Archive for the ‘Aplicações Médico-Hospitalares’ Category

Embalagens para nutrição enteral da Unipac atendem a demanda crescente do segmento hospitalar e clínico

22/09/2021

A Unipac vem atuando na produção de embalagens para nutrição enteral utilizadas em sistemas fechados, ou seja, para uso hospitalar e clínico e destinadas a pessoas que precisam se alimentar por meio de um tubo ou sonda flexível.

O produto atende à demanda de empresas globais e permite a nacionalização do fornecimento de um tipo de embalagem que possui características específicas para a segurança alimentar. Com estrutura coextrudada de seis camadas, é feita de polipropileno e EVOH, matéria-prima que possibilita melhor barreira a gases para sistemas multicamadas. Possui resistência a temperaturas de até 135°C, sendo indicada para aplicações que exijam processamento térmico e envase a quente (hot filled) ou esterilização dentro da embalagem, tal como os processos em autoclave (retort).

A embalagem para nutrição enteral produzida pela Unipac possui 1 litro, com gramatura leve e olhal, um tipo de suporte para pendurar o produto pela extremidade inferior. Para que a alimentação seja administrada ao paciente, o sistema fechado é conectado a uma bomba infusora, que permite a programação de dosagem durante o período de tratamento.

O desenvolvimento de embalagens para nutrição enteral teve início em 2012, visando atender às demandas de clientes. Para a produção do produto, a Unipac investiu em uma sala limpa fechada e climatizada para atender às Boas Práticas de Fabricação (BPF), com base nas resoluções da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), na aquisição de máquina sopradora e cabeçote específico para multicamadas e na capacitação técnica de seus colaboradores.

As embalagens para alimentação enteral passam por testes diversos, tais como o de análise sensorial para verificar resíduos e odor; de migração total, que verifica se há migração de alguma substância para o produto; e o de transmissão de taxa de oxigênio, entre outros, feitos em parceria com centros de tecnologia. “Nossas equipes possuem sólidos conhecimentos no desenvolvimento de tecnologias que permitem a fabricação de embalagens de qualidade, como também adequadas às exigências legais e necessidades de nossos clientes, de forma a garantir o desempenho em sua finalidade”, explica André Silvestre, Gerente de Vendas do Segmento Embalagem da Unipac.

A expectativa da empresa é que o mercado de nutrição enteral cresça a taxa de dois dígitos em 2021 e nos próximos anos. “O produto atende a todas as normas vigentes e exigências dos clientes. Temos tecnologia, capacidade produtiva e know-how para atender a um segmento fundamental à manutenção da vida e estamos aptos a absorver demandas de segmentos específicos no mercado interno e externo”, finaliza Silvestre.

Com 45 anos em 2021, a Unipac é fornecedora de clientes que atuam nos segmentos automotivo, de defensivos agrícolas, logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instaladas em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. Possui em torno de 1.000 colaboradores. Conta com uma área voltada à inovação e um moderno centro de pesquisa de engenharia avançada em materiais e processos, além de ferramentaria própria para a produção de moldes.

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Fibra de poliimida da Evonik é certificada para aplicações têxteis em contato com a pele

20/09/2021

  • Segundo a empresa, o certificado classifica a fibra P84 HT como inofensiva à saúde
  • Fibra de alta temperatura, até 30% mais leve, para roupas de proteção
  • OEKO-TEX Standard 100 – certificado globalmente reconhecido para têxteis testados contra substâncias nocivas

A Evonik divulgou que a OEKO-TEX certificou a sua fibra P84 HT de acordo com o Standard 100 para aplicações de contato com a pele. A atual comunidade de 18 institutos de testes e pesquisas da Europa e do Japão classificou a fibra de alta temperatura como inofensiva à saúde, afirma a empresa. Com a obtenção deste certificado de reconhecimento global, a Evonik pretende estabelecer a P84 HT como novo padrão de qualidade na indústria têxtil para roupas de proteção.

Fibra para aplicações têxteis altamente técnicas

Segundo a Evonik, a P84 HT é uma fibra de alta tecnologia com propriedades têxteis excelentes em altas temperaturas. O fabricante afirma que, na comparação com outros materiais, a sua fibra de poliimida mantém a sua flexibilidade mesmo a 280°C. Em virtude dessa característica, ela é mais durável em aplicações de temperaturas médias mais altas e frequentes picos de temperatura. De acordo com a empresa, um teste de flexão padronizado certifica que a nova fibra P84HT possui quase duas vezes mais flexibilidade que materiais convencionais.

A fabricante alemã afirma que a P84 HT tem até 30% menos peso que as fibras de aramida, além de apresentar propriedades isolantes diferenciadas, sendo respirável e conferindo uma sensação agradável em contato com a pele. Em virtude dessas propriedades, a Evonik está posicionando a P84 HT no mercado como um novo material preferencial para roupas de proteção, tais como capuzes e luvas, ou como material componente em têxteis altamente técnicos usados na fabricação de equipamentos de proteção individual (EPIs).

P84 HT testada em relação a 100 poluentes

O certificado Standard 100 da OEKO-TEX ratifica que todos os componentes do respectivo produto foram testados em relação a 100 substâncias nocivas e classificados como inofensivos à saúde. A lista de critérios inclui corantes carcinógenos e alérgenos, formaldeído ou DMF e várias substâncias regulamentadas e não regulamentadas que podem prejudicar a saúde humana.

A Evonik é o maior fabricante mundial de fibras de poliimida quimicamente resistentes, termoestáveis e não inflamáveis. A P84 HT integra uma nova geração de produtos desenvolvidos para responder à crescente demanda da indústria por flexibilidade e estabilidade mecânicas em temperaturas operacionais contínuas. Com esse lançamento, a empresa de especialidades químicas dá seguimento à sua tradição de três décadas nos parques químicos de Lenzing e Schörfling (Áustria) no desenvolvimento e na produção de fibras plásticas de alto desempenho.

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Aditivo da BASF permite que a empresa coreana Lotte Chemical forneça polipropileno médico de alta transparência para seringas usadas em vacinações COVID-19

06/08/2021

  • Segundo a BASF, o seu aditivo Irgastab melhora a alta transparência do polipropileno médico (PP)
  • As necessidades de PP para uso médico aumentaram devido ao lançamento global das vacinas COVID-19

A Lotte Chemical, uma empresa química coreana, está produzindo o polipropileno (PP) necessário para aplicações médicas usando o Irgastab da BASF, um estabilizador de processamento que evita descoloração. Com o lançamento das vacinações contra a COVID-19 em todo o mundo, a necessidade de seringas feitas de PP aumentou exponencialmente.

O PP para uso médico da Lotte Chemical foi aplicado às seringas LDS (pequeno espaço morto) desenvolvidas por um fabricante de seringas médicas na Coréia do Sul. Essas seringas especiais são projetadas para minimizar a quantidade de vacina deixada no seu interior após a injeção do imunizante, o que leva à redução do desperdício de vacina. Como resultado, as seringas LDS têm uma grande demanda globalmente, pois estima-se que possibilite que uma quantidade 20% maior de pessoas possam receber a dose com a mesma quantidade de vacina.

Os plásticos usados ​​para aplicações médicas requerem esterilização. Isso causa a degradação e a descoloração do polímero. “O Irgastab serve para garantir que o PP médico permaneça seguro e adequado para uso”, disse Hermann Althoff, vice-presidente sênior de Performance Chemicals Asia Pacific da BASF. “Ele fornece estabilidade de processamento sem descolorir o polipropileno durante a compostagem e moldagem por injeção, o que é vital para seringas LDS, já que os materiais precisam ser certificados para alta transparência.”

Como a necessidade de seringas para a vacinação contra COVID-19 deve ter um aumento explosivo, a Lotte Chemical está expandindo o desenvolvimento de materiais especiais de polipropileno para garantir o rígido controle de qualidade na produção de materiais médicos, incluindo PP de alta transparência, e para acomodar as necessidades crescentes relacionadas com a saúde e segurança.

“A Lotte Chemical tem uma posição forte no mercado de PP médico e gostaríamos de liderar e desenvolver esse mercado junto com a BASF”, disse o Dr. Kang Kyung-Bo, chefe do centro de P&D da Lotte Chemical. “Devido ao seu bom desempenho em termos de retenção de cor e transparência, estamos avaliando a possibilidade de expandir o uso do Irgastab para fibras e chapas.”

Seringas de plástico e muitas outras aplicações médicas ajudam a proteger a saúde e a segurança humanas como um pilar fundamental para um futuro sustentável.

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Descarte correto e coleta seletiva serão temas da Semana do Plástico no Espírito Santo

06/08/2021

Descarte Correto e Coleta Seletiva, Economia Circular, Inovação e Novas Tecnologias são temas que serão abordados durante a 14ª Semana do Plástico. Com o tema “Utilização do Plástico na Saúde”, o evento, que será realizado pelo Sindiplast-ES, terá painéis que contarão com especialistas do Brasil e Exterior.

As discussões do evento, que terá formato híbrido, são voltadas para o setor de plásticos e também pra a sociedade em geral. O evento será realizado entre os dias 8 e 13 de novembro.

Os plásticos, presentes no dia a dia dos hospitais, além de proporcionarem segurança e avanço para o setor médico-hospitalar, oferece outras propriedade úteis nesse segmento, tais como resistência química, estabilidade dimensional, impermeabilidade, leveza, facilidade de moldagem, durabilidade e compatibilidade com outros materiais.

Durante a pandemia da COVID-19, a utilização dos plásticos se tornou ainda mais imprescindível, pois integram ações fundamentais de não contaminação e combate à enfermidade, tanto para a preservar a vida da população como um todo, quanto para os profissionais da área da saúde.

Fonte/Foto: Sindiplast-ES

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Arburg prepara exposição para a Fakuma 2021

22/07/2021

Juliane Hehl, sócia-diretora da Arburg

• “Wir sind da.”: Arburg terá uma presença pessoal relevante na feira de plásticos em Friedrichshafen
• Dois mundos, um objetivo: Digitalização e sustentabilidade para mais eficiência de produção
• Ao vivo: novas máquinas, aplicativos inovadores, discussões pessoais no estande de Arburg

Ocorrendo entre 12 a 16 de outubro, a Fakuma será o primeiro grande evento presencial internacional deste ano para o setor de plásticos a ser realizado na Alemanha. A Arburg está se preparando para uma ter uma exposição relevante na feira de Friedrichshafen. O foco será “O melhor dos dois mundos”: “arburgXworld” e “arburgGREENworld”. Arburg estará ao vivo e pessoalmente no estande 3101 no Hall A3, onde os visitantes profissionais entrarão em contato com os temas do processamento de plásticos digital, sustentável e de produção eficiente.

“Mal podemos esperar para voltar a falar pessoalmente com os clientes e partes interessadas. Nossa equipe está muito motivada e ansiosa para apresentar os diversos destaques ao vivo aos visitantes”, enfatiza Juliane Hehl, Sócia-Diretora responsável por Marketing na Arburg. “A Fakuma tem sido tradicionalmente de grande importância para nós. A visita ao stand da Arburg certamente será uma experiência da qual os visitantes profissionais irão se lembrar por muito tempo. Com nosso espírito pioneiro e estratégia focalizada, mostraremos como as peças de plástico podem ser produzidas hoje e amanhã, de forma competitiva, sustentável e digitalmente interconectada. “

Grandes temas do futuro

Na Fakuma 2021, a Arburg apresentará suas competências agregadas e novos desenvolvimentos.

