Perspectiva de geração de negócios na Plastech Brasil 2015 atinge R$ 153 milhões

Plastech-2015

Pesquisa independente com expositores da Plastech Brasil 2015 identificou alto índice de satisfação e tendência de retorno dos participantes  

Em negócios concretizados durante a Plastech Brasil 2015 ou projetados para os 12 meses subsequentes, a feira realizada pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) na última semana de agosto atingiu R$ 153 milhões. Diante de um mercado muito afetado pela situação econômica atual, a exposição de Caxias do Sul (RS) superou a marca de 87% em relação a 2013, quando chegou aos R$ 175 milhões. Os dados compõem uma pesquisa independente aplicada pela consultoria Impacto Positivo aos expositores da quinta edição do evento, que retornará em 2017, de 22 a 25 de agosto. Na opinião dos organizadores, consideradas as circunstâncias atuais, foi um sucesso.

“Qualquer empresário sabe o que realizou nestes últimos dois anos. Atingimos R$ 175 milhões de negócios fechados durante a feira ou encaminhados para os 12 meses seguintes em 2013, que já era um ano muito melhor do que foi 2014. E aí chegou este 2015, o qual todos já estão cansados de saber como é que é. Com tudo isso, conseguimos botar esta feira de pé e ainda chegar a R$ 153 milhões! Qual setor, nos últimos dois anos, caiu apenas 13%? É de se comemorar”, avalia o presidente da Plastech Brasil, Orlando Marin.

A análise ainda leva em conta um fator territorial: o momento é especialmente complicado na Serra Gaúcha, onde se realizou a feira e é uma das regiões do país mais afetadas pela crise. Com matriz econômica em produtos acabados e bens de capital, como máquinas, implementos rodoviários, agrícolas e componentes automotivos, o polo industrial local viu-se comprometido pelo que deveria ser um atributo: o alto valor agregado da produção.

“Nosso parque industrial é fornecedor. E o transformador está deprimido. O que impulsionou uma realização de negócios na feira capaz de atenuar a queda foi o grande número de expositores e visitantes de outras regiões, estados e países. A expansão de público trouxe o equilíbrio. Se considerássemos apenas a Serra, pelo ano que enfrenta, a queda poderia ser grande. Por outro lado, se levássemos em conta apenas o pessoal de fora, o desempenho seria até de crescimento. Por uma questão de momento, pois temos grandes produtos e grandes empresas por aqui”, comenta Marin.

A pesquisa ainda destaca o chamado índice de reincidência da Plastech Brasil – a tendência de retorno de expositores e visitantes. Em relação a 2013, por exemplo, chega a 90%. Também chama atenção a parcela de expositores para quem a feira proporcionou abertura de novos mercados: 80%. Para 70% dos entrevistados, o fluxo de negócios atendeu às expectativas e, na avaliação de 57%, os resultados ficaram dentro ou acimado esperado. O índice geral de satisfação com o evento alcançou 80%.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastech Brasil / Foto: Gabriel Lain

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