Archive for the ‘Covid-19’ Category

Vendas caem entre os distribuidores associados à Adirplast

30/05/2020

Os efeitos econômicos da pandemia estão sendo sentidos pelos associados da Adirplast. As vendas de abril deste ano caíram 43% em relação a março. A entidade ressalta, entretanto, que a a comparação do quadrimestre encerrado em abril de 2020 com o mesmo período do ano anterior mostra uma redução bem menos drástica (2,5%).

A pandemia está afetando todos os setores da indústria brasileira. Os associados da Adirplast, distribuidores oficiais de resinas, plásticos de engenharia e filmes bi-orientados, também sentiram o impacto, principalmente no mês de abril. As vendas das resinas commodities (PEs, PP e PS) no mês passado foram de 20.069 toneladas, o que representa uma redução de 43,6% sobre março. “Esses números já nos dão uma perspectiva para os próximos meses, que serão difíceis para todo o setor”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

O volume de vendas de plásticos de engenharia em abril deste ano foi de 1.072 toneladas, apresentando uma redução de 58,4% em relação a março. Já os filmes bi-orientados somam 2.556 t, redução de 28,9%. Mas, apesar dos números baixos, o volume total dos associados Adirplast no 1º quadrimestre de 2020 foi de 155.158 toneladas, uma redução de 2,5% em relação ao 1º quadrimestre de 2019. “Isso nos mostra que se o Brasil conseguir sair da pandemia até o início do segundo semestre do ano o mercado ainda tem tempo de se recuperar”, ressaltou Gonçalves.

O presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, declarou que uma redução da produção nos próximos meses é evidente, assim como uma desaceleração no volume produzido em 2020: “Grande parte da cadeia terá que manter suas atividades, assim como os demais setores e, apesar de todos os impactos na economia e nas atividades produtivas, seguimos confiantes em enfrentar este cenário da melhor forma possível”.

Com foco na indústria médico-hospitalar, os associados da Adirplast têm trabalhando arduamente nos últimos dois meses para atender à demanda de produtos como, por exemplo, máscaras, seringas, cateteres, frascos de álcool gel, respiradores e outros tantos itens. Além dos produtos médicos, também existem pedidos para embalagens para alimentos, bebidas, produtos de limpeza, copos, pratos e talheres descartáveis etc. “O plástico está neste momento salvando vidas e auxiliando no combate à Covid-19. Tivemos aumento nas vendas em segmentos específicos, mas em outros a demanda caiu bastante”, explica Wilson Cataldi, diretor da Piramidal, associado Adirplast.

No segmento de bio-orientados, a cautela é a mesma. Segundo Marco Antonio Sabba, da Premium Reliance, distribuidora de BOPET, a empresa sentiu que seu produto está sendo mais solicitado por determinados segmentos, mas em outros as vendas também se reduziram a quase zero. “Mas sabemos da nossa importância na cadeia e de como nosso produto é fundamental para ajudar no combate do coronavírus”, disse.

Para o mercado de plásticos de engenharia, a requisição por informações técnicas cresceu. “Tivemos um aumento significativo em requisições, sendo necessária a importação aérea para recompor estoque e manter o suprimento tanto para clientes antigos como novos. Houve também uma busca crescente por maiores informações técnicas sobre os produtos de nosso portfólio. Nós trabalhamos com uma gama extensa de polímeros avançados que atendem aos mais rigorosos requisitos da área médica. Com isso, além do fornecimento regular de materiais como as polissulfonas, já conhecidas no mercado, também há uma movimentação no sentido de introduzir aos clientes os novos materiais que vem sendo desenvolvidos por nossos fornecedores”, explicou o executivo da Master Polymers, Joel Pereira de Araújo.

Diante deste cenário, as empresas têm se adiantado na preservação de seus negócios. Jane Campos, South America Country Manager da Radici, explicou que nesse primeiro momento a Radici optou por cortar quase todos os investimentos para preservar o caixa, reduzir gastos e renegociar contratos: “Estamos estudando com cautela a situação no médio prazo. Fechamos abril com 60% das vendas; maio deve ficar em 45% e estamos prevendo uma pequena retomada para junho – cerca de 70%. Apesar da situação, acredito que vamos passar pela pandemia bem. Mesmo assim, sabemos que o mercado não voltará a 100% tão breve e estamos trabalhando com cenário de recessão para 2021”, explicou.

A executiva contou ainda que nesse momento as ações da Radici se voltaram para combater a Covid-19. “Adaptamos nossa fábrica e produzimos milhares de máscaras para doação. No Brasil doamos 6.500 Kg de poliamida para o Projeto Gama na fabricação de máscaras de proteção para médicos e trabalhadores da saúde pública. Também doamos um pequeno volume, 500 kg, para válvulas dos respiradores produzidos pela Politécnica da USP”, explica.

Para o presidente da Adirplast este é um momento único na história econômica mundial. “Precisamos estar unidos com todo segmento plástico e prontos para enfrentar a crise que será forte, mas passageira”, finalizou Gonçalves.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. Contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Arburg e parceiros desenvolvem máscara multifuncional para proteção contra Covid-19 a partir de LSR e PP

15/05/2020

• Multifuncional: máscara protetora facial para funcionários, médicos e equipes de enfermagem
• Sofisticado produto de LSR desenvolvido e produzido internamente na Arburg
• Cooperação: inúmeros parceiros participam com tecnologia de moldes, material e automação

Em meados de Abril, a começou a produzir óculos para proteção dos olhos contra Covid-19 nas máquinas injetoras de sua sede em Lossburg (Alemanha). Agora, a fabricante alemã de sistemas de injeção de plásticos lançou um projeto adicional para combater a disseminação do coronavírus: desde 11 de maio, estão sendo fabricadas máscaras faciais protetoras, moldadas por injeção a partir de LSR (borracha de silicone líquido) e PP (polipropileno). Espera-se que cerca de 3.500 dessas máscaras multifuncionais de alta tecnologia sejam produzidas diariamente sob condições de produção em série. O produto será inicialmente usado para proteger os funcionários da própria empresa em todo o mundo e, em seguida, será distribuído o mais rápido possível, através do distrito de Freudenstadt, a hospitais e centros de assistência.

“Estamos envolvidos em várias iniciativas de ajuda e também impulsionando projetos internos da empresa, tais como essa máscara facial. A demanda é enorme. Estamos recebendo solicitações específicas de hospitais e asilos de toda a região”, diz Gerhard Böhm, diretor de vendas da Arburg, em relação à situação atual. “Nós mesmos desenvolvemos as máscaras, que são sustentáveis ​​e de alta qualidade, a partir de LSR flexível e PP, e fabricamos os primeiros protótipos através de impressão 3D com os nossos Freeformers. A simulação dos componentes de LSR e moldes foi realizada usando o software Sigmasoft da Sigma Engineering. Em um tempo recorde de apenas cinco semanas, nossos parceiros Polar-Form e Foboha construíram os correspondente moldes de injeção para os componentes de LSR e PP. Isso significa que agora podemos iniciar a produção em série na sede da Arburg, em Lossburg”. As empresas Ewikon (moldes fria) e Männer (câmara quente) também estiveram envolvidas na implementação da tecnologia de moldes. Outros parceiros foram Barth Mechanik (pinças) e Packmat (tecnologia de embalagens). A matéria-prima para dezenas de milhares de máscaras foi patrocinada pelo grupos químicos Wacker e Borealis.

Máscara facial multifuncional

Segundo a Arburg, as máscaras flexíveis fazem muito mais do que agir como um simples protetor facial de tecido: o produto multifuncional consiste em uma máscara macia de LSR que é colocada sobre o nariz e a boca e um escudo firme de PP com os suportes para prender as faixas elásticas que serão esticadas ao redor da cabeça. No meio da peça, há uma conexão padronizada com um orifício (DIN EN ISO 5356-1: 2004).

A abertura é selada com um bloqueador de fluxo para proteger contra infecções na vida cotidiana, p.ex, em reuniões profissionais ou em compras no supermercado. Ela desvia o ar da respiração para baixo e, assim, reduz significativamente o risco de infecção, afirma a Arburg.

No próximo estágio do projeto, um elemento filtrante pode ser montado na abertura. A Arburg pretende muito em breve fabricar esse componente, em cooperação com outros parceiros. As empresas envolvidas neste projeto são Weber (molde), Günther (tecnologia de câmara quente), Küfner (filtro), Herrmann Ultraschall (tecnologia de soldagem) e Packmat (tecnologia de embalagem).

Ao usar os filtros FFP2 ou FFP3 correspondentes, médicos e enfermeiros, por exemplo, poderão se proteger de maneira confiável contra vírus ou bactérias quando entrarem em contato direto com pessoas doentes.

As máscaras são projetadas para uso múltiplo e podem ser facilmente esterilizadas. “Também era importante para nós tirar proveito do desempenho dos materiais plásticos e criar um produto que fosse adequado para uso contínuo por um longo período. Dessa forma, os recursos podem ser conservados”, enfatiza o Dr. Thomas Walther, chefe do aplicativo Departamento de Tecnologia de Arburg.

Segundo a Arburg, a o material de borracha de silicone líquido sem têmpera usado na fabricação é o Elastosil LR 5040 (livre de têmpera), sendo adequado para aplicações em contato com alimentos, de acordo com o FDA CFR 21 §177.2600 e BfR XV. “Silicones”. O material foi testado quanto à biocompatibilidade. Além disso, o LSR possui boas propriedades de vedação, alta resistência ao rasgo e pode ser facilmente esterilizado.

Pelo menos 15.000 máscaras por semana

“Esperamos produzir a cada semana pelo menos 15 mil máscaras, em operação de dois turnos. Se fôssemos trabalhar 24 horas por dia, seria possível até dobrar esse número”, explica Manuel Frick, especialista em LSR na Arburg que projetou o produto. Duas máquinas injetoras elétricas estão sendo usadas para esse fim. Uma Allrounder 570 A, com uma força de fechamento de 2.000 kN, produz as máscaras de LSR no Centro de Treinamento da Arburg, usando um molde de 4 cavidades da Polar-Form, enquanto uma Allrounder 470 E Golden Electric com uma força de fechamento de 1.000 kN e um molde de 2 cavidades da Foboha produz simultaneamente os correspondentes escudos de PP na Central do Cliente Arburg.

A maior máquina injetora opera com um sistema de dosagem de LSR da Elmet e um robô de seis eixos da Kuka, que, em um sofisticado processo de desmoldagem, remove as máscaras flexíveis do molde e as coloca em uma correia transportadora.

Na segunda máquina, os escudos de PP são manipuladas mais facilmente por um sistema robótico linear Multilift Select. Finalmente, o escudo de PP e os elásticos são montados manualmente no componente de silicone líquido e a máscara já totalmente montada é então embalada. Ao usar um LSR livre de têmpera, essa etapa pode ser desenvolvida sem interrupções de produção causadas pela têmpera do componente, que é demorada e intensiva em energia.

