Archive for the ‘Espuma’ Category

Covestro e Orbhes lançam, no mercado brasileiro, primeiro colchão produzido com tecnologia CO2

04/04/2022

A Covestro, uma das principais fabricantes mundiais de materiais de polímeros, e a Orbhes, fabricante nacional de colchões de alta qualidade com marcas conhecidas, como Restonic, apresentam ao mercado brasileiro os primeiros colchões produzidos com tecnologia CO2.

Isso é possível graças ao uso da exclusiva tecnologia Triturn , da Covestro, que permite a reutilização do dióxido de carbono como matéria-prima para a produção de poliol. Com este poliol de base CO2, chamado cardyon, até 20% de matéria-prima fóssil pode ser substituída na produção, reduzindo a dependência de recursos fósseis e impulsionando uma mudança sustentável.

Em parceria com a Covestro, a Orbhes utilizará a tecnologia para a produção das linhas de colchões Stallion, Kingpedic e Restonic, expressando seu compromisso rumo à sustentabilidade e economia circular.

“O lançamento com a Orbhes é fruto de um trabalho de anos realizado pela Covestro no Brasil e reforça a visão global da empresa de que uma economia circular só será possível com parcerias para soluções conjuntas”, destaca Fernanda Porto, representante técnica-comercial da Covestro Latam, responsável pelo projeto.

REutilizar, REduzir e REalizar

Há mais de 50 anos, a Covestro inventou a espuma de poliuretano que garante o conforto dos colchões. Em todas estas décadas, diferentes inovações trouxeram novas possibilidades à indústria de colchões e a Covestro segue inovando, buscando novas soluções capazes de atender às demandas atuais dos clientes e também da sociedade.

Este é o papel da tecnologia Triturn e de outras no portfólio da Covestro. Ao recuperar o CO₂ e inseri-lo novamente na cadeia de valor, a tecnologia permite que diferentes stakeholders da cadeia conduzam mudanças rumo a uma maior sustentabilidade.

“Tecnologias como o Triturn, da Covestro, são essenciais para apoiar a transformação da indústria de colchões rumo à sustentabilidade e economia circular”, afirma Rogério Coelho, diretor executivo do Grupo Orbhes e presidente da Associação Brasileira da Indústria de Colchões. “A Orbhes já possui iniciativas relacionadas à compensação de CO2 por meio de plantio de árvores, mas ao tornamos nossos produtos mais sustentáveis enviamos uma clara mensagem ao mercado e a nossos consumidores finais sobre a importância destes conceitos para a empresa”.

A Covestro é uma das principais fabricantes mundiais de materiais de polímeros de alta qualidade e seus componentes. A Covestro atende clientes do mundo todo em indústrias-chave como mobilidade, construção e decoração, além dos setores elétrico e eletrônico. Além disso, os polímetros da Covestro são usados em setores como de esportes e lazer, cosméticos e saúde, além da própria indústria química. A empresa tem o compromisso de se tornar totalmente circular e está trabalhando para atingir a neutralidade climática até 2035 (escopos 1 e 2). A Covestro gerou vendas 15,9 bilhões de euros no ano fiscal de 2021. No fim de 2021, a empresa tinha 50 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,9 mil pessoas (em jornada integral).

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Conservadoras para frutas DaColheita usadas para embalagem de goiaba

21/03/2022

O Brasil é líder mundial na produção de goiaba vermelha e a receita anual dos pomares brasileiros chega a R$ 800 milhões (IBGE). São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro são os estados que concentram 80% do total da produção da fruta. Os produtores de goiaba para comercialização da fruta in natura, que representa 14% do total desta produção, estão buscando a diferenciação no mercado com agregação de valor no varejo. Para preservar a qualidade da fruta durante toda a cadeia de produção, logística e consumo, as embalagens DaColheita fabricadas pela Termotécnica estão ganhando cada vez mais espaço.

As embalagens em EPS são usadas para o transporte, armazenamento e exposição das frutas no varejo, como a goiaba, que precisam de um acondicionamento que preserve a sua qualidade em toda a cadeia logística. Por ser muito sensível a danos mecânicos, qualquer batida, amassamento no seu manuseio, armazenamento e transporte já acelera o processo de apodrecimento da fruta, diminuindo a vida útil na comercialização e a manutenção do valor. Dessa forma, essas embalagens são úteis para o embalamento das goiabas, pois absorvem e protegem as frutas destes impactos em relação a outras embalagens.

Segundo a Termotécnica, as suas soluções pós-colheita podem ampliar em até 30% o shelf-life (vida de prateleira) das frutas, mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo. A empresa afirma que os resultados são certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e HDG) para diversas culturas. , conferindo redução de perdas e desperdício de alimentos e tornando a linha DaColheita sustentável e adequada para acondicionar as frutas da colheita até o consumidor, além de reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo.

Além disso, afirma a Termotécnica, permitem alto isolamento térmico, facilidade no empilhamento e transporte. Isso representa também dias a mais com a fruta saudável nas gôndolas com vantagens para o varejista.  Em comparação com as embalagens em papelão, por exemplo, as conservadoras em EPS são até 60% mais leves, reduzindo o peso em cerca de 30%, o que representa também economia no frete, garante a empresa.

De acordo com a fabricante das conservadoras, os produtores se beneficiam com menor índice de devolução dos lotes de frutas fora do padrão de qualidade exigido pelos clientes e permite a abertura de novos mercados mais distantes. Para os distribuidores e varejistas, propicia maior giro no PDV, têm sua marca associada a frutas de qualidade, com a manutenção do preço.

Outrs vantagem citada pelo fabricante é que, desde a colheita até chegar à mesa do consumidor final, a fruta permanece mais fresca, nutritiva e saborosa. As conservadoras reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos, afirma a empresa. Elas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo. Sua estrutura também diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos.

“As nossas conservadoras têm esse apelo de limpeza, leveza, praticidade e design para exposição das frutas no PDV ou para entrega por delivery via e-commerce. Ou seja, as nossas conservadoras DaColheita performam em toda a cadeia: do embalamento da fruta, à facilidade e custo/benefício logístico de transporte e armazenamento, até o varejo e, finalmente, até a mesa dos consumidores”, reitera o diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo de Oliveira.

No quesito sustentabilidade, as caixas conservadoras DaColheita contribuem em três frentes, afirma a Termotécnica:

1) Na reciclagem pós-consumo, pois o EPS é um material que pode ser 100% reciclado e se transformar em matéria-prima para outras aplicações, como rodapés e molduras.
2) Aumento do shelf-life dos produtos frescos em até 30%, o que contribui para a redução do desperdício na cadeia de distribuição e consumo.
3) Contribui para a redução da pegada de carbono, com a diminuição da emissão de Co2 equivalente, no transporte devido ao peso mais leve das soluções, o que reduz o consumo de combustível.

“Nossa abordagem ambiental traz a economia circular na prática. Inclui uma visão integrada desde a concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa, reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado e que atende às exigências por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Nivaldo de Oliveira reforça que “a embalagem é um veículo importante de posicionamento e de comunicação destes benefícios e agregação de valor. Toda a tecnologia de conservação e o design das nossas soluções em EPS DaColheita propiciam aos nossos clientes comunicar ao mercado esses diferenciais de qualidade e sustentabilidade”. E complementa: “Já temos muitos cases de sucesso da marca DaColheita para soluções para frutas junto a toda a cadeia, desde os fruticultores no campo, o canal de distribuição, inclusive na exportação de frutas premium. Isso nos dá muito potencial para diversificar o atendimento para diversos tipos de frutas, como é o caso da goiaba”.

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Maior fabricante de pranchas de surf do país utiliza EPS como uma das principais matérias-primas

17/01/2022

Atualmente, cerca de 50% das pranchas fabricadas pela Pró-Ilha têm em sua estrutura blocos de EPS fornecidos pela Termotécnica

As pranchas utilizadas por importantes atletas do surf e do wakeboard que representam o Brasil nos campeonatos mundo afora são produzidas pela Pró-Ilha Surfboards, de São Francisco do Sul (SC). A empresa é a maior fabricante de pranchas para esportes aquáticos do país e a parceria com a Termotécnica vem desde 2015. De acordo com o presidente da Pró-Ilha, Josenir Breis Pereira, cerca de 50% das pranchas produzidas, tanto para sua marca própria como para marcas mundiais licenciadas, já têm em sua estrutura a matéria-prima fornecida pela Termotécnica.

Tanto para os surfistas que estão no topo do ranking quanto para amadores, as pranchas são customizadas pela Pró-Ilha de acordo com as características específicas de cada um. “Cada surfista tem uma prancha com um formato e um tipo de material que mais se adapta às suas características como atleta. Para cada surfista, seja de alta performance ou amadores, nós produzimos a prancha quase totalmente de forma artesanal, aliada com tecnologia de ponta “, diz Josenir.

Em maio de 1984, Josenir Breis Pereira abriu uma loja chamada QT Surf, na Ilha de São Francisco do Sul (SC). Esse foi o início do que, dois anos mais tarde, juntamente com a fabricação de pranchas de surf, viria a se tornar a atual Pró-Ilha Surfboards. Hoje, após mais de 30 anos, a marca é reconhecida como uma das maiores fabricantes de pranchas do país. Os seus mais de 900 m² de área são totalmente voltados para a fabricação de pranchas de surf e com capacidade de produzir até 500 pranchas por mês. Além da loja física com mais de 120 m², a Pró-Ilha apresenta um sistema e-commerce, onde conta com uma linha de acessórios para surf e para outros esportes aquáticos.

Fundada há 60 anos, a Termotécnica possui matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR). Para dar uma destinação sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 44 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – cerca de 1/3 de todo o material consumido no país.

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Covestro assina primeiro acordo global para fornecimento de TDI parcialmente derivado de biomateriais para a Sinomax

13/01/2022

A Covestro assinou seu primeiro contrato comercial para o fornecimento de seu TDI parcialmente derivado de biomateriais – com certificação ISCC Plus de massa balanceada – para a Sinomax, fabricante e distribuidora global de produtos de conforto à base de poliuretano.

O primeiro lote de TDI de massa balanceada deve ser despachado do site integrado da Covestro em Xangai, na China, no primeiro trimestre de 2022, e será aplicado às linhas de produto de colchões, travesseiros e pillow tops da Sinomax. As empresas assinaram o acordo em 15 de dezembro. A Covestro e a Sinomax, baseada em Hong Kong, na China, também concordaram em estender sua parceria regional para nível global, com a Sinomax ampliando suas operações nos Estados Unidos.

O TDI é um elemento-chave da fabricação das espumas flexíveis de poliuretano, que são amplamente utilizadas nas indústrias de móveis, automóveis e calçados. Ele também pode ser utilizado na produção de revestimentos e adesivos de poliuretano.

Eric Cheung, presidente of Sinomax, afirmou: “Nós temos trabalhado duro para reduzir as emissões de carbono, e os produtos de TDI de massa balanceada da Covestro podem nos ajudar a atingir estes objetivos. Com uma presença global, a Covestro tem capacidade de entrega suficiente, estável e rápida nos principais mercados, o que é crucial para o nosso desenvolvimento global”.

“Com este TDI de massa balanceada estamos enriquecendo nosso já amplo portfólio focado em economia circular, em resposta à crescente demanda de produtos mais sustentáveis”, ressaltou Sucheta Govil, Chief Commercial Officer da Covestro. “Ao ajudarmos um crescente número de clientes e parceiros da cadeia de valor a atingirem seus objetivos de sustentabilidade, estamos acelerando, juntos, a transição para a economia circular”.

O cálculo de balanço de massa permite que matérias-primas fósseis e alternativas sejam misturadas na produção, mas tratadas separadamente em sua contabilização. O método também permite o rastreio dos materiais em toda a cadeia de valor e permite que recursos alternativos, tais como componentes bioatribuídos, sejam alocados para produtos finais selecionados.

“Com esta nova forma de incorporar matérias-primas sustentáveis em nosso TDI, a redução da pegada de carbono na indústria de espumas flexíveis pode ser acelerada de forma imediata e também tornar-se facilmente escalável. Estamos animados com este primeiro passo com nosso parceiro Sinomax, que compartilha a mesma visão e compromisso rumo à economia circular”, destaca Marius Wirtz, head de vendas do segmento de Materiais de Performance da Covestro, na região Ásia-Pacífico.

