Archive for the ‘Balanço’ Category

RadiciGroup oficializa os resultados de 2016: faturamento de 946 milhões e Ebitda de 110 milhões de euros

12/07/2017

Primeiro semestre de 2017 positivo com volumes em aumento (+7%) e crescimento em volume de negócios de (+ 23%)

Contando com 3.000 funcionários em todo o mundo e 33 escritórios comerciais e fábricas em 16 Países na Europa, Ásia e Américas, a Radici registrou 946 milhões de euros de faturamento em 2016. O RadiciGroup atua nos segmentos de química, plástico e as fibras sintéticas.

O Grupo fechou 2016 com um volume de negócios ligeiramente em diminuição (– 6%), mas com volumes alinhados aos de 2015, registrando para o ano que acaba de ser fechado um EBITDA de mais de 110 milhões de euros (+8%).

“O Grupo se apresenta sólido e bem estruturado – declarou Angelo Radici, presidente do RadiciGroup – A ligeira diminuição do faturamento è atribuída à evolução do custo das matérias primas que diminuiu, condicionando assim os nossos números. Uma contribuição significativa ao resultado do Grupo vem da Área de Plásticos mas, em geral, conseguimos manter em todas as áreas de negócio do Grupo volumes alinhados aos do ano precedente. Continua o percurso de otimização dos recursos, de aumento da eficiência das plantas e de redução dos consumos energéticos, com o objetivo de colocar o Grupo em condições de continuar a crescer: os dados dos primeiros meses de 2017 são, além disso, muito positivos, com faturamento em crescimento de mais de 23% e volumes aumentado 7%».

Em termos de solidez financeira e de capital do RadiciGroup, um comentário positivo vem também do CFO do RadiciGroup, Alessandro Manzoni: “A situação financeira do Grupo é de absoluta segurança; débito financeiro em 2016 em redução, apesar de uma aquisição relacionada ao negócio de plásticos. Patrimonialmente o Grupo é sólido e estamos prontos para enfrentar, quando ocorrerem, novos percursos de crescimento. Tudo isso – conclui Manzoni – apoiado por uma relação de confiança mútua com o sistema financeiro, desenvolvida ao longo dos anos graças a uma informação contínua e transparente”.

Fonte: RadiciGroup

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Bom começo da Evonik em 2017 reflete-se no seu balanço do 1o. trimestre

31/05/2017

  • Vendas tiveram aumento considerável de 19% e atingiram 3,68 bilhões de euros
  • EBITDA ajustado aumentou 8% e chegou a 612 milhões de euros
  • Divisão de aditivos especiais da Air Products em pleno processo de integração
  • Confirmada perspectiva para todo o ano

A Evonik aumentou suas vendas em 19% e atingiu 3,68 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2017. Os principais motores desse considerável crescimento foram o aumento da demanda, que incrementou os volumes de venda, e a inclusão – pela primeira vez – do negócio de aditivos especiais da Air Products.

“O ótimo começo do ano mostra que estamos no rumo certo com a nossa estratégia de crescimento”, afirmou Klaus Engel, Presidente da Diretoria Executiva. “A combinação de crescimento orgânico e aquisições estratégicas fortaleceu a empresa. A Evonik está a caminho de se tornar menos vulnerável aos ciclos econômicos e de ter um portfólio mais equilibrado. A demanda pelas nossas especialidades químicas como a sílica, os aditivos de revestimento e os ingredientes farmacêuticos incrementou as receitas do trimestre”.

O EBITDA ajustado cresceu 8% e chegou a 612 milhões de euros no primeiro trimestre, impulsionado por resultados mais favoráveis nos segmentos Resource Efficiency e Performance Materials. As receitas do segmento Nutrition & Care ficaram bem abaixo do período do ano anterior, sobretudo em decorrência da redução dos preços dos produtos para nutrição animal.

O lucro líquido ajustado da empresa, no valor de 260 milhões de euros, foi mantido praticamente no mesmo nível do primeiro trimestre do ano anterior, com rendimento ajustado de 0,56 euro por ação. O lucro líquido, de 160 milhões de euros, ficou cerca de 80 milhões de euros abaixo do valor registrado no ano passado. A queda se deveu principalmente a efeitos pontuais vinculados à aquisição da divisão de aditivos especiais da Air Products.

Essa divisão de aditivos especiais, cuja negociação foi concretizada no início do ano, está sendo integrada de modo bem-sucedido. A empresa também está no caminho para alcançar as planejadas sinergias de cerca de 70 milhões de euros até 2020. O processo de aquisição do segmento de sílica da empresa americana J. M. Huber vem fazendo bons progressos e o negócio deve ser concluído no segundo semestre do ano.

A dívida financeira líquida da empresa somou 2,3 bilhões de euros no final do primeiro trimestre depois do pagamento do negócio adquirido da Air Products. “A Evonik continua apresentando uma situação financeira robusta após a maior aquisição da história da empresa”, afirmou Ute Wolf, Diretora Financeira (CFO) da empresa. “Continuamos no âmbito de uma sólida classificação de grau de investimento”.

Previsões confirmadas

A Evonik está confiante na realização de suas expectativas de crescimento de vendas e resultados operacionais em 2017, e espera que o EBITDA ajustado aumente para um valor entre 2,2 bilhões e 2,4 bilhões de euros (ano anterior: 2,165 bilhões de euros). Os segmentos de crescimento Nutrition & Care e Resource Efficiency irão se beneficiar da integração dos aditivos especiais da Air Products.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: As vendas cresceram 24% para 1,39 bilhão de euros e o EBITDA ajustado aumentou 21% para 310 milhões de euros. A forte demanda da indústria de pneus por sílicas – polímeros de alta performance usados, por exemplo, na impressão 3D e em aditivos de revestimento no setor automotivo – ampliou os volumes de venda.

Nutrition & Care: As vendas aumentaram 7% para 1,12 bilhão de euros. Os resultados foram beneficiados pela inclusão do negócio adquirido da Air Products e por um aumento considerável nos volumes de vendas. Os preços de venda, no entanto, ficaram significativamente abaixo dos registrados no ano anterior. O EBITDA ajustado do segmento caiu 35% para 189 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas cresceram 26% para 972 milhões de euros e o EBITDA ajustado mais que dobrou, ficando em 159 milhões de euros. A forte demanda de indústrias como a automotiva e da construção, além da difícil situação de fornecimento no mercado, especialmente de butadieno e MMA (metacrilato de metila), fizeram subir os preços e os volumes.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Braskem registra Ebitda recorde de R$ 3,6 bilhões no 1º trimestre

23/05/2017

Taxa média operacional ficou acima de 95% em todas as regiões

A Braskem registrou um novo recorde de Ebitda da ordem de R$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2017. O desempenho significou um avanço de 16% sobre igual período do ano passado, segundo prévia não auditada dos resultados. Em dólar, o Ebitda da Companhia alcançou US$ 1,1 bilhão no período, o que representou expansão de 45% na comparação com o primeiro trimestre de 2016.

Como destaque, a taxa de ocupação das plantas industriais ficou, em média, acima de 95% em todas as regiões onde a Companhia atua. O Complexo Petroquímico do México, que começou a operar no início do ano passado, trouxe importante contribuição para o resultado, conforme o previsto, com taxa de operação das plantas de polietileno de 97% no trimestre. Nos Estados Unidos e na Europa, a taxa média de ocupação das plantas de polipropileno continua forte e atingiu 101%.

As margens globais petroquímicas e de resinas se mantiverem num patamar muito saudável e contribuíram para o desempenho do primeiro trimestre. “Toda a indústria petroquímica mundial vive em um momento especial, e a Braskem, em razão do seu desempenho operacional e comercial, soube colher os resultados de sua estratégia”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem. “Atribuímos esses resultados a todas às nossas equipes competentes e dedicadas em obter os melhores retornos.”

Crescimento de vendas

Todos os segmentos de mercado tiveram crescimento no volume de vendas nos números do primeiro trimestre. Sinais de recuperação da demanda brasileira por resinas termoplásticas também foram identificados A Braskem vendeu 844 mil toneladas de resinas no período, uma expansão de 8% em relação a igual trimestre de 2016 e de 2% na comparação com o último trimestre de 2016. Mesmo diante do aumento das vendas no mercado brasileiro, as exportações de resinas continuaram crescendo, totalizando 429 mil toneladas, uma alta de 3%. A produção de petroquímicos básicos se expandiu 5%, com 2,2 milhões de toneladas comercializadas. As exportações de insumos básicos subiram 31% e somaram 343 mil toneladas.

No México, as vendas de polietileno totalizaram 264 mil toneladas, com cerca de 50% vendidas no mercado local. Nos EUA e na Europa, as vendas a partir da produção local atingiram 541 mil toneladas, 8% superior em relação ao primeiro trimestre de 2016 e recorde histórico no trimestre.

No primeiro trimestre de 2017, a receita líquida da Braskem chegou a R$ 12,6 bilhões, crescimento de 4% sobre o mesmo período do ano passado. Com a estratégia de diversificação geográfica, a participação do mercado brasileiro no total da receita da companhia foi de 51%. Do restante, 49% da receita vieram com as exportações saídas do Brasil (23%) e das unidades internacionais (26%), que incluem EUA, Europa e México. A Companhia voltou ao lucro no trimestre, apresentando um ganho líquido consolidado de R$ 1,9 bilhão. O lucro líquido da controladora foi de R$ 1,8 bilhão.

Fonte: Braskem

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Lanxess espera os melhores resultados da história em 2017

23/05/2017

  • Vendas do 1o tri de 2017 aumentam em 25%, para 2,4 bilhões de Euros
  • Aumentos pré-Ebitda de 25%, para 328 milhões de Euros
  • Margens Ebitda pré-excepcionais a 13,7%
  • Receita líquida cresceu 47%, para 78 milhões de Euros
  • Desenvolvimento positivo de volumes ao longo de todos os segmentos
  • Nova orientação para o ano completo de 2017: Ebitda pré-excepcionais entre 1,225 bilhões de Euros e 1,3 bilhões de Euros

A empresa de especialidades químicas Lanxess projeta os mais altos resultados da história da empresa, seguindo-se a um primeiro trimestre de 2017 muito forte e ao fechamento da aquisição da empresa Chemtura, com sede nos EUA.

As vendas globais da empresa de especialidades químicas aumentou em substanciais 25%, para 2,4 bilhões de Euros, no primeiro trimestre de 2017, em relação aos 1,9 bilhões do ano anterior. O Ebitda pré-excepcionais também aumentou em 25%, para 328 milhões de Euros, em comparação com os 262 milhões do primeiro trimestre de 2016. O desenvolvimento extremamente positivo do primeiro trimestre foi orientado principalmente por um aumento nos volumes em todos os segmentos.

A margem pré-Ebitda excepcionais veio a 13,7%, ligeiramente acima do número do ano anterior, 13,6%. A receita líquida aumentou significativamente em 47%, para 78 milhões de Euros, contra 53 milhões de Euros no trimestre do ano anterior.

Para o ano completo de 2017, a empresa espera Ebitda pré-excepcionais de entre 1,225 bilhões de Euros e 1,3 bilhões de Euros. Esta previsão inclui a contribuição das receitas das empresas Chemtura, recentemente adquirida. Portanto, 2017 pode ser o ano fiscal mais bem-sucedido da história da empresa. A Lanxess alcançou seu resultado operacional mais alto até a presente data em 2012, quando atingiu um número de cerca de 1,2 bilhões.

“A Lanxess deslanchou com um início muito forte neste novo ano fiscal. Registramos um aumento na demanda de todos os nossos segmentos empresariais e geramos mais vendas em todas as regiões. Isso mostra com clareza que temos o posicionamento correto,” disse Mathias Zachert, Presidente do Board da Lanxess AG. “Um bom fluxo de demanda e um ambiente de negócios dinâmico parecem continuar no segundo trimestre. Por isso, para o ano inteiro, estamos esperando receitas recorde. Esse é um indicador claro de nossa força operacional, a qual será acrescida com a aquisição da Chemtura. A nossa tarefa agora é garantir a integração rápida e tranquila das novas empresas.”

Naquilo que foi mais um grande passo para o seu programa de realinhamento, a Lanxess fechou a aquisição da empresa química americana, Chemtura cerca de três semanas atrás. Com a maior aquisição de sua história, a empresa sediada em Colônia (Alemanha) está expandindo significativamente seu portfólio de aditivos, em especial, e deverá se tornar um dos maiores atores globais nesse mercado crescente.

Desempenho muito forte nos segmentos

As vendas dos segmentos dos Advanced Intermediates no primeiro trimestre de 2017 foram de 518 milhões de Euros, 12% acima do número do ano anterior, que foi de 463 milhões de Euros.. Apesar de se ver contida por custos energéticos mais altos e um atraso no repasse de preços mais altos de materiais, o Ebitda pré-excepcionais avançou em 2%, para 91 milhões de Euros, em comparação com os 89 milhões de euros do ano anterior. Tiveram impacto positivo especial na receita a demanda mais alta e a expansão de volumes. A margem Ebitda pré-excepcionais foi de 17,6%, contra 19,2% no trimestre do ano anterior.

As vendas do segmento de Performance Chemicals aumentaram em 14% no primeiro trimestre de 2017, para 607 milhões de Euros, contra 533 milhões do ano anterior. O Ebitda pré-excepcionais avançou 5%, para 103 milhões de Euros, em comparação com o nível do ano anterior, de 98 milhões de Euros. O crescimento foi impulsionado por uma forte demanda por aditivos, biocidas e químicos para couro, bem como pela contribuição das empresas de Limpeza e Desinfecção adquiridas da Chemours, ao passo que custos energéticos mais altos e efeitos negativos da moeda nos custos seguraram as receitas. A margem Ebitda pré-excepcionais foi de 17,0%, contra 18,4% no trimestre do ano anterior.

No segmento de High Performance Materials, as vendas aumentaram em 15%, para 315 milhões de Euros, tendo saído de 273 milhões no ano anterior. O Ebitda pré-excepcionais aumentou em 26%, para 48 milhões de Euros, em comparação com os 38 milhões do ano anterior. O crescimento foi mais uma vez impulsionado por volumes expandidos em todos os grupos e em todas as regiões de produtos, utilização de capacidade muito alta e um foco em produtos de margens mais altas. Como resultado, as margens Ebitda pré-excepcionais foram de 15,2%, comparado com 13,9% do trimestre do ano anterior.

