Archive for the ‘Fusões e Aquisições’ Category

Solvay assina acordo para vender seu negócio de Poliamida para a BASF

21/09/2017

BASF concorda em adquirir a Poliamida da Solvay por € 1,6 bilhão

O Grupo Solvay assinou um acordo vinculativo com a empresa química alemã BASF para a venda de seus negócios de Poliamida, um passo crucial na transformação da Solvay em uma empresa de química de multiespecialidades.

“O desinvestimento planejado da Solvay na área de Poliamida marca um ponto de virada na transformação profunda que começamos há quatro anos. A conclusão bem-sucedida desta operação reforçará a posição da Solvay como uma empresa produtora de química de multiespecialidades, permitindo um crescimento maior e mais sustentável”, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

A BASF é um investidor estratégico para a Poliamida, com a qual a complementará seus negócios e sua presença global. A Solvay e a BASF compartilham o mesmo compromisso com os melhores padrões de saúde, segurança e meio ambiente em seus sites industriais

A área de Poliamida tem aumentado sua lucratividade nos últimos anos. Como um player integrado, suas atividades vão desde a etapa inicial nos intermediários e polímeros até a etapa final com o desenvolvimento de plásticos de engenharia de alto valor agregado. Esta operação abrange todo o negócio de Poliamida da Solvay na Europa, América do Norte e na Ásia, bem como o negócio de plásticos de engenharia na América Latina, e envolve o total de 2.400 empegados.

A Solvay manterá seus negócios de Intermediários de Poliamida (cyclohexanol, ácido adípico, sal nylon e HMD – hexametilenodiamina) e de fibras têxteis de poliamida no Brasil.

Segundo o acordo, a operação está baseada em um valor total de empresa de 1,6 bilhão de euros, o que representa cerca de 8 vezes o EBITDA dessa área de negócio em 2016 e em torno de 7 vezes o EBITDA nos últimos doze meses. O pagamento líquido em caixa desta transação está estimado em 1,1 bilhão de euros. Levando em consideração que os passivos financeiros da ordem de 0,2 bilhão de euros serão transferidos para o comprador, a posição financeira líquida do Grupo Solvay aumentará para cerca de 1,3 bilhão de euros.

A área de negócios Poliamida envolvida nesta transação será reclassificada como ativos e passivos mantidos para venda e operação descontinuada até o final deste mês. Como resultado da descontinuação, o negócio de poliamida na América Latina mantido pelo Grupo Solvay sofrerá uma provisão de desvalorização (impairment) de aproximadamente € 100 milhões no final de setembro. Esta provisão (impairment) de valor deve ser mais do que compensada pelo ganho de capital no fechamento da transação.

A execução dos acordos definitivos em relação a esta transação é esperada para os próximos meses, após consulta aos órgãos sociais relevantes. A Solvay e a BASF pretendem fechar a transação no terceiro trimestre de 2018, depois de obtidas as aprovações regulamentares usuais e recebido o consentimento formal de um sócio de joint venture. Esse parceiro já se comprometeu a conceder seu consentimento à Basf, sujeito à entrega de documentos definitivos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Fusão entre a Dow e a Du Pont é concluída e ações da nova holding DowDuPont começam a ser negociadas na Bolsa de Nova Iorque

01/09/2017

  • A companhia agora avança rumo à separação pretendida que dará origem a empresas líderes nos mercados de Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados;
  • As separações estão previstas para ocorrer em até 18 meses.

A DowDuPont™ concluiu com sucesso a fusão de iguais entre The Dow Chemical Company (“Dow”) e E.I. du Pont de Nemours & Company (“DuPont”), efetiva em 31 de agosto de 2017. A entidade combinada está operando como uma holding sob o nome “DowDuPont” e com três divisões: Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados.

As ações da DuPont e da Dow tiveram suas negociações encerradas na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE) no dia 31 de agosto de 2017. A partir de hoje, a DowDuPont começará a negociar na NYSE sob o símbolo “DWDP”. Em linha com os termos estabelecidos no acordo de fusão, os acionistas da Dow receberam uma taxa de troca fixa de 1.00 de ação da DowDuPont por cada ação da Dow e os acionistas da DuPont receberam uma taxa fixa de troca de 1.282 ações da DowDuPont por cada ação da DuPont.

“Este dia representa um importante marco na história das duas companhias”, disse Andrew Liveris, Presidente Executivo da DowDuPont. “Estamos muito felizes por concluir essa fusão e avançar rumo à criação de três empresas independentes e líderes em seus mercados de atuação. Embora o patrimônio e a força conjunta das duas empresas sejam impressionantes, o verdadeiro valor dessa fusão reside na pretendida criação de três empresas poderosas que influenciarão mercados e impulsionarão o crescimento para o benefício de todos os seus públicos. Nossas equipes estão trabalhando há mais de um ano no plano de integração e, a partir de hoje, iniciaremos a execução desses planos com a intenção de completar as separações o mais rápido possível.”

“Para os acionistas, clientes e funcionários, a conclusão dessa fusão representa um passo definitivo rumo à geração de mais valor e maiores oportunidades por meio de um futuro construído em crescimento sustentável e inovação”, comenta Ed Breen, CEO da DowDuPont. “A DowDuPont é uma plataforma para o lançamento das três empresas pretendidas e fortes, que estarão muito bem posicionadas para investir em Ciência e Inovação, ajudar nossos clientes na solução de importantes desafios e gerar retornos de longo prazo para os nossos acionistas. Com a conclusão da fusão, nosso foco está em finalizar as estruturas organizacionais que serão os alicerces das três empresas pretendidas e capturar as sinergias para gerar valor. Com objetivos claros, visibilidade no mercado e uma estrutura de Pesquisa & Desenvolvimento mais produtiva, cada empresa pretendida estará preparada para competir com sucesso como uma líder de mercado”.

Conselho e Governança

O Conselho de Administração da DowDuPont é formado por 16 membros: oito são ex-diretores do Conselho da DuPont e os demais são diretores que fizeram parte do Conselho da Dow. Há dois diretores principais: Jeffrey Fettig, que atuou como o principal diretor independente da Dow, e Alexander Cutler, ex-diretor independente da DuPont. Andrew Liveris é o presidente do Conselho de Administração e Ed Breen também atua no Conselho. Abaixo, a relação dos demais membros do Conselho de Administração:

Dow:
o James A. Bell, ex-Chief Financial Officer da Boeing
o Raymond J. Milchovich, ex-presidente e CEO da Foster Wheeler AG
o Paul Polman, CEO da Unilever PLC e Unilever N.V.
o Dennis H. Reilley, Presidente executivo da Marathon Oil Corp.
o James M. Ringler, Presidente da Teradata Corporation
o Ruth G. Shaw, ex-executivo da Public Policy e Presidente da Duke Nuclear

DuPont:
o Lamberto Andreotti, ex-Presidente do Conselho e CEO da Bristol-Myers Squibb Company
o Robert A. Brown, Presidente da Boston University
o Marilly A. Hewson, Presidente e Chefe Executivo da Lockheed Martin Corporation
o Lois D. Juliber, Vice-Presidente e Chief Operating Officer da Colgate-Palmolive Company
o Lee M. Thomas, Ex-Presidente e CEO da Rayonier Inc.
o Patrick J. Ward, Chief Financial Officer da Cummins, Inc.

Três comitês consultivos foram estabelecidos pelo Conselho de Administração da DowDuPont para supervisionar o estabelecimento das divisões de Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados em preparação para a separação pretendida. Além disso, cada Comitê Consultivo desenvolverá uma estrutura de capital em linha com os princípios estabelecidos em nosso Estatuto Social e designará o futuro CEO e o time de liderança de cada empresa pretendida.

Executivos da DowDuPont:

Como já anunciado, DowDuPont será liderada por uma equipe que reflete os pontos fortes e as capacidades de ambas as empresas. Junto com Liveris e Breen, estarão os seguintes executivos:
o Howard Ungerleider, Chief Financial Officer (CFO)
o Stacy Fox, Conselheira Geral e Corporate Secretary
o Charles J. Kalil, Conselheiro Especial da Presidência e Conselheiro Geral para a Divisão de Ciência dos Materiais
o James C. Collins, Jr., Chief Operating Officer da Divisão Agrícola
o Jim Fitterling, Chief Operating Officer da Divisão de Ciência dos Materiais
o Marc Doyle, Chief Operating Officer da Divisão de Produtos Especializados

Gerando Valor para os Acionistas

Por meio da fusão de portfólios altamente complementares da Dow e DuPont e, subsequentemente, com a criação das pretendidas empresas líderes, DowDuPont espera maximizar valor para os seus acionistas.