A Arburg disponibiliza um grande volume de know-how em seu portal do cliente “arburgXworld” e no desenvolvimento de novos serviços e recursos digitais que trazem valor agregado real, como o “AnalyticsCenter” para análise de processos. No futuro, também será possível integrar máquinas e dispositivos periféricos de outros fabricantes na plataforma central.

A produção sustentável de peças plásticas e seu retorno ao ciclo de materiais recicláveis ​​(Economia Circular) é ilustrada pela Arburg por meio de exemplos de aplicação inovadores. Entre esses, inclui-se a separação por tipo usando uma marca d’água digital (“HolyGrail2.0” e “CurveCode”) durante a produção de IML e xícaras de café expresso. Uma outra aplicação que também chama a atenção são os óculos de sol “verdes” feitos de PA12 de base biológica e produzidos em um sofisticado sistema turnkey.

Aplicações inovadoras e de primeira linha para feiras

A série Allrounder More para moldagem por injeção multicomponente eficiente será estreada na Fakuma 2021. Outros destaques são o acionador de rosca de rolos planetários desenvolvidos e produzidos em Lossburg e o sistema de controle Gestica. Um total de nove exposições de máquinas irão demonstrar aplicações e processos inovadores no estande da feira. Em exposição estará a produção eficiente de copos IML para o setor de embalagem, de tubos de sangue e invólucros de fluido 2k (2 componentes) para o setor médico, bem como a moldagem por injeção de porta-máscaras em Borracha de Silicone Líquido (LSR) e a manufatura aditiva industrial de materiais LSR e pellets de plástico originais.

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Arburg realiza Conferência Virtual em tecnologias e aplicações médicas com participação de mais de 400 especialistas do setor

27/11/2020

Painel “Tecnologia médica – desafios e perspectivas para 2050” (da esquerda para a direita): Gerhard Böhm (Arburg), Niklas Kuczaty (VDMA), Dr. Andreas Herold (B. Braun), Prof. Ute Schäfer (University of Graz) e apresentador Guido Marschall.

  • Mais de 400 participantes de mais de 40 países participaram do Arburg Summit virtual: Medical
  • Doze palestras especializadas em Soluções, Inovações e Visões
  • Tendências da tecnologia médica: De seringas pré-cheias a Lab-on-a-Chip e implantes aditivos

Graças ao formato digital do Arburg Summit: Medical 2020, realizado em 19 de novembro, o número de participantes foi mais de duas vezes maior que o do evento presencial realizado no ano anterior. Mais de 400 participantes de mais de 40 países estiveram presentes (virtualmente) para se informar sobre os desenvolvimentos atuais, aplicações e visões inovadoras e para trocar pontos de vista, no mais alto nível, com muitos especialistas em tecnologia médica. A resposta interativa foi intensa e vibrante. As doze palestras com foco em “Soluções”, “Inovações” e “Visões” foram acompanhadas por um painel de discussão de alto calibre. Este evento especial foi aprimorado ainda mais por sessões interativas com discussões de especialistas e apresentações ao vivo de exposições no Centro do Cliente da Arburg, em Lossburg.

“Mesmo antes do início de nossa conferência virtual, recebemos um feedback muito positivo de nossos convidados e pudemos inscrever muito mais participantes do que seria possível em um evento presencial, baseado somente em capacidade”, destacou Gerhard Böhm, Diretor-gerente de Vendas da Arburg. “Este formato digital, excepcionalmente desafiador em termos de conteúdo e também de tecnologia, nos levou a novos caminhos. E o feedback confirmou isso: Nosso Arburg Summit: Medical 2020 foi “o lugar para estar” no campo da tecnologia médica.”

Discurso de abertura focalizado no futuro da tecnologia médica

Um ponto alto do evento veio com o discurso de abertura proferido pelo Prof. Dr-Ing. Marc Kraft, Chefe do Departamento de Tecnologia Médica da Technical University Berlin e presidente da associação “Technologies of Life Sciences” da VDI. Com base em alguns exemplos, ele destacou as tendências atuais em tecnologia médica que devem continuar nas próximas décadas, estabelecendo a base para o painel de discussão seguinte. Neste contexto, o Prof. Ute Schäfer (Universidade de Graz), o Dr. Andreas Herold (B. Braun), Niklas Kuczaty (VDMA Working Group Medical Technology) e Gerhard Böhm (Arburg) discutiram o tema “Tecnologia médica – desafios e perspectivas para 2050 “. Todos concordaram que, em 2050, as empresas orientadas para a tecnologia teriam uma vantagem clara. A essa altura, é claro, muitos produtos já não sairiam das fábricas, mas seriam, em vez disso, fabricados individualmente e perto do paciente – por exemplo, diretamente no hospital ou mesmo na sala de operações. No entanto, a qualidade continuaria sendo o mais importante. “Percebemos uma mega-tendência no campo da Manufatura Aditiva e também um aumento na importância da digitalização e da sustentabilidade”, reconheceu Gerhard Böhm. “Todos esses são tópicos com os quais também estamos intensamente preocupados. A Arburg está, portanto,  preparada para um futuro em que o plástico continuará sendo um material valioso e importante para a vida.”

Doze palestras informativas

No início da conferência, quatro sessões de painel simultâneas foram realizadas, cada qual contendo três palestras sobre “Soluções”, “Inovações” e “Visões”. Os tópicos variaram desde conceitos para a produção de peças injetadas em LSR (borracha de silicone líquido) e sistemas microfluídicos até os desafios enfrentados pelo setor de saúde, detalhes do Regulamento de Dispositivos Médicos (MDR) e métodos digitais para documentação de peças integradas, assim como exemplos de aplicações inovadoras de ferramentas de alto desempenho e fabricação aditiva de implantes customizados. Muitos participantes aproveitaram esta oportunidade para fazer suas perguntas durante o evento usando o recurso de chat.

Três discussões e apresentações interativas ao vivo

O Arburg Summit: Medical 2020 foi encerrado com três “Discussões interativas ao vivo”. Aqui, tópicos como sala limpa, processamento de LSR e produção de aditivos foram discutidos. Havia dois especialistas da Arburg presentes para cada tópico. Além disso, os especialistas foram acompanhados até os equipamentos em exposição por equipes de câmeras para apresentar as aplicações ao vivo.

Uma das aplicações incluía a produção de máscaras em LSR em uma injetora Allrounder elétrica 570 A. No início da pandemia do coronavírus, a Arburg e seus parceiros deram início a esse projeto em tempo recorde e desenvolveram conjuntamente os protetores faciais.

Uma versão em aço inoxidável da injetora Allrounder 370 A elétrica foi usada para mostrar como a tecnologia de sala limpa pode fabricar produtos em massa, tais como porta-agulhas para canetas de insulina.

Por último, um Freeformer 300-3X foi usado para demonstrar a fabricação aditiva de implantes reabsorvíveis.

Os participantes que desejavam se informar melhor puderam também marcar um encontro nos dias seguintes com os especialistas do Online Meeting Lounge.

Feedback positivo em geral

“Os palestrantes de prestígio oriundos do meio da ciência e da indústria, assim como nossos próprios especialistas no campo de tecnologia médica e aplicações, não apenas apresentaram tendências e inovações”, disse Gerhard Böhm, analisando o evento virtual. “Eles também responderam a questões pulsantes em sessões transmitidas ao vivo e criaram com muito sucesso uma experiência ‘tangível’.”

Juliane Hehl, Sócia-gerente e responsável por Marketing, também ficou extremamente impressionada com o Arburg Summit: Medical. “Nós nos aventuramos com sucesso em um novo território. O nosso interesse não era apresentar uma alternativa bem organizada para uma feira cancelada – as pessoas estão achando isso cada vez mais entendiante”, disse a sócia-gerente. “E esse fator de tédio vai crescer rapidamente no futuro. Mas, em contraste com isso, estaremos focalizando consistentemente no valor agregado para nossos clientes. E certamente continuaremos neste caminho com alguns formatos interessantes.”

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Arburg apresenta recursos da sua impressora 3D industrial Freeformer durante a formnext connect

03/11/2020

  • Arburg Plastic Freeforming: Aplicações em tecnologia médica, materiais macios e PP
  • Freeformer: Integração no portal do cliente arburgXworld
  • Amplo espectro: peças funcionais desafiadoras feitas de plásticos originais

2 de novembro de 2020 – Quando se trata de peças exigentes fabricadas por manufatura aditiva, o Freeformer está em seu elemento. O processo Arburg Plastic Freeforming (APF) com a sua impressora 3D Freeformer tem aplicações em tecnologia médica, no processamento de materiais macios e PP, assim como na manufatura aditiva de peças multicomponentes. Plásticos de alta temperatura também podem ser processados ​​usando o sistema aberto. Todas essas capacidades especiais serão mostradas pela Arburg durante o formnext connect 2020, inclusive em três apresentações de especialistas. Além disso, a Arburg apresenta a integração do Freeformer ao portal digital do cliente arburgXworld.

O Freeformer nos tamanhos 200-3X e 300-3X também processa granulados de plástico do tipo que é usado em moldagem por injeção. A Arburg diz que isso torna os sistemas abertos muito econômicos e também permite o uso de uma grande variedade de materiais. Isto também torna possível processar materiais biocompatíveis, absorvíveis e esterilizáveis, bem como materiais originais aprovados pela FDA, afirma a empresa. Este fato, por sua vez, abre a porta para novas possibilidades, inclusive para aplicações humanas.

APF para todos os tipos de implantes

“Em tecnologia médica, também podemos realizar aplicações muito exigentes com o processo APF, o que outros processos simplesmente não conseguem”, explica Lukas Pawelczyk, chefe de vendas do Freeformer da Arburg. Como exemplo, ele cita implantes absorvíveis. Além do Resomer Composite LR 706 S ß-TCP, um produto semelhante ao osso humano que promove a formação óssea, o Freeformer foi recentemente usado para processar outro material inovador da Evonik: o polímero da família Resomer-C é usado no setor de tecidos moles.

Implantes de placa semelhantes a ossos, que são gradualmente substituídos pelo tecido do próprio corpo

Para informações adicionais (em inglês), clique aqui

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Braskem apoia empresas e centros de pesquisa em Impressão 3D para produção de protetores faciais para profissionais de saúde da rede pública

18/07/2020

Especialistas em manufatura aditiva da Braskem estão apoiando doze centros de pesquisa na Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo no uso de tecnologias para impressão 3D

A impressão 3D tem sido fundamental para salvar vidas durante a pandemia do novo coronavírus. No Brasil, a rapidez e, especialmente, o baixo custo dos processos produtivos, já estão ajudando na produção de itens como protetores faciais e protótipos de ventiladores pulmonares. A Braskem doou 120 bobinas de filamentos plásticos para este fim e está apoiando o trabalho de doze centros de pesquisa em impressão 3D nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

O filamento de polipropileno (PP), produzido pela própria Braskem para uso em impressoras 3D, está sendo utilizado para fabricação de hastes para cerca de cinco mil protetores do tipo face-shield, que serão distribuídos gratuitamente aos profissionais de saúde que atuam em hospitais da rede pública nas respectivas regiões dos centros de pesquisa. Na Bahia, o produto foi doado para a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia, que o redistribuiu para sete centros tecnológicos do SENAI no interior do estado; no Rio de Janeiro, a iniciativa beneficiou centro de pesquisa em impressão 3D da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ); no Rio Grande do Sul, o Parque Científico e Tecnológico (Tecnopuc) da PUC-RS e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), coordenados pelo grupo Brothers in Arms; em São Paulo, o material foi doado para a 3D Criar e a Inkubetech, que apoiam o Projeto Hígia.

Além da doação de matéria-prima, as equipes especializadas em impressão 3D da Braskem também estão apoiando remotamente os centros de pesquisa na operação da matéria-prima utilizada para impressão 3D das peças. “Embora a impressão 3D não seja uma novidade no Brasil, algumas tecnologias ainda estão em desenvolvimento e o filamento de polipropileno ainda é pouco conhecido pela indústria. Nesse sentido, a Braskem também colabora para o desenvolvimento de novas tecnologias e suporte técnico para que este segmento avance no Brasil”, explica Fabio Lamon, líder de Inovação e Tecnologia para Manufatura Aditiva na Braskem.

Os filamentos de polipropileno para impressão 3D doados são produzidos pela Braskem e empresas parceiras no Rio Grande do Sul. Segundo a companhia, a doação, além de contribuir para o combate ao novo coronavírus, é uma oportunidade para ajudar a desenvolver a indústria de manufatura aditiva no Brasil.

“Neste momento, estamos abastecendo centenas de empresas brasileiras com insumos para a fabricação de produtos hospitalares como máscaras cirúrgicas, seringas, bolsas de soro e equipamentos de proteção para médicos e enfermeiros. A manufatura aditiva chega para somar tecnologia na fabricação de itens essenciais para enfrentarmos essa pandemia juntos e de forma colaborativa”, finaliza Lamon.

Integrantes da Braskem também estão produzindo componentes de protetores faciais

Na Braskem, os exemplos de solidariedade na luta contra a covid-19 vão além das parcerias que a companhia tem feito. Os operadores Gabrielly Farias e Leonardo Oliveira, da unidade industrial PVC 2 AL, em Maceió (AL), já imprimiram hastes para fabricação de quase 200 máscaras protetoras para profissionais da rede pública de saúde na região. Eles fazem parte do projeto 3D Saves, uma rede de voluntários engajada na produção de equipamentos para uso em hospitais da rede estadual e nos municípios alagoanos.

Leonardo Oliveira afirma que está feliz por ter a possibilidade de contribuir com a sociedade e com quem precisa. “Descobri essa campanha numa rede social e de repente me vi empolgado em participar, em saber que poderia fazer a diferença. Utilizamos um instrumento ao qual poucos têm acesso, principalmente aqui em nosso estado; então poder ajudar não tem preço”.

Gabrielly Farias lembra que a impressora 3D foi adquirida com intuito de uso pessoal: “Nunca imaginamos estar fazendo isso hoje, mas deixar de lado os anseios pessoais para realizar um trabalho comunitário é mais gratificante do que qualquer outra coisa”.

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Evonik inaugura unidade produtiva de biomateriais para aplicação nas áreas farmacêutica e médica no Alabama (EUA)

15/07/2020

  • Moderna planta CDMO amplia capacidade de produção GMP dos polímeros bioabsorvíveis Resomer para atender à demanda global
  • Harmonização com planta de biomateriais da Evonik na Alemanha cria duas opções de fontes de fornecimento, aumentando a segurança da entrega
  • Amplia a variedade dos serviços de CMO para o scale-up e a fabricação em escala comercial de excipientes customizados

A Evonik anunciou a inauguração de uma nova planta dedicada à produção de biomateriais avançados em Birmingham, Alabama, EUA, que apoiará a crescente demanda do mercado global pelo uso dos polímeros bioabsorvíveis Resomer em medicamentos parenterais e dispositivos médicos implantáveis. Com essa ampliação, a Evonik também dará início ao serviço de Fabricação sob Contrato (CMO, do inglês “Contract Manufacturing Organization“) aos clientes que buscam terceirizar a produção de seus excipientes exclusivos.

A nova unidade de 2.800 m2 está equipada com diversas salas limpas, vários reatores, purificação especializada e sistemas de micronização, além de outros equipamentos auxiliares. Em conjunto com uma fábrica adjacente em Birmingham, a Evonik afirma que agora pode fornecer uma variedade integrada de serviços relativos a biomateriais em um único parque industrial nos EUA, para dar apoio a projetos que abrangem desde o estudo inicial de viabilidade até a produção comercial de produtos Resomer padronizados ou customizados.


A unidade de CDMO (Fabricação e Desenvolvimento sob Contrato – do inglês “Contract Development and Manufacturing Organization“) adjacente, que foi inspecionada por autoridades de saúde da União Europeía e da FDA (Food and Drug Administration) dos Estados Unidos, também oferece uma variedade de serviços de desenvolvimento de formulações e fabricação GMP (Boas Práticas de Fabricação, do inglês “Good Manufacturing Practices“) para medicamentos parenterais, além de serviços de desenvolvimento de aplicações e “scale-up” para dispositivos médicos implantáveis, afirma a Evonik.

Em virtude da harmonização dos equipamentos e processos da Evonik utilizados tanto em Birmingham como em sua unidade produtiva de biomateriais situada em Darmstadt, Alemanha, os clientes das indústrias farmacêutica e de dispositivos médicos também podem se beneficiar dessas opções de fornecimento através de duas fontes (dual-sourcing).

Dr. Andreas Karau, Chefe Global de Biomateriais na linha de negócios Health Care na Evonik, disse: “Com o início da produção em nossa moderna fábrica de biomateriais em Birmingham, nossos clientes do setor de dispositivos médicos e produtos farmacêuticos dispõem de uma flexibilidade ainda maior no fornecimento de polímeros bioabsorvíveis Resomer padronizados ou customizados, em praticamente qualquer escala clínica ou comercial. Agora também podemos oferecer uma linha ampliada de serviços CMO para apoiar os clientes no scale-up e fornecimento comercial de seus próprios biomateriais exclusivos e outros excipientes”.

John Daly, Site Manager da Evonik Birmingham Laboratories, disse: “Birmingham agora é um centro global de excelência no design, desenvolvimento e fornecimento de biomateriais. Independente do rigor das especificações de produto ou exigências de tamanhos de lotes de determinado cliente, nós temos a expertise técnica, a flexibilidade operacional e o histórico regulatório para entregar os mais altos níveis de qualidade e segurança de fornecimento”.

A linha de negócios Health Care, que integra o segmento Nutrition & Care da Evonik, presta serviços a mais de 1.000 clientes nos setores farmacêutico, nutracêutico e de dispositivos médicos no mundo inteiro. Seu portfólio de biomateriais, com os polímeros bioabsorvíveis Resomer, as tecnologias de modificação superficial Endexo® e os serviços de tecnologia de aplicação, representa um elemento central do motor de crescimento da linha de negócios Health & Care.

A Evonik é uma das líderes mundiais em especialidades químicas. A empresa conta com mais de 32 mil colaboradores atuando em mais de 100 países em todo o mundo e gerou vendas de 13,1 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,15 bilhões de euros em 2019.

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Evonik lança filamento de PEEK “grau de implante” para aplicações médicas em impressão 3D

03/07/2020

O filamento de PEEK de cor natural possui um diâmetro de 1,75 mm e é enrolado em bobinas de 250-500 gramas, adequadas para uso direto em impressoras 3D FFF para materiais de PEEK.

A Evonik anunciou o lançamento de um filamento de PEEK (poliéter-éter-cetona) imprimível em 3D como material “grau de implante” para aplicações médicas. A empresa afirma ser a primeira a lançar tal produto no mercado e, com isso, estabelece novos padrões para o desenvolvimento e a fabricação de implantes plásticos personalizados, que agora podem ser criados usando processos de manufatura aditiva que atendem aos requisitos da norma ASTM F2026 (a especificação padrão para polímeros de PEEK, aplicáveis na área de implantes cirúrgicos).

Comercializado sob a marca Vestakeep i4 3DF, esse filamento de PEEK é um material “grau de implante” à base de Vestakeep i4 G, um polímero da Evonik com alto desempenho e alta viscosidade. Segundo a empresa, o produto apresenta atributos de biocompatibilidade, bioestabilidade, transparência ao raio-X e facilidade de manuseio. Após ser produzido em condições de sala limpa, o filamento é submetido a rigorosos padrões de gestão de qualidade para materiais médicos, afirma a empresa.

Filamento de PEEK para fabricação por filamentos fundidos (FFF)

O material foi desenvolvido para a tecnologia de impressão 3D denominada “Fabricação por filamentos fundidos (FFF)”. O filamento de PEEK de cor natural, que possui um diâmetro de 1,75 mm, é enrolado em bobinas de 250-500 gramas, adequadas para uso direto em impressoras 3D FFF para materiais de PEEK.

“Na moderna tecnologia médica, o desenvolvimento do nosso primeiro material de implante imprimível em 3D abre novas oportunidades para o tratamento personalizado de pacientes. As cirurgias ortopédicas e maxilofaciais são exemplos de áreas nas quais a tecnologia poderia ser aplicada”, diz Marc Knebel, responsável pelo segmento de mercado Medical Devices & Systems na Evonik. “Materiais de alta performance inovadores como o Vestakeep PEEK da Evonik, juntamente com hardware e software de alta complexidade e o ajuste perfeito entre materiais e máquinas, formam a base para uma revolução sustentável da impressão 3D em tecnologia médica. É por essa razão que vamos ampliar gradualmente o nosso portfólio de biomateriais imprimíveis em 3D”.

“Grau de teste” permite um ajuste de processo mais econômico

Além do “grau de implante”, a Evonik também oferece uma versão do filamento de PEEK em “grau de teste”. O termo se refere a uma classe de materiais com exatamente as mesmas propriedades de produto que o “grau de implante”, mas sem a documentação necessária para a aprovação em aplicações na tecnologia médica. Oferece, ainda, uma maneira mais econômica para ajustar as características de processamento do material a determinada impressora 3D.

A Evonik é um dos líderes de produção mundial de polímeros de alta desempenho e aditivos usados na manufatura aditiva. A empresa de especialidades químicas oferece um portfólio de biomateriais imprimíveis em 3D para tecnologia médica, que podem ser usados na fabricação de produtos projetados para o contato temporário ou permanente com o corpo. Além do Vestakeep i4 3DF, o portfólio inclui a linha Resomer de filamentos, pós e grânulos bioabsorvíveis para dispositivos médicos implantáveis.

A Evonik é uma das líderes mundiais em especialidades químicas. Contando com mais de 32 mil colaboradores, a empresa atua em mais de 100 países em todo o mundo e gerou vendas de 13,1 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,15 bilhões de euros em 2019.

