagem, seguido por um processo de moagem e lavagem – incluindo tanques de separação densimétrica e aspiradores.

Porém, estas etapas ainda não são suficientes para fornecer a qualidade necessária para algumas aplicações. Uma mínima contaminação da corrente já impede a utilização do material reciclado em aplicações tais como “bottle-to-bottle” (garrafa-para-garrafa). Os flakes de PET destinados à produção de uma nova garrafa transparente devem oferecer um grau de pureza maior que 99,99% (o que equivale a menos de 100 ppm de contaminantes).

A Tomra assegura que o seu Autosort Flake permite atingir tal grau de pureza, além de permitir o isolamento e eliminação de materiais de cor preta e metais. Segundo a Tomra, o Autosort Flake é capaz de analisar e classificar flakes por tipos de material e de cor, ao mesmo tempo e de forma precisa. A combinação da configuração mecânica com sistemas de sensores duplos melhora a eficiência de seleção dos flakes de plásticos significativamente, afirma a empresa. A detecção de contaminantes de cores é realizada por uma câmera RGB de alta resolução. Além disso, um espectrômetro de infravermelho próximo (NIR) permite a detecção de materiais tais como PET, PEAD, PP, PVC, PS, PLA, PET e outros. Os sensores óticos e de infravermelho realizam uma leitura simultânea e enviam a informação para válvulas situadas a curta distância da corrente de material, que acionam jatos de ar com o intuito de expelir da corrente as impurezas eventualmente presentes no fluxo de material a ser purificado. O equipamento trabalha com uma granulometria dos flakes entre 2 a 12 mm.

Tal como acontece no equipamento Autosort, o novo Autosort Flake da Tomra conta com a patente tecnológica Flying Beam® combinada com o novo desenvolvimento do módulo ótico Fourline 2mm, que é atualmente a mais alta resolução NIR disponível no mercado de equipamentos por sensor. Este recurso oferece aos clientes calibração contínua para evitar erros que podem levar a períodos de inatividade, dando assim uma estabilidade não atingível pela concorrência, afirma a Tomra. Desta forma, contribui para uma baixa necessidade de manutenção e baixo consumo de energia.

Segundo a Tomra, as principais vantagens do Autosort Flake incluem a alta capacidade com um elevado rendimento, o design modular e de fácil integração e a capacidade de classificar por cor (por exemplo, flakes de PET coloridos) e por material (por exemplo, PET, PEAD, PP, etc.) – e qualquer de suas combinações, ao mesmo tempo. Além dos flakes de PET, é possível a purificação de flakes de qualquer material (por exemplo, PEAD do PP). O equipamento também está disponível em uma versão básica contendo apenas o espectrofotômetro de infravermelho (NIR) para uso exclusivo na triagem de materiais. O Autosort Flake fornece estatística online do material processado acessível remotamente.

Durante a Feiplastic 2017, realizada no início de abril no Expo Center Norte, em São Paulo, a Tomra Brasil esteve divulgando a tecnologia do Autosort Flake para clientes potenciais que visitaram seu stand em busca de informações sobre as inovações da empresa para o mercado de reciclagem de plásticos. De acordo com Carina Arita, o fluxo de visitantes foi ótimo e as perspectivas de expansão do mercado brasileiro apresentam-se bastante promissoras neste início de 2017, especialmente em se tratando de uma conjuntura econômica recessiva que afetou todos os setores nos últimos dois anos.

Três unidades do novo Autosort Flake já foram vendidas pela sucursal brasileira da Tomra, sendo que uma delas foi para um cliente brasileiro que possui planta nos EUA. A última venda se deu para uma empresa paraguaia.

Além do Autosort Flake, a Tomra esteve demonstrando também durante a Feiplastic o Autosort, seu tradicional equipamento de separação multifuncional que recupera uma grande variedade de materiais a partir de fluxos de resíduos diferentes, resíduos de coleta seletiva, embalagens, papel, resíduos domiciliares e outros tipos de tarefas de separação.

Curta nossa página no

PETtalk define temas que serão apresentados na Plástico Brasil

17/03/2017

Novidades tecnológicas em processos e sistemas industriais, reciclagem, meio ambiente, design, Política Nacional de Resíduos Sólidos e apresentação de números do setor fazem parte da programação que será oferecida aos visitantes em dois dias da feira, 21 e 22 de março

Tradicional encontro para apresentar novas tecnologias, cenários e temas atuais e relevantes do segmento,  este ano o PETtalk – Conferência Internacional da Indústria do Plástico será realizado durante a Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, no São Paulo Expo. Promovido pela ABIPET – Associação Brasileira da Indústria do PET, o evento ocupa parte da programação técnica de dois dias da feira, 21 e 22 de março. O conteúdo vai tratar de sistemas de injeção, para condicionamento da resina e para fechamento e rotulagem; aditivos e pigmentação; resina PET; processos de envase e equipamentos; entre outros temas.

Dentro do macro tema da Reciclagem, serão abordados: equipamentos para separação óptica; pós-condensação; filtragem; e soluções para bottle-to-bottle. Design de embalagem e ecodesign também fazem parte da grade, assim como a apresentação dos números do setor (consumo de resina PET, mercados consumidores de embalagens de PET, tendências de consumo e Reciclagem).

A Política Nacional de Resíduos Sólidos, em vigor desde 2010, mais uma vez recebe atenção no PETtalk, dado seu impacto direto na indústria de embalagens, apontada pela legislação como corresponsável pela destinação adequada dos resíduos.

O encontro é voltado para fabricantes de máquinas e equipamentos, prestadores de serviços, usuários das embalagens (brand owners), produtores de resinas e preformas, sopradores, recicladores e outros profissionais ligados à cadeia produtiva. As inscrições para PETtalk na Plástico Brasil estão abertas e podem ser feitas no site da ABIPET (www.abipet.org.br). O investimento é de R$ 340 para associados da entidade e R$ 620 para não associados. As vagas são limitadas.

Fonte: Assessoria Técnica – Plástico Brasil

Curta nossa página no

Planta francesa Suez Regene Atlantique otimiza qualidade de flakes de PET reciclado após modernização

20/02/2017

tomra-plant-regene

Suez Regene Atlantique é uma planta francesa (foto) controlada pelo grupo Suez, especializada na recuperação e reciclagem de garrafas de PET. Em 2013, a empresa fez um investimento estratégico significativo na modernização e melhoria do processo de seleção ótica para a reciclagem de garrafas. Esta atualização ocorreu pela aquisição de novos equipamentos avançados de separação. Como parte deste processo, a Suez Regene Atlantique recebeu quatro máquinas de separação Autosort da Tomra e uma unidade Autosort Flake, junto com um sistema de controle automático.

Como resultado da modernização das suas instalações, a Suez Regene Atlantique se beneficiou de várias maneiras, mas sem dúvida a mais importante foi a enorme melhoria da qualidade do seu produto final. Atualmente, a planta produz mais de 50 toneladas de flakes por dia.

Objetivo: a máxima pureza possível

Durante a discussão conceitual do projeto, a Tomra Sorting e a Regene Atlantique decidiram conjuntamente que, para produzir flakes de PET de máxima pureza possível, três resultados deveriam ser garantidos: uma elevada produção de matéria prima, uma alta consistência do produto e um elevado rendimento do produto

Processo recém-projetado

Para atingir esses objetivos, foi concebido um processo onde as garrafas PET embaladas em fardos são transportadas de centros de triagem localizados no sudoeste da França. Estes fardos são então levados para a estação de abertura dos fardos, onde as suas tiras de metal são cortadas manualmente antes das garrafas serem então carregadas na esteira de alimentação. A esteira leva o material o triturador, onde as garrafas são desagregadas individualmente antes de passar por um Autosort. A Regene Atlantique optou pelo conceito de seleção positiva para a sua primeira fase de classificação ótica. Nesse conceito de seleção positiva, a máquina de triagem irá selecionar garrafas de PET desejadas, e assim, garantir que quaisquer contaminantes que estejam presentes caiam através da força gravitacional. Após este primeiro passo de separação, duas outras unidades Autosort são então utilizadas para eliminar todos os contaminantes ainda presentes no fluxo principal de material PET.

Após estas três fases de separação ótica, todo o material rejeitado é levado para um quarto Autosort. Ele irá devolver todas as garrafas que foram removidas por engano pelo processamento anterior e também recuperar uma nova categoria de garrafas PET coloridas, que agora podem incluir ou não garrafas opacas. Depois da triagem ótica ter sido completada, as garrafas passam então por uma inspeção manual. Uma vez que isto ocorreu, as garrafas são então trituradas e assim emergem na sua forma de produto final: flakes.

Estes flakes passam então através de um tanque de flotação em que todo o material que contém polipropileno (PP) ou polietileno (PE) flutuará na superfície. Estes materiais podem então ser simplesmente removidos, enquanto o produto PET afunda e segue no processo de reciclagem. Uma vez que os materiais PE e PP foram separados, os flakes de PET são então lavados a uma temperatura de 93 ° C para dissolver quaisquer colas presentes e para remover todos os rótulos colados nos produtos. Depois que este processo de lavagem estiver concluído, outra operação de flotação é necessária para remover as etiquetas destacadas durante a lavagem.