A DowDuPont afirma que os acionistas serão beneficiados com um perfil de investimento mais forte e focado de cada empresa pretendida e substanciais sinergias de custos, bem como do crescimento a longo prazo e criação de valor sustentável após as separações pretendidas em três empresas. Espera-se que a transação resulte em sinergias de custo de aproximadamente US$ 3 bilhões e potencial de atingir US$ 1 bilhão em sinergias de crescimento. A empresa espera alcançar uma taxa de execução de 100% nas sinergias de custo nos primeiros 24 meses após a conclusão da fusão.

Caminhos para a Separação

Os líderes e as equipes de integração da Dow e DuPont estão desenvolvendo os futuros modelos operacionais e a estrutura organizacional que apoiarão a estratégia de cada empresa pretendida. Assim que cada divisão estabelecer seus próprios processos, pessoas, ativos, sistemas e licenças para operar de forma independente, a DowDuPont pretende separar as divisões de forma que as mesmas passem a operar com suas próprias entidades legais, sujeito à aprovação do Conselho de Administração e de outras aprovações regulatórias. Espera-se que as separações pretendidas ocorram dentro de 18 meses.

Espera-se que as empresas pretendidas contemplem:

  • Uma Empresa Líder em Agricultura que reunirá os pontos fortes da DuPont Pioneer, DuPont Proteção de Cultivos e Dow AgroSciences para melhor servir aos produtores rurais em todo o mundo, com um portfólio superior de soluções, maior opção de escolhas e preços competitivos por valor. As capacidades combinadas e o mecanismo de inovação altamente produtivo permitirão que a pretendida empresa agrícola traga um conjunto ainda mais amplo de produtos para o mercado de forma mais rápida, podendo ser uma parceira ainda melhor para agricultores, entregando inovação e ajudando-os a aumentar a produtividade e rentabilidade. A pretendida empresa agrícola estará sediada em Wilmington (Delaware, EUA), com centros de negócios globais em Johnston (Iowa, EUA) e Indianápolis (Indiana, EUA).
  • Uma Empresa Líder em Ciência dos Materiais, que será denominada Dow e consistirá nos negócios que compõem os seguintes segmentos atuais da Dow: Plásticos de Performance, Materiais de Performance & Químicos, Soluções em Infraestrutura e Soluções de Consumo (Consumer Care e Dow Automotive Systems. Dow Electronic Materials fará parte da empresa de Produtos Especializados), assim como o atual negócio de Materiais de Performance da DuPont. A pretendida empresa de Ciência dos Materiais oferecerá o portfólio mais forte em químicos e polímeros da indústria, com escala e capacidades competitivas para permitir o desenvolvimento de soluções diferenciadas para clientes e mercados de elevado crescimento, como os de embalagem, transporte, infraestrutura e cuidados do consumidor. A pretendida empresa de Ciência dos Materiais terá a sua sede em Midland (Michigan, EUA).
  • Uma empresa líder em Produtos Especializados que será formada por negócios fortes e líderes de mercado, incluindo a DuPont Soluções em Proteção, Soluções Sustentáveis, Biociências Industriais e Nutrição & Saúde; que vai incorporar o negócio de Health & Nutrition da FMC que está pendente apenas da conclusão da transação. A empresa também será formada pelo negócio de Tecnologias em Eletrônicos, que combina a DuPont Eletrônicos & Comunicação com a Dow Electronic Materials. A empresa pretendida de Produtos Especializados será uma líder em inovação composta por empresas especializadas em tecnologia com produtos diferenciados e soluções que transformam indústrias e a vida das pessoas. A pretendida empresa terá sede em Wilmington (Delaware, EUA).

Como já anunciado, a Diretoria da DowDuPont está conduzindo uma revisão detalhada do portfólio para avaliar a realidade dos atuais negócios e alavancar conhecimento adquirido ao longo do último ano e meio para identificar oportunidades de valor agregado em preparação para a criação das pretendidas empresas líderes do setor.

Klein and Company, Lazard e Morgan Stanley & Co. LLC têm sido os conselheiros financeiros da Dow para a transação, tendo Weil, Gotshal & Manges LLP como conselheiros jurídicos.

Evercore e a Goldman, Sachs & Co. têm sido os conselheiros financeiros da DuPont para esta transação, tendo Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom LLP como os conselheiros jurídicos.

Sobre a DowDuPont

DowDuPont (NYSE: DWDP) é uma holding composta pela The Dow Chemical Company e pela DuPont com a intenção de formar empresas fortes, independentes e de capital aberto nos mercados de Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados, liderando suas respectivas indústrias por meio da produtividade, tendo a ciência como base para o desenvolvimento de inovações que atendam as demandas dos clientes e que ajudem a resolver os desafios globais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Grupo Solvay vende sua participação na fabricante de compostos de PVC Dacarto Benvic

06/07/2017

O Grupo Solvay concordou em vender sua participação de 50% na Dacarto Benvic para seu parceiro de joint venture na empresa, que se tornará o único proprietário do processador brasileiro de compostos de PVC.

A venda segue a saída da Solvay de atividades de PVC na Europa, Ásia e América Latina, incluindo o negócio de compostos de PVC Benvic, que foi vendido em 2014.

As empresas parceiras são a Dupre Empreendimentos e Participações Ltda., a Tondella Empreendimentos e Participações Ltda, e a WR3C Empreendimentos e Participações Ltda.

A Dacarto Benvic tem sede em Osasco (SP) e conta com 450 funcionários em escritórios e instalações industriais em São Paulo e na Bahia.

A conclusão desta transação está prevista para o final de 2017 e está sujeita às aprovações usuais, inclusive das autoridades governamentais de defesa econômica.

A Solvay é uma empresa química de multiespecialidades, com sede em Bruxelas (Bélgica). Ela emprega 27.000 pessoas em 58 países e suas vendas líquidas pró forma foram de € 10,9 bilhões em 2016. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Fusão da Huntsman e Clariant cria nova empresa com valor de 20 bilhões de dólares

05/06/2017

Hariolf Kottmann (CEO da Clariant) e Peter Huntsman (CEO da Hunstman Corporation)

  • “Fusão de iguais” irá criar uma empresa líder global em especialidades químicas com aproximadamente  20 bilhões de dólares em valor de mercado, na data do anúncio
  • Mais de US $ 3,5 bilhões de criação de valor através de sinergias de custos anuais superiores a US $ 400 milhões
  • Aumento do retorno resultante de um perfil de crescimento aprimorado em mercados finais altamente atraentes e geografias-chave tais como os Estados Unidos e a China
  • Oportunidades para plataformas mais fortes para inovação conjunta e conhecimento compartilhado em sustentabilidade
  • Balanços e geração de fluxo de caixa mais fortes; planos para continuar a atrativa política de dividendos da Clariant
  • Transação deverá ser fechada até o final de 2017
  • Oferta pública de ações anteriormente anunciada para o negócio da Huntsman Pigments and Additives (Venator) deverá ocorrer, conforme planejado, no verão de 2017

A Huntsman Corporation e a Clariant anunciaram em 22 de maio passado que seus Conselhos de Administração aprovaram por unanimidade um acordo definitivo para a união das duas empresas, através de uma “fusão de iguais” envolvendo troca de ações.

A empresa resultante da fusão será chamada HuntsmanClariant. Numa base proforma de 2016, a combinação de ambas as empresas criará uma empresa global líder em especialidades químicas com vendas de aproximadamente US $ 13,2 bilhões, um EBITDA ajustado de US $ 2,3 bilhões e um valor combinado da empresa correspondente a aproximadamente US $ 20 bilhões na data no anúncio.

A nova empresa se beneficiará dos pontos fortes de cada uma delas e terá um perfil de crescimento significativamente melhorado em mercados finais e geografias altamente atraentes. A HuntsmanClariant irá alavancar conhecimento compartilhado em sustentabilidade e contará com uma plataforma de inovação conjunta bem mais forte. Isso permitirá o desenvolvimento de novos produtos, a fim de oferecer retornos superiores e gerar valor para o acionista.

Comentários dos CEOs

“Este é o negócio perfeito no momento certo. A Clariant e a Huntsman estão juntando forças para ganhar um alcance global muito mais amplo, criar um poder de inovação mais sustentado e alcançar novas oportunidades de crescimento “, disse Hariolf Kottmann, CEO da Clariant. “Isto é do interesse de todas as partes envolvidas. Peter Huntsman e eu compartilhamos a mesma visão estratégica e espero trabalhar com ele “, complementou.

