Archive for the ‘Inovação’ Category

PICPlast comemora cases de inovação

04/11/2018

Em cinco anos de atuação, o Plano investiu mais de R$ 17 milhões na realização de cerca de 30 iniciativas, com mais de mil participantes de dezenas de empresas.

Com o intuito de promover a competitividade e a produtividade na indústria de transformação de plástico, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast – segue comemorando os resultados de suas propostas voltadas à inovação. Em cinco anos de atuação, o Plano investiu mais de R$ 17 milhões na realização de mais de 30 iniciativas. O PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), e da Braskem.

Entre as ações que mais fazem sucesso estão os Programas de Inovação. Foi após participar de uma das turmas que o empresário Leandro Cavallaro, da Styroplast, passou a diversificar sua oferta de produtos. “Participar do treinamento nos possibilitou acrescentar dois novos produtos ao nosso portfólio: a manta de subcobertura de telhado para o varejo e o filme stretch para paletização de cargas”, revela o administrador. “As pessoas pensam que inovar é apenas criar, quando, na verdade, inovar também pode ser introduzir produtos já existentes no mercado no seu leque de ofertas ou acrescentar processos novos na sua linha de produção”.

Segundo o empresário, o PICPLast foi fundamental para a capacitação e o desenvolvimento em áreas como pesquisa e análise de mercado, planejamento de negócios e gestão de pessoas. “Além disso, ganhamos em networking e em qualificação dos nossos profissionais. Com a participação nos treinamentos, nós, da indústria de transformação, só temos a ganhar”.

Outra beneficiada com o programa de inovação foi a Promaflex, empresa do segmento de filmes plásticos. Segundo Andrea Martins, que coordena o grupo interno de inovação da transformadora, após a participação no programa a Promaflex criou seu primeiro produto com foco no consumidor final: uma manta de proteção antimofo. Segundo Andrea, o treinamento ajudou a colocar no papel e organizar os pensamentos de forma mais prática. “Aprendemos a organizar a equipe formada por pessoas de todas as áreas da empresa, alinhando a estratégia e, principalmente, aprendemos a dar o peso certo para cada etapa. Com isso, em um ano saímos da ideia no papel para o lançamento do produto”.

Outro aprendizado que veio do curso, segundo a executiva, foi o de dar credibilidade para o lançamento. “Para estarmos referenciados, procuramos o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria, para que ele analisasse o produto. Ele constatou que o uso da manta impossibilita o crescimento do mofo em 99,9% dos casos, o que nos deu bastante segurança para seguir em frente”, explica Andrea.

Para realizar os programas, o PICPlast faz parcerias com instituições renomadas, entre elas Fundação Dom Cabral, Sebrae e Avantec. Após realização de duas turmas em São Paulo, o PICPlast levou o Programa de Inovação para a região de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, envolvendo cerca de 60 profissionais da área de transformação.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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Sindiplast-ES premia empresas e estimula inovação no setor de Plásticos do Estado

01/11/2018

Inovações reduziram custos, desenvolveram as equipes, aumentaram a produtividade e o potencial de faturamento das empresas

As empresas Plasvit e a Sacaria Serrana foram as vencedoras da segunda edição do Prêmio InovaPlast, promovido pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Espírito Santo (Sindiplast-ES). Os ganhadores foram conhecidos na noite de terça-feira, 23 de outubro, durante a solenidade de abertura da 11ª Semana do Plástico, na Findes.

A premiação é destinada a micro, pequenas, médias e grandes empresas associadas que implementaram práticas inovadoras nas categorias Produtos, Processos e Modelo de Negócio. A escolha dos vencedores foi feita por uma comissão julgadora com membros de entidades como Findes, Sesi-ES, Senai-ES, Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti) e da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), e que avaliou critérios como relevância; benefícios econômicos, ambientais e de segurança do trabalho; método; grau de desafio e/ou dificuldade e impacto inovador.

