Archive for the ‘Indústria Eletro-eletrônica’ Category

Termotécnica celebra 60 anos de fundação

08/09/2021

Companhia é líder em soluções de embalagens em EPS

A Termotécnica completou 60 anos neste dia 29 de agosto. Desde a sua fundação, a Termotécnica tem sido pioneira e protagonista no mercado de soluções de embalagens em EPS (popularmente conhecido como isopor*) no país e vem se reinventando atendendo às novas demandas dos clientes e dos consumidores. “Nesta trajetória desbravamos novos caminhos, novas soluções, migramos para outros mercados. Desenvolvemos soluções antes inexistentes, trabalhando em conjunto com os clientes para oferecer as melhores alternativas de proteção e para quebrar as barreiras logísticas de transporte e distribuição de produtos, sempre buscando novas aplicações para esse material tão versátil”, afirma Albano Schmidt.

Albano Schmidt

Ao longo dessas seis décadas, a Termotécnica vem dando saltos de crescimento, com pontos de inflexão ao longo do caminho. O desenvolvimento de produtos com engenharia e ferramental próprios, foram os primeiros passos para alcançar a autonomia. Nos anos 1970, a empresa deu início ao atendimento de clientes do varejo, com caixas térmicas para alimentos e bebidas. Nesta época, a companhia cresceu muito também nas aplicações de barreiras de calor, explorando a característica de isolamento térmico, desenvolvendo tecnologia e engenharia de projetos construtivos para grandes frigoríficos e câmaras frias.

Na década de 1980, passou a produzir a própria matéria-prima, com a fundação da planta Termocell, junto à matriz em Joinville (SC). Com isso, a Termotécnica verticalizou sua produção, ganhando ainda mais autonomia nas operações. É em 1980 também a inauguração da filial em Manaus (AM) para atender de perto às necessidades de importantes clientes, principalmente da Linha Marrom (áudio e vídeo). Nos anos 1990, a Termotécnica introduziu o conceito shrink na Linha Branca (eletrodomésticos) no Brasil. Com esta solução a empresa promoveu uma grande mudança neste segmento, mudando de forma definitiva o modelo de embalagem para refrigeradores.

Ainda em 1990, a empresa assinou o primeiro convênio com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e criou a sua própria área interna de Pesquisa e Desenvolvimento. Ao todo, são 97 patentes (desenho industrial, modelo de utilidade e invenções) e 19 marcas registradas. Como reconhecimento dessa trajetória de inovação, recentemente a Termotécnica conquistou o Prêmio Inovação Catarinense “Professor Caspar Erich Stemmer”, na categoria Empresa Inovadora, concedido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc).

Nos anos 2000, a Termotécnica investiu em novas expansões com a inauguração das unidades fabris em São José dos Pinhais (PR) e Rio Claro (SP) para atender principalmente ao mercado de Linha Branca. E em 2012, inaugurou a unidade fabril em Petrolina (PE), voltada para soluções para o agronegócio, com a marca DaColheita. A crescente demanda dos produtos do Vale do São Francisco possibilitou a expansão para a região Nordeste.

Ao longo de sua história, a Termotécnica também vem sendo reconhecida pela sua atuação sustentável, e tem estado presente em quatro edições do Guia Exame de Sustentabilidade. Nos anos 2000, viabilizou, de forma pioneira, as operações de logística reversa e reciclagem do EPS no país, antecipando-se em alguns anos à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com o programa Reciclar EPS, a Termotécnica tem buscado uma mudança cultural no Brasil, promovendo a conscientização da população de que o EPS é um plástico reciclável que precisa ser descartado de forma correta para ter seu ciclo de vida prolongado.

A Termotécnica afirma que, ao longo de 13 anos, foram mais de 44 mil toneladas de EPS coletadas, recicladas e devolvidas ao mercado como material de alto valor agregado. Segundo a empresa, o Programa Reciclar EPS contabiliza ainda cerca de 1.000 pontos de coleta do material em várias regiões do país e geração de emprego e renda para cerca de 5.000 famílias. Por esses resultados, a Termotécnica foi reconhecida em 2021 no 26º Prêmio FIESP de Mérito Ambiental, com menção honrosa na categoria médias e grandes empresas, com o case “Reciclar EPS – da logística reversa a novos produtos”.

