Archive for the ‘Máquinas para processamento de plásticos’ Category

Nova Geração de máquinas é destaque da Romi na 12ª Intermach

13/09/2019

Modernidade e produtividade são os principais focos dos novos modelos

A Romi, líder na indústria brasileira de máquinas e equipamentos industriais, estará presente na feira Intermach 2019, em Joinville/SC. O evento, que acontece entre os dias 17 e 20 de setembro, é o principal do setor metalmecânico na região Sul do Brasil, tendo em sua programação feira, congresso, workshops e rodada de negócios.

Com um estande de 108 m², a empresa exibirá a Injetora ROMI EN 220, equipada com o moderno sistema “Stop and Go”. Segundo a empresa, o sistema proporciona maior velocidade, alta precisão e baixo consumo de energia. As injetoras ROMI EN atendem desde aplicações limpas, como embalagens para alimentos e indústria médico-farmacêutica, até aplicações técnicas, como as do segmento automotivo. Sua tecnologia permite maiores volumes de injeção, simultaneidade de movimentos no fechamento, maior ganho de velocidade e mínimo nível de ruído, garante a empresa.

No segmento de máquinas-ferramenta, a Romi levará seu novo Centro de Torneamento, ROMI GL 300M (Nova Geração), equipamento projetado para operar em ambientes de média e alta produção, com potência e torque elevado. A nova linha conta com o sistema de compensação térmica, possibilitando obter resultados dimensionais estáveis mesmo com oscilações de temperatura em longos períodos de trabalho, com velocidade de avanço de 30m/min nos eixos X e Z, afirma a empresa. Seu principal diferencial é o cabeçote principal com motor tipo built-in, um sistema compacto quando comparado aos convencionais, que garante nível de potência, alto torque em baixas rotações, estabilidade e baixa inércia, assegura a Romi.

Outra novidade que estará no estande será o Centro de Usinagem D 800, também da Nova Geração, equipamento versátil e que conta com maior área de trabalho, além de garantir precisão, desempenho e produtividade, afirma a Romi. Os modelos destacam-se pela estabilidade térmica e geométrica, alta capacidade de absorção dos esforços de usinagem garantindo grande capacidade de remoção de cavacos e consequente redução dos tempos de usinagem, garante o fabricante. São equipados com Cabeçote Direct Drive (motor acoplado diretamente ao cartucho), com versões de 10.000 ou 15.000 rpm.

Os dois modelos são equipados com o moderno CNC Fanuc, com tela touch screen e acesso as principais funções em apenas dois toques, além de ter a disposição um sistema integrado às áreas de planejamento, usinagem, melhorias e utilitários diretamente na tela principal, possui também interface Ethernet e porta USB, além de drive para cartão Compact Flash.

“Cada dia mais, estamos focados em oferecer soluções alinhadas a Indústria 4.0 e a renovação do parque fabril e nesta edição apresentamos nossas principais linhas, tanto no segmento de máquinas-ferramenta quanto máquinas para plástico. Nosso objetivo é agregar valor ao negócio de nossos clientes, por meio da nova geração de nossas máquinas, priorizando sempre a qualidade e eficiência.”, ressalta o Diretor-Presidente da companhia, Luiz Cassiano Rando Rosolen, que observa no evento uma importante vitrine de negócios e a oportunidade de apresentar oficialmente sua Nova Geração para a Região Sul, importante polo industrial do país.

A Indústrias Romi S.A., fundada em 1930, é líder na indústria brasileira de máquinas e equipamentos industriais e está listada no “Novo Mercado”, que é reservado para as empresas com o maior nível de governança corporativa da Bovespa. A Companhia fabrica máquinas-ferramenta, com foco em tornos, tornos CNC, centros de torneamento e centros de usinagem; máquinas injetoras e sopradoras para termoplásticos; e peças fundidas em ferro cinzento e nodular, que podem ser fornecidas brutas ou usinadas. Seus produtos e serviços são comercializados mundialmente e utilizados por uma grande variedade de indústrias, tais como automotiva, de bens de consumo, máquinas em geral, equipamentos industriais e agrícolas.

