Archive for the ‘Covid-19’ Category

Feira Plástico Brasil é transferida para novembro de 2021

01/10/2020

Os organizadores da Feira Plástico Brasil 2021, inicialmente programada para o período de 22 a 26 de março do próximo ano, foi reprogramada para as datas de 08 a 12 de novembro de 2021, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP).

Segundo os organizadores do evento, a mudança da data acontece após uma após extensa consulta ao mercado e aos players do setor, optando, em consonância com eles, pela realocação do evento no calendário nacional a fim de garantir total segurança e bons negócios a todos os participantes.

Em comunicado, os organizadores afirmam que, em 2021, a Plástico Brasil, com apoio da ABIMAQ – Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos, e da ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química, reforça seu compromisso em promover uma plataforma ideal para o lançamento de novos produtos e serviços voltados à cadeia de transformação do plástico, visando o fomento e o desenvolvimento de novas tecnologias, a aproximação entre fornecedores e clientes nacionais e internacionais, o estímulo ao networking, e a oferta de conteúdos únicos por meio de atrações especiais.

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Pandemia estimula mudança de hábitos, processos e procedimentos nas empresas de distribuição de resinas plásticas

30/09/2020

Com a crise sanitária causada pelo coronavírus, as empresas tiveram que criar novas maneiras de administrar e manter suas vendas ativas. O investimento em tecnologia se tornou mais do que necessário e virou um grande aliado nesta nova maneira de fazer negócios.

29 de setembro de 2020 – Desde que a quarentena provocada pelo Covid-19 foi decretada em março deste ano, as empresas e entidades, não só no Brasil como no mundo, tiveram que se reinventar de maneira rápida. Trabalho remoto, e-commerce, investimento em TI, tudo isso de repente passou a fazer parte obrigatória de suas agendas. Ricardo Mason, da Fortymil, por exemplo, conta que colocou todo o seu time em home office ainda em março, com exceção da logística. “Nós fizemos toda adequação das equipes para que tivessem o devido conforto e condições de trabalho durante esse período. Foram feitos investimentos em links e equipamentos para que pudéssemos rodar todo o time à distância – do pessoal de vendas à contabilidade”, conta o empresário.

Mason explica que apesar de todo o clima de incertezas e problemas gerados pela pandemia, as mudanças feitas na empresa foram encaradas por todos de maneira muito positiva. “Trouxemos muita segurança para o time, principalmente no início, com grande suporte do nosso RH, sempre visando preservar a saúde física e mental de nossos colaboradores”. Para o futuro pós-pandemia, o empresário conta que ainda não tem um modelo fechado de negócio, mas acredita que, pelo menos por lá, continuarão trabalhando em um sistema híbrido entre home office e escritório.

Os padrões adotados na Fortymil corroboram com o estudo feito pela Cushman & Wakefield, que aponta que 40,2% de todas as empresas que não trabalhavam com home office antes da pandemia vão adotá-lo de maneira definitiva até esse período passar. Além disso, estudo feito por André Miceli, coordenador do MBA em Marketing e Inteligência de Negócios Digitais da Fundação Getúlio Vargas, prevê um crescimento de 30% para o trabalho remoto no Brasil após a pandemia.

Para Marcos Marcello, da Prolam, que implementou o home office desde abril deste ano, o resultado desse sistema é positivo. “Tivemos na empresa um nível de infecção muito baixo e isto sempre foi a maior preocupação da diretoria. Dessa forma, sentindo-se seguros, os funcionários se dedicaram de maneira mais positiva e os resultados já voltaram a aparecer. O mundo e os hábitos não serão mais os mesmos. Portanto, todos mudamos e estamos abertos às novas configurações de trabalho, desde que dentro da legislação trabalhista vigente”, explica.

Nem tudo pode ser resolvido de casa. Assim, conta Wagner Silva Coentro, da Polyfast, no segmento de plástico de engenharia o home office foi intensificado nos setores financeiro e de marketing, iniciativa que também deverá ser mantida de alguma maneira no futuro. “Devido ao nosso negócio ser de distribuição de plásticos de engenharia, é necessário que as visitas presenciais de caráter técnico/comercial continuem. Elas são essenciais no desenvolvimento de novas aplicações e de mercado”, explica.

Tecnologia, a grande aliada

Não há como contestar: a grande estrela de 2020 é a tecnologia. Ferramentas para melhorar a infraestrutura das empresas como sistemas de gestão, e-commerce e armazenamento em nuvem estão sendo essenciais neste período de pandemia.

O diretor da Prolam, Marcos Marcello, conta que a empresa está investindo em softwares de inteligência de mercado, mesmo já possuindo uma robusta estrutura de TI para dar suporte às suas fábricas de São Paulo e Manaus.

Na Fortymil, explica Mason, o investimento foi no âmbito do trabalho. “Investimos muito nos links, software e hardware para dar velocidade à equipe e a segurança que a empresa necessita para operar remotamente”, conta.

De acordo com um relatório global da agência de pesquisa de mercado IDC, companhias de vários países investiram mais de US$ 1 trilhão em transformação digital em 2019. Isso representa um crescimento de 17,9% em relação a 2018. Especialistas acreditam que esse número deve dobrar em 2020 devido à pandemia.

Na Adirplast

O espírito empreendedor das empresas associadas à Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) não deixou nem mesmo que a entidade ficasse parada durante esses tempos tão incertos. Pelo contrário, os eventos promovidos para seus associados continuam acontecendo, mas de forma online. Além disso, a entidade encontrou novas formas de se fazer presente no mercado e na sociedade. “Este foi um dos grandes aprendizados desta pandemia. Nossa associação converteu as reuniões e eventos presenciais para o ambiente virtual. Com isso, tivemos um excelente aproveitamento e recorde nos números de participação. Também percebemos que temos interagido cada vez mais através de ferramentas de interação digital, hábito que antes era menos corriqueiro”, afirma Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast.

A mudança tem trazido tantos efeitos positivos que Gonçalves adianta que, mesmo após a pandemia, os eventos deverão continuar virtuais. “Percebemos que essas ferramentas chegaram para auxiliar e otimizar nosso tempo. Já são realidade e vamos manter assim nos próximos anos”.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, ampliar os laços com as empresas produtoras e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. Essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Feira Argenplás em Buenos Aires é transferida para Julho de 2021

22/08/2020

Os organizadores da Argenplás divulgaram nota na última quarta-feira (19/08) comunicando a reprogramação da data da feira Argenplás para 26 a 29 de Julho de 2021. Em virtude da pandemia de Covid-19, a feira já havia sido anteriormente adiada do mês de Junho passado para 24 a 27 de Novembro deste ano. A seguir, o comunicado da CAIP  e MBG & Events:

Em virtude da situação gerada pelo Covid 19 e seu impacto a nivel global, o Comitê Organizador composto pela MBG & Events e a Câmara Argentina da Indústria Plástica (CAIP) anunciaram a nova data de realização da Feira Internacional Argenplas, a qual foi reprogramada para ocorrer entre 26 a 29 de Julho de 2021, no Centro Costa Salguero, em Buenos Aires (Argentina).

As decisões e normativas do Governo da Argentina e do Governo da Cidade de Buenos Aires, que permitem a realização de eventos e espetáculos com grandes concentrações de pessoas em espaços públicos ou privados logo após o início da Fase 6, prevista para os meses de Outubro / Novembro do ano corrente, limitam o êxito de uma Feira que reúne, a cada dois anos, todos os protagonistas do setor – locais e internacionais.

Pelo exposto, e considerando que o vosso esforço, investimento e trabalho conjunto conosco contribuem para maximizar o benefício de estar presente na Feira, os organizadores da Argenplás consideramos que o mais oportuno e sensato para o êxito da Feira é transferir a sua organização e realização para o período de 26 a 29 de Julho de 2021.

Esperando que se compreenda a natureza de tal decisão, saudamos os Senhores Expositores, Patrocinadores e Visitantes com nossa maior distinção.

Gabriel Pascual
Diretor de Eventos da MBG & Events

Antonio Paolini
Presidente da CAIP

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BASF e Parnaplast desenvolvem filme antiembaçante para máscaras acessíveis e outras aplicações

11/08/2020

  • Desenvolvimento surgiu da demanda da Fundação Grupo Volkswagen por máscaras para incluir pessoas portadoras de deficiência auditiva que fazem leitura labial
  • Material está sendo doado para projeto “Costurando o Futuro”, voltado para a empregabilidade e empreendedorismo

Um dos desafios trazidos pelas exigências sanitárias, impostas pela pandemia do Covid-19, é o uso de máscaras de proteção. Para os portadores de deficiência auditiva, torna-se uma barreira a mais na comunicação, já que muitos dependem da leitura labial. A partir da ideia apresentada por um colaborador de uma das marcas do Grupo VW no Brasil, a Fundação Grupo Volkswagen e as empreendedoras de seu projeto “Costurando o Futuro” iniciaram a construção de protótipos de máscaras com filme plástico na região da boca, buscando a acessibilidade e humanização na comunicação entre as pessoas, com e sem deficiência. Com o objetivo de aprimorar estes protótipos, foi apresentado à BASF o desafio de sugerir um filme que reduzisse o embaçamento no momento da fala, a fim de não comprometer a visualização da leitura labial.

“Ficamos felizes ao receber o pedido de suporte e desenvolvimento de uma solução para as máscaras. Rapidamente desenvolvemos uma proposta técnica e compartilhamos com a equipe de desenvolvimento da Parnaplast, indicando para a produção do filme um sistema de extrusão da poliamida Ultramid C40 L, usando o inovador processo Glass”, explica Anderson Silva, coordenador de serviços técnicos em poliamidas da BASF. “O filme é muito transparente, flexível, e possui boa resistência necessária para a etapa de costura”.

O processo Glass, da Parnaplast, recria um resfriamento muitíssimo acelerado, seguindo a lógica da fabricação do vidro. Quanto mais rápido ele resfria, mais amorfa a estrutura do plástico, proporcionando propriedades diferenciadas, como alta transparência, brilho, flexibilidade e resistência. “A propriedade antiembaçamento foi conquistada com uma mistura de materiais específicos para essa aplicação”, comenta Vinicius Luiz Kremer, gerente comercial da Parnaplast.

Segundo a BASF, o material é adequado inclusive para materiais e embalagens de grau cirúrgico, com garantia de resistência, permitindo esterilização em autoclave, ETO ou raios gama, ou ainda para filmes flexíveis para termoformagem de embalagens de produtos alimentícios.

O filme para máscara foi produzido e doado em pequenas bobinas de aproximadamente 15 kg para manuseio ergonômico pelas costureiras do “Costurando o Futuro”. Já foi doado material suficiente para a produção de mais de 100 mil máscaras e uma segunda remessa já está sendo planejada. O projeto “Costurando o Futuro”, iniciativa da Fundação Grupo Volkswagen, é voltado à empregabilidade a ao empreendedorismo em comunidades por meio da formação profissional em costura. As máscaras são comercializadas pelo preço de custo e toda a renda é revertida para as empreendedoras.

A BASF está trazendo para o Brasil também a nova copoliamida Ultramid RX2296 (grade modificado do Ultramid Flex F38), fabricada com 33% de matérias-primas renováveis, que poderá ser usada nesse tipo de aplicação. Segundo a empresa, esse material apresenta ótima processabilidade em filmes multicamadas tanto para embalagens de alimentos quanto aplicações técnicas. A solução foi empregada na fabricação de protetores faciais na Europa.

“Compartilhamos com a Fundação Grupo Volkswagen e com a Parnaplast a satisfação de poder contribuir com um projeto que já está beneficiando muitas pessoas, seja gerando trabalho e renda, seja facilitando a comunicação e garantindo a inclusão de pessoas portadoras de deficiência auditiva”, afirma Anderson.

“Ficamos muito felizes em contar com a parceria da BASF e da Parnaplast nesta ação, que nos encheu de orgulho! Não só pela tecnologia envolvida no desenvolvimento do material, mas principalmente pela receptividade e prontidão que demonstraram desde nossas primeiras conversas. E nem preciso dizer que o produto é um sucesso: desde o lançamento no início de Julho, mais de 5.000 máscaras já foram vendidas, contribuindo assim com a geração de renda para as empreendedoras do projeto “Costurando o Futuro”, bem como com a inclusão de pessoas portadoras de deficiência e a humanização da comunicação, fundamentais em um momento tão delicado como o que vivemos. Esse tipo de ação é o que nos move!”, afirma Vitor Hugo Neia, Diretor de Administração e Relações Institucionais da Fundação Grupo Volkswagen. As máscaras já estão disponíveis na loja virtual do projeto “Costurando o Futuro” www.costurandoofuturo.org.br.