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Nanox desenvolve tecido capaz de eliminar o novo coronavírus por contato

19/06/2020

Em testes de laboratório, material inativou em dois minutos 99,9% da quantidade de SARS-CoV-2; tecnologia desenvolvida por startup apoiada pelo PIPE-FAPESP será usada na produção de máscaras de proteção e roupas hospitalares

  • Em testes de laboratório, material inativou em dois minutos 99,9% da quantidade de SARS-CoV-2;
  • Tecnologia desenvolvida por startup apoiada pelo PIPE-FAPESP será usada na produção de máscaras de proteção e roupas hospitalares

Pesquisadores da empresa paulista Nanox, apoiada pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), desenvolveram um tecido com micropartículas de prata na superfície que demonstrou ser capaz de inativar o coronavírus SARS-CoV-2.

Segundo release divulgado pela Agência Fapesp,  o material foi capaz de eliminar 99,9% da quantidade do vírus após dois minutos de contato, em testes de laboratório.

O desenvolvimento do material teve a colaboração de pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), da Universitat Jaume I, da Espanha, e do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.

“Já entramos com o pedido de depósito de patente da tecnologia e temos parcerias com duas tecelagens no Brasil que irão utilizá-la para a fabricação de máscaras de proteção e roupas hospitalares”, diz à Agência FAPESP Luiz Gustavo Pagotto Simões, diretor da Nanox.

O tecido é composto por uma mistura de poliéster e de algodão (polycotton) e contém dois tipos de micropartículas de prata impregnadas na superfície por meio de um processo de imersão, seguido de secagem e fixação, chamado pad-dry-cure.

A Nanox já fornecia para indústrias têxteis e de diversos outros segmentos essas micropartículas, que apresentam atividade antibacteriana e fungicida, e em tecidos evitam a proliferação de fungos e bactérias causadoras de maus odores.

Com o surgimento do novo coronavírus e a chegada da pandemia no Brasil, os pesquisadores da empresa tiveram a ideia de avaliar se esses materiais também eram capazes de inativar o SARS-CoV-2, uma vez que já havia sido demonstrado em trabalhos científicos a ação contra alguns tipos de vírus.

Para realizar os ensaios, a empresa se associou a pesquisadores do ICB-USP, que conseguiram logo no início da epidemia no Brasil isolar e cultivar em laboratório o SARS-CoV-2 obtido dos dois primeiros pacientes brasileiros diagnosticados com a doença no Hospital Israelita Albert Einstein (leia mais em agencia.fapesp.br/32692/).

Amostras de tecido com e sem micropartículas de prata incorporadas na superfície foram caracterizadas por pesquisadores da Universitat Jaume I e do CDMF por espectroscopia e colocadas em tubos contendo uma solução com grandes quantidades de SARS-CoV-2, crescidos em células.

As amostras foram mantidas em contato direto com os vírus em intervalos de tempo diferentes, de dois e cinco minutos, para avaliar a atividade antiviral.

Os experimentos foram feitos duas vezes, em dois dias diferentes e por dois grupos diferentes de pesquisadores, de modo que a análise dos resultados fosse feita de forma cega.

Os resultados das análises por quantificação do material genético viral por PCR indicaram que as amostras de tecido com diferentes micropartículas de prata incorporadas na superfície inativaram 99,9% das cópias do novo coronavírus presentes nas células após dois e cinco minutos de contato. “A quantidade de vírus que colocamos nos tubos em contato com o tecido é muito superior à que uma máscara de proteção é exposta e, mesmo assim, o material foi capaz de eliminar o vírus com essa eficácia”, diz Lucio Freitas Junior, pesquisador do laboratório de biossegurança de nível 3 (NB3) do ICB-USP.

“É como se uma máscara de proteção feita com o tecido recebesse um balde de partículas contendo o vírus e ficasse encharcada”, comparou o pesquisador.

Além de testes para avaliação da atividade antiviral, antimicrobiana e fungicida, o material também passou por ensaios para avaliação do potencial alérgico, fotoirritante e fotossensível, para eliminar o risco de causar problemas dermatológicos.

Aplicação em outros materiais

A empresa pretende avaliar agora a duração do efeito antiviral das micropartículas no tecido. Em testes relacionados à propriedade bactericida, os materiais foram capazes de controlar fungos e bactérias em tecidos mesmo após 30 lavagens, afirma Simões.

“Como o material apresenta essa propriedade bactericida mesmo após 30 lavagens, provavelmente mantém a atividade antiviral por esse mesmo tempo”, estima.

De acordo com o pesquisador, as micropartículas podem ser aplicadas em qualquer tecido composto por uma mistura de fibras naturais e sintéticas. Além de tecidos, a empresa está testando agora a capacidade de inativação do novo coronavírus pelas micropartículas de prata incorporadas à superfície de outros materiais, como filmes plásticos e um polímero flexível, semelhante a uma borracha, que utilizou para desenvolver uma máscara de proteção contra o novo coronavírus em parceria com a fabricante de brinquedos Elka .

“O tecido foi o primeiro resultado da aplicação das micropartículas de prata para inativar o novo coronavírus. Mas, em breve, devemos ter vários outros”, afirma Simões.

Máscaras reutilizáveis

Desenvolvido com o apoio do PIPE-FAPESP, material possui partículas à base de sílica e prata com propriedades antimicrobianas e antifúngicas que dificultam a adesão do SARS-CoV-2 na superfície

Em Abril de 2020, a Nanox já havia desenvolvido em parceria com a indústria de plásticos Elka uma máscara reutilizável  para conferir maior nível de proteção contra a contaminação pelo novo coronavírus, o SARS-CoV-2.

A máscara é feita com um polímero flexível – semelhante a uma borracha –, moldável aos contornos do rosto e com micropartículas à base de sílica e prata incorporadas à superfície do material.

Desenvolvidas por meio de projetos apoiados pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), as partículas têm propriedades antimicrobianas.

“As micropartículas de prata e sílica aumentam o nível de proteção ao impedir a presença na máscara de fungos e bactérias, que podem facilitar a adesão do novo coronavírus na superfície de materiais”, disse à Agência FAPESP Luiz Gustavo Pagotto Simões, diretor da Nanox.

A fim de garantir a proteção contra o SARS-CoV-2, a máscara é totalmente esterilizável por meio da lavagem com água e sabão antes e após o uso.

Para proteger as vias respiratórias, o equipamento de proteção individual possui dois filtros descartáveis do tipo PFF2, similares ao do tipo N95 presente nas máscaras usadas hoje pelos profissionais de saúde.

Os filtros são inseridos em respiradores nas laterais da máscara e protegidos por tampas, que impedem o contato físico e a contaminação pelo toque direto com as mãos.

A quantidade de material necessário para produzir os filtros também é muito inferior à utilizada para produção das máscaras convencionais, compara Simões.

“O tempo para substituição dos filtros precisará ser estabelecido pelos serviços de saúde”, pondera.

Fotos: Nanox / divulgação;  Fonte: Agência Fapesp – Elton Allison

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Braskem firma parcerias para produção de calçados e máscaras para profissionais de saúde na linha de frente do combate à covid-19

19/06/2020

  • A resina doada foi utilizada para produção de 18 mil calçados hospitalares e 250 mil máscaras de proteção para hospitais da rede pública em Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins
  • Calçado hospitalar produzido pela Alpargatas em parceria com a Braskem

A Braskem se uniu à Alpargatas, indústria de bens de consumo, para confecção de equipamentos de proteção individual (EPIs), como calçados e máscaras de uso hospitalar, destinados aos profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate à Covid-19. Os calçados já estão sendo distribuídos para hospitais em São Paulo (SP) e as máscaras estão sendo doadas para a rede pública de Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro e Tocantins.

Os calçados foram produzidos a partir de 4,6 toneladas de resina EVA doadas pela Braskem. Já as máscaras foram confeccionadas pela Alpargatas a partir de nãotecido, feito com resina de polipropileno (PP) doada pela Braskem à Fitesa, mais uma parceira da companhia nas iniciativas para o enfrentamento do novo coronavírus.

No estado de São Paulo (SP), os calçados, ao todo 18 mil pares, foram entregues ao governo estadual, responsável pela distribuição aos hospitais. No Rio de Janeiro (RJ) e em Duque de Caxias (RJ), com apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), foram distribuídas mais de 50 mil máscaras de proteção ao Hospital Municipal de Duque de Caxias e aos Hospitais Federais do Andaraí, Bonsucesso, Cardoso Fontes, Graffé Guinle, Ipanema, Lagoa e Servidores, além da Secretaria de Estado de Saúde. Na Bahia, a rede municipal de Camaçari recebeu 150 mil máscaras. Para a rede pública de saúde do Tocantins, a iniciativa repassou 10 mil máscaras.

Já para Maceió (AL), foram doadas 40 mil máscaras, sendo 20 mil para as Secretarias de Saúde do município e do Estado. Parte deste volume será repassada aos profissionais da saúde que atuam no Centro de Triagem inaugurado em abril deste ano pela própria Braskem, com apoio do Governo de Alagoas, com o objetivo de desafogar a rede pública da saúde durante a crise da covid-19. O espaço é utilizado para atender pacientes com sintomas de gripe.

Os hospitais beneficiados foram selecionados pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde das respectivas regiões. “Estamos mobilizando diversos parceiros e demais integrantes da nossa cadeia de valor para encontrar alternativas rápidas, seguras e eficazes que possam ajudar o Brasil a atravessar esse período desafiador. Estamos engajados em uma série de iniciativas que apoiam hospitais e comunidades próximas das nossas unidades fabris no país e a Alpargatas e a Fitesa são aliadas essenciais nesse movimento. O momento é de união e de demonstrar, na prática, o quanto o nosso setor pode ajudar a sociedade, especialmente na área de saúde”, afirma Edison Terra, vice-presidente de Olefinas e Poliolefinas da Braskem na América do Sul.

“Acreditamos que o caminho para superarmos a crise humanitária que estamos vivendo é trabalhar em união de esforços com outras empresas, representantes de comunidades, entidades de ajuda. Com empatia e solidariedade somos mais fortes para combater o coronavírus e seus efeitos”, afirma Roberto Funari, CEO da Alpargatas.

“As doações junto aos parceiros reforçam a importância da consciência coletiva nos mais diversos segmentos para superarmos este momento delicado da saúde mundial. Ficamos felizes em poder fornecer material com o nível de exigência técnica necessária no combate à pandemia. Tornamos isso uma questão prioritária em nossa operação”, afirma Silverio Baranzano, CEO da Fitesa.

Iniciativas da Braskem para apoiar os profissionais da saúde durante o período de covid-19

Além da ação recente com Alpargatas, a Braskem doou mais de 370 toneladas de resinas plásticas para produção de embalagens para 750 mil litros de álcool líquido e em gel e 500 mil almotolias, um tipo de frasco plástico utilizado em ambiente hospitalar para preservar álcool líquido ou em gel. Parte da resina também foi utilizada pela Fitesa, parceira da Braskem, para confecção do nãotecido (TNT) usado na produção de mais de 60 milhões de máscaras e aventais. Todos os itens foram doados para hospitais de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Para os hospitais, a Braskem ainda distribuiu 10 mil caixas de hipoclorito para diluição ou uso como água sanitária e mais de 150 mil sacos plásticos para lixo hospitalar. Além disso, a empresa, está doando 90 toneladas de gás liquefeito de petróleo, conhecido como GLP, para dois hospitais de campanha construídos na cidade de São Paulo, um no centro de eventos do Anhembi, na zona norte, e outro no Complexo Ginásio do Ibirapuera, na zona sul. O gás está sendo utilizado na preparação de mais de três mil refeições diárias para pacientes e profissionais da saúde, no aquecimento de chuveiros e no funcionamento de lavanderias.

