Archive for the ‘Mercado de Plásticos’ Category

Sidel ajuda produtor brasileiro Algar Agro a desenvolver a “garrafa PET para óleo comestível mais leve do mundo “

23/05/2016

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Produtor relevante no mercado brasileiro, a Algar Agro trabalhou com a Sidel para reduzir o peso total da sua garrafa de 18 para 14 gramas – uma redução de 22%.

A garrafa foi reprojetada sem quaisquer alterações perceptíveis para o consumidor em sua aparência externa, que já é bem conhecida. No entanto, usando a experiência da Sidel em redução de peso, a Algar Agro pôde alcançar uma economia significativa no peso e na matéria-prima utilizada. Houve também um impacto substancial na minimização do custo para produzir, embalar e transportar o produto acabado, juntamente com a redução do custo total da posse (TCO) do próprio equipamento de produção.

As propostas para otimização da embalagem da garrafa foram apresentads pela Sidel, que também realizou testes de viabilidade para o novo design no seu Centro de Embalagem e Ferramentaria em Guadalajara, no México. A Sidel foi escolhida entre outras empresas concorrentes por causa de sua experiência e conhecimento, bem como pelas propostas concretas apresentadas à Algar Agro durante as discussões iniciais para reduzir o peso da garrafa. Edney Valente Lima Filho, Gerente de Projetos da Algar Agro, explicou: “Nós reunimos os melhores fornecedores da indústria e isso se refletiu nos resultados do projeto. O sucesso da Sidel foi assegurado pelo know-how demonstrado durante a negociação para propor e garantir a nova garrafa de óleo vegetal – a mais leve do mundo “!

Sidel_garrafa_algaragroCom a aquisição de duas sopradoras Sidel Matrix ™ – uma em cada unidade de produção – a Algar Agro acredita que é o primeiro produtor de óleo comestível no Brasil com injeção e sopro integrados no seu processo de produção de PET. As máquinas da Sidel foram instaladas em linhas de engarrafamento produzindo 25.000 garrafas PET de óleo vegetal por hora. A instalação é resultado de um estudo de dois anos para investigar e avaliar a viabilidade do processo de integração da produção e acondicionamento de óleos vegetais.

Sopro Modular traz benefícios

Segundo a Sidel, a sua sopradora Matrix é um sistema de moldagem por sopro modular que permite tempos muito rápidos de troca, menor impacto ambiental, maior eficiência do forno e maior tempo de atividade, tudo isso contribuindo para um menor TCO (custo total de posse). A empresa afirma que, contando com até 200 configurações possíveis, o equipamento oferece qualidade e consistência em todos eles, dando aos produtores a flexibilidade para escolher tamanhos e formas que melhor se adaptem às suas necessidades. Três tamanhos de estações de sopro tornam possível a produção de uma variedade quase ilimitada de formas distintas de garrafas para single-serve (até 750 ml), multi-serve (até 2 litros) ou família estendida de garrafas (até 3,5 litros). Especialmente concebida para reduzir a geração de refugos, a sopradora Matrix também pode automaticamente detectar e eliminar desvios no processo de fabricação da garrafa, afirma a Sidel

A Sidel opera atualmente sete Centros de Embalagem e Ferramentaria em todo o mundo: dois na China e os restantes na França, Índia, Brasil, EUA e em Guadalajara (México). Segundo a empresa, a unidade localizada na segunda maior cidade do México demonstra o foco da empresa em transferir seu conhecimento global para os produtores a nível local e, ao fazê-lo, ajuda a atender à crescente demanda neste mercado. Desde o projeto da garrafa até a engenharia da linha de produção e gerenciamento completo do ciclo de vida, os produtores precisam de soluções e serviços otimizados com maior flexibilidade, reatividade, interação e cooperação.

Óleo comestível produzidos em duas unidades

A Algar Agro é uma empresa privada de produção, processamento e comercialização de soja e seus produtos derivados. As linhas de produção de alimentos da empresa incluem óleo de soja, óleo de oliva, óleo composto, extrato de tomate e molho – alguns produzidos em parceria com outras empresas. Ela é fornecedora tanto do mercado doméstico como para exportação. As atividades da empresa para esmagamento do grão, refino e embalagem do óleo de soja estão concentradas em dois complexos industriais avançados localizados em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e em Porto Franco, no sul do Estado do Maranhão.

Fonte: Sidel

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Bemis adquire operações de embalagens médico-hospitalares da SteriPack

03/05/2016

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Aquisição inclui instalações da empresa na Irlanda e ativos e bens de produção de embalagens na Malásia e nos Estados Unidos

A Bemis Company, Inc, uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo, anunciou a aquisição das operações de embalagem para instrumentos médicos e serviços de valor agregado relacionados ao Grupo SteriPack, fabricante mundial de soluções para embalagens esterilizadas para instrumentos médicos e aplicações farmacêuticas.

A aquisição inclui as instalações da empresa na Irlanda e ativos e bens de produção de embalagens na Malásia e nos Estados Unidos. O Grupo SteriPack continuará operando individualmente.

“Esta aquisição dá suporte à estratégia de crescimento da Bemis no setor de embalagem para produtos relacionados à saúde. O forte relacionamento da SteriPack com seus clientes e suas operações complementarão nosso processo de expansão global nas áreas médico-hospitalar e farmacêutica aumentarão nossa capacidade de atender às necessidades de uma indústria em pleno crescimento. Com essa aquisição, esperamos conseguir aumentar nossas ações em 2016”, afirma William F. Austen, presidente e CEO da Bemis Company.

A Bemis é uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo. Com sede em Neenah, Wisconsin (EUA), a companhia atende aos mercados de alimentos, bebidas, cosméticos, farmacêuticos, higiene pessoal, limpeza doméstica, médico-hospitalares e pet food com embalagens flexíveis, rígidas, cartonadas, tubos laminados e rótulos. A companhia conta com 17 mil funcionários em 67 unidades, localizadas em 11 países nas Américas do Norte e Latina, Europa e Ásia-Pacífico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Bemis

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PICPlast promove espaço para empresas da indústria da transformação plástica na Agrishow 2016

19/04/2016

Ação contribui para que essas empresas apresentem ao mercado suas soluções em plástico destinadas ao agronegócio

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O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Braskem em conjunto com a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), levará cerca de  20 empresas à Agrishow 2016, uma das maiores feiras de tecnologia agrícola. O objetivo desta ação é apoiá-las no desenvolvimento de soluções em plástico para o segmento agrícola. O evento será realizado de 25 de abril a 29 de abril, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Na ocasião, as empresas terão a oportunidade de promover seus produtos e reforçar a relevância do plástico em inúmeras aplicações destinadas ao agronegócio, que destacam benefícios como maior produtividade, redução de custo, otimização do uso de recursos hídricos e maior rentabilidade para o produtor. Exemplos como embalagens de ráfia, filmes de cobertura, lonas, geomembrana, cortinas avícolas, big bags, cobertura de cultura em não tecido, silo bolsa, lonas, wrap, cisternas, fio eletroplástico, raschel, mulching, tubo gotejador, entre outras aplicações que estarão expostas no estande.

Os visitantes poderão ver, na prática, as aplicações de cada tecnologia: a água sendo coletada diretamente para a cisterna, que por sua vez será conduzida ao sistema de irrigação por gotejamento; a estufa estrategicamente colocada na área externa do estande para mostrar a sua importância no cultivo; a eficiência das embalagens para o armazenamento de sementes e fertilizantes, bem como as coberturas de cultura em não tecido para evitar o ataque de pragas.

De acordo o vice-presidente da unidade de Poliolefinas, Vinílicos e Químicos Renováveis da Braskem, Luciano Guidolin, a participação destas empresas em eventos como a Agrishow é fundamental para o desenvolvimento da cadeia produtiva do plástico em setores relevantes para a economia brasileira. “Nesses eventos, além das empresas apresentarem seus produtos e fazerem negócio, contribuem de forma decisiva para demonstrar a força da nossa indústria de transformação plástica para o setor do agronegócio e, consequentemente, melhorar a vida das pessoas”, afirma o executivo.

Para o presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, o PICPlast tem um papel fundamental no desenvolvimento das empresas que fazem parte do setor. “Por meio de iniciativas como esta, as empresas têm a oportunidade de mostrar suas inovações, passando a atuar em oportunidades relevantes para o setor, mas que antes não faziam parte de suas estratégias. Quem ganha com isso são as empresas e a população, beneficiadas com produtos diversificados e com qualidade”, afirma Roriz Coelho. Com as soluções em plástico desenvolvidas pelo setor as perdas e o desperdício de alimentos são reduzidos drasticamente.

A iniciativa faz parte de uma série de atividades previstas pelo PICPlast para desenvolver ações de estímulo à inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável da indústria brasileira de transformação plástica, baseada em três focos de atuação:  auxiliar as empresas em estratégias para aumentar as exportações de transformados, aumentar a sua competitividade e Inovação no mercado global, e desenvolver ações para promover as vantagens do plástico e sua importância na vida moderna.

Para mais informações sobre o PICPlast, acesse: http://www.picplast.com.br.

Serviço:

AGRISHOW 2016
Data: De 25 a 29 de abril
Horário: Das 8h às 18h
Local: Rod. Prefeito Antônio Duarte Nogueira, Km 321 – City Ribeirão, Ribeirão Preto – São Paulo
Estande: D1b (portaria norte)
Mais informações: http://www.agrishow.com.br/pt/

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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Cytec e Grupo Solvay apresentam na Feira Expomin soluções tecnológicas para o setor de mineração da América Latina

18/04/2016

ExpominA Cytec Industries, empresa do Grupo Solvay, participará da Expomin 2016, feira e congresso voltados para o setor de mineração, de 25 a 29 de abril, em Santiago, no Chile, apresentando suas tecnologias e produtos voltados para esse segmento importante da economia da América do Sul. Os destaques são os produtos aplicados no processo de extração e flotação de minérios.

