Archive for the ‘Oil & Gas’ Category

Evonik participa da Rio Oil & Gas 2018

21/08/2018

Empresa focaliza networking e consolidação da marca junto a seus produtos e soluções

A Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, participará de mais uma edição da Rio Oil & Gas Expo and Conference, maior evento do setor da América Latina, que será realizada de 24 a 27 de setembro, no Riocentro – Centro de Convenções do Rio de Janeiro (RJ).

O objetivo da empresa é divulgar as marcas Vestamid NRG® e Vestakeep®, demonstrando aos visitantes da feira como os polímeros podem ser aplicados no mercado de óleo e gás (O&G), com mais eficiência e vantagens em relação a outros materiais. Ao mesmo tempo, o evento será uma oportunidade para a Evonik se aproximar dos seus clientes e captar demandas atuais e futuras.

“Buscamos alavancar os produtos e as competências essenciais da empresa para ajudar a indústria de petróleo e gás a aumentar a produção e reduzir seus custos, mantendo operações seguras e sustentáveis. Nosso foco está nas empresas de serviço e fornecimento de petróleo”, diz Camila Farias, Coordenadora de Negócios Oil & Gás, da Evonik.

No estande serão apresentadas amostras de produtos finais, como secções de tubos flexíveis, umbilicais, tubos de aço contendo “liner” polimérico e tubulações revestidas com os polímeros. “Desta forma, conseguiremos aproximar a Evonik dos visitantes, mostrando as diversas aplicações dos nossos materiais para este setor”, esclarece Camila.

Soluções em destaque

Uma das soluções a serem apresentadas na feira é a membrana Sepuran® NG, uma opção inovadora no mercado de separação e processamento de gás natural. Trata-se de uma membrana de fibra oca especialmente robusta, baseada em um polímero de alto desempenho, que pode resistir a pressões e temperaturas extremas. Esse material plástico permite a separação seletiva de gases ácidos do gás natural.

Outro destaque é a parceria da Evonik com a Airborne Oil & Gas (AOG) para a produção de tubos compósitos termoplásticos, destinados a uma variedade de aplicações no setor. Os tubos compósitos termoplásticos da AOG dispensam totalmente o aço e, portanto, não são suscetíveis à corrosão. Eles têm estabilidade mecânica alta, mas também são flexíveis. Além disso, os tubos AOG são leves e podem ser fabricados em comprimentos de até 10 km, podendo ser instalados de forma simples e econômica.

Mais um desenvolvimento da empresa voltado a aplicações que requerem exigências químicas, mecânicas e térmicas extremamente elevadas, como as do mercado offshore, é o poliéter-éter-cetona (PEEK) Vestakeep®. Mais leve do que o aço é indicado principalmente para a produção de anéis de vedação, válvulas e peças de compressão.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Grupo Solvay avança no setor de petróleo & gás e faz o lançamento mundial de polímero especial resistente a 150º C para aplicações em risers e mangueiras umbilicais

25/10/2016

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Empresa mostra amplo portfólio de soluções para o setor de petróleo e gás

Um polímero especial da linha Solef ® PVDF, com resistência inédita a temperaturas de até 150º C, é a principal novidade do Grupo Solvay na Rio Oil&Gas 2016 (de 24 a 27 de outubro, no Centro de Convenções do Riocentro – RJ). O produto, usado como camada de barreira em linhas flexíveis (risers) e mangueiras umbilicais, representa um grande avanço tecnológico no setor de extração de petróleo, uma vez que a temperatura máxima suportada por polímeros tradicionalmente na indústria do setor é de até 130º C.

O produto, que já está em processo de validação e homologação junto aos produtores de petróleo e gás, fornece aos risers e umbilicais, a necessária resistência térmica, mecânica e química, além de baixa permeabilidade, que são propriedades fundamentais para aplicação nessa indústria. O Solef® PVDF também pode ser empregado em revestimentos internos e externos, fios e cabos.

Portfólio variado e inovador

Além do novo polímero especial e do amplo portfólio de produtos da unidade de negócios Specialty Polymers, o Grupo Solvay apresenta uma série de soluções para o setor, fornecidas por outras cinco unidades de negócios.

Para o mercado de petróleo e gás, a empresa oferece centenas de linhas de produtos e milhares de formulações que atendem as especificações técnicas durante todas as etapas de exploração e produção de petróleo, estimulação de poços, transporte e refino.

“Nosso objetivo é reforçar a presença da Solvay como provedora de soluções integradas para a indústria de petróleo e gás”, diz Neville Camargo, gerente de marketing da Solvay Specialty Polymers e coordenador do Grupo Transversal de Oil&Gas da Solvay na América Latina.

Entre os destaques da empresa está a tecnologia PROBAN®, desenvolvida pela unidade de negócios Technology Solutions e que confere propriedade retardante a chamas para aplicação em tecidos de algodão e algodão misto, na confecção de soluções seguras em EPI´S têxteis.

Os uniformes profissionais fabricados a partir de tecidos PROBAN® oferecem conforto, proteção duradoura, segurança e tranquilidade aos usuários. A empresa exibirá em seu estande pela primeira vez um uniforme criado com essa tecnologia destinado aos profissionais do setor de petróleo e gás.

A unidade de negócios Poliamida & Intermediários apresenta a linha Rhodiamine™, que oferece, dentre diversos produtos e aplicações, soluções para melhorar o desempenho do campo petrolífero e aumentar a eficiência do processo de perfuração. Essa linha de produtos conta com tecnologia eficaz para a inibição do inchamento da argila que entra em contato com os fluidos, solucionando problemas enfrentados pela indústria de perfuração na construção de poços de petróleo e gás.

A unidade de negócios Novecare desenvolve surfactantes especiais, polímeros naturais e solventes “verdes” para as principais empresas de petróleo. São produtos e tecnologias inovadores para extração de petróleo e gás, de modo mais competitivo e sustentável, com um avançado gerenciamento de água. Com a aquisição e recente integração da empresa norte-americana Chemlogics, o Grupo Solvay ampliou significativamente sua oferta de tecnologias em redutores de fricção, não emulsificantes e tecnologias naturais de extração.

Com um amplo portfólio de solventes oxigenados, a unidade global Coatis vem ampliando soluções para o mercado de Oil & Gas, principalmente com a nova linha de solventes sustentáveis Augeo® – de alto poder de solubilização, melhor perfil de SSMA (Segurança, Saúde Ocupacional e Meio Ambiente) e de flamabilidade, sendo a melhor alternativa de fonte renovável aos glicóis atualmente utilizados neste mercado. A Coatis oferece também o Solsys, que é uma solução de solubilização com tecnologia Solvay.

Já a Peróxidos do Brasil, joint venture do grupo Solvay com a PQM (Produtos Químicos Makay), marca presença com sua linha de peróxidos de hidrogênio, cálcio, magnésio e ácido peracético, que também são utilizados na fase de extração de petróleo e gás e estimulação de poços, além de tratamento de água e efluentes derivados da produção de petróleo offshore e do processamento onshore.

