Think Plastic Brazil é a nova marca internacional do Export Plastic

ThinkPlasticThinkBrazilCom o objetivo de fortalecer as empresas brasileiras da indústria plástica e promover os diferenciais do Programa, o Export Plastic fez um grande reposicionamento de marca, a começar pelo nome. Agora o Programa se chama Think Plastic Brazil, o que ampliará internacionalmente a identidade exportadora do País como um dos importantes players do mundo e seus diferenciais competitivos na indústria de transformação plástica mundial.

Para conduzir os trabalhos, o INP escolheu a GadLippincott, uma consultoria internacional de marcas focada no desenvolvimento de estratégias de identidade. Na primeira etapa foi feita uma entrevista com os principais públicos que se relacionavam com a antiga marca Export Plastic, desde gestores e associados até compradores internacionais e demais públicos de interesse. Foram identificadas suas percepções sobre o setor, o mercado e o Programa e, posteriormente, criada uma cartela de valores da nova marca.

Por meio de uma metodologia rígida, foi feita uma grande triagem e chegou-se à conclusão de que o nome precisava identificar a cadeia produtiva e o país de forma mais óbvia. Era preciso definir um posicionamento único, alinhado às possibilidades competitivas da indústria plástica. Adotou-se, assim, uma rota de soluções ao importador estrangeiro, que contempla o mix de produtos, a adaptabilidade, os serviços e a inovação dos associados.

Mix de Produtos, Flexibilidade, Solução.

Isso posto, era necessário que tivesse uma fácil pronúncia, principalmente em inglês. No quadro final, identificaram sete nomes. Think Plastic Brazil foi escolhido por trazer consigo uma percepção provocativa, sugerindo o Brasil como um player a ser considerado. Uma marca que se caracteriza de maneira diferenciada no segmento. O antigo nome [Export Plastic] só fazia sentido para os brasileiros que exportavam e não para o exterior.

Com a nova proposta, agora a premissa é que haja uma integração entre o Brasil e o mundo. “Queremos que outros países vejam nossa nação como um player competitivo ao se depararem com o nome. A marca é um tom de voz, sugere ao mundo que, ao pensarem em plástico, pensem no Brasil como uma indústria forte, que não deve nada aos principais fornecedores mundiais”, explica Marco Wydra, gerente executivo do Programa.

Plano de Ação

O novo conceito Think Plastic Brazil envolve desde o público interno até cada nicho específico de associado. Busca traduzir a comunicação de conteúdo em estratégias de marca a todos os stakeholders.

Diante dessa nova visibilidade, a diversidade de produtos oferecidos pela indústria fica ainda mais à mostra. “Evidenciam-se todos os elos da cadeia de transformação contemplados pelo Programa”, destaca Nivalda Fonseca, especialista em Marketing e Comunicação.

Em sua opinião, a marca demonstra ainda, em sua vasta opção de uso, a abertura a novas ideias, adaptação a necessidades dos clientes e busca valorizar o conceito de sustentabilidade, estimulando o compromisso da indústria com impactos de sua atividade à economia, ao meio ambiente e à sociedade. Resumindo, o conceito ir além, “Go Beyond”, é a tônica desta mudança. A partir de agora, a transição entre a antiga e a nova marca vai começar a acontecer e muito em breve todos os públicos passarão a conviver apenas com Think Plastic Brazil.

Dinamismo marcará Think Plastic Brazil em 2013

O Think Plastic Brazil pisa em 2013 com a disposição de não apenas dar continuidade ao trabalho de promoção de negócios, inteligência comercial e capacitação que marca o Programa desde a sua fundação. É justamente no ano em que completa 10 anos de atividade que o time liderado por Marco Wydra pretende imprimir um ritmo de ações ainda mais acelerado para auxiliar os associados na conquista e manutenção do mercado externo.

Em retrospectiva, Marco vê 2012 como um ano de grandes realizações: “renovamos o convênio com a Apex-Brasil, abrimos o departamento de Inteligência Comercial, customizamos projetos e renovamos a nossa marca”. Esse esforço rendeu mais de US$ 5 milhões em negócios no convênio 2010-2012, mas tudo indica que esse número irá aumentar. “Em 2013, teremos uma agenda ainda mais intensa com o lançamento da nossa nova marca, reforço na área de Inteligência, desenvolvimento de projetos customizados, participação na Copa das Confederações e na Fórmula Indy em São Paulo, além do planejamento da nossa participação no projeto Copa do Mundo FIFA 2014”, explica o executivo.

Os trabalhos se iniciam com a campanha de lançamento da marca Think Plastic Brazil. “A expectativa é que a evolução obtida ao longo destes 10 anos de atividade esteja bem comunicada no novo posicionamento da marca, demonstrando maturidade e colaborando para o incremento das exportações brasileiras de transformados plásticos”, diz. Ao longo do ano, novas formas de comunicação junto aos associados e público internacional também serão incrementadas, com reforços às ações de promoção comercial, capacitação e inteligência.

Tradicionalmente, o Programa retoma a presença no exterior logo no início do ano, com a participação como expositores nas feiras Ambiente, de 15 a 19 de fevereiro, na Alemanha, e na Home & Housewares, de 2 a 5 de março. Na visão de Gilberto Agrello, especialista do Programa para o Desenvolvimento de Mercado para UD e Embalagens Rígidas, as duas feiras oferecem excelentes oportunidades para o setor se municiar de contatos comerciais para desenvolver ao longo do ano. Já em maio, o Programa realizará um Projeto Comprador na área de UD na Formula Indy, desta vez com 21 compradores das Américas, Europa e África. “Essas ações darão sustentação para os planejamentos de exportação das empresas e contribuirão de forma direta para o cumprimento de suas metas de exportação”, frisa Gilberto. Projetos Compradores na área de Embalagens também serão realizados no primeiro semestre, em eventos a serem definidos, e complementarão a agenda.
Com isso, os brasileiros terão em 2013 mais chances de mostrar por que seus transformados plásticos têm condições de satisfazer a demanda internacional. “O Brasil é visto como um mercado de oportunidade e, por isso, as empresas deverão ´aproveitar esta onda` e perseguir os seus resultados”, pontua Agrello. A especialista do Programa para Embalagens Flexíveis, Cristina Sacramento, tem visão similar. “Com as novas possibilidades e com a área de Inteligência poderemos trabalhar conjuntamente para mapear, entender e acessar contatos dessa tão diversa indústria de flexíveis”, diz. Para ela, agora é hora de aproveitar as oportunidades com o melhor cenário cambial que se apresenta. A valorização do dólar, que dá mais fôlego aos exportadores, é o primeiro sinal de que 2013 pode recolocar o setor no caminho da expansão.

Fonte: Boletim Export Plastic

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