As vendas do segmento Arlanxeo subiram em 48%, para 948 milhões de Euros, em comparação com os 640 milhões de Euros do ano anterior. O Ebitda pré-excepcionais aumentou em 27%, para 144 milhões de Euros, vindas dos 113 milhões do primeiro trimestre de 2016. Este desenvolvimento foi impulsionado pela forte demanda na Ásia, por uma utilização eficiente da rede de produção global e pelos efeitos positivos da moeda. A margem Ebitda pré-excepcionais foi de 15,2%, contra 17,7% no trimestre do ano anterior.

A Lanxess atua no segmento de especialidades químicas, tendo apresentado vendas de 7,7 bilhões em 2016 e possuindo cerca de 19.200 funcionários em 25 países. A empresa tem representação, atualmente, em 75 locais de produção ao redor do mundo. O principal negócio da Lanxess é o desenvolvimento, a fabricação e a comercialização de intermediários químicos, aditivos, especialidades químicas e plásticos. Por meio da Arlanxeo, a joint venture com a Saudi Aramco, a Lanxess também é um fornecedor líder de borracha sintética.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lanxess

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Solvay divulga resultados do primeiro trimestre de 2017

03/05/2017

Ebitda ajustado do Grupo alcançou 616 milhões de euros no período

O Grupo Solvay obteve um faturamento de 2,97 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2017, com um crescimento de 9,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo anúncio feito hoje (03/05) pela companhia.

O Ebitda ajustado – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – subiu 12% no período, alcançando 616 milhões de euros, com crescimento impulsionado pelo aumento dos volumes de cada um dos segmentos operacionais da companhia. A margem geral de Ebitda foi de 21% no trimestre; e o lucro líquido ajustado no período alcançou 256 milhões de euros.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, os resultados obtidos pela empresa no trimestre “refletem um início de ano forte, com todos os segmentos operacionais registrando crescimento de volume no primeiro trimestre. Continuaremos no caminho de crescimento que definimos em nossos objetivos de médio prazo.”

Previsão para 2017 – Com base no forte início de 2017 e na melhoria das condições de mercado, o Grupo Solvay espera atingir ou superar a sua estimativa anterior de crescimento de Ebitda ajustado de um dígito médio e mais de 800 milhões de euros em geração de caixa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Romi apresenta evolução nas margens operacionais e Ebitda atinge R$10,8 milhões no 1o. trimestre de 2017

03/05/2017

Companhia registrou evolução nas margens operacionais de todas as suas Unidades de Negócio no 1T17

A Indústrias Romi S.A., líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou no primeiro trimestre de 2017 receita operacional líquida de R$146,5 milhões, montante 12,9% superior ao alcançado no 1T16. O aumento é resultado, principalmente do faturamento da subsidiária alemã B+W, que terminou o ano de 2016 com crescimento relevante em sua carteira de pedidos que estão sendo entregues ao longo de 2017 e da Unidade de Fundidos e Usinados, que tem aumentado o seu volume de receita desde o início de 2016.

A margem bruta obtida no 1T17 foi de 24,7%, resultado 4,5 p.p superior ao mesmo período do ano anterior. A geração operacional de caixa medida pelo EBITDA foi de R$ 10,8 milhões, representando uma margem EBITDA 7,4% no 1T17.

A receita operacional líquida da Unidade Máquinas Romi atingiu R$59,3 milhões no 1T17, o que representou redução de 12,2% em relação ao 1T16. Apesar do baixo nível de investimentos no cenário doméstico, as receitas do mercado externo continuam demonstrando solidez e apresentaram crescimento de cerca de 6%, em dólares, no 1T17, quando comparado com o 1T16.

O faturamento da subsidiária alemã B+W apresentou aumento de 37,5% no 1T17, quando comparado com o mesmo período do ano anterior, evidenciando a sólida carteira de pedidos dessa subsidiária e correspondendo a expectativa e cronograma de faturamento para 2017. Devido ao maior volume de operação e de receita, a Unidade de Negócio obteve margem bruta de 21,4% no 1T17, o que representa incremento de 20,0 pontos percentuais em relação ao 1T16.

Com bom volume de atividade, impulsionada por peças fundidas e usinadas de grande porte, a Unidade de Fundidos e Usinados obteve receita operacional líquida de R$57,3 milhões no 1T17, o que representa aumento de 41,6% em relação ao 1T16. No mesmo período, a margem bruta dessa unidade foi de 14,2%, apresentando aumento de 2,4 pontos percentuais em relação ao 1T16, devido, principalmente, ao seu maior volume de receita.

“Os impactos positivos de uma equipe focada em rentabilidade, com diversos projetos que consideram adequações operacionais, redução de custos e despesas e investimentos em automação e produtividade, já podem ser notados em nossos níveis de rentabilidade nesse primeiro trimestre de 2017”, afirma Luiz Cassiano R. Rosolen, Diretor-Presidente da Romi.

Fonte: Romi

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BASF tem aumento expressivo nas vendas e lucros globais em comparação com primeiro trimestre de 2016

02/05/2017

  •  Vendas de €16,9 bilhões (+19%)
  • Tendência positiva dos volumes permanece (+8%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de €2,5 bilhões (+ 29%);  €2,0 bilhões foram gerados pelo negócio de químicos
  • Perspectiva para 2017 confirmada

A BASF completou o primeiro trimestre de 2017 com um aumento considerável nas vendas e lucros, quando comparados ao mesmo trimestre do ano passado. “A BASF teve um bom começo de ano em 2017”, disse o Dr. Kurt Bock, Presidente do Junta Diretiva da BASF SE. “As tendências relativas à demanda que foram observadas ao longo de 2016 continuaram no primeiro trimestre deste ano.”

As vendas do Grupo BASF aumentaram 19% no primeiro trimestre de 2017, atingindo €16,9 bilhões. Em todos os segmentos manteve-se a tendência positiva de volumes observada nos trimestres anteriores, levando a um crescimento de 8% nos volumes de vendas. Além disso, a BASF conseguiu preços de vendas significativamente mais elevados (acréscimo de 8%), principalmente no segmento de Químicos. Os efeitos cambiais e as operações da Chemetall, negócio adquirido da Albemarle em dezembro de 2016, também contribuíram para o aumento das vendas.

O lucro das operações da BASF antes dos itens extraordinários (EBIT) foi 29% maior, atingindo 2,5 bilhões de euros. Deste montante, 2,0 bilhões foram gerados pelo negócio de químicos, que engloba os segmentos de Químicos, Produtos de Performance, bem como Materiais & Soluções Funcionais. Assim, houve um crescimento de 37% nos lucros da divisão de químicos.

A BASF recebeu um pagamento inicial do seguro, no valor de €100 milhões, relacionado ao acidente ocorrido na zona do Porto Norte em Ludwigshafen, em outubro passado. Cerca de três quartos deste valor foram investidos no segmento de Químicos.

O EBIT aumentou € 585 milhões, se comparado ao primeiro trimestre de 2016, totalizando €2,5 bilhões.

O lucro líquido aumentou €322 milhões, somando €1,7 bilhão. O lucro por ação foi de €1,86 no primeiro trimestre de 2017, contra €1,51 no mesmo trimestre de 2016. O lucro por ação, ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, foi de €1,97 (primeiro trimestre de 2016: €1,64).

Perspectiva para o ano de 2017

As expectativas da BASF relativas ao cenário econômico global de 2017 permanecem inalteradas:

  • Crescimento do Produto Interno Bruto: 2,3%
  • Crescimento da Produção Industrial: 2,3%
  • Crescimento na produção de produtos químicos: 3,4%
  • Taxa média de câmbio entre o euro e dólar de US$ 1,05 por euro
  • Preço médio do petróleo (Brent) de US$ 55 por barril durante o ano

“Continuamos cautelosos quando se trata de nossa perspectiva para o ano inteiro. Ainda visualizamos riscos consideráveis em relação ao desenvolvimento macroeconômico e ao ambiente político”, disse Bock. “Confirmamos nossa previsão de 2017 para as vendas e lucros do Grupo BASF. Esperamos um crescimento considerável das vendas para o Grupo BASF em 2017. Conforme nossa definição, tal crescimento equivale a um aumento de pelo menos 6% nas vendas. Queremos atingir um EBIT antes dos itens extraordinários ligeiramente superior ao de 2016. Neste caso, “ligeiramente” significa uma mudança de 1-10%. Esperamos que o aumento seja mais próximo dos 10%.”

Desenvolvimento dos segmentos

No segmento de Químicos, as vendas aumentaram 36%, quando comparadas com o primeiro trimestre anterior, totalizando €4,1 bilhões, em grande parte como resultado do aumento dos preços nas divisões de Petroquímicos e Monômeros. As vendas ainda tiveram um apoio devido ao maior nível do volume de vendas em todas as divisões. Os efeitos cambiais alavancaram um pouco as vendas. Devido à maiores margens e volumes, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou €501 milhões em relação ao primeiro trimestre de 2016, somando €958 milhões. O impacto negativo sobre os lucros no primeiro trimestre de 2017, causado pelo acidente no Porto Norte em Ludwigshafen no quarto trimestre de 2016, foi compensado pelo pagamento inicial do seguro contra danos. Os custos fixos apresentaram um aumento homólogo devido principalmente ao comissionamento de novas fábricas.

As vendas no segmento de Produtos de Performance cresceram 9% se comparadas ao primeiro trimestre de 2016, totalizando €4,3 bilhões; resultado dos maiores volumes nas divisões de Dispersões e Pigmentos, Higiene Pessoal e Químicos de Performance. O segmento apresentou efeitos cambiais positivos em todas as divisões e teve um pequeno aumento em termos de preços de vendas no geral. Os efeitos gerados pelo portfólio prejudicaram o desenvolvimento das vendas. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu €40 milhões, se comparado ao nível estável do primeiro trimestre do ano anterior, devido a margens mais baixas e custos fixos mais elevados, atingindo €515 milhões.

No segmento de Materiais & Soluções Funcionais, as vendas cresceram 18% na comparação com o primeiro trimestre de 2016, somando €5,2 bilhões. Tal crescimento deu-se principalmente pelo aumento acentuado nos volumes de vendas, promovido principalmente pela maior demanda da indústria automotiva. O desenvolvimento das vendas também foi apoiado pela aquisição do negócio da Chemetall, adquirido da Albemarle em dezembro de 2016, juntamente com pequenos aumentos de preços e efeitos cambiais. Em comparação com o primeiro trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou €75 milhões, alcançando €531 milhões, em especial devido ao crescimento do volume e à aquisição da Chemetall.

O segmento de  Soluções para a Agricultura registrou um aumento de 4% em vendas, quando comparado ao mesmo período de 2016, alcançando €1,9 bilhões, mesmo com um mercado em que as condições permaneceram difíceis. Os principais determinantes foram volumes maiores e efeitos cambiais positivos, com preços estáveis. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu €58 milhões, indo para €533 milhões quando comparado com o forte primeiro trimestre de 2016. Tal resultado deu-se devido às margens médias mais baixas, fruto de um mix diferente de produtos. Os custos fixos aumentaram ligeiramente, em parte devido ao comissionamento de novas fábricas.

As vendas de €829 milhões no segmento de Petróleo e Gás foram 36% maiores do que no primeiro trimestre do ano anterior, fruto principalmente de preços maiores. O preço do barril de petróleo bruto (Brent) foi de US$ 54, em média, no primeiro trimestre de 2017 (primeiro trimestre de 2016: US$ 34). Os preços do gás nos mercados europeus de pronta entrega também aumentaram acentuadamente em comparação com o primeiro trimestre anterior. Os volumes de produção foram iguais ao nível do primeiro trimestre anterior, enquanto os volumes de vendas, especialmente de gás, ultrapassaram o nível do primeiro trimestre de 2016.

O EBIT antes dos itens extraordinários também melhorou consideravelmente, aumentando €104 milhões em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo €170 milhões. Tal melhora deu-se sobretudo devido ao aumento dos preços. O lucro líquido foi significativamente maior.

O segmento “Outros”, quando comparado ao primeiro trimestre do ano anterior, apresentou um aumento nas vendas de €133 milhões, perfazendo €610 milhões, principalmente como resultado do aumento dos preços na comercialização de matérias-primas. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu €31 milhões, totalizando menos €250 milhões. Tal diminuição foi sobretudo uma consequência dos efeitos de valorização do programa de incentivo de longo prazo.

Sob uma perspectiva regional, a BASF conseguiu melhorar consideravelmente as vendas e os lucros, especialmente na região Ásia-Pacífico. Os volumes nessa região aumentaram consideravelmente em todos os segmentos, os preços de venda aumentaram, principalmente no segmento de Químicos. O negócio na China foi o principal determinante deste desenvolvimento.

Fonte: BASF

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Balanço da Covestro registra um primeiro trimestre forte

02/05/2017

  • Volumes totais cresceram 9,0% em relação ao ano anterior
  • EBITDA ajustado subiu 66,5% para 846 milhões de euros
  • Lucro líquido subiu 157,1% para 468 milhões de euros
  • Fluxo de Caixa Operacional Livre 174% maior na comparação anual
  • Projeção foi elevada

Após um ano fiscal bem sucedido em 2016, a fabricante de polímeros Covestro manteve os bons resultados no primeiro trimestre de 2017 e elevou suas projeções para o ano. Graças a uma demanda ainda forte por polímeros inovadores, os volumes totais do Grupo cresceram 9,0%. O aumento na capacidade de utilização de produção e as consequentes melhorias nas margens também permitiram um crescimento no EBITDA. Em 846 milhões de euros, o EBITDA subiu 66,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O lucro líquido registrou crescimento de 157,1%, atingindo 468 milhões de euros. No primeiro trimestre de 2016 o lucro líquido totalizou 182 milhões de euros.

“A alta demanda pelos nossos produtos indica que plásticos inovadores são importantes para lidar com os desafios impostos por megatendências globais, como urbanização, mudança climática ou a evolução da mobilidade. Prova disso é nosso forte crescimento em volumes e os ganhos resultantes em todos os segmentos”, afirma o CEO da Covestro, Patrick Thomas. “Nós mantemos nosso clima positivo e entregamos um EBITDA melhorado pelo nono trimestre consecutivo. Continuamos otimistas para o restante do ano e, portanto, elevamos nossa projeção”.