Peter R. Huntsman, presidente e CEO da Huntsman, comentou: “Eu não poderia estar mais entusiasmado com essa fusão; estou ansioso para trabalhar em estreita colaboração com Hariolf Kottmann, um homem que eu venho admirando e confiando durante a última década. Também esperamos uma estreita associação em todo o mundo com seus colegas imensamente talentosos. Juntos, criaremos um líder global em especialidades químicas com um balanço combinado que proporcionará flexibilidade e uma força financeira substancial”.

Destaques da transação

  • Fusão através de troca de ações
  • Acionistas da Clariant: 52%; acionistas da Huntsman: 48%
  • Os acionistas da Huntsman receberão 1.2196 ações na HuntsmanClariant por cada ação Huntsman (cada ação existente da Clariant permanecerá como uma ação na HuntsmanClariant)
  • O Conselho de Administração terá igual representação da Clariant e Huntsman
  • A Sede Global será em Pratteln, na Suíça, e a Sede Operacional em The Woodlands, Texas (EUA)
  • Ações serão cotadas duplamente na bolsa de valores SIX Swiss Exchange e na Bolsa de Valores de Nova York

Criação de valor

A nova empresa acelerará a criação de valor para os acionistas através de uma combinação mais robusta de tecnologia, produtos e talentos. A empresa combinada espera alcançar mais de US $ 3,5 bilhões em criação de valor referente a aproximadamente US $ 400 milhões em sinergias de custos anuais. A taxa de sinergia completa será alcançada dentro de dois anos após o fechamento do negócio. Essas sinergias serão obtidas através da redução de custos operacionais e melhorias nas compras. As sinergias planejadas representam cerca de 3% da receita total combinada de 2016, com custos únicos de até US $ 500 milhões. Haverá também uma economia adicional de impostos de cunho financeiro.

Governança corporativa

A empresa combinada, incorporada na Suíça, será regida por um Conselho de Administração com igual representação da Clariant e Huntsman e seguirá os padrões suíços de Governança Corporativa. Hariolf Kottmann, atual CEO da Clariant, se tornará presidente do Conselho de HuntsmanClariant. Peter Huntsman, atual presidente e CEO da Huntsman, será o CEO da HuntsmanClariant. Jon Huntsman, fundador e presidente de Huntsman, se tornará presidente emérito e membro do conselho da HuntsmanClariant. A fusão desfruta de um forte compromisso dos acionistas da Clariant e da família Huntsman. A empresa será listada na SIX Swiss Exchange e na Bolsa de Valores de Nova York. .

Espera-se que a transação seja fechada até o final do ano de 2017, sujeita às aprovações de acionistas da Clariant e Huntsman, às aprovações regulatórias e a outras condições habituais de fechamento. A Clariant e a Huntsman estão confiantes de que as aprovações regulamentares necessárias poderão ser obtidas nos prazos previstos.

Sobre a Huntsman: A Huntsman Corporation (www.huntsman.com) é uma fabricante e vendedora global de produtos químicos, com receitas de aproximadamente US $ 10 bilhões em 2016. Seus produtos químicos abrangem milhares de itens e são vendidos em todo o mundo para fabricantes que atendem a uma gama ampla e diversificada de mercados finais de consumo e industriais. A empresa possui mais de 100 fábricas e instalações de P & D em aproximadamente 30 países, empregando aproximadamente 15 mil colaboradores em 5 divisões comerciais distintas.

Sobre a Clariant: A Clariant (www.Clariant.com) é uma empresa líder mundial em especialidades químicas, com sede em Muttenz, perto de Basileia (Suíça). Em 31 de dezembro de 2016, a empresa empregava uma força de trabalho total de 17 442 colaboradores. No exercício de 2016, a Clariant registrou vendas de cerca de CHF 6 bilhões. A empresa atua em quatro áreas de negócios: produtos químicos de cuidados pessoais, catálise, recursos naturais e plásticos e revestimentos.

Fonte: Huntsman / Clariant

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Lanxess completa aquisição da Chemtura

02/05/2017

  • Negociação foi aprovada por todos os órgãos reguladores
  • A combinação dos negócios de Aditivos das duas companhias, gerará vendas anuais de cerca de 2 milhões de euros, tornando-se um forte pilar no grupo
  • Zachert: “Essa aquisição é um grande passo no processo de realinhamento da empresa”

A Lanxess, empresa especializada em produtos químicos, completou com sucesso a aquisição da empresa norte-americana Chemtura, uma das principais fornecedoras mundiais de retardantes de chamas e aditivos lubrificantes. Todos os órgãos reguladores aprovaram a transação. Em fevereiro desse ano, os acionistas da Chemtura votaram pela aprovação da aquisição. Avaliada em EUR 2,4 bilhões, a empresa norte-americana é a maior aquisição na história da Lanxess e expande, significativamente, o portfólio de aditivos da empresa, tornando a companhia um dos principais players do mundo neste segmento em crescimento, que é um dos mais atraentes na indústria de produtos químicos especiais. Além dos aditivos, os negócios de uretanos e organometálicos da Chemtura também serão integrados ao portfólio da Lanxess. A empresa, com sede em Colônia (Alemanha), irá absorver 2500 colaboradores da Chemtura, em 20 sites localizados em 11 países. Os negócios da Chemtura geram vendas anuais de cerca de 1,5 milhão de euros.

“A aquisição da Chemtura é outro grande passo no nosso processo de realinhamento e um marco significativo no nosso curso de crescimento. A ‘nova’ Lanxess está ganhando forma. A expansão dos negócios de aditivos garante a Lanxess um importante pilar adicional. Em sua nova estrutura e com uma carteira ainda mais equilibrada, a empresa será muito mais estável e rentável. Ao mesmo tempo, a Chemtura fortalece, consideravelmente, nossa presença na América do Norte,” afirma Matthias Zachert, Presidente da Diretoria da Lanxess. “Focaremos agora nossa energia em integrar rápida e harmoniosamente as novas empresas e funcionários, bem como em servir de forma exemplar nossos atuais e novos clientes”.

Por meio dessa aquisição, a Lanxess fortalece sua presença na América do Norte. Nessa região, a companhia está representada em 24 locais de produção (anteriormente eram 12) e emprega aproximadamente 2.800 funcionários (anteriormente eram 1.500). A participação da região nas vendas globais aumenta de aproximadamente 17% para aproximadamente 21%.

O resultado anual esperados da sinergia das duas companhias é de cerca de 100 milhões de euros até 2020. A aquisição da Chemtura já deve aumentar o lucro por ação da Lanxess no primeiro ano fiscal completo após o fechamento. A Lanxess financiou a aquisição por meio de duas obrigações empresariais e uma obrigação híbrida, bem como dinheiro. Os títulos foram colocados com sucesso em termos atraentes já em 2016.

Aditivos: um pilar forte da Lanxess

Com efeito imediato, a Lanxess irá combinar todo o seu negócio de aditivos dentro do novo segmento Specialty Additives. Este segmento é um pilar adicional no grupo Lanxess, com vendas anuais de aproximadamente 2 bilhões de euros e cerca de 2.900 funcionários em todo o mundo. O segmento compreende as novas unidades de negócios Additives e Rhein Chemie. O negócio combinado com retardantes de chama e aditivos lubrificantes está ancorado na unidade de negócios Additives, que é liderado por Anno Borkowsky. A unidade de negócios Rhein Chemie, liderada por Philipp Junge, compreende os negócios existentes de aditivos de borracha e cor da Lanxess.

Lanxess fortalece negócio de aditivos, retardantes de chama e lubrificantes

A Lanxess reforça, significativamente, a sua posição na área de aditivos lubrificantes e lubrificantes sintéticos para aplicações industriais. “Somos agora um dos principais fornecedores de lubrificantes industriais e possuímos uma cadeia de valor integrada”, explica Anno Borkowsky. A Lanxess espera um crescimento médio de 3 a 4% ao ano para o mercado de aditivos para lubrificantes industriais, impulsionado principalmente pela crescente demanda de lubrificantes em termos de capacidade de desempenho e compatibilidade ambiental.

A empresa também está expandindo significativamente sua posição no mercado para aditivos retardantes de chama, operando o portfólio de aditivos retardantes de chama à base bromo da Chemtura. Devido à sua alta eficácia, estas substâncias são utilizadas, entre outros segmentos, na indústria da construção e são um complemento ideal para o negócio já existente da Lanxess de aditivos à base de fósforo. “As exigências dos retardantes de chama estão aumentando continuamente devido, particularmente, à tendência para a produção eficiente de energia. Esta aquisição nos tornará um dos principais fornecedores mundiais de aditivos retardantes de chama. A partir de hoje, podemos oferecer aos nossos clientes uma variedade de produtos complementares à base de bromo e fósforo a partir de uma única fonte,” complementa Borkowsky. A companhia também espera taxas de crescimento anual de 3 a 4% para a área de aditivos retardantes de chama.

