Archive for the ‘Meio Ambiente’ Category

Embalixo lança nova embalagem “Fecha Fácil” com plástico derivado de cana-de-açúcar

17/09/2016

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Produto sustentável facilita o descarte de lixo

Empenhada em facilitar a vida do consumidor, a Embalixo, empresa brasileira líder na produção de sacos para lixos, lança o “Fecha Fácil”, modelo que possui abas para facilitar o fechamento da embalagem. O produto já está disponível para o consumidor e possui quatro versões: de 15, 30, 50 e 100 litros.

A nova embalagem utiliza como matéria-prima o Polietileno Verde, resina desenvolvida pela Braskem. O PE Verde, produzido a partir de cana-de-açúcar, possui características idênticas às do polietileno de origem fóssil, não requer mudanças nos processos de transformação e pode ser reciclado nas correntes já existentes.

Desde 2011, a Embalixo adota o Plástico Verde em seus sacos para lixos. “Estamos muito satisfeitos em lançar uma embalagem que visa facilitar a vida do consumidor já com o selo I’m greenT, o que reforça nosso compromisso com o descarte simples e correto de resíduos”, explica Rafael Costa, diretor comercial da Embalixo.

Fonte: Braskem

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Covestro introduz nova marca para componentes de poliuretanos sintetizados a partir de CO2

22/07/2016
Na conferência recente da EUROPUR, a Covestro recebeu o Prêmio de Sustentabilidade pelos seus componentes de poliuretanos baseados em CO2, que agora estão sendo comercializados sob a marca cardyon®. O diretor do projeto Dr. Karsten Malsch (segundo a partir da direita) e seus colegas Dr. Lutz Brassat, Dr. Stefan Lindner and Matthaeus Gossner (a partir da esquerda) recebem o prêmio de Jean-Pierre de Kesel (Recticel), um membro do júri.

Na conferência recente da EUROPUR, a Covestro recebeu o Prêmio de Sustentabilidade pelos seus componentes de poliuretanos baseados em CO2, que agora estão sendo comercializados sob a marca cardyon®. O diretor do projeto Dr. Karsten Malsch (segundo a partir da direita) e seus colegas Dr. Lutz Brassat, Dr. Stefan Lindner and Matthaeus Gossner (a partir da esquerda) recebem o prêmio de Jean-Pierre de Kesel (Recticel), um membro do júri.

Ao utilizar o dióxido de carbono para síntese de poliuretanos, a Covestro está ajudando na preservação de recursos fósseis escassos, além de fechar o ciclo do carbono. A empresa desenvolveu uma nova tecnologia que utiliza o gás carbônico para produzir substâncias usadas na produção de espumas. Com a marca cardyon®, a Covestro agora oferece a seus clientes na indústria de poliuretano a oportunidade de reduzir sua dependência do petróleo e, portanto, reduzir sua pegada de carbono.

“Nossos clientes buscam matérias-primas mais sustentáveis, mas exigem a mesma qualidade dos componentes convencionais”, explica o gerente do projeto, Dr. Karsten Malsch. “O cardyon® é uma alternativa igual aos produtos convencionais. Ao mesmo tempo, os clientes podem se diferenciar dos competidores com o nosso produto”.

Produto premiado

A tecnologia rendeu à Covestro o Prêmio de Sustentabilidade da EUROPUR, a Associação Européia dos Fabricantes de Blocos de Espuma Flexível de Poliuretano, no encontro de 50 anos da associação.

A Covestro iniciará em breve a operação em sua primeira fábrica de polióis poliéteres à base de Co2 em seu site em Dormagen, na Alemanha. A unidade será responsável pela produção de matérias-primas para produtos como espumas flexíveis de poliuretano usados em colchões e móveis.

A Covestro continua trabalhando em parceria com a indústria e com universidades para desenvolver novos componentes e potenciais aplicações para os poliuretanos à base de CO2.

Com vendas de EUR 12,1 bilhões em 2015, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção civil e a indústria de esporte e lazer. A Covestro, antiga Bayer MaterialScience, possui 30 unidades fabris em todo o mundo e, no final de 2015, empregava aproximadamente 15.800 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Compósitos: programa de logística reversa no Paraná começa em agosto

10/07/2016

Projeto da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos contempla inicialmente o trabalho com peças de ônibus

Criado no final de 2014 pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o programa de logística reversa pós-consumo de peças de compósitos entrará em operação no início de agosto. A iniciativa acontece no Paraná, numa área que abrange Curitiba e mais 29 municípios, e contempla inicialmente componentes de ônibus, como tetos, grades e para-choques. A expectativa ao longo do primeiro ano é de efetuar a logística reversa de cinco toneladas de compósitos, cujo destino final será o coprocessamento em fornos de cimenteiras.

“A partir de agosto, a responsabilidade pelo pós-consumo passará a ser dos fabricantes das peças. Caso eles não façam parte do programa, estarão sujeitos a multas pesadas, a exemplo do que acontece nos segmentos de pneus e filtros de óleo”, alerta Paulo Camatta, gerente executivo da ALMACO. Já foram registradas no Paraná autuações de mais de R$ 150 mil para as empresas que descumpriram o acordo de logística reversa. A ALMACO, informa Camatta, também orientará os seus associados a adquirir matérias-primas apenas dos fabricantes cadastrados no programa.

Os aspectos práticos do projeto ficarão a cargo da Geoquímica, empresa que será responsável por recolher as peças pós-consumo de compósitos em oficinas de ônibus e garantir a correta destinação. Localizada em São José dos Pinhais (PR), a Geoquímica já trabalha com a logística reversa de embalagens de lubrificantes e filtros automotivos.

O plano elaborado pela ALMACO conta com o apoio da consultoria Masimon e de doze empresas da cadeia produtiva de compósitos: Ashland, CPIC, Jushi, Marcopolo, Mascarello, Morquímica, MVC, Neobus, Owens Corning, Reichhold, Royal Polímeros e Tecnofibras. Também apoiam o projeto a Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (FABUS) e o Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE).

“Os trabalhos relacionados à logística reversa baseiam-se em comitês tripartites. Além de uma associação de classe, como a ALMACO, é necessária a participação de órgãos governamentais. No nosso caso, a Secretaria do Meio Ambiente do Paraná (SEMA) e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP)”, detalha Camatta.

Programa Nacional de Reciclagem

Em 2012, a ALMACO, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), concluiu o Programa Nacional de Reciclagem. Com um investimento de R$ 2 milhões e a participação de um consórcio formado por 23 empresas, o programa apontou soluções para a reutilização de resíduos de compósitos no próprio processo produtivo.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Almaco

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Arqplast escolhe equipamentos da Tomra Sorting Recycling para separar matéria-prima reciclada

07/07/2016

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Sediada no município de Boituva, a 130km de São Paulo, a Arqplast Utilidades Domésticas (foto) está há 16 anos no mercado de Utilidades Domésticas. A empresa fabrica produtos com matéria prima 100% reciclada. Isto significa que toda a matéria-prima utilizada provém da sucata, sem misturas com  plástico virgem. Em 2015, a Arqplast deu um passo importante na consolidação de resultados e na qualidade dos produtos finais com a instalação de dois equipamentos Autosort da Tomra Sorting Recycling que permitem processar cinco toneladas de plásticos por hora.

O Autosort combina os sensores NIR (Near Infrared) e VIS e permite reconhecer e separar com precisão e velocidade uma grande quantidade de materiais em função do tipo e composição, obtendo frações de elevada pureza. Na fábrica da Arqplast, os dois equipamentos processam Polipropileno (PP) que vem misturado com Polietileno (PE), por vezes com até 30% de impurezas. Esta solução proporcionada pela Tomra Sorting Recycling veio alterar a realidade da fábrica, que até então tinha processos bastante manuais e elevadas perdas, assim como altos custos de produção.

Arqplast evolui com tecnologia baseada em sensores

Negócio familiar, a Arqplast disponibiliza para o mercado mais de 200 produtos 100% reciclados. São baldes, bacias, cestos, caixas multiuso, containers, móveis, maletas, coletores para lixo, pallets e uma grande variedade de utilidades domésticas em geral que deixam de virar lixo para se transformar produtos úteis. Atualmente, a empresa possui na fábrica cerca de 150 máquinas que produzem 90 toneladas de PP diariamente.

Antes da chegada dos equipamentos da Tomra Sorting Recycling, houve todo um processo de evolução que permitiu chegar aos níveis e valores atuais. Num primeiro momento, a empresa trabalhava na linha de produção apenas com os produtos finais de plástico. Mais tarde, após uma “verticalização” dos processos, começaram a trabalhar com a resina de sua própria produção – depois de instaladas linhas de extrusão. Finalmente, começaram a comprar pós-consumo, pré-escolhido, e fardos de PP para lavar e moer. Contudo, todos estes processos tinham uma componente muito manual, que provocava muitas perdas e altos custo.

Para reforçar a posição no mercado brasileiro, a planta da Arqplast está neste momento em contato com a Associação Brasileira da Indústria do Plástico, de forma a conseguir obter o Selo Nacional de Plásticos Reciclados – SENAPLAS -, que certifica a origem da resina reciclada em seus produtos. O certificado procura ainda identificar e valorizar as empresas Recicladoras, que trabalham dentro dos critérios Socioambientais e Econômicos exigidos pela Lei.

O processo antes e depois da Tomra Sorting Recycling

Como explicado por Arquimedes Silva, proprietário da fábrica, antes da entrada dos equipamentos da Tomra Sorting Recycling na fábrica, o processo passava por comprar fardos de PP que eram selecionados à mão por material e cor. Silva sublinha ainda que “internamente, estava enraizado que não era possível selecionar tudo e que era necessário recorrer ao mercado para conseguir PP moído já selecionado”. Para agravar a situação, além das altas perdas em todo o processo, havia um custo elevado com o pigmento para coloração do material, que também era importado e altamente dispendioso.

Com a entrada dos equipamentos em funcionamento em Março de 2015, de imediato aumentou a capacidade de seleção, o que permitiu que todo o material necessário fosse produzido dentro da fábrica, evitando assim material moído por terceiros. Além disso, o produto obtido passou a ser mais puro e com maior qualidade. Com os equipamentos da Tomra, foi possível reduzir os custos operacionais e de manutenção. Agora, a Arqplast está preparada para organizar o material em famílias de cores, o que permitiu uma redução na utilização dos pigmentos para alcançar as cores desejadas.

Maior recuperação

Segundo explicou Arquimedes Silva: “Com a introdução dos equipamentos Autosort, a recuperação de PE e PP teve um incremento de 3500 kg/h em comparação com os 1500 kg/h que vinham sendo registrados anteriormente, traduzindo-se assim num maior volume de entradas na fábrica. Atualmente recuperam-se entre 80 e 90 toneladas de boa qualidade de produto neste fluxo diariamente”.

“Os equipamentos da Tomra Sorting Recycling permitiram reduzir o número de funcionários na triagem, aumentando a eficiência e a pureza do material recuperado, o que permitiu recolocar o pessoal em outras áreas mais estratégicas da planta”, afirmou o proprietário.

Arquimedes Silva destacou ainda “os reduzidos custos de manutenção, assim como a facilidade na limpeza dos equipamentos, que são bastantes fáceis de operar”.

Processo de utilização

Neste momento, os dois equipamentos da Tomra têm funções diferentes na fábrica da Arqplast. Como o foco está na recuperação de PP, o primeiro equipamento seleciona todo o material que pode ser utilizado, sendo depois enviado para uma seleção manual por cores.

