Archive for the ‘Indústria Alimentícia’ Category

Terphane participa de projeto da Braskem para o desenvolvimento de embalagens com resinas recicladas pós-consumo

06/06/2022

O projeto conta ainda com a participação dos convertedores Antilhas e Gualapack

A Terphane é uma das empresas parceiras da Braskem num projeto que prevê o desenvolvimento de stand-up pouches (SUP), para uso não alimentício, a partir dos filmes sustentáveis da linha PCR Ecophane feitos com até 30% de poliéster reciclado pós consumo. O projeto nasceu do compromisso da Braskem em ajudar os proprietários de marca a atingirem suas metas de sustentabilidade. As outras duas empresas participantes são Antilhas e Gualapack.

A produção dos SUP começa com o envio das resinas de PE PCR (polietileno com reciclado pós-consumo) da Braskem, junto com um filme de poliéster com material reciclado pós consumo da linha Ecophane, da Terphane, para a Antilhas, que é responsável pela conversão da embalagem (laminação e impressão). Após a conclusão desta etapa, a estrutura da embalagem é encaminhada para a Gualapack que formata o pouch e injeta o bico e a tampa, também produzidos com material reciclado pós-consumo.

A colaboração para desenvolver esta tecnologia, a partir de PCR, resultou na produção de um material com 43,3% de conteúdo pós-consumo (r-PE + r-PET), gerado em duas linhas de produção, além da logística reversa de embalagens da Braskem e do polietileno de alta densidade (PEAD) de aterros sanitários.

Segundo a Terphane, em 2021 foram utilizadas 1.000 toneladas de resinas PET PCR (recicladas pós consumo), grau alimentício, na produção de filmes da linha Ecophane. Ou seja, por este processo de circularidade foram consumidas mais de 45 milhões de garrafas PET de 1 litro descartadas após o consumo.

“Este projeto com a Braskem, Antilhas e Gualapack é um exemplo extremamente bem-sucedido de desenvolvimento colaborativo. Fica cada vez mais claro que a união de diversos players é a chave para o sucesso de ações de sustentabilidade. E todos saem ganhando, em especial os proprietários de marcas, que passam a oferecer alternativas mais sustentáveis para seus consumidores, e a sociedade, que se sente parte do processo de reciclagem, contribuindo com o meio ambiente. O que seria lixo é transformado em matéria-prima e retorna para o consumo, dentro de um conceito de Economia Circular”, pontua José Bosco Silveira, Presidente do Grupo Terphane.

André Gani, Diretor de Vendas & Marketing da Terphane, completa: “O desenvolvimento da linha Ecophane não vai apenas ao encontro das métricas de sustentabilidade estabelecidas pela Terphane, mas atende a uma busca dos proprietários de marcas que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis. Ela é produzida a partir do PET reciclado de garrafas e embalagens e possui ao menos 30% de PCR em sua composição. Ou seja, além de garantir um menor uso de matérias-primas virgens, contribui para a estimular a Economia Circular”.

“Essa parceria reforça nossa contribuição com a economia circular. Atuamos em diversas frentes e em conjunto com empresas altamente qualificadas, de modo a criar produtos mais sustentáveis e que atendam às demandas do mercado. A ampliação do uso de conteúdo reciclado em aplicações de alto valor como essa somente será possível com a união de todos os elos da cadeia”, afirma Américo Bartilotti, Diretor do Negócio de Embalagens e Bens de Consumo da Braskem.

Alan Baumgarten, CEO da Gualapack, destaca que as embalagens foram submetidas aos mesmos protocolos de testes e segurança que as versões feitas com resina virgem, mostrando que estão prontas para atender aos requisitos do mercado. “Após submetermos os pouches a uma bateria de testes de resistência, concluímos que a tecnologia desenvolvida tem boa selagem, o que viabiliza sua aplicação em produtos mais técnicos.”

A embalagem tem como objetivo ser um primeiro passo do retorno dos insumos reciclados à cadeia de produção, sendo possível sua comercialização em mercados não alimentícios e sem restrição quanto ao uso de resina reciclada pós consumo. “Esta é uma alternativa interessante para marcas que buscam atingir as metas de incorporação de PCR em suas embalagens e que não possuem restrição ao uso deste tipo de material, como produtos de home care’’, completa o CEO da Gualapack.

“A participação da Antilhas neste projeto é mais um passo para ajudar as marcas a alcançarem a meta de ter 100% das embalagens reformuladas, tornando-as aderentes aos desafios listados na agenda de sustentabilidade das principais empresas e alcançando o status de Aterro Zero. Assim como fizemos com o stand up pouch 100% PE, estamos seguindo o nosso DNA e o nosso compromisso com o meio ambiente e com o desenvolvimento de projetos para a sustentabilidade”, afirma Carlos Hugo, Gerente de Desenvolvimento Técnico Comercial da Antilhas.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Milliken desenvolve embalagem mais sustentável para a Ferrero Rocher

18/10/2021

O movimento global pela sustentabilidade tem engajado cada vez mais empresas da indústria de alimentos, entre elas a Ferrero Rocher, marca italiana de guloseimas e chocolates. Com as melhorias no processo de fabricação das embalagens dos produtos distribuídos na Europa, será possível reduzir os custos operacionais e as emissões de gases de efeito estufa, afirma a empresa.

O projeto das novas caixas em polipropileno – material transparente, leve e reciclável – foi criado pela Milliken & Company, parceira da Ferrero há vários anos. A empresa desenvolveu mais de 20 formulações personalizadas para atender as especificações da Ferrero, visando manter a transparência da icônica caixa de bombons da marca e garantir a qualidade do produto para milhares de consumidores.

“Na Milliken, trabalhamos para resolver os desafios técnicos que nossos clientes nos apresentam”, afirma Ruben Subira, gerente de mercado regional de aditivos para plásticos. “Este projeto com a Ferrero é um grande exemplo de como uma estreita colaboração pode ajudar a entregar soluções de valor agregado”.

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Braskem e Antilhas fornecem embalagem stand-up-pouch monomaterial para o relançamento de linha de arroz da Mãe Terra

13/10/2021

Com essa parceria, Mãe Terra é a primeira marca a utilizar o produto no mercado alimentício.

A Braskem e a Antilhas, empresa brasileira atuante no mercado de embalagens, passam a fornecer à Mãe Terra a embalagem stand up pouch (SUP) monomaterial, lançada ao mercado em 2019. O novo produto, feito 100% em polietileno, sem laminação, e que traz características sustentáveis e ciclo circulares, será utilizado pela primeira vez no setor alimentício para embalar a nova linha de arroz especial Ritto.

Como o nome sugere, as embalagens monomateriais são produzidas a partir de uma única matéria-prima, característica que garante alto índice de reciclabilidade por não possuir mistura de materiais na formulação do produto. Além disso, sua reciclagem gera uma resina reciclada pós-consumo de maior qualidade e com uma gama maior de possibilidades de aplicação.

De acordo com Américo Bartilotti, diretor do negócio de embalagens e bens de consumo da Braskem, a iniciativa é reflexo do empenho da empresa em estimular o ciclo sustentável na cadeia plástica. “Temos um compromisso público com a economia circular de carbono neutro e entre nossas premissas está o trabalho com parceiros na concepção de produtos que ampliem a eficiência da reciclagem e o retorno do produto à cadeia. Temos muito orgulho da trajetória construída em parceria com a Antilhas. Nossos times de Pesquisa & Desenvolvimento conseguiram desenvolver uma solução monomaterial que atende às necessidades do mercado e, ao mesmo tempo, aborda a questão da reciclagem”, afirma.

A produção das embalagens foi realizada com a tecnologia EB (Electron Beam), processo de impressão externa por cura com feixe de elétrons, patenteado com exclusividade pela Antilhas. Segundo a empresa, essa tecnologia garante qualidade de impressão superior, com o mesmo brilho de material laminado e possibilidade de acabamentos externos com apelo sensorial. Além disso, garante a Antilhas, a tecnologia permite benefícios adicionais no processo operacional: redução de até 50% no consumo de energia elétrica, sem perder a qualidade de cor e brilho do material final; e redução de até 95% dos compostos orgânicos voláteis, fator que reduz a emissão de gases causadores do efeito estufa.

“A inovação e compromisso com o meio ambiente são dois pilares que fazem parte do nosso DNA. A embalagem stand up pouch 100% PE, desenvolvida em parceria com a Braskem, é fruto de muita pesquisa e dedicação que resultaram no desenvolvimento da impressão em EB e em um produto sem a necessidade de laminação. O lançamento do Ritto, em conjunto com a Mãe Terra, é a confirmação que nossos esforços valeram a pena”, comenta Rodrigo Massini, gerente executivo da Antilhas.

Para Isis Bialoskorski, gerente de marketing da Mãe Terra, o projeto em parceria com a Braskem e a Antilhas é mais uma das formas com que a empresa mostra o seu comprometimento com a sustentabilidade e a sociedade. “Há 40 anos, temos um compromisso com o bem estar social e ambiental, privilegiando pequenos produtores e ingredientes nativos e orgânicos do nosso Brasil. Mas nossa missão não para por aí: também buscamos soluções de embalagens que reforcem um ciclo positivo de economia. Por isso, temos diversas iniciativas para a melhoria das nossas embalagens. O Ritto -arrozes especiais – é a mais nova delas e nos enche de orgulho por ser o primeiro produto da marca que conta com uma cadeia circular para os resíduos”, comenta a executiva.

A embalagem stand up pouch monomaterial pode ser utilizada em aplicações de diferentes setores como cosméticos, alimentício e home & personal care. Além disso, a solução também permite manter as características, qualidade e proteção do produto, afirma a Braskem.

Resíduos que viram prêmios

A Molécoola , programa de fidelidade ambiental acelerado pelo Braskem Labs em 2020, foi convidada pelas empresas para apoiar, na prática, o processo de circularidade para a solução. Por meio da iniciativa, o participante ganha pontos na troca de resíduos pós-consumo, podendo convertê-los em produtos das marcas parceiras, inclusive da própria Mãe Terra. Para engajar o consumidor na ação, a Mãe Terra impulsionará a pontuação do programa. Ao final do processo, todas as embalagens serão devolvidas à Braskem, que ficará responsável pela reciclagem e retorno do resíduo à cadeia produtiva. “A economia circular depende da ação de cada um dos elos da cadeia de produção e consumo, desde a indústria até o consumidor. E o incentivo a ações que considerem o ciclo completo dos produtos faz parte do nosso compromisso”, explica Bartilotti.

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Alliz lança embalagem termoformada para linha de frango fresco fabricada com material rico em polietileno da Dow

30/09/2021

Segundo fabricante, a solução mantém o produto fresco para consumo por até 15 dias, sendo inviolável, resistente e hermética, além de eliminar vazamentos e odores, danos e perdas do produto.