Novos campos de atuação da Lanxess: uretanos e organometálicos

O negócio de uretanos é novo para a Lanxess. Com efeito imediato, será colocado dentro da recém-formada unidade Urethane Systems, liderada por Markus Eckert. A gama de produtos inclui pré-polímeros fundidos ao calor, dispersões aquosas especiais de uretano e polióis de poliéster. Estes são componentes de poliuretanos especiais, usados principalmente nas indústrias de construção, mineração, petróleo, gás, equipamentos atléticos e eletrônicos. Estes plásticos são utilizados, por exemplo, para fabricar rolos para correias transportadoras ou patins inline. Urethane Systems irá juntar-se à unidade de negócios High Performance Materials da Lanxess para formar o novo segmento Engineering Materials.

Também no portfólio da Lanxess é novo o negócio de organometálicos. Estes são compostos químicos utilizados, entre outras aplicações, como catalisadores na produção de polímeros ou para a síntese de produtos químicos finos e produtos farmacêuticos. Com efeito imediato, este negócio fará parte da unidade de negócios Advanced Industrial Intermediates da Lanxess.

Fonte: Lanxess

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Acionistas da Chemtura aprovam aquisição feita pela Lanxess

19/02/2017

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A Lanxess, empresa alemã do segmento de especialidades químicas, deu um passo significativo na aquisição da companhia norte-americana Chemtura. Os acionistas da Chemtura aprovaram a fusão em uma reunião especial na Filadélfia, Estados Unidos. 99,88% dos votos foram favoráveis à fusão, representando 81,77% das ações ordinárias da empresa. Nos termos do acordo de fusão, os acionistas da Chemtura receberão 33,50 dólares por cada ação em circulação no fechamento da transação.

Matthias Zachert, Presidente da Lanxess, comentou a aprovação da incorporação por parte dos acionistas. “Estamos satisfeitos com o apoio dos acionistas da Chemtura. Essa aprovação é um marco importante no caminho da Lanxess para se tornar um dos principais players no campo da química de aditivos”.

No final de dezembro de 2016, as autoridades antitrust dos Estados Unidos já haviam liberado a aquisição. A Lanxess espera fechar a transação em meados de 2017, depois que todas as aprovações regulamentares restantes forem recebidas.

Aditivos, retardantes de chamas e lubrificantes são os principais produtos da Chemtura e complementam o atual portfólio da Lanxess. Após o fechamento da transação, essas atividades serão integradas à unidade de negócios Rhein Chemie Additives (ADD) da Lanxess para formar um novo segmento. Hoje, a unidade já fornece uma ampla gama de aditivos especiais e produtos de serviço para a fabricação de plásticos, borrachas, lubrificantes e revestimentos e emprega cerca de 1.600 pessoas, em mais de 20 locais em todo o mundo.

Além dos aditivos, o portfólio da Chemtura também inclui uretanos e organometálicos, que também serão integrados à Lanxess. A Chemtura tem cerca de 2.500 funcionários em todo o mundo e opera em 20 locais em 11 países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lanxess

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Braskem vende a quantiQ

24/01/2017

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A Braskem assinou no último dia 10 uma contrato com a GTM do Brasil, subsidiária da GTM Holdings S.A., por meio do qual se comprometeu a vender a totalidade do capital social da sua controlada quantiQ, uma das maiores distribuidoras de produtos químicos do Brasil.

O valor da transação é de R$ 550 milhões, dos quais R$ 450 milhões serão pagos no ato da venda e o restante em até 12 meses. A conclusão da alienação está sujeita a condições precedentes usuais nesse tipo de operação, dentre as quais se inclui a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

“A alienação da quantiQ está em linha com a estratégia de reforçar nossa atuação no setor petroquímico, otimizando o portfólio de ativos da Braskem dentro do nosso compromisso com a disciplina financeira”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem.

A GTM é um dos maiores distribuidores químicos da América Latina com operações no Brasil, México, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru e Argentina. É controlada pela Advent International, um dos maiores investidores globais de private equity.

Os ativos da quantiQ, criada em 1991 como Ipiranga Química, são oriundos da aquisição e posterior incorporação dos negócios de distribuição do grupo Ipiranga em 2007 e da Quattor em 2010. Com quatro centros de distribuições e sete bases logísticas, a distribuidora atende mais de 50 segmentos de mercado, incluindo commodities e especialidades químicas. A Braskem manterá relações comerciais com a quantiQ.

Fonte: Braskem

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Evonik conclui com sucesso a aquisição do negócio de aditivos especiais da Air Products

05/01/2017

EvonikPainel

  • A operação foi aprovada pelas autoridades antitruste
  • Processo de integração está em andamento
  • Sinergias de US$80 milhões e benefícios fiscais de valor líquido atual superior a US$500 milhões são esperados durante os próximos anos
  • A expectativa é a de aumentar o lucro ajustado por ação no ano fiscal de 2017

A Evonik Industries AG concluiu as atividades em torno da aquisição do negócio de aditivos especiais (Performance Materials Division) da empresa norte-americana Air Products, Inc. pelo valor de US$3,8 bilhões (cerca de €3,5 bilhões) no final do ano passado, conforme inicialmente previsto. O fechamento está previsto para 3 de janeiro de 2017. Todas as autoridades antitruste relevantes aprovaram a operação, e a integração do negócio adquirido está em andamento. O financiamento da operação foi concluído de modo satisfatório em setembro e consistirá em fundos próprios da empresa no valor de €1,6 bilhão, e títulos com valor nominal de €1,9 bilhão.

A Divisão de Materiais de Performance (Performance Materials Division – PMD) engloba agentes de cura para epóxi (40 % do faturamento), aditivos para poliuretanos (32 %) e negócios de especialidades de aditivos (28 %. A PMD tem aproximadamente 1.100 funcionários e inclui unidades de produção relevantes nos Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, China e Japão. Aplicações dos produtos da PMD são encontradas nos setores de construção civil, automotivo, limpeza industrial, aplicações marinhas e outros mercados.

“A conclusão bem-sucedida da aquisição constitui a base para a rápida fusão das atividades da Evonik com as unidades adquiridas do negócio de Performance Materials da Air Products, afirmou Klaus Engel, Presidente da Diretoria Executiva da Evonik Industries AG. “Com isso, ficaremos em uma excelente posição para um crescimento rentável ainda maior no futuro, no atraente mercado de aditivos especiais”.

“Estamos devidamente preparados para assegurar uma transição comercial tranquila e uma integração de sucesso. Trabalhamos intensamente com a Air Products ao longo dos últimos meses a fim de desenvolver planos de integração”, confirmou Ralf Sven Kaufmann, Diretor de Operações e integrante da Diretoria Executiva da Evonik responsável pela integração do negócio.

Lucro por ação positivo no exercício fiscal de 2017

Os efeitos da sinergia anual no valor de US$80 milhões podem ser confirmados nesta ocasião e devem estar plenamente realizadas até, no máximo, 2020. A Evonik espera alavancar sinergias no valor de €10 a 20 milhões no ano de 2017.

A aquisição deve aumentar o lucro ajustado por ação (EPS) da Evonik no ano fiscal de 2017.

Como a operação foi parcialmente estruturada como cessão de ativos, ela ocasionará benefícios fiscais em consequência de amortizações, algo típico em negócios dessa natureza. Esses benefícios correspondem a um valor atual líquido superior a US$ 500 milhões, que pode ser usado em uma base pro rata no ano fiscal de 2017.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Alpek assina acordo com a Petrobras para aquisição da Petroquímica Suape e Citepe

28/12/2016

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A Alpek, S.A.B. de C.V. anunciou hoje, 28 de dezembro, ter assinado um contrato de compra das ações da Petrobras correspondentes à participação de 100% da empresa no capital da Companhia Petroquímica de Pernambuco (“Petroquímica Suape”) Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (“Citepe “).

A Petroquímica Suape e a Citepe operam uma planta integrada de PTA-PET em Ipojuca, em Pernambuco (foto), com uma capacidade instalada de 700 e 450 mil toneladas por ano de PTA e PET, respectivamente. A Citepe também opera uma planta de filamentos de poliéster texturizado no mesmo local.

