Archive for the ‘Balanço’ Category

Covestro divulga resultados do terceiro trimestre de 2019

10/11/2019

  • Volumes principais crescem 5,3%
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-14,6%)
  • Previsão de Ebitda atingida com 425 mi de euros (-50,5%)
  • Receita líquida cai para 147 mi de euros (-70,4%)
  • Fluxo de caixa operacional livre de 243 mi de euros (-58,0%)
  • Perspectiva para 2019 atualizada na previsão existente

No terceiro trimestre de 2019, a Covestro conseguiu atingir crescimento do volume principal de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um ambiente econômico continuamente desafiador. Ao mesmo tempo, as vendas totais recuaram 14,6% para 3,2 bilhões de euros, devido aos preços de venda continuamente mais baixos. Com 425 milhões de euros, a previsão de Ebitda foi cumprida para o trimestre, mas caiu 50,5% em relação ao trimestre do ano anterior, como resultado dos efeitos negativos dos preços. A receita líquida caiu para 147 milhões de euros (-70,4%), enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) ficou em 243 milhões de euros (-58,0%). Isso se deu, principalmente, devido à redução dos fluxos de caixa das atividades operacionais e a investimentos planejados.

“Após gerar sólido crescimento de volume no segundo trimestre, a demanda voltou a crescer no terceiro trimestre”, diz o CEO Markus Steilemann. “O ambiente econômico segue desafiador, principalmente no setor automotivo. No entanto, nosso crescimento de volume indica que nossos negócios são bem diversificados em várias indústrias”, afirma. O crescimento pode ser atribuído, sobretudo, às indústrias de construção, móveis, elétrica e eletrônica.

Projeção para o ano confirmada

Com base nos resultados do terceiro trimestre, o CFO Thomas Toepfer confirmou a previsão para o ano como um todo. “Continuamos confiantes de que atingiremos as metas que estabelecemos para o ano fiscal”, enfatiza Toepfer. “As margens do mesmo trimestre do ano anterior foram atipicamente altas, razão pela qual a queda ano a ano nas vendas e nos lucros está alinhada às nossas expectativas.”

Após o terceiro trimestre, o grupo refinou a previsão para o ano fiscal de 2019 dentro das margens publicadas: a Covestro antecipa um crescimento de um dígito do volume principal para 2019. Espera-se que o FOCF do grupo fique entre 300 e 500 milhões de euros, com ROCE de 8% a 10%. A projeção para o Ebitda do ano fiscal é que fique entre 1.570 e 1.650 milhões de euros.

Lançado novo programa de Economia Circular

Para manter o sucesso a longo prazo com suas soluções sustentáveis e inovadoras, a Covestro pretende reforçar seu foco na economia circular para o futuro e lançou um novo programa estratégico com essa finalidade. Nos seus processos produtivos, em particular, o grupo tem como objetivo utilizar, o máximo possível, matérias-primas de fontes sustentáveis, como matéria vegetal, resíduos e CO2. Isso deve eliminar o uso de recursos fósseis como petróleo bruto tanto quanto possível. Acima de tudo, os plásticos usados devem ser reciclados sistematicamente e o máximo possível.

Sustentabilidade e inovação também foram as palavras-chave na K2019, a maior feira comercial de plásticos do mundo realizada em Düsseldorf, Alemanha. Na feira, a Covestro apresentou muitos produtos e tecnologias diferentes que oferecem soluções para desafios globais urgentes. Por exemplo, expôs materiais de alta tecnologia que utilizam carbono em tecidos mais ecológicos, elevam o desempenho de turbinas eólicas e aceleram a expansão da tecnologia 5G.

Crescimento de volume no terceiro trimestre nos segmentos de Poliuretanos e Policarbonatos

Os volumes principais no segmento de Poliuretanos subiram 5,1%. O aumento da demanda nas indústrias de móveis, elétrica e eletrônica, especialmente em aparelhos domésticos e no setor de construção, mais que compensaram a demanda mais fraca na indústria automotiva. Contudo, as vendas nesse segmento caíram 20,1% para 1.478 milhões de euros devido à queda dos preços de venda, ocasionada pela maior pressão competitiva. Esse fenômeno também se refletiu no Ebitda, que caiu para 196 milhões de euros (-54,6%).

Os volumes principais em Policarbonatos subiram 9,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A indústria elétrica e eletrônica e o setor de construção foram os que mais contribuíram para esse crescimento. As vendas nesse segmento caíram 13,2% para 901 milhões de euros no terceiro trimestre de 2019. O Ebitda caiu 58,1% para 132 milhões de euros, devido, principalmente, à mudança negativa nos preços de venda.

O segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades registrou queda de 4,0% nos volumes principais como resultado da demanda mais fraca por matérias-primas para revestimento por parte de todas as principais indústrias, especialmente do setor automotivo. Como resultado, as vendas caíram 3,0% para 588 milhões de euros. No terceiro trimestre de 2019, o Ebitda caiu 11,9% para 111 milhões de euros, movido por volumes menores e margens mais baixas.

Maior concorrência e novo patamar de preços marcam os primeiros nove meses

Conforme esperado, os primeiros nove meses foram marcados por concorrência crescente e mudança nos preços. O crescimento do volume principal atingiu 1,5%. As vendas totais caíram 15,8% para 9.548 milhões de euros, principalmente como resultado da baixa nos preços de venda. O Ebitda caiu 54,4% para 1.326 milhões de euros. A receita líquida atingiu 515 milhões de euros (-70,5%). O fluxo de caixa operacional livre decresceu para 143 milhões de euros (-89,1%).

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (calculadas equivalendo à jornada integral) no fim de 2018.

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DSM registra alta nas vendas globais do primeiro semestre de 2019

11/09/2019

A DSM, empresa global de origem holandesa com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais, anunciou ao mercado os resultados referentes ao primeiro semestre de 2019 (1S19), quando as vendas globais atingiram € 4,568 bilhões (crescimento de 3% em comparação com o mesmo período no ano passado) e lucro líquido de € 401 milhões. No período, o Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos e depreciação/amortização) registrou alta de 12%, tendo alcançado € 862 milhões, incluindo o impacto de 3% do IFRS 16 (International Financial Reporting Standards, ou Normas Internacionais de Informação Financeira, adotado a partir de 1º de janeiro de 2019), com margem Ebitda de 18,9%. O retorno sobre o capital empregado (ROCE) no período foi de 13,1% (incluindo o IFRS 16).

Para atender aos mercados onde atua, a DSM tem duas divisões de negócios principais: Nutrição e Materiais. Considerando o primeiro semestre, a divisão de Nutrição registrou vendas globais de € 3,029 bilhões (alta de 7%) e Ebitda ajustado de € 639 milhões (alta de 13%); a divisão de Materiais contabilizou vendas globais de € 1,427 bilhão (queda de 4%) e Ebitda ajustado de € 262 milhões (estável: 0%).

Os resultados do primeiro semestre do ano permitiram à DSM manter suas perspectivas com relação aos prognósticos para 2019, com a expectativa de crescimento do Ebitda ajustado de um dígito em comparação com o Ebitda ajustado subjacente. Com relação ao impacto ambiental de suas operações, a DSM registrou melhoria estrutural subjacente na redução absoluta de gases de efeito estufa no primeiro semestre de 2019 de aproximadamente 10% em comparação com a linha de base de 2016. Ela foi a primeira empresa do setor a definir novas metas de redução para emissões de gases de efeito estufa, revisadas e aprovadas pela iniciativa Science Based Targets e alinhadas com o acordo climático de Paris.

A companhia apresentou progresso em projetos inovadores. Os destaques foram o projeto Clean Cow, com o pedido de autorização na União Europeia para o aditivo para dieta de bovinos que, segundo a empresa, reduz em cerca de 30% a emissão de gás metano, e o projeto Veramaris, que iniciou a produção comercial de ácidos graxos DHA e EPA do ômega-3 a partir de algas. Além disso, o Balancius, lançado ano passado nas Américas, foi introduzido na Europa. De acordo com a DSM, ele é um aditivo alimentar para frangos de corte que melhora a digestão e absorção de nutrientes, ajudando os produtores a obterem melhor resultado da ração e a reduzir o gás de efeito de estufa.

Ao comentar os resultados do primeiro semestre, o CEO e presidente do Conselho de Administração da DSM, Feike Sijbesma, conta que está satisfeito com o bom desempenho, obtido em um ambiente macroeconômico desafiador, em que a área de Nutrição entregou alta performance e a área de Materiais experimentou condições de mercado mais brandas em alguns destinos finais, especialmente China, com destaque para a resiliência com ganhos estáveis. “A DSM continua bem posicionada para cumprir as suas metas ambiciosas da Estratégia 2021, impulsionada pelo propósito de ser uma empresa de orientação científica voltada ao alto desempenho, em Nutrição, Saúde e Vida Sustentável”, ressalta o executivo.

Desempenho na América Latina

Os resultados da DSM na América Latina no primeiro semestre também foram significativos. Na região, onde a empresa está presente em 13 países e conta com 2,23 mil colaboradores (no mundo, são 21,59 mil funcionários), a DSM teve vendas de € 536 milhões, valor que representa 12% das suas vendas globais e que indica um crescimento de 1,9% em comparação com o primeiro semestre de 2018. A área de Nutrição e Saúde Humana teve seu melhor desempenho em vendas na região da América Latina.

A DSM fornece soluções inovadoras de negócios para nutrição humana, nutrição animal, cuidados pessoais e aroma, dispositivos médicos, produtos e aplicações verdes e novas formas de mobilidade e conectividade. A DSM e suas empresas associadas têm receita líquida anual de cerca de € 10 bilhões com aproximadamente 23.000 funcionários. A empresa foi fundada em 1902

Braskem registra Ebitda de R$ 1,6 bilhão no segundo trimestre de 2019

15/08/2019

Companhia reafirma compromisso com disciplina financeira para enfrentar tempos desafiadores

A Braskem registrou Ebitda recorrente de R$ 1,6 bilhão (US$ 375 milhões) no segundo trimestre de 2019, 12% superior ao trimestre anterior , porém quase 60% menor do que o mesmo período do ano passado. Considerando os efeitos não recorrentes, o Ebitda foi de US$ 412 milhões. A Companhia também registrou uma geração livre de caixa de R$ 2,3 bilhões, superior ao registrado no primeiro trimestre de 2019 em R$ 2,1 bilhões. Em relação ao segundo trimestre de 2018, a geração livre de caixa foi 31% inferior.

“Enfrentamos um cenário petroquímico desafiador, principalmente para Polietileno, por causa do crescimento econômico ainda lento e por uma guerra comercial entre os Estados Unidos e a China com efeitos ainda incertos. Em momentos assim, temos de ser ainda mais diligentes e focados na nossa gestão de custos e seguir criando valor para a companhia. Nosso compromisso com a disciplina e a higidez financeira segue inalterado”, afirma o presidente da Braskem, Fernando Musa.

A variação positiva do Ebitda em relação ao primeiro trimestre do ano se deve principalmente pelo melhor desempenho operacional das plantas de Polipropileno (PP) nos Estados Unidos, pelo maior volume de vendas de químicos no mercado brasileiro e pelos maiores spreads internacionais de químicos e os spreads de PP nos Estados Unidos mantidos em patamares elevados. No segundo trimestre, o lucro líquido da Braskem foi de R$ 129 milhões, 91% e 76% inferior ao 1T19 e ao 2T18, respectivamente. A alavancagem corporativa, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda em dólares, foi de 2,16x.

Resultado por região

A demanda de resinas no mercado brasileiro (PE, PP e PVC) foi de 1,3 milhão de toneladas, uma retração de 7% em relação ao trimestre anterior, que foi impactado pelo movimento de recomposição de estoques da cadeia de transformação. Em relação ao mesmo período do ano anterior, a demanda de resinas foi 1% superior, período que foi impactado pelas restrições logísticas decorrentes da greve dos caminhoneiros.

A taxa de utilização das centrais petroquímicas no Brasil foi de 89%, 1 p.p. superior ao primeiro trimestre de 2019, explicada pela maior disponibilidade de matéria-prima para a central do Rio de Janeiro, que compensou a redução de carga de central da Bahia. Ante ao segundo trimestre de 2018, a taxa de utilização foi 1 p.p. inferior.

No segundo trimestre de 2019, a companhia exportou 356 mil toneladas de resinas, em linha com o primeiro trimestre de 2019. Em relação ao segundo trimestre de 2018, período que foi impactado pela menor disponibilidade de produto para exportação em função da greve dos caminhoneiros, as exportações de resinas foram 11% superiores. As exportações dos principais químicos totalizaram 146 mil toneladas, 25% inferior ao 1T19, devido, principalmente, a priorização do fornecimento no mercado brasileiro. Ante ao segundo trimestre de 2018, as exportações foram 62% superiores, positivamente impactadas também pela maior disponibilidade de eteno. No trimestre, as unidades do Brasil e exportações apresentaram Ebitda de US$ 154 milhões (R$ 604 milhões), representando 44% do consolidado de segmentos da Companhia.

Nos Estados Unidos, a demanda de PP foi superior em relação ao primeiro trimestre de 2019 e ao segundo trimestre de 2018, impulsionada pelos preços mais baixos de resinas. Na Europa, a demanda em queda é explicada, principalmente, pela desaceleração da economia e pelo verão europeu, quando a demanda é sazonalmente mais fraca.

A taxa de utilização das plantas foi de 92%, 2 p.p. e 8 p.p. superior ao 1T19 e ao 2T18, devido principalmente ao bom desempenho das unidades nos EUA. Na Europa, como consequência de problemas operacionais do fornecedor de propeno e consequente indisponibilidade de matéria-prima para a unidade de Schkopau, a parada de manutenção programada para esta planta foi antecipada para o 2T19, provocando queda das taxas de utilização das plantas da Europa no trimestre. No trimestre, as unidades dos Estados Unidos e Europa apresentaram Ebitda de US$ 107 milhões (R$ 414 milhões), representando 30% do consolidado de segmentos da Braskem.

No México, a demanda de PE foi de 510 mil toneladas, 1% superior ao 1T19. Na comparação com o 2T18, a demanda apresentou uma retração de 19%, explicada pelo fraco crescimento da economia mexicana, que sofre com o enfraquecimento da confiança dos investidores, com a ameaça da imposição de tarifas de importação por parte dos EUA, com juros altos e com a diminuição da produção industrial. A taxa de utilização das plantas de PE foi de 72%, 7% inferior em relação ao 1T19, devido ao baixo fornecimento de etano, e em linha com o 2T18. No trimestre, a unidade do México apresentou EBITDA de US$ 88 milhões (R$ 343 milhões), representando 25% do consolidado de segmentos da Companhia.

A Braskem segue em ritmo acelerado na construção da sua sexta fábrica de Polipropileno (PP) nos EUA. Ao fim do segundo trimestre, o progresso físico da obra atingiu 65,5%, com investimento total já realizado de US$ 485 milhões. A previsão é que a unidade de PP, a primeira a ser erguida no mercado americano desde 2005, entre em operação no primeiro semestre de 2020.

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Covestro divulga balanço do segundo trimestre de 2019

24/07/2019

  • Leve crescimento nos volumes principais (+1,1%)
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-16,9%)
  • EBITDA de 459 milhões de euros (-53,4%)
  • Receita líquida cai para 189 milhões de euros (-68,7%)
  • Fluxo de caixa operacional livre 55 milhões de euros negativo
  • Previsão de EBITDA de cerca de 410 milhões de euros no 3º tri

A atual pressão da concorrência intensa e as incertezas em grandes mercados de vendas persistiram ao longo do segundo trimestre. Enquanto os volumes principais cresceram 1,1%, as vendas totais caíram para 3,2 bilhões de euros (-16,9%), devido à baixa nos preços de venda. Em 459 milhões, o EBITDA estabilizou-se no nível do primeiro trimestre de 2019 (442 milhões de euros), mas ficou abaixo dos excepcionais resultados registrados no mesmo trimestre do ano anterior (-53,4%). O declínio dos lucros decorreu, principalmente, das margens mais baixas nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos. A receita líquida decresceu para 189 milhões de euros, enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) atingiu -55 milhões de euros, em decorrência dos fluxos de caixa mais baixos de atividades operacionais e investimentos mais altos.

“A situação econômica segue desafiadora, já que as incertezas globais econômicas e políticas persistem”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Ainda assim, atingimos nossas metas de lucros e conseguimos aumentar novamente o nosso volume principal no segundo trimestre. Isso reforça a tendência de soluções mais sustentáveis, que oferecemos a muitas indústrias.”

Covestro confirma previsões para 2019

Os resultados dos primeiros seis meses ficaram bem abaixo do nível do ano anterior. Segundo a Covestro, isso se deve ao fato de 2018 ter sido marcado por margens excepcionalmente altas em alguns grupos de produtos. Por isso, afirma a empresa, os resultados do primeiro semestre de 2019 atingiram as expectativas no ambiente econômico atual.

“Com base nos resultados dos primeiros seis meses, confirmamos as nossas previsões para o ano fiscal. Ao mesmo tempo, também precisamos acompanhar de perto os próximos desenvolvimentos econômicos nos nossos principais mercados de vendas”, explica o CFO Thomas Toepfer. “O desenvolvimento da indústria automobilística foi bem mais fraco que o esperado; por outro lado, o desempenho no setor de construção e na indústria de móveis e madeira foi melhor.”

Para o ano fiscal de 2019, a Covestro mantém a projeção de crescimento do volume principal de até 5%. Espera-se que o FOCF fique entre 300 e 700 milhões de euros, com ROCE de 8% a 13%. A previsão é que o EBITDA do ano fiscal atinja de 1,5 a 2 bilhões de euros, com expectativa de que o EBITDA do terceiro trimestre atinja aproximadamente 410 milhões de euros.

Progressos em investimentos e na otimização do portfólio

No segundo trimestre, a Covestro otimizou ainda mais seu portfólio. O negócio europeu de casas de sistemas está sendo vendido para a H.I.G. Capital por um valor da ordem de dois dígitos de milhões de euros.

Paralelamente, o Grupo continua mantendo o foco em investimentos para geração de valor: em maio, a Covestro avançou na expansão da produção de filmes de policarbonato em Dormagen, Alemanha. O investimento faz parte de um programa que totaliza 100 milhões de euros, com o qual a Covestro pretende reforçar a área de filmes especializados, dotada de altas margens.

Uma vez obtidas as licenças oficiais necessárias, será iniciada a construção de uma unidade dedicada para fornecimento de cloro para a já existente produção de MDI em Tarragona, Espanha, no fim do ano. O primeiro marco interno foi atingido em Baytown, Texas (EUA), onde está prevista uma nova planta de grande escala para produção do precursor de espuma rígida MDI. Agora começará o planejamento técnico detalhado por uma equipe de projeto com 100 integrantes.

Crescimento nos volumes principais de poliuretanos e policarbonatos

No segmento de poliuretanos, os volumes principais cresceram 0,7%. As vendas caíram 24,3% para 1.489 milhões de euros, movidas pela queda nos preços de venda decorrente do aumento da concorrência. A baixa nos preços de venda também se refletiu no EBITDA, que caiu para 172 milhões de euros (-70,5%).

Os volumes principais em policarbonatos subiram 4,4% em relação ao trimestre do ano anterior. Apesar da indústria eletroeletrônica e o setor de construção terem contribuído para esse crescimento, os volumes caíram na indústria automobilística. As vendas apresentaram queda de 15,0% para 898 milhões de euros no segundo trimestre de 2019. O EBITDA no segmento de policarbonatos foi 46,0% mais baixo, somando 154 milhões de euros, principalmente devido à queda nos preços de venda.

O segmento de revestimentos, adesivos e especialidades apresentou um declínio de 4,7% nos volumes principais. Como resultado, as vendas caíram 1,3% para 621 milhões de euros. Contudo, os movimentos da taxa de câmbio e a aquisição gradual das participações na DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão, tiveram efeito positivo. O aumento da participação na joint venture japonesa também gerou um efeito positivo não recorrente sobre o EBITDA, que subiu 7,9% para 150 milhões de euros no segundo trimestre de 2019.

Concorrência intensa: um marco do 1º semestre de 2019

No geral, os primeiros seis meses de 2019 foram marcados pelo aumento da concorrência. Os volumes vendidos mantiveram-se predominantemente estáveis (-0,4%), enquanto as vendas totais caíram 16,4% para 6.386 milhões de euros, devido aos preços mais baixos de venda. Especialmente nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos, os preços de venda ficaram bem abaixo daqueles do mesmo período do ano anterior. Como resultado, o EBITDA caiu 56,0% para 901 milhões de euros. A receita líquida atingiu 368 milhões de euros (-70,5%). O fluxo de caixa operacional livre caiu para 100 milhões de euros negativos.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros voltados principalmente para os segmentos automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (equivalendo à jornada integral) no fim de 2018.

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Faturamento recorde da Radici em 2018 atinge 1,211 bilhões de euros

18/07/2019

  • Primeiro semestre de 2019: desaceleração nos volumes, mas com margens estáveis.
  • Segunda parte do ano mais incerta. Positiva, mas menor que 2018.

Faturamento consolidado em 1,211 bilhões de euros (+6%), Ebitda em 185 milhões (+16%) e resultado líquido após amortizações e depreciações em 97 milhões (+19%): estes são os principais números de 2018 do RadiciGroup que opera com 3100 funcionários em 16 países nos negócios da química, dos tecnopolímeros e das fibras sintéticas.

“Foi um ano excepcional, disse Angelo Radici, Presidente do RadiciGroup, que se encerrou com números recorde para o Grupo. Muito embora na última parte do ano tenhamos sentido as primeiras desacelerações que continuam em 2019. De qualquer forma, acho que posso dizer que poderemos ter um relatório semestral com margens estáveis, apesar da contração dos volumes. Quanto à segunda parte do ano em curso, será um pouco mais difícil, mas ainda com resultados positivos, ainda que certamente inferiores a 2018. O cenário global em que as empresas operam hoje é certamente influenciado pelas incertezas ligadas à questão dos impostos China-EUA e à instabilidade geopolítica. Há também a contração do mercado automotivo, com o qual estamos tentando lidar com grandes esforços em termos de pesquisa e inovação, visando a expansão do portfolio de produtos, inclusive com materiais de reduzido impacto ambiental, e criando novas oportunidades de mercado cada vez mais atentas à sustentabilidade das empresas.”

Nesse contexto, o Grupo continua a perseguir sua estratégia de focalizar nos negócios principais considerados estratégicos, como a química do náilon, os tecnopolímeros e as fibras sintéticas, além de fontes renováveis. O objetivo é melhorar a posição competitiva no mercado, alcançando um equilíbrio substancial entre as áreas geográficas em que opera, com o objetivo de se tornar menos dependente do desempenho de cada mercado.

Alessandro Manzoni, CFO do RadiciGroup, comentou: “A nossa posição financeira líquida melhorou em comparação com 2017, assim como todos os coeficientes patrimoniais e as relações de confiança mútua com as instituições financeiras. Tivemos uma situação financeira absolutamente sólida que nos colocou em condições de estarmos preparados para quaisquer oportunidades de crescimento sem necessariamente recorrer a intervenções de capital externo. Em 2018 – acrescenta Manzoni – fizemos investimentos de mais de 50 milhões de euros e o mesmo número ocorrerá em 2019, com o objetivo de manter elevados níveis de excelência tecnológica a serviço da competitividade das empresas e do meio ambiente.”

Juntamente com o desempenho positivo do Grupo, é importante enfatizar que os lucros e a solidez econômico-financeira são perseguidos em relação ao meio ambiente e seus recursos. Em 2018, o valor agregado global líquido (a capacidade de uma empresa de produzir riqueza para todos os seus stakeholders) continuou ainda a crescer, chegando a 280 milhões de euros (258 em 2017): e a este valor corresponde um decréscimo no uso de recursos como energia e água, assim como redução na produção de resíduos e emissões.

No Relatório de Sustentabilidade atualmente elaborado de acordo com o modelo GRI Standards – Core Option, todos esses dados serão interligados para fornecer um relatório preciso e certificado dos aspectos econômicos, sociais e ambientais vinculados a todas as empresas RadiciGroup nas diversas áreas de negócio que, em 2018, registraram o seguinte faturamento agregado, em milhões de euros:

  • Specialty Chemicals 471 (em 2017: 439)
  • High Performance Polymers 406 (em 2017: 360)
  • Synthetic Fibres and Nonwovens 444 (em 2017: 451)
  • Outros Negócios 10 (em 2017: 10)

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Grupo BASF aumenta vendas no 1o. trimestre; resultados menores na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior

23/05/2019

Primeiro trimestre de 2019:

  • Vendas de € 16,2 bilhões (alta de 3%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de € 1,7 bilhão (queda de 24%)
  • Resultados caem principalmente devido às baixas contribuições dos segmentos de Materiais e Químicos
  • Bom desempenho dos resultados no segmento de Soluções para Agricultura

Panorama para 2019 confirmado:

  • Ligeiro aumento nas vendas
  • Ligeiro aumento do EBIT antes dos itens extraordinários no período

“No primeiro trimestre de 2019 as vendas do Grupo BASF cresceram 3%, atingindo € 16,2 bilhões”, disse Dr. Martin Brudermüller, Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, na Reunião Anual de Acionistas da empresa, realizada no Centro de Convenções Rosengarten em Mannheim, Alemanha. Em comparação com o primeiro trimestre de 2018, os resultados advindos das atividades operacionais (EBIT) antes dos itens extraordinários apresentaram decréscimo de € 549 milhões, correspondendo a € 1,7 bilhão. “Como esperado, isso se deve principalmente às contribuições consideravelmente menores dos segmentos de Materiais e Químicos. Nesses segmentos, tivemos margens excepcionalmente altas de isocianatos e sólidas margens do cracker no primeiro trimestre do ano anterior”, disse Brudermüller. O EBIT antes dos itens extraordinários também apresentou queda em “Outros” e no segmento de “Nutrição & Cuidados”, enquanto no segmento de Tecnologias para Superfície os resultados ficaram no mesmo nível do trimestre anterior. Por outro lado, os segmentos de Soluções para Agricultura e Soluções Industriais registram grande melhoria nos resultados.

O crescimento econômico global no primeiro trimestre de 2019 foi influenciado pelos avanços geopolíticos e conflitos comerciais, principalmente entre os Estados Unidos e a China. Consequentemente, o Grupo BASF observou uma demanda mais fraca das principais indústrias clientes, especialmente do setor automotivo.

Os preços caíram em 2% em comparação ao primeiro trimestre do ano anterior, fato atribuído principalmente aos negócios com produtos de isocianatos e cracker. Os preços mais elevados nos segmentos de Tecnologias para Superfície, Soluções para a Agricultura e Soluções Industriais só compensaram parcialmente o declínio esperado de preço nos segmentos de Materiais e Químicos. Devido ao comportamento cauteloso de compra dos clientes, os volumes de vendas no Grupo BASF apresentaram queda de 4%. O crescimento nas vendas foi devido principalmente aos efeitos de portfólio no segmento de Soluções para Agricultura, resultantes da aquisição de importantes negócios e ativos da Bayer em agosto de 2018. Os efeitos cambiais também tiveram um impacto positivo nas vendas em todos os segmentos.

Em € 26 milhões, no geral, os itens extraordinários no EBIT foram positivos no primeiro trimestre de 2019, em comparação ao decréscimo de € 18 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. O resultado especial proveniente dos desinvestimentos nos segmentos de Soluções para a Agricultura e Soluções Industriais excedeu os custos de integração, taxas especiais de medidas de reestruturação e outras taxas.

O EBIT teve uma queda de € 505 milhões em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 1,8 bilhão. O resultado antes do imposto de renda caiu em € 520 milhões, passando a € 1,6 bilhão. A alíquota do imposto aumentou de 24,1% para 25,4%.

O resultado após impostos das operações contínuas apresentou queda de € 415 milhões para € 1,2 bilhão. O resultado depois de impostos das operações descontinuadas, que abrange as atividades de petróleo e gás da BASF, aumentou em € 97 milhões, atingindo o patamar de € 274 milhões. Este fato é, em grande parte, devido ao significativo aumento dos volumes, principalmente na Rússia, assim como à suspensão da depreciação e amortização desde o reconhecimento do grupo para alienação no terceiro trimestre de 2018.

O resultado líquido apresentou queda de € 273 milhões, para € 1,4 bilhão. O lucro por ação foi de € 1,53 no primeiro trimestre de 2019 – primeiro trimestre de 2018: € 1,83. O lucro por ação ajustado pelos itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis totalizou € 1,65 (primeiro trimestre de 2018: € 1,93).

No primeiro trimestre de 2019, o fluxo de caixa das atividades operacionais totalizou € 373 milhões, € 858 milhões abaixo dos números para o mesmo trimestre no ano anterior. O fluxo de caixa livre apresentou uma queda de € 604 milhões no mesmo trimestre no ano anterior para menos € 368 milhões, principalmente como resultado dos melhores fluxos de caixa das atividades operacionais.

Fusão da Wintershall e DEA

Depois da aprovação por todas as autoridades relevantes, em 1º de maio de 2019, a BASF e a LetterOne concluíram a fusão da Wintershall e DEA. “Com a Wintershall Dea criamos a empresa europeia independente líder em exploração e produção, com operações internacionais nas principais regiões. Ao combinar as duas entidades com sede na Alemanha, a BASF e a LetterOne assentam as bases para um forte e próspero crescimento da Wintershall Dea”, disse Dr. Hans-Ulrich Engel, Vice-Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, em uma teleconferência sobre os resultados do primeiro trimestre de 2019.

Dividendo proposto de € 3,20 por ação

A Junta de Diretores Executivos e o Conselho Fiscal propuseram à Reunião Anual de Acionistas que o dividendo tenha um aumento de € 0,10, passando a € 3,20 por ação. “Assim, a ação da BASF oferece um rendimento de dividendos atraente, de 5,3%, com base no preço da ação no final do ano de 2018, de € 60,40”, disse Brudermüller. Depois da adoção da resolução relevante pela Reunião Anual de Acionistas, um total de € 2,9 bilhões será pago aos acionistas da BASF SE em 8 de maio.

Panorama para 2019 confirmado

As expectativas da BASF para o ambiente econômico global em 2019 continuam inalteradas:

  • Crescimento do produto interno bruto: 2,8%
  • Crescimento da produção industrial: 2,7%
  • Crescimento da produção de químicos: 2,7%
  • Taxa de câmbio média euro/dólar de US$ 1,15 por euro
  • Preço médio do petróleo de US$ 70 dólares por barril de petróleo Brent

A BASF confirma a previsão de vendas e receitas para o Grupo BASF feita no Relatório BASF de 2018 e espera um ligeiro crescimento das vendas, assim como ligeiro aumento do EBIT antes dos itens extraordinários, que deve ficar no nível inferior da faixa de 1% a 10%. O retorno sobre capital empregado (ROCE) deve ser um pouco mais alto do que o percentual do custo de capital, com o ROCE um pouco mais baixo do que em 2018.

Desempenho do negócio nos segmentos no primeiro trimestre de 2019

As vendas no segmento de Químicos, que abrange Petroquímicos e Intermediários, sofreram queda de 13% em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 2,5 bilhões. A divisão de Petroquímicos, em particular, observou brusca queda nas vendas, enquanto a divisão de Intermediários registrou um ligeiro declínio. O desempenho das vendas foi influenciado pelos menores volumes e preços nas duas divisões.

Em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários apresentou queda de € 169 milhões, para € 306 milhões. As duas divisões registraram resultados mais baixos, principalmente a de Petroquímicos. O desempenho do EBIT antes dos itens extraordinários se deve, em grande parte, às menores margens na divisão de Petroquímicos, principalmente para produtos de steam cracker, além dos menores volumes nas duas divisões. Além disso, os custos fixos das duas divisões apresentaram um discreto aumento. Na divisão de Petroquímicos, o aumento foi devido principalmente às altas despesas de manutenção, enquanto na divisão de Intermediários o desempenho dos custos fixos foi influenciado negativamente especialmente pelos efeitos cambiais.

No segmento de Materiais, que abrange Materiais de Performance e Monômeros, as vendas de € 2,9 bilhões apresentaram uma queda de 15% em comparação ao primeiro trimestre de 2018. As duas divisões, de Monômeros e de Materiais de Performance, apresentaram queda nas vendas, principalmente devido aos menores preços dos isocianatos na divisão de Monômeros.

O EBIT antes dos itens excepcionais teve uma queda nas duas divisões, atingindo € 323 bilhões, em comparação aos € 816 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. Esta queda resulta principalmente das menores margens de isocianatos na divisão de Monômeros. Na divisão de Materiais de Performance, as maiores margens não conseguiram compensar os menores volumes, principalmente no setor automotivo. Além disso, os custos fixos das duas divisões foram um pouco mais elevados do que no mesmo trimestre do ano anterior, principalmente por causa dos efeitos cambiais.

No segmento de Soluções Industriais, que abrange Dispersões e Pigmentos e Químicos de Performance, as vendas de € 2,2 bilhões foram 2% mais baixas do que as vendas no mesmo trimestre do ano anterior. As vendas na divisão de Dispersões e Pigmentos se mantiveram no mesmo nível do primeiro trimestre de 2018, enquanto as vendas na divisão de Químicos de Performance apresentaram uma ligeira queda. O declínio no período se deveu principalmente à transferência do negócio de químicos para papel e água da BASF, que antes foi reportado em Químicos de Performance, para o grupo Solenis.