Ambição de crescimento

A meta do Grupo Solvay é dobrar sua participação em vendas para o setor no próximo triênio na região da América Latina. O mercado projeta uma recuperação para o setor de petróleo e gás, além de haver potencial no pré-sal, que já está atraindo novos investidores.

“Nossa expectativa é que novas oportunidades deverão ser mais evidentes principalmente após a aprovação da não obrigatoriedade de 30% de participação da estatal brasileira na exploração do pré-sal”, afirma Neville Camargo, gerente de marketing da Solvay Specialty Polymers e coordenador do Grupo Transversal de Oil&Gas da Solvay na América Latina.

Para o suporte técnico-científico do desenvolvimento dos negócios voltados ao setor de petróleo e gás, o Grupo Solvay conta com um grande centro de pesquisas e inovações instalado em Paulínia (SP), que atua em rede com os demais 20 centros de pesquisas mundiais da empresa.

No local, a empresa implantou recentemente um laboratório de desenvolvimento de aplicações específicas para petróleo e gás, além de um laboratório de biotecnologia industrial, cuja missão é pesquisar novas moléculas a partir de biomassa vegetal e sua transformação em produtos para os diversos mercados de atuação da Solvay.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Evonik investe em empresa fabricante de tubulações de compósitos termoplásticos para produção de petróleo e gás offshore

03/11/2015

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  • Investimento direto em empresa holandesa por intermédio do braço de venture capital da Evonik
  • Tubulações não corrosivas feitas de compósitos termoplásticos para o setor de petróleo & gás offshore
  • Ampliação da expertise da Evonik para a indústria de petróleo & gás

Por meio de seu braço de venture capital, a Evonik investiu na empresa Airborne Oil & Gas, sediada em Ijmuiden, Holanda. O grupo de especialidades químicas detém participação minoritária na empresa holandesa. O investimento foi realizado em conjunto com as empresas HPE Growth Capital (HPE) e a Shell Technology Ventures. As partes concordaram em não revelar o valor da transação. A Airborne Oil & Gas (AOG) domina uma tecnologia única para a produção de dutos fabricados com compósitos termoplásticos para uma variedade de aplicações no setor de petróleo e gás offshore.

A atual infraestrutura de petróleo & gás offshore consiste em dutos rígidos de aço ou nos chamados flexíveis, compostos por camadas múltiplas de aço e polímeros. Os dutos compósitos termoplásticos da AOG dispensam totalmente o aço, o que os torna imunes à corrosão. Segundo a Evonik, eles apresentam estabilidade mecânica extremamente alta, mas também são flexíveis. Como vantagem adicional, são leves e podem ser fabricados em comprimentos de até 10 km, o que significa que os dutos da AOG podem ser instalados de modo relativamente simples e econômico em custos, assegura a fabricante de polímeros. As linhas de aço rígido são soldadas umas às outras em segmentos de 10-20 metros de comprimento, usando navios de lançamento altamente especializados e são financeiramente dispendiosos.

De acordo com a Evonik, os dutos de compósito termoplástico da AOG são adequados e vantajosos em ampla variedade de aplicações offshore. Diversos operadores qualificaram os dutos da AOG para linhas de transporte offshore de petróleo & gás, nas quais os benefícios de uma instalação de baixo custo e a ausência de corrosão oferecem melhorias sem precedentes. Uma extensão considerável dos 150.000 a 200.000 km das linhas de transporte instaladas ao redor do mundo tem mais de 20 anos de idade e precisa ser substituída, o que representa um atraente ponto de entrada para a AOG.

Para a Evonik, a indústria de petróleo & gás é um atraente mercado em crescimento e um importante campo para inovações. Além disso, a empresa é líder de mercado na poliamida 12, comercializada como  VESTAMID®, marca consolidada em dutos para a produção e o transporte de petróleo e gás. “A Airborne Oil & Gas é uma excelente combinação estratégica para a Evonik”, diz   Bernhard Mohr, diretor de Venture Capital na Evonik. “A tecnologia de tubos ímpar da empresa e o portfólio de polímeros de alto desempenho da Evonik nos permitem desenvolver novas soluções para a indústria”.

“Na Evonik nós encontramos um investidor estratégico com conhecimentos abrangentes sobre plásticos para aplicação no setor de petróleo & gás”, diz Eric van der Meer, CEO da AOG. “Nós esperamos que isso nos traga um ímpeto adicional para desenvolver ainda mais o nosso negócio ”.

Excelentes propriedades mecânicas graças a fitas unidirecionais

As tubulações da AOG consistem em três camadas: Um duto polimérico interno é recoberto por um composto de fitas unidirecionais que, por sua vez, são envoltas por outro termoplástico. Polímeros como o polietileno, o polipropileno, a poliamida 12 e o PEEK podem ser usados para isso. Fitas unidirecionais são finas tiras poliméricas dotadas de fibras de reforço contínuo em alinhamento paralelo. Quando várias dessas tiras são empilhadas verticalmente em ângulos definidos e depois fundidas, o resultado é um compósito extremamente estável.

A expertise especial da AOG reside no design do material compósito e do tubo acabado, para uma variedade de aplicações: Todas as camadas são fundidas umas nas outras de modo inseparável, o que explica as extraordinárias propriedades mecânicas das tubulações, explica a Evonik. Por esse motivo, a AOG é vista como líder em inovação em tubulações de compósitos termoplásticos para aplicação no setor de petróleo & gás.

Como parte de suas atividades de venture capital, a Evonik planeja investir um total de €100 milhões em start-ups promissoras, detentoras de tecnologias inovadoras, e nos principais fundos de venture capital especializados. O foco regional se concentra na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia. Atualmente, a Evonik detém participação em diversas start-ups e em três fundos.

A Evonik, com sede na Alemanha, éum dos principais líderes mundiais em especialidades químicas. A Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2014, mais de 33.000 colaboradores geraram vendas em torno de 12,9 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 1,9 bilhão de Euros. No Brasil, a história da Evonik Industries, começou em 1953. A empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores no País e seus produtos são utilizados como matéria-prima em importantes setores industriais, como: automotivo, agroquímico, biodiesel, borracha, construção civil, cosmético, farmacêutico, nutrição animal, papel e celulose, plástico, química e tintas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Seminário sobre Compósitos Avançados em São José dos Campos aborda tecnologias e materiais

19/10/2015

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Para abrir a I Semana de Compósitos Avançados SAMPE Brasil, será realizado hoje o Seminário Fundamentos dos Compósitos Avançados

Os compósitos avançados (em inglês, ACM-advanced composite materials), materiais com alta resistência estrutural desenvolvidos para aplicações com elevada exigência tecnológica, caracterizam-se pelo uso de uma ou mais fibras de alta resistência e baixa densidade, com um sistema de resina termoplástica ou termofixa compatível. Apresentam propriedades físicas e químicas diferenciadas, que incluem baixo peso com alta rigidez, resistência no sentido da fibra de reforço, estabilidade dimensional, resistência à temperatura, fadiga aprimorada, grande resistência ao impacto, processabilidade relativamente fácil, ótima resistência à corrosão, e, em alguns casos especiais, propriedades elétricas.