Com mais de 117.000 colaboradores, o Grupo BASF é organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados Pessoais e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de 59 bilhões de euros em 2019.

A Fundação Grupo Volkswagen compartilha o propósito de mover pessoas pelo conhecimento. Desde 1979, a Fundação investe em ações de educação e desenvolvimento de comunidades com recursos dos rendimentos provenientes de um fundo constituído pela Volkswagen alemã, abraçando três causas prioritárias: mobilidade urbana, mobilidade social e inclusão de pessoas portadoras de deficiência. Além disso, apoia tecnicamente algumas ações de responsabilidade social de empresas do Grupo Volkswagen no Brasil. Atualmente, fazem parte da governança da Fundação representantes da Volkswagen do Brasil, Volkswagen Caminhões e Ônibus e Volkswagen Financial Services.

Feira Interplast é transferida para abril de 2022

04/08/2020

A Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, acaba de ser transferida para o período de 5 a 8 de abril de 2022. A decisão foi tomada considerando-se o aumento de casos da covid-19 no Estado de Santa Catarina e a evolução da pandemia nos vários estados brasileiros.  Somando-se a isso, a incerteza da liberação de eventos com aglomeração de pessoas até novembro de 2020, data para a qual a feira havia sido anteriormente reprogramada, dificulta o planejamento dos expositores e da organização.

A prorrogação foi necessária por motivo de força maior, preservando o investimento já feito pelos expositores e a segurança do público participante. “Mesmo que os eventos com aglomeração de pessoas fossem liberados a tempo, exigiriam altos investimentos por parte dos expositores e da organização, sem garantia total de bloquear a contaminação em larga escala”, pondera Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil. “Nossa parceria com o mercado da indústria do plástico existe há mais de 20 anos e nada mais do certo do que pensar no coletivo nesse momento e reorganizar o evento para um cenário seguro”, acrescenta.

O ano de 2022 foi escolhido levando-se em conta que no próximo ano (2021) estão programadas duas feiras do setor plástico em São Paulo, de modo que não se justificaria acumular mais um evento do setor no mesmo período.

Um dos principais eventos da indústria do plástico

A Interplast está consolidada como um dos principais eventos do setor de plásticos no Brasil, reunindo a cadeia completa do segmento no mesmo ambiente, abrangendo desde fornecedores de moldes, a matéria-prima, máquinas e equipamentos, além de contar com atividades simultâneas de conhecimento técnico e rodada de negócios.

O mercado de Santa Catarina concentra um importante pólo do setor,  com cerca de mil indústrias de transformação de plástico, que totalizam mais de 32 mil empregos diretos nas unidades fabris. Aproximadamente 1 milhão de toneladas de plástico são processados no estado anualmente, incluindo grandes empresas de atuação nacional e internacional, com destaque para a fabricação de peças técnicas, embalagens e descartáveis.

A Interplast ocupa os 22 mil m² dos pavilhões do Centro de Convenções e Exposições Expoville, com a presença estimada de 400 marcas de expositores e mais de 40 horas de conteúdo voltados aos profissionais do setor.

Serviço
Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico
EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos
Data: 5 a 8 de abril de 2022
Horário: 13h às 20h
Local: Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE – R. XV de Novembro, 4315 – Glória, Joinville – SC
Realização: Simpesc (Sindicato da Indústria do Material Plástico de SC)
Organização: Messe Brasil

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Braskem apoia empresas e centros de pesquisa em Impressão 3D para produção de protetores faciais para profissionais de saúde da rede pública

18/07/2020

Especialistas em manufatura aditiva da Braskem estão apoiando doze centros de pesquisa na Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo no uso de tecnologias para impressão 3D

A impressão 3D tem sido fundamental para salvar vidas durante a pandemia do novo coronavírus. No Brasil, a rapidez e, especialmente, o baixo custo dos processos produtivos, já estão ajudando na produção de itens como protetores faciais e protótipos de ventiladores pulmonares. A Braskem doou 120 bobinas de filamentos plásticos para este fim e está apoiando o trabalho de doze centros de pesquisa em impressão 3D nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

O filamento de polipropileno (PP), produzido pela própria Braskem para uso em impressoras 3D, está sendo utilizado para fabricação de hastes para cerca de cinco mil protetores do tipo face-shield, que serão distribuídos gratuitamente aos profissionais de saúde que atuam em hospitais da rede pública nas respectivas regiões dos centros de pesquisa. Na Bahia, o produto foi doado para a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia, que o redistribuiu para sete centros tecnológicos do SENAI no interior do estado; no Rio de Janeiro, a iniciativa beneficiou centro de pesquisa em impressão 3D da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ); no Rio Grande do Sul, o Parque Científico e Tecnológico (Tecnopuc) da PUC-RS e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), coordenados pelo grupo Brothers in Arms; em São Paulo, o material foi doado para a 3D Criar e a Inkubetech, que apoiam o Projeto Hígia.

Além da doação de matéria-prima, as equipes especializadas em impressão 3D da Braskem também estão apoiando remotamente os centros de pesquisa na operação da matéria-prima utilizada para impressão 3D das peças. “Embora a impressão 3D não seja uma novidade no Brasil, algumas tecnologias ainda estão em desenvolvimento e o filamento de polipropileno ainda é pouco conhecido pela indústria. Nesse sentido, a Braskem também colabora para o desenvolvimento de novas tecnologias e suporte técnico para que este segmento avance no Brasil”, explica Fabio Lamon, líder de Inovação e Tecnologia para Manufatura Aditiva na Braskem.

Os filamentos de polipropileno para impressão 3D doados são produzidos pela Braskem e empresas parceiras no Rio Grande do Sul. Segundo a companhia, a doação, além de contribuir para o combate ao novo coronavírus, é uma oportunidade para ajudar a desenvolver a indústria de manufatura aditiva no Brasil.

“Neste momento, estamos abastecendo centenas de empresas brasileiras com insumos para a fabricação de produtos hospitalares como máscaras cirúrgicas, seringas, bolsas de soro e equipamentos de proteção para médicos e enfermeiros. A manufatura aditiva chega para somar tecnologia na fabricação de itens essenciais para enfrentarmos essa pandemia juntos e de forma colaborativa”, finaliza Lamon.

Integrantes da Braskem também estão produzindo componentes de protetores faciais

Na Braskem, os exemplos de solidariedade na luta contra a covid-19 vão além das parcerias que a companhia tem feito. Os operadores Gabrielly Farias e Leonardo Oliveira, da unidade industrial PVC 2 AL, em Maceió (AL), já imprimiram hastes para fabricação de quase 200 máscaras protetoras para profissionais da rede pública de saúde na região. Eles fazem parte do projeto 3D Saves, uma rede de voluntários engajada na produção de equipamentos para uso em hospitais da rede estadual e nos municípios alagoanos.

Leonardo Oliveira afirma que está feliz por ter a possibilidade de contribuir com a sociedade e com quem precisa. “Descobri essa campanha numa rede social e de repente me vi empolgado em participar, em saber que poderia fazer a diferença. Utilizamos um instrumento ao qual poucos têm acesso, principalmente aqui em nosso estado; então poder ajudar não tem preço”.

Gabrielly Farias lembra que a impressora 3D foi adquirida com intuito de uso pessoal: “Nunca imaginamos estar fazendo isso hoje, mas deixar de lado os anseios pessoais para realizar um trabalho comunitário é mais gratificante do que qualquer outra coisa”.

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Organizadores anunciam adiamento da feira Plastimagen México para Janeiro de 2021

05/07/2020

Decisão visa preservar a segurança e interesses de expositores e visitantes

Em colaboração com a ANIPAC e em apoio à indústria, a vigésima terceira edição Plastimagen México será adiada para o período de 11 a 14 de janeiro de 2021, no Citibanamex Center, na Cidade do México. Em decorrência dos problemas sanitários causados pela pandemia de Covid-19, ainda não existem condições de qualidade para a realização do evento de maneira segura e protegida e, por isso, foi tomada a decisão de postergação das datas desse evento internacional.

“Conversamos com muitos atores importantes da indústria, nacionais e internacionais, e nossa decisão se baseia no compromisso de colaborar com o setor para realizar o evento nas melhores condições possíveis. O mais importante para a Tarsus México é fazer eventos eficazes e que atendam aos padrões de saúde. Teremos prazer em começar 2021 com um evento poderoso que ajude a reativar a atividade econômica da indústria “, disse José Navarro, diretor geral da Tarsus México.

“Neste momento de crise, a tomada de decisões envolve grandes desafios pois fatores múltiplos devem ser valorados, nos quais a vida e a saúde são indubitavelmente predominantes e devem estar acima de qualquer interesse. Hoje, a ANIPAC agradece à Tarsus por ter levado em conta a voz de muitos de seus associados ao adiar a data da Plastimagen México 2020. Uma decisão que deixa claro e endossa os valores de seus administradores”, disse o Eng. Aldimir Torres, Presidente da Associação Nacional das Indústrias de Plástico do México (ANIPAC).

“O setor de plásticos continua trabalhando, caminhando e se fortalecendo. Estou certo de que essa mudança representa uma oportunidade e que a próxima edição da Plastimagen México contará com uma versão melhor de cada um de nós”, acrescentou.

Organizado pela Tarsus México, a Plastimagen México representa um estímulo aos negócios e uma plataforma de tecnologia e treinamento. Com 45.000 metros quadrados de espaço para exposições, 870 empresas e 1.600 marcas de 27 países, a feira oferecerá aos participantes inovações e soluções em máquinas e equipamentos, matérias-primas, processamento e produtos de plásticos, além de serviços para a indústria .

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Covid-19 pressiona empresas a reinventarem modo de trabalho e produção

26/06/2020

Sindiplast-ES acredita que pandemia pode estimular a transformação digital e inovação do setor de Transformados Plásticos

O cenário provocado pela pandemia do novo coronavírus trouxe novos hábitos e uma realidade diferente para as empresas. Com o isolamento social e muitos profissionais atuando em regime de teletrabalho, as ferramentas digitais tem auxiliado as organizações em suas comunicações e, em muitos casos, provocado a aceleração dos processos de transformação digital.

O gerente geral da empresa Magnatech Embalagens, Adhemar Mattedi Neto, afirma que, com a pandemia, as reuniões presenciais foram conduzidas para o ambiente virtual, uma prática que ainda não era comum na organização. O gestor ressalta que a mudança trouxe pontos positivos -mais objetividade e economia, por exemplo – por não haver a necessidade de deslocamento. Mas ressalta que ainda sente falta do contato pessoal.

“Hoje, utilizamos ferramentas com o Zoom, o Skype e o Meet para nos comunicarmos com nossos fornecedores. Acredito que esta será uma tendência na maioria das empresas mesmo após a pandemia. Não há mais aquela pausa para o café, para visitar as instalações da empresa e aquele olho no olho do contato presencial. Mas este é um modo de permanecermos próximos e em comunicação constante com nossos fornecedores”, afirma Adhemar Neto.

Muito além das reuniões por videochamada, que já se tornaram hábito na pandemia, a tecnologia continua sendo protagonista nas mudanças das empresas. O presidente do Sindiplast-ES, Jackley Maifredo, destaca que a introdução de várias tecnologias nas indústrias de Transformados Plásticos é um dos desafios do setor, que tem atuado fortemente em âmbito local e nacional na disseminação do conceito de Indústria 4.0.

Maifredo ressalta que, nacionalmente, a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) implementa o Programa Plástico 4.0, o qual auxilia as indústrias de transformados plásticos que desejam entrar na ‘Era da Indústria 4.0’. O programa traz informações sobre as tecnologias existentes para que sejam adotadas e, assim, possam alavancar a produtividade de suas empresas.

“Em parceria com a Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), o Sindiplast-ES também construiu um programa para apoiar as indústrias do setor de Plásticos na sua evolução rumo ao patamar 4.0, com etapas como avaliação de maturidade da empresa; desenvolvimento e formação básica e avançada; mapa de projeto, financiamento e fomento; e desenvolvimento e implementação de tecnologias”, explica.