A Plasvit venceu na categoria Produto, com o projeto “Tampa Pet 1881”, que diminuiu em 20% o custo com matérias-primas para a produção de tampas sem reduzir a qualidade do produto. A empresa ainda inovou no processo de impressão das logomarcas dos clientes nas tampas, que passou a ser feito diretamente no molde do produto em baixo relevo, aumentando a segurança contra reproduções ilegais.

Outro resultado foi a diminuição do tempo do ciclo de injeção em 2,5%, possibilitando o aumento da produção e do potencial de faturamento da empresa. “Este projeto nos mostrou que é possível se diferenciar no mercado, por isso iniciamos a aplicação de novas idéias em outros produtos”, afirmou o diretor comercial da Plasvit, Ramon Scardua.

Já a Sacaria Serrana foi duplamente premiada nas categorias Processo, com o projeto “Mais com Menos”, e Modelo de Negócio, com o programa “Mico gestão aqui não”. A diretora geral da empresa, Juliana Prado, explicou que a empresa contou com várias consultorias no último ano e implementou diferentes mudanças visando melhorias na produtividade e na própria cultura da organização.

“Tivemos um ano de muito empenho, com mudanças na linha de produção, otimização do quadro funcional, mentorias para reposicionar a empresa no mercado, mudança na política de vendas, entre outras. Aumentamos em 200% a nossa produtividade, trabalhamos o treinamento comportamental dos profissionais e remodelamos nossas equipes”, destacou.

De acordo com o presidente do Sindiplast-ES, Gilmar Regio, a segunda edição do Prêmio InovaPlast teve um aumento nas inscrições que chegou a 42% em relação ao ano de 2017. “Este prêmio é um incentivo à melhoria contínua, para que as organizações busquem introduzir novos produtos no mercado, otimizem processos de produção e logística e aprimorem métodos de gestão organizacional, de maneira a crescerem e desenvolverem o setor como um todo aqui no Estado”, pontua.

A 11ª Semana do Plástico é o principal evento da indústria capixaba de Transformados Plásticos e terminou no sábado, 27 de outubro, reunindo autoridades, empresários, profissionais da indústria e estudantes, em uma programação com workshops, rodada de negócios, minicursos e palestras.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Sindiplast-ES

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Participantes do Braskem Labs Scale apresentam suas empresas a investidores

20/09/2018

Evento Demo Day encerrou a quarta edição do programa, que contou com categoria especial para negócios que promovam a redução da perda de alimentos

Empreendedores que participaram do Braskem Labs Scale neste ano apresentaram as propostas e soluções inovadoras de seus negócios, ontem (13), para uma banca de avaliadores composta por executivos da petroquímica, empresários e investidores. O Demo Day marcou o encerramento da 4ª edição do programa de aceleração de empresas da Braskem, após 4 meses de capacitação promovida por mentores da companhia e da aceleradora ACE.

O Demo Day é a última etapa do Braskem Labs Scale, na qual os empreendedores participantes são desafiados a apresentar seus negócios para potenciais clientes e investidores.

“A aproximação com o ecossistema de startups é muito enriquecedora para a Braskem e claramente para os empreendedores também. É uma relação de troca, em que eles estimulam a inovação dentro da companhia, enquanto nós identificamos gaps e seus pontos fortes para orientá-los de maneira que construam sua própria evolução. Acreditamos que, a partir de agora, os participantes estão mais qualificados para conversas com investidores e para a geração de novas oportunidades de negócios “, afirma Luís Gustavo Ortega, líder do Braskem Labs.

O Braskem Labs Scale é focado em capacitar empreendedores mais maduros e com soluções já disponíveis no mercado. Em 2018, o programa contou com uma categoria especial para acelerar empresas que apresentassem soluções inovadoras para a redução da perda de alimentos, desde a produção até o pós-consumo. Com isso, participaram empreendedores que atuam em áreas como agropecuária, embalagens, reciclagem, transporte, varejo e consumo.

