Anúncios da Plastivida, INP e Abief informam suspensão da proibição de sacolinhas plásticas em São Paulo.

A decisão do Tribunal de Justiça de manter suspensa a lei que proibia a distribuição de sacolinhas plásticas no varejo paulistano a partir de 1º de janeiro foi comunicada em dois Informes Publicitários, veiculados no dia 5 de dezembro, nos jornais Metro e O Estado de São Paulo.

Os Informes reforçam a necessidade do consumo responsável das sacolinhas e ressaltam suas vantagens, colocados de acordo com o perfil dos seus leitores.

Participam da iniciativa os parceiros no Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas,Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief).

Texto do comunicado é reproduzido a seguir:

VOCÊ JÁ TINHA 10 MOTIVOS PARA SER CONTRA A PROIBIÇÃO DAS SACOLINHAS PLÁSTICAS.

AGORA O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO DECIDIU DAR MAIS UM.

O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a suspensão da lei que proíbe o uso das sacolinhas plásticas nos supermercados e no comércio varejista de São Paulo. Esse, agora, é o 1º motivo para você perceber o erro que é esta proibição e, assim como a Justiça de São Paulo e milhões de pessoas, também ser contra ela. Conheça aqui os outros 10:

2. As sacolinhas não são descartáveis, são reutilizáveis. Quase todo mundo as reutiliza para colocar lixo. Sem elas você vai ser obrigado a comprar novos sacos para esse fim. Um sacrifício sem vantagem ambiental. A única diferença é que você vai ter que pagar por esses sacos e por outros tipos de sacola. Prepare o bolso.

3. Pesquisa Datafolha mostra que 88% das pessoas reutilizam as sacolas para armazenar lixo, transportar objetos e recolher sujeira de animais. Por isso ela é a embalagem preferida de 84% da população.

4. Cidades como Jundiaí, que já proibiram as sacolinhas, registraram aumento considerável de vendas de sacos de lixo. Com um novo gasto mensal, é o consumidor que sai no prejuízo.

5. Os órgãos de vigilância sanitária recomendam o uso de recipientes plásticos para descarte do lixo. Com a proibição das sacolinhas, populações menos favorecidas não terão como descartar o lixo da forma correta.

6. Um estudo internacional* comprova que o processo de fabricação das sacolinhas plásticas causa menos impacto ambiental do que o das sacolas de pano, papel e papelão. Não é papo, é fato, é científico.

7. Ao longo de sua vida útil, uma sacolinha plástica comum emite menos gás carbônico e metano no meio ambiente (gases causadores do efeito estufa) do que qualquer uma das sacolas alternativas oferecidas hoje*.

8. A proibição das sacolinhas poderá acarretar o fim de 30.000 empregos diretos no país e 6.000 empregos diretos em São Paulo.

9. Para evitar o acúmulo de fungos e bactérias e a possível contaminação dos alimentos, as sacolas retornáveis precisam ser higienizadas com alta frequência, o que aumenta o consumo de água e outros produtos. É preciso ter cuidado também com as caixas de papelão usadas, pois muitas vezes elas não têm as condições higiênicas adequadas para transportar as compras.

10. Sacolinhas plásticas são recicláveis: se usadas e descartadas corretamente, podem se transformar em diversos outros produtos plásticos.

11. O problema não é a sacolinha, e sim o desperdício e o descarte inadequado, esses sim são os vilões do meio ambiente. A solução, portanto, não é proibir, mas educar a população a usar, de forma responsável, as sacolinhas plásticas e todas as outras embalagens.

Quer saber mais? Acesse http://www.plastivida.org.br e informe-se. Você vai ver que proibir as sacolinhas vai custar caro, não vai ajudar o meio ambiente e é você quem vai ter que pagar essa conta.

*  Segundo o Environment Agency http://www.environment-agency.gov.uk

Fonte: INP – Instituto Nacional do Plástico

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4 Respostas to “Anúncios da Plastivida, INP e Abief informam suspensão da proibição de sacolinhas plásticas em São Paulo.”

