Archive for the ‘Energia’ Category

Sistema Firjan convoca empresas de plástico a participarem do Procompi

24/08/2017

Micro e pequenas empresas do setor de transformação de plástico receberão consultoria em eficiência energética

Empresas do setor de transformação de plástico das regiões Metropolitana, Baixada e Centro-Sul do estado do Rio podem se inscrever no Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias (Procompi). Parceria entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Sebrae e Sistema FIRJAN, a iniciativa oferece benefícios para financiamento de projetos de eficiência energética para as empresas do setor de plástico, com o objetivo de elevar a competitividade da indústria.

O programa executará capacitações, diagnóstico de eficiência energética e acompanhamento das oportunidades de melhoria, promovida por consultoria especializada em cada empresa. As empresas interessadas em participar do Procompi podem obter mais informações e se inscrever por meio do preenchimento e assinatura do Termo de Adesão, disponível em http://www.firjan.com.br/procompi. Após assinatura, o termo deve ser encaminhado pelo e-mail: plastico@firjan.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Firjan

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ALMACO organiza evento sobre Compósitos em São Paulo

18/04/2016

2º Encontro Regional contará com a participação de diretor técnico da ABEEólica

Almaco1Os principais representantes da cadeia produtiva de compósitos estarão presentes no 2º Encontro Regional, evento que a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) organizará no próximo dia 26, no auditório 50 do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo (SP).

Além de palestras sobre matérias-primas e tecnologias de processamento de compósitos, o 2º Encontro Regional contará com a apresentação “Visão do mercado eólico do Brasil”, de Sandro Yamamoto, diretor técnico da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). “A geração de energia eólica é de vital importância econômica para o nosso setor, fora que exemplifica a elevada resistência mecânica típica dos compósitos”, afirma Erika Bernardino, gerente de marketing da Almaco.

Os compósitos à base de resina epóxi são usados na fabricação das pás eólicas, enquanto que os produtos moldados com resinas poliéster fazem parte de diversos componentes das turbinas, como nacelles, spinners e blocos elétricos. Em 2015, a geração de energia eólica respondeu por 95,6% da demanda brasileira por compósitos de epóxi – foi o único segmento, a propósito, que cresceu no período (+4,5%).

Confira, a seguir, a agenda do 2º Encontro Regional Almaco:

  • 13h: Credenciamento
  • 13h30: “Visão do mercado eólico no Brasil”, Sandro Yamamoto (ABEEólica)
  • 14h: “Contribuição do adesivo estrutural na evolução dos processos de fabricação de compósitos”, Gabriel da Silva (Lord)
  • 14h30: “A visão sistêmica nos processos decisórios da gestão: foco no gerenciamento com limitação de recursos”
  • 15h30: “Sustentabilidade e tecnologia em resinas para compósitos com zero emissão de estireno”, André Oliveira (Reichhold)
  • 15h50: “Unindo compósitos: possibilidades na medida certa”, Juliana Hoehne
  • 16h20: “RTM Light Classe A: melhoria cosmética”, Márcia Cardoso (Ashland)
  • 16h50: “Materiais compósitos termoplásticos: estado da arte e potencial crescimento”, Rodrigo Berardini (Toho Tenax)
  • 17h20: “Processo de fabricação de peças em material compósito com núcleos removíveis”, Fernando Melo (Universidade Positivo – pós-graduação em materiais compósitos).

O evento promovido pela Almaco conta com o patrocínio de Ashland, Lord, MVC Soluções em Plásticos, Owens Corning, Reichhold e Toho Tenax.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (Cetecom), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco

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Bom momento do setor de energia eólica favorece a Redelease

25/02/2016

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Unidade da empresa em Sorocaba abastece os prestadores de serviço da Tecsis e Wobben Windpower

Até agora, a geração de energia eólica é o único segmento consumidor de compósitos imune à crise. Em 2015, quando a demanda pelo material caiu 21,2%, a moldagem de pás eólicas e demais componentes elevou em 4,5% o consumo de matérias-primas, como resinas, fibras de vidro e catalisadores. A Redelease, tradicional distribuidora de insumos para compósitos, tem observado de perto esse movimento a partir da sua unidade em Sorocaba (SP), cidade que abriga as plantas da Tecsis e Wobben Windpower, duas das principais fabricantes de pás e aerogeradores do país.

“Existe uma importante cadeia de prestadores de serviços para essas empresas na região. Eles necessitam de atendimento rápido para, por exemplo, pequenos trabalhos de manutenção. É aí que nós entramos”, descreve Ubirajara Santos, responsável pela filial da Redelease em Sorocaba.

Ao longo do último ano, Santos calcula que o volume de materiais fornecidos pela Redelease para os prestadores de serviços de Tecsis e Wobben Windpower cresceu cerca de 10%. “Do nosso portfólio, os itens mais procurados são resinas especiais e fibras e tecidos de vidro, além de adesivos e catalisadores”, detalha.

Para 2016, diante das previsões de aquecimento ainda maior do mercado de energia eólica, o gerente da Redelease projeta uma elevação de 15% nas vendas. “Somado ao fato de estarmos próximos a essas empresas, temos conseguido nos diferenciar da concorrência pela assistência técnica efetiva e variedade de portfólio, hoje formado por mais de 1.000 itens”.