De acordo com Ortega, o programa já capacitou 51 empreendedores de todo o Brasil e gerou centenas de conexões de negócios relevantes, desde sua implantação em 2015. Como resultado, muitas das empresas participantes já receberam investimento ou estão em conversas avançadas com investidores.

“Estamos juntos com a Braskem apoiando o projeto de aceleração de empreendedores da empresa há 4 anos, e este sempre é um trabalho desafiador para a nossa equipe. No Braskem Labs Scale, especificamente, fazemos mentorias direcionadas a startups em estágio mais avançado do que as que estamos acostumados a observar na ACE, com demandas ligadas a questões de relacionamento com cliente, mercado e produtos. Espero que a passagem pelo programa torne elas ainda mais maduras”, conta Arthur Garutti, COO da ACE.

Daniela Lerario, CEO da TriCiclos, umas das empresas participantes, confirma a expectativa de Garutti, ” Com certeza estamos melhor preparadas para encarar os desafios do mercado”, afirma ela, complementando que as atividades propostas fizeram sua equipe olhar para o próprio negócio buscando identificar potenciais capazes de aprimorar sua atuação.

Conheça abaixo as empresas participantes da 4ª edição do Braskem Labs Scale:

Arla Fácil:
Desenvolve máquinas completas de produção de Arla 32 em escala reduzida, diminuindo custos por meio da comercialização de equipamentos e serviços em um modelo de negócio de machine as a service.

Ávitus:
Soluções aerodinâmicas que reduzem o consumo de combustível, as emissões de gases e o desgaste de pneus para ônibus e caminhões.

Biosoftness:
Solução em spray que, quando aplicada à roupa, propaga nanocapsulas que evitam a proliferação de bactérias, proporcionando a redução dos ciclos de lavagem e aumentando a durabilidade dos tecidos.

Intelligent Foods:
Desenvolveu um processo de conservação que aumenta o prazo de validade dos alimentos, sem uso de conservantes ou aditivos químicos, mantendo as características originais dos alimentos e dispensando o uso de refrigeração.

Morada da Floresta:
Produz e comercializa a Humi, uma composteira feita a partir de materiais reciclados, para a compostagem dos resíduos orgânicos.

Nanometallis:
Tecnologia de nanopartículas funcionalizadas com ação bactericida e fungicida, que aumentam o tempo de prateleira dos alimentos industrializados, processadod e in natura, diminuindo o desperdício de alimentos e contribuindo para a segurança alimentar.

Polynano:
Desenvolve polímeros que estabilizam e impermeabilizam o solo, trazendo alternativas que substituam o processo tradicional de asfaltamento. Não agride o meio ambiente e é biodegradável.

Silo Verde:
Traz soluções sustentáveis para armazenagem rural: um silo feito com garrafas PET recicladas acompanhado do Silo Assist, um sistema de gerenciamento e monitoramento em tempo real.

TriCiclos:
Atua no ecossistema completo das cadeias de produção, consumo e descarte, oferecendo soluções personalizadas de ponta a ponta com uma visão de negócios para todos os elos.

Fonte: Braskem

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Mexichem lança no Brasil primeiro Centro de Inovação na América Latina

20/09/2018

A Mexichem Brasil, subsidiária brasileira da Mexichem, empresa líder na fabricação e no fornecimento de tubulações plásticas, sedia o primeiro Centro de Inovação Mexichem (CIM) da companhia na América Latina. A escolha está em linha com o posicionamento da empresa, especialmente por meio da marca Amanco, de inovar para facilitar o dia a dia das pessoas. Em paralelo, um projeto experimental de implantação de automação industrial em algumas linhas de produção de tubos e conexões também está em amplo desenvolvimento para, após o período de testes, ser adotado de forma gradual nas sete fábricas no Brasil e América Latina.