Os primeiros contingentes de máscaras faciais estão sendo distribuídos aos funcionários da própria empresa em todo o mundo e a parceiros que se envolveram significativamente. No próximo passo, o distrito de Freudenstadt assumirá a coordenação e distribuição adicional para hospitais, centros de assistência e organizações de defesa civil.

 

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Borealis converte planta piloto na Áustria para produção de tecido de PP meltblown usado como camada filtrante em máscaras protetoras contra Covid-19

15/05/2020

  • Borealis dá apoio a iniciativas para fabricação de máscaras faciais na Áustria
  • Transformação de linha piloto de desenvolvimento de meltblown em tempo recorde para aumentar o fornecimento de tecidos de filtragem em polipropileno (PP) para máscaras faciais de alta qualidade
  • Resina para meltblown de PP patenteada recentemente permite a produção de fibras superfinas com propriedades superiores de barreira e filtragem

A Borealis anunciou ter iniciado a produção de tecidos meltblown de polipropileno em uma linha piloto nas suas instalações em Linz, na Áustria. Os tecidos meltblown de polipropileno são empregados na fabricação de máscaras protetoras faciais. A Borealis conseguiu rapidamente converter o modo de operação da linha piloto, que antes era voltada somente para Desenvolvimento. Agora, a linha está operando para produção em menor escala na fabricação regular de rolos de tecidos de fibra fina para máscaras faciais. A Borealis afirma que desenvolveu recentemente uma nova resina proprietária de polipropileno (PP) para aplicações de meltblown, a qual aumentou as propriedades de filtragem do tecido devido à sua capacidade de gerar fibras mais finas. Ao explorar uma rede robusta de parceiros de cooperação no país, a Borealis está ajudando a reforçar o fornecimento de meios de filtragem para aumentar a produção de máscaras.

Respondendo à crise do Covid-19

Uma ampla variedade de tecidos meltblown com base em PP pode não ser visível para nós, mas pertencem ao nosso cotidiano. Essas soluções avançadas de PP para tecidos meltblown são usadas não apenas em eletrodomésticos (por exemplo, aspiradores de pó), mas também em dispositivos de refrigeração do ar e aquecimento. Sua importância crucial para as indústrias de higiene e saúde – em particular para máscaras faciais e roupas de proteção – tornou-se dolorosamente aparente, em virtude da pandemia global de coronavírus ter levado a uma escassez global dramática de equipamentos de proteção individual (EPI’s), essenciais para profissionais de saúde e outros.

A Borealis possui um histórico de 35 anos em inovações e fornecimento de PP para aplicações de meltblown e a linha piloto exclusiva em Linz desempenhou um papel importante nesses desenvolvimentos. A linha piloto agora está sendo remanejada para ajudar a atender à necessidade de máscaras faciais. Ao se associar a parceiros da cadeia de valor, organizações governamentais locais e regionais e organizações não-governamentais (ONGs), a Borealis afirma demonstrar sua atenção à saúde e a segurança das comunidades nas quais atua. No momento, diz a empresa, isso está sendo feito com o fornecimento de tecidos de filtragem para máscaras faciais, a fim de responder rapidamente a uma necessidade urgente na região. As instalações da linha piloto convertidas para linha de produção em pequena escala estão localizadas no Pavilhão da Aplicações da sede da Borealis Innovation, em Linz.

O grade HL912FB recém-desenvolvido está sendo usado para produzir tecido meltblown,  o qual poderá ser aplicado em camadas internas de máscaras faciais personalizadas à base de algodão, em máscaras faciais convencionais e também em máscaras mais eficientes usadas por profissionais médicos (FFP1 a FFP3)

Resinas de PP para aplicações meltblown aprimoram filtragem

Uma máscara típica é feita de camadas externas com material spunbond e uma camada intermediária com tecido meltblown (estrutura SMS). As camadas spunbond fornecem as propriedades estruturais, enquanto que a camada meltblown fornece as propriedades de barreira. Para as máscaras mais sofisticadas dos tipos FFP1 a FFP3, estruturas meltblown mais avançadas com fibras extremamente finas são essenciais. A Borealis fornece tanto os materiais de PP para aplicações meltblown como uma variedade de grades de PP spunbond.

A Borealis já fornece outros grades de resinas meltblown para aplicações em filtração (HL708FB and HL712FB). Segundo a empresa, a sua nova resina HL912FB recentemente introduzida no mercado pode ser processada em temperaturas de operação mais altas, permitindo a produção de fibras ainda mais finas. A Borealis afirma que testes internos da nova resina HL912FB mostraram uma melhoria significativa na eficiência da filtragem. Todos os três grades são fabricados nas instalações da Borealis na Europa e disponibilizadas para clientes em todo o mundo.

“A pandemia de Covid-19 levou a um aumento repentino na necessidade de EPI’s, ao mesmo tempo em que as cadeias de suprimentos estavam sendo paralisadas em todo o mundo. Gostaríamos de garantir aos nossos parceiros que continuamos a ser um fornecedor confiável de polímeros avançados para a fabricação de máscaras faciais de alta qualidade e outros EPIs ”, diz Lucrèce Foufopoulos, vice-presidente executiva da Borealis Polyolefins, Innovation and Circular Economy Solutions. “Fiel ao objetivo de nossa empresa (“A vida exige progresso – nós estamos reinventando para uma vida mais sustentável”), estamos oferecendo soluções inovadoras como o grade Borealis HL912FB e remanejando nossa linha piloto para convertê-la em linha de produção em pequena escala de tecidos meltblown. Nós estamos fazendo uso da nossa estreita colaboração com governos, ONGs e parceiros da cadeia de valor para colocar nossas capacidades de inovação e fabricação a serviço da sociedade”, complementou Foufopoulos.

A Borealis é fornecedora líder de soluções inovadoras nos campos de poliolefinas, produtos químicos básicos e fertilizantes. Com sede em Viena, Áustria, a empresa possui atualmente mais de 6.900 funcionários e opera em mais de 120 países. A Borealis gerou 8,1 bilhões de euros em receita de vendas e um lucro líquido de 872 milhões de euros em 2019. A Mubadala, por meio de sua holding, detém 64% da empresa, com os 36% restantes pertencentes à austríaca OMV, uma empresa internacional integrada de óleo e gás.

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Abiplast revisa expectativas para 2020

14/05/2020

Segundo nota publicada pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico em seu site na Internet, no início de 2020 havia expectativa mais positiva em relação aos índices de crescimento da economia brasileira. De acordo com a entidade, a pandemia da Covid-19 mudou o cenário, a começar pelo PIB, o qual tinha previsão de elevação na faixa de 2 %, mas deve agora apresentar retração de -5 %.

A conjuntura está tendo forte impacto na indústria, que já sofre com os efeitos da pandemia – retração na demanda em diversos segmentos, fluxo de caixa, necessidade de mudanças no fluxo produtivo e no dia a dia da empresa e obstáculos no acesso ao capital, entre outros.

Com base na Sondagem Especial realizada pela associação e na retificação das expectativas do mercado, a Abiplast também revisou suas projeções para o ano. Estima-se que o setor de transformados plásticos, que já apresentou recuo (-1,6%) em 2019, com relação a 2018, tenha queda de -4,5% em 2020. Em relação aos empregos, a perspectiva é uma queda de -2%, com fechamento de mais de 6 mil postos de trabalho em 2020.

É uma crise de dimensão inédita e de prazo ainda indefinido, com fortes repercussões na economia, mas também nos hábitos de consumo e na sociedade como um todo. Porém, a entidade acredita que a indústria do plástico, de fundamental importância neste momento atípico, com fornecimento de produtos essenciais para os profissionais da saúde e para a população em geral, sairá mais fortalecida e reconhecida como um pilar primordial.

Fonte/foto: http://www.abiplast.org.br

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Makers colaboram no combate à Covid-19

14/05/2020

Criativos de todo país compartilham conhecimento para utilizar a impressão 3D em itens usando resinas plásticas no combate ao coronavírus

Criar, alterar, consertar ou fabricar diferentes tipos de objetos, por meio de um ambiente colaborativo de compartilhamento de informações entre grupos e pessoas. Essa é a filosofia da cultura maker, movimento que conquista cada vez mais adeptos em todo mundo e que aposta na criatividade aliada à tecnologia para criar soluções mais acessíveis.

Atentos ao cenário de pandemia que atinge o mundo, makers de todo Brasil se uniram para viabilizar, por meio da impressão 3D, o maior número possível de itens de proteção para quem está na linha de frente do combate à Covid-19.

Um exemplo dessa cooperação é o grupo Impressão e Prototipagem, que conta com mais de 400 integrantes de todo território brasileiro, os quais trocam conhecimento usando aplicativo de mensagens instantâneas. Charles Esteves Lima, professor e proprietário do fab lab Adoro Robótica, um dos participantes do grupo, conta que o principal objetivo é discutir sobre melhores práticas para agilizar o processo de produção dos equipamentos de proteção. “Trocamos informações técnicas sobre os elementos, a base das resinas plásticas que vamos utilizar e qual o melhor formato para a impressão. Além disso, também compartilhamos quem precisa utilizar os equipamentos 3D, quais estão disponíveis em determinadas áreas e quais os hospitais e centros de saúde que estão mais necessitados”. Segundo o professor, essa rede conecta polos em cada estado, a fim de que as máscaras e outros itens cheguem a quem precisa.

Charles revela que, por dia, são trocadas 400 a 500 mensagens, contendo desde solicitações de empréstimo de impressoras até dicas de configuração. “As faces shields (protetores faciais), por exemplo, são impressas utilizando-se bobina de acetato. Porém, em alguns lugares, não é possível encontrar o material em bobina. Neste caso, também aceitamos doações de acetato em A4, mas precisamos orientar os makers sobre como moldar os parâmetros para este formato”, explica o professor.

Além das máscaras de proteção, este grupo trabalha em projetos de impressão das válvulas que compõem os respiradores artificiais. “Tudo o que for possível imprimir em PETG ou PLA, que são os materiais liberados pela Anvisa, nós produziremos”.

O PETG – Politereftalato de etileno modificado com glicol e o PLA – Poli (ácido láctico) são resinas plásticas atóxicas e resistentes. O PETG é transparente, o que permite a visibilidade por parte do usuário da máscara. Já o PLA é um material plástico de origem biológica, amplamente usado como filamento para impressão 3D

Charles também faz parte de um grupo liderado pelo Instituto Militar de Engenharia do Rio de Janeiro, o IME, que reúne alunos e ex-alunos da instituição, além de outros colaboradores. A iniciativa viabilizou a produção e doação de 1.200 protetores faciais, entregues para os hospitais Miguel Couto, Salgado Filho, Souza Aguiar, Hospital do Exército, para a Polícia Militar do Rio de Janeiro e pequenos postos de saúde de todo o estado.

Na função de professor, Esteves disse que desenvolve, junto aos alunos, projetos que trabalham a modelagem 3D em robótica. “Busco estimular os estudantes a trazerem novas soluções que possam nos ajudar a diminuir custos. Um exemplo disso são os respiradores artificiais. Estamos dedicados a um trabalho conjunto para, inicialmente, desenvolver um equipamento e, depois, conseguir deixá-lo mais acessível. Trabalhos iguais a esse só são possíveis graças ao espírito colaborativo dos makers”, afirma Esteves. Para fazer parte do grupo basta entrar em contato pelo e-mail charles@adororobotica.com.

Makers contra o vírus – Assim como Charles, outros makers também estão se mobilizando para produzir protetores faciais para profissionais de saúde. É o caso do Makers Contra Covid-19, um grupo autônomo que se organizou para dar apoio ao combate ao novo coronavírus. Segundo o site dos idealizadores do projeto, o foco é utilizar a tecnologia para suprir o déficit de EPIs de quem trabalha na área da saúde.

Além de enviar protótipos para impressão, protocolos de limpeza e demais orientações para garantir a produção de forma segura, o Makers Contra Covid-19 também atua com voluntários em outras frentes, tais como montagem, logística e distribuição das máscaras, captação de recursos e doações, além de divulgação da iniciativa nas redes sociais. Mais informações no site https://makerscontracovid.net.br/.

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Embalagens térmicas doadas pela Termotécnica farão transporte de amostras para testagem do Covid-19 em Joinville (SC)

13/05/2020

A empresa integra colaboração da iniciativa privada junto ao governo municipal para o combate à pandemia

A Termotécnica integra-se à atuação da Tupy e de outras empresas e entidades privadas que estão colaborando com a Secretaria da Saúde do Município de Joinville (SC) com recursos para o combate ao Covid-19. Transformadora de EPS (poliestireno expandido, mais conhecido como isopor®), a empresa está disponibilizando caixas térmicas fabricadas com este material para transporte de amostras de sangue coletadas nas dependências do Centro de Triagem, em espaço montado no ginásio da Associação Atlética Tupy, para envio à Florianópolis para testagem do vírus. “É importante fazer parte desse esforço conjunto para que Joinville, sede da nossa companhia, supere essa pandemia com as vidas preservadas”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Os produtos doados são contêineres de 14 litros com parede dupla, que acomodam os materiais clínicos com os acumuladores de frio (gelo em gel) para garantia de estabilidade térmica. O EPS, do qual são produzidas as caixas, é um material inerte e resistente à umidade, proporcionando o nível de higiene necessário e garantindo prazos de validade aos produtos fármacos e amostras acondicionados. Estão sendo usadas em substituição aos coolers em plástico rígido, permitindo zerar este custo, além de eliminar despesas também com fretes de retorno, já que o EPS é one-way e pode ser 100% reciclado no local de destino.

A Termotécnica já é fornecedora de campanhas de vacinação nacional, como a do H1N1, suprindo caixas térmicas que abrangem rotas de até 120 horas.

Aprovadas pelo médico infectologista Dr. Luiz Henrique Mello (foto), que assessora a Tupy na instalação e operação do Centro de Triagem, a demanda de quantidade de caixas térmicas é feita pela Secretaria Municipal de Saúde. Albano Schmidt assegura: “Por suas propriedades, o EPS oferece estabilidade e segurança em toda a cadeia na área de saúde garantindo que os materiais de coletas para exames ou medicamentos e vacinas cheguem em segurança aos hospitais, laboratórios e postos de atendimento.”

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Dow desativa produção em plantas de polietileno nas Américas, incluindo em Bahia Blanca (Argentina)

08/05/2020

Jim Fitterling, CEO da Dow, disse, durante uma teleconferência em 30 de abril sobre o balanço do primeiro trimestre de 2020, que a empresa irá paralisar a operação de três unidades de polietileno e duas unidades de elastômeros nas Américas, equivalente a 10% de sua capacidade global. Segundo Fitterling, o objetivo é evitar excesso de oferta e acúmulo de estoques.

“Estamos adotando ações para desativar as unidades ou reduzir as taxas operacionais, de acordo com as tendências da demanda nos EUA, Europa e América Latina”, afirmou.

A Dow planeja paralisar as plantas por pelo menos um mês. A capacidade total das plantas é de cerca de 907.000 toneladas / ano.

As unidades que serão paralisadas um planta de PE em Freeport, Texas (EUA), e duas unidades de PE em fase gasosa – uma em Seadrift, no Texas (EUA), e a outra em Bahia Blanca, na Argentina (foto). Duas unidades de elastômeros Na Louisiana também serão desativadas.

As vendas do primeiro trimestre de 2020 na unidade de embalagens e plásticos especiais da Dow – incluindo PE – caíram 10% para US $ 4,6 bilhões. O volume de vendas foi estável – o crescimento nas vendas de materiais para embalagens de produtos essenciais foi compensado pelas menores vendas de eteno.

No geral, a Dow cortará despesas em US $ 350 milhões e reduzirá sua meta de investimentos para 2020 de US $ 2 bilhões para US $ 1,25 bilhão.

Fitterling enfatizou que a Dow está em uma situação financeira muito boa: “As ações que estamos anunciando hoje se baseiam em nosso foco para fornecer agilidade adicional, impulsionar a geração de caixa e ajustar nossos gastos às realidades atuais”.

Fitterling disse que a Dow tomou essas medidas para equilibrar as reduções na demanda que a empresa viu surgir com a pandemia do COVID-19. “Veremos algum impacto no segundo trimestre nos volumes de venda direcionados para o setor industrial e é por isso que restringimos parte da oferta de materiais”, ele disse. “Isso ocorrerá principalmente como reflexo do desempenho de aplicações industriais, aplicações automotivas e remessas industriais”, acrescentou.

No entanto, Fitterling disse ter esperanças de uma “virada na economia no setor industrial” entre maio e junho, quando as fábricas de automóveis reabrirem nos EUA e Europa. Ele também manifestou otimismo na recuperação geral da crise do coronavírus.

“Estamos começando a receber sinais de alguns estados americanos para uma reabertura em maio e também de algumas partes da Europa como Alemanha, Áustria e Suíça. Acho que, à medida que a confiança aumenta e a testagem avança, as pessoas poderão ter mais segurança para retornar às fábricas e os consumidores também para voltar ao mercado ”, disse Fitterling.

“E, nesse ponto, será fácil reativar essas unidades de PE e atender a essa demanda”, acrescentou.

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BASF inicia produção de espessante para álcool em gel em Guaratinguetá

08/05/2020

  • A solução, que confere viscosidade ao álcool em gel era produzida e importada da Alemanha e agora passa a contar também com a produção local
  • A companhia tem apoiado ações de empresas parceiras para doação a instituições de saúde e comunidades

A BASF já está produzindo, no Complexo Químico de Guaratinguetá, o Luviset 360, matéria-prima que atua como espessante na fabricação de álcool em gel e até então era produzida e importada da Alemanha. Isso decorre de um aumento expressivo no consumo do produto para assepsia, que tem sido um importante aliado no combate ao novo coronavírus. O espessante produzido pela companhia é uma dispersão aquosa de copolímero acrílico que confere viscosidade à formulação.

“O aumento repentino de demanda por álcool em gel, por conta da emergência sanitária, causou escassez de espessantes no mercado. Por isso, buscamos em nosso portfólio a melhor alternativa que entregasse viscosidade a formulações de álcool em gel e que pudesse ter disponibilidade imediata”, explica Tatiana Kalman, vice-presidente de Care Chemicals da BASF para a América do Sul. “Acreditamos que a indústria química tem um papel essencial nesse momento de crise, pois temos produtos, soluções, tecnologias e serviços que atendem indústrias de extrema relevância no combate ao Covid-19, incluindo o setor de produtos de cuidados pessoais, higiene e limpeza”, considera.

O Luviset já fazia parte do portfólio para cuidados pessoais, usado para diferentes finalidades cosméticas, e atende aos requisitos previstos nas Listas de Substâncias estabelecidas pela ANVISA para a Regularização de Produtos Cosméticos, assim como a avaliação toxicológica garantindo o perfil de segurança do produto. Para apoiar os fabricantes, junto a alternativa da matéria-prima, a equipe técnica da BASF desenvolveu uma proposta de formulação para o produto acabado.

Recentemente a empresa também lançou a plataforma We Care (https://we-care.basf.com.br/wecare-home), para compartilhar informações sobre formulações e produtos que auxiliam no combate ao coronavírus, direcionado a diferentes indústrias.

Engajamento social

O momento de crise que o mundo inteiro compartilha vem gerando exemplos de solidariedade e cooperação entre as pessoas e empresas. As ações preventivas de higiene estão entre as principais frentes para impedir a disseminação do vírus. A BASF aderiu às ações humanitárias de clientes e parceiros, doando insumos para produção de álcool em gel, além de produtos de higiene e limpeza para hospitais, serviços de saúde e comunidades. “O último mês demonstra que somente juntos podemos vencer a crise”, considera Tatiana.

Com a doação do espessante para a produção de álcool gel a empresas parceiras, já foram produzidas toneladas do antisséptico que estão sendo destinados por essas companhias a pessoas em vulnerabilidade social, governo e às redes públicas de saúde. “Ficamos satisfeitos em poder contribuir com nossos clientes em ações tão importantes. Mais do que nunca, é fundamental estar junto de nossos clientes e parceiros para conseguir atender as atuais demandas com agilidade e segurança”, explica Renata Oki, diretora de Personal Care da BASF para a América do Sul.

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Empresas capixabas do setor de Plásticos destacam os reflexos da pandemia de Covid-10 na rotina industrial e na produção

07/05/2020

Entre queda e aumento de demandas, empresas ainda mantém equilíbrio  após a chegada do vírus ao País

Desde o início da pandemia provocada pela Covid-19, o setor de Transformados Plásticos do Espírito Santo buscou se adequar para manter a produção essencial e promover a segurança dos colaboradores, clientes e fornecedores, no atendimento, especialmente, de demandas por embalagens para alimentos e bebidas, descartáveis, produtos de higiene e limpeza, e agricultura no Estado.

Pouco mais de um mês após o primeiro caso da doença registrado no Brasil, os empresários e gestores do setor contam como a pandemia impactou o dia a dia das empresas e como estão gerenciando a produção neste período. A Embali Indústria Plásticas, empresa localizada no município de Cariacica, que fornece para os segmentos Alimentício, Farmacêutico, Cosméticos e Laboratorial, destaca que a produção teve uma queda pequena.

“Ainda não tivemos um impacto muito forte. Nossa baixa maior foi no início de março, estando agora mais estabilizada. Como nossos contratos são de longo prazo, optamos por não pegar demandas sazonais vindas em decorrência da pandemia, dando prioridades aos atendimentos que já temos. Investimos então na fidelização e no bom atendimento aos nossos clientes”, destacou o CEO da Embali, Frederico Yamashita.