Já o segundo, está dividido em dois processamentos. Num primeiro processamento, separa PE, que tem um alto valor de mercado e que pode ser vendido posteriormente. O que for rejeitado num primeiro processamento, passa diretamente para o segundo, com o principal objetivo de separar PS positivo.

O conceito principal passa por enviar PP livre de impurezas para depois ser separado manualmente por cores, dado que é uma tarefa mais fácil dentro da fábrica. Considerando, que o material tem por vezes 30/40% de contaminação de outros polímeros com elevado valor de mercado, a segunda unidade, tem como objetivo a recuperação desse material.

A Arqplast teve o primeiro conhecimento da Tomra Sorting Recycling em 2013, ocasião em que tomou contato com a tecnologia de separação automática. Depois de várias demonstrações em plantas brasileiras e no exterior, em 2014 consumou-se o acordo entre as duas empresas e há um ano os equipamentos entraram em pleno funcionamento.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras.

Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Recycling

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K-2016: Potencial para reciclagem de plásticos continua enorme

03/06/2016

k2016Tecnologicamente, a reciclagem de plásticos não é mais um problema hoje em dia. A reciclagem do refugo gerado dentro das fábricas já se tornou uma prática estabelecida em toda a indústria. Para os transformadores de plásticos que trabalham com matérias-primas “puras”, a fábrica “sem resíduos” tem se tornado lugar comum. E para os resíduos pós-consumo, há cada vez mais estratégias maduras de reutilização, permitindo que o regranulado produzido com eles substitua o material virgem, sem problema.

De acordo com a associação de produtores de plásticos “PlasticsEurope”, o consumo de plásticos na indústria européia como um todo chegou a 47,8 milhões de toneladas, com cerca da metade, 25,8 milhões de toneladas, sendo coletadas após o uso. A PlasticsEurope investigou as taxas de coleta nos 28 estados da União Européia mais a Noruega e a Suíça e constatou que ainda há uma forte variação entre eles.

Cerca de 125.000 toneladas de resíduos de PVC, incluindo perfis de janelas, são reciclados anualmente na Europa. O material regenerado pode ser usado sem dificuldade para a produção de artigos para o setor da construção, tais como perfis e tubos

Cerca de 125.000 toneladas de resíduos de PVC, incluindo perfis de janelas, são reciclados anualmente na Europa. O material regenerado pode ser usado sem dificuldade para a produção de artigos para o setor da construção, tais como perfis e tubos

Embora a proibição da deposição de resíduos plásticos em aterros esteja sendo anunciada em nove países, a proporção que vai para aterro em outros países é ainda muito elevada – até 70 por cento. No geral, do total de resíduos coletados na Europa, cerca de dois terços estão sendo agora reutilizados, enquanto que 30,8 por cento são depositados em aterro. Dos resíduos plásticos que são reutilizados, cerca de metade – 7,7 milhões de toneladas – é reciclada e o restante é incinerado para gerar energia.

As principais frações são as poliolefinas

Com cerca de 9,5 milhões de toneladas de PP, 8 milhões de toneladas de PEBD e PELBD e 6 milhões de toneladas de PEAD e PEMD, as poliolefinas são os plásticos mais usados na Europa, em termos quantitativos, e correspondem conjuntamente a cerca de metade do consumo total. Se estes resíduos são puros (constituídos por um único tipo de plástico), eles podem ser processados eficientemente, de modo que existem inúmeras empresas de reciclagem dedicadas à reciclagem de poliolefinas.

A situação é mais complicada quando PE e PP são misturados, uma vez que eles são muito difíceis de separar por causa da sua densidade semelhante e os processos de triagem de NIR (infravermelho próximo) são hoje estado-da-arte. No entanto, PE e PP também podem ser utilizados em conjunto para conversão em produtos de alto valor.

Para muitos produtos, tais como sacos de lixo, já se tornou comum hoje em dia usar material reciclado, o que faz sentido tanto do ponto de vista econômico como ecológico.

Para muitos produtos, tais como sacos de lixo, já se tornou comum hoje em dia usar material reciclado, o que faz sentido tanto do ponto de vista econômico como ecológico. (Foto: Polifilm / Messe Düsseldorf)

Reciclagem de PET já estabelecida, mas com espaço para expansão

A resina PET, cuja maior parte é usada para a produção de garrafas, é responsável por cerca de 7 por cento do consumo anual total de plásticos na Europa – cerca de 3,1 milhões de toneladas. No geral, os 30 países da Europa alcançam uma taxa média de coleta de 57 por cento. Em 2014, por exemplo, foram coletados 1,75 milhões de toneladas de resíduos de PET pós-consumo. No entanto, até o momento são coletadas quase que exclusivamente garrafas, geralmente em sistemas de coleta dedicados. Embora o objetivo original tenha sido devolver para a produção de garrafas os flocos de garrafa coletados, a indústria tem procurado e encontrado clientes em outras áreas. Para os fabricantes de filme / chapa, os flocos de garrafa pós consumo vem se tornando cada vez mais interessantes e em 2014 eles usaram a maior fatia – 34 por cento – dos resíduos recolhidos em seu ramo industrial. Quase 30 por cento dos flocos foram usados em aplicações de sopro, 26 por cento na indústria das fibras e o resto em fitas para embalagem e outros produtos.

“A produção do regranulado necessário para aplicações de moldagem por injeção destinadas à produção de novas garrafas para aplicações em contato ou sem contato com alimentos é baixo por causa da queda acentuada no preço do material virgem”, explica Elfriede Hell, Chefe de Tecnologia de Reciclagem na fabricante austríaca Starlinger. Ao contrário das garrafas usadas, as bandejas e filmes pós-consumo geralmente acabam sendo incinerados para a geração de energia ou até mesmo vão parar em aterros. “Mas as coisas recentemente vem mudando. Temos um bom número de clientes interessados especificamente em projetos para reciclagem de bandejas e filmes “, salienta Hell

A reciclagem de PVC atinge altas taxas de utilização

A reciclagem de PVC se desenvolveu de forma encorajadora nos últimos anos. O PVC é um material cujas notáveis propriedades mecânicas o tornaram indispensável – em especial no setor da construção, onde ele detém uma fatia de 70 por cento, mas também nos segmentos de embalagens, móveis e tecnologia médica.  O PVC reciclado é utilizado particularmente em aplicações de construção, por exemplo, em novos perfis e tubos, bem como na horticultura e agricultura.

Materiais compostos são frequentemente inadequados para a reciclagem

Enquanto os produtos pós-consumo feitos de polímeros puros prestam-se bem ao reprocessamento, a situação para os produtos compostos constituídos por duas ou mais matérias-primas é inteiramente diferente. Por isso, o Dr Michael Scriba, Diretor Gerente da mtm-plastics e membro da Plastics Recyclers Europe (PRE) , propõe que, a partir de agora, as embalagens sejam fabricadas de forma a facilitar a sua reciclagem, já que são responsáveis pela maior parte dos resíduos pós-consumo. Neste aspecto, é particularmente importante que se dispense o uso de cargas como carbonato de cálcio nas embalagens de PE e PP tanto quanto possível, que se evitem compostos de plástico-papel, que se utilize a pigmentação de forma moderada e se tenha certeza de que a densidade de todos os produtos seja bem diferente de 1 g / cm, para que a separação com base na densidade seja possível.

Ao mesmo tempo, estão sendo realizados esforços na indústria para desenvolver estratégias de reutilização de resíduos mistos. A empresa Trenntechnik Ulm GmbH está implementando uma abordagem muito interessante ao desenvolver um processo de separação química para filmes compósitos PE / PA, construindo também uma planta de produção com capacidade de 10 toneladas por dia.

A Trenntechnik Ulm GmbH instalou uma linha especificamente para a separação química de filmes compostos PA / PE em Memmingen, Alemanha. Utilizando este método e um solvente adequado, será possível também recuperar outras matérias-primas

A Trenntechnik Ulm GmbH instalou uma linha especificamente para a separação química de filmes compostos PA / PE em Memmingen, Alemanha. Utilizando este método e um solvente adequado, será possível também recuperar outras matérias-primas (Foto: Trentechnik Ulm / Messe Düsseldorf)

Resumo

Embora a reciclagem seja um tema muito discutido atualmente e também esteja bastante presente em inúmeros projetos na indústria de plásticos, os especialistas continuam afirmando que muito pouco material proveniente de resíduos plásticos é usado no lugar de material virgem, embora tanto os sistemas de coleta como a viabilidade técnica da reciclagem tenham se desenvolvido enormemente . Qualquer pessoa que queira saber mais a respeito dessas novas soluções técnicas podem fazê-lo na feira K 2016, a principal feira mundial para a indústria de plásticos e borracha, que ocorrerá de19-26 de Outubro, em Düsseldorf, na Alemanha.

 Para a garrafa de detergente fabricada com polietileno através do processo de extrusão-sopro, a Ecover Bélgica N.V., fabricante de produtos de limpeza ecológicos, utiliza resíduos de plástico recolhidos no mar por pescadores


Para a garrafa de detergente fabricada com polietileno através do processo de extrusão-sopro, a Ecover Bélgica N.V., fabricante de produtos de limpeza ecológicos, utiliza resíduos de plástico recolhidos no mar por pescadores (Foto:  Ecover / Messe Düsseldorf)

Pode-se supor, portanto, que as taxas de reciclagem irão continuar a aumentar nos próximos anos, já que há uma forte demanda por reciclados, tanto por razões ambientais como económicas. A poluição dos mares com resíduos tem colocado em evidência, internacionalmente, o tratamento irresponsável dedicado à destinação final dos resíduos, oferecendo maior força às demandas de outros consumidores para um tratamento sustentável dos recursos.

Fonte: Serviço de Imprensa – k 2016/Messe Düsseldorf

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Ford é a primeira montadora a usar CO2 para desenvolver espumas e plásticos para veículos

25/05/2016

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  • A Ford é o primeiro fabricante de automóveis a desenvolver espumas e plásticos utilizando dióxido de carbono capturado para a sua linha de veículos; utilização prevista inclui uso em assentos e aplicações no compartimento do motor
  • Espumas formuladas com polióis com até 50 por cento de CO2 poderiam reduzir o uso de petróleo em mais de 270 mil toneladas por ano
  • Pesquisadores da Ford prevêem que os novos materiais entrem em veículos de produção dentro de cinco anos; objetivos futuros incluem o desenvolvimento de outros materiais plásticos usando carbono capturado para ajudar a reduzir ainda mais a necessidade de plásticos à base de combustíveis fósseis

A Ford Motor Company é o primeiro fabricante de automóveis a formular e testar novos componentes de espuma e plástico usando o dióxido de carbono como matéria-prima. Os pesquisadores tem a expectativa de que os novos materiais sejam usados em veículos de produção da Ford dentro de cinco anos.

Formulada com polióis à base de até 50 por cento de CO2, a espuma tem se mostrado promissora à medida que atende aos rigorosos padrões de testes automotivos. Pode ser utilizada em assentos e aplicações do compartimento do motor, reduzindo potencialmente o uso de petróleo em mais de 270 mil toneladas por ano – o suficiente para encher cerca de 35.000 lares americanos. A espuma derivada de CO2 irá reduzir ainda mais o uso de combustíveis fósseis em veículos da Ford e aumentar a presença de espumas sustentáveis nas linhas globais da montadora.