A embalagem termoformada a vácuo e rica em polietileno desenvolvida com a linha Phormanto, da Dow, para cortes de frangos frescos e refrigerados da Alliz, empresa de processamento de aves do Grupo Zanchetta, recebeu troféu prata no Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira na categoria ‘Estratégica – Soluções para varejo e e-commerce’. Em sua 21ª edição, a premiação tem como objetivo principal eleger as embalagens que se destacam no mercado brasileiro.

“A nossa proposta foi desenvolver uma embalagem otimizada e tecnicamente reciclável, à prova de vazamentos e odores, a partir de polietilenos de alto desempenho, e que permite porcionamento do produto. O resultado gera menos resíduo para o consumidor, afinal, caso seja descartado corretamente, o material pode entrar na cadeia de reciclagem existente após a higienização adequada e separação dos restos orgânicos”, explica Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Novos Mercados da Dow.

Segundo a empresa, a embalagem também é capaz de manter os alimentos frescos e prontos para consumo por até 15 dias, oferecendo confiabilidade, higiene e segurança. Como resultado, os produtores obtêm benefícios na oferta de produtos que se destacam na gôndola em embalagem sustentável que pode contribuir para a diminuição de avarias, perdas e desperdício de alimentos. Já o consumidor tem uma experiência de ‘mãos limpas’, pois não tem vazamento e cheiro no pacote, além de conseguir levar o produto embalado ao preparo em porções adequadas para sua necessidade.

Para a Alliz, a proposta possibilitou o desenvolvimento de uma solução inédita para o mercado de aves. A empresa é referência nacional na tecnologia de processamento de aves há mais de duas décadas. “Nossa missão é ser uma empresa inovadora, que oferece soluções sustentáveis e que busca excelência para oferecer produtos de qualidade, a fim de atender os mercados, clientes e consumidores finais. Essa parceria com a Dow reflete e reforça esse compromisso, avançando em tecnologias de design e fabricação de embalagens para agregar valor a toda a cadeia”, afirma Carlos Augusto Zanchetta, Diretor de Operações da Alliz.

A Dow afirma que, além do combate ao desperdício de alimentos, a nova embalagem desenvolvida com Phormanto colabora para a redução de 35% das emissões de CO2 por causa da otimização de 50% dos materiais utilizados na sua produção, quando comparada à embalagem referência de mercado. Em comparação a novas tecnologias já implementadas no mercado de proteínas, a redução de impacto é ainda maior, assegura a empresa. Outro diferencial da embalagem está na apresentação na gôndola e em sua cor diferenciada, o que melhora a visualização no PDV. Além disso, segundo a Dow, o design permite comunicação clara, objetiva, deixando em destaque as informações importantes para o consumidor.

Para a Zanchetta, os varejistas ganham com a tecnologia Phormanto ao oferecer carne de frango mais confiável, fresca e refrigerada, “pois a respirabilidade controlada foi projetada para essa proteína e, como resultado, temos um aumento de shelf life (vida de prateleira) de 25% em relação às embalagens de bandejas convencionais. Consumidores ganham, como vimos, uma experiência de compra de ‘mãos limpas’ e reduzem também o desperdício, pois o frango embalado com essa solução tem um prazo de validade maior ou também pode ser congelado, se adequando à necessidade do consumo”, enfatiza o executivo da Alliz.

Pesquisa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) revela que 98,5% dos lares brasileiros consomem algum tipo de proteína animal, sendo que carne de frango, com 94%, perde apenas para o ovo, com 96% do consumo. “Neste cenário, fica evidente a importância de se ter no mercado de embalagens uma solução inovadora para garantir maior qualidade do produto, avançando mais na questão da sustentabilidade. Isso foi possível graças a um trabalho de colaboração com toda a cadeia, reunindo a fabricante de máquinas ULMA Packaging, da Plaszom Indústria de Plásticos, empresa produtora de embalagens do ramo de flexíveis, a Alliz, do Grupo Zanchetta, e a Dow. Esse case reforça que é parte do nosso comprometimento de ‘fechar o ciclo’ da economia circular e colaborar no redesenho das aplicações de embalagens recicláveis”, finaliza Sabine Rossi.

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Terphane vence Prêmio Abre da Embalagem Brasileira na categoria Ouro

13/09/2021

  • A embalagem foi premiada na categoria Estratégica
  • ‘Soluções para Varejo e e-commerce”

Depois de ficar entre as finalistas do Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira, a embalagem da Salada La Vita foi confirmada como a vencedora Ouro na categoria estratégica ‘Soluções para Varejo e e-commerce’.

Os jurados foram unânimes em afirmar que a embalagem da Salada La Vita se destacou pelo caráter inovador para esta categoria de produto (salada pronta para consumo): uma bandeja APET (poliéster amorfo) com tampa feita com um filme de poliéster (PET) selável e de fácil abertura. Segundo a empresa, a solução vai ao encontro de uma necessidade crescente do varejo e do e-commerce de oferecer saladas para consumo on the go (em movimento), com total conveniência e funcionalidade.

A produção da embalagem foi possível graças ao filme PET da Terphane. O filme escolhido para a tampa da embalagem foi o da linha Sealphane. Entre seus atributos, destaca a fabricante, estão a selagem automática que garante eficiência e rapidez ao processo, além de evitar perdas de produto e diminuir o risco de contaminação pela manipulação. A tampa é totalmente transparente, permitindo a clara visualização do produto já que o filme possui funcionalidade anti embaçamento (antifog).

Como reforçou Nick Kramer, Diretor Industrial da empresa La Vita, “após diversos testes, o filme da Terphane se mostrou ideal para atender às necessidades de nosso produto, a salada fresca. Além de manter as propriedades dos alimentos inalteradas, o atributo do antifog permitiu melhorar a apresentação no PDV, garantindo uma exposição adequada e ganho de competitividade.”.

De acordo com a Terphane, esta embalagem também permite que a bandeja selada seja empilhada durante o manuseio e distribuição, proporcionando otimização logística e economia de espaço no transporte e na armazenagem. Ela também possibilita a apresentação do produto nas posições vertical ou horizontal na gôndola (PDV).

“Toda a solução está alinhada a um outro conceito bastante importante nos dias atuais, o da segurança alimentar. A embalagem pode conter diversos compartimentos, igualmente selados, e que possibilitam separar proteína, cereais e molho, mantendo o frescor de cada item e aumentando sua vida de prateleira (shelf life)”, explica José Ricardo Sorbile, Gerente Nacional de Vendas da Terphane. Segundo ele, a embalagem também pode ser refrigerada e o filme permite a selagem até 210ºC, sem deformação.

A embalagem da Salada La Vita se destaca ainda pela sustentabilidade: ela é mono material – bandeja e tampa de poliéster – e reciclável. Além disso, segundo a emrpesa, o filme PET utilizado tem apenas 25µm e não atinge nem 1g por embalagem de salada – um peso muito menor quando comparado ao de uma tampa rígida. Isto contribui para gerar um volume menor de resíduo.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Polipropileno quimicamente reciclado da Borealis é usado em embalagens para bebida gelada Cafè Latte da suíça Emmi

30/08/2021

A empresa suíça de laticínios Emmi está fazendo parceria com a Borealis e a Greiner Packaging para produzir copos para a bebida Caffè Latte da Emmi, usando polipropileno reciclado quimicamente.

O Caffè Latte da Emmi, uma das principais marcas de café gelado pronto para beber na Europa, começou a incorporar polipropileno reciclado quimicamente em suas embalagens. Os copos, contendo 30% de material quimicamente reciclado, são produzidos pela Greiner Packaging e o material reciclado quimicamente vem da Borealis.

A Emmi, a maior processadora de leite da Suíça, afirma estar comprometida com a proteção do clima e a economia circular. A empresa de laticínios tem a meta declarada de tornar todas as suas embalagens 100% recicláveis ​​e está comprometida com várias medidas para promover a circularidade, tais como a de usar embalagens que contenham pelo menos 30% de reciclado até 2027. Focalizando em embalagens recicláveis ​​e no uso de materiais reciclados, a Emmi está dando um primeiro passo com sua a marca Caffè Latte.

Escassez de materiais e política ambiental

A partir de setembro de 2021, a marca Emmi CaffÈ Latte, usará pelo menos 100 toneladas de plástico baseado em material reciclado a cada ano. A reciclagem química transforma quimicamente os resíduos de plástico novamente em plástico, criando materiais reciclados com um nível de pureza equivalente ao Polipropileno baseado em combustível fóssil e, portanto, adequado para proteção, segurança alimentar e outras aplicações exigentes. Desta maneira, a Emmi está utilizando matéria-prima de difícil reciclagem por vias convencionais, evitando o descarte de lixo plástico que provavelmente seria depositados em aterro ou incinerado. No futuro, dependendo da disponibilidade de material adequado, a quantidade de plástico reciclado nas embalagens Emmi Caffé Latte deverá ser aumentada.

A nova tecnologia de recuperação do polipropileno ainda está engatinhando e a Greiner Packaging e a Borealis são líderes nesse processo. Apenas quantidades limitadas de polipropileno reciclado quimicamente estão disponíveis atualmente e a Emmi é um dos poucos fabricantes de alimentos a ter garantido o fornecimento de uma parcela do polipropileno reciclado quimicamente, em função do seu compromisso inicial e colaboração de longa data com as empresas que estão à frente do desenvolvimento.

“São necessários esforços conjuntos dos fabricantes de alimentos e embalagens para reduzir o desperdício e fazer um progresso mensurável na economia circular”, diz Bendicht Zaugg, que é responsável por Embalagens Sustentáveis ​​na Emmi.

“Temos uma parceria longa e recompensadora com a Emmi e a Borealis”, disse o gerente de contas-chave da Greiner Packaging, Vincenzo Crescenza. “Esta conquista está de acordo com nosso objetivo declarado de trabalhar para alcançar uma economia circular. Nossa estratégia é desenvolver produtos inovadores, desenvolver novas parcerias de serviços e modelos de negócios, além de parcerias pioneiras em materiais. ”

“A Borealis anseia por um mundo sem resíduos de plástico”, disse Trevor Davis, Chefe de Marketing de Produtos de Consumo da Borealis. “O polipropileno reciclado quimicamente usado neste novo copo do Emmi Caffè Latte é fabricado com o portfólio Borealis Borcycle C de soluções de reciclagem química, dando outra vida aos resíduos pós-consumo à base de poliolefinas. Ele oferece benefícios abrangentes, permitindo a transição para uma indústria de poliolefinas circular, ao mesmo tempo que cria produtos plásticos de qualidade virgem. Ao permanecermos fiéis à nossa ambição EverMinds de acelerar a ação na circularidade, junto com nossos valiosos parceiros ao longo de toda a cadeia de valor, como Emmi e Greiner Packaging, estamos reinventando em direção a uma vida mais sustentável. ”

O material reciclado quimicamente usado para o copo da Emmi Caffè Latte é composto total e exclusivamente por material certificado com ISCC (International Sustainability & Carbon Certification), com base no balanço de massa. O balanço de massa é uma metodologia que permite rastrear a quantidade e as características de sustentabilidade do conteúdo circular e / ou de base biológica na cadeia de valor e em cada etapa do processo. Em última análise, isto proporciona transparência também aos consumidores, permitindo-lhes saber que o produto que estão comprando é baseado em material renovável.