Outro estímulo ao processo de inovação nas empresas de Plásticos capixaba tem ocorrido por meio do FindesLab, uma iniciativa conjunta da Findes e do Senai para apoiar empresas e os empreendedores em todo o processo de inovação. A Fibravit, empresa especializada no desenvolvimento, fabricação e comercialização de sanitário hidráulico portátil, é uma das associadas ao Sindiplast-ES que utilizou os serviços do laboratório de inovação da Findes para aprimorar um projeto de inovação. O projeto tinha como objetivo implantar uma nova tecnologia na produção, que permite o uso de geolocalização, sensorização e checklist à distância do seu produto. Outra associada presente no FindesLab é a Fortlev, uma das empresas madrinhas do laboratório de inovação da Findes, incentivando projetos e startups selecionadas para o Programa Findeslab de Empreendedorismo Industrial.

“A pandemia do coronavírus deixará aprendizados para todos nós e, no caso das indústrias, isso significará mudanças na forma como produzimos, operamos e nos relacionamos. Temos a expectativa de que este momento contribua com a celeridade de processos relacionados à inovação e à transformação digital em nosso setor, o que certamente proprocionará às empresas de plásticos mais eficiência operacional, otimização dos recursos e capacidade de se adaptar mais rapidamente às mudanças de mercado. Em outras palavras, mais competitividade em nível local, nacional e global”, finaliza Jackley Maifredo.

Foto: Sindiplast-ES (FreePik)

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Nanox desenvolve tecido capaz de eliminar o novo coronavírus por contato

19/06/2020

Em testes de laboratório, material inativou em dois minutos 99,9% da quantidade de SARS-CoV-2; tecnologia desenvolvida por startup apoiada pelo PIPE-FAPESP será usada na produção de máscaras de proteção e roupas hospitalares

  • Em testes de laboratório, material inativou em dois minutos 99,9% da quantidade de SARS-CoV-2;
  • Tecnologia desenvolvida por startup apoiada pelo PIPE-FAPESP será usada na produção de máscaras de proteção e roupas hospitalares

Pesquisadores da empresa paulista Nanox, apoiada pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), desenvolveram um tecido com micropartículas de prata na superfície que demonstrou ser capaz de inativar o coronavírus SARS-CoV-2.

Segundo release divulgado pela Agência Fapesp,  o material foi capaz de eliminar 99,9% da quantidade do vírus após dois minutos de contato, em testes de laboratório.

O desenvolvimento do material teve a colaboração de pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), da Universitat Jaume I, da Espanha, e do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.

“Já entramos com o pedido de depósito de patente da tecnologia e temos parcerias com duas tecelagens no Brasil que irão utilizá-la para a fabricação de máscaras de proteção e roupas hospitalares”, diz à Agência FAPESP Luiz Gustavo Pagotto Simões, diretor da Nanox.

O tecido é composto por uma mistura de poliéster e de algodão (polycotton) e contém dois tipos de micropartículas de prata impregnadas na superfície por meio de um processo de imersão, seguido de secagem e fixação, chamado pad-dry-cure.

A Nanox já fornecia para indústrias têxteis e de diversos outros segmentos essas micropartículas, que apresentam atividade antibacteriana e fungicida, e em tecidos evitam a proliferação de fungos e bactérias causadoras de maus odores.

Com o surgimento do novo coronavírus e a chegada da pandemia no Brasil, os pesquisadores da empresa tiveram a ideia de avaliar se esses materiais também eram capazes de inativar o SARS-CoV-2, uma vez que já havia sido demonstrado em trabalhos científicos a ação contra alguns tipos de vírus.

Para realizar os ensaios, a empresa se associou a pesquisadores do ICB-USP, que conseguiram logo no início da epidemia no Brasil isolar e cultivar em laboratório o SARS-CoV-2 obtido dos dois primeiros pacientes brasileiros diagnosticados com a doença no Hospital Israelita Albert Einstein (leia mais em agencia.fapesp.br/32692/).

Amostras de tecido com e sem micropartículas de prata incorporadas na superfície foram caracterizadas por pesquisadores da Universitat Jaume I e do CDMF por espectroscopia e colocadas em tubos contendo uma solução com grandes quantidades de SARS-CoV-2, crescidos em células.

As amostras foram mantidas em contato direto com os vírus em intervalos de tempo diferentes, de dois e cinco minutos, para avaliar a atividade antiviral.

Os experimentos foram feitos duas vezes, em dois dias diferentes e por dois grupos diferentes de pesquisadores, de modo que a análise dos resultados fosse feita de forma cega.

Os resultados das análises por quantificação do material genético viral por PCR indicaram que as amostras de tecido com diferentes micropartículas de prata incorporadas na superfície inativaram 99,9% das cópias do novo coronavírus presentes nas células após dois e cinco minutos de contato. “A quantidade de vírus que colocamos nos tubos em contato com o tecido é muito superior à que uma máscara de proteção é exposta e, mesmo assim, o material foi capaz de eliminar o vírus com essa eficácia”, diz Lucio Freitas Junior, pesquisador do laboratório de biossegurança de nível 3 (NB3) do ICB-USP.

“É como se uma máscara de proteção feita com o tecido recebesse um balde de partículas contendo o vírus e ficasse encharcada”, comparou o pesquisador.

Além de testes para avaliação da atividade antiviral, antimicrobiana e fungicida, o material também passou por ensaios para avaliação do potencial alérgico, fotoirritante e fotossensível, para eliminar o risco de causar problemas dermatológicos.

Aplicação em outros materiais

A empresa pretende avaliar agora a duração do efeito antiviral das micropartículas no tecido. Em testes relacionados à propriedade bactericida, os materiais foram capazes de controlar fungos e bactérias em tecidos mesmo após 30 lavagens, afirma Simões.

“Como o material apresenta essa propriedade bactericida mesmo após 30 lavagens, provavelmente mantém a atividade antiviral por esse mesmo tempo”, estima.

De acordo com o pesquisador, as micropartículas podem ser aplicadas em qualquer tecido composto por uma mistura de fibras naturais e sintéticas. Além de tecidos, a empresa está testando agora a capacidade de inativação do novo coronavírus pelas micropartículas de prata incorporadas à superfície de outros materiais, como filmes plásticos e um polímero flexível, semelhante a uma borracha, que utilizou para desenvolver uma máscara de proteção contra o novo coronavírus em parceria com a fabricante de brinquedos Elka .

“O tecido foi o primeiro resultado da aplicação das micropartículas de prata para inativar o novo coronavírus. Mas, em breve, devemos ter vários outros”, afirma Simões.

Máscaras reutilizáveis

Desenvolvido com o apoio do PIPE-FAPESP, material possui partículas à base de sílica e prata com propriedades antimicrobianas e antifúngicas que dificultam a adesão do SARS-CoV-2 na superfície

Em Abril de 2020, a Nanox já havia desenvolvido em parceria com a indústria de plásticos Elka uma máscara reutilizável  para conferir maior nível de proteção contra a contaminação pelo novo coronavírus, o SARS-CoV-2.

A máscara é feita com um polímero flexível – semelhante a uma borracha –, moldável aos contornos do rosto e com micropartículas à base de sílica e prata incorporadas à superfície do material.

Desenvolvidas por meio de projetos apoiados pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), as partículas têm propriedades antimicrobianas.

“As micropartículas de prata e sílica aumentam o nível de proteção ao impedir a presença na máscara de fungos e bactérias, que podem facilitar a adesão do novo coronavírus na superfície de materiais”, disse à Agência FAPESP Luiz Gustavo Pagotto Simões, diretor da Nanox.

A fim de garantir a proteção contra o SARS-CoV-2, a máscara é totalmente esterilizável por meio da lavagem com água e sabão antes e após o uso.

Para proteger as vias respiratórias, o equipamento de proteção individual possui dois filtros descartáveis do tipo PFF2, similares ao do tipo N95 presente nas máscaras usadas hoje pelos profissionais de saúde.

Os filtros são inseridos em respiradores nas laterais da máscara e protegidos por tampas, que impedem o contato físico e a contaminação pelo toque direto com as mãos.

A quantidade de material necessário para produzir os filtros também é muito inferior à utilizada para produção das máscaras convencionais, compara Simões.

“O tempo para substituição dos filtros precisará ser estabelecido pelos serviços de saúde”, pondera.

Fotos: Nanox / divulgação;  Fonte: Agência Fapesp – Elton Allison

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Braskem firma parcerias para produção de calçados e máscaras para profissionais de saúde na linha de frente do combate à covid-19

19/06/2020

  • A resina doada foi utilizada para produção de 18 mil calçados hospitalares e 250 mil máscaras de proteção para hospitais da rede pública em Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins
  • Calçado hospitalar produzido pela Alpargatas em parceria com a Braskem

A Braskem se uniu à Alpargatas, indústria de bens de consumo, para confecção de equipamentos de proteção individual (EPIs), como calçados e máscaras de uso hospitalar, destinados aos profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate à Covid-19. Os calçados já estão sendo distribuídos para hospitais em São Paulo (SP) e as máscaras estão sendo doadas para a rede pública de Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro e Tocantins.

Os calçados foram produzidos a partir de 4,6 toneladas de resina EVA doadas pela Braskem. Já as máscaras foram confeccionadas pela Alpargatas a partir de nãotecido, feito com resina de polipropileno (PP) doada pela Braskem à Fitesa, mais uma parceira da companhia nas iniciativas para o enfrentamento do novo coronavírus.

No estado de São Paulo (SP), os calçados, ao todo 18 mil pares, foram entregues ao governo estadual, responsável pela distribuição aos hospitais. No Rio de Janeiro (RJ) e em Duque de Caxias (RJ), com apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), foram distribuídas mais de 50 mil máscaras de proteção ao Hospital Municipal de Duque de Caxias e aos Hospitais Federais do Andaraí, Bonsucesso, Cardoso Fontes, Graffé Guinle, Ipanema, Lagoa e Servidores, além da Secretaria de Estado de Saúde. Na Bahia, a rede municipal de Camaçari recebeu 150 mil máscaras. Para a rede pública de saúde do Tocantins, a iniciativa repassou 10 mil máscaras.

Já para Maceió (AL), foram doadas 40 mil máscaras, sendo 20 mil para as Secretarias de Saúde do município e do Estado. Parte deste volume será repassada aos profissionais da saúde que atuam no Centro de Triagem inaugurado em abril deste ano pela própria Braskem, com apoio do Governo de Alagoas, com o objetivo de desafogar a rede pública da saúde durante a crise da covid-19. O espaço é utilizado para atender pacientes com sintomas de gripe.

Os hospitais beneficiados foram selecionados pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde das respectivas regiões. “Estamos mobilizando diversos parceiros e demais integrantes da nossa cadeia de valor para encontrar alternativas rápidas, seguras e eficazes que possam ajudar o Brasil a atravessar esse período desafiador. Estamos engajados em uma série de iniciativas que apoiam hospitais e comunidades próximas das nossas unidades fabris no país e a Alpargatas e a Fitesa são aliadas essenciais nesse movimento. O momento é de união e de demonstrar, na prática, o quanto o nosso setor pode ajudar a sociedade, especialmente na área de saúde”, afirma Edison Terra, vice-presidente de Olefinas e Poliolefinas da Braskem na América do Sul.

“Acreditamos que o caminho para superarmos a crise humanitária que estamos vivendo é trabalhar em união de esforços com outras empresas, representantes de comunidades, entidades de ajuda. Com empatia e solidariedade somos mais fortes para combater o coronavírus e seus efeitos”, afirma Roberto Funari, CEO da Alpargatas.

“As doações junto aos parceiros reforçam a importância da consciência coletiva nos mais diversos segmentos para superarmos este momento delicado da saúde mundial. Ficamos felizes em poder fornecer material com o nível de exigência técnica necessária no combate à pandemia. Tornamos isso uma questão prioritária em nossa operação”, afirma Silverio Baranzano, CEO da Fitesa.