“A Ford está trabalhando agressivamente para reduzir o seu impacto ambiental, reduzindo o uso de plásticos e espumas à base de petróleo”, disse Debbie Mielewski, líder técnico sênior de sustentabilidade da Ford. “Esta tecnologia é emocionante porque contribui para a resolução de um problema aparentemente insuperável – a mudança climática. Estamos entusiasmados por estar liderando uma iniciativa para reduzir as emissões de carbono e os efeitos da mudança climática. “

As emissões de carbono e as alterações climáticas são uma preocupação crescente de líderes mundiais à medida que um impressionanete número de mais de mil toneladas de gás carbônico por segundo são liberados para a atmosfera ao redor do mundo. A fabricação de plástico é responsável por quase 4 por cento do uso de petróleo no mundo, de acordo com a Federação Britânica de Plásticos. Pesquisadores da Ford estão esperançosos de que os passos iniciais da empresa para uso do carbono capturado de forma inovadora irão ajudar a alcançar as metas de longo prazo para reduzir o aquecimento global recentemente estabelecidas no Acordo de Paris da ONU.

Durante quase duas décadas, os pesquisadores da Ford vem trabalhando com sucesso no desenvolvimento de materiais sustentáveis para os produtos da empresa. Na América do Norte, espuma de soja está presente em todos os veículos Ford. Fibras de coco são parte do forro do porta malas. Pneus reciclados e soja estão presentes em juntas do espelho; camisas recicladas e jeans transformam-se em carpete; e garrafas plásticas recicladas tornaram-se o tecido REPREVE, utilizado na F-150 2016.

A Ford começou a trabalhar com várias empresas, fornecedores e universidades em 2013 para encontrar aplicações para CO2 capturado. Entre eles está a Novomer – uma empresa sediada em Nova York que utiliza dióxido de carbono capturado de plantas industriais para produzir materiais inovadores. Através de um sistema de conversões, a Novomer produz um polímero que pode ser formulado em uma variedade de materiais, incluindo espuma e plástico que são facilmente recicláveis.

“A Novomer está animada com o trabalho pioneiro que a Ford concluiu com nossos polióis Converge®, à base de CO2 “, disse Peter Shepard, diretor de negócios da Novomer. “É necessário que empresas arrojadas e inovadoras como a Ford habilitem novas tecnologias a se tornarem produtos mainstream.”

Fonte: Ford

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Tomra Sorting Recycling vence na China o Prêmio Ringier de Inovação Tecnológica para a Indústria do Plástico

24/05/2016

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A empresa ganhou o prémio pelo seu inovador sistema Autosort Flake, lançado na China em 2015. O prêmio foi entregue em Shangai no dia 17 de Março passado.

Lançados em 2006, os Prêmios de Inovação Tecnológica de Ringier converteram-se num dos prêmios mais influentes e prestigiados na indústria da China, principalmente devido ao seu processo de avaliação neutro e objetivo.

Desta forma, apenas os novos produtos e soluções lançadas no mercado chinês durante o exercício 2015-2016 puderam entrar no processo de seleção dos prémios 2016. A seleção dos candidatos de cada categoria foi avaliada por um painel de juízes especializados da indústria. A continuação deu-se com a possibilidade de o público votar através da página web oficial dos prêmios e finalmente a lista dos vencedores foi eleita através do painel de juízes depois da revisão da informação recolhida e o voto final do público.

Um sistema automático de classificação e reciclagem

“Na Tomra estamos muito orgulhosos em receber este Prémio de Inovação Tecnológica da Ringier”, afirmou Kelly Xie, Responsável pela Tomra Sorting Recycling na China. “Depois de mais de dois anos de desenvolvimento, estamos convencidos de que o Autosort Flake é o expoente da tecnologia atual de classificação e reciclagem. É muito gratificante saber que os nossos esforços e investimentos para oferecer uma engenharia inovadora de desenho são reconhecidos e apreciados”.

Autosort Flake: uma ampla variedade de materiais

O Autosort Flake tem como primeira aplicação a limpeza dos flakes de PET antes da transformação da matéria prima. Segundo a Tomra, o Autosort Flake é capaz de classificar fluxos de resíduos diferentes e pode separar tanto metais como materiais com cores diferentes (incluindo materiais não transparentes, também por cor). Isto quer dizer, que apesar do seu principal uso ser purificar flakes de PET, oferece também outras aplicações adicionais como a classificação de PE/PP, de metais e flocos de PVC.

De acordo com a Tomra, o Autosort Flake pode analisar três tipos de propriedades diferentes dos materiais de forma simultânea. Através do seu sensor EM3, é possível identificar os metais segundo as suas propriedades eletromagnéticas. O Autosort Flake pode também analisar polímeros através da implementação de sensores espectrométricos, como a tecnologia infravermelha (NIR). E por último a câmera RGB também pode ampliar a detecção de materiais por cores e materiais não transparentes como por exemplo pedras, metais, compostos cerâmicos e cristais. Ressaltando que a tecnologia de transmissão RGB usada para a classificação por cores é hoje a tecnologia mais avançada do setor da classificação de PET.

O sensor NIR permite a detecção de flakes de PET devido ao módulo ótico Fourline. Esta tecnologia pode analisar simultaneamente quatro linhas de pixels individuais com dimensões aproximadas a 2mm; segundo a Tomra, tratao da mais alta resolução de NIR disponível atualmente no mercado de tecnologia de classificação baseada em sensores. Mediante a existência de uma placa de calibração instalada dentro do scanner, o módulo ótico Fourline proporciona também uma calibração contínua.

“A calibração contínua assegura aos nossos clientes poder eliminar os erros que normalmente derivariam de um oneroso tempo de inatividade. Isto proporciona uma produtividade e homogeneidade no produto de saída não disponível na concorrência”, afirma Valerio Sama, Responsável de Produto de Reciclagem. “Este inovador aspecto contribui para manter baixos tantos os custos de manutenção como o consumo de energia, demonstrando que é possível proteger os recursos ambientais, além de se reduzirem os custos operacionais”.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 40 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972 e contando atualmente com faturamento de cerca de 550 milhões de euros e mais de 2.400 funcionários.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Tecnologia para embalagens da Dow ajudará na mitigação da pegada de carbono dos Jogos Olímpicos Rio 2016

18/04/2016

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Por meio de novo método que aumenta a produção de embalagem com a mesma quantidade de matérias-primas, o Microfoaming possibilita reduções nas emissões de gases de efeito estufa

Como Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos e Parceira Oficial de Carbono dos Jogos Olímpicos Rio 2016, a Dow desenvolve ao longo do mês o lançamento da tecnologia Microfoaming para a indústria de embalagens da América Latina. O projeto é parte importante do abrangente programa da Dow voltado a mitigar a pegada de carbono direta dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

O Microfoaming é uma tecnologia licenciada que foi desenvolvida para atender às demandas do mercado por soluções que reduzam o peso e adicionem características mais sustentáveis aos filmes e às embalagens. Segundo a Dow, a sua tecnologia permite a redução de densidade em filmes coextrudados por meio da espumação física. O resultado é o aumento da quantidade de embalagens produzidas com a mesma quantidade de resina.

De acordo com a Dow, alguns dos principais benefícios oferecidos pela tecnologia Microfoaming, combinadas a uma vasta gama de resinas de polietileno, incluem:

  • Embalagens com desempenho aprimorado, como maior integridade de selagem e maior resistência ao desgaste provocado pelo transporte e manuseio.
  • Embalagens com propriedades óticas diferenciadas que proporcionam características de embalagens premium.
  • Perfil ambiental superior ao de embalagens tradicionais.

Leves e versáteis, as embalagens microespumadas são especialmente indicadas para a indústria alimentícia, afirma a Dow. A tecnologia também pode ser utilizada no desenvolvimento de embalagens flexíveis para os setores de cosméticos, higiene, limpeza e embalagens termoencolhíveis (shrink). Entre as aplicações, destacam-se os stand-up pouches, os filmes laminados PE, PE PET, PE e BOPP, além de filmes com carga de pigmentos reduzida, embalagens FFS (Form, Fill and Seal), sacaria industrial de alta resistência, embalagens para produtos maleáveis e embalagens de detergentes, complementa a empresa.

Fabricantes no Brasil (Valfilm), Argentina (Petropack), México (Folmex), Colômbia e Guatemala (Plastilene) investiram na tecnologia Microafoaming. O projeto também conta com uma parceria com a MuCell Extrusão LLC, fabricante de equipamentos para soluções de extrusão e colaborador exclusivo Dow na tecnologia de filmes espumados.

“A embalagem é um item essencial para a sociedade moderna e fundamental na luta contra o desperdício de alimentos. Desta forma, a promoção da tecnologia Microfoaming dentro do programa de mitigação de carbono dos Jogos Rio 2016 é uma maneira eficaz de estimular o uso racional das embalagens e demonstrar como podem ajudar a reduzir emissões no mundo”, destaca Paloma Alonso, vice-presidente comercial para o negócio de Plásticos de Performance da Dow na América Latina.

A Dow trabalhará com parceiros externos na quantificação das reduções estimadas em emissões por meio desse novo processo produtivo. Os resultados do uso da tecnologia Microfoaming serão posteriormente verificados por auditores independentes para que possam ser agregados aos benefícios climáticos gerados por outros projetos implementados pela Dow para a mitigação da pegada de carbono direta do Rio 2016.

Mais informação sobre o Microfoaming está disponível no vídeo abaixo:

Mitigando a pegada de carbono dos Jogos Rio 2016

A Dow afirma que, além de garantir desempenho diferenciado no setor de embalagens, a tecnologia Microfoaming proporciona reduções nas emissões de gases de efeito estufa por meio de novos métodos de produção que garantem maior produtividade e melhorias no processo de extrusão dos filmes.

Graças ao seu potencial em agregar atributos de sustentabilidade à produção de embalagens, essa nova tecnologia foi incorporada ao programa de mitigação de carbono elaborado pela Dow para o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A empresa desenvolveu um programa personalizado para abordar as necessidades tecnológicas de produtores da América Latina, que poderão contribuir diretamente com o compromisso de mitigar 500 mil toneladas de CO2 equivalentes (CO2eq) provenientes da organização e entrega dos Jogos Olímpicos.

“Como Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos e Parceira Oficial de Carbono do Rio 2016, a Dow engajou diversos membros da cadeia de valor para ajudar o Comitê a cumprir as suas metas de mitigação de carbono. O projeto da tecnologia Microfoaming é um exemplo claro de como a Dow utiliza o poder dos Jogos Olímpicos para influenciar a indústria de embalagens na adoção de soluções de baixo carbono”, afirma Tania Braga, líder de Sustentabilidade, Legado e Acessibilidade do Comitê Organizador Rio 2016.

Além de mitigar as emissões de carbono provenientes da organização e entrega dos Jogos Olímpicos – 500 mil toneladas de CO2 equivalentes (CO2eq) – Dow e o Rio 2016 ainda trabalham para gerar benefícios climáticos adicionais de 1,5 milhão de CO2eq até 2026, destinados a outras emissões ligadas aos Jogos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Abiplast lança cartilha de reciclabilidade de materiais plásticos pós-consumo

18/04/2016

Evento reuniu diversos representantes do setor e teve o intuito de conscientizar as empresas e organizações da cadeia produtiva do plástico para a reciclagem

Tendo em vista que 34,5% do consumo aparente de materiais plásticos é destinado às embalagens pós-consumo e por objetivar a sustentabilidade, a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e a CNRMP (Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos), se dedicaram a elaborar um material que criasse uma sinergia entre a indústria de transformados plásticos e seus usuários.