Em uma etapa seguinte, os flakes tem a sua removida. Uma vez limpo e completamente seco, os flakes são então peneirados para separar as partículas mais finas e grandes. Os flakes grandes e sobredimensionados serão triturados novamente para se obter a distribuição de tamanho de partícula desejada. Estes flakes são então enviados para um tambor magnético e um separador indutivo. Esta combinação de equipamentos garante a remoção de quaisquer contaminantes metálicos remanescentes do material em flakes. O primeiro rolo captura metais ferroso, enquanto o segundo elimina metais não-ferrosos como o alumínio.

Como passo final, o material processado é enviado para o Autosort Flake. Esta máquina remove os últimos contaminantes. Aqui, o fluxo de material é dividido em três canais na primeira separação. Em seguida, o material ejetado é percorrido novamente através do canal de recuperação para uma segunda verificação. Finalmente, os operadores embalam os flakes em grandes sacos (big bags), cada um pesando aproximadamente uma tonelada. Após a embalagem, estes sacos são colocados em uma zona de armazenamento temporário para aguardar controle de qualidade: cada saco deve passar por um teste para avaliação dos vários contaminantes. A análise abrange uma gama de contaminantes que inclui PVC e metal – e quando se produzem flakes cristal (com azul claro) – os flakes opacos e coloridos de PET são eliminados também. Depois que estas medidas de controle de qualidade foram concluídas, os grandes sacos podem então ser despachados.

Planta apresente uma das melhores qualidades de flakes disponíveis no mercado europeu

Como resultado direto desse novo conceito de processamento, a qualidade da produção melhorou drasticamente, o tempo de manutenção essencial foi significativamente reduzido e o volume anual de resíduos da planta diminuiu em 300 toneladas.

Esta instalação melhorada agora permite à Suez produzir uma das melhores qualidades de flakes disponíveis no mercado europeu de hoje. Os clientes industriais utilizam os flakes produzidos pela Suez para produzir embalagens de qualidade alimentícia – principalmente para aplicações em chapas; e eles também são usados em fibras têxteis para uso em lã polar ou carpetes para o setor automotivo. Além disso, a saída do flake é usada igualmente para fabricar garrafas, completando assim verdadeiramente o círculo do processo da reciclagem. A transformação de resíduos em recursos valiosos contribui para uma solução importante para os problemas globais urgentes do nosso tempo – esgotamento dos recursos naturais e proteção ambiental.

Receitas consideravelmente mais elevadas

David Bourge, Gerente de Fábrica da Suez, Regene Atlantique, disse: “Graças à nossa parceria com a Tomra, conseguimos otimizar nossas operações de reciclagem de PET. Ao combinar o Autosort (separador de garrafas) com o Autosort Flake (separador de flakes), multiplicamos a nossa produção com alta qualidade por dois, resultando em receitas consideravelmente mais elevadas.

Como está o mercado Brasileiro

A indústria brasileira de reciclagem de PET também está buscando produção com qualidades de flake de PET mais elevadas, uma vez que as empresas estão se licenciando junto a ANVISA para a produção de material com qualidade para grau alimentício. Segundo Carina Arita, gerente comercial da Tomra no Brasil, “devido a essa demanda por alta qualidade de flake, a maioria de nossos clientes no Brasil também está adotando o conceito de seleção positiva e, graças ao avanço da nossa tecnologia, temos velocidade de processamento e de válvulas capazes de executar essa tarefa com sucesso, proporcionando uma separação mais eficiente”.

Já Carlos Manchado, diretor para todo continente americano, observa que “essa tendência é notória também nos outros países da América do Sul, principalmente considerando que esses países estão seguindo as especificações de qualidade exigidas pelos orgãos Europeus  e pela FDA (Food and Drug Admnistration) nos Estados Unidos. Ao final a resina PET reciclada pode ser considerada uma commodity, tornando-se um produto de circulação global”.

Sobre a Tomra Sorting Recycling

A Tomra Sorting Recycling (www.Tomra.com/recycling) desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 50 países de todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte e foto: Assessoria de Imprensa – Tomra

Curta nossa página no

Feira Plástico Brasil terá dois dias dedicados ao PETtalk

24/01/2017

plastico-brasil

Parceria estabelecida entre a Informa Exhibitions e a ABIPET – Associação Brasileira da Indústria do Pet traz para a Plástico Brasil palestras com informações técnicas e mercadológicas para os profissionais do setor. Inscrições podem ser feitas no site do PETtalk (www.pettalk.org.br) a partir de meados de janeiro.

Promovidas tradicionalmente pela Associação Brasileira da Indústria do Pet, os encontros da entidade são concorridos por trazerem novidades tecnológicas, números atualizados do setor e debates importantes. Pesquisa realizada pela ABIPET confirma o acerto das PETtalks, que têm 90% de conceito relevante, por parte dos participantes, do seu conteúdo.

Durante a Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 20 a 24 de março, será realizada o PETtalk – Conferência Internacional da Indústria do Plástico, evento que traz informações, novidades internacionais, palestras e debates aprofundados. Também será apresentado o novo núcleo industrial da ABIPET, o Núcleo de Chapas e Termoformagem. Os termoformadores utilizam resina PET virgem e reciclada e produzem embalagens para diversos segmentos – inclusive o alimentício. Na ocasião serão apresentados os números de mercado relativos a 2016, palestrantes inéditos e cases de mercado.

Um movimento importante vem acontecendo desde 2010 com a aprovação e regulamentação da Lei da Política nacional de Resíduos Sólidos, tema que deverá ser abordado em virtude da sua relevância para toda a cadeia industrial de embalagens – corresponsável pela destinação adequada dos resíduos sólidos.

Serviço

PLÁSTICO BRASIL – Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 20 a 24 de março de 2017
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Realização: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.
Promoção e organização: Informa Exhibitions
Patrocínio: Romi
Mais informações: www.plasticobrasil.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

Curta nossa página no

Alpek assina acordo com a Petrobras para aquisição da Petroquímica Suape e Citepe

28/12/2016

alpek-suape

A Alpek, S.A.B. de C.V. anunciou hoje, 28 de dezembro, ter assinado um contrato de compra das ações da Petrobras correspondentes à participação de 100% da empresa no capital da Companhia Petroquímica de Pernambuco (“Petroquímica Suape”) Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (“Citepe “).

A Petroquímica Suape e a Citepe operam uma planta integrada de PTA-PET em Ipojuca, em Pernambuco (foto), com uma capacidade instalada de 700 e 450 mil toneladas por ano de PTA e PET, respectivamente. A Citepe também opera uma planta de filamentos de poliéster texturizado no mesmo local.

O preço acordado para a participação de 100% da Petrobras na Petroquímica Suape e Citepe é de US $ 385 milhões. Este valor será pago em Reais na data de fechamento do negócio e está sujeito a ajustes no capital e dívida corrente, entre outros.

O fechamento desta transação exigirá aprovações corporativas adicionais e está sujeito a várias condicionantes, incluindo a aprovação pelas autoridades governamentais competentes.

A Alpek é uma empresa petroquímica com sede no México que opera dois segmentos de negócio: “Poliéster” (PTA, PET e Fibras de Poliéster), e “Plásticos & Químicos” (Polipropileno, Poliestireno expandido, caprolactama e outras especialidades e produtos químicos industriais). A Alpek é um produtor integrado de PTA e PET na América do Norte e o maior produtor de poliestireno expandido nas Américas, além de ser o único produtor de caprolactama no México. A Alpek também opera uma das maiores plantas de polipropileno na América do Norte. Em 2015, a Alpek registrou receitas de US $ 5,3 bilhões e EBITDA de US $ 630 milhões. A empresa opera 23 plantas nos Estados Unidos, México, Canadá, Brasil, Argentina e Chile e emprega mais de 5.000 pessoas. A Alpek é uma empresa de capital aberto com ações na Bolsa de Valores Mexicana.

Fonte: Alpek

Curta nossa página no

Greiner Bio-One investe R$ 42 milhões em expansão de unidade industrial em Americana

08/12/2016
Fábrica da Greiner Bio One em Americana (SP)

Fábrica da Greiner Bio One em Americana (SP)

Com 42 milhões de reais investidos entre construção e operacionalização da sua nova fábrica em Americana, SP, a Greiner Bio-One, multinacional austríaca do segmento de acessórios para a área da saúde, dá um importante passo na sua consolidação no mercado e desenvolvimento nacional. Essa é a análise do superintendente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (ABIMO), Paulo Henrique Fraccaro: “Quando a Greiner investe no país em um momento em que a maioria das empresas tem receio, ela não apenas contribui para reduzir o déficit da balança comercial como também fomenta a fabricação local e se organiza para colher resultados muito positivos quando o Brasil estiver em situação econômica mais estável”, explica.

A inauguração da ampliação ocorreu no dia 06/12. A movimentação da empresa é vista de forma positiva pelo setor da indústria de produtos para a saúde. “Fazendo esse investimento, não tenha dúvidas, será uma sinalização para outras multinacionais que provavelmente poderiam estar pensando em investir no Brasil. É um passo extremamente positivo, estratégico e que prepara a Greiner cada vez mais para ter uma participação efetiva no mercado de produtos para saúde.“, completa Paulo.