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Hillenbrand compra Milacron por U$ 2 bilhões

18/07/2019

  • Milacron é a maior fabricante norte-americana de máquinas, equipamentos e sistemas para processamento de plásticos
  • Com a aquisição, a Hillenbrand, controladora da Coperion, adiciona ao seu portfolio de tecnologias de processamento de plásticos os segmentos de injeção e extrusão da Milacron, câmara-quente da Mold-Masters, bases e componentes de molde da DME
  • Negócios da marca Uniloy na área de moldagem por sopro foram vendidos para outro grupo e não integram a transação com a Hillenbrand.
  • Aquisição aumenta escala e diversificação da nova empresa combinada, que deverá gerar receita anual de aproximadamente US $ 3 bilhões e fluxo de caixa livre de mais de US $ 325 milhões até 2021

A Hillenbrand, Inc. e a Milacron Holdings Corp. anunciaram em 12/07 ter chegado a um acordo definitivo sob o qual a Hillenbrand irá adquirir a Milacron em uma transação mista, envolvendo dinheiro e ações, avaliada em aproximadamente US $ 2 bilhões, incluindo a dívida líquida de aproximadamente US $ 686 milhões da Milacron, estimada em 31 de março de 2019.

Sob os termos do acordo, que foi aprovado por unanimidade pelos Conselhos de Administração de ambas as companhias, os acionistas da Milacron receberão US $ 11,80 em dinheiro e uma relação de troca fixa de 0,1612 ações ordinárias da Hillenbrand para cada ação ordinária da Milacron que eles possuam. Com base no preço de fechamento da ação da Hillenbrand em 11 de julho de 2019, o último dia de negociação antes do anúncio, a soma do pagamento implícito em dinheiro e ações a ser recebido pelos acionistas da Milacron é de $ 18,07 por ação, representando um prêmio de aproximadamente 34% para o preço de fechamento da ação da Milacron em 11 de julho de 2019. No fechamento, os acionistas da Hillenbrand deterão aproximadamente 84% da companhia combinada e os acionistas da Milacron deterão aproximadamente 16%.

A Milacron fabrica, distribui e presta serviços de engenharia e sistemas personalizados na indústria de processamento e tecnologia de plásticos, cujo tamanho estimado é de aproximadamente US $ 30 bilhões, bem como em tecnologias de fluidos e sistemas de processamento. A Milacron opera em três segmentos: Sistemas de Processamento e Controle de Material Fundido, que projeta e fabrica sistemas avançados de câmara quente e controle de processo, bases e componentes de molde; Tecnologias de Processamento Avançado de Plásticos, que projeta e fabrica equipamentos e sistemas de processamento de plásticos, incluindo moldagem por injeção, extrusão e sistemas auxiliares; e Fluid Technologies, que fabrica produtos que são usados ​​em uma variedade de processos de usinagem.

Os negócios da marca Uniloy anteriormente pertencentes à Milacron na área de moldagem de plásticos por sopro, foram vendidos separadamente ao Osgood Capital Group e Cyprium Investment Partners e não integram a transação com a Hillenbrand.

A aquisição da Milacron representa um passo fundamental na visão de Hillenbrand de se tornar empresa industrial diversificada de classe mundial ao adicionar ao portfolio da Hillenbrand novos negócios estratégicos em sistemas de canais quentes e moldagem por injeção,através de marcas líderes como Milacron e Mold-Masters. Juntas, a empresa combinada terá maior escala e uma significativa diversificação de produtos, aprimorando sua capacidade de atender aos clientes através de tecnologias complementares em toda a cadeia de valor de plásticos, incluindo produção de resinas de base plástica, compostos, processamento de produtos plásticos por extrusão e injeção, além de reciclagem.