Os compósitos avançados tem substituído o metal em diversas aplicações, com ênfase na aeroespacial, automotiva, transporte, defesa, petróleo e gás e esportes de alta performance.

Programação Preliminar

8h30  – Recepção
8h40 – A “Lei de Hooke” e a “Teoria da Elasticidade” de Thomas Young aplicada aos materiais Compósitos (Jorge Nasseh, Barracuda Composites)
9h30 – Novas tecnologias em agentes desmoldantes (Marcelo Bianchini, Chem-Trend)
10h00 – Pré-impregnação e manufatura de compósitos (Wilson Oricchio, Reliant-Inglaterra)
10h30 – Coffee-break
10h45 –Compósitos Termoplásticos I
11h15 – Compósitos Termoplásticos II
11h45 – Processos (AIP – Ascent Aerospace)
12h15 – Tecidos Especiais para Compósitos Avançados (Sinésio Osmar Baccan, Owens Corning)
12h45 – Ensaios Mecânicos em Materiais Compósitos (Carolina Stecca, Instron Emic)
13h15 – Almoço
14h00 – Fibra de Aramida e suas propriedades nos materiais compósitos (Ary Jean Veltmeyer, Teijin)
14h30 – Fundamentos sobre Compósitos Reforçados com fibra de carbono (Rodrigo Berardine, Toho Tenax)
15h00 – Fibra de carbono: Origem e Aplicações Práticas (Giorgio Solinas, Texiglass)
15h30 – Materiais de Núcleo avançados para estruturas sanduíches utilizadas na indústria aeroespacial: Passado, presente e futuro (Alexander Roth, Evonik)
16h00 –Encerramento e Coffee-break

Data: 19 de outubro de 2015
Local: Parque Tecnológico – São José dos Campos, SP – Brasil
Horário: das 8h30 às 18h45

Mais informações e inscrições – http://www.sampe.com.br ou consultoria@artsim.com.br
Diego Servulo – diego@artsim.com.br
Tel.: 55-11-2899-6385

Fonte: Artsim

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BASF apresentou suas inovações na Feiplastic 2013

28/05/2013

Diversas indústrias são contempladas pelas soluções de plástico da BASF

Basf_Feiplastic_320A Feiplastic, maior e mais importante feira do mercado do plástico no Brasil, teve sua 14ª edição em São Paulo, entre os dias 20 e 24 de maio deste ano. E a BASF, empresa química líder global, marcou presença para apresentar suas soluções inovadoras.

O estande da empresa contou com um design diferenciado e propiciou aos visitantes a oportunidade de interação com alguns de seus produtos que estavam aplicados e expostos.

Segmentadas por indústrias, as soluções que foram exibidas na Feiplastic 2013 estão listadas a seguir, segundo informações fornecidas pela BASF:

Construção civil

A construção civil está em crescimento no Brasil e a BASF dispõe de um portfólio de produtos de alta qualidade para atender a esse mercado.

• Elastollan®: material versátil com grande potencial inovador. Este elastômero de Poliuretano Termoplástico (TPU), é desenvolvido, fabricado e comercializado pela BASF. Pode ser moldado por injeção, extrusão ou sopro. Suas características excepcionais  aliam elasticidade e durabilidade sob as mais diversas temperaturas. É resistente à abrasão, impacto, rasgos, enroscamento, óleo, graxa, microrganismos e tem boa capacidade de recuperação elástica. Características essas necessárias para suportar as duras condições da indústria da construção. É aplicado na fabricação de mangueiras convencionais/espirais e em amortecedores de trilhos de trem. Diversos grades de Elastollan® possuem resistência aos raios UV, retardador de chama e também certificado pela NSF International para utilização em dutos de água potável.

• Ultramid® B27 HM 01: poliamida 6 produzida nos EUA especialmente desenvolvida para o recobrimento de fios e cabos elétricos, devido às suas características técnicas de estabilidade térmica, resistência mecânica, química, ao impacto e à abrasão, além de alto brilho superficial,  principalmente nos outros países da América do Sul (Chile, Colômbia, Peru, Venezuela e Equador), que requerem a aprovação UL 94.

• Styropor®: o poliestireno expansível (EPS) é um dos isolantes térmicos mais eficientes do mercado. É um produto leve, possui resiliência elevada, estabilidade dimensional, tem excelente resistência mecânica e dissipa tensões concentradas sem romper-se. Além disso, o Styropor® é compatível com diversos tipos de projetos devido à sua versatilidade de aplicação, pois é um produto de excelente uso/manuseio que proporciona velocidade em suas aplicações. O Styropor® também oferece benefícios ecológicos: não tóxico, biologicamente inerte, não sofre mutações, não contém CFC, não contribui para a formação do gás metano na atmosfera e é 100% reciclável. O Styropor® é indicado para aplicações de lajes, telhas, enchimento, sistemas construtivos, concreto leve, forros, entre outros; também atua como solução geotécnica para fundações, aterros e estabilização de solos moles, nomeada como Geofoam.

• Neopor®: além de reunir todas as características do Styropor®, o Neopor® possui micropartículas de grafite que absorvem e refletem os raios infravermelhos, prevenindo a absorção do calor causado pela radiação solar. Desta forma, o Neopor® possibilita uma performance superior em isolamento térmico de até 20% comparado ao EPS convencional, podendo gerar resultados mais positivos e proporcionando maior economia de energia e redução de até 50% na utilização de matéria-prima, sem perder as características tradicionais do Styropor®.

• Basotect®: espuma de melamina usada para aplicações de conforto acústico em diversas indústrias. Suas principais vantagens são: alto poder de absorção acústica em médias e altas frequências, baixíssima densidade, estabilidade química e elevada segurança ao fogo (não propaga chamas nem gera fumaça tóxica em caso de incêndio). Além disso, o Basotect® pode ser pintado e utilizado normalmente como um elemento funcional, acústica e esteticamente. No estande da BASF na Feiplastic deste ano, será feita uma aplicação diferenciada em uma sala de reunião, aliando conforto acústico, facilidade de aplicação e design.

Automotiva

Os plásticos especiais da BASF para a indústria automotiva garantem alto desempenho das funções que contam com sua aplicação.

• Basotect®: com as propriedades já indicadas no item “Construção civil”, essa espuma é aplicada também no setor automotivo para, por exemplo, isolar o espaço interno do veículo contra o ruído do motor.

• Elastollan®: também com as propriedades já indicadas no item “Construção civil”, o TPU da BASF contribui com o avanço da indústria automotiva com características-chave que permitem que o produto seja usado com sucesso em tudo, desde cabos ABS, porta-copos, maçanetas com “soft touch”, coifas, manoplas de câmbio, até as grades frontais do radiador.

• Neopolen® P (EPP): espuma de polipropileno, cujas pérolas expandidas são predominantemente de células fechadas. É fornecido aos transformadores na forma de pérolas soltas sem agente expansor para o seu posterior processamento em uma ampla variedade de peças moldadas, gerando peças com alto poder de absorção de impactos e extrema leveza.