O prédio, já construído na região metropolitana de Campinas, é, atualmente, a única planta da América Latina com capacidade para produzir, ao ano, 400 milhões de tubos para coleta de sangue a vácuo em PET. Com a expansão, a empresa poderá dobrar essa produção, chegando a 800 milhões de unidades/ano. O início das atividades está previsto para janeiro de 2017.

A Greiner Bio-One é uma multinacional que atua na área da saúde nos segmentos pré-analítico, biociência e diagnósticos. O Faturamento global da empresa, que possui unidades no Brasil, Áustria, Estados Unidos, Alemanha, Hungria e Tailândia, é da ordem de 390 milhões de euros.

O grupo possui mais de 1.800 colaboradores operando globalmente em 23 filiais e inúmeros distribuidores em mais de 100 países. A matriz da Greiner Bio-One International GmbH situa-se em Kremsmünster, Áustria.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Greiner Bio One

Curta nossa página no

Grupo mexicano Alpek em negociações para comprar participação em plantas de resina PET e PTA no Brasil

07/09/2016

alpekA participação atualmente é de propriedade da Petrobras. Com sede em Monterrey (México), a Alpek recebeu um prazo exclusivo de 60 dias, a partir de 28 de julho passado, para negociar a participação da Petrobras na Petroquímica Suape e Citepe (Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco), duas empresas que operam um complexo integrado em Ipojuca, Brasil.  O período de exclusividade é prorrogável por outros 30 dias.

O complexo tem capacidade de produção anual de 450 mil toneladas de PET e mais de 700 mil toneladas de PTA, assim como cerca de 90 mil toneladas de filamentos de poliéster texturizados.

Funcionários da Alpek disseram em um comunicado à imprensa divulgado em 28 de julho que se a empresa alcançar um acordo de venda com a Petrobras, o fechamento da transação vai exigir outras aprovações corporativas, assim como a anuência das autoridades governamentais competentes.

As participações da Alpek incluem a DAK Americas, a empresa baseada em Charlotte (Carolina do Norte, EUA), um dos maiores fabricantes de PET da América do Norte.

Fonte: Alpek

Curta nossa página no

Abipet realiza PETtalk Sul durante a Interplast, em Joinville

21/07/2016

Pet-talk-sulA Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET) apóia institucionalmente a Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, que acontece de 16 a 19 de agosto, em Joinville (SC) e aproveitará a oportunidade para aproximar ainda mais a indústria de embalagens de PET de seus usuários.

No segundo dia da feira (17), das 13h às 21h, a instituição realizará o PETtalk Sul e levará informações de mercado, tecnologia e novidades do setor, além de proporcionar oportunidade para networking.

A programação do evento contará com as seguintes apresentações:

  • PQS – PetroquimicaSuape: Resinas PET
  • Husky: Potencializando os clientes com tecnologias inovadoras
  • Krones: Sistemas de enchimento e tecnologias para envase de produtos sensíveis
  • Piovan: Periféricos e sistemas de secagem de alta performance com redução no consumo de energia
  • Colormatrix: Pigmentação e aditivação
  • Gneuss: O Uso de PET Reciclado nas Embalagens Termoformadas para Alimentos – Qualidade com Segurança Alimentar
  • Polymetrix: As tendências nas instalações para reciclagem de plástico
  • CETEA – Centro de Tecnologia da Embalagem: PET-PCR para contato com alimentos: ensaios e os requerimentos para uso
  • Abipet – Censo da Reciclagem do PET no Brasil e números do mercado
  • Abipet: Como a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos afeta seu negócio?

Inscrições e informações sobre valores pode ser obtidas pelo site http://www.pettalk.org.br ou através dos contatos (11) 3078-1688 / pettalk@pettalk.org.br.

A ABIPET, Associação Brasileira da Indústria do PET, é uma entidade sem fins lucrativos que reúne a cadeia produtiva do setor de PET: fabricantes da resina PET, fabricantes das embalagens de PET e seus recicladores. A Entidade representa cerca de 80% da Indústria do PET no Brasil e é a maior deste segmento em toda a América Latina. Fundada em 1995, a ABIPET tem como objetivos promover a utilização e reciclagem das embalagens de PET, incentivar o desenvolvimento tecnológico, aplicações para o PET reciclado e divulgar as ações do setor.

Como representante da Indústria de Embalagens de PET, a ABIPET divulga, incentiva e apoia o desenvolvimento de novas aplicações para o PET Reciclado, cumprindo o papel que cabe à indústria na preservação ambiental. A reciclagem de PET cresceu 16 vezes desde a fundação da entidade, criando todo um novo setor industrial que demanda o PET reciclado como insumo.

Serviço

PETtalk Sul
Data: 17 de agosto de 2016
Horário: 13h às 21h
Local: Expoville – Joinville-SC – Brasil
Informações: http://www.pettalk.org.br / pettalk@pettalk.org.br / (11) 3078-1688
Organização: Abipet

Fonte: Abipet / Assessoria de Imprensa – Interplast

Curta nossa página no

Piovan apresenta inovações na tecnologia de processamento de PET durante SAPET em Buenos Aires

13/06/2016

SAPET_PIOVAN

A produção da garrafa PET envolve uma série de processos, que se inicia com a entrega da resina na planta, seguindo com armazenagem, transporte, distribuição, mistura, secagem, injeção e refrigeração. Outro processo muito importante é o armazenamento da preforma ou o estiramento/sopro da garrafa. A evolução nas metodologias e tecnologias para produção de preformas tem levado o desempenho de processo ao limite, a tal ponto que todos esses processos atingiram eficiência física máxima. O controle de processo também evoluiu neste mesmo ritmo, garantindo hoje o mais alto nível de produtividade e qualidade. As mais recentes tendências de desenvolvimento visam melhorar ainda mais a produtividade constante, eficiência operacional e a qualidade do produto.

Dentro deste contexto, a Piovan lançou um novo programa de desenvolvimento tecnológico, iniciado em 2012 e concluído no primeiro semestre de 2015. A Piovan apresentará no SAPET 2016, os resultados destas inovações em tecnologia de processamento de PET, com foco em auto adaptabilidade para processos de secagem e refrigeração.

A Palestra da Piovan, a ser proferida pelo Vice-Presidente da empresa no Brasil, Eng. Ricardo Prado, ocorrerá no dia 14 de junho, às 13:00 hs. no Hotel Panamericano, em Buenos Aires, na Argentina.

O 3o. SAPET (South American PET Markets, Applications & Recycling) é um evento que reúne especialistas, produtores de resinas, transformadores, provedores de equipamentos auxiliares e vários outros profissionais do segmento da Tecnologia de PET. O SAPET é promovido pela CMT (Center for Management Technology), empresa com sede em Cingapura.

Fonte: Piovan / SAPET

Curta nossa página no

K-2016: Potencial para reciclagem de plásticos continua enorme

03/06/2016

k2016Tecnologicamente, a reciclagem de plásticos não é mais um problema hoje em dia. A reciclagem do refugo gerado dentro das fábricas já se tornou uma prática estabelecida em toda a indústria. Para os transformadores de plásticos que trabalham com matérias-primas “puras”, a fábrica “sem resíduos” tem se tornado lugar comum. E para os resíduos pós-consumo, há cada vez mais estratégias maduras de reutilização, permitindo que o regranulado produzido com eles substitua o material virgem, sem problema.

De acordo com a associação de produtores de plásticos “PlasticsEurope”, o consumo de plásticos na indústria européia como um todo chegou a 47,8 milhões de toneladas, com cerca da metade, 25,8 milhões de toneladas, sendo coletadas após o uso. A PlasticsEurope investigou as taxas de coleta nos 28 estados da União Européia mais a Noruega e a Suíça e constatou que ainda há uma forte variação entre eles.

Cerca de 125.000 toneladas de resíduos de PVC, incluindo perfis de janelas, são reciclados anualmente na Europa. O material regenerado pode ser usado sem dificuldade para a produção de artigos para o setor da construção, tais como perfis e tubos

Cerca de 125.000 toneladas de resíduos de PVC, incluindo perfis de janelas, são reciclados anualmente na Europa. O material regenerado pode ser usado sem dificuldade para a produção de artigos para o setor da construção, tais como perfis e tubos

Embora a proibição da deposição de resíduos plásticos em aterros esteja sendo anunciada em nove países, a proporção que vai para aterro em outros países é ainda muito elevada – até 70 por cento. No geral, do total de resíduos coletados na Europa, cerca de dois terços estão sendo agora reutilizados, enquanto que 30,8 por cento são depositados em aterro. Dos resíduos plásticos que são reutilizados, cerca de metade – 7,7 milhões de toneladas – é reciclada e o restante é incinerado para gerar energia.

As principais frações são as poliolefinas

Com cerca de 9,5 milhões de toneladas de PP, 8 milhões de toneladas de PEBD e PELBD e 6 milhões de toneladas de PEAD e PEMD, as poliolefinas são os plásticos mais usados na Europa, em termos quantitativos, e correspondem conjuntamente a cerca de metade do consumo total. Se estes resíduos são puros (constituídos por um único tipo de plástico), eles podem ser processados eficientemente, de modo que existem inúmeras empresas de reciclagem dedicadas à reciclagem de poliolefinas.

A situação é mais complicada quando PE e PP são misturados, uma vez que eles são muito difíceis de separar por causa da sua densidade semelhante e os processos de triagem de NIR (infravermelho próximo) são hoje estado-da-arte. No entanto, PE e PP também podem ser utilizados em conjunto para conversão em produtos de alto valor.

