Arquivo da categoria ‘Indústria de Plásticos’

Interplast 2012: Seibt apresenta novos moinhos para moagem de garrafas e filmes

21/05/2012

Além da sua linha de moinhos convencionais, a Seibt Máquinas vai trazer para a Interplast 2012 os mais novos equipamentos da linha GF, desenvolvidos especificamente para a moagem de garrafas e filmes. De fácil operação e sem oferecer riscos para os operadores, os moinhos dessa linha possuem bocal com articulação pneumática e acesso ao magazine por sistema mola-gás. Outro grande diferencial é que são os primeiros do Brasil com rotor vazado, ou seja, sem eixo central, o que aumenta a capacidade interna da câmara de moagem. “Sua alta produtividade, aliada à tecnologia e qualidade dos produtos Seibt fizeram com que a linha GF tivesse ótima aceitação pelo mercado consumidor”, afirma Gilson Müller, analista de exportação da Seibt Máquinas.

Sobre a Seibt Máquinas

A Seibt Máquinas, localizada na cidade de Nova Petrópolis/RS, possui 38 anos de atuação em seu segmento. Oferece ao mercado soluções e equipamentos para a recuperação e reciclagem de plásticos pós-industrial e pós-consumo. A linha de produtos da Seibt é composta por moinhos convencionais, de baixa rotação, para aplicações especiais, trituradores e destroçadores para tubos de diversos diâmetros, espessuras e tamanhos, além de sistemas completos para a reciclagem do PET e do PE e PP – filmes e rígidos. Desenfardadeiras, extrusoras, aglutinadores, ventiladores, roscas e esteiras também estão no portfólio da empresa.

Fonte: Messe Brasil

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KraussMaffei lança nova linha de máquinas injetoras

18/05/2012

Durante um evento para clientes em Munique (Alemanha), a KraussMaffei mostrou aos profissionais convidados a sua nova série GX de máquinas injetoras. Apresentada pela primeira vez, a série GX amplia o portfolio de produtos da empresa no segmento de injetoras hidromecânicas de placas duplas,  na faixa de forças de fechamento médias.

Durante a estréia mundial, a KraussMaffei apresentou uma demonstração de seis máquinas de sua nova série GX, com uma força de fechamento variando de 400 a 650 toneladas. Estas máquinas têm tamanhos diferentes e variantes de equipamentos que permitem atender às necessidades de produção em um  grande número de setores industriais, tais como produtos para embalagem e artigos de qualidade premium para a indústria automotiva ou o setor de bens de consumo. “Nossos clientes estavam interessados principalmente em células de automação modulares contendo robôs lineares e industriais em diferentes configurações”, resumiu Dr. Karlheinz Bourdon, Vice-Presidente de Tecnologia do Segmento de Máquinas Injetoras de KraussMaffei

GearX e GuideX

De acordo com a KraussMaffei, a unidade de fechamento hidromecânica na série GX estabelece novos padrões em termos de qualidade e produtividade. “Na minha opinião, as máquinas GX representam o melhor conceito global”, sublinhou Bourdon. Com a engenhosa sapata-guia GuideX, as forças são idealmente absorvidas e o tempo de vida útil dos moldes é aumentado. GuideX é um destaque na nova série GX que garante um excelente paralelismo das placas devido ao seu design estável, garantindo movimentos suaves com economia de energia. Além disso, o inovador sistema de travamento GearX é ativado imediatamente, de forma confiável, dentro do menor tempo possível, e produz continuamente movimentos rápidos na máquina.

Para ler o artigo completo  (em inglês), clique no link a seguir:

http://www.brazilianplastics.com/edicao00/wr08_may_17_2012.html

Fonte: KraussMaffei

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Subsidiária da Mitsui Chemicals adquire participação majoritária na Produmaster

17/05/2012

A Prime Polymer Co. Ltd, subsidiária da Mitsui Chemicals and Idemitsu Kosan do Japão, anunciou no dia 14 de maio a aquisição de uma participação de 70% na empresa brasileira Produmaster Indústria e Comércio Ltda, fabricante de compostos termoplásticos, e o estabelecimento de uma nova empresa com base na Produmaster, a qual foi renomeada como  Produmaster Advanced Composites Indústria e Comércio de Compostos Plásticos Ltda.

Em seu Plano de Negócios de meados de 2011, a Prime Polymers elegeu o negócio de polipropileno de uso automotivo como um “negócio em crescimento”, no qual procuraria se tornar um líder mundial, tendo desde então se esforçado para alcançar uma expansão inicial de negócios em várias regiões. Em particular, a Prime Polymers considera o fortalecimento de seus negócios no mercado sul-americano – o qual deverá registrar um elevado crescimento – como um de seus principais desafios estratégicos.

Por sua vez, a Produmaster é a terceira maior empresa brasileira em fabricação e vendas de compostos, tendo construído uma trajetória no negócio de Polipropileno para uso automotivo por mais de uma década. A Produmaster fornece produtos para importantes fabricantes de automóveis através de duas unidades (55.000 toneladas de capacidade anual de produção): a sua sede e a sua unidade de produção localizadas em Mauá, São Paulo, onde muitas montadoras estão localizadas, e a sua subsidiária Produmaster do Nordeste Ltda., localizada em Camaçari no estado da Bahia, na qual a Produmaster possui 50 % do capital.

A criação da nova empresa irá produzir um efeito de sinergia entre o conhecimento da Produmaster sobre o seu negócio em ambas as regiões e as tecnologias proprietárias da Prime Polymers. Desta forma, a Prime Polymers vai procurar aumentar a sua presença no mercado sul-americano e  expandir e fortalecer ainda mais o seu negócio de Polipropileno para uso automotivo.

Fonte: Mitsui Chemicals.

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Parceria entre Braskem e Plantic cria embalagem ultraprotetora feita de polietileno derivado do etanol

17/05/2012

A Braskem (www.braskem.com.br) e a Plantic Technologies (www.plantic.com.au)  fecharam acordo para o uso do plástico verde nas embalagens da linha de produtos eco PlasticT. Produzido pela Plantic, este produto corresponde à primeira embalagem ultraprotetora feita com material de origem renovável.

A utilização do plástico verde, produzido pela Braskem, aumentará o conteúdo renovável do eco PlasticT para mais de 90% sem comprometer as propriedades de proteção já oferecidas pela embalagem. O diferencial do polietileno derivado do etanol – que é obtido da cana-de-açúcar – é capturar e fixar até 2,5 toneladas de gás carbônico (CO2) da atmosfera para cada tonelada produzida. As bandejas e o filme eco PlasticT não exigem investimento em novas tecnologias de processamento ou embalagem. As bandejas rígidas e os filmes estão disponíveis na versão transparente e em uma variedade de outras cores, até mesmo em formatos multicoloridos.

“A visão estratégica da Braskem é ser a líder mundial em química sustentável até 2020. A união entre os produtos da Plantic e o plástico verde da Braskem proporciona novas opções de embalagem que, além de serem melhores para o meio ambiente, oferecem desempenho superior a varejistas e proprietários de marcas”, afirma Marcelo Nunes, diretor de Negócios Químicos Renováveis da Braskem.

“O eco PlasticT da Plantic, com o plástico verde, é a embalagem de proteção com maior conteúdo renovável no mercado”, diz Brendan Morris, CEO da Plantic Technologies. “A parceria com a Braskem une dois plásticos com desempenho ambiental excelente para criar uma embalagem ultraprotetora, com características únicas de desempenho e vantagens ambientais”, destaca.

Sobre a Plantic Technologies Limited

A Plantic Technologies tem base na Austrália, onde estão situadas sua sede e suas principais instalações de fabricação, pesquisa e desenvolvimento. A empresa também mantém operações de fabricação na Alemanha e pontos de venda nos Estados Unidos e no Reino Unido. A tecnologia exclusiva de polímero patenteada globalmente pela Plantic tem por base o uso de amido de milho com alto índice de amilose, um material derivado de milho híbrido (sem alteração genética). A empresa oferece uma ampla linha de produtos no setor de embalagens protetoras e ganhou diversos prêmios por sua inovação em plásticos biodegradáveis, incluindo o Prêmio Mundial da DuPont por Inovação em 2006.

Fonte: Braskem / (foto da Plantic)

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EuroMold Brasil tem expositores internacionais confirmados

17/05/2012

A 1ª edição da EuroMold Brasil – Feira Internacional de Fabricantes de Ferramentas e Construtores de Moldes, Desenho e Desenvolvimento de Produtos, viabilizada por meio de parceria entre a organizadora alemã DEMAT e a Messe Brasil, já conta com mais 1000 m² de área comercializados. Expositores brasileiros, alemães, norte-americanos e sul-coreanos já confirmaram presença no evento, que acontece entre os dias 20 e 24 de agosto de 2012 e deve reunir cerca de 90 empresas.

Realizada há 17 anos em Frankfurt, na Alemanha, a EuroMold é uma das principais feiras de ferramentais, moldes e design da Europa, EUA, África do Sul, Rússia, Índia e China. Para a edição latino-americana, o Brasil foi o país escolhido para sediar o evento por concentrar grandes polos industriais e por ser um mercado promissor para esse segmento.

Em sua primeira edição, a EuroMold Brasil acontecerá em paralelo à Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico e o Cintec Plástico – Congresso de Inovação Tecnológica. “Os eventos devem atrair um público especializado do Brasil e de outros países, interessado em conhecer as mais recentes tecnologias na fabricação de moldes e desenvolvimento de produtos”, comenta Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil.

Novidades e produtos

O Senai participa da primeira EuroMold Brasil e aproveita a oportunidade para divulgar a Rede Senai de Ferramentaria, focada no apoio tecnológico para o setor. “Dispomos de capacitações e soluções tecnológicas para as empresas, numa iniciativa de contribuição para o fortalecimento do setor”, afirma Luiz Eduardo Leão, analista de desenvolvimento industrial do Senai Nacional. Durante o evento, o estande da entidade contará com um ciclo de palestras para divulgação dos projetos. “Cada estado já conta com iniciativas isoladas de apoio ao segmento de ferramentarias. Agora, queremos unir as diferentes competências do país e criar soluções consolidadas em âmbito nacional”, enfatiza o analista.

A Metalthaga expõe na EuroMold Brasil ligas especiais de alumínio para moldes, com destaque para peças de grande porte, como blocos de até 1100 mm de espessura. Para Eduardo Hanauer, gerente de logística da Metalthaga, a feira é uma oportunidade para a empresa mostrar seus produtos e tecnologias para outros países. “Hoje, o Brasil é referência econômica mundial e, com certeza, fortalecerá e ampliará novos nichos de mercado”, acrescenta. Especializada no fornecimento de ligas especiais de alumínio para moldes (5052, 5083, 6082, C-250, C-330R, C-210R, Alcast, Certal) cortadas e fabricadas sob medida para as indústrias naval, metal-mecânica, moldes e matrizes, calçadista, entre outras. Dispõe também, tarugos, barras e perfis fabricados e cortados sob medida (liga 6082, 6351, 6061), conforme a necessidade do cliente. A empresa possui fundição de alumínio sob pressão, peças moldadas e fundidas, blocos e discos fundidos, e cobre latão e bronze em diversas medidas.

A estreia da Artis Matriz em feiras está programada para a EuroMold Brasil. Especializada na fabricação de moldes e ferramentas, a empresa fornece para grandes clientes de diversificados segmentos como linha branca, cosméticos, hidrômetros, eletroeletrônico e construção civil, e quer aproveitar a feira para identificar o que o mercado busca em termos de tecnologia. “Acreditamos no evento como meio de acesso a contatos de empresas do setor, troca de tecnologia e possibilidade de parcerias internacionais, além do relacionamento com futuros clientes”, comenta Mário Paiva, comercial da Artis Matriz. Atualmente, a empresa segue a tecnologia européia no desenvolvimento de seus produtos. Conta inclusive com parcerias técnicas de clientes que colaboram com os projetos. “Dispor de tecnologia de ponta é fundamental para uma empresa desse segmento fornecer para grandes marcas nacionais e internacionais instaladas no Brasil. Esse é um diferencial que buscamos aprimorar continuamente para manter a competitividade”, acrescenta Paiva.

A SKA, líder no fornecimento de tecnologia para as engenharias brasileiras, leva para a EuroMold Brasil o portfólio de soluções em tecnologia de software para projeto 3D e usinagem de moldes. Outro grande destaque deste ano será a apresentação da linha de impressoras 3D e sistemas de produção Stratasys, que permitem a criação rápida de protótipos de peças antes que os moldes sejam usinados. “As peças feitas nas impressoras Stratasys são fortes o suficiente para testes em condições reais. Os protótipos podem ser usinados, cromados, pintados, perfurados e os equipamentos trabalham com termoplásticos nobres de engenharia (ABS-M30i, ABSi, ABS-ESD7, Ultem 9085)”, explica Gabriel Diehl Fleig, gerente de marketing da SKA. A Stratasys é líder mundial em tecnologia para criação de protótipos 3D funcionais e a SKA, desde o início de 2012, é a revenda da marca para todo o Brasil, dispondo de uma base instalada no país com mais de 100 equipamentos. Na área de projetos, a SKA divulga o SolidWorks, sistema CAD mais utilizado no mundo para projetos mecânicos e o Imold, aplicativo que roda integrado ao SolidWorks e que adiciona ferramentas de produtividade dedicadas aos projetos de moldes. Para usinagem divulga o Edgecam, software para programação CNC, líder de mercado.

Sobre a EuroMold Brasil

A EuroMold Brasil é a principal feira de moldes do mundo com origem e Frankfurt na Alemanha, expandida para todos os continentes. É viabilizada por meio de parceria entre a DEMAT, organizadora alemã do evento, e a Messe Brasil, umas das principais organizadoras de feiras do Sul do país. Para a estreia do evento no mercado nacional são aguardadas 90 empresas, ocupando espaço de 4.000 m². Já confirmaram participação expositores brasileiros, alemães, norte-americanos e sul-coreanos.

Fonte: Messe Brasil

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Solvay Specialty Polymers oferece materiais alternativos para substituir Nylon 12.

16/05/2012
  • Nylon 12 está escasso no mercado atualmente .
  • Empresa oferece polímeros de PARA e PPA para aplicações-chave em automóveis.

 A Solvay Specialty Polymers, LLC, um fornecedor líder global de termoplásticos de alto desempenho para a indústria automotiva, está oferecendo opções de materiais alternativos para fornecedores diretos da indústria automotiva e OEMs, em virtude da escassez recente da resina de nylon 12 no mercado. “Estamos trabalhando estreitamente com os principais fornecedores automotivos para encontrar materiais alternativos ao nylon 12 e garantir que a indústria possa continuar a operar nos níveis atuais de produção”, explicou Bill Gaines, Gerente de Desenvolvimento Global de Negócios Automotivos da Solvay Specialty Polymers.

Para ler o artigo completo (em inglês), clique no link a seguir:

http://www.brazilianplastics.com/edicao00/wr07_may_16_2012

Fonte: Solvay Specialty Polymers

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Interplast 2012: Gneuss apresenta sistema de extrusão MRS.

16/05/2012

Especializada na fabricação de equipamentos para indústria plástica, a Gneuss apresentará as novidades da sua linha de produtos na Interplast 2012. O principal é o sistema de extrusão MRS (múltiplas roscas), indicado para o processamento de PET reciclado, o sistema tem aprovação irrestrita e exclusiva do FDA – Administração de Alimentos e Medicamentos (órgão governamental americano que atua no controle de alimentos) – para fabricação de embalagens em contato com alimentos a partir de reciclado pós-consumo.

Devido ao seu incomparável poder de degasagem, dispensa processos prévios de secagem ou cristalização do material. “Transparência melhorada, baixo custo de transformação, controle de viscosidade em linha e economia de energia são outras características desta tecnologia, que já possui diversos equipamentos instalados no Brasil”, comenta Andres Grunewald, diretor da Gneuss.

Além do moderno sistema de extrusão, a Gneuss vai expor o seu filtro RSFgenius, uma tecnologia de filtração totalmente automática, que reúne, em um só equipamento, processamento contínuo, pressão de operação constante e limpeza integrada e regulável de telas. Viscosímetro em linha VIS e sensores de pressão e temperatura de massa também poderão ser vistos no estande da empresa.

Sobre a Gneuss

Fundada em 1983, a Gneuss é uma empresa alemã, especializada no desenvolvimento, fabricação e comercialização de equipamentos para processamento de polímeros com três divisões: tecnologia de processamento, tecnologia de filtração e tecnologia de medição. No Brasil, a filial da empresa conta com equipe comercial, assistência técnica, engenharia de processos, estoque e fornecimento de peças de reposição.

 Fonte: Messe Brasil

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Interplast cresce e se consolida como o principal evento do setor plástico da América Latina em 2012.

15/05/2012

Agendada para 20 a 24 de agosto de 2012, a Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico – já superou, em 9,5%, a comercialização de áreas em relação ao mesmo período de 2010. Realizada a cada dois anos, nos pavilhões da Expoville, em Joinville/SC, a feira é a mais importante de 2012 na América Latina e representa um importante canal de relacionamento e negócios para o setor plástico brasileiro. Além dos expositores nacionais atraiu empresas de outros países como Alemanha, Canadá, China, USA e Taiwan.

Na edição deste ano, a grande novidade é a realização simultânea da primeira EuroMold Brasil – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentas, Design e Desenvolvimento de Produtos. Viabilizada através de uma parceria entre a Messe Brasil e a alemã Demat, o evento chega ao Brasil como um excelente meio de aumentar a visibilidade dos expositores da Interplast.