O preço acordado para a participação de 100% da Petrobras na Petroquímica Suape e Citepe é de US $ 385 milhões. Este valor será pago em Reais na data de fechamento do negócio e está sujeito a ajustes no capital e dívida corrente, entre outros.

O fechamento desta transação exigirá aprovações corporativas adicionais e está sujeito a várias condicionantes, incluindo a aprovação pelas autoridades governamentais competentes.

A Alpek é uma empresa petroquímica com sede no México que opera dois segmentos de negócio: “Poliéster” (PTA, PET e Fibras de Poliéster), e “Plásticos & Químicos” (Polipropileno, Poliestireno expandido, caprolactama e outras especialidades e produtos químicos industriais). A Alpek é um produtor integrado de PTA e PET na América do Norte e o maior produtor de poliestireno expandido nas Américas, além de ser o único produtor de caprolactama no México. A Alpek também opera uma das maiores plantas de polipropileno na América do Norte. Em 2015, a Alpek registrou receitas de US $ 5,3 bilhões e EBITDA de US $ 630 milhões. A empresa opera 23 plantas nos Estados Unidos, México, Canadá, Brasil, Argentina e Chile e emprega mais de 5.000 pessoas. A Alpek é uma empresa de capital aberto com ações na Bolsa de Valores Mexicana.

Fonte: Alpek

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Grupo Solvay obtém aprovação do Cade para vender sua participação na Solvay Indupa à Unipar Carbocloro

08/12/2016
Planta da Solvay Indupa na Argentina

Planta da Solvay Indupa na Argentina

O  Grupo  Solvay  obteve no dia 07/12 a aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para concluir a venda de sua participação acionária de 70,59% na Solvay Indupa para o grupo químico Unipar Carbocloro. A  conclusão  dessa  transação,  no  valor  de  empresa  total  de  202,2  milhões  de dólares conforme  anunciado  em  maio deste  ano, está  prevista  para as  próximas semanas.

A  Solvay Indupa é  produtora  de PVC  e  soda  cáustica  no  Brasil  e  na Argentina.

O Grupo Solvay  está  sediado  em  Bruxelas  e  conta  com  30.900  funcionários  distribuídos em 53 países. Em 2015, a empresa registrou vendas pro forma líquidas de cerca de € 12,4 bilhões, 90% delas foram geradas a partir de atividades em que a empresa está entre os 3 maiores participantes do mundo. No Brasil, o Grupo Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Solvay

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Armacell adquire 100% das ações da PoliPex, fabricante brasileira de espumas em polietileno para isolamento térmico

20/10/2016

polipex-isolante A Armacell (www.armacell.com) , empresa com sede em Luxemburgo e líder global em espumas flexíveis para o mercado de isolamento de equipamentos, além de fornecedora de espumas de engenharia, adquiriu 100% das ações da PoliPex (www.polipex.com.br), uma importante fabricante brasileira de espumas de PE extrudado para isolamento, em um acordo de participação por uma quantia não revelada. Esta transação reforça significativamente o portfólio de produtos da Armacell na América Latina e aumenta os níveis de serviço para clientes brasileiros, bem como, o apoio para os OEMs regionais. Com a adição da planta da PoliPex em Florianópolis (SC), a Armacell fica bem posicionada para continuar a desenvolver a sua presença de fabricação na América Latina.

“A PoliPex tem décadas de know-how na produção de PE extrudado, bem como uma forte equipe nacional. Estamos ansiosos para servir aos nossos clientes em toda a América Latina com um portfólio de produtos mais amplo e maiores níveis de serviço ao cliente”, explica Patrick Mathieu, Presidente e CEO da Armacell Internacional S.A.” Historicamente, a PoliPex exibiu taxas de crescimento sólidas e margens operacionais saudáveis. A recuperação prevista para a economia brasileira e o mercado de construção tornam a PoliPex um investimento atraente para nós. ”

A PoliPex atua no mercado de espumas extrudadas de Polietileno para isolamento e tem cerca de 80 funcionários. A empresa foi fundada por John Johannes van Mullem em 1991 e mantém sede em Santa Catarina, bem como, centros de distribuição no Sul e no Nordeste do país. No ano de 2015, a Polipex teve um faturamento de aproximadamente R$ 43 milhões.

Fonte: Armacell / foto: site Polipex

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Evonik investe na empresa irlandesa de tecnologia médica Vivasure Medical

07/10/2016

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  • Tecnologia inovadora fecha artérias de modo mais fácil e rápido após cirurgias minimamente invasivas
  • Nova aplicação para o polímero bioabsorvível Resomer® da Evonik

Por meio de suas atividades de Venture Capital, a Evonik investiu na empresa de equipamentos médicos Vivasure Medical Limited, sediada em Galway (Irlanda). A operação de financiamento foi liderada pelo Life Science Partners Health Economics Fund, da Holanda. Também participa do pool a empresa Panakes Fund, de Milão (Itália). Antigos investidores da Vivasure da esfera med-tec, incluindo Fountain Partners, Orchestra Medical Ventures e Ascent Biomedical Ventures, também participam da operação de financiamento.

“Soluções para as tecnologias médica e da saúde estão entre as principais áreas de crescimento da Evonik. Em virtude de nossa competência tecnológica nessas áreas e nosso atual portfólio de produtos, a Vivasure Medical se adapta à Evonik em termos estratégicos”, diz Bernhard Mohr, Diretor de Venture Capital na Evonik.

O dispositivo de fechamento Vivasure (Vivasure Closure Device) é o primeiro produto da plataforma de tecnologia PerQseal™ da empresa e a única opção totalmente bioabsorvível, sem sutura e inteiramente sintética aprovada para o fechamento de arteriotomias de grande diâmetro resultantes de procedimentos percutâneos transcatéter. Esses procedimentos minimamente invasivos estão se tornando cada vez mais comuns nas cirurgias, no mundo inteiro. Em algumas áreas já estão estabelecidos como padrão. O motivo: somente pequenas incisões são necessárias para realizar procedimentos minimamente invasivos, que são menos danosos aos pacientes.

“Temos o prazer de ter a Evonik como parceiro estratégico que pode nos ajudar de maneira especial com sua expertise em polímeros para aplicações em Farma e Dispositivos Médicos”, diz Gerard Brett, CEO e um dos fundadores da Vivasure Medical. “O dispositivo de fechamento Vivasure foi projetado para ser fácil de usar, permitindo que o cirurgião faça um reparo completo no ponto de acesso, sem deixar implantes de metal, suturas ou tecido exógeno. Nosso objetivo é melhorar os resultados clínicos, tempos de recuperação menores e resultados terapêuticos superiores para os pacientes, em comparação com a alternativa da cirurgia aberta”.

A Vivacare Medical utiliza o Resomer®, um polímero bioabsorvível da Evonik, que já provou o seu valor em numerosas aplicações comerciais. “A participação na Vivacare Medical nos oferece a possibilidade de abrir uma área de aplicação nova e empolgante para o Resomer®”, diz Jean-Luc Herbeaux, Diretor da Linha de Negócios Health Care da Evonik.

No contexto de suas atividades de venture capital, a Evonik planeja investir um total de €100 milhões em start-ups promissoras, detentoras de tecnologias inovadoras, e nos principais fundos de venture capital especializados. Os enfoques regionais estão na Europa, Estados Unidos e Ásia. Atualmente, a Evonik detém participação em nove start-ups e quatro fundos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Solvay vende suas ações na Indupa para a Unipar Carbocloro

03/05/2016

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O Grupo Solvay informa ter assinado um acordo definitivo com a empresa química brasileira Unipar Carbocloro para vender o total de 70.59% de suas ações na Solvay Indupa.

“O desinvestimento do Grupo Solvay na Indupa segue o recente anúncio de saída de joint venture no mercado europeu de PVC, e está em linha com nosso objetivo de transformar a Solvay em uma empresa de especialidades químicas”, disse Vincent De Cuyper, do Comitê-Executivo da Solvay. “Com a aquisição da Solvay Indupa, a Unipar reforçará a sua posição estratégica na cadeia produtiva de soda cáustica e cloro, expandindo sua participação no segmento de PVC, bem como permitirá o desenvolvimento da Indupa”, acrescentou De Cuyper.

A transação está baseada em um total de entreprise value de US$ 202,2 milhões, estando sujeita aos habituais ajustes desse tipo de negócio.

A conclusão dessa transação está sujeita às condições usuais de fechamento, incluindo a aprovação das autoridades antitruste.