Localizado na unidade de Sumaré (SP), o CIM dispõe de uma área total de 250m² projetada especialmente para que os visitantes pensem em soluções inovadoras. Ao todo, quatro ambientes interagem entre si:

  • “Espaço Maker”, no qual clientes, profissionais de hidráulica, estudantes e colaboradores podem testar e fazer instalações utilizando todos os produtos que integram os portfólios das cinco marcas comerciais da Mexichem – Amanco, Bidim, Dura-Line, Netafim e Plastubos;
  • “Inovalab”, voltado ao estímulo de soluções inovadoras a partir do modelo Design Thinking para a criação de projetos de alta qualidade;
  • “Showroom”, espaço sensorial no qual o visitante usa o tato, a visão e a audição para conhecer os produtos e também para entender como funciona, por exemplo, o sistema de captação da água da chuva e a solução que reduz ruídos nas instalações hidráulicas; e
  • “Auditório”, com estrutura moderna que oferece diversas possibilidades de configurações tanto para reuniões quanto para treinamentos. Possui capacidade de 45 pessoas.

O local tem demonstrações de todos os produtos das marcas comerciais da Mexichem Brasil, com destaque para seus diferenciais perante os concorrentes. Para o futuro, ações que utilizem realidade virtual, impressões 3D, entre outras, também estarão à disposição dos visitantes.

“Entramos em uma nova era de inovação onde a operação brasileira será referência não somente para o desenvolvimento de novos produtos, mas também no que se refere à otimização dos custos operacionais. Nosso objetivo é alcançar um crescimento das operações no País, inclusive com a valorização de pessoas”, explica Adriano Andrade, diretor Comercial da Mexichem Brasil.

Projeto piloto

Antes mesmo dos trabalhos voltados à criação do CIM, a Mexichem Brasil integrou as áreas de Operações e de Tecnologia da Informação da unidade fabril de Sumaré (SP) em um ambicioso projeto de automação industrial. Após dois anos de muitos testes e trabalhos em equipe foi desenvolvida uma ferramenta exclusiva voltada às linhas de extrusão mais técnicas. A partir de conceitos que abrangem equipamentos, pessoas e tecnologias digitais e na nuvem é possível saber, em tempo real e de forma proativa, o desempenho completo das máquinas e, inclusive, fazer a manutenção preventiva sem que a operação seja suspensa. “Criamos um modelo de operação assistida praticamente do zero, com uma equipe 100% interna, dedicada e engajada, para que a interação ocorra em tempo real e dentro dos nossos processos internos de qualidade e produtividade”, afirma Fernando Brantis, diretor de Operações da Mexichem Brasil.

Todas as etapas de manufatura que envolvem as participações dos operadores de linhas estratégicas de produção foram avaliadas a partir das novas diretrizes que integram o conceito de automação industrial. Inclusive, muitas das características de Internet das Coisas (iOT) foram utilizadas como base neste projeto piloto. Agora, por exemplo, é possível saber o peso unitário de cada tubo assim que acabou de ser produzido para identificar o sobrepeso. Antes era necessário esperar a produção de 80 unidades para identificar algo e tomar as decisões necessárias. O processo é 100% online. “Conseguimos alcançar um ganho de produtividade de 25% nas maiores e mais complexas linhas, que correspondem a 60% do processo total de produção em termos de volume de extrusão. Isso representa um resultado relevante, especialmente dentro do nosso segmento de atuação industrial”, explica Brantis.

O executivo também destaca a importância da capacitação de mão de obra interna, das próprias equipes, para alcançar os objetivos. “É fundamental estar disposto a aprender novas funções que agreguem nas habilidades pessoais de cada um.” Assim que todas as etapas de implementação forem concluídas nas linhas de produção em Sumaré (SP), o projeto será replicado de forma gradual nas demais unidades fabris da Mexichem no País.