A Interplast é referência por reunir, em um mesmo local, teoria e prática, apresentado soluções e alternativas para o segmento. Na feira, os visitantes podem conferir o que há de mais moderno na área tecnológica da cadeia do plástico, da matéria-prima a compostos, pigmentos, periféricos, ferramentaria e máquinas em geral.

Em sua última edição, em 2010, a Interplast reuniu 500 expositores e recebeu 25 mil visitantes, vindos de 19 países e 23 estados brasileiros, com destaque para executivos e profissionais dos segmentos de embalagem, automotivo/autopeças, construção civil e linha branca. A estimativa da Messe Brasil é que, durante os cinco dias de feira e nos seis meses seguintes ao evento, o volume de negócios tenha ultrapassado os R$ 400 milhões.

Em paralelo à Interplast acontece ainda, o Cintec 2012 Plástico – Congresso de Inovação Tecnológica, organizado pela Sociedade Educacional de Santa Catarina (Sociesc).

Fonte: Messe Brasil

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Dow Epoxy lança nova linha de agentes de cura para o mercado de engenharia civil.

15/05/2012

Base água, os novos produtos têm baixa emissão de voláteis (VOC) e atendem aos requisitos de desempenho superior

A Dow Epoxy, unidade de negócio da The Dow Chemical Company (NYSE: DOW), acaba de anunciar um amplo portfólio de produtos epóxi desenvolvidos para o setor de engenharia civil, apresentando novos agentes de cura D.E.H.™ de alto desempenho. O anúncio foi feito durante o American Coatings Show 2012, realizado nesta semana em Indianapolis, Estados Unidos. A participação da Dow no evento contou com palestra técnica na qual a companhia apresentou um estudo sobre o Desenvolvimento de Novos Agentes de Cura de Epóxi de Baixa Emissão de Voláteis.

O novo portfólio inclui componentes de epóxi, resinas especiais e agentes de cura, assim como misturas de resinas e soluções de endurecedores formulados para atender aos requisitos específicos das aplicações da engenharia civil. A adição desses produtos no portfólio aumenta a oferta de soluções de epóxi para atender a necessidades específicas de formulação, aplicação e desempenho. “Os produtos, que vieram para Dow por meio da aquisição do produtor europeu de agentes de cura UPPC GmbH, têm um recorde de desempenho consagrado em toda a Europa.”, acrescenta Adriana Amelio, gerente de marketing e produto da Dow Epoxy para América Latina.

Com foco em aplicações na engenharia civil, a nova linha inclui primers para concreto, pisos autonivelantes, trabalháveis e industriais, grouts e argamassas, reparo de fissuras em concreto e revestimentos para contenção secundária.

Sustentabilidade – Tidos como especialidades no portfólio expandido de epóxi, os agentes de cura base água de baixa emissão de voláteis são soluções que não agridem o meio ambiente. Inovadores, os agentes facilitam as formulações de baixo teor de Compostos Orgânicos Voláteis (VOC, em inglês) e baixo odor. “Esses produtos são ideais para uso em espaços internos, como escolas e hospitais, onde os usuários passam por uma exposição prolongada às emissões do piso”, esclarece a gerente de marketing.

Já a próxima geração dos agentes de cura da série D.E.H. 800 base água são ideais para uso em pisos e locais internos, onde os solventes orgânicos precisam ser evitados. Os benefícios incluem baixo odor, secagem rápida para aplicações mais ágeis, e a capacidade de cura a baixas temperaturas para possibilitar a aplicação em variados climas e estações.

“Agora, nossos clientes encontram na Dow um fornecedor exclusivo e completo para soluções em epóxi”, afirma Adriana Amelio, gerente de marketing e produto da Dow Epoxy para a América Latina. “Pretendemos combinar nossa expertise em componentes de epóxi com a oferta de suporte técnico contínuo para ajudar os clientes a alcançarem seus objetivos”.

A expansão do portfólio de produtos da Dow representa o mais recente avanço dos mais de 50 anos de liderança da companhia na tecnologia de termofixos de epóxi. O sólido compromisso da Dow com os clientes é enfatizado por sua rede global de manufatura e integração vertical, que ajuda a garantir o suprimento consistente e confiável de produtos epóxi. Um amplo e contínuo pipeline de inovação – parte do investimento anual da Dow de US$1,6 bilhão em pesquisa e desenvolvimento – assegura que a oferta de produtos epóxi continuará a expandir-se com tecnologias e produtos novos e aprimorados para atender às necessidades futuras dos clientes.

Fonte: Dow

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Clariant desenvolve nova tecnologia de cores líquidas para sopro de poliolefinas.

14/05/2012
  • Tecnologia de veículo líquido é ideal para extrusão-sopro em monocamada
  • Elimina problemas com líquidos em contêineres de poliolefinas
  • Abre novas opções para os proprietários de marcas e os transformadores de plástico

A nova tecnologia de veículo líquido (LVT), desenvolvido pela Clariant Masterbatches parece eliminar muitos dos problemas que têm impedido uma maior utilização de cores líquidas e concentrados de aditivos no processo de extrusão-sopro de poliolefinas (polietilenos de alta e baixa densidade e polipropileno). Testes iniciais com contêineres em monocamada mostram que esses sistemas – altamente compatíveis – permitem cargas mais elevadas de pigmentos e menores taxas de utilização e ao mesmo tempo praticamente eliminam os desafios anteriores relacionados com o deslizamento na rosca. A melhor compatibilidade com as resinas resulta em linhas de união mais fortes no produto acabado, como evidenciado por muitos testes padrão de compressão sob carga e ruptura

“Transformadores que trabalham com extrusão-sopro e proprietários de marcas nos mercados de cuidados pessoais e produtos de uso doméstico muitas vezes identificam os masterbatches líquidos como sendo uma alternativa atraente em relação aos concentrados sólidos”, disse Raymond Sloan, Chefe de Cores Líquidas da Clariant Masterbatches na América do Norte. “No entanto, até agora, a utilização de cores líquidas tem sido limitado no processo de sopro de resinas de poliolefinas porque muitos veículos líquidos para as cores (incluindo óleo mineral) não se incorporam às resinas. Esses veículos eram amigáveis aos pigmentos, mas às resinas.”

Os novos masterbatches da Clariant utilizam um veículo líquido que incorpora auxiliares de suspensão, além de ligantes terem sido também incorporados aos novos masterbatches LVT para permitir cargas mais altas de pigmentos e (na maioria dos casos) menores taxas de utilização. Os componentes adicionais aumentam o fluxo de permitem mudanças de cor significativamente mais rápidas. Estes e outros avanços permitem que a Clariant ofereçam vantagens funcionais significativas em importantes aplicações e mercados. Os benefícios incluem:

Melhoria da resistência das linhas de união. Veículos anteriores tinham uma tendência para rapidamente migrar para a superfície de contêineres moldados por extrusão-sopro, interferindo na solda das junções do material. Em contraste, os novos produtos líquidos da Clariant parecem, na verdade, auxiliar na formação de uma junção forte. Os produtos acabados fabricados com os novos masterbatches LVT foram facilmente aprovados nos testes industriais padronizados de resistência à carga e de queda.

Melhores características de processamento. As novas cores líquidas da Clariant têm um efeito positivo sobre o fluxo de material na extrusora. O menor deslizamento na rosca produz uma melhor mistura, uma dispersão mais completa e menos estrias. Produz também temperaturas de processamento menores em até 17 ° C, de modo que menos resfriamento é necessário.

Mudanças de cor mais rápidas. Maior Produtividade. Os produtos LVT Clariant tendem a não aderir a superfícies metálicas e, na verdade, podem atuar como um agente de limpeza, removendo depósitos deixados por outros corantes. Mudanças de cor – que podem normalmente demorar várias horas quando se usam corantes sólidos – podem agora ser completadas em minutos com as novas cores líquidas da Clariant. Isso significa que os processadores gastarão muito menos tempo produzindo refugo para reprocessamento e mais tempo produzindo os seus contêineres reais que serão vendidos.

“Até agora”, diz Sloan, “os testes foram completados em vários tipos de recipientes de monocamada e estamos confiantes que resultados semelhantes podem ser alcançados em aplicações multicamadas envolvendo tanto cores opacas como efeitos perolizados. Apesar dos líquidos terem tido somente uma aceitação limitada nesses mercados, nós esperamos plenamente que a nossa nova tecnologia, juntamente com a nossa assistência técnica líder à indústria e o alcance global da Clariant nos permitirá descobrir novas oportunidades no mercado de extrusão-sopro. A Clariant está ativamente procurando transformadores que possam ser nossos parceiros para nos ajudar a testar e a comprovar os benefícios LVT em aplicações específicas. “

COMPROMISSO GLOBAL

A Clariant tem oferecido, em escala global, masterbatches líquidos para PET e outras aplicações há muitos anos. Em 2008, a Clariant adquiriu a Rite Systems, Inc., um fornecedor americano líder de masterbatches líquidos e tecnologia de veiculação, com sede em West Chicago, IL. A nova tecnologia de veículo líquido para extrusão-sopro foi desenvolvida lá e testada de forma abrangente na América do Norte. Ela agora está sendo implementado também em três plantas na América do Sul e em outras na Europa e China.

“A Clariant é uma das poucas empresas capazes de oferecer masterbatches de cores e aditivos em forma sólida e líquida em uma escala global, tanto para PET como para poliolefinas”, observa Matthias Brommer, Vice Presidente de Marketing da Clariant Masterbatches. “Estamos empenhados em oferecer aos nossos clientes opções de formas líquidas e sólidas, fazendo recomendações imparciais baseadas apenas no que é melhor para suas aplicações específicas.”

Fonte / Foto: Clariant

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Faurecia irá adquirir o negócio de interiores automotivos da Ford/ACH em Saline, Michigan (EUA).

10/05/2012

Como parte de seu crescimento contínuo na América do Norte e do seu compromisso com a Ford Motor Company, a Faurecia anunciou hoje que irá adquirir o negócio de componentes interiores que atualmente é operado pela Automotive Components Holdings, LLC (ACH). Com esta aquisição, a Faurecia, que já é líder mundial no fornecimento de componentes de sistemas interiores, vai se tornar o fornecedor líder de sistemas interiores da América do Norte.

A Faurecia vai adquirir o negócio de Saline, Michigan, que gera US $ 1,1 bilhões em vendas anuais com o fornecimento de módulos da cabine, painéis de instrumentos, painéis das portas e consoles centrais para 12 programas de veículos, montados em oito fábricas da Ford na América do Norte.  Com esta aquisição, o objetivo da Faurecia é criar uma nova operação otimizada para a produção eficiente, em linha com o Sistema de Excelência Faurecia.

Em conjunto com a aquisição da unidade de Saline, a Faurecia também formará uma nova joint-venture com o Rush Group Ltd., uma das empresas do Group Rush, de propriedade de Andra Rush, descendente da tribo nativa Mohawk. A joint-venture, chamada de Detroit Manufacturing Systems (DMS), vai realizar a injeção de peças, montagem e seqüenciamento de componentes interiores a partir de uma nova fábrica em Detroit. O Grupo Rush irá deter a maioria do capital e a administração da DMS, enquanto que a Faurecia – com 45% do capital – vai trazer sua tecnologia e know-how em fabricação para a joint-venture. Como resultado, a planta de Saline vai se concentrar no futuro em tecnologias-núcleo, tais como moldagem por injeção, fabricação de revestimentos e operações de manufatura de espumas, com faturamento anual de quase U$ 400 milhões. Este acordo não terá impacto significativo sobre a dívida da Faurecia e sua posição de caixa.

Com esta aquisição, a Ford Motor Company vai se tornar o terceiro maior cliente da Faurecia. A Faurecia vai assim reforçar a sua posição como parte da Estrutura de Negócios Alinhados da Ford (ABF – Aligned Business Framework), à qual aderiu em junho de 2009. As empresas que aderem à ABF entram em um relacionamento de longo prazo com a Ford, com o intuito de reforçar a colaboração e gerar lucratividade mútua e desenvolvimento de tecnologia.

A data limite para a transição da unidade de Saline é 1 de junho de 2012. As operações que se mudarão para a unidade da DMS vão começar a se transferir neste verão (do hemisfério Norte).

“A aquisição reforça a nossa posição de liderança em sistemas interiores e a nossa parceria global com a Ford Motor Company”, disse Yann Delabrière, presidente e CEO da Faurecia. “O negócio de Saline se encaixa estrategicamente nas prioridades-chave da Faurecia, alinhando-se diretamente ao nosso foco principal – contínua melhoria no desempenho operacional, expansão global de clientes, liderança em tecnologia e planos de crescimento estratégico”.

“Nós vemos essa aquisição e essa joint-venture oferecerem oportunidades enormes para a Faurecia, a Ford, funcionários, comunidades locais e outras partes interessadas “, disse Mike Heneka, Presidente da Faurecia América do Norte. “À medida que nós transformemos a unidade de Saline e ajudemos a lançar uma nova fábrica em Detroit, nós iremos promover um ambiente de trabalho colaborativo, fortalecer nosso relacionamento com a Ford e investir nessas comunidades. “

“Nossa rede de fornecedores ABF é construído de relacionamentos de longo prazo e de colaboração para o benefício mútuo da Ford e dos nossos fornecedores “, disse Tony Brown, vice-presidente do Grupo para Compras Globais da Ford. “Com este anúncio, a Faurecia não está apenas atendendo a uma necessidade de negócio crítica para a Ford – eles estão ajudando a fornecer liderança em nosso esforço para construir uma base de fornecimento financeiramente saudável e diversificada.”

Fonte: Faurecia

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Interplast 2012: Macroplast leva para a feira produtos focalizados na Copa 2014.

10/05/2012

Com a proximidade da Copa de 2014 no Brasil, a Macroplast, empresa especializada em masterbaches e tingimentos para a indústria plástica, lança na Interplast 2012 novas linha de produtos com destaque para aqueles focalizados no maior evento mundial de futebol. Chama a atenção o composto de polímeros em várias cores para atender às demandas de bancos de estádios de futebol. “O produto foi desenvolvido de acordo com a norma pré-estabelecida para o segmento e está em fase de testes de aplicabilidade nos clientes”, comenta Juciê Bandeira Silva, analista de assistência técnica da Macroplast.

A Marcoplast também aproveita a feira para apresentar novas linhas de produtos em masterbaches, compostos e resinas pigmentadas. “A feira nos permite evidenciar nossos diferenciais, especialidades técnicas de alta performance, versatilidade de atendimento e o completo portfolio de produtos e serviços, por meio de soluções tecnológicas integradas em forma de cores, aditivos, compostos e blendas, e assistência técnica que agregam valor e competitividade aos clientes”, acrescenta.

Sobre a Macroplast

A Macroplast é uma empresa brasileira com fábricas nos estados de São Paulo e Santa Catarina e representantes nos principais centros do país. A empresa mantém investimentos em pesquisa e desenvolvimento focalizados nas melhores soluções em pigmentação de termoplásticos, masterbaches, aditivos, compostos e novos produtos de alta tecnologia. Exemplos são os grades Macroplast destinados a marcação a laser e a linha desenvolvida especificamente para gramados sintéticos.

Fonte: Messe Brasil

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Projeto Comprador do Export Plastic consolida negócios internacionais.

09/05/2012

Desenvolvido pelo Export Plastic desde o lançamento do Programa, em 2004, o Projeto Comprador têm como missão aproximar compradores internacionais e transformadores brasileiros em um ambiente propício para a realização de negócios. Muitas vezes, os contatos comerciais iniciados em determinado evento transformam a parceria em fidelidade. Este é o caso do Cochez Novey, grupo do Panamá.

Representado por Mario Ortiz, gerente de negócios, o grupo já participou de algumas edições dos Projetos Compradores – além do Projeto Vendedor Panamá -, fechou negócios com as empresas associadas e confirma o sucesso da plataforma. “A participação no projeto costuma ser muito interessante, pois podemos, em uma única oportunidade, interagir com várias empresas”, afirma. Ortiz tomou conhecimento do Projeto após convite de Gilberto Agrello, especialista em Desenvolvimento de Mercado de UD e Embalagens Rígidas do Export Plastic.

Responsável pelo gerenciamento dos 4Ps (Preço, Promoção, Produto e Ponto de Venda) para os departamentos de Utilidades Domésticas, Recreação e Decoração, Ortiz aprova a metodologia do Programa e ficou muito bem impressionado com o mercado brasileiro. “Principalmente no que se refere à qualidade, design e feedback após a compra”, enfatiza o executivo, que tem 20 anos de experiência, sendo os últimos seis dedicados ao Cochez Novey.

O grupo panamenho é formado pela Cochez e Cia, a maior empresa local de compra e venda de materiais para construção e que atua no atacado e no varejo e possui 17 filiais espalhadas pelo país; e da Novey (Geo F. Novey Inc.), que é a cadeia de lojas no formato home center mais importante e que apresenta crescimento mais rápido no Panamá.

Fonte: Boletim Export Plastic

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Interplast 2012: Karina expõe novidades em compostos e masterbatches

08/05/2012

A líder nacional no mercado de compostos de PVC, Karina, expõe na Interplast 2012 as novidades em compostos, masterbaches e outras soluções disponíveis para o mercado. “Trabalhamos com novidades diariamente, pois uma mudança em uma formulação para um cliente já representa um novo produto”, diz Edson Penido, diretor comercial da Karina. A empresa participa da feira com a equipe comercial e técnica para atender os clientes e prospects do mercado interno e externo, interessados nas soluções desenvolvidas.