A Expomin 2016 também é um fórum importante para o Grupo Solvay, que mostrará dois produtos que têm sido cada vez mais usados na área de mineração: a tecnologia SOLVAir® e o polímero especial Halar® ECTFE.

SOLVAir®, à base de bicarbonato de sódio, é uma tecnologia aplicada no controle da poluição do ar em ambientes industriais. Já o Halar® ECTFE, aplicados em processos de controle de corrosão, é um polímero semicristalino fluorado parcialmente, que oferece uma combinação exclusiva de propriedades para indústrias com grandes demandas. As duas tecnologias têm sido usadas com eficácia comprovada em diversas indústrias ao redor do mundo.

“Participar da Expomin é uma ótima oportunidade para dividir com os clientes e parceiros estratégicos as nossas tecnologias e, acima de tudo, para fortalecer o nosso compromisso histórico com a indústria de mineração”, diz Ricardo Capanema, Diretor Global de Negócios de Processamento de Minérios. Atualmente – acrescenta – como parte do Grupo Solvay mantemos o mesmo foco no desenvolvimento de soluções inovadoras e agregamos valor ao processamento de minérios.

Durante o evento, a Cytec e Grupo Solvay terão especialistas disponíveis em seu estande para apresentar aos clientes e visitantes todo o portfólio de produtos químicos inovadores e experiência na formulação, aumento da recuperação de metais de valor, diminuição dos custos no processamento e entrega de soluções sustentáveis para as operações de mineração.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Soluções em plástico aumentam a economia de água no setor construtivo

14/04/2016

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Produtos garantem melhor aproveitamento de recursos hídricos

Responsável por um expressivo consumo de água potável no país, de acordo com a Agência Nacional das Águas (ANA), a construção civil já tem o segmento de plásticos como um grande aliado para a utilização cada vez mais consciente de recursos hídricos. A Braskem fornece matérias-primas para a empresas que fabricam produtos que podem ajudar a reduzir perdas ao longo de todo o processo construtivo e para o setor de abastecimento.

Uma das aplicações visíveis das resinas plásticas está nas caixas d’água em polietileno, que cada vez mais têm sido destinadas ao armazenamento de água da chuva ou para reúso. Há ainda outros produtos para este fim, como os reservatórios em formato compacto, que podem aproveitar até a água pós-lavagem de roupas para nova utilização. Com baixo custo, ocupam pouco espaço e não necessitam de escavação, além de não requisitarem bombeamento, o que economiza energia.

O plástico também está presente em soluções menos aparentes, mas fundamentais para qualquer tipo de construção, como projetos de saneamento básico. É o caso dos tubos de polietileno de alta densidade (PEAD), que oferecem elevada durabilidade, resistência ao impacto e corrosão, além de serem mais leves se comparados a outras alternativas. Outra importante aplicação de polietileno está presente nas fossas sépticas, indicadas para a utilização residencial em regiões isoladas, litorâneas ou próximas a cursos d’água. As fossas podem ser responsáveis pela remoção de até 85% da matéria orgânica no efluente, evitando a contaminação de reservatórios naturais, lagoas, cursos d’água e lençóis freáticos.

Tubulações de esgoto também ganham em durabilidade e eficiência com o plástico, em especial com o polietileno de alta densidade, ideal para aplicações que precisem de resistência e facilidade de aplicação. Os materiais podem ser desenvolvidos tanto em polietileno de alta densidade (PEAD) como em PVC.

O plástico pode ser empregado ainda na captação de águas pluviais por meio de calhas em PVC, que proporcionam design diferenciado, mais qualidade e alta resistência aos raios ultravioleta. Outras soluções em PVC que podem aumentar a segurança no armazenamento de água, evitando perdas e contaminação, são os revestimentos de vinil e as geomembranas. Os produtos têm como objetivo evitar perdas por vazamentos em estruturas de alvenaria, no caso dos revestimentos, com a redução de resíduos na obra, e oferecer proteção de solos e aterros sanitários, entre outros, no caso das geomembranas de PVC.

Grandes obras de infraestrutura também contam com a modernidade das aplicações de plástico para o aumento de eficiência e otimização de recursos. São produtos destinados aos mais diversos fins, como drenagem, contenção, arrimo e outras funções que aumentam a eficiência dos processos construtivos e que também otimizam a utilização de água nas obras.

Fonte: Braskem

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Soluções em plástico otimizam uso de água no agronegócio

30/03/2016

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Braskem promove inovações capazes de conter desperdícios e economizar recursos hídricos, além de aumentar a eficiência na produção de diferentes culturas

Com desempenho fundamental na economia brasileira, o agronegócio é também um setor responsável por utilizar grandes quantidades de água para seu pleno funcionamento. Estima-se que 72% da água captada no país seja direcionada à produção agrícola, em linha com a média de 70% de água utilizada com esse fim em todo o mundo, de acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA). Apesar dos índices que podem ser considerados alarmantes em um cenário de escassez hídrica, o segmento conta com soluções capazes de otimizar o uso da água e conter desperdícios, com iniciativas inovadoras e de alta tecnologia do setor de resinas plásticas.

Uma das soluções mais bem sucedidas nesse sentido é o mulching, filme plástico de polietileno utilizado na agricultura para a cobertura do solo. Consolidado no cultivo de hortaliças e frutas, o produto elimina a necessidade de aplicação de herbicidas e mantém a umidade do terreno, além de promover melhores índices de crescimento do plantio. Nas culturas de cítricos, o filme pode gerar uma economia de água em até 70%, tornando os processos mais eficientes e sustentáveis.

Outra iniciativa que dá mais eficiência à utilização de água é a irrigação por gotejamento, com mangueiras de polietileno, que pode ser aplicada a diversas culturas. Ao permitir a liberação localizada de água, o processo diminui as perdas por evaporação e pode utilizar até metade da água normalmente empregada em outros sistemas de irrigação.

Obras de recuperação ambiental também podem contar com soluções a partir de resinas fornecidas pela Braskem. A geomanta, produzida com filamentos de polipropileno, é um desses produtos. Destinado à restituição de vegetação, o produto pode ser aplicado diretamente em barrancos ou ribanceiras que serão reflorestados, permitindo o confinamento de partículas, com proteção contra corrosão e erosão – problema que é uma das principais causas de assoreamento de rios, lagos e represas.

Outro item que pode ser empregado em diferentes obras para a preservação ambiental é o geocomposto bentonítico (GCL), que substitui ou reduz a utilização de camadas de argila compactada, geralmente empregada em base de aterros sanitários e industriais, proteção de áreas contaminadas, cobertura final de aterros sanitários e industriais, revestimento de reservatórios, lagoas e canais ou impermeabilização de diques.

Fonte: Braskem

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Cipatex lança linha de laminados de PVC para pisos de veículos

22/03/2016

Cipatex-autolinea-passA Cipatex lançou uma nova linha de produtos para atender ao mercado automotivo. Desenvolvido para pisos de veículos de passeio, ônibus, kombis e vans, o Autolinea Pass conta com estrutura compactada com cristal de proteção que confere durabilidade, alta resistência ao desgaste das estampas e facilidade de limpeza, afirma a empresa.

O laminado de PVC plastificado reforçado com tela mista de poliéster e algodão (Tela Mandragoa) foi desenvolvido nas cores preto, cinza e branco, além de contar com diversas opções de estampas, como Tuffing e Gravier. De acordo com a Cipatex, o produto atende a resolução número 498 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) de 2014, que estabelece que os materiais empregados nos revestimentos internos de veículos nacionais ou importados fabricados, transformados ou adaptados deverão apresentar velocidade de propagação de chama de, no máximo, cem milímetros por minuto.

A nova linha complementa o portfólio da Cipatex para o segmento automotivo. A empresa já produz o Autocron, revestimento para bancos e laterais de veículos, além de laminados para tetos e porta pacotes.

De acordo com o gerente comercial automotivo da Cipatex, Everton Thomaz, o mercado automotivo é estratégico para empresa e o objetivo com a desenvolvimento de novos materiais é oferecer aos fabricantes de veículos o maior número de opções de produtos. “Uma das principais perspectivas com o lançamento da nova linha é consolidar a atuação da empresa no segmento de ônibus”, comenta Thomaz.

Criada em 1964, a Cipatex oferece ao mercado soluções em revestimentos sintéticos e não-tecidos, contando com uma linha de produtos que atende aos setores de calçados, piscinas, bolsas e acessórios, utilidades domésticas, construção, móveis, vestuário, automóveis, esporte e lazer, brindes, material escolar e comunicação visual. Ao todo, o grupo conta com cerca de 1.400 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Fonte: Cipatex

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Victrex promete reduzir tempo de fabricação de aeronaves com nova linha de compósitos termoplásticos

25/02/2016

Victrex-Airbus

Lançamento da Victrex AE250 acontecerá em feira global em Paris. Peças são mais leves e resistentes, ajudando na economia de combustível

O mercado aeroespacial passa por forte aquecimento em todo o mundo, com demanda estimada em 35 mil aeronaves para atender vôos civis nos próximos 20 anos. É neste contexto que os fabricantes têm competido para otimizar a velocidade de produção e,  adicionalmente, reduzir custos sem oferecer riscos. Comprometida em trazer soluções para esse desafio, a Victrex,  líder em soluções à base de PAEK, apresenta sua linha de compósitos termoplásticos de alto desempenho durante a JEC World Composites Show & Conferences, feira de negócios global que acontece em Paris, de 8 a 10 de março.