Joe Raver, presidente e CEO da Hillenbrand, disse: “Esta transação transforma significativamente nosso portfólio e oferta de produtos, adicionando as soluções tecnológicas líderes da Milacron e uma base de clientes instalada considerável para nos ajudar a impulsionar o crescimento de longo prazo. A Milacron se alinha à nossa estratégia de crescimento rentável e a estrutura de aquisições e temos a expectativa de que as potencialidades adicionais de seus segmentos de alto desempenho acelerem a geração de fluxo de caixa livre e melhorem as margens em todos os negócios. Eu tenho muito respeito pelos funcionários talentosos da Milacron e espero recebê-los na Hillenbrand, enquanto embarcamos nesse próximo passo em nossa estratégia e criamos valor adicionado para nossos acionistas, clientes, funcionários e comunidades “.

Tom Goeke, diretor executivo da Milacron, disse: “Após cuidadosa revisão, nossa diretoria concluiu unanimemente que uma combinação com a Hillenbrand representa uma oportunidade única para fornecer aos acionistas da Milacron um valor significativo e imediato e a capacidade de se beneficiar do potencial positivo da companhia combinada. A Hillenbrand tem um enorme histórico de crescimento e agregação de valoir em seu portfólio de produtos. Juntos, continuaremos a fornecer aos clientes produtos inovadores e sistemas personalizados. Essa combinação é resultado do tremendo progresso da equipe da Milacron em melhorar nossa posição como líder global em tecnologia e processamento de plásticos. Estou confiante de que encontramos um parceiro forte em Hillenbrand e estamos ansiosos para uma transição perfeita “.

A Hillenbrand é uma empresa industrial diversificada global com várias marcas líderes que atendem a uma ampla variedade de indústrias em todo o mundo, já atuando no segmento de plásticos através da marca Coperion K-Tron. O portfólio da Hillenbrand é composto por dois segmentos de negócios: o Grupo de Equipamentos de Processo e Batesville. Os negócios do Grupo de Equipamentos de Processo projetam, desenvolvem, fabricam e fornecem equipamentos industriais em todo o mundo. Batesville é um líder no segmento funerário na América do Norte.

Fonte: Milacron

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Entrada de Pedidos das Indústrias Romi no 3o. Trimestre de 2018 cresce 40,5% em relação ao mesmo período de 2017

12/11/2018

As Indústrias Romi S.A., empresa líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou entrada de pedidos de R$ 216,6 milhões no 3o. Trimestre de 2018, montante 40,5% superior ao obtido no mesmo período do ano anterior, resultado do lançamento de novos produtos e da recuperação gradual da economia em 2018.

A receita operacional líquida da Unidade de Negócio Máquinas Romi atingiu R$ 97,5 milhões no 3o. Trimestre de 2018, apresentando um aumento de 35,3% quando comparado com o mesmo período de 2017, refletindo o crescimento na entrada de novos pedidos ocorrida desde o 2o. Trimestre de 2018. Esse incremento no volume de pedidos e, consequentemente, da receita operacional líquida, demonstram que está havendo uma recuperação econômica e industrial de maneira sólida e gradual, além da continuidade na consolidação da marca Romi no mercado externo. As margens bruta e operacional dessa unidade de negócio, no mesmo período de comparação também demonstraram evolução de 9,6 % e 9,8 %, respectivamente.

O faturamento da subsidiária alemã B+W, em Reais, apresentou no 3o. Trimestre de 2018 volume 40,8% superior ao observado no 3o. Trimestre de 2017 (13,6% quando a comparação é feita em Euros). Por fim, a receita operacional líquida da unidade Fundidos e Usinados foi de R$49,6 milhões no 3o. Trimestre de 2018, o que representa uma redução de 8,4% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, decorrente, em sua maioria, da redução no volume de peças fundidas e usinadas de grande porte. Por outro lado, parte dessa redução está sendo compensada pela melhoria no volume da demanda gerada em 2018 pelos setores automotivo comercial e de máquinas para movimentação de terra.

A margem bruta de 29,4% obtida no 3o. Trimestre de 2018 apresentou incremento de 0,5 pontos percentuais em relação ao 3o. Trimestre de 2017. Já a margem operacional (EBIT) quando comparada ao 3o. Trimestre de 2017 apresentou queda de 1,1 ponto percentual.