Entre as novidades para o mercado nacional destaca-se o XLPE e Karintox para o segmento de fios e cabos. Além desse mercado, os produtos Karina destinam-se aos segmentos de calçados, embalagens flexíveis e rígidas, vedantes, tubos e conexões, mangueiras, perfis para construção civil, automobilístico, sacolas, materiais descartáveis, entre outros.

Fonte: MesseBrasil

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Setor brasileiro de compósitos faturou R$ 733 milhões no primeiro trimestre

08/05/2012

O setor brasileiro de materiais compósitos faturou R$ 733 milhões no primeiro trimestre, alta de 1,6% em comparação ao último trimestre de 2011. Frente a igual período do ano passado, o crescimento foi de 2,5%. Os números são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

Em termos de volume de matérias-primas consumidas, houve um recuo de 6,9%, totalizando 55.400 toneladas, mas um aumento de 18,3% se levado em conta o primeiro trimestre de 2011. “Os moldadores de compósitos viraram o ano com estoques elevados, daí porque esse descompasso entre faturamento e consumo”, avalia Gilmar Lima, presidente da ALMACO.

A demanda de matérias-primas, aliás, também foi afetada pelo crescimento dos processos automatizados, que apresentam índices de desperdício bem menores do que os manuais. Segundo o levantamento da Maxiquim, a participação da moldagem manual no Brasil caiu de 55% em 2010 para 51% no ano passado. “É uma tendência global e irreversível, sustentada basicamente por questões econômicas e ambientais”, comenta.

A pesquisa prevê ainda um salto de 5,4% na receita do setor no segundo trimestre, chegando a R$ 773 milhões. No ano, a expectativa é de faturamento de R$ 3.189 bilhões, alta de 11,8% – em volume, 224.000 toneladas (+7,9%). “Os principais responsáveis por esse crescimento serão os setores agrícola e de transporte”, detalha Lima.

Em 2011, a construção civil liderou o consumo brasileiro de compósitos, com 45% do total transformado, à frente de transporte (18%), corrosão (12%) e saneamento (7%). As aplicações em energia eólica – são empregados compósitos especiais, baseados em resinas epóxi – consumiram 44.700 toneladas e movimentaram R$ 625 milhões.

Resultantes da combinação entre resinas termofixas e reforços – fibras de vidro, por exemplo – os materiais compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 40 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d´água e tubos a peças de barcos e aviões.

Fonte: Almaco

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Rhodia e Dytech desenvolvem autopeça com plástico de engenharia de fonte renovável.

08/05/2012

Novidade já está sendo utilizada na confecção de tubulações para combustíveis, servo freio, embreagens e dutos de óleo para veículos leves e pesados.

Com o objetivo de ampliar a oferta de produtos sustentáveis para o setor automotivo e de transportes, a Rhodia, empresa do grupo Solvay, e a DYTECH, empresa do setor de autopeças, desenvolveram no Brasil um produto inovador a partir do plástico de engenharia Technyl® eXten — uma poliamida 6.10 derivada em parte de óleo de mamona, de fonte renovável.

O novo produto, que reduz o impacto ambiental tanto dos processos de produção quanto das aplicações finais, pode ser utilizado na confecção de tubulações para combustíveis, servo freio, embreagens e dutos de óleo para veículos leves e pesados. A novidade já foi homologada em diversos clientes finais das duas empresas, substituindo com vantagens aplicações que atualmente usam PA (poliamida) 12, de origem totalmente petroquímica.

“Em comparação com outros plásticos de engenharia de poliamida de alto desempenho, a nova aplicação de Technyl® eXten oferece aos clientes uma série de vantagens técnicas e de custo-benefício, além dos ganhos ambientais, com a redução das emissões de CO2”, afirma Marcos Curti, diretor da Rhodia Plásticos de Engenharia e Polímeros para as Américas.

Technyl® eXten é uma poliamida parcialmente de origem biológica. Medições revelaram que 62,5% do seu carbono são de origem natural. Esta fonte biológica, além de reduzir a pegada de carbono, ajuda na redução de uso de recursos não renováveis, quando em comparação com outras poliamidas de origem totalmente da cadeia petroquímica. “A aplicação do nosso material na produção de autopeças nesse segmento de alto volume de produção, como os tubos e dutos para veículos leves e pesados, ajudará na redução de milhares de toneladas de emissões de CO2 por ano”, acrescenta Curti

Os plásticos de engenharia e polímeros em poliamida da Rhodia são empregados principalmente na produção de peças para os segmentos automotivo e de transportes, eletroeletrônicos e construção e bens industriais de consumo. A empresa, uma das líderes mundiais desse setor, possui unidades produtivas e laboratórios de desenvolvimento de aplicações em quatro continentes. No Brasil, a fábrica e o laboratório estão instalados em São Bernardo Campo (SP).

Segundo Giorgio Fabbroni, vice-presidente da DYTECH do Brasil, o desenvolvimento dessa nova aplicação de plástico de engenharia de origem renovável amplia a oferta de soluções em linha com as necessidades da indústria automotiva por produtos sustentáveis. A indústria de veículos pesados no Brasil — observa — vive um momento particularmente especial, com a entrada em vigor do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve 7).

“Os caminhões têm cada vez mais demandas de carga e as montadoras precisam reduzir o peso do veículo, sem perder eficiência e adequar-se à legislação ambiental, reduzindo as emissões. Estamos engajados juntos com a Rhodia em oferecer aos clientes soluções tais como o Technyl® eXten que combina todos os aspectos da sustentabilidade”, afirma Fabbroni.

Sobre a Rhodia / Solvay

A Rhodia, uma empresa do grupo Solvay, é estruturada em 11 unidades globais de negócios e atua em conjunto com os maiores líderes mundiais das indústrias  automotiva, eletroeletrônica, aromas e fragrâncias, saúde, mercados de cuidados pessoais e domésticos, bens de consumo e mercados industriais. A Rhodia emprega 14 250 pessoas em todo o mundo e obteve faturamento de 6,171 bilhões de euros em 2011.  O Grupo Solvay, que tem sede em Bruxelas, emprega 29 mil pessoas em 55 países e obteve um faturamento de 12,7 bilhões de euros (pro forma) em 2011.

Sobre a Dytech – Dynamic Fluid Technologies

Com um volume de negócios de 255 milhões de euros e cerca de 3.300 empregados em 9 países,  a DYTECH projeta, desenvolve e fabrica uma ampla gama de sistemas, subsistemas e componentes para motores e plataformas de aplicação.

Fonte: Rhodia

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INCOE lança novas soluções na Tecnologia de Sistemas de Câmara Quente.

05/05/2012

A Incoe ® Corporation anunciou o lançamento nos mercados globais da tecnologia SoftGate ® de controle da velocidade do pino de entradas valvuladas em sistemas de canais quentes. A SoftGate ®, inicialmente introduzida na Europa em 2010 durante a feira K, tem tido um desempenho excelente em diversas aplicações desafiadoras. Nessas aplicações,  ela conseguiu melhorar a qualidade da peças e de sua superfície.

A tecnologia SoftGate ® de controle da velocidade do pino da válvula resolve desafios de processo relacionados à Injeção Sequencial hidráulica convencional. Características de fluxo deficientes produzem inconsistências nas peças, linhas de fluxo hesitantes ou marcas que são reduzidas com a SoftGate ®.  O acionamento gradual do pino, cronometrado com precisão para gerar uma velocidade otimizada do fluxo de material fundido para a cavidade do molde, fornece aos transformadores uma vantagem fundamental no controle de processo.

A abordagem da tecnologia SoftGate ® opera com precisão a atuação do pino da válvula hidráulica em intervalos variáveis para assegurar um preenchimento exato e repetível, peça após peça.  A tecnologia consiste de um módulo de controle na unidade hidráulica e uma unidade de calibração de velocidade. Combinados, o transformador agora pode obter melhor aparência e estrutura da peça,  com a capacidade de registrar as medidas do pino da válvula que produzem os melhores resultados de preenchimento da cavidade com o material fundido. A SoftGate ® também oferece uma operação simplificada e eficaz, além de facilidade de manutenção.

A tecnologia foi projetada para se adaptar a sistemas de entradas valvuladas da Incoe já existentes, permitindo que os transformadores possam usufruir da tecnologia Soft Gate ® sem a necessidade de comprar um sistema completamente novo.

Nova Tecnologia em Sistemas de Entrada Lateral

A Incoe também anunciou a introdução de um novo bico para entradas laterais,  o qual simplifica a integração e manutenção.  O novo “design” foi adicionado à já testada série de câmaras quentes Direct-Flo ™ Gold e fornece um controle térmico excepcional, além de uma geometria sustentável da peça em aplicações que requerem um ponto de injeção localizado na lateral. Exemplos destas aplicações incluem frascos médicos, seringas e pipetas.