Para muitos produtos, tais como sacos de lixo, já se tornou comum hoje em dia usar material reciclado, o que faz sentido tanto do ponto de vista econômico como ecológico.

Para muitos produtos, tais como sacos de lixo, já se tornou comum hoje em dia usar material reciclado, o que faz sentido tanto do ponto de vista econômico como ecológico. (Foto: Polifilm / Messe Düsseldorf)

Reciclagem de PET já estabelecida, mas com espaço para expansão

A resina PET, cuja maior parte é usada para a produção de garrafas, é responsável por cerca de 7 por cento do consumo anual total de plásticos na Europa – cerca de 3,1 milhões de toneladas. No geral, os 30 países da Europa alcançam uma taxa média de coleta de 57 por cento. Em 2014, por exemplo, foram coletados 1,75 milhões de toneladas de resíduos de PET pós-consumo. No entanto, até o momento são coletadas quase que exclusivamente garrafas, geralmente em sistemas de coleta dedicados. Embora o objetivo original tenha sido devolver para a produção de garrafas os flocos de garrafa coletados, a indústria tem procurado e encontrado clientes em outras áreas. Para os fabricantes de filme / chapa, os flocos de garrafa pós consumo vem se tornando cada vez mais interessantes e em 2014 eles usaram a maior fatia – 34 por cento – dos resíduos recolhidos em seu ramo industrial. Quase 30 por cento dos flocos foram usados em aplicações de sopro, 26 por cento na indústria das fibras e o resto em fitas para embalagem e outros produtos.

“A produção do regranulado necessário para aplicações de moldagem por injeção destinadas à produção de novas garrafas para aplicações em contato ou sem contato com alimentos é baixo por causa da queda acentuada no preço do material virgem”, explica Elfriede Hell, Chefe de Tecnologia de Reciclagem na fabricante austríaca Starlinger. Ao contrário das garrafas usadas, as bandejas e filmes pós-consumo geralmente acabam sendo incinerados para a geração de energia ou até mesmo vão parar em aterros. “Mas as coisas recentemente vem mudando. Temos um bom número de clientes interessados especificamente em projetos para reciclagem de bandejas e filmes “, salienta Hell

A reciclagem de PVC atinge altas taxas de utilização

A reciclagem de PVC se desenvolveu de forma encorajadora nos últimos anos. O PVC é um material cujas notáveis propriedades mecânicas o tornaram indispensável – em especial no setor da construção, onde ele detém uma fatia de 70 por cento, mas também nos segmentos de embalagens, móveis e tecnologia médica.  O PVC reciclado é utilizado particularmente em aplicações de construção, por exemplo, em novos perfis e tubos, bem como na horticultura e agricultura.

Materiais compostos são frequentemente inadequados para a reciclagem

Enquanto os produtos pós-consumo feitos de polímeros puros prestam-se bem ao reprocessamento, a situação para os produtos compostos constituídos por duas ou mais matérias-primas é inteiramente diferente. Por isso, o Dr Michael Scriba, Diretor Gerente da mtm-plastics e membro da Plastics Recyclers Europe (PRE) , propõe que, a partir de agora, as embalagens sejam fabricadas de forma a facilitar a sua reciclagem, já que são responsáveis pela maior parte dos resíduos pós-consumo. Neste aspecto, é particularmente importante que se dispense o uso de cargas como carbonato de cálcio nas embalagens de PE e PP tanto quanto possível, que se evitem compostos de plástico-papel, que se utilize a pigmentação de forma moderada e se tenha certeza de que a densidade de todos os produtos seja bem diferente de 1 g / cm, para que a separação com base na densidade seja possível.

Ao mesmo tempo, estão sendo realizados esforços na indústria para desenvolver estratégias de reutilização de resíduos mistos. A empresa Trenntechnik Ulm GmbH está implementando uma abordagem muito interessante ao desenvolver um processo de separação química para filmes compósitos PE / PA, construindo também uma planta de produção com capacidade de 10 toneladas por dia.

A Trenntechnik Ulm GmbH instalou uma linha especificamente para a separação química de filmes compostos PA / PE em Memmingen, Alemanha. Utilizando este método e um solvente adequado, será possível também recuperar outras matérias-primas

A Trenntechnik Ulm GmbH instalou uma linha especificamente para a separação química de filmes compostos PA / PE em Memmingen, Alemanha. Utilizando este método e um solvente adequado, será possível também recuperar outras matérias-primas (Foto: Trentechnik Ulm / Messe Düsseldorf)

Resumo

Embora a reciclagem seja um tema muito discutido atualmente e também esteja bastante presente em inúmeros projetos na indústria de plásticos, os especialistas continuam afirmando que muito pouco material proveniente de resíduos plásticos é usado no lugar de material virgem, embora tanto os sistemas de coleta como a viabilidade técnica da reciclagem tenham se desenvolvido enormemente . Qualquer pessoa que queira saber mais a respeito dessas novas soluções técnicas podem fazê-lo na feira K 2016, a principal feira mundial para a indústria de plásticos e borracha, que ocorrerá de19-26 de Outubro, em Düsseldorf, na Alemanha.

 Para a garrafa de detergente fabricada com polietileno através do processo de extrusão-sopro, a Ecover Bélgica N.V., fabricante de produtos de limpeza ecológicos, utiliza resíduos de plástico recolhidos no mar por pescadores


Para a garrafa de detergente fabricada com polietileno através do processo de extrusão-sopro, a Ecover Bélgica N.V., fabricante de produtos de limpeza ecológicos, utiliza resíduos de plástico recolhidos no mar por pescadores (Foto:  Ecover / Messe Düsseldorf)

Pode-se supor, portanto, que as taxas de reciclagem irão continuar a aumentar nos próximos anos, já que há uma forte demanda por reciclados, tanto por razões ambientais como económicas. A poluição dos mares com resíduos tem colocado em evidência, internacionalmente, o tratamento irresponsável dedicado à destinação final dos resíduos, oferecendo maior força às demandas de outros consumidores para um tratamento sustentável dos recursos.

Fonte: Serviço de Imprensa – k 2016/Messe Düsseldorf

Curta nossa página no

Sidel ajuda produtor brasileiro Algar Agro a desenvolver a “garrafa PET para óleo comestível mais leve do mundo “

23/05/2016

Sidel-linha

Produtor relevante no mercado brasileiro, a Algar Agro trabalhou com a Sidel para reduzir o peso total da sua garrafa de 18 para 14 gramas – uma redução de 22%.

A garrafa foi reprojetada sem quaisquer alterações perceptíveis para o consumidor em sua aparência externa, que já é bem conhecida. No entanto, usando a experiência da Sidel em redução de peso, a Algar Agro pôde alcançar uma economia significativa no peso e na matéria-prima utilizada. Houve também um impacto substancial na minimização do custo para produzir, embalar e transportar o produto acabado, juntamente com a redução do custo total da posse (TCO) do próprio equipamento de produção.

As propostas para otimização da embalagem da garrafa foram apresentads pela Sidel, que também realizou testes de viabilidade para o novo design no seu Centro de Embalagem e Ferramentaria em Guadalajara, no México. A Sidel foi escolhida entre outras empresas concorrentes por causa de sua experiência e conhecimento, bem como pelas propostas concretas apresentadas à Algar Agro durante as discussões iniciais para reduzir o peso da garrafa. Edney Valente Lima Filho, Gerente de Projetos da Algar Agro, explicou: “Nós reunimos os melhores fornecedores da indústria e isso se refletiu nos resultados do projeto. O sucesso da Sidel foi assegurado pelo know-how demonstrado durante a negociação para propor e garantir a nova garrafa de óleo vegetal – a mais leve do mundo “!

Sidel_garrafa_algaragroCom a aquisição de duas sopradoras Sidel Matrix ™ – uma em cada unidade de produção – a Algar Agro acredita que é o primeiro produtor de óleo comestível no Brasil com injeção e sopro integrados no seu processo de produção de PET. As máquinas da Sidel foram instaladas em linhas de engarrafamento produzindo 25.000 garrafas PET de óleo vegetal por hora. A instalação é resultado de um estudo de dois anos para investigar e avaliar a viabilidade do processo de integração da produção e acondicionamento de óleos vegetais.

Sopro Modular traz benefícios

Segundo a Sidel, a sua sopradora Matrix é um sistema de moldagem por sopro modular que permite tempos muito rápidos de troca, menor impacto ambiental, maior eficiência do forno e maior tempo de atividade, tudo isso contribuindo para um menor TCO (custo total de posse). A empresa afirma que, contando com até 200 configurações possíveis, o equipamento oferece qualidade e consistência em todos eles, dando aos produtores a flexibilidade para escolher tamanhos e formas que melhor se adaptem às suas necessidades. Três tamanhos de estações de sopro tornam possível a produção de uma variedade quase ilimitada de formas distintas de garrafas para single-serve (até 750 ml), multi-serve (até 2 litros) ou família estendida de garrafas (até 3,5 litros). Especialmente concebida para reduzir a geração de refugos, a sopradora Matrix também pode automaticamente detectar e eliminar desvios no processo de fabricação da garrafa, afirma a Sidel

A Sidel opera atualmente sete Centros de Embalagem e Ferramentaria em todo o mundo: dois na China e os restantes na França, Índia, Brasil, EUA e em Guadalajara (México). Segundo a empresa, a unidade localizada na segunda maior cidade do México demonstra o foco da empresa em transferir seu conhecimento global para os produtores a nível local e, ao fazê-lo, ajuda a atender à crescente demanda neste mercado. Desde o projeto da garrafa até a engenharia da linha de produção e gerenciamento completo do ciclo de vida, os produtores precisam de soluções e serviços otimizados com maior flexibilidade, reatividade, interação e cooperação.