A Covestro também já havia recebido a certificação ISCC Plus para sua fábrica de Xangai. Agora, o site pode fornecer aos clientes da região grandes volumes de TDI, Policarbonato e MDI com matéria-prima alternativa atribuída via balanço de massa. Segunda a Covestro, tais produtos possuem mesma qualidade daqueles de base fóssil e podem ser utilizados como uma solução pronta, podendo ser implementados em processos de produção já existentes sem necessidade de modificações técnicas.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Termotécnica apresenta embalagens iPack para vinhos e DaColheita para frutas na feira Tecnovitis 2021

08/12/2021

Soluções em EPS ganham  espaço e se consolidam como opção de embalagem de alta proteção

A Termotécnica expôs na Tecnovitis 2021, em Bento Gonçalves (RS), as embalagens iPack (intelligent packaging) desenvolvidas especialmente para a conservação e o transporte de garrafas de vinhos. A empresa também apresentou na feira a sua linha DaColheita para uva, maçã, morango, kiwi, pitaya e frutas de caroço como pêssego, ameixa e nectarina. Segundo a empresa, essas conservadoras mantêm a qualidade e o frescor das frutas do campo à mesa do consumidor.

Realizada de 1º a 3 de dezembro, a Tecnovitis reuniu expositores e especialistas em tecnologias e produtos ligados à viticultura, para um público de produtores, fornecedores e profissionais da cadeia produtiva da uva. “Os contatos durante a feira são importantes e uma excelente oportunidade para apresentarmos os benefícios das nossas soluções de embalagens para produtores de uvas e demais frutas, vinícolas, distribuidoras, exportadoras e outras empresas envolvidas no setor”, afirma o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira.

Segundo a Termotécnica, os modelos iPack para 6 garrafas e para 1 garrafa são muito aderentes à comercialização de vinhos por e-commerce. A pandemia contribuiu para que os brasileiros adotassem o e-commerce como uma opção relevante na hora da compra. De acordo com informação do Neotrust, o e-commerce faturou R$ 74,76 bilhões nos seis primeiros meses de 2021, alta de 37% em relação ao mesmo período do ano passado.

Frente ao cenário de crescimento do varejo digital, o EPS tem se revelado como uma alternativa atraente para embalagens de produtos de alto valor agregado – como o mercado de vinhos premium – por conferirem alta proteção e isolamento térmico. De acordo com Nivaldo de Oliveira, “as embalagens iPack proporcionam ao cliente ganhos de processos consideráveis, possibilidades de comercialização pelo e-commerce, além de garantir total integridade e funcionalidade do produto para o consumidor”.

Segundo a Termotécnica, as embalagens em EPS permitem um acondicionamento com alta proteção. A empresa afirma que talvez o maior objetivo da embalagem seja justamente esse: manter o produto seguro durante todo o processo, de ponta a ponta. Não somente em relação à sua aparência e estética, mas também no que diz respeito à sua estrutura, minimizando defeitos com impactos. A grande quantidade de ar em sua estrutura torna o EPS (mais conhecido como isopor – marca registrada de empresa terceira) uma ótima proteção, capaz de resistir a quedas, vibrações e choques, e o transforma em uma opção relevante para embalagem quando a intenção é proteger mercadorias de danos e avarias, garantindo que o produto vai chegar intacto ao seu destino.

De acordo com a Termotécnica, o EPS também funciona como um excelente isolante térmico, assegurando a temperatura nas condições ideais em toda a cadeia de produção, distribuição e consumo.

A empresa assegura que o uso do EPS como embalagem também apresenta outras vantagens, tais como:

Versatilidade: molda-se às mais diferentes formas do produto, desde uma taça de cristal a um bloco de motor. Contribui para maior leveza e ergonomia no processo produtivo e logístico.

Custo: o peso da embalagem, é outro fator importante que, neste caso, pode refletir na redução de custos, pois embalagens mais leves podem gerar gastos menores com frete, assim como também podem levar ao investimento em uma logística mais simples.

Sustentabilidade: é 100% reciclável de forma contínua, com baixo consumo de água e energia.

iPack: solução de embalagens em EPS

Segundo a Termotécnica, as suas soluções em embalagens iPack  são projetadas para serem versáteis e atenderem às necessidades de segmentos distintos, desde produtos mais frágeis (taças, garrafas de vinho, televisores) até outros mais complexos (refrigeradores, aquecedores, cooktops, motores).

Atendendo às mudanças no comportamento do consumidor, que elevou a participação do e-commerce como opção de compra, a Termotécnica lançou o conceito da embalagem iPack, reunindo atributos de preservação e proteção requeridos por este novo canal de venda e escoamento de produtos. Pensado de forma a unificar plataformas de produtos e simplificar processos de embalamento, o iPack permite a distribuição de produtos por diversos modais de transporte, sendo em cargas fechadas ou fracionadas, garante a empresa.

A estrutura leve e segura contribui para a ergonomia do processo: a Termotécnica afirma que sua solução foi projetada com preocupação funcional e estética. O EPS é resistente à compressão, possui alta capacidade na absorção de impactos, e também é não higroscópico (não acumula umidade), contribuindo para garantir a entrega dos produtos íntegros e com todas as funcionalidades até o consumidor final.

Em termos de sustentabilidade, O EPS é um plástico formado por 98% de ar e desta forma deve ser reciclado como todo e qualquer outro plástico ao fim do processo. Sua reciclagem requer baixíssima utilização de recursos naturais como água e energia. Por ser 90% mais leve que outros tipos de embalagem, contribui para reduzir o consumo de combustível e a emissão de CO2 durante o transporte.

Conservadoras DaColheita e o shelf life das frutas

Segundo a Termotécnica, as suas conservadoras em EPS DaColheita, também expostas durante a Tecnovitis 2021, proporcionam a preservação da qualidade das frutas durante o processo logístico, desde a colheita até a mesa dos consumidores. Elas acondicionam tanto as frutas a granel quanto em bandejas , além de permitir a exposição no varejo, tornando possível uma fácil visualização dos produtos e reduzindo a manipulação.

O fabricante das conservadoras afirma que, por suas características, a linha DaColheita mantêm as propriedades organolépticas das frutas, como firmeza e textura. Isso garante frutas com qualidade comercial por mais dias, proporcionando menos perdas e melhores preços, afirma a Termotécnica. No que se refere à manutenção do shelf-life (frescor, aspecto visual e qualidade nutricional), as frutas transportadas nas conservadoras DaColheita podem ampliar em até 30% o shelf-life dos produtos acondicionados, garante a fabricante. As frutas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo.

Segundo a Termotécnica, testes de transporte e armazenamento em diferentes culturas realizados pela AgroTropical e validados pela HDG com as conservadoras DaColheita concluíram que elas tem melhor desempenho em comparação com caixas de papelão, conservando o frescor por mais tempo. A empresa afirma também que as suas conservadoras reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos. Sua estrutura diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos.

A fabricante catarinense assegura que isso traz grandes vantagens para todos os envolvidos na cadeia de distribuição. Para os produtores, proporciona menor índice de devolução dos lotes de frutas fora do padrão de qualidade exigido pelos clientes e permite a abertura de novos mercados mais distantes. Para os distribuidores e varejistas, propicia maior giro no PDV, têm sua marca associada a frutas de qualidade, com a manutenção do preço.

Com matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR). Para dar uma destinação ambientalmente correta e sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 44 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – cerca de 1/3 de todo o material consumido no país.

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Projeto coordenado pela Covestro visa fechar ciclo de vida útil de espumas rígidas utilizadas em refrigeradores e prédios

16/11/2021

As espumas rígidas de Poliuretano são duráveis, leves e tem excelentes propriedades de isolamento, mas não podem ser reintroduzidas no ciclo de material através de processos de reciclagem mecânica.

  • Covestro coordena projeto de inovação com parceiros de 9 países
  • Inovação em reciclagem química para espumas rígidas de poliuretano é essencial para economia circular
  • Potencial de redução anual de um milhão de toneladas de resíduos e 2,9 milhões de toneladas de CO2 a partir de 2040

A Covestro está trabalhando com 21 parceiros de nove países a fim de fechar o ciclo de vida útil das espumas rígidas de poliuretano (PU). Utilizada para isolamento de refrigeradores e prédios, estas espumas têm papel imprescindível na eficiência energética. Entretanto, até hoje não existe uma gestão coordenada dos resíduos ou processos adequados de reciclagem para um ciclo de vida sustentável do produto.

O projeto Circular Foam, coordenado pela Covestro, visa mudar isso. Sob este guarda-chuva, especialistas acadêmicos, de empresas e da sociedade irão desenvolver um compreensivo modelo de solução nos próximos anos. O objetivo é fechar o ciclo de vida útil para espumas rígidas de poliuretano e preparar a implementação deste modelo em toda a Europa. Isso pode representar uma redução anual de um milhão de toneladas de resíduos, 2,9 milhões de toneladas de CO2 e 150 milhões de euros em custos de incineração na Europa a partir de 2040.

“Para nós, este é um projeto-chave com o qual avançamos na concretização da economia circular e tomamos ações decisivas rumo a um futuro sustentável”, explica Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Um importante aspecto para isso é o desenvolvimento de tecnologias inovadoras de reciclagem para o maior número de plásticos possível. A reciclagem química da espuma rígida de poliuretano será um importante elo nesta cadeia”.

Reciclagem química abre caminho para uma economia circular

A reciclagem química permite a reutilização de materiais que, ao final de seu ciclo de vida, não podem ser reintroduzidos no ciclo do material por meio da reciclagem mecânica devido às suas propriedades. Isso inclui as espumas rígidas de poliuretano, utilizadas em refrigeradores e prédios. Hoje, estes materiais são incinerados para recuperação de energia. Neste processo, as matérias-primas utilizadas são perdidas, gerando altas emissões de CO2.

Graças ao projeto Circular Foam, isso irá mudar. Sob a liderança da Covestro, o projeto de inovação está investigando e desenvolvendo dois caminhos possíveis de reciclagem para as espumas rígidas de PU: quimólise e pirólise. O objetivo com isso é obter polióis e aminas como matérias-primas para a produção de novas espumas de qualidade, permitindo assim sua reutilização.

Para atingir isso, a Covestro está trabalhando com a Universidade RWTH Aachen e seu Centro Catalítico CAT, além da Universidade de Groningen, ETH Zurich e BioBTX. O projeto também visa explorar como os dois processos podem ser transferidos para uso industrial o mais breve possível. A Covestro já desenvolveu um processo de reciclagem química para espumas flexíveis de colchões – a empresa já produz em escala piloto desde o início de 2021.

Ciclos de materiais são o caminho para um futuro sustentável

Uma das pré-condições para a reciclagem das espumas rígidas de PU na União Europeia é a existência de um processo sistemático e estruturado de coleta, desmontagem e separação do material ao final de seu ciclo de vida. Há espaço para melhorias significativas nesta área já que hoje menos da metade de todos os refrigeradores descartados na Europa são coletados. A otimização da formulação da espuma também pode permitir uma melhor reciclagem.

A Covestro irá colaborar em todas essas áreas. “Estamos animados em contribuir com nosso expertise no desenvolvimento de aplicações, P&D e reciclagem química. Isso dará um impulso para um novo ecossistema circular pan-europeu para espumas rígidas de poliuretano”, explica Torsten Heinemann, Head de Inovação da Covestro.

O projeto Circular Foam representa mais um passo-chave no programa estratégico de longo prazo da Covestro rumo ao alinhamento total da companhia à economia circular. A empresa acaba de anunciar o investimento de um bilhão de euros em projetos focados em economia circular nos próximos dez anos.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Termotécnica e a startup Sensorweb firmam cooperação técnica e lançam solução de monitoramento da Cadeia Fria

16/11/2021

Solução atende às especificações do marco regulatório RDC 430/20 da Anvisa, que dispõe sobre boas práticas de Distribuição, Armazenagem e Transporte de Medicamentos termolábeis

A Termotécnica, empresa atuante no segmento de embalagens técnicas em EPS (Poliestireno Expandido), que há mais de duas décadas atende ao segmento da Cadeia Fria, fornecendo para as campanhas de vacinação do Ministério da Saúde, está lançando a marca TermoChain com uma linha de soluções para controle e monitoramento de temperatura em armazenagem e transporte de medicamentos termolábeis. Para atender às especificações do marco regulatório RDC 430/20 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que dispõe sobre as Boas Práticas de Distribuição, Armazenagem e de Transporte de Medicamentos, a Termotécnica firmou uma cooperação técnica com a startup Sensorweb. Desta maneira, o mercado pode combinar as tecnologias destas empresas para cumprir a nova regulamentação da Anvisa, que passou a vigorar a partir de março de 2021, e que exige que as empresas do setor se adequem, mantendo o monitoramento e controle da temperatura de medicamentos e vacinas em toda a cadeia de distribuição.