A Borealis é uma das empresas líderes no mercado europeu de produtos químicos básicos, fertilizantes e plásticos. Com sede em Viena, Áustria, a Borealis emprega 6.900 funcionários e opera em mais de 120 países. Em 2020, a Borealis gerou EUR 6,8 bilhões em receitas de vendas e um lucro líquido de EUR 589 milhões. A OMV, a empresa internacional de petróleo e gás sediada na Áustria, detém 75% da Borealis, enquanto os 25% restantes são detidos por uma holding da Mubadala, sediada em Abu-Dhabi. A joint venture fornece serviços e produtos para clientes em todo o mundo por meio da Borealis e de duas outras joint ventures: Borouge (com a Abu Dhabi National Oil Company, ou ADNOC, com base nos Emirados Árabes Unidos); e Baystar (com a TotalEnergies, com sede nos EUA).

A Emmi é a maior processadora de leite da Suíça. Suas raízes remontam a 1907, quando foi fundada por 62 cooperativas de produtores de leite nos arredores de Lucerna. Na Suíça, a Emmi produz uma gama completa de produtos lácteos para suas próprias marcas e marcas próprias de clientes, incluindo Emmi Caffè Latte e Kaltbach. Além disso, existem produtos fabricados localmente dependendo do país – principalmente no segmento de especialidades. Além do leite de vaca, também é processado leite de cabra e ovelha. O Grupo Emmi possui 25 unidades de produção na Suíça. No exterior, a empresa possui subsidiárias em 14 países, incluindo unidades de produção em 8 deles. A Emmi exporta produtos da Suíça para cerca de 60 países. Além de seu mercado doméstico na Suíça, as atividades de negócios da empresa se concentram na Europa Ocidental e no continente americano. As vendas de CHF 3,7 bilhões – cerca de 10% dos quais vêm de produtos orgânicos – são divididas igualmente entre a Suíça e outros países. Dos quase 8.900 funcionários, mais de dois terços agora estão empregados em locais fora da Suíça.

Greiner Packaging é um fabricante europeu líder de embalagens plásticas nos setores alimentício e não alimentício. A empresa fornece soluções especializadas nas áreas de desenvolvimento, design, produção e decoração há mais de 60 anos. A Greiner Packaging possui duas unidades de negócios: Packaging e Assistec. Enquanto a unidade Embalagem se concentra em soluções de embalagem inovadoras, a unidade Assistec se dedica à produção de peças técnicas sob medida. A Greiner Packaging emprega uma força de trabalho de aproximadamente 4.900 em mais de 30 localidades em 19 países ao redor do mundo. Em 2020, a empresa gerou receitas de vendas anuais de EUR 692 milhões (incluindo joint ventures), o que representa aproximadamente 35 por cento das vendas totais da Greiner.

Nugali lança linha de chocolates utilizando Poliéster biodegradável

29/08/2021

  • Segundo empresa, trata-se da primeira linha de chocoloates que usam poliéster biodegradável no Brasil
  • O lançamento é com o filme PET sustentável e biodegradável da linha Ecophane, da Terphane.

A Nugali Chocolates apresentou para o mercado brasileiro seus produtos embalados com os filmes PET biodegradáveis da linha sustentável Ecophane, da Terphane. “O lançamento é único nesta categoria de produtos no país”, explica André Gani, diretor de Vendas & Marketing da Terphane.

A estrutura da embalagem laminada biodegradável é composta pela solução Ecophane, além de papel e filme selante biodegradável Greenflex desenvolvido pela Sulprint Embalagens. Como explica Gani, “nesta estrutura, o filme de poliéster Ecophane biodegradável foi metalizado para proporcionar a barreira necessária ao produto. Sua laminação com os outros materiais biodegradáveis permitiu superar o desafio de se criar uma embalagem 100% biodegradável em ambiente de aterro sanitário”.

“A aplicação deste material possibilita implementar diversos projetos; o filme PET Ecophane biodegradável combina com as duas linhas de polímeros biodegradáveis que usamos no desenvolvimento da linha Greenflex de embalagens 100% sustentáveis. Assim, conseguimos trabalhar com filmes de diferentes níveis de barreira, mantendo as características de processamento das embalagens, sem alterar os equipamentos de envase”, destaca André Santos, Gerente P&D da Sulprint.

Gani completa: “Desde o início do projeto, a Sulprint deixou claro que a Nugali Chocolates queria uma embalagem sustentável e que mantivesse a integridade e qualidade do produto, representando os atributos da marca. Esta, aliás, é uma reinvidicação fundamental em uma categoria tão competitiva como a de chocolates”.

Para Enrico Maiolino, da Nugali, “Os consumidores reagiram de forma bastante positiva à nova embalagem, com boa aceitação do conceito. Isto porque o consumidor está cada vez mais atento à importância de produtos eco friendly e tende a preferir marcas mais sustentáveis. Assim, a substituição das embalagens plásticas feitas com resinas convencionais por embalagens 100% biodegradáveis faz parte da estratégia da Nugali para se tornar uma empresa cada vez mais sustentável”.

Outro ponto positivo na adoção da embalagem biodegradável pela Nugali é que não foi preciso fazer nenhuma alteração nas linhas de envase, mantendo a mesma eficiência do processo anteriormente usado com materiais regulares. A eficiência também foi mantida nos processos de distribuição e houve um ganho importante de visibilidade e atratividade da marca no ponto de venda, afirma a empresa.

Segundo a Terphane, as embalagens produzidas com os filmes biodegradáveis de poliéster Ecophane podem ser destinadas para o aterro sanitário, junto com o lixo orgânico comum. Sua decomposição gera húmus que pode ser usado para fertilizar o solo; o gás liberado na degradação pode ser convertido em energia. A degradação não gera nenhum tipo de micro plásticos, garante a empresa. Além disso, a linha biodegradável Ecophane também pode ser reciclada.

Os filmes sustentáveis da linha Ecophane – com conteúdo reciclado e biodegradáveis – são os únicos aprovados pela Anvisa (Brasil) para contato direto com alimentos, afirma e Terphane. Nos Estados Unidos e Europa, a linha Ecophane já é comercializada com sucesso e tem aprovação da FDA (Food & Drug Administration) e da EFSA (união Europeia).

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fundada em 1977, a Sulprint Embalagens possui know how em estruturas técnicas, trazendo soluções inovadoras e sustentáveis para diversos segmentos. Com parques fabris nas cidades de Santa Cruz do Sul e Vera Cruz/RS, a Sulprint tem autonomia em todos os processos de fabricação de embalagens flexíveis.

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Salada La Vita ganha embalagem com filme selável de fácil abertura

06/08/2021

A novidade é fruto de um desenvolvimento com o filme de poliéster da Terphane, da linha Sealphane.

A pandemia acelerou algumas tendências de consumo que vinham sendo percebidas, entre elas alimentos prontos oferecidos no varejo tradicional e no e-commerce. Neste segmento, um dos itens que cresce de forma animadora é a categoria FLV (frutas, legumes e vegetais) prontos para o consumo.

​Atenta a este movimento do mercado, a Salada La Vita lançou em maio deste ano uma linha pronta para o consumo em uma embalagem igualmente inovadora: uma bandeja APET (poliéster amorfo) com tampa feita com um filme de poliéster (PET) selável e de fácil abertura . “A solução vai ao encontro dessa necessidade crescente do varejo e do e-commerce de oferecer saladas para consumo “on the go” (em movimento), com  conveniência e funcionalidade”, explica José Ricardo Sorbile, Gerente Nacional de Vendas da Terphane.

Mas a solução só foi possível graças ao filme PET da Terphane. O filme escolhido para a tampa da embalagem foi o da linha Sealphane. Entre seus atributos, a empresa destaca a selagem automática que garante eficiência e rapidez ao processo, além de evitar perdas de produto e diminuir o risco de contaminação pela manipulação. Segundo a Terphane, a tampa é totalmente transparente, permitindo a clara visualização do produto já que o filme possui tratamento antifog (anti embaçamento).

Como reforçou o porta-voz Nick Kramer, Diretor Industrial da empresa La Vita, “após diversos testes, o filme da Terphane se mostrou ideal para atender às necessidades de nosso produto – a salada fresca. Além de manter as propriedades dos alimentos inalteradas, o atributo do antifog permitiu melhorar a apresentação no PDV, garantindo uma exposição adequada e ganho de competitividade.”.

A Terphane afirma que esta embalagem também permite que a bandeja selada seja empilhada durante o manuseio e distribuição, garantindo otimização logística e economia de espaço no transporte e na armazenagem. Ela também possibilita a apresentação do produto nas posições vertical ou horizontal na gôndola (PDV).

“Toda a solução está alinhada a um outro conceito bastante importante nos dias atuais, o da segurança alimentar. A embalagem pode conter diversos compartimentos, igualmente selados, e que possibilitam separar proteína, cereais e molho, mantendo o frescor de cada item e aumentando sua vida de prateleira “, explica Sorbile. Segundo ele, a embalagem também pode ser refrigerada e o filme permite a selagem até 210ºC, sem deformação.

O lançamento da Salada La Vita também se destaca pela sustentabilidade da embalagem: ela é mono material – bandeja e tampa de poliéster – e reciclável. Além disso, a Terphane afirma que o filme PET utilizado tem apenas 25µm e não atinge nem 1g por embalagem de salada; um peso muito menor quando comparado ao de uma tampa rígida. Isto contribui para gerar um volume menor de lixo. “O conjunto destaca a marca e o produto no PDV e aumenta sua competitividade pelo caráter inovador e adequado ao novo canal do e-commerce”, conclui José Ricardo Sorbile.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Dow e Ulma Packaging introduzem embalagem termoformada rica em polietileno no mercado de frango fresco

06/08/2021

  • Em parceria com a fabricante de máquinas e serviços de embalagem ULMA Packaging, a Dow leva a primeira embalagem termoformada com alto teor de polietileno para o segmento.
  • Segundo a Dow, a embalagem é a solução mais sustentável porque tem menos embalagem por produto, menor pegada de carbono, pode ajudar a diminuir o desperdício de alimentos e é tecnicamente reciclável.
  • Fabricante do material afirma que, por sua alta resistência mecânica e selagem hermética, a embalagem é a prova de vazamento e oferece melhor experiência de compra. Permite gôndolas e manuseio limpos, além de atender às novas tendências de consumo alimentar decorrentes da pandemia, com aumento de compras online, proporcionando segurança para o serviço delivery, sem contaminação de outros produtos, além de ser uma embalagem lavável.
  • Material estende o tempo de vida útil do frango fresco por até dois finais de semana, aumentando o tempo na prateleira e oferecendo produtos frescos e seguros para consumo final, com diminuição de manutenção para os varejistas, garante a Dow.

