Archive for the ‘EVA’ Category

Braskem lança nova linha de resinas modificadas de EVA

19/05/2018

Segundo a empresa, o lançamento proporciona um excelente soft touch, além de aumentar a produtividade, reduzir o peso e ser versátil em suas aplicações

Atenta à competitividade e demanda do mercado, a Braskem acaba de lançar uma família de resinas modificadas de EVA (copolímero de etileno e acetato de vinila). De acordo com a Braskem, a marca Braskem Evance oferece uma solução com resinas inovadoras de alto desempenho e avançada customização para cada tipo de aplicação. A novidade pode ser utilizada nos setores calçadista, automotivo, de construção civil, nas indústrias de transporte, de artigos esportivos, fios e cabos, entre outros.

“O papel da Braskem vai desde a criação da resina até a definição de um composto que atenda aos requisitos técnicos para diferentes aplicações, frente à gama do mercado de borracha e elastômeros, levando benefícios a transformadores, marcas e consumidores”, comenta Claudia Arruda, diretora comercial da Braskem.

As características do EVA modificado o tornam um produto competitivo em relação a outros elastômeros e a alguns tipos de borrachas. Para ser confortável – principal requisito da indústria calçadista – o material oferece soft touch e leveza, proporcionando uma melhor aderência na sola do produto quando em contato com o chão, afirma a Braskem. Já nos setores automotivo e construção civil, a linha pode reduzir o peso para algumas aplicações, além de uma redução no custo final da solução, garante a empresa.

“Temos potencial para alcançar as indústrias que usam elastômeros e borracha como fontes de matérias-primas e criar novas oportunidades com o Braskem Evance “, afirma Claudia.

A Braskem afirma que a sua linha Evance traz um processo produtivo mais simples, utilizando menos matéria-prima e diferenciando-se das atuais resinas do mercado, além de oferecer mais flexibilidade, leveza, resistência, conforto e toque emborrachado.

Fonte: Braskem

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Centro de Tecnologia e Inovação da Braskem investe em laboratório para EVA

08/08/2016

Braskem-eva-laboratorio

Novo espaço trabalhará com EVA, resina utilizada principalmente no setor calçadista

O Centro de Tecnologia e Inovação (CTI) da Braskem, localizado no polo petroquímico de Triunfo, investiu em junho R$ 500 mil em um novo laboratório. O local é específico para o processamento de EVA, voltado para desenvolvimento de novas aplicações e suporte para os clientes desenvolverem suas próprias formulações.

O novo laboratório passa a ser uma referência na área de EVA no país, pois conta com uma infraestrutura que permite realizar desde a formulação de um composto até a produção de protótipos. “Esse investimento permitirá uma maior interação com os clientes, acelerando o desenvolvimento de novas tecnologias para a indústria calçadista”, afirma Giancarlos Delevati, engenheiro de Aplicação PE Performance do CTI.

A Braskem produz anualmente 16 milhões de toneladas de resinas e outros produtos petroquímicos básicos e tem faturamento anual de R$ 54 bilhões, atuando em mais de 70 países, com 8 mil integrantes e 40 unidades industriais localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México (esta última em parceria com a mexicana Idesa).

Fonte: Braskem

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Braskem lança nova resina EVA para o segmento calçadista

16/01/2013

Inédito no mundo, o produto simplifica o processo de confecção, trazendo maior produtividade e oferecendo uma solução mais sustentável para os clientes

A Braskem, líder em produção de resinas termoplásticas nas Américas e maior produtora mundial de biopolímeros, acaba de lançar uma resina inédita no mundo, direcionada ao segmento calçadista. A nova resina de EVA (copolímero de etileno e acetato de vinila) permite a confecção mais rápida e sustentável dos sapatos, extinguindo o processo de cura na colagem de solas, o que elimina a emissão de ozônio e reduz em até 26% o custo desta etapa de produção. O lançamento integra o portfólio do selo Braskem Maxio®, criado para identificar resinas que oferecem uma maior eficiência à cadeia do plástico e reduzem o impacto ambiental no processo de transformação.

Nesse segmento, a colagem das entressolas à base de EVA é uma etapa importante do processo, pois a durabilidade de um calçado está diretamente vinculada à qualidade de aderência dos seus componentes após o processo de cura. A resina VA3010A, desenvolvida pela Braskem, permite que o processo de colagem ocorra sem a necessidade da etapa de cura U.V. (irradiação de luz ultravioleta). Esta inovação dispensa a utilização do equipamento de cura ultravioleta, que exige constante manutenção e controle de processo, e ainda é emissor de ozônio, um gás nocivo à saúde humana e ao meio ambiente. Além disso, com a nova resina, há redução no consumo de energia no processo produtivo, tornando a confecção dos calçados mais segura e o processo mais sustentável.