“Estamos sempre atentos às novas tendências tecnológicas, às mudanças de comportamento dos consumidores e às necessidades dos clientes para agregarmos as expertises de nosso time multidisciplinar para desenvolver e lançar no mercado soluções inovadoras de forma rápida e eficiente. Agora, em cooperação técnica com a Sensorweb, a Termotécnica oferece uma solução completa, integrando as embalagens para acondicionamento, transporte e conservação de produtos termossensíveis, com sensores físicos e sistema on-line para rastreamento, controle e monitoramento da temperatura ao longo da cadeia logística”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Douglas Pesavento, CEO da Sensorweb, complementa: “Além de uma solução inovadora, esta cooperação técnica visa oferecer uma alternativa especializada e com respaldo de anos de atuação em cadeia fria de ambas as empresas para apoiar o mercado na adequação à RDC 430/20”. A startup Sensorweb, com sede em Florianópolis (SC), oferece soluções de Internet das Coisas (IoT) e é referência no monitoramento de temperatura para a cadeia fria da Saúde no Brasil. Com uma solução de IoT, está presente em unidades de saúde de mais de 220 clientes e parceiros, compreendendo mais de seis mil sensores de monitoramento instalados em hospitais, clínicas e operadores logísticos que atendem ao segmento, afirma a empresa.

A Termotécnica é fornecedora para campanhas de vacinação nacional como a do H1N1, produzindo conservadoras que abrangem rotas de até 120 horas. Especificamente para transportar as vacinas para Covid-19, as conservadoras da Termotécnica estão sendo utilizadas com diferentes tecnologias e elementos de refrigeração, para atender cada uma das faixas de temperatura, sejam elas de 2 a 8°C ou de -70°C. “Por suas características térmicas, o EPS proporciona grande estabilidade de temperatura, além de ser capaz de absorver impactos e garantir assim a integridade dos medicamentos”, complementa o Gerente de Inovação Empreendedora, Alexandre Cotrim.

A manutenção da temperatura em níveis adequados na indústria farmacêutica e nos serviços de saúde é fundamental, especialmente num país de dimensões continentais e características climáticas regionais, como é o caso do Brasil. “A temperatura é um dos pontos críticos para a indústria farmacêutica. É uma verdadeira corrida contra o tempo. E agora, com a nova resolução da Anvisa, as empresas fornecedoras da Cadeia Fria terão que se adaptar e passam a contar com soluções que se complementam, como é o caso do que estamos oferecendo ao mercado com a linha TermoChain”, explica Albano Schmidt, da Termotécnica.

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Dow, Estre, Akatu e Prefeitura de Hortolândia (SP) implementam programa de reaproveitamento de colchões e sofás

13/10/2021

  • A campanha Reuse foi desenvolvida pela Dow e está sendo implementada pelo Instituto Akatu e a Prefeitura Municipal de Hortolândia (SP) para sensibilizar e mobilizar a população em relação ao descarte de resíduos, incluindo colchões
  • Implementada em Hortolândia (SP), a iniciativa prevê a reforma de Postos de Entrega Voluntária; suporte à cooperativa local; ações educativas para professores e alunos da rede pública de ensino; e campanhas direcionadas à população para estimular a coleta e o descarte correto de resíduos e materiais recicláveis
  • Até o momento, cerca de 1.800 colchões e sofás que iriam para aterros sanitários foram coletados e encaminhados à cooperativa local para reaproveitamento dos materiais, incluindo a espuma de poliuretano.
  • Esse número deverá passar de 2.500 sofás e colchões recuperados.
  • Idealizado pela Dow e co-idealizado pelo Instituto Estre, o projeto servirá como piloto para ser replicada em outras localidades.

A Dow está lançando uma campanha para circularidade de colchões: a Reuse, iniciativa que tem como objetivo apoiar a coleta seletiva, sensibilizar e mobilizar a população em relação ao descarte correto e à reciclagem de resíduos. Por meio do Reuse, a Dow quer garantir que a espuma de poliuretano e os demais materiais que compõem os colchões sejam reaproveitados em um novo ciclo de produção, fomentando a circularidade. Até o momento, cerca de 1.800 sofás e colchões, que iriam para aterros sanitários, já foram recolhidos e recuperados pelo Reuse. Até a conclusão do projeto, prevista para dezembro desse ano, esse número deverá passar de 2.500 itens recuperados.

As tecnologias para poliuretano estão entre as principais soluções produzidas pela Dow e utilizadas em aplicações de colchões, móveis estofados e sistemas de refrigeração, entre outros. O desenvolvimento da campanha Reuse está alinhado à estratégia global e regional da companhia na instituição de ações voltadas para questões sociais e de sustentabilidade “Queremos promover a economia circular por meio da sensibilização e da educação, enfatizando os benefícios ambientais, sociais e econômicos da reciclagem de materiais. Estamos implementando uma estrutura que viabiliza a coleta e a entrega dos mais variados produtos, incluindo colchões, a fim de garantir o descarte correto da espuma de poliuretano”, explica Leonardo Censoni, diretor comercial do negócio de Poliuretanos da Dow para a América Latina.

Parceiros do Reuse

O projeto foi idealizado pela Dow e co-idealizado pelo Instituto Estre, organização especializada em educação ambiental com foco em resíduos, e que segue como parceiro do projeto, recebendo visitas sobre a economia circular do poliuretano em seu centro de educação ambiental. O Instituto Akatu é o parceiro responsável pela implementação do projeto junto à Prefeitura de Hortolândia, que disponibiliza a estrutura de suas Secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Serviços Urbanos, Educação, Ciência e Tecnologia e Inclusão e Desenvolvimento Social. O Akatu, que realizou os diagnósticos iniciais, irá monitorar os impactos das ações até o final do projeto, além de coordenar as atividades de comunicação, sensibilização e mobilização da comunidade. “A gestão de resíduos é um tema urgente e o projeto Reuse traz ações junto aos consumidores bem como a participação do poder público, com a revitalização da coleta seletiva e infraestrutura necessária para o descarte e o recebimento adequados dos materiais. Nossa expectativa é essa experiência possibilite identificar e sistematizar soluções, para serem, então, replicadas em outras localidades”, afirma Denise Conselheiro, gerente de educação do Akatu.

Para a Secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Eliane Nascimento, “a parceria vem ao encontro da postura da Prefeitura Municipal de Hortolândia, que busca equilibrar o desenvolvimento econômico e social às práticas de sustentabilidade ambiental, características típicas de uma cidade moderna e inteligente. O trabalho desenvolvido colabora para fechamento do ciclo da espuma, tão comum em móveis estofados e colchões descartados pela população e tem os moradores como principais aliados”.

Educação, comunicação e melhoria da gestão de resíduos

As ações da campanha Reuse estão centradas em diferentes frentes de atuação, entre elas, uma série de ações educacionais coordenadas pelo Instituto Akatu e direcionadas a professores e alunos da rede municipal, como capacitações e atividades pedagógicas sobre consumo consciente e gestão de resíduos. Ao todo, mais de 30 escolas participam da iniciativa. A adequação de seis PEVs – Postos de Entrega Voluntária – também faz parte do projeto. As unidades receberão infraestrutura para acomodar sofás e colchões descartados pela população, bem como um sistema logístico para enviar esses produtos à cooperativa que realiza a recuperação de materiais, como espumas, madeira, molas e tecidos. A implantação da rede para coleta seletiva e gestão de resíduos contará com uma campanha de engajamento direcionada à população para divulgar pontos de coleta seletiva, assim como os canais de informações e de atendimento para dúvidas e agendamento de retirada de sofás e colchões em domicílio.

Alinhamento às metas globais de Sustentabilidade

Os projetos da Dow com foco em reciclagem e reaproveitamento de materiais fazem parte do conjunto de ações globais para alcançar as Metas em Sustentabilidade da empresa até 2050: a neutralidade em carbono para proteção do clima e a eliminação dos materiais plásticos como resíduos para fortalecer a economia circular. A empresa pretende: reduzir as emissões anuais de carbono em 5 milhões de toneladas até 2030 e alcançar a neutralidade em 2050; investir no desenvolvimento de tecnologias e processos para que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030; aprimorar o portfólio com foco em design para a reciclabilidade para que, até 2035, a companhia ofereça 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis para as aplicações de embalagens.

A Dow possui um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones aplicados a produtos e soluções de base científica em segmentos de mercado como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

Sobre o Instituto Akatu: Criado em 15 de março de 2001, o Instituto Akatu é uma organização não governamental sem fins lucrativos que afirma trabalhar pela conscientização e mobilização da sociedade para um novo jeito de viver, com consumo consciente e mais bem-estar para todos. As atividades do Akatu estão focadas na mudança de comportamento do consumidor em duas frentes de atuação: Educação e Comunicação, com o desenvolvimento de campanhas, conteúdos e metodologias, pesquisas, jogos e eventos. O Akatu também atua junto a empresas que buscam caminhos para a nova economia, ajudando a identificar oportunidades que levem a novos modelos de produção e consumo que respeitem o ambiente e o bem-estar, sem deixar de lado a prosperidade.

O Instituto Estre é uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) criada em 2006 e mantida pela Estre Ambiental. Percorrendo o território nacional, promove diálogos e reflexões sobre consumo, resíduos, cidadania, espaços educadores sustentáveis e outros temas pertinentes à educação ambiental e processos coletivos e emancipadores. O Instituto Estre acredita na educação como caminho para a sustentabilidade. Em seus 15 anos de atuação, publicou 3 livros e mais de 500 mil pessoas já participaram de seus programas de Educação Ambiental. Hoje, o Instituto Estre conta com três Centros de Educação Ambiental (Paulínia/SP, Fazenda Rio Grande/PR e Rosário do Catete/SE), mas não limita sua atuação a estes espaços educadores.

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Termotécnica celebra 60 anos de fundação

08/09/2021

Companhia é líder em soluções de embalagens em EPS

A Termotécnica completou 60 anos neste dia 29 de agosto. Desde a sua fundação, a Termotécnica tem sido pioneira e protagonista no mercado de soluções de embalagens em EPS (popularmente conhecido como isopor*) no país e vem se reinventando atendendo às novas demandas dos clientes e dos consumidores. “Nesta trajetória desbravamos novos caminhos, novas soluções, migramos para outros mercados. Desenvolvemos soluções antes inexistentes, trabalhando em conjunto com os clientes para oferecer as melhores alternativas de proteção e para quebrar as barreiras logísticas de transporte e distribuição de produtos, sempre buscando novas aplicações para esse material tão versátil”, afirma Albano Schmidt.

Albano Schmidt

Ao longo dessas seis décadas, a Termotécnica vem dando saltos de crescimento, com pontos de inflexão ao longo do caminho. O desenvolvimento de produtos com engenharia e ferramental próprios, foram os primeiros passos para alcançar a autonomia. Nos anos 1970, a empresa deu início ao atendimento de clientes do varejo, com caixas térmicas para alimentos e bebidas. Nesta época, a companhia cresceu muito também nas aplicações de barreiras de calor, explorando a característica de isolamento térmico, desenvolvendo tecnologia e engenharia de projetos construtivos para grandes frigoríficos e câmaras frias.

Na década de 1980, passou a produzir a própria matéria-prima, com a fundação da planta Termocell, junto à matriz em Joinville (SC). Com isso, a Termotécnica verticalizou sua produção, ganhando ainda mais autonomia nas operações. É em 1980 também a inauguração da filial em Manaus (AM) para atender de perto às necessidades de importantes clientes, principalmente da Linha Marrom (áudio e vídeo). Nos anos 1990, a Termotécnica introduziu o conceito shrink na Linha Branca (eletrodomésticos) no Brasil. Com esta solução a empresa promoveu uma grande mudança neste segmento, mudando de forma definitiva o modelo de embalagem para refrigeradores.