Como principais vantagens, as fitas unidirecionais (UDT) e os painéis laminados da linha Victrex AE250 contribuem para aumentar a velocidade na fabricação e instalação de peças nas aeronaves, afirma a empresa. Seu potencial para uso em sistemas de moldagem híbrida será o tema-chave do stand do fornecedor.

Sob o slogan “Mudando a Equação dos Compósitos Aeroespaciais”, a multinacional britânica promete elevar os padrões de produção na indústria aeroespacial. “Acreditamos que nossos materiais e soluções de tecnologia continuarão a influenciar a participação de mercado em favor de compósitos no segmento de aeronaves. A nova linha ajuda a reduzir custos e peso, oferecendo mais liberdade de design, durabilidade e produção mais rápida”, explica Tim Herr, diretor da Divisão Aeroespacial da Victrex.

Economia de tempo e custos – Segundo a empresa, a linha Victrex® AE250 permite a produção de peças reforçadas, com excelente desempenho sob cargas. Suas principais aplicações são para suportes, braçadeiras, clipes e caixas utilizadas nas estruturas primária e secundária das aeronaves como cabine, bancos, motores e tanque de combustível.

De acordo com a Victrex, além de proporcionar redução de até 60% do peso dessas estruturas em comparação aos metais, a principal vantagem dos compósitos reforçados de alta resistência é a diminuição do tempo de fabricação e custos do sistema. Este é o resultado de projetos mais inteligentes e produção em massa, semi ou totalmente automatizada, que utiliza nova tecnologia de moldagem híbrida. Os compósitos de PAEK preenchem a lacuna entre materiais compósitos e de moldagem por injeção, permitindo produzir componentes complexos que antes eram impossíveis de se fabricar.

O processo de moldagem híbrida possibilita utilizar compósitos Victrex® AE250 na forma de insertos análogos aos metais, para ser sobremoldadp com polímeros PEEK da Victrex®  reforçados com fibras curtas.  Segundo a empresa, isto permite aos engenheiros combinar propriedades mecânicas, aliando flexibilidade de design e produção mais rápida no processo de moldagem por injeção.

A Victrex afirma que as vantagens da utilização dos seus compósitos incluem melhoria nos tempos de ciclo, redução do consumo de energia, eliminação de etapas do processo secundário, diminuição da quantidade de refugos e economia nos custos de instalação. Todos esses fatores podem contribuir substancialmente para reduzir os gastos gerais do sistema. “Esta tecnologia abre caminho para componentes que podem ser fabricados de forma mais rentável, com maior funcionalidade e confiabilidade”, acrescenta Herr.

Segundo a Victrex, seus compósitos termoplásticos de alto desempenho são até 60% mais leves que o aço AISI 4130, liga de cromo-níquel-molibdênio amplamente utilizada em aplicações de aviação. A nova linha também pode obter vantagens significativas de peso sobre metais leves, incluindo o titânio TA6V, alumínio 7075-T6 ou magnésio ZK60A-T5. A nova linha não só dispõe de peças mais leves em relação aos metais, mas os superam em desempenho, assegura a Victrex. A resistência específica dos compósitos é, por exemplo, cinco vezes maior na comparação com o aço AISI 4130.

Alto desempenho na construção de aeronaves – As soluções em PEEK da Victrex têm sido utilizadas na indústria aeroespacial por mais de 25 anos e foram certificadas por fabricantes de aeronaves renomadas, afirma a empresa. A Airbus, por exemplo, utilizou o primeiro compósito estrutural primário à base de PEEK Victrex® na porta do Airbus A350XWB. Já a fabricante de aviões chinesa COMAC (Commercial Aircraft Corporation of China) também está utilizando tubos da Victrex, ao invés de peças de metais, para proteger cabos de alta tensão, no lançamento de seu primeiro avião comercial.

Com sede no Reino Unido, a Victrex é um dos líderes mundiais em soluções inovadoras de polímeros de alto desempenho, atendendo uma variedade diversificada de mercados de indústria tais como a aeroespacial, automotiva, dispositivos eletrônicos, operações de petróleo e gás e dispositivos médicos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Victrex

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Expositores da Interplast 2016 iniciam preparativos para a 9ª edição da feira

25/02/2016

Interplast_2012A cidade de Joinville, SC, receberá, de 16 a 19 de agosto, a 9ª Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, a qual reunirá nos pavilhões da Expoville setores como máquinas, equipamentos, transformadoras, ferramentarias, embalagens, matérias-primas, periféricos, design, serviços, associações, bancos, entidades, publicações e serviços em geral.

De olho na expansão de mercado, especialmente na região Sul do país, a Afinko Soluções em Polímeros será um dos expositores. A empresa, de São Carlos (SP), oferece soluções e serviços laboratoriais e técnicos para o setor industrial na área de materiais poliméricos, sendo um dos poucos laboratórios do Brasil a realizar serviços de análises de falhas em produtos.

Em seu stand serão apresentados e divulgados o portfólio da empresa, que inclui: análises de falhas em produtos, ensaios laboratoriais, caracterização de matéria-prima e/ou produto, controle de qualidade, projetos de PD&I, cursos e consultorias.

Também do estado de São Paulo, a Freewal Plásticos atua na fabricação de resinas termoplásticas industriais (pós-indústria) e no desenvolvimento de cores e aditivação. A empresa aproveitará a feira para expandir e estreitar relacionamento com clientes e fornecedores da região Sul do país.

Com 25 anos de experiência, a Freewal apresentará sua linha de resinas termoplásticas industriais (pós-indústria): ABS, PC-Policarbonato, POM, PBT e outras resinas.

De Siderópolis, SC, a Roscan participa pela segunda vez da feira. “Com a nossa participação em 2014, concluímos que é uma ótima oportunidade para conversarmos com as pessoas do ramo. Já que a feira é uma das principais do setor no país, todos estarão no mesmo lugar”, destaca Cesar Tancredo, sócio-diretor.

A Roscan conta constantemente com novos produtos em seu portfólio. Em 2015, por exemplo, iniciou a venda de extrusoras e periféricos para PVC. Para 2016, destaca o lançamento que será exposto na Interplast: conjunto composto por roscas e cilindros bimetálicos com aplicação de liga especial na zona de maior desgaste. “Isso aumenta significativamente a durabilidade dos produtos e com um custo bem abaixo do praticado no mercado”, explica Cesar.

A recuperação de roscas paralelas, mono-roscas e cilindro de mono-roscas compõe o portfolio dos serviços prestados pela Roscan. Já a área de assistência técnica inclui levantamento de dados técnicos da máquina que receberá o equipamento, acompanhamento do desempenho do equipamento em relação ao desgaste, cálculo para determinar percentual de torque máximo admissível e regulagem de inversor para evitar cisalhamento de rosca e análise de taxa de compressão dos perfis de rosca.

Com clientes em toda a América Latina, a participação na feira busca a manutenção dos contatos, além da divulgação da marca para outros clientes potenciais.

A Interplast é realizada pelo Simpesc (Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina) e organizada pela Messe Brasil. A 9ª edição tem o apoio da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina). Mais informações, acesse http://www.interplast.com.br.

Serviço
Interplast 2016 – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico – http://www.interplast.com.br
EUROMOLD BRASIL – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos – http://www.brasilmold.de
Data: 16 a 19 de agosto de 2016
Horário: 14 às 21 horas
Local: Expoville – Joinville-SC – Brasil
Organização: Messe Brasil

Fonte: Assessoria de Imprensa – Messe Brasil

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Produção de transformados plásticos caiu 8,7% em 2015

25/02/2016

A produção industrial de transformados plásticos no Brasil caiu 8,7% em 2015 em relação a 2014. O total de artefatos plásticos fabricados ficou na casa dos 6,1 milhões de toneladas de artefatos,  segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast).

De acordo com a Abiplast, a retração no setor foi a pior enfrentada desde a crise internacional de 2008, ocasião em que a produção despencou13,3%.

A redução na produção foi causada por quedas expressivas de importantes segmentos industriais que consomem plásticos, tais como o setor automotivo (-25%), alimentos (-2,4%), bebidas (-5,4%), eletroeletrônicos (-30%) e higiene e perfumaria (-3,8%), explicou a Abiplast.

Por um lado, o dólar mais alto está ajudando os setores a aumentarem a sua competitividade no mercado externo. A Abiplast reportou crescimento de 8,8% nas exportações do segmento em 2015. Por outro lado, porém, a valorização do dólar tem um impacto nos custos da indústria e nos preços de matéria-prima.

“Infelizmente, ainda não vemos alteração desse cenário e em 2016 estimamos um recuo de 3,5% na produção do setor de transformados e de 1,3% no emprego”, afirmou na nota o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, ressaltando que o setor já fechou quase 30 mil postos de trabalho. “Somente as exportações devem seguir com um desempenho positivo, de 12%”, concluiu ele.

Fonte: Abiplast / DCI

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Família de resinas da Braskem melhora performance de eletroportáteis

25/02/2016

A família Braskem Maxio® proporciona aumento de produtividade, economia de energia e redução de peso, segundo a empresa

Braskem_ventiladorCom objetivo de garantir maior qualidade em seus produtos para sua carteira de clientes, a Braskem oferece ao mercado a Braskem Maxio®, família que alia sustentabilidade, tecnologia e inovação. O resultado é uma maior produtividade com redução de consumo de energia no processo, afirma a empresa. A marca exclusiva da petroquímica hoje é utilizada em alguns ventiladores da marca Arno, do Grupo SEB, grande consórcio francês que produz eletroportáteis.