Baseada na performance positiva do primeiro trimestre, a companhia ajustou as projeções apresentadas no Relatório Anual 2016 para o ano de 2017. A Covestro ainda espera um crescimento no volume total de baixo a médio dígito. A empresa agora projeta um Fluxo de Caixa Operacional Livre significativamente acima da média dos últimos três anos (a previsão anterior era de crescimento levemente acima da média dos últimos três anos). Além disso, a Covestro agora espera um retorno sobre o capital investido (ROCE) significativamente maior que o nível de 2016 (a projeção inicial era de um ROCE um pouco maior que o nível de 2016).

Vendas e fluxo de caixa substancialmente maiores

O robusto crescimento no volume total e um aumento geral de 13,4% nos preços de venda – especialmente no segmento de Poliuretanos, onde os preços subiram até 25,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2016 – resultaram em um aumento de 24,7% nas vendas, atingindo 3,586 bilhões de euros. O Fluxo de Caixa Operacional Livre também teve uma trajetória positiva, representando 211 milhões de euros – 174% acima do mesmo período na comparação com o ano anterior graças à melhoria no fluxo de caixa operacional.

“Nosso otimismo para o ano fiscal de 2017 foi confirmado no primeiro trimestre”, afirma o CFO Frank H. Lutz. “Nossos números provam que estamos em posição de nos beneficiarmos do crescimento nas indústrias em que atuamos junto a nossos clientes e, também, melhorar nossa eficiência operacional. Além disso, nossa estratégia de criar uma forte presença global está valendo a pena. As vendas e rentabilidade em nossos três principais mercados – China, Alemanha e Estados Unidos – estão cada vez mais equilibradas”.

Aumento acentuado nos volumes totais em todos os segmentos

No primeiro trimestre, os volumes totais no segmento de Poliuretanos cresceram substancialmente – 6,8% na comparação anual. Todos os grupos de produtos, particularmente MDI e TDI, contribuíram para este aumento. O fator chave aqui foi uma maior demanda do setor de construção em todo o mundo, bem como das indústrias de móveis e colchões nas regiões NAFTA e APAC. Em 482 milhões de euros, o EBITDA mais que dobrou na comparação anual. Isso se deu principalmente devido a margens maiores.

Diante da positiva demanda de mercado neste segmento foi decidido manter a produção do MDI em Tarragona, na Espanha. Ao mesmo tempo, a Covestro está trabalhando para converter uma fábrica na cidade alemã de Brunsbüttel. A empresa espera dobrar a capacidade de produção de MDI nesta planta para cerca de 400 mil toneladas métricas no decorrer de 2018.

O segmento de Policarbonatos também registrou novamente forte crescimento – 14,7% nos volumes totais na comparação anual. Os volumes vendidos nas três regiões subiram, principalmente devido a uma maior demanda das indústrias automotiva e eletroeletrônica. O EBITDA do segmento subiu 31,1%, atingindo 232 milhões de euros. Para atender a crescente demanda, a Covestro duplicou sua capacidade de produção de policarbonato em Xangai, na China, para cerca de 400 mil toneladas métricas por ano em 2016. Com uma capacidade de produção total de cerca de 1,5 milhão de toneladas métricas por ano, a empresa é hoje a principal fabricante do plástico de alta performance.

Os volumes totais no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades subiram 8,1% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Os volumes mais significantes vieram particularmente das regiões APAC e EMLA. Em 146 milhões de euros no primeiro trimestre, o EBIDTA subiu 5,0% na comparação anual. No ano passado, a Covestro inaugurou uma fábrica de escala mundial para matérias-primas de revestimentos na China. Em contraste aos dois outros segmentos, os preços do segmento permaneceram, em média, no mesmo nível do ano anterior.

Início de ano positivo

No geral, a Covestro  teve um início de ano muito positivo em 2017. Neste sentido, a posição estratégica da empresa é forte, tanto com relação às principais tendências nas indústrias atendidas quanto em regiões-chave. Além disso, inovações e cooperações têm um papel cada vez mais importante. Um bom exemplo é a recém-anunciada colaboração entre Audi, BASF e Covestro que levaram ao desenvolvimento de um novo revestimento com endurecedor biodegradável para a indústria de automóveis. Pela primeira vez, um revestimento contendo um endurecedor biodegradável foi aplicado em corpos de prova do Audi Q2 na planta da montadora. O carro com o novo revestimento foi apresentado na European Coatings Show (ECS) 2017 em Nuremberg, na Alemanha.

Com vendas de 11,9 bilhões de euros em 2016, a Covestro está entre os maiores fabricantes mundiais de polímeros. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados na vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e também as indústrias de esportes e lazer. A Covestro possui 30 sites de produção em todo o mundo e, no final de 2016, empregava cerca de 15.600 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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ABIEF divulga pesquisa indicando que o ano 2017 ainda será de ajustes para o setor

17/04/2017

Estudo aponta que ajustes internos e condições internacionais favoráveis podem iniciar um processo de retomada de negócios, apesar da produção ter ficado praticamente estagnada em 2016

Em um cenário onde os preços do gás natural e do petróleo tendem a permanecer baixos – por volta de US$ 60 o barril de petróleo – alguns analistas apostam que nos próximos 3 a 4 anos haverá uma onda de investimentos, principalmente em plantas de PE (polietileno). Segundo Otávio Carvalho, da Maxiquim, empresa que produziu um estudo de mercado exclusivo para a ABIEF, isto levará a uma queda entre 15% e 20% no preço das resinas já em 2018, em comparação a 2016, especialmente na Europa.

Em 2016 estima-se que a demanda brasileira de PE e de PP (polipropileno) tenha superado a marca de 3,8 milhões de toneladas, com uma leve alta em PP (0,6%) e queda em PE (1,4%), no comparativo com o ano anterior. Mundialmente, a produção de PE está avaliada em 110 milhões de toneladas, com uma demanda ao redor de 100 milhões de toneladas. Para 2017, a previsão é de um aumento de demanda de 0,3% nessas poliolefinas. No longo prazo, a alta se manterá entre 2% e 3% ao ano.

As exportações brasileiras de poliolefinas foram recorde em 2016, com alta de 20,2%; já as importações registraram queda de 0,5%. O saldo na balança comercial foi positivo em 513 mil toneladas. Os EUA foram responsáveis por 40% das importações de resinas brasileiras; já a Argentina respondeu por 40% das exportações para o Brasil.

“Vale lembrar que 42% das receitas da Braskem no ano passado foram provenientes de operações fora do Brasil”, lembra Carvalho. Ele alerta ainda para o fato de que em 2016 “atrasos das plantas de eteno e de PEs melhoraram substancialmente as projeções de oferta x demanda, em termos de margens, níveis de operação e rentabilidade das plantas”.

Stand Up Pouch desponta entre as embalagens flexíveis

Proporcionalmente, uma das embalagens flexíveis com melhor desempenho em 2016 no Brasil, foi o stand up pouch (SUP). Embora os principais setores usuários de embalagem tenham registrado queda na demanda de flexíveis em 2016 – exceto alimentos, com alta de 0,7% – a Maxiquim aposta em dois setores para alavancar o consumo em 2017: produtos de higiene pessoal e agropecuário.

A indústria de embalagens plásticas flexíveis fechou 2016 com uma produção de 1,834 milhão de tonelada (queda de 0,1% em comparação a 2015) e um faturamento de R$ 21 bilhões (alta de 6%). A participação dos diferentes tipos de resina no volume de produção foi: PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) 50%, PEBD (polietileno de baixa densidade) 23%, PP 17% e PEAD (polietileno de alta densidade) 10%.

Em toneladas, tanto as exportações como as importações de embalagens flexíveis sofreram queda de, respectivamente, 30% e 23% em 2016, em comparação com 2015. Em valores, as quedas foram mais acentuadas: exportação 40% e importação 34%. Contudo, a participação das embalagens flexíveis na indústria de transformados plásticos continua importante: 29%.

Foram apontados como pontos relevantes para o setor em 2017:

  • retomada lenta da economia levará a um crescimento pequeno no contexto doméstico;
  • o setor se deparará com muitas empresas em dificuldades para reequilibrar suas margens;
  • os investimentos continuarão em um ritmo lento por conta da instabilidade econômica;
  • o aperto no crédito tende a retroceder;
  • as mudanças regulatórias continuam no radar;
  • poderá haver uma recuperação do terreno perdido para importações;
  • e as exportações com plástico contido sofrerão, mas por outros motivos, como a operação Carne Fraca.

Com 40 anos de atividades, a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – ABIEF

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Abiquim: exportações puxam produção de resinas termoplásticas, enquanto demanda interna se mantém estável

22/03/2017

Segundo dados da Abiquim, a produção de resinas termoplásticas cresceu 5,7% em 2016, sobretudo pelas exportações que aumentaram 31,7%

De acordo com a equipe de Economia e Estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), as vendas internas e a demanda nacional de resinas termoplásticas, após apresentaram forte recuo em 2015, apresentaram desempenho estável em 2016. As vendas internas tiveram elevação de 1,1% em volume, enquanto a demanda nacional das principais resinas, medida pela somatória das vendas internas mais importações, registou apenas 0,2% de crescimento no ano passado, em comparação ao ano anterior.

As exportações, no entanto, apresentaram significativo crescimento de 31,7%, devido principalmente ao câmbio favorável. Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, o ambiente internacional também contribuiu para o resultado: “A desvalorização do real frente ao dólar incentivou as exportações das resinas brasileiras, mas também deve-se destacar que o crescimento de outros mercados e o momento favorável do ciclo petroquímico foram decisivos para que as empresas brasileiras aumentassem suas exportações”.

Fátima Giovanna ainda complementa que o não crescimento da demanda interna levou as empresas a direcionar seus produtos para outros mercados até pela natureza das operações, que não permite redução da produção de forma acentuada. Então, para manter os ativos trabalhando com segurança, houve a necessidade de se manter a produção, buscando alternativas no mercado externo, muitas delas com margens reduzidas. Segundo dados da Abiquim, as vendas internas mais as importações tiveram desempenho fraco, crescendo 0,2% em 2016, em comparação ao ano anterior. O CAN (vendas internas + importações – vendas externas) registrou queda de 2,8%. O produtor nacional se esforçou para recuperar parte do mercado ocupado pelas importações, mas teve que encontrar nas exportações a saída para a crise econômica brasileira.

Diante deste cenário, Fátima Giovanna finaliza: “Esse quadro mostra claramente que o nosso mercado permanece estagnado, no entanto, parou de cair. Dada a capilaridade das resinas termoplásticas em termos da diversificação de aplicações em diversas cadeias, a se manter o ritmo de fechamento dos dados do quarto trimestre do ano passado, a demanda deve voltar a apresentar algum crescimento neste ano”.

Em relação à demanda interna de resinas, o PVC e PE + EVA registraram queda de -1,5% e -0,5%, respectivamente. Já o PP cresceu 1,4%, o PET 1,1%, e o PS 4,1%. Ao todo, foram produzidas no Brasil 7.520 mil toneladas de resinas em 2016, que equivalem a uma taxa de utilização da capacidade instalada de 80%

O cenário do mercado brasileiro de resinas termoplásticas, explica Fátima Giovanna Coviello Ferreira, reflete o momento atual delicado da indústria química brasileira, cuja produção não registra crescimento há 10 anos, o que comprova um período de dificuldade e de falta de competitividade, que culmina no elevado índice de ociosidade atual e na falta de atratividade para novos investimentos para o setor. Os novos investimentos só virão, principalmente em um setor capital intensivo, com a ocupação das instalações atuais e melhora das condições gerais de mercado. Não se pode deixar de mencionar que a retomada da atividade econômica e da demanda interna voltarão a pressionar os resultados da balança comercial de produtos químicos. Outra preocupação do segmento diz respeito à entrada em operação de novos projetos petroquímicos nos Estados Unidos e a possibilidade de que parte dessa nova oferta se direcionar para o mercado brasileiro.

Por essas razões, a indústria química carece de ações urgentes, de curto prazo, que possam estimular as atuais plantas ao retorno da operação em um nível maior de utilização da capacidade, bem como medidas mais estruturantes, de longo prazo, que possam atrair novos investimentos e efetivamente fazer com que as oportunidades de investimentos existentes possam transformar-se, definitivamente, em realidade.

Fonte: Abiquim

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Evonik divulga principais indicadores financeiros e perspectivas para 2017

18/03/2017
  • Um bom desempenho em 2016 – aquisições fortalecem segmentos de crescimento
  • Previsões cumpridas: EBITDA ajustado no limite superior do intervalo em €2,165 bilhões
  • Dividendo proposto: constante em um nível atraente de €1,15 por ação
  • Perspectivas para 2017: receitas e lucros mais altos, EBITDA ajustado entre €2,2 e €2,4 bilhões

A Evonik Industries AG atingiu plenamente a sua previsão de receitas em 2016. Com um EBITDA ajustado de €2,165 bilhões, as receitas se situaram no limite superior do intervalo de €2,0 bilhões a €2,2 bilhões. Embora os volumes tenham apresentado um sólido crescimento de 3%, as vendas caíram 6% para €12,7 bilhões em decorrência da queda nos preços.

“Em 17%, a nossa margem EBITDA ajustada continua boa”, disse Klaus Engel, Presidente da Diretoria Executiva.  “A bem-sucedida aquisição da divisão de aditivos especiais da Air Products e a planejada aquisição do negócio de sílica da Huber representam um impulso adicional de crescimento, além de abrir novas perspectivas para o nosso atraente portfólio”.

Na Reunião Anual de Acionistas a ser realizada em 23 de maio, a Diretoria Executiva e o Conselho de Administração da Evonik irão propor um dividendo de €1,15 por ação. Com base no preço de fechamento das ações no final de 2016, isso representa um dividend yield de 4,1%, posicionando a Evonik entre as principais empresas químicas do mundo. “O alto fluxo de caixa livre de €810 milhões nos permite realizar esse nível de desembolso sem prejudicar as nossas ambiciosas metas de crescimento”, acrescentou Engel.

Em seguida a um desempenho excepcionalmente forte no ano anterior, a situação das receitas se normalizou em 2016. A Evonik conseguiu compensar só parcialmente o fraco impulso da economia global, o baixo preço do petróleo e a normalização dos preços dos produtos para nutrição animal. Assim, o EBITDA ajustado ficou 12% abaixo do nível excepcional do ano anterior.  A receita líquida ajustada também caiu em relação ao ano anterior, situando-se €930 milhões.

A posição financeira da Evonik continua muito sólida. “A estrutura do nosso balanço se mantém saudável, mesmo após a aquisição do negócio de aditivos especiais da Air Products”, disse a CFO da empresa, Ute Wolf. Isso também é evidenciado por sólidos ratings de grau de investimento.  “A eficiência do capital e o fluxo de caixa continuarão desempenhando um papel central na gestão da empresa”, acrescentou Wolf.  O retorno sobre o capital empregado (ROCE) foi de 14% em 2016, situando-se mais uma vez bem acima do custo de capital.

A Evonik acredita que os segmentos de crescimento Nutrition & Care e Resource Efficiency farão uma contribuição positiva para as receitas em 2017 em decorrência da integração bem-sucedida do negócio de aditivos especiais da Air Products. Além disso, as sólidas posições de mercado da empresa, seu portfólio equilibrado e sua concentração em negócios de forte crescimento continuarão impulsionando o seu desempenho.

Apesar da crescente incerteza inerente à situação geopolítica e à alta volatilidade do mercado, a Evonik pretende aumentar suas receitas e seu resultado operacional em 2017 e projeta um EBITDA ajustado entre €2,2 e €2,4 bilhões.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Lanxess anuncia resultados positivos no exercício financeiro de 2016

18/03/2017

• O Ebitda pré-excepcionais no exercício financeiro de 2016 aumenta 12,4%, para 995 milhões de euros
• A margem Ebitda pré-excepcionais melhora de 11,2 para 12,9%
• O lucro líquido aumenta em 16,4%, para 192 milhões de euros
• Crescimento de volumes em todos os segmentos
• Dividendo proposto para 2016 a 0,70 euros por ação; um aumento de 17%
• Entrada forte no primeiro trimestre de 2017: aumento de aproximadamente 20% no Ebitda pré-excepcionais
• Orientações para o ano completo de 2017: Ebitda pré-excepcionais ligeiramente acima do nível do ano anterior
• Processo de aquisição planejada da Chemtura progredindo bem

No ano fiscal de 2016, a empresa de especialidades químicas Lanxess avançou com sucesso, registrando fortes dados de desempenho. O Ebitda pré-excepcionais aumentou 12,4%, para 995 milhões de euros, em comparação com 885 milhões de euros no ano anterior. Os principais impulsionadores desse desenvolvimento positivo foram volumes maiores em todos os segmentos, o aumento associado na utilização da capacidade e a economia de custos resultante da melhoria da competitividade de plantas e processos. Em consequência de tudo isso, o Ebitda pré-excepcionais atingiu o topo de orientação recente de 960 milhões de euros para 1 bilhão de euros. A margem Ebitda pré-excepcionais do Grupo melhorou de 11,2% para 12,9%. O lucro líquido também aumentou em 16,4%, saindo de 165 milhões de euros e chegando a 192 milhões de euros. As vendas diminuíram ligeiramente, passando de 7,9 bilhões de euros em 2015 para 7,7 bilhões de euros, principalmente devido ao ajuste dos preços de venda condicionados aos menores custos das matérias-primas.

Também em 2016, a empresa tomou várias decisões estratégicas importantes e realinhou seu portfólio. A Arlanxeo, uma joint venture com a Saudi Aramco para o negócio de borracha sintética, começou a operar em 1º de abril. A Lanxess encerrou em agosto a aquisição da unidade de negócios Clean & Disinfect, da empresa norte-americana Chemours. Em setembro, a Lanxess anunciou a aquisição da empresa química norte-americana Chemtura, um dos principais fornecedores de aditivos retardantes de chamas e lubrificantes. Ambas as aquisições fortalecem a posição da Lanxess nos mercados de especialidades químicas premium.

“A Lanxess está de volta a sua trajetória de sucesso. Alcançamos marcos importantes em nossa reorganização para tornar a Lanxess uma empresa mais estável e rentável e progredimos bastante em nosso caminho para o crescimento sustentável. Isso se reflete em nossos resultados de negócios que foram muito positivos em 2016 “, disse Matthias Zachert, Presidente da Diretoria da Lanxess AG. “Pretendemos continuar neste caminho de crescimento, sobretudo por meio da aquisição planeada da Chemtura, e aumentar ainda mais a nossa força operacional”.

Balanço substancialmente melhor

No final do ano fiscal passado, os passivos financeiros líquidos diminuíram substancialmente de EUR 1.2 bilhão para EUR 269 milhões. Isso aconteceu, principalmente, por conta da joint venture com a Saudi Aramco. Em 2016, as despesas de capital ascenderam a 439 milhões de euros, mais ou menos o mesno nível do ano anterior, que foi de 434 milhões de euros. A empresa está planejando investimentos de capital de 450 milhões de euros a 500 milhões de euros para o ano de 2017.

“Reforçamos significativamente o nosso balanço em 2016 e continuamos neste caminho de estabilidade financeira. Conseguimos o financiamento para a aquisição planejada da Chemtura rapidamente e em condições atraentes, mantendo, ao mesmo tempo, nossa classificação de investment grade“, explicou Michael Pontzen, CFO da Lanxess AG.

O financiamento da aquisição prevista da Chemtura, que tem um valor de cerca de 2,4 bilhões de euros, é assegurado principalmente por dois bonds corporativos, um bond híbrido e a liquidez existente. Já em 2016, a Lanxess pôde dispor de três bonds – cada um com um volume de 500 milhões de euros.

Aquisição planejada da Chemtura

A aquisição planejada da Chemtura é um passo crucial no caminho de crescimento da Lanxess e continua evoluindo dentro do cronograma previsto. No início de março, as autoridades da Coréia do Sul aprovaram a aquisição, assim como autoridades antitruste nos Estados Unidos e no Brasil. No início de fevereiro de 2017, os acionistas da Chemtura votaram por ampla maioria a favor da fusão planejada. A Lanxess espera receber todas as autorizações regulamentares remanescentes e fechar a transação até meados de 2017.

Maior dividendo proposto para 2016

O bom desempenho da empresa em 2016 deve ser refletido em um maior dividendo novamente. A Diretoria e o Conselho Consultivo deverão propor à Assembleia Geral Anual de 26 de maio de 2017 um aumento de 17% em relação ao ano anterior, atingindo o patamar de EUR 0,70. Isto resultaria num pagamento total de dividendos de cerca de EUR 64 milhões.

Desenvolvimento de negócios por segmento

As vendas do segmento de Advanced Intermediates em 2016 foram de cerca de 1,74 bilhão de euros, 4,6% abaixo do valor do ano anterior, que foi de 1,83 bilhão de euros. Devido à antecipada queda da procura no setor dos agroquímicos no quarto trimestre, o Ebitda pré-excepcionais diminuiu ligeiramente, 3,8%, atingindo 326 milhões de euros, face a um valor muito forte de 339 milhões de euros no ano anterior. No entanto, a margem Ebitda pré-excepcionais foi ligeiramente acima do ano anterior, saltando de 18,6% para 18,7%.

As vendas no segmento de Performance Chemicals melhoraram em 2,7%, passando de cerca de 2,09 bilhões de euros para cerca de 2,14 bilhões de euros. O Ebitda pré-excepcionais avançou 14,7 por cento em relação ao ano anterior, de 326 milhões de euros, para 374 milhões de euros. Esta melhoria nos resultados foi atribuída principalmente ao forte crescimento do volume e à melhor utilização da capacidade. A margem Ebitda pré-excepcionais melhorou em conformidade para 17,5%, em comparação com 15,6% em 2015.

No segmento de High Performance Materials, as vendas diminuíram ligeiramente 2,7 por cento, de EUR 1,09 milhão para EUR 1,06 milhão. No entanto, o Ebitda pré-excepcionais avançou cerca de 43% para 159 milhões de euros, o que foi substancialmente superior ao nível do ano anterior de 111 milhões de euros. Os principais fatores aqui foram maiores volumes em grupos de produtos mais rentáveis e maior utilização da capacidade. A margem Ebitda pré excepcionais cresceu, respectivamente, para 15,1 por cento, em comparação com 10,2 por cento em 2015.

Dado um ambiente competitivo difícil, as vendas no segmento Arlanxeo diminuíram 5,2% para EUR 2,71 bilhões, a partir de um patamar de EUR 2,86 bilhões um ano antes. Apesar do desenvolvimento positivo dos volumes, o Ebitda pré-excepcionais foi de 4.6% abaixo do nível do ano anterior de 391 milhões de euros, com 373 milhões de euros. Em um ambiente competitivo ainda desafiador, o efeito de preços de venda reduzidos compensou o custo resultante de preços de matéria-prima mais baixos. A margem Ebitda pré-excepcionais de 13,8% foi praticamente no mesmo nível do ano anterior, atingindo 13,7%.

Perspectivas para 2017

O bom desempenho observado em 2016 continuou em 2017. A Lanxess teve um início muito bom para o novo ano fiscal e espera Ebitda pré-excepcionais entre 300 milhões de euros e 320 milhões de euros para o primeiro trimestre de 2017. Isso representaria um aumento nos ganhos de cerca de 20% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (262 milhões de euros).

Para todo o ano de 2017, a Lanxess espera um ligeiro aumento no Ebitda pré-excepcionais em relação a 2016. O fechamento bem-sucedido da aquisição planejada da Chemtura geraria uma contribuição adicional de lucros que a Lanxess ainda não incluiu em sua atual orientação para 2017.

Tradicionalmente, a empresa especifica sua orientação quando anuncia seus dados do primeiro trimestre. A declaração trimestral será publicada em 11 de maio de 2017.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Arlanxeo

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BASF divulga balanço de 2016 com lucro líquido de 4,1 bilhões de euros

06/03/2017

4º trimestre de 2016:

  • Vendas de €14,8 bilhões (acréscimo de 7% ao compararmos com o trimestre do ano anterior)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de €1,2 bilhões (acréscimo de 15% ao compararmos com o trimestre do ano anterior)

Exercício 2016:

  • EBIT antes dos itens extraordinários de €6,3 bilhões (decréscimo de 6% ao compararmos com o ano anterior)
  • Aumento considerável de ganhos no segmento de Químicos; ganhos substancialmente menores no segmento de Óleo e Gás e Outros;
  • Ganhos por ação €4,42 (acréscimo de 2%)
  • Proposta de dividendos para o exercício

Outlook 2017:

  • Crescimento significativo nas vendas em todos os segmentos
  • EBIT antes dos itens extraordinários ligeiramente maior

Em 2016, a BASF alcançou as metas traçadas relativas ao crescimento e aos lucros. O segmento de Químicos cresceu com sucesso e a rentabilidade aumentou mais. Como esperado, os lucros no segmento de Óleo e Gás não alcançaram o nível do ano anterior. “Ao longo do ano conseguimos aumentar o crescimento da BASF. Nossos volumes de vendas aumentaram de trimestre para trimestre. Na Ásia, em particular, aumentamos continuamente nossos volumes de vendas no segmento de químicos, mostrando que os altos investimentos realizados nos últimos anos em pesquisa e desenvolvimento e novas capacidades de produção estão dando frutos”, disse o Dr. Kurt Bock, Presidente do Conselho Executivo da BASF SE, na Conferência Anual de Imprensa em Ludwigshafen, Alemanha.

No quarto trimestre de 2016, as vendas aumentaram para € 14,8 bilhões, corresponde a um incremento de 7% em relação ao mesmo trimestre de 2015, devido principalmente a maiores volumes. Para o Grupo BASF, bem como para o segmento de químicos, que engloba Químicos, Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais, os volumes aumentaram em 6%. O lucro das operações (EBIT) antes dos itens extraordinários foi de € 1,2 bilhão, € 157 milhões a mais que o trimestre do ano anterior. Ganhos substancialmente maiores em Químicos, Materiais e Soluções Funcionais e Óleo e Gás mais que compensaram os ganhos mais baixos em Soluções para Agricultura e Outros.

Para o exercício completo de 2016, as vendas diminuíram em 18%, totalizando € 57,6 bilhões, devido principalmente ao desinvestimento nas atividades de comércio e armazenamento de gás, como parte do swap de ativos com a Gazprom no final de setembro de 2015. Este negócio contribuiu com € 10,1 bilhões nas vendas em 2015. No total, os efeitos de portfólio reduziram as vendas em 15 %. Além disso, os preços mais baixos das matérias-primas levaram a uma queda nos preços de venda (decréscimo de 4%). A empresa conseguiu aumentar continuamente os volumes das vendas ao longo do ano. Ao compararmos com o ano anterior, os volumes aumentaram em 2%, e no segmento de Químicos, em 4%. Os efeitos cambiais reduziram ligeiramente as vendas (decréscimo de 1%).

Em € 6,3 bilhões, o EBIT antes dos itens extraordinários foi € 430 milhões abaixo do nível do ano anterior, sendo em grande parte consequência de um declínio de cerca de € 850 milhões no segmento de Óleo e Gás, principalmente devido à queda dos preços e do desinvestimento das atividades de comércio e armazenamento de gás natural. As atividades transferidas para a Gazprom contribuíram com cerca de € 260 milhões para o EBIT antes dos itens extraordinários em 2015. No segmento de Soluções para Agricultura, o EBIT antes dos itens extraordinários atingiu ao nível do ano anterior. O segmento de Químicos apresentou um aumento significativo nos lucros graças às melhorias acentuadas das contribuições dos segmentos de Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais.

Em € 4,1 bilhões, o lucro líquido superou o nível do ano anterior de € 4,0 bilhões. O lucro por ação aumentou de € 4,34 para € 4,42.

Proposta de dividendos de €3,00

Em um ambiente de mercado volátil, o preço das ações da BASF evoluiu muito positivamente, fechando o ano em € 88,31, aproximadamente 25% superior ao do final do ano anterior. Com dividendos reinvestidos, o desempenho das ações da BASF aumentou em 30%, superando significativamente o DAX 30 (+ 7%), o DJ EURO STOXX 50 (+ 4%) e o MSCI World Chemicals (+ 11%). “Continuamos com a nossa política de dividendos e, na Assembleia Geral dos Acionistas, iremos propor o aumento de dividendos novamente, em € 0,10, resultando em € 3,00”, disse Bock. Assim, as ações da BASF oferecem mais uma vez um alto retorno de dividendos de 3,4%, com base no preço de fechamento das ações no final de 2016.