O segmento de Soluções Industriais aumentou o EBIT antes dos itens extraordinários em 15%, em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 264 milhões. Isso se deveu principalmente ao EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente mais alto na divisão de Químicos de Performance, resultante dos preços mais elevados, aumento do volume e efeitos cambiais positivos. A divisão de Dispersões e Pigmentos também apresentou ligeiro aumento no EBIT antes dos itens extraordinários, principalmente por causa dos preços mais elevados e dos efeitos cambiais positivos. O EBIT do segmento incluiu receitas especiais na divisão de Químicos de Performance advindas da transferência do negócio de químicos para papel e água da BASF para o grupo Solenis.

Em comparação ao primeiro trimestre de 2018, as vendas no segmento de Tecnologias para Superfície, que abrange Catalisadores, Tintas e Químicos para Construção, aumentaram em 13%, para € 3,6 bilhões. O crescimento das vendas na divisão de Catalisadores foi particularmente acentuado. As vendas também apresentaram um aumento considerável na divisão de Químicos para Construção. Na divisão de Tintas, as vendas ficaram no mesmo nível que no mesmo trimestre no ano anterior. O aumento nas vendas pode ser atribuído aos preços mais elevados em todas as divisões, assim como aos efeitos cambiais positivos e maiores volumes nas divisões de Catalisadores e Químicos para Construção.

Em € 159 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários para o segmento se manteve no nível do mesmo trimestre no ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários na divisão de Químicos para Construção apresentou uma melhoria considerável, devido principalmente às margens mais elevadas. Na divisão de Catalisadores, os resultados tiverem um discreto aumento em consequência do crescimento das vendas. Por outro lado, a divisão de Tintas registrou um EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente menor, principalmente devido ao enfraquecimento do negócio automotivo.

As vendas de € 1,6 bilhão no segmento Nutrição & Cuidados, que abrange Care Chemicals e Nutrição e Saúde, se mantiveram no nível do mesmo trimestre no ano anterior. As vendas consideravelmente mais elevadas na divisão de Nutrição e Saúde foram compensadas pelas vendas um pouco mais baixas na divisão de Care Chemicals.

Em € 222 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários ficou 13% abaixo dos € 254 milhões registrados no primeiro trimestre de 2018. Isso pode ser atribuído principalmente aos maiores custos fixos da divisão de Nutrição e Saúde, em grande parte devido ao reembolso do seguro recebido no mesmo trimestre do ano anterior, em razão das quedas na produção em 2017. Além disso, as margens tiveram uma queda no negócio de nutrição animal, resultando em um significativo declínio na receita da divisão de Nutrição e Saúde em geral. Uma grande melhoria na receita da divisão de Care Chemicals, principalmente devido às margens mais elevadas, teve um efeito de compensação.

As vendas de € 2,6 bilhões no segmento de Soluções para Agricultura foram 53% mais altas do que no primeiro trimestre de 2018. Este fato pode ser atribuído principalmente aos efeitos de portfólio da aquisição de importantes negócios e ativos da Bayer, em agosto de 2018. A BASF também alcançou maior nível de preço no negócio legado, enquanto os volumes de vendas foram consideravelmente mais baixos no período, principalmente devido a fatores climáticos.

O EBIT antes dos itens extraordinários de € 740 milhões foi 75% mais alto do que no primeiro trimestre de 2018, em grande parte por causa da contribuição dos negócios adquiridos. O EBIT incluiu receitas especiais de desinvestimentos, segundo as condições impostas pelas autoridades antitruste no escopo da aquisição dos negócios da Bayer. No primeiro trimestre de 2019, o EBIT excedeu as taxas especiais para a integração dos negócios adquiridos.

As vendas em Outros apresentaram um aumento considerável em comparação ao mesmo trimestre no ano anterior. Isso se deve principalmente às atividades remanescentes do negócio de químicos para papel e água da BASF, que não foram incluídos na transferência para a Solenis e, desde então, são reportados em Outros. O EBIT antes dos itens extraordinários ficou bem abaixo dos números para o primeiro trimestre de 2018, principalmente devido aos resultados cambiais e efeitos de valorização de nosso programa de incentivo em longo prazo.

Fonte: BASF

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Evonik divulga resultados do primeiro trimestre de 2019

21/05/2019

  • Vendas cresceram 1% para 3,29 bilhões de euros
  • Ebitda ajustado recuou para 539 milhões de euros
  • Fluxo de caixa livre melhorou significativamente para 159 milhões de euros
  • Previsão para 2019 foi elevada: Ebitda ajustado ficará, no mínimo, estável

As vendas da Evonik foram de 3,29 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2019, o que significa um aumento de 1% em comparação ao mesmo período do exercício anterior. O Ebitda ajustado recuou 3% para 539 milhões de euros.

“A despeito do enfraquecimento da economia global, conseguimos manter a nossa posição no que diz respeito a volumes e resultados”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva. “Em termos de fluxo de caixa livre, conseguimos até registrar um ganho significativo. No geral, nosso portfólio agora é mais robusto do que antes em relação às tendências macroeconômicas. O desinvestimento do nosso negócio de metacrilatos contribuiu para isso”.

Custos iniciais não recorrentes para novas unidades de produção e um gargalo temporário no fornecimento de matérias-primas no segmento Performance Materials contribuíram para a queda do Ebitda ajustado. Em consequência, a margem Ebitda ajustada encolheu de 17,1% para 16,4%. A receita líquida ajustada recuou 5% para 249 milhões de euros, o que corresponde a um lucro ajustado por ação de 0,53 euro.

O fluxo de caixa livre melhorou em 109 milhões de euros em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando 159 milhões de euros. Isso se deveu sobretudo a uma formação menor de capital de giro líquido e a uma redução nos pagamentos de aposentadorias.

Perspectivas foram elevadas

Como resultado do acordo de venda do negócio de metacrilatos, as perspectivas para as operações continuadas foram revisadas. A Evonik agora prevê que os valores de Ebitda ajustado e vendas fiquem, no mínimo, no mesmo nível do ano passado. A receita da planejada aquisição da empresa americana PeroxyChem não está incluída na perspectiva ajustada. Em 2018, as operações contínuas registraram um Ebitda ajustado de 2,15 bilhões de euros e vendas de 13,3 bilhões de euros.

Os progressos significativos alcançados com o programa de economia de custos, aplicado na empresa toda, também contribuíram para as receitas. Mais da metade dos 1.000 empregos a serem reduzidos será concretizada até o fim deste ano.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: O desenvolvimento dos negócios desse segmento se manteve no primeiro trimestre de 2019. As vendas cresceram 3% para 1,4 bilhão de euros. O crescimento se deveu sobretudo ao aumento nos preços de venda; os volumes, por outro lado, ficaram ligeiramente abaixo daqueles registrados no mesmo período do ano anterior. A demanda por polímeros de alta performance (poliamida 12) e membranas continuou alta, de maneira que o aumento nos preços teve um impacto positivo que resultou num correspondente forte incremento nas vendas. Maiores volumes em vendas também foram registrados na linha de crosslinkers como resultado da alta demanda, especialmente por aplicações em compósitos no mercado de energia eólica; e pela sílica, que se beneficiou de uma tendência em aplicações de borracha e pneus. Apesar dos custos iniciais da nova planta de sílica nos EUA, o Ebitda ajustado avançou 2% para 324 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas aumentaram 3% para 1,15 bilhão de euros no primeiro trimestre de 2019. Isso se deveu, sobretudo, a uma elevação nos volumes de vendas, enquanto os preços de venda baixaram. As vendas de aminoácidos essenciais para nutrição animal registraram ligeira queda, em decorrência da redução nos preços de venda, embora os volumes entregues tenham aumentado de maneira significativa. O negócio de care solutions registrou um desenvolvimento, tendo se beneficiado do aumento da demanda por aplicações especiais, por exemplo, da indústria cosmética. O Ebitda ajustado foi de 180 milhões de euros, 14% abaixo do valor registrado no mesmo período do ano anterior, em parte devido a despesas relacionadas ao planejado início das atividades na nova planta de metionina em Singapura, previsto para meados deste ano.

Performance Materials: No primeiro trimestre de 2019, as vendas encolheram 7% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O total de 559 milhões de euros decorreu de menores volumes de venda, preços em queda e efeitos negativos do câmbio. O desenvolvimento da linha de performance intermediates (química do C4) foi prejudicado por uma restrição no fornecimento de matérias-primas causada por problemas técnicos em um fornecedor e também pelo preço mais baixo da nafta, ocasionando o recuo nas vendas. Já na linha de negócios Functional Solutions as vendas registraram aumento. Esse negócio se beneficiou principalmente de uma maior demanda por alcoolatos. O Ebitda ajustado do segmento recuou 9% para 59 milhões de euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Covestro confirma previsão para o ano após balanço do 1º trimestre

21/05/2019

  • Leve queda nos volumes principais (-1,8%)
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-16,0%)
  • Ebitda de 442 mi de euros alinhado às expectativas (-58,4%)
  • Receita líquida de 179 mi de euros menor que ano anterior (-72,2%)
  • Fluxo de caixa operacional livre 45 mi de euros negativo
  • Previsões para o ano fiscal de 2019 confirmadas

A alta pressão competitiva influenciou os resultados do primeiro trimestre de 2019 da Covestro. Apesar da demanda sólida no geral, os volumes principais tiveram leve queda de 1,8%, principalmente devido aos volumes mais baixos no segmento de policarbonatos. Uma expressiva queda nos preços de venda levou a uma redução de 16,0% nas vendas totais, para 3,2 bilhões de euros. O Ebitda do Grupo, de 442 milhões de euros (-58,4%), que contrasta com os resultados excepcionalmente positivos do ano anterior, mostrou-se alinhado às previsões. Como resultado, a receita líquida também caiu para 179 milhões de euros (-72,2%). Com 45 milhões de euros negativos, o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) ficou abaixo do ano anterior (364 milhões de euros), devido à redução nos fluxos de caixa de atividades operacionais e à elevação dos investimentos. Segundo a empresa, embora os resultados como um todo tenham ficado significativamente abaixo dos excepcionais resultados do trimestre do ano anterior, eles ficaram na faixa esperada.

“O primeiro trimestre manteve-se alinhado às nossas previsões e confirma nossas expectativas reduzidas para o ano completo”, explica o CEO Markus Steilemann. “Por isso, agora é ainda mais importante definir o rumo correto para o nosso crescimento futuro, com investimentos e esforços para elevar a eficiência. Afinal, a demanda por nossos materiais inovadores e sustentáveis continua intacta.”

Covestro confirma metas para o ano fiscal de 2019

Thomas Toepfer, CFO da Covestro, compara os resultados do primeiro trimestre ao mesmo período de 2018: “O trimestre do ano anterior foi influenciado por margens excepcionalmente altas em vários grupos de produtos. Por isso, em linha com nossas expectativas, nossos resultados ficaram abaixo dos do mesmo período do ano passado. Antecipando a continuidade do ambiente desafiador que influenciará os resultados ao longo do ano, estamos focando especialmente na eficiência da produção e dos processos e em investimentos direcionados.”

Seguindo esse foco, a Covestro elevou sua participação para 80% na joint venture DIC Covestro Polymer no Japão a partir de 1º de abril de 2019, expandindo seus promissores negócios globais de poliuretanos termoplásticos. A Covestro planeja investimentos totais de mais de 900 milhões de euros este ano para reformar e expandir suas plantas produtivas e ampliá-las para áreas em crescimento, tais como a de filmes especializados. A expectativa é de que os programas de eficiência proporcionem economias de custos de 350 milhões de euros por ano no médio prazo.

Para o ano fiscal de 2019, a Covestro mantém a projeção de crescimento do volume principal de até 5%. Espera-se que o FOCF fique entre 300 e 700 milhões de euros, com ROCE de 8% a 13%. A previsão é que o Ebitda do ano fiscal atinja de 1,5 a 2,0 bilhões de euros, com expectativa de que o Ebitda do segundo trimestre se mantenha próximo do nível do primeiro trimestre de 2019.

Iniciativas estratégicas mostram avanços

As iniciativas estratégicas para avançar na digitalização e na inovação trouxeram benefícios no primeiro trimestre. A nova plataforma comercial digital B2B Asellion foi lançada com sucesso no fim de março, permitindo que os clientes da Covestro façam pedidos de produtos on-line e comprem 24h por dia com apenas alguns cliques no link covestro.asellion.com.

A Covestro também uniu forças à empresa de biotecnologia sediada nos EUA Genomatica para pesquisar e desenvolver materiais de alto desempenho baseados em matérias-primas renováveis. O objetivo da cooperação é reduzir o uso de recursos de origem fóssil como petróleo bruto, usando matérias-primas sustentáveis no lugar.

Crescimento de vendas e lucro no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades

Os volumes principais no segmento de poliuretanos mantiveram-se amplamente estáveis (-0,2%) no primeiro trimestre de 2019. As vendas no segmento caíram 24,3% para 1,476 milhão de euros devido à queda nos preços de venda, com todas as três regiões registrando vendas mais baixas. O Ebitda caiu para 157 milhões de euros (-75,4%) devido às margens mais baixas.

Puxados pela queda na demanda da indústria automotiva, os volumes principais no segmento de policarbonatos caíram 6,3%. As vendas nesse segmento caíram 16,7% para 860 milhões de euros, também devido aos preços de venda mais baixos. Com margens em queda e preços estáveis das matérias-primas, o Ebitda caiu para 155 milhões de euros (-48,8%).

No segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades, os volumes principais praticamente não sofreram alterações em relação ao trimestre do ano anterior (-0,1%). As vendas no segmento subiram 5,9% para 627 milhões de euros, impulsionadas pela alta na média dos preços de venda, por volumes levemente mais altos e movimentos da taxa de câmbio. Alavancado pela alta das margens e dos volumes de vendas, o Ebitda subiu 7,4% para 146 milhões de euros.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em segmentos como o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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Braskem registra lucro líquido de 1 bilhão no primeiro trimestre de de 2019

15/05/2019

A Braskem registrou Ebitda de R$ 2,77 bilhões no primeiro trimestre de 2019, um crescimento de 45% em relação ao último trimestre de 2018 e de 5% sobre o mesmo período do ano passado. Em dólar, o Ebitda foi de US$ 729 milhões, uma queda de 11% na comparação com igual trimestre do ano passado.

Esses resultados foram impactos por efeitos não recorrentes como a receita com PIS/COFINS pagos a maior entre janeiro de 2012 a fevereiro de 2017 e a reversão de provisões relacionadas à Conta de Desenvolvimento Energético e ao Regime Especial da Indústria Química (Reiq). Sem esses efeitos, o Ebitda foi de US$ 336 milhões, queda de 16% e 60%, respectivamente, ao quarto trimestre e ao primeiro trimestre de 2018.

“O primeiro trimestre se mostrou desafiador em razão dos menores spreads petroquímicos no mercado internacional, dada a revisão de crescimento da economia global para o ano de 2019”, afirma o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Neste cenário, seguiremos focados com a nossa estratégia de atuação a fim de superar os desafios globais do ciclo petroquímico”, completa Musa, referindo-se à diversificação geográfica e de base de matéria-prima equilibrada entre nafta e gás.

A receita líquida de vendas da Braskem atingiu R$ 13 bilhões no primeiro trimestre de 2019, praticamente em linha ao registrado no mesmo período do ano passado. O lucro líquido da companhia foi de R$ 1,03 bilhão, revertendo o prejuízo de R$ 78 milhões observado no trimestre anterior e mantendo-se em linha ao primeiro trimestre do ano passado.

No lado operacional, a taxa de utilização das centrais petroquímicas no Brasil foi de 88% no primeiro trimestre, dois pontos percentuais inferiores ao mesmo trimestre do ano passado, impactada por problemas operacionais. A taxa de utilização das plantas nos EUA e na Europa foi de 90%, superior ao 4T18 devido à normalização do fluxo logístico na Europa, porém inferior ao mesmo período do ano passado em função de paradas não programadas. No México, a taxa de utilização das plantas de polietileno foi de 79%, seis pontos percentuais acima do quarto trimestre de 2018 devido ao maior fornecimento de etano no período.

Mercado brasileiro de resinas

A demanda de resinas no mercado brasileiro foi de 1,4 milhão de toneladas, 7,8% e 4,2% superior ao quarto trimestre e ao primeiro trimestre do ano passado, respectivamente, em função do movimento de reabastecimento ocorrido no período. As vendas de resinas da Braskem totalizaram 878 mil toneladas, resultado 10% superior ao último trimestre do ano passado e superior ao crescimento do mercado. A participação de mercado da Braskem ficou em 64% no período.

No primeiro trimestre de 2019, a companhia exportou, a partir do Brasil, 356 mil toneladas de resinas, um crescimento de 16% em relação ao quarto trimestre de 2018. Foram exportadas 194 mil toneladas dos principais químicos produzidos no Brasil, uma queda de 10% sobre o trimestre anterior, influenciado pelo menor volume de gasolina.