Criada em 1948 para a produção de PVC e soda cáustica, a Solvay Indupa tem 956 empregados e duas unidades industriais de produção na Argentina (foto) e no Brasil. Suas ações são cotadas na Bolsa de Valores de Buenos Aires. O Grupo Solvay havia classificado as suas ações na Indupa como “ativos à venda”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Bemis adquire operações de embalagens médico-hospitalares da SteriPack

03/05/2016

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Aquisição inclui instalações da empresa na Irlanda e ativos e bens de produção de embalagens na Malásia e nos Estados Unidos

A Bemis Company, Inc, uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo, anunciou a aquisição das operações de embalagem para instrumentos médicos e serviços de valor agregado relacionados ao Grupo SteriPack, fabricante mundial de soluções para embalagens esterilizadas para instrumentos médicos e aplicações farmacêuticas.

A aquisição inclui as instalações da empresa na Irlanda e ativos e bens de produção de embalagens na Malásia e nos Estados Unidos. O Grupo SteriPack continuará operando individualmente.

“Esta aquisição dá suporte à estratégia de crescimento da Bemis no setor de embalagem para produtos relacionados à saúde. O forte relacionamento da SteriPack com seus clientes e suas operações complementarão nosso processo de expansão global nas áreas médico-hospitalar e farmacêutica aumentarão nossa capacidade de atender às necessidades de uma indústria em pleno crescimento. Com essa aquisição, esperamos conseguir aumentar nossas ações em 2016”, afirma William F. Austen, presidente e CEO da Bemis Company.

A Bemis é uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo. Com sede em Neenah, Wisconsin (EUA), a companhia atende aos mercados de alimentos, bebidas, cosméticos, farmacêuticos, higiene pessoal, limpeza doméstica, médico-hospitalares e pet food com embalagens flexíveis, rígidas, cartonadas, tubos laminados e rótulos. A companhia conta com 17 mil funcionários em 67 unidades, localizadas em 11 países nas Américas do Norte e Latina, Europa e Ásia-Pacífico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Bemis

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Lanxess e Saudi Aramco concluem negociação de joint venture

07/04/2016

Arlanxeo

  • Joint venture Arlanxeo lançada em 1º de abril, 2016 como planejado
  • Lanxess recebeu recursos de caixa de cerca de 1,2 bilhões de euros
  • Anunciada composição do comitê de acionistas da Arlanxeo

Em 1º de abril, a empresa de especialidades químicas Lanxess e a Saudi Aramco concluíram a formação da joint venture em base de 50-50 para borracha sintética, a Arlanxeo. O negócio foi anunciado pela primeira vez em setembro de 2015 e todas as autoridades antitruste relevantes liberaram a transação em fevereiro de 2016.

Com o fechamento da transação, uma participação de 50 por cento da joint venture Arlanxeo foi transferida para a subsidiária holandesa da Saudi Aramco, a Aramco Overseas Holdings Coöperatief U.A. Por sua vez, a Lanxess recebeu recursos em dinheiro de cerca de 1,2 bilhões de euros.

A Lanxess planeja investir cerca de 400 milhões de euros dos recursos da transação em crescimento orgânico. Outro valor de cerca de 400 milhões de euros está destinado a uma redução na posição financeira de débitos e cerca de 200 milhões de euros deverão ser usados em um programa de recompra de ações.

Com o lançamento da Arlanxeo, a composição do comitê de acionistas da empresa também foi anunciada. O comitê será presidido pelo presidente do conselho de administração, Matthias Zachert. Warren W. Wilder, Vice Presidente de Produtos Químicos da Saudi Aramco, é o Vice Presidente. Os membros adicionais do comitê de acionistas da Arlanxeo são Michael Pontzen, diretor financeiro da Lanxess; e Khalid H. Al-Dabbagh, Controller da Saudi Aramco.

Fonte: Lanxess

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Bunzl adquire empresas no Brasil, EUA e Turquia

23/03/2016

Bunzl

A Bunzl plc, um Grupo de distribuição internacional e terceirização, anunciou em 29 de fevereiro que concluiu mais duas aquisições no Brasil e EUA e entrou em um acordo para adquirir uma empresa na Turquia.

A Dental Sorria Ltda foi adquirida em dezembro de 2015. Com sede em Belo Horizonte, no Estado de Minas Gerais, o negócio expandiu as operações da Bunzl no Brasil no setor de materiais dentários. A receita em 2015 foi de R $ 29,2 milhões.

No início de fevereiro de 2016, a Bunzl comprou a Earthwise Bag Company, Inc. Localizada em Burbank, Califórnia, a empresa fornece sacolas reutilizáveis para supermercados e outros varejistas nos EUA. Com uma receita de US $ 18 milhões em 2015, esse negócio expandiu a oferta de produtos ecológicos da Bunzl para os setores de supermercado e varejo.

Por fim, a Bunzl concordou em adquirir a Bursa Pazari Insaat Sanayi ve Ticaret AS. Com sede em Istambul, a empresa dedica-se principalmente à venda de uma variedade de embalagens e outros suprimentos de serviços para alimentos, assim como luvas descartáveis para atacadistas, varejistas e hospitais em toda a Turquia, exportando também  produtos para vários países. A receita em 2015 foi TRY131.0 milhões. Sujeita à aprovação da operação pela Autoridade da Concorrência Turca, a conclusão da aquisição está prevista para ocorrer até o final de abril. A Companhia inicialmente concordou em adquirir 80% das ações com uma opção de compra dos restantes 20% no futuro.

Comentando sobre as aquisições, Michael Roney, diretor executivo da Bunzl, disse:

“A Dental Sorria reforçou ainda mais a nossa oferta de produtos no setor da saúde no Brasil, enquanto que Earthwise Bag ampliou a nossa gama de produtos e complementa nossos negócios servindo aos setores de supermercado e varejo nos EUA. A proposta de aquisição da Bursa Pazari também é um fato importante para a Bunzl, uma vez que irá estender nossas operações na Turquia, um mercado em que entramos pela primeira vez em Maio de 2015, nos setores de serviços alimetícios e de saúde. Temos o prazer de acolher cada uma das empresas e seus empregados no grupo “.

Fonte: Bunzl

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Lanxess e Saudi Aramco lançam a Arlanxeo, joint venture na área de borracha sintética

11/02/2016

Arlanxeo

A empresa de especialidades químicas Lanxess e a Saudi Aramco anunciaram a Arlanxeo, nome da sua nova joint venture na área de borracha sintética. O novo nome e logo combinam elementos dos nomes e logotipos de ambos os parceiros. O logotipo é complementado pelo descritor “Elastômeros de Desempenho” para destacar a gama de produtos da nova empresa. Todas as mais importantes autoridades antitruste autorizaram a transação. Desta maneira, a joint venture será lançada como Arlanxeo em 10 de Abril de 2016.

“A Arlanxeo será uma empresa forte formada por dois parceiros fortes” “Isto está refletido também no novo nome da empresa”, disse Matthias Zachert, Presidente do Conselho de Administração da Lanxess AG e futuro Presidente do Comitê de Acionistas da Arlanxeo. “Nós estabeleceremos a Arlanxeo como um player novo e independente no mercado mundial de borracha sintética. E estamos convencidos de que, no mundo de borracha, a Arlanxeo vai se tornar uma marca forte.”

“Sob seu novo nome, a Arlanxeo terá como base o foco no cliente, o reconhecimento e a reputação, tanto da Saudi Aramco como da Lanxess, o que torna ambos os parceiros muito orgulhosos”, disse Abdulrahman Al-Wuhaib, Senior Vice-Presidente de Empresas Derivadas, da Saudi Aramco.

Em 22 de setembro de 2015, a Lanxess e a Saudi Aramco assinaram um acordo para criar uma joint-venture, com composição igualitária de 50% para cada parceiro, para o desenvolvimento, produção, comercialização, venda e distribuição de borracha sintética usada na indústria mundial de pneus, fabricação de autopeças e uma ampla gama de outras aplicações.

A Arlanxeo terá sua sede na Holanda. Os parceiros em breve nomearão a equipe de gestão que irá comandar a joint venture. Cada parceiro terá representação igualitária nos conselhos que supervisionarão a empresa. O CEO será nomeado pela Lanxess e CFO pela Saudi Aramco.

“Com este empreendimento, o maior produtor mundial de borracha sintética e a maior companhia integrada de energia do mundo, lançamos as bases para o desenvolvimento sustentável e positivo da Arlanxeo”, disse Zachert. “Esta é uma vitória para nossos clientes, bem como para os funcionários da Arlanxeo. Estamos ansiosos para o lançamento desta nova e promissora parceria”.