A Afort, empresa localizada no polo industrial de Serra, utilizou como estratégia a negociação com os clientes, a fim de facilitar os pagamentos. Segundo a gestora financeira da empresa, Tânia Pereira Nunes, foram implementadas novas opções para os pagamentos, como a utilização do cartão de crédito e do aplicativo PicPay, além do pagamento via boleto que já existia. “Nossos clientes são especialmente os materiais de construção, por isso, optamos por oferecer mais flexibilidade de pagamento, prorrogar alguns prazos e isentar os juros por um certo período”, disse.

A estrutura financeira e a gestão interna da empresa também permitiram que a Afort pausasse algumas áreas temporariamente, para colaborar com o isolamento social, e trabalhasse com a venda de produtos em estoque. Outros setores, entretanto, mantiveram o funcionamento, respeitando as orientações dos órgãos de saúde e da indústria. “Colocamos muitos profissionais em home office e estamos tratando um plano de ação mês a mês, revisado de acordo com o momento da pandemia”, completa a gestora.

Na Fibral, localizada em Aracruz, 80% dos funcionários foram colocados de férias no início de abril e a parte que manteve as atividades está em home office. Essa foi a alternativa do proprietário Celito Lima para lidar com a queda no número de serviços durante a pandemia. A empresa atua no fornecimento de produtos e serviços em fibra de vidro, tendo como principais clientes as indústrias de papel e celulose e as indústrias químicas.

“Alguns clientes suspenderam os serviços, mantendo apenas o atendimento para casos de urgência. Já os serviços preventivos e corretivos foram prorrogados para o segundo semestre”, afirma Celito Lima. Ele diz que tem recorrido a recursos disponíveis em bancos e do Governo para manter as atividades sem um impacto maior. “Temos um planejamento e vamos tomando as medidas de acordo com os acontecimentos”, explica o empresário.

Otimismo consciente acompanha o setor

Ciente do momento de fragilidade econômica, mas sem perder a confiança no trabalho, o empresário Antonio Narciso, proprietário da empresa Galão Brasil, localizada em Viana, afirma que este é um momento de agir com prudência sem perder o otimismo. Fabricante de garrafão para água mineral e tampa para garrafão, ele viu sua produção cair em quase 30%, mas, por atuar em um mercado bastante sazonal, não responsabiliza a pandemia por essa queda.

O empresário ainda está concentrado na construção de uma estrutura própria para sua empresa em um investimento em torno de R$ 1 milhão. A partir da inauguração do espaço, previsto para o final de 2021, planeja também aumentar o mix de produtos. “Tratamos a pandemia com todo o cuidado em relação às medidas preventivas e protetivas, orientando e aconselhando nossa equipe em diversas reuniões e seguindo as diretrizes recomendadas. Chegamos a ter dois funcionários afastados com sintomas de gripe, mas sem confirmação do coronavírus. Eu sempre fui muito otimista. Acredito muito no mercado e muito no trabalho”, diz.

O presidente do Sindiplast-ES, Jackley Maifredo, afirma que estar atento também às circunstâncias durante a pandemia é essencial para as empresas se manterem competitivas. A Maifredo Embalagens, empresa de sua propriedade, aumentou a produção em cerca de 40% desde o início do coronavírus no País. “Tivemos este crescimento pela venda de embalagens de álcool em gel. Hoje, nossa produção está mais de 50% voltada para este produto e estamos instalando uma nova máquina com capacidade de dobrar as produções dessa linha”.

O empresário destaca que, na gestão do Sindiplast-ES, tem priorizado o diálogo e as orientações aos associados, para a adoção de medidas que protejam a saúde e também os empregos dos colaboradores. “Muitas empresas de Plásticos estão apoiando o Governo do Estado na produção de protetores faciais e exercendo a solidariedade a partir de doações de produtos para famílias carentes da Grande Vitória. No sindicato, nos colocamos a disposição para divulgar produtos e serviços dos associados em nossos canais de comunicação. Ao mesmo tempo, estamos levantando ações solidarias que podem ser praticadas por cada um deles”, finalizou.

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SABIC doa US$ 1,5 milhão para apoiar esforços em resposta à COVID-19 nas Américas

07/05/2020

A SABIC anunciou no final de abril que doará US$ 1,5 milhão em produtos e em espécie em vários países das Américas para ajudar as pessoas mais afetadas pela pandemia da Covid-19. Isso inclui fornecer produtos plásticos produzidos pela SABIC que serão usados para doação e na fabricação de equipamentos médicos vitais.

A SABIC, cuja sede das Américas está localizada em Houston, doará aproximadamente US$ 1 milhão para bancos de alimentos e agências comunitárias, como a United Way, nas comunidades em que operam para ajudar aqueles que estão enfrentando a pandemia. A SABIC também está doando aproximadamente US$ 500.000 em produtos, elaborados em suas instalações nos EUA, Canadá, México, Argentina e Brasil, para fabricação e envio de equipamentos de proteção individual para profissionais de saúde e equipamentos médicos essenciais, como ventiladores, dispositivos de monitoramento de pacientes, máquinas de terapia respiratória e equipamentos de diagnóstico.

Ao anunciar sua doação para as Américas, Greg Adams, vice-presidente da SABIC na região, disse: “a SABIC, como todo o mundo, encontra-se em um período sem precedentes. Como empresa, estamos honrados por nossos materiais estarem sendo usados em dispositivos que ajudam na fabricação de equipamentos médicos essenciais para tratar pacientes e, ao mesmo tempo, em oferecer materiais que são usados na proteção daqueles na linha de frente, incluindo profissionais de saúde, enquanto eles desempenham suas funções. Nossos colegas continuam envolvidos para fazer o que podem para ajudar nossas comunidades durante essa crise.”

Exemplos de doação de produtos incluem:

  • Fabricação de aproximadamente 70.000 protetores faciais feitos de película de Policarbonato Lexan que serão distribuídos para profissionais de saúde e socorristas em toda a região das Américas
  • Fabricação e doação pelo Centro de desenvolvimento e processamento de Polímeros (Polymer Processing Development Center, PPDC) da SABIC, em Pittsfield, Massachusetts, de protetores faciais de uso médico. O PPDC usou folhas e filmes de policarbonato Lexan produzidos pela SABIC para fabricar os protetores faciais
  • Colaboração entre a fábrica da SABIC de Cobourg (Canadá) e um hospital local, juntamente com uma organização sem fins lucrativos da região, para criar protetores faciais usando folhas de policarbonato – filme Lexan produzido pela SABIC
  • Colaboração entre a fábrica da SABIC em Campinas, Brasil, com uma universidade e outras entidades para criar ventiladores para hospitais locais usando o copolímero LNP PC HPH4504H produzido pela SABIC

Atualmente, a SABIC opera 60 fábricas de produção e composição em mais de 50 países em todo o mundo. Nos Estados Unidos, as instalações da SABIC estão localizadas em Bay St. Louis, Miss.; Burkville, Ala.; Mt. Vernon, Ind.; Pittsfield, Mass.; Selkirk, N.Y. e Wixom, Mich. Outros locais da SABIC incluem Cobourg, Canadá; Tampico, México; Tortuguitas, Argentina e Campinas, Brasil.

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Indústria brasileira de embalagens plásticas auxilia no combate à pandemia e tem desempenho positivo no primeiro trimestre do ano

29/04/2020

Apesar da produção de automóveis, eletro eletrônicos, artigos de construção e papel e celulose ter registrado queda nos primeiros três meses do ano, setores como os de alimentos, produtos de higiene (doméstica e pessoal) e embalagens tiveram um desempenho mais favorável. Segundo estudo realizado pela Maxiquim, com exclusividade para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), as embalagens plásticas flexíveis se destacaram dentro do setor mais amplo das embalagens, já que são utilizadas diretamente em itens da cesta básica e artigos de higiene e limpeza.

Alimentos como arroz, feijão, macarrão e molhos registraram alta de consumo puxada pelo aumento do número de refeições preparadas em casa. Itens de higiene pessoal, como sabonetes, também apresentaram um crescimento nas vendas no período analisado. “Isto justifica o desempenho das embalagens plásticas flexíveis no período, visto que estes são importantes mercados para o setor”, explica Rogério Mani, Presidente da ABIEF.

O estudo da Maxiquim aponta que a produção de embalagens plásticas flexíveis cresceu 1,6% no Brasil nos primeiros três meses de 2020, em comparação com o último trimestre de 2019, chegando a 487 mil toneladas. Já o consumo aparente de embalagens flexíveis registrou alta de 1,3% no período, atingindo 474 mil toneladas. A resina mais utilizada foi o PP (polipropileno), com um incremento de 3,7% no volume total produzido, seguida por PEAD (polietileno de alta densidade), com um aumento de 3,6% no volume. As exportações brasileiras de flexíveis também tiveram um desempenho positivo, com alta de 5%, gerando US$ 57 milhões de receitas.

“Estes números são importantes para expor o potencial do setor e, principalmente, demonstrar como o plástico – incluindo a embalagem plástica flexível – tem um papel fundamental no desenvolvimento social e econômico da sociedade moderna. Neste período de pandemia, o plástico deixou de ser o vilão e voltou a ser reconhecido como um material nobre e de valor imensurável no cotidiano das pessoas, com ênfase à proteção dos alimentos e garantia de acesso a medicamentos”, atesta Mani.

“Isso não significa que o grande desafio de nosso setor, a sustentabilidade, será deixada de lado. Com a maior consciência da sociedade sobre a importância do plástico, poderemos abrir discussões conjuntas e chegar a soluções inseridas no cenário da Economia Circular. Temos que pensar na sustentabilidade e na circularidade das embalagens desde o seu projeto. Assim, cada vez mais teremos embalagens com conteúdo reciclado, mono material e com processos simplificados. E estas mesmas embalagens continuarão garantindo segurança alimentar, proteção dos produtos, otimização logística e comunicação adequada com os consumidores. Mais do que nunca, o plástico provou que não é lixo, mas sim uma matéria-prima de grande valor”, finaliza o Presidente da ABIEF.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Clariant inicia produção mensal de 2 milhões de litros de desinfetante à base de álcool na Alemanha para apoiar instituições vitais durante o surto de Covid-19

28/04/2020

  • O estado da Baviera pretende fornecer um total de 10 milhões de litros nos próximos três meses a hospitais regionais e outras instituições vitais
  • A Clariant produzirá 2 milhões de litros de desinfetante mensalmente, representando quase dois terços do total mensal
  • Produção a ser realizada em cooperação com a CropEnergies, outros parceiros e o Estado da Baviera

A Clariant anunciou no início do mês a produção mensal de 2 milhões de litros de desinfetante em suas instalações em Gendorf, na Alemanha. Esse desinfetante é então repassado, diretamente ou via parceiros de reembalagem, para hospitais regionais e outras instituições vitais da Baviera, que atualmente enfrentam disponibilidade limitada deste produto crítico durante o surto de COVID-19.