Nos Estados Unidos, a demanda de polipropileno foi inferior devido ao alto nível de estoque na cadeia e ao fraco desempenho do segmento de fibras têxteis. Na Europa, a demanda se recuperou no trimestre e o mercado mostrou crescimento principalmente em função de uma antecipação à temporada de paradas programadas que irão acontecer no segundo trimestre deste ano. A demanda de polietileno no México foi de 504 mil toneladas, uma retração de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior, em função da queda no investimento público e privado e à desaceleração no crescimento econômico.

Investimento e competitividade

Os planos de expansão da Braskem seguem avançando. A empresa já concluiu 56,2% do investimento total previsto para construção da nova planta de Polipropileno nos Estados Unidos, a sexta unidade industrial desta resina no país. Já foram aportados US$ 426 milhões na nova unidade, que deve começar a operar em 2020.

Durante a Feiplastic, a maior feira do Plástico na América Latina, a Braskem anunciou uma nova solução para o mercado de embalagem conhecida como stand-up pouch monomaterial, um produto que facilita o processo de reciclagem dos materiais por conter apenas uma matéria-prima. Esse lançamento feito de polietileno é voltado ao segmento de cosméticos e alimentos e foi realizado em parceria com a Antilhas Flexíveis.

Além disso, a Braskem lançou uma nova solução que une a resina pós-consumo oriunda da logística reversa de sacarias da empresa ao Polietileno Verde (I’m greenT). A matéria prima traz o conceito de zero emissão de gás carbônico, uma vez que a emissão de CO2 durante o processo de reciclagem é compensada pela fixação do gás durante o processo produtivo do polietileno verde.

Fonte: Braskem

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BASF registra discreto aumento nas vendas de 2018 e queda nos lucros devido a menor contribuição de Químicos

12/03/2019

  • Vendas de €62,7 bilhões (acréscimo de 2%)
  • EBIT de €6,4 bilhões (decréscimo de 17%)
  • Fluxo de caixa de atividades operacionais de €7,9 bilhões (decréscimo de 10%). Fluxo de caixa livre de €4 bilhões
  • Dividendo proposto de €3,20 para o exercício de 2018 (2017: €3,10)

Panorama para 2019:

  • Expectativa de discreto crescimento das vendas, em decorrência principalmente de grandes volumes de vendas e efeitos de portfólio
  • EBIT ligeiramente acima do previsto em 2018

A BASF registrou vendas de €62,7 bilhões no ano passado, representando um aumento de 2% em comparação ao ano anterior. Os resultados das atividades operacionais antes de juros e tributos (EBIT) apresentaram queda em relação a 2017, de €7,6 bilhões para €6,4 bilhões, decorrente, principalmente, do segmento de Químicos, que respondeu por aproximadamente dois terços da queda total de lucros. As margens de lucro do isocianato sofreram uma brusca queda no segundo semestre do ano. Além das margens de cracker terem sido menores do que o esperado em 2018, em todas as regiões.

No geral, 2018 foi um ano marcado por difíceis cenários econômicos e geopolíticos globais e conflitos comerciais. No segundo semestre do ano, a BASF sentiu uma retração econômica nos principais mercados, especialmente na indústria automotiva, o maior setor de clientes da empresa. A demanda de clientes chineses, em especial, diminuiu significativamente em decorrência do conflito comercial entre os Estados Unidos e a China. As incertezas aumentaram globalmente e, portanto, muitos participantes do mercado agiram com bastante cautela.

“Estamos lidando com estes desafios. Com a nossa nova estratégia corporativa, usaremos 2019 como um ano de transição para emergirmos ainda mais fortes. Neste ano, estamos adaptando nossas estruturas e processos, focalizando nossa organização expressamente nas necessidades de nossos clientes”, disse o presidente da Junta Diretiva da BASF, Dr. Martin Brudermüller, que apresentou os dados financeiros do exercício de 2018 juntamente com o Chief Financial Officer Dr. Hans-Ulrich Engel.

A BASF implementou aumento de preços em todos os segmentos e divisões em 2018. Houve um discreto aumento de volumes quando comparados ao ano anterior. Os maiores volumes foram registrados nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, que foram parcialmente compensados pelos baixos volumes nos segmentos de Produtos de Performance e Químicos. A principal razão primordial para os menores volumes no segmento de Produtos de Performance foi a parada da fábrica de citral em Ludwigshafen, que reiniciou a produção no segundo trimestre. Os volumes de vendas no segmento de Químicos sofreram influência negativa devido ao baixo nível de água do rio Reno. No geral, os efeitos cambiais apresentaram um decréscimo de 4%, enquanto que os efeitos de portfólio registraram acréscimo de 1%.

Os menores lucros nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais, Soluções para Agricultura e Produtos de Performance também contribuíram para o declínio no EBIT. No segmento de Soluções para Agricultura, os efeitos cambiais negativos em todas as regiões diminuíram os lucros. Além disso, houve uma forte contribuição negativa das empresas adquiridas da Bayer, cujo controle foi assumido pela BASF somente em agosto. Tal período levou a uma desvantagem devido à sazonalidade do negócio de sementes, que gera lucros predominantemente no primeiro semestre do ano, adicionado ao fato de que incorreram custos para integrar as atividades adquiridas.

Além disso, o longo período com baixo nível de água do rio Reno foi um desafio para a BASF. Na unidade de Ludwigshafen, durante grande parte do terceiro e do quarto trimestre, o recebimento de matérias-primas por via fluvial foi praticamente impossível. Consequentemente, a BASF foi forçada a reduzir as taxas de utilização da capacidade da planta em Ludwigshafen, fato que restringiu os ganhos de 2018 em cerca de €250 milhões.

Os itens extraordinários totalizaram €320 milhões, em função, principalmente, das aquisições dos novos negócios no segmento de Soluções para Agricultura. O resultado, comparado com 2017, teve decréscimo de € 58 milhões. O EBIT diminuiu em 20%, indo para €6 bilhões. Com 9,5 bilhões, o EBITDA antes de itens especiais ficou 12% abaixo do resultado do ano anterior. O EBITDA totalizou €9,2 bilhões, comparado a €10,8 bilhões em 2017.

O lucro por ação caiu de €6,62 para €5,12 em 2018. Ajustado pelos juros, impostos, depreciação e amortização de ativos intangíveis, o lucro por ação totalizou €5,87, apresentando queda de €0,57 em relação ao ano anterior.

Evolução dos lucros do Grupo BASF no quarto trimestre de 2018

As vendas do Grupo BASF aumentaram em 2% no quarto trimestre de 2018, totalizando €15,6 bilhões. Os segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura deram suporte para um possível aumento de 2% nos preços. Os volumes caíram em 3%, resultado principalmente do longo período de baixo nível de água do rio Reno que limitou drasticamente a entrega de matérias-primas essenciais para a unidade de Ludwigshafen, forçando, assim, a redução de sua capacidade de utilização. Os efeitos de portfólio totalizaram um acréscimo de 3% devido à aquisição do negócio da Bayer no segmento de Soluções para Agricultura.

O EBIT no quarto trimestre foi de €630 milhões, representando uma queda de 59% em relação ao ano anterior, devidos aos lucros significativamente menores nos segmentos de Químicos e Soluções para Agricultura. No segmento de Químicos, a principal razão da queda teve relação com as margens menores no negócio de isocianato e cracker. A evolução dos lucros no quarto trimestre no segmento de Soluções para Agricultura foi prejudicada por despesas relacionadas à aquisição. A BASF conseguiu melhorar os ganhos nos segmentos de Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais. Os gargalos no fornecimento, resultantes do baixo nível de água do rio Reno, impactaram negativamente os lucros em aproximadamente €200 milhões no período em questão.

Fluxos de Caixa do Grupo BASF no ano de 2018

Os fluxos de caixa das atividades operacionais caíram de €8,8 bilhões para €7,9 bilhões, principalmente devido à redução do lucro líquido. Em 2018, a mudança no capital de giro líquido reduziu os fluxos de caixa em €530 milhões, comparado com €1,2 bilhão de 2017. O montante utilizado nas atividades de investimento aumentou de €4 bilhões para €11,8 bilhões. Em 2018, os pagamentos líquidos para aquisições e desinvestimentos totalizaram €7,3 bilhões, principalmente relacionados à aquisição de negócios e ativos da Bayer. Os pagamentos feitos para o ativo imobilizado e intangível diminuíram em €102 milhões, indo para €3,9 bilhões. Com €4 bilhões, o fluxo de caixa livre voltou a ter força, porém com €744 milhões a menos que em 2017, devido à diminuição dos fluxos de caixa advindos das atividades operacionais.

Dividendo proposto de €3,20

“A BASF quer aumentar seu dividendo mesmo em tempos difíceis. Por isso, iremos propor à Assembleia Geral de Acionistas um dividendo de €3,20 por ação, €0,10 superior ao do ano anterior. A ação da BASF, portanto, oferece um rendimento de dividendos muito atraente, de 5,3%, com base no preço da ação no final de 2018”, comentou Brudermüller.

Implementação da estratégia da BASF

A BASF desenvolveu ainda mais sua estratégia, implementando-a sistematicamente por meio de inúmeras medidas. Como primeiro passo, desde 1º de janeiro, a BASF alterou a alocação organizacional de cerca de 14 mil colaboradores que anteriormente trabalhavam em unidades centrais. Esta transferência para as divisões de negócios foi muito suave.

“Todo o processo será concluído até o final do terceiro trimestre de 2019 e cerca de 20 mil colegas trabalharão mais próximos de nossos clientes, nos permitindo reconhecer melhor suas necessidades, desenvolver idéias e implementá-las mais rapidamente”, disse Brudermüller.

As alterações na organização afetam áreas como pesquisa e desenvolvimento, engenharia, cadeia de suprimentos, compras, recursos humanos, serviços de informação e meio ambiente, saúde e segurança. A BASF também modificou sua estrutura de relatório e agora conta com seis segmentos, ao invés de quatro: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados e Soluções para Agricultura. “A mudança tornará nossa comunicação mais transparente e mais fácil de ser comparada com as dos nossos concorrentes”, disse o presidente da Junta Diretiva.

A BASF empreendeu inúmeras medidas para desenvolver ainda mais seu portfólio. Por exemplo, concluiu a transferência de seus negócios envolvendo químicos para papel e água para a Solenis. O negócio em conjunto, no qual a BASF tem uma participação de 49%, opera sob o nome Solenis desde 1º de fevereiro de 2019. Em 2017, registrou vendas proforma de cerca de €2,4 bilhões e contava com aproximadamente 5,2 mil colaboradores. Hoje, o negócio conjunto oferece um portfólio de produtos expandido para os clientes nos setores de papel e tratamento de água.

Em 18 de janeiro de 2019, a Comissão Europeia concedeu à BASF uma autorização condicional para aquisição do negócio de poliamida da Solvay. Para resolver as preocupações de concorrência da Comissão Europeia, a BASF deve transferir parte do escopo da transação original para um terceiro comprador, nomeadamente os ativos de produção e as capacidades de inovação dos negócios de poliamida da Solvay na Europa. Brudermüller comentou: “Com esta aquisição, a BASF ainda pode atingir seus objetivos estratégicos e fortalecer consideravelmente os negócios com a poliamida 6.6.”

A BASF e a LetterOne esperam agora as aprovações regulatórias necessárias para a fusão de seus respectivos negócios de petróleo e gás em uma joint venture. As duas empresas assinaram um acordo de fusão no final de setembro de 2018. A conclusão da transação está prevista para o primeiro semestre de 2019. As medidas preparatórias para a integração estão sendo realizadas de acordo com o planejado. A BASF espera que a oferta pública inicial (IPO) ocorra no segundo semestre de 2020.

Como parte de sua gestão ativa de portfólio, a BASF analisa continuamente se os negócios podem atender de uma maneira ainda melhor seu potencial em uma esfera de negócio diferente, por exemplo, uma joint venture ou fora da BASF. Neste contexto, a BASF anunciou em outubro de 2018 que está avaliando opções estratégicas, como a fusão com um parceiro forte ou um desinvestimento para seu negócio de químicos para construção. O presidente da Junta Diretiva da BASF comentou: “Nosso objetivo é chegar a um acordo com relação a uma transação durante o ano de 2019. Estamos atualmente preparando um processo estruturado”.

Investimentos em crescimento orgânico na Ásia

A China já é o principal mercado da Ásia e do mundo – tanto para a BASF quanto para toda a indústria química. A BASF quer crescer mais rápido do que o mercado químico global. “Portanto, precisamos participar do crescimento na China, o maior mercado mundial de produtos químicos”, disse Brudermüller. O presidente da Junta Diretiva nomeou vários projetos de investimento com os quais a BASF quer fortalecer ainda mais sua posição na Ásia e acelerar o crescimento orgânico.

No final de outubro de 2018, por exemplo, a BASF assinou um acordo com a SINOPEC para expandir sua parceria na unidade Verbund em Nanjing, China. A joint venture BASF-YPC investirá em uma participação de 50% na construção de mais um steam cracker com capacidade de 1 milhão de toneladas de etileno por ano. A SINOPEC Yangtzi Petrochemical investirá os outros 50%. Além disso, a BASF e a SINOPEC explorarão conjuntamente novas oportunidades de negócios no crescente mercado chinês de materiais para baterias.

A Índia é outro mercado onde a BASF quer investir. A empresa assinou recentemente um memorando de entendimento com a Adani para estudar uma grande aplicação conjunta na cadeia de valor de acrílicos. A unidade designada estaria localizada no porto de Mundra, no estado indiano de Gujarat. Este seria o maior investimento da BASF na Índia até hoje e sua primeira unidade de produção neutra em CO2.

Panorama para o ano de 2019

Neste ano, a expectativa é de que a economia mundial cresça 2,8%, consideravelmente um ritmo mais lento do que em 2018 (3,2%). Na União Europeia, a empresa prevê crescimento mais fraco na demanda doméstica e, também, na demanda de exportação. Por outro lado, a BASF supõe que os Estados Unidos apresentarão um crescimento sólido, embora o efeito estimulador da reforma tributária deva ser menos expressivo do que em 2018. O crescimento na China provavelmente continuará desacelerando, mas permanecerá alto em comparação com as economias avançadas. Por outro lado, há a expectativa de que a recuperação econômica no Brasil deve perseverar.

O panorama é baseado nas seguintes hipóteses econômicas adicionais para o ano de 2019:

  • Crescimento de 2,7% na produção global de químicos em 2019 (2018: +2,7%)
  • Preço médio do petróleo de US$70 por barril de Brent bruto
  • Taxa média de câmbio de U$$1,15 por euro

“Também esperamos que o crescimento nas indústrias de nossos clientes continue. Para o setor automotivo, prevemos uma ligeira recuperação após a menor produção que ocorreu no ano anterior”, disse Brudermüller. A perspectiva da BASF também leva em consideração que os conflitos comerciais entre os Estados Unidos e seus parceiros comerciais irão amenizar ao longo do ano, e que o Brexit ocorrerá sem grandes repercussões econômicas.

“Embora o ambiente seja desafiador e marcado por um alto nível de incerteza, pretendemos crescer de forma lucrativa. Esperamos um discreto aumento nas vendas, principalmente devido aos efeitos de portfólio. Queremos aumentar ligeiramente o EBIT. Além disso, prevemos que o retorno sobre o capital empregado (ROCE) seja um pouco maior do que o custo do percentual de capital, mas diminuirá um pouco em comparação ao patamar de 2018”, disse o presidente da Junta Diretiva da BASF.

Brudermüller enfatizou que os dois primeiros trimestres de 2019 serão relativamente fracos: “Em primeiro lugar, no primeiro semestre de 2018 ainda nos beneficiamos de margens elevadas dos isocianatos, o que aumenta a base de comparação. Em segundo lugar, os custos associados à implementação da nossa estratégia terão um impacto nos lucros, assim como um número maior de paradas programadas nas fábricas em relação ao ano anterior. Os fatores decisivos para alcançar nossas metas para 2019 são um melhor desempenho dos negócios, uma sólida demanda dos clientes, bem como as primeiras contribuições de nosso programa de excelência estratégica no segundo semestre do ano. As mudanças estruturais que iniciamos na BASF também resultarão em itens extraordinários negativos notavelmente mais altos em 2019.”