A economia gerada com esta inovação na indústria calçadista pode proporcionar uma redução de custo de até 26% na etapa de colagem do processo produtivo do calçado, além de permitir designs mais diferenciados na confecção da entressola. O tamanho desta redução dependerá do tipo de calçado e da configuração de cada linha de produção. A nova resina possibilita ainda ganho na qualidade dos solados, o que resulta na redução da devolução de calçados por conta de defeitos, e por consequência custos ainda menores aos transformadores.

Para alcançar este resultado, foi desenvolvido junto com a empresa Killing (www.killing.com.br), parceira da Braskem, um novo primer aplicado a frio que complementa a colagem da resina em diferentes substratos como borracha, PVC e couro sintético, substituindo a solução com o primer antigo. A solução baseia-se em um conceito em que os dois novos componentes são necessários para a aderência, tanto o EVA, quanto o primer, sendo esta tecnologia patenteada.

“Esta nova resina trará maior competitividade para o setor calçadista, que no Brasil foi responsável pela confecção de mais 800 milhões de pares em 2011. A resina VA3010A é resultado do trabalho que temos feito em nosso Centro de Tecnologia e Inovação para identificar tendências e encontrar soluções inteligentes para contribuir com os desafios dos nossos clientes”, destaca Edison Terra, diretor de Polietileno da Braskem.

“Estimamos atingir 60% do mercado nacional nos dois primeiros anos de atuação. Esse desenvolvimento é mais um exemplo do comprometimento da Braskem na busca contínua por inovações e por oferecer soluções sustentáveis aos clientes, alinhadas com a visão de tornar líder mundial em química sustentável até 2020”, afirma Terra.

Fonte: Braskem

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Venda de Plásticos de Engenharia cresce no País.

30/08/2011

Pesquisa promovida pela ADIRPLAST revela que a comercialização no Brasil dos plásticos de engenharia deve chegar a 35 mil toneladas neste ano

O consumo de plásticos de engenharia no Brasil cresceu em 2010. Segundo levantamento promovido pela ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas – e realizado Maxiquim Consultoria, o faturamento dos distribuidores ligados à entidade com o segmento de especialidades cresceu 1,5% no ano passado. Foi de 7,4% para 8,9% da participação no montante faturado pelas empresas.

Em relação ao volume de vendas, a pesquisa apontou que os plásticos de engenharia, também conhecidos por especialidades, tiveram, em 2010, 6,3% de participação na cadeia de distribuição de resinas.

E a boa fase dos plásticos de engenharia no mercado nacional deve se repetir neste ano. Levantamento que considera o primeiro trimestre deste ano, feito entre as empresas associadas à entidade, mostra que as especialidades foram responsáveis por mais de 10% do faturamento dos distribuidores, contra apenas 8,3% no mesmo período do ano passado. E a expectativa da ADIRPLAST é que esse mercado ainda cresça 28% neste ano, chegando a 35 mil toneladas comercializadas.

Entre os plásticos de engenharia, os que mais se destacam hoje no mercado brasileiro são ABS e San, Eva, Poliacetal e Poliamida, entre outros.

Para Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST, o avanço nas vendas dos plásticos de especialidades no mercado nacional reflete a boa fase pela qual passa o país e principalmente os segmentos industriais que mais fazem uso dessas matérias-primas: “A maior qualificação da indústria nacional e aumento de consumo da população são alguns dos motivos pelos quais vemos o mercado de plásticos de engenharia crescendo a cada ano. Segmentos ligados aos mercados automobilístico, médico-hospitalar, alimentício ou de higiene pessoal, além dos mercados de produtos mais sustentáveis, de eletro-eletrônico e de construção, são alguns dos consumidores desse tipo de material”.

Novidades, tecnologia e variedade
Diversas resinas compõem o segmento de plásticos de engenharia. Elas apresentam propriedades diferenciadas em relação às resinas commodities, como o polietileno (PE), o polipropileno (PP), o poliestireno (PS) e o PVC.

Pelas suas propriedades mecânicas, térmicas e óticas, os plásticos de engenharia são usados em aplicações de alta tecnologia. No setor automotivo, por exemplo, elas vêm sendo utilizadas cada vez mais, inclusive como substitutas de metais como o aço e o alumínio. Essa substituição tem ajudado a diminuir o peso dos veículos e, consequentemente, a reduzir o consumo de combustíveis e a emissão de gases nocivos à saúde.