  1. Roberto maciel Says:

    Roberto Maciel: sou do interior de São Paulo, concordo plenamente c/Justiça, melhor, Tribunal de Justiça em tonar suspena a lei que proibe a distribuição de saconhinhas plásticas, os essas sacolinhas plástica tem função social queira ou não queira. Vamos lá: 90% da população do Estado de São Paulo, até mesmo do Brasil utilizam essas sacolinhas plásticas p/redes de supermercados ou até mesmo de outros estabelecimentos comerciais quando vão compra seus produtos. Inclusive, essa mesma população utilizam essas sacolinhas depositarem lixos caseiros, até mesmo reciclados. Essas sacolinhas de plástico querendo ou não depois de usadas são recicláveis, assim c/sacos de lixo. Pergunto: qual a diferença da sacolinha de plástico do saco de lixo? Nenhum em se tratando de reciclagem, os dois vão p/mesmo lugar, o lixo. Há de se ressaltar ainda, que parte dessa população brasileiro não tem condições sequer de comprar sacos de lixo p/serem usados no dia a dia, mas a sacolinhas de plástico de supermercado ou outro tipo de comércio beneficia essa população mais carente do nosso País. Olha, essa proibição, dizer que essas sacolinhas de plástico tem que sair de circulação, quero dizer que nós quando vamos ao supermercado ou a qualquer outro comércio que as fornecem, já estamos pagando p/ela. E tem mais, essa celeu toda em cima das sacolinhas de plásticos ter que sair de circulação não passa de um marketing industrial, interesses de empresários que não estão conseguindo vender e produzir os sacos de lixo que estão sendo, em boa parte, pouco comercializado, não tem saida em suas vendas. Poxa, é mais uma que a população brasileira vai pagar? Quem inventou isso deveria ter vergonha na cara. Agora, boa parte da população brasileira mal tem condições de se manter, vive, infelzimente, c/dificuldades, até não tem o que comer em casa, vai comprar sacos de lixo? Claro que não. Pense nisso, são e é uma marketing dos governantes p/beneficiar a industria de sacos de lixo.

  2. Antonio Mathias Simoes Branco Says:

    Bom que o povo brasileiro é ordeiro e de Paz. Caso contrário haveria muito quebra quebra nos supermercados, os quais só pensam em lucros. Quase R$ 100.000.000,00, isto mesmo, quase cem milhões de reais será a economia do setor, pois, se o setor pagava pelas sacolinhas cujo preço estava embutido nas mercadorias, porque não continuam pagando as sacolinha biodegradáveis.
    Temos que pensar em salvar o Brasil da corrupção extravagante, dos corruptos, horas bolas…, sacolinhas plásticas…, tem dó gente, que se faça então campanhas orientanto a população para o uso indescriminado de sacolinhas, somente desta forma haverá uma diminuição no uso das mesmas.
    Antônio Branco – São Carlos/SP

  3. vera lucia machado Says:

    sou contraria a essa estupidez do sindicado dos supermercados
    em coluio com os governos municipal e estadual, como podemos
    ingulir tal excrecência pois isso é um acordo entre eles, não é lei
    e portanto, não somos obrigados a fazer ou deixar de fazer algo
    que não esteja prescrito em lei., e além do mais esse tal acordo
    tem carater unilateral, o povo não foi consultado . estão fazendo isto sim, chantagem emocional junto ao sofrido povo martelando
    na tal sustentabilidade. quer dizer q/ agora o planeta está salvo
    tais malditas sacolinhas plasticas?
    o que será q/ agora vão inventar mais!!!!!!!!!!!!.
    espero q/ alguém tenha um pouco de juizo e abra os olhos enquanto é tempo.
    vera lucia machado- são paulo.

  4. Junior Brasil Says:

    Respondo prontamente que ainda estou contra o uso (irresponsável, sem consciência) das sacolas plásticas. O problema obviamente é cultural. Uma grande parte da população ainda não sabe utilizar as sacolas com responsabilidade, não respeitam o meio ambiente. Proibir o uso destas sacolas é polêmico e gera problema, mas também é o jeito mais eficaz e rápido de conter a irresponsabilidade social. Já que causa tanto alvoroço, então vamos investir sério na educação pô!
    Aposto que há bons profissionais hibernados por aí devido a falta de valorização no meio cultural e educacional no qual eles poderiam estar ativos.
    E sim, teve muito interesse político e econômico encima disto. Provavelmente corruptos nos dois times (a favor e contra) inclusive.

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