Óleo comestível produzidos em duas unidades

A Algar Agro é uma empresa privada de produção, processamento e comercialização de soja e seus produtos derivados. As linhas de produção de alimentos da empresa incluem óleo de soja, óleo de oliva, óleo composto, extrato de tomate e molho – alguns produzidos em parceria com outras empresas. Ela é fornecedora tanto do mercado doméstico como para exportação. As atividades da empresa para esmagamento do grão, refino e embalagem do óleo de soja estão concentradas em dois complexos industriais avançados localizados em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e em Porto Franco, no sul do Estado do Maranhão.

Fonte: Sidel

Curta nossa página no

Máquinas e soluções para termoformagem serão apresentadas pela Eletro-Forming na Interplast 2016

14/04/2016

Eletroforming-1

A Eletro-Forming (www.eletro-forming.com.br), referência em máquinas e soluções para termoformagem, apresentará, através de fotos e vídeos, as novas tecnologias no processo de termoformagem durante a Interplast.

Paulo Lakatos, sócio-gerente, adianta que será mostrada a mais rápida linha nacional de produção de pratos descartáveis que trabalha a 50 ciclos por minuto, com alta redução de consumo energético (aproximadamente 0.15 kW por kg de prato termoformado) e empacotamento automático.

Além dela, os visitantes verão a solução nacional mais automatizada (menor uso de operador) para produção de tampas com cruz com capacidade de 840 tampas por minuto e empacotamento automático. Será apresentada também a nova linha de produção de copos descartáveis em PET: mais transparentes e rígidos que os tradicionais copos industriais de PP e com possibilidade de uso de material PET Reciclado, contribuindo para o uso sustentável dos copos descartáveis no Brasil.

A Eletro-Forming já participou de outras edições da Interplast. “É a segunda feira mais importante na indústria do plástico no cenário nacional e está próxima a um enorme polo de transformação plástica do Brasil”, explica Lakatos.

A Interplast tem em média 550 marcas expositoras apresentando novidades dos mais variados setores como máquinas, equipamentos, transformadoras, ferramentarias, embalagens, matérias-primas, periféricos, design e serviços.

Realizada pelo Simpesc (Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina) e organizada pela Messe Brasil, a 9ª edição tem o apoio da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina).

Paralelamente ao evento acontecem a 3ª EuroMold Brasil – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos – o Cintec 2016 Plásticos – Congresso da Inovação Tecnológica e a Rodada de Negócios.

Serviço

Interplast 2016 – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico – http://www.interplast.com.br
EuroMold Brasil – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos – http://www.euromoldbrasil.com.br
Data: 16 a 19 de agosto de 2016
Horário: 14 às 21 horas
Local: Expoville – Joinville-SC – Brasil

Fonte: Assessoria de Imprensa – Interplast / Foto: Eletroforming

Curta nossa página no

Husky tem novo presidente

09/02/2016

Jack-TRUONG-195x300A Husky Injection Molding Systems, fornecedora global de equipamentos e serviços para moldagem por injeção, anunciou a nomeação do Dr. Jack Truong (foto) como presidente e COO da empresa a partir de 1 de Fevereiro de 2016. Dr. Truong era anteriormente o Presidente e CEO da Electrolux América do Norte e vice-Presidente Executivo da AB Electrolux Grupo.

“Este é um dia estimulante para a Husky”, disse John Galt, Chief Executive Officer da empresa canadense. “A experiência multissetorial global de Jack e a sua história de viabilizar um crescimento forte em um ambiente desafiador são atributos chave para esta função. Ao olharmos para o futuro, a já demonstrada capacidade de Jack em antecipar as tendências do mercado global será importante para apoiar nossos objetivos de crescimento a longo prazo. “

Esta nomeação soma-se ao conjunto de habilidades diversificadas da experiente equipe de liderança global da Husky. Em seu papel, Dr. Truong terá a supervisão plena das operações do dia-a-dia do negócio, além da responsabilidade de liderar a execução da estratégia e prioridades da Husky.

“Tendo passado grande parte da minha carreira no setor de produtos de consumo, estou familiarizado com o papel que a embalagem tem em influenciar as decisões de compra,” disse o Dr. Truong. “O que eu admiro na Husky e o que me excita a entrar na organização é a forte marca global da Husky e o seu compromisso com a inovação e qualidade. A Husky entende que os produtos fabricados com seus sistemas vão parar nas mãos de milhões de consumidores em todo o mundo, todos os dias. A busca por novas caminhos para produzir peças de alta qualidade, com boa relação custo-benefício e que sejam, ao mesmo tempo, atraentes e seguros para o consumidor final é uma ótima maneira de se passar os dias “.

Antes da Electrolux, Dr. Truong teve uma carreira de 22 anos de sucesso naa 3M, onde ocupou cargos de liderança nos EUA, Europa e Ásia-Pacífico. Dr. Truong tem um Ph.D. em Engenharia Química do Instituto Politécnico Rensselaer, em Troy, Nova Iorque.

A Husky Injection Molding Systems Ltd. é uma fornecedora líder global de equipamentos e serviços de moldagem por injeção para a indústria de plásticos. A empresa tem mais de 40 escritórios de vendas e serviços, dando apoio a clientes em mais de 100 países. As instalações manufatureiras da Husky estão localizadas no Canadá, Estados Unidos, Luxemburgo, Áustria, Suíça, China, Índia e República Checa.

Fonte: Husky

Curta nossa página no

Nordson instalará 16 sistemas de peletização em nova mega planta de PET na China

08/02/2016

Nordson-16CrystallCut-Systems

A Nordson Corporation fornecerá 16 de seus sistemas de peletização BKG® CrystallCut® (foto)  a uma fábrica de resina PET de mega escala, que será inaugurada este ano pela Jiangyin Chengold Packaging Materials Co., Ltd., na Província de Jiangsu, na China. O grande projeto reflete o foco intensificado em sistemas de peletização para o mercado asiático, que terá grande evidência na exposição da Nordson na Chinaplas de 2016 (Stand W2-J01).

Segundo a Nordson, o seu processo CrystallCut possibilita uma economia de energia significativa em comparação com sistemas padrão de polimerização de PET através do uso da energia térmica do polímero fundido na peletização do PET para o processo subsequente de cristalização. Na planta da Jiangyin Chengold, os sistemas CrystallCut fornecerão pellets de PET a sistemas EcoSphere™ de policondensação em estado sólido (SSP, na sigla em inglês), desenvolvidos pela firma Polymetrix AG, de Oberbüren, na Suíça, que contratou o uso das unidades de CrystallCut. O Chemtex Group, de Wilmington, NC, nos Estados Unidos, é a principal empresa contratada para toda a implantação da fábrica de resinas PET paragarrafas.

O sistema CrystallCut integra peletização submersa, secagem, filtragem de água e cristalização direta a temperaturas de até 180 °C e cristalinidade de até 40%. Na nova fábrica de PET, o sistema proverá uma temperatura de pellets ajustada ao processo para cristalização e admissão no equipamento de policondensação em estado sólido, que será fornecido pela Polymetrix.

A Nordson BKG também fornecerá 16 sistemas de condensação para a água recuperada do ar quente no processo. Esses sistemas devem oferecer uma significativa economia adicional por meio da redução no abastecimento de água.

“Na nova fábrica de mega escala a ser operada pela Jiangyin Chengold, nós prevemos que a economia de energia fornecida pelo processo CrystallCut será bastante significativa em comparação com a polimerização convencional de PET”, afirmou Ralf Simon, diretor executivo da Nordson BKG. “Como parte do sistema desenvolvido pela Polymetrix, o nosso equipamento BKG ajudará a nova fábrica a alcançar níveis de eficiência sem precedentes.”

A Jiangyin Chengold Packaging Materials Co. Ltd. faz parte do Chengxing Group (www.phosphatechina.com). A Polymetrix AG (www.polymetrix.com) é uma ex-empresa do Bühler Group. Visite . O Chemtex Group (www.chemtex.com) é uma empresa global de engenharia.

A Nordson Polymer Processing Systems  (www.nordsonpolymerprocessing.com) fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogeneizar, filtrar, medir e dar forma a plásticos e materiais de revestimento fluido. A Nordson Corporation aproveita a experiência da indústria de plásticos como um todo, obtida por meio de uma série de aquisições estratégicas, para oferecer um portfólio amplo e único das principais tecnologias do setor. A Nordson fornece uma ampla gama de produtos de precisão de fluxo fundido — desde roscas e cilindros para extrusão e molde para injeção a sistemas de filtragem, bombas e válvulas — para as matrizes de extrusão e sistemas de peletização a fim de atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros.

