Archive for the ‘Environment’ Category

Reciclagem mecânica de plásticos no Brasil é superior a 20%

28/05/2014
  • Maior parte das empresas de reciclagem está localizada no estado de São Paulo; em seguida, estão os estados da Região Sul
  • Entre os resíduos plásticos pós-consumo gerados no Brasil, polietilenos, o PET e o PP estão entre os mais coletados
  • Cada vez mais o produto reciclado plástico conta com maior valor agregado, é destinado a segmentos com maior exigência técnica e de qualidade, o que resulta em maior valor comercial no mercado.

Reciclagem_logoPesquisa aponta que a indústria brasileira de reciclagem mecânica de plásticos (IRmP) recicla 21% do total dos plásticos pós-consumo no país, ou seja são recicladas aproximadamente 684 mil toneladas do total de 3,26 milhões de toneladas de  plástico pós-consumo gerado em 2012. Esta indústria faturou R$ 2,5 bilhões em 2012, um crescimento de 4,3% do verificado em 2011(R$ 2,4 bilhões). Os dados apontam que o setor é formado por 762 recicladoras, com capacidade instalada de 1,7 milhões de toneladas e que juntas empregam diretamente 18,7 mil pessoas. A pesquisa, com base em 2012, foi encomendada pela Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos à Maxiquim, consultoria especializada no segmento industrial.

A maior parte das empresas de reciclagem está localizada no estado de São Paulo. São 298, representando 39% do total no Brasil. Em seguida, estão os estados da Região Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, respectivamente, totalizando 36% para a região. As demais empresas estão distribuídas de forma pulverizada pelo país, com baixa incidência nas regiões Norte e Nordeste. A vocação das Regiões Sul e Sudeste para a reciclagem mecânica de plásticos é natural pela maior concentração da população e maior poder de consumo, além da presença da indústria em geral. Mesmo assim, se observa nos últimos anos crescimento de indústrias recicladoras nas Regiões Norte e Nordeste, acompanhando o aumento do poder aquisitivo nestas regiões e também refletindo a evolução da consciência ambiental.

Entre os resíduos plásticos pós-consumo gerados no Brasil, os polietilenos, o PET e o PP estão entre os mais coletados. Isso porque geralmente estão em aplicações de duração curta, como embalagens. Já o PVC, por exemplo, apesar do grande volume de demanda da matéria prima virgem, é um dos que menos geram resíduos, pois a maior parte das aplicações é de vida-longa (tubos e conexões, por exemplo). Atualmente, as aplicações dos produtos plásticos reciclados são bastante diversificadas no Brasil, relacionadas a diversos setores. Outro ponto a se considerar é que cada vez mais o produto reciclado plástico conta com maior valor agregado, é destinado a segmentos com maior exigência técnica e de qualidade, o que resulta em maior valor comercial no mercado. Os produtos feitos de plásticos reciclados são utilizados pela indústria automotiva, de construção, moda, calçados, entre outros.

O índice de 21% do total dos plásticos pós-consumo reciclado mecanicamente no Brasil coloca o país entre os grandes recicladores do mundo. Para se ter uma ideia, a média da União Europeia em 2011 foi de 25,4% de reciclagem mecânica de plásticos pós-consumo. O Brasil está à frente de países como Reino Unido (20%), França (19%), Finlândia (18%) e Grécia (17,6%). “Vale lembrar que tais países já tem a questão do lixo resolvida, diferente do Brasil que ainda está em fase de estruturação do real gerenciamento de seus resíduos através da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS e ainda deve investir em coleta seletiva”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida. Ele completa: “o número de municípios com coleta seletiva estruturada no país vem crescendo – eram 443 em 2010 e 766 em 2012, porém esse índice ainda é muito aquém do que se espera de um país com as dimensões do Brasil.”

Metodologia – A pesquisa sobre o índice de reciclagem dos plásticos foi encomendada pela Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos à Maxiquim, consultoria especializada no segmento industrial e obedeceu a metodologia do IBGE. Em 2012, houve um recenseamento das empresas recicladoras, a fim de aferir o cadastro que envolve recicladores de todo o Brasil.

Há 10 anos a Plastivida vem acompanhando a evolução da Indústria de Reciclagem Mecânica de Plásticos no Brasil, na busca de informação qualificada sobre o setor, através do monitoramento dos índices de reciclagem mecânica de plástico pós-consumo. Segundo Miguel Bahiense, o objetivo deste trabalho é acompanhar o desenvolvimento deste setor que gera emprego e renda ao Brasil e que compõe o cenário dos novos desafios que se apresentam a partir da implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos.

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BASF lança soluções inovadoras nos segmentos de polímeros superabsorventes, ligantes para fibras e aditivos

09/04/2014
  • Superabsorventes renováveis e com controle de odor
  • Amplo portfólio de aditivos e pigmentos para não tecidos

De 8 a 11 de abril a BASF irá apresentar soluções novas e eficazes para a indústria de higiene na INDEX 2014, a primeira exposição mundial de não tecidos, no Centro de Exposição e Congresso Palexpo em Genebra, Suíça. No estande da BASF, especialistas da empresa irão informar e aconselhar os profissionais sobre a gama completa de serviços e produtos na área de inovação incluindo o novo HySorb® para controle de odores; o HySorb® Mass Balance; ligantes para materiais fibrosos e aditivos para higiene, filtração e aplicações médicas.

Novos polímeros superabsorventes para controle eficaz de odores e ressecamento

Segundo a BASF, o polímero HySorb®, pioneiro no controle de odores juntamente com o portfólio de produtos de polímeros superabsorventes da BASF, é um produto inovador para melhorar a qualidade de vida das pessoas com incontinência. Através do bloqueio da formação de amônia, ele previne o odor causado pela urina por um período prolongado de tempo. Além disso, sua alta capacidade de absorção ajuda a manter a pele seca.

Os polímeros superabsorventes são usados em uma série de aplicações para as necessidades de cada dia das vidas das pessoas. O mercado de incontinência adulta para superabsorventes só perde para o mercado de cuidados com bebê, apresentando um dos maiores crescimentos globais.

Novo polímero absorvente com base em matéria-prima-prima renovável

Trabalhando em conjunto com o TÜV SÜD (órgão de certificação) a BASF desenvolveu uma abordagem inovadora de balanço de massas para o uso de matérias-primas renováveis na BASF “Verbund”. Baseada nessa abordagem, a biomassa alimenta as fábricas no início da cadeia de produção de superabsorventes. Esta parcela de biomassa é então alocada aos produtos de vendas de acordo com suas receitas, usando o novo padrão que inclui a certificação de terceiros do produto.

O equivalente de biomassa pode ser alocado aos superabsorventes em até 100%, de acordo com o padrão das especificações de seus consumidores e demanda. As fábricas e tecnologias alinhadas com a cadeia de valor podem continuar a serem usadas, e o design dos produtos dos consumidores e o processo de produção não requerem ajustes.

Os polímeros superabsorventes baseados em energias renováveis economizam matéria-prima com base fóssil e diminuem os gases de efeito estufa, contribuindo desta forma para o desenvolvimento sustentável.

Dispersões para Ligantes para Fibras – inovações para não tecidos

Na INDEX 2014 a BASF demonstra sua expertise na área de polímeros de dispersões para ligantes para fibras. A BASF desenvolve soluções customizadas para seus clientes nas indústrias de construção, móveis e automotiva. Segundo a empresa, as dispersões têm por característica alta funcionalidade e processabilidade customizada.

Um enfoque na área de dispersões para ligantes para fibras são as resinas ecologicamente compatíveis da marca Acrodur®, uma resina de acrilato reticulante (crosslinking) em base aquosa que possui sistema de um componente, que exibe excelentes propriedades de ligação. A tecnologia utilizada tem como base a reticulação térmica dos ácidos policarboxílicos com álcool multifuncional. Diferente das resinas reativas clássicas, nenhuma substância orgânica, tal como fenol ou formaldeído são liberadas durante o processo de reticulação. O único subproduto proveniente do agente de cura é a água. Segundo a BASF, o Acrodur® não é tóxico nem explosivo e desta forma garante a segurança ambiental bem como um manuseio seguro. O agente de ligação não apenas melhora as propriedades do produto acabado, mas também garante condições de trabalho seguras durante a produção. Além disso, a tecnologia compatível com o meio ambiente ajuda as empresas de processamento a respeitar os limites de emissão e reduzir custos.

Portfólio abrangente de aditivos e pigmentos para não tecidos

A BASF oferece um portfólio de estabilizadores de calor e luz e modificadores de polímeros tais como o Chimassorb® e Irgatec® bem como uma seleção de pigmentos e preparações pigmentárias para a indústria de não tecidos.

De acordo com a BASF,  Microlen® são preparações mono-pigmentárias de fluxo livre e sem pó que alcançam dispersão de pigmentos de alta qualidade, levando a um processamento melhorado e consistência de cor, particularmente para aplicações mais críticas como o não tecido colorido.

Ainda segundo a empresa, a tecnologia Irgatec® CR76 é uma alternativa para padronizar graus de extrusão (meltblown) possibilitando aos produtores de não tecidos adaptar propriedades materiais para seus requisitos específicos e aumentar sua produtividade.

Fonte: BASF

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Indústria de reciclagem de PVC no Brasil fatura R$ 146,8 milhões

31/03/2014

As 84 empresas recicladoras de PVC, que juntas somam uma capacidade instalada de 82 mil toneladas, empregam 1.485 pessoas.

Pesquisa mostra que as 84 recicladoras de PVC do país faturaram juntas R$ 146,8 milhões em 2012, o que representa um crescimento de 6% em relação ao observado em 2011 (R$ 138 milhões). Os dados apontam que o aumento do faturamento das recicladoras é resultado da comercialização de produtos reciclados com maior valor agregado.

A pesquisa foi encomendada pelo Instituto do PVC e tem base 2012 e mostra também que essas empresas, que somam uma capacidade instalada de 82 mil toneladas, empregaram no período, 1.485 pessoas, o que representa um crescimento médio de 2% ao ano nos últimos cinco anos.

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O nível operacional do setor foi de 63%, o que significa um maior nível de utilização da capacidade instalada e maior rentabilidade nos negócios. Este índice é maior que os observados em outros anos, um recorde desde que o Instituto do PVC começou a monitorar a indústria de reciclagem em 2005. Ipvc_2

 Os recicladores de PVC no Brasil localizam-se principalmente nos estados das regiões Sudeste e Sul, com destaque para São Paulo. Por ser um dos principais na indústria de transformação de plástico no Brasil e com grande poder de consumo da população, consequentemente, o estado de São Paulo possui a maior quantidade de resíduos pós-consumo disponíveis para a reciclagem.

Ipvc_3Reciclagem industrial e pós-consumo

A produção total de PVC reciclado no Brasil (considerando-se resíduos industriais e pós-consumo) aumentou nos últimos oito anos. A variação considerando 2012/2011 foi de 21%. Quando se analisou apenas os resíduos de PVC pós consumo, a pesquisa mostrou que, em 2012, foram recicladas 22.463 toneladas de PVC pós-consumo, o que corresponde a um índice de reciclagem de 16,3%. O índice ficou acima da média histórica que é de 16% entre 2005 e 2012. A exceção foi em 2011, um ano recorde em termos de reciclagem do PVC.

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Metodologia – A pesquisa sobre o índice de reciclagem do PVC foi encomendada pelo Instituto do PVC à Maxiquim, consultoria especializada no segmento industrial e obedeceu a metodologia do IBGE. Além disso, envolveu empresas de todo o Brasil.

O Instituto do PVC é a entidade que representa a união de todos os segmentos da cadeia produtiva, desde os fabricantes de matéria-prima, até os recicladores. “O objetivo deste trabalho é acompanhar o desenvolvimento deste setor que gera emprego e renda e que vem compor o cenário dos novos desafios que se apresentam a partir da implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos”, afirma Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC.