A Lanxess é uma empresa líder de especialidades químicas com vendas de 8 bilhões de euros em 2014 e aproximadamente 16.300 funcionários em 29 países. Atualmente a empresa está representada em 52 locais de produção, em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de plásticos, borracha, intermediários e especialidades químicas.

Fonte: Lanxess

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LyondellBasell conclui venda da Petroken na Argentina

09/02/2016

PetrokenA LyondellBasell comunicou em 05/02 ter concluído a venda de sua subsidiária argentina Petroquímica Ensenada (Petroken) para o Grupo Inversor Petroquímica (GIP), da Espanha.

O negócio foi de US $ 184m, segundo a LyondellBasell.

A Petroken é uma dos produtores líderes de polipropileno na Argentina, com uma capacidade de produção de 180.000 toneladas/ano. A planta (foto) está localizada em Ensenada, ao lado do Complexo La Plata da YPF.

O acordo havia sido anunciado originalmente em agosto de 2015, quando se mencionou que a LyondellBasell havia aceitado uma oferta conjunta da YPF e GIP. Na época, o acordo anunciado era de US $ 145 milhões, sendo que a YPF e a GIP passariam a ter, cada uma, participações de 50% na Petroken. Todavia, em Dezembro foi comunicado que o acordo havia sido adiado.

Agora, a LyondellBasell não fez menção a YPF quando anunciou a conclusão do negócio.

A venda da unidade Petroken é parte da estratégia de crescimento de longo prazo da LyondellBasell, à medida que a empresa continua a se concentrar em ativos e mercados que vão criar maior valor para os seus acionistas.

Fonte: LyondellBasell

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Fabricante alemão de filmes Infiana vende sua unidade de produção na Bahia para o Packing Group

09/02/2016

Infiana

Em 1º de fevereiro, o Grupo Infiana vendeu sua unidade de produção de filmes na Bahia (foto) para o fabricante brasileiro Packing Group. A Infiana está agora operando a partir de três locais no mundo: de sua sede localizada em Forchheim (Alemanha), e de sites de produção em Malvern (EUA) e Samutsakorn (Tailândia). O grupo, especialista em filmes, emprega 800 funcionários em todo o mundo.

O motivo para a venda é a estratégia da Infiana. “Nós continuamos a nos concentrar no desenvolvimento e produção de soluções de especialidades em filmes”, explica Peter K. Wahsner, CEO do Grupo Infiana. Em geral, há potencial no Brasil, mas, “o cenário económico difícil impede – mesmo a médio prazo -. a substituição de produtos commodity por produtos premium, que são o nosso foco. Nós encontramos no Packing Group um comprador que irá, de forma bem sucedida, integrar a unidade da Bahia ao seu grupo empresarial e será capaz de explorar as sinergias esperadas em seu negócio atual “.

O Packing Group produz cerca de 110 mil toneladas por ano e está entre os maiores fabricantes de embalagens flexíveis na América do Sul. Com a aquisição da unidade da Infiana na Bahia, o Packing Group vai aumentar a produção em 14,4 mil toneladas por ano. Antes da aquisição, o Packing Group tinha seis fábricas no Brasil e centros de distribuição na Alemanha, Espanha e Estados Unidos.

A venda ocorre um ano após o Grupo Infiana, anteriormente denominado Huhtamaki Films, tornar-se independente. Com isso, o grupo continuará a implementar a sua estratégia de marca premium. Wahsner diz: “Vender o nosso site no Brasil não terá impacto sobre o nosso negócio global, uma vez que a carteira de produtos produzidos no Brasil não apresenta sinergias com os outros sites. Na verdade, com a venda do site brasileiro, damos mais um passo no sentido de nos posicionarmos como especialistas nos setores de filmes de engenharia, filmes de processos e filmes especiais. Para este mercado, nós esperamos um considerável potencial de crescimento em todo o mundo nos próximos anos. “

Fonte: Infiana Group

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PolyOne adquire ativos de TPE da Kraton

09/02/2016

PolyOne-Acquires-Kraton

Ampliando sua presença global e expertise em inovação e design de elastômeros termoplásticos  (TPE), a PolyOne Corporation anunciou em 03 de feveiro que adquiriu certas tecnologias e ativos da Kraton Performance Polymers, Inc.  As duas empresas também celebraram um acordo de fornecimento, através do qual a Kraton irá fornecer à PolyOne certas matérias-primas utilizadas no processo produtivo das unidades que foram vendidas.

Os mercados finais que utilizam as tecnologias vendidas pela Kraton abrangem aplicações novas e de crescimento rápido em adesivos e filmes protetores removíveis, bem como as aplicações existentes já servidas pela PolyOne, tais como embalagens, dispositivos médicos e produtos para cuidados pessoais. O preço da transação (US $ 72 milhões) representa um múltiplo de 9x EBITDA.

“Desde a nossa bem-sucedida aquisição em TPE da GLS em 2008, temos investido continuamente e promovido a globalizado e crescimento em inovação no segmento de TPE e seus vários usos de valor agregado”, disse Robert M. Patterson, presidente e CEO da PolyOne Corporation. “Estamos muito satisfeitos por termos feito este investimento para nossos clientes e seus objetivos de design de produto, desenvolvimento e desempenho.”

“Eu vejo esta transação como uma vitória para ambas as empresas, e mais importante, para os nossos respectivos acionistas e clientes”, disse Kevin M. Fogarty, presidente e diretor executivo da Kraton. “Ele permitirá que a PolyOne e Kraton se concentrem em suas principais competências e ajudará nossos clientes com soluções novas e únicas que os diferenciarão no mercado.”

Patterson acrescentou: “A integração será rápida e sem problemas, à medida que potencializamos o nosso know-how existente em TPE,  nosso alcance global e experiência comercial para ajudarmos os nossos clientes de maneiras novas e inovadoras.”

A PolyOne Corporation, com receitas de US $ 3,8 bilhões em 2014, é uma provedora de materiais, serviços e soluções especializadas em polímeros.

Fonte: PolyOne

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Saint-Gobain adquire a SG Plásticos e reforça sua atividade em Plásticos no Brasil

21/01/2016

A multinacional francesa Saint-Gobain adquiriu a empresa brasileira SG Plásticos, uma das  principais companhias no  segmento  de tubos extrudados no  Brasil.  Com aproximadamente 2.600 produtos em seu portfolio, a SG  Plásticos oferece  soluções diferenciadas  e customizadas para  a transferência  de  fluidos em aplicações exigentes para uma grande variedade de mercados, incluindo o industrial, médico, agrícola e automotivo. A SG Plásticos tem uma unidade de produção de 8 mil metros quadrados em  São Caetano  do  Sul,  no Estado  de São  Paulo.

Esta aquisição está   em   linha   com a estratégia do   Grupo Saint-Gobain  para   aumentar seus   ativos industriais  em Materiais de  Alta Performance nos países  emergentes.  A operação posicionará a  Saint-Gobain Performance Plastics como  uma  das  empresas  líderes  no mercado  brasileiro  dos  tubos  de  alto valor  agregado.  Este  aumento  da  capacidade de produção local reforçará a presença da Saint-Gobain na região com um portfólio mais amplo de aplicações.

A empresa não divulgou o preço pago pela aquisição. A Saint-Gobain Performance Plastics é um produtor de soluções em polímeros de alto desempenho e possui 45 unidades de produção distribuídas em 18 países na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia.

A empresa francesa opera no Brasil através da Saint-Gobain do Brasil Ltda. e outras subsidiárias, produzindo produtos em vidro para os mercados de construção e automotivo, plásticos de alto desempenho, isolamento em fibra de vidro e outros produtos. As vendas da Saint-Gobain no Brasil em 2014 totalizaram 9,8 bilhões de reais.

Fonte: Saint Gobain

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GE vende divisão de eletrodomésticos para fabricante chinês Haier

19/01/2016

GErefrigeradoresA General Electric anunciou acordo para vender seus negócios de eletrodomésticos para a fabricante chinesa Haier por 5,4 bilhões de dólares em dinheiro. Segundo comunicado divulgado no dia 15/01, as duas empresas também irão cooperar a nível global para expandir as atividades nos setores industrial e de saúde.

O acordo com a Haier ocorre semanas depois da GE abandonar entendimentos com a sueca Electrolux para a venda da divisão de eletrodomésticos por 3,3 bilhões de dólares. O Departamento de Justiça americano impediu o negócio de seguir adiante por julgar que ele ameaçava a concorrência dentro dos Estados Unidos.