Ainda em 1990, a empresa assinou o primeiro convênio com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e criou a sua própria área interna de Pesquisa e Desenvolvimento. Ao todo, são 97 patentes (desenho industrial, modelo de utilidade e invenções) e 19 marcas registradas. Como reconhecimento dessa trajetória de inovação, recentemente a Termotécnica conquistou o Prêmio Inovação Catarinense “Professor Caspar Erich Stemmer”, na categoria Empresa Inovadora, concedido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc).

Nos anos 2000, a Termotécnica investiu em novas expansões com a inauguração das unidades fabris em São José dos Pinhais (PR) e Rio Claro (SP) para atender principalmente ao mercado de Linha Branca. E em 2012, inaugurou a unidade fabril em Petrolina (PE), voltada para soluções para o agronegócio, com a marca DaColheita. A crescente demanda dos produtos do Vale do São Francisco possibilitou a expansão para a região Nordeste.

Ao longo de sua história, a Termotécnica também vem sendo reconhecida pela sua atuação sustentável, e tem estado presente em quatro edições do Guia Exame de Sustentabilidade. Nos anos 2000, viabilizou, de forma pioneira, as operações de logística reversa e reciclagem do EPS no país, antecipando-se em alguns anos à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com o programa Reciclar EPS, a Termotécnica tem buscado uma mudança cultural no Brasil, promovendo a conscientização da população de que o EPS é um plástico reciclável que precisa ser descartado de forma correta para ter seu ciclo de vida prolongado.

A Termotécnica afirma que, ao longo de 13 anos, foram mais de 44 mil toneladas de EPS coletadas, recicladas e devolvidas ao mercado como material de alto valor agregado. Segundo a empresa, o Programa Reciclar EPS contabiliza ainda cerca de 1.000 pontos de coleta do material em várias regiões do país e geração de emprego e renda para cerca de 5.000 famílias. Por esses resultados, a Termotécnica foi reconhecida em 2021 no 26º Prêmio FIESP de Mérito Ambiental, com menção honrosa na categoria médias e grandes empresas, com o case “Reciclar EPS – da logística reversa a novos produtos”.

Nos últimos dois anos, a Termotécnica ampliou o portfólio no agronegócio em soluções pós-colheita e internacionalizou o uso do EPS no transporte global das frutas brasileiras. A empresa vem desenvolvendo novas soluções para valorizar produtos técnicos e atua fortemente na cadeia térmica, oferecendo soluções para o transporte seguro de vacinas. Também tem trabalhado junto aos clientes das linhas Branca, Marrom e Automotiva para ampliar seus canais de vendas por e-commerce, garantindo maior segurança dos produtos durante toda a logística de embalamento, armazenagem, transporte e entrega ao cliente final.

“Tecnologias como indústria 4.0, internet das coisas, rastreabilidade, manutenção da temperatura, função ativa para segurança sanitária e ampliação da validade dos produtos acondicionados, novas resinas e materiais de origem vegetal e biodegradáveis: o que o mundo, os mercados, clientes e consumidores quiserem – a Termotécnica vai estar à frente provendo essas soluções”, assegura o Presidente da Termotécnica.

Mais recentemente, desde que se iniciou a pandemia por coronavírus, a Termotécnica vem desenvolvendo soluções inovadoras para o segmento fármaco. Em agosto de 2020 lançou a nanotecnologia do Safe Pack – EPS antiviral, para redução do risco e velocidade da contaminação por vírus. Também desenvolveu unidades conservadoras que podem ser aplicadas no transporte de vacinas em temperaturas extremamente baixas.

“Posso dizer com muita convicção que hoje, ao completarmos 60 anos, estamos muito mais próximos da missão de ‘ser uma empresa de classe mundial, onde as pessoas tenham prazer e orgulho de trabalhar’. No entanto, o nosso espírito se mantém inquieto, perseguindo o novo, trazendo conceitos modernos de excelência em gestão, mas sempre traduzidos para o jeito Termotécnica de ser”, comemora Albano Schmidt.

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Espuma estrutural da Evonik está presente em carro autônomo desenvolvido pela Unicamp E-Racing

13/08/2021

A espuma estrutural rígida de polimetacrilimida (PMI) Rohacell, fornecida pela Evonik há mais de 50 anos, está presente em mais um projeto inovador da Unicamp E-Racing: o carro autônomo.

A equipe Unicamp E-Racing, formada por cerca de 100 estudantes de Engenharia Mecânica, Elétrica, Computação, Controle e Automação e em Física da Universidade Estadual de Campinas, além de dois professores orientadores, consagrou-se como a primeira equipe das Américas a ter um carro sem piloto para a próxima edição da Fórmula SAE (FSAE), competição mundial organizada pela Society of Automotive Engineers (SAE).

“O grupo vem trabalhando no seu mais novo projeto desde o início de 2020. Denominado E2021, é com certeza o projeto mais complexo que a equipe já desenvolveu: 100% elétrico, com quatro motores (um motor em cada roda) e com um sistema autônomo embarcado ao carro”, explica Eduardo Smarieri Xavier, Diretor Administrativo da Mecânica na Unicamp E-Racing.

Segundo ele, o planejamento de competição depende muito da permissão para a volta aos trabalhos presenciais, mas o propósito é que o protótipo dispute a próxima edição presencial da Formula SAE BRASIL, e então participe das competições internacionais no ano seguinte, com foco na competição FSG – Formula Student Germany.

“Para a Evonik, essa parceria contribui para a divulgação da marca Rohacell nas competições e promove o conhecimento prático dos universitários que serão inseridos no mercado de trabalho já conhecendo as excelentes propriedades deste material, empregado em tecnologias automotivas, aeroespaciais, eólicas, navais, eletrônicas, médicas e de equipamentos esportivos”, destaca Rodrigo Marques, Coordenador de Negócios da área de Polímeros de Alta Performance da Evonik.

Resistência, leveza e desempenho

O Rohacell, fornecido pela Evonik, será utilizado no pacote aerodinâmico do fórmula elétrico e autônomo E2021 (asa dianteira, asa traseira e Endplate). Para que o pacote aerodinâmico suporte com segurança as forças solicitadas (cerca de 138N de força vertical e 79N de força horizontal), é necessário um material de núcleo. Além disso, por se tratar de um carro elétrico de alta performance, busca-se sempre otimizar o projeto e reduzir seu peso total.

“O Rohacell se adequa perfeitamente ao nosso projeto, pois permite segurança e, ao mesmo tempo, um baixo peso total, já que apresenta alta resistência e uma baixa densidade, que permitem uma melhora de performance em pista de nosso veículo”, conta o Diretor Administrativo da Mecânica na Unicamp E-Racing.

A parceria da Evonik com a universidade – iniciada há cerca de seis anos – consiste no fornecimento do produto Rohacell em placas para a montagem estrutural dos protótipos, desenvolvidos e manufaturados para a competição anualmente e que visam apresentar inovações e soluções criativas para atender às futuras exigências do mercado.

“Nossa solução permite que os componentes possam ser produzidos com rapidez e eficiência, reduzindo o tempo e os custos de produção. Além disso, as vantagens da redução do peso permitem economizar energia ao longo da vida útil do veículo”, destaca Rodrigo Marques, elencando ainda demais benefícios da espuma de PMI, como excelente propriedade mecânica em uma ampla faixa de temperaturas; resistência a altas temperaturas; fácil processamento; excelente resistência dinâmica e versatilidade de processamento.

Desde 2011, o projeto Unicamp E-Racing constrói carros elétricos de alta performance e que já mostrou para o mundo o potencial da tecnologia brasileira, sendo heptacampeões nacionais e bicampeões mundiais.

“Possuímos o recorde de carro mais rápido das Américas com uma aceleração de 0-100 km/h em 2,4 segundos. Mas nossa missão não é apenas superar limites: é tornar o Brasil referência em mobilidade elétrica globalmente. Por isso adentramos a mobilidade autônoma e desenvolvemos o primeiro fórmula autônomo de todo a América”, complementa Eduardo Smarieri Xavier.

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Covestro desenvolve processo para a reciclagem química da espuma flexível de poliuretano de colchões usados

05/04/2021

Pesquisador da Covestro Sebastian Scherf em experimento de reciclagem química de colchões de espuma de poliuretano

  • Processo inovador para recuperação das duas principais matérias-primas
  • Nova planta piloto para reciclagem química em operação

A Covestro afirma ter desenvolvido um processo inovador para a reciclagem química da espuma flexível de poliuretano (PU) de colchões usados; o processo se baseia na participação junto ao projeto PUReSmart, que é coordenado pela empresa Recticel. Este projeto recebeu financiamento do programa de inovação de pesquisa Horizon 2020 da União Europeia

Em média, os colchões contêm entre 15kg e 20kg de espuma, o que resulta em uma grande quantidade de resíduo ao final de sua vida útil. A espuma é basicamente feita a partir de duas importantes matérias-primas. Enquanto outras formas de reciclagem química concentram-se no processamento de uma delas, o processo da Covestro agora permite a recuperação das duas matérias-primas.

Recentemente, a Covestro também iniciou as operações em uma planta piloto para a reciclagem de espuma flexível no site de Leverkusen, na Alemanha, a fim de comprovar os resultados positivos obtidos em laboratório até então. A primeira fase focalizará a reciclagem de uma das matérias-primas, antes de seguir para os pilotos com a recuperação do segundo componente, ainda este ano.

O objetivo da Covestro com este projeto é industrializar os processos de reciclagem química para espumas flexíveis usadas e, por fim, revender ambas matérias-primas recuperadas.

Fechando ciclos de materiais

“O desenvolvimento desta inovadora tecnologia de reciclagem e o investimento na planta piloto são marcos importantes para a nossa visão de alinhamento da Covestro à economia circular”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Ao fazermos isso, queremos substituir os recursos fósseis na produção, reduzir ainda mais a pegada de carbono de nossos materiais e criar novas soluções para lidar com o resíduo plástico. A reciclagem química é particularmente promissora para este fim e precisa ser desenvolvida e utilizada mais intensamente, de forma geral. Além de tudo, ela deve estar na mesma base legal de outros métodos de reciclagem”.

Em cooperação com as empresas Recticel e Redwave – uma divisão da Wolfgang Binder GmbH – e como parte do projeto de pesquisa PUReSmart, a Covestro também desenvolveu uma solução inteligente de classificação para separar as diferentes espumas de PU de colchões pós-consumo, afirma a empresa. O software utiliza algoritmos para identificar de forma correta os tipos de espuma, o que aumenta a eficácia do processo de reciclagem. Este desenvolvimento é outro elemento da estratégia de digitalização da Covestro, combinado com as novas oportunidades que ele representa para as indústrias química e de plásticos.

Co-criação de um ecossistema circular

“Com base em nossas competências e experiências, nós queremos participar da formação de um novo ciclo de geração de valor”, afirma Daniel Meyer, Head Global do segmento de Poliuretanos da Covestro. “Para isso, contamos com a cooperação internacional de parceiros e o desenvolvimento de modelos de negócios inovadores. O objetivo é gerar novas oportunidades de negócios sustentáveis com nossos clientes, outros parceiros e para nós mesmos”.

O projeto é um importante passo que leva a visão de economia circular da Covestro a um novo patamar. O aumento da utilização de materiais usados contribui ainda mais para resolver o desafio social da eliminação sustentável desses resíduos e para alcançar os objetivos da União Europeia para a economia circular e para a proteção do clima e do ambiente.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Covestro recebe primeira remessa de benzeno sustentável para fabricação de precursor de espumas de poliuretano rígidas

27/01/2021

  • Total entrega 2 mil toneladas de benzeno com certificação ISCC Plus
  • Covestro utiliza benzeno na produção de importantes precursores para diferentes aplicações
  • Uso de matéria-prima alternativa para paineis de isolamento, partes automotivas e equipamentos de refrigeração mais sustentáveis

A Covestro recebeu a primeira remessa de 2 mil toneladas de benzeno sustentável da Total e, segundo a empresa, alcança mais um marco em sua trajetória para uma Economia Circular. A matéria-prima com certificação ISCC Plus foi fornecida pela plataforma de refinaria e petroquímica da Total em Normandia, no noroeste da França, e transportada para o site da Covestro na Antuérpia. Lá, ela será como utilizada como uma precursora para a produção de anilina, um produto importante para a produção do MDI pela Covestro na Alemanha.