A “Cartilha de Reciclabilidade de Materiais Plásticos Pós-consumo”, foi lançada na sexta-feira (15) na sede da Abiplast, em São Paulo, durante o workshop de reciclabilidade, que contou com a presença da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), do CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem) e do CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem), apresentando suas respectivas visões sobre ecodesign e reciclabilidade, ressaltando as possibilidades, ações e práticas para o desenvolvimento de embalagens sustentáveis.

Atualmente, o Brasil recicla o equivalente a 24% dos materiais descartados. Considerando que existe uma necessidade prevista na Lei 12.305/2010 de Política Nacional de Resíduos Sólidos em aumentar os índices de reciclagem das embalagens, sendo também prevista a responsabilidade compartilhada da cadeia, a cartilha foi idealizada com o intuito de criar uma visão convergente sobre o ecodesign, compatibilização de materiais plásticos e uso de aditivos que contribuam para o aumento dos índices de reciclagem de embalagens pós-consumo. O material será destinado às indústrias usuárias das embalagens, como as de alimentos e bebidas e produtos de limpeza, dentre outras.

Segundo o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, a iniciativa visa auxiliar os diversos elos da cadeia na adequação de seus processos e produtos aos modelos contemporâneos sustentáveis. “Acreditamos que a presente publicação possa contribuir com as indústrias usuárias de embalagens plásticas, com as de transformação e com as recicladoras, para que os produtos desenvolvidos e os consequentes resíduos plásticos gerados estejam de acordo com os atuais conceitos de sustentabilidade” – afirma.

A publicação será distribuída nas indústrias de transformação de plástico do Brasil, assim como nas empresas de reciclagem, sindicatos estaduais, indústrias usuárias de embalagens plásticas e suas respectivas associações de classe. O objetivo é promover ampla conscientização da cadeia produtiva quanto à concepção de embalagens que sejam passíveis de aumento nos índices de aproveitamento para a reciclagem, com foco na sustentabilidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abiplast

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Campanha de reciclagem de cartões de plástico chega a Fernando de Noronha

18/04/2016

Com o objetivo de promover a reciclagem de plásticos, o aeroporto de Fernando de Noronha recebe o coletor Papa Cartão® que prepara os cartões para serem transformados em novos produtos

InstitutodoPVC_FernandoNoronhaFernando de Noronha é um dos principais e mais belos parques marinhos brasileiros e destino daqueles que buscam o contato com a natureza. Dessa forma, a ação tem por objetivo informar aos moradores e visitantes do Arquipélago que os plásticos são 100% recicláveis e que as boas práticas de consumo responsável e descarte adequado contribuem para a preservação do ambiente.

No dia 19 de abril, o Aeroporto de Fernando de Noronha (PE) vai receber um Papa Cartão®, um coletor de cartões de plástico, para que esses produtos sejam destinados à reciclagem.

A iniciativa é fruto de uma parceria entre a fabricante de cartão e recicladora RS de Paula e a Administração do Distrito de Fernando de Noronha e é realizada com o apoio do Instituto do PVC e Plastivida.

Cartões de débito, crédito, seguro-saúde, fidelidade, cartões-presentes, credenciais, cartões telefônicos, bilhete único e outros, inclusive os que contêm chip e tarja magnética poderão ser depositados nas máquinas Papa Cartão®. A máquina os tritura para serem transformados em novos produtos, tais como porta copos, placas de sinalização, caixas, marcadores de páginas, cartões de visitas, entre outros. Renato Soares de Paula, criador do Papa Cartão®, garante a segurança no processo: “como a frente da máquina é feita com plástico transparente, é possível visualizar o cabeçote destruindo o cartão em pontos estratégicos, mesmo aqueles com chip”, afirma.

Segundo Miguel Bahiense, presidente da Plastivida e do Instituto do PVC, a preservação do meio ambiente se dá a partir de informação e boas práticas de consumo e destinação de resíduos. “A reciclagem de cartões é um exemplo das ações que a cadeia produtiva dos plásticos tem realizado, no sentido de investir em educação ambiental, visando o bem-estar social, benefícios econômicos e preservação ambiental”, afirma o executivo. E completa: “esperamos que a ação seja apenas um ponto de partida para que as pessoas descartem corretamente outros tipos de produtos, sejam plásticos ou não.”

As iniciativas sustentáveis vem crescendo por parte das empresas de Fernando de Noronha e, com isso, há possibilidade de se ampliar a campanha de reciclagem de cartões. A Econoronha, por exemplo, adquiriu cartões feitos de plásticos reciclados para servirem de ingresso ao Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha. Uma das possibilidades que a RS de Paula vislumbra é a reciclagem também desses cartões de acesso, aumentando ainda mais a vida útil dos plásticos e contribuindo para a preservação de meio ambiente e a sustentabilidade do Arquipélago.

Fonte: Instituto do PVC

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Polietileno verde da Braskem chega ao Japão em tampas de garrafas PET

18/04/2016

Suntory, empresa japonesa de bebidas, vai usar polietileno de origem renovável em 26 milhões de garrafas por ano

Braskem-SuntoryA Suntory, fabricante de bebidas líder no Japão e de atuação global, acaba de anunciar a adoção do Polietileno derivado de cana-de-acúcar nas tampas de suas garrafas de água mineral de 550 ml. A resina de origem renovável será fornecida pela Braskem.

A partir deste mês, o Polietileno Verde representa 30% do plástico usado nas tampas da água “Suntory Aso Tennensui”, cuja produção anual é estimada em 26 milhões de unidades. Com a decisão, a empresa japonesa reforça seu compromisso com a sustentabilidade e se torna a primeira do mundo a adotar a resina em tampas de garrafas PET. A parceria amplia a presença do “Polietileno Verde” no mercado asiático.

Segundo a Braskem,  “há uma preocupação cada vez maior de empresas de todo o planeta na adoção de soluções inovadoras e de menor impacto ambiental. O Polietileno Verde já é utilizado nos mais diversos segmentos e ainda pode ter outras tantas aplicações, como demonstra a iniciativa da Suntory”.

O Polietileno Verde da Braskem é produzido a partir do etanol da cana-de-açúcar, uma matéria-prima 100% renovável e tem como principal diferencial a captura 2,15 quilos de CO2 a cada quilo de material produzido. Outro aspecto positivo para o mercado é que as propriedades mecânicas e de processabilidade da resina são idênticas àquelas apresentadas pelo petroquímico convencional.

A Toyota Tsusho Corporation, parceira comercial da Braskem na Ásia e na Oceania, tem desempenhado um importante papel na distribuição e expansão do Polietileno Verde na região. O Plástico Verde tem sido amplamente utilizado em uma variedade de aplicações e será expandido em meio à crescente consciência ambiental na Ásia.

Fonte: Braskem

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Tomra Sorting Recycling lança equipamento de nova geração para separação de flakes

17/12/2015

TOMRA-AUTOSORT-FLAKEA Tomra Sorting Recycling (www.tomra.com/recycling) apresentou ao mercado no dia 7 de dezembro o seu novo Autosort Flake, com capacidade para classificação tripla simultânea. O lançamento do produto foi originalmente planejado para acontecer na Conferência de Reciclagem de Plásticos em Bruxelas, nos dias 25 e 26 de novembro de 2015. No entanto o seu lançamento foi transferido para ocorrer via Internet (www.upgrade-your-flake.com) depois do cancelamento do evento. Anunciando uma nova era de alta-precisão na classificação, o Autosort Flake combina detecção de cores e maior informação relevante para maximizar a recuperação de produtos recicláveis de alta qualidade que os mercados exigentes demandam cada vez mais.

Lançado em um momento em que o mercado do plástico rPET (politereftalato de etileno reciclado) está mudando inexoravelmente, buscando taxas de saída de um produto premium de alto grau de qualidade, o lançamento do Autosort Flake reitera o pioneirismo da Tomra Sorting. O seu lançamento digital oferece à indústria de reciclagem a análise com precisão e a triagem dos flakes de PET por critério de cor e de material ao mesmo tempo. Segundo a Tomra, a tecnologia inovadora dessa nova geração do Autosort Flake também detecta metais e o seu processamento duplo oferece aos clientes um melhor rendimento no processamento do material juntamente com uma saída de alta vazão constante, tudo a partir de uma única máquina.

Na sua declaração de lançamento, Valerio Sama, gerente de produto Reciclagem da Tomra Sorting disse: “Em comparação com a nossa primeira geração de separação de flakes apresentado em 2010, a nova geração é capaz de fazer a separação equivalente a duas unidades independentes e com um grau muito maior de precisão, reduzindo assim a perda de material de boa qualidade. O mais recente avanço é um exemplo claro de parceria com os nossos clientes para desenvolver ótimos resultados. O nosso novo Autosort Flake combina uma configuração mecânica comprovada em campo com a nossa experiência interna em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para criar mais um marco na indústria. Como resultado, a Tomra Sorting Recylcling pode oferecer uma solução completa de garrafa para flake visando aumento de valor agregado do plástico.”

Descrevendo os benefícios econômicos inerentes, ele acrescentou: “Os separadores da Tomra baseados em sensores podem criar valor em várias etapas do processo da reciclagem de plásticos. Dependendo das necessidades e da demanda, também é possível combinar diferentes tipos de equipamentos Tomra para atingir ainda melhores resultados. O Autosort e o Autosort Flake, combinados, fornecem o mais alto – e mais consistente – rendimento para a indústria”.

Detalhando as vantagens do ponto de vista do cliente, David Bourge, Gerente da Planta da Suez Regene Atlantique, disse: “Graças à parceria com a Tomra, nós conseguimos otimizar as nossas operações de reciclagem de PET. Combinando o Autosort (classificador de garrafas) com a Autosort Flake (classificador de flake), nós aumentamos a nossa capacidade com produtos de alta qualidade em 200%, resultando em receitas consideravelmente maiores – sendo que através do computador central somos capazes de monitorar, controlar e melhorar a nossa produção em tempo real. Em cada etapa de processo, a decisão de investimento gerou em retorno muito rápido”.

tomra_autoflalke

Tal como acontece no equipamento Autosort, o novo Autosort Flake da Tomra conta com a patente tecnológica FLYING BEAM®, combinada com o novo desenvolvimento do módulo ótico FOURLINE 2 mm, que é atualmente a mais alta resolução NIR disponível no mercado de equipamentos por sensor, segundo a Tomra. A empresa afirma que este recurso inovador oferece aos clientes calibração contínua para evitar erros que podem levar a períodos de inatividade, proporcionando assim uma estabilidade única no mercado. Desta forma, contribui para uma baixa necessidade de manutenção e baixo consumo de energia, demonstrando que se podem proteger os recursos naturais ao mesmo tempo que se reduzem os custos operacionais.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 40 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelhos próximos para aplicações de separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling é precursora na indústria dedicada à recuperação de frações de elevada pureza a partir de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 550 milhões de euros e emprega mais de 2.400 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Braskem leva propostas e casos de boas práticas à COP21

30/11/2015

Cop21Braskem

  • Companhia apresenta inciativas sustentáveis e participa das discussões sobre mudanças climáticas
  • A COP21 acontece em Paris, entre os dias 30 de novembro e 11 de dezembro

Engajamento e compromisso empresarial para uma economia de baixo carbono no Brasil e no mundo. Esse é o objetivo da Braskem ao participar da Conferência Mundial para o Clima, a COP 21. O evento reúne em Paris, de 30 de novembro a 11 de dezembro, representantes de 196 países, líderes políticos, empresas, organizações não governamentais e da academia para definir ações ambiciosas para reduzir os riscos climáticos e se adaptar às mudanças que já estão em curso.