Os recursos do Sistema de Entrada Lateral incluem:

  • “Design” de Inserto de Molde Dividido (split mold insert)
  • Montagem Simplificada
  • Comprimentos Variáveis dos Bicos
  • Aquecedor Integrado e com programação de perfis
  • Fiação de desligamento rápido
  • Desempenho da ponta térmica

Comprimentos do bico variando entre 80mm a 120mm podem ser especificados para a dimensão exata necessária, proporcionando uma completa flexibilidade de “design”. O projeto do aquecedor duplo assegura confiabilidade de processamento e é integrado no corpo de bico e na área do ponto de injeção. O aquecedor pode ser programado com perfis, aplicando calor onde necessário, com a localização do termopar ocorrendo precisamente perto do ponto de injeção,  para se obter um controle térmico otimizado.

Bicos de entradas laterais estão disponíveis em três configurações que permitem 1-2, 1-4 ou 1-8 localizações de entrada com pontas térmicas em torno do cabeçote circular do bico. As pontas são revestidas para fins de maior durabilidade e desempenho e podem utilizar os manifolds reologicamente balanceados Opti-Flo ® para reforçar a qualidade da peça.

Nova Ponta de Entrada Valvulada projetada para aplicações com mudança rápida de cores

Também foi lançada uma nova ponta de Entrada Valvulada especificamente projetada para um desempenho melhor e mais rápido nas mudanças de cores. A geometria da ponta foi otimizada para um melhor fluxo de material, o qual é necessário em aplicações onde há mudanças de cor. Este “design” está incluído no portfolio recentemente expandido de mais de 25 estilos de entrada agora disponíveis para os sistemas de câmara quente Direct-Flo ™ Gold.

Em numerosas aplicações (por exemplo, para interiores de Automóveis), o novo projeto da ponta tem proporcionado excelentes resultados de mudanças de cor,  em um curto período de tempo e com a qualidade da peça substancialmente melhorada.

Este novo recurso é aplicável tanto em sistemas pneumáticos como em sistemas hidráulicos, utilizando um pino de válvula cônico, sendo adequado para o uso com os sistemas de câmara quente de entradas valvuladas Unitized e Leak-Proof.

Os lançamentos da Incoe demonstram novamente o seu compromisso com melhorias contínuas e avanços em controle de processo para os clientes, fornecendo soluções que geram maior produtividade e uma qualidade da peça melhorada.

Fonte: Incoe

Ferramenta “Innovation Compass” é a rota direta para as inovações a serem apresentadas na K 2013, em Düsseldorf.

05/05/2012

Painel de especialistas é responsável por temas-chave atuais e pela matriz de busca para expositores e visitantes

A ferramenta “Innovation Compass”, uma maneira bem-sucedida de estruturar e destacar a abundância de novos produtos e processos apresentados na feira de Düsseldorf,  recebeu muitos elogios quando foi lançada na K 2010. E agora é a hora para definir os principais temas e adaptar a matriz de busca de inovações para a K 2013. Um painel de especialistas – o Círculo de Inovações da K 2013 – está, no momento, realizando o trabalho de base.

O “Innovation Compass” foi ao ar pela primeira vez cerca de seis semanas antes da K 2010,  no endereço http://www.k-online.de. Com o auxílio de uma matriz de busca, os usuários podiam identificar os expositores que apresentavam produtos e processos significativamente melhorados ou completamente reformulados,  em áreas de aplicação claramente definidas.  Isso tornou possível para os visitantes da feira planejar individualmente a sua visita ao centro de exposições e fazer uso eficiente de sua estadia. O sistema de busca fundamentou-se em artigos sobre potenciais desenvolvimentos futuros nas áreas de matérias-primas / produtos auxiliares e em máquinas / equipamentos.

O Círculo de Inovações da K 2013,  cujo objetivo é aperfeiçoar o “Innovation Compass”, é composto por representantes do Conselho de Expositores e da Messe Düsseldorf, juntamente com o Conselho Científico recém-nomeado. Os membros deste último Conselho são:

Prof Dr.-Ing. Christian Bonten, Universidade de Stuttgart

Prof.Dr. Ulrich Giese, Instituto Alemão de Tecnologia da Borracha

Prof.Dr.-Ing. Christian Hopmann, RWTH Aachen University

Prof Dipl.-Ing. Dr. Reinhold W. Lang, Johannes Keppler Universidade de Linz

Prof.Dr. Dr. h.c. Bernhard Rieger, TU München (Universidade Técnica de Munique)

Prof Dr.-Ing. Alois Schlarb, da Universidade de Kaiserslautern

Prof.Dr. Hans-Werner Schmidt, da Universidade de Bayreuth

Prof Dr.-Ing. Johannes Wortberg, da Universidade de Duisburg-Essen

A nova matriz de busca do “Innovation Compass”  será finalizada no segundo semestre de 2012  e os principais temas serão apresentados por cada um dos cientistas responsáveis, com publicação no site da K2013  http://www.k-online.de.  Nesse endereço foram também postados os currículos dos membros do Conselho Científico. Os expositores da K 2013 terão acesso ao “Innovation Compass” no Verão do próximo ano. As empresas cujos produtos e processos façam contribuições inovadoras para os temas-chave são passíveis de inclusão e,  portanto,  terão a oportunidade de apresentar as suas novidades.  Os materiais postados pelos expositores estarão acessíveis aos visitantes da K em setembro de 2013.

Fonte: Messe Duesseldorf

Pro-color inaugura fábrica de Masterbatches em Pernambuco.

03/05/2012

A Pro-Color Masterbatches inaugurou no dia 25 de abril a sua primeira fábrica no Nordeste, no município de Joaboatão dos Guararapes, região metropolitana do Recife. Serão fabricados concentrados de cor (masterbatches) brancos e aditivos usados na fabricação de produtos plásticos.

A Pro-Color já atuava em Pernambuco, principalmente no polo fabril do agreste,  mas,  com a nova fábrica,  pretende aumentar sua participação em todos os Estados da região e incrementar seu faturamento em 40 % neste ano.

Contando com incentivos fiscais do PRODEPE, Pernambuco foi o Estado escolhido para a localização da nova planta da empresa em função da crescente demanda local por concentrados de cor a serem utilizados na fabricação de produtos plásticos. “Muitas empresas do Sul e Sudeste do País estão vindo para o Nordeste e Pernambuco tem atraído várias delas, como indústrias automotivas, alimentícias e de diversos outros segmentos, que estão em nosso foco de atuação”, explica Vanessa Falcão, Gerente Comercial. Esta é a mais nova fábrica da Pro-Color, que possui ainda unidades em Cotia, Bauru e Jaguariúna, todas em São Paulo.

Fonte: Verbo Assessoria de Comunicação / EmbalaWeb

Braskem lança novo grade de polietileno para produção de tampas.

30/04/2012

 A Braskem acaba de lançar uma nova resina desenvolvida para atender o mercado de tampas para água sem gás e sucos. Produzida com tecnologia bimodal, possibilita ao mesmo tempo excelente processabilidade e evita a transferência de odor e sabor para o produto envasado. Batizada de GE7252, foi desenvolvida pelo time de segmento de Injeção e é produzida na unidade de polietileno do Rio Grande do Sul.

“Em relação à geração anterior de produtos para essa aplicação, além da vantagem organoléptica, a nova resina tem injetabilidade 60% melhor”, complementa Marcelo Yamane, da área de Desenvolvimento de Produtos da Braskem.

Fonte: Braskem

Caxias do Sul sedia 5º Encontro Nacional de Ferramentarias.

26/04/2012

 300 representantes de empresas são aguardados para debaterem o mercado de matrizes e moldes

 A Abinfer – Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais e a Virfebras – Organização Virtual de Ferramentarias do Brasil escolheram pela segunda vez, a cidade de Caxias do Sul (RS) como sede do 5º Enafer – Encontro Nacional de Ferramentarias. O evento vai acontecer dia 18 de maio, nas dependências da Câmara de Indústria Comércio e Serviços (CIC) e a expectativa dos organizadores é receber 300 representantes de empresas para debaterem o contexto atual do mercado de matrizes e moldes, além de proporcionar o diálogo com órgãos governamentais sobre temas comuns ao setor ferramenteiro nacional.

Caxias do Sul receberá o evento na condição de ser uma das cidades mais representativas para o segmento. A programação do encontro vai incluir palestras com representantes da Abinfer, do Simplás – Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho, da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Simecs – Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul e do Senai- Serviço Nacional da Indústria.

O presidente da Abinfer, Christian Dihlmann, enfatiza que o Encontro Nacional de Ferramentarias é uma importante oportunidade para definir ações voltadas ao desenvolvimento do setor. “Não discutiremos apenas tecnologia, mas também estratégias para a manutenção e expansão de nossas empresas”, afirmou.

Gelson Oliveira, coordenador do 5º Enafer, ressalta a realização de uma mesa redonda sobre a composição de custos de produção e o impacto no setor ferramenteiro como um dos pontos altos do evento. “Esse será o momento em que debateremos todos os custos envolvidos na fabricação de um molde, abrangendo desde gestão até custos relativos aos encargos sociais sobre a folha de pagamento e a excessiva carga tributária”, enfatizou.