Em suas instalações em Gendorf, a Clariant pode usar sua infraestrutura disponível para misturar os ingredientes necessários para a produção do desinfetante em larga escala. Isso permite que a empresa atenda a cerca de dois terços da demanda-alvo mensal do Estado da Baviera, que necessita da produção de um total de 10 milhões de litros de desinfetantes a serem produzidos nos próximos três meses. Os custos associados a este programa são financiados por um fundo de crise criado pelo Estado da Baviera. A Clariant ofereceu sua contribuição a preço de custo.

“Em momentos como este, é vital que todos, sejam indivíduos ou empresas, contribuam de todas as formas possíveis para reduzir a propagação do vírus. Nós da Clariant temos a capacidade de oferecer suporte àqueles que trabalham duro para proteger a todos nós. Portanto, nossos funcionários agiram de forma decisiva para garantir que isso fosse feito ”, afirmou Hans Bohnen, diretor de operações da Clariant.

Para realizar a produção de tais volumes grandes de desinfetante, a Clariant cooperou com várias outras empresas. O ingrediente principal, etanol de fontes renováveis, foi fornecido pela CropEnergies AG. Suas instalações em Zeitz, na Saxônia-Anhalt, uma dos maiores unidades de produção de etanol renovável da Europa, produz o etanol e o envia para a Clariant em Gendorf. Para esse processo, o apoio foi fornecido por vários parceiros de logística e infraestrutura. Após a inspeção e aprovação, o etanol é então misturado com outros ingredientes nas instalações de produção da Clariant para produzir o desinfetante, em conformidade com um padrão oficial da Organização Mundial da Saúde (OMS). Após a conclusão, o desinfetante é colocado em grandes containeres. Outras empresas parceiras fazem o retalhamento do desinfetante e o acondicionamento em embalagens menores de tamanhos adequados, variando de 1 a 1.000 litros, após o que o produto é distribuído para hospitais regionais e outras instituições vitais.

Graças a todas essas contribuições, foi possível dar suporte às autoridades da Baviera e estabelecer, em um curto prazo, uma cadeia de suprimentos de grandes proporções e estável para a produção de desinfetantes. O total de 10 milhões de litros representa aproximadamente 750 ml. desinfetante para todos os residentes da Baviera.

Stephan Trautschold, chefe de operações dos negócios de especialidades industriais e de consumo da Clariant, acrescentou: “Ser capaz de estabelecer a produção de quantidades tão grandes de desinfetante tão rapidamente é uma grande conquista. Juntos, podemos fazer a diferença, apoiando os necessitados. ”

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Empresas do setor do plástico do Espírito Santo produzem protetores faciais para profissionais de saúde durante pandemia

27/04/2020

O setor de Transformados Plásticos capixaba tem atuado para impedir o avanço do coronavírus. Empresas associadas ao Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Espírito Santo (Sindiplast-ES) estão envolvidas na confecção de protetores faciais que serão entregues pelo governo estadual a profissionais da saúde durante a pandemia.

A Fibrasa foi a responsável por doar oito toneladas de polipropileno (PP) para ajudar na fabricação dos itens de proteção. Na LBRX é feito o beneficiamento do material, através de extrusão. O processo é concluído na Plastin, que desenvolveu o suporte da lâmina de acetato, dando forma ao produto final. As três indústrias estão localizadas no município da Serra.

O sócio-proprietário da LBRX, Henrique Cavalcanti, ressalta que a empresa atua no mercado de telecomunicações e utiliza o seu conhecimento em reciclagem para reprocessar o polipropileno e deixá-lo pronto para ser usado novamente. “Começamos o trabalho na última sexta-feira (3 de março) e seguimos firmes para atender a demanda. Fazemos parte dos setores que não pararam as atividades durante a pandemia e entre os nossos profissionais fica a certeza de que eles estão sendo muito importantes nesse período de isolamento social. Fica o sentimento de fazer a sua parte e contribuir com a sociedade”, afirma o empresário.

Já o proprietário da Plastin, Neviton Gasparini, frisa que todos os esforços estão sendo empenhados para que os protetores faciais sejam produzidos em um curto espaço de tempo e assim chegarem aos profissionais da saúde. O governador Renato Casagrande, em visita à Plastin para acompanhar de perto a produção, agradeceu a contribuição de todos os envolvidos na ação de enfrentamento à Covid-19.

“Há um trabalho dos governos municipal, estadual e federal, mas há também uma forte atuação da sociedade, que colabora para que possamos atender melhor as pessoas que dependem dos hospitais. É uma ajuda importante para diminuir o sofrimento do outro”, destacou o governador.

Doações

Além da atuação dos setores produtivos, outra frente de trabalho para reduzir os impactos e o avanço do coronavírus tem sido a solidariedade. Há um movimento em todo o Estado para arrecadar alimentos e itens de higiene e limpeza para serem doados a famílias que precisam de ajuda nesse momento.

A Maifredo Embalagens e a Agrofit, por exemplo, que são duas empresas associadas ao Sindiplast-ES, atenderam recentemente ao chamado da Central Única das Favelas (Cufa) para beneficiar moradores carentes da Grande Vitória com materiais de higiene pessoal. A Agrofit doou 2.700 sacolas plásticas para abrigarem os kits, além de 100 sabonetes, enquanto a Maifredo Embalagens contribuiu com 1.000 garrafas pet, usadas para acondicionar o álcool em gel.

O presidente do Sindiplast-ES e diretor da Maifredo Embalagens, Jackley Maifredo, ressalta que o setor tem buscado somar esforços para dar sua contribuição nesse período delicado. “Nós nos colocamos a disposição dos nossos associados para divulgar seus produtos e serviços nos canais de comunicação do Sindiplast-ES. Ao mesmo tempo, estamos levantando ações solidárias que podem ser praticadas por cada um deles. Temos um compromisso de atender à sociedade, por isso, seguimos produzindo e, ao mesmo tempo, buscando fazer um trabalho social”, conclui.

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Unigel doa materiais e alimentos para auxiliar na mitigação da Covid-19

27/04/2020

A Unigel, uma das maiores indústrias químicas e petroquímicas do país, com presença nos estados da Bahia e de São Paulo, vem intensificando suas ações sociais para auxiliar a população a amenizar os impactos da pandemia de coronavírus – Covid-19, com a doação, até o momento, de 47 toneladas de materiais de seu portfólio, 13 toneladas de alimentos e 2 respiradores.

Essenciais para o setor médico e hospitalar, materiais que garantem descartabilidade e higiene são necessários em ambientes de risco durante situações de pandemia como a atual. Por isso, foram doadas 5 toneladas de poliestireno (PS) para, em conjunto com a indústria transformadora ligada à Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), fornecer 2 milhões de copos descartáveis para hospitais da rede pública. Adicionalmente, a Unigel doou 2 toneladas de Poliestireno para produção, em conjunto com a Copobras, de 200 mil embalagens alimentícias em isopor (EPS) para atendimento da população vulnerável em Salvador/BA.

Em resposta às necessidades dos profissionais de saúde por equipamentos de proteção para combater a COVID-19, a Unigel realizou a doação de 30 toneladas de metil-metacrilato (MMA) para que, em parceria com os transformadores de chapas acrílicas (Cristal e Cor, Castcrill, Central do Acrílico, Dacril, Acrimax e Itacril), fossem fornecidas a hospitais 6 mil cúpulas de intubação para evitar contaminação dos médicos com COVID-19. A companhia ainda realizou a compra de dois respiradores importados para doação a hospitais públicos de Salvador/BA, em ação coordenada com a FIEB (Federação das Indústrias do Estado da Bahia).

Ainda dentro do portfólio de produtos químicos e petroquímicos que podem, neste momento, ajudar no combate à pandemia, a Unigel uniu-se a outro grande grupo industrial químico no projeto de fabricação de 500 mil litros de álcool em gel para distribuição à rede pública de saúde, doando, para isso, 10 toneladas de ácido metacrílico.

Os itens descartáveis têm se mostrado fundamentais no combate ao vírus e, neste sentido, eles são a base da iniciativa da Unigel que não se restringe, porém, a este segmento para apoiar o combate à COVID-19. Para auxiliar emergencialmente as famílias vulneráveis que podem estar temporariamente com a renda prejudicada em razão do isolamento social, a Unigel doou 13 toneladas de alimentos, sendo 750 cestas básicas, aos alunos da Escola Gisella Tygel e 550 cestas básicas aos alunos da Escola XIV de Agosto, ambas instituições de ensino mantidas pela companhia em Candeias/BA.

Foto: Bahianoticia.com.br

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Greif e Campo Limpo se unem à Dow para viabilizar envasamento de álcool em gel para doação em São Paulo

27/04/2020

Dow irá doar mais de 25 toneladas de álcool em gel a cinco cidades paulistas

Com o objetivo de auxiliar a população no combate à proliferação da Covid-19, a Dow readequou as linhas de produção de sua unidade em Hortolândia (SP) para a fabricação de álcool em gel, que será doado a hospitais públicos e unidades de saúde do estado de São Paulo. Para esta iniciativa, a empresa trabalhou em conjunto com parceiros engajados na luta contra o novo coronavírus.

Para a conservação do produto, ou seja, para as embalagens, a Dow contou com dois parceiros estratégicos: a Greif, fornecedora de embalagens industriais, e a Campo Limpo, fornecedora de tampas fabricadas com material reciclado.

A Greif, cliente e fornecedora global da Dow, teve um papel importante nesse projeto ao doar para o envasamento do álcool em gel 3,4 mil embalagens que inicialmente teriam uma destinação diferente, mas que foram aprovadas pelos órgãos reguladores,

O trabalho de aprovação das embalagens foi intenso, pois elas normalmente são utilizadas para outras finalidades, como a armazenagem ou transporte de produtos químicos e lubrificantes, por exemplo. Mas, devido à sua versatilidade e resistência, as embalagens conseguiram ser aprovadas em tempo recorde, para o uso emergencial. O produto será disponibilizado em bombonas plásticas, produzidas com polietileno de alta densidade (PEAD), seguindo as exigências e recomendações do INMETRO.

“Mais do que nunca, numa crise, foi possível ver que as grandes colaborações mostram os valores que unem parceiros. A Dow só consegue atingir suas ambições graças a esses parceiros, clientes, fornecedores e órgãos reguladores, que caminham juntos por um bem maior. Isso nos mostra que, quando há união, os resultados são ainda melhores”, afirma Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Mercado da Dow no Brasil.

Já a Campo Limpo, localizada em Taubaté (SP), irá fornecer todas as tampas das embalagens seguindo as especificações de desempenho necessárias. As tampas produzidas pela companhia são feitas com RPC (resina pós-consumo) 100% reciclado e garante a segurança contra vazamentos no manuseio e no transporte.