Perspectiva para o exercício de 2017

Bock: “Estamos cautelosamente otimistas para 2017. Queremos continuar a crescer, com todos os segmentos contribuindo para tal. E acima de tudo: queremos aumentar nossos ganhos novamente, também no segmento de Óleo e Gás. Provavelmente, a economia global irá crescer tão rápido quanto foi em 2016. Em virtude das incertezas políticas, a volatilidade permanecerá alta. ” Espera-se uma diminuição significativa no crescimento na União Europeia. Para os Estados Unidos, prevê-se uma ligeira recuperação no crescimento. É provável que o crescimento na China fique ainda mais lento. Espera-se que a recessão no Brasil e na Rússia terminem.

Para sua perspectiva, a BASF adota as seguintes condições econômicas para 2017 (números do ano anterior entre parênteses):

  • Crescimento econômico global: +2,3% (+2,3%)
  • Crescimento na produção mundial de químicos (excluindo produtos farmacêuticos): +3,4% (+3,4%)
  • Taxa de câmbio média entre o euro e o dólar de $1,05 por euro ($1,11 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) de $55 por barril ($44 por barril)

Espera-se que em 2017, as vendas do Grupo BASF cresçam consideravelmente. Tal crescimento será apoiado pelas vendas ligeiramente maiores no segmento de Produtos de Performance e por aumentos significativos nos segmentos restantes, incluindo Outros.

Bock: “Queremos aumentar ligeiramente o EBIT antes dos itens extraordinários em comparação com 2016. Prevemos contribuições significativamente maiores do segmento de Óleo e Gás. Nos segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, assumimos que o EBIT antes dos itens extraordinários será ligeiramente superior, enquanto que a contribuição do segmento de Químicos corresponderá ao nível do ano anterior “.

Em virtude das grandes incertezas políticas e econômicas, a BASF continuará com sua conduta rigorosa no tocante a gastos e custos. O programa estratégico de excelência, DrivE, contribui para esta meta. A partir do final de 2018, a empresa espera que este programa contribua com cerca de €1 bilhão em ganhos, por ano, em relação a 2015. A contribuição nos lucros foi de €350 milhões em 2016.

Após uma fase de altos investimentos, a BASF reduziu seus investimentos em mais de 1 bilhão de euros em 2016, como anunciado anteriormente. A empresa investiu um total de 3,9 bilhões de euros em despesas de capital (excluindo adições de imóveis, instalações e equipamentos resultante de aquisições, capitalização, obrigações de restauração e investimentos em TI). “Nos próximos anos, planejamos investir em um nível comparável. Estamos agora preenchendo a capacidade existente em nossas novas fábricas e, portanto, aproveitando o dinamismo do volume visto no ano passado”, disse Bock.

Desenvolvimento dos segmentos no 4º trimestre e no exercício de 2016

No segmento de Químicos, as vendas do quarto trimestre aumentaram em 12%, para € 3,6 bilhões, impulsionadas pelo aumento dos volumes e dos preços. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 386 milhões, totalizando € 635 milhões, atribuído principalmente a maiores margens, especialmente em isocianatos e produtos de cracker. Para o ano todo, as vendas diminuíram em 8%, totalizando € 13,5 bilhões. Isso se deve à queda dos preços em função do declínio nos preços das matérias-primas, especialmente na divisão de Petroquímicos. Os volumes mais altos não conseguiram compensar neste caso. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 92 milhões, totalizando € 2,1 bilhões, principalmente devido aos maiores custos fixos das novas startups de plantas de produção. As menores margens nas divisões de Petroquímicos e Intermediários também reduziram o EBIT antes dos itens extraordinários. Margens mais elevadas para os isocianatos na divisão de Monômeros ajudaram a retardar o declínio.

No segmento de Produtos de Performance, as vendas no quarto trimestre diminuíram em 1%, totalizando € 3,6 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários subiu ligeiramente para € 231 milhões, apoiado por melhores margens. Em € 15 bilhões, as vendas do ano todo foram 4% inferiores ao nível do ano anterior; fato atribuído principalmente à queda dos preços de venda e aos desinvestimentos concluídos em 2015. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 379 milhões, totalizando € 1,7 bilhões; fato atribuído principalmente à uma redução significativa dos custos fixos devido a medidas de reestruturação e a uma gestão rígida dos custos fixos, bem como à melhoria das margens.

No segmento de Materiais e Soluções Funcionais, as vendas do quarto trimestre cresceram em 10%, totalizando € 5,0 bilhões, movidas por maiores volumes. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 69 milhões, totalizando € 458 milhões devido ao crescimento dos volumes, a uma mistura de produtos favorável e a conduta mantida no tocante aos custos. As vendas do exercício do ano aumentaram em 1%, totalizando € 18,7 bilhões. Ao aumentar os volumes em todas as divisões, os preços mais baixos e os efeitos cambiais levemente negativos puderam ser mais do que compensados. O crescimento dos volumes foi atribuído principalmente à maior demanda de produtos para a indústria automotiva. Os negócios com a indústria da construção viram volumes de vendas em um nível geral elevado. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 297 milhões, totalizando € 1,9 bilhão em relação a 2015. Todas as divisões contribuíram para esse aumento considerável de lucros, em particular, a divisão de Materiais de Performance.

No segmento de Soluções para Agricultura, as vendas no quarto trimestre aumentaram em 10%, totalizando 1,3 bilhões de euros, atribuído a volumes mais elevados. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 65 milhões, totalizando € 79 milhões devido a custos fixos mais elevados, em parte devido às novas instalações de produção ou expansão, por exemplo, para o herbicida dicamba. No acumulado do ano, as vendas diminuíram em 4%, totalizando € 5,6 bilhões; resultado do menor volume de vendas e dos efeitos cambiais negativos. O ambiente de mercado desafiador para os produtos de proteção de cultivos afetou particularmente a demanda por inseticidas na América do Sul e por fungicidas na Europa. Os preços foram compatíveis com os de 2015. A gestão rígida de custos permitiu a redução dos custos fixos no segmento de Soluções para Agricultura. Devido a este desenvolvimento, o EBIT antes dos itens extraordinários correspondeu ao nível do ano anterior em € 1,1 bilhão, apesar do declínio das vendas.

No segmento de Óleo e Gás, as vendas do quarto trimestre aumentaram em 26%, totalizando € 922 milhões, devido ao aumento dos volumes e dos preços. O EBIT antes dos itens extraordinários cresceu em € 36 milhões, totalizando € 163 milhões. As vendas do ano todo diminuíram em 79%, totalizando € 2,8 bilhões em relação ao ano anterior. Devido ao swap de ativos com a Gazprom concluído no final de setembro de 2015, as contribuições da atividade de comércio e armazenagem de gás natural e da Wintershall Noordzee BV cessaram a partir do quarto trimestre de 2015. Estas atividades contribuíram com € 10,1 bilhões nas vendas em 2015. No segmento contínuo de petróleo e gás, os volumes cresceram em 15% em relação a 2015, ao passo que os efeitos de preço e câmbio foram de menos de 15%. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu de € 849 milhões para € 517 milhões em 2016, resultado da queda dos preços do petróleo e do gás, além do desinvestimento do negócio de comércio e armazenamento de gás para a Gazprom. As atividades transferidas para a Gazprom contribuíram com cerca de 260 milhões de euros para o EBIT antes dos itens extraordinários em 2015.

As vendas no segmento Outros diminuíram em 22%, totalizando € 518 milhões no quarto trimestre. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu para menos € 386 milhões, abaixo de menos € 114 milhões no quarto trimestre de 2015. As vendas do ano todo caíram em 28% para € 2,0 bilhões em relação a 2015. Baixos preços e volumes no comércio de matérias-primas foram os principais responsáveis, juntamente com a expiração dos contratos de abastecimento relacionados com a saída da participação da BASF na operação conjunta da Ellba Eastern Private Ltd. em Singapura no final de 2014. O EBIT antes dos itens extraordinários no segmento Outros diminuiu em € 162 milhões totalizando menos € 1,1 bilhão. Isso se deu em grande parte aos efeitos de valorização do programa de incentivos de longo prazo. Os efeitos cambiais positivos ajudaram a retardar o declínio.

Fonte: BASF

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Grupo Solvay divulga resultados de 2016

05/03/2017

Solvay_logoFaturamento alcançou 10,9 bilhões de euros; lucro líquido somou 846 milhões de euros

O Grupo Solvay alcançou um faturamento de 10,9 bilhões de euros em 2016, segundo anúncio feito no dia 24/2, na sede do grupo, em Bruxelas, Bélgica. O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 2,28 bilhões de euros, com uma elevação de 7,5% sobre 2015. A margem sobre o EBITDA bateu recorde em 2016 e alcançou 21%, um índice relevante para a indústria química em geral. O lucro líquido em uma base subjacente alcançou 846 milhões de euros contra 768 milhões de euros em 2015. A empresa obteve em 2016 uma geração de caixa de 876 milhões de euros, que representou um aumento de 384 milhões de euros em relação ao ano anterior.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, “a empresa registrou em 2016 um crescimento sólido do EBITDA, apoiado por nosso processo de transformação organizacional e pela melhoria do perfil dos nossos clientes. A busca pela excelência operacional, por resultado rápido de sinergias e uma dinâmica contínua de preços contribuíram de forma sólida para o nosso desempenho”, disse. Para Clamadieu, ‘a atualização do nosso portfólio nos permitiu reduzir significativamente nossa intensidade dos gases de efeito de estufa. No geral, estes elementos combinados aumentam a criação de valor sustentável para os nossos clientes e acionistas”.

O CEO do Grupo Solvay acrescentou que a empresa continua no rumo certo para alcançar os seus objetivos de médio prazo. “Para 2017, esperamos que o EBITDA subjacente cresça em um dígito de nível médio, impulsionado principalmente por nossas áreas de Advanced Materials e Advanced Formulations, e gere mais 800 milhões de euros de caixa”, disse.

A Solvay é uma empresa química cujos produtos e soluções são utilizados em aviões, carros, dispositivos inteligentes e médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre muitas outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 27.000 pessoas em 58 países. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Rhodia

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Balanço global da DSM mostra resultados positivos em 2016

05/03/2017

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Em âmbito global, as vendas foram de € 7,92 bilhões, com destaque para a alta de 17% do lucro operacional (EBITDA), que chegou a € 1,26 bilhão

A DSM registrou um desempenho positivo em 2016, superior ao projetado em seus objetivos estratégicos, conforme demonstra o relatório da companhia divulgado em fevereiro. A empresa holandesa contabilizou aumento de 3% nas vendas globais, que atingiram € 7,92 bilhões, e um crescimento orgânico de 4%, além de uma alta de 17% do lucro operacional (EBITDA), que chegou a € 1,26 bilhão.

Em âmbito global, a área de Nutrição (nutrição e saúde humana, nutrição animal, especialidades alimentícias) alcançou vendas globais de € 5,17 bilhões, montante 4% superior ao do ano anterior; a área de Materiais de Desempenho registrou vendas de € 2,51 bilhões (queda de 1%); as vendas do Centro de Inovações foram de € 67 milhões (alta de 7%); e as vendas das atividades corporativas bateram € 71 milhões.

Ao abordar os resultados do ano, o CEO da DSM e presidente do Conselho de Administração da companhia, Feike Sijbesma, ressaltou o fato da empresa alcançar as metas estabelecidas ao final de 2015. “Reportamos um ano muito positivo, com lucro operacional e retorno do capital empregado muito acima do objetivo de médio prazo estabelecidos em nossa estratégia para o triênio que vai até 2018, que é impulsionar um crescimento rentável”, comenta.

Para este ano, Sijbesma conta que, embora as condições macroeconômicas sejam incertas, a DSM está confiante em cumprir novamente os seus objetivos estratégicos. “Continuaremos a executar as nossas iniciativas de crescimento e, somando-se a isso, estamos firmes com os programas de melhoria contínua de produtividade atrelada à redução de custos em todo o grupo”, reforça.

A DSM optou por reduzir o seu período de planejamento estratégico de cinco para três anos (2016/18). Entre os seus objetivos específicos, destaque para o aumento do EBTIDA, elevação do retorno de capital empregado e a redução do FTD (full-time equivalente, método para mensurar o grau de envolvimento dos colaboradores em suas atividades ou em um determinado projeto). Para tanto, a empresa concentra esforços em três fatores centrais: aceleração do crescimento dos negócios, melhora da produtividade atrelada à redução de custos e disciplina para investimentos dos recursos por meio do menor envolvimento dos recursos financeiros nas operações e redução do capital de giro.

América Latina em alta

As vendas da subsidiária latino-americana da DSM alcançaram € 544 milhões, que representaram 7% das vendas globais da empresa. Na região, onde está presente em 13 países, a companhia conta com 2,07 mil colaboradores (em âmbito global, a DSM conta com 20,78 mil colaboradores). Para o presidente da DSM na América Latina, Maurício Adade, o volume de vendas na região foi significativo principalmente diante do fato de que algumas economias do continente passaram por um momento desafiador.

A Royal DSM atua em mercados mundiais como alimentos e suplementos dietéticos, cuidados pessoais, rações, dispositivos médicos, peças automotivas, tintas, componentes elétricos e eletrônicos, proteção da vida, energia alternativa e materiais biológicos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – DSM

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Sepro América teve outro ano recorde e planeja iniciar a montagem de robôs nos EUA

22/02/2017

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Mais uma vez, a América do Norte foi o principal mercado regional do Grupo Sepro, representando 21% das vendas globais de 103 milhões de euros alcançadas pela empresa em 2016. Este foi o quarto ano consecutivo de vendas recorde para a a Sepro. Os robôs para grandes máquinas injetoras de plástico foram os líderes em vendas e, com isso em mente, a Sepro anunciou planos para expandir suas instalações (foto) em Warrendale, na Pensilvânia (EUA), e começar a montar robôs grandes por lá.

Em 2016, a participação de mercado da Sepro America para toda a linha de robôs aumentou 5,1% em relação a 2015. Sua fatia de mercado em robôs pequenos (para máquinas injetoras com menos de 750 toneladas) aumentou ligeiramente, mas a participação da Sepro no mercado de robôs grandes aumentou em 14,3% na comparação anual. O vice-presidente de vendas e marketing da Sepro America, Jim Healy, acredita que isso pode ser atribuído aos novos robôs grandes que sua empresa introduziu nos últimos 18 meses.