Fonte: Mexichem

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Pesquisas sobre grafeno realizadas na Universidade Mackenzie despertam interesse da indústria de plásticos da Serra Gaúcha

14/04/2018

Material plástico aditivado com grafeno

Sindicato identifica oportunidades de negócio para o setor em visita a centros de pesquisa e desenvolvimento em São Paulo

A reciclagem dos pacotes de salgadinhos consumidos aos milhões todos os dias pode dar origem a uma matéria-prima relevante para impressão 3D, conseguida através da aditivação do polipropileno biorientado (BOPP) das embalagens descartadas de batatas fritas, nachos e outras guloseimas com partículas de grafeno.

E representa uma das oportunidades identificadas para o mercado do plástico durante visita a centros tecnológicos, em São Paulo, pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás). Já é a segunda vez em menos de seis meses que o sindicato passa pelo Centro de Pesquisas Avançadas em Grafeno, Nanomateriais e Nanotecnologias da Universidade Presbiteriana Mackenzie – o MackGraph, onde a novidade foi apresentada quinta-feira (12/04). Assim como na ocasião anterior, em novembro passado, o objetivo do Simplas é detectar e compreender os possíveis impactos do grafeno para a indústria do plástico.

As possibilidades de aplicações só crescem no setor. Existe a possibilidade de que, em breve, a carroceria de um automóvel, que hoje é fabricada em aço, possa ter estrutura de plástico aditivado com grafeno. O material é muito mais resistente do que o aço, porém, flexível.

“É uma inovação que contempla três conceitos fundamentais para o futuro de qualquer negócio: sustentabilidade, tecnologia de ponta e altíssimo valor agregado. Percebemos que as pesquisas na Mackenzie estão bastante avançadas. O passo seguinte é dar viabilidade industrial e comercial para que estes novos materiais sejam naturalmente absorvidos pelo mercado”, constata o presidente do Simplás, Jaime Lorandi.

O grafeno possui condutividade térmica bastante superior à do cobre e tem uma densidade muito baixa.

Lorandi e o diretor executivo do Simplás, Zeca Martins, integram a missão organizada pelo Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul (Simecs) e pela Uniftec, que também visitará o Instituto Mauá, o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e o Centro Tecnológico de São José dos Campos. As organizações são referência nacional em pesquisa e desenvolvimento para a indústria 4.0.

“O Simplás está sempre em busca de novas oportunidades de negócios e conhecimento para seus representados. Muitas delas, já são realidade e estão disponíveis hoje. O que procuramos é identificar e acessar estas novidades, a fim de trazer maiores condições de competitividade às empresas do setor”, conclui Lorandi.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Simplas

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Programa de Inovação do PICPlast inspira criação de novos produtos

14/04/2018

Promaflex, uma das empresas que participou da primeira turma do Programa de Inovação do PICPlast, lança produto inovador no mercado

O Programa de Inovação do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast, já apresenta resultados práticos. A Promaflex, uma das empresas líderes no segmento de filmes plásticos, acaba de anunciar um novo produto – uma manta de proteção antimofo, com foco em um novo público, o consumidor final. A manta de proteção antimofo da Promaflex foi lançada na última edição da Expo Revestir, que ocorreu entre os dias 12 e 14 de março, em São Paulo. O produto é uma manta adesiva com nanotecnologia antimofo bactericida para armários, gavetas ou qualquer superfície suscetível ao crescimento do mofo.

Segundo Andrea Martins, que coordena o grupo interno de inovação da Promaflex, o programa de inovação ajudou a colocar no papel e organizar os pensamentos de uma forma mais prática. “Aprendemos a organizar uma equipe formada por pessoas de todas as áreas da empresa, alinhando a estratégia e, principalmente, aprendemos a dar o peso certo para cada etapa e para cada passo. Com isso, em um ano saímos da idéia no papel para o lançamento do produto”.

A manta antimofo representa uma série de desafios para a Promaflex, pois é um produto totalmente novo no mercado e que tem um público com o qual a empresa não está acostumada a trabalhar. “Esse é o nosso primeiro produto voltado 100% para o consumidor final e só conseguimos pensar em uma solução para um público-alvo diferente do que estamos acostumados com as dicas e aprendizados que recebemos no programa de inovação”, complementa Andrea.

Outro aprendizado que veio do curso foi o de buscar construir credibilidade para o novo produto. “Para estarmos referenciados, procuramos o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria, para que ele analisasse o produto. Ele constatou que o uso da manta impossibilita o crescimento do mofo em 99,9% dos casos, o que nos deu bastante segurança para seguir em frente”, afirma a executiva.

Fonte:  PICPlast

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Evonik aposta em Inovação para alavancar crescimento

30/11/2017

  • Novos produtos e modelos de negócio dão novo impulso ao Grupo
  • Valor do canal de inovação aumentou em um terço nos últimos cinco anos
  • Tecnologia digital impulsiona a inovação

A Evonik pretende alavancar um potencial de crescimento adicional por meio da inovação. “Novos produtos, soluções e modelos de negócio farão uma contribuição significativa para o crescimento e a lucratividade da Evonik. Esses são integrantes essenciais da nossa agenda estratégica”, observou Harald Schwager, VP da Diretoria Executiva da Evonik Industries e responsável por inovações. O valor do canal de inovação da Evonik aumentou em um terço nos últimos cinco anos.

Schwager pretende implementar rapidamente esses planos de negócio a fim de gerar vendas adicionais a partir do valor do canal de projetos. “Temos que levar os nossos projetos de inovação para os clientes de um modo mais rápido e ainda mais focado. Vamos conseguir isso aumentando a nossa eficiência em pesquisa e desenvolvimento, trabalhando em colaboração estreita com os clientes”, acrescentou. No médio prazo, a meta da Evonik é aumentar para 16% a fatia de produtos e aplicações desenvolvidos nos últimos cinco anos nas vendas da empresa. Atualmente, essa participação é de 10%.

A Evonik pretende apoiar cada vez mais o sucesso dos clientes por meio de tecnologias digitais. Recentemente, a empresa anunciou que iria disponibilizar cerca de 100 milhões de euros para projetos de digitalização. “Nossa prioridade são novos modelos de negócio, além de soluções e serviços personalizados para os clientes. A mudança digital será um propulsor essencial da inovação ao longo da cadeia de fornecimento e às indústrias dos nossos clientes”, enfatizou Schwager.

Os gastos com pesquisa & desenvolvimento continuam altos em mais de 400 milhões de euros ao ano. Schwager, no entanto, acha que a pesquisa não é um fim em si. “Ela deve ocorrer de um modo focado em projetos que prometem mais negócio e crescimento – nos prazos curto, médio e longo”. Em resultado disso, cerca de 90% dos fundos são investidos nos esforços de pesquisa dos segmentos operacionais, e especificamente em negócios com potencial de crescimento particularmente alto. A participação do gasto com P&D nas receitas (razão P&D) nesses negócios já é de 4-6%. No Grupo como um todo, a razão de P&D excede 3%.

“Vemos a inovação como algo crucial para assegurar e expandir as nossas posições de mercado. Além disso, estamos trabalhando em áreas que irão gerar novos negócios para nós, impelidos por inovação. A Evonik prioriza em especial seis áreas de crescimento em inovação: Sustainable Nutrition, Healthcare Solutions, Advanced Food Ingredients, Membranas Cosmetic Solutions e Additive Manufacturing. Cada uma delas se apoia em uma estratégia clara com metas comerciais, objetivos de mercado e modelos de negócio, incluindo a aquisição de competências. “As inovações dessas áreas irão gerar um bilhão de euros adicional em vendas até o ano de 2025″, explica Küsthardt.