“Em 2018 pode-se notar uma aceleração na quantidade de negócios gerados no mercado doméstico. Nosso time continua focado em deixar nossa estrutura ainda mais leve, ágil e flexível para responder rapidamente as essas oscilações da demanda, buscando assim capturar, com excelência, todas as novas oportunidades” menciona Luiz Cassiano Rosolen, diretor-presidente da Romi.

Fonte: Indústrias Romi

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Covestro Elastomers e Raw Material inauguram novo centro técnico de suporte para elastômeros de poliuretano

04/11/2018

Juntamente com a RAW Material, distribuidora de seus produtos no Brasil, a Covestro Elastomers está inaugurando um Centro Técnico que permitirá aos seus clientes acompanhar demonstrações de produtos, capacitar os operadores com treinamentos exclusivos e realizar testes pilotos simulando o ambiente de produção.

Unindo a sua ampla experiência em equipamentos de processamento e na química dos poliuretanos, a Covestro Elastomers busca compartilhar o seu conhecimento no segmento de Poliuretano derramado. Atuando no Brasil há mais de 25 anos, a RAW Material representa e distribui produtos de indústrias químicas globais a vários mercados industriais. A RAW é a distribuidora exclusiva dos produtos da Covestro Elastomers no Brasil desde 2015, promovendo sistemas, máquinas e serviços pós-vendas.

“Equipamos o Centro Técnico com todas as ferramentas necessárias para processar peças em poliuretano derramado, desde os equipamentos necessários para fundição manual, à última geração das máquinas Baulé® Alpha” esclarece Nilson Sako, Diretor Presidente da RAW Material.

“Os três técnicos que trabalham no Centro Técnico foram treinados por nossos especialistas na sede da Covestro Elastomers na França, completa Jean-Paul Rodrigues, Gerente Regional de Vendas da Covestro. Os treinamentos os capacitaram para lidar com todos os desafios enfrentados pelos clientes em sua produção e os habilitam a fornecer aos operadores a assistência necessária para aumentar suas competências de moldagem.”

Através dessa iniciativa, a Covestro Elastomers e a RAW Material fornecem a seus clientes uma solução local para melhorar sua produção com os treinamentos e serviços oferecidos: testes em escala industrial, otimização de processos e prototipagem.

Ao longo da feira FEIPUR, os visitantes poderão visitar o Centro Técnico. Um transporte será oferecido durante todo o dia para os clientes, levando-os desde a feira até as instalações da RAW Material (a 45 minutos do Expo Center Norte), onde está localizado o Centro Técnico.

Com vendas de € 14,1 bilhões em 2017, a Covestro é uma das maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades comerciais se concentram na manufatura de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos empregados em inúmeras áreas do cotidiano. Os principais segmentos atendidos são o setor automotivo, a construção civil, indústrias de processamento de madeira e móveis, e eletroeletrônicos. Outros setores atendidos são o esporte, lazer, o setor de cosméticos e saúde, além da própria indústria química. A Covestro conta com 30 unidades de produção no mundo e emprega aproximadamente 16.200 pessoas (calculadas como equivalentes de período integral) ao fim de 2017.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Margens operacionais da Romi evoluem e Ebitda atinge 13,0% no 3o. Trimestre de 2017

25/10/2017

Resultado representa crescimento de 12,6 pontos percentuais em relação ao 3o. Trimestre de 2016

A Indústrias Romi S.A., empresa líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou no terceiro trimestre de 2017 receita operacional líquida de R$168,0 milhões, montante 9,6% superior ao alcançado no 3o. Trimestre de 2016. Esse incremento foi devido ao aumento do faturamento das unidades Máquinas Romi e Máquinas Burkhardt+Weber.