Iniciativas da Braskem para apoiar os profissionais da saúde durante o período de covid-19

Além da ação recente com Alpargatas, a Braskem doou mais de 370 toneladas de resinas plásticas para produção de embalagens para 750 mil litros de álcool líquido e em gel e 500 mil almotolias, um tipo de frasco plástico utilizado em ambiente hospitalar para preservar álcool líquido ou em gel. Parte da resina também foi utilizada pela Fitesa, parceira da Braskem, para confecção do nãotecido (TNT) usado na produção de mais de 60 milhões de máscaras e aventais. Todos os itens foram doados para hospitais de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Para os hospitais, a Braskem ainda distribuiu 10 mil caixas de hipoclorito para diluição ou uso como água sanitária e mais de 150 mil sacos plásticos para lixo hospitalar. Além disso, a empresa, está doando 90 toneladas de gás liquefeito de petróleo, conhecido como GLP, para dois hospitais de campanha construídos na cidade de São Paulo, um no centro de eventos do Anhembi, na zona norte, e outro no Complexo Ginásio do Ibirapuera, na zona sul. O gás está sendo utilizado na preparação de mais de três mil refeições diárias para pacientes e profissionais da saúde, no aquecimento de chuveiros e no funcionamento de lavanderias.

Em Maceió (AL), onde a companhia também está presente, uma ação conjunta com o governo estadual viabilizou a construção de um Centro de Triagem com 30 salas de atendimento, salas de raio-x, exames laboratoriais e administração de medicamentos. Os profissionais da saúde atendem a pacientes com sintomas de gripe e a iniciativa evita aglomerações no Hospital Geral do Estado, contribuindo para desafogar a rede pública da cidade.

Ações da Braskem para apoiar comunidades no enfrentamento do novo coronavírus

Neste momento, as iniciativas se concentram na doação direta de itens essenciais considerando o atual cenário. Para os trabalhadores de cooperativas de reciclagem, por um período de três meses, a companhia vai doar cestas básicas. Mais de duas mil famílias, cerca de 15 mil pessoas, serão beneficiadas com essa ação.

Entre o fim de abril e o início de maio, a Braskem também doou mais de 50 mil kits de limpeza contendo produtos como detergente, água sanitária, álcool em gel, sabonete em barra e um folheto informativo com dicas de prevenção à covid-19. A iniciativa beneficiou cerca de 200 mil pessoas nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Para mais informações sobre as iniciativas da Braskem para ajudar o Brasil a enfrentar o novo coronavírus, acesse o site www.braskem.com.br/covid-19 .

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Eastman destaca esforços globais de combate à Covid-19

19/06/2020

Companhia adota diversas iniciativas ao redor do mundo para contribuir com profissionais da saúde e ajudar a enfrentar a pandemia

Ao redor do mundo, membros da Eastman têm colaborado para auxiliar profissionais da saúde que estão na linha de frente de combate à pandemia da Covid-19. A Eastman, uma fabricante de especialidades químicas encontradas em uma gama de produtos utilizados no cotidiano, está fornecendo materiais para ajudar na produção de itens críticos necessários para produtos médicos, de saúde e de higiene que estejam em falta ou com estoque baixo. Até o momento, a companhia fez as seguintes contribuições:

  • 10.000 protetores faciais para hospitais de Massachusetts, graças a uma colaboração com a SMC Ltd.;
  • Doação de resinas de copoliéster para a PRP Creation como parte de um esforço de companhias de cosméticos para produção de 475.000 garrafas de álcool em gel para mãos para organizações de saúde na França;
  • Distribuição de películas para vidros para a Harlow College produzir mais 300 protetores faciais para trabalhadores de hospitais do Reino Unido;
  • Colaboração com a Comissão de Ensino Superior do Tennessee e as universidades do estado para ajudar na produção de 10.000 protetores faciais;
  • Ajuda à Universidade de Purdue com doação de mais de 50 metros quadrados de material para a produção de mais de 3.000 lentes para óculos de proteção e 4.000 protetores faciais para equipes médicas;
  • Parceria com a Rotuba para produção de 75 a 100 mil protetores faciais por semana para proteger profissionais da saúde, donos de pequenos negócios e cidadãos na luta contra a COVID-19;
  • Doação de copoliésteres para companhias (3D Lab e MMS Plásticos) no Brasil produzirem mais de 20.000 protetores faciais para hospitais;
  • Doação de EPIs críticos incluindo 180 máscaras N95 e 4.400 luvas de nitrilo para atendentes primários em Massachusetts;
  • Parceria com o Groupe SEB (Arno) e a MMS Plásticos para a produção de mais de 25.000 protetores faciais para doação, sobretudo, na região nordeste;
  • Doação de US$ 1 milhão em apoio às organizações de apoio comunitário e de apoio à trabalhares da linha de frente no combate à pandemia através da Eastman Foundation;
  • Parceria com a Suntech para produção de óculos de proteção doados pelo Brasil;
  • Doação de 600 unidades de protetores faciais para a prefeitura de Mauá, onde localiza-se uma das plantas da Eastman no Brasil, doar para os trabalhadores essenciais (saúde, limpeza pública, defesa civil, guarda municipal);
  • 3.000 m2 de material doado para a ETC, fabricante de tecnologia de iluminação e de aparelhamento, que vai produzir protetores faciais para serem distribuídos no Wisconsin e nos Estados Unidos;
  • Conversão de uma planta-piloto em sua maior fábrica nos Estados Unidos para produzir álcool em gel para mãos para escolas da área e profissionais que trabalham em emergências.

“Colaborações rápidas e criativas em nossas comunidades estão causando um impacto”, diz o membro do conselho e CEO da Eastman, Mark Costa. “Estou muito orgulhoso do trabalho duro dos funcionários da Eastman, guiados pela perspectiva compartilhada de que nosso trabalho hoje ajudará a conter a expansão do vírus amanhã. A coragem, determinação e espírito inovador de cada um deles vai ajudar a Eastman e nossas comunidades locais a atravessarem essa situação e contribuirem com as necessidades do mundo”.

As capacidades de produção da Eastman já existentes também ajudam a prevenir a propagação da Covid, assim como no tratamento médico daqueles que contraem o vírus ou outras doenças. Os produtos da Eastman estão em produtos de limpeza, embalagens para prevenir a contaminação de alimentos, medicamentos e produtos de cuidados médicos e de cuidados pessoais, produtos de higiene pessoal, sabonetes e antissépticos, equipamentos de proteção individual utilizados por equipes médicas e medicamentos sob prescrição e isentos de prescrição.

A Eastman também produz intermediários tais como polímeros PCT usados em filtros de inaladores, copoliésteres Eastman Tritan e os elastômeros Ecdel, que podem ser encontrados em biorreatores e bolsas de bioerrator utilizados no desenvolvimento de vacinas, o Tritan e os celulósicos Tenite, usados para a entrega de medicamentos de administração intravenosa e em câmaras de bureta e o plastificante não ftalato Eastman 168, usado para a produção de bolsas para aplicações intravenosas e tubulação médica. Por conta da sua durabilidade, afirma a Eastman, produtos médicos feitos com Tritan suportam uma ampla variedade de desinfetantes hospitalares e rigorosos protocolos de limpeza, usados para impedir a propagação de infecções. Os produtos da Eastman também aparecem em descartáveis médicos, como cotonetes e tubos de ensaio, e em produtos duráveis, como monitores de pacientes e termômetros eletrônicos.

Durante a pandemia, os plastificantes não ftalatos Benzoflex, fabricados em Chestertown, nos Estados Unidos, continuam a ser usados em adesivos e rotulagens de embalagens de alimentos, auxiliando a segurança do armazenamento e suprimento desses produtos. As resinas adesivas da Eastman produzidas em Jefferson, também nos EUA, são usadas para fabricação de máscaras N95. Essas mesmas resinas estão presentes em produtos de limpeza e desinfetantes procurados nos mercados. A empresa também produz acetato de etila, um material-chave para a embalagem de testes para COVID-19, que abastecem diretamente hospitais.

Saber que os materiais da Eastman são úteis para o mundo mantém Jeff Mann motivado. Mann é um dos milhares de membros da Eastman que estão mantendo as plantas globais da companhia ativas. “Tenho orgulho do trabalho que estamos fazendo como companhia. Isso me ajuda a entender como o meu trabalho e o do meu time são importantes para o mundo”, diz ele. “Eu acordo todos os dias ciente de que o que faço está fazendo uma diferença na nossa comunidade”.

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Covid-19: Materiais Solvay são usados no primeiro reanimador manual brasileiro 100% autoclavável a temperatura de 134º C

11/06/2020

Equipamento desenvolvido pela empresa brasileira Protec contou com apoio da área de polímeros especiais da Solvay

O primeiro reanimador manual 100% autoclavável e que suporta uma temperatura de 134º C foi desenvolvido no Brasil pela Protec, empresa líder nacional na fabricação de reanimadores manuais e circuitos respiratórios.

A criação do produto contou com a utilização do polímero UDEL® PSU (polisulfona) do Grupo Solvay, um material avançado que permite a produção de peças resistentes a altas temperaturas.

O reanimador manual é equipamento essencial em UTI’s e em salas de emergência médica e em situações de resgate médico. Sua finalidade é a promoção de ventilação artificial com o envio de ar comprimido ou enriquecido de oxigênio para os pulmões do paciente. É usado no enfrentamento de parada respiratória, asfixia, afogamento, infarto ou outras situações que podem levar o paciente a sofrer uma parada cardiorrespiratória.

“Com essa linha Premium de reanimador manual desenvolvida no Brasil, nós estamos dando nossa contribuição para o setor de equipamentos médicos hospitalares. E contamos com o apoio da Solvay”, diz Alexander Massadi, Diretor da Protec Export.

“Com esse apoio, acrescenta – pudemos desenvolver vários produtos com qualidade e durabilidade, que oferece resistência, repetibilidade e confiabilidade em reanimação (Ambú), circuitos ventilatórios e conectores para produtos respiratórios. É por este motivo que hoje no Brasil somos a única empresa a atender aos mais renomados fabricantes mundiais”

A Protec, de capital nacional, tem se tornando reconhecida como desenvolvedora de tecnologia nacional na fabricação e comercialização de equipamentos de suporte à vida, dentro de rigorosos níveis de qualidade exigidos pelo setor médico­hospitalar. Sua atuação tem sido ampliada em nível nacional, uma vez que é empresa fornecedora de itens essenciais aplicados no combate à pandemia da COVID-19.

Do mesmo modo, a Solvay, que no Brasil também atua com a marca Rhodia, tem adotado ações adicionais para apoiar os projetos de desenvolvimento de seus clientes nesse período de pandemia de coronavírus, segundo informa Mônica Martins, gerente do mercado Healthcare da Solvay Specialty Polymers na América do Sul.

Uma dessas ações foi acelerar a importação para o País de polímeros especiais para os clientes empenhados em atender à crescente demanda por equipamentos e instrumentos médicos hospitalares.

Toda essa oferta de produtos emergenciais pode ser conhecida no site especial criado pela empresa em COVID-19.

A Solvay é líder mundial na área de polímeros especiais aplicados em diversos mercados industriais. Um dos segmentos mais relevantes é o de polímeros para a produção de peças e partes para equipamentos e instrumentos médicos, incluindo os respiradores, ventiladores artificiais e reanimadores, implantes ortopédicos e odontológicos, caixas de instrumentos cirúrgicos, entre outros. Fundada em 1863 e contando com 24.100 empregados em 64 países, a Solvay obteve vendas líquidas de € 10,2 bilhões em 2019.

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Projetos em acrílico têm ajudado a inibir a proliferação do Covid-19 em ambientes públicos

04/06/2020

O acrílico atende às especificações de variados projetos e em diferentes estabelecimentos comerciais – como restaurantes, mercados, farmácias, bancos e até veículos de transporte público de passageiros, entre outros – permitindo que pessoas se encontrem ou que trabalhem de forma mais segura

A pandemia tem mudado a vida de todos no mundo todo. Muitos não podem sair de casa ou, quando podem, precisam evitar proximidade. O distanciamento social virou uma regra, pelo menos até que exista uma vacina ou tratamento eficaz para a Covid-19. Enquanto isso, quem trabalha com o público precisa se precaver para não se contaminar e nem contaminar aos outros. Com esse objetivo, o acrílico têm desempenhado um papel importante nesse sentido. Leve, resistente, fácil de limpar e totalmente transparente, o material é usado em aplicações como escudos protetores, divisórias, cubas e até viseiras médicas, entre outros itens.

