Feiplastic reforça importância da atualização tecnológica para fomento de exportações brasileiras

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Feira Internacional do Plástico mostra-se alinhada à indústria. Setor deve retomar crescimento em 2013 e mercado de transformados plásticos estima investir R$ 2 bilhões

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico – Abiplast – é uma das principais entidades apoiadoras da Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, e também uma das maiores fomentadoras da indústria brasileira, rumo a sua internacionalização através de programas como o Think Plastic Brazil, uma parceria entre o setor de transformados plásticos nacionais e o governo federal, por meio da Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. A iniciativa é voltada ao estímulo às exportações de produtos transformados plásticos, e ao estabelecimento da cultura exportadora em empresas transformadoras de plástico do país.

Essas ações têm uma forte sinergia com a Feiplastic, que tem sido uma importante plataforma para setor ganhar visibilidade internacional. Em 85 mil m² do Pavilhão de Exposições do Anhembi, os visitantes encontrarão na feira um ambiente para negócios com as principais marcas da indústria plástica nacional e internacional. São nomes como Basf, Bayer, Braskem, Deb’ Maq, Dupont, Romi, Rhodia, Polimaquinas, Wortex, Romi, DSM, Activas, Seibt, Polimold, Krauss Maffei, Arburg, Mecalor, Rulli, SEW, Sumitomo, Tupahue, Villares Metals e Remo, entre outras. A feira deve reunir cerca de 1.400 marcas expositoras e público estimado de 70 mil visitantes, entre fabricantes, técnicos, engenheiros, profissionais do setor e transformadores de produtos plásticos.

A ação entre Abiplast e Apex-Brasil foi criada em 2004, com o nome Export Plastic, agora reformulado para atender à nova realidade do mercado. Em entrevista recente, Marco Wydra, gerente executivo do projeto, explicou o reposicionamento. “O objetivo da mudança é ampliar internacionalmente a identidade exportadora do Brasil como um dos players mais importantes do mundo na área de transformação de plásticos”. Segundo o Think Plastic, o Brasil hoje tem na Argentina seu maior mercado importador de transformados plásticos. O país sul-americano é seguido pela Holanda, Estados Unidos e o Chile. Entre as maiores dificuldades de incremento às exportações brasileiras estão os produtos asiáticos. Diante de tais desafios, a saída para as indústrias nacionais é a atualização tecnológica, aumento de produtividade e atrativos como vantagens ambientais e de qualidade dos produtos oferecidos.

A expectativa da Abiplast é que o setor de transformados plásticos invista cerca de R$ 2 bilhões na compra de novos equipamentos, ampliando os negócios gerados ao longo de 2013. Na avaliação da entidade, com a retomada no crescimento da economia brasileira, a demanda estimada por produtos plásticos para 2013 será 7% maior do que a observada no ano passado. No balanço entre o contabilizado em 2012 e as perspectivas para 2013, Wydra também é otimista, frisando conquistas do setor. “[Em 2012] renovamos o convênio com a Apex-Brasil, abrimos o departamento de Inteligência Comercial, customizamos projetos e renovamos a nossa marca. Esse esforço rendeu mais de US$ 5 milhões em negócios no convênio 2010-2012, mas tudo indica que esse número irá aumentar”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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