• Ultradur®: linha de politereftalato de butileno (PBT) excepcional da BASF por sua alta rigidez e força, baixa absorção de água, estabilidade dimensional, resistência a intempéries e excelente comportamento ao envelhecimento térmico. Aplicado dentro da indústria automobilística em: molduras de faróis, conectores, mecanismos de elevação de vidros, entre outros.

• Ultramid®: nome comercial da BASF para a sua linha de poliamida, baseada em PA6, PA66, PA 6/66 e PA6/6T. Ultramid® se destaca por suas excelentes propriedades mecânicas – resistência ao impacto e rigidez, vantangens térmicas, elevada resistência química e a altas temperaturas de trabalho, além de fácil processabilidade. A família de poliamidas Ultramid® se caracteriza pela sua variada gama de aplicações na indústria automobilística: coletores de admissão de ar, maçanetas, pedais, sistemas de arrefecimento e ar condicionado, invólucros de airbags etc.

• Ultramid® Endure: poliamida de alta resistência para aplicações automotivas em alta temperatura. Esta nova família de poliamidas reforçadas com fibra de vidro combina uma excelente resistência ao envelhecimento ao calor com a facilidade do processamento da poliamida 6.6. O Ultramid® Endure pode resistir ao uso contínuo por mais de 3.000 horas, a 220oC, e a picos de temperatura superiores a 240oC, o que amplia a gama de aplicações da poliamida quando se necessita de resistência a altas temperaturas. Suas principais propriedades são: excelente resistência ao envelhecimento ao calor, sob carga contínua, até 220oC; elevada resistência mecânica; elevada tenacidade; excelente soldabilidade; melhores propriedades de fluxo do que uma PA 6.6 comum; excelente aspecto superficial; fácil processamento.

• Ultraform®: nome comercial da BASF para a sua linha de poliacetais (POM), a qual compreende plásticos de engenharia versáteis com uma ampla gama de propriedades capazes de resistir a elevados níveis de esforços. Suas principais características são: elevada rigidez, resiliência, estabilidade dimensional, excelente resistência a agentes químicos (em particular, agentes tipicamente utilizados na indústria automobilística), baixa absorção de água, excelente resistência ao escoamento a frio (“creep”), resistência à abrasão (características auto-lubrificantes). Na indústria automobilística, as típicas aplicações são: sistemas de injeção de combustível, engrenagens e mecanismos de elevação de vidros.

Embalagens

Alta performance é um dos itens mais valorizados pelas empresas do ramo de embalagens e os plásticos da BASF suprem perfeitamente a esse critério.

• Ultramid e Mazmid: as marcas comerciais da BASF para as poliamidas para extrusão PA6 e PA6/6.6 produzidas na Alemanha (Ultramid) e no Brasil (Mazmid) são aplicadas na produção de filmes para embalagens de alimentos frescos e processados devido à sua resistência mecânica e barreira contra oxigênio e aromas, o que aumenta a durabilidade dos produtos. As poliamidas para extrusão são normalmente aplicadas em diversos tipos de embalagens, entre elas: filmes termoformados, sacos pouches, tripas, termoencolhíveis e BOPA (poliamida bi-orientada).

• ecovio® PS1606: novo biopolímero constituído principalmente de fonte renovável, biodegradável e compostável certificado é o novo desenvolvimento para aplicação sobre papel, com excelente adesão. Proporciona adequadas barreiras a líquidos, gorduras e odores, permitindo sua aplicação em embalagens alimentícias e itens descartáveis, como copos para bebidas quentes e frias, pratos, bandejas, travessas, entre outros, que podem ser utilizados em eventos ou locais que utilizam o modelo de circuito fechado, por exemplo eventos esportivos, shows, restaurantes de aeroportos, shoppings, escolas e empresas, já que após o uso podem ser destinados à compostagem, na qual o papel revestido com ecovio® será completamente digerido por microrganismos juntamente com os resíduos orgânicos, transformando-se em adubo, água e dióxido de carbono em poucas semanas.

• ecovio® T2308: este plástico apresenta propriedades mecânicas semelhantes àquelas de PET amorfo, mas difere de material de termoformagem convencional devido à sua compostabilidade e por conta de seu alto conteúdo de fonte renovável (ácido polilático). O teor de ecoflex®, poliéster compostável da BASF, é representativo pelo fato de o material não ser demasiadamente rígido ou quebradiço, além de assegurar um equilíbrio na relação rigidez – resistência e suficiente resistência ao impacto a baixas temperaturas. Este produto pode ser utilizado na produção de bandejas e copos termoformados, por exemplo.

• ecovio IS1335: grade de moldagem por injeção que oferece boa rigidez. Ele pode ser processado utilizando moldes com uma única cavidade ou várias cavidades equipados com ou sem câmara quente. O material apresenta características de fluxo moderado e dimensionamente estável em temperaturas de até 55°C [131°F]. Esta versão é ideal para embalagens compostáveis com paredes finas, complexas e de alta qualidade, que preferencialmente devem ser produzidas por meio de moldagem por injeção.

• Styropor®: com as propriedades já abordadas no item “Construção civil”, o material é utilizado em embalagens protetoras de conteúdo, de aparelhos eletroeletrônicos e linha-branca, principalmente. Além dessas, o Styropor® também é utilizado em aplicações em caixas térmicas, flutuadores, capacetes, pranchas, sementeiras, entre outras.

• E-por®: espuma inovadora indicada para a proteção de produtos sensíveis de alto valor agregado por proporcionar maior resistência ao impacto. A utilização do E-por® permite otimizar os custos relacionados a quebras e possíveis imperfeições causadas nas peças durante o transporte e armazenamento. Trata-se de uma espuma baseada em uma formulação complexa contendo Poliestireno (PS) e Polietileno (PE) que concede à peça moldada propriedades elásticas e de maior resistência a quebra (ou impacto). A BASF fornece a matéria-prima (interpolímero expansível), sendo o material processado de maneira similar ao EPS convencional. Dessa forma, o processamento pode ser feito sem a exigência de investimento em novos equipamentos por parte dos transformadores. Suas principais vantagens são: grande capacidade de absorção de impactos, excelente fusão das pérolas, toque aveludado e aparência de alta qualidade, baixa absorção de água, bom isolamento térmico, boa resistência química, processos de armazenamento, processamento e reciclagem semelhantes aos do EPS convencional.

• Ultramid® B33/B36 SL: resina de PA6 modificada com baixa velocidade de cristalização. Estes grades combinam a performance mecânica e barreira da PA6, porém com melhorias no processamento. Estes produtos são recomendados para aplicação em embalagens tipo stand-up pouches, que apresenta crescimento consideravel no mercado da América do Sul. Outro benefício destes produtos é a substituição das comumente utilizadas misturas de PA6 e PA6/6.6, mas com a preservação das características técnicas e de processamento, reduzindo a complexidade ao convertedor.

Agricultura

De elevada importância para o mercado alimentício, a agricultura também conta com os plásticos da BASF de alta qualidade.