União em prol de um único objetivo

Como o álcool em gel não faz parte do portfólio da Dow, foi necessário ainda que a companhia readaptasse sua fábrica de Hortolândia (SP), a qual originalmente fabrica silicones, e contasse com o esforço conjunto de diversas unidades de negócio da companhia, além da colaboração de clientes e fornecedores, para viabilizar a produção na unidade.

O objetivo da Dow é distribuir 25 toneladas de álcool em gel (30 mil litros na conversão do produto), para as cidades paulistas de Campinas, Guarujá, Hortolândia, Jacareí e Jundiaí. O material será destinado para nove hospitais públicos, 18 unidades de Pronto Atendimento (UPAs), 185 Unidades de Saúde (UBS) e quatro Centros de Atenção Psicossociais (CAPS), o que vai abastecê-los por três meses. A doação será feita por meio do Governo do Estado de São Paulo.

A companhia conta ainda com a colaboração de outras empresas. O Grupo Cesari fornecerá o transporte do etanol para a fábrica de Hortolândia e fará a limpeza do tanque que realizará o transporte. A Intertank, especializada em tanques de pequeno e médio portes, emprestará os contêineres metálicos para fracionar o etanol que ficará armazenado na fábrica de Hortolândia. O transporte para os locais indicados pelas secretarias de Saúde das cidades contará com apoio do Grupo Toniato.

A empresa de logística EBMAC, com sede em Cambé, no Paraná, se encarregará do transporte das embalagens para a fábrica de Hortolândia; e a Transbueno, do Grupo Bueno, localizada em Jacareí, São Paulo, fará a retirada e entrega das tampas da embalagem em Hortolândia, local da fabricação do álcool em gel. A distribuição será viabilizada via secretarias de Saúde de cada localidade.

A Greif conta com mais de 140 anos de existência e produz embalagens industriais de aço, plástico, fibra, flexíveis, corrugadas, recondicionadas, IBCs e acessórios para embalagens

A Campo Limpo é pioneira na produção de embalagens que usam plástico reciclado oriundo de logística reversa das embalagens vazias de defensivos agrícolas (Sistema Campo Limpo) e produz também um sistema de vedação de alta desempenho.

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Na França, Sidel fornece garrafas para álcool em gel a estabelecimentos de saúde locais

27/04/2020

Na luta contra a Covid-19, a Sidel transformou seu centro para desenvolvimento de embalagens PET e soluções de sopro na França em um centro de produção para a fabricação excepcional de garrafas para gel hidroalcoólico. Um primeiro lote de 5.000 garrafas plásticas de PET para o produto antisséptico já foi fornecido ao Hospital de Dijon, e um segundo foi distribuído para farmácias e hospitais da cidade de Le Havre, Normandia.

Na França, assim como em qualquer outro lugar no momento, há grande demanda por gel hidroalcoólico para desinfecção. Assim, o governo francês fez um apelo geral pedindo auxílio quanto à produção desse artigo atualmente em escassez. Várias indústrias bem como hospitais têm atendido ao apelo e estão produzindo o gel. Mas os estabelecimentos de saúde têm enfrentado dificuldades para distribuí-lo aos funcionários, visto que ele tem sido produzido em frascos grandes.

“Com habilidades colaborativas e trabalho ágil e criativo, nossos funcionários engajados conseguiram transformar nosso centro de excelência em um pequeno centro de produção em apenas dois dias”, revela Vincent Le Guen, Vice President Packaging da Sidel. Um primeiro pedido foi recebido do Hospital de Dijon em meados de março, solicitando frascos de tamanho menor para acondicionamento do gel hidroalcoólico. A empresa respondeu rapidamente e encontrou as matérias-primas e parceiras certas para produzir as garrafas, que são fabricadas usando um molde de 500 ml que a Sidel já tinha, preformas fornecidas por uma importante empresa de bebidas e tampas esportivas fornecidas por uma fabricante de tampas. A tampa esportiva permite controlar o fluxo do gel e mantê-lo seguro. Em uma semana, as primeiras 5.000 garrafas PET já foram enviadas ao Hospital de Dijon.

Enquanto isso, outras iniciativas similares foram instauradas. “Entramos em contato com um deputado na Normandia e conversamos sobre como a Sidel poderia dar apoio às instituições de cuidado à saúde locais nessa época desafiadora. O deputado nos informou que farmácias também estão tendo dificuldades na distribuição do gel. Assim, além da garrafa de 500 ml para os hospitais, projetamos rapidamente um formato menor, de 200 ml, que é mais prático para o uso individual e distribuição nas farmácias locais. Ao todo, mais de 1.000 garrafas foram entregues às farmácias locais em 1º. de abril, todas 100% recicláveis e potencialmente recarregáveis após esterilização”, prossegue Vincent.

A Sidel tem priorizado suas atividades e tomado posição no sentido de usar os recursos disponíveis para apoiar a comunidade. Normalmente, o laboratório em Octeville-sur-Mer é um centro de desenvolvimento de embalagens dedicado a auxiliar os clientes da Sidel com suas consultas em relação a opções e viabilidade de design de embalagens PET. A unidade geralmente não é reservada para produção industrial.

“Essa iniciativa é um gesto de solidariedade aos nossos profissionais da saúde. Vai nos ajudar a fazer a diferença em vencer a escassez de suprimentos que surgiu devido à situação atual”, acrescenta Vincent. “A flexibilidade sempre foi destaque em nossas soluções e serviços. Ao trabalhar nesse modo, nossa capacidade de produção semanal é de até 20.000 garrafas, e podemos atender a mais solicitações desse tipo. A Sidel faz um apelo à generosidade de qualquer parceiro comercial em fornecer mais preformas e tampas para manter a continuidade da atividade. Além disso, também estamos preparados para apoiar outras empresas que precisariam de moldes para produzir garrafas em suas linhas de envase, desejando assumir responsabilidade adicional na luta que todos temos contra o vírus”, conclui.

Os funcionários da Sidel estão prontos para produzir várias dezenas de milhares de garrafas para álcool em gel a fim de atender às necessidades locais nas próximas semanas tanto quanto for preciso.

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Organização da Interplast transfere feira para novembro de 2020

27/04/2020

A organização da Interplast– Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, anunciou nova data para a realização do evento – de 3 a 6 de novembro de 2020. A decisão foi tomada após pedido de grande parte dos expositores e da incerteza de controle da pandemia do covid-19 até Agosto, período para o qual a feira estava previamente programada.

Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil, diz que a mudança reforça o compromisso dos organizadores do evento de criar um ambiente de negócios, tecnologia, inovação e conhecimento fundamental para o desenvolvimento contínuo da indústria de transformação do plástico. “Levamos em conta o respeito com o investimento dos expositores, a necessidade de todos se reorganizarem e a importância de garantir a visitação de qualidade ao evento”, explica.“Neste momento em que o país requer serenidade e contribuição coletiva, reforçamos nosso compromisso de zelar pela segurança e integridade de todos nossos parceiros”, acrescenta.

A Interplast está consolidada como um dos principais eventos do Brasil, reunindo a cadeia completa do plástico no mesmo ambiente, abrangendo desde fornecedores de moldes, até fabricantes de matéria-prima, máquinas e equipamentos, além de contar com atividades simultâneas de conhecimento técnico e rodada de negócios.

O mercado de Santa Catarina concentra um importante polo com cerca de mil indústrias de transformação de plástico, somando mais de 32 mil empregos diretos nas unidades fabris. Aproximadamente 1 milhão de toneladas de plástico são processados no estado anualmente, incluindo grandes empresas de atuação nacional e internacional, com destaque para a fabricação de peças técnicas, embalagens e descartáveis.

Para Spirandelli, a Interplast é de fundamental importância para a indústria catarinense como canal de acesso a tecnologias mundiais e ao conhecimento técnico, indispensáveis para o fortalecimento e o desenvolvimento do setor, o que inclusive coloca o Estado como referência para o mercado brasileiro da indústria do plástico.“Uma feira cumpre o seu papel de relacionamento, negócios e capacitação, consolidando-se como o investimento em marketing B2B mais completo. É uma ferramenta que gera mais credibilidade nas negociações, pois nada substitui o face a face e após a pandemia esse contato será ainda mais importante”, argumenta Spirandelli.

A Interplast 2020 está com os 22 mil m² dos três pavilhões do Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE totalmente ocupado, com a presença de 400 marcas de expositores confirmados, em 240 estandes. O evento terá também mais de 40 horas de conteúdo voltados aos profissionais do setor. “Temos a responsabilidade e a oportunidade de fazer a melhor edição da Interplast, exatamente no momento de retomada da economia, onde expositores precisarão alavancar contatos e vendas, e compradores necessitarão adequar métodos e processos para garantir mais competitividade”, destaca Spirandelli.

Serviço:
Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico
EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos
Data: de 3 a 6 de novembro de 2020
Horário: 13h às 20h
Local: Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE – R. XV de Novembro, 4315 – Glória, Joinville – SC
Realização: Simpesc (Sindicato da Indústria do Material Plástico de SC)
Organização: Messe Brasil

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Eastman doa materiais para auxiliar no combate à proliferação de COVID-19 no Brasil

26/04/2020

A empresa fornece materiais plásticos para ajudar a produzir mais de 20.000 protetores faciais para proteger os profissionais de saúde em todo o país

O mundo está enfrentando uma batalha significativa contra a pandemia de COVID-19. A Eastman está comprometida em participar desta luta e, no Brasil, está doando seus copoliésteres para duas empresas que as usam para a produção de equipamentos de proteção: a 3D Lab, fabricante de filamentos de impressão 3D, e a MMS Plásticos, distribuidora brasileira de plásticos.

A 3D Lab está usando o copoliéster Eastar para contribuir com a produção de protetores faciais para a proteção dos profissionais de saúde no país. As peças tem distribuição gratuita, principalmente para hospitais públicos.

“Sabíamos que precisávamos nos solidarizar com as pessoas durante esse período desafiador, principalmente, porque temos o material perfeito para esse tipo de equipamento. O Eastar possui a resistência química necessária para que toda a superfície seja limpa com vários desinfetantes médicos e as peças resistem ao uso constante ”, diz Rogério Dias, gerente de Plásticos Especiais da Eastman na América Latina.

Dias conta que, quando a necessidade de um material de proteção facial foi identificada, a Eastman rapidamente se adiantou e ofereceu o Eastar, que tem um longo histórico de uso em uma ampla gama de produtos que inclui dispositivos médicos e protetores faciais.

“Temos que fazer a nossa parte. É muito importante preservar a comunidade de saúde a evitar novas contaminações. Como a produção e a montagem dos protetores faciais levam apenas algumas horas, muito pode ser criado em um curto período de tempo, o que pode ajudar a salvar vidas ”, completa Dias.

