Sindicatos da indústria do plástico do Rio Grande do Sul lançam parceria inédita para missões técnicas

Chinaplas2014

Associados do APL-MMeA também terão acesso ao novo programa conjunto de viagens de negócios

Pela primeira vez, o Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás), o Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast) e o Sindicato das Indústrias de Material Pástico do Vale dos Vinhedos (Simplavi) passarão a organizar missões técnicas em conjunto. O Programa de Missões Empresariais (PME), inovação desenvolvida pelas entidades que representam aproximadamente 1,3 mil empresas, equivalentes a cerca de 11% da indústria nacional de transformados plásticos, promove a ampliação do volume de potenciais participantes, que além de facilitar o fechamento de grupos, pode oferecer condições para redução de custos. O PME se estende ainda aos associados do Arranjo Produtivo Local Metal Mecânico e Automotivo da Serra Gaúcha (APL-MMeA).

Com o PME, as entidades pretendem oferecer oportunidades para geração de novos negócios a curto e médio prazo, troca de conhecimento, abertura de novos canais, estreitamento de relações e colaboração entre os transformadores e prospecção de novos clientes.

“O mercado é intolerável com o empreendedor desatualizado. Há sempre um novo processo ou produto e, principalmente, há sempre pessoas com novas ideias a serem conhecidos. Por esta razão é que o Simplás, nos últimos seis anos, já concedeu quase R$ 60 mil em subsídios para participação de seus associados em missões técnicas: porque acreditamos no retorno do investimento para cada um dos empresários beneficiados e, consequentemente, para todo setor na região e no Brasil”, avalia o presidente do Simplás, Jaime Lorandi.

O calendário do setor prevê sete feiras – seis delas, internacionais – ainda em 2016: Chinaplas (foto – em Xangai, de 25 a 28 de abril); Expoplast (Lima, de 3 a 6 de maio); Argenplas (Buenos Aires, de 13 a 16 de junho); Interplast (Joinville, de 16 a 19 de agosto); Expotransporte (Buenos Aires, de 13 a 16 de setembro); Colombiaplast (Bogotá, de 26 a 30 de setembro) e Feira K (Dusseldörf, Alemanha, de 19 a 26 de outubro). A comercialização dos pacotes ficará a cargo da Leaf Turismo.

“A participação em feiras é uma das melhores estratégias para adquirir o conhecimento específico do setor, que é fundamental para a tomada de decisões. Além de captar informações importantes e de descobrir novas oportunidades, ainda é possível divulgar o potencial do seu próprio negócio em escala nacional e até, mundial. Mais do que por questão de sobrevivência, é pela evolução que vale a pena olhar o que o mundo está fazendo”, destaca Lorandi.

Empresas que são cumulativamente filiadas e associadas ao Simplás há mais de um ano e que estejam adimplentes com suas contribuições (sindical, dissídio e mensalidade) podem solicitar subsídio para participação em feiras. Inclusive fora do país. Os valores vão de R$ 500 a R$ 3 mil para um representante da empresa com cargo diretivo ou gerencial.

Diretor de Missões e integrante do Conselho Consultivo do Simplás, o empresário Nestor Travi aponta ainda para um valor de capitalização futura aos participantes:

“Para tornar-se exportador, leva muito tempo. E é nas feiras que se começa a desenvolver muito da cultura exportadora de uma empresa. Lá na frente, virão os dividendos. Então, é importante sair de casa, conhecer o que há ao redor, abrir os horizontes e depois, usar a criatividade”.

O cenário propício ao comércio exterior também é sublinhado pelo presidente do Sinplast, Edilson Deitos:

“A participação em feiras e missões leva à busca de um conhecimento destes mercados, tendências, novos designs de produto, novas tecnologias. Oportunidade de manter contato na prospecção de futuros representantes para determinado país ou região, aproveitando o momento favorável para a exportação de produtos transformados plásticos”.

Para o presidente do Simplavi, Ivânio Arioli, a participação em missões técnicas por parte dos empreendedores é sinônimo de qualificação.

“A realização de missões empresariais é, sem dúvida, uma excelente oportunidade para qualificar os empresários, pois facilita o acesso ao conhecimento da tecnologia que está disponível no mundo. Estar em sintonia com o desenvolvimento traz conhecimento e nos qualifica para sermos mais competitivos no mercado”.

Guia experimentado com quase duas décadas de feiras setoriais e missões técnicas internacionais, o diretor da Mediolanum, Max Bareta, observa que um maior número de adesões em cada grupo pode criar condições para redução de custos. E aponta outra vantagem no caso de quem vai e volta com participantes do mesmo Estado:

“Muitas vezes, entre os integrantes do próprio grupo surgem novos negócios. É praticamente uma feira dentro da feira: durante os contatos no ônibus, no avião, no hotel. É questão de aproveitar”.

Mais informações sobre o programa de missões conjuntas do setor plástico-petroquímico do Rio Grande do Sul podem ser obtidas com a agência Leaf Turismo ou diretamente com cada sindicato.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplas

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