Fonte: Instituto do PVC; Maxiquim Consultoria (Gráficos e Tabelas).

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ABIPLAST lança Selo Nacional de Plásticos Reciclados em Workshop

27/01/2014

Selo Nacional de Plásticos Reciclados – Senaplas certificará empresas que atendem aos critérios socioambientais e econômicos exigidos pela Lei, garantindo a qualidade do produto reciclado

???????????????????????????????A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) lançou nesta segunda-feira (20) o Selo Nacional de Plásticos Reciclados – Senaplas. A solução visa identificar, valorizar e certificar as empresas do segmento de reciclados plásticos que atuam de acordo com os critérios socioambientais e econômicos exigidos pela Lei.

“O selo vai incentivar e valorizar a formalização dos recicladores, demonstrando que há empresas e produtos adequados e de qualidade no segmento, fortalecendo a cadeia que reúne, atualmente, mais de 800 produtoras regularizadas”, explica o coordenador da Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos da Abiplast, Ricardo Hajaj.

O lançamento aconteceu durante o workshop técnico “Reciclar”, em São Paulo, que contou com a participação da gerente dos grupos de embalagens plásticas e do meio ambiente do CETEA/Ital (Centro de Tecnologia de Embalagem), Eloísa Garcia.

Segundo Hajaj, a certificação diferencia a empresa da competição desleal, destacando aquelas que atendem aos requisitos legais. Dessa forma, os compradores ganham segurança jurídica, respaldando-se em relação à responsabilidade compartilhada que integra a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), e comercial, garantindo a origem e a qualidade do produto.

São elegíveis ao Selo as produtoras de matéria-prima reciclada, que comercializam resinas recuperadas e produtos transformados pelos recicladores. As empresas precisam estar legalmente constituídas (CNPJ e contrato social) e com toda a documentação e licenças em ordem. O processo de verificação será realizado pelos sindicatos estaduais e a certificação oferecida pela Abiplast, com vigência de 24 meses.

Fonte: Abiplast

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Lanxess apresenta produtos na K 2013

30/08/2013

Entre os dias 16 e 23 de outubro, a multinacional alemã LANXESS participará, em Dusseldorf, na Alemanha, da K2013,  evento internacional voltado para o segmento de plásticos e borrachas.

k_2013A LANXESS focalizará suas soluções inovadoras para a mobilidade verde na K 2013. “Em todo o mundo existem mais de um bilhão de carros nas ruas e estradas, e até 2050 este número deverá subir para 2,5 bilhões. Portanto, a mobilidade sustentável está se transformando em uma megatendência global. Com inúmeros produtos e tecnologias, a LANXESS já é pioneira em mobilidade verde”, afirma o Dr. Werner Breuers, membro do Conselho de Administração da LANXESS. Entre outras coisas, a LANXESS utilizará a feira para focalizar na sua borracha de alta performance e nos produtos químicos de borracha para os pneus verdes com baixa resistência à rolagem, em termoplásticos de alta tecnologia para redução de peso e na sua borracha com base em matéria-prima sustentável.

Cultura de inovação voltada para a aplicação

Em 2012, a empresa de especialidades químicas LANXESS gerou quase 20% das vendas do grupo com produtos de mobilidade verde. “A nossa cultura de inovação está se concentrando sistematicamente nas necessidades de nossos clientes e trabalhamos em estreita colaboração com eles para desenvolver soluções inovadoras que podem ser lançadas no mercado de forma mais rápida e econômica possível”, afirma Breuers. No ano passado, a LANXESS investiu €192 milhões – cerca de 2,1% de suas vendas – em pesquisa e desenvolvimento, cerca de 33% a mais do que no ano anterior. “Em especial, a nossa cultura de inovação tem como objetivo o pagamento de dividendos nos mercados em crescimento na China, Índia, Rússia e Brasil, onde estamos fortalecendo nossa presença significativamente”, complementa o executivo. Por exemplo: uma fábrica de borracha butílica, com uma capacidade anual de 100 mil toneladas métricas foi inaugurada em Cingapura há um mês.

EPDM – foco na tecnologia ACE e nos mercados em crescimento

A LANXESS está buscando captar nova participação de mercado no mundo com mundial em elastômeros de etileno-propileno de alto desempenho (EPDM) Keltan com tecnologias avançadas de produção, investimento em mercados de crescimento e um portfólio focalizado. Segundo a empresa, a inovadora tecnologia ACE desempenha um papel-chave neste aspecto, produzindo EPDM sem o uso de cloro em um processo de elevada pureza e com uma composição que pode ser controlada com um grau de detalhamento que dificilmente teria sido possível no passado. “Sete grades no portfólio de EPDM têm um desempenho superior graças à tecnologia. Ela também nos permite adicionar novas grades de EPDM ao nosso portfólio”, completa o Dr. Torsten Derr, head da unidade de negócio Keltan Elastomers. Seus investimentos incluem a maior planta do mundo de EPDM em Changzhou, na China, com uma capacidade anual de até 160 mil toneladas. O início da produção está previsto para 2015.

Grades de borracha técnica – solucionando problemas muito específicos

A Lanxess afirma que a unidade de negócios High Performance Elastomers, um dos principais fornecedores do mundo de borracha técnica, está empenhada em desenvolver especialidades inovadoras como soluções para problemas muito específicos. Ela está seguindo uma estratégia de quatro vertentes em borracha nitrílica de butadieno (NBR). Além de grades de NBR com custo-benefício e diversificação do portfólio através de materiais específicos para clientes, por exemplo, o foco também são os grades inovadores de NBR e novos grades de pó de NBR, Baymod. Um passo inovador de composição na produção de policloropreno amplia a gama de aplicações para esta borracha. “Isso ajudou-nos a desenvolver duas novas famílias de produtos, Baypren HP e GF. Baypren HP inclui produtos com propriedades que ainda não estão disponíveis no mercado”, afirma Jan Paul de Vries, chefe de High Performance Elastomers. Entre os materiais Levapren de poliacetato de vinila (EVM) em desenvolvimento, um grade para a modificação da resistência ao impacto de ácido poliláctico é altamente promissor, afirma a empresa. O ponto de foco das atividades de investimento da unidade de negócios é a Ásia. Por exemplo, uma planta de borracha nitrílica com uma capacidade anual de 30 mil toneladas foi inaugurada em Nantong na China, em maio de 2012, em conjunto com um parceiro.

Termoplásticos de alta tecnologia – redução de peso na indústria automotiva

A unidade de negócios High Performance Materials (HPM) pretende exibir na K 2013 sua posição global em construção automotiva leve, com base em poliamidas de alta tecnologia e poliésteres Durethan e Pocan. Isto foi recentemente reforçado por meio da aquisição da Bond-Laminates, um fabricante e fornecedor de compostos contínuos de termoplástico de performance reforçado com fibra comercializados sob a marca TEPEX. “Somos hoje um dos poucos fabricantes de termoplásticos no mundo que podem fornecer compostos e compostos de performance reconhecidos, em produção de grande escala com o know-how de aplicações correspondentes para o volume de produção de componentes leves “, afirma o Dr. Michael Zobel, diretor da HPM. A empresa vai aproveitar principalmente sua posição única em construção leve para ampliar ainda mais o negócio nos mercados de crescimento e continuar o processo de globalização com novas instalações de produção. Entre os exemplos de expertise de HPM para construção leve citada por Zobel estão as primeiros dianteiras que consistem inteiramente de poliamida 6 e o primeiro pedal de freio para carros feito com poliamida reforçada com fibras de vidro contínuas e adequado para produção em série em grande escala.

Fonte: Lanxess / Virta

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Bayer planeja produção comercial de poliuretano derivado de CO2 a partir de 2015

06/08/2013
  • Gás de efeito estufa usado para a produção de plásticos
  • Processo oferece vantagens ecológicas e económicas
  • Fase de teste de dois anos bem sucedida
  • Espuma de poliuretano produzida a partir de CO2

Bayer_CO2Após uma bem-sucedido fase de teste, a Bayer está planejando comercializar o uso do gás de efeito estufa dióxido de carbono como uma nova matéria-prima para plásticos. A empresa iniciou o processo de planejamento para a construção de uma planta de produção na sua unidade em Dormagen, Alemanha, onde o CO2 será utilizado para produzir um precursor para a produção de espuma de poliuretano. O objetivo é, inicialmente, tornar disponíveis quantidades maiores deste precursor para processadores selecionados a partir de 2015.

A utilização de dióxido de carbono beneficia o meio-ambiente. O CO2 substitui uma parte das matérias-primas fósseis, tais como o petróleo. Ao mesmo tempo, a Bayer espera que o novo processo proporcione vantagens econômicas em relação ao método de produção convencional.

Efluente gasoso transformado em matéria-prima rentável

“CO2 está assumindo um novo papel: O gás residual está se transformando em uma matéria-prima útil e rentável. Isso nos torna uma das primeiras empresas do mundo a ter uma abordagem completamente diferente na produção de espumas de alta qualidade faz “, diz Patrick Thomas, CEO da Bayer MaterialScience.

A fabricante de materiais colaborou com parceiros da indústria e da academia para desenvolver o processo, que foi testado intensamente ao longo dos últimos dois anos. Como parte do projeto de pesquisa financiado com recursos públicos, intitulado “Produção dos Sonhos”, uma planta piloto construída na unidade da Bayer em Leverkusen produziu pequenas quantidades do precursor poliol, no qual o CO2 é quimicamente ligado.

O poliol é utilizado para a produção de espuma de poliuretano. Este material de alta qualidade pode ser encontrados em muitos produtos de uso diário, como móveis estofados, peças automotivas, equipamentos de refrigeração e material de isolamento térmico de edifícios. Em testes internos, as novas espumas mostraram, pelo menos, a mesma qualidade que o material convencional derivado totalmente de combustíveis fósseis.

Colchões feitos com CO2

“Depois de completar com sucesso a fase de testes, estamos lançando agora a Fase 2 com o objetivo de comercialização”, diz Thomas. A primeira utilização da nova espuma flexível à base de CO2 será para a produção de colchões.

A planta de produção planejada para a unidade de Dormagen terá uma capacidade de vários milhares de toneladas métricas. “Isso não vai ser o suficiente para atender à demanda do mercado, é claro. É uma tecnologia com patente registrada pela Bayer e ainda não decidimos ser o produtor exclusivo deste poliol inovador. O licenciamento também pode ser uma possibilidade “, acrescenta Thomas.

Fonte: Bayer MaterialScience

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Poliamida da DSM é usada em perfis de isolamento para janelas de alumínio

12/07/2013
  •  A Royal DSM apresenta a poliamida 4.10 EcoPaXX, um polímero com 70% de componentes de fontes renováveis, que torna os perfis de esquadrias de isolamento  produtos mais sustentáveis. 
  • Fornecedores de janelas de alumínio estão constantemente procurando formas de fabricar produtos mais sustentáveis 

DSM_Esquadrias_1Esquadrias de alumínio incorporam perfis isolantes para garantir diferenças térmicas entre as esquadrias internas e externas de prédios. As diferenças térmicas também contribuem para a integridade mecânica das janelas, por isso precisam ser feitas com materiais de qualidade, hoje em dia em sua grande maioria feitas de poliamida 66. Estas janelas tecnologicamente avançadas contribuem de forma significativa para eficiência energética de casas e prédios.

Os prédios são responsáveis por mais de 40% do consumo mundial de energia e são também responsáveis pela maioria das emissões de CO2, segundo a Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OECD). O setor da construção tem o dobro do potencial de contribuição nas emissões de CO2 comparado ao setor de transportes e, consequentemente, o dobro de responsabilidade para resolver este problema.