• ecovio® M2351: biopolímero biodegradável composto de ecoflex® e PLA (derivado do amido de milho) para extrusão de filme Mulch. É parcialmente de fonte renovável e totalmente biodegradável de acordo com a norma EN 13432. O material é utilizado para cobertura de culturas, como alface e melão, e graças à sua biodegradabilidade não há necessidade de retirá-lo após a colheita, proporcionando redução de tempo e custo de retirada.

• Elastollan®: durável o suficiente para resistir a ambientes adversos e ao uso contínuo, os produtos fabricados com o TPU da BASF utilizados na indústria agrícola oferecem alta performance de resistência ao rasgo, flexibilidade a longo prazo, flexibilidade à baixa temperatura e resistência à hidrólise. Dentre as aplicações, pode-se citar: brincos identificadores de animais, peças para máquinas agrícolas, ferraduras para cavalos e mangueiras para irrigação.

• Tinuvin® XT 200: novo estabilizante à luz do tipo NOR HALS. Permite a fabricação de filmes plásticos transparentes para estufas agrícolas com alta durabilidade às radiações ultravioletas. Este aditivo configura uma proteção duradoura frente aos defensivos agrícolas, como, por exemplo, o enxofre, que podem comprometer a estabilidade à luz do plástico.

Moda & Design

Após o sucesso do Pure 1.0, primeiro calçado conceitual feito somente em poliuretano e poliuretano termoplástico, duas novas versões foram apresentadas: Pure 1.1, que contou com inovações em matérias-primas, como a substituição da borracha por poliuretano (Elastopan® GRIPTEC e Elastollan® SUPER SOFT), e Pure 1.2 Balance, que é confeccionado com poliuretano termoplástico com até 40% de fonte renovável.

O produto desenvolvido com poliuretano é mais durável, funcional, confortável e leve do que o desenvolvido com outros materiais. O calçado é confeccionado com o TPU Elastollan® e o PU Elastopan®, para produção de componentes como solados, cabedal, chassis, entressola, peças de performance e palmilhas com controle interno de clima, entre outros.

• Elastollan®: possui excelentes propriedades físicas com uma ampla faixa de dureza disponível, desde o super soft 35 shore A / 45 shore A para as solas, até o de dureza mais elevada 60 shore D / 74 shore D para os tacos de calçados femininos.

Mineração e Óleo&Gás

O ramo de Mineração e Óleo&Gás é contemplado pelo poliuretano de alta resistência da BASF.

• Elastollan®: essa linha de produtos abrange soluções de TPU para aplicações em cabos de energia e peneiras para o segmento de mineração, além de cabos de comando (umbilicais) para a indústria de Óleo & Gás, oferecendo altíssima durabilidade e resistência mecânica na exploração de petróleo.

Pigmentos e aditivos

A linha completa de pigmentos e aditivos para plásticos da BASF, que podem executar diversas funções, como conferir cor, efeitos especiais e melhorar a qualidade de produtos, terá alguns de seus itens em destaque na feira deste ano.

• Tinuvin® XT 200: características e aplicação explicadas no item “Agricultura”.

• Tinuvin® 1600: absorvedor UV para plásticos de engenharia.

• Irgastab® RM 68: estabilizante que permite a otimização do processo de rotomoldagem, contribuindo com a redução da temperatura do forno e aumentando a flexibilidade das condições de processamento. Irgastab® RM 68 promove aos produtos de rotomoldagem, como por exemplo as caixas d’água, uma melhor qualidade e economia de energia na produção.

• Sicopal (linha de pigmentos para gerenciamento de calor)

• Pigmentos orgânicos e inorgânicos isentos de chumbo

• Antioxidantes e aditivos de alta performance

Outras

Os plásticos de alta perfomance da BASF contemplam ainda com algumas de suas soluções outras indústrias.

Pesca:  Ultramid e Mazmid: poliamidas 6 e 6/6.6 também são utilizadas na indústria de monofilamentos, especialmente na produção de fios e redes de pesca, cortadores de grama, cordas e cordéis, devido às suas caracterícas de maciez, transparência e resistência.

Telecomunicações:  Ultradur®: também amplamente aplicado na fabricação de cabos de fibras óticas, na qual é essencialmente empregado devido à sua alta resistência mecânica, tenacidade, baixa absorção de água e estabilidade dimensional.

Higiene:  Mazmid 6.10 / Mazmid 6.12: são poliamidas especiais utilizadas na produção de cerdas para escovas de dentes, pincéis, cerdas industriais e também para aplicações técnicas como o PMC (Paper Machine Clothing). Apresentam como características principais: estabilidade dimensional e alta transparência.

Elétrico & Eletrônicos: Elastollan®: por suas excelentes propriedades físicas em conjunto com boa propriedade elétrica, resistência a microrganismos e retardador de chama, é muito utilizado no encapsulamento de cabos de alta performance e seus conectores.

Fonte: BASF

Foto (créditos): Feiplastic

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Rhodia lança inovações em plásticos de engenharia e polímeros especiais na Feiplastic 2013

20/05/2013

feiplastic

  • Novidades atendem aos diversos mercados de plásticos de engenharia e polímeros especiais de alto desempenho
  • Participação conjunta das áreas de negócios de Plásticos de Engenharia e Specialty Polymers amplia o portfolio de soluções à disposição do mercado
  • Empresa conclui investimento e amplia em 15% a produção de plásticos de engenharia no Brasil
  • Technyl® completa 60 anos de inovação

A Rhodia, empresa do grupo Solvay, com o objetivo de reforçar sua liderança no mercado de compostos de poliamidas 6 e 6.6 e de polímeros especiais, está fazendo o lançamento de inovações para atender necessidades de diversos segmentos de aplicações desses produtos.

Essas novidades criadas pelas áreas globais de negócios Plásticos de Engenharia e Specialty Polymers, que serão apresentadas na Feiplastic 2013 – Feira Internacional do Plástico (de 20 a 24 de maio, em São Paulo, Brasil), ampliam a oferta de produtos e tecnologias do grupo Solvay com foco em sustentabilidade à disposição da indústria do setor.

Lançamento de novidades – Na área de plásticos de engenharia, a principal novidade da empresa é o Technyl® ECO, uma aplicação criada no Brasil para o plástico de engenharia a partir de poliamida 6.6 reciclada, que é obtida por meio de um processo exclusivo de reciclagem química produzido pela Rhodia com o aproveitamento de resíduos de fios têxteis e industriais de poliamida.

Esse processo garante excelentes propriedades mecânicas e manutenção das propriedades térmicas ao Technyl® ECO, fazendo com que ele possa ser utilizados em peças com alta exigência em performance, além de permitir uma redução significativa de CO2 equivalente. De acordo com análises de produto em aplicação industrial, o uso dessa poliamida reciclada permite a redução de 70% da emissão de CO2 equivalente e de 76% do consumo de energia, quando comparado ao composto virgem. Outro aspecto importante dos compostos Technyl® ECO é a qualidade assegurada Rhodia.

Rhodia_Entrada_de_arDestinadas inicialmente ao segmento automotivo, as poliamidas Technyl® ECO podem ser aplicadas na produção de diversas autopeças. A primeira autopeça a partir dessa poliamida reciclada, um coletor de admissão de ar para motor de automóvel, foi desenvolvida pela Rhodia e a Magneti Marelli, líder no desenvolvimento e produção de sistemas e componentes de alta tecnologia para veículos.