A Nordson Corporation fornece aos clientes recursos para vendas técnicas, serviços e reforma locais por meio de organizações de venda e fábricas regionais em mais de 30 países. Para saber mais, acesse  http://www.facebook.com/NordsonPPS.

Fonte: Martino Comm.

Curta nossa página no

Tomra Sorting desenvolve solução para produção de flakes de PET reciclado de alta pureza

02/02/2016

Tomra_AUTOSORT_b

Usando sistemas Autosort da Tomra, a ECOPlastics Recycling Ltd, reciclador líder no Reino Unido, alcançou a pureza máxima de PET reciclado e o maior nível de eficiência na classificação de plástico de qualidade alimentar atingido atualmente, relata a Tomra Sorting

A planta da ECOPlastics Recycling Ltd em Hemswell, Lincolnshire, (Reino Unido), é uma das mais avançadas da Europa e a mais importante do Reino Unido, com capacidade para processar 150 mil toneladas anuais de garrafas de plástico. A empresa faz uso intensivo de sistemas e unidades de classificação, sendo a maior parte fornecida pela TOMRA Sorting.

Mediante o uso dessa avançada tecnologia de classificação, juntamente com um enfoque ecológico e inovador dos seus processos, a ECOPlastics se consagrou como a única empresa do Reino Unido que produz flakes de PET com qualidade alimentar, sendo que os seus produtos podem ser encontrados em praticamente em todos os lugares do Reino Unido.

A planta de ECOPlastics foi inaugurada em 2010, contando com 20 unidades da TOMRA Sorting para classificar plásticos misturados provenientes de plantas de recuperação de resíduos do Reino Unido. A planta classificava plásticos por cores e tipos de polímeros, após a lavagem do PET na forma PurePET78® (flake de rPET de grau alimentício).

Flakes de PET

Flakes de PET

Depois do êxito desta primeira instalação, em finais de 2010 a ECOPlastics entrou em contato com a Tomra Sorting UK, pedindo-lhe atender a um dos seus desafios mais exigentes. A empresa precisava fornecer regularmente a um dos seus clientes grandes quantidades de flakes de PET reciclado (rPET) super lavado, com níveis de pureza notadamente superiores aos estabelecidos até então pela industria. Demandava também um alto rendimento, com uma perda mínima de material e manutenção da pureza da produção.

A partir deste desafio, estabeleceram-se as bases de uma associação que daria como resultado o desenvolvimento de uma solução pioneira em nível mundial na classificação de plásticos. De imediato, a Tomra Sorting iniciou um projeto de P&D para desenvolver a tecnologia capaz de satisfazer ao desafio de gerar uma alta produção de PET com os níveis máximos de pureza. O objetivo era conseguir um sistema que permitisse a classificação de flakes de PET por material e por cor, simultaneamente, oferecendo um PET de referência com uma alta qualidade e pureza (medidas em partes por milhão em vez de usar percentagens).

Os engenheiros da Tomra Sorting trabalharam com a ECOPlastics durante um ano para melhorar o sistema Autosort [flake] da Tomra para alcançar esse objetivo. Brian Gist, engenheiro de vendas da Tomra Sorting, explicou: “Muitas empresas do setor afirmavam que era impossível alcançar os níveis de pureza requisitados pela ECOPlastics, mas nós assumimos diretamente este desafio. Redesenhamos o software e os componentes, para além de dedicar um bom número de pessoas a analisar todos os detalhes deste desafio para conseguir tornar possível o impossível”.

Assim, em outubro de 2011, a ECOPlastics realizou o pedido de 5 sistemas Autosort [flake], que oferecem uma capacidade de classificação de flakes de até 2mm, mantendo ao mesmo tempo altos níveis de pureza e minimizando a perda. Os sistemas Autosort [flake] integraram-se facilmente na planta de Hemswell, posicionados depois do material identificado, triturado e lavado. Após esses processos, os flakes lavados são classificados por tamanho antes que o Autosort [flake] elimine suas impurezas. O sistema baseia-se na tecnologia VIS (espectrometría visual) da Tomra Sorting, usado em aplicações padrão de classificação em todo o mundo.

“Tivemos que fazer uma grande mudança na escala de medida da pureza, passando de medir em percentagem para medir em partes por milhão (pmm), mas assumimos o desafio e estamos muito satisfeitos com os resultados e com o novo grau que se estabeleceu a nível mundial”, afirmou Gist. Este desenvolvimento ajudou a ECOPlastics a fornecer os seus próprios equipamentos de extrusão e fornecer também, a todos os seus clientes de flakes de PET, o material de melhor qualidade disponível no mercado atualmente, afirma a Tomra. Até então, a indústria não era capaz de classificar flakes de PET atingindo este alto grau de qualidade e pureza, afirma a empresa.

Brian Gist conclui afirmando: “A ECOPlastics sabia claramente o que pretendia alcançar e nós oferecemos todo o apoio durante o processo. Este é um extraordinário exemplo de trabalho conjunto de duas empresas para conseguir resultados excepcionais”.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 40 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972 e contando atualmente com faturamento de cerca de 550 milhões de euros e mais de 2.400 funcionários.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

Curta nossa página no

Sistema de peletização e cristalização da Nordson conserva energia e aumenta produtividade na produção de resinas PET

21/12/2015

Nordson_logoA Nordson Corporation publicou um novo vídeo que mostra como a filtragem de material fundido e as tecnologias de peletização da Nordson conservam energia e melhoram a produtividade de 600 toneladas diárias de resinas PET fabricadas na planta da Lotte Chemical UK Ltd, na Inglaterra.

Comissionada no final de 2014, a fábrica inglesa de escala mundial na Lotte Chemical’s Redcar inclui três unidades de peletização/cristalização com base no processo BKG® CrystallCut™ da Nordson, que economiza energia retendo calor do polímero fundido e usando-o para cristalização. A instalação também inclui um trocador de filtro Kreyenborg™ POLY da Nordson, cuja operação de troca rápida possibilita a substituição dos filtros sem interrupção da produção.

Convencionalmente, os pellets de PET são resfriados após a peletização e, em seguida, reaquecidos para a cristalização. O vídeo mostra como o processo CrystallCut elimina o resfriamento, transportando rapidamente os peletes da superfície da matriz por meio de água quente e diretamente até uma secadora centrífuga. Os peletes saem da secadora a uma temperatura de 140 a 150 °C e são uniformemente cristalizados.

“Para uma fábrica de PET moderna e de escala mundial, operando ininterruptamente 24 horas por dia, 7 dias por semana, estimamos que o sistema CrystallCut possa trazer uma economia de milhões de euros por ano em custos com energia, combinando peletização e cristalização em um único processo integrado, sem a fase de resfriamento.” afirmou Ralf Simon, Diretor executivo da Nordson BKG. “E, como o calor retido faz com que os pellets sejam cristalizados de dentro para fora, o resultado é uma estrutura cristalina aprimorada que exige menos energia para a nova fusão.”

O novo vídeo também inclui uma animação mostrando como os pacotes de filtros são substituídos no sistema de filtragem de material fundido Kreyenborg POLY. Há quatro pares de pacotes de filtros, montados em dois pistões móveis, com dois pares posicionados lado a lado em cada pistão. Quando um par é removido do processo para substituição dos filtros, a filtragem continua nos outros três.

“O trocador de filtros POLY é de fácil operação e permite substituir os pacotes de filtros sem interrupção do sistema,” afirmou Sven Conrad, diretor de negócios de filtragem de material fundido. “O sistema tem alta capacidade para fornecer filtragem eficiente em operações de polimerização de grande volume.”

O vídeo (em inglês) pode ser acessado neste link: http://www.nordson.com/en/divisions/polymer-processing-systems/products/pelletizers/crystallcut

A Nordson Polymer Processing Systems fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogeneizar, filtrar, medir e dar forma a plásticos e materiais de revestimento fluido. A Nordson fornece uma ampla gama de produtos de precisão de fluxo fundido — desde roscas e cilindros para extrusão e molde para injeção a sistemas de filtragem, bombas e válvulas — para as matrizes de extrusão e sistemas de peletização a fim de atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros. Fundada em 1954 e com sede em Westlake, Ohio, EUA, a Nordson tem operações e escritórios de suporte em mais de 30 países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Nordson / Martino Comm.

Curta nossa página no

Tomra Sorting Recycling lança equipamento de nova geração para separação de flakes

17/12/2015

TOMRA-AUTOSORT-FLAKEA Tomra Sorting Recycling (www.tomra.com/recycling) apresentou ao mercado no dia 7 de dezembro o seu novo Autosort Flake, com capacidade para classificação tripla simultânea. O lançamento do produto foi originalmente planejado para acontecer na Conferência de Reciclagem de Plásticos em Bruxelas, nos dias 25 e 26 de novembro de 2015. No entanto o seu lançamento foi transferido para ocorrer via Internet (www.upgrade-your-flake.com) depois do cancelamento do evento. Anunciando uma nova era de alta-precisão na classificação, o Autosort Flake combina detecção de cores e maior informação relevante para maximizar a recuperação de produtos recicláveis de alta qualidade que os mercados exigentes demandam cada vez mais.