Enquanto a eficiência energética de um edifício em uso é o aspecto mais importante para seus índices de sustentabilidade, o gerenciamento de recursos e a pegada ecológica dos materiais usados para construir um prédio vem sendo cada vez mais levado em conta.

“Produtores de alumínio líderes e inovadores querem desenvolver ofertas de produto que não apenas demonstrem a sustentabilidade na fase de uso, mas também nos materiais utilizados para construir seus produtos”, diz Caroline Mitterlehner, gerente global do segmeto de construção da DSM. “A visão é avançar em direção ao uso de materiais com conteúdo biológico e pegada de carbono mais baixa que os produtos atualmente utilizados”.

O EcoPaXX atende à crescente necessidade de uso de matérias-primas sustentáveis em construções. Aproximadamente 70% da matéira prima do EcoPaXX é proveniente de mamonas (Ricinus Communis), um recurso renovável. O produto tem se provado neutro em carbono em todas as etapas, significando que o dióxido de carbono (CO2) gerado na produção de polímeros é completamente compensado pelo CO2 absorvido pela planta enquanto ela cresce.

Segundo a DMS, o EcoPaXX possui inúmeras vantagens sobre os plásticos de engenharia em esquadrias isolantes, além das associadas com suas credenciais ambientais. Seu alto ponto de fusão de 250°C lhe permite passar por um processo de revestimento de pólvora em um quadro totalmente feito de alumínio, facilitando o processo de montagem. O EcoPaXX oferece excelente resistência hidrolítica e química e uma absorção significativamente menor de umidade que a PA66. As esquadrias de janela que incorporam o EcoPaXX podem ser projetadas de acordo com as exigências dadas pela padronização EN14024, que estabelece exigências para o desempenho mecânico de esquadrias metálicas com barreiras térmicas.

“O uso de mais materiais feitos a partir de fontes renováveis em construções, com pegadas de carbono menores do que em materiais utilizados atualmente, contribui para um ambiente mais sustentável”, acrescenta Caroline Mitterlehner. “O uso de materiais como o EcoPaXX não apenas contribuem para a eficiência energética de construções em uso, mas também garante uma cadeia de produção mais sustentável”.

Fonte: DSM

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Sindiplast-SP promove 5o. Workshop sobre Sistema de Logística Reversa

05/07/2013

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Empresa alemã desenvolve filme fabricado a partir de poliamida de base biológica da DSM

02/07/2013

DSM_MF_FolienA Royal DSM anunciou que a sua parceira de desenvolvimento, MF Folien GmbH , com base em Kempten, sul da Alemanha, introduziu com sucesso um novo filme de poliamida, que tem por base a poliamida 410 EcoPaXX® da DSM.

A MF Folien é uma empresa líder especializada na produção de filme de poliamida e tem sido parceira da DSM no desenvolvimento da filme EcoPaXX desde o início. Em 2011, a empresa foi a primeira a criar amostras de filme fundido de 30 mícrons de EcoPaXX. Este filme tem o mesmo nível elevado de qualidade pelo qual a MF Folien é reconhecida no mercado. Amostras de filme com base em EcoPaXX estão disponíveis em várias espessuras: 30, 40 e 50 mícrons. As potenciais áreas de aplicação são a embalagem flexível de alimentos, edificação e construção, serviços médicos, aviação e transporte.

Falando em nome da MF Folien, Mr. Rainer Leising, gerente geral de vendas, disse: “Estamos muito satisfeitos por estar trabalhando com a DSM no desenvolvimento desta solução de material inovadora e sustentável. Desde que nós introduzimos pela primeira vez o filme EcoPaXX, com seu brilho inconfundível, aparência prateada de “alta tecnologia”, o material tem estado presente em nosso catálogo de produtos.” Os filmes de poliamida 410 EcoPaXX são resistentes e transparentes com uma resistência elevada a perfurações. Têm um índice reduzido de transmissão de umidade em comparação com o filme de poliamida 6 e uma barreira de oxigênio comparável. Quando completamente molhada, a barreira de oxigénio de poliamida 410 é ainda mais elevada.

Recentemente, três grades de EcoPaXX obtiveram a etiqueta “Produto de Base Biológica Certificado”, concedida pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos da América (USDA). Estas etiquetas certificam um teor de base biológica comprovado de cerca de 70%. O conteúdo de base biológica da poliamida 410 EcoPaXX é derivado de um dos seus elementos constituintes, obtido a partir do óleo de mamona, planta que cresce em regiões tropicais e que não é usada para fins alimentícios. O dióxido de carbono gerado durante o processo de produção do polímero é completamente compensado pela quantidade de dióxido de carbono absorvido na fase de crescimento das bagas de mamona.

A DSM introduziu o EcoPaXX de modo a satisfazer a crescente procura do mercado por plásticos de engenharia de base biológica duradouros e de alto desempenho. Kees Tintel, Gerente Administrativo de EcoPaXX na DSM, afirmou: “Reconhecemos que o mercado deseja soluções mais sustentáveis que tenha uma menor pegada de carbono e uma base biológica. A DSM conseguiu desenvolver este material, o qual, além de seu desempenho ecológico, proporciona propriedades iguais ou mesmo superiores quando comparado às suas alternativas tradicionais.”

Mr. Tintel acrescentou: “O EcoPaXX reflete o foco da DSM em materiais inovadores e sustentáveis. Além do EcoPaXX, a DSM oferece uma gama de outros materiais de alto desempenho de base biológica, incluindo Arnitel® Eco, um copoliester termoplástico de base biológica e Palapreg® ECO, um termorrígido de base biológica.”

Fonte: DMS

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Reciclagem de Embalagens PET cresceu 12,6% em um ano

29/06/2013

Censo realizado pela Abipet mostra que, mesmo sem sistema de coleta seletiva, o Brasil deu destinação correta a 331 mil toneladas do produto em 2012

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A reciclagem de embalagens de PET no Brasil deu um salto em 2012 e cresceu 12,6% em volume, ao passar das 294 mil toneladas que tiveram destinação adequada em 2011, para 331 mil toneladas no ano passado. Com esse resultado, o País atingiu um índice de reciclagem de 59%, mantendo seu excelente posicionamento como um dos maiores recicladores de PET do mundo – superando os Estados Unidos e até mesmo a média registrada na Europa.

Os números do 9.º Censo da Reciclagem do PET no Brasil foram divulgados nesta quarta-feira pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), durante o  PETtalk 2013 – Conferência Internacional da Indústria do PET , realizado em São Paulo.

“Os números demonstram que existe uma demanda muito forte pelo PET reciclado, criada por um trabalho do próprio setor, que investe continuamente em inovação e novas aplicações para o material reciclado. Esse trabalho criou um ciclo virtuoso. Todo PET coletado tem destinação adequada garantida por uma indústria forte, diversificada e ávida por essa matéria-prima”, afirma Auri Marçon, presidente da Abipet.

O setor têxtil continua sendo o principal consumidor do PET reciclado, com 38,2% de participação, seguido das resinas insaturadas e alquídicas, com 23,9%. Outras embalagens (alimentos e não-alimentos) consomem 18,3% do volume reciclado. Laminados e chapas (6,4%), fitas de arquear (5,5%) e tubos (1,5%) são os outros principais mercados. Os 6,1% restantes ainda abastecem uma lista ampla de pequenas aplicações.

Coleta seletiva continua sendo o desafio

O presidente da Abipet, no entanto, chama a atenção para a necessidade de suprir essa demanda aquecida, sob pena de impacto no preço do produto coletado e consequente comprometimento da sustentabilidade do negócio. “O Brasil precisa investir em coleta seletiva, para que a indústria não seja prejudicada. Em muitos períodos do ano, as empresas recicladoras continuam com ociosidade que chega a 30% de sua produção, porque não encontram embalagem pós-consumo para reciclar”, alerta Marçon.

A solução aponta o executivo, é estimular as prefeituras a implantar, o mais rápido possível, a coleta seletiva e a separação das embalagens recicláveis, de forma a aumentar a recuperação do material descartado pela sociedade. “Isso, na verdade, é o que prega a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que exige responsabilidade compartilhada entre a sociedade civil, o setor privado e também do poder público. A indústria do PET investiu fortemente em reciclagem e hoje esses recicladores passam por um momento difícil, por não terem coleta suficiente para abastecer suas fábricas”, conclui o presidente da Abipet.

Fonte: Abipet

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Lanxess produz PBT a partir de matéria-prima renovável pela primeira vez em uma planta industrial

25/06/2013
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Planta industrial em Hamm-Uentrop, na Alemanha, usada pela Lanxess para converter bio-BDO em PBT.

  • PBT (polibutileno tereftalato) é produzido em uma planta de escala mundial com 1,4-butanodiol (BDO) obtido da fermentação de acúcares   
  • 20 toneladas de bio-BDO obtido através de processo da Genomatica foram convertidos em PBT   
  • PBT obtido a partir de BDO de origem renovável tem mesma qualidade que o mesmo material derivado de petróleo.

A Lanxess e a Genomatica anunciaram que a Lanxess operou com sucesso uma campanha de produção de PBT em um planta industrial da Lanxess com 20 toneladas de BDO (1,4-butanodiol) obtido através de um processo da Genomatica já comercialmente comprovado. Este BDO atendeu às exigentes especificações da Lanxess para o BDO derivado de petróleo, permitindo uma alimentação direta de 100% do bio-BDO  no processo de produção contínua.

As propriedades e a qualidade do PBT de base biológica resultante são totalmente equivalentes às do PBT convencional derivado de petróleo com relação a todos os parâmetros testados. A planta industrial de PBT, em escala mundial, com uma capacidade de 80.000 toneladas métricas por ano, está localizada em Hamm-Uentrop, na Alemanha, e operou como uma joint venture na qual a LANXESS tem uma participação de 50%.

A tecnologia de processo da Genomatica converte açúcares – uma matéria-prima renovável –  em BDO através de um processo de fermentação  “direta”,  que foi patenteado.

“Nós estávamos entusiasmados para validar o BDO de base biológica feito com o processo da Genomatica como um substituto integral para o BDO derivado de petróleo na produção de nosso PBT”, disse Hartwig Meier, chefe global de Desenvolvimento de Produtos e Aplicações da Unidade de Negócios da LANXESS de Materiais de Alto Desempenho . “Este é um forte sinal para o mercado e um enorme passo à frente em nossos planos futuros para oferecer o nosso plástico de alta tecnologia Pocan também em uma versão de base biológica. Devido às suas propriedades inalteradas, os compostos Pocan derivados do bio-PBT podem ser usados diretamente em campos de aplicação estabelecidos, como a área automotiva ou de eletro-eletrônicos. Isso se encaixa muito bem na nossa estratégia de ‘Mobilidade Verde’. “

“O sucesso da LANXESS prova a rapidez com que os monômeros de base biológica podem ser integrados em unidades de produção de polímeros de escala industrial quando você pode oferecer exatamente o mesmo desempenho de uma “commodity” química já existente”, disse Christophe Schilling, Ph.D., CEO da Genomatica . “Esta é uma prova adicional de que conseguimos os detalhes certos.”

A LANXESS é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de EUR 9,1 bilhões em 2012 e cerca de 17.400 funcionários em 31 países. A empresa está atualmente representada em 50 unidades de produção em todo o mundo. O core business da LANXESS é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de plásticos, borracha, produtos intermediários e produtos químicos especiais.

A Genomatica é uma fornecedora líder de processos para a indústria química, oferecendo novos processos de fabricação de produtos químicos a partir de matérias-primas renováveis, de forma econômica e sustentável, em comparação com processos tradicionais baseados em petróleo. O primeiro processo de Genomatica – para a produção de BDO – agora está disponível comercialmente. A Genomatica também está desenvolvendo processos para outros produtos químicos de alto volume, incluindo butadieno.