O MDI é a base inicial para a produção de espumas rígidas de poliuretano, utilizadas por ano no isolamento térmico de prédios e equipamentos de refrigeração, além de aplicações na indústria automotiva e em muitas outras indústrias.

“Por meio da parceria com a Total, nós estamos ajudando nossos clientes do segmento de espuma rígida a tornarem sua produção ainda mais sustentável e se posicionarem no mercado”, afirma Daniel Meyer, head global do segmento de Poliuretanos na Covestro. “Eles podem utilizar esta matéria-prima imediatamente em seus processos de produção sem nenhuma conversão técnica. A qualidade do produto está ao par daqueles baseados em produtos petroquímicos”.

“Essa parceria comercial com a Covestro demonstra o objetivo da Total em produzir e comercializar novos produtos sustentáveis, ajudando nossos clientes a reduzirem sua pegada de carbono”, afirma Jean-François Renglet, vice-presidente de Marketing da Divisão de Químicos de Base da Total Refining and Chemicals. “Está em linha com a ambição da Total em atingir a neutralidade em carbono até 2050 para todas suas atividades no mundo, da produção aos produtos de energia utilizados por seus clientes”.

Transição gradual para matérias-primas alternativas

Com a transição gradual de sua produção para matérias-primas alternativas, a Covestro visa substituir as matérias-primas fósseis e tornar suas cadeias de valor mais sustentáveis. Recentemente, a empresa recebeu a certificação ISCC Plus para a produção de anilina renovável em Antuérpia, na Bélgica, e MDI em Uerdingen, na Alemanha, além da produção de policarbonato nos dois sites. Para a Covestro, o projeto é parte de um amplo programa com o qual a empresa, junto com parceiros, irá promover a transição para a economia circular e, consequentemente, tornar-se totalmente circular.

As certificações de balanço de massa em toda a cadeia de valor tornam as produções mais sustentáveis – reduzindo a pegada de CO₂ do produto e o uso de matérias-primas fósseis – e mais transparentes. O acrônimo ISCC representa International Sustainability and Carbon Certification, um sistema reconhecido internacionalmente para a certificação de sustentabilidade de biomassa e bioenergia.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

Total é uma companhia de energia que produz e comercializa combustíveis, gás natural e eletricidade. Seus 100 mil funcionários atuam em mais de 130 países.

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ExxonMobil lança novo grade para aplicações em polipropileno expandido

23/08/2020

A ExxonMobil lançou um novo grade de resina de polipropileno para aplicações em espuma, o Achieve Advanced PP6302E1. Segundo a empresa, é uma solução sustentável de processamento fácil e com preço atrativo para aplicações de alto volume, incluindo embalagens de alimentos e bebidas, embalagens industriais, produtos de construção e peças automotivas. A ExxonMobil afirma que o novo grade também apresenta alta resistência no material fundido (High Melt Strenght – HMS) e melhora a rigidez do produto em até 30 por cento, em comparação com a espuma de PP HMS padrão, oferecendo oportunidades de redução de custos.

“Historicamente, as aplicações de espuma têm sido dominadas por polímeros amorfos, como Poliestireno, Poliuretanos e PVC. A espuma de PP é um avanço relativamente recente, tendo sido introduzida apenas cerca de 20 anos atrás, mas nunca ganhou muito impulso comercial”, disse Olivier Lorge, gerente de desenvolvimento de mercado global de polipropileno, Vistamaxx e Negócios de Adesivos da ExxonMobil. “Os clientes agora podem desafiar a realidade e repensar o que é possível para peças leves em PP expandido, em aplicações de alto volume, devido ao valor de uso oferecido por nosso novo Achieve Advanced PP6302E1. O potencial comercial do PP expandido agora pode ser explorado e totalmente implementado.”

Segundo a ExxonMobil, o Achieve Advanced PP6302E1 é uma alternativa viável para a espuma de poliestireno, PFAs e VOCs e preocupações com monômeros (Proposição 65-California) que estão sendo cada vez mais regulamentados. A empresa afirma que o material pode eliminar “trade-offs” (compensações) e define novos padrões para peças de espuma de PP sustentáveis, oferecendo valor de uso de várias maneiras. A nova resina é processável em linhas de produção de Poliestireno expandido já existentes, com agentes de expansão variados, além de reduzir o uso de material, ao mesmo tempo em que fornece integridade do produto, afirma a ExxonMobil. O Achieve Advanced PP6302E1 também é reciclável em comunidades que possuam instalações de coleta e reciclagem, assegura a empresa.

“Transformadores, proprietários de marcas e OEMS podem destravar oportunidades em uma variedade de aplicações que se beneficiam da leveza e isolamento, ao mesmo tempo em que aproveitam as propriedades do PP”, disse Lorge.

Em embalagens de alimentos e bebidas (como bandejas de carne, tigelas/refeições /bandejas para micro-ondas, conchas e copos), o Achieve Advanced PP6302E1 oferece rigidez e custo favorável, afirma a ExxonMobil. Ele também oferece propriedades de isolamento e resistência durável à umidade e à gordura, mesmo em aplicações de alta temperatura, como no micro-ondas e lava-louças, garante a empresa. A embalagem mantém a temperatura do conteúdo do produto durante o transporte e as superfícies confortáveis ao toque são possíveis.

“À medida que a legislação, metas de sustentabilidade e preferências mudam, a indústria de embalagens de alimentos está passando por uma mudança do Poliestireno para o Polipropileno, e esta é uma tendência que deverá continuar “, disse Lorge. “Além disso, a resistência ao calor para uso em fornos de micro-ondas continua a ser um fator de diferenciação chave que torna o PP uma escolha mais atraente do que PS. “

Segundo a ExxonMobil, em embalagens industriais (como caixas, divisórias e chapas), o Achieve Advanced PP6302E1 oferece resistência, estabilidade térmica, resistência à umidade e produtos químicos e leveza. A embalagem rígida e durável pode ser reutilizada e é adequada para substituir chapas onduladas para proteção de produtos valiosos.

Na área de construção (como isolamento e juntas de concreto), a nova resina oferece durabilidade e flexibilidade para facilidade de instalação, afirma o fabricante. Os produtos são termicamente estáveis em uma ampla faixa de temperatura e resistentes à umidade para estabilidade dimensional, garante a empresa. Propriedades de isolamento acústico e térmico criam um ambiente mais confortável e eficiente em termos de energia.

A ExxonMobil afirma que, em peças automotivas como forros de teto, dutos, revestimentos de piso, o Achieve Advanced PP6302E1 oferece a rigidez que permite aos fabricantes de veículos manter propriedades críticas de desempenho, ao mesmo tempo em que reduz o peso e aumenta a eficiência do uso de combustível. A estrutura de espuma também pode fornecer benefícios, como isolamento térmico e dissipação de som para um passeio mais confortável.

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BASF conquista prêmio da Ford para batentes de suspensão em poliuretano microcelular

09/01/2019

A BASF recebeu um novo prêmio Q1 da Ford, desta vez com as soluções para batentes de suspensão em Cellasto®, tecnologia em poliuretano microcelular da empresa.

“Este prêmio é uma grande honra para nós, representa um reconhecimento, não só pela qualidade da solução, mas também porque cumprimos um rígido e abrangente processo relacionado à produção, logística e um alto nível de excelência operacional”, comemora Jefferson Schiavon, gerente de Cellasto para a América do Sul.

“Gostaríamos de dividir esse reconhecimento com toda a equipe, por seu comprometimento e eficiência, que garantiu o estreitamento das relações com a Ford como parceira”, afirma Sérgio Gonçalves, responsável pela Qualidade de Materiais de Performance da BASF para a América do Sul.

Segundo a BASF, o Cellasto®, elastômero de poliuretano microcelular utilizado nos sistemas de suspensão veiculares, atua na redução do ruído e vibração do veículo, melhora da durabilidade da peça e aumento da segurança e do conforto ao dirigir o carro. A solução atende a uma das grandes tendências automotivas de melhorar a dirigibilidade e segurança nos veículos. Além dos batentes de suspensão, os componentes em Cellasto® são aplicados na indústria automotiva como solução de absorção de energia, por exemplo, em isoladores de mola. A divisão também vem introduzindo na região a tecnologia para top mounts.

Fonte: BASF

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Empresa alemã usa sistema de poliuretano da Covestro, parcialmente derivado de CO2, para a produção de pisos esportivos

02/12/2018

  • Première para novos produtos em quadras de Hockey em Krefeld
  • Processo inovador para preservação de recursos
  • Próximo passo no uso de CO2 para plásticos

Pela primeira vez, os pisos sintéticos para esportes podem ser produzidos com dióxido de carbono – o que significa que menos petróleo bruto é necessário como matéria prima. O primeiro contrapiso deste tipo no mundo foi inaugurado no centro de jogos de hockey de um renomado clube de esportes no oeste da Alemanha. O novo material especialmente sustentável é originado do fabricante de materiais Covestro, que desenvolveu um processo revolucionário para utilização de CO2. Segundo a empresa, isto pode economizar até um quinto de petróleo bruto durante a produção – uma contribuição inovadora para preservação de recursos e controle de reciclagem.

O CO2 para contrapisos é retido em um de seus componentes, o poliol. Até esse momento, o novo material à base de CO2, chamado cardyon®, vinha sendo utilizado para produzir espuma macia de poliuretano para colchões e móveis estofados, que já estão sendo comercializados. O desenvolvimento para uso nos esportes é, agora, o próximo passo na expansão da gama de aplicações.

Utilizando CO2 e economizando petróleo

“O uso de dióxido de carbono como uma nova matéria prima é uma abordagem promissora para tornar a produção na indústria de químicos e plásticos mais sustentável”, explicou o Dr. Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Desta forma, nós utilizamos CO2 em um processo de loop fechado e economizamos petróleo. Baseados nisto, queremos oferecer uma carteira de produtos abrangente, para o máximo de áreas de aplicação possível – alinhados com nossa visão de deixar o mundo um lugar melhor”.

O primeiro cliente para o novo poliol produzido com CO2 é o produtor de pisos esportivos atuante em todo o globo, Polytan. A empresa de Burgheim, na região da Bavária, que pertence ao Sport Group, utiliza o material para produzir contrapisos elásticos junto com o granulado de borracha. “Nós damos grande importância ao uso de matérias primas sustentáveis e estamos sempre buscando alternativas ecologicamente mais sensíveis aos produtos convencionais. Preferencialmente, até mesmo a qualidade do produto pode ser melhorada. A Covestro garante exatamente isso com o cardyon”, disse o Gerente de Compras do Sport Group, Daniel Klomp.

O primeiro piso à base de CO2 agora está sendo utilizado no Crefelder Hockey and Tennis Club (foto). O tradicional clube mantém uma das principais instalações de quadras de hockey na Alemanha, que serve como um local frequente para jogos e campeonatos internacionais. O contrapiso foi feito em uma quadra de jogos de 99 x 59 metros e serve para amortecer o efeito de um novo piso artificial azul brilhante, também da Polytan. “O esporte não é apenas saudável, ele também pode contribuir para a sustentabilidade. Estamos comprovando isso com a recém-equipada quadra de hockey, que certamente deixará nosso clube ainda mais atraente”, explicou o gerente do clube Robert Haake.

Tecnologia Inovadora

O uso de CO2 como uma matéria prima para plásticos foi possibilitado por uma tecnologia especial, amigável ao meio-ambiente, que a Covestro desenvolveu com seus parceiros. O CO2 é utilizado como um fornecedor do elemento carbono – ao invés das matérias primas baseadas em petróleo. Até 20% das matérias primas de origem fóssil podem, então, ser substituídas pelo dióxido de carbono. A Covestro produz os novos poliois à base de CO2 em sua unidade de Dormagen, próxima à Colônia. O dióxido de carbono vem de uma empresa química vizinha, que o produz como um subproduto.

Sobre a Polytan: A especialista para pisos esportivos em áreas externas está continuamente desenvolvendo suas superfícies esportivas sintéticas e sistemas de gramado artificial. Além de seu próprio desenvolvimento, a fabricação e a instalação de pisos esportivos, a gama de serviços da Polytan também inclui revestimento, reparo, limpeza e manutenção. Todos os produtos atendem aos padrões nacionais e internacionais atuais e possuem todos os certificados relevantes das associações esportivas internacionais, como FIFA, FIH, World Rugby e IAAF.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Solvay apresentou solução para expansão de espumas de poliuretano durante Feipur

12/11/2018

Segundo a Solvay, seus agentes de expansão de espumas de poliuretano da linha Solkane® estão alinhados ás melhores soluções para isolamento térmico encontradas no mercado, tendo em vista as restrições impostas pela regulamentação internacional criada pelo Protocolo de Montreal, há 31 anos, que foi referendado e ampliado pela Emenda de Kigali, aprovada em 2016.

Segundo Mário Sérgio Avezú, responsável por Vendas e Marketing na América do Sul da unidade global de negócios Special Chem da Solvay, os produtos da linha Solkane® têm obtido sucesso como alternativa a outros agentes de expansão comercializados na região.

“Dadas as suas características e propriedades, o hidrofluorcarbono pentafluorbutano HFC 365 mfc e suas blendas com heptafluorpropano 227ea são os produtos ideais para substituição do HCFC 141b na expansão de espumas de PU destinadas a isolamento térmico”, diz Avezú. São compatíveis com todas as demais matérias-primas, como os polióis, isocianatos, silicones, retardantes de chama etc., exigindo apenas alguns ajustes na receita, sem implicar alterações na linha de produção, afirma a empresa.

Segundo a Solvay, os produtos da linha Solkane® têm ODP (potencial de degradação da camada de ozônio) igual a zero, ou seja, diferentemente do HCFC-R141b, não agride a camada de ozônio. Entre os benefícios oferecidos por essas soluções destacam-se a facilidade e segurança de manuseio combinadas a um o desempenho superior em termos de propriedades das espumas e custo satisfatório, garante o fabricante. Permitem a obtenção de espumas satisfatórias quanto a estabilidade dimensional e resistência a compressão e com elevada capacidade de isolamento térmico, tanto quando recém produzidas quanto após o envelhecimento.,

Os produtos Solkane® estão entre as opções mais confiáveis, seguras, eficientes e econômicas para o atual ambiente de negócios, garante Mário Sérgio Avezú, ressaltando que estão perfeitamente alinhados com os prazos de substituição de HCFCs e HFCs estabelecidos para o mercado brasileiro com base no Protocolo de Montreal e na sua Emenda de Kigali.

“Temos trabalhado junto aos clientes e ao mercado em geral com o objetivo de reforçar nossa mensagem de que somos um player ativo, que oferece soluções competitivas e adequadas às suas necessidades”, assinala Avezú. Ao mesmo tempo, a Solvay tem intensificado suas atividades nesse segmento, buscando criar produtos inovadores para apoiar o desenvolvimento futuro dos clientes.

Fonte: Solvay

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Dow apresenta soluções em poliuretano durante a Feipur 2018

30/10/2018

– Sob o conceito “Transforme a Sensação”, companhia aposta em tecnologias voltadas para colchões, calçados, infraestrutura, construção civil e automóveis
– Diretamente do evento, Maurício Arruda, arquiteto, designer e apresentador, fará uma live no Facebook da Dow mostrando as principais opções do mercado para proporcionar bem-estar ao dia a dia das pessoas

A Dow, uma das empresas líderes globais no fornecimento de soluções de poliuretano (PU), exibirá seu portfólio para espumas rígidas e flexíveis durante a Feipur 2018. A companhia apresenta sua completa linha de tecnologias dividida nas plataformas ComfortScience, InsulationScience, DurableScience e Mobility. Sob o conceito “Transforme a sensação”, pretende mostrar a versatilidade do material em aplicações que promovem conforto, bem-estar, segurança, eficiência energética, inovação e sustentabilidade para diferentes setores.

Sendo uma companhia integrada na produção de poliol na América Latina, a Dow afirma ter o compromisso de entregar aos clientes soluções customizadas em poliuretanos que atendam às necessidades mais específicas de cada mercado. “Temos vivido uma grande transformação na Dow que nos permite entender melhor os desafios da cadeia de valor e as demandas dos nossos parceiros para oferecer produtos mais inovadores e sustentáveis. Dessa forma, conseguimos contribuir para que eles desenvolvam produtos finais de melhor qualidade e alto valor agregado, tornando a experiência dos consumidores mais agradável, simples e positiva”, ressalta Edilson Machado, diretor de Marketing do negócio de Poliuretano da Dow na América Latina.

Destaques na Feipur

Em InsulationScience, o foco da Dow são as tecnologias de poliuretano para melhorar a eficiência energética na cadeia do frio e garantir o conforto térmico nas construções. Durante o evento, os destaques são os painéis sanduiche, desenvolvidos com espumas rígidas de Poliuretano (PUR) /Poliisocianurato (PIR) sob as linhas Voracor™ e Voratherm™. “Este é um novo modelo construtivo que acompanha as tendências do país. A região latino-americana está em busca de opções mais inteligentes e sustentáveis, com uma série de benefícios quando comparados à construção convencional, como por exemplo leveza, menor geração de resíduos, aumento de produtividade e redução dos gastos com a conta de energia e ar condicionado” reforça Machado.

Em ComfortScience, a Dow apresenta diversas opções em espuma flexíveis para colchões, travesseiros, mobiliários e calçados que, segundo a empresa, proporcionam mais conforto para o consumidor. Muitas vezes, esse atributo é um conceito subjetivo para as pessoas, mas a companhia identificou três dimensões para explicá-lo cientificamente: Ergonomia, Microclima e Sensorial. Ao configurar essas qualidades de acordo com as especificações de cada cliente, é possível responder a diferentes necessidades e adaptar o produto para oferecer a experiência mais confortável possível. O portfólio de especialidades e a expertise técnica da empresa possibilita customizar as propriedades de cada tipo de espuma, permitindo, inclusive, o desenvolvimento de colchões com mais inovação, como os colchões em caixa – tendência mundial já mais consolidada nos Estados Unidos e Europa, que chega à América Latina.

A plataforma de DurableScience, especializada em soluções industriais de alto desempenho e durabilidade para aplicações em compósitos, revestimentos, elastômeros, adesivos e selantes, promove na Feipur os aglutinantes de borracha para superfícies de pistas de esporte e lazer. “Os polímeros da linha VoramerTM são fáceis de aplicar, têm propriedades de coesão superiores e podem ser combinados com pneus usados, ajudando na economia circular desse material e combatendo um problema grave de resíduos sólidos”, relata o executivo. Além disso, segundo a Dow, o VoramerTM permite a fabricação de pisos com maior absorção de impacto e propriedades antiderrapantes que atendam as normas técnicas de segurança (ABNT NBR 16071-3) e as exigências de qualidade e segurança do Instituto Nacional de Avaliação da Conformidade em Produtos (INNAC).

Por fim, a plataforma de Mobility, fornecedora de soluções para o mercado de automóveis, destaca possibilidades que, segundo a Dow, melhoram a performance dos veículos, trazendo conforto ergonômico, isolamento acústico, durabilidade, segurança e peso – o que contribui para redução dos gastos com combustível. Sob a linha SpecflexTM, a Dow oferece opções em poliuretano para assentos, encostos de cabeça e aplicações sob o capô e que promovem baixas emissões de substâncias tóxicas que prejudicam a saúde e o meio ambiente, como compostos orgânicos voláteis (COV) e aldeídos.

As tecnologias das plataformas de negócios mencionadas acima, bem como mais informações sobre o portfólio da Dow e tendências em poliuretanos, podem ser conferidas na Mundo PU, um portal de conteúdo online que reúne as principais novidades, soluções e aplicações do setor para clientes, profissionais, acadêmicos e estudantes.

Live no Facebook

Em 06 de novembro, às 16h30, a Dow promove um encontro de clientes com o arquiteto, designer e apresentador Maurício Arruda. Ele fará uma transmissão ao vivo no Facebook diretamente do estande da companhia, mostrando as principais opções para proporcionar bem-estar ao dia a dia das pessoas. Para acompanhar, acesse a página “Dow e Maurício Arruda na Feipur 2018”.

Palestras técnicas

– Soluções versáteis e inovadoras que minimizam o impacto do aquecimento global garantem desempenho superior, além de seguirem as regulamentações e as tendências do mercado
Palestrante: Renan Mendoza, especialista técnico
Data: 06 de novembro, às 13h40

– Tecnologias inovadoras que minimizam as emissões de carbono nos automóveis
Palestrante: André Ritter, especialista técnico
Data: 07 de novembro, às 13h

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Covestro investirá 1,5 bilhão de euros em nova fábrica de MDI de escala mundial no Texas (EUA)

19/10/2018

  • Expansão da capacidade global
  • Mercado de MDI altamente atrativo com perspectivas de crescimento em longo prazo
  • Nova fábrica de MDI com capacidade de 500 ktons para atender à demanda e acompanhar o crescimento da indústria
  • Capacidade de MDI da região do NAFTA irá atingir 740 ktons por ano até o final de 2024
  • Ampliação da posição de liderança regional e global em MDI da Covestro

A Covestro acelera suas atividades de investimento para capitalizar o forte crescimento do mercado de MDI. O Conselho de Supervisão da Covestro aprovou em 11 de outubro um investimento de cerca de 1,5 bilhão de euros para construir uma nova fábrica de MDI de escala mundial em Baytown, EUA. Esse investimento na fábrica existente em Baytown é o maior investimento único da história da empresa. A capacidade total do novo sistema será de 500 ktons de MDI por ano e a produção está prevista para começar em 2024. Paralelamente, uma unidade de MDI mais antiga e menos eficiente, com capacidade de produção de 90 quilotoneladas, será fechada. Assim, a capacidade total de MDI da Covestro na região do NAFTA atingirá cerca de 740 quilotoneladas por ano, tornando a Covestro líder em capacidade da indústria na região até 2024. Com isso, a Covestro também enfatizará firmemente sua posição global de liderança em capacidade da indústria.

“A demanda por materiais inovadores de MDI continuará crescendo no futuro previsível e, da mesma forma, promete taxas atrativas de utilização de capacidade. Já anunciamos um aumento significativo nos gastos de capital e agora é hora de colocá-lo em ação”, disse o CEO Dr. Markus Steilemann. “Com o novo sistema de MDI em Baytown, fortaleceremos ainda mais nossa posição de liderança global em Poliuretanos, atenderemos ainda melhor nossos clientes e criaremos valor em longo prazo para os acionistas”.

Mercado de MDI com perspectivas atraentes

Estima-se que o mercado global de MDI cresça cerca de 5% ao ano em longo prazo, superando o Produto Interno Bruto (PIB) mundial em cerca de 2 pontos percentuais. Os principais fatores determinantes do mercado de MDI incluem a substituição de materiais de menor desempenho e menos sustentáveis, bem como megatendências globais, como a crescente demanda por soluções de isolamento com eficiência energética. O MDI é um precursor da espuma rígida, que é um excelente material de isolamento e é usado, por exemplo, em edifícios e refrigeradores. O crescimento esperado da demanda global por MDI se traduz na necessidade de aproximadamente uma fábrica adicional de escala mundial por ano.

Embora a Covestro já esteja dobrando sua capacidade de produção de MDI em Brunsbuettel (Alemanha) de 200 para 400 ktons por ano no segundo semestre de 2019, o forte crescimento da demanda cria novas oportunidades de mercado significativas. Portanto, os investimentos – que fazem parte do investimento já anunciado de até 1,2 bilhão de euros por ano nos próximos três anos – ajudarão a Covestro a manter e fortalecer sua posição de liderança e apoiar um crescimento mais lucrativo.