O coletor de admissão de ar é responsável por levar ar ao motor do veículo, além de dar suporte à galeria e ao corpo de borboleta. Trata-se de uma peça com alta exigência técnica de performance para a qual o Technyl® ECO já está homologado.

Investimentos em inovações sustentáveis – “Nosso planejamento estratégico, para reforçar nossa posição de liderança em plásticos de engenharia a partir de poliamida 6 e 6.6, contempla o desenvolvimento permanente de inovações que valorizam a sustentabilidade em todos seus aspectos e estão em linha com as grande tendências da sociedade atual”, afirma Marcos Curti, diretor para as Américas da área global de negócios Plásticos de Engenharia do grupo Solvay.

A empresa concluiu recentemente a instalação de uma extrusora mega compounder, um investimento que aumentou em 15% a capacidade da unidade industrial em São Bernardo do Campo, para atender os mercados da América Latina. Os plásticos de engenharia a partir de poliamidas 6 e 6.6 da Rhodia são empregados principalmente na produção de peças para a indústria automotiva, de eletroeletrônicos e bens industriais e de consumo.

“Abastecemos as necessidades dos clientes e trabalhamos em conjunto com eles para a criação de novas aplicações, que atendem tanto ao mercado interno quanto aos mercados internacionais”, acrescenta Curti, lembrando, como exemplo, os produtos anti-chama livres de halogênio, produzidos a partir de plásticos de engenharia da Rhodia.

Technyl, 60 anos de inovação – Durante a Feiplastic 2013, sob o slogan “60 anos de inovação”, a Rhodia inicia a comemoração da existência da marca Technyl, que se tornou reconhecida internacionalmente como uma das mais importantes linhas de produtos e tecnologia em plásticos de engenharia ou plásticos técnicos, cujas aplicações têm contribuído para o crescimento de diversos mercados industriais.

Polímeros Especiais – Um dos destaques do grupo Solvay no evento serão os Specialty Polymers, área global de negócios em que a empresa dispõe de um vasto portfólio de produtos e aplicações destinados a diversos mercados de atuação. “Estamos prontos para acompanhar todo o crescimento tecnológico que se dará no Brasil nos próximos anos, tanto pelos produtos que oferecemos quanto pela qualificação de nossos profissionais”, diz Alexandre Guimarães, gerente de Vendas e Marketing da área global de negócios Specialty Polymers para a América do Sul.

Essa área de negócios do grupo Solvay apresenta durante o evento uma série de novidades. Por exemplo, no segmento de produtos para a área de Saúde, no qual é cada vez maior o uso de polímeros especiais da empresa, em substituição ao metal, vidro e outros materiais, uma das inovações é o triângulo Bender, um dispositivo de apoio e posicionamento para cirurgia ortopédica totalmente ajustável, desenvolvido pela empresa norte-americana Tri-Medics, LLC, um dos principais fabricantes de dispositivos médicos e de instrumentação.

Rhodia_TrianguloPesando apenas quatro quilos, o triângulo é feito de Polifenilsulfona (PPSU) e oferece aos cirurgiões uma solução simples e fácil de usar, pois é ajustável, autoclavável e radiotransparente na utilização de raios-x. É uma alternativa altamente eficaz para substituir o suporte feito de espuma de borracha e metal, que é mais caro e mais complicado para manipulação.

No segmento industrial, a novidade da Solvay é um novo grade da linha Halar®, polímero de alta performance voltado para o revestimentos de superfícies, visando a prevenção contra agentes corrosivos. Qualquer indústria que maneje de alguma forma produtos químicos encontra nesses polímeros de revestimento uma solução tão ou mais eficaz, com melhor custo/benefício do que as soluções oferecidas por metais, como aço inox e outras ligas especiais.

O novo grade é destinado a aplicações em pintura eletrostática, muito comum para tubulações e peças de pequena geometria, mas que possui certa limitação de espessura de camada. Os polímeros da Solvay para revestimento anticorrosivo também possuem  aplicações no setor de Oil&Gas.

Para o segmento automotivo, a empresa oferece polímeros utilizados na produção de peças automotivas para ambientes agressivos, inclusive as que são imersas em biodiesel. Os polímeros especiais da Solvay são utilizados na produção de autopeças, tais como bombas de água e peças do sistema de arrefecimento, arruelas de encosto e mancais para transmissão e conectores elétricos para solda utilizando tecnologia “Reflow”.

A empresa apresenta peças com polímeros especiais para torneiras, conexões e válvulas de água quente, feitas para substituir o latão. Há também o primeiro material cromável/metalizável com função estrutural, trata-se de um dos materiais com a maior resistência mecânica do mercado, atendendo a requisitos estéticos.

Diversos novos grades atendem a aplicações de desgaste por abrasão e temperaturas ainda mais elevadas na automotiva. Grades de novos de materiais como a Poliftalamida (PPA) Amodel® atendem a validações de sistemas de turbocompressores automotivos em 220ºC por milhares de horas. O PPA Amodel ® hoje pode atender à substituição de metais em hidrômetros ou relógios de água.

Para o segmento de construção, peças podem ser produzidas com compostos de polietileno reticulado (XL Compounds) para aplicações em fios e cabos, tubos, válvulas e conexões. Um dos destaques nesse segmento são os polímeros especiais para a produção de compostos isentos de halogênios para a produção de cabos elétricos. Esse tipo de cabo está ganhando cada vez mais espaço em ambientes de alta densidade de ocupação, bem como difíceis condições de fuga. O consumo de cabos livre de halogênios ainda é pequeno, mas as novas construções principalmente do estádios de futebol para a Copa do Mundo de 2014 estão alimentando esse mercado e estima-se um crescimento de 50% em cinco anos.

Sobre a Unidade Global de Negócios de Plásticos de Engenharia: A unidade global de negócios Plásticos de Engenharia, especialista em plásticos de engenharia a partir de poliamida 6 e 6.6, desenvolve, fabrica e comercializa nos últimos 60 anos, sob a marca Technyl®, uma linha completa de plásticos de alto desempenho para os mercados automotivo, de construção, elétrica e bens de consumo. Com uma estratégia de crescimento sustentada por seis unidades de produção em todo o mundo, a GBU Plásticos de Engenharia emprega sua expertise e capacidade de inovação, a fim de atender mais de perto às necessidades dos seus clientes, através de uma rede global de centros técnicos e de Pesquisa e Desenvolvimento.

Sobre a Unidade Global de Negócios de Specialty Polymers:  Com mais de 2.700 pessoas em todo o mundo, a empresa atende clientes a partir de seus 15 centros de fabricação e 11 centros de Pesquisa, Desenvolvimento e Tecnologia. Com sede em Bollate, na Itália, a GBU fornece mais de 1.500 produtos em 35 marcas de polímeros de alto desempenho – fluoropolímeros, fluorelastômeros, fluídos fluorados, poliamidas semiaromáticas, polímeros de sulfona ultrapolímeros aromáticos, polímeros de alta barreira e compostos reticuláveis de alto desempenho – para uso em mercados de alto crescimento, como transporte avançado, saúde, água, energia, e dispositivos inteligentes.