Fonte: Lanxess

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Cromex é nomeada distribuidora do Ingeo para o Brasil

14/06/2013

Considerando o forte potencial de crescimento no Brasil, a NatureWorks se alinha com a Cromex para estabelecer um robusto canal de vendas no mercado brasileiro que se expande rapidamente.

A NatureWorks,  fornecedor global de biopolímeros  feitos a partir de plantas, nomeou a Cromex S.A.  seu distribuidor no Brasil. A Cromex levará os produtos Ingeo para sua ampla base de clientes do segmento de transformação de plásticos por termoformagem, extrusão de filmes e injeção.

“A CROMEX S.A., líder no mercado brasileiro de masterbatches , aditivos para plásticos e distribuição de resinas termoplásticas, tem uma equipe de vendas e técnicos da indústria de plástico experientes, assim como uma ampla base de clientes para a expansão do mercado da NatureWorks e Ingeo”, disse Salvador Ortega, gerente de desenvolvimento de mercado da América Latina para a NatureWorks. “Avaliamos vários distribuidores e consideramos a CROMEX como a mais forte, bem-posicionada e melhor alinhada com nossa organização.”

“É com prazer que expandimos nosso portfólio de produtos com a adição de Ingeo, o líder mundial de plásticos feitos com materiais renováveis, e não de petróleo” reforça Celso Ferraz, diretor de distribuição da Cromex S.A. “Nossa colaboração com a NatureWorks dá agora a transformadores e proprietários de marcas no Brasil a oportunidade de desenvolver uma completa gama de produtos inovadores com redução na emissão de carbono.”

A CROMEX S.A. distribuirá um abrangente conjunto de resinas Ingeo para os mercados de plástico. A equipe técnica da companhia fornecerá suporte técnico aos transformadores e irá habilitá-los a fazer uma transição ordenada dos plásticos não renováveis derivados de petróleo para os produtos Ingeo.

A fabricação de Ingeo emite 60% menos gás de efeito estufa e exige 48% menos energia se comparado a plásticos como PET, afirma a NatureWorks.  O Ingeo oferece aos transformadores  e proprietários de marcas um preço estável, quando comparado aos preços voláteis dos plásticos de petróleo. Produtos do segmento de alimentação, tais como talheres, canecas e utensílios, são normalmente biodegradáveis em instalações de compostagem industrial – permitindo que os restos orgânicos de alimentos sejam desviado dos aterros sanitários em localidades onde existe infraestrutura de compostagem. Embalagens rígidas e à base de filme da Ingeo oferecem vantagens de desempenho. Por exemplo, embalagens “clamshell” feitas com Ingeo exigem de 20 a 30% menos material que uma embalagem comparável feita de PET.

A NatureWorks LLC  oferece uma família de lactídeos e biopolímeros Ingeo™ comercialmente disponíveis e de baixa emissão de carbono, derivada de recursos 100% renováveis com desempenho e economia que competem com intermediários à base de petróleo, plásticos e fibrass. A NatureWorks é copropriedade do maior produtor químico da Tailândia, PPT Global Chemical, e a Cargill, um produtor e comerciante internacional de serviços e produtos de comida, agricultura, finanças e indústria.

A Cromex é uma empresa brasileira, líder no mercado brasileiro de masterbatches de cores e aditivos para plásticos e distribuição de resinas termoplásticas para os termoformadores, extrusores de filme e moldes de injeção.

Fonte: Nature Works

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BASF promove utilização de plástico biodegradável em sacos plásticos e copos descartáveis

12/06/2013
  • BASF realiza, mais uma vez, evento lixo zero e transforma resíduo orgânico em adubo
  • Copos revestidos e sacos de lixo feitos com ecovio® possibilitam a transformação de resíduo sem a separação

O ecovio®, plástico compostável certificado da BASF, é o protagonista do projeto envolvendo copos descartáveis e biodegradáveis e sacos de lixo compostáveis que acontecerá durante o  evento de apresentação da primeira casa de eficiência energética da BASF no Brasil, a CasaE localizada na zona sul de São Paulo.

Durante o evento, a empresa Lia Tulmann, encarregada do serviço de buffet do evento, orientada pela Inambi, coletará todo o resíduo orgânico utilizado na preparação dos alimentos em sacos de lixo confeccionados com ecovio®, plástico compostável certificado da BASF, com conteúdo renovável.

Além disso, os copos descartáveis usados no evento também serão coletados. Eles não são feitos de um plástico convencional, mas sim de um papel que é revestido com uma camada fina de ecovio® PS1606. Todo material será enviado para a Visafértil Indústria e Comércio de Fertilizantes Orgânicos, especializada em produção de insumos orgânicos agrícolas a partir de resíduos industriais, que opera uma usina de compostagem em Mogi Mirim.

“A solução inovadora permite que os copos descartáveis de papel revestidos com uma fina camada de ecovio® PS1606 não precisem ser destinados a aterros sanitários após o uso. Ao invés disso, eles podem ser processados juntamente com o lixo orgânico e com os sacos de lixo para produzir um adubo de alta qualidade”, explica Karina Daruich, Gerente do Negócio de Biopolímeros da BASF para a América do Sul.

Uso, coleta e compostagem

Além dos resíduos pré consumo, gerados durante a preparação dos alimentos para o evento, todo o resíduo orgânico gerado pós consumo no evento será compostado e se transformará em adubo orgânico. O Grupo Visafértil coletará os copos, juntamente com os resíduos de alimentos, em sacos de lixo compostáveis de ecovio®, e os transportará para a usina de compostagem em Mogi Mirim, onde o comportamento de degradação é monitorado e controlado periodicamente.

“Este projeto, realizado na CasaE, serve não só para destacar o compromisso ativo da BASF com a eficiência de recursos, mas também para estudar o ciclo fechado na gestão de resíduos, um conceito que já testamos em outros projetos no Brasil e no mundo”, diz Gislaine Rossetti, Diretora de Relações Institucionais da BASF para a América do Sul.

Projeto piloto: ciclo fechado para resíduos orgânicos

O plástico ecovio® atende às  exigências legais das normas européia EN 13432 e norte americana ASTM 6400 para a biodegradabilidade e compostabilidade de embalagem. Juntamente com seus parceiros de cooperação, a BASF está expandindo este conceito de ciclo fechado ao longo de toda cadeia de valor; assim ele pode ser implantado em eventos de grande escala em estádios ou em feiras, ou então em restaurantes fast-food, complexos de escritórios, hospitais e centros de lazer e esportes.

Plásticos biodegradáveis: ecovio® e ecoflex®

O material ecovio® PS1606é um novo desenvolvimento da BASF. Ele agora é produzido com ecoflex® FS (parcialmente de fonte renovável) e PLA (ácido poliláctico) o qual é obtido a partir de amido de milho. Como resultado, a camada fina de plástico nos copos descartáveis consiste em mais de 75% de matérias-primas renováveis, sendo que o artigo acabado é composto por mais de 90% de matérias-primas orgânicas. Afirma a BASF que, como os resíduos orgânicos em si, as moléculas de ecovio® são digeridas por micro-organismos com o auxílio de enzimas durante o processo de compostagem. No final do processo de compostagem, os micro-organismos terão convertido completamente o resíduo orgânico, os copos com ecovio® PS1606 e os sacos de lixo compostáveis, em dióxido de carbono, água e biomassa. Segundo a BASF, esta é uma vantagem decisiva em termos de recuperação de resíduos, já que as empresas de descarte de resíduos não têm que separar laboriosamente os copos e sacos. Pelo contrário, o material simplesmente se torna um composto  juntamente com o resto do lixo orgânico.

Fonte: BASF

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Indústria de reciclados no Brasil gera bilhões e já é uma das maiores do mundo

03/06/2013

 ThinkPlastic_RecicladosO mercado de reciclagem de plásticos só cresce no Brasil. A maturidade do setor e a conscientização do consumidor elevaram nosso patamar a níveis europeus nos últimos anos. A média de reciclagem mecânica de plásticos da União Europeia, por exemplo, gira em torno de 24,7%, enquanto no Brasil, a última pesquisa realizada demonstrou um número bem próximo: 22% de todo material plástico pós-consumo foi reciclado.

A pesquisa foi elaborada pela consultoria industrial Maxiquim, sob encomenda da Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos e se refere ao ano de 2011. Para Sílvia Piedrahita Rolim, assessora técnica do instituto, isso é só o começo. “É importante ressaltar que na União Europeia inexistem municípios/cidades que não contam com sistemas de coleta seletiva – condição fundamental para a reciclagem mecânica de plásticos –, o que, no Brasil, é uma realidade que acontece em menos 10% municípios brasileiros”, explica.

Os segmentos que mais consumiram plásticos reciclados no ano passado foram: utilidades domésticas, agropecuária, industrial, têxtil, construção civil e descartáveis. E a especialista explica que no Brasil tem crescido a prática da logística reversa. Nesse modelo, recicladores agem em parceria com empresas que utilizam produtos plásticos, recebendo o resíduo pós-consumo não doméstico para a reciclagem. “A vantagem deste tipo de operação é que o resíduo vai direto do consumidor, no caso institucional, para o reciclador, sem passar por intermediários como catadores, atravessadores ou empresas de triagem. Com isso a rentabilidade do negócio tende a ser melhor”, ressalta.

As recicladoras de plástico formalizadas já são 815 e juntas faturam R$ 2,4 bilhões ao ano. A Região Sudeste foi a que mais reciclou, com 52,4% dos produtos, seguida pelo Sul (34,2%) e Nordeste (8,8%). O Brasil já é o oitavo país do mundo em termos de índice de reciclagem mecânica de plásticos pós-consumo. “A principal diferença entre os primeiros colocados e o Brasil é que na grande maioria dos países da União Europeia se pratica a reciclagem energética, ainda inoperante no Brasil, responsável pela recuperação energética de 33,8% dos resíduos sólidos.”

Já com índices de reciclagem próximo de países como Suécia (34%), Alemanha e Noruega (33%), e com apenas 10% dos municípios brasileiros tendo sistema de coleta seletiva, há um grande espaço para alavancar ainda mais esta indústria. A pesquisa referente ao ano de 2012 está em fase de elaboração, mas se o ritmo do segmento se mantiver, deve mostrar resultados ainda melhores.

Fonte: Boletim Think Plastic Brazil

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Conferência Feiplastic aborda crescimento do setor de reciclagem e mitos ambientais sobre o uso do plástico

28/05/2013
  • Com 22 mil pessoas empregadas, reciclagem tem amplo fôlego para crescimento no Brasil
  • Segundo especialista, país descarta 2,6 milhões de toneladas de plástico, mas recicla somente 736 mil toneladas do material.

No segundo dia da Conferência FEIPLASTIC, a sustentabilidade foi protagonista. Em sua palestra, a consultora Solange Stumpf deixou claro o espaço de crescimento da reciclagem de plástico no Brasil. “Metade do plástico consumido no País é de vida curta, e podemos reciclar muito mais. Descartamos 2,6 milhões de toneladas e reciclamos somente 736 mil toneladas, predominantemente através da reciclagem mecânica. Das 815 empresas existentes, 324 localizam-se no Estado de São Paulo. “No Sul do Brasil, entretanto, a coleta seletiva é mais estruturada”, considera a especialista da Maxiquim.

“Entre os anos que a pesquisa compreende – de 2003 a 2011 – observamos uma estabilidade na capacidade ociosa das empresas de reciclagem. Esse número permaneceu entre 37% e 33%. Se na indústria de transformação esse coeficiente é fatal, para a reciclagem é normal, e somente significa que temos muito fôlego para fortalecer a atividade no País”. Em tempo, o país campeão em reciclagem é a Suécia, que tem uma taxa de 35% de todo plástico descartado transformado em novos produtos. O Brasil tem uma eficiência atual de 24,7%.