Entre os principais plásticos de engenharia oferecidos hoje pelos distribuidores ligados à ADIRPLAST destacam-se as diferentes variedades de ABS (Acrilonitrila Butadieno-Estireno), SAN (Copolímero Estireno-Acrilonitrila), compostos de PP e PE, MABS (resinas mistas), ASA (Acrilonitrila Es tireno-Acrilato), PA (Poliamida), PBT (Polibutileno Tereftalato), POM (Poliacetal), PMMA (Polimetacrilato de Metila) e PPA (Poliftalamida), entre inúmeros outros tipos.

Atualmente as principais novidades deste segmento ficam por conta das resinas modificadas e blendas, algumas formuladas com materiais de alto apelo tecnológico e até sustentável. O material tem sido mais usado pelas empresas que trabalham mais fortemente o apelo de sustentabilidade de seus produtos e marcas.

Destaque também para algumas resinas mais específicas, usadas principalmente pela indústria médico-hospitalar, assim como para a copoliéster, que confecciona produtos de alta resistência, tanto ao impacto como a altas temperaturas, suportando acima dos 100°C. O material ainda oferece resistência química aos produtos e uma transparência similar a do vidro, entre outras propriedades marcantes. Sem contar que o componente é livre de substâncias restritas e, por isso, aprovado pelos mais respeitados ór gãos de regulamentação de materiais de destinação a contato humano. Hoje os principais mercados consumidores deste produto têm sido os fabricantes de embalagens de cosméticos e utilidades domésticas.

Já para os mercados de construção e design, a tecnologia fica por conta da resina ABS/PMMA. O material oferece alta resistência a impactos, a tração e a altas temperaturas. Fácil de moldar e altamente resistente à exposição ao tempo e a produtos químicos, esse plásticos tem sido usado na fabricação de sanitários de ônibus, cubas de banheiro e até banheiras de hidromassagem.

Fonte: Adirplast / Baião de 3

 

Braskem Idesa Seleciona Processo Lupotech T Para Nova Planta de PEBD de 300 KTon no México.

07/02/2011

A Braskem Idesa S.A.P.I., uma joint-venture da Braskem S.A. e do Grupo Idesa S.A. de C.V., do México, selecionou a tecnologia de processo Lupotech T da LyondellBasell para uma nova planta de Polietileno de Baixa Densidade (PEBD) de 300 Kton por ano. A planta será construída no Complexo Petroquímico Coatzacoalcos em Veracruz, no México, e está programada para iniciar a sua operação em 2015.

“Para competir com sucesso no mercado de PEBD na América do Norte é necessário uma tecnologia de processo como a Lupotech T,” afirma Roberto Bischoff, CEO da Braskem Idesa. “Ela proporciona um desempenho líder em termos de custo de manufatura, assim como um portfolio de produtos bem abrangente.”

“O fato de ser a primeira licença de PEBD tubular concedida na região do NAFTA em mais de 20 anos constitui-se numa evidência adicional do desempenho líder da tecnologia Lupotech T  para a produção em escala mundial de PEBD e copolímeros de EVA” afirma Kaspar Evertz, vice presidente de licenciamentos da LyondellBasell.

A Lupotech T é a tecnologia de processo de PEBD a alta pressão mais largamente usada no mundo. Desde o ano 2000, a LyondellBasell licenciou 20 plantas com tecnologia Lupotech T, representando aproximadamente 6 milhões de toneladas anuais em termos de capacidade licenciada.

Com mais de 250 licenças concedidas para processos de poliolefinas,  a LyondellBasell é o licenciador líder de tecnologias para produção de polipropileno e polietileno.

Além do processo Lupotech T, o portfolio de tecnologias licenciadas para poliolefinas e serviços técnicos associados compreendem:

• Spherilene – tecnologia de processo flexível em fase gasosa para a produção de PELBD, PEMD e PEAD.
• Hostalen – processo slurry de baixa pressão para a produção de PEAD multimodal de alto desempenho.
• Spherizone – tecnologia de polipropileno de última geração, baseada em um reator multi-zona, para a produção de polipropileno e novas poliolefinas.

• Spheripol – tecnologia líder de polipropileno para a produção de homopolímeros e copolímeros randômicos e heterofásicos.
• Metocene PP – tecnologia inovadora adicional para a produção de especialidades de polipropileno, usando sistemas catalíticos de sítio único.

A LyondellBasell é uma das maiores empresas mundiais no segmento de plásticos, produtos químicos e refinarias. A empresa manufatura produtos em 59 fábricas, em 18 países.