Vistas pela primeira vez na Europa e na Ásia, as barreiras de proteção em acrílico para restaurantes permitem que as pessoas se encontrem e sentem-se juntas à mesa, sem que tenham contato direto. As peças podem ser facilmente instaladas em mesas e balcões e se adaptam bem em qualquer ambiente, podendo ser também moldadas e impressas a laser. Nesses projetos, a grande variedade de espessura das chapas, além de cores, pode ainda permitir que o estabelecimento possa aliar sua identidade visual ao projeto de proteção.

Esses escudos se mostram fundamentais em épocas como essas, mas a verdade é que permitem a proteção de quem trabalha com o público durante todo o ano e não apenas nas circunstâncias atuais. Por isso, sua instalação em balcões de atendimento, como os de bancos, caixas de supermercados, correios, lotéricas, farmácias e padarias têm sido ampliada e deve se tornar cada vez mais comum.

E não é só em estabelecimentos comerciais padrões que as barreiras acrílicas podem ajudar a diminuir a contaminação. Essas divisórias também estão sendo usadas no setor de transporte de passageiros, como táxis e aplicativos. Como o acrílico é um material fácil de moldar, foi possível criar, através dele, uma barreira com estética e visualmente agradável para o interior de veículos. Ela é apoiada no encosto dos bancos dianteiros e divide a cabine do carro em dois ambientes. Assim, motorista e passageiros tem o menor contato possível. O produto, que é fabricado e oferecido por diversas empresas associadas ao INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico), tem se tornado cada vez mais comum. Há inclusive empresas de locação de carros que oferecem o item como opcional. Fácil de instalar e de limpar, a peça pode ser adquirida inclusive pela internet. “Fazemos o produto com chapas cristais de 3 ou 4 mm de espessura. Modernas, elas atendem à demanda do setor por mais segurança sem comprometer o visual do carro”, explica Isabella Covre, relações públicas da Emporium Acrílicos.

A área médica também não é novidade para as empresas do setor de acrílico. A produção de incubadoras e berços em acrílico hospitalar para recém-nascidos são alguns dos itens comuns desenvolvidos pelo segmento e por algumas das empresas ligadas ao INDAC. Assim, nada mais natural que as empresas deste setor ofereçam aos hospitais, além de outros segmentos, inúmeros outros projetos e produtos, como viseiras protetoras para profissionais da saúde e cubas, usadas na intubação de pacientes, além de diversos tipos de porta-objetos.

Segundo Carlos Marcelo Thieme, Diretor Presidente do INDAC, esse não é um período fácil para ninguém, nem para as pessoas, nem para as empresas. Mas os associados do INDAC têm procurado se reinventar e ajudar o país da maneira que sabem, trabalhando com o acrílico.

Além das vendas, muitas empresas ligadas à entidade têm doado material para hospitais e centros de atendimento que atuam no combate ao Covid-19. “Acreditamos que esse é o Brasil que dá certo, quando cada um contribui com o que pode”, conta Ralf Sebold, diretor da Bold.

Vantagens na escolha do acrílico como matéria-prima:

Transparência: 92% em qualquer espessura – a maior dentre todos os materiais, além de opções de chapas jateadas ou anti-refletivas;
Resistência ao impacto: 10 vezes superior ao vidro;
Variação de espessuras e tamanhos: de 1,0 a 50,0 mm e chapas de 1 x 1 até 2 x 3 metros;
Facilidade de dobragem, colagem e moldagem;
Inúmeras opções de cores transparentes, como verde vidro, azul piscina, amarelo bebê ou gradações de fumês – adequando-se a necessidade de qualquer projeto.
Limpeza: deve ser feita com água e sabão neutro.

A matéria prima do acrílico (MMA) e toda cadeia produtiva, chapas e peças são nacionais.

Serviço:
Acrinox – http://www.acrinox.com.br – (61) 3202-7577
Acriplanos – http://www.acriplanos.com.br – (71) 3023-9261
Artcryl – http://www.artcryl.com.br – (11) 4207-5652
Bold – http://www.bold.net – (47) 3274-6565
Brascril – http://www.brascril.com.br – (51) 3362-7052
Casa do Acrílico – http://www.acrilico.com.br – (19) 3728-2931
Castcril – http://www.castcril.com.br – (11) 3062 0199
Cristal e Cores – http://www.cristalecores.com.br – (11) 4661-7340
Emporium Acrílicos – http://www.emporiumacrilicos.com.br – (14) 3313-6605
Menaf – http://www.menaf.com.br – (11) 2412-0081
Tudo em Acrílico – http://www.tudoemacrilico.com.br – (11) 3732-1688
Solugrav – http://www.solugrav.com.br – (48) 3052-3322

Para encontrar o fornecedor de acrílico mais perto, acesse: https://www.indac.org.br/guia-acrilico/

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 19 anos, com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

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Milliken oferece concentrado de Polipropileno transparente para aumentar a disponibilidade de materiais para fabricação de protetores faciais

04/06/2020

Milliken está viabilizando a expansão da oferta de material plástico transparente para viseira de proteção facial

Especialista mundial em ciência de materiais, a Milliken & Company está mais uma vez usando suas capacidades para ajudar a produzir equipamentos médicos de proteção individual (EPIs) necessários no meio da pandemia da COVID-19. A atual escassez de materiais plásticos utilizados para viseiras de proteção facial está levando os fabricantes a disponibilizarem o polipropileno, que apresenta maior oferta no mercado. O material, porém, tende a ser naturalmente translúcido. Por isso os fabricantes de plástico estão recorrendo à Milliken para utilizar o seu concentrado de polipropileno NX UltraClear e gerar materiais plásticos com níveis de transparência adequados para as viseiras de proteção facial usadas na área da saúde.

“Nesta pandemia, a necessidade de EPIs médicos continua aumentando”, diz Halsey M. Cook, presidente e CEO da Milliken & Company. “Estamos empenhados em encontrar soluções que ajudem nossos clientes e nos permitam participar da luta contra a COVID-19 onde quer que possamos fazer a diferença”.

A Milliken tem colaborado com vários fabricantes de plástico, desde grandes multinacionais a empresas regionais, para avaliar o produto NX UltraClear nesta sua nova aplicação. A Impact Plastics está entre as empresas nos Estados Unidos que utilizam os concentrados NX UltraClear para tornar o polipropileno transparente para uso em viseiras de proteção facial. Algumas empresas no Brasil e a Mezger na Alemanha também estão utilizando os concentrados NX® UltraClear para produzir chapas de polipropileno adequadas para essa aplicação.

As viseiras de proteção facial para uso médico feitas com o polipropileno NX UltraClear já estão sendo comercializadas e utilizadas pelos profissionais que estão na linha de frente.

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Embalagens em EPS alinham-se a mudanças de comportamento dos consumidores de produtos frescos durante a pandemia

04/06/2020

Com a pandemia de Covid-19, cerca de 81% dos consumidores brasileiros demonstraram preocupação com a higiene e segurança dos alimentos, de acordo com pesquisa realizada em março pela PMA – Produce Marketing Association (pma.agr.br), associação que reúne produtores de FLVs (frutas, legumes e verduras) no Brasil. Por outro lado, o consumo de produtos frescos de qualidade é fundamental para manter a saúde e os níveis de imunidade altos. Segundo a Termotécnica, os supermercadistas relatam aumento significativo de 40% na procura por estes alimentos.

Essa nova realidade vem alterando o comportamento do consumidor. Conforme a mesma pesquisa da PMA, 59% dos consumidores informam que têm procurado mais produtos frescos embalados por motivos de segurança alimentar. O que era a granel agora vem sendo embalado: isso porque as embalagens proporcionam menos interação humana em todo o processo de produção, movimentação e exposição no ponto de venda, até a mesa dos consumidores.

Facilidade na logística de e-commerce e delivery

À medida que os consumidores mudam seus hábitos alimentares e de compra, supermercados e toda a cadeia de fornecimento, por sua vez, estão sofrendo grandes alterações nos negócios. Com a redução da frequência dos consumidores nas lojas físicas, o mercado de FLV vem crescendo sua representatividade no e-commerce. E os aplicativos de entrega de comida, como o Ifood, antes dedicados aos estabelecimentos de gastronomia, já estão realizando as entregas para os supermercados.

Adquiridos via e-commerce e entregues por delivery, os produtos frescos embalados ganham ainda mais força, para garantir que cheguem até a casa do cliente mantendo sua qualidade e segurança. E mesmo nas compras feitas pelo computador mas retirados em um ponto de venda, é preciso que já estejam embalados e prontos para serem levados pelos clientes.

Ainda quanto as questões logísticas, as embalagens em EPS eliminam despesas também com fretes de retorno, já que o EPS é one-way e pode ser 100% reciclado no local de destino. Isso torna as soluções em embalagens EPS sustentáveis e adequadas para acondicionar as FLVs do campo à mesa. Além de reduzir a absorção de impactos no transporte, manter e melhorar a exposição no varejo reduzindo o contato humano com os produtos em toda a cadeia.

As embalagens conservadoras em EPS (poliestireno expandido, também conhecido pela nome de marca Isopor) permitem alto isolamento térmico, absorção de impactos, facilidade no empilhamento, transporte e exposição dos produtos. Todas essas propriedades representam também dias a mais com FLVs saudáveis e frescos nas gôndolas, com vantagens para o varejista e consumidores.

Os produtos embalados também ganham importância uma vez que a rastreabilidade dos produtos é fundamental tanto para garantir a sua procedência e qualidade quanto no processo de entrega.

Redução do contato humano no manuseio de alimentos evitando riscos de contaminação

No artigo “Coronavírus: cuidados na produção, no processamento e no consumo de hortaliças” publicado em seu portal, a Embrapa salienta que “até o momento, não há relatos de que alimentos, incluindo produtos frescos, estejam associados à transmissão do SARS-CoV-2”. No entanto, alerta que as etapas a serem seguidas devem ser realizadas com rigor e responsabilidade, desde o recebimento e a seleção das hortaliças na agroindústria; no processamento, durante o embalamento de FLVs processados; até o transporte refrigerado do produto para os pontos de comercialização.

As embalagens em EPS não apenas preservam a qualidade dos FLVs e prolongam sua vida útil, mas também atuam como uma barreira física que impede o contato dos produtos com as mãos. Mantendo-os protegidos durante todo o processo, evitam o contato humano diretamente sobre os produtos frescos até serem adquiridos pelo consumidor. Com isso, consequentemente, o risco de contaminação de frutas, verduras e legumes durante a cadeia de suprimentos é efetivamente eliminado.

Ampliação da vida de prateleira (shelf-life) dos produtos frescos

Outra mudança no comportamento do consumidor em tempos de isolamento social é a redução da frequência de idas aos supermercados e a presença de um maior volume de compra de uma só vez.

Segundo a Termotécnica, fabricante de conservadoras de alimentos em EPS da marca DaColheita, as embalagens atrasam efetivamente os processos de amadurecimento e envelhecimento, inibem a decomposição microbiana e preservam a qualidade e o valor nutricional das frutas e legumes embalados, prolongando o tempo em que podem ser consumidos. São amplamente utilizadas também para armazenamento prolongado e remessas de longa distância de produtos frescos.

Isso é fundamental em um momento em que as cargas de exportação de FLVs, por exemplo, não estão sendo descarregadas no prazo e deixados parados em armazéns por longos períodos. Os exportadores e importadores de produtos frescos preocupam-se com o fato de que a qualidade se deteriorará consideravelmente quando a produção chegar ao cliente, impactando seu valor e aumentando o desperdício.

A Termotécnica afirma que as suas conservadoras em EPS DaColheita também demonstraram recursos para preservar o valor nutricional de produtos frescos após armazenamento prolongado, mantendo sua qualidade por mais tempo e evitando, ainda, o desperdício de alimentos. Segundo a TErmotécnica, as embalagens em EPS DaColheita podem estender o shelf-life de produtos frescos em 30% e ajudar a enfrentar estas questões logísticas.

Mais higiene em toda a cadeia

As soluções de embalagens em EPS mantêm a atmosfera ideal para prolongar a vida útil das FLVs e podem ajudar a aliviar muitas das preocupações dos consumidores na hora de comprar produtos frescos. O EPS é um material totalmente inerte, higroscópico (repele a umidade) e pode ser lavado, proporcionando um elevado nível de higiene.