A geração de empregos no setor de reciclagem também foi apresentada. Entre 2010 e 2011, o número de trabalhadores saltou de 18.288 para 22.705. O faturamento geral em 2011, último ano com informações disponíveis, foi de R$ 2,39 milhões, aumento de 22% em relação a 2010, ano que fechou em R$ 1,9 milhão. Em relação à indústria de reciclagem mecânica, o Sudeste representa 55,5% do total, o Sul é 27,7% da atividade e o Nordeste, 9,9%. Stumpf também apresentou os destinos mais comuns dos materiais produzidos com matéria-prima reciclada no Brasil. A indústria de bens de consumo não duráveis e semiduráveis é a maior absorvedora do material, representando 41%. A construção civil figura em segundo lugar, com 16%. Agropecuária e indústria são 15%. Em 2003 as empresas recicladoras eram 492, depois de sete anos, em 2011, o número havia saltado para 815. “O dinamismo é muito grande entre essas empresas de micro e pequeno porte, e muitas abrem e fecham, todo ano”. A informalidade é fator que dificulta estimativa, pois somente 22% de todas as empresas do segmento, no Brasil, têm CNPJ.

PAPEL DO PLÁSTICO COMO “VILÃO” DO MEIO AMBIENTE TAMBÉM É QUESTIONADO

“O problema não é o plástico, mas conseguir usá-lo novamente”, explicou professor da UFRJ.

“O plástico é bom ou ruim?”. Foi assim que o professor José Carlos Pinto, da UFRJ, membro do COPPE – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia questionou o conceito geral, negativo, de que o tempo de degradação dos plásticos é necessariamente nocivo ao meio ambiente. Segundo ele, o maior problema é a cultura do descarte inapropriado, mas a degradabilidade não é vantagem intrínseca dos materiais. As obras de Aleijadinho, em Congonhas (MG) estão se degradando e hoje existem revestimentos à base de polímeros que impedem esse tipo de ação do tempo. Aliás, existem empresas no Brasil que recobrem estradas com um tipo de plástico – poli (álcool vinílico) – e também companhias que fazem revestimentos plásticos para carros, impedindo oxidação.

“O baixo custo do material produz benefício social, promovendo inclusão tecnológica. É também uma fonte sustentável de insumos com produtos como bioplásticos, criados no Brasil através da castanha de caju”. José Carlos também apresentou aplicações de polímeros em campos inusitados. “No COPPE, também pesquisamos resinas para aplicação em tratamentos de câncer e tumores. Nosso grupo de pesquisa registra cerca de duas patentes por ano, e a planta piloto de produção, instalada na UFRJ, tem grau farmacêutico. Convidamos pesquisadores, empresários e toda a sociedade para entrar em contato e utilizarem nossas instalações para o desenvolvimento de novos produtos”.

Fonte: Assessoria de imprensa – Feiplastic

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EM ABERTURA DA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO PLÁSTICO, ABIPLAST APONTA POTENCIAL DE CRESCIMENTO DA INDÚSTRIA DO PLÁSTICO

23/05/2013

Com previsão de US$ 14 trilhões injetados na economia mundial até 2020, indústria brasileira não pode abrir mão de inovação e preços competitivos. Conferência que acontece na maior feira do setor em toda a América Latina agrega especialistas do assunto à maior ferramenta de negociação e vendas da cadeia do plástico

Conferência_feiplasticNa palestra de abertura da Conferência Internacional do Plástico, nesta quarta-feira, 22, o presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz Coelho (foto), reforçou a necessidade de melhor infraestrutura brasileira para suportar um mercado que até 2020 deve crescer US$ 8 trilhões em países emergentes. Número esse que, quando somadas as economias desenvolvidas, sobe para R$ 14 trilhões. “Cabe a nós inovarmos com qualidade e preços competitivos para aproveitarmos tamanha oportunidade. Podemos dizer que rompemos a barreira do baixo crescimento observado entre as décadas de 1980 e 1990”. Entre 1981 e 1990, a indústria plástica nacional registrou crescimento de 2,3%. Entre 1991 e 2000, 2,7%. A partir da década seguinte, o ritmo aumentou, e de 2003 a 2010 a alta foi de 4,4%”.

Dentre as diversas utilizações de produtos à base de resinas comentados por Roriz está a opção de armazenamento de produtos agrícolas. “No Brasil perdemos 21% de tudo que é produzido no campo por conta de falhas no armazenamento e transporte. A China obteve alta produtividade utilizando produtos plásticos no campo”. Outro aspecto promissor apontado pelo presidente da Abiplast é o emprego de plásticos de alto desempenho para instalações de extração de petróleo em alto mar, atividade que cada vez mais oferece números atraentes no país em virtude das expectativas em relação ao pré-sal. “Na área de petróleo e gás, o plástico leva grande vantagem em relação aos metais, pois não sofre com o processo de corrosão causado pela água salgada”.

Hoje o Brasil é o 23º produtor mundial de petróleo. Com os novos campos de extração, o país assumirá a nona colocação. “Temos amplo terreno para crescer. E com a  vantagem de termos aqui uma estabilidade política muito maior do que diversos países do topo da lista de produção petrolífera”, finalizou.

BNDES REFORÇA IMPORTÂNCIA DA INDÚSTRIA PLÁSTICA COM GERÊNCIA EXCLUSIVA PARA SETOR

Dando prosseguimento à presença do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, durante a cerimônia de abertura da FEIPLASTIC 2013, o banco federal também esteve presente na conferência organizada paralelamente à feira. De acordo com Martim Francisco de Oliveira e Silva e Gabriel Gomes, executivos da área de Plásticos do BNDES, com medidas como o Cartão BNDES, que facilitou acesso direto de micro, pequenas e médias empresas ao financiamento, essa parcela agora representa 32% dos desembolsos do banco para o setor, em um universo de um bilhão de operações desde a criação do produto. Foram emitidos 500 mil cartões e R$ 32,4 bilhões liberados em 10 anos.

O BNDES tem 216 mil produtos cadastrados para financiamento, e atende a 17 materiais amplamente utilizados pela indústria plástica. O programa Proplástico, criado pelo órgão federal, segundo Oliveira  e Silva pretende transformar empresas médias em grandes, e pode ser acessado por empresas de toda a cadeia. “As linhas podem ser contratadas para processos de modernização, inovação, soluções sustentáveis e até mesmo fusões e aquisições, as duas últimas atividades que comumente não são financiadas pelo BNDES. O prazo para pagamento é de 10 anos, e o valor financiado mínimo é de R$ 3 milhões, com uma classificação de risco diferenciada, que diminuiu a burocracia necessária para empresas com faturamento inferior a R$ 300 milhões. “Há 15 anos, as atividades do BNDES voltadas para o setor plástico eram praticamente zero, mas no ano passado os aportes somaram R$ 1,6 bilhão”, concluíram.

Ambos confirmaram o compromisso do órgão federal para com investimentos e fomentos da indústria. “De nossas três gerências, uma é dedicada exclusivamente ao setor de plásticos. Sem indústria plástica competitiva, a indústria química não tem como sobreviver”. Os especialistas entendem que o governo foi bem sucedido em gerar estímulos para demandas, mas foi menos capaz de tirar barreiras e restrições à oferta.

Conferência Feiplastic

A Conferência FEIPLASTIC vai até amanhã, 23, no Hotel Holiday Inn. A iniciativa reúne especialistas em setores como Sustentabilidade, Inovação e Desenvolvimento da Indústria do Plástico no Brasil. Com uma programação de teor técnico, integram a relação de palestrantes nomes como Nick Vafiadis, diretor sênior da área de Poliolefínicos e Plásticos da IHS, empresa norte-americana. Ele apresenta o quadro Questões e Tendências nos Mercados de Derivativos e de Olefinas Globais. Amanhã, 23, a Sustentabilidade ganha atenção com apresentações do diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, Jorge Juan Soto Delgado; e na palestra sobre Ecodesign, da professora Cyntia Santos Malaguti de Sousa, do Senac.

Para a programação completa, acesse: http://www.feiplastic.com.br/Conferencia/Agenda/

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

Foto (créditos): Feiplastic

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Rhodia lança inovações em plásticos de engenharia e polímeros especiais na Feiplastic 2013

20/05/2013

feiplastic

  • Novidades atendem aos diversos mercados de plásticos de engenharia e polímeros especiais de alto desempenho
  • Participação conjunta das áreas de negócios de Plásticos de Engenharia e Specialty Polymers amplia o portfolio de soluções à disposição do mercado
  • Empresa conclui investimento e amplia em 15% a produção de plásticos de engenharia no Brasil
  • Technyl® completa 60 anos de inovação

A Rhodia, empresa do grupo Solvay, com o objetivo de reforçar sua liderança no mercado de compostos de poliamidas 6 e 6.6 e de polímeros especiais, está fazendo o lançamento de inovações para atender necessidades de diversos segmentos de aplicações desses produtos.

Essas novidades criadas pelas áreas globais de negócios Plásticos de Engenharia e Specialty Polymers, que serão apresentadas na Feiplastic 2013 – Feira Internacional do Plástico (de 20 a 24 de maio, em São Paulo, Brasil), ampliam a oferta de produtos e tecnologias do grupo Solvay com foco em sustentabilidade à disposição da indústria do setor.

Lançamento de novidades – Na área de plásticos de engenharia, a principal novidade da empresa é o Technyl® ECO, uma aplicação criada no Brasil para o plástico de engenharia a partir de poliamida 6.6 reciclada, que é obtida por meio de um processo exclusivo de reciclagem química produzido pela Rhodia com o aproveitamento de resíduos de fios têxteis e industriais de poliamida.

Esse processo garante excelentes propriedades mecânicas e manutenção das propriedades térmicas ao Technyl® ECO, fazendo com que ele possa ser utilizados em peças com alta exigência em performance, além de permitir uma redução significativa de CO2 equivalente. De acordo com análises de produto em aplicação industrial, o uso dessa poliamida reciclada permite a redução de 70% da emissão de CO2 equivalente e de 76% do consumo de energia, quando comparado ao composto virgem. Outro aspecto importante dos compostos Technyl® ECO é a qualidade assegurada Rhodia.

Rhodia_Entrada_de_arDestinadas inicialmente ao segmento automotivo, as poliamidas Technyl® ECO podem ser aplicadas na produção de diversas autopeças. A primeira autopeça a partir dessa poliamida reciclada, um coletor de admissão de ar para motor de automóvel, foi desenvolvida pela Rhodia e a Magneti Marelli, líder no desenvolvimento e produção de sistemas e componentes de alta tecnologia para veículos.

O coletor de admissão de ar é responsável por levar ar ao motor do veículo, além de dar suporte à galeria e ao corpo de borboleta. Trata-se de uma peça com alta exigência técnica de performance para a qual o Technyl® ECO já está homologado.

Investimentos em inovações sustentáveis – “Nosso planejamento estratégico, para reforçar nossa posição de liderança em plásticos de engenharia a partir de poliamida 6 e 6.6, contempla o desenvolvimento permanente de inovações que valorizam a sustentabilidade em todos seus aspectos e estão em linha com as grande tendências da sociedade atual”, afirma Marcos Curti, diretor para as Américas da área global de negócios Plásticos de Engenharia do grupo Solvay.

A empresa concluiu recentemente a instalação de uma extrusora mega compounder, um investimento que aumentou em 15% a capacidade da unidade industrial em São Bernardo do Campo, para atender os mercados da América Latina. Os plásticos de engenharia a partir de poliamidas 6 e 6.6 da Rhodia são empregados principalmente na produção de peças para a indústria automotiva, de eletroeletrônicos e bens industriais e de consumo.