Fonte: BASF

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Covestro eleva dividendos após divugação do desempenho dos negócios em 2018

12/03/2019

  • Demanda crescente em um ambiente de mercado cada vez mais desafiador
  • Crescimento do volume principal mantido em 1,6%
  • Vendas totais sobem para 14,6 bi de euros
  • EBITDA cai para 3,2 bi de euros
  • Dividendos propostos de 2,40 de euros por ação
  • Cerca de 1,7 bi de euros devolvido aos acionistas por meio de recompra de ações e dividendos
  • Previsões para 2019 influenciadas por maior crescimento dos volumes e margens menores

A Covestro obteve fortes resultados em 2018, mesmo com desafios crescentes ao longo do ano. Os volumes principais subiram 1,6% e as vendas totais cresceram 3,4% para 14,6 bilhões de euros. Após um quarto trimestre mais fraco, a Covestro não pôde atingir o patamar de lucro do ano anterior, marcado por um ambiente comercial excepcionalmente positivo. Apesar da baixa dos preços de venda, aliada a margens em declínio no segundo semestre, a Covestro gerou um EBITDA de 3,2 bilhões de euros, 6,8% abaixo do ano recorde de 2017. A receita líquida atingiu 1,8 bilhão de euros (-9,3%). Com base nesse desempenho, a Covestro planeja elevar os dividendos em cerca de 9% para 2,40 euro por ação (ano anterior: 2,20 euro).

“A demanda por nossos materiais de alta tecnologia se mantém intacta. Esse é um forte alicerce para o nosso crescimento rentável no longo prazo, especialmente em um ambiente de mercado cada vez mais desafiador”, explica o CEO Dr. Markus Steilemann. “Lançamos iniciativas estratégicas importantes em 2018 para promover ativamente essa trajetória de crescimento. Elas incluem investimentos em segmentos comerciais específicos com potencial de demanda acima da média e foco reforçado em eficiência.”

Maior demanda e margens menores, ao mesmo tempo

Em um ano instável, a Covestro atingiu resultados sólidos também em números importantes em 2018. O fluxo de caixa operacional livre (FCO) caiu para 1,7 bilhão de euros devido a investimentos em alta. Com 29,5%, o retorno sobre o capital empregado (ROCE) ficou bem acima da média plurianual. A dívida financeira líquida manteve o nível baixo de 348 milhões de euros no final do ano fiscal de 2018.

“2018 foi um ano de sucesso para a Covestro, mesmo que, após um início forte, não tenhamos chegado perto do nosso ano recorde de 2017 no geral”, afirma o Dr. Thomas Toepfer, CFO da Covestro. “Os últimos dois anos foram marcados por margens atipicamente altas. Para 2019, esperamos que a demanda continue a crescer; no entanto, as margens cairão significativamente devido à pressão competitiva.”

Previsões influenciadas pela cenário competitivo

A Covestro antecipa um crescimento de meio dígito único no volume principal para 2019 como um todo. A expectativa é que o FCO fique entre 300 e 700 milhões de euros, enquanto a projeção para o ROCE é de 8% a 13%. Devido à elevada pressão competitiva, a Covestro espera registrar entre 1,5 e 2,0 bilhões de euros de EBITDA. No primeiro trimestre de 2019, antecipa-se cerca de 440 milhões de EBITDA.

Investimentos garantem crescimento no longo prazo

Em 2018, a Covestro deu passos estratégicos importantes para reforçar ainda mais a posição do Grupo perante a concorrência. Um elemento-chave são os investimentos a serem feitos em segmentos de crescimento rentável. O Grupo pretende construir uma nova planta de escala mundial para produzir o precursor de espuma rígida MDI em Baytown, Texas (EUA). Outro exemplo é a expansão das atividades produtivas da área de filmes especializados, que oferece altas margens, em quatro unidades no mundo. Simultaneamente, o objetivo é diversificar o portfólio do Grupo para garantir independência ainda maior de flutuações cíclicas. Hoje a Covestro gera mais de 50% das vendas do Grupo com negócios resilientes.

Foco reforçado em eficiência e eficácia

Por meio de um programa lançado em 2018, a Covestro aumentará seu foco na eficácia e na eficiência no futuro. Até no máximo 2021, estima-se que a economia de custos será da ordem de 350 milhões de euros por ano, com a meta de limitar o aumento dos custos operacionais. Esse objetivo será atingido principalmente com a intensificação de parcerias entre divisões e do uso de soluções digitais. Medidas iniciais serão implementadas nos próximos meses: será montado um departamento centralizado de marketing para consolidar as funções globais de marketing e comunicação dos segmentos.

Transformação digital ganha forma

Desde 2017, a empresa vem consolidando todas as atividades digitais no programa estratégico Digital@Covestro, com o objetivo de avançar na transformação digital do Grupo. Sucessos iniciais já se evidenciaram nos últimos meses, como a expansão de canais de vendas e marketing e o desenvolvimento de novas plataformas on-line de vendas. Desde 2018, uma equipe global de pesquisa e desenvolvimento está trabalhando para o desenvolvimento mais rápido e eficiente de aplicações, com o auxílio de sistemas informatizados de alto desempenho. Novas soluções de software para manutenção e reparo de equipamentos foram desenvolvidas na produção.

Recompra de ações concluída

Em 2018, a Covestro deu continuidade ao programa de recompra de ações iniciado no ano anterior. A companhia adquiriu ações em três etapas, totalizando mais de 9,8% do capital social e quase 1,5 bilhão de euros. Assim, considerando também os dividendos pagos, a Covestro ofereceu aos acionistas um retorno total de cerca de 1,7 bilhão de euros no último ano fiscal. Para a próxima Reunião Geral Anual, a diretoria planeja propor uma nova autorização para adquirir ações em tesouraria no montante de até 10% do capital social.

Crescimento de volume em todos os segmentos

O segmento de poliuretanos registrou desempenho estável nos volumes principais vendidos em 2018 com modesto crescimento de 0,8%. Em comparação com 2017, o EBITDA caiu 19,1% para 1.763 milhões de euros. Apesar da alta nos volumes totais e nos preços médios de venda que elevou os lucros no ano completo, essas elevações não foram capazes de compensar os efeitos negativos da concorrência cada vez mais intensa, especialmente no quarto trimestre de 2018. Além disso, houve efeitos positivos não recorrentes no ano fiscal de 2017, razão pela qual havia expectativa de queda do EBITDA em 2018.

Os volumes principais em policarbonatos subiram 3,0%. O EBITDA cresceu 21,5% para 1.036 milhões de euros. Uma tendência geral de margens positivas e aumento dos volumes totais elevou os lucros, assim como os recursos provenientes da venda do setor de chapas nos EUA. Ao longo do quarto trimestre de 2018, os lucros sofreram o impacto de um ambiente competitivo cada vez mais desafiador.

Os volumes principais no segmento Revestimentos, Adesivos e Especialidades subiram 2,5%. A alta nos preços de matérias-primas e os efeitos negativos do câmbio exerceram pressão sobre o EBITDA, que caiu 4,5% para 464 milhões de euros.

Concorrência intensificada e despesas excepcionais no quarto trimestre

No quarto trimestre de 2018, a Covestro atingiu um crescimento de volume de 1,7%. Ao mesmo tempo, o ambiente de mercado tornou-se significativamente mais desafiador. As vendas totais cederam 7,1%. Além da competição intensificada, efeitos não recorrentes como a alta dos custos de logística causadas pela baixa no nível do rio Reno e despesas relacionadas ao programa de eficiência em curso geraram impacto negativo. Como resultado, o EBITDA caiu 66,7% para 293 milhões de euros. A receita líquida caiu 86,0% para 79 milhões de euros (4º tri de 2017: 566 milhões de euros). Com 363 milhões de euros, o FCO ficou 44,6% abaixo do número do trimestre do ano anterior (655 milhões de euros).

A Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros, com atividades comerciais na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em segmentos como o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Grupo Solvay divulga resultados de 2018

12/03/2019

  • Empresa registra crescimento orgânico do EBITDA de 5,3% em relação ao ano anterior
  • Faturamento global alcançou 10,3 bilhões de euros
  • Na América Latina, a empresa faturou 1,2 bilhão de euros

O Grupo Solvay alcançou um faturamento de 10,3 bilhões de euros em 2018, registrando 5,7% de crescimento em relação a 2017, quando comparado com o mesmo escopo de atividades e sem efeito cambial, segundo anúncio feito em 28/2 pela companhia.

O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 2,23 bilhões de euros, com um aumento orgânico de 5,3% sobre 2017. A margem sobre o EBITDA em 2018 foi mantida em 22%, um índice altamente relevante para a indústria química em geral.

A empresa obteve em 2018 uma geração de caixa de 830 milhões de euros, uma expansão de 6,1% em relação a 2017. O lucro por ação ajustado de 10,57 euros aumentou 16% em relação ao ano anterior, principalmente devido à redução dos encargos financeiros.

Ao analisar os resultados de 2018, o CEO do Grupo Solvay, Jean-Pierre Clamadieu, disse que a empresa mais uma vez registrou um crescimento do EBITDA orgânico superior a 5%, graças ao crescimento em aplicações para mobilidade sustentável e eficiência de recursos.

Clamadieu disse que “esse desempenho e a transformação do Grupo nos levaram a superar todas as nossas metas financeiras e extrapatrimoniais de médio prazo estabelecidas em 2016. O lucro por ação cresceu anualmente em torno de 13% na média e o fluxo de caixa livre para os acionistas subiu no período de 148 milhões de euros para 725 milhões de euros”

Durante o anúncio dos resultados de 2018, Jean-Pierre Clamadieu se despediu do Grupo Solvay informando que seu mandato como CEO da empresa terminava na sexta-feira, 01 de março, e deu boas-vindas à nova CEO do Grupo, Ilham Kadri. “Ela iniciará um novo capítulo na extraordinária história da empresa, aproveitando o grande potencial de suas equipes e de seu portfólio, levando a Solvay a um novo patamar no setor industrial”, disse.

Crescem as vendas na América Latina

Na região da América Latina, o Grupo Solvay obteve um faturamento em 2018 da ordem de 1,2 bilhão de euros, cerca de 10% a mais do que em 2017. No Brasil, o faturamento do Grupo Solvay alcançou cerca de 840 milhões de euros. As exportações de produtos feitas a partir do Brasil somaram o total de US$ 215 milhões.

Segundo Daniela Manique, presidente do Grupo Solvay na América Latina, o bom desempenho deve ser creditado principalmente a uma atuação muito próxima dos clientes, ao lançamento de inovações e novas aplicações de produtos, além de programas de excelência operacional e de aumento de competitividade, mesmo em um cenário desafiador para o setor químico na região.

Os investimentos do Grupo Solvay na região estiveram em seu patamar histórico, em torno de 50 milhões de euros, que foram empregados principalmente em aumento de capacidade de produção em suas fábricas e desenvolvimento de novos produtos.

A empresa deve manter para 2019 o mesmo nível de investimentos, disse Daniela Manique, tendo em vista projetos que estão sendo realizados em suas unidades industriais. O Grupo Solvay atua na América Latina em diversas atividades do setor químico e de materiais avançados, contando com 13 unidades industriais (incluindo joint ventures) e escritórios comerciais em todos os países da região.

A Solvay é uma empresa de materiais avançados e de especialidades químicas cujos produtos e soluções são utilizados em aviões, automóveis, dispositivos inteligentes e instrumentos médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre muitas outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 27.000 pessoas em 62 países. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Resultado anual da DSM mostra alta nas vendas globais

12/03/2019

A DSM, empresa global de origem holandesa com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais, anunciou ao mercado o relatório com os seus resultados de 2018, quando as vendas globais atingiram € 9,267 bilhões, apresentando um forte crescimento orgânico de 6% quando comparado ao ano passado. A empresa também reportou um robusto crescimento do lucro antes de juros, impostos e depreciação/amortização (Ebitda ajustado), que cresceu 6% e alcançou € 1,822 bilhão, incluindo um efeito temporário de € 290 milhões devido a interrupções excepcionais de oferta no setor de nutrição nos primeiros nove meses de 2018. Por outra parte, o retorno sobre o capital empregado (ROCE) foi de 13,3% no ano, o que representa um incremento de 100bps a respeito do ano passado.

Para atender aos mercados onde atua, a DSM tem duas divisões de negócios principais: Nutrição e Materiais. Considerando o período de 2018, a divisão de Nutrição registrou vendas globais de € 6,137 bilhões (crescimento orgânico de 7%), com Ebitda ajustado de € 1,407 bilhão, e a de Materiais teve vendas de € 2,913 bilhões (crescimento orgânico de 5%), com Ebitda ajustado de € 512 milhões.

“Esse foi um ano positivo, no qual concluímos a nossa Estratégia 2016-2018 e superamos as nossas ambiciosas metas financeiras e de sustentabilidade”, comenta Feike Sijbesma, CEO global da DSM e presidente do Conselho de Administração.

O balanço anual da DSM considerou os resultados do quarto trimestre (4T18). Neste último período do ano passado, as vendas globais atingiram € 2,208 bilhões (crescimento orgânico de 1%), com Ebitda ajustado de € 370 milhões. A divisão de Nutrição registrou vendas de € 1,444 bilhão e Ebitda ajustado de € 270 milhões e a divisão de Materiais teve vendas de € 698 milhões e Ebitda ajustado de € 119 milhões.

Excelente desempenho na América Latina

Os resultados anuais registrados pela DSM na América Latina foram ainda mais significativos. Na região, onde a empresa está presente em 13 países e conta com 2,21 mil colaboradores (no mundo, são 20,97 mil funcionários), a DSM teve vendas regionais de € 1,08 bilhão, um valor que representa 12% das vendas globais da empresa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – DSM

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Lucro da Braskem chega a R$ 1,34 bilhões no terceiro trimestre de 2018

15/11/2018

Após greve dos caminhoneiros, as vendas se recuperam no Brasil e crescem nos Estados Unidos e no México

A recuperação das vendas no Brasil depois da greve dos caminhoneiros e o crescimento nos Estados Unidos e no México levaram a Braskem a registrar um Ebitda de R$ 3,6 bilhões (US$ 909 milhões) no terceiro trimestre de 2018, 30% maior do que igual período do ano passado. O lucro líquido cresceu 68% na mesma comparação, chegando a R$ 1,34 bilhão. A geração livre de caixa alcançou R$ 1,5 bilhão.

“As vendas maiores no exterior e a recuperação brasileira pós-greve dos caminhoneiros compensaram os menores níveis de spreads de resinas no Brasil, de polipropileno na Europa e de polietileno na América do Norte”, disse o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Continuamos a registrar resultados vigorosos em geral, apesar da volatilidade do mercado e de alguns desafios operacionais, mais uma prova da resiliência da Companhia e um grande indicativo de que estamos trilhando um caminho seguro de crescimento.”

A normalização da produção no período pós-greve no Brasil fez com que a taxa média de utilização das centrais petroquímicas chegasse a 95%, 5 p.p. superior ao registrado no segundo trimestre. Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, a taxa média de utilização foi 3 p.p. superior, período que foi negativamente impactado pela parada programada da central do Rio de Janeiro.

A demanda de resinas no mercado brasileiro (PE, PP e PVC) foi de 1,4 milhão de toneladas no trimestre, 9% superior ao trimestre anterior, que foi impactado pelas restrições logísticas decorrentes da greve e também influenciada pela sazonalidade. Em relação ao 3T17, a demanda de resinas foi 3% superior. No acumulado do ano, a demanda de resinas apresentou expansão de 3%, devido ao maior nível de atividade, principalmente, nos setores de embalagens, agricultura e consumo.

As vendas de resinas da Braskem totalizaram 917 mil toneladas, um aumento de 12% em relação 2T18 e superior ao desempenho do mercado. Em relação ao 3T17, as vendas ficaram em linha. No acumulado do ano, as vendas de resinas no Brasil apresentaram expansão de 1%, totalizando 2.624 mil toneladas.

A taxa de utilização nos EUA e na Europa foi de 87% no trimestre, 3 p.p. superior ao segundo trimestre, com vendas de 477 mil toneladas de PP. No México, a taxa de utilização das plantas de polietileno foi de 78%, 6 p.p. superior ao segundo trimestre do ano, o qual havia sido negativamente impactado pela parada programada em maio. As vendas de PE totalizaram 136 mil toneladas no mercado mexicano, alta de 1% sobre o trimestre anterior. As exportações a partir do México se mantiveram estáveis devido a estratégia de priorizar o atendimento do mercado mexicano.

Unidade de PP nos EUA

Ao término do terceiro trimestre, a Braskem já investiu US$ 341 milhões de um total de US$ 675 milhões previstos para a construção da nova planta de produção de polipropileno (PP) nos EUA. A planta com capacidade de produção de 450 mil toneladas por ano, localizada em La Porte, no Texas, será a sexta fábrica de PP nos EUA. Até o fim do trimestre, o projeto atingiu 32,8% de progresso físico, incluindo 96,5% do detalhamento de engenharia, 86,5% da aquisição de equipamentos e materiais e 24,3% da construção civil. A previsão é que a planta comece a operar em 2020.

Fonte: Braskem

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Vendas da Evonik crescem 7% no terceiro trimestre de 2018

12/11/2018

  • Ebitda ajustado subiu 8% para 692 milhões de euros
  • Perspectivas para o ano 2018 se confirmam

A Evonik aumentou o Ebitda ajustado do terceiro trimestre de 2018 para 692 milhões de euros (ano anterior: 640 milhões de euros). Os dois segmentos de crescimento – Nutrition & Care e Resource Efficiency – contribuíram de modo considerável para o incremento das receitas e da rentabilidade. A margem Ebitda ajustada aumentou para 18,2% quando comparada aos 18% no mesmo trimestre do ano anterior.