Nos últimos dois anos, a Termotécnica ampliou o portfólio no agronegócio em soluções pós-colheita e internacionalizou o uso do EPS no transporte global das frutas brasileiras. A empresa vem desenvolvendo novas soluções para valorizar produtos técnicos e atua fortemente na cadeia térmica, oferecendo soluções para o transporte seguro de vacinas. Também tem trabalhado junto aos clientes das linhas Branca, Marrom e Automotiva para ampliar seus canais de vendas por e-commerce, garantindo maior segurança dos produtos durante toda a logística de embalamento, armazenagem, transporte e entrega ao cliente final.

“Tecnologias como indústria 4.0, internet das coisas, rastreabilidade, manutenção da temperatura, função ativa para segurança sanitária e ampliação da validade dos produtos acondicionados, novas resinas e materiais de origem vegetal e biodegradáveis: o que o mundo, os mercados, clientes e consumidores quiserem – a Termotécnica vai estar à frente provendo essas soluções”, assegura o Presidente da Termotécnica.

Mais recentemente, desde que se iniciou a pandemia por coronavírus, a Termotécnica vem desenvolvendo soluções inovadoras para o segmento fármaco. Em agosto de 2020 lançou a nanotecnologia do Safe Pack – EPS antiviral, para redução do risco e velocidade da contaminação por vírus. Também desenvolveu unidades conservadoras que podem ser aplicadas no transporte de vacinas em temperaturas extremamente baixas.

“Posso dizer com muita convicção que hoje, ao completarmos 60 anos, estamos muito mais próximos da missão de ‘ser uma empresa de classe mundial, onde as pessoas tenham prazer e orgulho de trabalhar’. No entanto, o nosso espírito se mantém inquieto, perseguindo o novo, trazendo conceitos modernos de excelência em gestão, mas sempre traduzidos para o jeito Termotécnica de ser”, comemora Albano Schmidt.

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Mondial investe na produção nacional de Fritadeiras “Air Fryers” de 5 litros

20/03/2021

Desenvolvida por meio de parceria com a Braskem, fornecedora da matéria-prima do produto, a produção no Brasil responde ao aumento de demanda do mercado, que apresentou crescimento recorde em 2020

O ano de 2020 provocou mudanças em diversos hábitos e rotinas dos brasileiros. Entre outras descobertas, os consumidores perceberam a necessidade de deixar suas casas mais confortáveis e práticas. O resultado para o mercado foi um crescimento significativo na procura por eletrodomésticos que auxiliam no dia a dia. Dentre os diversos produtos disponíveis no mercado, as Fritadeiras “Air Fryers” seguiram no topo da lista devido ao seu conceito que concilia praticidade, versatilidade e alimentação mais saudável.

Líder na categoria de eletrodomésticos portáteis, a Mondial registrou um grande crescimento nas vendas de suas Fritadeiras “Air Fryers” (sem óleo) em 2020, em comparação ao ano de 2019. E, aproveitando o cenário positivo de vendas, a fabricante decidiu investir no país e trazer para o Brasil a produção de dois de seus modelos, ambos com capacidade de 5 litros. As AFN-50-BI e AFN-50-RI passam a ser produzidas na maior unidade fabril da Mondial, localizada em Conceição do Jacuípe, na Bahia. “Essa decisão traz benefícios em vários sentidos. Ao aumentarmos a nossa produção nacional, conseguimos gerar um número maior de empregos. Hoje, nosso quadro é de quatro mil colaboradores, sem considerar os empregos indiretos que chegam na casa dos 12 mil. Além disso, o consumidor também ganha, pois assim garantimos a melhor relação custo-benefício”, explica Giovanni M. Cardoso, co-fundador da Mondial Eletrodomésticos.

Viabilizar essa nacionalização, afirma a Mondial, só foi possível devido à construção e manutenção do bom relacionamento com toda a cadeia produtiva, entre elas com a Braskem, parceira da empresa no fornecimento de resinas termoplásticas para diferentes produtos. As equipes técnicas e comerciais da petroquímica, em conjunto com a equipe técnica da Mondial, escolheram a melhor e mais apropriada matéria-prima para este desenvolvimento, considerando as propriedades mecânicas e estéticas das peças, que necessitam de brilho e resistência térmica. Por meio de conversas de diagnóstico e testes técnicos, foi possível adaptar um copolímero de alta resistência térmica, já existente no portfólio de polipropilenos da Braskem, tornando-o ideal para aplicação nas partes plásticas da Air Fryer.

Segundo a Mondial, além dos benefícios técnicos, a nacionalização desta produção também traz outras vantagens para a empresa, tais como a redução do tempo de entrega do produto, a incorporação de nova tecnologia possibilitando também novos desenvolvimentos e a redução no custo total do produto. A inovação relacionada ao desenvolvimento e aplicação desta nova resina também é um aspecto de destaque no projeto, que contribuí para a parceria de sucesso entre a Braskem e a Mondial.

“Esse projeto é mais um passo que reforça o nosso compromisso em contribuir com a maior industrialização no território brasileiro. Acreditamos que o relacionamento com nossos clientes é essencial para o desenvolvimento econômico da cadeia do plástico e isso só é possível se atuarmos juntos. Para estar cada vez mais associada à estratégia e ao crescimento de seus clientes, as equipes técnicas e comerciais da Braskem sempre estão disponíveis para apoiar em outras oportunidades como essa”, comenta Renato Yoshino, diretor dos negócios de Agro, Infraestrutura e Indústria na Braskem.

A fábrica de Conceição do Jacuípe possui 100 mil m² de área construída e recebeu, no início de 2020, investimento de R$ 49 milhões para aumento de produção e reformas de ampliação. A unidade já está produzindo o modelo nas cores preta e vermelha. Já os processos de concepção e desenvolvimento dos produtos da marca permanecem nas mãos da equipe de Design Center, instalada no escritório central da empresa, em Barueri (SP).

Líder também na categoria de Fritadeiras “Air Fryers”, a Mondial detém cerca de 40% do market share e mantém em seu portfólio 10 modelos. Com capacidade entre 3,5 e 5,5 litros, as fritadeiras estão disponíveis nas cores preta e vermelha, com painel na cor do produto, ou em aço inox.

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Plataforma da BASF traz inovações e aplicações em aditivos para plásticos

09/10/2020

A BASF lançou uma plataforma voltada à indústria do plástico, com informações sobre as inúmeras funcionalidades dos Aditivos para Plásticos https://aditivosplasticos.basf.com/. A proposta do novo site é conectar os participantes da cadeia do plástico, contribuindo com informações sobre temas como sustentabilidade, tecnologias, inovações, desafios e possibilidades de aplicação nas mais diversas indústrias.

“Queremos compartilhar nossa ampla experiência de mais de 50 anos em aditivos para plásticos, que asseguram melhor performance do material, desde a sua produção até a sua utilização, contemplando todo o seu ciclo de vida”, explica Pedro Chuqui, gerente de produto de Aditivos para Plásticos da BASF para a América do Sul. “Os conteúdos reforçam possibilidades, oportunidades e principalmente as questões de sustentabilidade”.

Na indústria automotiva, as soluções para manufatura e de proteção para o plástico permitem uma utilização mais ampla em várias partes do veículo e vem contribuindo de forma importante para a produção de carros mais leves que podem utilizar menos combustível e, consequentemente, emitem menos gases poluentes. Além disso, há benefícios de ganho de segurança, conforto, liberdade de design e durabilidade.