Segundo a Braskem, com vantagens por meio de redução de consumo energético, menores temperaturas de processamento, aumento da produtividade com menor ciclo de produção e redução de peso em produtos finais, a matéria-prima de Braskem Maxio® foi responsável por uma redução de 8% no tempo de produção da peça e diminuição de 16% no peso, sem qualquer perda das propriedades finais do produto. “Procuramos no Brasil e no mundo sempre parceiros estratégicos que ofereçam condições comerciais diferenciadas em relação a outros players internacionais. Além da logística, o suporte de desenvolvimento nos agrega valor e, em nível tecnológico, a petroquímica não deve nada para as outras empresas do ramo ao redor do mundo”, afirma Gerson E. Aversa, gerente de compras do Grupo Seb.

Os ganhos obtidos com a resina dessa linha estão alinhados aos pilares do selo Braskem Maxio®. “Ao oferecermos a linha Braskem Maxio®, conseguimos aliar inovação, aumento de competitividade aos clientes e ainda agregar uma pegada mais sustentável ao processo, pois essa solução permite menor consumo energético, reduz o peso do produto final e aumenta a produtividade do transformador”, afirma Rodrigo Belloli, gerente do segmento de eletrodomésticos da Braskem.

Em 2015, a família Braskem Maxio®, ganhou um aplicativo para smartphones que calcula os ganhos econômicos e ambientais que a família Braskem Maxio® pode trazer para processos de injeção. Os benefícios são estimados de forma simples e rápida, bastando apenas que o usuário insira dados sobre a peça produzida em duas situações: utilizando uma resina comum e utilizando uma resina Maxio®. O aplicativo está disponível para plataformas Android e iOS sob o título Braskem Maxio®.

Linha Maxio®: O portfólio de resinas Braskem Maxio® foi desenvolvido para oferecer redução do consumo de energia, maior produtividade e menor peso, o que garante mais eficiência e, consequentemente, ganhos ambientais, afirma a Braskem. Os benefícios são obtidos graças à evolução contínua das resinas, preservando ou melhorando propriedades mecânicas, químicas e óticas de produtos acabados, segundo a empresa.

Controlada pela Organização Odebrecht, a Braskem produz um volume anual de 16 milhões de toneladas de resinas e outros produtos petroquímicos básicos. Com faturamento de R$ 53 bilhões, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com cerca de 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México.

Fonte: Braskem

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Caixa de abelhas em isopor da Termotécnica agora tem canal exclusivo na Internet

08/02/2016

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Com a proposta de fortalecer a divulgação da MaisMel – inovadora caixa de abelhas produzida em EPS (poliestireno expandido, mais conhecido como isopor) – para o mercado brasileiro, e em especial para os apicultores, a Termotécnica lançou o site http://www.caixamaismel.com.br

Além de apresentar em detalhes o novo produto, o site informa as vantagens da caixa MaisMel e seus benefícios em relação às demais opções disponíveis no mercado. Destaca uma série de notícias relacionadas ao tema e um vídeo que orienta o apicultor para a montagem e o início da produção. Mostra também uma galeria de fotos de colmeias que já estão formadas e produzindo mel nas caixas de abelhas em EPS.

Detalhes sobre a caixa de abelhas em isopor®

A MaisMel é produzida pela Termotécnica, maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Sua criação está de acordo com a ABNT NBR 15713 e contou com o apoio de pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Segundo a Termotécnica, por ser feita em isopor, a MaisMel mantém estabilidade térmica dentro da caixa, o que gera conforto e reduz o stress das abelhas. Elas não precisam se movimentar tanto ou consumir parte do mel estocado para repor energia ou amenizar as diferenças de temperatura na colmeia que é, normalmente, em torno de 33° a 36°C. Dessa maneira, ficam mais saudáveis e potencializam a produção do mel, complementa a empresa.

MaisMel surpreende apicultores catarinenses

De acordo com a Termotécnica, as primeiras safras de mel com a caixa de abelhas de EPS no lugar da tradicional caixa de madeira vêm surpreendendo os apicultores catarinenses. Ingo Weinfurter, técnico apícola da Fundação 25 de Julho, de Joinville (SC), está animado e conta que a sua produção deve chegar aos 30 quilos de mel por colmeia com o uso da MaisMel, o que significa o acréscimo em 20% na produção em relação à caixa de madeira. Ele ressalta que, até poucos anos atrás, a apicultura era uma atividade simples para o agricultor, que avançou muito com a inclusão de soluções inovadoras. Destaca que, além do design e do isolamento térmico que o isopor® proporciona, pensados para atender ás necessidades e os hábitos das abelhas, a caixa MaisMel se diferencia pelo peso e ergonomia, que facilitam sua disposição, manutenção e transporte.

“Atualmente, pesquisadores se dedicam em busca de novas técnicas que melhorem a qualidade, aumentem a quantidade do mel e auxiliem os apicultores na gestão do manejo. A caixa de abelhas da Termotécnica, a MaisMel, é um excelente exemplo de inovação que nos oferece diversos benefícios”, afirma Weinfurter.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Covestro desenvolve lentes de policarbonato resistentes ao impacto para proteção ocular

08/02/2016

Covestro-lentesCom qualidade ótica e liberdade de design, as lentes podem ajudar a diminuir lesões oculares

A Covestro, uma das principais fabricantes mundiais de polímeros e conhecida anteriormente como-Bayer MaterialScience, desenvolveu lentes extremamente resistentes ao impacto feitas de policarbonato.

As lentes, que passaram com sucesso por testes com projéteis de 45 gramas de aço sólido – disparadas a uma velocidade de 45 até 120 metros por segundo -, tem como objetivo proteger a região ocular dos trabalhadores e, consequentemente, diminuir as possibilidades de acidentes em rotina de trabalhos como queda ou objetos voadores, faíscas, lascas de metal, pequenos pedaços de madeira, pregos ou contato com substâncias nocivas.

As lesões oculares no local de trabalho são um risco ocupacional grave e podem ter consequências significativas tanto para o trabalhador quanto para o empregador. Somente nos Estados Unidos, a cada dia, mais de 2 mil trabalhadores sofrem lesões oculares e necessitam de tratamento médico. Estima-se que o custo com este tipo de lesão (incluindo tempo de produção perdido, despesas médicas e compensação do trabalhador) atinja mais de US$ 300 milhões por ano.

As lentes feitas com Makrolon 3207 são leves e transparentes como vidro, satisfazendo assim às restritas exigências da MCR Safety, um fornecedor americano de equipamentos de proteção individual que já produz óculos de segurança e protetores faciais certificados de acordo com a norma americana ANSI Z871.1. A MCR Safety desenvolveu suas novas lentes de segurança primariamente para atender às exigentes normas de produtos de segurança asiáticas, onde as lentes são produzidas.

Outra vantagem do produto é a liberdade de design, facilmente adaptado a qualquer tipo de armação. Segundo Paul Lin, representante da área de Policarbonato da Covestro em Taiwan, “as lentes são mais finas, o que oferece mais conforto ao usuário final, e o que barateia os custos de produção”.

Com vendas de 11,8 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Suas atividades estão focadas na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em diversas áreas. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. A Covestro, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, possui 30 sites de produção ao redor do mundo e empregava cerca de 15.700 colaboradores até o final de setembro de 2015.

Fonte: Covestro

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Clariant apresenta as cores de 2017 na mais nova edição do ColorForward®

08/02/2016

Colorforward-2017

  • 11ª edição do guia de previsão de cores da Clariant para a indústria de plásticos
  • Ferramenta de análise de tendências e design de cores oferece inspiração criativa

A Clariant lançou o ColorForward® 2017, o 11º guia anual de previsão de cores para a indústria de plásticos. O guia de 2017 visualiza tendências como data mining, a crescente desconexão social e a busca por uma vida com mais significado.

“O ColorForward® 2017 é muito diferente da edição de 2016 lançada há um ano”, explica Judith van Vliet, Designer do ColorWorks Europa, em Merate, Itália. “Acreditamos que as pessoas estão ficando mais amedrontadas e introspectivas, refletindo a sensação de desconexão que muitos parecem sentir hoje. Claro que há algumas exceções, mas em geral as cores estão mais suaves, escuras e até mesmo mais ambíguas”,

“Cada pessoa responderá ao ColorForward de maneira diferente”, complementa van Vliet. Cada um dos temas das tendências é representado por uma paleta de cinco cores. A intenção, no entanto, não é prever a “próxima cor do momento”. O objetivo é apresentá-la aos clientes da Clariant como uma experiência criativa. Para alguns os temas de tendências e as paletas de cores oferecem inspirações; para outros, servem como confirmação do que já pensaram e viram.

Tendência: Annoy Firm Omit

É um anagrama da frase “minha informação” (my information, em inglês. Tem a intenção de captar a ambígua natureza Yin / Yang do universo das informações. A Data Mining (seleção sistemática de informações digitais para um fim específico) ocupa um lugar central no tema dessa tendência. A dualidade da Internet é capturada nas cores da tendência Annoy Firm Omit. Duas das cinco cores são escuras e sinistras.

Tendência: Delonelination

Em um mundo conectado, o último tabu é a solidão. “Delonelination” é uma chamada para o despertar, afirma van Vliet. É um alerta de que a solidão está crescendo, principalmente entre os jovens. As cinco cores que representam essa tendência são geralmente pálidas e suaves, variando desde um bege, para sugerir a necessidade humana de ser tratado com carinho, até um marrom simples.

Tendência: Nebulove

Pode ser visto como uma antítese da solidão, pois reconhece uma tendência de relacionamentos complexos entre diversas pessoas interconectadas, que estar casadas ou não, dependendo do que as satisfaz. As cores que representam este tema são um verde/amarelo claro, como o interior de um pepino, e um vermelho difuso. Há um roxo-lilás e um laranja-amarronzado, quase um tom conhaque. Um rosa profundo e suave, chamado Perky Star, é usado para representar o ‘solteiro feliz’.

Tendência: It’s a trap!