Fonte: Rhodia

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Braskem aumenta participação acionária em projeto no México

17/01/2013

A Braskem SA aumentou a sua participação acionária no projeto Etileno XXI, implementado em Vera Cruz, no México, em conjunto com o grupo mexicano Idesa. A participação da Braskem aumentará de 65% para 75 %, enquanto que a participação da Idesa se reduzirá de 35 % para 25%. A mudança foi oficializada em contrato celebrado no final de 2012.

O projeto Etileno XXI compreende a construção de um complexo petroquímico, com um craqueador de eteno e três unidades de polimerização. O valor total do investimento é de aproximadamente U$ 3 bilhões. O complexo industrial deverá entrar em operação em Julho de 2015, com uma produção estimada de 1 milhão de toneladas de Polietileno por ano.

Em 19 de dezembro passado, a joint-venture Braskem-Idesa obteve empréstimo de US$ 3,2 bilhões para financiar a construção do complexo petroquímico mexicano, provenientes de instituições financeiras e bancos comerciais como os bancos de desenvolvimento mexicanos Nafin e Bancomext, o BNDES, a International Finance Corporation (IFC), o Banco Interamericano de Desenvolvimento, bancos canadenses e italianos de financiamento a exportações, além de vários outros bancos comerciais. A empresa afirma tratar-se do maior pacote de empréstimos já concedido a um novo projeto na história da petroquímica nas Américas.

O gás natural a ser usado como matéria-prima no complexo Etileno XXI será fornecido pela empresa petrolífera mexicana Pemex e terá o preço referenciado pelo preço do gás de xisto americano. Com isso, os custos operacionais da joint-venture Braskem Idesa serão significativamente reduzidos, já que o preço por milhões de BTU está abaixo de 3 dólares no mercado americano, enquanto no Brasil situa-se entre US$12-$15.

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Comperj poderá se limitar a apenas uma refinaria, segundo jornal

20/09/2012

Matéria do jornal Estado de São Paulo do dia 17/09/12  relata que o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ), empreendimento conduzido pela Petrobrás no município fluminense de Itaboraí, poderá concretizar-se sob a forma de apenas uma refinaria da empresa. O projeto original compreendia também a participação de sócios privados na implantação de indústrias petroquímicas de primeira e segunda geração e de empresas de transformação de plásticos.

Segundo o jornal, os produtos petroquímicos derivados do “shale gas” (gás de xisto) americano oferecem uma competividade bem maior que aqueles derivados da nafta ou gás natural, matérias-primas que seriam utilizada nas petroquímicas do COMPERJ. A tendência é que as fábricas dos Estados Unidos baseadas no gás de xisto continuem a suprir o mercado com derivados petroquímicos com um preço inferior ao das empresas que operam com nafta ou gás natural. Esta tendência tem levado grandes empresas do setor a reavaliar a viabilidade econômica de novos projetos e a buscar investimentos nos Estados Unidos utilizando o “shale gas”, abundante e barato naquele país.

A expectativa para o COMPERJ era de que a Braskem se associasse à Petrobrás para a implantação de indústrias petroquímicas de 1a. e 2a. geração. Segundo a matéria do Estadão, o projeto original do Complexo previa o início da operação para 2011. Devido a uma série de atrasos, a inauguração da primeira unidade de refino está prevista agora para 2015, podendo ainda sofrer adiamento.

Segundo a presidente da Petrobrás, Graça Foster, o preço do “shale gas” americano pode atrapalhar o desenvolvimento da petroquímica brasileira. “Nos Estados Unidos, o preço do gás é muito baixo. Por mais que o aumento da produção seja alto, o preço final é reduzido quase a custo. Me preocupa o desenvolvimento da petroquímica (brasileira)”, afirmou Graça Foster.

O presidente da Braskem, Carlos Fadigas, também demonstrou preocupação similar ao comentar o prejuízo registrado pela empresa no segundo trimestre deste ano. Segundo Fadigas, novos projetos da Braskem estão sendo revistos. “O cenário econômico atual deixará mais criteriosos os aportes da empresa. Com isso, a agenda de investimentos terá que ser readequada com base nessa análise que estamos fazendo. Essa nova postura significa que a lista de projetos da Braskem será menor. Alguns projetos deixarão de ser feitos”, afirmou Fadigas.

A Braskem não comentou sobre a sua participação no COMPERJ, ao ser procurada pelo articulista do jornal Estado de São Paulo.

A matéria completa no Estadão pode ser lida no link a seguir:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,maior-projeto-da-petrobras-complexo-petroquimico-do-rio-deve-encolher-,931577,0.htm

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Braskem e PetroPerú assinam acordo para analisar viabilidade de projeto petroquímico no sul do Peru

25/11/2011

A Braskem e a Petróleos Del Perú (PetroPerú), empresa estatal dedicada ao transporte, refino e comercialização de combustíveis e outros derivados do petróleo, se uniram e assinaram nesta quinta-feira, 24/11, um Memorando de Entendimento para análise técnica e econômica da viabilidade de um projeto petroquímico no Peru.

O objetivo das duas empresas é estudar a viabilidade da implementação de unidades para a produção integrada de 1,2 milhão de toneladas/ano de eteno e polietilenos, utilizando o etano proveniente das reservas de gás natural da região de Las Malvinas. Após a confirmação de sua viabilidade e sujeito às negociações dos contratos definitivos e das aprovações societárias das partes, este empreendimento fará parte do denominado Projeto Integrado do Sul, que inclui a construção do Gasoduto Andino do Sul, pela empresa Kuntur, e de um moderno complexo industrial na região sul do Peru, que será um marco no processo de industrialização do país.

“Com a realização desta parceria, traremos mais desenvolvimento econômico e social ao nosso país. O projeto terá como grande vantagem sua localização estratégica na costa do Pacífico e a capacidade para atender tanto ao mercado peruano como aos de outros países da região andina”, ressalta Humberto Campodónico, presidente da PetroPerú.

“Esta iniciativa da Braskem está em linha com sua visão estratégica de se tornar uma das empresas líderes na indústria química mundial até 2020, por meio da combinação de crescimento no mercado doméstico, alternativas de acesso a matérias-primas competitivas e busca de oportunidades de internacionalização para o acesso a novos mercados, especialmente no eixo da América”, afirma Sergio Thiesen, diretor de Negócios Internacionais para América do Sul da Braskem.

Fonte: Braskem

Solvay aumenta em 50 % a capacidade de produção de PVDF para atender à crescente demanda.

15/03/2011

A demanda por esta especialidade polimérica de alto valor adicionado aumenta a taxas superiores a 10 % ao ano.

A Solvay anunciou que decidiu aumentar em 50 % a capacidade de produção do seu produto SOLEF®, a fim de continuar atendendo à contínua e crescente demanda por esta especialidade polimérica fluorada de alto valor adicionado. O aumento da capacidade de produção na planta da Solvay em Tavaux, na França, requer um investimento de 26 milhões de Euros e irá se tornar operacional na segunda metade de 2012.