Lançado em um momento em que o mercado do plástico rPET (politereftalato de etileno reciclado) está mudando inexoravelmente, buscando taxas de saída de um produto premium de alto grau de qualidade, o lançamento do Autosort Flake reitera o pioneirismo da Tomra Sorting. O seu lançamento digital oferece à indústria de reciclagem a análise com precisão e a triagem dos flakes de PET por critério de cor e de material ao mesmo tempo. Segundo a Tomra, a tecnologia inovadora dessa nova geração do Autosort Flake também detecta metais e o seu processamento duplo oferece aos clientes um melhor rendimento no processamento do material juntamente com uma saída de alta vazão constante, tudo a partir de uma única máquina.

Na sua declaração de lançamento, Valerio Sama, gerente de produto Reciclagem da Tomra Sorting disse: “Em comparação com a nossa primeira geração de separação de flakes apresentado em 2010, a nova geração é capaz de fazer a separação equivalente a duas unidades independentes e com um grau muito maior de precisão, reduzindo assim a perda de material de boa qualidade. O mais recente avanço é um exemplo claro de parceria com os nossos clientes para desenvolver ótimos resultados. O nosso novo Autosort Flake combina uma configuração mecânica comprovada em campo com a nossa experiência interna em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para criar mais um marco na indústria. Como resultado, a Tomra Sorting Recylcling pode oferecer uma solução completa de garrafa para flake visando aumento de valor agregado do plástico.”

Descrevendo os benefícios econômicos inerentes, ele acrescentou: “Os separadores da Tomra baseados em sensores podem criar valor em várias etapas do processo da reciclagem de plásticos. Dependendo das necessidades e da demanda, também é possível combinar diferentes tipos de equipamentos Tomra para atingir ainda melhores resultados. O Autosort e o Autosort Flake, combinados, fornecem o mais alto – e mais consistente – rendimento para a indústria”.

Detalhando as vantagens do ponto de vista do cliente, David Bourge, Gerente da Planta da Suez Regene Atlantique, disse: “Graças à parceria com a Tomra, nós conseguimos otimizar as nossas operações de reciclagem de PET. Combinando o Autosort (classificador de garrafas) com a Autosort Flake (classificador de flake), nós aumentamos a nossa capacidade com produtos de alta qualidade em 200%, resultando em receitas consideravelmente maiores – sendo que através do computador central somos capazes de monitorar, controlar e melhorar a nossa produção em tempo real. Em cada etapa de processo, a decisão de investimento gerou em retorno muito rápido”.

tomra_autoflalke

Tal como acontece no equipamento Autosort, o novo Autosort Flake da Tomra conta com a patente tecnológica FLYING BEAM®, combinada com o novo desenvolvimento do módulo ótico FOURLINE 2 mm, que é atualmente a mais alta resolução NIR disponível no mercado de equipamentos por sensor, segundo a Tomra. A empresa afirma que este recurso inovador oferece aos clientes calibração contínua para evitar erros que podem levar a períodos de inatividade, proporcionando assim uma estabilidade única no mercado. Desta forma, contribui para uma baixa necessidade de manutenção e baixo consumo de energia, demonstrando que se podem proteger os recursos naturais ao mesmo tempo que se reduzem os custos operacionais.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 40 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelhos próximos para aplicações de separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling é precursora na indústria dedicada à recuperação de frações de elevada pureza a partir de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 550 milhões de euros e emprega mais de 2.400 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

Curta nossa página no

PETtalk apresentará novidades para a Indústria de PET em Recife

20/10/2015

pettalk_ne_pressA Abipet – Associação Brasileira da Industria do PET – está organizando a terceira edição do PETtalk, evento que se consolidou como o maior e mais importante encontro da indústria de embalagens PET.

Desta vez, o seminário acontecerá em Pernambuco. “O desenvolvimento dos últimos anos naquela região atraiu significativos investimentos, tanto de transformadores como de fabricantes de resina PET, gerando capacidade produtiva de altíssima escala”, diz Auri Marçon, Diretor Executivo da Abipet.

Entre os palestrantes, estarão os principais fornecedores de tecnologia em equipamentos e insumos para fabricação de embalagens de PET, tais como: Bühler, Colormatrix, Gneuss,Husky, Krones, Piovan, Polymetrix, além dos fabricantes de resinas PET M&G e Petroquímica Suape. Cases de aplicação das embalagens de PET serão apresentados pela fabricante de água mineral Lindoya Verão.

Serão também divulgados dados do mercado pela Datamark e uma visão atualizada sobre a Reciclagem de PET e a Politica Nacional de Resíduos Sólidos

O PETtalk NE acontece a partir das 14h30 do dia 04 de novembro, no Centro de Convenções de Pernambuco. A programação do evento está disponível no site http://www.pettalk.org.br, onde também são feitas as inscrições (valor = R$ 300,00)

Mais informações podem ser obtidas através do e-mail: pettalk@pettalk.org.br ou pelo telefone: (11) 3078-1688

Fonte: Abipet

Curta nossa página no

Grupo ZKW e DSM desenvolvem novo módulo leve de iluminação LED para o Audi Q7

22/09/2015

A Royal DSM anunciou o uso de um novo grade de PET (Arnite® XL-T) no novo Audi Q7 em uma aplicação de faróis de automóveis que pode resistir a cargas térmicas extremas.

DSM-Arnite

Os faróis são uma característica distintiva-chave para a identidade de um carro e, atualmente, a iluminação LED, com as suas excelentes características de desempenho, é a vanguarda do design do farol automotivo. Eles também são um item essencial de segurança e devem ter um desempenho de acordo com os mais altos padrões internacionais. Os sistemas de iluminação LED, HID e halogéna, muitas vezes combinados em um único conjunto de farol, oferecem excelente desempenho, mas também colocam mais restrições sobre o uso de materiais e design. A luz solar irradiada nas múltiplas lentes de LED / HID cria aumentos de cargas térmicas localizadas superiores a 235 ° C.

Altas cargas de irradiação solar podem causar distorções térmicas e liberação de gases tanto de componentes funcionais como estéticos. Para superar isso, especialidades caras de polímeros de alto desempenho podem ser utilizadas ou, alternativamente, a proteção térmica pode ser obtida por escudos de metal que, todavia, adicionam peso e custos, além de restringir parâmetros de projeto.

Os componentes na montagem do farol podem sofrer degaseificação, tornar-se distorcidos, danificados ou podem até fundir sob tais condições severas. Componentes estéticos da guarnição também aumentam o desafio de desempenho, ao precisar atender às exigências de design para uma aparência superficial rigorosa nas cores preto ou cinza escuro, o que aumenta o problema resultante da carga térmica solar.

Segundo a DSM, o desempenho superior do seu poliéster Arnite XL-T, com uma temperatura de deflexão térmica (HDT) de 250° C, baixa liberação de gases e excelente acabamento superficial texturizado em cores escuras, atendem às exigências do designer e ampliam a liberdade na construção dos módulos de farol automotivo LED/HID.

A DSM afirma que o Arnite tem sido utilizado com sucesso por muitos anos na iluminação e em muitas outras aplicações automotivas elétricas e eletrônicas que exigem alto desempenho térmico e características de baixa degaseificação. Através de extensa experiência e compreensão das aplicações, a DSM desenvolveu tecnologia proprietária que ampliou a condutividade térmica do Arnite XL-T para superar outros termoplásticos de alta resistência ao calor, tais como a Polietersulfona (PES), Polieterimidas (PEI) e Poliftalamidas (PPA), sem o preço desses materiais ou outros problemas como o processamento crítico e a absorção de água. Um dos principais benefícios do Arnite XL-T, segundo a DSM, é o seu ótimo acabamento superficial quando texturizado, mesmo em moldagens com reforços de fibra de vidro.

Sylvana Wetscher, do Grupo ZKW, um fornecedor global de sistemas de iluminação para automóveis sediado base em Wieselburg, na Áustria, disse: “Inovação é a nossa base e nós fundamentamos a nossa reputação nos avanços pioneiros que continuamos a fazer em sistemas de farol automotivo. O Arnite XL-T nos permite projetar módulos de iluminação LED que atendem a todos os critérios de projeto estabelecidos por nossos clientes OEM, os quais tem reconhecido as vantagens que ele oferece para resolver o problema da carga térmica resultante da irradiação solar. Juntamente com o nosso parceiro DSM, temos conseguido o objetivo final de atender aos requisitos funcionais do módulo do farol, bem como de superar os problemas de distorção térmica e liberação de gases, sem redesenhos complexos e dispendiosos para insertos de metal ou escudos térmicos adicionais. Isto manteve o peso total em um valor mínimo, o que contribui para melhorar a economia de combustível e reduzir a pegada de carbono dos veículos. ”

Fonte: DSM

Curta nossa página no

CNP Reciclagem incorpora tecnologia de separação por sensores da Tomra Sorting

19/08/2015

A CNP Reciclagem aumentou sua capacidade de produção com a instalação de um separador ótico TITECH autosort 4 em sua linha de tratamento

Tomra_CNPA CNP é uma empresa de reciclagem de PET relativamente recente e com forte compromisso ambiental. Situada em Itupeva, município do estado de São Paulo, a empresa começou a funcionar em 2007 e, desde então, vem crescendo e incorporando novos sócios e colaboradores. O produto principal da CNP é o flake produzido a partir de garrafas e garrafões de PET, incolores, verdes e cor de laranja.