Rápida mobilização

Em uma outra iniciativa, a MMS Plásticos usa o copoliéster Eastman Cadence para ajudar a produzir a cobertura do protetor facial. Essas máscaras protetoras também ajudarão a preservar a saúde dos profissionais médicos no Brasil.

Os esforços do Simperj (Sindicato das Indústrias de Plásticos do Rio de Janeiro) têm sido o catalisador de iniciativas como a empreendida pela MMS Plásticos.

“Com a determinação da quarentena, começamos a mobilizar na Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) uma grande rede dentro da indústria para doar produtos e equipamentos para combater o coronavírus. A MMS Plásticos e a Eastman responderam prontamente a nossos pedidos e, juntos, estamos devolvendo à sociedade da melhor maneira possível, protegendo vidas”, explica Rafael Sette, diretor de sustentabilidade do Simperj.

Ambas as doações ajudarão a produzir mais de 20.000 mil protetores. Além desses esforços, a Eastman está fazendo sua parte para impedir a proliferação de COVID-19 em outras regiões onde atua.

Fundada em 1920, a Eastman é uma empresa global de materiais especiais que produz uma ampla gama de produtos para mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

A 3D Lab é uma empresa atuante no segmento de impressão 3D no Brasil, que está no mercado há 6 anos. Oferecendo soluções na fabricação de filamentos, impressão 3D e oferta de cursos, serviços de manutenção e prototipagem.

A MMS Plásticos é uma empresa brasileira que atua no mercado de transformação e distribuição de plásticos há 24 anos, fabricando e distribuindo chapas, bobinas e resinas termoplásticas para os mais diversos mercados. Com uma unidade industrial instalada em Guarulhos, a MMS Plásticos possui uma capacidade de produção de 600 toneladas por mês e 120 funcionários.

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Em novo comunicado, organizadores informam que Chinaplas não será mais realizada neste ano. Próxima edição será em Abril de 2021

24/04/2020

Em comunicado oficial, a Adsale Exhibition Services, organizador da feira Chinaplas, informou hoje que, em virtude do alto grau de incerteza na pandemia do COVID-19 em todo o mundo e seguindo as sugestões preventivas do Conselho Estatal da China, a 34ª CHINAPLAS, a Exposição Internacional das Indústrias de Plástico e Borracha, não será mais realizada neste ano.

A próxima edição da feira será realizada em 2021, entre os dias 13 a 16 de abril. O local do evento será alterado do Centro de Exposições e Convenções Nacional de Xangai para o Centro de Convenções e Exposições Mundiais de Shenzhen em Shenzhen.

A Adsale Exhibition Services Ltd., havia anunciado anteriormente que o evento havia sido adiado de Abril deste ano para Agosto, em virtude do surto de coronavírus na China no início do ano. O cancelamento da feira em 2020, anunciado hoje (24 de abril), é a atualização mais recente desde então.

No aviso oficial divulgado hoje, a Adsale Exhibition Services Ltd. disse que a decisão de não realizar a feira em 2020 foi tomada sob as circunstâncias de que “a China agora tem uma tarefa enorme de lutar contra novos casos de infecções locais, enquanto impede a próxima onda de surtos oriunda de casos importados.

O comunicado cita também que o Conselho de Estado da China emitiu em 6 de abril uma circular intitulada “Controle adicional e medidas preventivas para o novo coronavírus em locais de eventos, unidades e grupos importantes”.

Nas “Sugestões Preventivas” contidas na circular, foi claramente mencionado que todos os tipos de exposições devem ser interrompidos por enquanto.

“Como organizadores do show, temos que colocar a segurança e a saúde de todos os participantes do evento como nossa principal prioridade”, enfatizou a Adsale Exhibition Services Ltd. Em relação à taxa de participação ou admissão pagas, a equipe do Adsale tomará as providências necessárias e notificará os expositores e visitantes em breve.

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Covid-19: Arburg e Ems-Chemie fabricam óculos de proteção para uso em hospitais e serviços de resgate na Alemanha

23/04/2020

Hoje em dia, nada é o mesmo que era há algumas semanas atrás. E, no entanto, a crise do Covid 19 deixou uma coisa muito clara: as empresas na Alemanha e na Europa estão mostrando solidariedade para ajudar rapidamente. Por iniciativa do fabricante alemão de máquinas para plásticos Arburg, o grupo suíço de especialidades químicas Ems-Chemie e o fabricante alemão de óculos de segurança Uvex, junto com a Arburg, vinham pensando em como  fornecer ajuda rápida para serviços de resgate, hospitais e pessoal médico na situação atual . A resposta: Produzir óculos de proteção para proteger os olhos e o tecido conjuntivo da contaminação, destinados a pessoal especializado, como médicos, enfermeiros e equipes de emergência.

O Dr. Thomas Walther, Chefe de Tecnologia de Aplicação de Arburg, recebeu um “pedido de ajuda” de um médico do hospital de Rottweil na segunda-feira (30/03). Ela tinha ouvido falar que, em uma feira comercial, a Arburg havia produzido óculos de proteção que ela e seus colegas precisavam urgentemente e perguntou se ele poderia ajudá-la. Thomas Walther transmitiu esse pedido diretamente a Gerhard Böhm, diretor administrativo de vendas da Arburg, que já está envolvido em várias iniciativas de auxílio regional e também já havia iniciad vários projetos de brainstorming desse tipo na empresa. Ambos concordaram rapidamente que a ajuda poderia ser fornecida imediatamente com os recursos que já estavam disponíveis. Foi assim que o projeto “óculos de proteção” começou. Gerhard Böhm afirma: “Tudo o que pudermos fazer na situação atual para ajudar com nosso know-how e nossas capacidades como um dos maiores fabricantes mundiais de máquinas de processamento de plástico, vamos colocá-lo em ação rapidamente”.

Parceria entre Ems, Uvex e Arburg

Em relação aos óculos de proteção, rapidamente ficou claro que, com algumas medidas de coordenação entre as três empresas, que já vinham trabalhando intensamente em parceria há muito tempo, esses artigos poderiam ser produzidos na Arburg em quantidades relevantes e com relativamente pouco esforço. Portanto, era lógico que a produção de um lote inicial de 20.000 pares de óculos na fábrica matriz em Lossburg deveria começar o mais rápido possível, a fim de remediar a escassez imediata. “Isso se deve ao fato de que os três parceiros sabem das potencialidades dos plásticos, especialmente em tecnologia médica. Com nossa campanha, garantimos que os gargalos resultantes fossem imediatamente remediados. E isso é para o benefício de muitos dos ajudantes que agora são particularmente importantes”, diz Gerhard Böhm.

Para mais informações (em inglês), clique aqui.

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Covid-19: Grupo Solvay acelera importação de polímeros para uso na fabricação de equipamentos médicos

22/04/2020

O Grupo Solvay, que no Brasil também atua com a marca Rhodia, está antecipando a importação de polímeros especiais sulfonados para uso na produção de peças que compõem os respiradores artificiais, um dos equipamentos médicos fundamentais para o atendimento de pacientes acometidos pela COVID-19.

Esse lote de polímeros especiais produzidos nas fábricas internacionais da Solvay deverá suprir as necessidades imediatas de clientes da empresa no Brasil, que são fabricantes de equipamentos e instrumentos médicos e cirúrgicos.

“Estamos empenhados em atender às necessidades do mercado local desse segmento ligado à Saúde, contribuindo para o combate à pandemia de COVID-19”, diz Josimar Fazolare, diretor de Vendas e Marketing para a América do Sul da unidade global de negócios Specialty Polymers do Grupo Solvay.

A empresa – acrescenta ele – está priorizando internacionalmente o fornecimento de polímeros especiais para o mercado de Saúde e acaba de fazer um acordo de fornecimento prioritário para a Boeing, que está produzindo máscaras de proteção fácil para profissionais de saúde.

Mais informações sobre os produtos da Solvay para fabricação emergencial de respiradores, equipamentos médicos e EPI’s usados no combate à pandemia de coronavírus estão disponíveis na webpage exclusiva COVID-19 criada pela empresa.

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Braskem se une a parceiros para doar material a hospitais e comunidades no combate ao coronavírus

22/04/2020

  • Empresa doa resinas termoplásticas que serão transformadas em 3 milhões de máscaras para serem doadas
  • Braskem e parceiros no combate ao coronavírus
  • Doação de resinas termoplásticas que permitem produzir máscaras e aventais de uso hospitalar. Podem ser produzidos mais de 60 milhões de máscaras ou 1 milhão de aventais;
  • Doação de cestas básicas por três meses para mais de 1.200 famílias que atuam em reciclagem;
  • 50 mil famílias no entorno de suas plantas no Brasil receberão produtos de higiene e limpeza;
  • Apoio ao governo de Alagoas na implementação de hospital de campanha;
  • Fornecimento de matéria-prima para impressão 3D em 8 centros de pesquisa para produção de máscaras de proteção hospitalar.

A Braskem se juntou a parceiros da cadeia da química e do plástico para doar materiais essenciais para o combate ao novo coronavírus nos hospitais da rede pública. A resina termoplástica doada pode produzir mais de 60 milhões de máscaras ou mais de 1 milhão de aventais. Doará também material para fabricação de embalagens para 750 mil litros de álcool líquido e em gel, para mais de 500 mil almotolias (um tipo de frasco plástico para álcool em gel utilizado em hospitais), além de 10 mil caixas de hipoclorito para diluição ou uso como água sanitária e mais de 150 mil sacos plásticos para lixo hospitalar. No mercado internacional, a Braskem está buscando respiradores para fornecer à rede pública. Os itens beneficiarão hospitais de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. O trabalho conjunto, que envolve clientes e entidades de classe, já conta com 32 iniciativas.

A doação de matéria-prima para produção de equipamentos de proteção e embalagens já ultrapassa 370 toneladas. Essas terão seu valor alavancado pelos parceiros da petroquímica. A Braskem já havia anunciado uma linha adicional de crédito de R$ 1 bilhão para ajudar principalmente as pequenas e médias empresas da cadeia a atravessar os próximos meses de crise gerada pelo coronavírus.

“A covid-19 impõe uma situação desafiadora para nossa sociedade e acreditamos que a união é parte fundamental para a superação deste momento. Nossa empresa tem um propósito claro de melhorar a vida das pessoas e não poderia ser diferente agora. Por meio de parcerias com nossa cadeia de valor, integrantes de um setor importante para a economia brasileira e para o desenvolvimento do país, somamos forças para viabilizar a entrega de itens essenciais para o sistema público de saúde e para as comunidades”, diz Jorge Soto (foto), diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. “Nos engajamos também com organizações empresariais, ONGs, universidades e centros de pesquisa. O momento é de união para trabalharmos juntos na luta contra o coronavírus”, acrescenta.

Uma das iniciativas mais representativas é a doação de polipropileno, matéria-prima para produção do TNT (nãotecido). O produto será fabricado pela parceira Fitesa e doado em conjunto com a empresa para ser usado em máscaras cirúrgicas e aventais de proteção, por exemplo.