A Evonik é uma das principais empresas de especialidades químicas do mundo. A empresa atua em mais de 100 países no mundo inteiro. Em 2016, mais de 36.000 colaboradores geraram vendas da ordem de 12,7 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 2,165 bilhões de Euros. No Brasil, a história da Evonik Industries, começou em 1953. A empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores no País e seus produtos são utilizados como matéria-prima em importantes setores industriais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Inovação e fomento para a indústria do setor de plástico foram temas de seminário na Firjan

22/11/2017

Debate realizado hoje (22/11) abordou temas como tendências de consumo, sustentabilidade e linhas de crédito para o setor industrial

Inovação, design, sustentabilidade e tendências que podem impactar as relações entre o consumidor e a indústria do setor de plástico foram temas do debate promovido pelo Sistema Firjan, hoje à tarde. Voltado para empresários e profissionais que atuam no segmento, o seminário teve a participação de José Carlos Pinto, diretor executivo do Parque Tecnológico da UFRJ, que falou sobre a importância da inovação e do empreendedorismo para o país: “Como promover o encontro entre o conhecimento gerado na academia, nas universidades e as necessidades reais das pessoas”.

Além dele, a especialista da Firjan ,Carol Fernandes, apresentou a palestra “De olho no mercado – tendências que irão impactar as relações de consumo”. Já o empresário Vinicius Martini, da <OU>, falou sobre como as empresas apostam no design como ferramenta para inovar; e Miguel Bahiense, da Plastivida, abordou o tema da importância do plástico para a sociedade, na palestra “Plástico e Sustentabilidade”.

Representantes do BNDES, Caixa e da AgeRio apresentaram as linhas de crédito e fomento para as indústrias do setor de plástico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Firjan

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Braskem Labs apresenta projetos inovadores selecionados

04/07/2017

Participantes de diversos estados brasileiros apresentam soluções inovadoras e sustentáveis

Dez empresas foram selecionadas, entre 180 inscritas, para a terceira edição do Braskem Labs, programa de aceleração de empreendedores da Braskem. O processo de escolha dos participantes considerou aspectos como inovação, potencial de mercado, perfil do empreendedor e da equipe envolvida, modelo de negócio e impacto socioambiental.

As propostas são de quatro estados brasileiros e utilizam o plástico e a química no desenvolvimento de novas soluções socioambientais ou apresentam formas de combate ao mosquito Aedes aegypti. “Estamos muito animados com mais essa edição do programa, pois novamente encontramos projetos com grande potencial de transformar positivamente a vida das pessoas e a forma com que se pensa em negócio”, afirma Luiz Gustavo Ortega, líder de Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

Agora os empreendedores participam de um evento de diagnóstico para entender os desafios específicos de cada empresa. Após essa etapa, serão realizados uma série de eventos e mentorias durante um período de quatro meses, com o objetivo de apoiar essas empresas nos pontos que mais precisam, com apoio de mentores da Braskem e da ACE, uma Aceleradora de Startups.

Ao final do programa, os selecionados poderão apresentar suas empresas, durante o Demo Day, para um grupo de empresários, investidores, bancos de investimento e outros players do mercado.

As empresas e produtos selecionados foram:

  • Recicletool (Pernambuco): Equipamento de logística reversa que utiliza tecnologia de leitura ótica para a identificação dos resíduos que são depositados na máquina. Com o cadastro do usuário, as embalagens depositadas no Recicletool retornam ao mesmo em crédito financeiro, retirando resíduos do meio ambiente, contribuindo na educação da população e dando a eles um benefício pelo retorno da embalagem.
  • Fix It (Rio Grande do Norte): Imobilizadores em plástico termo moldável e biodegradável, projetados para membros específicos do corpo e em tamanhos pré-definidos, feitos em impressão 3D. A adequação à anatomia do paciente é feita com a imersão em água quente.
  • Vasos Raiz (Rio Grande do Sul): O vaso autorrigável Raiz possui um sistema que facilita o cuidado com plantas e permite ao o usuário ter seus temperos e chás frescos em sua residência. Com um sistema de irrigação interna, composto por cordões, que funcionam como uma espécie de raiz artificial, o reservatório de água é acoplado na parte debaixo do vaso, garantindo umidade para a terra por vários dias, sem a necessidade de regar, e não permitindo a proliferação do mosquito Aedes aegypti.
  • Biomassa do Brasil (São Paulo): Produtos sustentáveis na linha de argamassas e tintas especiais. A Argamassa Polimérica Pronta reduz o custo de alvenaria em 40% e o consumo de água em 95%.
  • Nanomix (São Paulo): Nanotecnologia que confere ao PVC propriedades físico-químicas, como barreira contra umidade. Pode substituir o PVDC, que é de alto custo, importado e não-reciclável e reduzir o custo das embalagens de remédios em 30%.
  • BR Goods (São Paulo): Cortinas Divisórias de Leito & Box de Chuveiro que utilizam nanotecnologia de retardante de chamas, antimicrobianas, manufaturadas com Plástico Verde, que podem ser fixas ou descartáveis. Este material permite que o processo de limpeza seja feito sem retirar as cortinas do local, conferindo privacidade aos pacientes, e economizando água na higienização além de possuir altos atributos sustentáveis.
  • Okena (São Paulo): Coleta, transporta, armazena, trata e destina efluentes contaminados com óleos, metais, tintas, solventes e outras substância, evitando que cheguem ao meio ambiente e poluam solos e água doce.
  • Altave (São Paulo):Desenvolve plataformas aeronáuticas para videomonitoramento e telecomunicações por meio de balões, levando conectividade a locais remotos e permitindo o monitoramento de grandes áreas.
  • Muzzicycles (São Paulo): Quadro de bicicleta injetado em uma peça única com mistura de plástico reciclado. O quadro tem garantia vitalícia, alta durabilidade, não enferruja e ainda ajuda a retirar resíduos do meio ambiente para ser produzido.
  • Denguetech (São Paulo): Inseticida biológico contra os vetores da Dengue, Zika e Chikungunya. Feito a partir da bactéria BTI (Bacillus thurigiensis var. israelensis), pode ser usado em áreas públicas e também em nossas casas e ambientes de trabalho. Logo que o tablete de DengueTech é colocado na água, ele se dissolve e são liberados microrganismos e proteínas que parasitam e matam as larvas dos mosquitos vetores em até 24 horas. Seu efeito continua por, pelo menos, 60 dias.

Fonte: Braskem

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Termotécnica lança Portal da Inovação

22/12/2016

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Plataforma é uma oportunidade para estudantes e pesquisadores que querem transformar soluções e projetos em oportunidades de negócios

Com o objetivo de estimular a geração de ideias inovadoras e a sua concretização em oportunidades de negócios, a Termotécnica lançou o Portal da Inovação. É uma plataforma online, onde pesquisadores, estudantes e profissionais das mais diversas áreas podem inscrever seus projetos e soluções e firmar uma parceria com a empresa para desenvolvê-los e implementá-los. O portal é aberto a toda a comunidade.

Podem ser inscritas pesquisas em áreas variadas, como nanotecnologia, tecnologia para rastreabilidade, embalagem ativa, embalagem inteligente, sustentabilidade, soluções híbridas, entre outros. “Precisamos trazer para a indústria pessoas que tenham suas ideias e projetos para, juntos, criarmos oportunidades de negócios”, destaca Nivaldo Fernandes de Oliveira, Diretor-superintendente da Termotécnica.

Maior indústria transformadora de EPS (isopor®) da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento, a Termotécnica produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas. A busca constante por inovação permeia toda a empresa, que se mantém atenta às novidades do mercado e prospecta oportunidades de geração de valor e desenvolvimento de produtos, além de marcar presença nos principais eventos de negócios no Brasil e no exterior para acompanhar as tendências mundiais de aplicações no segmento de EPS.

Para participar é só acessar o link www.termotecnica.com.br/inovacao e inscrever o projeto. Ou entrar em contato pelo email inovacao@termotecnica.com.br ou pelo fone (47) 3451-2725.

Fundada há 55 anos, a Termotécnica tem matriz em Joinville (SC) e unidades de negócios em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP), Indaiatuba (SP), São José dos Pinhais (PR) e Sapucaia do Sul (RS).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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