O PVDF (Fluoreto de Polivinilideno) SOLEF® da Solvay é utilizado para aplicações rigorosas na extração de petróleo e gás, em binders e separadores nas Baterias de íon-Lítio, em painéis fotovoltaicos, na manufatura de semicondutores e em membranas de purificação de água. A demanda global por PVDF cresceu a taxas acima de 10% anualmente, nos últimos cinco anos. A capacidade de produção de SOLEF® PVDF em Tavaux já foi expandida em torno de 30 % em 2009.

A tecnologia do SOLEF® PVDF usada em Tavaux tem uma grande vantagem competitiva resultante da sua qualidade de produto e consistência. Ela complementa, de forma harmoniosa, a tecnologia HYLAR® PVDF desenvolvida em West Depford, nos Estados Unidos, e dá à Solvay com uma forte posição e flexibilidade no atendimento de todas as necessidades específicas de indústrias com demandas rigorosas.

“O SOLEF® PVDF é usado em um crescente número de aplicações que se encaixam bem nas megatendências globais. Nós estamos ansiosos para fornecer suprimentos adicionais para nossos clientes”, afirma Augusto Di Donfrancesco, Gerente Geral da Unidade de Negócios Global de Especialidades Poliméricas.

“Com a verticalização única que a Solvay dispõe na produção de monômeros e no suprimento de fluorita, os nossos clientes podem contar conosco em relação à qualidade e estabilidade do suprimento. Eles também podem se beneficiar de nossa tecnologia e experiência na produção de mais materiais fluorados de alto valor agregado e com mais desempenho”.

A Solvay é um grupo industrial internacional ativo na área de Química. Ela oferece um amplo portfolio de produtos e soluções. A sede do grupo situa-se em Bruxelas, na Bélgica, e emprega cerca de 16.800 pessoas em 40 países. Em 2010, as suas vendas totais alcançaram 7,1 bilhões de Euros.

Fonte: Solvay

Braskem desenvolve resinas para revestimento de dutos de aço utilizados no transporte de petróleo.

19/07/2010

Com conteúdo inovador, as resinas desenvolvidas pela Braskem já serão usadas na P-55

Para atender ao crescente mercado de exploração e produção de petróleo e gás natural em águas profundas, a Braskem lança duas resinas de polipropileno – PCD 0140 e PCD 0140BR.  Desenvolvidas com a mais alta tecnologia, as novas resinas chegam para abastecer o mercado de revestimento plástico para tubulação e dutos off-shore de transporte de petróleo e gás em ambiente marítimo. Antes da entrada da Braskem no mercado, o setor era abastecido por resinas importadas.

“Esse é um mercado muito promissor para o país e uma oportunidade para a Braskem, principalmente depois da descoberta da camada de pré-sal”, destaca Rui Chammas, vice-presidente da Unidade de Negócios de Polímeros da Braskem, que complementa: “Desenvolver uma resina de alta tecnologia para atender a essa demanda é um diferencial importante, em especial porque esse é um mercado de grandes volumes e base para a economia nacional”.

Principal ator em prospecção no país, a Petrobras vem desenvolvendo tecnologias cada vez mais avançadas para a perfuração de poços em águas profundas, o que tem permitido à companhia explorar e produzir em águas profundas e ultraprofundas, a exemplo das áreas do pré-sal.

Para acompanhar os avanços da Petrobras, a Braskem se uniu a dois produtores de tubos para desenvolver resinas que atendessem às exigências do setor. São eles: Bredero Shaw e a Socotherm, “líderes mundiais em soluções para revestimento de tubos no setor petrolífero”, explica Walmir Soller, diretor do Negócio de Polipropileno.

Para integrar os poços às plataformas nas bacias petrolíferas marítimas, ou para “exportar” o petróleo das plataformas para terra, são necessários muitos quilômetros de dutos. Com os projetos de plataformas novas da Petrobras o potencial de uso de revestimento de polipropileno é imenso.

A grande importância do revestimento de polipropileno nos dutos de aço utilizados no transporte de petróleo é atuar como isolante térmico, ou seja, manter o petróleo na temperatura em que ele é extraído da terra, que pode alcançar até 130 C. Se a temperatura do petróleo cair para menos de 50 a 60 C, o petróleo deixa de fluir pela tubulação, ocorrendo a sua esclerose. Neste uso a espessura de PP pode chegar próximo dos 100 mm. Já nos gasodutos o PP atua na proteção anticorrosiva do duto metálico. Neste caso, a exigência de espessura é bem menor, sendo em média de 4 a 5 mm.

Para se credenciar como fornecedora de matérias-primas para a Petrobras, a Braskem passou por um cuidadoso processo de homologação das suas resinas, que durou mais de um ano. A Petrobras tem compromisso em utilizar o máximo de conteúdo nacional em suas encomendas.

O primeiro uso de resinas de polipropileno da Braskem será na plataforma P-55, onde os tubos de exportação de petróleo e gás, que somam mais de 80 km, utilizarão a PCD 0140 e a PCD 0140BR. No total serão quase 3 mil toneladas de polipropileno apenas neste projeto.  A perspectiva é atingir o consumo de 6 mil t/ano em 2010 e 12 mil t/ano a partir de 2013. Destaca-se que a Petrobras deve construir mais 15 plataformas de grande porte até 2017, sendo cerca de 10 plataformas para o pré-sal e as demais para o pós-sal.

Fonte: Braskem

Presidente da Petrobrás anuncia estudos para Pólo Gás Químico no Espírito Santo.

16/07/2010

No último dia 15, durante a cerimônia de início da produção comercial na camada pré-sal do Espírito Santo, no campo de Baleia Franca,   o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli anunciou que a empresa está realizando estudos para avaliar a viabilidade de implantação de um Pólo Gás Químico no Estado, para aproveitar o Gás produzido na região.

“Nós estamos desenvolvendo projetos, que estão ainda em fase de projetos, mas se tornarão realidade dentro em breve para desenvolver a química do gás natural, para produzir produtos químicos no Estado do Espírito Santo”,  afirmou Gabrielli, depois de ser estimulado pelo presidente Lula a anunciar os planos da estatal.

As negociações iniciais previam a construção de uma planta de fertilizantes a partir do gás natural, mas durante os debates com o governo do Espírito Santo surgiu a idéia de expandir o projeto para a implantação de um Pólo Gás Químico.

O Espírito Santo hoje produz  cerca de 5 milhões de metros cúbicos de gás e aproximadamente 160 mil barris diários de petróleo, sendo o segundo maior produtor nacional da commodity. Afirma o governador Paulo Hartung que o estado está a caminho de produzir 500 mil barris diários de petróleo, em breve.

O campo do pré sal de Baleia Franca vai produzir inicialmente 13 mil barris diários de óleo leve, devendo alcançar 100 mil barris até  final de 2010. A camada do pré sal do Espírito Santo situa-se a 100 metros de profundidade, sendo bem mais próxima da superfície que a da bacia de Santos, que chega a alcançar dois quilômetros.