“A Sepro sempre foi um player forte em robôs para grandes máquinas”, diz ele, “mas desde que nós introduzimos três novas famílias de robôs grandes de feixe cartesiano e uma linha de robôs de braço articulado de 6 eixos, isso realmente solidificou nossa posição. Dito isto, nossa participação no mercado de robôs pequenos continua a crescer de forma constante. “

Durante a feira NPE 2015 em Orlando, na Flórida, a Sepro lançou três novas linhas de robôs para máquinas injetoras com forças de fechamento entre 800 a 5.000 toneladas. Estas linhas incluíram dois robôs de 5 eixos na linha de produtos premium 7X e duas famílias de grandes robôs de 3 eixos, a linha tecnológica S7 e a linha Strong de robôs universais. Um ano depois disso, em abril de 2016, a Sepro concluiu um acordo com a Yaskawa Motoman que acrescentou quatro novos robôs de 6 eixos articulados para máquinas injetoras entre 800 e 5.000 toneladas. Eles complementam a gama menor de robôs de 6 eixos oferecidos em parceria com a Stäubli Robotics. Mais recentemente, na feira de plásticos K 2016 em Dusseldorf, Alemanha, em outubro, a empresa completou seu portfólio de robôs grande com a introdução do 7X-100XL. Com alcance horizontal máximo de até 10 m (32 pés), ele é capaz de manipular uma carga (peça mais ferramentaria) de até 220 lbs (100 kg).

Montagem de robôs nos EUA está sendo planejada

A Sepro America começará a montar robôs em Warrendale, PA (Pittsburgh) no quarto trimestre de 2017. A Sepro vai adquirir feixes e outros componentes localmente, enquanto que os componentes com maior contéudo técnicos continuarão a ser fabricados na fábrica do Grupo Sepro, na França.

“Nosso principal objetivo é otimizar a entrega aos clientes norte-americanos, mas”, diz Jim Healy, “o fator crítico é o controle de qualidade”.

A Sepro já possui uma capacidade substancial de engenharia e montagem em Warrendale, onde atualmente projeta e constrói complexas células de automação integradas para entrega na América do Norte. Assim, a montagem de robôs é um próximo passo lógico e fácil no crescimento da Sepro America. Inicialmente, o foco será nos novos robôs grandes da Sepro (para injetoras acima de 800 toneladas) nas gamas Strong, S7 e 7X, para entrega a clientes nos Estados Unidos, Canadá e possivelmente no México.

A Sepro mudou-se para a sua planta atual em dezembro de 2013. O prédio já inclui uma grande área de “oficina”, que engloba montagem, testes e espaço de armazém, mas uma expansão adicional está sendo planejada.

A Sepro foi uma das primeiras empresas no mundo a desenvolver robôs cartesianos para máquinas injetoras, introduzindo seu primeiro “manipulador” controlado por CNC em 1981. Hoje, tendo equipado mais de 30.000 máquinas injetoras, o Grupo Sepro é um dos maiores vendedores independentes de robôs do mundo. Seus servo-robôs de 3, 5 e 6 eixos, unidades especiais e sistemas completos de automação são todos suportados pela plataforma de controle “Visual” desenvolvida pela Sepro especialmente para transformadores por injeção. Este controlador exclusivo é um componente-chave no que a empresa se refere como “integração ágil” – uma abordagem colaborativa no que diz respeito à conectividade de equipamentos e interoperabilidade, que pode ser adaptada para atender exatamente às necessidades específicas de transformadores e OEMs de injeção.

Fonte: Grupo Sepro

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Braskem bate recordes operacionais em 2016 mas registra prejuízo de R$ 768 milhões no ano

22/02/2017

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  • Vendas e EBITDA registram marca histórica
  • Prejuízo no Quarto trimestre foi de R$ 2,63 bilhões, incorporando multas e indenizações previstas em acordo da Operação Lava Jato

A Braskem alcançou índices elevados de produção e vendas que culminaram em um resultado recorde do EBITDA em 2016. Segundo prévia não auditada dos resultados, o EBITDA consolidado da Companhia cresceu 23% em relação ao ano anterior e registrou R$ 11,5 bilhões (US$ 3,3 bilhões, alta de 18% em dólar).

Esse resultado é explicado pelo bom desempenho operacional das plantas industriais, os níveis atuais de spreads de resinas no mercado internacional, o maior volume de exportações do Brasil, a boa performance das operações dos Estados Unidos e da Europa, o início da produção do Complexo Petroquímico do México, além da depreciação média do real de 5%.

“Os resultados de 2016 comprovaram a estratégia bem-sucedida da Braskem”, diz Fernando Musa, presidente da Companhia. “A Braskem manteve o foco na eficiência operacional em linha com seu posicionamento de buscar a diversificação de matérias-primas e a internacionalização de suas operações nas Américas.”

Com o foco direcionado na produtividade e competividade de seu parque industrial, a Braskem registrou taxa média recorde de utilização dos crackers no Brasil de 92%, alta de três pontos percentuais em relação ao ano anterior. No ano, a produção de resinas termoplásticas foi de 4,9 milhões de toneladas, 4% superior a 2015, enquanto a de petroquímicos básicos cresceu 3%, alcançando 8,5 milhões de toneladas no mesmo período.

Embora as vendas de resinas da companhia tenham recuado 1% no mercado brasileiro em 2016 para 3,4 milhões de toneladas, a estratégia da Braskem de redirecionar parte da sua produção para o exterior foi bem-sucedida. As exportações de resinas aumentaram 24% no ano e totalizaram 1,7 milhão de toneladas, também marca histórica. As vendas dos principais petroquímicos básicos tiveram alta de 5%, para 1,8 milhão de toneladas.

Nos Estados Unidos e na Europa, o índice médio de operação das sete plantas de polipropileno – cinco unidades nos EUA e duas na Alemanha – foi de 100%, dois pontos acima do ano anterior. A produção alcançou 2 milhões de toneladas, alta de 2% e recorde histórico da Companhia. Esse também foi o volume de vendas da Braskem a partir desses mercados.

A fim de atender os clientes da Europa e dos EUA, a Braskem começou a operar, no início deste ano, sua planta de polietileno de ultra-alto peso molecular em La Porte, no estado norte-americano do Texas, fruto de um investimento de US$ 40 milhões.

Com o início da produção da Braskem Idesa no México em abril de 2016, a taxa média de operação das três plantas de polietileno do Complexo Petroquímico, localizado em Nanchital, subiu para 73% no quarto trimestre de 2016, alta de 10 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior, em linha com a esperada curva de crescimento da produção. Em 2016, o EBITDA da Braskem Idesa totalizou R$ 537 milhões (US$ 165 milhões), com margem EBITDA de 34%.

No fim de 2016, a Braskem assinou o Acordo Global, no qual se comprometeu a pagar R$ 3,1 bilhões em multa e indenização às autoridades a fim de encerrar as alegações da Operação Lava Jato. Em razão disso, o resultado da Companhia no quarto trimestre acabou afetado negativamente, apresentando um prejuízo de R$ 2,63 bilhões no período. No ano, o resultado da Braskem foi de R$ 768 milhões negativo, dos quais R$ 452 milhões na Controladora.

Investimentos

A Braskem planeja investir aproximadamente R$ 1,8 bilhão em 2017, dos quais a maior parcela é destinada a projetos no Brasil de manutenção, produtividade, SSMA e eficiência operacional, além do programa de investimento para o uso de gás etano como matéria prima no Polo Petroquímico de Camaçari, na Bahia (R$ 236 milhões).

A Braskem apresenta um volume de produção anual superior a 20 milhões de toneladas, incluindo a produção de produtos químicos e petroquímicos básicos. Seu faturamento anual é de R$ 54 bilhões. A empresa atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

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Covestro divulga balanço anual recorde

20/02/2017
Conselho de Administração da Covestro

Conselho de Administração da Covestro

•Volumes totais cresceram 7,5% em relação ao ano anterior
• EBITDA ajustado subiu 22,7% para 2,0 bilhões de euros
• Forte crescimento no Fluxo de Caixa Operacional Livre
• Lucro líquido mais que dobrou
• Dividendo proposto de 1,35 euro por ação
• Cenário confiante para 2017

2016 foi um ano recorde para a fabricante de polímeros Covestro. Impulsionados pela demanda por materiais inovadores, os volumes totais do Grupo cresceram 7,5%. Com maior capacidade de utilização em suas plantas ao redor do mundo, o EBITDA ajustado subiu 22,7% para 2,0 bilhões de euros, um crescimento frente 2015. O lucro líquido mais que dobrou, de 343 milhões de euros para 795 milhões de euros. Com base nisso, a Covestro espera pagar a seus acionistas um dividendo de 1,35 euro por ação.

“Nossa estratégia está dando resultado. Estes excelentes números destacam a força fundamental da Covestro”, explica o CEO Patrick Thomas. “A crescente demanda por nossos produtos inovadores e sustentáveis mostra que estamos conseguindo substituir os materiais tradicionais por plásticos de qualidade superior”.

O Fluxo de Caixa Operacional Livre cresceu 41,8%, atingindo 1,4 bilhão de euros. A Covestro também melhorou sua rentabilidade: o retorno sobre capital empregado (ROCE) atingiu 14,2%, excedendo significativamente o ano anterior. Em contraste, as vendas do Grupo Covestro caíram 1,5%, alcançando 11,9 bilhões de euros como resultado de menores preços de vendas e efeitos financeiros.

Capacidade de produção otimizada e crescente demanda

Em 2016, o crescimento dos volumes totais superou o PIB global de forma significativa, enfatizando, portanto, o forte posicionamento estratégico da Covestro com relação a importantes tendências nas principais indústrias de clientes atendidos. A companhia foi capaz de aumentar consistentemente os volumes de vendas e otimizar ainda mais a utilização de suas capacidades de produção já existentes.

A Covestro também deu início à expansão de sua capacidade em regiões de grande crescimento a fim de atender à crescente demanda. Isso acontece particularmente no mercado da Ásia, onde a empresa deu início a uma operação para a produção de matérias-primas para revestimentos (HDI) e duplicou sua capacidade para policarbonatos.

Na Europa, a plataforma de produção está sendo também otimizada. A expansão da capacidade de produção do MDI, o precursor da espuma rígida, no site de Brunsbüttel (Alemanha) foi iniciada em junho. A capacidade será duplicada para 400 mil toneladas métricas por ano até 2018. Além disso, a Covestro provou, em 2016, que o CO2 pode ser usado como uma matéria-prima para produtos disponíveis no mercado: no ano passado, em Dormagen (Alemanha), a empresa colocou em funcionamento a primeira planta industrial do mundo a usar o CO2 como matéria-prima para componentes de espuma flexível.

Maior flexibilidade financeira

A Covestro pagou todos os empréstimos pendentes da Bayer no ano fiscal passado. Em março, a companhia fez a primeira emissão no valor total de 1,5 bilhão de euros como parte de um programa de emissão de títulos, facilitando os fundos para a quitação total dos empréstimos. Ao final de 2016, a dívida financeira líquida era de 1,5 bilhão de euros, cerca de 700 milhões de euros abaixo do nível do ano anterior.

“O programa de emissão nos dá maior flexibilidade financeira”, pontua o CFO Frank H. Lutz. “Junto com nosso fluxo de caixa positivo, agora temos fundos suficientes para financiarmos investimentos de forma independente”.

Forte demanda para Poliuretanos e Policarbonatos

Em 2016, o segmento de Poliuretanos da Covestro atingiu um crescimento de volume total de 7,7%, na comparação com o ano anterior, motivado por um forte crescimento em todos os grupos de produtos, particularmente no MDI, assim como o aumento de 41,2% no EDITDA ajustado, alcançando 881 milhões de euros. A demanda foi impulsionada por indústrias-chave como os setores automotivo e de construção. Em outubro, devido a uma parada de produção não planejada em um fornecedor, a Covestro se viu forçada a operar os sites europeus de MDI e TDI em capacidade reduzida e, portanto, declarou força maior. A situação foi revertida no final do ano.

O crescimento de volume total em Policarbonatos foi de 10,3%, na comparação com 2016. Mais uma vez os volumes de vendas cresceram de forma acentuada, particularmente nas regiões APAC e NAFTA. O EBITDA ajustado subiu 25,7%, atingindo 704 milhões de euros no segmento. A demanda da indústria eletroeletrônica foi um dos principais fatores de crescimento.

No segmento de Coatings, Adesivos e Especialidades (CAS), os volumes totais permaneceram estáveis, apesar da já prevista rescisão contratual de operações comerciais. O EBITDA ajustado subiu 1,8% para 500 milhões de euros. A redução no preço das matérias-primas teve um efeito positivo no resultado. Além disso, a tendência por produtos de maior qualidade também aumentou a demanda por produtos do CAS.

Maior rentabilidade no Q4 de 2016

O bem sucedido desempenho da Covestro continuou no quarto trimestre de 2016. De outubro a dezembro, os volumes totais subiram 4,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Graças ao aumento nos preços de vendas, as vendas do Grupo subiram 7,8%, alcançando 3 bilhões de euros. O EBITDA ajustado cresceu 52,3% para 390 milhões de euros. O lucro líquido de 124 milhões de euros também ficou bem acima do quarto trimestre de 2015 (-84 milhões de euros). O Fluxo de Caixa Operacional Livre subiu 3,6%, atingindo 407 milhões de euros.

Crescimento rentável previsto

Em 2017, a Covestro continuará trabalhando para desenvolver materiais inovadores, em linha com a visão da companhia: ‘Fazer do mundo um lugar melhor’. “Com nosso claro foco em um crescimento sustentável em linha com as macrotendências globais, nós estabelecemos uma forte posição para lucrar com a evolução do mercado no longo prazo. Encaramos 2017 com muita confiança”, declara Patrick Thomas.

Como uma empresa global com operações em estreita proximidade com seus clientes regionais, a Covestro também se considera bem posicionada em um mercado marcado por incertezas geopolíticas e volatilidade econômica. Baseada nas atuais previsões econômicas globais e nas perspectivas das indústrias que atende, a Covestro espera um desempenho sólido em relação aos indicadores-chave em 2017. A companhia antecipa um aumento percentual de um dígito (baixo a médio) no crescimento do volume total do Grupo. A Covestro projeta Fluxo de Caixa Operacional Livre levemente acima da média dos últimos três anos e um ROCE um pouco maior que o nível de 2016.