“Abastecemos as necessidades dos clientes e trabalhamos em conjunto com eles para a criação de novas aplicações, que atendem tanto ao mercado interno quanto aos mercados internacionais”, acrescenta Curti, lembrando, como exemplo, os produtos anti-chama livres de halogênio, produzidos a partir de plásticos de engenharia da Rhodia.

Technyl, 60 anos de inovação – Durante a Feiplastic 2013, sob o slogan “60 anos de inovação”, a Rhodia inicia a comemoração da existência da marca Technyl, que se tornou reconhecida internacionalmente como uma das mais importantes linhas de produtos e tecnologia em plásticos de engenharia ou plásticos técnicos, cujas aplicações têm contribuído para o crescimento de diversos mercados industriais.

Polímeros Especiais – Um dos destaques do grupo Solvay no evento serão os Specialty Polymers, área global de negócios em que a empresa dispõe de um vasto portfólio de produtos e aplicações destinados a diversos mercados de atuação. “Estamos prontos para acompanhar todo o crescimento tecnológico que se dará no Brasil nos próximos anos, tanto pelos produtos que oferecemos quanto pela qualificação de nossos profissionais”, diz Alexandre Guimarães, gerente de Vendas e Marketing da área global de negócios Specialty Polymers para a América do Sul.

Essa área de negócios do grupo Solvay apresenta durante o evento uma série de novidades. Por exemplo, no segmento de produtos para a área de Saúde, no qual é cada vez maior o uso de polímeros especiais da empresa, em substituição ao metal, vidro e outros materiais, uma das inovações é o triângulo Bender, um dispositivo de apoio e posicionamento para cirurgia ortopédica totalmente ajustável, desenvolvido pela empresa norte-americana Tri-Medics, LLC, um dos principais fabricantes de dispositivos médicos e de instrumentação.

Rhodia_TrianguloPesando apenas quatro quilos, o triângulo é feito de Polifenilsulfona (PPSU) e oferece aos cirurgiões uma solução simples e fácil de usar, pois é ajustável, autoclavável e radiotransparente na utilização de raios-x. É uma alternativa altamente eficaz para substituir o suporte feito de espuma de borracha e metal, que é mais caro e mais complicado para manipulação.

No segmento industrial, a novidade da Solvay é um novo grade da linha Halar®, polímero de alta performance voltado para o revestimentos de superfícies, visando a prevenção contra agentes corrosivos. Qualquer indústria que maneje de alguma forma produtos químicos encontra nesses polímeros de revestimento uma solução tão ou mais eficaz, com melhor custo/benefício do que as soluções oferecidas por metais, como aço inox e outras ligas especiais.

O novo grade é destinado a aplicações em pintura eletrostática, muito comum para tubulações e peças de pequena geometria, mas que possui certa limitação de espessura de camada. Os polímeros da Solvay para revestimento anticorrosivo também possuem  aplicações no setor de Oil&Gas.

Para o segmento automotivo, a empresa oferece polímeros utilizados na produção de peças automotivas para ambientes agressivos, inclusive as que são imersas em biodiesel. Os polímeros especiais da Solvay são utilizados na produção de autopeças, tais como bombas de água e peças do sistema de arrefecimento, arruelas de encosto e mancais para transmissão e conectores elétricos para solda utilizando tecnologia “Reflow”.

A empresa apresenta peças com polímeros especiais para torneiras, conexões e válvulas de água quente, feitas para substituir o latão. Há também o primeiro material cromável/metalizável com função estrutural, trata-se de um dos materiais com a maior resistência mecânica do mercado, atendendo a requisitos estéticos.

Diversos novos grades atendem a aplicações de desgaste por abrasão e temperaturas ainda mais elevadas na automotiva. Grades de novos de materiais como a Poliftalamida (PPA) Amodel® atendem a validações de sistemas de turbocompressores automotivos em 220ºC por milhares de horas. O PPA Amodel ® hoje pode atender à substituição de metais em hidrômetros ou relógios de água.

Para o segmento de construção, peças podem ser produzidas com compostos de polietileno reticulado (XL Compounds) para aplicações em fios e cabos, tubos, válvulas e conexões. Um dos destaques nesse segmento são os polímeros especiais para a produção de compostos isentos de halogênios para a produção de cabos elétricos. Esse tipo de cabo está ganhando cada vez mais espaço em ambientes de alta densidade de ocupação, bem como difíceis condições de fuga. O consumo de cabos livre de halogênios ainda é pequeno, mas as novas construções principalmente do estádios de futebol para a Copa do Mundo de 2014 estão alimentando esse mercado e estima-se um crescimento de 50% em cinco anos.

Sobre a Unidade Global de Negócios de Plásticos de Engenharia: A unidade global de negócios Plásticos de Engenharia, especialista em plásticos de engenharia a partir de poliamida 6 e 6.6, desenvolve, fabrica e comercializa nos últimos 60 anos, sob a marca Technyl®, uma linha completa de plásticos de alto desempenho para os mercados automotivo, de construção, elétrica e bens de consumo. Com uma estratégia de crescimento sustentada por seis unidades de produção em todo o mundo, a GBU Plásticos de Engenharia emprega sua expertise e capacidade de inovação, a fim de atender mais de perto às necessidades dos seus clientes, através de uma rede global de centros técnicos e de Pesquisa e Desenvolvimento.

Sobre a Unidade Global de Negócios de Specialty Polymers:  Com mais de 2.700 pessoas em todo o mundo, a empresa atende clientes a partir de seus 15 centros de fabricação e 11 centros de Pesquisa, Desenvolvimento e Tecnologia. Com sede em Bollate, na Itália, a GBU fornece mais de 1.500 produtos em 35 marcas de polímeros de alto desempenho – fluoropolímeros, fluorelastômeros, fluídos fluorados, poliamidas semiaromáticas, polímeros de sulfona ultrapolímeros aromáticos, polímeros de alta barreira e compostos reticuláveis de alto desempenho – para uso em mercados de alto crescimento, como transporte avançado, saúde, água, energia, e dispositivos inteligentes.

Fonte: Rhodia

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Termotécnica apresenta linha de embalagens de EPS para frutas durante a Fenagri

09/05/2013

Termotecnica_EPSCaixas conservadoras de EPS (isopor®) da empresa com sede em Petrolina (PE) têm agradado produtores agrícolas, transportadores, lojistas e consumidores finais

A 24ª edição da Feira Nacional de Agricultura Irrigada (Fenagri), que esse ano acontece de 15 a 19 de maio, no Espaço Multieventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco, em Juazeiro (BA), traz como destaque a linha de produtos “DaColheita”, embalagens para frutas, legumes e verduras desenvolvida pela Termotécnica, maior fabricante de poliestireno expandido – EPS (isopor®) da América Latina.

A empresa, sediada em Joinville (SC) mas que, entre suas outras oito unidades conta com uma planta em Petrolina (PE) integralmente dedicada à fabricação das caixas, aposta na marca para fazer sucesso e ser a diferença nesse nicho de mercado, cada vez mais exigente.

Todo o processo de concepção das caixas foi cuidadosamente idealizado, aliando a praticidade do poliestireno expandido e o mais moderno design. O produto apresentado é atraente e se diferencia dos atuais por conseguir reduzir avarias e diminuir os impactos na hora do transporte, o que reduz sensivelmente a perda de carga por danos, a otimização de espaços, graças ao modo fácil e prático com que é empilhado, a não liberação de resíduos e fungos nos alimentos, além de manter as vitaminas das frutas por mais tempo.

Outro benefício importante diz respeito a fácil adequação dos materiais ao frio e a umidade, devido ao isolamento térmico do EPS. Nesse sentido, a Termotécnica se mostra atenta às questões de sustentabilidade e meio ambiente, já que se utiliza de uma matéria-prima 100% reciclável e que não gera riscos à camada de ozônio, por não utilizar CFC e HCFC no processo de fabricação.

“Com o sucesso da linha ‘DaColheita’, a Termotécnica quer mostrar que, dos produtores ao consumidor final, todos saem ganhando, já que as caixas conservadoras atendem às reais necessidades do mercado”, ressalta Maida Rodrigues, gerente de unidades de conservação da empresa.

Sobre a Termotécnica: Fundada em 1961, a Termotécnica é a maior transformadora de EPS (Poliestireno Expandido, conhecido como isopor®), da América Latina. Focada na produção de soluções, fabrica sua própria matéria-prima e produtos acabados com a melhor performance do mercado, otimizando o processo logístico do cliente e valorizando seus produtos. Atua nos segmentos de eletrodomésticos, eletroeletrônicos, construção civil, utilidades domésticas, agroindústria, alimentício, bebidas, produtos frágeis, entre outros. Dispõe de unidades em Joinville e Pirabeiraba (SC), Goiânia (GO), São José dos Pinhais (PR), Rio Claro (SP), Indaiatuba (SP), Petrolina (PE), Sapucaia do Sul (RS) e Manaus (AM).

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Impactos da Política Nacional de Resíduos Sólidos sobre a indústria do PET estão na programação do PETtalk 2013

09/05/2013

Desde a regulamentação da Lei, detentores de marcas, distribuidores, atacadistas e a indústria de embalagem passaram a ter envolvimento direto na responsabilidade sobre o destino final dessas embalagens após o uso.  Apesar disso, e das implicações sobre cada empresa, nem todos os participantes desta importante cadeia estão adequadamente informados e/ou preparados sobre essas consequências.

Por esta razão, o tema será um dos tópicos abordados durante o PETtalk – II Conferência Internacional do PET, realizado pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), nos dias 26 a 27 de junho .

A Abipet já vinha desenvolvendo sua atuação de forma a preparar toda a indústria do PET para atender à nova Lei. Mais do que isso, transformou essa tarefa em uma vantagem competitiva para enfrentar a concorrência de outras embalagens. Isso poderá ser verificado durante a apresentação da nova edição do Censo da Reciclagem do PET no Brasil. A expectativa é de que o índice de reciclagem das embalagens de PET no País se mantenha à frente de várias nações desenvolvidas, pois em 2011 esse índice alcançou 57,1% .

Em complementação às informações legais e mercadológicas, serão compartilhadas experiências e divulgadas as tecnologias mais atuais do planeta, adotadas por  recicladores, transformadores e brand owners tanto no Brasil como em outras partes do mundo.

Durante os dois dias de realização do PETtalk, a programação inclui outros temas e palestras, todos inéditas, que se caracterizam pelo aprofundamento técnico e conteúdo informativo. O bloco temático, que tratará das soluções do setor para envase de leite e lácteos no geral, promete várias novidades, inclusive internacionais – além da apresentação de um amplo estudo sobre estes mercados no Brasil e América Latina.

As inscrições para o o PETtalk – II Conferência Internacional do PET, que neste ano ocorre nos dias 26 e 27 de junho, no Holiday Inn Anhembi, em São Paulo, já podem ser feitas pelo endereço http://www.pettalk.org.br. O site ainda contém a programação completa do evento e demais informações.

Fonte:  WN&P / Abipet

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Cromex apresentará seu leque de serviços e produtos para a transformação de plásticos na Feiplastic 2013

29/04/2013

feiplastic

A empresa irá expor linha abrangente de produtos, desde os masterbatches pretos e brancos, até as especialidades voltadas ao plástico de engenharia, passando pela linha sustentável.

A Cromex, líder no mercado brasileiro de masterbatches de cores e aditivos para plásticos e distribuição de resinas termoplásticas, vai levar à Feiplastic 2013 sua gama de soluções – produtos e serviços – para a indústria de transformação de plásticos.

Durante o evento, que será realizado em São Paulo, entre os dias 20 e 24 de maio, o estande da Cromex, estruturado em totens, apresentará as linhas de masterbatches brancos, pretos e coloridos, além das especialidades, soluções voltadas para plástico de engenharia, BOPP, e a linha sustentável. São produtos que atendem desde as aplicações de critérios técnicos mais básicos até as mais complexas.