Fundada em 1988, a Redelease mantém atualmente unidades em Barueri (sede), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto – ao todo, emprega 105 pessoas. É distribuidora de resinas poliéster e éster-vinílicas (Ashland); fibras de vidro (Owens Corning); peróxidos orgânicos (AkzoNobel), desmoldantes (Chem-Trend), adesivos estruturais (LORD) e tintas de alta performance (Lechler), entre outros produtos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Redelease

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Empresários do setor de plásticos do ABC conhecem medidas para redução de custos da energia elétrica

28/09/2015

Em um cenário de elevação do preço da energia elétrica em todo o país, provocado, entre outros fatores, pelo aumento no custo da energia hidrelétrica e o acionamento de usinas termoelétricas, empresas do Grande ABC buscam alternativas para se manterem competitivas. Na noite da quinta-feira, dia 24/09, empresários receberam dicas sobre como economizar o insumo, durante palestra gratuita do SENAI.

No evento, idealizado pelo Arranjo Produtivo Local do Plástico do ABC, e realizado por meio de parceria com a Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC e o SEBRAE SP, foram pontuadas as razões para o aumento do preço da energia elétrica, mencionando, por exemplo, o sistema de bandeiras tarifárias, autorizado pela ANEEL, que vigora desde o início do ano e torna o custo do insumo variável de acordo com os níveis de abastecimento dos reservatórios das hidrelétricas.

Para contornar a elevação dos preços, é necessário estruturar internamente a gestão da energia, seja em uma empresa ou até mesmo em uma residência. É o que explicou Dener Piolo, engenheiro eletrotécnico do SENAI,  especialista em Produtos Tecnológicos, durante a palestra.

“A idéia das ações de eficiência energética é proporcionar que as empresas produzam a mesma coisa, ou até mais, com custos menores. Nosso papel é ajudar as empresas a conseguirem otimizar o uso da energia na produção”, disse.

Mudanças como a substituição do modelo de lâmpadas fluorescentes e de reatores convencionais para reatores eletrônicos e alterações na tecnologia de equipamentos e máquinas utilizadas na produção estão entre as medidas que podem contribuir para a redução da conta com a energia elétrica.

Ao final do evento, Piolo apresentou os serviços e consultorias prestados pelo SENAI relativas a soluções em eficiência energética para a redução dos custos, consumo e diminuição do impacto ambiental no processo produtivo, com o objetivo de maximizar competitividade e a produtividade da indústria.

A palestra marca a retomada das ações do Arranjo Produtivo Local (APL) do Plástico do ABC. O grupo, que se reúne periodicamente, discute assuntos estratégicos para a indústria de plástico e toda sua cadeia produtiva.

A partir de temas relevantes para o setor que estão sendo elencados nas reuniões, o APL Plástico planeja e executa atividades para ampliar o alcance dos debates e a participação dos empresários nas ações.

“Este é o passo inicial para a retomada do APL, mas precisamos de novos atores para conseguir dar mais peso às ações do grupo. Com um arranjo forte, é mais fácil encontrar soluções para desafios comuns aos empresários do setor”, afirmou Giancarlo Bechelli, da empresa Letska, uma das integrantes do APL.

Segundo um estudo realizado em 2014 pela consultoria MaxiQuim sobre o setor químico do ABC, o faturamento das indústrias de transformação plástica chegou a R$ 3,9 bilhões em 2013.

De acordo com dados analisados pelo GT Químico do ABC, com base nas estatísticas do RAIS 2013*, do Ministério do Trabalho e Emprego, existem no ABC cerca de 540 estabelecimentos cadastrados como “indústria de transformação plástica”.

Fonte: Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC

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Polinox fortalece presença no setor eólico

17/09/2015

Este ano, cerca de 10% da produção de peróxidos orgânicos da empresa têm sido absorvidos pelos fabricantes de pás e nacelles

Líder em peróxidos orgânicos na América Latina, a Polinox é a única empresa brasileira do seu segmento a fazer parte da rede de fornecedores dos fabricantes de pás e componentes para a geração de energia eólica instalados no país.

Ao longo deste ano, cerca de 10% da produção da Polinox foram absorvidos pelo segmento eólico, um dos poucos representantes da indústria brasileira a atravessar um bom momento – seja por causa das exportações ou em função dos contratos locais firmados antes da crise. “Os fabricantes de componentes para geração eólica estão com encomendas até o final de 2016, além do que há uma previsão de crescimento anual da demanda de 30% até 2018”, afirma Roberto Pontifex, diretor da Polinox.

Do portfólio da empresa – lista formada por mais de 40 tipos de peróxidos orgânicos –, os preferidos dos fabricantes de pás e componentes, como as nacelles, são o Brasnox MCP® e o Brasnox MCP 45 CR®. “São blendas de metil-etil-cetona e cumeno caracterizadas pela baixa exotermia, gel time longo e excelente cura final”, detalha.

Segundo Pontifex, fornecer para o setor de energia eólica atesta a qualidade e a performance dos produtos da Polinox. “Foram meses de testes muito rigorosos feitos aqui e lá fora até que conseguíssemos as homologações. É um mercado que opera com o que há de melhor em termos de matérias-primas para a moldagem de compósitos”.

As pás e diversos componentes das turbinas eólicas são feitos de compósitos e os peróxidos orgânicos da Polinox atuam como agentes de polimerização (cura) desses polímeros.

Fundada em 1960, a Polinox mantém um complexo industrial em Itupeva (SP) com capacidade para produzir, por mês, 300 toneladas de peróxidos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Polinox

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