O evento é uma promoção da Abinfer e Virfebras, com apoio especial do Simplás – Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho, Plastech Brasil 2013 – Feira de Tecnologias para Termoplásticos e Termofixos, Moldes e Equipamentos, Simecs – Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul e Acij – Associação Empresarial de Joinville.

Inscrições e a programação completa podem ser acessadas através do link: http://www.simplas.com.br/?page=cadastro_visitantes

Fonte:Núcleo Comunicação e Marketing & Simplas

Styrolution apresenta resina SAN de alto brilho para a indústria automotiva

09/12/2011

• Grade Luran HH 120 SAN substituirá o PMMA para o exterior de veículos da Skoda

A Styrolution, joint venture estabelecida entre a BASF e a INEOS e líder global no segmento de estirênicos, anuncia que o Luran® HH 120, uma resina plástica estirênica, será agora utilizado pela indústria automobilística Skoda no exterior dos veículos. Esse material é um copolímero de estireno-acrilonitrila modificado, que combina vantagens do material tradicional com temperatura melhorada e resistência a intempéries.

A Dura Automotive Systems, uma filial alemã da fornecedora automobilística americana de mesmo nome, também é parceira no desenvolvimento do material. A empresa fabrica os pilares A-, B- e C- e recentemente começou a utilizar o Luran® HH 120 para a produção em série do pilar B- do automóvel Skoda Superb. Em comparação ao PMMA, plástico utilizado até então, a vantagem do plástico da Styrolution é a alta capacidade de desvio do calor. O alto brilho e transparência do material permitem que ele seja tingido no estilo chamado “piano black”, refletindo um tom preto cintilante.

O plástico amorfo era até então desconhecido no setor automotivo. Além da alta temperatura de deflexão de calor e resistência aos raios UV, o material também é duro e resistente a produtos químicos e arranhões. O Luran® HH 120 serve para aplicações em veículos, tais como componentes decorativos (no exterior) e quadros e espelhos de rádio (no interior).

Sobre a Styrolution

Styrolution é a empresa líder mundial no fornecimento de derivados estirênicos.  Sua produção tem foco em monômeros de estireno, poliestireno, copolímeros e ABS. Como joint venture entre a BASF e a INEOS, Styrolution combina os ativos de estirênicos de duas das maiores empresas químicas do mundo – com mais de 70 anos de experiência, competências complementares e excelentes portfólios.

Fonte: BASF

SABIC lança nova resina de copolímero de Policarbonato para aplicações em painéis para geração de Energia Solar.

08/12/2011

O novo copolímero Lexan* EXL da SABIC aumenta liberdade de projeto para próxima geração de sistemas fotovoltaicos (FV) miniaturizados

 A unidade de negócios Innovative Plastics da SABIC anunciou hoje a nova resina de copolímero de policarbonado (PC) Lexan* EXL atendendo às rápidas tendências em direção à miniaturização de conectores e caixas de derivação fotovoltaicas (FV). O excelente desempenho tanto elétrico quanto em flamabilidade do novo grade da resina Lexan EXL permite aos projetistas miniaturizem o sistema inteiro e criem peças de paredes finas, diminuindo a distância entre os condutores e integrando sistemas da caixa de junção – ajudando ainda a reduzir custos com energia solar e a aumentar a eficiência. A nova resina Lexan EXL ajuda os clientes a reforçarem sua posição competitiva ao contribuir significativamente para as vantagens de sistemas FV e ao acelerar ainda mais a mudança para energia solar.

O mercado de sistemas FV é um dos setores globais mais dinâmicos, marcado por taxas de crescimento anuais acima da ordem dos 20 porcento1 e pela significativa atenção como fonte de energia alternativa viável e crescente. “A SABIC fornece materiais especializados que permitem aos seus clientes produtores de sistemas fotovoltaicos aprimorarem o valor da energia solar como uma solução ambiental de custo mais competitivo”, disse Andrew Kodis, diretor de marketing de Solar da Innovative Plastics. “Nosso foco no mercado fotovoltaico reflete o apoio ativo da SABIC para com as tendências ambientais, tais como fontes de energia alternativa, que dependem de avanços tecnológicos para torná-los economicamente viáveis. Nosso amplo portfólio de materiais contribui para a sustentabilidade de muitas maneiras diferentes, principalmente pelas abordagens de novos projetos”.

Vários fatores estão convergindo para conduzir a miniaturização na indústria fotovoltaica, inclusive avanços na eficiência e no aumento do uso doméstico de painéis solares, que estão exigindo projetos planos, discretos e, algumas vezes, integrados. “Como líderes no desenvolvimento de policarbonato há quase 60 anos, somos capazes de alavancar o nosso profundo conhecimento e experiência no setor para promover inovações em energia solar que ajudem nossos clientes a atingirem seus objetivos de sustentabilidade”, disse Kodis.

Líder na indústria elétrica e no desempenho de retardantes de chamas

O novo grade de resina Lexan EXL 9330S supera os materiais tradicionais em seu desempenho elétrico, como demonstrado pelo índice de rastreio comparativo (comparative tracking index – CTI) com a classificação PLC-2 nas normas da underwriter´s laboratory (UL). A conformidade para com essa norma rigorosa significa que o copolímero EXL 9330S da família Lexan apresenta elevada resistência à formação arcos voltaicos mesmo na presença de umidade e de sais e, portanto, pode ser usado em peças que são colocadas mais próximas umas das outras(4 mm x 12 mm na classe 3). O material que também é retardante a chama está em conformidade com a norma UL94 V0 em 0,8 mm, o que permite o projeto de peças com paredes muito finas.

Além disso, o copolímero de PC Lexan EXL 9330S fornece excepcional resistência a impacto em baixa e alta temperatura (de -40 ºC a 70 ºC), resistência à corrosão promovendo bom desempenho por períodos mais longos e resistência às intempéries em uma série de fatores ambientais ao ar livre.

Possibilidade de redução de custos do sistema

Com suas vantagens de processamento, fluxo fácil, custo competitivo decorrente dos projetos de paredes mais finas e alto rendimento, além de fácil liberação do molde, o copolímero de PC Lexan EXL 9330S pode reduzir o tempo total do ciclo de moldagem por injeção em até 40 por cento.

Adesivos e selantes são utilizados na indústria FV para anexar caixas de derivação e conectores ao painel solar. Selantes e adesivos à base de álcool normalmente são compatíveis com os materiais Lexan EXL e são recomendados para uso com estas substâncias 2.

Expansão do portfólio SABIC de materiais para sistemas FV

Este novo grade é parte do portfólio de alto desempenho da SABIC de materiais versáteis para a indústria FV. Eles incluem a resina Noryl* , que fornece baixa densidade, estabilidade dimensional em uma ampla gama de temperaturas (-40 ºC a 140 ºC), baixa distorção, excelente durabilidade, desempenho em ambiente quente e úmido com excepcional estabilidade de até 2.000 horas e desempenho elétrico e térmico excelentes. Essas propriedades a tornam adequada para uso em caixas de junção de painéis fotovoltaicos (PV). A resina Noryl também atende à necessidade da indústria de ter um material de longa duração e resistente ao ar livre. Testes internos mostram que as resinas Noryl reforçadas e não reforçadas com fibras de vidro podem suportar até 12 mil horas de exposição aos raios ultravioleta. Além disso, os materiais Lexan EXL 9330 e EXL 9330P fornecem resistência a impacto em baixa temperatura e outras vantagens semelhantes a do copolímero Lexan 9330S.

Enquanto os materiais Lexan EXL 9330 e EXL 9330P são usados em projetos que exigem materiais classificados como CTI PLC-3, o recém-introduzido copolímero EXL 9330S poderá ser usado em projetos que exijam propriedades de CTI PLC-2.

As resinas Ultem* e os compostos especiais LNP* estão sendo usados também em peças de caixas de derivação e conectores especiais. As temperaturas nestas aplicações podem ir até 180 ºC ou mais e as exigências de estabilidade dimensional são ainda mais rigorosas. Os grades comerciais das resinas Ultem e dos compostos LNP têm sido implementados com sucesso em aplicações FV com os principais investidores desta indústria.

A SABIC Innovative Plastics oferece aos seus clientes de sistemas FV uma combinação de tecnologia de resina de alto desempenho, projeto de aplicação e suporte ao desenvolvimento. Temos um histórico de sucesso na transformação de metal para plástico e trabalhamos em estreita colaboração com nossos clientes na validação do uso de nossos materiais com testes práticos extensivos. Trabalhamos também em estreita colaboração com órgãos reguladores para ajudar a garantir que o uso econômico de nossa tecnologia de resina atenderá às exigências de desempenho dos sistemas fotovoltaicos.