As vendas subiram para 3,8 bilhões de euros no terceiro trimestre (ano anterior: 3,6 bilhões de euros), basicamente devido ao aumento nos preços de venda. A receita líquida ajustada cresceu 35% para 370 milhões de euros, o que corresponde a um lucro ajustado de 0,79 euro por ação.

“Estamos implementando a nossa estratégia de maneira consistente”, diz Christian Kullmann, Presidente da Diretoria Executiva. “Vamos continuar adaptando o nosso portfólio de forma ativa, trazendo inovações para o mercado e promovendo a mudança cultural na empresa”.

Previsões confirmadas

A Evonik confirma que mantém a sua previsão para o ano fiscal de 2018, que a empresa havia aumentado após o primeiro semestre do ano, e continua contando com um Ebitda ajustado entre 2,60 e 2,65 bilhões de euros e um ligeiro aumento nas vendas (ano anterior: 14,4 bilhão de euros). A Evonik mantém a sua perspectiva de um fluxo de caixa notavelmente mais alto para 2018 em comparação com o ano anterior (511 milhões de euros).

A robusta demanda na maioria dos mercados finais relevantes deve se manter no quarto trimestre, especialmente nos segmentos de crescimento Nutrition & Care e Resource Efficiency.

Desenvolvimentos nos segmentos

Resource Efficiency: As vendas no segmento aumentaram 5% para 1,4 bilhão de euros no terceiro trimestre, enquanto o Ebitda ajustado, com 338 milhões de euros, ficou 9% acima daquele do mesmo trimestre do ano anterior. A margem Ebitda ajustada no segmento cresceu de 22,9% para 23,7%. A grande demanda por polímeros de alta performance usados no design leve e em tintas e revestimentos base água ambientalmente amigáveis impulsionou as vendas do trimestre.

Nutrition & Care: As vendas do segmento subiram 5% para 1,2 bilhão de euros. O Ebitda ajustado subiu 13% para 212 milhões de euros. O segmento conseguiu elevar significativamente a sua margem Ebitda ajustada para 18,2% (exercício anterior: 16,9%). A demanda se manteve alta na linha de aminoácidos para nutrição animal. As linhas de negócio Personal Care e Health Care continuaram se desenvolvendo bem.

Performance Materials: As vendas do segmento alcançaram um bilhão de euros no terceiro trimestre, um incremento de 13% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Os preços de venda foram mais altos, sobretudo em resultado da transferência do aumento nos custos das matérias-primas. Os baixos níveis de água no rio Reno reduziram os volumes de transporte, o que exerceu impacto negativo sobre o fluxo de matérias-primas e mercadorias. A linha de metacrilatos se beneficiou de uma boa demanda continuada, especialmente nas indústrias automobilística e de tintas. O Ebitda ajustado do segmento, de 172 milhões de euros, ficou no nível daquele do mesmo período do ano anterior, enquanto a margem Ebitda ajustada caiu de 18,8% para 16,6%.

Fonte: Evonik

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Entrada de Pedidos das Indústrias Romi no 3o. Trimestre de 2018 cresce 40,5% em relação ao mesmo período de 2017

12/11/2018

As Indústrias Romi S.A., empresa líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou entrada de pedidos de R$ 216,6 milhões no 3o. Trimestre de 2018, montante 40,5% superior ao obtido no mesmo período do ano anterior, resultado do lançamento de novos produtos e da recuperação gradual da economia em 2018.

A receita operacional líquida da Unidade de Negócio Máquinas Romi atingiu R$ 97,5 milhões no 3o. Trimestre de 2018, apresentando um aumento de 35,3% quando comparado com o mesmo período de 2017, refletindo o crescimento na entrada de novos pedidos ocorrida desde o 2o. Trimestre de 2018. Esse incremento no volume de pedidos e, consequentemente, da receita operacional líquida, demonstram que está havendo uma recuperação econômica e industrial de maneira sólida e gradual, além da continuidade na consolidação da marca Romi no mercado externo. As margens bruta e operacional dessa unidade de negócio, no mesmo período de comparação também demonstraram evolução de 9,6 % e 9,8 %, respectivamente.

O faturamento da subsidiária alemã B+W, em Reais, apresentou no 3o. Trimestre de 2018 volume 40,8% superior ao observado no 3o. Trimestre de 2017 (13,6% quando a comparação é feita em Euros). Por fim, a receita operacional líquida da unidade Fundidos e Usinados foi de R$49,6 milhões no 3o. Trimestre de 2018, o que representa uma redução de 8,4% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, decorrente, em sua maioria, da redução no volume de peças fundidas e usinadas de grande porte. Por outro lado, parte dessa redução está sendo compensada pela melhoria no volume da demanda gerada em 2018 pelos setores automotivo comercial e de máquinas para movimentação de terra.

A margem bruta de 29,4% obtida no 3o. Trimestre de 2018 apresentou incremento de 0,5 pontos percentuais em relação ao 3o. Trimestre de 2017. Já a margem operacional (EBIT) quando comparada ao 3o. Trimestre de 2017 apresentou queda de 1,1 ponto percentual.

“Em 2018 pode-se notar uma aceleração na quantidade de negócios gerados no mercado doméstico. Nosso time continua focado em deixar nossa estrutura ainda mais leve, ágil e flexível para responder rapidamente as essas oscilações da demanda, buscando assim capturar, com excelência, todas as novas oportunidades” menciona Luiz Cassiano Rosolen, diretor-presidente da Romi.

Fonte: Indústrias Romi

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Covestro tem resultados positivos no 3o.Trimestre em um ambiente de mercado cada vez mais desafiador

01/11/2018

  • Vendas totais sobem 4,8% para 3,7 bi €
  • Volumes principais se mantêm estáveis
  • EBITDA de 859 mi € no nível do ano anterior
  • Receita líquida total de 496 mi €, com alta de 1,0% sobre o ano anterior
  • Fluxo de caixa operacional livre cai 12,2% para 578 mi € devido à elevação dos investimentos
  • Meta de economia de custos de 350 mi € por ano

A Covestro mantém seu desempenho comercial positivo em 2018 com um sólido terceiro trimestre em um ambiente de mercado cada vez mais difícil. As vendas totais subiram 4,8% para 3,7 bilhões de euros em relação ao mesmo trimestre de 2017, devido à elevação dos preços de venda e dos volumes vendidos. Os volumes principais tiveram alta marginal de 0,2%, mantendo-se no nível do ano anterior apesar da disponibilidade limitada de produtos. Com 859 milhões de euros, o EBITDA do grupo também foi equivalente ao do período do ano anterior. No segmento de poliuretanos, a normalização esperada dos preços de TDI levou a um declínio nas margens, fenômeno compensado pelas margens mais altas no segmento de policarbonatos. A receita líquida sofreu leve alta de 1,0% para 496 milhões de euros. O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) caiu 12,2% para 578 milhões de euros devido à elevação dos investimentos.

Dr. Markus Steilemann, CEO da Covestro, afirma: “Continuamos no caminho certo. Os investimentos que decidimos fazer nos apontam nossa direção futura e firmam as bases para crescimento orgânico daqui para a frente. Expandiremos nossas capacidades em todos os segmentos e, assim, fortaleceremos nossa posição de liderança em áreas atraentes que crescem mais rápido que a economia global. Nosso programa de eficiência também melhorará as estruturas de custos no médio prazo.”

Com investimentos totais de cerca de 1,5 bilhão de euros, a Covestro anunciou recentemente a expansão das suas capacidades de MDI em Baytown, Texas (EUA). Lá espera-se que uma nova fábrica de escala mundial comece a produzir aproximadamente 500 quilotoneladas de MDI por ano até 2024. Ao mesmo tempo, há projetos de investimento em curso em Brunsbüttel (Alemanha), Tarragona (Espanha), Antuérpia (Bélgica) e Caojing (China) para elevar as capacidades de produção de MDI e seus precursores da Covestro, a fim de se beneficiar com o crescimento do mercado global. A projeção é de que o mercado de MDI cresça cerca de 5% por ano no longo prazo, superando o PIB global em cerca de 2%.

A Covestro também tem o compromisso de desenvolver produtos inovadores movidos principalmente pela sustentabilidade: desde meados do segundo semestre de 2018, a companhia comercializa o primeiro de uma nova série de poliuretanos termoplásticos fabricados com o auxílio de matérias-primas baseadas em CO2. Comparados aos materiais convencionais, esses novos poliuretanos têm menor impacto ambiental e, por isso, contribuem para suprir a demanda por soluções mais sustentáveis.

Confirmadas previsões para o ano completo

Dr. Thomas Toepfer, CFO da Covestro, declara: “O terceiro trimestre atingiu nossas expectativas. Presenciamos condições comerciais globais cada vez mais desafiadoras e também passamos por limitações na disponibilidade de produtos na Europa e na Ásia no último trimestre. Ainda assim, conseguimos manter os volumes estáveis. Nesse contexto, hoje confirmamos nossas previsões para 2018 como um todo.”

A Covestro antecipa ainda um crescimento de até 5% do volume principal para o ano completo de 2018. A expectativa é de fluxo de caixa operacional acima de 2 bilhões de euros. A empresa espera que o ROCE se mantenha próximo do nível de 2017, enquanto conserva a projeção de EBITDA acima de 2017.

No último trimestre, a Covestro continuou seu programa de recompra de ações, lançando a terceira etapa em agosto. Desde o início do programa, foram recompradas ações no total de cerca de 1,2 bilhão de euros, ou quase 8% do capital social. No geral, até meados de 2019, a Covestro pretende recomprar ações próprias no total de até 1,5 bilhão de euros ou 10% do seu capital social.

Meta de economia de custos de 350 mi € por ano

Simultaneamente, a Covestro está fazendo ótimo progresso com outra iniciativa estratégica: a intensificação da colaboração entre as divisões da empresa e o aumento do uso de soluções digitais devem aumentar a eficácia e a eficiência. A partir de 2021, no mais tardar, estima-se que a economia de custos seja da ordem de 350 milhões de euros por ano, com a meta de limitar o aumento geral dos custos operacionais. O objetivo principal das medidas identificadas é reduzir permanentemente os custos não salariais, apesar da futura redução de aproximadamente 900 postos de jornada integral no mundo todo,  em áreas administrativas, por exemplo. As demissões serão feitas empregando soluções socialmente aceitáveis que já foram acordadas com o conselho de trabalhadores na Alemanha.

Forte crescimento em policarbonatos e Coatings, Adhesives, Specialties

No segmento de poliuretanos, as vendas tiveram queda marginal de 1,2% no terceiro trimestre de 2018 para 1.849 milhões de euros. O declínio nas vendas nas regiões EMLA e APAC foi equilibrado por um aumento na região NAFTA. Alterações nos preços, efeitos de câmbio e interrupções não planejadas na produção causaram impacto negativo. Os volumes principais no segmento de poliuretanos caíram 2,0%, e o EBITDA no segmento caiu 21,5% para 432 milhões de euros. O fenômeno pode ser atribuído principalmente à normalização da situação de fornecimento de TDI e ao aumento dos preços de compra de matérias-primas específicas do segmento.

O segmento de policarbonatos continuou registrando forte crescimento no terceiro trimestre, com alta de 11,3% nas vendas para 1.038 milhões de euros. O crescimento dos volumes principais (de 2,6%) e a elevação dos preços de venda influenciaram positivamente as vendas. As vendas nas regiões EMLA (Europa, Oriente Médio e África) e APAC (Ásia e Pacífico) cresceram substancialmente, compensando a baixa na região NAFTA (América do Norte). O EBITDA do segmento de policarbonatos beneficiou-se com a alta das margens e preços, crescendo 49,3% para 315 milhões de euros. Esse resultado também inclui a receita não recorrente de 36 milhões de euros com a venda do setor de chapas nos EUA.

No segmento de Coatings, Adhesives, Specialties, as vendas subiram 8,8% para 606 milhões de euros. Todas as regiões contribuíram para o crescimento nas vendas. No terceiro trimestre, os volumes principais do segmento também tiveram alta acentuada de 7,2%. O EBITDA atingiu 126 milhões de euros, mantendo-se em nível similar ao do ano anterior.

Desempenho comercial de sucesso nos primeiros nove meses de 2018

Nos primeiros nove meses, a Covestro já firmou bases gerais sólidas para o ano como um todo. Cumulativamente, os volumes principais subiram 1,5% em relação aos números do ano anterior. As vendas saltaram 6,9% para 11,3 bilhões de euros e o EBITDA cresceu 13,7% para 2,9 bilhões de euros. A empresa ainda elevou seu fluxo de caixa operacional livre em 9,9% para 1,3 bilhão de euros.

Com 14,1 bilhões de euros em vendas em 2017, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2017, empregava aproximadamente 16,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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BASF registra aumento de vendas no terceiro trimestre de 2018

01/11/2018

Lucros menores do que o trimestre correspondente do ano anterior

No terceiro trimestre de 2018, as vendas do Grupo BASF cresceram 8%, atingindo €15,6 bilhões, atribuído principalmente aos maiores preços de venda em todos os segmentos. O crescimento dos volumes e a aquisição dos negócios da Bayer, em agosto de 2018, também contribuíram para o aumento das vendas. Os efeitos cambiais negativos tiveram um impacto de compensação. O resultado das operações antes dos itens extraordinários (EBIT) diminuiu em €232 milhões, indo para €1,5 bilhão, principalmente devido à significativa menor contribuição do segmento de Químicos. O EBIT antes dos itens extraordinários também diminuiu consideravelmente nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, apresentando um ligeiro declínio no segmento de Produtos de Performance – fato parcialmente compensado por lucros melhores em Outros.

Os itens extraordinários no EBIT totalizaram menos €75 milhões no terceiro trimestre de 2018, comparados a €122 milhões no mesmo período do ano anterior. Além dos custos de integração incorridos, relacionados à aquisição de significativos negócios e ativos da Bayer, as despesas com medidas de reestruturação e outros encargos também foram fatores contribuintes. O terceiro trimestre do ano anterior incluiu receitas especiais no segmento de Produtos de Performance, resultante da transferência do negócio de produtos químicos para couro da BASF para o grupo Stahl. Comparado ao terceiro trimestre de 2017, o EBIT diminuiu em €429 milhões, indo para €1,4 bilhão. O resultado operacional antes da depreciação, amortização e itens extraordinários (EBITDA antes dos itens extraordinários) diminuiu em €254 milhões, indo para €2,3 bilhões e o EBITDA em €465 milhões, indo para €2,2 bilhões.

Na apresentação dos números trimestrais do Grupo BASF, o Presidente do Conselho Administrativo, Dr. Martin Brudermüller, e o CFO Dr. Hans-Ulrich Engel apontaram alguns fatores especiais do terceiro trimestre: “Concluímos a aquisição de negócios significativos e ativos da Bayer e chegamos a um acordo sobre a fusão da Wintershall e DEA”, disse Brudermüller. Após a assinatura do contrato de cessão entre a BASF e a LetterOne, foi necessário ajustar os relatórios financeiros de forma retroativa a partir de 1º de janeiro de 2018. Os valores do ano anterior também foram atualizados.

O baixo nível de água no rio Reno, na Europa, causou impacto nos negócios. “Durante todo o terceiro trimestre, tivemos que lidar com isso, o que levou a cortes de produção e maiores custos com transporte”, disse Brudermüller. E o período apurado está sendo comparado com o excelente terceiro trimestre de 2017 do Grupo BASF, quando o clima de negócios era consideravelmente mais favorável. Brudermüller disse: “Os desafios no ambiente macroeconômico estão crescendo, fato que pode ser notado nos resultados do terceiro trimestre de 2018.”

Panorama para o exercício de 2018

O crescimento da produção industrial ficou aquém das expectativas no terceiro trimestre de 2018, principalmente devido aos acontecimentos na indústria automotiva em setembro, especificamente. A introdução de novos padrões de emissões causou impacto na Europa. Os efeitos do conflito comercial entre os Estados Unidos e a China também estão sendo sentidos, levando a uma desaceleração do crescimento econômico na Ásia em particular, principalmente na China.

Assim, a BASF ajustou sua avaliação do ambiente econômico global em 2018 da seguinte forma (previsão do Relatório Financeiro Semestral de 2018 entre parênteses):

  • Crescimento do produto interno bruto: 3,0% (3,0%)
  • Crescimento da produção industrial: 3,1% (3,2%)
  • Crescimento da produção de químicos: 3,1% (3,4%)
  • Taxa de câmbio média entre o euro e o dólar de $1,20 dólar por euro ($1,20 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) para o ano de $70 dólares por barril ($70 por barril)

A assinatura do acordo definitivo de cessão relativa à incorporação da Wintershall e da DEA reduz as vendas e o EBIT do Grupo BASF pela contribuição de suas atividades de petróleo e gás – retroativo a partir de 1º de janeiro de 2018 e com os números do ano anterior corrigidos, fruto da apresentação como operações descontinuadas.