Em Maceió (AL), onde a companhia também está presente, uma ação conjunta com o governo estadual viabilizou a construção de um Centro de Triagem com 30 salas de atendimento, salas de raio-x, exames laboratoriais e administração de medicamentos. Os profissionais da saúde atendem a pacientes com sintomas de gripe e a iniciativa evita aglomerações no Hospital Geral do Estado, contribuindo para desafogar a rede pública da cidade.

Ações da Braskem para apoiar comunidades no enfrentamento do novo coronavírus

Neste momento, as iniciativas se concentram na doação direta de itens essenciais considerando o atual cenário. Para os trabalhadores de cooperativas de reciclagem, por um período de três meses, a companhia vai doar cestas básicas. Mais de duas mil famílias, cerca de 15 mil pessoas, serão beneficiadas com essa ação.

Entre o fim de abril e o início de maio, a Braskem também doou mais de 50 mil kits de limpeza contendo produtos como detergente, água sanitária, álcool em gel, sabonete em barra e um folheto informativo com dicas de prevenção à covid-19. A iniciativa beneficiou cerca de 200 mil pessoas nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Para mais informações sobre as iniciativas da Braskem para ajudar o Brasil a enfrentar o novo coronavírus, acesse o site www.braskem.com.br/covid-19 .

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Eastman destaca esforços globais de combate à Covid-19

19/06/2020

Companhia adota diversas iniciativas ao redor do mundo para contribuir com profissionais da saúde e ajudar a enfrentar a pandemia

Ao redor do mundo, membros da Eastman têm colaborado para auxiliar profissionais da saúde que estão na linha de frente de combate à pandemia da Covid-19. A Eastman, uma fabricante de especialidades químicas encontradas em uma gama de produtos utilizados no cotidiano, está fornecendo materiais para ajudar na produção de itens críticos necessários para produtos médicos, de saúde e de higiene que estejam em falta ou com estoque baixo. Até o momento, a companhia fez as seguintes contribuições:

  • 10.000 protetores faciais para hospitais de Massachusetts, graças a uma colaboração com a SMC Ltd.;
  • Doação de resinas de copoliéster para a PRP Creation como parte de um esforço de companhias de cosméticos para produção de 475.000 garrafas de álcool em gel para mãos para organizações de saúde na França;
  • Distribuição de películas para vidros para a Harlow College produzir mais 300 protetores faciais para trabalhadores de hospitais do Reino Unido;
  • Colaboração com a Comissão de Ensino Superior do Tennessee e as universidades do estado para ajudar na produção de 10.000 protetores faciais;
  • Ajuda à Universidade de Purdue com doação de mais de 50 metros quadrados de material para a produção de mais de 3.000 lentes para óculos de proteção e 4.000 protetores faciais para equipes médicas;
  • Parceria com a Rotuba para produção de 75 a 100 mil protetores faciais por semana para proteger profissionais da saúde, donos de pequenos negócios e cidadãos na luta contra a COVID-19;
  • Doação de copoliésteres para companhias (3D Lab e MMS Plásticos) no Brasil produzirem mais de 20.000 protetores faciais para hospitais;
  • Doação de EPIs críticos incluindo 180 máscaras N95 e 4.400 luvas de nitrilo para atendentes primários em Massachusetts;
  • Parceria com o Groupe SEB (Arno) e a MMS Plásticos para a produção de mais de 25.000 protetores faciais para doação, sobretudo, na região nordeste;
  • Doação de US$ 1 milhão em apoio às organizações de apoio comunitário e de apoio à trabalhares da linha de frente no combate à pandemia através da Eastman Foundation;
  • Parceria com a Suntech para produção de óculos de proteção doados pelo Brasil;
  • Doação de 600 unidades de protetores faciais para a prefeitura de Mauá, onde localiza-se uma das plantas da Eastman no Brasil, doar para os trabalhadores essenciais (saúde, limpeza pública, defesa civil, guarda municipal);
  • 3.000 m2 de material doado para a ETC, fabricante de tecnologia de iluminação e de aparelhamento, que vai produzir protetores faciais para serem distribuídos no Wisconsin e nos Estados Unidos;
  • Conversão de uma planta-piloto em sua maior fábrica nos Estados Unidos para produzir álcool em gel para mãos para escolas da área e profissionais que trabalham em emergências.

“Colaborações rápidas e criativas em nossas comunidades estão causando um impacto”, diz o membro do conselho e CEO da Eastman, Mark Costa. “Estou muito orgulhoso do trabalho duro dos funcionários da Eastman, guiados pela perspectiva compartilhada de que nosso trabalho hoje ajudará a conter a expansão do vírus amanhã. A coragem, determinação e espírito inovador de cada um deles vai ajudar a Eastman e nossas comunidades locais a atravessarem essa situação e contribuirem com as necessidades do mundo”.

As capacidades de produção da Eastman já existentes também ajudam a prevenir a propagação da Covid, assim como no tratamento médico daqueles que contraem o vírus ou outras doenças. Os produtos da Eastman estão em produtos de limpeza, embalagens para prevenir a contaminação de alimentos, medicamentos e produtos de cuidados médicos e de cuidados pessoais, produtos de higiene pessoal, sabonetes e antissépticos, equipamentos de proteção individual utilizados por equipes médicas e medicamentos sob prescrição e isentos de prescrição.

A Eastman também produz intermediários tais como polímeros PCT usados em filtros de inaladores, copoliésteres Eastman Tritan e os elastômeros Ecdel, que podem ser encontrados em biorreatores e bolsas de bioerrator utilizados no desenvolvimento de vacinas, o Tritan e os celulósicos Tenite, usados para a entrega de medicamentos de administração intravenosa e em câmaras de bureta e o plastificante não ftalato Eastman 168, usado para a produção de bolsas para aplicações intravenosas e tubulação médica. Por conta da sua durabilidade, afirma a Eastman, produtos médicos feitos com Tritan suportam uma ampla variedade de desinfetantes hospitalares e rigorosos protocolos de limpeza, usados para impedir a propagação de infecções. Os produtos da Eastman também aparecem em descartáveis médicos, como cotonetes e tubos de ensaio, e em produtos duráveis, como monitores de pacientes e termômetros eletrônicos.

Durante a pandemia, os plastificantes não ftalatos Benzoflex, fabricados em Chestertown, nos Estados Unidos, continuam a ser usados em adesivos e rotulagens de embalagens de alimentos, auxiliando a segurança do armazenamento e suprimento desses produtos. As resinas adesivas da Eastman produzidas em Jefferson, também nos EUA, são usadas para fabricação de máscaras N95. Essas mesmas resinas estão presentes em produtos de limpeza e desinfetantes procurados nos mercados. A empresa também produz acetato de etila, um material-chave para a embalagem de testes para COVID-19, que abastecem diretamente hospitais.

Saber que os materiais da Eastman são úteis para o mundo mantém Jeff Mann motivado. Mann é um dos milhares de membros da Eastman que estão mantendo as plantas globais da companhia ativas. “Tenho orgulho do trabalho que estamos fazendo como companhia. Isso me ajuda a entender como o meu trabalho e o do meu time são importantes para o mundo”, diz ele. “Eu acordo todos os dias ciente de que o que faço está fazendo uma diferença na nossa comunidade”.

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Covid-19: Materiais Solvay são usados no primeiro reanimador manual brasileiro 100% autoclavável a temperatura de 134º C

11/06/2020

Equipamento desenvolvido pela empresa brasileira Protec contou com apoio da área de polímeros especiais da Solvay

O primeiro reanimador manual 100% autoclavável e que suporta uma temperatura de 134º C foi desenvolvido no Brasil pela Protec, empresa líder nacional na fabricação de reanimadores manuais e circuitos respiratórios.

A criação do produto contou com a utilização do polímero UDEL® PSU (polisulfona) do Grupo Solvay, um material avançado que permite a produção de peças resistentes a altas temperaturas.

O reanimador manual é equipamento essencial em UTI’s e em salas de emergência médica e em situações de resgate médico. Sua finalidade é a promoção de ventilação artificial com o envio de ar comprimido ou enriquecido de oxigênio para os pulmões do paciente. É usado no enfrentamento de parada respiratória, asfixia, afogamento, infarto ou outras situações que podem levar o paciente a sofrer uma parada cardiorrespiratória.

“Com essa linha Premium de reanimador manual desenvolvida no Brasil, nós estamos dando nossa contribuição para o setor de equipamentos médicos hospitalares. E contamos com o apoio da Solvay”, diz Alexander Massadi, Diretor da Protec Export.

“Com esse apoio, acrescenta – pudemos desenvolver vários produtos com qualidade e durabilidade, que oferece resistência, repetibilidade e confiabilidade em reanimação (Ambú), circuitos ventilatórios e conectores para produtos respiratórios. É por este motivo que hoje no Brasil somos a única empresa a atender aos mais renomados fabricantes mundiais”

A Protec, de capital nacional, tem se tornando reconhecida como desenvolvedora de tecnologia nacional na fabricação e comercialização de equipamentos de suporte à vida, dentro de rigorosos níveis de qualidade exigidos pelo setor médico­hospitalar. Sua atuação tem sido ampliada em nível nacional, uma vez que é empresa fornecedora de itens essenciais aplicados no combate à pandemia da COVID-19.

Do mesmo modo, a Solvay, que no Brasil também atua com a marca Rhodia, tem adotado ações adicionais para apoiar os projetos de desenvolvimento de seus clientes nesse período de pandemia de coronavírus, segundo informa Mônica Martins, gerente do mercado Healthcare da Solvay Specialty Polymers na América do Sul.

Uma dessas ações foi acelerar a importação para o País de polímeros especiais para os clientes empenhados em atender à crescente demanda por equipamentos e instrumentos médicos hospitalares.

Toda essa oferta de produtos emergenciais pode ser conhecida no site especial criado pela empresa em COVID-19.

A Solvay é líder mundial na área de polímeros especiais aplicados em diversos mercados industriais. Um dos segmentos mais relevantes é o de polímeros para a produção de peças e partes para equipamentos e instrumentos médicos, incluindo os respiradores, ventiladores artificiais e reanimadores, implantes ortopédicos e odontológicos, caixas de instrumentos cirúrgicos, entre outros. Fundada em 1863 e contando com 24.100 empregados em 64 países, a Solvay obteve vendas líquidas de € 10,2 bilhões em 2019.

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Milliken oferece concentrado de Polipropileno transparente para aumentar a disponibilidade de materiais para fabricação de protetores faciais

04/06/2020

Milliken está viabilizando a expansão da oferta de material plástico transparente para viseira de proteção facial

Especialista mundial em ciência de materiais, a Milliken & Company está mais uma vez usando suas capacidades para ajudar a produzir equipamentos médicos de proteção individual (EPIs) necessários no meio da pandemia da COVID-19. A atual escassez de materiais plásticos utilizados para viseiras de proteção facial está levando os fabricantes a disponibilizarem o polipropileno, que apresenta maior oferta no mercado. O material, porém, tende a ser naturalmente translúcido. Por isso os fabricantes de plástico estão recorrendo à Milliken para utilizar o seu concentrado de polipropileno NX UltraClear e gerar materiais plásticos com níveis de transparência adequados para as viseiras de proteção facial usadas na área da saúde.