Durante a COP21, a Braskem apresentará sua estratégia e iniciativas bem-sucedidas para contribuir para a mitigação das mudanças climáticas assim como na gestão dos riscos associados, como seus investimentos na redução de suas emissões e no desenvolvimento de produtos químicos que utilizam matérias-primas renováveis e em sistemas de reúso de água, que garantem ganhos à empresa com abastecimento hídrico seguro e de qualidade, e à sociedade, com a maior disponibilidade do recurso natural.

“As mudanças climáticas já são uma realidade. Precisamos enxergá-las como uma condição estabelecida e deixar de vê-las apenas como riscos ou ameaças e se posicionar como parte da solução abrindo a possibilidade, inclusive, para identificar oportunidades de negócios. As empresas devem investir tempo e esforços para elaborar soluções mais eficientes e sustentáveis, capazes de sanar as demandas da sociedade contemporânea. Várias empresas têm feito isso, inclusive a Braskem. Para aumentar a escala do engajamento empresarial é necessária uma mensagem clara dos governos por meio de um acordo global contundente. A COP21 é o momento e lugar ideal para alcançarmos esse objetivo comum”, afirma Jorge Soto, diretor de desenvolvimento sustentável da Braskem.

Como preparação para a Conferência, a companhia aderiu a duas iniciativas globais voltadas à economia de baixo carbono, denominadas Precificação de Carbono e Liderança Empresarial para Precificação do Carbono.  Além disso, na última semana, o presidente da petroquímica, junto a outros 77 CEOs mundiais, assinou uma “Carta Aberta ao Clima”, reforçando o engajamento da petroquímica nas discussões.

Entre 2008 e 2014, a Braskem contabilizou uma redução de 4,4 milhões de toneladas na emissão de gases do efeito estufa e trabalha para, até 2020, ser um relevante consumidor de energia de fonte renovável e um importante sequestrador de carbono devido ao uso de matérias-primas “verdes”.  “A Braskem e a indústria química cumprem um papel fundamental ao oferecerem produtos alavancadores da economia de baixo carbono”, reitera Soto.

Fonte: Braskem

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Covestro mantém apoio ao projeto de volta ao mundo do avião movido à energia solar

27/11/2015
Richard Northcote (CSO da Covestro, meio), Bertrand Piccard, Iniciador, Chairman e Piloto do Solar Impulse (esquerda) e André Borschberg, Co-Fundador, CEO e Piloto do projeto (direita).

Richard Northcote (CSO da Covestro, meio), Bertrand Piccard, Iniciador, Chairman e Piloto do Solar Impulse (esquerda) e André Borschberg, Co-Fundador, CEO e Piloto do projeto (direita).

  • Acordo de patrocínio estendido até o final de 2018
  • Fabricante de polímeros também apoia a iniciativa “Future is Clean”

A Covestro, uma das principais fabricantes mundiais de polímeros, anunciou hoje a extensão do patrocínio ao projeto Solar Impulse; o avião deve completar a jornada ao redor do mundo em 2016.

A Covestro, antiga Bayer MaterialScience, tem sido parceira do Solar Impulse desde 2010 e também é parceira técnica oficial do projeto. A empresa foi responsável pelo projeto e construção do cockpit Si2 que utiliza avançados sistemas de poliuretano e policarbonato, reduzindo significativamente o peso do avião e garantindo proteção ao piloto.

“Para nossos colaboradores e clientes, o projeto Solar Impulse tornou-se um símbolo da inovação da Covestro assim como da nossa capacidade de fornecer uma série de soluções inovadoras”, afirma Patrick Thomas, CEO da Covestro. “Estamos felizes em manter o apoio a esta jornada inspiradora, pois ela simboliza nossos valores corporativos – Curiosidade, Coragem e Colorido”.

Compromisso com a sustentabilidade

“A sustentabilidade está no centro da nossa estratégica de negócios”, explica Richard Northcote, Chief Sustainability Officer da Covestro. “O compromisso com o Solar Impulse inclui o nosso papel como um dos principais patrocinadoras da jornada no trecho de voo que cruza a América, que será reiniciado em 2016. Conforme mais consumidores buscarem produtos eficientes do ponto de vista de energia e os governos começarem a implementar os objetivos do Pacto de Desenvolvimento Sustentável da ONU, este projeto terá um grande papel ao mostrar ao mundo como a tecnologia existente hoje pode contribuir para alcançar o que muitos consideravam impossível”.

As tecnologias desenvolvidas para o projeto já são utilizadas em vários produtos dos setores automotivo e de refrigeração. Além disso, os revestimentos usados no avião também estão sendo usados em muitos outros setores industriais.

Cooperação entre as equipes da Covestro e do Solar Impulse

Bertrand Piccard, criador, presidente e piloto do projeto Solar Impulse, comenta: “Graças ao adiamento em nossa aventura, a Covestro poderá voar conosco e demonstrar sua essencial contribuição ao Solar Impulse. Todos os parceiros do projeto compartilham a nossa visão de um futuro mais limpo e o envolvimento contínuo do Patrick Thomas e do time Covestro confirmam o compromisso da empresa a fim de alcançar este objetivo”.

Andre Borschberg, co-fundador, CEO e piloto do projeto, acrescentou: “Nós valorizamos a ajuda técnica, o compromisso e o espírito inovador da Covestro desde 2010 e queremos trabalhar ainda mais em parceria nos próximos três anos”. “Por experiência própria eu digo que o cockpit projetado pela Covestro para o Si2 fornece conforto para voarmos e trabalharmos. Queremos voltar para dentro do cockpit para o próximo trecho da viagem em 2016”, complementa.

A Covestro também apoia a iniciativa “Future is Clean”, parte do projeto Solar Impulse, que reúne apoio global para o uso da chamada energia limpa, seguindo a ratificação dos objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e antecipando a Conferência sobre Mudança Climática da ONU (COP21), agora em dezembro.

Com vendas de 11,8 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. A Covestro, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, possui 30 sites de produção ao redor do mundo e emprega cerca de 15.700 colaboradores (até o final de setembro de 2015).

Fonte e foto: Covestro

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Solvay se compromete a reduzir emissões de CO2 de suas atividades em 40% até 2025 e fixa um preço interno de carbono

26/11/2015

Solvay-sustentabilidade

O Grupo Solvay pretende reduzir em 40% até 2025 as suas emissões de CO2, ao mesmo tempo em que decidiu estabelecer um preço interno de suas emissões – de 25 euros por tonelada –  para levar em conta as questões do clima em suas decisões de investimentos. Essas iniciativas fazem parte do documento divulgado hoje (26/11) pela companhia, contendo os compromissos do Grupo Solvay em relação Desenvolvimento Sustentável.

Os compromissos da Solvay até 2025 são:

  • Reduzir a emissão de CO2 das suas operações em 40%, ou seja, as emissões de gases de efeito estufa por Euro de valor agregado. Para atingir este objetivo ambicioso, a Solvay vai intensificar o seu programa de eficiência energética SolWatt, otimizar continuamente seus processos industriais, desenvolver tecnologias limpas e aumentar a participação de energias renováveis na sua produção e fornecimento de energia. Além disso, a partir de 1º de janeiro de 2016, a Solvay vai aplicar um preço interno para as emissões de CO2 a 25 euros por tonelada, para levar em conta os desafios das mudanças do clima em suas decisões de investimento.
  • Gerar 40% das receitas com soluções que abordam os desafios do desenvolvimento sustentável. A Solvay utiliza a sua ferramenta de análise de “Gestão Sustentável de Portfólio” para identificar as oportunidades neste campo. Projetos de inovação vão focar, por exemplo, o desenvolvimento de novas soluções para diminuir o peso de carros e aviões como uma forma de reduzir as emissões de CO2 ou em formulações de ingredientes avançados para o setor agrícola, que respeitam o meio ambiente.
  • Reduzir para metade o número de acidentes de trabalho. A segurança no trabalho para os 26.000 funcionários e terceirizados da Solvay continuará a ser uma prioridade absoluta. Embora o desempenho do Grupo, medido pelo índice de frequência de acidentes com afastamento, coloque a Solvay entre os melhores de seus congêneres do setor, a empresa quer ir mais longe e reduzir pela metade o número de acidentes registados nos seus sites.
  • Elevar o comprometimento dos funcionários para 80%, de 75% em 2015.   O nível de compromisso das pessoas que trabalham na Solvayé um fator-chave e abrange cinco aspectos: orgulho em trabalhar na Solvay; qualidade do ambiente de trabalho; satisfação geral; motivação; e ligação com a empresa.
  • Dobrar o número de funcionários Solvay envolvidos em projetos sociais. A Solvay está comprometida com as comunidades nos locais onde tem atuação. Somente em 2014, ela liderou mais de mil ações comunitárias locais. O objetivo da empresa é fortalecer este compromisso, facilitando o envolvimento dos funcionários em projetos que atendam à comunidade, e oferecendo a expertise da Solvay para as regiões onde o Grupo está presente.

De acordo com Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, a companhia é movida pela confiança no progresso. “Promovemos a ciência e a tecnologia e mantemos contínua preocupação com a responsabilidade social. O desafio de um desenvolvimento mais sustentável é uma oportunidade para nós inventarmos o mundo de amanhã”, afirmou.

O Comitê Executivo da Solvay vai orientar e rever regularmente esses compromissos, que serão comunicados aos públicos de interesse de forma semelhante ao que é feito sobre o desempenho financeiro do Grupo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

 

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Setor plástico assina Acordo Setorial para Sistema de Logística Reversa de Embalagens

25/11/2015

Nesta quarta feira, 25 de novembro, a Abiplast participa, juntamente com outras entidades de classe de âmbito nacional que representam os Produtores de Embalagens, Usuários de Embalagens, Distribuidores e Comerciantes de Produtos, de reunião no Ministério do Meio Ambiente, em Brasília (DF), para a assinatura do Acordo Setorial para a Implementação do Sistema Para Logística Reversa de Embalagens Contidas na Fração Seca dos Resíduos Sólidos Urbanos ou Equiparáveis.

Desde a criação da coalizão empresarial, a Abiplast é personagem ativa nas discussões e elaboração da proposta do Acordo Setorial, que foi entregue ao Ministério do Meio Ambiente em dezembro de 2012. Desde então, com o suporte de seus especialistas em Meio Ambiente e Sustentabilidade, a Abiplast vem apresentando sua proposta de acordo e de adesão aos diversos sindicatos a ela filiadas, e também, conduzindo diversas negociações com os entes governamentais. Esses esforços culminam agora, na aprovação da proposta.

O Acordo Setorial para a Implementação do Sistema Para Logística Reversa de Embalagens Contidas na Fração Seca dos Resíduos Sólidos Urbanos ou Equiparáveis deve ser entendido como um instrumento útil para que as empresas fabricantes de embalagens plásticas possam atender à Lei 12.305/2010, regulamentada pelo Decreto nr. 7404/2010.