Fonte: SABIC-IP

Anúncios da Plastivida, INP e Abief informam suspensão da proibição de sacolinhas plásticas em São Paulo.

08/12/2011

A decisão do Tribunal de Justiça de manter suspensa a lei que proibia a distribuição de sacolinhas plásticas no varejo paulistano a partir de 1º de janeiro foi comunicada em dois Informes Publicitários, veiculados no dia 5 de dezembro, nos jornais Metro e O Estado de São Paulo.

Os Informes reforçam a necessidade do consumo responsável das sacolinhas e ressaltam suas vantagens, colocados de acordo com o perfil dos seus leitores.

Participam da iniciativa os parceiros no Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas,Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief).

Texto do comunicado é reproduzido a seguir:

VOCÊ JÁ TINHA 10 MOTIVOS PARA SER CONTRA A PROIBIÇÃO DAS SACOLINHAS PLÁSTICAS.

AGORA O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO DECIDIU DAR MAIS UM.

O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a suspensão da lei que proíbe o uso das sacolinhas plásticas nos supermercados e no comércio varejista de São Paulo. Esse, agora, é o 1º motivo para você perceber o erro que é esta proibição e, assim como a Justiça de São Paulo e milhões de pessoas, também ser contra ela. Conheça aqui os outros 10:

2. As sacolinhas não são descartáveis, são reutilizáveis. Quase todo mundo as reutiliza para colocar lixo. Sem elas você vai ser obrigado a comprar novos sacos para esse fim. Um sacrifício sem vantagem ambiental. A única diferença é que você vai ter que pagar por esses sacos e por outros tipos de sacola. Prepare o bolso.

3. Pesquisa Datafolha mostra que 88% das pessoas reutilizam as sacolas para armazenar lixo, transportar objetos e recolher sujeira de animais. Por isso ela é a embalagem preferida de 84% da população.

4. Cidades como Jundiaí, que já proibiram as sacolinhas, registraram aumento considerável de vendas de sacos de lixo. Com um novo gasto mensal, é o consumidor que sai no prejuízo.

5. Os órgãos de vigilância sanitária recomendam o uso de recipientes plásticos para descarte do lixo. Com a proibição das sacolinhas, populações menos favorecidas não terão como descartar o lixo da forma correta.

6. Um estudo internacional* comprova que o processo de fabricação das sacolinhas plásticas causa menos impacto ambiental do que o das sacolas de pano, papel e papelão. Não é papo, é fato, é científico.

7. Ao longo de sua vida útil, uma sacolinha plástica comum emite menos gás carbônico e metano no meio ambiente (gases causadores do efeito estufa) do que qualquer uma das sacolas alternativas oferecidas hoje*.

8. A proibição das sacolinhas poderá acarretar o fim de 30.000 empregos diretos no país e 6.000 empregos diretos em São Paulo.

9. Para evitar o acúmulo de fungos e bactérias e a possível contaminação dos alimentos, as sacolas retornáveis precisam ser higienizadas com alta frequência, o que aumenta o consumo de água e outros produtos. É preciso ter cuidado também com as caixas de papelão usadas, pois muitas vezes elas não têm as condições higiênicas adequadas para transportar as compras.

10. Sacolinhas plásticas são recicláveis: se usadas e descartadas corretamente, podem se transformar em diversos outros produtos plásticos.

11. O problema não é a sacolinha, e sim o desperdício e o descarte inadequado, esses sim são os vilões do meio ambiente. A solução, portanto, não é proibir, mas educar a população a usar, de forma responsável, as sacolinhas plásticas e todas as outras embalagens.

Quer saber mais? Acesse http://www.plastivida.org.br e informe-se. Você vai ver que proibir as sacolinhas vai custar caro, não vai ajudar o meio ambiente e é você quem vai ter que pagar essa conta.

*  Segundo o Environment Agency http://www.environment-agency.gov.uk

Fonte: INP – Instituto Nacional do Plástico

SUNDOWN® chega ao mercado em embalagens produzidas com plástico verde.

07/12/2011

 Os novos frascos que usam matéria-prima renovável em sua composição já estão disponíveis em farmácias e mercados

A Johnson & Johnson é a primeira marca de higiene e beleza a fechar um acordo para produzir embalagens de Resina Verde. A marca SUNDOWN® acaba de fechar parceria com a Braskem, líder em resinas termoplásticas na América Latina. A empresa é detentora da tecnologia de fabricação da Resina Verde, o polietileno sustentável obtido através da cana de açúcar. Com essa parceria, a SUNDOWN® será a primeira marca de cosméticos no país a iniciar o desenvolvimento de embalagens do chamado PE verde.

 Considerado um divisor de águas no mercado de polímeros, pois é elaborado com matérias-primas 100% renováveis, o material tem o mesmo aspecto e propriedades dos plásticos tradicionais no produto final, com a diferença de que é capaz de capturar CO2 da atmosfera, ou seja, uma tonelada de resina verde capta 2,5 t de CO2, o que ocorre durante a fase de cultura da cana de açúcar, pelo processo de fotossíntese. O plástico convencional emite 2,1 toneladas de CO2 em seu processo produtivo.

 Para a Johnson & Johnson, esta é uma grande iniciativa que pode dar origem a outras tantas. “A empresa possui diversas outras atividades ligadas à responsabilidade ambiental como tratamento de efluentes, controle de resíduos sólidos, etc. No que diz respeito a embalagens, possuímos diversos projetos de utilização de material reciclado pré e pós-consumo, mas realmente a utilização da Resina Verde é uma ação inédita da companhia em todo o mundo”, diz Marcelo Scatolini, gerente do grupo de Suncare da Johnson & Johnson.

 Scatolini explica que o pioneirismo faz parte de toda a trajetória de SUNDOWN®, por isso a companhia valoriza o fato de inaugurar no setor de cosméticos este tipo de parceria relacionada à Resina Verde. Além dos 60% de plástico verde em sua composição, 40% são de material reciclado, ajudando a evitar o descarte desnecessário de resíduos sólidos. Para saber se o produto da linha SUNDOWN® é produzido com este material, o consumidor deve procurar pelo símbolo “I’m Green”, visível na frente e no verso da embalagem.

 “SUNDOWN® é uma marca que desenvolve produtos para os consumidores curtirem o sol na medida certa. O sol está ligado à alegria, à diversão, a atividades ao ar livre, à natureza, por isso cuidar da sustentabilidade preocupando-se com uma embalagem que reduz as agressões ao meio ambiente tem tudo a ver com a marca”, completa Scatolini.

 As primeiras embalagens com o novo material chegam para o verão 2011/2012. Inicialmente, a Linha Regular de Protetores e Bloqueadores e a Linha de Bronzeadores SUNDOWN® Gold serão as primeiras a serem produzidas com a embalagem de matéria-prima renovável, mas todo o portfólio deve passar a ser feito com a Resina Verde. “A Johnson & Johnson terá exclusividade no mercado de proteção solar no Brasil, e segue avaliando o uso do polietileno verde em outras linhas de produto e em outras regiões do mundo. Durante o verão 2011/12, SUNDOWN® vai deixar de consumir cerca de 100 toneladas de resina oriunda do petróleo, de fonte não renovável, e de emitir na atmosfera o equivalente a 630 toneladas de CO2. SUNDOWN® é a única marca do segmento de proteção solar no país a contar com essa tecnologia.

 Além do produto, agora a embalagem também terá essa relação, já que este material só existe porque o sol dá a energia necessária para o desenvolvimento da cana de açúcar”, afirma Rui Chammas, diretor do negócio polietileno da Braskem. O Eteno Verde é produzido a partir da desidratação do etanol da cana de açúcar (o mesmo que hoje é utilizado como combustível nos carros flex) e depois polimerizado em polietileno verde, em unidades industriais que serão dedicadas exclusivamente ao produto. Este plástico pode ser utilizado em todas as aplicações nas quais hoje se utiliza a versão petroquímica, sem qualquer adaptação em máquinas ou processos produtivos.

 SUNDOWN® vendeu mais de 100 milhões de protetores solares no Brasil desde que inaugurou esta categoria no País, em 1984. Agora vai proporcionar, além de proteção imediata dentro e fora da água, a fotoestabilidade (proteção prolongada) e proteção balanceada UVA/UVB.

 A proposta é combater as queimaduras solares e o envelhecimento da pele, usando uma embalagem sustentável que balanceia o carbono e utiliza matéria-prima 100% renovável.

 A parceria entre a Johnson & Johnson, fabricante de SUNDOWN®, e a BRASKEM é o resultado da combinação das companhias no compromisso com a sustentabilidade. A marca SUNDOWN®  assinou a parceria com a BRASKEM em 2008 e, desde então, vem trabalhando no desenvolvimento da nova embalagem com plástico verde. O plástico verde é produzido na fábrica da petroquímica em Triunfo, no Rio Grande do Sul com capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano.

 Fonte: Braskem / Johnson & Johnson


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