Complementando o anúncio divulgado pela Covestro globalmente, Fernando d’Andrea, Head para Negócios de Poliuretanos para a América Latina e CEO da Covestro Polímeros, confirma que os investimentos têm impacto bastante positivo na região – que se beneficiará desta nova capacidade instalada – e permitirão que a empresa ainda forneça quantidades adicionais para clientes globais e regionais que utilizam esta matéria-prima. “O mercado de MDI tem demanda crescente, algo que também ocorre em nossa região”, conclui o executivo.

Abordagem de CAPEX (investimentos de capital) com boa relação custo-benefício com retorno superior sobre o investimento

O CFO da Covestro, Dr. Thomas Toepfer, explicou: “Mesmo com todos os anúncios de aumento de capacidade considerados, a oferta projetada do setor não é suficiente para equilibrar totalmente o crescimento esperado da demanda. Estamos, portanto, confiantes de que alcançaremos altas taxas de utilização de nossas novas capacidades logo após a implementação, tornando o investimento altamente eficiente. Com base na infraestrutura e nos processos existentes, será um excelente exemplo de nossa abordagem de criação de valor.”

Com seu programa global de investimentos em MDI, a Covestro segue uma abordagem de CAPEX com boa relação custo-benefício, alavancando a infraestrutura existente e as redes de fornecimento para alcançar investimentos específicos mais baixos e ROCE (Retorno sobre o Capital Investido) mais alto. O programa também inclui a continuação e a expansão das unidades de Tarragona (Espanha) e Caojing (China) da Covestro, bem como investimentos na unidade de produção da empresa em Antuérpia (Bélgica).

Baytown com condições ideais

A decisão de construir a nova fábrica de escala mundial em Baytown foi tomada após uma análise minuciosa das diferentes opções. Além da atratividade do mercado interno, as principais vantagens de Baytown são os custos, além de benefícios significativos em termos de infraestrutura e logística disponíveis. A posição de custo superior é impulsionada principalmente por economias de escala e um alto grau de integração vertical. Além disso, os baixos custos de energia e transporte devido à alta demanda interna na América do Norte se somam ao caso de Baytown. Com a nova fábrica, as futuras capacidades de MDI da Covestro na América do Norte de 740 ktons por ano até 2024 também alcançarão as futuras capacidades da empresa na Europa, Oriente Médio e África (820 quilotoneladas por ano até 2022) e na Ásia-Pacífico (670 quilotoneladas por ano até 2021).

Com vendas de 14,1 bilhões de euros em 2017, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades comerciais estão focadas na fabricação de materiais poliméricos e no desenvolvimento de soluções para produtos utilizados ​​em diversas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são os setores automotivo, de construção civil, de processamento e móveis de madeira e os setores elétrico e eletrônico. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.200 pessoas (calculadas como equivalentes em tempo integral) no final de 2017.

Fonte: Covestro

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BASF amplia produção de poliuretano termoplástico expandido em Taiwan

05/10/2018

A BASF anunciou a abertura de uma nova unidade de produção do seu poliuretano termoplástico expandido (E-TPU), o Infinergy®, em sua fábrica em Taiwan (foto). O aumento da capacidade de fornecimento do material inovador vai atender à demanda crescente pela solução para diversas aplicações e indústrias. A inovação tem diversas aplicações e é largamente usada no transporte, mobiliário, construção e equipamentos esportivos.

“A unidade de produção de Changhua terá um papel crucial para nos ajudar a atender à crescente demanda por E-TPU”, afirma Jens Dierssen, diretor global Business Management Infinergy da BASF. “Com a nova unidade de produção, expandimos nosso alcance global para melhor atender aos clientes na região da Ásia-Pacífico”, afirma.

“Este investimento reflete nosso compromisso com o mercado, oferecendo produção eficiente e um processo de qualificação adequado para atender às crescentes demandas de mercado e necessidades dos clientes”, acrescenta Kin Wah Chay, diretor geral da BASF Taiwan.

A espuma de célula fechada e partícula elástica tem uma combinação única de propriedades, como alta recuperação, baixa densidade, durabilidade em uma ampla faixa de temperaturas, resistência química e baixo peso, assegura a empresa. Esta inovação tem sido largamento usada nos transportes, indústria de móveis, construção e equipamentos esportivos, tais como em um assento de bicicleta criado pela Ergon, uma empresa de inovação em ciclismo com sede em Koblenz, Alemanha.

Os assentos de bicicleta da Ergon são compostos por duas estruturas em concha que funcionam isoladamente uma da outra, em um arranjo tipo “sanduíche”. Elas são soprepostas e sustentadas em um mecanismo flutuante pelo amortecedor de elastômero de alto desempenho, fabricado com o Infinergy.

Em um veículo conceitual de três rodas, o 05GEN da Yamaha Motor Co., Ltd., o Infinergy da BASF foi usado nos pneus para melhorar a experiência geral de direção. Sua estrutura celular característica contribuiu com o design marcante do projeto

O material também tem sido adotado na construção, oferecendo uma experiência esportiva mais segura e melhor em pistas de corrida e campos, graças ao excelente efeito de amortecimento das partículas de E-TPU.

Fonte: BASF

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Termotécnica promove a Economia Circular do EPS durante a Interplast 2018

09/08/2018

O conceito da sustentabilidade vem, ao longo dos anos, ampliando a sua representatividade na Interplast, Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, que acontecerá de 14 e 17 de agosto, em Joinville (SC). Exemplo disso é a Ilha da Reciclagem do Plástico, que reunirá empresas, entidades e profissionais com o objetivo de demonstrar o ciclo de vida do plástico desde o seu berço até a geração de novos produtos. A Termotécnica faz parte desta ação que fomenta o conceito da economia circular por meio da disseminação do conhecimento, do desenvolvimento de novos projetos, investimentos e do engajamento dos visitantes.

Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, maior recicladora da EPS (isopor®) da América Latina, afirma que, como todo plástico, o EPS é 100% reciclável e reforça que, para a efetivação da reciclagem, cada cidadão deve assumir a responsabilidade de dar o destino correto após sua utilização. “É inadmissível nos dias de hoje, com a quantidade de informações que temos, descartar o plástico em lixo comum. Não dar o destino correto põe em risco todo o processo de reciclagem e causa sérios danos ao meio ambiente, a curto, médio e longo prazo”, adverte.

Schmidt ainda acrescenta que, por meio do Programa Reciclar EPS, a Termotécnica atua na economia circular, quando se responsabiliza integralmente pela logística reversa e reciclagem do EPS. “Quando descartado da maneira correta, o EPS volta para o mercado e é utilizado para produção de molduras, rodapés, decks de piscina, entre outros”, finaliza.

A Termotécnica também participará na Interplast com uma palestra – gratuita e aberta ao público – no Fórum Economia Circular, que acontecerá na tarde do dia 15/8. A partir das 17 horas, a Diretora de Operações da empresa, Regina Zimmermann, ministrará o tema “Programa Reciclar EPS, a Economia Circular na Prática”.

O Programa Reciclar EPS

Antecipando-se à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), a Termotécnica desenvolve o Programa Reciclar EPS desde 2007, disponibilizando unidades de reciclagem em várias regiões do Brasil.

Com mais de mil pontos de coleta, o Programa conta com cerca de 300 cooperativas envolvidas, gera cerca de 100 empregos diretos e beneficia mais de 5 mil famílias. 35 mil toneladas de EPS já foram recicladas pela empresa, que correspondem a 1/3 de todo o isopor® reciclado no país.

O ponto de entrega voluntária mais próximo pode ser consultado no site www.reciclareps.com.br

Recentemente, a empresa lançou a campanha “98% ar e muita tecnologia”, que apresenta o EPS como protagonista de um ciclo produtivo e reverso totalmente sustentável.

Realizada pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina (SIMPESC) e organizada pela Messe Brasil, a Interplast reúne conceituados fabricantes de máquinas e equipamentos e fornecedores de matéria-prima e toda a cadeia nacional do setor no Pavilhão da Expoville, em Joinville (SC), um importante polo de transformação do plástico da América latina.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil.

Aos 56 anos, a empresa possui matriz em Joinville (SC) e unidades de produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Termotécnica lança Campanha “98% ar” para promover o uso e a reciclagem de EPS

16/05/2018

Campanha reforça que o destino correto do EPS (isopor®) pós-consumo é a reciclagem

Protagonista de um ciclo produtivo e reverso totalmente sustentável, o EPS – material que é popularmente conhecido como isopor® – ainda carrega uma imagem negativa junto à opinião pública devido ao fato de não ser descartado corretamente por grande parte da população e, por isso, gerar poluição. Com o objetivo de esclarecer e reforçar as características do EPS – plástico 100% reciclável, versátil, tecnológico e leve, com 98% de ar em sua composição -, a Termotécnica lançou neste mês de maio uma campanha de conscientização.

Inspirada em uma ação da Airpop® (marca europeia do EPS) que vem apresentando bons resultados, a iniciativa da Termotécnica pretende mostrar a inovação e a versatilidade do EPS, além dos diversos benefícios que seus produtos trazem ao cotidiano das pessoas, tais como isolamento térmico, proteção contra impactos e maior ergonomia. Tudo isso atrelado à mensagem da logística reversa e reciclagem do material. A campanha contempla desde atividades de relacionamento e conscientização com clientes, comunidade, fornecedores e colaboradores até a aplicação do selo nos catálogos e produtos Termotécnica.

Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, ressalta que o objetivo da campanha é que todos os públicos se engajem e reconheçam que existe a disponibilidade de uma cadeia de logística reversa e de reciclagem já implementada, com pontos de coleta e reciclagem do material espalhados por diversos estados brasileiros: “É papel de cada um fazer a diferença por um futuro melhor. Precisamos nos conscientizar e divulgar a informação de que o EPS é 100% reciclável. Essa reciclagem acontece de forma contínua e utiliza pouca água e energia”, argumenta.

Albano ainda acrescenta que a Termotécnica realiza, desde 2007, o Programa Reciclar EPS, que já deu um destino correto a 1/3 de todo EPS pós-consumo no Brasil. Ou seja, mais de 35 mil toneladas de isopor® retornaram ao processo produtivo para virar rodapé, perfil, vaso, solado de sapato e deck de piscina.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS (isopor®) da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Uso do EPS na produção sustentável de Flores, Frutas, Legumes e Verduras no Brasil

01/05/2018

Artigo de: Andrés da Silva (*)

Em todas as agendas de produtores, varejo e fornecedores de insumos para agricultura, a palavra sustentabilidade aparece em destaque. Existe, hoje,uma real demanda em se oferecer produtos com a imagem de segurança alimentar e de responsabilidade ambiental. Ainda que para a maioria dos consumidores a definição do termo sustentabilidade seja distorcida por campanhas de marketing, precisamos pensar em sustentabilidade – não somente ambiental, mas também social e econômica.

Segundo a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU, unir desenvolvimento econômico e conservação ambiental é praticar o desenvolvimento sustentável, ou seja, suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer as necessidades das gerações futuras.Os americanos chamam Sustainability e os franceses de Dévélopment Durable. Em ambos os casos, a noção de “desenvolvimento” é intrínseca à sustentabilidade, ou seja, o uso de técnicas que permitam o aprimoramento da produção, da produtividade e da qualidade, levando em conta os fatores de mitigação ambiental e social e desenvolvimento econômico de toda a cadeia.

Mas, para os produtores, a demanda do mercado por sustentabilidade se traduz em investimentos necessários, tais como certificações, análises de laboratórios, laudos, treinamentos, equipamentos, rastreabilidade e a contratação de consultores e ou mão de obra especializada. Estes investimentos são importantes, mas podem descapitalizar o produtor rapidamente sem trazer um retorno imediato. Outras vezes, o termo sustentabilidade é utilizado como simples ferramenta de marketing. As famosas apelações “sem agrotóxico”, “ecológico”, “sem resíduos” e “natural”confundem o consumidor.

O setor de flores, frutas, legumes e verduras (FFLV) representa uma parte importante do PIB brasileiro e emprega milhares de pessoas. No entanto, os produtos no Brasil são caros e de baixa qualidade, se comparados com os de países mais desenvolvidos. O baixo consumo médio percapita de FFLV (a metade do que consome um americano) comprova esta realidade, onde o acesso é “insustentável” para o bolso da maioria. O brasileiro consome em média a metade de hortaliças de um norte americano, a terça parte de um europeu e um quarto de um asiático.