A participação da Braskem envolve também a doação de equipamentos, cestas básicas, kits de limpeza para as demais ações.

Em Maceió (AL), a Braskem e as empresas parceiras vão contribuir na construção de um hospital de campanha nas instalações do Ginásio do Sesi. O hospital temporário terá como foco o atendimento médico voltado para problemas cotidianos. “O objetivo é contribuir para que a rede pública de saúde da cidade não fique sobrecarregada e possa se dedicar aos pacientes com suspeita ou confirmação de covid-19”, explica Soto.

Para a sociedade diretamente, a empresa doará mais de 50 mil kits de limpeza, que incluem produtos como desinfetante, detergente e sabonete, e terão como foco famílias que vivem nas regiões de Duque de Caxias (RJ); Salvador, Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila e Simões Filho (BA); Maceió e Marechal Deodoro (AL); São Paulo, Santo André, Cubatão e Mauá (SP); Nova Santa Rita, Montenegro e Triunfo (RS). Esses são locais nos quais a Braskem tem operação.

Haverá, ainda, a doação de mais de 100 mil frascos com álcool em gel para comunidades da região metropolitana de São Paulo e do município de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. A iniciativa prevê também a doação de cestas básicas por três meses para mais de mil famílias de catadores de material reciclado em Alagoas, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Em linha com os esforços empreendidos em prol do uso da impressão 3D no combate à covid-19 em todo o mundo, a Braskem irá disponibilizar matérias-primas para oito centros de pesquisa no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. “Acreditamos no potencial de impacto positivo que a impressão 3D possui, em especial em casos como este. Esse já é um ramo no qual atuamos e, por isso, possuímos resinas específicas para este fim, que podem contribuir com o avanço de soluções”, diz Jorge Soto.

Além da Braskem e Fitesa, integram as iniciativas empresas e entidades como BrasALPLA , Plimax , Indústrias Reunidas Raymundo da Fonte , Companhia Nacional do Álcool , Raízen , Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA) , UNICA , Senai (SP) , Emplas , Newsul , Soroplast , Mauser, Ingleza , Alemolde, Raízes-Vibraço , Simperj , ABIHPEC , Cristal Embalagens , AZPlast , SR Embalagens , Epema , Unicamp , Plástico Itália , Grupo Chiaccio , 3D Criar e Projeto Higia.

Saúde e segurança dos integrantes da Braskem no enfrentamento da Covid-19

A Braskem também tomou uma série de medidas preventivas para zelar pela saúde e segurança de todos os integrantes. A empresa determinou trabalho remoto (flex office) para funcionários que fazem parte dos grupos vulneráveis e dos escritórios. Na linha de produção, a Braskem está atuando com equipe reduzida para a continuidade segura das operações e reforçou orientações dos órgãos de saúde.

Viagens nacionais e internacionais a trabalho foram suspensas, assim como a participação dos integrantes em reuniões e eventos presenciais. Além disso, todos os funcionários que apresentarem sintomas semelhantes aos da covid-19 são orientados a comunicar imediatamente à área de Saúde da Braskem.

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Chinaplas 2020 é remarcada para 3-6 de agosto em Xangai

22/04/2020

Os organizadores da feira Chinaplas – Adsale Exhibition Services Ltd., comunicaram que a Chinaplas 2020 foi remarcada para o período de 3 a 6 de agosto de 2020 na NECC em Xangai.

Ada Leung, gerente geral da Adsale, expressou: “Como um importante criador de tendências, a Chinaplas respondeu rapidamente às necessidades do mercado. Muitas atividades de mercado, como consumo, fabricação e investimento, etc., foram suspensas durante a pandemia na China. O adiamento da Chinaplas para agosto em Xangai ajudará os fornecedores e clientes da indústria de plásticos a focalizarem em novos negócios durante o período de recuperação do mercado.”

Nesta pandemia, plásticos e borracha têm sido utilizados como matéria-prima importante para suprimentos de prevenção, tais como roupas de proteção médica, máscaras médicas, óculos, luvas, equipamentos médicos, embalagens farmacêuticas e suprimentos de desinfecção. Muitas empresas das indústrias de plástico e borracha estão doando dinheiro e materiais e aceleraram seu processo de fabricação para ajudar nas medidas de controle de epidemias.

Recentemente, o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da República Popular da China anunciou o escopo dos materiais de proteção para emergências médicas. Na lista, há filme respirável, TNT, rolos e folhas em PE / PC anti-embaçamento, vedações, zíperes, agentes antiestáticos e outras matérias-primas importantes para a produção de roupas e máscaras de proteção médica; bem como materiais de embalagem de plástico, como garrafas plásticas e etiquetas.

A pandemia também levará as indústrias a repensar os processos de fabricação futuros, a busca de estilos de vida saudáveis pelos consumidores, o deslocamento seguro e privado e a esterilização de eletrodomésticos. Se as empresas puderem neste momento transformar e atualizar suas atividades, haverá um potencial para crescimento dos negócios.

Para mais informações (em inglês), clique aqui.

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Pandemia intensifica trabalho nos Distribuidores e Transformadores de Resinas Plásticas

21/04/2020

A pandemia do Coronavírus, que tem afetado toda a economia mundial e colocado a vida de milhões de pessoas em risco, aumentou em até 20% a demanda por produtos descartáveis, principalmente das áreas médicas e farmacêutica. Nas empresas ligadas à Adirplast, o foco está em atender o mercado de maneira responsável, com o trabalho sendo feito, sempre que possível, em home office ou evitando aglomeração de pessoas

O plástico tem se mostrado um importante aliado na luta mundial contra a disseminação do Coronavírus. A descartabilidade e higiene proporcionadas pelo material são imprescindíveis. Nos últimos dias, as empresas transformadoras desses produtos revelaram ter altas na demanda, conta o presidente da Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), Laercio Gonçalves. “Esse é um momento delicado para o mundo, em que todos estão assustados e recolhidos. Mas para garantir que não falte produto nos hospitais e gôndolas, nossos clientes, principalmente os maiores, têm trabalhado até mais. Para 70% deles, que trabalham com os segmentos de embalagens, de produtos hospitalares, de limpeza e higiene ou farmacêuticos, a demanda, inclusive, cresceu em até 20% nos últimos dias”, disse Gonçalves.

O depoimento de Gonçalves está de acordo com o relatório divulgado pela Bloomberg NEF. O documento mostra que as preocupações com a higiene dos alimentos devido ao Covid-19 devem aumentar o uso de embalagens plásticas. “Neste momento, sabemos da importância de nosso papel como distribuidores oficiais e estamos trabalhando para corresponder à demanda de nossos clientes e não deixar faltar produtos essenciais ao mercado”, explicou o presidente da Adirplast.

O país ainda não está no momento mais crítico desta crise, por isso, é preciso cautela ao avaliar a situação e tentar prever o mercado, ressaltou Gonçalves. “Esse é um problema que deve se prorrogar por algum tempo. Por isso, estamos trabalhando para evitar que a produtividade caia bruscamente, como na China, onde caiu em dois terços.”

Entre as empresas ligadas à entidade, os associados estão atentos às principais oscilações do cenário e às diferentes informações que chegam a cada dia. Para evitar a disseminação entre seus quadros de funcionários, a ordem é, quando possível, fazer home office. “Quando não, temos pedido para que se evite a aglomeração de pessoas nos escritórios e unidades e estimulamos frequentemente as boas práticas de higiene”, explicou o executivo.

Mercado em 2020

O Coronavírus vai passar, confia o presidente da entidade. “Esse é um problema pontual que iremos superar. Daí, acredito que os mercados, além do setor plástico, devam se restabelecer e apresentar, inclusive, certo crescimento”.

Há outros dois fatores, no entanto, que preocupam mais Gonçalves no que diz respeito a mercado. O primeiro deles é a limitação da produção por parte dos grandes players mundiais. “Isso tem feito com que estejamos passando por um momento de escassez de matérias-primas plásticas. A falta de matéria-prima, aliada a outros problemas como alta do dólar, queda do preço do barril de petróleo e ao próprio desempenho da indústria, pode certamente promover não apenas uma maior oscilação dos preços das resinas, mas a instabilidade do negócio em si”.

Assim como o Coronavírus, o atraso na aprovação, pelo governo, de uma reforma tributária que promova um equilíbrio fiscal maior no país é outro entrave que os distribuidores de resinas esperam ver eliminado o mais rapidamente possível do país.

Mercado em 2019

Entre os associados Adirplast, considerando as vendas das commodities (PEs+PP+PS), foi observado um crescimento médio de 2,0% a.a, entre o período de 2015 e 2019. Em 2019, o crescimento de vendas entre essas resinas foi de 5,9% em relação a 2018. “Passamos de 372.632 toneladas vendidas em 2018, para 394.530 toneladas no ano passado”, explicou o presidente da associação.

Para mais informações sobre os números da entidade entre 2015 e 2019, acesse:

http://Adirplast.org.br/vendas-dos-associados-Adirplast/

http://Adirplast.org.br/wp-content/uploads/2020/02/Adirplast-2015-2019.pdf.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, ampliar os laços com as empresas produtoras e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Covid-19: Solvay fornece polímeros especiais para a Boeing fabricar máscaras de proteção facial

04/04/2020

Protótipo de máscara de proteção facial feita com película transparente e filamento AM com base em PPSU de classe médica da Solvay.

Em resposta às necessidades urgentes dos profissionais de saúde por equipamentos de proteção para combater a COVID-19, o Grupo Solvay está fornecendo à Boeing uma película transparente de classe médica para a produção de máscaras de proteção facial.

A Solvay foi procurada pela Boeing devido à sua experiência no uso de polímeros especiais, compósitos e adesivos em vários programas comerciais e de defesa.

A película será fabricada pela área de filmes da Solvay com o uso dos polímeros especiais transparentes da linha médica Radel PPSU (polifenilssulfona) ou Udel PSU (polisulfona) que já são amplamente utilizados para dispositivos médicos porque podem ser esterilizados e resistem a desinfetantes agressivos.

“Estamos honrados em levar nosso conhecimento em produtos para nossos clientes neste momento de crise”, afirma Jeff Hrivnak, Gerente Global de Desenvolvimento de Negócios da área de saúde da Solvay Specialty Polymers. “Estamos orgulhosos de ajudar a Boeing a enfrentar esse desafio no fornecimento de máscaras de proteção facial mais resistentes – um item agora em demanda crítica pelos profissionais de saúde”, disse.

Mais informações e contatos estão disponíveis na webpage exclusiva COVID-19 criada pela Solvay sobre sua produção de emergência de polímeros para enfrentamento à pandemia de coronavírus.

Fundada em 1863, a Solvay possui 24.100 empregados em 64 países e obteve vendas líquidas de € 10,2 bilhões em 2019.

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