Para construção e eletroeletrônicos, as aplicações vão desde caixas d’agua, passando por tubulações, esquadrias, pisos, cabos, equipamentos, numa infinidade de soluções que precisam de aditivos que garantam proteção, segurança e durabilidade. Os aditivos para plástico da BASF também ajudam os fabricantes de embalagens a atenderem a demandas e requisitos rigorosos, desde o desempenho técnico, funcionalidade, estética, questões regulatórias, até o descarte e reciclagem.

O uso do plástico também segue em crescimento no mercado Agro. Os aditivos protegem o material contra a degradação promovida pelos raios UV e pelos agroquímicos, conferem durabilidade e resistência ao material, garantindo sua sustentabilidade. O plástico tem função importante em silobolsas, estufas, tubos de irrigação, túneis e redes de proteção, por exemplo.

E no segmento têxtil, são produzidas anualmente no mundo cerca de 50 milhões de toneladas métricas de fibras sintéticas em poliamida, poliéster, acrílico e poliolefinas, com novas tecnologias que ampliam o leque de aplicações. São usados para os não tecidos, grama artificial, tapeçaria e estofamento, fibras automotivas, entre outras possibilidades, em materiais que precisam resistir a condições adversas e exigem segurança e durabilidade. Os aditivos atuam de diversas formas, com proteção ao calor, à luz UV, retardantes de chamas, antibactericidas, garantindo as propriedades exigidas para cada aplicação.

O detalhamento de todas essas possibilidades está no site, que inclui um amplo conteúdo técnico de apoio aos fabricantes. A plataforma foi lançada com o webinar “Oportunidades e Perspectivas para a Cadeia do Plástico”, que contou com a presença do presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho, do presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Ciro Marino e do vice-presidente sênior da BASF na América do Sul, Antonio Lacerda.

A BASF é um fornecedor líder de aditivos para plásticos. Seu  portfólio de produtos inclui estabilizadores que proporcionam facilidade de processamento, resistência ao calor e à luz para uma variedade de polímeros e aplicações, incluindo artigos moldados, filmes, fibras, chapas e perfis extrudados.  A BASF gerou vendas de 59 bilhões de euros em 2019. As ações da BASF são comercializadas na bolsa de valores de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos.

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BASF fornece solução em poliftalamida (PPA) para novo modelo de relógio digital “fitness” da Casio

30/09/2020

  • Recém-lançado, o modelo G-Shock da Casio, fabricado com a nova resina PPA da BASF, apresenta maior durabilidade e melhores propriedades mecânicas sob condições exigentes
  • Relógio digital tem baixa absorção de umidade
  • Retenção de propriedades a altas temperaturas confere estabilidade dimensional

A japonesa Casio Computer Company agora usa o plástico Ultramid® Advanced N da BASF em seu relógio digital G-Shock GBD-H1000. A nova resina de poliftalamida (PPA), com propriedades de retardância à chama, é utilizada para fabricar o cabeçote do terminal montado sobre o bloco do terminal e contribui para a recarga de energia e a sincronização de dados, afirma a BASF. A alta resistência ao calor, bem como a estabilidade mecânica e dimensional do material, melhoram a robustez, a funcionalidade e o desempenho do modelo esportivo, assegura a empresa química alemã.

Devido à sua baixa absorção de umidade e à alta temperatura de deflexão térmica (HDT), a resina PPA da BASF é adequada para os processos de Tecnologia de Montagem Superficial (SMT) na fabricação eletrônica, uma vez que previne a formação de bolhas ou alterações nas dimensões da parte processada, garante a empresa.

O novo relógio esportivo GBD-H1000 serve como um monitoramento “fitness” com cinco sensores diferentes. Isso requer uma combinação de materiais tecnologicamente inovadores e duráveis, resistentes a produtos químicos, choque e água, especialmente durante a prática de esportes radicais. O Ultramid Advanced N apresenta estabilidade dimensional sob umidade e calor, bem como resistência química, tendo boa aderência ao bloco de metal do terminal, afirma a BASF. Isso evita o vazamento de água em condições adversas e cumpre com as exigências de impermeabilidade da Casio. A peça fabricada com a resina de PPA da BASF tem cerca de 1,2 cm de largura, com uma espessura de parede de 0,2 mm e pesa menos de 0,1 gramas:  assim, o material contribui para a redução no tamanho,  ao mesmo tempo em que mantém uma alta resistência mecânica.