A margem bruta obtida no 3o. Trimestre de 2017 foi de 28,9%, resultado 8,9 p.p superior ao 3o. Trimestre de 2016. A geração operacional de caixa medida pelo Ebitda foi de R$ 21,9 milhões, representando uma margem Ebitda 13,0% no 3o. Trimestre de 2017, que representou um crescimento de 12,6 pontos percentuais em relação ao 3o. Trimestre de 2016.

A receita operacional líquida da Unidade Máquinas Romi atingiu R$ 72,1 milhões no 3o. Trimestre de 2017, montante 12,7% superior ao 3o. Trimestre de 2016, reflexo das receitas do mercado externo, assim como o mix de produtos, com uma composição de máquinas com maior valor agregado. A Margem Ebitda dessa unidade de negócio no 3o. Trimestre de 2017 alcançou 10,2%, índice 17,2 p.p. maior do que o alcançado no 3o. Trimestre de 2016, resultado dos ajustes operacionais ocorridos no final de 2016, das reduções de custos e despesas e do mix de produtos.

O faturamento da subsidiária alemã B+W apresentou no 3o. Trimestre de 2017, quando comparado com o 3o. Trimestre de 2016, aumento de 57,1%, demonstrando que o faturamento tem refletido a sólida entrada e carteira de pedidos para o exercício de 2017. A margem Ebitda da B+W no 3o. Trimestre de 2017 apresentou crescimento de 12,1 p.p. em relação ao 3o. Trimestre de 2016, alcançando 6,7%.

No 3o. Trimestre de 2017, a margem Ebitda da Unidade Fundidos e Usinados alcançou 21,6%, crescimento de 11,3 pontos percentuais quando comparada com o 3o. Trimestre de 2016. Por outro lado, a receita operacional líquida foi de R$ 54,2 milhões no 3o. Trimestre de 2017, o que representa redução de 13,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, decorrente, em sua maioria, da redução no volume de pedidos de peças fundidas e usinadas de grande porte.

“A atividade econômica continua apresentando grandes desafios e incertezas. Diante desse cenário, os esforços realizados pela Companhia continuam focados em otimizações, principalmente das estruturas indiretas, que podem ser percebidos nos primeiros nove meses de 2017, onde as margens operacionais continuam evoluindo e a dívida líquida sendo reduzida. A melhora nos dados macroeconômicos ainda não se materializou de maneira plena no volume de entrada de pedidos da Unidade de Máquinas Romi, embora seja possível notar uma evolução mais significativa na Unidade de Fundidos e Usinados, principalmente nos segmentos automotivo-comercial e agrícola” menciona Luiz Cassiano Rosolen, Diretor-Presidente da Romi.

Fonte: Romi

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Fabricantes italianos de máquinas para processamento de plásticos e borracha registram forte crescimento nas exportações no primeiro semestre de 2017

11/10/2017

Importações subindo 9,1% e exportações crescendo 14,6%: estes são os resultados do primeiro semestre de 2017, em relação ao mesmo período de 2016, obtidos pelo Centro de Estudos Estatísticos da Amaplast com base na análise dos dados de comércio exterior do ISTAT (Instituto Nacional de Estatísticas da Itália).

As duas tendências apontam para uma melhoria adicional na balança comercial positiva do setor (em mais de 1,1 bilhões de euros), com um aumento de dezessete pontos percentuais em relação ao período de janeiro a junho de 2016.

Enquanto as importações diminuíram ligeiramente em relação ao final do ano de 2016 e aos primeiros meses de 2017, as vendas no exterior confirmam um robusto crescimento de dois dígitos, o qual caracterizou todo o primeiro semestre de 2017.

Em relação às exportações – a principal saída para a produção nacional do setor – os fabricantes italianos podem considerar-se satisfeitos tanto no que se refere à gama de produtos vendidos como também em termos de geografia das vendas.

Desempenho por tipo de máquina

Com exceção do desempenho negativo em plantas para maquinaria de mono e multi-filamentos, máquinas de moldagem por sopro e máquinas para materiais espumados, todos os tipos de máquinas registraram uma melhoria acentuada na demanda externa, com particular destaque para linhas de extrusão (+ 17% em relação ao ano anterior) , impressoras flexográficas (+ 23%), máquinas de termoformagem (+ 37%) e moldes (+ 18%).