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Transformadores de plástico produzem 150 mil protetores faciais para ajudar no combate à contaminação pela Covid-19

02/06/2020

Batizado de #EmpresasdoBem, grupo com mais de 30 empresas mobilizou diversos setores da transformação para confeccionar protetores faciais para os profissionais da saúde.

Sensibilizados com o cenário de pandemia e conscientes do quanto o plástico é essencial para a saúde, empresários da indústria de transformação desenvolveram uma rede de colaboração para atuar no fornecimento de itens de proteção. A ideia é produzir e disponibilizar, em alta escala, equipamentos de Proteção Individual, os EPIs, fundamentais para profissionais que estão na linha de frente no combate ao coronavírus. A parceria, denominada #EmpresasdoBem, é formada por cerca de 30 empresas de diversos setores como compostos, injeção, impressão, logística entre outros, todas empenhadas em dedicar suas expertises para fazer a diferença durante essa crise.

A mobilização surgiu quando Wagner Catrasta, gerente comercial da Termocolor, empresa de masterbatches, compostos e aditivos, foi procurado por um cliente interessado em comprar insumos para a produção de máscaras para uso próprio. Então, ele sentiu que poderia fazer algo maior e ajudar mais pessoas que necessitam deste equipamento. Inspirado pelo trabalho realizado com impressão 3D para a confecção de protetores de rosto, face shields, Wagner buscou alternativas que produzissem o mesmo tipo de equipamento, porém com mais rapidez. “Conversei com meus clientes e chegamos à conclusão de que a injeção era o método mais rápido para produzir as hastes. Ao comparar os dois métodos, percebemos que o primeiro produzia 20 hastes por dia, enquanto o segundo era capaz de confeccionar 400 peças por hora”, explica Wagner.

Animados com o aumento de produtividade, o grupo estabeleceu como meta, confeccionar 150 mil máscaras. “Este número representa praticamente 3 estádios lotados, com cada pessoa usando uma”, diz o executivo. O passo seguinte foi buscar no mercado quem já tivesse o molde das hastes para a injeção. Eles chegaram, por meio de outra parceira, a produtora de espelhos retrovisores Metagal, à Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais, a Abinfer, que tinha o molde das peças, mas não tinha quem injetasse. “Conversamos então com a Astra, indústria voltada para o setor da construção, pois sabíamos que eles tinham injetora. Eles aceitaram imediatamente e nosso projeto começou a ganhar forma” conta o gerente.

Mão na massa – Com o molde, a injetora e resinas (cedidas pela Termolocor e pela Activas, distribuidor de resinas termoplásticas, mais uma indústria a fazer parte do projeto), o desafio passou a ser o laminado transparente, o material da parte frontal da viseira. “Encontramos a Petroquímica Suape, a PQS, produtora de PET. Eles ficaram tão animados com a ideia que decidiram doar toda a matéria-prima restante para a produção de todas as máscaras”, diz Catrasta. Outro parceiro, a BWB, ofereceu a mão de obra para transformar o PET doado pela PQS em chapas e a gráfica Printi ficou responsável pelo corte no material no formato das viseiras.

Para a montagem, a Termocolor contou com uma ajuda muito especial. Cerca de 15 funcionários foram convidados para atuar, de formar voluntária, no processo. A empresa Astra também colaborou com a montagem e a Activas ficou responsável pela logística. O grupo também contou com a colaboração da empresa de embalagens Embaquim, que forneceu as sacolas plásticas para embalar as máscaras.

A expectativa é que as 150 mil máscaras sejam entregues, durante os meses de maio e junho, em todos os estados das regiões Sul e Nordeste e também nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santos, Goiás, Distrito Federal, Acre e Amazonas, incluindo duas aldeias indígenas. “Torcemos para que iniciativas como esta inspirem outras empresas a mostrar a importância do nosso setor em um momento tão delicado como este que estamos vivendo, encerra Wagner.

Foto: Portal Activas

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BASF inclui soluções para fabricação de equipamentos médicos em plataforma online

02/06/2020

  • Site facilita acesso a materiais para as indústrias de alimentos e de produtos hospitalares
  • Plataforma inclui matérias-primas e formulações para cuidados pessoais, higiene e limpeza, entre outros

Os fabricantes de equipamentos e insumos médicos, bem como os de alimentos e suplementos podem encontrar soluções na plataforma online, We Care, que reúne informações e facilita o acesso à diversas matérias-primas e formulações voltadas para o combate ao coronavírus. A nova plataforma é uma iniciativa da BASF para apoiar o combate ao coronavírus e ajudar a enfrentar a crise causada pela pandemia. Foi criada para atender o aumento da demanda por produtos de diversos segmentos, como de cuidados pessoais, higiene, limpeza doméstica e farmacêuticos.

Para a produção de equipamentos e insumos médicos, há soluções que abrangem desde fibras para tecidos elásticos até materiais para aparelhos. Como exemplo, o Ultrason S, Polisulfona (PSU), são próprios para aplicações em equipamentos que exigem altas temperaturas, como estojos para esterilização de artigos médicos e odontológicos ou para fabricação de componentes de respiradores e ventiladores usados no tratamento ao Covid-19. Há também o Neopentil Glicol, resina de poliéster saturada que tem sido usada para produção de painéis divisórios em hospitais e a PolyTHF, fibra sintética altamente elástica usada na fabricação de tecidos que incluem propriedades não alergênicas e de resistência microbiana.

Os produtos disponíveis nessa nova plataforma fazem parte do portfólio oferecido pelo e-commerce , que disponibiliza diversas soluções da BASF.

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Vendas caem entre os distribuidores associados à Adirplast

30/05/2020

Os efeitos econômicos da pandemia estão sendo sentidos pelos associados da Adirplast. As vendas de abril deste ano caíram 43% em relação a março. A entidade ressalta, entretanto, que a a comparação do quadrimestre encerrado em abril de 2020 com o mesmo período do ano anterior mostra uma redução bem menos drástica (2,5%).

A pandemia está afetando todos os setores da indústria brasileira. Os associados da Adirplast, distribuidores oficiais de resinas, plásticos de engenharia e filmes bi-orientados, também sentiram o impacto, principalmente no mês de abril. As vendas das resinas commodities (PEs, PP e PS) no mês passado foram de 20.069 toneladas, o que representa uma redução de 43,6% sobre março. “Esses números já nos dão uma perspectiva para os próximos meses, que serão difíceis para todo o setor”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

O volume de vendas de plásticos de engenharia em abril deste ano foi de 1.072 toneladas, apresentando uma redução de 58,4% em relação a março. Já os filmes bi-orientados somam 2.556 t, redução de 28,9%. Mas, apesar dos números baixos, o volume total dos associados Adirplast no 1º quadrimestre de 2020 foi de 155.158 toneladas, uma redução de 2,5% em relação ao 1º quadrimestre de 2019. “Isso nos mostra que se o Brasil conseguir sair da pandemia até o início do segundo semestre do ano o mercado ainda tem tempo de se recuperar”, ressaltou Gonçalves.

O presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, declarou que uma redução da produção nos próximos meses é evidente, assim como uma desaceleração no volume produzido em 2020: “Grande parte da cadeia terá que manter suas atividades, assim como os demais setores e, apesar de todos os impactos na economia e nas atividades produtivas, seguimos confiantes em enfrentar este cenário da melhor forma possível”.

Com foco na indústria médico-hospitalar, os associados da Adirplast têm trabalhando arduamente nos últimos dois meses para atender à demanda de produtos como, por exemplo, máscaras, seringas, cateteres, frascos de álcool gel, respiradores e outros tantos itens. Além dos produtos médicos, também existem pedidos para embalagens para alimentos, bebidas, produtos de limpeza, copos, pratos e talheres descartáveis etc. “O plástico está neste momento salvando vidas e auxiliando no combate à Covid-19. Tivemos aumento nas vendas em segmentos específicos, mas em outros a demanda caiu bastante”, explica Wilson Cataldi, diretor da Piramidal, associado Adirplast.

No segmento de bio-orientados, a cautela é a mesma. Segundo Marco Antonio Sabba, da Premium Reliance, distribuidora de BOPET, a empresa sentiu que seu produto está sendo mais solicitado por determinados segmentos, mas em outros as vendas também se reduziram a quase zero. “Mas sabemos da nossa importância na cadeia e de como nosso produto é fundamental para ajudar no combate do coronavírus”, disse.

Para o mercado de plásticos de engenharia, a requisição por informações técnicas cresceu. “Tivemos um aumento significativo em requisições, sendo necessária a importação aérea para recompor estoque e manter o suprimento tanto para clientes antigos como novos. Houve também uma busca crescente por maiores informações técnicas sobre os produtos de nosso portfólio. Nós trabalhamos com uma gama extensa de polímeros avançados que atendem aos mais rigorosos requisitos da área médica. Com isso, além do fornecimento regular de materiais como as polissulfonas, já conhecidas no mercado, também há uma movimentação no sentido de introduzir aos clientes os novos materiais que vem sendo desenvolvidos por nossos fornecedores”, explicou o executivo da Master Polymers, Joel Pereira de Araújo.

Diante deste cenário, as empresas têm se adiantado na preservação de seus negócios. Jane Campos, South America Country Manager da Radici, explicou que nesse primeiro momento a Radici optou por cortar quase todos os investimentos para preservar o caixa, reduzir gastos e renegociar contratos: “Estamos estudando com cautela a situação no médio prazo. Fechamos abril com 60% das vendas; maio deve ficar em 45% e estamos prevendo uma pequena retomada para junho – cerca de 70%. Apesar da situação, acredito que vamos passar pela pandemia bem. Mesmo assim, sabemos que o mercado não voltará a 100% tão breve e estamos trabalhando com cenário de recessão para 2021”, explicou.

A executiva contou ainda que nesse momento as ações da Radici se voltaram para combater a Covid-19. “Adaptamos nossa fábrica e produzimos milhares de máscaras para doação. No Brasil doamos 6.500 Kg de poliamida para o Projeto Gama na fabricação de máscaras de proteção para médicos e trabalhadores da saúde pública. Também doamos um pequeno volume, 500 kg, para válvulas dos respiradores produzidos pela Politécnica da USP”, explica.

Para o presidente da Adirplast este é um momento único na história econômica mundial. “Precisamos estar unidos com todo segmento plástico e prontos para enfrentar a crise que será forte, mas passageira”, finalizou Gonçalves.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. Contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Arburg e parceiros desenvolvem máscara multifuncional para proteção contra Covid-19 a partir de LSR e PP

15/05/2020

• Multifuncional: máscara protetora facial para funcionários, médicos e equipes de enfermagem
• Sofisticado produto de LSR desenvolvido e produzido internamente na Arburg
• Cooperação: inúmeros parceiros participam com tecnologia de moldes, material e automação

Em meados de Abril, a começou a produzir óculos para proteção dos olhos contra Covid-19 nas máquinas injetoras de sua sede em Lossburg (Alemanha). Agora, a fabricante alemã de sistemas de injeção de plásticos lançou um projeto adicional para combater a disseminação do coronavírus: desde 11 de maio, estão sendo fabricadas máscaras faciais protetoras, moldadas por injeção a partir de LSR (borracha de silicone líquido) e PP (polipropileno). Espera-se que cerca de 3.500 dessas máscaras multifuncionais de alta tecnologia sejam produzidas diariamente sob condições de produção em série. O produto será inicialmente usado para proteger os funcionários da própria empresa em todo o mundo e, em seguida, será distribuído o mais rápido possível, através do distrito de Freudenstadt, a hospitais e centros de assistência.