Como resultado, a previsão do Grupo BASF para o exercício de 2018, contida no relatório de 2017, foi ajustada ao final de setembro (previsão anterior do Relatório BASF 2017 entre parênteses abaixo):

  • Discreto aumento das vendas (discreto aumento)
  • Ligeira queda no EBIT antes dos itens extraordinários (ligeiro aumento)
  • Declínio considerável no EBIT (ligeiro declínio)
  • Evolução dos segmentos no terceiro trimestre de 2018

As vendas no segmento de Químicos aumentaram 7% em comparação ao trimestre do ano anterior, indo para €4,3 bilhões, fruto de preços mais altos em todas as divisões, especialmente em Petroquímicos. Na casa dos €851 milhões, o resultado operacional antes dos itens extraordinários (EBIT) apresentou queda de €251 milhões, comparado ao forte terceiro trimestre de 2017, resultado principalmente das margens menores de isocianatos na divisão de Monômeros e produtos de craqueamento a vapor na divisão de Petroquímicos. Os lucros também foram negativamente impactados por custos fixos mais altos, devido, entre outros fatores, ao aumento das despesas de manutenção. Os lucros maiores da divisão de Intermediários não foram suficientes para compensar tal fator.

As vendas de aproximadamente €4 bilhões no segmento de Produtos de Performance ficaram niveladas com o trimestre do ano anterior. A BASF alcançou preços mais altos em todas as divisões; no entanto, os volumes de vendas diminuíram nas divisões de Nutrição e Saúde, Dispersões e Pigmentos e Care Chemicals. As vendas foram prejudicadas também pelos efeitos cambiais e de portfólio. O resultado das operações antes dos itens extraordinários (EBIT) diminuiu 6% comparado ao terceiro trimestre de 2017, indo para €360 milhões, resultado de volumes menores, custos fixos mais altos e efeitos cambiais negativos. As melhores margens tiveram um efeito de compensação. Excluindo os efeitos cambiais negativos, o EBIT antes dos itens extraordinários foi linear durante o período.

No segmento de Materiais e Soluções Funcionais, as vendas aumentaram 5% em comparação ao terceiro trimestre de 2017, alcançando €5,2 bilhões, fruto principalmente dos preços mais altos em todas as divisões, especialmente nos Catalisadores e Produtos de Performance. Os volumes também aumentaram, enquanto as vendas foram prejudicadas pelos efeitos cambiais. Apesar do crescimento de volumes, o EBIT antes dos itens extraordinários de €347 milhões ficou consideravelmente abaixo do nível do trimestre do ano anterior, principalmente devido aos custos fixos mais altos e margens menores em quase todas as divisões. Entretanto, este segmento da BASF apresentou um aumentou de lucros de um trimestre para o outro ao longo de 2018 e reduziu continuamente a diferença em relação ao trimestre do ano anterior.

As vendas de €1,2 bilhão no segmento de Soluções para Agricultura aumentaram consideravelmente em 26%, comparadas ao terceiro trimestre de 2017 – fator atribuído aos efeitos do portfólio resultantes da transação com a Bayer, de um nível de preço mais alto e de volumes ligeiramente maiores. Os efeitos cambiais negativos continuaram prejudicando a evolução das vendas. Apesar dos resultados sazonalmente negativos dos negócios adquiridos da Bayer, o EBIT antes dos itens extraordinários apresentou queda de apenas €26 milhões no trimestre do ano anterior. A receita gerada pelas operações da BASF, excluindo as atividades da Bayer, aumentou consideravelmente ao compararmos com o terceiro trimestre de 2017. Excluindo os efeitos cambiais negativos, o EBIT antes dos itens extraordinários também aumentou discretamente no geral.

“Após a assinatura do acordo com a LetterOne, as vendas e o EBIT do negócio de óleo e gás não fazem mais parte dos números do Grupo BASF – retroativo a partir de 1º de janeiro de 2018, e com os números do ano anterior corrigidos”, comentou Engel. “Tais atividades não são mais apresentadas como um segmento em nossos relatórios”. Até a conclusão, o resultado do Grupo Wintershall após os impostos será apresentado no resultado antes dos interesses minoritários do Grupo BASF como um item separado (“lucro antes da participação de minoritários advindo de operações descontinuadas”). No terceiro trimestre de 2018, o resultado antes da participação de minoritários advindo de operações descontinuadas aumentou em €86 milhões, indo para €235 milhões, principalmente atribuível a preços e volumes mais elevados, bem como a operações offshore na Líbia no terceiro trimestre de 2018; no ano anterior, tal fato se deu no segundo trimestre. O preço do barril de petróleo bruto Brent foi em média de 75 dólares no terceiro trimestre de 2018 (terceiro trimestre de 2017: $52). Os preços de gás nos mercados à vista na Europa também registraram fortes ganhos em comparação ao trimestre do ano anterior.

As vendas de €827 milhões em Outros foram consideravelmente maiores do que o trimestre do ano anterior (51%), fruto principalmente de maiores volumes de vendas e preços no comércio de matérias-primas. O EBIT antes dos itens extraordinários melhorou consideravelmente, de menos €203 milhões para menos €83 milhões, resultado dos efeitos do valuation do programa de incentivo a longo prazo.

Evolução dos lucros do Grupo BASF e fluxo de caixa

O lucro líquido diminuiu em €136 milhões, indo para €1,2 bilhão. O lucro por ação totalizou €1,31 (terceiro trimestre de 2017: €1,45). O lucro por ação ajustado para itens extraordinários e a amortização do imobilizado incorpóreo foi de €1,51 (terceiro trimestre de 2017: €1,40).

No terceiro trimestre de 2018, o fluxo de caixa das atividades operacionais foi de €2,9 bilhões, €865 milhões abaixo do valor do trimestre homólogo no ano anterior, devido principalmente à mudança no capital de giro líquido, em particular ao aumento no período de caixa vinculado a estoques e à queda no caixa advindo de recebíveis. O fluxo de caixa do acionista foi de €2 bilhões, comparado aos €2,8 bilhões no mesmo trimestre do ano anterior.

Os ativos totais do Grupo BASF aumentaram €6,8 bilhões, indo para €85,6 bilhões. A aquisição de significativos negócios e ativos da Bayer contribuiu com €8 bilhões para este aumento. Como resultado do pagamento do preço de compra para a Bayer, a dívida líquida aumentou €6,5 bilhões em relação a 31 de dezembro de 2017, indo para €18 bilhões. O índice de patrimônio líquido do Grupo BASF ficou na casa dos 43% em 30 de setembro de 2018.

Fonte: BASF

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Solvay alcança Ebitda de 1,150 bilhão de euros no primeiro semestre de 2018

02/08/2018

Empresa registra forte crescimento dos volumes de vendas no período

O Grupo Solvay alcançou no primeiro semestre de 2018 um faturamento de 5,09 bilhões de euros com um EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 1,150 bilhão de euros e um free cash flow de 123 milhões de euros, segundo anúncio feito em 31/07 pela direção mundial da empresa. A margem de EBITDA permaneceu recorde no semestre, em 23%.

Os resultados foram impactados positivamente pelo crescimento sólido de volume de vendas, principalmente dos produtos ligados às áreas de materiais avançados (polímeros especiais e compósitos para os setores automotivo e aeroespacial) e formulações avançadas, especialmente para o mercado norte-americano de petróleo e gás. A empresa mantém a expectativa para 2018 de crescimento do EBITDA de 5% a 7%, com um free cash flow acima do nível de 2017.

Segundo o CEO da Solvay, Jean-Pierre Clamadieu, as vendas e o EBITDA da Solvay aumentaram 6% organicamente no primeiro semestre de 2018 impulsionados por segmentos em crescimento. “Estes fortes resultados são uma clara demonstração da transformação do portfólio de produtos nos últimos anos. Internamente, agora estamos focados em implementar uma organização mais simples e ágil para melhor atender nossos clientes”, disse Clamadieu.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Covestro eleva previsões financeiras após um segundo trimestre de resultados positivos

02/08/2018

 

  • Vendas totais sobem 10,4% para 3,9 bi €
  • Volumes principais crescem 4,4%
  • EBITDA aumenta 16,2% para 985 mi €
  • Receita líquida sobe 24,8% para 604 mi €
  • Fluxo de caixa operacional livre cresce 14,1% para 364 mi €
  • Elevação das projeções para EBITDA, FOCF e ROCE
  • Planos de aumentar investimentos para continuar crescendo

A Covestro manteve, no segundo trimestre de 2018, o ótimo desempenho que tem tido ao longo do ano. As vendas totais foram de 3,9 bilhões de euros, um aumento de 10,4% em comparação com o trimestre do ano anterior, graças à alta na demanda e nos preços de venda. Os volumes principais aumentaram 4,4%, com contribuição de todos os três segmentos da empresa, que apresentaram taxas de crescimento positivas. O EBITDA cresceu 16,2% para 985 milhões de euros. Atingindo 604 milhões de euros, a receita líquida subiu 24,8% em relação ao período do ano anterior. O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) teve elevação de 14,1% para 364 milhões de euros.

“Há demanda sustentada por nossos produtos no mundo todo, provando que nossa estratégia continuará rendendo frutos, já que nossos produtos atendem a importantes tendências globais”, afirma o CEO Dr. Markus Steilemann. “Melhoramos todos os nossos principais números no segundo trimestre. Graças a esse forte desempenho, estamos elevando nossas previsões para o ano todo.” Isso vale para o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA), para o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) e o retorno sobre o capital empregado (ROCE).

“Para manter o crescimento no longo prazo, também seguiremos elevando os investimentos”, explica Steilemann. O programa de investimentos inclui a expansão da produção em todos os três segmentos, em diversas localidades e em todas as regiões. Por exemplo, foi anunciada uma expansão significativa da produção global de filmes, com investimentos da ordem de 100 milhões de euros para atender à demanda em alta acentuada. Na unidade de Tarragona (Espanha), estão sendo investidos cerca de 200 milhões de euros para montar uma produção própria de cloro e expandir as instalações atuais para fabricação do precursor de espuma rígida MDI. Além disso, estão sendo expandidas as capacidades de MDI em Brunsbüttel (Alemanha) e a produção de policarbonatos em Caojing (China).

Previsões de crescimento sustentado confirmadas

“Vemos crescimento sólido nas nossas principais indústrias consumidoras e estamos elevando os investimentos para 650 a 700 milhões de euros este ano”, afirma o CFO Dr. Thomas Toepfer. Nos próximos três anos, continuaremos aumentando essas despesas de capital anuais (CAPEX) para até 1,2 bilhão de euros. Isso viabilizará uma expansão focada das capacidades produtivas, além da construção de novas unidades.

Atualmente há sinais de que os preços de mercado estão se normalizando em algumas áreas de produtos, especialmente para o precursor de espuma flexível TDI. “Por isso, nossa meta é reduzir ainda mais a ciclicidade do nosso portfólio de produtos e continuar nos desenvolvendo com sucesso”, acrescenta Toepfer. Esse objetivo poderá ser cumprido principalmente com aplicações adicionais altamente diferenciadas, para os setores automotivo, eletrônico e de saúde, por exemplo.

Com a expectativa de alta demanda sustentada a médio prazo nas principais indústrias consumidoras, a projeção é de elevação do volume principal de cerca de 4% ao ano. Por essa razão, a empresa planeja continuar crescendo mais rápido que o produto interno bruto global (GDP Global). Ao mesmo tempo, a Covestro está monitorando as atuais incertezas geopolíticas.

O programa de recompra de ações da Covestro fez novos progressos, com a segunda etapa lançada no segundo trimestre. Até o momento, foram recompradas ações no valor total de mais de 800 milhões de euros (cerca de 5% do capital social).

No geral, até meados de 2019, a Covestro pretende recomprar ações próprias no total de até 1,5 bilhão de euros ou 10% do seu capital social. Os lucros por ação subiram 28,5% para 3,07 euros, em parte devido ao atual programa de recompra de ações.

Elevação das projeções para EBITDA, FOCF e ROCE

Em vista dos fortes resultados do primeiro semestre, a Covestro está elevando suas previsões para EBITDA, FOCF e ROCE em 2018. A nova expectativa da empresa é que o EBITDA do ano fiscal supere o nível do ano anterior e que o FOCF ultrapasse 2 bilhões de euros. Agora espera-se que o ROCE se mantenha próximo ao de 2017. A Covestro antecipa ainda um crescimento de até 5% do volume principal em 2018. Como sempre, essa previsão baseia-se em uma conjuntura normal de produto interno bruto. Para o terceiro trimestre de 2018, a expectativa é de EBITDA próximo ao nível do ano anterior.

Segundo trimestre de 2018: crescimento em todos os três segmentos

As vendas no segmento de poliuretanos subiram 8,1% para 1.966 milhões de euros no segundo trimestre deste ano. As vendas tiveram evolução positiva em todas as regiões e os volumes principais cresceram 3,9% no segmento, principalmente devido à elevação no grupo de produtos MDI. O EBITDA do segmento subiu 6,2% para 583 milhões de euros.

O segmento de policarbonatos registrou crescimento especialmente forte nas vendas no segundo trimestre, de 15,9% para 1.056 milhão de euros – uma tendência positiva ocasionada principalmente pela alta nos preços de venda. Os volumes principais subiram 5,3%. A região Ásia-Pacífico contribuiu especialmente para a alta. O EBITDA de policarbonatos cresceu 44,7% para 285 milhões de euros.

O segmento de Coatings, Adhesives and Specialties também registrou evolução significativa em relação ao trimestre do ano anterior, com vendas em alta de 4,1% para 629 milhões de euros. Os volumes principais de Coatings, Adhesives and Specialties cresceram 5,8%, a maior taxa de crescimento dos três segmentos. O EBITDA subiu 14,9% para 139 milhões de euros.

Desempenho positivo mantido no primeiro semestre de 2018

No geral, a Covestro teve desempenho muito forte nos primeiros seis meses de 2018. As vendas totais subiram 7,9% ao ano para 7,6 bilhões de euros, impulsionadas principalmente pela alta nos preços de venda em todos os três segmentos. No grupo como um todo, os volumes principais aumentaram 2,2% ao ano nos primeiros seis meses. O EBITDA cresceu 20,9% para cerca de 2 bilhões de euros, motivado principalmente pela elevação dos lucros nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos. A receita líquida foi de 1,2 bilhão de euros, com alta de 31,1%. O FOCF cresceu 37,4% para 728 milhões de euros.

Com 14,1 bilhões de euros em vendas em 2017, a Covestro é um dos maiores produtores mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia, atendendo aos segmentos automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2017, empregava aproximadamente 16,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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Resultados preliminares da Evonik no segundo trimestre excedem expectativas e perspectiva para o ano inteiro melhora

25/07/2018

  • Vendas cresceram 7% para 3,9 bilhões de euros.
  • EBITDA ajustado subiu 16% para 742 milhões de euros.
  • Perspectivas para o FY 2018 melhoram: EBITDA ajustado deve ficar entre 2,6 e 2,65 bilhões de euros

A Evonik aumentou o EBITDA ajustado do segundo trimestre de 2018 para 742 milhões de euros (exercício anterior: 640 milhões de euros). Todos os três segmentos químicos contribuíram para esse aumento com seus avanços no negócio operacional. Todos conseguiram aumentar o EBITDA ajustado e a margem EBITDA na comparação com o mesmo trimestre do exercício anterior.

As vendas aumentaram para 3,9 bilhões de euros no segundo trimestre (exercício anterior: 3,6 bilhões de euros), principalmente devido ao aumento nos volumes de venda e nos preços de venda. O lucro líquido ajustado ficou em 354 milhões de euros, o que corresponde a um lucro ajustado por ação de 0,76 euro. A margem EBITDA ajustada aumentou para 19,2%, ficando 1,5 ponto percentual acima do registrado no mesmo período do exercício anterior.

No primeiro semestre do ano, a Evonik gerou vendas de 7,5 bilhões de euros e um EBITDA ajustado de 1,4 bilhão de euros. Na comparação com o primeiro semestre de 2017, as vendas cresceram 4% e o EBITDA ajustado subiu 15%. A margem EBITDA ajustada aumentou de 17% para 18,8%.

Previsão aumentada

Com base em seu desempenho no primeiro semestre do ano, a Evonik elevou a estimativa para o ano fiscal de 2018 e agora espera um EBITDA ajustado de 2,60-2,65 bilhões de euros. A empresa havia projetado um EBITDA ajustado de 2,4- 2,6 bilhões de euros.

A perspectiva de fluxo de caixa livre também foi melhorada. Para 2018, a Evonik projeta um fluxo de caixa livre notavelmente mais alto na comparação com o exercício anterior. Até agora, a empresa previa um fluxo de caixa livre ligeiramente mais alto.