Em parceria com a fabricante de máquinas ULMA Packaging e transformadores licenciados na América Latina, a Dow traz para o mercado de cortes de frangos frescos e refrigerados a primeira embalagem termoformada rica em polietileno desenvolvida com Phormanto, uma tecnologia inovadora que, segundo a empresa, oferece uma solução sustentável e disruptiva para o segmento. A nova embalagem é capaz de manter os alimentos frescos e prontos para consumo por até dois finais de semana, oferecendo alta confiabilidade, higiene e segurança em uma estrutura tecnicamente reciclável, garante a Dow. Como resultado, os produtores obtêm benefícios na oferta de produtos que se destacam na gôndola, em uma embalagem sustentável que contribui para a diminuição de avarias, perdas e desperdício de alimentos. Segundo a fabricante do material, o varejista tem menor manutenção de gôndolas e o consumidor recebe alimentos seguros e confiáveis, em embalagens práticas e sustentáveis com melhor experiência e manuseio limpo durante a compra.

A tecnologia Phormanto e o Mercado de Carne de Frango

Segundo a Dow, Phormanto é uma tecnologia patenteada pela empresa para embalagens termoformadas flexíveis, rica em polietileno, com estrutura reciclável, alta transparência, além de possibilitar a respirabilidade específica ou aplicação de atmosfera modificada atendendo aos requisitos do produto a ser embalado, com estrutura simplificada (sem a necessidade de poliamida).​ Criada em 2012, Phormanto é uma solução versátil, podendo atender diversos mercados e já presente em segmentos de queijos, alimentos embutidos e snacks e pela primeira vez, sendo adaptada às necessidades da avicultura.

O mercado de frango ocupa um importante espaço na economia dos países latino-americanos. Além da forte exportação, a proteína avícola está cada vez mais presente no cardápio das populações locais. Dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) apontam que a produção de frangos triplicou nos países do Mercosul e da América Central nas últimas três décadas, com Brasil, México e Argentina à frente desse mercado. A produção brasileira é a terceira no ranking global e o consumo interno representa o quarto maior mercado consumidor de frangos, em todo o mundo.

O cenário de pandemia reforçou a demanda interna, com maior procura pelo frango – proteína com preço mais acessível – no lugar da carne bovina. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (Abrapa), a produção para o mercado interno poderá crescer cerca de 6,5% em 2021, com aumento estimado em 4,4% no consumo per capita, correspondente a 47 quilos.

Com base nesse contexto, atenta às particularidades dos cortes de aves e aos rígidos requisitos técnicos para esse segmento, a Dow e a ULMA encontraram no Phormanto uma solução para os desafios dessa cadeia.

“Os consumidores estão cada vez mais exigentes e cuidadosos em suas escolhas no momento de compra. Buscam por praticidade, alimentos frescos e sustentabilidade. Isso se reflete diretamente nas embalagens que, segundo pesquisas, precisam ser mais sustentáveis, inteligentes, práticas e adaptadas para diferentes momentos, com o máximo de eficiência e proteção do produto. No mercado avícola existe uma carência na experiência de compra além das oportunidades de melhoria em toda a cadeia, que podem ser atendidas a partir da mudança de embalagem.” explica Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Novos Mercados da Dow.

Para a ULMA Packaging, a proposta da tecnologia Phormanto possibilitou o desenvolvimento de uma solução inédita para o mercado de aves. A empresa atua no mercado de termoformadoras de alto desempenho e desenvolve produtos e serviços para fornecer soluções completas a seus clientes. “Além de nossa liderança e presença global, o que nos diferencia é o nosso extenso catálogo, que incorpora tecnologias de ponta, um serviço amigável e flexível e nossa capacidade de fornecer soluções chave na mão. A parceria com a Dow reflete e reforça esse compromisso, avançando em tecnologias de design e fabricação de embalagens para agregar valor à toda a cadeia”, analisa José Segovia, Diretor da ULMA Packaging.

Segundo a Dow, a tecnologia Phormanto é uma alternativa inédita em comparação à termoformagem tradicional para esse segmento e às opções atuais de embalagem. A empresa afirma que, por suas propriedades, o material Phormanto proporciona alta resistência mecânica com respirabilidade específica para a proteína avícola, quando fornecida de forma fresca ou refrigerada.

A Dow assegura que o material Phormanto é à prova de vazamentos e pode ser projetado para embalagens de fácil abertura, com aspectos visuais diferenciados, como brilho e transparência, além de permitir a exposição vertical, facilitando a visibilidade da marca e contribuindo para otimizar o espaço em prateleiras e gôndolas. Combinadas, essas propriedades permitem a produção de embalagens seguras e confiáveis, que estendem da vida útil do alimento em até duas vezes mais, um impacto significativo na comparação com outras soluções disponíveis, garante a fabricante. Essa extensão pode reduzir o índice de desperdício no varejo em até 40%, segundo dados do estudo “Stop Waste – Save Food” (2016-2020), realizado pela Denkstatt.

Ainda segundo o mesmo estudo, vale ressaltar que o setor de alimentos é responsável por cerca de 30% das emissões de gases efeito estufa. Além do combate ao desperdício de alimentos, a nova embalagem desenvolvida com Phormanto colabora para a redução das emissões de CO2 resultantes da produção de embalagens.

“Esta nova oferta para a indústria de proteína animal está intimamente ligada à nossa meta de ‘fechar o ciclo’ da economia circular e ao nosso compromisso de trabalhar diretamente com nossos clientes, proprietários de marcas e a cadeia de valor. Queremos colaborar no redesenho das aplicações de embalagens recicláveis, proporcionando claros benefícios sociais e ambientais”, Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Novos Mercados da Dow.

A Dow oferece um portfólio de materiais plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones para uma variedade de produtos e soluções a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

A ULMA Packaging atua no desenvolvimento e fabricação de equipamentos e sistemas de embalagem, compreendendo soluções completas que abrangem desde a manipulação e carga do produto primário, até o encaixotamento e paletização final, passando pelo empacotamento, com a possibilidade de opção entre cinco diferentes tecnologias de embalagem: Filme Extensível, Flow Pack (HFFS), Termoformado, Termoselado e Vertical (VFFS). A ULMA Packaging opera em mais de 60 países com presença própria em 24, contando com mais de 1700 funcionários.

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Solução de alta barreira para embalagens flexíveis monomaterial em PE será tema de webinar promovido pela Milliken

07/11/2020

A Milliken programou para o dia 12 de novembro, às 9 horas, o webinar online e gratuito para apresentar o seu UltraBalance Natural 1002. Segundo a empresa, o material permite aumentar ou proporcionar melhorias de barreira à umidade em embalagens flexíveis de polietileno.

A Milliken afirma que, com a solução, é possível reduzir a espessura e o peso dos filmes e, em certos casos, até dispensar o uso da camada metalizada, obtendo-se flexíveis monomaterial (somente de polietileno). Tudo isso sem prejuízo do desempenho. “Os ganhos em barreira à umidade são substanciais, variando de 20% a 60%, dependendo da resina e da estrutura aplicadas nas embalagens”, afirma Márcio Biaso, Senior Account Manager da empresa.

O UltraBalance 1002 já é utilizado no mercado internacional, tendo estabelecido novos padrões de acondicionamento em diversos segmentos – entre eles os de cereais matinais, grãos, biscoitos, variados alimentos e produtos de limpeza em pó, assegura a Milliken.

As inscrições para o evento, que será realizado pela plataforma Teams, podem ser feitas por meio deste link.

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Terphane apresenta embalagem conceito para ser levada direto ao forno

20/09/2020

As chamadas ‘oven bags’ possibilitam o cozimento ou aquecimento dos alimentos de forma rápida, fácil, segura e mais sustentável.

20/09/2021 – A preocupação do consumidor em garantir conveniência e funcionalidade para as suas refeições é uma realidade sem volta. Especialmente nos grandes centros urbanos, há uma necessidade urgente de alimentos que tenham um preparo fácil e rápido e sejam nutritivos e saborosos. Atenta à esta realidade, a Terphane disponibiliza filmes PET que atendem a esta necessidade de cozimento e/ou aquecimento dos alimentos na própria embalagem, afirma a empresa.

Os chamados filmes para ‘oven bags’ têm como principal diferencial a possibilidade de serem colocados em micro-ondas ou fornos convencionais. “Outra importante vantagem é a possibilidade de se usar uma única embalagem. Ao invés do tradicional assa-fácil onde temos um ‘oven bag’ dentro de uma outra embalagem (pouch ou flowpack), podemos dispensar a embalagem externa e ter uma única embalagem monomaterial (somente poliéster)”, explica Célia Freitas, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane.

Além de permitir a redução do uso de materiais de embalagem, esta é uma solução mais sustentável que o modelo atual por utilizar apenas um material (o poliéster), que é totalmente reciclável. Esta solução já é usada na Europa e nos Estados Unidos e está disponível para o mercado brasileiro. A Terphane também desenvolveu com um parceiro local uma solução técnica que permite que essa embalagem possa ser impressa e ainda suporte as altas temperaturas de cozimento.

Segundo a empresa, a sua embalagem ‘oven bags’ também suporta baixas temperaturas de refrigeração e/ou congelamento (até -30 graus C), sendo, portanto, ideal para vários tipos de produtos derivados de animais (suínos, bovinos e aves), com ou sem tempero, e cujo cozimento acontece na própria embalagem.

A Terphane afirma que a sua proposta leva praticidade e conveniência ao consumidor brasileiro, já que os alimentos são envasados no próprio fabricante, o que contribui para aumentar a segurança alimentar e a higiene. “Estamos falando de uma embalagem hermética e “amigável” ao meio ambiente, que vai da gôndola diretamente ao forno e quando sai, o alimento está pronto para consumo. Os consumidores adoraram a novidade e toda a praticidade. Inclusive ressaltam que não há travessa suja e, no caso do frango, ele sai do forno suculento – além de reduzir o tempo do consumidor na cozinha”, explica Célia.

O cozimento eficiente deve-se ao fato do filme de poliéster ajudar a manter o calor dentro da embalagem, afirma a Terphane, evitando ainda o ressecamento do alimento. Os filmes PET da Terphane para ‘oven bags’ têm aprovação para contato com alimentos, inclusive para ir ao forno.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Volume produzido pela indústria brasileira de embalagens flexíveis ultrapassa 1 milhão de toneladas no primeiro semestre de 2020

08/09/2020

A ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) acaba de divulgar os dados de sua pesquisa setorial feita com exclusividade pela W4Chem. De acordo com o levantamento, o setor produziu 1,026 milhão de toneladas, com um consumo aparente de 1,003 milhão de ton. Neste período a importação de embalagens plásticas flexíveis ficou na casa das 31 mil toneladas e as exportações chegaram a 54 mil toneladas.