“A vida pode ser uma cilada”, afirma van Vliet. “Ela pode ser difícil e estressante – ou simplesmente entediante – ser você permitir que seja assim. Por isso as pessoas estão começando a buscar novas formas de escapar, de aguçar sua curiosidade e explorar os limites da mente humana. Essa tendência fala sobre escapismo e a descoberta de novos modos de percepção.”. Não por acaso, as cores dessa tendência de aproximam de uma nova e autêntica estética.

Fonte: Clariant

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Nova família de resinas INNATE da Dow equilibra rigidez e tenacidade

21/01/2016
Engenheira Gianna Buaszczyk (Dow)

Engenheira Gianna Buaszczyk (Dow)

No mês de outubro do ano passado, a Dow anunciou o lançamento de uma nova família de resinas para Embalagens de Precisão INNATE™, que, segundo a empresa, apresenta níveis de desempenho capazes de ajudar os clientes a atenderem algumas das necessidades mais desafiadoras de embalagens da atualidade. Para explorar o tema em mais profundidade, o Blog do Plástico conduziu uma entrevista com a Engenheira de Pesquisa e Desenvolvimento da Dow, Gianna Buaszczyk:

Pergunta (Blog do Plástico) – Como as novas resinas da linha INNATE se diferenciam dos outros grades de resinas de PEBDL atualmente existentes no mercado para aplicações semelhantes ?

Resposta (Eng. Gianna Buaszczyk): As Resinas para Embalagens de Precisão INNATE™ trazem o grande diferencial de balanço entre rigidez e tenacidade. Foram desenvolvidas a partir de um revolucionário catalisador molecular patenteado aliado a uma tecnologia de processo avançada que permite um controle preciso e uniforme da química de resinas, o que resulta em níveis de desempenho e combinações de propriedades de filmes inéditas que:
• Satisfazem as necessidades de embalagens até então não atendidas
• Criam novos nichos de mercado
• Oferecem desempenho superior para as embalagens

Dow-graficoA resina experimental XUS 59910.02 (densidade 0,918 g/cm3 e fluidez 0,85 g/10min a 2,16kg e 190oC), primeira resina para embalagens de precisão da nova família INNATE™, oferece à cadeia de valor de embalagens o grande diferencial de balanço entre rigidez e tenacidade, possibilitando inúmeras combinações com outras resinas e redução de espessura, apresentando também resistência ao abuso significativamente maior: em um filme de 25 μm, a resina experimental XUS 59910.02 apresentou uma resistência à queda de dardo significativamente maior do que a uma resina da concorrência de módulo similar, o metaloceno PEBDL (fluidez 1,0; 0,918 d), bem como maior resistência do que a resina de menor módulo, metaloceno ELITE™ 5400G (fluidez 1,0; 0,916 d), conforme gráfico ao lado.

Apresenta também excelente processabilidade e excelente desempenho de selagem à quente

P – Como foi possível obter em um mesmo polímero propriedades aparentemente contraditórias como rigidez e tenacidade, assim como resistência mecânica e boa processabilidade?

R – As Resinas para Embalagens de Precisão INNATE™ são uma nova categoria de copolímeros base etileno. São diferentes das outras resinas da Dow em função do uso de um revolucionário catalisador molecular patenteado aliado a uma tecnologia de processo avançada que permite um controle preciso da arquitetura molecular, de forma inédita. Isso possibilita atingir propriedades diferenciadas, como aumento da tenacidade sem sacrificar outras propriedades chaves.

P – Quais são as principais aplicações da nova família de resinas INNATE e quais as vantagem que elas oferecem sobre as concorrentes?

R – As resinas podem ser aplicadas em embalagens flexíveis para alimentos, filmes industriais, sacaria industrial de alta resistência e em gramas artificiais.

Dow-Innate_embalagemEmbalagens para Alimentos e Especialidades: Durabilidade, resistência ao abuso e excelente processabilidade, quando utilizadas sozinhas ou em combinação com outros materiais, fazem das Resinas para Embalagens de Precisão INNATE™ uma excelente opção para embalagens de alimentos e produtos de consumo em geral. Elas oferecem:

  • Filmes com a resistência necessária para otimização das embalagens
  • Filmes com a rigidez necessária para o envase de produto, exposição e armazenamento eficiente de embalagens como, por exemplo, stand-up pouches
  • Melhor tenacidade aliada a uma excelente resistência a quebras por flexão (“flex crack”), importante propriedade para embalagens para líquidos
  • Integridade da embalagem, garantindo maior durabilidade para o produto

Filmes Industriais e de Consumo: Os filmes produzidos com as Resinas para Embalagens de Precisão INNATE™ possuem a tenacidade e resistência necessárias para enfrentar praticamente qualquer desafio de aplicação como, por exemplo, sacaria industrial de alta resistência. Os usuários contarão com:

  • Resistência ao abuso significativamente superior, o que garante maior resistência à queda;
  • Desempenho de selagem à quente similar ao das resinas comuns disponíveis no mercado;
  • Possibilidade de redução da espessura dos filmes, para obter diferenciação no mercado.

P – A resinas INNATE estão sendo produzidas em que plantas da Dow Chemical ? Quais os volumes atualmente produzidos? Quais são os planos para expansão da capacidade?

R – Hoje, a Dow tem capacidade para produção nas Américas e na Europa suficiente para atender à demanda dos próximos anos. Os planos de expansão serão definidos gradativamente.

P – Foi necessária alguma alteração no processo produtivo / plantas de PEBDL para obtenção das novas resinas ou a mudança foi somente no catalisador empregado na polimerização ?

R – Trata-se da utilização de um novo catalisador em combinação com tecnologia de processo avançada.

P – É possível fornecer alguma informação adicional sobre o catalisador empregado no processo? É catalisador metaloceno ?

R – Não se trata de tecnologia de catalisador metaloceno. INNATE™ é uma nova categoria de copolímeros base etileno.

P – Como é possível reduzir o peso da embalagem ? Através da redução da espessura?

R – As resinas INNATE™ tem propriedades diferenciadas, o que torna possível fazer a redução de espessura sem comprometer a resistência do filme, que deve ser avaliado para cada aplicação.

P – Por que a estabilidade do balão em processos de blown film com as resinas INNATE é melhor do que com os polímeros convencionais de PEBDL?

R – Porque as resinas INNATE apresentam maior resistência de fundido, o que se traduz em maior estabilidade de balão. Além disso, elas apresentam uma taxa maior de redução de viscosidade com aumento da tensão de cisalhamento comparado às resinas de mercado, o que permite trabalhar com menores temperaturas de fusão, além de se observar menor amperagem no motor.

P – A nova família pode ser usada em aplicações de co-extrusão ? Quais?

R – O alvo das resinas INNATE é, justamente, clientes com recurso de coextrusão para a produção de filmes. Os filmes coextrusados produzidos com as resinas INNATE oferecem uma resistência ao abuso até duas vezes maior que os materiais padrões disponíveis atualmente no mercado.

P – A introdução da nova família de resinas INNATE cria novos nichos de mercado e aplicações para o PEBDL ? Quais?

R – As resinas INNATE possibilitam a criação de novos nichos de mercado, uma vez que trazem a oportunidade de desenvolvimento de embalagens com novas características em termos de eficiência por meio da substituição de materiais.

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Saint-Gobain adquire a SG Plásticos e reforça sua atividade em Plásticos no Brasil

21/01/2016

A multinacional francesa Saint-Gobain adquiriu a empresa brasileira SG Plásticos, uma das  principais companhias no  segmento  de tubos extrudados no  Brasil.  Com aproximadamente 2.600 produtos em seu portfolio, a SG  Plásticos oferece  soluções diferenciadas  e customizadas para  a transferência  de  fluidos em aplicações exigentes para uma grande variedade de mercados, incluindo o industrial, médico, agrícola e automotivo. A SG Plásticos tem uma unidade de produção de 8 mil metros quadrados em  São Caetano  do  Sul,  no Estado  de São  Paulo.

Esta aquisição está   em   linha   com a estratégia do   Grupo Saint-Gobain  para   aumentar seus   ativos industriais  em Materiais de  Alta Performance nos países  emergentes.  A operação posicionará a  Saint-Gobain Performance Plastics como  uma  das  empresas  líderes  no mercado  brasileiro  dos  tubos  de  alto valor  agregado.  Este  aumento  da  capacidade de produção local reforçará a presença da Saint-Gobain na região com um portfólio mais amplo de aplicações.

A empresa não divulgou o preço pago pela aquisição. A Saint-Gobain Performance Plastics é um produtor de soluções em polímeros de alto desempenho e possui 45 unidades de produção distribuídas em 18 países na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia.

A empresa francesa opera no Brasil através da Saint-Gobain do Brasil Ltda. e outras subsidiárias, produzindo produtos em vidro para os mercados de construção e automotivo, plásticos de alto desempenho, isolamento em fibra de vidro e outros produtos. As vendas da Saint-Gobain no Brasil em 2014 totalizaram 9,8 bilhões de reais.

Fonte: Saint Gobain

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GE vende divisão de eletrodomésticos para fabricante chinês Haier

19/01/2016

GErefrigeradoresA General Electric anunciou acordo para vender seus negócios de eletrodomésticos para a fabricante chinesa Haier por 5,4 bilhões de dólares em dinheiro. Segundo comunicado divulgado no dia 15/01, as duas empresas também irão cooperar a nível global para expandir as atividades nos setores industrial e de saúde.

O acordo com a Haier ocorre semanas depois da GE abandonar entendimentos com a sueca Electrolux para a venda da divisão de eletrodomésticos por 3,3 bilhões de dólares. O Departamento de Justiça americano impediu o negócio de seguir adiante por julgar que ele ameaçava a concorrência dentro dos Estados Unidos.