Fonte: LyondellBasell

Tecnologia Spheripol da LyondelBasell é escolhida para nova planta de polipropileno na China

16/09/2010

A tecnologia de processo Speriphol da LyondellBasell foi selecionada pela Pucheng Clean Energy Chemical Company Ltd. para uma nova planta de 400.000 toneladas por ano de polipropileno, a ser construída em Pucheng, Cidade de Weinan, Província de Shaanxi, na República Popular da China. O início das operações está previsto para 2013.

A planta de polipropileno com processo Spheripol será parte de um dos maiores projetos de produção de químicos baseados em carvão na China, do qual se espera a produção de mais de 2 milhões de toneladas de olefinas por ano.

“Através da seleção da tecnologia de processo Spheripol, nosso projeto irá se beneficiar desta tecnologia líder na indústria, que atenderá às necessidades do mercado, a custos operacionais muito competitivos” de acordo com  Zhang Zhihong, vice-presidente da Pucheng e membro do Conselho Diretivo da empresa.

”A escolha da Pucheng é uma evidência adicional da ampla aceitação do processo Spheripol como uma tecnologia já provada para a produção de polipropileno” afirma Kaspar Evertz, vice-presidente de Licenciamento da LyondellBasell. “Isto é devido, em grande parte, à notável confiabilidade do processo, que se constitui em um dos mais importantes critérios de seleção nestes tipos de projetos.”

O processo Spheripol é a tecnologia líder para a produção de uma gama completa de grades de polipropileno, incluindo homopolímeros, copolímeros randômicos e copolímeros heterofásicos. A planta de Pucheng é a 109a. linha de processo Spheripol licenciada até hoje; mais de 22 milhões de toneladas de capacidade de produção de polipropileno através do processo Spheripol já foram licenciadas mundialmente.

A LyondellBasell é um licenciador líder de tecnologias de polipropileno e polietileno e já vendeu mais de 200 licenças de processos de poliolefinas. Durante os 20 últimos anos, as tecnologias da LyondellBasell foram usadas em aproximadamente metade de todos os novos projetos de polipropileno ao redor do mundo.

Além do processo Spheripol, o portfólio de tecnologias licenciadas de poliolefinas, além de serviços técnicos associados incluem:
• Spherilene – tecnologia de processo flexível em fase gasosa para a produção de PELBD, PEMD e PEAD.
• Lupotech – processo tubular a alta pressão e a autoclave, líderes na produção de PEBD e copolímeros de EVA.
• Hostalen – processo slurry de baixa pressão para a produção de PEAD multimodal de alto desempenho.
• Spherizone – tecnologia de propileno de última geração, baseada em um reator multi-zona, para a produção de polipropileno e novas poliolefinas.
• Metocene PP – tecnologia inovadora adicional para a produção de especialidades de polipropileno, usando sistemas catalíticos de sítio único.

A LyondellBasell é uma das maiores empresas mundiais no segmento de plásticos, produtos químicos e refinarias. A empresa manufatura produtos em 59 fábricas, em 18 países.

Fonte: LyondellBasell

Sasil apresenta copoliéster Tritan® para aplicação em produtos de transparência superior

29/07/2010

A distribuidora nacional de resinas termoplásticas Sasil, mostra na Interplast 2010 os diferenciais do copoliéster Tritan®, parte de uma nova geração de poliésteres, que proporcionam equilíbrio de propriedades químicas, ajudando o mercado de cuidados infantis a atender a demanda por produtos que oferecem transparência superior, rigidez, durabilidade ao uso de lava-louças e fabricação sem bisfenol-A (BPA).

A Sasil representa grandes empresas nacionais e internacionais de termoplásticos como Braskem, Innova e Eastman com linha completa de resinas para os mais diversos segmentos da indústria de materiais plásticos: PE, PP, PS, PVC, EVA, copoliésteres Tritan, dispondo de estoque para pronta entrega. Dispõe também de serviços de logística, assistência técnica, desenvolvimento de produtos e assistência técnica.

Sobre a Sasil
A Sasil atua no mercado industrial desde 1973 na prestação de serviços por meio de soluções inteligentes e ágeis focadas nas necessidades dos clientes. Distribui em todo o país, completa linha de produtos químicos e termoplásticos, dispondo de logística estruturada e ágil, e depósitos estrategicamente localizados em todo o território nacional. É certificada em ISO9001.

Fonte: Messe Brasil

Oportunidades de negócio para fornecedores de Policarbonato, EPS e EVA

28/07/2010

Oportunidade 1:  Fabricante de Caixas Eletrônicos de Bancos interessado em localizar fornecedor de Policarbonato grade Lente para ser usado na fabricação das lentes de leitora de código de barras.

Oportunidade 2:  Empresa trading do Irã está interessada em adquirir EPS (isopor) e EVA de fornecedores brasileiros.

Para mais informações, contactar info@brazilianplastics.com