Bom começo da Evonik em 2017 reflete-se no seu balanço do 1o. trimestre

  • Vendas tiveram aumento considerável de 19% e atingiram 3,68 bilhões de euros
  • EBITDA ajustado aumentou 8% e chegou a 612 milhões de euros
  • Divisão de aditivos especiais da Air Products em pleno processo de integração
  • Confirmada perspectiva para todo o ano

A Evonik aumentou suas vendas em 19% e atingiu 3,68 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2017. Os principais motores desse considerável crescimento foram o aumento da demanda, que incrementou os volumes de venda, e a inclusão – pela primeira vez – do negócio de aditivos especiais da Air Products.

“O ótimo começo do ano mostra que estamos no rumo certo com a nossa estratégia de crescimento”, afirmou Klaus Engel, Presidente da Diretoria Executiva. “A combinação de crescimento orgânico e aquisições estratégicas fortaleceu a empresa. A Evonik está a caminho de se tornar menos vulnerável aos ciclos econômicos e de ter um portfólio mais equilibrado. A demanda pelas nossas especialidades químicas como a sílica, os aditivos de revestimento e os ingredientes farmacêuticos incrementou as receitas do trimestre”.

O EBITDA ajustado cresceu 8% e chegou a 612 milhões de euros no primeiro trimestre, impulsionado por resultados mais favoráveis nos segmentos Resource Efficiency e Performance Materials. As receitas do segmento Nutrition & Care ficaram bem abaixo do período do ano anterior, sobretudo em decorrência da redução dos preços dos produtos para nutrição animal.

O lucro líquido ajustado da empresa, no valor de 260 milhões de euros, foi mantido praticamente no mesmo nível do primeiro trimestre do ano anterior, com rendimento ajustado de 0,56 euro por ação. O lucro líquido, de 160 milhões de euros, ficou cerca de 80 milhões de euros abaixo do valor registrado no ano passado. A queda se deveu principalmente a efeitos pontuais vinculados à aquisição da divisão de aditivos especiais da Air Products.

Essa divisão de aditivos especiais, cuja negociação foi concretizada no início do ano, está sendo integrada de modo bem-sucedido. A empresa também está no caminho para alcançar as planejadas sinergias de cerca de 70 milhões de euros até 2020. O processo de aquisição do segmento de sílica da empresa americana J. M. Huber vem fazendo bons progressos e o negócio deve ser concluído no segundo semestre do ano.

A dívida financeira líquida da empresa somou 2,3 bilhões de euros no final do primeiro trimestre depois do pagamento do negócio adquirido da Air Products. “A Evonik continua apresentando uma situação financeira robusta após a maior aquisição da história da empresa”, afirmou Ute Wolf, Diretora Financeira (CFO) da empresa. “Continuamos no âmbito de uma sólida classificação de grau de investimento”.

Previsões confirmadas

A Evonik está confiante na realização de suas expectativas de crescimento de vendas e resultados operacionais em 2017, e espera que o EBITDA ajustado aumente para um valor entre 2,2 bilhões e 2,4 bilhões de euros (ano anterior: 2,165 bilhões de euros). Os segmentos de crescimento Nutrition & Care e Resource Efficiency irão se beneficiar da integração dos aditivos especiais da Air Products.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: As vendas cresceram 24% para 1,39 bilhão de euros e o EBITDA ajustado aumentou 21% para 310 milhões de euros. A forte demanda da indústria de pneus por sílicas – polímeros de alta performance usados, por exemplo, na impressão 3D e em aditivos de revestimento no setor automotivo – ampliou os volumes de venda.

Nutrition & Care: As vendas aumentaram 7% para 1,12 bilhão de euros. Os resultados foram beneficiados pela inclusão do negócio adquirido da Air Products e por um aumento considerável nos volumes de vendas. Os preços de venda, no entanto, ficaram significativamente abaixo dos registrados no ano anterior. O EBITDA ajustado do segmento caiu 35% para 189 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas cresceram 26% para 972 milhões de euros e o EBITDA ajustado mais que dobrou, ficando em 159 milhões de euros. A forte demanda de indústrias como a automotiva e da construção, além da difícil situação de fornecimento no mercado, especialmente de butadieno e MMA (metacrilato de metila), fizeram subir os preços e os volumes.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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