A aquisição deve melhorar a competitividade global da empresa chinesa e ajudar a Haier a  vender refrigeradores, máquinas de lavar louça e outros eletrodomésticos em outros mercados além da China, onde a empresa é bem conhecida. O acordo prevê o direito do uso da marca GE Applicances por 40 anos e manterá os escritórios da empresa em Louisville, Kentucky, assim como a atual equipe administrativa, segundo informaram as duas companhias.

Segundo a Haier, o negócio inclui uma fatia de 48,4 % da GE Applicances na fabricante mexicana de eletrodoméstico Mabe, que opera uma joint-venture e fornece para a GE Appliances há 28 anos.

Em 2014, as receitas da GE Appliances totalizaram 5,9 bilhões de dólares e a empresa teve 400 milhões em Ebitda  (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização). A força de trabalho total da GE Appliances ao redor do mundo é de 12 mil funcionários, sendo que 96% deles estão baseados nos Estados Unidos.

O negócio permitirá à GE redicionar o foco para seus negócios principais, concentrados na área industrial, como a fabricação de turbinas para aviação e para geração de energia eólica.

A transação terá que ser avaliada por autoridades regulatórias na China e em outros países e estará também sujeito à aprovação por dois terços de acionistas da Qingdao Haier (empresa com fatia de 41% detida pela Haier).

Fonte: Reuters / Valor / IstoÉ Dinheiro

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Cipatex fornece geomembranas para canais de transposição do rio São Francisco

19/01/2016

cipatex-transposicao-rio-sao-francisco

A Cipatex, fabricante de revestimentos sintéticos com sede em Cerquilho, interior de São Paulo, fornecerá geomembranas de PVC Cipageo® para o canal de transposição do rio São Francisco, no Brasil. O material será usado para impermeabilizar, inicialmente, um trecho de 460 mil metros quadrados da estação do eixo leste, na região de Pernambuco. Estão previstas construções de açudes e ramificações ao longo do percurso para levar água para cidades e comunidades rurais, o que deve gerar novas demandas pelo produto.

As geomembranas de PVC são utilizadas para garantir a estanqueidade do canal durante todo o percurso da água, para que não haja perdas com infiltração. “Entre os motivos que levaram as construtoras a optar pelo material da Cipatex® está a possibilidade da confecção das geomembranas em painéis com medidas que otimizam a instalação, garantindo um alto ganho de produtividade, redução de custos de aplicação e facilidade no transporte”, comenta Aureovaldo Casari, gerente de agroindústria e mineração da empresa.

Segundo a Cipatex, as geomembranas Cipageo® são produzidas pelo sistema de calandragem com geotêxtil aderido, o que confere maior resistência mecânica e a perfurações. Além de canais de irrigação, o material pode ser aplicado na impermeabilização de lagoas agrícolas e de tratamento de resíduos, ensilagem, lajes, muros de arrimo, áreas sujeitas à infiltração, túneis,  solo para lixiviação em pilhas e canaletas,  galvanoplastia, biodigestores, entre outros, acrescenta a empresa. O material é tolerante a diversos tipos de ácidos, sais e bases, com boa resistência ao envelhecimento e às influencias do meio ambiente. Devido ao grande alongamento, maleabilidade e flexibilidade, pode ser empregado em qualquer tipo de superfície, complementa a Cipatex.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cipatex

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Convenção Kömmerling debaterá Administração e Gestão de Serralherias para fabricação de sistemas de perfis de PVC

19/01/2016

Kommerling_economia_energiaNo período de 2 a 5 de fevereiro, a Kömmerling, tradicional fabricante alemão de sistemas de perfis de PVC, reunirá 50 participantes, representando 20  parceiros, durante a Convenção Anual, na cidade sul matogrossense de  de Bonito, Na ocasião, a empresa transferirá conhecimentos e expertise, por meio do curso Administração e Gestão de Serralherias.

“A iniciativa tem como base os procedimentos adotados para a melhoria de qualidade, em termos de atendimento e organização”, informa Priscila Oliveira de Andrade, gerente de vendas da empresa. Trata-se de um instrumento de orientação que ajudará os parceiros a se prepararem tecnicamente para fazer frente aos impactos da crise econômica no setor de esquadrias.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Laboratório da UERJ é montado com painéis pultrudados pré-fabricados

11/01/2016

Pultrusao

A empresa Pultrusão do Brasil desenvolveu um sistema de construção modular com painéis pultrudados pré-fabricados para construções rápidas e canteiro de obra limpo para atender a demanda da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Ela necessitava de uma sede para o Laboratório de Adesão e Aderência (LAA), na Cidade Universitária, em Macaé, RJ.

A equipe de Engenharia da Pultrusão do Brasil projetou painéis “sanduíche” de perfis e chapas pultrudadas com núcleo de espuma EPS. A empresa pré-fabricou painéis com janelas, portas, paredes “cegas” e painéis para teto, que foram montados sobre um piso de concreto. A montagem foi concluída em 15 dias.

O laboratório tem 57,6 m² de área, distribuídos em três salas de ensaios (hidráulicos, colagem e materiais compósitos), sala de estar/reuniões, circulação e sanitários. A construção também recebeu uma estrutura pultrudada de cobertura, formando uma varanda (30m²), e foi coberta com telhas pultrudadas.

O perfil plástico estrutural pultrudado pode substituir materiais convencionais como o aço, alumínio, madeira e concreto. Entre as vantagens estão: imunidade à corrosão, alta resistência à agressividade química, isolamento elétrico, resistência a altas temperaturas, autoextinção de fogo, longa durabilidade com baixa manutenção, leveza (mais leve que aço e alumínio), comprimento apenas limitado ao transporte; baixa absorção de água; facilidade de transporte e manuseio.

A UERJ teve a parceria da Pultrusão do Brasil e da Fundação Educacional de Macaé para a construção da sede do laboratório com material pultrudado. Nele, em convênio com a Petrobras, a equipe do Mestrado em Ciências da Tecnologia da universidade desenvolverá projetos inovadores na área de materiais compósitos (fibra de vidro mais resina).

Fonte: Pultrusão do Brasil

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Evonik participa de Conferência sobre Segurança no Trânsito e lança Prêmio de Segurança Viária

07/01/2016
Conferencia-Evonik

Da esquerda para a direita: Débora Rebuelta (Evonik), Michael Dreznes (IRF), Marta Obelheiro (WRI), Alan Ross (Traceca), Lucas de Araújo Boto (DNIT), Ivone Hoffmann (DNIT) e Valter Tani (Labtrans)

Como reduzir as mortes e traumas causados por acidentes de trânsito foi o tema sobre o qual líderes e especialistas de todo o mundo se debruçaram durante a 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no Trânsito – Tempo de Resultados, realizada nos dias 18 e 19 de novembro no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF).

Em meio à Década de Ação para a Segurança no Trânsito 2011-2020, um dos objetivos do evento foi avaliar o andamento das iniciativas para redução das mortes ocorridas no trânsito em todo o mundo, concluindo com o compromisso de países membros da Organização das Nações Unidas (ONU) a priorizarem a segurança de pedestres, ciclistas e motociclistas – usuários mais vulneráveis do trânsito.

A Declaração de Brasília, documento apresentado pelo ministro da Saúde do Brasil, Marcelo Castro, ao final da Conferência, dá ênfase ao transporte sustentável como forma de aprimorar a segurança no trânsito. Os países reafirmaram também, no âmbito da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, reduzir à metade, até 2020, as mortes causadas por acidentes de trânsito.

Prêmio Degaroute® Road Safety Award

No primeiro dia do evento, Weber Porto, diretor presidente da região América do Sul da Evonik, participou do lançamento do prêmio “Degaroute® Road Safety Award”, anunciado por Adnan Rahman, diretor geral da IRF (International Road Federation) durante a sessão organizada pelo MDB (Multilateral Development Bank) e IRF.

A premiação do “Degaroute® Road Safety Award” será anual e destinada a reconhecer iniciativas voltadas para a melhoria da segurança viária, notadamente a segurança dos usuários vulneráveis o tráfego. “Por meio de nossas atividades globais, temos feito contato com pessoas que estão tomando pequenos passos e que proporcionam impactos positivos enormes na segurança viária. No entanto, os seus esforços, muitas vezes, passam despercebidos. O nosso prêmio visa ser uma ferramenta de motivação para incentivar ainda mais ações de segurança viária por parte das comunidades ou motivar o engajamento e a demanda para esta iniciativa”, explicou Jochen Henkels, Diretor de Negócios de Sinalização Viária e Pisos.

O prêmio será baseado em critérios como segurança, criatividade, sustentabilidade e inovação e contará com um júri de especialistas renomados na área de infraestrutura viária.

Seminário sobre segurança viária em cidades populosas

Um dia antes do início da 2ª Conferência Mundial de Alto Nível sobre Segurança no Trânsito, a Evonik promoveu o seminário “Visionando a segurança viária em cidades emergentes populosas”.

Realizado no Centro Internacional de Convenções do Brasil, o seminário reuniu palestrantes com profundo conhecimento das diversas práticas relacionadas ao tema segurança viária e seus desafios. Participaram representantes da IRF (International Road Federation), Labtrans (Laboratório de Transportes e Logística), DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), WRI (World Resources Institute) e TRACECA (Transport Corridor Europe Caucasus Asia).

Débora Rebuelta, responsável pela linha de resinas de Metacrilato de Metila (MMA) da Evonik na América do Sul, falou sobre a influência do contraste das cores para a segurança viária dos usuários vulneráveis: “De acordo com o relatório da OMS publicado em 2015, 49% das mortes no trânsito no mundo ocorrem entre os usuários vulneráveis (ciclistas, pedestres e motociclistas). Este mesmo relatório aponta que as rodovias continuam a ser projetadas e construídas sem a atenção especial às necessidades dos usuários vulneráveis”.