Para participar do Acordo Setorial, a empresa deve ser associada ao Sindicato patronal de sua localidade. Este encaminhará o “Termo de Adesão” para a Abiplast que, por sua vez, providenciará a inclusão da empresa no Acordo, cumprindo-se desta forma todas as exigências legais.

Em 2016, a Abiplast retomará suas apresentações aos sindicatos, conforme estes solicitarem, e também estará aberta as novas adesões.

Fonte: Abiplast

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Termotécnica participa da Semana Lixo Zero em Joinville

29/10/2015

A empresa receberá a visita de 100 crianças de escolas públicas de Joinville e apresentará, em detalhes, todo o processo de reciclagem do isopor®

Ponto de coleta de EPS em Joinville (SC)

Ponto de coleta de EPS em Joinville (SC)

Maior produtora e recicladora do EPS (isopor®) do país, a Termotécnica está participando ativamente da Semana Lixo Zero Joinville, de 23 a 31 de outubro. O objetivo é promover a informação para a conscientização de que o EPS é um produto 100% reciclável e incentivar a comunidade a descartá-lo em um PEV (Ponto de Entrega Voluntária) ou encaminhá-lo para coleta seletiva.

No dia 29 de outubro, a partir das 9 da manhã, uma das unidades recicladoras da empresa, que funciona no Distrito de Pirabeiraba, receberá a visita de 100 crianças de escolas públicas de Joinville para apresentar, em detalhes, todo o processo de reciclagem do isopor®. Essa visita contará com o apoio da Tupy, que, por meio da sua Plataforma de Responsabilidade Social, levará o programa A Hora do Conto. A conto de histórias abordará a conscientização ambiental tendo como “personagem principal” o manguezal, ecossistema costeiro presente em diversas regiões de Joinville.

No mesmo dia, às 18 horas, profissionais da Termotécnica apresentarão uma palestra no Fórum Juventude Lixo Zero, que detalhará o tema: Resíduos Sólidos da Construção Civil.

Entre os dias 23 a 30 de outubro, colaboradores da Termotécnica estarão no Shopping Mueller, em um estande que será montado no piso térreo. Eles repassarão informações sobre o destino correto das embalagens de EPS e a empresa terá um PEV para disseminar a importância e a facilidade de encaminhar para reciclagem.

Programa Reciclar EPS

A partir do Programa Reciclar EPS, a Termotécnica já reciclou mais de 30 mil toneladas de isopor®. Em atividade desde 2007, o Programa conta com uma rede de mais de 1.200 pontos de coleta e 391 cooperativas espalhadas por todo o Brasil.

A empresa disponibiliza um portal – http://www.reciclareps.com.br – onde é possível encontrar, por todo o território brasileiro, o ponto mais próximo para entrega do EPS para reciclagem.

Hora do Conto nas escolas

O programa Hora do Conto também é desenvolvido na comunidade como ação de responsabilidade social em apresentações nas escolas da rede pública. Em Joinville e Mauá, desde setembro do ano passado, quando o programa foi relançado, mais de 7.500 crianças já foram atendidas nas unidades das redes públicas de ensino.

A Semana Lixo Zero

Joinville está vivendo a Semana Lixo Zero desde o dia 23 até 31 de outubro. Estão sendo desenvolvidas mais de 100 ações – como palestras, oficinas e exposições – organizadas por instituições públicas e privadas, nos mais diversos locais da cidade.

Organizada pela ONG Lixo Zero, o objetivo é criar alternativas dinâmicas de conscientização sobre a gestão de resíduos.A  programação completa está em: www.semanalixozerojoinville.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Plástico Verde da Braskem completa cinco anos e amplia espaço no mercado mundial

29/10/2015

Polietileno de origem renovável já está presente em vários países, com um número cada vez maior de parcerias

Polietileno-verdePrimeiro polietileno de origem renovável a ser produzido em escala industrial no mundo, o Plástico Verde I’m greenT da Braskem completou em setembro cinco anos de mercado. Atualmente, a resina fabricada a partir de etanol de cana-de-açúcar é uma realidade presente no dia a dia de indústrias de diferentes segmentos e também dos consumidores de países das Américas do Sul e Norte, Europa, Ásia e Oceania.

As pesquisas de uma matéria-prima renovável, capaz de manter a qualidade da produção e atribuir vantagens ambientais, começaram em 2007. Três anos depois, a Braskem fez um aporte de US$ 290 milhões para inaugurar sua fábrica de PE Verde em Triunfo, no Rio Grande do Sul.

Ao longo desse período, diversas conquistas fizeram com que o Polietileno Verde ganhasse força e espaço no mercado mundial. Hoje, mais de 80 marcas, que vão de embalagens de alimentos a produtos de higiene pessoal, ferramentas de jardinagem e até de componentes de carros utilizam a resina. Entre os clientes, estão Johnson & Johnson, Faber-Castell, Kimberly-Clark, Shiseido e Tramontina.

Como exemplo das conquistas, a Tetra Pak® inovou em 2011 e foi o primeiro fornecedor de embalagens de alimentos líquidos a utilizar Plástico Verde em suas tampas. A partir de 2014, a empresa incorporou polietileno de origem renovável como componente das camadas de suas embalagens produzidas no Brasil.

Outro ponto importante na trajetória foi a parceria firmada com a Embalixo em 2011 para a produção de sacos de lixo.

Processo produtivo e sequestro de carbono

O processo de produção começa com a desidratação do etanol para transformá-lo em eteno, que segue para as unidades de polimerização, onde é transformado no polietileno. A resina plástica derivada da cana-de-açúcar é levada, então, para empresas de terceira geração, os transformadores, que irão transformá-lo em produtos plásticos acabados. Segundo a Braskem, por ser feito com uma matéria-prima uma fonte renovável, o PE Verde ajuda a capturar e fixar o CO2 da atmosfera, o principal causador do efeito estufa, representando, aproximadamente, 2,15 toneladas de gás carbônico para cada tonelada de Plástico Verde produzido.

Afirma também a Braskem que outro aspecto positivo para o mercado é que as propriedades mecânicas e de processabilidade do I’m greenT são idênticas àquelas apresentadas pelo petroquímico convencional. A Braskem produz o polietileno de origem renovável de alta densidade (PEAD) e baixa densidade linear (PEBDL) em escala industrial desde setembro de 2010, sendo que a partir de 2013 foi incorporado ao portfólio o Polietileno de origem renovável de baixa densidade (PEBD). Além disso, as várias alternativas de aplicação são possíveis devido à oferta de 30 grades nestas famílias de produtos.

Vanguarda

Segundo Antonio Morschbacker, diretor de Tecnologias Renováveis da Braskem, “o pioneirismo da Braskem na produção do Plástico Verde reflete investimentos feitos, desde o início da companhia, em pesquisas que visam o desenvolvimento de novas tecnologias que permitam a produção de produtos sustentáveis”.

A empresa conta com diversos produtos da química renovável ainda em fase de pesquisa e desenvolvimento. Uma das iniciativas foi anunciada em 2014, quando a empresa juntou-se à norte-americana Amyris e à francesa Michelin para o desenvolvimento de tecnologia voltada à produção de isopreno de fonte renovável, insumo químico utilizado pela indústria de pneus. As três empresas trabalharão unidas para acelerar os estudos bioquímicos que utilizam açúcares oriundos da cana-de-açúcar e de insumos de celulose. No final de 2013, a Braskem também firmou acordo com a Genomatica, startup norte-americana de biotecnologia, a fim de desenvolver nova tecnologia para a produção de butadieno de origem renovável, visando atender ao mercado de borrachas sintéticas.

Fonte: Braskem

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Covestro expõe na Abrafati 2015 com nova marca e reforços em seu portfólio sustentável

20/10/2015

A empresa, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, realizou o primeiro evento com o nome Covestro na América Latina e apresentou lançamentos do segmento de poliuretanos para o mercado de tintas e pinturas em plásticos

covestroA empresa de polímeros Covestro participou da Abrafati 2015, um dos mais importantes eventos da cadeia de tintas na América Latina e no mundo, que aconteceu de 13 a 15 de outubro no Transamérica Expo, em São Paulo (SP).

A Covestro, que desde 1º de Setembro atua mundialmente com nova identidade visual, apresentou ao mercado de tintas sua marca pela primeira vez, enfatizando a importância do evento. Sob o slogan “Inventing for You”, a Covestro reforçou seu portfolio com o lançamento de dois novos produtos da família Desmodur®: Desmodur® eco N 7300 e Desmodur® blulogiq 3190.

Desmodur® eco N 7300

Embora já existam soluções ecológicas para polióis, até o momento, o fator que limitava o desenvolvimento de sistemas poliuretânicos sustentáveis era a disponibilidade de poliisocianatos originários a partir de matérias-primas renováveis.

Segundo a Covestro, o seu novo poliisocianato alifático livre de solvente – Desmodur® eco N 7300 – soluciona este problema, sendo o primeiro agente reticulante no mercado de poliuretanos a partir de biomassa – 70% de conteúdo de carbono derivado de biomassa –  e com desempenho superior nas propriedades finais, sendo indicado para aplicações em revestimentos, adesivos, entre outros.

Desmodur® blulogiq 3190

De acordo com a Covestro, o seu novo endurecedor termolatente – Desmodur® blulogiq 3190 – oferece agilidade no processo final de secagem para vernizes poliuretânicos 2K de alto brilho, possibilitando que peças de plástico sejam curadas a 80°C, com dureza após forneio até 30% maior, com aspecto e nivelação de pintura original. As tecnologias termolatentes permitem o manuseio mais robusto de peças  plásticas recém curadas, minimizando o retrabalho e danos às peças durante a montagem, estocagem ou processo de empacotamento para transporte.

A médio prazo, a indústria automotiva se beneficiará com a possibilidade de pintar peças plásticas, compósitos e substratos metálicos em uma única linha, agilizando assim o processo de revestimento.

A Covestro também participou do Congresso Abrafati 2015 nos dias 13 e 14 de outubro com duas  palestras, entre as quais a que teve por tema “Endurecedores PU Inteligentes: funcionalidade, eficiência e sustentabilidade”, proferida por  Rolf Roschu, Técnico de Desenvolvimento e Aplicação para Europa e América Latina.

Com vendas de 11,7 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Suas atividades estão focadas na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em diversas áreas. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. O grupo Covestro possui 30 sites de produção ao redor do mundo e até o final de 2014 empregava cerca de 14.200 colaboradores. A Covestro, anteriormente chamada Bayer MaterialScience, é uma empresa do Grupo Bayer.

Fonte: Assessoria de Imprensa Covestro

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Brasil recicla 17,1% de PVC pós-consumo

06/10/2015

As 72 recicladoras de PVC do Brasil faturaram juntas, em 2014, R$ 141,8 milhões e geraram 1.415 empregos diretos

Pesquisa encomendada pelo Instituto do PVC mostra que a indústria brasileira de reciclagem mecânica de PVC reciclou 17,1% do total de PVC pós-consumo gerado em 2014, ou seja, foram recicladas 22,9 mil toneladas das 134,2 mil toneladas de PVC pós-consumo gerado naquele ano. Em comparação ao índice de 2013, registrou-se um crescimento de 0,7 pontos percentuais.

Em termos de volumes, é possível observar a evolução da produção de PVC reciclado no Brasil nos últimos dez anos, que cresce 11% ao ano desde 2005, quando a pesquisa começou a ser realizada, e se encontra em patamares estáveis nos últimos três anos. A estabilidade é observada desde 2012, quando houve um aumento de 21%, na comparação com 2011.