Desempenho por geografia – Europa

A Europa continua a ser o principal mercado de destino das máquinas italianas. As vendas dentro da União Européia aumentaram mais de vinte pontos percentuais em relação aos primeiros seis meses de 2016 e um aumento semelhante foi registrado em todo o resto da Europa, em geral. Vale ressaltar o desempenho positivo na Rússia, onde o valor das vendas mais do que duplicou, saindo de aproximadamente 21 milhões para quase 50 milhões de euros.

Desempenho por geografia – Américas

As Américas absorveram um quinto das exportações italianas no setor, com um aumento da ordem de dez pontos percentuais, atribuível principalmente ao crescimento nos mercados latino-americanos, com o Brasil liderando (+ 73%). Os países do NAFTA, por outro lado, registraram um crescimento mais modesto devido a uma desaceleração das vendas para o México.

Desempenho por geografia – Ásia

As vendas para países asiáticos permaneceram bastante estagnadas, condicionadas por uma queda das exportações para o Oriente Médio em geral e, especificamente, para a Arábia Saudita e o Irã. As vendas para o Extremo Oriente não foram muito melhores, arrastadas pela queda de 12% registrada para a China, que certamente não foi compensada pelo aumento de 1% para a Índia (apenas olhando para os dois principais mercados da área).

Desempenho por geografia – África

Embora as vendas agregadas para África sejam de valor modesto, tanto os países mediterrâneos como os países subsaarianos registraram um aumento que se aproxima de vinte pontos percentuais.

“Deve-se notar”, ressalta o satisfeito presidente da Amaplast, Alessandro Grassi, “que a recuperação de suprimentos para mercados históricos importantes, como a Rússia e o Brasil, que estavam derrapando no passado recente devido aos seus respectivos problemas econômicos e políticos, dá um impulso bastante significativo na confiança para as empresas do nosso setor “.

“As estatísticas do fim de junho que destacam o crescimento contínuo das exportações para o setor”, continua Grassi, “são um sinal importante para os fabricantes italianos de máquinas, moldes e equipamentos de processamento de plásticos e borrachas, que têm uma percepção mais tangível da recuperação em seu mercado e podem aguardar um novo recorde de produção e exportação no final do ano. As empresas também observam uma recuperação paralela no mercado interno, sustentada em parte pelas medidas de estímulo implementadas pelo governo italiano para apoiar o investimento dos fabricantes dentro da abordagem da “Indústria 4.0”. Os fabricantes italianos de máquinas de processamento de plásticos e borracha estão prontos para contribuir com o processo, fornecendo sistemas de ponta e competitivos “.

Confirmando as estatísticas de comércio exterior acima descritas, a pesquisa de meio de ano realizada no final de julho entre as empresas associadas à Amaplast, comparando o primeiro semestre de 2017 com o mesmo período de 2016, revelou uma tendência positiva tanto no volume de negócios (aumento para 45% dos entrevistados e estável para 51%) como nos pedidos correntes (melhorando para 51% dos entrevistados e permanecendo estável para 35%).

Eventos no setor

Os próximos meses trazem um intenso calendário de importantes feiras especializadas em todo o mundo, onde a Amaplast desempenhará um papel ativo na promoção do “Made-in-Italy”:

  • Plastimagen (Cidade do México, 7 a 10 de novembro), com cerca de 40 expositores no pavilhão italiano
  • Plásticos e borracha Indonésia (Jacarta, 15 a 18 de novembro)
  • Plast Eurasia (Istambul, 6-9 de dezembro).

Além disso, a Amaplast também participou da Iranplast, em Teerã, de 24 a 27 de Setembro, onde a associação, juntamente com a ICE-Agenzia, coordenou uma exposição coletiva de aproximadamente 30 empresas italianas. A Amaplast também esteve presente na Equiplast, realizada de 2 a 6 de Outubro, em Barcelona.