Durante o evento, a Evonik apresentou alguns projetos criativos em sinalizações de Plástico a Frio Degaroute® , em cores que facilitam a segregação de áreas e separação das vias rápida e lenta, organizando e propiciando melhor comunicação e convivência entre os vários usuários, tornando-a estrada mais segura. Plásticos frios são sistemas reativos com dois ou mais componentes formulados com ligantes baseados em Metacrilato de Metila e polimerizados com a adição de um endurecedor (agente de cura) imediatamente antes da aplicação.

“Projetos em Plástico a Frio são de rápida implantação, alta durabilidade, baixo investimento e de elevado impacto para a melhoria da segurança viária dos usuários vulneráveis”, destacou Débora Rebuelta.

Alguns exemplos de projetos foram citados durante o evento, como a utilização do Plástico a Frio vermelho antiderrapante na Indonésia (projeto “Red Box”), no qual a segregação dos motociclistas propiciou uma redução de conflitos com motoristas de automóveis em 40%, segundo a palestrante. Outro exemplo foi o projeto “Tapete Vermelho” para as crianças na China, no qual a implantação de travessias de pedestres mais visíveis em áreas escolares, por meio do uso das cores e materiais sustentáveis, tem propiciado redução de acidentes.

O seminário foi encerrado com um painel de discussão em que todos os palestrantes puderam expor suas conclusões e responder as questões do público.

“O evento proporcionou uma troca de informações valiosas e enriquecedoras entre vários continentes, e um reforço no posicionamento de que ações efetivas e conjuntas devem ser realizadas para que os países membros da ONU possam atingir os resultados de reduzir à metade, até 2020, as mortes causadas por acidentes de trânsito”, afirmou Débora Rebuelta.

Fonte: Evonik

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Lanxess e Faurecia desenvolvem front-end feito inteiramente de poliamida para novo modelo da Skoda

07/01/2016

Lanxess-Frontend_SkodaA Lanxess, multinacional alemã do setor de especialidades químicas, por meio de sua unidade de negócios HPM (High Performance Materials), anunciou que o front-end de veículos de passageiros pode agora ser produzido exclusivamente de plástico, tal como ilustrado pelo novo Skoda Octavia, na imagem em destaque. O front-end foi fabricado a partir da sua  poliamida 6 Durethan BKV 60 H2.0 EF, altamente reforçada com 60% de fibra de vidro. A característica especial deste componente estrutural é que ele não contém absolutamente nenhum reforço de chapas metálicas. Isto é válido mesmo para a região frontal superior do front-end, que inclui a trava do capô, estendendo-se por todo o corpo do front-end.

Para Boris Koch, especialista em componentes estruturais da Lanxess, essa conquista só foi alcançada graças ao desenvolvimento de uma poliamida  extremamente rígida, resistente e de alta tecnologia, que permite que o front-end tenha um design complexo e paredes finas. O componente de peso leve foi projetado pela empresa Faurecia Kunststoffe Automobilsysteme GmbH, Ingolstadt, Alemanha, parceira da Lanxess no projeto.

Processo de produção simples e econômico

O objetivo da Faurecia foi simplificar o processo de produção para o front-end. “Queríamos criar uma peça totalmente de plástico, para que pudéssemos trabalhar  com apenas um molde de injeção e eliminar o complicado manuseio da chapa”. Ressalta Pascal Joly-Pottuz, chefe de desenvolvimento do componente front-end na Faurecia.

O maior desafio do projeto foi atender às exigências da região do suporte do radiador e na trava do capô, que estão sujeitos a forças muito altas. “A expressiva maior rigidez do nosso material altamente reforçado com 60% de fibras de vidro, em comparação às poliamidas padrão com apenas 30 ou 40% de reforço de fibras de vidro, assegura que o componente seja suficientemente forte para resistir às tensões elevadas.” Detalha Pascal Joly-Pottuz. Por exemplo, em condições de trabalho, o material tem um módulo de elasticidade à temperatura ambiente de 13,100 MPa (ISO 527-1, -2).

Uma característica particularmente desafiadora,  foi o projeto da parte frontal superior na transição para os suportes de proteção. Há pouco espaço disponível nesta região, que inclui as montagens para os faróis e pára-choques, tornando-se necessário alcançar um design muito fino, mas ao mesmo tempo extremamente forte. “Graças à alta rigidez e resistência do nosso material, os suportes para os faróis e pára-choques também atenderam a todos os requisitos”, destaca Koch.

Paredes finas, componentes de baixo peso

Embora a poliamida tenha uma densidade muito maior por conta do seu alto teor de fibra de vidro, o componente resultante  é muito leve. “Comparado a um front end virtual que nós projetamos a partir de uma poliamida 6 com 30 % de fibra de vidro, este front end da Skoda é cerca de 1,2 kg mais leve, ou seja, possui 25% menos peso na estrutura.” Destaca Koch.

Estes resultados, afirma a Lanxess, são devidos às melhores propriedades mecânicas, assim como ao ótimo comportamento de fluxo do material, que permitem obter-se paredes muito finas. De fato, a espessura da parede em regiões sujeitas a tensões mais baixas pode ser reduzida a apenas 1.8 milímetros.

Qualidade da superfície

Além das montagens para os faróis, o front end também integra montagens moldadas por injeção para o suporte do radiador, trava do capô, sistema anti-roubo e dutos de ar. Além do mais, o componente é fornecido diretamente com uma cobertura decorativa, o que significa que esta peça não precisa ser montada separadamente. “Apesar do alto teor de fibras de vidro, nós tivemos condição de dar à cobertura uma textura fina para fazer com que ela combinasse bem com a aparência visual global”. afirma Koch.

HiAnt – Amplo atendimento ao cliente

A Lanxess forneceu ao seu parceiro vários serviços HiAnt no desenvolvimento do suporte do front-end, incluindo, por exemplo, ajuda com o projeto estrutural, cálculos mecânicos e análises reológicas para minimizar o empenamento e contração, além da análise do preenchimento do molde. Os especialistas da Lanxess forneceram também aconselhamento para a seleção do sistema de entradas e pontos de injeção, otimização das espessuras de parede e assistência durante o lançamento da produção em grande escala.

Perspectiva – Mais componentes estruturais feitos exclusivamente de poliamida   

Tendo em vista a boa experiência com o suporte do front-end do Skoda Octavia, a Lanxess está certa de que outros componentes estruturais automotivos similares podem também ser projetados totalmente como peças de poliamida. “Nós atualmente imaginamos montagens para a bateria ou outros componentes eletrônicos em veículos elétricos e híbridos”, destaca Koch.

A Lanxess teve vendas de 8 bilhões de euros em 2014 e possui aproximadamente 16.300 funcionários em 29 países. A empresa está atualmente representada em 52 plantas de produção em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de plásticos, borracha, especialidades químicas e intermediários químicos.

Fonte: Lanxess

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Polímero PEEK da Solvay será usado em duto de admissão de combustível no projeto do motor fabricado totalmente com plásticos

23/12/2015

Fabricados pela Arevo Labs, parceiro da  Solvay, o componente do Polimotor 2 é a primeira aplicação de impressão 3D com polímero PEEK

Solvay-Polimotor-2A Solvay Specialty Polymers, fornecedora global de polímeros de alto desempenho, anunciou que o projeto Polimotor 2, liderado pelo lendário inovador de automóveis Matti Holtzberg, contará com um duto de admissão de combustível impresso em 3D (foto), fabricado com um grade reforçado do polímero de polieteretercetona KetaSpire®(PEEK ) da Solvay. A Arevo Labs, líder em tecnologia de fabricação aditiva para peças de compósitos, produziu a peça usando sua inovadora tecnologia Reinforced Filament Fusion (fusão de filamento reforçado).

O Grupo Solvay é o principal patrocinador de material para este projeto técnico tão aguardado, que tem como objetivo projetar e fabricar uma nova geração de motores totalmente em plásticos para competições automobilísticas, em 2016. O projeto Polimotor 2 visa desenvolver um motor CAM, de quatro cilindros e com duplo cabeçote, totalmente de plástico, que pese entre 63 a 67 kg – cerca de 41 kg a menos do que os motores de produção padrão de hoje. Além da aplicação atual para os dutos de entrada de combustível, o programa inovador de Holtzberg irá aproveitar as tecnologias de polímeros da Solvay para desenvolver até dez peças do motor.

Entre essas peças estão a bomba de água, bomba de óleo, entrada/saída de água, corpo do acelerador e outros componentes de alto desempenho. Os materiais da Solvay pretendidos para uso são poliftalamida Amodel® (PPA), poliariletercetona AvaSpire® (PAEK), polifenilsulfona Radel® (PPSU), sulfeto de polifenileno Ryton® (PPS), poliamida-imida Torlon® (PAI), e fluoroelastômeros Tecnoflon® VPL.

Mais potência e desempenho – “Os dutos de admissão no motor Polimotor original foram feitos de alumínio, mas atualmente a indústria automotiva depende quase que inteiramente de poliamida moldada por injeção”, diz Matti Holtzberg, que também é presidente da Composite Castings, LLC, com sede em West Palm Beach, na Flórida. “Essa escolha de materiais está mudando agora também, pois as montadoras estão buscando novas alternativas inovadoras como o PEEK da Solvay, que pode suportar as altas temperaturas sob o capô resultantes do  crescente uso de turbocompressores e da redução do tamanho do motor, sendo que ambos estão resultando em um maior fornecimento de potência específica”, acrescenta.

Aparecendo tanto em peças de carros de corrida como nos de produção em escala, os dutos de admissão estão normalmente integrados a uma câmara pressurizada que distribui uniformemente o fluxo de ar entre a entrada de ar do motor e seus cilindros. Como é uma peça de transição entre o cabeçote do cilindro e a câmara pressurizada, uma função da admissão é injetar combustível no fluxo de ar quando este entra no motor e seu desempenho tem uma influência direta sobre a potência do motor.

