Representante da FIESP fala dos impactos da Política Nacional de Resíduos Sólidos durante Conferência Brasilplast.

Após 21 anos de discussão, a lei que determinou a criação da Política Nacional de Resíduos Sólidos  vai mudar a rotina das indústrias. Foi o que explicou Ricardo Lopes Garcia, do Departamento de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, em palestra hoje na Conferência BRASILPLAST 2011, no Holiday Inn Park Anhembi.

Segundo o especialista, o grande desafio das empresas do setor de plástico será apresentar um Plano de Descarte de produtos, sob pena de não conseguirem renovar licenças imprescindíveis para o seu funcionamento.  Mas os desafios impostos pela política não se restringem ao setor privado. As prefeituras também terão que fazer um esforço para se adequarem, pois estão obrigadas a entregar um Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, tendo que cumprir 19 exigências.

“O plástico deverá ser um dos materiais mais visados e será necessário montar um plano de Logística Reversa. Isso significa o fabricante se responsabilizar pelo descarte adequado dos materiais, como já acontece com pilhas, baterias e lâmpadas”, explicou Ricardo. Para isso, o setor terá que trabalhar de forma educativa, pois os consumidores são parte fundamental para a destinação correta dos materiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa BRASILPLAST

Foto (crédito): Getty Images

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