Naturalmente, a presença italiana nestas feiras também oferece a oportunidade de intensificar a promoção da feira PLAST 2018 (Milão, 29 de maio a 1 de junho de 2018) entre os potenciais visitantes. Enquanto isso, o escritório organizacional da feira completou o procedimento de atribuição de stands, o qual está sendo revisado pelos mais de mil expositores atualmente registrados, que reservaram cerca de 90% do espaço disponível.

A PLAST 2018 é membro da “The Innovation Alliance”, que reúne cinco feiras internacionais (Ipack-Ima, Meat-Tech, Plast, Print4All e Intralogistica Italia), todas acessíveis com um único ingresso. As feiras contêm a excelência tecnológica de várias indústrias complementares dentro de uma lógica de cadeia de suprimentos integrada: desde o processamento de plásticos e borrachas até a moldagem industrial; desde a fabricação até a embalagem; desde gráficos personalizados para embalagens e etiquetas até o manuseio e armazenamento de mercadorias.

A PLAST 2018 também incluirá três feiras satélite: Rubber 2018 (para o segmento de borracha), 3D Plast (impressão 3D e tecnologias associadas) e Plast-Mat ​​(plásticos inovadores).

Com base em números da última edição (1.584 expositores de 57 países e 50.087 visitantes de 115 países), a PLAST será o evento mais importante do setor na Europa, em 2018. Juntamente com os outros eventos que compõem “The Innovation Alliance”, ocupará todo o recinto de feiras de Rho-Pero.

O novo nome

Amaplast é a associação industrial nacional italiana, membro da Confindustria, que representa mais de 160 fabricantes de máquinas, equipamentos e moldes para processamento de plásticos e borracha. Em 7 de junho de 2017, a Assocomaplast foi renomeada como Amaplast. O escritório da associação criou uma breve apresentação animada no Youtube (https://www.youtube.com/watch?time_continue=8&v=kDJzqPHsi3U) para sublinhar a importância do novo nome.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Amaplast

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Margens operacionais da Romi seguem evoluindo e Ebitda atinge 12,1% no 2o. Trimestre de 2017

14/08/2017

A Indústrias Romi S.A., empresa líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou no segundo trimestre de 2017 receita operacional líquida de R$163,8 milhões, montante 9,1% superior ao alcançado no 2o. Trimestre de 2016. Esse incremento foi devido principalmente ao faturamento da unidade de Fundidos e Usinados, que tem aumentado o seu volume de receita desde o início de 2016.

A margem bruta obtida no 2o. Trimestre de 2017 foi de 28,9%, resultado 5,5 p.p superior ao segundo trimestre de 2016. A geração operacional de caixa medida pelo Ebitda foi de R$ 19,9 milhões, representando uma margem Ebitda 12,1% no 2o. Trimestre de 2017.

A receita operacional líquida da Unidade Máquinas Romi atingiu R$ 65,1 milhões no 2o. Trimestre de 2017, montante praticamente estável em relação ao 2o. Trimestre de 2016, demonstrando que o cenário doméstico ainda apresenta baixo nível de investimentos. As receitas do mercado externo continuam demonstrando solidez, e apresentaram crescimento de cerca de 4,0% em dólares no 1o. Semestre de 2017, quando comparado com o mesmo período de 2016.

O faturamento da subsidiária alemã B+W apresentou no 2o. Trimestre de 2017, quando comparado com o 2o. Trimestre de 2016, aumento de 2,5% em Reais. Nesse mesmo período de comparação, porém, em Euro, esse incremento foi de 9,5%, demonstrando que o faturamento tem refletido a sólida carteira de pedidos para o exercício de 2017.

No 2o. Trimestre de 2017, a receita operacional líquida da unidade Fundidos e Usinados foi de R$ 64,3 milhões, o que representa aumento de 23,0% em relação ao 2o. Trimestre de 2016. Número é decorrente, principalmente, do aumento de pedidos de peças fundidas e usinadas para os segmentos automotivo comercial e agrícola. A margem bruta dessa Unidade de Negócio no 2o. Trimestre de 2017 foi de 27,5%, apresentando aumento de 10,8 pontos percentuais em relação ao 2o. Trimestre de 2016 devido ao maior volume de receita e de produção e aos ajustes operacionais voltados para a evolução da eficiência.

“Mesmo em um cenário de fraca atividade econômica, os esforços realizados pela Companhia nas diversas otimizações, principalmente das estruturas indiretas, puderam ser percebidos no resultado positivo do primeiro semestre de 2017, onde as margens operacionais continuam evoluindo e a dívida líquida sendo reduzida. De maneira geral, o mercado doméstico tem mostrado uma melhora muito tímida, sinalizando um segundo semestre ainda bastante desafiador, especialmente para a unidade de Máquinas Romi. Ações voltadas para geração de caixa e em medidas para permitir uma resposta rápida às volatilidades da demanda de mercado continuarão sendo o foco da Romi” menciona Luiz Cassiano Rosolen, diretor-presidente da Romi.

Fonte: Romi

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Vendas da indústria italiana de máquinas de processamento de plásticos cresce na faixa de dois dígitos no primeiro trimestre de 2017

29/06/2017

Exportações italianas de máquinas e equipamentos para processamento de plásticos e borrachas e moldes (por áreas principais – em milhões de euros)

O Centro de Estudos da Amaplast (Associação industrial italiana que congrega 160 fabricantes de máquinas de processamento de plásticos e borracha e moldes, anteriormente conhecida como Assocomaplast) analisou dados de comércio exterior publicados pelo ISTAT em relação ao primeiro trimestre do ano atual.

Em comparação com o mesmo período de 2016, as importações aumentaram 15,3% e as exportações 16,3%.

A clara tendência ascendente das exportações prossegue o que foi registrado em 2016 e o desempenho na casa de dois dígitos é um sinal particularmente bom para os fabricantes italianos, que vendem 70% ou mais de seus produtos para compradores em outros países. As vendas em 2016 totalizaram 4,2 bilhões de euros, retornando aos níveis pré-recessão –

As exportações aumentaram significativamente para quase todas as categorias de máquinas – com exceção de prensas de pneus e plantas de espuma – variando desde acima de 8% para prensas até mais de 70% para máquinas de termoformagem.

Analisando os dados em termos geográficos, as exportações globais mostram um crescimento robusto (cerca de 20%) para a Europa (que é o mercado primário), com um valor que aumentos de 380 a 455 milhões de euros. Alemanha, Espanha e Romênia registraram os aumentos mais expressivos (notando-se também que a Rússia está finalmente mostrando sinais positivos de recuperação).

As vendas para a América Central e do Sul aumentaram 53% para 47 milhões de euros, com um crescimento significativo das exportações para o Brasil e uma notável abertura do mercado cubano.

As exportações para a África aumentaram 21%, atingindo um valor de 33 milhões de euros, com a Argélia, a Nigéria e África do Sul liderando as aquisições.

A tendência ascendente nas vendas para a Ásia e a América do Norte, da ordem de + 4%, foi um tanto menos pronunciada. No entanto, essas zonas absorvem uma parcela considerável das exportações italianas no setor: em janeiro-março de 2017, os mercados da Ásia e Oriente Médio (incluindo a região da Oceania) e os países do NAFTA representaram 14% do total.

A pesquisa realizada entre os membros da Amaplast no final de maio, comparando o semestre atual com o mesmo período em 2016, destaca uma tendência positiva tanto nas receitas – com crescimento 39% reportando crescimento e 46% reportando estabilidade – como nos pedidos de compra – com 42 % relatando crescimento e 52% relatando estabilidade.

“Não esperamos que as exportações mantenham um crescimento de dois dígitos até o final do ano”, afirma o presidente da Amaplast, Alessandro Grassi “, mas, de qualquer forma, esse é certamente um sinal muito importante que confirma o crescimento contínuo no setor, apoiado também pela tendência positiva no mercado interno registrada nos meses anteriores “.

Fonte: Amaplast

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