A colaboração bem-sucedida entre a Casio, a BASF e a Aces Electronics, empresa fabricante de conectores de Taiwan, não só melhorou o conceito de design de relógios resistentes da Casio, mas também aumentou a velocidade e a eficiência na entrega do material adequado para o G-Shock GBD-H1000, afirma a BASF. Com a resina de PPA, a Casio pode tornar os relógios mais duráveis, integrando novas funções digitais e interativas.

“Dispositivos “usáveis” abrem novas possibilidades para empresas de aparelhos eletrônicos de consumo, como a Casio. Seus usuários colocam para essas empresas altas demandas em relação à integração funcional, usabilidade e design, o que resulta em novos desafios para os materiais empregados”, afirmou Minli Zhao, Vice-Presidente para a Indústria do Consumidor da divisão de Materiais de Performance da BASF – Ásia-Pacífico. “A BASF tem desenvolvido a sua nova geração de PPAs inovadoras sob o nome comercial Ultramid Advanced, de modo que os nossos clientes possam ficar sempre à frente do jogo e os seus usuários desfrutem das mais recentes inovações digitais na vida cotidiana”, complementa Zhao.

O cabeçote do terminal fabricado com Ultramid Advanced N foi fabricado pela Aces Electronics. O bloco do terminal e o cabeçote são fixados à placa-mãe por SMT, ténica que é frequentemente aplicada na fabricação de eletrônicos, tal como na montagem de relógios. Assim, foi necessário um material mais forte do que o habitual para atender à exigência de uma temperatura de distorção térmica (HDT) de até 260°C durante o processo de produção com SMT. Em testes extensos, a PPA da BASF provou sua precisão e qualidade durante o uso em diferentes processos de produção, quando comparado com outros materiais atualmente disponíveis no mercado, afirma a fabricante da matéria-prima.

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Wacker inaugura Centro de Competência Global para materiais de interface térmica à base de silicone em Xangai (China)

22/09/2020

22-Setembro-2020 – Em 16 de setembro,o grupo químico Wacker, com sede em Munique, abriu um Centro de Competência Global para materiais de interface térmica em Xangai, China. O novo laboratório está localizado na sede da empresa na China, no Caohejing High-Tech Park. Ele conduzirá pesquisa fundamental para desenvolver novos produtos e soluções de interface térmica à base de silicone para o mercado de veículos elétricos, bem como para as indústrias de eletrônicos de consumo e telecomunicações.

Na última década, os materiais de interface térmica (TIM) têm sido um dos segmentos de crescimento mais rápido no mundo no mercado de materiais, com uma taxa média composta de crescimento anual e mais de seis por cento. Sendo amplamente utilizado em computadores pessoais, eletrônicos de consumo, indústria automotiva e de telecomunicações, espera-se que a demanda por TIMs à base de silicone cresça continuamente, à medida que a densidade de energia está aumentando exponencialmente e os sistemas de gerenciamento térmico se tornam cada vez mais importantes.

Dispositivos eletrônicos e baterias geram uma grande quantidade de calor que afeta suas funcionalidades e vidas úteis, o que pode levar a falhas graves. O gerenciamento térmico eficiente é, portanto, cada vez mais essencial. “Para melhorar o gerenciamento térmico dos componentes, a indústria está cada vez mais se voltando para materiais dissipadores de calor”, diz Christian Gimber, chefe de Silicones de Engenharia da divisão de silicone da Wacker. “Nossos silicones termicamente condutores podem ser processados ​​de forma muito eficiente e também atendem aos rígidos e crescentes requisitos de segurança e confiabilidade impostos pelas indústrias automotiva e eletrônica.”

Leia mais informações (em inglês) em http://www.brazilianplastics.com/edicao00/04_2020.html

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Eastman lança bioplástico de engenharia à base de celulose

04/07/2017

Segundo a empresa, o Eastman Trēva é um termoplástico versátil que combina alta performance e sustentabilidade

A Eastman Chemical Company, líder na produção de materiais à base de celulose, lançou recentmente o inovador bioplástico de engenharia Trēva. Segundo Burt Capel, vice-presidente e gerente geral da unidade de negócios de Plásticos Especiais da empresa, “A Eastman agrega como vantagem seus quase 100 anos de expertise em celulose para o design e a performance do Trēva, para chegar ao melhor perfil sustentável e ao desempenho desejados pelas marcas, fabricantes, moldadores e outras companhias em sua cadeia de valores”. Capel apresentou oficialmente o lançamento à imprensa durante a Feira Chinaplas, em Guangzhou, na China.

Segundo a Eastman, os benefícios de Trēva são o tripé: sustentabilidade, desempenho de uso final e flexibilidade de design e marca.

Benefícios de Sustentabilidade

A empresa não forneceu detalhes sobre a composição química do novo material, mas informou que metade da composição de Trēva ​​é celulose, material proveniente de florestas de manejo sustentável que são certificadas pelo Forest Stewardship Council (FSC). O novo material é livre de BPA (Bisfenol A) e de ftalatos.

Sua fluidez, durabilidade e estabilidade dimensional permitem menor uso de materiais, peças mais finas e de vida útil mais longa, o que melhora as avaliações do ciclo de vida (LCA), afirma a empresa.

Desempenho de uso final

A Eastman assegura que o Trēva ​​oferece excelente resistência química quando comparado a outros termoplásticos de engenharia, compreendendo a resistência a alguns dos produtos químicos mais agressivos e incluindo óleos para tratamento de pele, protetores solares e produtos de limpeza domésticos.

A baixa taxa de tensões internas residuais do material significa, na prática, a eliminação do efeito não desejado da arco-íris que alguns plásticos apresentam sob luz polarizada, o que melhora a experiência do usuário com telas de dispositivos eletrônicos e displays de varejo, afirma a empresa.

Design e flexibilidade da marca

As características de fluidez do Trēva ​​também possibilitam liberdade de design, o que permite que ele seja usado com peças de design complexo e em peças de paredes finas, relata a Eastman. Sob condições de processamento recomendadas, o recente teste de fluxo espiral de 30 mil de parede fina mostra que as taxas de fluxo de Trēva ​​são significativamente melhores do que as “blendas” de policarbonato, de policarbonato / ABS e são comparáveis ​​às resinas ABS, afirma a empresa.

De acordo com a Eastman, o Trēva ​​é projetado para permitir brilho superficial superior, transparência e toque sensorial térmico, potencializado por meio de uma combinação do material de base e a experiência tecnológica da empresa. O material também oferece grande possibilidade de incorporação de cores e processos secundários mais fáceis, além de capacidade de decoração, o que cria opções adicionais de design e de branding.

Aplicações

Segundo a Eastman, a combinação de benefícios de sustentabilidade e de segurança de Trēva, melhorias no desempenho do uso final e na flexibilidade de design e marca tornam a escolha de material ideal para as seguintes aplicações:

● Armações de óculos, eletrônicos que entram em contato com a pele, como fones de ouvido e muitos outros dispositivos de uso pessoal
● Telas de Aparelhos eletrônicos, como lentes, já que os consumidores precisam enxergar através delas
● Eletrônicos, gabinetes de equipamentos eletrônicos e outros produtos com alto design e especificações complexas
● Componentes interiores automotivos nos quais a resistência química e a estética são desejadas
● Outras aplicações que exigem alta sustentabilidade e requisitos de segurança

“A Eastman está empenhada em atender as necessidades almejadas de clientes atuais e potenciais”, disse Capel. “Há enorme interesse por parte de marcas de todo o mundo e estamos entusiasmados em trabalhar em estreita colaboração com eles, para criar a próxima geração de produtos de alto desempenho e sustentáveis”.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz matérias primas para mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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