Os processos e as instalações da fábrica foram concebidos cumprindo exigências ambientais e procurando sempre obter a maior qualidade do produto e a máxima eficiência na produção. Por isso, em finais de 2014, a empresa modernizou sua técnica de processamento de PET integrando, em sua linha de tratamento, um separador ótico  TITECH autosort 4 (foto), da TOMRA Sorting.

“Conhecemos esta tecnologia através de uma empresa parceira, depois procuramos entre diversos fornecedores e feiras e, finalmente, optamos pela TOMRA Sorting. Desde o primeiro momento conseguimos melhorar significativamente nossos indicadores de qualidade relativos à separação e, depois de alguns ajustes de programação, conseguimos otimizar ainda mais esses resultados”, afirma Renato Bechelli, gerente da CNP. “A principal vantagem deste equipamento é a estabilidade dos processos e foi também graças a isso que conseguimos melhorar os nossos índices de qualidade, no que se refere a contaminantes. “, assegura.

O equipamento escolhido combina um sistema duplo de sensores [NIR1-VIS], que informa sobre a cor (VIS) e o espectro de infravermelho próximo (NIR1). Desta forma, é possível separar ao mesmo tempo por cor e por tipo de material, com rapidez, precisão e eficácia, segundo a TOMRA Sorting. O resultado é, afirma a empresa, uma fração de PET com alta pureza (< 50 ppm) e perda de material muito reduzida, o que permite alcançar até mesmo a qualidade alimentícia necessária para transformar garrafas novamente em garrafas fechando, assim, o ciclo da reutilização.

De acordo com a TOMRA Sorting, enquanto a tecnologia padrão não permite alcançar, de uma só vez, pureza e rendimento, com o TITECH autosort 4 é possível identificar, para separação, de modo muito seguro e rápido, grandes quantidades de pequenas partículas de apenas 2 milímetros, bem como garrafas e objetos maiores. Além disso, afirma a empresa, o  TITECH autosort 4 é um equipamento potente, confiável e robusto, de manutenção fácil e espaçada, sem interrupções. É energeticamente eficiente e incorpora a tecnologia FLYING BEAM®, portanto não requer uma fonte de luz externa para o seu funcionamento. Tudo isto aumenta a rentabilidade e reduz o tempo de amortização, assegura a fabricante do equipamento.

Segundo Bechelli, “a adaptação do pessoal ao manuseio das máquinas foi totalmente descomplicada, por dois motivos principalmente. Em primeiro lugar, por ser uma máquina robusta e bastante fácil de usar; em segundo lugar, porque a assistência técnica recebida na montagem e instalação foi muito boa. De fato, ajudou muito poder contar com um técnico local”.

“Até o momento, a manutenção limitou-se a limpezas programadas e a algumas pequenas substituições; todas as peças sobresselentes estavam disponíveis no Brasil e não implicaram em interrupção da atividade. Em destaque está a boa sintonia entre a CNP e a TOMRA Sorting, tanto na gestão comercial quanto no desenvolvimento técnico do projeto”, conclui Renato Bechelli.

Como foi feita a otimização do processo

Antes da remodelação, o processo seguia a seguinte sequência: alimentação da linha com as garrafas, seguida da peneira rotativa para a extração de tampas, pedras e terra e, depois, a separação manual para retirada de todos os poluentes. Depois, o material passava por uma máquina para remoção das rótulos e seguia para o moinho onde, finalmente, era feita a lavagem do flake, obtendo-se o produto final. O TITECH autosort 4 foi instalado entre a máquina de remoção das rótulos e o moinho, soprando o material bom. Desta forma, agora há duas pessoas que separam o material antes da máquina, uma no controle manual após a máquina e outra separando o material rejeitado por cores.

Ainda que a fábrica possa aumentar em cerca de 30% sua capacidade, no momento está processando o mesmo volume de material. Assim, a fábrica ainda processa 800 kg/h, mas com o autosort sua capacidade adquire um potencial de até 1,5 ton/h. Uma particularidade deste projeto foi o fato de ter sido fornecido um equipamento com o bloco de válvulas preparado para trabalhar em ambientes com alta umidade. Com isso, a durabilidade das válvulas é muito maior e as tarefas de manutenção da máquina são, também, facilitadas.

A TOMRA Sorting está no Brasil desde 2011, por meio de sua filial. A TOMRA Sorting Recycling, anteriormente TITECH, concebe e fabrica tecnologias para a separação baseada em sensores para a indústira da reciclagem e da gestão de resíduos. Conta com mais de 4400 sistemas instalados em 40 países no mundo inteiro. É de propriedade da empresa norueguesa TOMRA Systems ASA que está cotada na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a TOMRA Systems ASA tem uma faturamento de cerca de 550 milhões de euros e emprega mais de 2400 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – TOMRA Systems

Curta nossa página no

Nissei ASB expõe tecnologia para processamento de PET na Plastech Brasil 2015

06/08/2015

NisseiASBReunindo uma injetora e uma máquina sopradora, a Nissei ASB desenvolveu a tecnologia de um estágio – ou seja, injeção, estiramento e sopro em um único equipamento. Trabalhando com o PET e investindo forte em pesquisa e desenvolvimento, a empresa apresentou há 25 anos as primeiras garrafas, frascos e potes que partiam de uma pré-forma injetada e depois, na fase de estiramento e sopro, chegavam ao seu design final, em um vasilhame que oferecia muitas vantagens. Após todos estes anos, a Nissei ASB investiu em pesquisa e desenvolveu sistemas de injeção, estiramento e sopro integrados, que produziram embalagens inovadoras, hoje encontradas em todo o mundo.

“Se considerarmos que cada sistema equivale a uma injetora e uma sopradora, teremos mais de 7 mil máquinas instaladas”, estima o diretor da Nissei ASB Sudamérica, Nick Saito.

O sistema de injeção, estiramento e sopro integrado da Nissei ASB é produzido de maneira que a injetora, o molde de injeção, a sopradora e o molde de sopro são ajustados para produzir embalagens PET que atendam às exigências e propriedades de cada tipo de produto a ser envasado.

No total, a empresa possui mais de 12 mil projetos de moldes de injeção e de sopro. Saito explica que, para cada tipo de produto – alimento, bebida, farmacêutico, cosmético ou químico, por exemplo – a Nissei ASB já testou tipos de gargalos, de roscas para tampa, top load, fill point, densidade do produto a ser envasado, etc.

“Enfim, mantemos um amplo arquivo de registros acumulados em vários anos de experiência que permite oferecer a melhor opção para atender ao mercado”, arremata  o executivo.

Segundo a empresa, uma unidade de produção que utiliza o sistema de injeção, estiramento e sopro integrado da Nissei ASB não necessita de grandes espaços, tem baixo consumo de energia elétrica, é facil de operar, não desperdiça matéria prima e representa um investimento de retorno garantido.

A subsidiária da Nissei ASB para a América do Sul está instalada em São Paulo, onde dispõe de centro técnico, show-room, serviços de atendimento ao cliente e estoque de peças de reposição, além de prestar assessoria na análise, desenvolvimento e execução de projetos em PET. Em escala mundial, a companhia está presente em 75 países.

Fonte: Nissei ASB / Assessoria Plastech Brasil

Curta nossa página no

Cardiologista de São Paulo cria boneco de material reciclado para treinamento de Ressuscitação Cardiopulmonar

05/06/2015
  • Garrafas PET ajudam a salvar vidas
  • Ação educacional treina crianças da rede pública de São Paulo
Boneco pronto para treinamento

Boneco “Guizinho” pronto para treinamento

Mais de 500 toneladas de garrafas PET são produzidas anualmente no Brasil e, a despeito de avanços na gestão de resíduos sólidos e logística reversa, uma parte desse material ainda não é encaminhada para reuso e/ou reciclagem.

Agora, graças a uma “ideia iluminada” do médico cardiologista Agnaldo Pispico, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), garrafas PET usadas poderão ter uma destinação mais nobre, servindo como matéria-prima na confecção de bonecos para treinamento de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).

Pispico percebeu que uma garrafa PET cheia de ar e bem tampada tem a pressão idêntica à do tórax humano. A partir dessa constatação, ele criou um protótipo de boneco em que a garrafa PET é posicionada centralmente e colocada dentro de uma camiseta usada, com as extremidades grampeadas e preenchida com vários tipos de resíduos – flocos de isopor ou jornal velho, por exemplo.

Barato e eficiente

Batizado de “Guizinho”, o boneco de PET tem custo próximo de zero e propiciou a implantação de um amplo programa de treinamento em RCP nas escolas da rede pública estadual paulista. O projeto congrega, além da própria SOCESP, também o Corpo de Bombeiros e a Secretaria de Educação do Estado.

O trabalho das escolas tem uma abordagem multidisciplinar: em Educação Artística, a garotada solta a criatividade e confecciona  “Guizinhos” customizados; em Ciências, os alunos aprendem sobre o funcionamento do coração; em Língua Portuguesa, são estimuladas a descrever seu aprendizado e a comentar os fatores  de risco para as cardiopatias. O resultado é um forte engajamento das crianças e dos jovens na replicação da técnica de ressuscitação cardiopulmonar.

Link para a página do Programa de Treinamento: www.socesp2015.com.br/treinamentoemmassa

Fonte: Assessoria de Imprensa – SOCESP / Foto: Arquivo SOCESP

Curta nossa página no