Com vendas de 11,9 bilhões de euros em 2016, a Covestro está entre os maiores fabricantes mundiais de polímeros. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e também as indústrias de esportes e lazer. A Covestro possui 30 sites de produção em todo o mundo e, no final de 2016, empregava cerca de 15.600 pessoas.

Fonte: Covestro

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Lanxess volta a subir suas projeções de faturamento para 2016 após terceiro trimestre mais forte

21/11/2016

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• FY 2016: nova expectativa de EBITDA está entre EUR 960 milhões e EUR 1,000 milhões
• Q3 2016: perspectiva de EBITDA subiu 9.4%, para EUR 257 milhões
• Margem do EBITDA cresceu 13.4 % devido a maiores volumes em todos os segmentos e melhora nas estruturas de custos
• O lucro líquido melhorou substancialmente em 51,2%, para EUR 62 milhões
• Planejamento para integração da Chemtura foi iniciado

Após um forte terceiro trimestre, a empresa de especialidades químicas Lanxess voltou a aumentar sua projeção para 2016. A companhia, localizada em Colônia, Alemanha, espera agora atingir um EBITDA pré-excepcional entre EUR 960 milhões e EUR 1 bilhão. Anteriormente, a Lanxess tinha definido o valor entre EUR 930 milhões e EUR 970 milhões.

O EBITDA do terceiro trimestre de 2016 cresceu 9.4%, chegando em EUR 257 milhões, comparado com os EUR 235 milhões do ano anterior. A margem de EBITDA pré-excepcional cresceu ano a ano de 12% para 13.4%. Assim como nos três meses anteriores, o bom desempenho global dos resultados foi motivado especialmente pelo forte desenvolvimento operacional dos “novos” segmentos da Lanxess – Advanced Intermediates, Performance Chemicals and High Performance Materials – bem como pela melhora das estruturas de custos.

“Seguimos a dinâmica do primeiro semestre do ano no terceiro trimestre e entregamos uma prova renovada da força operacional da nova Lanxess. Estamos, portanto, projetando nossos resultados para cima para o fechamento do ano, disse Matthias Zachert, CEO da Lanxess AG. A companhia está antecipando um padrão anual de negócios no último trimestre de 2016. Em outras palavras, a performance será ligeiramente melhor em comparação aos trimestres anteriores.

O bom desempenho no terceiro trimestre também se refletiu no lucro, que teve alta de 51,2%, passando para EUR 62 milhões, comparado aos EUR 41 milhões registrado no ano anterior. O lucro por ação foi de 0,68 euros, contra 0,45 euros.

As vendas do grupo tiveram uma leve queda de 1,6% no terceiro trimestre de 2016, para EUR 1.92 billhão, comparado com os EUR 1.95 bilhão no mesmo período em 2015. Os volumes mais altos em todos os segmentos praticamente compensaram os menores preços de venda resultantes dos valores das matérias-primas. Avançando no caminho do crescimento, a Lanxess manteve sua trajetória crescente também no terceiro trimestre. Em 31 de agosto, fechou com sucesso a aquisição da unidade Clean and Disinfect da empresa Chemours, localizada nos EUA. No fim de setembro, anunciou seu próximo marco, com a aquisição da unidade de negócios químicos da Chemtura, sediada nos Estados Unidos e se posicionando como um dos principais fornecedores de aditivos. Vários grupos de trabalho já começaram a planejar o processo de integração. A transação ainda precisa ser aprovada pelos acionistas da Chemtura e pelas autoridades competentes. O fechamento do negócio está previsto para meados de 2017.

Passivos financeiros líquidos permanecem em um nível baixo

No final do terceiro trimestre, os passivos financeiros líquidos ficaram praticamente inalterados, apesar do pagamento pela aquisição das unidades de negócio da Chemours, e subiram para EUR 203 milhões. A Dívida Líquida foi substancialmente reduzida, principalmente por conta do pagamento de EUR 1,2 bilhão recebido pela Lanxess em abril de 2016 da Saudi Aramco pela sua quota de 50% na joint venture ARLANXEO. No final de 2015, a Lanxess ainda tinha passivos financeiros líquidos de cerca de EUR 1,2 bilhão.

Margens cresceram em todos os segmentos

No segmento – Advanced Intermediates – as vendas caíram 1,1%, de EUR 440 milhões para EUR 435 milhões. O EBITDA pré-excepcional ficou em EUR 83 milhões, 9.2 % maior que o valor do ano anterior, quando foi de EUR 76 milhões. Na unidade de negócios Advanced Industrial Intermediates particularmente, o volume de vendas cresceu em razão da boa demanda em quase todos os mercados finais. Na unidade de negócios Saltigo, a demanda pelo Saltidin – ingrediente ativo para repelente de insetos – foi um dos fatores que compensou a fraca demanda por agroquímicos. A margem de EBITDA pré-excepcional de 19.1% foi significativamente superior ao valor do ano anterior de 17,3%.

O segmento – Performance Chemicals – apresentou um aumento de 3,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, de EUR 524 milhões para EUR 541 milhões. Além do maior volume de vendas, a linha de negócios Clean and Disinfect ,adquirida da Chemours no fim de agosto, foi um dos fatores responsáveis por esta performance. O EBITDA pré-excepcional teve alta de 5.8%, chegando a EUR 91 milhões, em comparação com os EUR 86 milhões do ano anterior. Em particular, o aumento do volume de vendas em quase todas as unidades de negócios contribuiu para o incremento dos resultados. A margem de EBITDA pré-excepcional teve um leve aumento, passando de 16.4% para 16.8%.

As vendas no segmento High Performance Materials tiveram uma ligeira queda de 2.3%, passando de EUR 257 milhões para EUR 263 milhões no trimestre do ano anterior. O aumento do volume de vendas quase compensou os menores preços de venda resultantes dos custos das matérias-primas. O EBITDA pré-excepcional aumentou substancialmente 31,3%, para EUR 42 milhões, comparado com EUR 32 milhões no terceiro trimestre de 2015. O aumento dos volumes de vendas em grupos de produtos mais rentáveis e a melhoria da utilização da capacidade produziram este resultado positivo. A margem EBITDA pré-excepcional de 16,3% foi significativamente superior ao valor de 12,2% registrado no trimestre do ano anterior.

As vendas no segmento ARLANXEO diminuíram 5,3%, para EUR 675 milhões, contra EUR 713 milhões no ano anterior. Em particular, a boa demanda do segmento automotivo na Ásia resultou em maiores volumes de vendas. No entanto, estes não foram capazes de compensar o declínio dos preços resultante dos custos das matérias-primas. O EBITDA pré-excepcional ficou em EUR 91 milhões, apenas 3,2% abaixo do valor do ano anterior de EUR 94 milhões. O aumento dos volumes e a melhoria da utilização da capacidade de produção neutralizaram o impacto da pressão contínua sobre os preços. A margem EBITDA melhorou ligeiramente para 13,5%, em comparação com 13,2% registrados no período do ano anterior.

Fonte: Assessoria de Imprensa -Lanxess

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Grupo Solvay divulga resultados do terceiro trimestre de 2016

21/11/2016

Solvay-Bruxelas

Lucro líquido do grupo foi de 247 milhões de euros no trimestre

O Grupo Solvay obteve um faturamento de 2,9 bilhões de euros no terceiro trimestre de 2016, segundo anúncio feito em 08/11 pela companhia. O EBITDA ajustado – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – subiu 6% no período, alcançando 664 milhões de euros. O lucro líquido ajustado no trimestre foi de 247 milhões de euros.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, a empresa registrou um sólido terceiro trimestre, com crescimento de 6% no EBITDA, margem recorde e forte geração de caixa. “A força de nosso amplo portfólio e o foco contínuo de nossas equipes de negócios resultaram novamente em um forte princing power. Os programas de excelência operacional resultaram em menores custos variáveis e, combinados com a aceleração da sinergia com a Cytec, reduziram os custos fixos. Esses esforços nos permitiram superar a demanda mais suave em alguns de nossos mercados em relação ao ano passado”, disse Clamadieu. O desempenho do Grupo Solvay ilustra a transformação do Grupo em uma empresa de multi-especialidades químicas mais resiliente, acrescentou.

Com base no desempenho registrado ao longo do ano e nas atuais condições de mercado, o Grupo Solvay espera um crescimento do EBITDA ajustado de dois dígitos no quarto trimestre. De acordo com as estimativas anteriores, a empresa prevê o crescimento do EBITDA ajustado para o ano entre 7% e 8% e um free cash flow superior a 700 milhões de euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Covestro mantém fortes resultados no terceiro trimestre

27/10/2016
  • Volumes totais aumentaram 9,1% com relação ao ano anterior
  • EBITDA ajustado subiu para 21,9% atingindo 574 milhões de euros 
  • Lucro líquido cresceu 61,9% para 259 milhões de euros
  • Fluxo de caixa operacional livre mais do que dobrou
  • Previsão para o ano de 2016 é novamente elevada

covestroA fabricante de materiais Covestro manteve sua bem-sucedida tendência de crescimento no terceiro trimestre de 2016 com um alto fluxo de caixa operacional livre e fortes ganhos. O EBITDA ajustado aumentou significativamente para 21, 9% face ao ano anterior atingindo 574 milhões de euros, motivado principalmente por volumes maiores combinados com margens maiores. Os volumes totais do Grupo (em quilotoneladas) cresceram 9.1% com relação ao mesmoperíodo do ano anterior.

“Nós mantivemos a tendência positiva da primeira metade do ano neste terceiro trimestre e nos beneficiamos da forte demanda por nossos produtos”, afirmou Patrick Thomas, CEO da Covestro. “O crescimento no EBITDA e o fluxo de caixa operacional livre foram particularmente saudáveis e, portanto, estamos elevando novamente nosso forecast para o ano de 2016.”

A empresa continua a esperar um aumento percentual de médio a elevado de um dígito no crescimento do volume total. Agora, a Covestro prevê um fluxo de caixa operacional livre acima do nível do ano anterior (anteriormente: no nível do ano anterior). A empresa também prevê um ROCE significativamente acima dos números do ano anterior (anteriormente: acima do último ano).

Vendas estáveis e mais que o dobro de fluxo de caixa operacional livre

As vendas do grupo chegaram a 3,0 bilhões de euros no terceiro trimestre, semelhante ao trimestre do ano anterior. Após uma queda nos dois primeiros trimestres, as vendas subiram principalmente como resultado dos elevados volumes totais de vendas que aumentaram 6,3%. Os Poliuretanos e Policarbonatos, particularmente, representaram volumes significativamente mais elevados. Ao mesmo tempo, os dois segmentos novamente viram os preços de vendas diminuírem à custa dos menores preços das matérias-primas, o que empurrou as vendas para baixo. Os efeitos da moeda também tiveram um impacto levemente negativo.

Em 259 milhões de euros, o lucro líquido no terceiro trimestre confirmou a tendência do H1 e registrou um aumento significativo de 61,9% na comparação com o período do ano anterior. O fluxo de caixa operacional livre desenvolveu-se particularmente de maneira positiva, crescendo 157,4% e atingindo 646 milhões de euros. O aumento se dá principalmente devido a um fluxo de caixa melhorado nas atividades operacionais, bem como uma redução das saídas de caixa para adições em propriedade, planta, equipamentos e ativos intangíveis.

Crescimento em todos os segmentos – EBITDA significativamente maior em Poliuretanos

Os volumes totais do segmento de Poliuretanos subiram novamente 9,0% – na comparação com o ano anterior – no terceiro trimestre. Todos os grupos de produtos contribuíram para este aumento, principalmente o diisocianato difenilmetano (MDI). Volumes de vendas maiores e margens melhoradas aumentaram o EBITDA ajustado em 50,3% para 263 milhões de euros.

O segmento de Policarbonatos novamente registrou forte crescimento de 11,6% nos volumes totais em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. A região APAC, em particular, registrou volumes de vendas muito maiores. O EBITDA ajustado do segmento subiu 13,5% para 194 milhões de euros, sustentado por volumes de vendas mais elevados.

Os volumes totais no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades cresceram 3,5% em comparação com o período do ano anterior. O crescimento se deu apesar do encerramento contratual antecipado de atividades comerciais. Em 136 milhões de euros, o EBITDA ajustado ficou praticamente inalterado no terceiro trimestre. Os preços de vendas menores foram compensados por maiores volumes de vendas e a queda no preço das matérias-primas teve um efeito positivo.

Nove meses positivos – melhores volumes de vendas e maior rentabilidade

No geral, o Grupo apresentou um desempenho muito positivo nos nove primeiros meses de 2016. Seus volumes totais cresceram 8,4% com relação ao ano anterior. Isto se dá principalmente aos aumentos nos segmentos de Policarbonatos e Poliuretanos, que registraram fortes taxas de crescimento de 9,6% e 9,4%.

O EBITDA ajustado subiu 17,3% para 1,6 bilhão de euros. As vendas diminuíram 4,3% para 8,9 bilhões de euros nos primeiros noves meses, principalmente devido a uma diminuição de 8,1% nos preços gerais de vendas. Os preços médios de vendas diminuíram na comparação, principalmente no segmento de Poliuretanos. As movimentações da taxa de câmbio também tiveram um efeito levemente negativo.

Em 671 milhões de euros, o lucro líquido do Grupo Covestro subiu significativamente 57,1% com relação ao do ano anterior. O fluxo de caixa operacional livre também melhorou, subindo 68,1% para 960 milhões de euros com relação ao Grupo.

Com vendas de EUR 12,1 bilhões em 2015, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. Suas principais atividades incluem a produção de polímeros tecnológicos e o desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos empregados em diversas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção civil e a indústria de esporte e lazer. A Covestro, antiga Bayer MaterialScience, possui 30 unidades fabris em todo o mundo e, no final de 2015, empregava aproximadamente 15.800 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Setor de compósitos faturou R$ 1,065 bilhão no primeiro semestre

07/10/2016

Resultado é 30% inferior ao da primeira metade de 2015. Para o ano, receita total deve encolher 13,7%

O setor de materiais compósitos faturou R$ 1,065 bilhão no primeiro semestre deste ano, queda de 30% em comparação a igual período de 2015. Sob o ponto de vista de material transformado, a retração foi de 27,8%, totalizando 66,5 mil toneladas. Na comparação com a segunda metade do ano passado, os encolhimentos dos índices foram de, respectivamente, 8% e 5,5%. Os dados são da consultoria Maxiquim.