“Nesta pandemia, a necessidade de EPIs médicos continua aumentando”, diz Halsey M. Cook, presidente e CEO da Milliken & Company. “Estamos empenhados em encontrar soluções que ajudem nossos clientes e nos permitam participar da luta contra a COVID-19 onde quer que possamos fazer a diferença”.

A Milliken tem colaborado com vários fabricantes de plástico, desde grandes multinacionais a empresas regionais, para avaliar o produto NX UltraClear nesta sua nova aplicação. A Impact Plastics está entre as empresas nos Estados Unidos que utilizam os concentrados NX UltraClear para tornar o polipropileno transparente para uso em viseiras de proteção facial. Algumas empresas no Brasil e a Mezger na Alemanha também estão utilizando os concentrados NX® UltraClear para produzir chapas de polipropileno adequadas para essa aplicação.

As viseiras de proteção facial para uso médico feitas com o polipropileno NX UltraClear já estão sendo comercializadas e utilizadas pelos profissionais que estão na linha de frente.

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Transformadores de plástico produzem 150 mil protetores faciais para ajudar no combate à contaminação pela Covid-19

02/06/2020

Batizado de #EmpresasdoBem, grupo com mais de 30 empresas mobilizou diversos setores da transformação para confeccionar protetores faciais para os profissionais da saúde.

Sensibilizados com o cenário de pandemia e conscientes do quanto o plástico é essencial para a saúde, empresários da indústria de transformação desenvolveram uma rede de colaboração para atuar no fornecimento de itens de proteção. A ideia é produzir e disponibilizar, em alta escala, equipamentos de Proteção Individual, os EPIs, fundamentais para profissionais que estão na linha de frente no combate ao coronavírus. A parceria, denominada #EmpresasdoBem, é formada por cerca de 30 empresas de diversos setores como compostos, injeção, impressão, logística entre outros, todas empenhadas em dedicar suas expertises para fazer a diferença durante essa crise.

A mobilização surgiu quando Wagner Catrasta, gerente comercial da Termocolor, empresa de masterbatches, compostos e aditivos, foi procurado por um cliente interessado em comprar insumos para a produção de máscaras para uso próprio. Então, ele sentiu que poderia fazer algo maior e ajudar mais pessoas que necessitam deste equipamento. Inspirado pelo trabalho realizado com impressão 3D para a confecção de protetores de rosto, face shields, Wagner buscou alternativas que produzissem o mesmo tipo de equipamento, porém com mais rapidez. “Conversei com meus clientes e chegamos à conclusão de que a injeção era o método mais rápido para produzir as hastes. Ao comparar os dois métodos, percebemos que o primeiro produzia 20 hastes por dia, enquanto o segundo era capaz de confeccionar 400 peças por hora”, explica Wagner.

Animados com o aumento de produtividade, o grupo estabeleceu como meta, confeccionar 150 mil máscaras. “Este número representa praticamente 3 estádios lotados, com cada pessoa usando uma”, diz o executivo. O passo seguinte foi buscar no mercado quem já tivesse o molde das hastes para a injeção. Eles chegaram, por meio de outra parceira, a produtora de espelhos retrovisores Metagal, à Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais, a Abinfer, que tinha o molde das peças, mas não tinha quem injetasse. “Conversamos então com a Astra, indústria voltada para o setor da construção, pois sabíamos que eles tinham injetora. Eles aceitaram imediatamente e nosso projeto começou a ganhar forma” conta o gerente.

Mão na massa – Com o molde, a injetora e resinas (cedidas pela Termolocor e pela Activas, distribuidor de resinas termoplásticas, mais uma indústria a fazer parte do projeto), o desafio passou a ser o laminado transparente, o material da parte frontal da viseira. “Encontramos a Petroquímica Suape, a PQS, produtora de PET. Eles ficaram tão animados com a ideia que decidiram doar toda a matéria-prima restante para a produção de todas as máscaras”, diz Catrasta. Outro parceiro, a BWB, ofereceu a mão de obra para transformar o PET doado pela PQS em chapas e a gráfica Printi ficou responsável pelo corte no material no formato das viseiras.

Para a montagem, a Termocolor contou com uma ajuda muito especial. Cerca de 15 funcionários foram convidados para atuar, de formar voluntária, no processo. A empresa Astra também colaborou com a montagem e a Activas ficou responsável pela logística. O grupo também contou com a colaboração da empresa de embalagens Embaquim, que forneceu as sacolas plásticas para embalar as máscaras.

A expectativa é que as 150 mil máscaras sejam entregues, durante os meses de maio e junho, em todos os estados das regiões Sul e Nordeste e também nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santos, Goiás, Distrito Federal, Acre e Amazonas, incluindo duas aldeias indígenas. “Torcemos para que iniciativas como esta inspirem outras empresas a mostrar a importância do nosso setor em um momento tão delicado como este que estamos vivendo, encerra Wagner.

Foto: Portal Activas

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BASF inclui soluções para fabricação de equipamentos médicos em plataforma online

02/06/2020

  • Site facilita acesso a materiais para as indústrias de alimentos e de produtos hospitalares
  • Plataforma inclui matérias-primas e formulações para cuidados pessoais, higiene e limpeza, entre outros

Os fabricantes de equipamentos e insumos médicos, bem como os de alimentos e suplementos podem encontrar soluções na plataforma online, We Care, que reúne informações e facilita o acesso à diversas matérias-primas e formulações voltadas para o combate ao coronavírus. A nova plataforma é uma iniciativa da BASF para apoiar o combate ao coronavírus e ajudar a enfrentar a crise causada pela pandemia. Foi criada para atender o aumento da demanda por produtos de diversos segmentos, como de cuidados pessoais, higiene, limpeza doméstica e farmacêuticos.

Para a produção de equipamentos e insumos médicos, há soluções que abrangem desde fibras para tecidos elásticos até materiais para aparelhos. Como exemplo, o Ultrason S, Polisulfona (PSU), são próprios para aplicações em equipamentos que exigem altas temperaturas, como estojos para esterilização de artigos médicos e odontológicos ou para fabricação de componentes de respiradores e ventiladores usados no tratamento ao Covid-19. Há também o Neopentil Glicol, resina de poliéster saturada que tem sido usada para produção de painéis divisórios em hospitais e a PolyTHF, fibra sintética altamente elástica usada na fabricação de tecidos que incluem propriedades não alergênicas e de resistência microbiana.

Os produtos disponíveis nessa nova plataforma fazem parte do portfólio oferecido pelo e-commerce , que disponibiliza diversas soluções da BASF.

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Arburg e parceiros desenvolvem máscara multifuncional para proteção contra Covid-19 a partir de LSR e PP

15/05/2020

• Multifuncional: máscara protetora facial para funcionários, médicos e equipes de enfermagem
• Sofisticado produto de LSR desenvolvido e produzido internamente na Arburg
• Cooperação: inúmeros parceiros participam com tecnologia de moldes, material e automação

Em meados de Abril, a começou a produzir óculos para proteção dos olhos contra Covid-19 nas máquinas injetoras de sua sede em Lossburg (Alemanha). Agora, a fabricante alemã de sistemas de injeção de plásticos lançou um projeto adicional para combater a disseminação do coronavírus: desde 11 de maio, estão sendo fabricadas máscaras faciais protetoras, moldadas por injeção a partir de LSR (borracha de silicone líquido) e PP (polipropileno). Espera-se que cerca de 3.500 dessas máscaras multifuncionais de alta tecnologia sejam produzidas diariamente sob condições de produção em série. O produto será inicialmente usado para proteger os funcionários da própria empresa em todo o mundo e, em seguida, será distribuído o mais rápido possível, através do distrito de Freudenstadt, a hospitais e centros de assistência.

“Estamos envolvidos em várias iniciativas de ajuda e também impulsionando projetos internos da empresa, tais como essa máscara facial. A demanda é enorme. Estamos recebendo solicitações específicas de hospitais e asilos de toda a região”, diz Gerhard Böhm, diretor de vendas da Arburg, em relação à situação atual. “Nós mesmos desenvolvemos as máscaras, que são sustentáveis ​​e de alta qualidade, a partir de LSR flexível e PP, e fabricamos os primeiros protótipos através de impressão 3D com os nossos Freeformers. A simulação dos componentes de LSR e moldes foi realizada usando o software Sigmasoft da Sigma Engineering. Em um tempo recorde de apenas cinco semanas, nossos parceiros Polar-Form e Foboha construíram os correspondente moldes de injeção para os componentes de LSR e PP. Isso significa que agora podemos iniciar a produção em série na sede da Arburg, em Lossburg”. As empresas Ewikon (moldes fria) e Männer (câmara quente) também estiveram envolvidas na implementação da tecnologia de moldes. Outros parceiros foram Barth Mechanik (pinças) e Packmat (tecnologia de embalagens). A matéria-prima para dezenas de milhares de máscaras foi patrocinada pelo grupos químicos Wacker e Borealis.

Máscara facial multifuncional

Segundo a Arburg, as máscaras flexíveis fazem muito mais do que agir como um simples protetor facial de tecido: o produto multifuncional consiste em uma máscara macia de LSR que é colocada sobre o nariz e a boca e um escudo firme de PP com os suportes para prender as faixas elásticas que serão esticadas ao redor da cabeça. No meio da peça, há uma conexão padronizada com um orifício (DIN EN ISO 5356-1: 2004).

A abertura é selada com um bloqueador de fluxo para proteger contra infecções na vida cotidiana, p.ex, em reuniões profissionais ou em compras no supermercado. Ela desvia o ar da respiração para baixo e, assim, reduz significativamente o risco de infecção, afirma a Arburg.

No próximo estágio do projeto, um elemento filtrante pode ser montado na abertura. A Arburg pretende muito em breve fabricar esse componente, em cooperação com outros parceiros. As empresas envolvidas neste projeto são Weber (molde), Günther (tecnologia de câmara quente), Küfner (filtro), Herrmann Ultraschall (tecnologia de soldagem) e Packmat (tecnologia de embalagem).

Ao usar os filtros FFP2 ou FFP3 correspondentes, médicos e enfermeiros, por exemplo, poderão se proteger de maneira confiável contra vírus ou bactérias quando entrarem em contato direto com pessoas doentes.

As máscaras são projetadas para uso múltiplo e podem ser facilmente esterilizadas. “Também era importante para nós tirar proveito do desempenho dos materiais plásticos e criar um produto que fosse adequado para uso contínuo por um longo período. Dessa forma, os recursos podem ser conservados”, enfatiza o Dr. Thomas Walther, chefe do aplicativo Departamento de Tecnologia de Arburg.

Segundo a Arburg, a o material de borracha de silicone líquido sem têmpera usado na fabricação é o Elastosil LR 5040 (livre de têmpera), sendo adequado para aplicações em contato com alimentos, de acordo com o FDA CFR 21 §177.2600 e BfR XV. “Silicones”. O material foi testado quanto à biocompatibilidade. Além disso, o LSR possui boas propriedades de vedação, alta resistência ao rasgo e pode ser facilmente esterilizado.

Pelo menos 15.000 máscaras por semana

“Esperamos produzir a cada semana pelo menos 15 mil máscaras, em operação de dois turnos. Se fôssemos trabalhar 24 horas por dia, seria possível até dobrar esse número”, explica Manuel Frick, especialista em LSR na Arburg que projetou o produto. Duas máquinas injetoras elétricas estão sendo usadas para esse fim. Uma Allrounder 570 A, com uma força de fechamento de 2.000 kN, produz as máscaras de LSR no Centro de Treinamento da Arburg, usando um molde de 4 cavidades da Polar-Form, enquanto uma Allrounder 470 E Golden Electric com uma força de fechamento de 1.000 kN e um molde de 2 cavidades da Foboha produz simultaneamente os correspondentes escudos de PP na Central do Cliente Arburg.

A maior máquina injetora opera com um sistema de dosagem de LSR da Elmet e um robô de seis eixos da Kuka, que, em um sofisticado processo de desmoldagem, remove as máscaras flexíveis do molde e as coloca em uma correia transportadora.

Na segunda máquina, os escudos de PP são manipuladas mais facilmente por um sistema robótico linear Multilift Select. Finalmente, o escudo de PP e os elásticos são montados manualmente no componente de silicone líquido e a máscara já totalmente montada é então embalada. Ao usar um LSR livre de têmpera, essa etapa pode ser desenvolvida sem interrupções de produção causadas pela têmpera do componente, que é demorada e intensiva em energia.

Os primeiros contingentes de máscaras faciais estão sendo distribuídos aos funcionários da própria empresa em todo o mundo e a parceiros que se envolveram significativamente. No próximo passo, o distrito de Freudenstadt assumirá a coordenação e distribuição adicional para hospitais, centros de assistência e organizações de defesa civil.

 

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Embalagens térmicas doadas pela Termotécnica farão transporte de amostras para testagem do Covid-19 em Joinville (SC)

13/05/2020

A empresa integra colaboração da iniciativa privada junto ao governo municipal para o combate à pandemia

A Termotécnica integra-se à atuação da Tupy e de outras empresas e entidades privadas que estão colaborando com a Secretaria da Saúde do Município de Joinville (SC) com recursos para o combate ao Covid-19. Transformadora de EPS (poliestireno expandido, mais conhecido como isopor®), a empresa está disponibilizando caixas térmicas fabricadas com este material para transporte de amostras de sangue coletadas nas dependências do Centro de Triagem, em espaço montado no ginásio da Associação Atlética Tupy, para envio à Florianópolis para testagem do vírus. “É importante fazer parte desse esforço conjunto para que Joinville, sede da nossa companhia, supere essa pandemia com as vidas preservadas”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Os produtos doados são contêineres de 14 litros com parede dupla, que acomodam os materiais clínicos com os acumuladores de frio (gelo em gel) para garantia de estabilidade térmica. O EPS, do qual são produzidas as caixas, é um material inerte e resistente à umidade, proporcionando o nível de higiene necessário e garantindo prazos de validade aos produtos fármacos e amostras acondicionados. Estão sendo usadas em substituição aos coolers em plástico rígido, permitindo zerar este custo, além de eliminar despesas também com fretes de retorno, já que o EPS é one-way e pode ser 100% reciclado no local de destino.

A Termotécnica já é fornecedora de campanhas de vacinação nacional, como a do H1N1, suprindo caixas térmicas que abrangem rotas de até 120 horas.

Aprovadas pelo médico infectologista Dr. Luiz Henrique Mello (foto), que assessora a Tupy na instalação e operação do Centro de Triagem, a demanda de quantidade de caixas térmicas é feita pela Secretaria Municipal de Saúde. Albano Schmidt assegura: “Por suas propriedades, o EPS oferece estabilidade e segurança em toda a cadeia na área de saúde garantindo que os materiais de coletas para exames ou medicamentos e vacinas cheguem em segurança aos hospitais, laboratórios e postos de atendimento.”

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SABIC doa US$ 1,5 milhão para apoiar esforços em resposta à COVID-19 nas Américas

07/05/2020

A SABIC anunciou no final de abril que doará US$ 1,5 milhão em produtos e em espécie em vários países das Américas para ajudar as pessoas mais afetadas pela pandemia da Covid-19. Isso inclui fornecer produtos plásticos produzidos pela SABIC que serão usados para doação e na fabricação de equipamentos médicos vitais.

A SABIC, cuja sede das Américas está localizada em Houston, doará aproximadamente US$ 1 milhão para bancos de alimentos e agências comunitárias, como a United Way, nas comunidades em que operam para ajudar aqueles que estão enfrentando a pandemia. A SABIC também está doando aproximadamente US$ 500.000 em produtos, elaborados em suas instalações nos EUA, Canadá, México, Argentina e Brasil, para fabricação e envio de equipamentos de proteção individual para profissionais de saúde e equipamentos médicos essenciais, como ventiladores, dispositivos de monitoramento de pacientes, máquinas de terapia respiratória e equipamentos de diagnóstico.

Ao anunciar sua doação para as Américas, Greg Adams, vice-presidente da SABIC na região, disse: “a SABIC, como todo o mundo, encontra-se em um período sem precedentes. Como empresa, estamos honrados por nossos materiais estarem sendo usados em dispositivos que ajudam na fabricação de equipamentos médicos essenciais para tratar pacientes e, ao mesmo tempo, em oferecer materiais que são usados na proteção daqueles na linha de frente, incluindo profissionais de saúde, enquanto eles desempenham suas funções. Nossos colegas continuam envolvidos para fazer o que podem para ajudar nossas comunidades durante essa crise.”

Exemplos de doação de produtos incluem:

  • Fabricação de aproximadamente 70.000 protetores faciais feitos de película de Policarbonato Lexan que serão distribuídos para profissionais de saúde e socorristas em toda a região das Américas
  • Fabricação e doação pelo Centro de desenvolvimento e processamento de Polímeros (Polymer Processing Development Center, PPDC) da SABIC, em Pittsfield, Massachusetts, de protetores faciais de uso médico. O PPDC usou folhas e filmes de policarbonato Lexan produzidos pela SABIC para fabricar os protetores faciais
  • Colaboração entre a fábrica da SABIC de Cobourg (Canadá) e um hospital local, juntamente com uma organização sem fins lucrativos da região, para criar protetores faciais usando folhas de policarbonato – filme Lexan produzido pela SABIC
  • Colaboração entre a fábrica da SABIC em Campinas, Brasil, com uma universidade e outras entidades para criar ventiladores para hospitais locais usando o copolímero LNP PC HPH4504H produzido pela SABIC

Atualmente, a SABIC opera 60 fábricas de produção e composição em mais de 50 países em todo o mundo. Nos Estados Unidos, as instalações da SABIC estão localizadas em Bay St. Louis, Miss.; Burkville, Ala.; Mt. Vernon, Ind.; Pittsfield, Mass.; Selkirk, N.Y. e Wixom, Mich. Outros locais da SABIC incluem Cobourg, Canadá; Tampico, México; Tortuguitas, Argentina e Campinas, Brasil.

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Covid-19: Arburg e Ems-Chemie fabricam óculos de proteção para uso em hospitais e serviços de resgate na Alemanha

23/04/2020

Hoje em dia, nada é o mesmo que era há algumas semanas atrás. E, no entanto, a crise do Covid 19 deixou uma coisa muito clara: as empresas na Alemanha e na Europa estão mostrando solidariedade para ajudar rapidamente. Por iniciativa do fabricante alemão de máquinas para plásticos Arburg, o grupo suíço de especialidades químicas Ems-Chemie e o fabricante alemão de óculos de segurança Uvex, junto com a Arburg, vinham pensando em como  fornecer ajuda rápida para serviços de resgate, hospitais e pessoal médico na situação atual . A resposta: Produzir óculos de proteção para proteger os olhos e o tecido conjuntivo da contaminação, destinados a pessoal especializado, como médicos, enfermeiros e equipes de emergência.

O Dr. Thomas Walther, Chefe de Tecnologia de Aplicação de Arburg, recebeu um “pedido de ajuda” de um médico do hospital de Rottweil na segunda-feira (30/03). Ela tinha ouvido falar que, em uma feira comercial, a Arburg havia produzido óculos de proteção que ela e seus colegas precisavam urgentemente e perguntou se ele poderia ajudá-la. Thomas Walther transmitiu esse pedido diretamente a Gerhard Böhm, diretor administrativo de vendas da Arburg, que já está envolvido em várias iniciativas de auxílio regional e também já havia iniciad vários projetos de brainstorming desse tipo na empresa. Ambos concordaram rapidamente que a ajuda poderia ser fornecida imediatamente com os recursos que já estavam disponíveis. Foi assim que o projeto “óculos de proteção” começou. Gerhard Böhm afirma: “Tudo o que pudermos fazer na situação atual para ajudar com nosso know-how e nossas capacidades como um dos maiores fabricantes mundiais de máquinas de processamento de plástico, vamos colocá-lo em ação rapidamente”.

Parceria entre Ems, Uvex e Arburg

Em relação aos óculos de proteção, rapidamente ficou claro que, com algumas medidas de coordenação entre as três empresas, que já vinham trabalhando intensamente em parceria há muito tempo, esses artigos poderiam ser produzidos na Arburg em quantidades relevantes e com relativamente pouco esforço. Portanto, era lógico que a produção de um lote inicial de 20.000 pares de óculos na fábrica matriz em Lossburg deveria começar o mais rápido possível, a fim de remediar a escassez imediata. “Isso se deve ao fato de que os três parceiros sabem das potencialidades dos plásticos, especialmente em tecnologia médica. Com nossa campanha, garantimos que os gargalos resultantes fossem imediatamente remediados. E isso é para o benefício de muitos dos ajudantes que agora são particularmente importantes”, diz Gerhard Böhm.

Para mais informações (em inglês), clique aqui.

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Covid-19: Grupo Solvay acelera importação de polímeros para uso na fabricação de equipamentos médicos

22/04/2020

O Grupo Solvay, que no Brasil também atua com a marca Rhodia, está antecipando a importação de polímeros especiais sulfonados para uso na produção de peças que compõem os respiradores artificiais, um dos equipamentos médicos fundamentais para o atendimento de pacientes acometidos pela COVID-19.

Esse lote de polímeros especiais produzidos nas fábricas internacionais da Solvay deverá suprir as necessidades imediatas de clientes da empresa no Brasil, que são fabricantes de equipamentos e instrumentos médicos e cirúrgicos.

“Estamos empenhados em atender às necessidades do mercado local desse segmento ligado à Saúde, contribuindo para o combate à pandemia de COVID-19”, diz Josimar Fazolare, diretor de Vendas e Marketing para a América do Sul da unidade global de negócios Specialty Polymers do Grupo Solvay.

A empresa – acrescenta ele – está priorizando internacionalmente o fornecimento de polímeros especiais para o mercado de Saúde e acaba de fazer um acordo de fornecimento prioritário para a Boeing, que está produzindo máscaras de proteção fácil para profissionais de saúde.

Mais informações sobre os produtos da Solvay para fabricação emergencial de respiradores, equipamentos médicos e EPI’s usados no combate à pandemia de coronavírus estão disponíveis na webpage exclusiva COVID-19 criada pela empresa.

