Inovação em poliamida da Rhodia garante investimentos em expansão de fábrica.

A Rhodia apresenta na  Conferência  Anual da Anpei (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras), de 20 a 22 de junho, em Fortaleza, no Ceará, o processo de inovação dual na cadeia de plásticos de engenharia no Brasil  na origem do Technylstar  A 205 F, um sucesso de mercado tanto no Brasil quanto no Exterior, meses após seu lançamento comercial.

 Esse reconhecimento do mercado foi essencial para garantir investimentos  adicionais de R$ 5,3 milhões para a expansão da produção de plásticos de engenharia da Rhodia, em sua fábrica de São Bernardo do Campo (SP).

 A mais recente inovação da Rhodia  cria uma  nova plataforma tecnológica em plásticos de engenharia, destinada aos mercados automotivo, eletroeletrônicos  e de bens de consumo, para a produção de braçadeiras, tomadas, interruptores,  máscaras de farol, clips e válvulas especiais, entre outras peças de geometria complexa. Nesses mercados, o principal atributo a ser assegurado é a elevada resistência mecânica dessas peças, ao mesmo tempo em que a capacidade do material de preencher os moldes de maneira completa e homogênea é essencial .

O novo produto – Technylstar  A 205 F – tem como base uma formulação especial de poliamida lubrificada e estabilizada, com altíssima fluidez e desempenho nos equipamentos dos clientes.  Essa combinação única de estabilidade  nas propriedades e maior facilidade no preenchimento de moldes/peças   complexos proporciona  ao mesmo tempo maior liberdade de design das peças e redução de custos na cadeia, com aumento significativo de produtividade nos processos de injeção, além de redução de consumo energético e emissões carbônicas.

 Com a adoção do Technylstar  A 205 F,  a economia de energia anual  de uma empresa que possua 40 injetoras – tamanho médio de empresas transformadoras de plásticos – seria suficiente para, por exemplo, iluminar 657.600 lâmpadas de 100 watts ou energizar 8.220 chuveiros elétricos.

 Segundo Thomas Canova,  Diretor de Pesquisas e Desenvolvimento da Rhodia Plásticos de Engenharia América Latina,  o caráter dual dessa inovação possibilita ganhos na cadeia produtiva em qualquer cenário econômico. “Em épocas de retração de mercado,  nossos clientes podem reduzir as temperaturas de trabalho, com consequente redução no consumo de energia.  Em épocas de forte aquecimento do mercado, as temperaturas de trabalho  podem ser ajustadas de maneira a aumentar a produtividade sem investimentos físicos adicionais em injetoras . Nos dois casos, a competitividade da cadeia é reforçada ”, assinala.

 Inovação envolveu fornecedores e clientes – O projeto de Pesquisa e Desenvolvimento teve duração de três anos , sendo coordenado pelo centro de desenvolvimento de plásticos de engenharia e polímeros da empresa em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. O projeto contou ainda com o suporte de equipes européias e asiáticas, além do apoio dos centros de P&D da Rhodia em Paulínia, no interior de São Paulo, e em Lyon, na França .

 De acordo com Canova, programas  específicos de caracterização  e validação foram conduzidos em rede , com parceiros  acadêmicos. Contou-se ainda com a integração da cadeia produtiva um ano antes do lançamento do produto, por meio de parcerias de desenvolvimento com clientes  importantes  do setor, para avaliação e ajustes da tecnologia. Outro ponto essencial para o sucesso da inovação foi o envolvimento do elo de fornecedores de matérias-primas, com os quais novas rotas logísticas e alterações foram discutidas e implementadas.

 O projeto  ainda gerou patentes internacionais que consolidaram a posição de liderança da empresa no setor. A originalidade da solução científica e tecnológica desenvolvida, assim como o sucesso imediato de mercado atingido por esse produto, levou ao reconhecimento do case como a maior inovação da empresa no Brasil, na categoria acionistas, no ano de 2010, no programa de premiação interno da companhia, denominado Rhodia Way Awards.

 A inovação  foi essencial para garantir  investimentos significativos para que o Brasil pudesse aumentar a capacidade de produção do polímero, em sua fábrica de São Bernardo do Campo. “Estamos aplicando R$ 5,3 milhões para aumentar nossa produção, assegurando o fornecimento ao mercado regional, mas também transformando a operação brasileira em plataforma de exportação da Rhodia para o mundo”, complementa Marcos Curti, diretor da Rhodia Plásticos de Engenharia e Polímeros América Latina.

 Os plásticos de engenharia e polímeros em poliamida da Rhodia são empregados principalmente na produção de peças para os segmentos automotivo e de transportes, eletroeletrônicos e construção e bens industriais de consumo. O grupo Rhodia, que é um dos líderes mundiais desse setor, possui unidades produtivas e laboratórios de desenvolvimento de aplicações em quatro continentes. No Brasil, a fábrica e o laboratório estão instalados em São Bernardo Campo (SP).

Fonte: Rhodia


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