A equipe de profissionais da empresa estará à disposição do público visitante para detalhar os produtos e serviços em um estande interativo. “Criamos um layout mais aberto para que as pessoas circulem pelo estande e conheçam toda a linha da Cromex, com a orientação de nossos especialistas”, conta Larissa Vecchi, gerente de Marketing da Cromex.

A Cromex tem investido em tecnologia, P&D e na qualificação de pessoas para ampliar e melhorar sua gama de soluções – produtos e serviços – para a indústria de transformação. A empresa quer estar posicionada entre as cinco grandes produtoras mundiais de masterbatches, conta Marcos Pinhel, diretor Comercial da Cromex.

Com o slogan “A gente faz e entrega”, a Cromex reforça seu escopo de trabalho que foi recentemente ampliado. Para atuar na distribuição, a Cromex conta atualmente com três Centros de Distribuição (CDs): em São José dos Pinhais (PR), Caxias do Sul (RS) e São Paulo (SP). A partir desses CDs, dimensionados nas mais rigorosas condições de segurança, a companhia leva a todo o território nacional, com a melhor relação custo benefício do mercado, as diversas resinas termoplásticas (Polipropilenos, Polietilenos, Poliestirenos, Especialidades, Masterbatches e Dióxido de Titânio). A Cromex também dispõe de uma frota exclusiva e sistema de endereçamento para rápida localização de lotes e para maior agilidade de carga e descarga.

Para a produção dos masterbatches, a Cromex conta com duas unidades fabris, onde são produzidos cores e aditivos para a indústria de transformação. Em São Paulo, a unidade conta com uma área de 7.800 m2. Em Simões Filho, Bahia, a unidade conta com 64 mil m, dos quais 14 mil m são de área construída. As duas fábricas contam com modernos laboratórios de controle de qualidade.

A Cromex, que é certificada pela ISO 9001, 14001 e OHSAS 18001. Seus produtos obedecem as mais rigorosas normativas internacionais como: REACH, FDA entre outras. Em 2012, a empresa realizou grandes investimentos em máquinas e modernos equipamentos.

Este ano, os recursos foram destinados à Pesquisa e Desenvolvimento e hoje a Cromex conta com um moderno e bem equipado laboratório para masterbatches da América do Sul, em sua unidade de São Paulo.

Do mesmo modo, a empresa tem investido na capacitação da mão de obra, tanto na produção quanto na assistência para garantir o padrão de qualidade de produtos e serviços que a companhia oferece ao mercado. Hoje, a Cromex reúne cerca de 605 colaboradores em suas unidades.

Forte atuação no mercado externo – Com essa estrutura, além da liderança no mercado brasileiro, a Cromex também atua fortemente no exterior. Dona de uma cultura exportadora, a empresa comercializa seus produtos para mais de 60 países.

Trata-se de um trabalho constante de inteligência e abertura de mercados, que conta com a participação da Cromex em diversos eventos internacionais. Este ano, a empresa participará da Feiplastic, Expo Pack (México), Pack Expo (Las Vegas, EUA), Feira K (Alemanha), e Andina Pack (Colômbia).

Atualmente, 20% dos negócios da empresa são voltados aos mercados externos e a tendência é ampliar esse número.

Soluções Cromex – Os produtos da Cromex são desenvolvidos para diversos segmentos: alimentícios, brinquedos, cosméticos, higiene pessoal e beleza, construção civil, setor automotivo, agrobusiness, entre outros.

Uma dessas aplicações é o plástico de engenharia, segmento para o qual a empresa fornece produtos de alto desempenho e que estarão em evidência na Feiplastic 2013.

Outro destaque na exposição da Cromex será a linha para BOPP (brancos, aditivos e cargas minerais), de alta performance técnica, desenvolvidos de acordo com as necessidades da indústria, proporcionando o melhor desempenho nas máquinas.

Inovação e sustentabilidade – Sempre atenta às tendências mundiais e com a preocupação de promover boas práticas sustentáveis, a Cromex também tem se destacado no desenvolvimento de cores e aditivos voltados aos biopolímeros de fontes renováveis (PE Verde) e biodegradáveis (PLA), atendendo a mercados que lançam seus produtos com o apelo de sustentabilidade. A empresa também atua na produção de masterbatches livres de metais pesados.

Os masterbatches da Cromex conferem aos produtos efeitos especiais e metalizados, assim como aditivos específicos para redução de ciclos, espessuras, aumento de vida útil, como nucleantes, antioxidantes, estabilizantes UV, deslizantes, auxiliares de fluxo, entre outros, compatíveis com as propriedades fundamentais de sustentabilidade do produto biodegradável ou de fonte renovável.

Fonte: M. Free / Cromex

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Wortex terá estação completa para reciclar sucata plástica durante a Feiplastic 2013

24/04/2013

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A avançada tecnologia da linha Challenger Recycler será demonstrada, ao vivo, transformando materiais plásticos em sacolas

Em apenas cinco minutos, garrafas de PET são transformadas em dezenas de embalagens de ovos. A reciclagem do plástico ganhou velocidade. Ainda bem, já que o material representa 6% do lixo produzido nas cidades e demora muitos anos para se degradar na natureza, segundo dados do Instituto Plastivida. Imprescindível no dia-a-dia das pessoas, a única opção é reciclá-lo. A tecnologia desenvolvida pela Wortex Máquinas com a Linha Challenger Recycler e o sistema de lavagem recentemente desenvolvido, permite o reaproveitamento de produtos plásticos pós-consumo (resíduos sólidos urbanos, RSU) de forma completa, rápida e com baixo custo de energia, operação e espaço. O equipamento estará funcionando, “ao vivo”, no estande da empresa, durante a FEIPLASTIC 2013 – Feira Internacional do Plástico, entre os dias 20 e 24 de maio, em São Paulo.

“Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o plástico é completamente sustentável. Esta uma prática reforçada pela nossa filosofia Recycling Technologies for a Sustainable Future. Ele pode ser reutilizado inúmeras vezes, é um ciclo que não tem fim”, garante Paolo De Filippis, diretor da Wortex. No estande de 360 m2, a estação de reciclagem receberá os produtos de plástico proveniente de RSU, que serão lavados na planta de lavagem da empresa, em Campinas (SP). A partir daí, esse material é triturado nos moinhos Zerma e granulados na máquina recuperadora com alimentação forçada. “Estes grãos alimentam uma extrusora de balão modelo Challenger Blow, que os transforma em bobinas de filme e, posteriormente, podem ser cortadas em sacos de lixo ou sacolas para saída de caixa.

A Linha Challenger Recycler abre possibilidades de negócios para os pequenos empreendedores, já que os equipamentos têm capacidade de processar de 100 a 1500 quilos de plástico por hora. Para as cooperativas, por exemplo, é uma solução para faturar mais com a venda dos grãos processados, ao invés de comercializar somente a sucata plástica. As empresas de reciclagem ganham muito em velocidade. E fabricantes de produtos plásticos podem usar a estação como sua linha de montagem –  de um lado entra o material de coleta seletiva e do outro sai o produto final.

No Brasil são consumidos por ano cerca de 3,3 milhões de toneladas de plástico. Apenas 21,7% são reciclados o que equivale a 736 mil toneladas, segundo pesquisa da Plastivida. Há uma enorme lacuna para que a sustentabilidade no setor seja plena. “As soluções da Wortex têm contribuído bastante para esta fase final do processo de reaproveitamento dos materiais. O problema é alto volume de plástico que se perde no caminho entre as latas de lixo e as empresas de reciclagem – apenas 8% dos municípios brasileiros têm sistema de coleta seletiva”, afirma Filippis.

Na FEIPLASTIC, a Wortex também exibirá um vídeo de uma máquina, apresentada e testada em Buenos Aires, que identifica os diferentes materiais e faz a separação adequada. “O equipamento separa até 1000 mil toneladas de lixo por dia, e retorna ao aterro somente material inerte da ordem de 40% do volume depositado. Este material não tem mais nenhum contaminante, evitando assim os desagradáveis efeitos de produtos como chorume e animais transmissores de doenças”, explica o diretor da Wortex.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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Unidade de produção de precursor de poliamidas da Evonik na Alemanha volta a operar após incêndio

18/04/2013

Apenas dez meses após o incêndio na planta de ciclododecatrieno
(CDT), as poliamidas VESTAMID® e seus precursores baseados em CDT estão novamente disponíveis sem limitações, significando que cessou a situação de força maior. Após a retomada das operações em dezembro, a planta que foi reconstruída no site de Marl demonstrou que pode funcionar sob condições normais de operação no início de fevereiro. Isso foi comprovado por um teste de 72 horas com capacidade total de produção, a que a planta foi submetida. Portanto, os grades de VESTAMID® que adotam o CDT como matéria-prima estão disponíveis novamente em grandes quantidades.

“Com um período de construção de apenas seis meses, nós fomos bem sucedidos em minimizar o mais rápido possível o tempo em que o CDT esteve em falta após a explosão e incêndio na planta”, diz Gregor Hetzke, presidente da unidade de negócios Performance Polymers, referindo-se aos esforços bem-sucedidos do ano passado. A reconstrução da planta de CDT foi iniciada em junho e concluída, do ponto de vista mecânico, em novembro.

CDT é um insumo para a produção de plásticos premium, sobretudo a poliamida 12, usada na indústria automotiva, por exemplo.

Fonte: Evonik

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Dow apresenta soluções inovadoras e sustentáveis na Feiplastic

10/04/2013

feiplastic

Companhia reforça compromisso de desenvolver e oferecer ao mercado brasileiro soluções inovadoras e sustentáveis para os reais desafios da cadeia de valor do plástico

A unidade de negócios de Plásticos de Performance da Dow investe continuamente em Pesquisa e Desenvolvimento para oferecer soluções e polímeros de alto desempenho que atendam às demandas de diferentes segmentos de mercado e aplicações. Durante a Feiplastic 2013 – Feira Internacional do Plástico, que acontece de 20 a 24 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, diversas soluções inovadoras para os mercados de alimentos e bebidas, higiene, medicina e cuidados pessoais, limpeza, logística, agrícola entre outros, serão apresentadas pela Companhia.

Neste ano, a Dow leva para os visitantes o desafio de unir a cadeia em busca de soluções para otimizar recursos, melhorar performances, aumentar o desempenho de processos e oferecer características diferenciadas ao produto final. “A Dow participa da Feiplastic como uma provedora de soluções diferenciadas para a indústria, focando em aspectos de desempenho, eficiência e sustentabilidade para toda cadeia”, detalha Letícia Jensen, diretora de vendas para Plásticos de Performance para o Brasil. “Oferecemos excelente nível de serviços e novas tecnologias que fortalecem a diferenciação e o crescimento dos nossos clientes e parceiros”, completa Letícia.

Entre as soluções que estarão expostas estão:

Nova Plataforma de produtos

A Dow apresentará este ano uma nova família de resinas de polietileno de baixa densidade linear (PEBDL) que foi desenvolvida na América Latina, e combina a processabilidade do polietileno de baixa densidade (PEBD) com as propriedades mecânicas e selagem das resinas de PEBDL.

Essa tecnologia inovadora e patenteada pela Dow possibilita, por exemplo, maior estabilidade do processo de extrusão, resultando no aumento de produtividade e das propriedades mecânicas, e menor necessidade do uso de PEBD em blendas, com potencial de redução de espessura.

Entre as aplicações que podem ser beneficiadas com esta tecnologia estão os filmes termoencolhíveis, filmes agrícolas, silobolsas e sacaria industrial, entre outras aplicações.

Embalagens flexíveis

Alinhada às necessidades do mercado, a Dow lança uma nova resina de PEBDL com coeficiente de fricção (CoF) controlado e excelentes óticas, permitindo maior produtividade no processo de empacotamento e melhor visual das embalagens. CoF controlado e propriedades óticas superiores são uns dos atributos mais solicitados pelos convertedores de filmes para empacotamento automático e filmes para laminação.

Entre outras soluções inovadoras que a Companhia traz para o mercado de plásticos está o filme Diamanto™, uma tecnologia que combina rigidez, brilho e transparência e se configura como uma alternativa para substituir filmes de cPP e BOPP. Para termoformagem flexível, também há estruturas ricas em polietileno que possibilitam o crescimento desse tipo de embalagem em diversos mercados.

No setor de embalagens flexíveis para o mercado de líquidos, a Dow apresenta uma novidade que desafia os limites do segmento: ela é ideal para o mercado de food service e permite consumo total do produto evitando desperdícios, além de apresentar menor volume para transporte e descarte, quando comparada às embalagens rígidas tradicionais. Além disso, parcerias inéditas permitem trazer a solução completa, que inclui resina, fabricação e sistemas de enchimento. As vantagens beneficiam uma ampla gama de aplicações para os setores de alimentos, tintas, lubrificantes, logístico e outros.

Mais um destaque é o stand up pouch 100% PE, uma embalagem patenteada pela Dow, confeccionada com uma estrutura de filme totalmente de polietileno em substituição a filmes multimateriais e que tem como sua principal vantagem sua fácil reciclabilidade.

Para proporcionar embalagens flexíveis ainda mais leves, destaca-se ainda a tecnologia de microfoaming (microespumado), que propicia a fabricação de filmes com menor peso, reduzindo assim, o impacto da embalagem.

Higiene e Medicina

Para atender às demandas que impulsionam o mercado de higiene e medicina, entre os destaques do setor está a resina de fibra ASPUN™. Este material à base de polietileno é utilizado na produção de fibras e não-tecidos aplicados em artigos higiênicos e médicos descartáveis. O ASPUN confere aos produtos um toque ultra macio e suave, que se traduz em extraordinário conforto ao usuário, além de excelente processabilidade, garantindo produtos altamente diferenciados aos donos de marcas. Atualmente, a Dow é lider de mercado com as resinas ASPUN como referência na aplicação em fibra bicomponente na Europa e Estados Unidos. Na América Latina, a solução que a Dow traz para o mercado são as novas resinas ASPUN para aplicação em fibra monocomponente, que considera a força do parque industrial da região e métricas de sustentabilidade, já que o desafio é atender com um único material a requerimentos técnicos específicos da aplicação (capacidade de fiação, resistência à abrasão, processamento limpo, etc) somados a uma suavidade sem precendentes. Reciclabilidade e potencial redução de espessura do produto final também são considerados na nova solução.

Desde 2012 a Dow está comprometida com o segmento de medicina oferecendo os polímeros HEALTH+™ desenvolvidos para embalagens médicas como as utilizadas para soluções parenterais de pequeno, médio e grande volume. Os polímeros HEALTH+™ foram especialmente concebidos para conferir as seguintes garantias: qualidade do produto; conformidade com as regulamentações; compromisso com fornecimento acompanhado de suporte e assistência técnica.

As inovações da Dow no mercado de higiene continuam. A Companhia lança durante a Feiplastic as resinas AGILITY™ para filmes backsheet utilizados na fabricação de fraldas e absorventes femininos. Convertedores podem usufruir de melhoria nos níveis de produção, além de propriedades mecânicas superiores (maior rigidez e tenacidade) que possibilitam redução de espessura do filme, um processo mais robusto e garantia de integridade do filme no processo de produção do produto final.

Unitização

Para o setor logístico, a Dow promove o Stretch Hood, tecnologia para paletização que tem apresentado globalmente o maior percentual de crescimento (11% ao ano) do mercado dos filmes plásticos para embalagens secundárias e terciárias. Essa tecnologia tem sido utilizada principalmente em produtos para a construção civil (sacos de cimento), linha branca e ensacados (sacaria de produtos químicos e petroquímicos).

Adesivos

Entre os adesivos, a adesão rápida é um atrativo. Com o More-Free 980/CR-85, um adesivo sem solventes de médio desempenho, é possível reduzir o tempo de espera entre os cortes das estruturas em até 40%. O produto apresenta resistência química ao calor mais alta que a de produtos padrão e funciona muito bem em estruturas que incluem filmes de alumínio, PET e filmes metalizados. Ideal para reduzir o tempo de entrega de estruturas complexas de Stand Up Pouches, muitas vezes utilizadas na embalagem de substâncias agressivas.

Para rótulos de vinho, a novidade é o adesivo Robond PS-68AR, sensível à pressão que combina melhor maquinabilidade, boa resistência à água gelada e um equilíbrio peel/shear adequado que permite posicionar fácil e corretamente o rótulo na garrafa sem risco de cair. O adesivo Robond PS-68AR é a combinação perfeita para atender aos requisitos dos engarrafadores.

Fonte: Dow – Assessoria de Imprensa

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Sustentabilidade na Feiplastic 2013: Dow reafirma compromisso com meio ambiente; Abiquim reforça necessidade de materiais “verdes” como fonte de valor

04/04/2013

feiplastic

Para a Dow, empresa expositora da FEIPLASTIC 2013 – Feira Internacional do Plástico, desenvolver materiais com reduzido impacto ambiental representa o cumprimento de um compromisso corporativo firmado há oito anos, quando, em 2005, a companhia estabeleceu metas globais para 2015, na busca por soluções para desafios como proteção ambiental, garantia de saúde, eficiência energética, relacionamento com comunidades e segurança.

Entre os objetivos globais estabelecidos pela Dow estão o aumento em 10% do percentual de vendas de produtos beneficiados pela química sustentável e o investimento anual de US$ 1,8 bilhão em Pesquisa e Desenvolvimento, com foco nos desafios energéticos e nas questões relacionadas a alimentos, água, transporte e habitação. “O time de Plásticos da Dow está plenamente alinhado às metas corporativas da companhia, e comprometido em desenvolver e oferecer ao mercado brasileiro soluções inovadoras e sustentáveis para diversos desafios e problemáticas da cadeia de valor do plástico”, afirma Letícia Jensen, diretora de vendas de Plásticos de Performance para o Brasil.

Os valores transmitidos pela Dow em seus produtos estão alinhados com as inovações em produtos e soluções presentes na Feiplastic. A Dow fornece polímeros de alto desempenho desenvolvidos para atender demandas de diferentes mercados com redução do impacto ambiental. Jensen adianta. Um dos destaques na feira será a nova geração de embalagens flexíveis, ideal para o mercado de food service, e que permite consumo total do produto evitando desperdícios, além de apresentar menor volume para transporte e descarte quando comparadas às embalagens rígidas tradicionais. Outra tecnologia é o microespumado (microfoaming), que propicia a fabricação de filmes com menor espessura e menor peso, reduzindo assim, o impacto da embalagem. A Dow conta ainda com soluções que fomentam a cadeia de reciclagem, como o stand up pouch 100% PE (polietileno), uma embalagem patenteada pela Dow e uma alternativa a filmes multimaterial; e a nova solução para termoformagem flexível. “Nossos especialistas detalharão os benefícios dessas e de outras soluções durante o evento”, afirma Jensen. Outros destaques serão o filme Diamanto™, tecnologia que combina rigidez, brilho e transparência, e se configura como uma nova alternativa para substituir filmes de CPP e BOPP. Para o mercado de higiene e medicina destaca-se a resina de fibra ASPUN™, material a base de polietileno e alternativa para a produção de fibras para não tecidos ultrassuaves, aplicados em artigos higiênicos e médicos descartáveis.

As tendências apontadas pela Dow são confirmadas como caminho para o futuro dos plásticos industriais, de acordo com Luciano Guidolin, coordenador da comissão de Resinas Termoplásticas da Associação Brasileira da Indústria Química, Abiquim. Segundo ele, é crescente o interesse do mercado por “polímeros que aumentem o prazo de conservação do conteúdo armazenado em embalagens plásticas ou soluções que facilitem sua reciclagem”. Nessa busca por uma qualidade cada vez maior, a Sustentabilidade é apontada como fator-chave. “É o tema central na agenda da indústria petroquímica brasileira, que tem apresentado avanços significativos em todas as suas dimensões – comenta Guidolin – Não estamos falando somente da produção conforme as regulamentações e melhores práticas vigentes, mas também da fabricação de produtos com redução de impacto ambiental, e que possibilitem ganhos para a cadeia em sua utilização, como a redução do peso dos produtos finais ou do consumo de energia para transformação”.

Fonte: Assessoria de Imprensa Feiplastic

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Brasil reduz desperdício em mais de 800 milhões de sacolas plásticas em 2012

27/03/2013

Segundo levantamento das entidades responsáveis pelo Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, a redução do desperdício dos últimos cinco anos foi de 32,4%, o que significa 5,8 bilhões a menos de sacolinhas desperdiçadas no varejo brasileiro

Mais de 800 milhões de sacolas plásticas deixaram de ser desperdiçadas no varejo brasileiro, em 2012. O levantamento foi realizado pela Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief) e Instituto Nacional do Plástico (INP), entidades responsáveis pelo Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas.

O levantamento mostra que o Programa permitiu uma redução acumulada de 5,8 bilhões de sacolas plásticas no Brasil, nos últimos cinco anos, quando foi criado. A marca representa 32,4% de redução em comparação com o volume de sacolas plásticas produzidas em 2007, ou seja, maior que a meta estipulada pelo Programa, que era de 30% em cinco anos.

O Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas tem como proposta a educação ambiental e o consumo responsável. Seu objetivo é de uma aliança voluntaria, liderada pela indústria e envolvendo grandes redes varejistas, em um grande esforço conjunto, para oferecer gratuitamente ao consumidor sacolas plásticas mais resistentes e com qualidade, em conformidade com a Norma ABNT 14.937/2010. Além disso, contempla ações para que se multipliquem os conceitos de educação ambiental no varejo, uso consciente e descarte adequado dessas embalagens.

Segundo Miguel Bahiense, presidente da Plastivida e do INP, esse tipo de iniciativa é eficiente no combate ao desperdício, na preservação ambiental e no respeito ao consumidor. “Estamos extremamente satisfeitos com os sólidos resultados do Programa, pois além das metas alcançadas, conseguimos abrir o diálogo com a sociedade e promover a educação ambiental, o que traz resultados perenes”, afirma Bahiense.

Os resultados do Programa são perceptíveis desde sua implementação, em 2008. Hoje, as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Recife, Blumenau, Florianópolis e o Distrito Federal, entre outras,  contam com o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas e têm mostrado grande evolução na redução do desperdício e na educação ambiental no varejo, em parceria com a indústria. Segundo o monitoramento da efetividade do Programa de Qualidade, em 2007, o Brasil consumia 17,9 bilhões de sacolinhas e encerrou 2012 consumindo 12,1 bilhões, o que mostra uma retração da ordem de 5,8 bilhões no desperdício de sacolinhas, resultando numa redução de 32,4%.

Ano Consumo* Redução
2007 17,9
2008 16,4 8,4%
2009 15,0 16,2%
2010 14,0 21,8%
2011 12,9 27,9%
2012 12,1 32,4%

* bilhões de unidades
Fonte: ABIEF

Ainda segundo Bahiense, há meios de ampliar essa iniciativa com o envolvimento de todos. “Acreditamos na conscientização e não na proibição, no uso responsável e não em banimento, e que indústria, varejo, associações de defesa do consumidor e do meio ambiente e governo devem atuar em conjunto para benefício da sociedade e do meio ambiente, completa.

Fonte: Plastivida

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