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Braskem se une a parceiros para doar material a hospitais e comunidades no combate ao coronavírus

22/04/2020

  • Empresa doa resinas termoplásticas que serão transformadas em 3 milhões de máscaras para serem doadas
  • Braskem e parceiros no combate ao coronavírus
  • Doação de resinas termoplásticas que permitem produzir máscaras e aventais de uso hospitalar. Podem ser produzidos mais de 60 milhões de máscaras ou 1 milhão de aventais;
  • Doação de cestas básicas por três meses para mais de 1.200 famílias que atuam em reciclagem;
  • 50 mil famílias no entorno de suas plantas no Brasil receberão produtos de higiene e limpeza;
  • Apoio ao governo de Alagoas na implementação de hospital de campanha;
  • Fornecimento de matéria-prima para impressão 3D em 8 centros de pesquisa para produção de máscaras de proteção hospitalar.

A Braskem se juntou a parceiros da cadeia da química e do plástico para doar materiais essenciais para o combate ao novo coronavírus nos hospitais da rede pública. A resina termoplástica doada pode produzir mais de 60 milhões de máscaras ou mais de 1 milhão de aventais. Doará também material para fabricação de embalagens para 750 mil litros de álcool líquido e em gel, para mais de 500 mil almotolias (um tipo de frasco plástico para álcool em gel utilizado em hospitais), além de 10 mil caixas de hipoclorito para diluição ou uso como água sanitária e mais de 150 mil sacos plásticos para lixo hospitalar. No mercado internacional, a Braskem está buscando respiradores para fornecer à rede pública. Os itens beneficiarão hospitais de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. O trabalho conjunto, que envolve clientes e entidades de classe, já conta com 32 iniciativas.

A doação de matéria-prima para produção de equipamentos de proteção e embalagens já ultrapassa 370 toneladas. Essas terão seu valor alavancado pelos parceiros da petroquímica. A Braskem já havia anunciado uma linha adicional de crédito de R$ 1 bilhão para ajudar principalmente as pequenas e médias empresas da cadeia a atravessar os próximos meses de crise gerada pelo coronavírus.

“A covid-19 impõe uma situação desafiadora para nossa sociedade e acreditamos que a união é parte fundamental para a superação deste momento. Nossa empresa tem um propósito claro de melhorar a vida das pessoas e não poderia ser diferente agora. Por meio de parcerias com nossa cadeia de valor, integrantes de um setor importante para a economia brasileira e para o desenvolvimento do país, somamos forças para viabilizar a entrega de itens essenciais para o sistema público de saúde e para as comunidades”, diz Jorge Soto (foto), diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. “Nos engajamos também com organizações empresariais, ONGs, universidades e centros de pesquisa. O momento é de união para trabalharmos juntos na luta contra o coronavírus”, acrescenta.

Uma das iniciativas mais representativas é a doação de polipropileno, matéria-prima para produção do TNT (nãotecido). O produto será fabricado pela parceira Fitesa e doado em conjunto com a empresa para ser usado em máscaras cirúrgicas e aventais de proteção, por exemplo.

A participação da Braskem envolve também a doação de equipamentos, cestas básicas, kits de limpeza para as demais ações.

Em Maceió (AL), a Braskem e as empresas parceiras vão contribuir na construção de um hospital de campanha nas instalações do Ginásio do Sesi. O hospital temporário terá como foco o atendimento médico voltado para problemas cotidianos. “O objetivo é contribuir para que a rede pública de saúde da cidade não fique sobrecarregada e possa se dedicar aos pacientes com suspeita ou confirmação de covid-19”, explica Soto.

Para a sociedade diretamente, a empresa doará mais de 50 mil kits de limpeza, que incluem produtos como desinfetante, detergente e sabonete, e terão como foco famílias que vivem nas regiões de Duque de Caxias (RJ); Salvador, Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila e Simões Filho (BA); Maceió e Marechal Deodoro (AL); São Paulo, Santo André, Cubatão e Mauá (SP); Nova Santa Rita, Montenegro e Triunfo (RS). Esses são locais nos quais a Braskem tem operação.

Haverá, ainda, a doação de mais de 100 mil frascos com álcool em gel para comunidades da região metropolitana de São Paulo e do município de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. A iniciativa prevê também a doação de cestas básicas por três meses para mais de mil famílias de catadores de material reciclado em Alagoas, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Em linha com os esforços empreendidos em prol do uso da impressão 3D no combate à covid-19 em todo o mundo, a Braskem irá disponibilizar matérias-primas para oito centros de pesquisa no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. “Acreditamos no potencial de impacto positivo que a impressão 3D possui, em especial em casos como este. Esse já é um ramo no qual atuamos e, por isso, possuímos resinas específicas para este fim, que podem contribuir com o avanço de soluções”, diz Jorge Soto.

Além da Braskem e Fitesa, integram as iniciativas empresas e entidades como BrasALPLA , Plimax , Indústrias Reunidas Raymundo da Fonte , Companhia Nacional do Álcool , Raízen , Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA) , UNICA , Senai (SP) , Emplas , Newsul , Soroplast , Mauser, Ingleza , Alemolde, Raízes-Vibraço , Simperj , ABIHPEC , Cristal Embalagens , AZPlast , SR Embalagens , Epema , Unicamp , Plástico Itália , Grupo Chiaccio , 3D Criar e Projeto Higia.

Saúde e segurança dos integrantes da Braskem no enfrentamento da Covid-19

A Braskem também tomou uma série de medidas preventivas para zelar pela saúde e segurança de todos os integrantes. A empresa determinou trabalho remoto (flex office) para funcionários que fazem parte dos grupos vulneráveis e dos escritórios. Na linha de produção, a Braskem está atuando com equipe reduzida para a continuidade segura das operações e reforçou orientações dos órgãos de saúde.

Viagens nacionais e internacionais a trabalho foram suspensas, assim como a participação dos integrantes em reuniões e eventos presenciais. Além disso, todos os funcionários que apresentarem sintomas semelhantes aos da covid-19 são orientados a comunicar imediatamente à área de Saúde da Braskem.

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Empresas associadas ao Indac produzem escudos protetores em acrílico e outros itens para proteger contra a proliferação do Covid-19

04/04/2020

Proteção para atendimento ao público da Bold. Máscara protetora individual da Artcryl.

Já que nem todos os brasileiros conseguirão estar protegidos em casa durante a progressão do coronavírus, empresas ligadas ao INDAC desenvolveram e vem produzindo barreiras protetoras, máscaras e outros itens em acrílico e em outros materiais que ajudam a diminuir o contato entre esses profissionais e o público, principalmente em hospitais.

Empresas filiadas ao INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico) encontraram uma maneira de ajudar o País a atravessar a pandemia causada pelo coronavírus produzindo peças em acrílico e até em outros materiais. Alguns desses itens, conta Ralf Sebold, diretor da Bold, foram projetados em conjunto com médicos de dois hospitais da região de Joinville e Jaraguá do Sul, SC, onde a empresa está localizada. Boa parte do material produzido, como 1000 máscaras protetoras, foi doada aos hospitais e ao corpo de bombeiros da região. Outros produtos, como os escudos protetores de acrílico, que podem ser instalados em balcões de atendimento de hospitais, farmácias, mercados e bancos, são comercializados.

A Solugrav, empresa de Tubarão, também em Santa Catarina, foi outra associada ao INDAC que se mobilizou e produziu máscaras, incubadoras e abridores de portas. Todo o material foi doado para o Hospital da cidade

No mesmo sentido, outras empresas ligadas ao Instituto, como a Acrinox, que fica no Distrito Federal, doou ao Pronto Socorro do Hospital Regional de Samambaia, em Brasília, protetores faciais e cabine de incubação de pacientes. Aliás, as cabines, que segundo ele foram bastante usadas na China, estão mesmo sendo feitas exclusivamente para doação. “Esse é um momento em que devemos pensar no próximo, afirma”.

Outras empresas, como a Artcryl, também têm disponibilizado mão-obra para tornar os itens mais acessíveis ou mesmo tentado produzir esses produtos, principalmente os que precisam ser feitos sob medida, como as barreiras protetoras, a toque de caixa. “Infelizmente, somos empresas pequenas e não temos recursos para doar tudo o que produzimos, mas estamos aqui para fornecer o que for possível. As barreiras em acrílico, por exemplo, temos conseguido instalar em no máximo dois dias”, conta Rodrigo Cataldi Lopes, da Tudo em Acrílico.

Protetor para atendimento ao público da Tudo em Acrílico. Cabine de incubação de pacientes da Acrinox.

Além de evitar o contato direto entre o público e os profissionais que trabalham nos balcões de atendimento, as barreiras protetoras em acrílico são leves, seguras, resistentes e podem ser instaladas em qualquer ambiente ou tipo de superfície. Elas também podem ser facilmente higienizadas, tanto com água e sabão, como com desinfetantes.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 19 anos, com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado. A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Serviço

Bold – http://www.bold.net – 47 3274-6565
Solugrav – http://www.solugrav.com.br – 48 3052-3322
Acrinox – http://www.acrinox.com.br – 61 3202-7577
Artcryl – http://www.artcryl.com.br – 11 4207-5652
Tudo em Acrílico – http://www.tudoemacrilico.com.br – 11 3732-1688

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Os plásticos tornam a medicina moderna mais segura e eficiente

24/01/2020

(*) Artigo provido pela Adsale Exhibition Services – organizadores da Chinaplas

Os plásticos salvam vidas. O que muitas vezes se perde na demonização dos plásticos em função dos problemas relacionados aos resíduos plástios no meio ambiente é o fato de que a medicina moderna depende muito do material e, de fato, poderia funcionar de forma precária sem ele.

Mesmo aqueles que há muito argumentam contra o uso de PVC em várias aplicações médicas, em razão de preocupações sobre o uso de ftalatos no material, não conseguiram impedir o uso de PVC pelo setor de saúde por uma simples razão – não há alternativa que possa prover, de maneira econômica, o mesmo nível de desempenho. É simplesmente o melhor material para o trabalho.

Da mesma forma, embora continuem os esforços para encontrar maneiras de reduzir os resíduos relacionados ao plástico ao aumentar-se a reutilização e a esterilização de vários itens médicos, a análise de custo / benefício / segurança do uso de plásticos em inúmeras aplicações na área da saúde dificulta a superação.

Em outubro passado, a revista National Geographic publicou uma matéria intitulada “Os cuidados médicos podem existir sem plástico?” E observou que “O plástico descartável pode ser uma opção atraente para hospitais – baratos, duráveis ​​e facilmente descartáveis. Além disso, cada novo recipiente ou tampa feita de plástico oferece um novo ambiente estéril. É por isso que os médicos se cobrem de plásticos e tudo o que eles usam é de plástico “

Vários tipos de plásticos e materiais elastoméricos servem para inúmeras utilizações na área médica e de saúde – desde itens básicos como luvas, tubos, óculos, bolsas de sangue e seringas descartáveis ​​até aplicações biocompatíveis de alta tecnologia, como válvulas cardíacas, substituições de articulações e próteses impressas em 3D.

Para continuação do texto (em inglês), clique aqui.

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