O cultivo de FFLV em estufas agrícolas é uma das soluções mais modernas e seguras em termos de produção sustentável, pois reúne alta produtividade e baixo impacto ambiental. O aumento da produtividade é de até 10 vezes, quando comparada com o campo aberto. A redução do consumo de água, insumos e defensivos fazem desta tecnologia a solução para o futuro da agricultura, seja ela convencional ou orgânica. Para que esses resultados sejam alcançados, é necessário um investimento em tecnologias, sistemas de controle de clima, de irrigação e de nutrição, além de um manejo rigoroso.

Base Substrato – Tomate

Na hidroponia, as plantas são cultivadas em sistemas fechados, onde se reduz a perda de agua e de fertilizantes (lixiviação e volatização), evitando assim a salinização dos solos e a contaminação dos lençóis freáticos.

Em 2017, a Termotécnica lançou a Base Universal para Substrato DaColheita (BUS), que visa contribuir para a sustentabilidade do agronegócio. A BUS é uma peça moldada em EPS, de alta densidade, que pode ser utilizada como suporte para vasos, slabs e substrato a granel para a produção hidropônica. É modular, de fácil montagem e possui um sistema de coleta de solução drenada integrada. Com a BUS, a produção de morango em estufas, por exemplo, pode ser feita facilmente em bancadas elevadas, o que melhora a ergonomia e a qualidade das frutas, pois elas não ficam em contato com o solo. Além disso, a recuperação da solução nutritiva permite uma economia de fertilizantes e uma redução da umidade do solo, que gera menor manutenção e incidência de doenças. Uma verdadeira revolução em comparação ao cultivo tradicional em campo aberto.

Para o agronegócio, a Termotécnica também produz bandejas de mudas, embalagens para frutas e verduras e colmeias para a apicultura. E, há mais de 10 anos, a empresa exerce um papel muito importante no esclarecimento, estímulo e reciclagem do isopor®.

(*) Andrés da Silva (foto)
Eng. Agrícola, M.Sc.
EACEA – Soluções em Cultivo Protegido/ Termotécnica

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Evonik promove novo núcleo de espuma de acrílico para aplicação em estrutura sanduíche de compósitos durante a JEC World em Paris

02/03/2018

Um novo desenvolvimento da Evonik Industries em tecnologia de materiais de núcleo faz sua estreia na JEC World 2018 em Paris. O novo integrante da família de produtos Performance Foam é o Rohacryl™ uma espuma estrutural baseada na química do acrílico, com alto potencial para aplicações em compósitos.

Segundo a Evonik, a espuma Rohacryl™ é uma solução de material de núcleo com excelentes propriedades mecânicas, além de apresentar estabilidade térmica e de ser leve, fácil de processar e ambientalmente amigável.

Esse produto é a mais nova solução em materiais da linha Performance Foams, um negócio que já conhecido por oferecer a espuma de alto desempenho Rohacell® PMI. Seus produtos para materiais de núcleo estrutural são empregados há mais de 40 anos em indústrias que incluem os setores aeroespacial, automotivo, eletrônico, de tecnologia médica, equipamentos esportivos e outros. Com o lançamento do RohacrylTM, a Evonik dá o próximo passo na expansão de seu portfólio de produtos para o mercado mundial de compósitos.

O que motivou o desenvolvimento inicial do Rohacryl™ foi a tendência na indústria de energia eólica por pás de turbina cada vez maiores e que precisam cumprir requisitos altamente exigentes. De maneira ideal, os materiais usados na produção de pás devem ser leves e ao mesmo tempo oferecer melhores propriedades mecânicas e, simultaneamente, a habilidade de continuar estáveis na cura a altas temperaturas. As diversas soluções em materiais disponíveis no mercado ou ofereciam boas propriedades mecânicas ou resistiam a altas temperaturas de cura, mas antes do lançamento da espuma Rohacryl™ nenhuma solução em material de núcleo podia oferecer as duas características em um único produto, afirma a Evonik. Outras indústrias com métodos de produção e necessidade de eficiência similares podem também achar o novo produto interessante para suas aplicações.

Uma amostra do Rohacryl™ será apresentada no estande da Evonik na feira (J40, hall 5). Representantes da empresa estarão presentes para compartilhar detalhes do produto e discutir se esta é a solução perfeita em material de núcleo para os clientes interessados.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Covestro comemora 80 anos de invenção do Poliuretano

30/11/2017

  • Uma versátil classe de plásticos celebra seu aniversário
  • Covestro conduz a história de sucesso
  • Projetos inovadores e sustentáveis que fazem do mundo um lugar melhor

Os poliuretanos mudaram o mundo. Devemos agradecê-los pelos refrigeradores com eficiência energética, móveis estofados confortáveis, assentos de carro seguros, revestimentos protetores e compósitos leves. Há 80 anos, o Dr. Otto Bayer (foto) descobriu a química do poliuretano praticamente por acidente. Sua perseverança e criatividade lançaram o sucesso arrebatador de um dos plásticos mais versáteis do mundo – e a história de sucesso está longe de acabar (vídeo da empresa (em inglês) no Youtube em https://youtu.be/Brwl9ASvSJs)..

“Com curiosidade e coragem, a Covestro está avançando no desenvolvimento de poliuretanos para fazer do mundo um lugar melhor”, diz Daniel Meyer, Head Global da Unidade de Poliuretanos. “Estamos desafiando os limites para desenvolver materiais isolantes mais eficientes, materiais ainda mais leves e produtos com maior economia de recursos”.

Todos os novos desenvolvimentos devem atender aos objetivos de sustentabilidade da Covestro. “Tomamos uma abordagem abrangente para todo o ciclo de vida do produto, incluindo os aspectos sociais, ecológicos e econômicos”, diz Daniel Meyer. “Nossos produtos são fabricados com base no carbono. Nosso objetivo é tirar o benefício máximo do carbono que utilizamos”.

Refrigeradores mais eficientes

Os poliuretanos contribuem de maneira importante para garantir o fornecimento global dos alimentos: cerca de 95% dos refrigeradores do mundo contêm isolamento térmico com espuma rígida de poliuretano. Segundo a Covestro, o seu sistema de poliuretano Baytherm® Microcell pode elevar a sua performance de isolamento em mais 10%. Isto significa maior economia de energia e custos domésticos e redução da emissão de CO2. Uma fabricante líder em utensílios já está utilizando este sistema em sua produção.

Dióxido de carbono como matéria-prima

A Covestro desenvolveu um método para utilizar o gás do efeito estufa CO2 para sintetizar os componentes do poliuretano. A empresa comercializa essas matérias-primas, conhecidas como polióis, sob a marca cardyon™, para a produção de espuma flexível de poliuretano e opera uma nova planta de produção para isto em seu site de produção em Dormagen, na Alemanha. Até 20% das matérias-primas fósseis anteriormente utilizadas nesses produtos foram substituídas pelo dióxido de carbono. Um catalisador especial proporciona o nível de reatividade desejado à molécula.

Novo modelo de habitação a preços acessíveis

A disponibilidade de habitação rápida, acessível e sustentável é um desafio global. A Covestro está trilhando novos caminhos em sua busca por soluções criativas. Junto com parceiros industriais, governos, agências governamentais e a sociedade, a Covestro está desenvolvendo modelos de habitação acessível e executando projetos específicos na Alemanha. Um exemplo é uma construção multiuso em Bergisch Gladbach, na Alemanha, que foi planejada e construída pelo conselho local, pela empresa de construção pré-fabricada francesa Logelis e a Covestro.

Pás de rotor da próxima geração para energia eólica

De acordo com a sua estratégia de sustentabilidade, a Covestro desenvolve materiais e tecnologias para gerar energia renovável – com foco na energia eólica. A empresa desenvolveu uma tecnologia inovadora para a fabricação de pás de rotor para turbinas eólicas. Os rotores são fabricados em um processo especial a partir de uma resina de poliuretano e um tecido de fibra de vidro. Para a resina, a Covestro recebeu recentemente a certificação da DNV GL para a China e agora pode fornecer seus produtos para fabricantes de pás de rotor no país.

Passado orgulhoso

O Dr. Otto Bayer apenas poderia ter sonhado com esses desenvolvimentos. Mas mesmo 80 anos atrás, buscou obstinadamente seu objetivo de melhorar a eficiência da fabricação de plásticos e, assim, descobriu a química do poliuretano, que se tornou sua paixão. E ainda se manteve firme em suas convicções quando seus superiores desdenharam a massa borbulhante que produzira em seus experimentos, dizendo que era no máximo um “substituto do queijo suíço”. Longe disso! Com uma criatividade incrível, ele e sua equipe descobriram toda uma série de aplicações possíveis.

Poliuretanos: Marcos de uma história de sucesso
1937 – Otto Bayer inventa a química do poliuretano
1943 – Novas marcas: Desmodur® (isocianatos) e Desmophen® (polióis)
1952 – Primeira espuma flexível feita de TDI e polióis
1958 – Revestimentos premium feitos de Desmodur® e Desmophen® (“Revestimentos DD”)
1962 – Estreia da espuma rígida de poliuretano como um material isolante em refrigeradores
1967 – Primeiro carro com um corpo totalmente plástico na feira comercial K’67
1970 – Painéis sanduíche com revestimento de metal para envelopes de construção
A partir de 1970 – Introdução dos sistemas de poliuretano Baydur® para espumas rígidas integrais
1980 – Assentos de carro com vários níveis de dureza
1990 – Espumas viscoelásticas abrem uma nova dimensão em conforto
1995 – Agentes de expansão sem HCFCs
1998 – Introdução do sistema de pulverização Baypreg® para compósitos
2000 – Polióis para revestimentos e adesivos à base da tecnologia Impact™
2005 – Avanços nos compósitos de poliuretano
2012 – Baytherm® Microcell para sistemas de refrigeração isolantes – tecnologia CO2
2016 – Lançamento no mercado do cardyon™ – Primeira pá de rotor feita de resina de poliuretano na Ásia

Fonte: Covestro; foto: Wikipedia

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Dow lança plataforma digital com conteúdo sobre poliuretanos

15/09/2017

Canal da empresa terá informações específicas, tecnologias e inovações para os setores calçadista, de colchões, construção civil e cadeia do frio

A Dow acaba de lançar nova plataforma de conteúdo online (foto) para apresentar suas soluções de poliuretanos e reunir informações sobre tendências e mercados que utilizam o material para seus produtos, em especial os setores moveleiro, calçadista, construção civil e refrigeração. A Mundo PU.com tem como objetivo ser um ponto confiável de informações para clientes, profissionais dos setores-foco, academia e estudantes.

Haverá informações segmentadas, principalmente, sobre as três áreas de negócio: ComfortScience, que engloba produtos que proporcionam mais conforto e comodidade ao consumidor final; DurableScience, com tecnologias de mais durabilidade, resistência e produtividade para mercados diversos; e InsulationScience, que traz maior eficiência energética a diversas indústrias. Também haverá conteúdo sobre as outras áreas que compõem o portfólio, como PO&PG e mercado automotivo, além de novidades sobre ações da Dow em poliuretanos na América Latina.

As reportagens do canal apresentarão tendências, inovações, negócios, soluções e prestação de serviço relacionados ao amplo universo de uso do poliuretano. Para isso, utilizará recursos como infográficos, vídeos, cases, demonstrações interativas e webinars. “A nova Mundo PU possibilitará uma exibição superior e mais dinâmica dos assuntos relevantes ao nosso negócio, oferecendo melhor navegação e exposição dos conteúdos”, afirma Marcelo Fiszner, diretor de Marketing para Poliuretanos da Dow na América Latina.

Com a nova plataforma, a companhia deseja reforçar sua expertise, elevar seu nível de serviço e participação no mercado, além de fidelizar o cliente.

Webinars técnicos

O canal também terá webinars com os especialistas da Dow sobre temas atuais e desafios de mercado. O primeiro deles, que está disponível para visualização, trata sobre proteção da camada de ozônio e o papel da indústria de poliuretanos nesse contexto. O próximo acontecerá em outubro e abordará o mercado de revestimentos, apresentando os novos produtos que serão promovidos no Congresso Internacional de Tintas da ABRAFATI 2017. Para participar, basta acessar a plataforma Mundo PU e se inscrever.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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