A substituição do duto de alumínio original pelo PEEK reduziu o peso da peça em 50%. O material específico escolhido para o Polimotor 2 foi um grade formulado sob medida de KetaSpire® KT-820 PEEK reforçado com 10 por cento de fibra de carbono. Segundo a Solvay,  o KetaSpire® PEEK oferece resistência química excelente para combustíveis automotivos, bem como desempenho mecânico confiável a temperaturas de uso contínuo até 240 ° C. Estas qualidades fizeram com que ele fosse um candidato altamente adequado para o duto de entrada de combustível do Polimotor 2, que encontra temperaturas atingindo 150 ° C perto dos pistões, na porta de admissão.

A tecnologia da Arevo une os filamentos de polímero em cima ou ao lado do outro em estágios sucessivos, para finalmente formar formas complexas. Assim, pode rapidamente converter projetos digitais em peças funcionais sem o tempo e custos iniciais necessários para construir um molde e protótipo. A plataforma Reinforced Filament Fusion da Arevo oferece a capacidade única de fazer impressões com polímeros PEEK reforçados. Quando combinado com um software de controle de processo da Arevo, a plataforma pode ajudar a otimizar as propriedades mecânicas de peças impressas.

“A convergência de impressão 3D com a tecnologia de polímero PEEK da Solvay nesta aplicação ressalta como o projeto Polimotor 2 é verdadeiramente de vanguarda”, reforça Brian Baleno, gerente global de negócios automotivos da Solvay Specialty Polymers. “Nenhuma dessas tecnologias existia nos anos 80, quando Matti Holtzberg desenvolveu o primeiro motor Polimotor. Agora, com este duto, estamos vendo uma das primeiras peças de PEEK reforçado com fibra de carbono sendo produzidas com o processo de fabricação aditiva. Isso sinaliza uma nova gama de possibilidades para as montadoras que estão buscando alternativas ao metal, mais leves e de alto desempenho”.

A Arevo Labs, com sede no Vale do Silício, na Califórnia, desenvolve tecnologia para permitir a fabricação aditiva digital direta de peças em compósito (com alta resistência) para aplicações de uso final. A tecnologia do Arevo consiste em materiais compósitos avançados, tecnologia de deposição e algoritmos de software para otimizar as propriedades mecânicas das peças impressas. O Arevo oferece serviços de manufatura aditiva, software e materiais compósitos para fabricantes de peças OEM em todo o mundo.

A Solvay Specialty Polymers fabrica mais de 1500 produtos em 35 marcas de polímeros de alto desempenho – fluoropolimeros, fluoroelastômeros, fluidos fluorados, poliamidas semiaromáticas, polímeros de sulfona, polímeros aromáticos de altíssimo desempenho, polímeros de alta barreira e compostos de alto desempenho reticulados – para uso nas indústrias Aeroespacial, Energia Alternativa, Automotiva, Saúde, membranas, Petróleo e Gás, Embalagens, Encanamento, Semicondutores, Cabos e Fios e outras indústrias.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Filme de plástico oferece economia e eficiência ao cultivo do abacaxi

22/12/2015

Braskem-Mulching

Uso de mulching favorece a colheita de frutos maiores e em menor tempo, além de reduzir custos na produção

Setor de grande importância para a economia brasileira, o agronegócio tem investido em soluções para ampliar a competitividade e qualidade de seus produtos no mercado global. Um desses recursos é o mulching, filme de plástico cada vez mais utilizado na cobertura do solo no cultivo de hortifrúti e culturas perenes. Após consolidar suas vantagens de aplicação em plantações de citros e café, o artigo ganha espaço, agora, no cultivo de abacaxi.

Com o mulching é possível diminuir o ciclo do fruto e antecipar a colheita em até seis meses. O produto também garante ganhos de, em média, 25% no volume de produção, e abacaxis até 30% maiores do que em plantios sem o filme de polietileno.

Além disso, a solução garante permite a diminuição do consumo de energia elétrica e água, uma vez que retém umidade por mais tempo, demandando irrigação com menos frequência; e menor utilização de herbicidas, ao não permitir a passagem de luz, evitando assim a proliferação de ervas daninhas.

“O abacaxi ainda é visto como uma cultura de baixa tecnologia e nosso objetivo é mudar esse conceito. Vamos mostrar aos produtores que investir no mulching é uma ótima solução para tornar o plantio mais eficiente e agregar valor ao produto final. Estamos com grandes expectativas para a expansão do seu uso no Brasil, que possui 60 mil hectares dedicados ao cultivo da fruta”, afirma Edson Damaglio, gerente técnico-comercial da Electro Plastic, responsável pela produção do mulching em plástico.

Fornecedora de matéria-prima para o filme e parceira em sua elaboração, a Braskem investe em pesquisas e resinas de alta performance para levar ao agronegócio soluções em plástico que promovam ganhos de qualidade, aumento de produtividade, reduzindo as perdas e diminuindo custos.

“Levaremos a tecnologia inovadora e comprovada em outras culturas para a cadeia produtiva do abacaxi. Isso provocará o desenvolvimento regional principalmente em comunidades de pequenos produtores rurais que terão sua rentabilidade aumentada”, afirma Ana Paiva, especialista em desenvolvimento de mercado da Braskem.

Fonte: Braskem

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Tecnologia de grama sintética da Dow é testada por times de hóquei que se reuniram no Rio em evento-teste das Olimpíadas

21/12/2015

Hockey-Rio-2016

Seleções de oito países estiveram presentes no evento-teste de hóquei do Rio 2016 realizado no Parque Olímpico de Deodoro em 24 de novembro. O evento marcou o lançamento do campo de hóquei, pintado com cores que remetem ao Brasil

O palco para a competição de hóquei está pronto. Quatro seleções masculinas e quatro seleções femininas reuniram-se no Parque Olímpico de Deodoro, no Rio de Janeiro, entre 24 e 28 de novembro, para o evento-teste “Aquece Rio” – que compreende o ensaio técnico mais importante para os Jogos Olímpicos Rio 2016. A Dow está contribuindo com suas resinas para garantir uma superfície de padrão mundial e alto desempenho para o torneio olímpico de hóquei no Rio. A Dow é Parceira Olímpica Mundial e a Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos.

O evento também marcou o lançamento de um componente importante do “Look of the Games”, identidade visual das Olimpíadas Rio 2016: as cores utilizadas no gramado do campo de hóquei, característica muito esperada desde o sucesso de Riverbank Arena dos Jogos Olímpicos de Londres 2012  e seu atrativo jogo de cores que combinava azul e rosa. Para as Olimpíadas do Rio, o Comitê Organizador do Rio 2016 e a Federação Internacional de Hóquei (FIH) optaram por um gramado azul com linhas verdes – padrão de cores que combina com a identidade visual dos Jogos Rio 2016 e reflete o espírito de celebração dos primeiros Jogos Olímpicos realizados no Brasil.
 
Condições de jogo de padrão mundial

As partidas de hóquei dos Jogos Olímpicos Rio 2016 serão disputadas em campos que contam com um sistema de grama sintética inovador, cujos fios foram desenvolvidos com as Resinas de Polietileno de baixa densidade linear Dowlex™ da Dow, além das tecnologias de poliuretanos da Companhia.

Segundo a Dow, o sistema é projetado para oferecer durabilidade superior por todo o tempo de vida útil do campo, além de uniformidade em todos os jogos que fazem parte da agitadíssima programação da competição. A colorabilidade é uma característica importante do componente dos fios, possibilitando características estéticas e design personalizados para a superfície de jogo.

O desempenho dos jogadores e a qualidade do campo foram as principais preocupações durante o desenvolvimento do sistema de grama sintética de hóquei para as Olimpíadas do Rio 2016. Amostras de grama sintética foram inspecionadas pelas equipes de Gerenciamento das Instalações e de Look of the Games do Rio 2016, além de membros da Federação Internacional de Hóquei e do Serviço de Transmissão dos Jogos Olímpicos (OBS) a fim de garantir que as cores escolhidas atendessem aos requisitos específicos para jogadores, árbitros, espectadores e equipes responsáveis pelas transmissões.

“Estamos muito entusiasmados com o fato das soluções e experiência da Dow na oferta de materiais para superfícies de jogo de padrão internacional servirem de palco para uma das competições mais esperadas das Olimpíadas do Rio”, destacou Nathan Wiker, Diretor Global de Marketing para Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow. “O hóquei é um jogo extremamente rápido. As cores do gramado permitirão que os espectadores do estádio e os que assistirão aos jogos pela TV acompanhem todas as jogadas mais facilmente graças ao alto nível de contraste entre a bola e o campo”.

Os jogos de hóquei serão realizados no Centro Olímpico de Hóquei, no Parque Olímpico de Deodoro, entre 6 e 19 de agosto de 2016. A competição reunirá as 12 melhores seleções masculinas e femininas do mundo. O complexo incluirá dois campos e uma área de aquecimento.

O portfólio da Dow nas áreas de Especialidades Químicas, Materiais Avançados, Ciências Agrícolas e Plásticos oferece uma ampla variedade de soluções e produtos baseados em tecnologia para aproximadamente 180 países e em setores de grande crescimento, como embalagens, eletrônicos, água, revestimentos e agricultura. Em 2014, a Dow teve vendas anuais de mais de US$ 58 bilhões e empregou aproximadamente 53.000 funcionários em todo o mundo. Os mais de 6.000 produtos da Companhia são produzidos em 201 unidades fabris em 35 países ao redor do mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow / Foto: Miriam Jeske/Brasil 2016 / Autoridade Pública Olímpica

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