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pvc2As 72 empresas responsáveis pela reciclagem de PVC no país faturaram juntas R$ 141,8 milhões, o que representa um crescimento de 4,6% ao ano no período de 2005 a 2014. Além disso, foram responsáveis pelo emprego direto de 1.415 profissionais.

A capacidade instalada da indústria de reciclagem de PVC no Brasil vem crescendo e em 2014, ultrapassou 86 mil toneladas, o que mostra um crescimento de 1% frente a 2013, ainda resquício de investimentos realizados pelas empresas de reciclagem a partir da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que ainda está em fase de discussão.

pvc3De 2005 a 2014, a quantidade de PVC pós-consumo gerado aumentou em média 3% ao ano. Considerando-se o mesmo período observa-se que o crescimento do volume de PVC reciclado (11%) é maior que o aumento do volume de PVC pós-consumo gerado, o que é extremamente positivo e traz um consequente aumento do índice de reciclagem mecânica do PVC. Esses dados mostram que a quantidade de PVC não reciclado e destinado a aterros diminuiu. A redução na destinação de recicláveis em aterros é um dos objetivos da PNRS.

pvc4As empresas recicladoras de PVC no Brasil localizam-se principalmente nas regiões Sudeste e Sul, com destaque para São Paulo. Por ser um dos principais estados na indústria de transformação de plástico no Brasil e consequentemente ter grande poder de consumo da população, São Paulo possui a maior quantidade de resíduos disponíveis para a reciclagem. A indústria transformadora de plástico também é forte nos demais estados das regiões Sudeste e Sul.

pvc5Em comparação com a reciclagem de plásticos de outros países, a reciclagem de PVC no Brasil está avançada, mas ainda tem potencial para crescimento. O índice de reciclagem de PVC pós-consumo se aproxima do índice de reciclagem pós-consumo de todos os plásticos de países como França e Reino Unido, com 19,8% e 22,0%, respectivamente.

Metodologia – A pesquisa sobre o índice de reciclagem do PVC foi encomendada pelo Instituto do PVC à Maxiquim, consultoria especializada no segmento industrial e obedeceu a metodologia do IBGE. Além disso, envolveu empresas de todo o Brasil.

O Instituto do PVC é a entidade que representa a união de todos os segmentos da cadeia produtiva, desde os fabricantes de matéria-prima, até os recicladores. “O objetivo deste trabalho é acompanhar o desenvolvimento deste setor que gera emprego e renda e que vem compor o cenário dos novos desafios que se apresentam a partir da implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos”, afirma Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC.

Fonte (texto e gráficos): Instituto do PVC / Maxiquim

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Plastivida lança a campanha “Recicla Isopor®” durante conferência em São Paulo

21/09/2015

A ação tem o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância da reciclagem do produto e será lançada na 14a Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas

A Plastivida, em parceria com a Comissão de EPS da Abiquim, lançará, no dia 22 de setembro, durante a 14a Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas, a campanha “Recicla Isopor®”. A ação tem o objetivo de informar à sociedade que o EPS (popularmente conhecido no Brasil como IsoporR, marca registrada pela empresa Knauf Isopor) é um plástico 100% reciclável.

A campanha pretende também estimular os participantes do evento a levarem embalagens de EPS para reciclagem. Um ponto de coleta será instalado na conferência para receber o material levado pelo público.

No stand da campanha, haverá uma degasadora em funcionamento para mostrar aos visitantes o processo de compactação do EPS e sua preparação para ser transformado em um novo produto. As embalagens compactadas durante o evento serão doadas para a Cooperativa Coopervivabem, que as comercializará, gerando assim renda para os cooperados.

“Nosso objetivo maior é estimular a prática do consumo responsável e do descarte adequado, com base na disseminação do conhecimento sobre a reciclabilidade do material, além de ser uma ação de sustentabilidade, que gera benefícios ambientais, sociais e econômicos”, explica Miguel Bahiense, presidente da Plastivida.

Além de conhecer o processo de compactação, os participantes receberão um brinde produzido com EPS reciclado e poderão ver na prática o resultado da transformação de resíduos plásticos em novos produtos.

A 14a Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas traz este ano o tema “Água e Energia – Crise e superação sustentável” e tem como objetivo promover um amplo debate com a iniciativa privada, administração pública, terceiro setor, instituições de ensino, associações e entidades patronais e profissionais, mídia e sociedade civil organizada sobre experiências e práticas da sustentabilidade nas empresas do setor público e privado, indústrias, comércio e serviços, órgãos públicos, universidades e ONGs. Além das palestras, será realizada uma exposição de produtos e serviços que proporcionam benefícios ambientais para disseminar seu uso e promover a inovação e boas iniciativas. O evento é gratuito e aberto ao público. As inscrições podem ser feitas no endereço eletrônico http://anggulo.com.br/p+l/inscr.html

Serviço: 14o. Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas
Data: 22 de setembro
Horário: das 8h30 às 17h
Local: Sede da APCD (Rua Voluntários da Pátria, 547, Santana, São Paulo/SP)

Fonte: Plastivida

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Recicladora Multilixo consolida parceria com a Tomra com aquisição de segundo separador ótico

15/09/2015

tomraMULTILIXO_3

A fábrica de reciclagem de resíduos comerciais e industriais do grupo Multilixo já conta com um equipamento Autosort (foto) com capacidade para processar 3,5 toneladas de papel e plástico (recicláveis secos de escritórios) por hora. Segundo a empresa, esse equipamento permitiu duplicar a capacidade de produção da fábrica, aumentar as vendas e facilitar o trabalho dos operários. Devido aos resultados positivos, o grupo adquiriu recentemente o segundo separador ótico Autosort, de forma a aumentar ainda mais a capacidade de produção da fábrica.

A Multilixo, com uma experiência de 18 anos no setor da gestão de resíduos, é formada por um grupo de empresas que desenvolvem projetos e sistemas de gestão nos campos de logística integrada na coleta, transporte e gestão de todos os tipos de resíduos.

Uma das empresas do grupo, a Flacipel, tem a sua fábrica de reciclagem de resíduos comerciais situada em Guarulhos, São Paulo. A recente modernização do seu processo produtivo com a aquisição dos separadores óticos de resíduos Autosort, fabricados pela Tomra Sorting Recycling, permitiu que se passasse de uma separação de plásticos e papel totalmente manual, a cargo de 60 pessoas em 3 esteiras, para uma separação semiautomatizada. Com isso, a fábrica duplicou a sua produção, além de obter um produto de maior qualidade.

O novo Autosort foi instalado na linha 2D, soprando a fração de papel branco, separando plásticos, cartão e papel de cor. O equipamento tem uma capacidade de processamento de 3,5 toneladas de material por hora e permitiu um aumento da produção de 27 a 35 fardos de material por dia.

Silvio Urias Pereira, proprietário da fábrica, manifestou a sua satisfação com os resultados: “O equipamento superou as minhas expectativas. O meu objetivo atual é adquirir mais equipamentos para a separação de resíduos. A qualidade do produto é excelente e, com esta tecnologia, a capacidade de produção aumentou 100%. Tal como em outras ocasiões, a TOMRA ofereceu todo o seu apoio, tanto técnico como de formação, para facilitar a adaptação dos operários à linha de seleção semiautomatizada. Algo que se produziu rapidamente, já que atualmente estão totalmente familiarizados com o processo. A adaptação ao seu manuseio foi simples, a máquina foi integrada com toda a facilidade na linha e melhoraram-se as condições de trabalho. Além disso, a sua manutenção é simples e não implica nenhum problema; apenas é necessário cumprir o plano estabelecido”, afirmou Silvio.

“Estamos muito satisfeitos com a mudança. A fração de papel branco é muito boa. Além disso aumentou-se a recuperação de filme plástico. Em ambos os casos, as vendas aumentaram significativamente. E até ao momento não houve nenhuma redução de mão-de-obra, apenas se melhorou a qualidade do produto e a produção”, concluiu Silvio.

Autosort estará presente na próxima feira RWM Brasil 2015

A tecnologia do Autosort, um sistema multifuncional de precisão e capacidade, poderá ser vista em um equipamento em demonstração na 3.ª edição da RWM Brasil 2015, que se realizará em São Paulo nos próximos dias 29 e 30 de setembro.

A Tomra Sorting Recycling voltará a participar com os seus produtos nesta feira dedicada à gestão de resíduos sólidos urbanos, uma das mais importantes da sua especialidade no Brasil. A Tomra Sorting Recycling estará no estande número B1.

A Tomra Sorting Recycling explica que o Autosort combina os sensores NIR e VIS e permite reconhecer e separar com precisão e velocidade uma grande quantidade de materiais em função do tipo e composição, obtendo frações de elevada pureza. É um sistema compacto que se caracteriza pela sua fácil instalação e integração em fábricas, o seu fácil manuseio, a simplicidade dos seus componentes e a sua potência, confiabilidade e precisão, assegura o fabricante. O Autosort incorpora a tecnologia FLying Beam®, permitindo economizar até 70% da energia ao iluminar exclusivamente a área que se está analisando. Inclui também a tecnologia Duoline para realizar uma dupla análise, garantindo precisão ao processo de separação. A sua elevada eficiência energética e a sua manutenção simples e reduzida ajudam, além disso, a reduzir os custos de funcionamento, segundo a Tomra.

O Autosort permite diferentes configurações para se adaptar a diferentes aplicações, separando desde papel e papelão (impresso, revestido ou para destintar) até numerosos tipos de plástico (PE, PP, PS, PVC, PET, EPS, ABS entre si, por tipo de polímero e por cores). Também se aplica à limpeza de madeira virgem, compensada e aglomerada, separação de material orgânico ou inorgânico ou, em combinação com um sensor eletromagnético, à recuperação de metais não ferrosos, incluindo cabos elétricos ou placas de circuitos impressos, etc.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 40 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelhos próximos para aplicações de separação de resíduos, o grupo Tomra também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 550 milhões de euros e emprega mais de 2.400 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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Tomra Sorting Recycling lança nova iniciativa de atendimento ao cliente

02/09/2015

Empresa acaba de iniciar uma nova linha integrada de serviços de suporte para oferecer aos seus clientes benefícios comerciais aprimorados

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Batizada de Tomra Care, a nova iniciativa da empresa permite a partir de agora oferecer um pacote de serviços ainda mais abrangente. Desenvolvido como resultado de uma revisão estratégica dos serviços de suporte ao cliente da Tomra Sorting já existentes, a Tomra Care reúne 28 componentes que dão cobertura nas áreas de consultoria de processos, testes de sistemas, financiamento, seguros, treinamento de pessoal e atualizações.

A nova iniciativa foi concebida especificamente para garantir que os clientes experimentem serviços feitos sob medida e tenham o máximo retorno dos seus investimentos. Peter Geisler, Diretor de Serviços para Reciclagem da Tomra, explica: “Entendemos que as necessidades dos nossos clientes são guiadas pelas exigências dos mercados nos quais atuamos. Tal percepção nos permitiu aprimorar mais a nossa já robusta gama de serviços de atendimento ao cliente,para responder a essas necessidades. Nosso objetivo com a Tomra Care é permitir que nossos clientes alcancem continuamente os mais altos níveis de produtividade com a mais baixa inatividade de equipamentos possível, ao mesmo tempo em que gerenciam bem seus custos”.