Chama a atenção na pesquisa o desempenho da indústria de alimentos como principal cliente do setor. Do total de embalagens produzidas no semestre, 38% foram absorvidas pelo setor alimentício. O segundo principal cliente são as aplicações industriais (18%), seguidas pelos descartáveis, com 13%. A indústria de bebidas e o setor de agropecuária tiveram desempenho semelhante, 9% cada, assim como higiene pessoal e limpeza doméstica, com 5% cada. Pet food começa a ganhar mais espaço e já responde por 2% do consumo de embalagens plásticas flexíveis produzidas no país.

Esta é a primeira vez que o estudo da W4Chem, feito para a ABIEF, traz a segmentação pelo tipo de estrutura utilizada nas embalagens. O resultado mostra que as estruturas multicamadas – stretch, shrink, BOPP, coextrudados, laminados e embalagens barreira – ainda são dominantes, com uma participação de 33% no total produzido. Na sequência vem monocamada com 28% (stretch, shrink e bobina); shrink com 13%; sacolas de varejo e sacos de lixo também com 13%; stretch com 10% e outros (lonas e filmes agrícolas) com 3%.

“A partir deste relatório também foi incluído no dimensionamento do mercado o volume de poliolefinas recicladas utilizadas em embalagens flexíveis. Por isso, os volumes totais dos dois primeiros trimestres de 2020 também foram revisados”, explica Rogério Mani, empresário e Presidente da ABIEF. Segundo ele, este ajuste foi necessário para refletir de forma fidedigna a realidade do mercado. “As resinas recicladas são uma realidade e já tem uma participação importante no mercado nacional.”

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Criadores de gado leiteiro na Espanha escolhem envase asséptico em PET da Sidel

23/08/2020

A empresa de laticínios espanhola Andía Lácteos de Cantabria S.L. modernizou sua fábrica em Renedo de Piélagos com a tecnologia de envase asséptico em PET para leite UHT da Sidel.

A Andía Lácteos de Cantabriaé parte do Iparlat Group, que foi criado originalmente pela união espanhola de cooperativas de criadores de gado leiteiro. A empresa envasa principalmente bebidas lácteas comercializadas sob uma marca de varejo espanhola bem conhecida. A mesma varejista deu o estímulo inicial para realizar a troca de embalagem longa vida cartonada e garrafas de PEAD para o envase de leite em PET. Em sua Sidel Aseptic Combi Predis, já em operação, são envasados leite de prazo de validade prolongado (ESL), leite UHT e milkshakes em três formatos (0,25 L, 1 L e 1,5 L), dando à empresa a oportunidade de ampliar seu leque de SKUs.

A Sidel Aseptic Combi Predis, com sua tecnologia de esterilização seca de preformas e tampas, foi integrada a uma linha de envase que a empresa já tinha para garrafas de PEAD. Segundo a Sidel, a integração proporcionou uma produção simples, eficaz quanto ao custo, bem como sustentável e flexível.

“A nova Aseptic Combi Predis de baixa velocidade está funcionando a todo vapor e oferece as melhores condições de segurança alimentar, atendendo perfeitamente a nossos rigorosíssimos requisitos de qualidade de produção”, revela Javier Villafranca, Industrial Director do Iparlat Group. A linha opera atualmente a 9.000 garrafas por hora com eficiência de 97%. Com essa nova linha de embalagem, muitos milhões de garrafas foram produzidas pela Andía Lácteos em 2019. “Conseguimos ampliar nosso portfólio com a produção de novas receitas de leite UHT que antes não podíamos produzir, como leite sem lactose, por exemplo, cuja demanda no mercado tem crescido todo dia. Com essa linha de envase asséptico em PET, poderemos fortalecer significativamente a imagem da nossa marca no mercado espanhol”, explica Javier Villafranca.

As garrafas PET para leite mostraram ser um enorme sucesso, afirma a Sidel. Com o aumento das vendas, a Andía Lácteos de Cantabria decidiu recentemente investir em outra Sidel Aseptic Combi Predis, combinada com a solução de transporte e acumulação Gebo AQFlex®,a fim de aumentar ainda mais sua capacidade produtiva.

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Terphane apresenta soluções sustentáveis em filmes PET para embalagens de café

15/07/2020

Vantagens dos filmes de poliéster para embalagens de café foram abordadas em um webinar promovido pela ABIC.

A Terphane, fornecedora de filmes PET (poliéster), participou do primeiro webinar da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café), como parte de uma série que tem como tema principal a “Reciclabilidade das embalagens de café”. Neste webinar, Célia Freitas, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane, apresentou diversas opções de filmes PET para café, com ênfase nos metalizados de alta barreira e nos filmes sustentáveis da linha Ecophane.

“Devemos lembrar que os filmes de poliéster fazem parte da história das embalagens de café. O material está presente em praticamente todas as embalagens. Se não estiver na sua estrutura, certamente está nos selos de fechamento, como no caso de alguns potes e cápsulas.” Célia justifica esta penetração no mercado pelas propriedades mecânicas e físicas que o PET oferece às embalagens de café. Entre elas, a “printabilidade“, altas barreiras a gases, aroma e umidade, e maquinabilidade, tanto no processo de conversão como no envase, afirma a executiva.

Como inovação, Célia cita as estruturas especiais com alta barreira que uma nova metalizadora instalada na planta da Terphane em Cabo de Santo Agostinho (PE) permite produzir. “Graças a toda a tecnologia aplicada em nossa linha de produção, conseguimos criar estruturas que variam de 8 a 50 micra de espessura. Especificamente para café, já atingimos uma redução de espessura (downgauging) de 12 para 10 micra.” Segundo Célia, O processo de metalização também tem a vantagem de eliminar a folha de alumínio da estrutura da embalagem, evitando o efeito de flex cracking (micro rachaduras na folha de alumínio que podem comprometer a qualidade do café) e promovendo a redução da pegada de carbono já que o alumínio dificulta a reciclagem da embalagem pós consumo.

Ainda sobre o aspecto da sustentabilidade, Célia dá ênfase à nova linha de filmes sustentáveis Ecophane, da Terphane, dividida em duas famílias de produtos: os filmes BOPET com no mínimo 30% de PCR (PET reciclado pós consumo) em sua composição e os filmes biodegradáveis. No caso dos biodegradáveis, sua decomposição ocorre em aterros sanitários, num período médio de 04 anos, sempre em condições anaeróbicas. Segundo a Terphane, toda a linha Ecophane já foi aprovada pela Anvisa para contato com alimentos, bem como por órgãos internacionais como a FDA (EUA) e a EFSA (União Europeia).

Dados do censo da Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET – http://www.abipet.org.br) mostram que o Brasil reciclou 55% das embalagens PET descartadas pós consumo em 2019, 12% a mais que no ano anterior. “A proposta da Terphane é justamente trabalhar com este material descartado e reciclado na composição da linha Ecophane PCR, oferecendo um produto ambientalmente responsável para os convertedores e brand owners e contribuindo para reduzir a ociosidade dos recicladores que hoje ainda é superior a 30%, por conta das limitações da coleta.”

Segundo Paula Tavares, consultora em sustentabilidade da ABIC, a associação vem investindo em comunicação e conscientização de seus associados e consumidores: “Quando falamos em sustentabilidade, a ABIC trabalha no tripé social, ambiental e econômico. Seja através das redes sociais, de comunicados internos ou campanhas, a entidade focaliza em ações e parcerias que estimulem a reciclagem e o consumo consciente. O café gera conversas, a ABIC conexões”.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Terphane aumenta capacidade de metalização de filmes de Poliéster no Brasil

03/07/2020

O novo equipamento vai atender à crescente demanda nacional.

Como fruto de um investimento de R$ 20 milhões, desde março está em funcionamento na planta da Terphane, em Cabo de Santo Agostinho (PE), uma nova metalizadora da Bobst, produzido no Reino Unido, que permitirá o atendimento à crescente demanda por filmes metalizados.

“O investimento da Terphane em uma nova metalizadora está alinhado à tendência global de busca por embalagens mais sustentáveis e de menor impacto ambiental. Fizemos questão de trazer o que há de melhor no mundo em tecnologia para a metalização de filmes, em um equipamento que será o primeiro do seu tipo em todas as Américas. Com isso continuaremos a promover o desenvolvimento de filmes especiais de alta barreira nestes mercados, oferecendo soluções que não só protejam os alimentos, mas também permitam uma melhor relação custo benefício às embalagens. Embalagens utilizando filmes metalizados permitem migrar das embalagens rígidas para as flexíveis, gerando significativa redução de peso, e por consequência, do uso de recursos materiais, além de permitirem menores custos de transporte e armazenamento”, esclarece José Bosco Silveira Jr., Presidente do Grupo Terphane.

E completa: “Os filmes metalizados também viabilizam a substituição da folha de alumínio que ainda é usada em algumas aplicações em embalagens flexíveis, trazendo uma melhor relação custo/benefício devido à menor espessura do filme e sua processabilidade”.

“Com a finalização do projeto de instalação da nova metalizadora, que durou quase dois anos, a Terphane consolida sua posição como fornecedor local e especializado em filmes metalizados, garantindo para os clientes maior agilidade no atendimento à demanda do mercado por filmes metalizados e reduzindo os lead times”, pontua Edson Albuquerque, Diretor de Operações da Terphane no Brasil.

A Terphane afirma que o novo equipamento também garantirá à empresa maior qualidade de deposição e, consequentemente, redução de possíveis defeitos durante a metalização. A inspeção dos filmes é feita em linha e o equipamento consegue detectar pequenas falhas na metalização, imperceptíveis a olho nu, garante a empresa. “Assim, o tempo de resposta do time de produção para corrigir possíveis problemas é reduzido. Este é o segundo equipamento da Terphane com esta funcionalidade”, explica Albuquerque.

Segundo a empresa, a nova metalizadora possibilitará aumentar o portfólio de filmes metalizados com altíssima barreira e transparência. Desta forma, a empresa poderá atender à demanda do mercado de substituição da folha de alumínio nas embalagens flexíveis, resultando em uma embalagem mais sustentável. Testes com a nova tecnologia aplicada aos filmes-base da Terphane também mostraram que o novo equipamento possibilita o lançamento de novas linhas de produtos. Isto ajudará os convertedores a ampliarem sua capacidade de laminação de estruturas flexíveis em processos mais complexos e em aplicações mais críticas, assegura a Terphane.

Para Eduardo Petroni, CEO da Bobst America do Sul, “A Terphane é conhecida como líder em filmes especiais de poliéster (PET) na América Latina e no mundo. E a Bobst veio como o parceiro ideal para levar o mercado ao próximo patamar de filmes-barreira e metalizados de alta qualidade”.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

A Bobst é um dos principais fornecedores mundiais de equipamentos e serviços de conversão, impressão e processamento de substratos para as indústrias de etiquetas, embalagens flexíveis, cartão e papelão ondulado. Fundada em 1890 na Suíça, a Bobst está presente em mais de 50 países, administra 15 instalações de produção em 8 países e emprega mais de 5.500 pessoas em todo o mundo. A empresa registrou um faturamento consolidado de 1,636 bilhão de francos suíços no ano encerrado em 31 de dezembro de 2019.