“Estamos envolvidos em várias iniciativas de ajuda e também impulsionando projetos internos da empresa, tais como essa máscara facial. A demanda é enorme. Estamos recebendo solicitações específicas de hospitais e asilos de toda a região”, diz Gerhard Böhm, diretor de vendas da Arburg, em relação à situação atual. “Nós mesmos desenvolvemos as máscaras, que são sustentáveis ​​e de alta qualidade, a partir de LSR flexível e PP, e fabricamos os primeiros protótipos através de impressão 3D com os nossos Freeformers. A simulação dos componentes de LSR e moldes foi realizada usando o software Sigmasoft da Sigma Engineering. Em um tempo recorde de apenas cinco semanas, nossos parceiros Polar-Form e Foboha construíram os correspondente moldes de injeção para os componentes de LSR e PP. Isso significa que agora podemos iniciar a produção em série na sede da Arburg, em Lossburg”. As empresas Ewikon (moldes fria) e Männer (câmara quente) também estiveram envolvidas na implementação da tecnologia de moldes. Outros parceiros foram Barth Mechanik (pinças) e Packmat (tecnologia de embalagens). A matéria-prima para dezenas de milhares de máscaras foi patrocinada pelo grupos químicos Wacker e Borealis.

Máscara facial multifuncional

Segundo a Arburg, as máscaras flexíveis fazem muito mais do que agir como um simples protetor facial de tecido: o produto multifuncional consiste em uma máscara macia de LSR que é colocada sobre o nariz e a boca e um escudo firme de PP com os suportes para prender as faixas elásticas que serão esticadas ao redor da cabeça. No meio da peça, há uma conexão padronizada com um orifício (DIN EN ISO 5356-1: 2004).

A abertura é selada com um bloqueador de fluxo para proteger contra infecções na vida cotidiana, p.ex, em reuniões profissionais ou em compras no supermercado. Ela desvia o ar da respiração para baixo e, assim, reduz significativamente o risco de infecção, afirma a Arburg.

No próximo estágio do projeto, um elemento filtrante pode ser montado na abertura. A Arburg pretende muito em breve fabricar esse componente, em cooperação com outros parceiros. As empresas envolvidas neste projeto são Weber (molde), Günther (tecnologia de câmara quente), Küfner (filtro), Herrmann Ultraschall (tecnologia de soldagem) e Packmat (tecnologia de embalagem).

Ao usar os filtros FFP2 ou FFP3 correspondentes, médicos e enfermeiros, por exemplo, poderão se proteger de maneira confiável contra vírus ou bactérias quando entrarem em contato direto com pessoas doentes.

As máscaras são projetadas para uso múltiplo e podem ser facilmente esterilizadas. “Também era importante para nós tirar proveito do desempenho dos materiais plásticos e criar um produto que fosse adequado para uso contínuo por um longo período. Dessa forma, os recursos podem ser conservados”, enfatiza o Dr. Thomas Walther, chefe do aplicativo Departamento de Tecnologia de Arburg.

Segundo a Arburg, a o material de borracha de silicone líquido sem têmpera usado na fabricação é o Elastosil LR 5040 (livre de têmpera), sendo adequado para aplicações em contato com alimentos, de acordo com o FDA CFR 21 §177.2600 e BfR XV. “Silicones”. O material foi testado quanto à biocompatibilidade. Além disso, o LSR possui boas propriedades de vedação, alta resistência ao rasgo e pode ser facilmente esterilizado.

Pelo menos 15.000 máscaras por semana

“Esperamos produzir a cada semana pelo menos 15 mil máscaras, em operação de dois turnos. Se fôssemos trabalhar 24 horas por dia, seria possível até dobrar esse número”, explica Manuel Frick, especialista em LSR na Arburg que projetou o produto. Duas máquinas injetoras elétricas estão sendo usadas para esse fim. Uma Allrounder 570 A, com uma força de fechamento de 2.000 kN, produz as máscaras de LSR no Centro de Treinamento da Arburg, usando um molde de 4 cavidades da Polar-Form, enquanto uma Allrounder 470 E Golden Electric com uma força de fechamento de 1.000 kN e um molde de 2 cavidades da Foboha produz simultaneamente os correspondentes escudos de PP na Central do Cliente Arburg.

A maior máquina injetora opera com um sistema de dosagem de LSR da Elmet e um robô de seis eixos da Kuka, que, em um sofisticado processo de desmoldagem, remove as máscaras flexíveis do molde e as coloca em uma correia transportadora.

Na segunda máquina, os escudos de PP são manipuladas mais facilmente por um sistema robótico linear Multilift Select. Finalmente, o escudo de PP e os elásticos são montados manualmente no componente de silicone líquido e a máscara já totalmente montada é então embalada. Ao usar um LSR livre de têmpera, essa etapa pode ser desenvolvida sem interrupções de produção causadas pela têmpera do componente, que é demorada e intensiva em energia.

Os primeiros contingentes de máscaras faciais estão sendo distribuídos aos funcionários da própria empresa em todo o mundo e a parceiros que se envolveram significativamente. No próximo passo, o distrito de Freudenstadt assumirá a coordenação e distribuição adicional para hospitais, centros de assistência e organizações de defesa civil.

 

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Borealis converte planta piloto na Áustria para produção de tecido de PP meltblown usado como camada filtrante em máscaras protetoras contra Covid-19

15/05/2020

  • Borealis dá apoio a iniciativas para fabricação de máscaras faciais na Áustria
  • Transformação de linha piloto de desenvolvimento de meltblown em tempo recorde para aumentar o fornecimento de tecidos de filtragem em polipropileno (PP) para máscaras faciais de alta qualidade
  • Resina para meltblown de PP patenteada recentemente permite a produção de fibras superfinas com propriedades superiores de barreira e filtragem

A Borealis anunciou ter iniciado a produção de tecidos meltblown de polipropileno em uma linha piloto nas suas instalações em Linz, na Áustria. Os tecidos meltblown de polipropileno são empregados na fabricação de máscaras protetoras faciais. A Borealis conseguiu rapidamente converter o modo de operação da linha piloto, que antes era voltada somente para Desenvolvimento. Agora, a linha está operando para produção em menor escala na fabricação regular de rolos de tecidos de fibra fina para máscaras faciais. A Borealis afirma que desenvolveu recentemente uma nova resina proprietária de polipropileno (PP) para aplicações de meltblown, a qual aumentou as propriedades de filtragem do tecido devido à sua capacidade de gerar fibras mais finas. Ao explorar uma rede robusta de parceiros de cooperação no país, a Borealis está ajudando a reforçar o fornecimento de meios de filtragem para aumentar a produção de máscaras.

Respondendo à crise do Covid-19

Uma ampla variedade de tecidos meltblown com base em PP pode não ser visível para nós, mas pertencem ao nosso cotidiano. Essas soluções avançadas de PP para tecidos meltblown são usadas não apenas em eletrodomésticos (por exemplo, aspiradores de pó), mas também em dispositivos de refrigeração do ar e aquecimento. Sua importância crucial para as indústrias de higiene e saúde – em particular para máscaras faciais e roupas de proteção – tornou-se dolorosamente aparente, em virtude da pandemia global de coronavírus ter levado a uma escassez global dramática de equipamentos de proteção individual (EPI’s), essenciais para profissionais de saúde e outros.

A Borealis possui um histórico de 35 anos em inovações e fornecimento de PP para aplicações de meltblown e a linha piloto exclusiva em Linz desempenhou um papel importante nesses desenvolvimentos. A linha piloto agora está sendo remanejada para ajudar a atender à necessidade de máscaras faciais. Ao se associar a parceiros da cadeia de valor, organizações governamentais locais e regionais e organizações não-governamentais (ONGs), a Borealis afirma demonstrar sua atenção à saúde e a segurança das comunidades nas quais atua. No momento, diz a empresa, isso está sendo feito com o fornecimento de tecidos de filtragem para máscaras faciais, a fim de responder rapidamente a uma necessidade urgente na região. As instalações da linha piloto convertidas para linha de produção em pequena escala estão localizadas no Pavilhão da Aplicações da sede da Borealis Innovation, em Linz.

O grade HL912FB recém-desenvolvido está sendo usado para produzir tecido meltblown,  o qual poderá ser aplicado em camadas internas de máscaras faciais personalizadas à base de algodão, em máscaras faciais convencionais e também em máscaras mais eficientes usadas por profissionais médicos (FFP1 a FFP3)

Resinas de PP para aplicações meltblown aprimoram filtragem

Uma máscara típica é feita de camadas externas com material spunbond e uma camada intermediária com tecido meltblown (estrutura SMS). As camadas spunbond fornecem as propriedades estruturais, enquanto que a camada meltblown fornece as propriedades de barreira. Para as máscaras mais sofisticadas dos tipos FFP1 a FFP3, estruturas meltblown mais avançadas com fibras extremamente finas são essenciais. A Borealis fornece tanto os materiais de PP para aplicações meltblown como uma variedade de grades de PP spunbond.

A Borealis já fornece outros grades de resinas meltblown para aplicações em filtração (HL708FB and HL712FB). Segundo a empresa, a sua nova resina HL912FB recentemente introduzida no mercado pode ser processada em temperaturas de operação mais altas, permitindo a produção de fibras ainda mais finas. A Borealis afirma que testes internos da nova resina HL912FB mostraram uma melhoria significativa na eficiência da filtragem. Todos os três grades são fabricados nas instalações da Borealis na Europa e disponibilizadas para clientes em todo o mundo.

“A pandemia de Covid-19 levou a um aumento repentino na necessidade de EPI’s, ao mesmo tempo em que as cadeias de suprimentos estavam sendo paralisadas em todo o mundo. Gostaríamos de garantir aos nossos parceiros que continuamos a ser um fornecedor confiável de polímeros avançados para a fabricação de máscaras faciais de alta qualidade e outros EPIs ”, diz Lucrèce Foufopoulos, vice-presidente executiva da Borealis Polyolefins, Innovation and Circular Economy Solutions. “Fiel ao objetivo de nossa empresa (“A vida exige progresso – nós estamos reinventando para uma vida mais sustentável”), estamos oferecendo soluções inovadoras como o grade Borealis HL912FB e remanejando nossa linha piloto para convertê-la em linha de produção em pequena escala de tecidos meltblown. Nós estamos fazendo uso da nossa estreita colaboração com governos, ONGs e parceiros da cadeia de valor para colocar nossas capacidades de inovação e fabricação a serviço da sociedade”, complementou Foufopoulos.

A Borealis é fornecedora líder de soluções inovadoras nos campos de poliolefinas, produtos químicos básicos e fertilizantes. Com sede em Viena, Áustria, a empresa possui atualmente mais de 6.900 funcionários e opera em mais de 120 países. A Borealis gerou 8,1 bilhões de euros em receita de vendas e um lucro líquido de 872 milhões de euros em 2019. A Mubadala, por meio de sua holding, detém 64% da empresa, com os 36% restantes pertencentes à austríaca OMV, uma empresa internacional integrada de óleo e gás.

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Abiplast revisa expectativas para 2020

14/05/2020

Segundo nota publicada pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico em seu site na Internet, no início de 2020 havia expectativa mais positiva em relação aos índices de crescimento da economia brasileira. De acordo com a entidade, a pandemia da Covid-19 mudou o cenário, a começar pelo PIB, o qual tinha previsão de elevação na faixa de 2 %, mas deve agora apresentar retração de -5 %.

A conjuntura está tendo forte impacto na indústria, que já sofre com os efeitos da pandemia – retração na demanda em diversos segmentos, fluxo de caixa, necessidade de mudanças no fluxo produtivo e no dia a dia da empresa e obstáculos no acesso ao capital, entre outros.

Com base na Sondagem Especial realizada pela associação e na retificação das expectativas do mercado, a Abiplast também revisou suas projeções para o ano. Estima-se que o setor de transformados plásticos, que já apresentou recuo (-1,6%) em 2019, com relação a 2018, tenha queda de -4,5% em 2020. Em relação aos empregos, a perspectiva é uma queda de -2%, com fechamento de mais de 6 mil postos de trabalho em 2020.

É uma crise de dimensão inédita e de prazo ainda indefinido, com fortes repercussões na economia, mas também nos hábitos de consumo e na sociedade como um todo. Porém, a entidade acredita que a indústria do plástico, de fundamental importância neste momento atípico, com fornecimento de produtos essenciais para os profissionais da saúde e para a população em geral, sairá mais fortalecida e reconhecida como um pilar primordial.

Fonte/foto: http://www.abiplast.org.br

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Makers colaboram no combate à Covid-19

14/05/2020

Criativos de todo país compartilham conhecimento para utilizar a impressão 3D em itens usando resinas plásticas no combate ao coronavírus

Criar, alterar, consertar ou fabricar diferentes tipos de objetos, por meio de um ambiente colaborativo de compartilhamento de informações entre grupos e pessoas. Essa é a filosofia da cultura maker, movimento que conquista cada vez mais adeptos em todo mundo e que aposta na criatividade aliada à tecnologia para criar soluções mais acessíveis.

Atentos ao cenário de pandemia que atinge o mundo, makers de todo Brasil se uniram para viabilizar, por meio da impressão 3D, o maior número possível de itens de proteção para quem está na linha de frente do combate à Covid-19.

Um exemplo dessa cooperação é o grupo Impressão e Prototipagem, que conta com mais de 400 integrantes de todo território brasileiro, os quais trocam conhecimento usando aplicativo de mensagens instantâneas. Charles Esteves Lima, professor e proprietário do fab lab Adoro Robótica, um dos participantes do grupo, conta que o principal objetivo é discutir sobre melhores práticas para agilizar o processo de produção dos equipamentos de proteção. “Trocamos informações técnicas sobre os elementos, a base das resinas plásticas que vamos utilizar e qual o melhor formato para a impressão. Além disso, também compartilhamos quem precisa utilizar os equipamentos 3D, quais estão disponíveis em determinadas áreas e quais os hospitais e centros de saúde que estão mais necessitados”. Segundo o professor, essa rede conecta polos em cada estado, a fim de que as máscaras e outros itens cheguem a quem precisa.

Charles revela que, por dia, são trocadas 400 a 500 mensagens, contendo desde solicitações de empréstimo de impressoras até dicas de configuração. “As faces shields (protetores faciais), por exemplo, são impressas utilizando-se bobina de acetato. Porém, em alguns lugares, não é possível encontrar o material em bobina. Neste caso, também aceitamos doações de acetato em A4, mas precisamos orientar os makers sobre como moldar os parâmetros para este formato”, explica o professor.

Além das máscaras de proteção, este grupo trabalha em projetos de impressão das válvulas que compõem os respiradores artificiais. “Tudo o que for possível imprimir em PETG ou PLA, que são os materiais liberados pela Anvisa, nós produziremos”.

O PETG – Politereftalato de etileno modificado com glicol e o PLA – Poli (ácido láctico) são resinas plásticas atóxicas e resistentes. O PETG é transparente, o que permite a visibilidade por parte do usuário da máscara. Já o PLA é um material plástico de origem biológica, amplamente usado como filamento para impressão 3D

Charles também faz parte de um grupo liderado pelo Instituto Militar de Engenharia do Rio de Janeiro, o IME, que reúne alunos e ex-alunos da instituição, além de outros colaboradores. A iniciativa viabilizou a produção e doação de 1.200 protetores faciais, entregues para os hospitais Miguel Couto, Salgado Filho, Souza Aguiar, Hospital do Exército, para a Polícia Militar do Rio de Janeiro e pequenos postos de saúde de todo o estado.

Na função de professor, Esteves disse que desenvolve, junto aos alunos, projetos que trabalham a modelagem 3D em robótica. “Busco estimular os estudantes a trazerem novas soluções que possam nos ajudar a diminuir custos. Um exemplo disso são os respiradores artificiais. Estamos dedicados a um trabalho conjunto para, inicialmente, desenvolver um equipamento e, depois, conseguir deixá-lo mais acessível. Trabalhos iguais a esse só são possíveis graças ao espírito colaborativo dos makers”, afirma Esteves. Para fazer parte do grupo basta entrar em contato pelo e-mail charles@adororobotica.com.

Makers contra o vírus – Assim como Charles, outros makers também estão se mobilizando para produzir protetores faciais para profissionais de saúde. É o caso do Makers Contra Covid-19, um grupo autônomo que se organizou para dar apoio ao combate ao novo coronavírus. Segundo o site dos idealizadores do projeto, o foco é utilizar a tecnologia para suprir o déficit de EPIs de quem trabalha na área da saúde.

Além de enviar protótipos para impressão, protocolos de limpeza e demais orientações para garantir a produção de forma segura, o Makers Contra Covid-19 também atua com voluntários em outras frentes, tais como montagem, logística e distribuição das máscaras, captação de recursos e doações, além de divulgação da iniciativa nas redes sociais. Mais informações no site https://makerscontracovid.net.br/.

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Embalagens térmicas doadas pela Termotécnica farão transporte de amostras para testagem do Covid-19 em Joinville (SC)

13/05/2020

A empresa integra colaboração da iniciativa privada junto ao governo municipal para o combate à pandemia

A Termotécnica integra-se à atuação da Tupy e de outras empresas e entidades privadas que estão colaborando com a Secretaria da Saúde do Município de Joinville (SC) com recursos para o combate ao Covid-19. Transformadora de EPS (poliestireno expandido, mais conhecido como isopor®), a empresa está disponibilizando caixas térmicas fabricadas com este material para transporte de amostras de sangue coletadas nas dependências do Centro de Triagem, em espaço montado no ginásio da Associação Atlética Tupy, para envio à Florianópolis para testagem do vírus. “É importante fazer parte desse esforço conjunto para que Joinville, sede da nossa companhia, supere essa pandemia com as vidas preservadas”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Os produtos doados são contêineres de 14 litros com parede dupla, que acomodam os materiais clínicos com os acumuladores de frio (gelo em gel) para garantia de estabilidade térmica. O EPS, do qual são produzidas as caixas, é um material inerte e resistente à umidade, proporcionando o nível de higiene necessário e garantindo prazos de validade aos produtos fármacos e amostras acondicionados. Estão sendo usadas em substituição aos coolers em plástico rígido, permitindo zerar este custo, além de eliminar despesas também com fretes de retorno, já que o EPS é one-way e pode ser 100% reciclado no local de destino.

A Termotécnica já é fornecedora de campanhas de vacinação nacional, como a do H1N1, suprindo caixas térmicas que abrangem rotas de até 120 horas.

Aprovadas pelo médico infectologista Dr. Luiz Henrique Mello (foto), que assessora a Tupy na instalação e operação do Centro de Triagem, a demanda de quantidade de caixas térmicas é feita pela Secretaria Municipal de Saúde. Albano Schmidt assegura: “Por suas propriedades, o EPS oferece estabilidade e segurança em toda a cadeia na área de saúde garantindo que os materiais de coletas para exames ou medicamentos e vacinas cheguem em segurança aos hospitais, laboratórios e postos de atendimento.”

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Dow desativa produção em plantas de polietileno nas Américas, incluindo em Bahia Blanca (Argentina)

08/05/2020

Jim Fitterling, CEO da Dow, disse, durante uma teleconferência em 30 de abril sobre o balanço do primeiro trimestre de 2020, que a empresa irá paralisar a operação de três unidades de polietileno e duas unidades de elastômeros nas Américas, equivalente a 10% de sua capacidade global. Segundo Fitterling, o objetivo é evitar excesso de oferta e acúmulo de estoques.

“Estamos adotando ações para desativar as unidades ou reduzir as taxas operacionais, de acordo com as tendências da demanda nos EUA, Europa e América Latina”, afirmou.

A Dow planeja paralisar as plantas por pelo menos um mês. A capacidade total das plantas é de cerca de 907.000 toneladas / ano.

As unidades que serão paralisadas um planta de PE em Freeport, Texas (EUA), e duas unidades de PE em fase gasosa – uma em Seadrift, no Texas (EUA), e a outra em Bahia Blanca, na Argentina (foto). Duas unidades de elastômeros Na Louisiana também serão desativadas.

As vendas do primeiro trimestre de 2020 na unidade de embalagens e plásticos especiais da Dow – incluindo PE – caíram 10% para US $ 4,6 bilhões. O volume de vendas foi estável – o crescimento nas vendas de materiais para embalagens de produtos essenciais foi compensado pelas menores vendas de eteno.

No geral, a Dow cortará despesas em US $ 350 milhões e reduzirá sua meta de investimentos para 2020 de US $ 2 bilhões para US $ 1,25 bilhão.

Fitterling enfatizou que a Dow está em uma situação financeira muito boa: “As ações que estamos anunciando hoje se baseiam em nosso foco para fornecer agilidade adicional, impulsionar a geração de caixa e ajustar nossos gastos às realidades atuais”.

Fitterling disse que a Dow tomou essas medidas para equilibrar as reduções na demanda que a empresa viu surgir com a pandemia do COVID-19. “Veremos algum impacto no segundo trimestre nos volumes de venda direcionados para o setor industrial e é por isso que restringimos parte da oferta de materiais”, ele disse. “Isso ocorrerá principalmente como reflexo do desempenho de aplicações industriais, aplicações automotivas e remessas industriais”, acrescentou.

No entanto, Fitterling disse ter esperanças de uma “virada na economia no setor industrial” entre maio e junho, quando as fábricas de automóveis reabrirem nos EUA e Europa. Ele também manifestou otimismo na recuperação geral da crise do coronavírus.

“Estamos começando a receber sinais de alguns estados americanos para uma reabertura em maio e também de algumas partes da Europa como Alemanha, Áustria e Suíça. Acho que, à medida que a confiança aumenta e a testagem avança, as pessoas poderão ter mais segurança para retornar às fábricas e os consumidores também para voltar ao mercado ”, disse Fitterling.

“E, nesse ponto, será fácil reativar essas unidades de PE e atender a essa demanda”, acrescentou.

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BASF inicia produção de espessante para álcool em gel em Guaratinguetá

08/05/2020

  • A solução, que confere viscosidade ao álcool em gel era produzida e importada da Alemanha e agora passa a contar também com a produção local
  • A companhia tem apoiado ações de empresas parceiras para doação a instituições de saúde e comunidades

A BASF já está produzindo, no Complexo Químico de Guaratinguetá, o Luviset 360, matéria-prima que atua como espessante na fabricação de álcool em gel e até então era produzida e importada da Alemanha. Isso decorre de um aumento expressivo no consumo do produto para assepsia, que tem sido um importante aliado no combate ao novo coronavírus. O espessante produzido pela companhia é uma dispersão aquosa de copolímero acrílico que confere viscosidade à formulação.

“O aumento repentino de demanda por álcool em gel, por conta da emergência sanitária, causou escassez de espessantes no mercado. Por isso, buscamos em nosso portfólio a melhor alternativa que entregasse viscosidade a formulações de álcool em gel e que pudesse ter disponibilidade imediata”, explica Tatiana Kalman, vice-presidente de Care Chemicals da BASF para a América do Sul. “Acreditamos que a indústria química tem um papel essencial nesse momento de crise, pois temos produtos, soluções, tecnologias e serviços que atendem indústrias de extrema relevância no combate ao Covid-19, incluindo o setor de produtos de cuidados pessoais, higiene e limpeza”, considera.

O Luviset já fazia parte do portfólio para cuidados pessoais, usado para diferentes finalidades cosméticas, e atende aos requisitos previstos nas Listas de Substâncias estabelecidas pela ANVISA para a Regularização de Produtos Cosméticos, assim como a avaliação toxicológica garantindo o perfil de segurança do produto. Para apoiar os fabricantes, junto a alternativa da matéria-prima, a equipe técnica da BASF desenvolveu uma proposta de formulação para o produto acabado.

Recentemente a empresa também lançou a plataforma We Care (https://we-care.basf.com.br/wecare-home), para compartilhar informações sobre formulações e produtos que auxiliam no combate ao coronavírus, direcionado a diferentes indústrias.

Engajamento social

O momento de crise que o mundo inteiro compartilha vem gerando exemplos de solidariedade e cooperação entre as pessoas e empresas. As ações preventivas de higiene estão entre as principais frentes para impedir a disseminação do vírus. A BASF aderiu às ações humanitárias de clientes e parceiros, doando insumos para produção de álcool em gel, além de produtos de higiene e limpeza para hospitais, serviços de saúde e comunidades. “O último mês demonstra que somente juntos podemos vencer a crise”, considera Tatiana.

Com a doação do espessante para a produção de álcool gel a empresas parceiras, já foram produzidas toneladas do antisséptico que estão sendo destinados por essas companhias a pessoas em vulnerabilidade social, governo e às redes públicas de saúde. “Ficamos satisfeitos em poder contribuir com nossos clientes em ações tão importantes. Mais do que nunca, é fundamental estar junto de nossos clientes e parceiros para conseguir atender as atuais demandas com agilidade e segurança”, explica Renata Oki, diretora de Personal Care da BASF para a América do Sul.

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