“Os compósitos são largamente consumidos pelo mercado de transportes, com destaque às montadoras de ônibus e caminhões, que atravessam uma situação muito complicada. Também houve uma retração na demanda do setor de energia eólica, o único até então imune à crise. Em paralelo, as empresas da nossa cadeia produtiva não estavam capitalizadas o suficiente para enfrentar uma recessão tão longa, agravada pela restrição e custo do crédito, o que impediu o desenvolvimento de novos produtos”, avalia Gilmar Lima, presidente da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

Para 2016, a Maxiquim projeta um faturamento de R$ 2,3 bilhões, o que significará uma queda de 13,7% frente ao resultado anterior – em volume, um total de 136 mil toneladas, 8,8% a menos do que em 2015. “Mesmo assim, não tenho dúvidas de que 2017 será melhor, ainda que partindo de uma base muito ruim”. Lima aposta que a retomada começará pelos mercados de infraestrutura, construção e energia eólica. “O segmento esportivo, inspirado pelas Olimpíadas, também deve gerar oportunidades importantes para os materiais compósitos”.

De acordo com o presidente da ALMACO, as empresas devem fazer o máximo para, mesmo em períodos difíceis como o atual, manter os seus valores e diferenciais. “Aquelas que não perderam conhecimento com a saída de talentos terão anos excepcionais daqui para frente”.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco

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BASF divulga balanço do 2o. trimestre de 2016

08/08/2016
  • Vendas de €14,5 bilhões (decréscimo de 24%): maiores volumes, preços mais baixos e efeitos de portfolio significativamente negativos.
  • EBIT antes dos itens extraordinários  € 1,7 bilhões  (declínio de 16%)
  • Produtos de Performance e Materiais & Soluções Funcionais obtiveram ganhos mais altos
  • Vendas e resultados significativamente mais baixos no segmento de Óleo e Gás,  devido aos efeitos de portfolio e preços mais baixos

Perspectiva para 2016 para o Grupo BASF confirmada:

  • Declínio considerável nas vendas devido ao desinvestimento do negócio de comercialização de gás natural
  • EBIT antes dos itens extraordinários esperado em um nível ligeiramente abaixo de 2015

Basf-logoNo segundo trimestre de 2016, a BASF observou uma pequena melhora no ambiente macroeconômico. O aumento nos preços do petróleo e a crescente demanda desde o fim de março pautaram esse desenvolvimento. “Nós enfrentamos uma grande demanda, especialmente nas indústrias automobilística e de construção. Entretanto, a situação macroeconômica continua difícil de prever,” disse o Dr. Kurt Bock, presidente do Conselho de Diretores Executivos da BASF SE.

As vendas do grupo BASF caíram em 24% no segundo trimestre, para €14,5 bilhões, comparadas ao mesmo período de 2015. Dois terços desse declínio foram resultado de efeitos de portfólio (declínio de 16%). Esse declínio se deveu, em grande parte, ao desinvestimento do negócio de comercialização e armazenamento de gás natural como parte da troca de ativos com a Gazprom,  no final de setembro de 2015. Além disso, um preço menor das matérias primas, especialmente no segmento de Químicos, levou a uma queda nos preços de venda (declínio de 7%). Com exceção do segmento de Soluções para Agricultura, todos os segmentos contribuíram para um ligeiro aumento no volume de vendas (acréscimo de 2%). No negócio de produtos químicos, que englobam os segmentos de Químicos, Produtos de Performance e Materiais & Soluções Funcionais, os volumes aumentaram em 4%. Houve efeitos cambiais negativos em todas as divisões (declínio de 3%).

No segundo trimestre, o EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 336 milhões, para  €1,7 bilhões, quando comparada com o forte segundo trimestre do ano anterior. Ganhos consideravelmente mais altos no segmento de Químicos não foram capazes de compensar as contribuições substancialmente mais baixas do segmento de Óleo e Gás. Comparado com o segundo trimestre do ano anterior, o EBIT diminuiu em € 321 milhões, para € 1,7 bilhões.

O lucro líquido caiu €173 milhões atingindo o patamar de € 1,1 bilhões. O lucro por ação foi de € 1,19 no segundo trimestre de 2016, comparado com o valor de € 1,38 no mesmo período de 2015. Ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, o lucro por ação chegou à € 1,30 (segundo trimestre de 2015: € 1,49).

Panorama para o ano de 2016 como um todo

Para 2016, a empresa prevê uma continuação dos desafios atuais, juntamente com riscos substanciais. As expectativas da BASF para o ambiente econômico mundial em 2016 não mudaram:

  • Crescimento do produto interno bruto: 2,3%
  • Crescimento da produção industrial: 2,0%
  • Crescimento na produção de produtos químicos: 3,4%.
  • Taxa de câmbio média entre euro e dólar: $1,10 por euro
  • Preço médio do petróleo Brent de $40 dólares por barril durante o ano

“Nós confirmamos nossa previsão para 2016 para as vendas e o EBIT antes dos itens extraordinários do Grupo BASF: pretendemos aumentar o volume de vendas. Entretanto, as vendas do Grupo BASF cairão consideravelmente, principalmente em consequência do desinvestimento do negócio de comercialização e armazenamento de gás natural, bem como dos preços menores de petróleo e gás. Continuamos esperando que o EBIT antes dos itens extraordinários esteja ligeiramente abaixo dos níveis de 2015,” disse Bock.

“Nosso panorama para 2016 continua ambicioso para o ambiente atual, volátil e desafiador, e depende sobretudo do desenvolvimento do preço do petróleo. Com isso em mente, continuamos focados em redução de custos e medidas de reestruturação, que se provaram efetivas no primeiro semestre de 2016. Nossas medidas recentes de portfólio contribuirão para o sucesso da empresa a médio e longo prazo,” explicou Bock.

Desenvolvimento dos segmentos

Com € 3,4 bilhões, as vendas no segmento de Químicos caíram em 15%, comparadas ao segundo trimestre de 2015. Isso se deveu principalmente à preços mais baixos em todas as divisões, originados pelo declínio nos custos de matérias primas. Os volumes de vendas aumentaram em todas as divisões, especialmente em Intermediários. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu € 81 milhões, atingindo o patamar de € 467 milhões, devido às margens. Os custos fixos continuaram no mesmo nível do segundo trimestre do ano anterior. Na primeira metade (do ano), as vendas caíram em 17%, atingindo € 6,5 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu € 342 milhões, atingindo o patamar de € 932 milhões, principalmente devido a margens menores.

No segmento de Produtos de Performance, as vendas caíram em 6%, atingindo € 3,8 bilhões, comparadas ao segundo trimestre do ano anterior. Os preços caíram, principalmente como resultado da redução de custos das matérias primas e também devido a constante pressão de mercado sobre os preços da área de higiene. Vários desinvestimentos em 2015 e efeitos cambiais negativos também contribuíram para a queda do nível de vendas. Devido à redução dos custos fixos, margens melhores em todas as divisões e os altos volumes, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 199 milhões, chegando à € 503 milhões. Na primeira metade (do ano), as vendas ficaram 6% abaixo do mesmo período no ano anterior e chegaram a € 7,6 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 231 milhões, chegando à € 1,1 bilhões.

Comparado ao segundo trimestre de 2015, as vendas no segmento de Materiais & Soluções Funcionais caíram em 4%, chegando à € 4,7 bilhões. Isso se deveu em grande parte à queda nos preços de venda, causada principalmente pela queda nos preços de metais preciosos. Efeitos cambiais negativos atenuaram as vendas em todas as divisões. Os volumes aumentaram, especialmente nas  industrias automobilística e de construção. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 77 milhões para € 535 milhões, devido a melhorias consideráveis em todas as divisões, especialmente em Materiais de Performance. Na primeira metade (do ano), as vendas caíram em 4%, atingindo € 9,1 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 102 milhões, comparado com a primeira metade de 2015 e foi de € 991 milhões.

Em um cenário de mercado que continua difícil, as vendas do segundo trimestre no segmento de Soluções para Agricultura caíram em 13% para € 1,5 bilhões, comparadas ao mesmo período do ano anterior. Volumes menores e efeitos cambiais negativos foram os fatores chave para esse desenvolvimento. Os preços subiram ligeiramente. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 45 milhões, chegando a 320 milhões, principalmente devido aos menores volumes de vendas. Na primeira metade (do ano), as vendas caíram em 9%, atingindo € 3,2 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 28 milhões, chegando a € 911 milhões.

Com € 617 milhões, as vendas no segmento de Óleo & Gás foram 83% menores do que no segundo trimestre de 2015, que incluíam € 3,0 bilhões em vendas de atividades descontinuadas depois da troca de ativos com a Gazprom. Além disso, as vendas foram pressionadas pelos preços menores de petróleo e gás. A produção cresceu de maneira geral e em especial na Noruega. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 337 milhões, chegando a € 94 milhões, principalmente por causa da redução de preços e da descontinuação das contribuições dos negócios de comercialização e armazenamento de gás. Comparado ao mesmo período no ano anterior, as vendas na primeira metade do ano diminuíram em 86%, atingindo € 1,2 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 708 milhões para € 160 milhões.

Com € 485 milhões, as vendas do segundo trimestre do segmento Outros caíram 36% comparadas ao segundo trimestre do ano anterior. Isso se deveu principalmente aos preços mais baixos e volumes reduzidos na área de comercialização de matérias primas. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 149 milhões, atingindo o valor negativo de € 212 milhões, principalmente devido à efeitos de valorização dos programas de incentivo de longo prazo.

Nos primeiros 6 meses de 2016, as vendas em Outros cairam em 33%, chegando a € 962 milhões. O EBIT antes dos itens extraordinários melhorou em € 245 milhões, atingindo o valor negativo de € 431 milhões, em parte devido a um resultado de câmbio maior.

Fonte: BASF

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Solvay divulga resultados do segundo trimestre de 2016

08/08/2016

EBITDA ajustado do Grupo alcançou 652 milhões de euros no período

Solvay-BruxelasGrupo Solvay obteve um faturamento de 2,94 bilhões de euros no segundo trimestre de 2016, conforme anúncio feito no dia 29/07 pela empresa. O EBITDA ajustado – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – subiu 8% no período, alcançando 652 milhões de euros. O lucro líquido ajustado no segundo trimestre de 2016 foi de 223 milhões de euros.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, a empresa apresentou sólidos resultados no segundo trimestre, apesar de obstáculos persistentes em alguns mercados. “Isso reflete a força e a amplitude do portfólio, e a dinâmica contínua dos nossos programas de excelência. O free cash flow foi significativamente maior no primeiro semestre de 2016, em linha com o nosso compromisso de converter os lucros em caixa de forma mais eficiente”, afirmou.

A integração da Cytec (adquirida no final de 2015) ao Grupo Solvay está indo muito bem, com rápidos resultados de sinergias. “E estamos particularmente satisfeitos com a nossa recente conquista, juntamente com a Mubadala, de fornecer materiais compósitos de estrutura primária para o programa da linha de aeronaves 777X da Boeing. É um marco estratégico para a Solvay e nos deixa em uma ótima posição para o crescimento a longo prazo em um mercado-chave”, acrescentou.

Previsão para 2016  – Com base nas condições atuais do mercado, o Grupo Solvay reafirma sua expectativa de crescimento de um dígito alto para o EBITDA ajustado em 2016 e um free cash flow superior a 650 milhões de euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Braskem registra EBITDA de R$ 3 bilhões no segundo trimestre

05/08/2016

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Complexo Petroquímico do México gera primeiros resultados operacionais

A Braskem registrou EBITDA ligeiramente acima de R$ 3 bilhões no período, alta de 15% sobre o mesmo trimestre do ano passado e em linha com trimestre anterior. Em dólar, o EBITDA somou US$ 858 milhões, alta de 1%.  Esse desempenho foi alcançado pela depreciação média de 14% do real no período, pelo maior volume de vendas em todos os mercados, os melhores spreads, o contínuo bom desempenho das unidades industriais dos Estados Unidos e da Europa e a maior disponibilidade de gás no cracker do Rio de Janeiro.

A taxa de operação das centrais de matérias-primas no Brasil avançou para 94%, cinco pontos percentuais acima do trimestre anterior. Esse desempenho foi obtido graças principalmente ao melhor resultado operacional da central do Rio de Janeiro, cuja disponibilidade de gás matéria-prima cresceu no trimestre. A produção de resinas foi de 1,2 milhão de toneladas representando uma expansão de 1% em relação ao segundo trimestre do ano passado.

Neste cenário, além do aumento de vendas no mercado interno, houve expansão de 21% das exportações de resinas brasileiras totalizando 454 mil toneladas de resinas. As exportações dos petroquímicos básicos, por sua vez, somaram 379 mil toneladas, 6% superior ao volume registrado em igual trimestre do ano passado em função do aumento das vendas de gasolina.

As unidades industriais da Braskem nos Estados Unidos e Europa operaram a plena carga. A demanda por polipropileno nessas regiões manteve-se crescente. De abril a junho, o EBITDA nos Estados Unidos e Europa foi de US$ 212 milhões (R$ 745 milhões), alta de 195%, correspondendo a 24,5% do consolidado da Braskem.

O trimestre também registrou os primeiros resultados operacionais do Complexo Petroquímico do México, inaugurado oficialmente em junho. Fruto do investimento superior a US$ 5 bilhões em parceria com o grupo mexicano Idesa, o Complexo apresentou taxa de 32% de utilização das plantas de polietileno, com a produção totalizando 83 mil toneladas de resinas. Deste total, 54 mil toneladas já foram vendidas tanto no mercado mexicano quanto no mercado internacional.

“A Braskem tem conseguido manter uma estratégia consistente de eficiência operacional e crescimento, tanto no Brasil como nos Estados Unidos e Europa”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem. “Essa estratégia se completa com a entrada mais recentemente da operação do Complexo Petroquímico do México e a chegada dos seus primeiros resultados.”

No segundo trimestre, a receita líquida consolidada da Braskem teve crescimento de 3% e chegou a R$ 11,8 bilhões. O lucro líquido da controladora foi de R$ 413 milhões. Já o lucro consolidado somou R$ 281 milhões. O nível de alavancagem financeira da companhia, medido pela relação entre dívida líquida por EBITDA em dólar, fechou o período em 1,79x. Também no segundo trimestre, a Braskem fez a distribuição aos acionistas de R$ 1 bilhão em dividendos, o que representou um terço do lucro líquido apurado no ano passado.

Fonte: Braskem

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