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Dow renova portfólio de soluções adesivas para laminação em embalagens flexíveis

26/06/2020

Novo portfólio foi desenvolvido para atender às necessidades do mercado latino-americano

Buscando oferecer soluções inovadoras para o segmento de embalagens flexíveis, a Dow apresenta ao mercado latino-americano a renovação de seu portfólio de soluções adesivas para laminação.

Após diversos estudos liderados pela equipe de P&D global e suportada pelo Pack Studios, novo centro de inovação tecnológica da Dow na América Latina, a empresa está disponibilizando variadas opções de adesivos para o processo de laminação. Em outras palavras, a empresa promove a junção de diferentes substratos que compõe uma embalagem. As novas linhas de adesivos sem solvente são:

Nova linha de adesivos solventless Pacacel

Os novos adesivos sem solventes Pacacel são opções para aplicações em embalagens que vão do uso geral ao alto requerimento de desempenho, como o envase de produtos químicos agressivos e estruturas que são submetidas a processos térmicos, como esterilização, pasteurização e cozimento. A Dow afirma que, devido à ampla gama de aplicações, essa nova linha de adesivos permite que os transformadores capturem novas oportunidades de negócio, além de possibilitar a otimização em custos, criando valor para a cadeia de produção.

Segundo a Dow, esta linha permite que as laminadoras operem em alta velocidade e propiciem às estruturas um tempo de corte abaixo de 4 horas, sem interferir na aparência final das embalagens. Além disso, garante a empresa, o Pacacel confere resistência química e térmica às embalagens laminadas, além de compatibilidade com tintas (inclusive para impressão digital). A Dow assegura que, graças ao cumprimento com todas as regulamentações globais, as embalagens laminadas com adesivos Pacacel não apresentam riscos aos alimentos.

Sistema de adesivos solventless Mor-Free

A Dow enfatiza as características de processabilidade da tradicional linha Mor-Free. Segundo a empresa, a linha contempla sistemas de adesivos bicomponentes sem solvente e é projetada para operar a uma alta velocidade de máquina, sem geração de névoa e proporcionando uma cura acelerada das estruturas laminadas. De acordo com a empresa, os produtos possuem uma excepcional força de adesão à estruturas contendo metalização, quando comparados aos sistemas convencionais. Além de proporcionar um tempo de aplicação da mistura (pot life) mais extenso, tais atributos garantem a maximização na eficiência de processo e uma consequente redução nos custos de conversão, garante o fabricante. Adicionalmente, assegura a Dow, a linha Mor-Free é de segura aplicação alimentícia (foto) graças ao cumprimento de regulamentações internacionais, como FDA, ANVISA (Mercosul) e europeia.

Essa linha de adesivos é indicada para laminação de uma ampla variedade de filmes impressos e não impressos como PE, PP, BOPP, PA, além de alumínio e filmes metalizados. As principais aplicações de embalagens para o uso desse adesivo são: alimentos, casa, higiene & cuidados pessoais e rações para animais.

“Os adesivos de laminação são de extrema importância na composição estrutural de uma embalagem, cada qual buscando atender a requisitos específicos, como diferentes níveis de barreira, resistência e shelf life. De igual maneira, nosso portfólio garante a maximização da eficiência nos processos de laminação. Por isso, trabalhamos a inovação de forma colaborativa com a cadeia de valor, a fim de atender as necessidades do mercado local e, ao mesmo tempo, cumprir com as regulamentações a nível global”, comenta Lucas Sasahara, Gerente de Marketing para o setor de Adesivos da Dow na América Latina

Os sistemas Mor-Free e Pacacel já estão em fase comercial e atualmente são produzidos em unidades fabris da América Latina. Ambos sistemas fazem parte de um portfólio mais amplo de Adesivos de Laminação da Dow que incluem também:

Sistema de adesivos base solvente Adcote

A Dow afirma que os adesivos de laminação base solvente oferecem desempenho e garantem eficiência de processo. Segundo a empresa, além de permitir uma alta velocidade de máquina e conferir resistência química e térmica às embalagens laminadas, os sistemas Adcote foram desenvolvidos com uma tecnologia que possibilitam um alto teor de sólidos de aplicação, implicando em um menor consumo de solvente e, consequentemente, reduzindo o impacto ambiental do ponto de vista de produção. Apropriados para todos os tipos de embalagens e seus requerimentos, as soluções adesivas base solvente da Dow também cumprem com requerimentos regulatórios globais de contato com alimentos.

Sistema de adesivos base água Robond

Produzida com tecnologia de base aquosa, esta linha elimina a necessidade do uso de solventes orgânicos no processo de laminação, satisfazendo aos mais exigentes requisitos de segurança alimentícia das embalagens, assegura a Dow. Além disso, permite um ambiente de trabalho mais seguro aos colaboradores. Segundo o fabricante, os adesivos da série Robond possuem um excelente nível de adesão, o que permite passar ao processo de corte das bobinas imediatamente após o processo de laminação, reduzindo, consequentemente, o ciclo da cadeia produtiva.

O portfólio de negócios de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma gama de produtos e soluções científicas para clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, tais como embalagens, infraestrutura e atendimento ao consumidor. A Dow opera 109 plantas em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. A Dow presentou resultados de vendas de aproximadamente US$ 43 bilhões em 2019.

Foto: Dow

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Nova linha de PET asséptica e design de garrafa para leite UHT da Sidel impulsiona os negócios da Fattoria Latte Sano na Itália

04/06/2020

Pela primeira vez, a produtora de leite italiana local Fattoria Latte Sano trocou sua produção de leite UHT de embalagens longa vida para as de PET assépticas com uma nova linha de embalagem, que conta com a Sidel Aseptic Combi Predis. Combinada com um novo design de garrafa, essa mudança abre caminho para um crescimento sustentável do negócio com flexibilidade para uma necessidade de produção futura de laticínios sem refrigeração de sua própria marca e de redes varejistas.

Com amor pelo campo e pela criação de gado, a Fattoria Latte Sano tem servido lares na província de Lazio há mais de 70 anos. Localizada a poucos quilômetros de Roma, a empresa se tornou importante e bem conhecida para consumidores e varejistas na região. A Fattoria Latte Sano produz leite, que é coletado em fazendas selecionadas. A empresa comercializa produtos com sua própria marca e também opera como co-packer de laticínios para marcas de varejistas e outras indústrias.

Capacidade de produção de leite incrementada com solução de envase asséptico em PET

Embora o mercado italiano de leite ainda seja dominado pelas embalagens longa vida cartonadas ou de polietileno de alta densidade (PEAD), o envase de leite em PET está se tornando cada vez mais comum no país, oferecendo maior valor agregado na percepção do consumidor.

A Fattoria Latte Sano trocou sua produção de leite de prazo de validade prolongado (ESL) e leite UHT para o material de embalagem PET, que é 100% reciclável. “Uma combinação da demanda do mercado com nossa disposição de buscar uma prática de negócios sustentável serviu de incentivo para que escolhêssemos a solução de embalagem PET asséptica da Sidel com seu sistema integrado de sopro, enchimento e fechamento baseado na tecnologia de esterilização seca de preformas”, comenta Marco Lorenzoni, Presidente da Fattoria Latte Sano.

O fato de vários nomes importantes na indústria mundial de laticínios já ter depositado sua confiança na Sidel contribuiu para a decisão da Fattoria Latte Sano de trabalhar com a empresa. Outro elemento-chave foi a aprovação da Aseptic Combi Predis pela Food & Drug Administration (FDA) em 2017, validada para fabricação e distribuição comercial de bebidas de baixa acidez nos Estados Unidos. Segundo a Sidel, isso fez dela a primeira solução de envase asséptico com a tecnologia de esterilização seca de preformas do mundo. Para a empresa italiana, esse foi um importante reconhecimento do nível de segurança alimentar, reforçando sua confiança ao investir em sua primeira solução asséptica em PET.

A equipe de engenheiros da Sidel colaborou de perto com a equipe da Fattoria Latte Sano para projetar o layout de linha mais otimizado, que ocupa relativamente pouco espaço, bem como para instalar a linha e validá-la. Também deu o suporte para a equipe do cliente aprimorar suas rotinas operacionais e fornecer orientação quanto a boas práticas de fabricação. “Desde o start-up bem-sucedido em janeiro de 2019, a linha de PET asséptica completa mantém os mais altos padrões de segurança alimentar, simplicidade de produção e flexibilidade, bem como os aspectos ergonômicos que buscávamos”, explica Marco Lorenzoni.

Além disso, afirma a Sidel, a linha proporciona liberdade quanto ao cronograma de produção e gama de produtos. Ela pode processar múltiplas SKUs com quatro tipos de leite — integral, semidesnatado, desnatado e orgânico — produzidos assepticamente em garrafas de 1 L e 500 mL com tipos diferentes de rótulos conforme cada marca. A linha também proporciona ganhos ambientais com uma redução significativa no consumo de água e de produtos químicos, garante a Sidel.

Novo design de garrafa PET com contornos de vaca: visual moderno e original

O envase de bebidas lácteas em garrafas PET tem trazido benefícios tanto para produtores quanto para consumidores: desde atender a altos padrões alimentares até proporcionar experiências de consumo diferenciadas. O PET é a solução de embalagem mais sustentável e eficaz quanto ao custo que permite aos fabricantes diferenciar os laticínios nas prateleiras dos supermercados das tradicionais caixas cartonadas ou garrafas de PEAD. A liberdade praticamente ilimitada de design de embalagem que ele proporciona foi muito importante para Fattoria Latte Sano realmente diferenciar a marca da concorrência.

Durante a implementação da linha de embalagem, a Sidel também ajudou a criar o design das novas garrafas PET. Fabricada com material monocamada — para facilitar a reciclagem — e com característicos contornos de vaca na parte superior da garrafa, o novo design confere um visual moderno e original. Segundo a Sidel, a garrafa de 1 L pesa apenas 26 g, pois não há restrições térmicas ligadas ao processo tradicional de enxágue de garrafas, contribuindo para uma economia significativa de PET. Também garante opções de fácil abertura e fechamento, bem como a qualidade e integridade do leite, graças à perfeita vedação entre o gargalo e a tampa sem folha de alumínio, acrescenta o fabricante.

Conforme observado por Luigi Camorali, Account Manager for Sales Southern Europe da Sidel, o processo de criação para a embalagem UHT para a Fattoria Latte Sano foi um marco importante no inteiro projeto de implementação: “Nosso suporte desempenhou um grande papel ao selecionar e qualificar a solução de barreira PET mais adequada para a nova embalagem, e também em recomendar a nosso cliente a solução mais eficaz quanto ao custo para a rotulagem: sugerimos manter o mesmo diâmetro e painel de rotulagem em todas garrafas para minimizar custos adicionais ao trocar os rótulos”, revela Luigi. Os rótulos são aplicados com uma rotuladora Sidel RollQUATTRO Evo, proporcionando a flexibilidade necessária a fim de atender aos requisitos da empresa de laticínios quanto à troca de produtos, aplicação precisa de rótulos e manuseio de frascos leves.