Desenvolvimentos nos segmentos

O segmento Resource Efficiency continuou o seu desenvolvimento estável e lucrativo no segundo trimestre. As vendas aumentaram 8% para 1,5 bilhão de euros (exercício anterior: 1,4 bilhão de euros), enquanto o lucro ajustado, com 366 milhões de euros, ficou 15% acima daquele do trimestre do exercício anterior.

A margem EBITDA ajustada no segmento subiu 1,4 ponto percentual para 24,7%. No geral, o segmento se beneficiou da alta utilização da capacidade e da demanda continuadamente alta por sílica; polímeros de alta performance, incluindo design leve; e tintas e revestimentos base água ambientalmente corretas da linha de negócios Coating Additives.

As vendas no segmento Nutrition & Care, no valor de 1,2 bilhão de euros, ficaram ligeiramente acima das do exercício anterior. O lucro ajustado cresceu 10% para 222 milhões de euros (exercício anterior: 201 milhões. O segmento conseguiu aumentar significativamente a sua margem EBITDA ajustada para 18,7% (mesmo trimestre do exercício anterior: 17,3%).

Esse aumento se deve ao foco consistente em produtos com margens mais altas, repasse de custos de matéria-prima e rígida redução de custos, especialmente nas linhas Animal Nutrition e Baby Care. Na linha de aminoácidos para nutrição animal, o ambiente de mercado se manteve sólido ao longo do trimestre referido. Os volumes de venda se desenvolveram de modo positivo e ficaram acima dos do mesmo trimestre do exercício anterior.

Os preços de venda mantiveram a tendência de estabilização que já havia ficado evidente no início do ano. Aumentos significativos de venda também foram registrados na linha Personal Care, que se beneficiou de volumes consideravelmente mais altos em um mix de produtos melhor. As linhas Health Care e Polyurethane Foam Additives continuaram seu desenvolvimento comercial positivo.

As vendas no segmento Performance Materials alcançaram 1,0 bilhão de euros no segundo trimestre, 13% acima do exercício anterior. A razão disso foram os preços de venda persistentemente altos no negócio de metacrilatos e um ambiente de mercado melhor na linha Performance Intermediates. O EBITDA ajustado subiu para 196 milhões de euros (exercício anterior: €168 milhões). O segmento Performance Materials aumentou sua margem EBITDA ajustada para 19,1% (exercício anterior: 18,5%).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Balanço da Evonik no primeiro trimestre de 2018 registra resultados positivos

19/05/2018

  • Ebitda ajustado aumentou 14% para 679 milhões de euros
  • Vendas cresceram 1% para 3,68 bilhões de euros
  • Previsão para o ano inteiro se confirmou

A Evonik começou bem o ano de 2018. O Ebitda ajustado cresceu para 679 milhões de euros no primeiro trimestre, um aumento significativo de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os três segmentos nos quais a empresa atua contribuíram para o incremento das receitas.

“Estamos implementando a nossa nova estratégia com firmeza”, disse Christian Kullmann, Presidente da Diretoria Executiva. “Com o foco em inovação e a cultura corporativa orientada ao desempenho, estamos trabalhando para garantir um crescimento rentável. Nossa meta é um portfólio equilibrado focado em especialidades químicas”.

As vendas aumentaram 1% para 3,68 bilhões de euros no primeiro trimestre, impulsionadas sobretudo por volumes de vendas ligeiramente mais altos, além de melhores preços de venda. O câmbio exerceu um efeito reverso, sobretudo por conta do dólar mais fraco.

A margem Ebitda ajustada cresceu para 18,5% (trimestre do ano anterior: 16,4%). A renda líquida ajustada aumentou para 333 milhões de euros e o lucro ajustado por ação subiu para 0,71 euro. O fluxo de caixa livre aumentou para 84 milhões de euros (trimestre do exercício anterior: 57 milhões de euros) em
decorrência da redução de gastos de capital.

Previsões confirmadas

Apesar do crescente efeito negativo do câmbio, a Evonik reitera a sua previsão para o ano e espera crescer tanto em vendas quanto em receitas operacionais. O Ebitda ajustado deve aumentar para um valor entre 2,4 e 2,6 bilhões de euros (2017: 2,36 bilhões). Graças às suas fortes posições de mercado e ao foco estratégico em seus quatro motores de crescimento – Specialty Additives, Animal Nutrition, Smart Materials e Health & Care – a Evonik acredita que a demanda continuará alta.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: As vendas aumentaram 3% para 1,4 bilhão de euros no primeiro trimestre. A consolidação do negócio da sílica adquirido da J. M. Huber em setembro do ano passado e o aumento nos preços de venda contribuíram para esse incremento. A linha de negócios Coating Additives apresentou forte demanda, especialmente na região Ásia-Pacífico, e o desempenho de linha de Crosslinkers na Europa foi igualmente satisfatório. O Ebitda ajustado do segmento Resource Efficiency cresceu 9% para 325 milhões de euros.

Nutrition & Care: Com 1,12 bilhão de euros, as vendas no primeiro trimestre de 2018 ficaram niveladas com as do mesmo período de 2017. As condições do mercado de nutrição animal para aminoácidos essenciais foram boas no período. Embora os volumes de venda fossem ligeiramente mais altos, os preços de venda em geral ficaram estáveis comparados ao mesmo período do ano passado. Um aumento substancial em vendas foi registrado nos produtos na linha Personal Care, que se beneficiou de um aumento considerável nos volumes de venda e de uma melhora nos preços. Os negócios nas linhas de Health Care e Polyurethane-Foam Additives continuam se desenvolvendo bem, com boa demanda. O Ebitda ajustado do segmento Nutrition & Care aumentou 12% para 209 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas cresceram 4% no primeiro trimestre, fechando em 995 milhões de euros. O incremento se deveu a preços de venda mais altos, embora o câmbio exercesse efeito negativo. A linha de negócios Methacrylates continuou apresentando desempenho positivo, registrando um aumento considerável nas vendas. A demanda se manteve satisfatória, especialmente nas indústrias automotiva e de revestimentos, embora a oferta continuasse escassa. O Ebitda ajustado do segmento Performance Materials melhorou 14% para 179 milhões de euros.

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. Com mais de 36.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo. No ano fiscal de 2017, a empresa gerou vendas da ordem de 14,4 bilhões de Euros e um lucro operacional (Ebitda ajustado) de 2,36 bilhões de Euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Setor de compósitos voltou a crescer em 2017

16/05/2018

Faturamento foi de R$ 2,598 bilhões, alta de 1,9% em comparação com o ano anterior

Em 2017, o setor de compósitos faturou R$ 2,598 bilhões, alta de 1,9% em comparação com 2016. Trata-se do primeiro resultado positivo desde 2014, quando teve início a crise econômica brasileira. O consumo de matérias-primas aumentou 23,2%, totalizando 196 mil toneladas, enquanto o número de postos de trabalho apresentou queda de 0,9%, perfazendo 59 mil vagas. Os dados são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

“O mercado de transporte foi fundamental para que conseguíssemos esse desempenho, com destaque para a demanda aquecida por veículos utilizados no campo, como tratores e colheitadeiras. Vale a pena ressaltar também a participação dos postes para as redes elétricas, no setor de infraestrutura”, explica Gilmar Lima, presidente da ALMACO. As diferenças entre os indicadores de faturamento e de volume de matérias-primas devem-se basicamente às oscilações de preços registradas no período.

Para 2018, o estudo da Maxiquim projeta um faturamento de R$ 2,841 bilhões, ou seja, uma elevação de 9,4% ante o resultado de 2017, enquanto o consumo de matérias-primas deve crescer 4,8%, totalizando 205 mil toneladas.

“Transporte, agronegócio e infraestrutura continuarão a evoluir. Em paralelo, segmentos que estavam com muitas dificuldades nos últimos dois anos, como construção civil, energia eólica e gás, devem se recuperar. E novos nichos continuarão a surgir, mesmo que lentamente, apoiados pela flexibilidade e leveza típicas dos compósitos”, afirma Gilmar Lima.

A despeito dos números de 2017 e das previsões otimistas para este ano, o presidente da ALMACO ainda não considera plenamente encerrada a má fase que o setor de compósitos amarga desde 2014. “Perdemos muito no último triênio. Em termos de volume, repetimos em 2016 os números de 2006”, calcula. Por isso, ele observa, as empresas que integram a cadeia produtiva do material voltaram os seus esforços apenas para a sobrevivência, deixando em segundo plano a criatividade, o conhecimento e a manutenção dos talentos. “Agora, precisamos continuar alertas, repensar as nossas organizações e buscar alianças financeiras e estratégicas que nos ajudem a investir em educação, inovação e comunicação”.

De acordo com Lima, o papel da ALMACO nessa retomada deve ser o de provocar e tirar as empresas da zona de tranquilidade, colaborando com o fortalecimento não só dos fabricantes de matérias-primas, distribuidores e transformadores, mas também dos usuários de compósitos, comunidade em geral e órgãos governamentais. “É hora de sermos inquietos e investirmos em pessoas, relacionamento, conhecimento e gestão de excelência humanizada. Vamos levantar a bandeira da união e da antecipação, pois se não cuidarmos uns dos outros, vamos morrer juntos”, conclui.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fonte: Almaco

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Braskem registra resultados positivos no primeiro trimestre de 2018

15/05/2018

A Braskem continua apresentando resultados favoráveis, tendo atingindo nos três primeiros meses do ano um EBITDA de R$ 2,6 bilhões, um lucro líquido da controladora de R$ 1,1 bilhão e uma geração livre de caixa foi de R$ 1,8 bilhão.

A manutenção de bons resultados demonstra a resiliência da Braskem ante impactos como os provocados pela interrupção do fornecimento de energia elétrica para as plantas do Nordeste do Brasil em março, pelo inverno mais rigoroso que o esperado nos Estados Unidos, pela parada programada de manutenção de Triunfo (RS) e pela parada não-programada na planta de cloro-soda em Alagoas. Na produção, a taxa média de operação das plantas nos EUA e na Europa (7 plantas de PP) foi de 92%; no Brasil (4 centrais petroquímicas), de 90%; e, no México (3 plantas de PE), de 86%;

“A robustez desse conjunto de resultados mostra sem sombra de dúvidas que a Companhia está preparada para enfrentar desafios previsíveis e imprevisíveis”, afirma o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Isso ratifica o sucesso da nossa estratégia de diversificação geográfica, de maior equilíbrio no balanço de matérias-primas e de busca contínua por ganhos de eficiência operacional.”

Essa percepção pode ser medida também na melhoria da classificação dada pelas agências de rating. A Standard & Poor’s e a Moody’s alteraram a perspectiva do risco de crédito da Companhia de negativo para estável em março e abril, respectivamente. Neste cenário, a Braskem permanece grau de investimento pela Standard & Poor’s (BBB) e pela Fitch Ratings (BBB-) e acima do risco soberano pelas três maiores agências de classificação de risco (S&P, Fitch Ratings e Moody’s).

Para seguir na melhoria de resultados e transparência, a Braskem vem trabalhando para aprimorar a sua governança corporativa. Na Assembleia Geral de Acionistas, realizada em abril, foram definidas em Estatuto a criação em caráter permanente do Comitê de Conformidade e a obrigação da existência de pelo menos 20% de membros independentes no Conselho de Administração.

Lucro líquido e dividendos

No primeiro trimestre de 2018, o EBITDA ficou em R$ 2,6 bilhões e US$ 818 milhões quando medido em dólares. O lucro líquido da controladora foi de R$ 1,1 bilhão. Na Assembleia de Acionistas realizada no fim de abril, a Braskem aprovou a distribuição de dividendos adicionais no montante de R$ 1,5 bilhão, totalizando R$ 2,5 bilhões em dividendos, o que representou 61% do lucro líquido de R$ 4 bilhões relativos ao exercício de 2017 – em linha com o percentual histórico. A geração livre de caixa de R$ 1,8 bilhão no primeiro trimestre de 2018 foi R$ 1,34 bilhão superior ao resultado do quarto trimestre de 2017.

Investimentos

A Braskem aumentará em 25% seus investimentos neste ano de 2018 em relação ao ano passado. O CAPEX ultrapassará em 2018 o patamar de R$ 2,8 bilhões. Ao final do primeiro trimestre, a Braskem já havia investido US$ 212 milhões de um total de até US$ 675 milhões previstos para a sexta planta de produção de Polipropileno nos Estados Unidos, valor referente aos gastos com o detalhamento de engenharia, 90% completo, e com as compras de equipamentos. A construção da planta, que terá capacidade de produção de 450 mil toneladas, começou neste trimestre e já alcançou 16% do progresso físico total do projeto. Os primeiros grandes equipamentos, como os reatores, já foram entregues com sucesso no site situado em La Porte, no estado norte-americano do Texas.

Com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos. Sua receita líquida foi de R$ 50 bilhões em 2017. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

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Braskem tem lucro recorde de R$ 4 bilhões em 2017

29/03/2018

EBITDA atinge novo patamar e chega a R$ 12,3 bilhões

Em um ano marcado pela superação de desafios, a Braskem apresentou robustez em seus resultados de 2017, registrando lucro líquido recorde de R$ 4 bilhões atribuível a todos os acionistas. O EBITDA consolidado alcançou R$ 12,3 bilhões no ano passado, uma alta de 7% sobre o ano anterior. Em dólar, a EBITDA atingiu novo patamar histórico de US$ 3,8 bilhões, um crescimento de 17%.

“Foi um ano em que demonstramos nossa resiliência e capacidade de enfrentar diversos cenários trazendo resultados expressivos a todos os acionistas”, destaca Fernando Musa, presidente da Braskem. “A estratégia de diversificação geográfica, o maior equilíbrio no balanço de matérias-primas e a busca contínua por ganhos de eficiência operacional têm se mostrado vencedor, e o ano de 2017 comprovou que estamos no caminho certo”, completa Musa.

Em 2017, a Braskem manteve o desempenho industrial apresentando significativos recordes de produção de alguns dos seus principais produtos. A taxa de utilização dos crackers no Brasil foi de 94%, 2 pontos percentuais superior a 2016, apresentando recorde de produção de eteno, butadieno e gasolina. A produção de poliolefinas no Brasil, tanto de polietileno como polipropileno, também teve a maior marca histórica. Nos EUA e Europa, a taxa de utilização foi de 97%. No México, o Complexo Industrial completou um ano calendário pleno e apresentou uma taxa média de ocupação de 88% em 2017.

Do lado comercial, as vendas de resinas da Braskem totalizaram 3,5 milhões de toneladas no mercado brasileiro, uma alta de 4% superior a 2016, com vendas recordes de polietileno. O market share da Braskem no mercado brasileiro foi de 69% em 2017. No mercado norte-americano e europeu, as vendas chegaram a 2,1 milhões de toneladas de polipropileno, crescimento de 5% em relação a 2016. Já no México, as vendas de polietileno no mercado mexicano foram de 551 mil toneladas e as exportações, 418 mil toneladas, resultando em vendas totais de 969 mil toneladas, um aumento de 124%.

Neste cenário, a receita líquida consolidada foi de R$ 49,3 bilhões, alta de 3% em relação a 2016. Deste total, as operações geradas pelas exportações do Brasil e das unidades internacionais corresponderam a 47% da receita. Em dólar, a receita líquida da Braskem foi de US$ 15,4 bilhões, alta de 12%.

Investimentos e dividendos

Para 2018, a Braskem planeja investir R$ 2,872 bilhões, dos quais R$ 183 milhões referentes aos investimentos operacionais das unidades nos Estados Unidos e Europa e R$ 1,804 bilhão referente aos investimentos em manutenção, Saúde, Segurança & Meio Ambiente (SSMA), produtividade e eficiência operacional das unidades no Brasil, incluindo os desembolsos com a parada programada de uma das duas principais linhas de produção da central de matérias-primas de Triunfo, no Rio Grande do Sul.

O saldo remanescente será direcionado para projetos estratégicos. Entre eles, o projeto já aprovado em junho de 2017 pelo Conselho de Administração para a construção até 2020 de uma nova planta de produção de polipropileno com capacidade de 450 mil toneladas no estado norte-americano do Texas – a sexta unidade produtora de polipropileno da Companhia nos Estados Unidos. Ao fim do ano de 2017, a Braskem já havia completado investimento de US$ 172 milhões de um total previsto de até US$ 675 milhões. Os recursos foram gastos com o detalhamento da engenharia (67% já completado) e as compras de equipamentos (43% do previsto já realizado).

No próximo dia 30 de abril, a Assembleia-Geral Ordinária (AGO) dos Acionistas da Braskem avaliará a proposta de distribuição adicional de R$ 1,5 bilhão de dividendos referente ao resultado do exercício de 2017, quando foram distribuídos em dezembro R$ 1 bilhão de forma antecipada. O valor total está em linha com o percentual historicamente distribuído pela Companhia.

Fonte: Braskem

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