Romi apresenta evolução nas margens operacionais e Ebitda atinge R$10,8 milhões no 1o. trimestre de 2017

Companhia registrou evolução nas margens operacionais de todas as suas Unidades de Negócio no 1T17

A Indústrias Romi S.A., líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou no primeiro trimestre de 2017 receita operacional líquida de R$146,5 milhões, montante 12,9% superior ao alcançado no 1T16. O aumento é resultado, principalmente do faturamento da subsidiária alemã B+W, que terminou o ano de 2016 com crescimento relevante em sua carteira de pedidos que estão sendo entregues ao longo de 2017 e da Unidade de Fundidos e Usinados, que tem aumentado o seu volume de receita desde o início de 2016.

A margem bruta obtida no 1T17 foi de 24,7%, resultado 4,5 p.p superior ao mesmo período do ano anterior. A geração operacional de caixa medida pelo EBITDA foi de R$ 10,8 milhões, representando uma margem EBITDA 7,4% no 1T17.

A receita operacional líquida da Unidade Máquinas Romi atingiu R$59,3 milhões no 1T17, o que representou redução de 12,2% em relação ao 1T16. Apesar do baixo nível de investimentos no cenário doméstico, as receitas do mercado externo continuam demonstrando solidez e apresentaram crescimento de cerca de 6%, em dólares, no 1T17, quando comparado com o 1T16.

O faturamento da subsidiária alemã B+W apresentou aumento de 37,5% no 1T17, quando comparado com o mesmo período do ano anterior, evidenciando a sólida carteira de pedidos dessa subsidiária e correspondendo a expectativa e cronograma de faturamento para 2017. Devido ao maior volume de operação e de receita, a Unidade de Negócio obteve margem bruta de 21,4% no 1T17, o que representa incremento de 20,0 pontos percentuais em relação ao 1T16.

Com bom volume de atividade, impulsionada por peças fundidas e usinadas de grande porte, a Unidade de Fundidos e Usinados obteve receita operacional líquida de R$57,3 milhões no 1T17, o que representa aumento de 41,6% em relação ao 1T16. No mesmo período, a margem bruta dessa unidade foi de 14,2%, apresentando aumento de 2,4 pontos percentuais em relação ao 1T16, devido, principalmente, ao seu maior volume de receita.

“Os impactos positivos de uma equipe focada em rentabilidade, com diversos projetos que consideram adequações operacionais, redução de custos e despesas e investimentos em automação e produtividade, já podem ser notados em nossos níveis de rentabilidade nesse primeiro trimestre de 2017”, afirma Luiz Cassiano R. Rosolen, Diretor-Presidente da Romi.

Fonte: Romi

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