Ao tirar partido da expertise da Sidel em design de embalagens, a Fattoria Latte Sano também buscou ampliar as oportunidades comerciais no segmento de marcas próprias de redes varejistas. “Para ajudar nesse objetivo, o logotipo da empresa foi colocado só no rótulo, em vez de gravado em relevo na garrafa, para que os mesmos frascos em diferentes formatos pudessem ser usados para o envase de bebidas lácteas comercializadas não só sob sua própria marca, mas também outras”, conclui Luigi.

Com uma capacidade de produção de 12.000 garrafas por hora, a linha opera atualmente oito horas por dia, cinco dias por semana com eficiência média superior a 90% para cada formato de garrafa, assegura a empresa. E com seus atributos, a linha oferece à Fattoria Latte Sano uma oportunidade para incrementar a capacidade de produção e ampliar sua participação no mercado de leite UHT.

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Tanques de PRFV são alternativa ao aço na armazenagem de produtos alimentícios líquidos

28/04/2020

Reservatórios de plástico reforçado com fibras de vidro dispõem de Laudo de Inocuidade para o contato com alimentos

No Brasil, o setor de alimentos e bebidas costumava optar exclusivamente por tanques de aço – ligas 304 ou 316 – para armazenar água potável e produtos acabados, como sucos, chás, polpas e molhos. Esse cenário vem gradativamente mudando com a ascensão dos reservatórios de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro).

“Os tanques de PRFV ganham espaço no mercado de alimentos e bebidas graças ao peso menor do que o aço, o que implica em redução no custo com as fundações e à elevada resistência à corrosão”, afirma Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas, líder brasileira em reservatórios e equipamentos especiais de PRFV.

Desde que começou a atender empresas que produzem produtos gêneros alimentícios, a Tecniplas forneceu cerca de cem tanques. “Alguns deles, por exemplo, foram adquiridos pela Asteca Hinomoto, de Presidente Prudente (SP), para a armazenagem de extrato de shoyu. Seguem operando regularmente até hoje”.

Para estar apto a ter contato com itens de consumo humano, os tanques de PRFV da Tecniplas são produzidos com resinas que possuem o Laudo de Inocuidade, conforme exigido na Portaria de Consolidação nº 5, de 28/09/2017, do Ministério da Saúde – Anexo XX (antiga Portaria 2914/2011).

“Em paralelo, temos investido na realização de ensaios ainda mais específicos para atender a esse segmento, entre eles, o teste de rugosidade de superfície. Dessa forma, podemos cumprir todas as condições sanitárias mais exigentes quando o assunto é o armazenamento de produtos acabados”, completa o diretor da Tecniplas.

Fundada em 1976, a Tecniplas é a maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

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Filmes de PET com resina pós-consumo da Terphane tem aprovação da Anvisa para contato direto com alimentos

21/04/2020

A Terphane, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina, confirmou que os novos filmes da linha Ecophane são os únicos de poliéster com PCR (PET reciclado pós-consumo) aprovados pela Anvisa, inclusive para contato direto com alimentos. Nos Estados Unidos e Europa, a linha Ecophane já é comercializada com sucesso e foi aprovada pela FDA e EFSA (União Europeia).

Lançados em 2019, estes filmes estão alinhados a uma demanda crescente do mercado global por filmes que garantam a produção de embalagens recicláveis e com conteúdo reciclado.

“A linha Ecophane é o resultado de extensivas pesquisas e muita tecnologia de ponta aplicada ao seu desenvolvimento. Conseguimos criar um filme PET com no mínimo 30% de PCR em sua composição”, explica Marcos Vieira, Diretor de P&D Global da Terphane. Esta expertise tecnológica resultou em mais de 10 tipos de filmes da linha Ecophane, disponíveis para as mais diversas aplicações.

Além de permitirem um menor uso de matérias-primas virgens, os novos filmes da linha Ecophane, da Terphane, estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de embalagens ou outros itens é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

“O desenvolvimento da linha Ecophane não vai ao encontro apenas das métricas de sustentabilidade estabelecidas pela Terphane, mas atende a uma busca dos brand owners que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis”, completa André Gani, Diretor de Vendas & Marketing da Terphane. A Terphane estabeleceu como prioridades em sua jornada de sustentabilidade, ações ambientalmente, socialmente e economicamente positivas em suas plantas, produtos e na comunidade.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Primeiro lote de exportação de uvas de cooperativa paulista para Hong Kong é acondicionado em conservadoras da Termotécnica

03/02/2020

A Termotécnica vem estreitando parceria com a Cooperativa Agroindustrial APPC, que representa um grupo de produtores rurais de Pilar do Sul (SP). Formada, em sua maioria, por descendentes de imigrantes japoneses –, a APPC tem como foco a produção de frutas diferenciadas e de alto padrão, entre elas uvas, atemoias, tangores (um tipo de tangerina), ameixas, nêsperas, pêssegos e lichias.

O carro-chefe da APPC é a Pilar Moscato, uva gourmet que é marca registrada da Cooperativa. No primeiro lote de exportação desta uva para Hong Kong, realizada agora em janeiro de 2020, as frutas de qualidade premium viajaram acondicionadas nas conservadoras DaColheita fabricadas pela Termotécnica.

Segundo a empresa, as conservadoras DaColheita permitem alto isolamento térmico, facilidade no empilhamento e transporte. Na corrida contra o tempo,que acontece no trajeto entre o produtor e o consumidor, as soluções DaColheita ampliam em até 30% o shelf-life das frutas, afirma a Termotécnica, que também garante que a embalagem mantém as propriedades nutricionais e as condições ideais para frutas e hortaliças preservarem sua integridade, qualidade nutricional e frescor por mais tempo.

Segundo a Termotécnica, ao proteger contra trocas bruscas de temperatura, as conservadoras DaColheita contribuem para reduzir podridões e conservar o peso e o aspecto de frescor das frutas.

Como consequência, assegura a empresa, essas características aumentam o valor agregado com a percepção de fruta de qualidade superior, ao meesmo tempo em que promovem aumento do giro das mercadorias, o fortalecimento da marca do produtor com identidade visual e associação à qualidade.

A Termotécnica afirma que as soluções DaColheita também abrem um leque de oportunidades para ofertar o produto em outros períodos além da safra.

A parceria entre a Termotécnica e a Cooperativa Agroindustrial APPC foi destacada na 2ª Cerimônia de Início de Safra da Uva Pilar Moscato, que ocorreu no último sábado, 25 de janeiro, na Associação Cultural e Desportiva de Pilar do Sul (KAIKAN).

“Temos um grande ativo de proximidade e reconhecimento da marca DaColheita para FLV junto a toda a cadeia, desde os produtores no campo, o canal de distribuição e o varejo de hortifrútis especializado. Isso nos dá muito potencial para diversificar o atendimento para todas as culturas de produtos frescos”, afirma o coordenador Comercial/Região Sudeste da Termotécnica, Pedro Scatena.

O diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira, reforça: “somos reconhecidos pelos agricultores por não apenas fornecer o produto, mas introduzir novas tecnologias e soluções e um novo modelo de negócios para agregar valor à produção de hortifrutis brasileiros. Essa visão de que somos protagonistas no desenvolvimento de ações inovadoras neste mercado com soluções de pós-colheita tem sido extremamente positiva para nossa marca e para a credibilidade do nosso trabalho”.

Sustentabilidade

As soluções DaColheita reforçam o compromisso da Termotécnica com a economia circular, desenvolvendo soluções de embalagens sustentáveis. O EPS (isopor), usado na fabricação das embalagens DaColheita, é um material 100% reciclável formado por 98% de ar, não utilizando CFC e HCFC e por isso não gerando danos à camada de ozônio. Por ser inerte, não prolifera fungos e bactérias. O seu processo requer baixa utilização de recursos naturais como água e energia, não contamina e não gera riscos à saúde e ao meio ambiente.

Desde 2007, a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 40 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – ou seja, 1/3 de todo o material consumido no país. Além da parceria próxima com os produtores e agentes de toda a cadeia logística, a Termotécnica amplia também o trabalho com os varejistas para aderirem ao Reciclar EPS e disponibilizarem ao consumidor final pontos de recolhimento para reciclagem deste material.

Aos 58 anos, a Termotécnica é uma das maiores indústrias transformadoras de EPS da América Latina e produz desde soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas até itens para Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP), São José dos Pinhais (PR) e Pirabeiraba (SC).

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Nestlé se compromete a investir para criar mercado para plásticos reciclados a serem usados em embalagens alimentícias

24/01/2020

A Nestlé anunciou em 16 de janeiro que investirá até 2 bilhões de francos suíços para estimular a substituição de material plástico virgem por plásticos reciclados de qualidade alimentar e acelerar o desenvolvimento de soluções inovadoras de embalagens sustentáveis.

Em cima da sua promessa feita em 2018 de tornar 100% de suas embalagens recicláveis ​​ou reutilizáveis ​​até 2025, a Nestlé diz que reduzirá o uso de plásticos virgens em um terço no mesmo período, enquanto trabalhará com parceiros para promover a economia circular e continuar os esforços de limpeza dos resíduos plásticos em oceanos, lagos e rios. A redução de um um terço no uso de plásticos virgens corresponde a uma quantidade de aproximadmaente 500.000 toneladas por ano, de acordo com Sander Defruyt, chefe do projeto de plásticos Ellen MacArthur.

A reciclagem de plásticos para uso em embalagens de alimentos é difícil para a maioria dos materiais, o que leva a um suprimento limitado de plásticos reciclados de qualidade alimentar. Para criar um mercado, a Nestlé comprometeu-se a utilizar até 2 milhões de toneladas métricas de plásticos reciclados de qualidade alimentar e alocou mais de 1,5 bilhão de francos suíços para pagar um prêmio por esses materiais entre agora e 2025. A Nestlé diz que buscará eficiência operacional para manter neutros os ganhos desta iniciativa.

Para mais informações (em inglês), clique aqui.

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Tecnologia da Logoplaste para acondicionamento de leite em garrafas PET permite reciclagem total das embalagens

03/12/2019

Por ser um material muito resistente ao impacto e transparente, o Polietileno Tereftalato é utilizado para embalagens de produtos dos mais diversos segmentos, desde o setor de alimentos e bebidas a medicamentos, cosméticos e produtos de higiene e limpeza.

Desde que chegou ao Brasil, em 1988, trazido pela indústria têxtil para a produção de tecidos, esse material foi aos poucos ganhando novas funcionalidades, ampliando os horizontes do mercado para fabricantes nacionais e empresas do exterior. Não demorou muito para as embalagens PET ocuparem espaços cada vez maiores nas prateleiras dos supermercados e nas despensas dos lares brasileiros.