A aquisição deve melhorar a competitividade global da empresa chinesa e ajudar a Haier a  vender refrigeradores, máquinas de lavar louça e outros eletrodomésticos em outros mercados além da China, onde a empresa é bem conhecida. O acordo prevê o direito do uso da marca GE Applicances por 40 anos e manterá os escritórios da empresa em Louisville, Kentucky, assim como a atual equipe administrativa, segundo informaram as duas companhias.

Segundo a Haier, o negócio inclui uma fatia de 48,4 % da GE Applicances na fabricante mexicana de eletrodoméstico Mabe, que opera uma joint-venture e fornece para a GE Appliances há 28 anos.

Em 2014, as receitas da GE Appliances totalizaram 5,9 bilhões de dólares e a empresa teve 400 milhões em Ebitda  (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização). A força de trabalho total da GE Appliances ao redor do mundo é de 12 mil funcionários, sendo que 96% deles estão baseados nos Estados Unidos.

O negócio permitirá à GE redicionar o foco para seus negócios principais, concentrados na área industrial, como a fabricação de turbinas para aviação e para geração de energia eólica.

A transação terá que ser avaliada por autoridades regulatórias na China e em outros países e estará também sujeito à aprovação por dois terços de acionistas da Qingdao Haier (empresa com fatia de 41% detida pela Haier).

Fonte: Reuters / Valor / IstoÉ Dinheiro

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Solvay finaliza com sucesso a aquisição da Cytec e lança planos de integração

07/01/2016

No início de dezembro, o Grupo Solvay concluiu com êxito a aquisição da Cytec, começando imediatamente a integração dos negócios da empresa para obter sinergias de custos e aproveitar oportunidades significativas de negócios em materiais leves avançados para as indústrias aeroespacial/aeronáutica e automotiva, e em especialidades químicas para mineração.

“A Cytec representa um marco decisivo na transformação da Solvay e abre novos horizontes para o crescimento e a inovação. A Solvay é agora um dos principais fornecedores de materiais leves para a indústria aeroespacial”, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay. “Graças aos extensos preparativos, vamos iniciar agora uma integração rápida e eficaz dos negócios da Cytec e de suas equipes talentosas à Solvay e acelerar a geração de valor para nossos acionistas.”

Uma grande equipe de pessoal da Solvay e da Cytec foi mobilizada desde o início de outubro para preparar planos detalhados de integração. A Solvay também vai criar duas novas Unidades de Negócios Globais (GBU’s, na sigla em inglês):

– Uma Unidade de Negócio Global (GBU) vai agrupar os negócios de compósitos da Cytec, Aerospace Materials e Industrial Materials. Bill Wood foi nomeado presidente desta GBU, que fará parte do segmento operacional Advanced Materials;

– Outra Unidade de Negócio Global combinará as atividades In Process Separation, que atua em aditivos para polímeros e resinas formuladas da Cytec, com intermediários a partir de fósforo da Novecare da Solvay. Mike Radossich foi nomeado presidente desta GBU, que fará parte do segmento operacional Advanced Formulations.

A expectativa da Solvay é gerar um mínimo de €100 milhões em sinergias anuais no prazo de três anos após a aquisição. A aquisição deverá ser adicionada aos lucros ajustados e fluxo de caixa livre após o primeiro ano da aquisição e para o Retorno de Fluxo de Caixa sobre o Investimento (CFROI) no médio prazo.

O financiamento da aquisição está quase concluído. Ele consiste na emissão de cerca de € 4,7 bilhões em títulos seniores e híbridos, e a emissão de direitos de €1,5 bilhão, que está em curso.

A Cytec estará totalmente consolidada no Grupo Solvay a partir de 1º de janeiro de 2016.

O grupo Solvay, com sede em Bruxelas, emprega cerca de 30.000 pessoas em 52 países, tendo obtido um faturamento de €11,7 bilhões em 2014. No Brasil, o grupo também atua com a marca Rhodia, cujas atividades internacionais foram adquiridas em 2011.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Fusão entre Dow e DuPont cria a segunda maior empresa química do mundo

14/12/2015
Edward Breen, da Dupont (esq), e Andrew Liveris, da Dow (dir) se cumprimentam durante o anúncio da fusão entre as duas empresas no dia 11 de dezembro

Edward Breen, da Dupont (esq), e Andrew Liveris, da Dow (dir), se cumprimentam durante o anúncio da fusão entre as duas empresas no dia 11 de dezembro

A Dow Chemical e a DuPont fecharam em 11 de dezembro os termos de uma fusão irá criar uma gigante de produtos químicos com valor de mercado de mais de 130 bilhões de dólares e que deverá se dividir, na sequência, em três diferentes empresas nos segmentos de agroquímicos, materiais e especialidades. A operação deve ser concluída no segundo semestre de 2016.

Com a fusão, o conselho executivo da nova empresa, que se chamará Dow DuPont, terá 16 membros, divididos igualmente entre as duas empresas. O presidente-executivo da DuPont, Edward Breen, será  o presidente executivo da nova empresa. O seu homólogo na Dow, Andrew Liveris passará a ser o presidente do Conselho de Administração. Liveris também irá liderar a empresa a ser criada no segmento de materiais. Ele disse que 70 % das vendas dessa nova empresa virão de três mercados chave: embalagem, transporte e construção.

As receitas combinadas dos negócios agroquímicos da Dow e da DuPont são de aproximadamente 19 bilhões de dólares. No setor de materiais, que inclui plásticos, produtos químicos e outros materiais, as receitas combinadas são de 51 bilhões de dólares. No segmento de especialidades, que compreende eletrônicos, nutrição, biociências industriais e segurança, o faturamento é de aproximadamente 13 bilhões de dólares.

As sinergias de custo geradas pela fusão podem atingir 3 bilhões de dólares. A operação foi estruturada como uma fusão de iguais.  A Dow Dupont, será a segunda maior empresa química do mundo, depois da BASF e terá duas sedes – em Midland, Michigan e Wilmington, Delaware.

O acordo, que terá de ser aprovado por agências regulatórias de vários países, permitirá que as duas empresas norte-americanas revigorem seus ativos. Ultimamente, os negócios dos segmentos de plástico e de especialidades químicas vem se beneficiando de custos de energia mais baixos, enquanto que as divisões de produtos químicos para agricultura vem tendo dificuldades para lidar com uma demanda fraca por defensivos.

São esperadas reduções de postos de trabalho como consequência da fusão. A Dow tinha 53.000 funcionários, enquanto que a DuPont tinha 63.000 colaboradores no final de 2014. As empresas não mencionaram layoffs no anúncio oficial da fusão, mas a DuPont, em um comunicado separado, disse que implementará um plano de redução de custos global correspondente a 700 milhões de dólares, que impactará 10 % da sua força de trabalho global.

Fonte: Dupont / Dow / Reuters / New York Times

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Dow Chemical e DuPont em negociações avançadas para fusão

09/12/2015

Segundo a Reuters, a Dow Chemical e a DuPont estão negociando uma fusão para criar uma gigante de produtos químicos com valor de mercado de mais de 130 bilhões de dólares e que poderá se dividir, na sequência, em uma série de diferentes negócios, afirmaram fontes com conhecimento do assunto.

Com a fusão, o presidente-executivo da Dow, Andrew Liveris, e seu homólogo na DuPont, Edward Breen, manteriam seus cargos na nova companhia, relatou uma das fontes, que informou também que um acordo pode ser fechado nos próximos dias.

O assunto não foi comentado por representantes da Dow e da DuPont.

As sinergias de custo geradas pela fusão podem atingir 3 bilhões de dólares, segundo informou a CNBC, mencionando fontes que estão a par do assunto. Tanto a Dow Chemical como a Du Pont possuem negócios significativos no setor de plásticos. Cada uma delas tem valor de mercado aproximado de 60 bilhões de dólares. Se a fusão se concretizar, a nova companhia resultante será a segunda maior empresa química do mundo, depois da BASF.

O eventual acordo, que terá de ser aprovado por agências regulatórias de vários países, permitirá que as duas empresas norte-americanas revigorem seus ativos. Ultimamente, os negócios dos segmentos de plástico e de especialidades químicas vem se beneficiando de custos de energia mais baixos, enquanto que as divisões de produtos químicos para agricultura vem tendo dificuldades para lidar com uma demanda fraca por defensivos.

Após a operação que seria estruturada como uma fusão de iguais, a nova empresa poderia se dividir em ciências de materiais, especialidades e agroquímicos, afirmaram as fontes, ressaltando, porém, que os planos ainda não estão finalizados.

Fonte: Reuters / CNBC

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