Os serviços de suporte ao cliente já experimentados da Tomra Sorting Solutions – inclusive o serviço de atendimento remoto por telefone, a ampla variedade de opções de treinamento para as equipes dos clientes e as alternativas de peças de reposição – foram incluídos no portifólio de atendimento da Tomra Care.

Já os novos serviços introduzidos com a iniciativa incluem várias opções de financiamentos e seguros, mais o serviço de suporte por telefone 24 horas por dia, 7 dias por semana, para alguns dos produtos. Além desses, o serviço de consultoria e projetos em pré-venda, no qual os engenheiros comerciais da Tomra ajudam os clientes a projetar e a planejar novas instalações, é agora parte integrante da Tomra Care.

Tom L. Eng, Diretor da Tomra Sorting Recycling, enfatiza: “As necessidades de cada cliente são específicas para cada situação em particular que enfrentem. A Tomra Care foi desenvolvida para nos permitir oferecer soluções  sob medida para atender com precisão essas necessidades individuais das empresas. Afinal, sempre fomos parceiros dos nossos clientes antes, durante e depois da compra de um sistema da Tomra Sorting system. A introdução da Tomra Care mais que nunca reforça essa abordagem e estamos ansiosos para colocá-la em ação junto a nossos clientes atuais e futuros”.
Para obter mais informações sobre a Tomra Care visite www.tomra.com/recycling/TOMRA-Care

Sobre a Tomra Sorting Recycling: A empresa desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 40 países de todo o mundo. A Tomra Sorting é propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 550 milhões de euros e emprega mais de 2.400 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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Plástico, ciência e sociedade foram temas abordados pela Plastivida e Instituto do PVC na Plastech 2015

31/08/2015

As entidades apoiaram as iniciativas de coleta seletiva e reciclagem realizadas nos dias do evento, além de palestras para a discussão da relação entre as pessoas e os plásticos

Miguel_PlastividaA relação das pessoas com os plásticos, a importância das informações técnicas e científicas no esclarecimento de mitos e fatos sobre os produtos plásticos e suas características, assim como a importância da educação ambiental na disseminação das boas práticas de consumo e descarte, foram temas que a Plastivida e o Instituto do PVC abordaram na edição 2015 da Plastech Brasil, feira da cadeia petroquímica de transformação,  realizada de 25 a 28 de agosto, em Caxias do Sul (RS).

As entidades foram Patrocinadoras Ouro do Recicla Plastech Brasil, que envolve conhecimento, educação ambiental e valorização dos benefícios dos plásticos na vida das pessoas. A iniciativa levou conceitos de descarte correto e reaproveitamento de materiais para além da feira, buscando a conscientização da sociedade sobre a forma correta de descarte dos plásticos.

Uma das inciativas do Recicla Plastech Brasil foi promover a educação ambiental. Para incentivar as crianças a levarem até suas escolas embalagens recicláveis de plásticos (garrafas de água, potes de produtos de higiene e limpeza, de alimentação, etc.), foram distribuídos gibis que contam a história da reciclagem e da coleta seletiva. Esses produtos foram coletados no mês de agosto em durante a Plastech, foram reciclados e transformados em aproximadamente em 1.200 lixeiras que serão doadas às mesmas escolas.

As três escolas com maior volume de resíduos recolhidos, a maioria na forma de embalagens plásticas,  serão premiadas com aparelhos retroprojetores (datashow): Geny Adélia Dalle Molle (bairro São Cristóvão), com 764,66 quilos; Dolaimes Stédile Angeli (bairro Centenário), com 514,11 quilos; e Vovó Phelomena (bairro Serrano), com 440,02 quilos. A entrega, tanto das lixeiras, quanto dos prêmios, ocorrerá nos próximos dias, após o encerramento da Plastech Brasil 2015. A escola com maior volume de material coletado receberá um prêmio especial para seus alunos: além do retroprojetor, em reconhecimento ao esforço e ao trabalho dos alunos, as entidades entregarão a essa escola o “Troféu Plastivida 2015 – Plástico, Ciência e Sociedade”.

O projeto promoverá, também, após a Plastech 2015, ações de educação ambiental junto às escolas da região, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, com o envolvimento das crianças, de professores e familiares.

Além disso, os visitantes do stand do Recicla Plastech Brasil puderam saber mais sobre a importância dos plásticos no desenvolvimento da sociedade, por meio da exposição virtual “Plasticidade – História e Arte do Plástico”, realizada pelas entidades.

Os visitantes também participaram de ações de reciclagem e conscientização sobre descarte correto de plásticos com a coleta das credenciais,  feitas de PVC, nas máquinas no Papa Cartão®, para serem transformadas em novos produtos.

A sociedade e os plásticos

Miguel Bahiense (foto), presidente da Plastivida e do Instituto do PVC, apresentou palestra para os visitantes da Plastech 2015 sobre a relação fundamental entre plástico, ciência e sociedade.

Os plásticos fazem parte da vida das pessoas, desde a hora em que acordam, até o momento em que vão dormir. Estão presentes em quase todos os itens do cotidiano, protegendo os alimentos, nas roupas, no ambiente de trabalho, no lazer, nos meios de transportes e de comunicação.

A busca constante da harmonia entre o consumo, o descarte, o bem-estar social e a preservação ambiental é o trabalho que a Plastivida e o Instituto do PVC realizam. As entidades acreditam que a chave para essa equação está nas pessoas.

Segundo Bahiense, são as pessoas que avaliam os benefícios de um produto para seu bem-estar, sua saúde, prevenção de doenças, proteção, qualidade de vida, assim como para a preservação do meio ambiente no momento da compra. “É nosso papel atuar para que informações com base científica sejam divulgadas e para que haja diálogo com a sociedade, contribuindo, assim, para que as pessoas possam decidir de forma consciente na hora de escolher determinado produto”, afirma Bahiense. E completa: “promovemos e apoiamos ações de educação ambiental para que as boas práticas de consumo e descarte sejam disseminadas e para que a sustentabilidade – a partir do benefício econômico, social e ambiental – seja perene. ”

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastivida – Instituto do PVC / Foto: Estefânia Uchoa/CMADS, divulgação

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CNP Reciclagem incorpora tecnologia de separação por sensores da Tomra Sorting

19/08/2015

A CNP Reciclagem aumentou sua capacidade de produção com a instalação de um separador ótico TITECH autosort 4 em sua linha de tratamento

Tomra_CNPA CNP é uma empresa de reciclagem de PET relativamente recente e com forte compromisso ambiental. Situada em Itupeva, município do estado de São Paulo, a empresa começou a funcionar em 2007 e, desde então, vem crescendo e incorporando novos sócios e colaboradores. O produto principal da CNP é o flake produzido a partir de garrafas e garrafões de PET, incolores, verdes e cor de laranja.

Os processos e as instalações da fábrica foram concebidos cumprindo exigências ambientais e procurando sempre obter a maior qualidade do produto e a máxima eficiência na produção. Por isso, em finais de 2014, a empresa modernizou sua técnica de processamento de PET integrando, em sua linha de tratamento, um separador ótico  TITECH autosort 4 (foto), da TOMRA Sorting.

“Conhecemos esta tecnologia através de uma empresa parceira, depois procuramos entre diversos fornecedores e feiras e, finalmente, optamos pela TOMRA Sorting. Desde o primeiro momento conseguimos melhorar significativamente nossos indicadores de qualidade relativos à separação e, depois de alguns ajustes de programação, conseguimos otimizar ainda mais esses resultados”, afirma Renato Bechelli, gerente da CNP. “A principal vantagem deste equipamento é a estabilidade dos processos e foi também graças a isso que conseguimos melhorar os nossos índices de qualidade, no que se refere a contaminantes. “, assegura.

O equipamento escolhido combina um sistema duplo de sensores [NIR1-VIS], que informa sobre a cor (VIS) e o espectro de infravermelho próximo (NIR1). Desta forma, é possível separar ao mesmo tempo por cor e por tipo de material, com rapidez, precisão e eficácia, segundo a TOMRA Sorting. O resultado é, afirma a empresa, uma fração de PET com alta pureza (< 50 ppm) e perda de material muito reduzida, o que permite alcançar até mesmo a qualidade alimentícia necessária para transformar garrafas novamente em garrafas fechando, assim, o ciclo da reutilização.

De acordo com a TOMRA Sorting, enquanto a tecnologia padrão não permite alcançar, de uma só vez, pureza e rendimento, com o TITECH autosort 4 é possível identificar, para separação, de modo muito seguro e rápido, grandes quantidades de pequenas partículas de apenas 2 milímetros, bem como garrafas e objetos maiores. Além disso, afirma a empresa, o  TITECH autosort 4 é um equipamento potente, confiável e robusto, de manutenção fácil e espaçada, sem interrupções. É energeticamente eficiente e incorpora a tecnologia FLYING BEAM®, portanto não requer uma fonte de luz externa para o seu funcionamento. Tudo isto aumenta a rentabilidade e reduz o tempo de amortização, assegura a fabricante do equipamento.

Segundo Bechelli, “a adaptação do pessoal ao manuseio das máquinas foi totalmente descomplicada, por dois motivos principalmente. Em primeiro lugar, por ser uma máquina robusta e bastante fácil de usar; em segundo lugar, porque a assistência técnica recebida na montagem e instalação foi muito boa. De fato, ajudou muito poder contar com um técnico local”.

“Até o momento, a manutenção limitou-se a limpezas programadas e a algumas pequenas substituições; todas as peças sobresselentes estavam disponíveis no Brasil e não implicaram em interrupção da atividade. Em destaque está a boa sintonia entre a CNP e a TOMRA Sorting, tanto na gestão comercial quanto no desenvolvimento técnico do projeto”, conclui Renato Bechelli.

Como foi feita a otimização do processo

Antes da remodelação, o processo seguia a seguinte sequência: alimentação da linha com as garrafas, seguida da peneira rotativa para a extração de tampas, pedras e terra e, depois, a separação manual para retirada de todos os poluentes. Depois, o material passava por uma máquina para remoção das rótulos e seguia para o moinho onde, finalmente, era feita a lavagem do flake, obtendo-se o produto final. O TITECH autosort 4 foi instalado entre a máquina de remoção das rótulos e o moinho, soprando o material bom. Desta forma, agora há duas pessoas que separam o material antes da máquina, uma no controle manual após a máquina e outra separando o material rejeitado por cores.

Ainda que a fábrica possa aumentar em cerca de 30% sua capacidade, no momento está processando o mesmo volume de material. Assim, a fábrica ainda processa 800 kg/h, mas com o autosort sua capacidade adquire um potencial de até 1,5 ton/h. Uma particularidade deste projeto foi o fato de ter sido fornecido um equipamento com o bloco de válvulas preparado para trabalhar em ambientes com alta umidade. Com isso, a durabilidade das válvulas é muito maior e as tarefas de manutenção da máquina são, também, facilitadas.

A TOMRA Sorting está no Brasil desde 2011, por meio de sua filial. A TOMRA Sorting Recycling, anteriormente TITECH, concebe e fabrica tecnologias para a separação baseada em sensores para a indústira da reciclagem e da gestão de resíduos. Conta com mais de 4400 sistemas instalados em 40 países no mundo inteiro. É de propriedade da empresa norueguesa TOMRA Systems ASA que está cotada na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a TOMRA Systems ASA tem uma faturamento de cerca de 550 milhões de euros e emprega mais de 2400 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – TOMRA Systems

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