Universo do PET

A verdadeira revolução, no entanto, aconteceu nos anos de 1990, com o crescimento exponencial da popularidade das embalagens de alimentos e bebidas. Por serem mais acessíveis, modernas e seguras, as garrafas PET para refrigerantes, águas, sucos e outras bebidas dominaram a produção, assim como as embalagens termoformadas para alimentos, que, desde o início, tiveram ótima aceitação.

Nesse cenário, em 1995, a empresa portuguesa Logoplaste enxergou a oportunidade de abrir uma frente operacional no Brasil. O mercado lácteo foi a porta de entrada. Segundo o Presidente do Conselho de Administração da companhia, Filipe de Botton, “nosso primeiro parceiro no país foi a Danone e, desde então, tivemos o privilégio de criar uma equipe local absolutamente extraordinária, permitindo que a Logoplaste do Brasil crescesse e se tornasse rapidamente um dos maiores players locais na produção de embalagens rígidas para grandes clientes como a Reckitt Benckiser, a Nestlé, a P&G e a Shefa, entre tantas outras”.

Inovação

Com essa visão inovadora, a Logoplaste conseguiu elevar o mercado brasileiro de garrafas PET para outro patamar. Criado em 2010, o projeto Bottle-to-bottle tinha como objetivo viabilizar uma garrafa em PET para leite longa vida UHT que protegesse adequadamente o produto, mas sem deixar de lado a ideia de criar soluções circulares para as embalagens.

Thomé Brito, Diretor da Logoplaste Brasil, classifica a tecnologia de bicamada utilizada nas garrafas para o leite Shefa como um grande trunfo do projeto. “O interessante e mais bonito desse projeto é que ele está inserido na economia circular, já que podemos reutilizar as garrafas no próprio processo de fabricação de novas garrafas, evitando, assim, o descarte indevido. A tecnologia já existia, mas fomos os primeiros a utilizá-la por aqui”.

Para conservar o produto à temperatura ambiente por um longo período, era preciso bloquear a passagem de luz. Então, a solução encontrada foi desenvolver uma tecnologia que consistisse em utilizar duas camadas de PET, sendo a interna preta, para não haver degradação do leite, e a externa branca, preservando as propriedades da embalagem. Com isso, a proteção do leite é garantida por um período de 4 a 6 meses.

Segundo Thomé, existe muita confusão por parte do consumidor e da mídia ao olhar para a garrafa com bicamada e achar que o produto não é bom para reciclar. Sobre o processo de reciclagem desenvolvido para as novas garrafas, o executivo explica que todas as etapas seguem os termos da solução de reciclagem circular, que foram desenvolvidos após extensos testes com os produtos para atender aos avanços da nova regulamentação, de novembro de 2018.

“Não são dois materiais. É um só, mas em duas camadas. Para a reciclagem e a reutilização, o material é lavado, moído e passa por um processo de pós-condensação, que traz de volta as características necessárias ao processamento e incorporação às novas garrafas. Ou seja, 100% dos resíduos são reaproveitados, desde a tampa e o rótulo, até a garrafa em si. Todo este processo de circularidade é aprovado pela Anvisa, seguindo os rígidos padrões da indústria alimentícia brasileira”, conclui.

Fonte e foto: PICPlast

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Ineos Styrolution avança e está mais perto de oferecer poliestireno quimicamente reciclado em escala comercial

18/11/2019

  • O Unternehmensgruppe Theo Müller desenvolve os primeiros copos de iogurte a partir de poliestireno quimicamente reciclado
  • Ineos Styrolution recebe prêmio do ICIS pela reciclagem química de poliestireno
  • Ineos Styrolution apresentou soluções de reciclagem química na Feira K em Düsseldorf

A Ineos Styrolution, empresa líder global em estirênicos, deu um passo mais próximo de ofertar poliestireno quimicamente reciclado em escala comercial.

No início deste ano, a Ineos Styrolution anunciou seu teste bem-sucedido na produção de poliestireno a partir de material reciclado. Seis meses depois, a empresa produziu seus primeiros pequenos lotes de poliestireno quimicamente reciclado em suas instalações em Antuérpia e forneceu chapas contendo 50% de Poliestireno de uso geral à Unternehmensgruppe Theo Müller, líder em produtos lácteos, que agora produziu copos de iogurte a partir deste material reciclado.

A Ineos Styrolution e o Unternehmensgruppe Theo Müller estão colaborando em um projeto conjunto para desenvolver uma solução circular para poliestireno baseada em reciclagem química². As duas empresas concordaram em relação a uma abordagem escalonada, com uma fase de escala de laboratório a ser iniciada neste ano, uma fase de escala piloto a começar em 2020 e uma fase em escala comercial em 2022.

O departamento de desenvolvimento de embalagens do Unternehmensgruppe Theo Müller gosta da similaridade em termos de qualidade e estética dos copos de iogurte feitos de poliestireno convencional e o poliestireno reciclado fornecido pela Ineos Styrolution.

Michiel Verswyvel, especialista global em P&D, comenta: “Estamos entusiasmados em observar que o material de poliestireno reciclado iguala a qualidade e as propriedades do nosso material feito com poliestireno convencional. Nosso próximo passo é aumentar o uso de estireno reciclado em nossos produtos para vários milhares de toneladas em 2021 ”.

Os desenvolvimentos da Ineos Styrolution na reciclagem química foram reconhecidos pela escolha da empresa como vencedora conjunta do Prêmio de Inovação ICIS (ICIS Innovation Awards) na categoria “Inovação com melhor benefício para o meio ambiente e a sustentabilidade”. A demonstração pela empresa de uma solução de circuito fechado pela polimerização de estireno a partir de poliestireno despolimerizado foi selecionada por mostrar um benefício diferenciado ao meio ambiente e à sustentabilidade da empresa e de seus clientes.

Rob Buntinx, Presidente da Styrolution para a Europa, Oriente Médio e Ásia (EMEA), resume: “Estamos muito satisfeitos por alcançar mais um marco em nosso caminho no desenvolvimento de soluções de circuito fechado para nossos produtos estirênicos para nossos clientes. Nossa colaboração bem-sucedida com o Unternehmensgruppe Theo Müller e o prêmio da ICIS mostram que estamos definitivamente no caminho certo. Continuaremos a trabalhar em estreita colaboração com nossos clientes e todos os parceiros da cadeia de valor para desenvolver produtos e soluções inovadoras que atendam às suas metas de sustentabilidade. ”

A Ineos Styrolution esteve presente na K 2019, a principal feira mundial de plásticos e borracha, realizada em Düsseldorf, Alemanha, de 16 a 23 de outubro. A exposição da Ineos Styrolution se concentrou em soluções inovadoras e sustentáveis ​​e apresenta vários produtos e soluções reciclados, incluindo copos de iogurte reciclado da Unternehmensgruppe Theo Müller.

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Tecniplas fornece tanques de compósitos para fábrica de alimentos no Paraguai

09/11/2019

A Tecniplas, empresa brasileira fabricante de tanques e equipamentos em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), acaba de despachar 14 tanques para o Paraguai. Os reservatórios serão instalados em uma fábrica de alimentos.

Com diâmetros que variam de 2.500 mm a 3.000 mm e capacidades entre 15 m³ e 70 m³, os tanques farão parte de sistemas de armazenagem de água – ácida, gelada e potável –, produtos químicos, a exemplo de soda cáustica, e efluentes industriais em geral.

“Foram desenvolvidos nas configurações vertical e horizontal para o trabalho em temperatura ambiente e sob pressão atmosférica”, observa Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Em relação aos tanques para o armazenamento de água potável, Rossi destaca que a Tecniplas possui o Laudo de Inocuidade das resinas que processa, conforme exige a Portaria de Consolidação nº 05, de 28/09/2017, Anexo XX. “Isso nos habilita a fornecer reservatórios usados para a armazenagem não só de água potável, mas de qualquer tipo de insumo consumido pela indústria de alimentos e bebidas”, explica.

Além de ser atóxico e inócuo, salienta o fabricante, o PRFV é mais competitivo do que o aço inox normalmente empregado na fabricação dos tanques para a armazenagem de matérias-primas do setor alimentício.

“Com as mesmas dimensões e características técnicas, os tanques de plástico reforçado podem custar até 35% menos do que os de aço inox. Sem contar que são monolíticos, ou seja, moldados em uma única peça. Isso significa que não existem pontos de solda, áreas normalmente sujeitas a vazamentos”, detalha.

Fundada em 1976, a Tecniplas possui uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva (SP), atendendo aos setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

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Americana Tekni-Plex adquire Geraldiscos, fabricante brasileira de Selos de Indução e Discos de Vedação

23/07/2019

Subsidiária da Tekni-Plex comprou a fabricante brasileira de selos de indução e discos de vedação, Geraldiscos, que fará parte do negócio Tri-Seal da Tekni-Plex.

Sediada em Santana de Parnaiba, um município do Estado de São Paulo, a Geraldiscos é conhecida por fabricar selos de indução e discos de vedações para uma grande variedade de tipos de frascos, incluindo PP, PE, PEAD, PVC, PET e vidro. Soluções de fechamento são fornecidas para segmentos de mercado como alimentos, bebidas, cuidados pessoais, saúde, agricultura, produtos químicos e outros.

“Continuamos a impulsionar nossa estratégia, aumentando nossos negócios de forma orgânica e por meio de fusões e aquisições. Especificamente, a Geraldiscos nos permite expandir nossa presença geográfica na América do Sul para dar suporte ao grande mercado brasileiro de selos e vedações e a nossos clientes multinacionais. Acompanhamos a empresa por um longo período de tempo e sempre nos interessamos por seus produtos inovadores, de alta qualidade, excelente capacidade de fabricação, além de uma equipe administrativa muito forte ”, disse Paul Young, presidente e diretor executivo da Tekni-Plex.

A aquisição adiciona 140 funcionários experientes à equipe global de 3.000 da Tekni-Plex. Gabriel Sahyao Leal dos Santos, Gerente Geral da Geraldiscos, continuará supervisionando a operação. A instalação de produção verticalmente integrada da empresa também é certificada pela ISO 9001: 2015, 14001 e 22000FSSC.

A Geraldiscos é a décima terceira aquisição que a Tekni-Plex faz nos últimos cinco anos, dentro da sua estratégia de ampliar seus negócios através de aquisições transformadoras e complementos estratégicos.

A Geraldiscos foi criada em 1964 pela família Leal dos Santos. A empresa cresceu nas últimas cinco décadas e transformou-se em um fornecedor conhecido de discos de vedação e selos de indução para o mercado de alimentos, produtos químicos, assistência médica automotiva, etc. da América do Sul. Para maiores informações:www.geraldiscos.com.br.

Sobre a Tekni-Plex, Inc.A Tekni-Plex é uma empresa globalmente integrada, focalizada no desenvolvimento e fabricação de produtos para mercados finais como produtos médicos, farmacêuticos, alimentos, bebidas, cuidados pessoais, domésticos e industriais. A Tekni-Plex está sediada em Wayne, na Pensilvânia (EUA), e opera fábricas em nove países do mundo.

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