Polinox amplia capacidade de produção de insumos para compósitos

Empresa quer aproveitar ao máximo a excelente fase que o mercado de compósitos atravessa

O ano promete ser inesquecível para o setor brasileiro de compósitos. Projeções iniciais da Associação Brasileira de Materiais Compósitos (ABMACO) sugerem um crescimento do consumo de, no mínimo, 11%. Tanto é assim que os especialistas do ramo não conseguem, de pronto, indicar um segmento de mercado que vai mal. É sob esse pano de fundo pra lá de otimista que a Polinox, maior fabricante brasileira de peróxido orgânico – matéria-prima dos compósitos – anuncia uma nova expansão de capacidade: de 230 toneladas/mês, a empresa passa a ter potencial para produzir 280 toneladas no complexo que mantém em Itupeva, no interior de São Paulo.

“Devemos observar em 2010 um aumento ainda maior do que esse projetado pela ABMACO, acima até dos 20%”, afirma Roberto Pontifex, diretor da Polinox. Se o segundo semestre apenas mantiver o ritmo do primeiro – historicamente, a metade final do ano é melhor –, Pontifex terá acertado. “Construção civil, transportes e energia eólica, os três principais consumidores dos compósitos no Brasil, vivem fases excelentes. Mais do que isso, vários projetos que começam nos próximos meses ajudarão a manter o consumo em alta”.

A expansão de capacidade da Polinox exige uma nova área para a estocagem dos peróxidos orgânicos. Por isso, a empresa adquiriu recentemente um terreno de 5.500 m² ao lado da fábrica – as obras já começaram e o galpão ficará pronto no final do ano. “Passaremos a operar com uma margem mais folgada, com garantia de estoque por mais de trinta dias. Isso dará ainda mais tranqüilidade aos nossos clientes, sobretudo em períodos de aquecimento como o atual”, observa.

Sobre a Polinox
A Polinox lidera a fabricação nacional de peróxidos orgânicos e ceras desmoldantes – matérias-primas necessárias à transformação de compósitos (combinação entre resinas termofixas e reforços mecânicos, do tipo fibra de vidro). Com mais de três décadas de mercado, a empresa iniciou suas atividades fabricando gelcoat, operação encerrada há dez anos, em função da venda do negócio a um grupo internacional. A partir de então, a Polinox passou a se dedicar exclusivamente à produção de peróxidos orgânicos e ceras desmoldantes. Sua fábrica, situada em Itupeva, a 70 km de São Paulo, conta com modernos equipamentos e estrutura absolutamente segura para a produção dessas especialidades químicas. Com atuação em todo o território nacional, a Polinox dispõe de uma carteira composta por mais de 800 transformadores de compósitos.

Fonte: SLEA Comunicação

Tags: , , ,

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: